ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO

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1 Maisa I. D Elia ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO Uma Ferramenta para a Qualidade de Vida no Trabalho

2 ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO Objetivo: É rastrear, observar, avaliar e analisar as relações existentes entre demandas, com as interfaces, com os sistemas e com a organização. Resultado Esperado: É atingir a eficiência funcional, com o mínimo de desgaste físico e psíquico dos funcionários e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores. Diminuir os riscos ocupacionais e os custos para a empresa. Finalidade: É gerar ações singulares conforme as demandas, com soluções de melhorias e implantar ações contínuas, orientação e acompanhamento.

3 O R G A N I Z A C I O N A L DEMANDA ANÁLISE REFORMULAÇÃO Levantamento de dados da empresa e dos funcionários Análise do Processo Técnico e das Tarefas OBSERVAÇÕES GLOBAIS DA ATIVIDADE Formulação de um Pré-diagnóstico Plano de Observação Observação sistemática Trat. dos dados Validação Interação com os trabalhadores, entrevistas e verbalizações DIAGNÓSTICO - RECOMENDAÇÕES

4 Demandas Saúde Índice de doenças ocupacionais, riscos físicosquímicos e biológicos Segurança Acidentes, ambientes com riscos nos seus aspectos físicos, químicos e biológicos Social Mudanças ou adequações de normas e demandas coletivas Concepção de meios técnicos e organizacionais Produtividade Queda, adequação dos processos, interfaces Qualidade e Gestão

5 Demandas Case 1: Arrumação de Container Demanda: Estabelecer a quantidade de sacas de açúcar e café dentro dos containeres Adequar a NR11 movimentação de cargas e armazenagem Dados Levantados: Aumento de acidentes de trabalho Perda de ganho por produtividade Perda de serviços por mudanças de processos Desvalorização da atividade e do trabalhador Humilhação no trabalho

6 Demanda Dados de Produção 2000 a Açucar Café Total Acidentes Arrumadores à

7 Demanda Produção de Entressafra de Açúcar.000 Indice de Acidentes dos Arrumadores jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez O medo é sair de casa e não saber o que vai acontecer Aqui você é um Zé ninguém A gente se sente humilhado A gente abandona, porque a gente não agüenta. É muita pressão, humilhação e cansaço.

8 Reformulação da Demanda Case 2: Operação de Portâiner Demanda: Queixa de dores nas costas, Acidentes, Incidentes; Análise dos dados: Nos dados de saúde não havia queixas e nem afastamentos, no entanto, observamos; aumento significativo de faltas e de acidentes. Os incidentes eram causados por falta de comunicação; Reformulação: Os operadores pouco se queixavam de dores nas costas, a queixa maior era de cansaço mental; Só indo lá em cima pra saber do que stamos falando Dinheiro não é tudo set/01 out/01 nov/01 dez/01 jan/02 fev/02 mar/02 abr/02 mai/02 jun/02 jul/02 ago/02 set/02 out/02 nov/02 dez/02 jan/03 fev/03 mar/03 abr/03 mai/03 jun/03 jul/03 ago/03 Acidentes x Dias Perdidos Acidente Típico com Afastamento Acidente Típico sem Afastamento 1 1 Horas Trabalhadas Dias Perdidos Taxa de Frequência 8,70 10,74 Taxa de Gravidade

9 Reformulação da Demanda Case 3: Call Center Farmácia de Manipulação Demanda: Aumento do Índice de Tendinites Análise dos dados: Processo precário Reformulação: As funcionárias não executavam muitos movimentos repetitivos, no entanto, o contato direto com os clientes exigia atividade cognitiva intensa com grande responsabilidade, nos processos havia retrabalho pelo sistema precário, com demora na produtividade e na qualidade, necessitando concentração na elaboração de orçamentos e retorno aos clientes.

10 Análise dos Processos Técnicos e das Tarefas Armador Plano de Carga CCO Variável Variáveis Retaguarda Variáveis Planejamento Variáveis Escala Variáveis Variáveis Variáveis Variáveis Operação de Portêiner

11 Análise dos Processos Técnicos e das Tarefas Armazem Armazens Layout O fluxo externo é intenso Há conflito com equipamentos e com os caminhoneiros Há fiscalização alfandegária é diária

12 Observações Gerais da Atividade Hipótese de Nível II Pré diagnóstico onde as informações da demanda se cruzarão com as atividades Entrevistas, interação com os vários níveis de trabalhadores Plano de Observação Observação das variáveis da operação segundo a perspectiva da execução das atividades dos trabalhadores

13

14

15 Observação Sistemática

16 Observação Sistemática visibilidade trava/destrav inclinação visibilidade giro Ctn 40 travado apalpado

17 Ações dos Trabalhadores Açucar Café Arrumadores 5 arrumadores 2 arrumadores arrumad 1 arrumad 1 arrumad 2 arrumad 2 arrumad Arrumadores

18 Ações dos Trabalhadores Diferenciação entre Valores do Niosh e Levantamento de Sacas dos Arrumadores NIOSH The Nacional Institute For Occupational Halth Valor de Referência LC HM HM VM VM DM DM AM AM FM FM CM CM Valores da Equação Niosh Diferenciação entre os Valores do Niosh e Desmanche das Sacas dos Arrumadores Niosh Açucar Café LC HM HM VM VM DM DM AM AM FM FM CM CM Valores da Equação Niosh

19 Ações dos Trabalhadores FREQUÊNCIA DE MOVIMENTOS NOS COMANDOS 00:06 00:01 00:16 00:11 00:26 00:21 00:36 00:31 00:46 00:41 00:52 00:49 00:57 00:54 01:06 01:01 01:16 01:11 01:22 01:20 01:29 01:25 01:35 01:33 01:43 01:39 01:52 01:48 02:02 01:57 02:15 02:10 02:06 Tempo (MSE)Guia Desce -1/Sobe +1 (MSE)Carro Avante +1/Neutro 0/Ré -1 (MSE)Spread Destrava -1/Trava +1 (MSD)Spread Desce -1/Neutro 0/Sobe +1 (MSD)Rádio Oper-Conf +1/ R.+ Freq. 0/R.Conf-Oper -1

20 Conclusão Propostas de Melhoria Acompanhamento das ações ergonômicas Continuidade Programa Ergo-Physis

21 OBRIGADA Maisa I. D Elia Elementu Vitalle [email protected] (11)

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