Prof. Fernando Antunes Soubhia
|
|
|
- Orlando Canejo Palmeira
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Incitação ao crime TÍTULO IX DOS CRIMES CONTRA A PAZ PÚBLICA Art Incitar, publicamente, a prática de crime: Pena - detenção, de três a seis meses, ou multa. Apologia de crime ou criminoso Art Fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime: Pena - detenção, de três a seis meses, ou multa. Quadrilha ou bando Art Associarem-se mais de três pessoas, em quadrilha ou bando, para o fim de cometer crimes: Pena - reclusão, de um a três anos. Parágrafo único - A pena aplica-se em dobro, se a quadrilha ou bando é armado. Incitação ao crime art. 286 Apologia de crime ou criminoso art. 287 Quadrilha ou bando art. 288 Bem Jurídico Paz Pública Paz Pública Paz Pública Sujeito ativo Qualquer pessoa Qualquer pessoa Qualquer pessoa Sujeito passivo Sociedade Sociedade Sociedade Elemento Subjetivo Dolo Dolo Dolo + elemento subjetivo específico Consumação Incitação dirigida a terceiros Apologia dirigida a terceiros momento associativo Circunstancias especiais protestos e marchas pela descriminalização estão abrigados pela liberdade de expressão protestos e marchas apologéticos estão abrigados pela liberdade de expressão forma qualificada Quadrilha ou bando Art Associarem-se mais de três pessoas, em quadrilha ou bando, para o fim de cometer crimes: Pena - reclusão, de um a três anos. 1) OBJETIVIDADE JURÍDICA Paz Pública e secundariamente os bens jurídicos isoladamente lesados ou colocados em perigo de lesão. Crime de perigo abstrato. De acordo com Jorge de Figueiredo Dias Trata-se de intervir num estágio prévio, através de uma dispensa antecipada de Direito Penal IV Crimes Contra a Paz Pública Página 1
2 tutela, quando a segurança e a tranquilidade pública não forem ainda necessariamente perturbadas, mas se criou um especial perigo de perturbação que por si só viola a paz pública 2) TIPO OBJETIVO associar-se a três ou mais pessoas com a finalidade de praticar crimes. Associação - Reunião em caráter estável, mediante a conjugação de esforços recíprocos. o Caso não seja estável a associação, trata-se de mero concurso de agentes o A estabilidade deve ser duradoura, mas não se exige que seja perpétua STJ: APn 549-SP Pluralidade de pessoas Crime de concurso necessário de condutas paralelas. Deve haver no mínimo 04 (quatro) pessoas. o Divergência doutrinária relevante quanto ao cômputo dos inimputáveis: Rogério Greco computam-se os inimputáveis, independentemente de sua idade. Basta que um dos integrantes seja imputável; Guilherme Nucci computam-se os inimputáveis, desde que tenham capacidade de compreender o caráter ilícito da finalidade da associação. Cezar Roberto Bittencourt não se computam os inimputáveis, pois a imputabilidade é requisito para a prática de crimes. o Computam-se os integrantes não identificados. Finalidade - A reunião deve ser direcionada à prática de crimes. o Nucci entende que deve ser para a prática de crimes determinados, e não o singelo agrupamento de pessoas que não tem a menor noção do que irá fazer o A reunião para prática de crime único não configura quadrilha ou bando. Direito Penal IV Crimes Contra a Paz Pública Página 2
3 o A reunião para prática de contravenções penais, ilícitos extrapenais ou atos meramente imorais também não configura o crime em comento 3) TIPO SUBJETIVO Dolo. Consciência e vontade de se associar com três ou mais pessoas. Elemento subjetivo específico finalidade da associação prática de crimes 4) SUJEITOS: a. Ativo Qualquer pessoa, lembrando a divergência doutrinária quanto ao cômputo dos inimputáveis. b. Passivo Sociedade. Trata-se de Crime vago. Secundariamente, será sujeito passivo aquele que teve seu direito lesado. 5) CONSUMAÇÃO o crime se consuma com a convergência das vontades. A partir desse momento será considerado crime permanente. Rogério Sanches subdivide o momento consumativo em relação aos fundadores e os que passam integrar em momento posterior. Os primeiros seriam no momento da convergência das vontades, os restantes, no momento de sua adesão. Atingido o estado de associação, a quadrilha subsiste ainda que nenhum dos crimes planejados venham a ser executados ou tenham sua execução frustrada Os crimes praticados em quadrilha serão punidos de forma autônoma, em concurso material. o O fato de determinada pessoa pertencer à quadrilha ou bando não faz dela colaboradora automática de todos os crimes perpetrados. Deverá ser analisado o caso concreto. Direito Penal IV Crimes Contra a Paz Pública Página 3
