Poder Judiciário. Estado do Rio de Janeiro Décima NonaCâmara Cível
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- Cecília Covalski Alcaide
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1 Agravo de Instrumento Nº: Agravantes: MUNICIPIO DE ANGRA DOS REIS Agravado: SEBASTIÃO MAXIMO DA COSTA Juízo de Origem: 2ª Vara Cível da Comarca de Angra dos Reis Relator: DESEMBARGADOR LÚCIO DURANTE AGRAVO DE INSTRUMENTO. HONORÁRIOS DE PERITO. DIREITO AMBIENTAL. ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE. PERÍCIA AMBIENTAL. DECISÃO QUE HOMOLOGOU O VALOR REQUERIDO PELO EXPERT. RECURSO DA PARTE. VALOR EM CONSONÂNCIA COM A JURISPRUDÊNCIA DESTE TRIBUNAL. O MINISTÉRIO PÚBLICO DESTACOU A VULNERAÇÃO AO ART. 18 DA LEI Nº QUE DISPENSA O AUTOR COLETIVO DE ADIANTAR AS DESPESAS COM CUSTAS PROCESSUAIS E HONORÁRIOS PERICIAIS. PRECEDENTE DO STJ. SEGUIMENTO NEGADO. 1 Como cediço, a aferição do valor dos honorários periciais é de discricionariedade do julgador. No caso, o valor requerido e posteriormente homologado, mostra-se razoável e proporcional. Precedentes. 2 Inexiste error in procedendo no fato do autor (a municipalidade) adiantar o valor dos honorários periciais, devendo a parte carrear aos autos elementos de convicção, pois sendo ela responsável pela prova deve custeá-la, ou, caso a parte entenda pela aplicação do dispositivo da lei de regência, deve o magistrado oportuniza-la para o pagamento de custas ao final. 3 - O que não se pode admitir é, reflexamente, caso o louvado não aceite o encargo, ficar o magistrado sem elemento de prova essencial para o deslinde da lide, bem como a coletividade fique 1
2 prejudicada pela ausência de tal prova. 4 - Impende destacar, ainda, que tal assertiva não foi objeto do recurso interposto pelo ente coletivo. Recurso a que se nega seguimento. DECISÃO MONOCRÁTICA Cuida-se de agravo de instrumento interposto pelo Município de Angra dos Reis contra a decisão monocrática proferida em ação civil pública, que homologou os honorários de perito no valor de R$4.400,00 (quatro mil e quatrocentos reais) O pedido da ação civil pública visando a reintegração, recomposição ou recuperação do bem ambiental lesado e à restauração do status quo ante e também à reabilitação dos recursos naturais afetados. Expôs que o réu empreendeu construção em faixa marginal de proteção ambiental. O magistrado, na decisão saneadora, deferiu a produção de prova pericial e nomeou perito de sua confiança. Às fls.22 do anexo I, a perita estimou seus honorários em R$4.400,00 e a decisão agravada os homologou. Decisão deste Relator, de fls.21, que deferiu o efeito suspensivo, solicitou informações, franqueou ao recorrido a oportunidade de se manifestar e abriu vista ao MP. 2
3 O Juízo a quo prestou as informações a fls.25/26, noticiando a manutenção da decisão agravada, bem como o cumprimento do art. 526 do Código de Processo Civil. Contrarrazões de fls.28/32, em prestígio da decisão. O Ministério Público se manifestou pela manutenção da decisão e o consequência improvimento do recurso, indicando a vulneração do artigo 18 da LACP (fls.36/40) É O RELATÓRIO. DECIDO. Inicialmente, releva mencionar que se encontram presentes os requisitos de admissibilidade do recurso, que deve ser conhecido solucionado de plano, não se fazendo necessário o pronunciamento do órgão fracionário deste E. Tribunal, na forma autorizada pelo ordenamento processual vigente. Trata-se de agravo de instrumento interposto pelo Município de Angra dos Reis contra decisão interlocutória que arbitrou honorários periciais em R$ 4,4 mil, pleiteando sua redução para fixá-los em R$ 2,5 mil ou, quando muito, em R$ 3 mil., alega a municipalidade, em resumo, que a quantidade de horas de trabalho para a realização da perícia ambiental está acima do necessário, e o valor da hora trabalhada seria superior ao praticado no mercado. Verifica-se que o valor homologado pela decisão hora atacada não discrepa da jurisprudência deste Tribunal de Justiça em demandas análogas, haja vista que os honorários periciais arbitrados pelo magistrado de piso são proporcionais e razoáveis à complexidade da demanda, além de compatíveis com os valores homologados em demandas análogas. Vale destacar que a perícia ambiental traz em si considerável complexidade, em vista da quantidade de pontos controvertidos 3
