MANUTENÇÃO CENTRADA NA CONFIABILIDADE

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1 Terceira Reunião Força-Tarefa Manutenção Centrada na Confiabilidade de Subestações Terceira Reunião São Paulo 17 e 18/11/ Revisão da 3. Revisão da Justificativas de Ausências Jorge Luiz De Franco (Consultor Técnico) Em atividades profissionais na Colômbia Participantes Presenciais ABB CEMIG CEPEL CHESF CIGRÉ ELETROSUL MR ONS SIEMENS DOBLE Jose Carlos Mendes Marta Lacorte Mauro Eugênio Fernando Alberto Jos é S. Junqueira Carlos Kleber da Costa Arruda Hélio Amorim Luis Adriano Domingues Marlon de Almeida C. Silva Ricardo Cunha da Fonte Miguel Carlos Medina Pena Iony Patriota de Siqueira Cendar João Tondello Markus Klein Antonio Carlos Carvalho Maurício Ivaha Tsuyoshi Muramoto Walter Carvalho Pereiro 3. Revisão da Iony Patriota de Siqueira K.1

2 3. Revisão da Objetivos da Força Tarefa Pesquisa e desenvolvimento Intercâmbio de experiências Divulgacao tecnológica Auto instru ção Treinamento Intercâmbio de dados Organização de eventos Participantes: Especialistas em Termo de Referência MCC RCM Operação e Manutenção Proteção e Supervisão Projeto e Especificação Pesquisa e Desenvolvimento Fabricação e Montagem Testes, Reparo e Restauração Objetivos do Termo de Referência Produtos do Projeto Piloto... avaliar a aplicação da metodologia MCC na pesquisa dos modos de falha de equipamentos de subestações, estabelecendo seus mecanismos causais e conseqüências, visando definir as atividades de manutenção mais recomendáveis.... pesquisar os métodos de quantificação das freqüências de execução, identificando os mais adequados a cada modo de falha Guia de Manutenção Centrada na Confiabilidade em Transformadores; Banco de Dados de Manutenção Centrada na Confiabilidade de Transformadores. Iony Patriota de Siqueira K.2

3 Metodologia de Desenvolvimento Formas de Participação Presencial Preparação prévia de contribuições Análise e aprovação de resultados Correspondente Sugestões por escrito sobre os relatóriosrios parciais Palestras Convidados Cursos Convidados ou da própriapria FT Workshops Troca de experiências entre os participantes Outras Projeto Piloto Transformadores Imersos em Óleo Preservação do Óleo Proteção Sistema Estrutural Comutação Conexão (Buchas) Supervisão e Monitoramento Sistema Ativo Resfriamento 3. Revisão da 3. Revisão da de Sistemas breve do sistema (fotos, diagramas, etc) Instalação Associada Denomnação da instalação associada Isolamento do Transformador Conjunto de buchas, isoladores, para -raios, etc, destinados a conectar o transformador a outros equipamentos de alta tensão, protegendo-o contra sobretensões Iony Patriota de Siqueira K.3

4 de Componentes de Funções breve do componente (fotos, diagramas, etc) Sistema Associado Denominaçaoao do sistema ao qual ele pertence Contatos (Prncipais) Paralelos do Comutador Conjunto de contatos que não tem impedor de transição em série entre o enrolamento do transformador e os mesmos, não utilizados para interromper corrente. breve da função Sistema Associado Denominaçaoao do sistema ao qual ela pertence Filtraro óleo do comutador Retirar umidade e impurezas, em comutadores de derivações em carga, araves da circulação forçada do óleo por um elemento filtrante de Modos de Falha de Falhas Funcionais breve do Modo de Falha Componnte Associado Denominaçaoao do componente onde ele ocorre Contaminação superficial da bucha primáriaria Acúmulo de material semicondutor ou condutor na superfície da porcelana, oriundo de processos de carbonização e depósito de impurezas do óleo breve da Falha Função Associada Denominaçaoao da função sob falha Insuficiência de resfriamento do transformador Incapacidade do sistema de resfriamento em retiraro calor gerado no núcleo do transformador 3. Revisão da 3. Revisão da Iony Patriota de Siqueira K.4