4 Divergência relevante quanto a incidência de causas de aumento de pena relativas à pluralidade de agente: o Guilherme Nucci os bens jurídicos tutelados são diferentes e o momento consumativo também não será o mesmo, de modo que não há bis in idem o Julgado STF Haverá bis in idem. A saída de um dos quadrilheiros, reduzindo o número de integrantes para abaixo do mínimo exigido, faz cessar a permanência, mas não afeta o crime consumado anteriormente. 6) TENTATIVA Impossível. Qualquer ato anterior ao momento de associação será considerado Ato Preparatório, portanto, impunível. 7) FORMA QUALIFICADA QUADRILHA ARMADA Parágrafo único - A pena aplica-se em dobro, se a quadrilha ou bando é armado. Divergência doutrinária relevante: conceito de arma o Para Adré Estefam, aplica-se ao parágrafo único tanto no caso de arma própria quanto para arma imprópria o O aumento de pena se justifica apenas diante das armas próprias Divergência doutrinária relevante: quantidade de membros que devem estar armados o Basta que um membro esteja armado (Hungria, Estefan) o Razoabilidade (Fragoso, Junqueira) o A maioria dos membros deve estar armada (Bento de Faria) Divergência doutrinária relevante: concurso entre a forma qualificada e causas de aumento de pena relativas ao uso de arma o Não há bis in idem Sanches, Nucci, STJ e STF: Direito Penal IV Crimes Contra a Paz Pública Página 4
5 o Há bis in idem: Gustavo Junqueira (STF, um julgado: HC 61859) 8) PONTOS PARA DEBATE a. Crime Continuado x Quadrilha ou bando O crime continuado é uma ficção jurídica criada em benefício do réu. De acordo com essa ficção, uma pluralidade de crimes é considerada crime único, praticado de forma continuada. Se o 288 exige a prática de crimes, no plural, é possível haver o reconhecimento da continuidade delitiva e a prática do crime de quadrilha ou bando no mesmo contexto fático? b. Concurso de Pessoas x Quadrilha ou bando É possível que terceira pessoa apenas participe da prática de um crime em concurso com uma quadrilha ou bando, sem se associar à esta? c. Crimes de Perigo Abstrato x Princípio da Ofensividade A proteção de bens jurídicos difusos, sem referenciais imediatos ou mediatos em interesses humanos concretos, coaduna-se com um poder punitivo orientado para a defesa da dignidade do ser humano? (Bottini) Jurisprudência; ROUBO. EXTORSÃO. ARMA. BIS IN IDEM. O paciente associou-se a outros três para a prática de crimes patrimoniais. Primeiro, mediante o uso de arma de fogo, eles roubaram um automóvel e os pertences do condutor, além de restringir sua liberdade. Logo após, usando novamente aquele instrumento, constrangeram outra vítima a fornecer senhas de cartões magnéticos e a assinar cheques para que obtivessem vantagem patrimonial indevida. Por isso, foram condenados pela prática de roubo e extorsão circunstanciados e também pela formação de quadrilha armada. O que se alega é a existência de bis in idem na condenação, em razão da punição mais de uma vez pela mesma circunstância, o uso da arma. Nesse contexto, é certo que o reconhecimento do bis in idem deriva da interpretação crítica dos fatos à luz do conceito fundamental de bem jurídico. No caso, quanto à extorsão e ao roubo, em que a incriminação busca tutelar o patrimônio e a liberdade ou integridade física, por mais que o resultado seja o mesmo (subtração de bens), não há falar em bis in idem, porquanto praticados perante vítimas Direito Penal IV Crimes Contra a Paz Pública Página 5