4 fixados pelo juiz e de quesitos formulados pelas partes e pelo MP, implicando com isso em maior tempo de trabalho para a elaboração do laudo técnico. verbis: Nesse sentido, a jurisprudência deste Tribunal, AGRAVO DE INSTRUMENTO DES. LINDOLPHO MORAIS MARINHO - Julgamento: 03/08/ DECIMA SEXTA CAMARA CIVEL PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO CIVIL PÚBLICA. DANO AMBIENTAL. PROVA PERICIAL. HONORÁRIOS PERICIAIS FIXADOS EM R$ VALOR EXCESSIVO. REDUÇÃO. POSSIBILIDADE. ADIANTAMENTO DOS HONORÁRIOS PERICIAIS. IMPOSSIBILIDADE. Ao arbitrar os honorários periciais, deve o profissional levar em consideração o grau de complexidade da perícia e o tempo necessário para realizá-la, bem como o local onde será realizada. A natureza do exame pericial em referência, realmente, não encerra grandes complexidades nem trabalho exaustivo, não se justificando, por isso os elevados honorários, motivo pelo qual entendo como suficiente para remunerar o perito a quantia de R$ 4.500,00. Nos termos do art. 18 da Lei 7.347/85 não haverá adiantamento de despesa na Ação Civil Pública. Precedentes do STJ. Provimento do recurso, com fundamento no art. 557, 1º-A, do Código de Processo Civil, para reduzir os honorários periciais para R$ 4.500,00 e afastar a necessidade de adiantamento dos honorários periciais. Em que pese a ausência de impugnação específica, o Ministério Público entendeu que o julgador teria incorrido em error in procedendo, tendo em vista que ao determinar o adiantamento dos honorários periciais, teria vulnerado o disposto no artigo 18 da Lei nº7.347/85 Inexiste error in procedendo no fato do autor (a municipalidade) adiantar o valor dos honorários periciais, devendo a parte carrear aos autos elementos de convicção, pois sendo ela responsável pela prova deve custeá-la, ou, caso a parte entenda pela aplicação do dispositivo da 4
5 lei de regência, deve o magistrado oportuniza-la para o pagamento de custas ao final. O que não se pode admitir é, reflexamente, caso o louvado não aceite o encargo, ficar o magistrado sem elemento de prova essencial para o deslinde da lide, bem como a coletividade fique prejudicada pela ausência de tal prova. Impende destacar que tal assertiva não foi objeto do recurso interposto pelo ente coletivo. Por tais fundamentos, NEGA-SE SEGUIMENTO AO RECURSO POR SER MANIFESTAMENTE IMPROCEDENTE, nos termos do artigo 557, caput, do Código de Processo Civil. Rio de Janeiro, 22 de fevereiro de DES. LÚCIO DURANTE RELATOR 5
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TRIBUNAL DE JUSTIÇA DÉCIMA CÂMARA CÍVEL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0016014-69.2014.8.19.0000 Agravantes: MARIO JUSTO LOPES e JANETE MUNIZ LOPES (herdeiros) Relatora: Desembargadora PATRICIA RIBEIRO SERRA
ESTADO DO CEARÁ PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GABINETE DESEMBARGADOR CARLOS ALBERTO MENDES FORTE
fls. 218 Processo: 0620437-78.2017.8.06.0000 - Agravo de Instrumento Agravante: Sky Brasil Serviços de Banda Larga Ltda - Sky Banda Larga Agravado: Up Mídia Alternativa Ltda EMENTA: AGRAVO DE INSTRUMENTO.
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DECISÃO. (Fundamentação legal: artigo 557, caput, do CPC)
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Eis o teor da decisão (f. 46):
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