5 3. Revisão da Próxima Reunião FMEA Análise de Modos de Falha e Efeitos Matriz de Modos e Falhas Correlação entre os Modos e as Falhas dos Sistemas Efeitos das Falhas Descrição dos efeitos das falhas Criticidades Classificação dos níveis de criticidades dos Modos de Falha FMEA Matriz Funcional Definição Correlação entre os modos de falha (dos componentes) com as falhas (das funções) Representação Forma matricial entre modos e falhas Forma de listas de pares (modos x falhas) Matriz de Modos e Falhas Planilha Excel Modo/Falha Desajuste do limite de atua ção do ReléDetetor de Gás (Buchholz) do Tanque Principal Recusa de atua ção quando solicitado do Relé Detetor de Gás (Buchholz) do Tanque Principal Criticidade Efeito Sobretensão na alimentaçãoelétrica para a proteção Alimentação elétrica irregular para a proteção Desligamento indevido do transformador por comutador fora de passo Desligamento indevido do transformador por discordância de taps Desligamento indevido do transformador por sobrepressão no comutador Degradação de estanqueidade da ampola do ReléDetetor de Gás (Buchholz) do Tanque Principal Iony Patriota de Siqueira K.5

6 Níveis de Criticidade Efeito Insignificante 1. Insignificante 2. Mínimo 3. Marginal 4. Crítico 5. Catastrófico Um modo de falha produz um Efeito Insignificante quando for insuficiente para causar ferimentos em seres humanos, ou danos ao sistema, ou com impactos no meio ambiente insuficientes para infringir qualquer norma ambiental. Neste caso, apenas ensejará provavelmente na execução de manutenção não programada. Efeito Mínimo Efeito Marginal Um modo de falha resulta em um Efeito Mínimo quando provoca conseqüências reduzidas na operação, meio ambiente e segurança, a, abaixo dos níveis máximos permitidos por normas legais, demandando recursos mínimos para restauração à condição original. Um modo de falha produz um Efeito Marginal quando pode causar ferimento leve ou dano de pequeno porte no sistema ou meio- ambiente, resultando em demora ou degradação de sua missão. A aceitabilidade de ferimentos de pequeno porte dependerá da freqüência prevista, e da possibilidade ou não de adoção de medidas preventivas e corretivas. Os danos pequenos, que apenas degradem ou atrasem o cumprimento de uma missão/função, ão, também m deverão ser avaliados em relação à criticidade da própria pria missão/função. ão. Efeito Crítico Efeito Catastrófico Um modo de falha produz um Efeito Crítico se pode causar ferimento severo ou mesmo a morte, ou dano significante ao sistema ou meio-ambiente, resultando na perda da missão da instalação. Embora menos grave que a morte, a possibilidade de ferimentos severos em seres humanos exige medidas também m críticas. Já a dimensão dos danos significantes, e suas conseqüências, dependerão da aplicação e importância do sistema. Um modo de falha produz um Efeito Catastrófico se pode causar a morte de seres humanos, ou perda do sistema principal, ou grande dano ao meio ambiente. A morte de seres humanos é evidentemente inaceitável em qualquer empreendimento controlado. A perda do sistema principal poderá decorrer de incêndio, explosões ou qualquer outro efeito que produza a indisponibilidade irrecuperável de toda uma instalação ou processo. Este caso depende, evidentemente, da importância do sistema em estudo. Se não existirem sistemas adequados de proteção, invariavelmente o projeto terá que ser modificado. Iony Patriota de Siqueira K.6

7 Alocação de Atividades Comutaç ão Conexão (Buchas) Supervisão e Monitoramento Preservação do Óleo Proteção Resfriamento Sistema Ativo Sistema Sistema Estrutural Empresas MR,, Chesf, ABB, Siemens Eletropaulo, Chesf, Doble, ABB, Siemens Doble,, Cemig, Siemens, Cepel, ABB Cepel,, Eletrosul, Copel, CPFL Chesf,, Cemig, CPFL, Copel Cepel,, Eletrosul, ABB, Siemens Cepel,, ABB, Eletropaulo, Siemens Cemig,, Eletronorte, Copel, CPFL 3. Revisão da Metodologia de Desenvolvimento Cronograma ATIVIDADE Nivelamento Conceitual Seleção das Instalações dos Sistemas dos Componentes das Funções dos Modos de Falha das Falhas Funcionais Análise de Modos de Falha e Efeitos (FMEA) Seleção de Atividades Definição da Periodicidade Publicação de Base de Dados Publicação do Guia de Manutenção Avaliação e Extensão INÍCIO 17/09/ /09/ /11/ /02/ /04/ /08/ /08/ /10/2006 TÉRMINO 15/09/ /09/ /09/ /11/ /11/ /02/ /04/ /08/ /10/ /10/ /11/2006 Obrigado! FIM Iony Patriota de Siqueira K.7

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