6 diferentes. O fato de o juízo reconhecer a continuidade delitiva, não implica deixar de reconhecer que ambos os delitos são circunstanciados. Já quanto ao crime de quadrilha, o bem jurídico protegido com a incriminação é a paz pública, a demonstrar, em comparação ao outro grupo de incriminações, que eles são independentes, a ponto de justificar a exasperação em razão do emprego de arma. Precedentes citados: HC SP, DJe 4/8/2008; HC SP, DJ 7/2/2008; HC RS, DJ 28/8/2006, e HC RJ, DJ 14/3/2005. HC SP, Rel. Min. Maria Thereza de Assis Moura, julgado em 18/6/2009. Direito Penal e Processual Penal. Crimes conexos: quadrilha, roubos e falsidade. Falsidade ideologica: tipicidade (Art. 299 do C.Penal). Competência de foro. Prevenção (arts. 78, II, "c" e 83 do C.P.Penal). Cumulação das qualificadoras de roubo, mediante emprego de armas, e de quadrilha armada (artigos 157, par. 2., incisos I e II, e 288, paragrafo único, do C. Penal). 1. Tratando-se de crimes conexos, praticados em sequencia, em comarcas diversas, o foro de qualquer deles e competente para o processo e julgamento, ficando preventa a competência do juiz que praticar o primeiro ato, com ele relacionado, como e o caso do decreto de prisão preventiva. Sobretudo quando um dos delitos e de caráter permanente, como o de quadrilha. 2. Quem faz inserir, em documento público ou particular, declaração falsa ou diversa da que devia estar escrita, com o fim de alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante, incide nas penas do art. 299 do C. Penal (falsidade ideologica). Caracteriza-se essa figura penal, se o agente faz inserir em livro de registro de hospedes (de Hotel) endereco falso de sua residência, com o proposito de dificultar os trabalhos de investigação policial sobre outros delitos que planeja praticar e efetivamente pratica. 3. A jurisprudência mais recente do Supremo Tribunal Federal e firme no sentido de que e possivel a cumulação da qualificadora do roubo mediante uso de arma (art. 157, par. 2., inciso I, do C. Penal) com a qualificadora da quadrilha armada, prevista no paragrafo único do art Precedentes. 4. "H.C." indeferido. (HC 70843, Relator(a): Min. SYDNEY SANCHES, Primeira Turma, julgado em 03/05/1994) Direito Penal IV Crimes Contra a Paz Pública Página 6
JURISPRUDÊNCIA DO STJ
JURISPRUDÊNCIA DO STJ REsp 751782 / RS ; RECURSO ESPECIAL 2005/0082927-4 Ministra LAURITA VAZ (1120) 06/09/2005 DJ 03.10.2005 p. 328 RECURSO ESPECIAL. PENAL. ESTUPRO. ATENTADO VIOLENTO AO PUDOR. CONCURSO
Direito Penal. Extorsão e Extorsão Mediante Sequestro
Direito Penal Extorsão e Extorsão Mediante Sequestro Sequestro Relâmpago Art. 158, 3, CP: Se o crime é cometido mediante a restrição da liberdade da vítima, e essa condição é necessária para a obtenção
EXERCÍCIOS. Crimes contra a saúde pública
EXERCÍCIOS Crimes contra a saúde pública 1. Julgue o item a seguir: O crime de envenenamento de água potável ou de substância alimentícia ou medicinal, de uso comum ou particular, cujo objeto jurídico
Jurisprudência em Teses - Nº 45 LEI DE DROGAS
Edição n. 45 Brasília, 11 de novembro de 2015 As teses aqui resumidas foram elaboradas pela Secretaria de Jurisprudência, mediante exaustiva pesquisa na base de jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça,
Direito Penal. Contravenção Penal e Lei de Drogas
Direito Penal Contravenção Penal e Lei de Drogas Infrações Penais: Crimes x Contravenção Noção Geral: Infração (ou o ilícito) penal = conduta em relação de contradição com a programação normativa esperada
Conteúdo Edital PMGO
Direito Penal Parte Geral Professor Samuel Silva Conteúdo Edital PMGO 1. Princípios constitucionais do Direito Penal. 2. A lei penal no tempo. A lei penal no espaço. Interpretação da lei penal. 3. Infração
Direito Penal. Furto e Roubo
Direito Penal Furto e Roubo Furto Art. 155 do CP Subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel. Pena reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa. Furto Objetividade Jurídica: Patrimônio. Sujeito
Superior Tribunal de Justiça
AgRg no RECURSO ESPECIAL Nº 1.688.517 - MS (2017/0200105-9) RELATORA AGRAVANTE ADVOGADO AGRAVADO : MINISTRA MARIA THEREZA DE ASSIS MOURA : MARIA FERREIRA DE LIMA : DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE MATO
Direito Penal - Professor Sandro Caldeira. Concurso de Pessoas
Direito Penal - Professor Sandro Caldeira Concurso de Pessoas Art. 29 CP - Quem, de qualquer modo, concorre para o crime incide nas penas a este cominadas, na medida de sua culpabilidade Conceito: Configura-se
A pessoa que possui apenas o desejo de praticar um fato típico. criminosa, motivo pelo qual não são punidos os atos preparatórios do crime.
CONSUMAÇÃO E TENTATIVA A pessoa que possui apenas o desejo de praticar um fato típico não pode ser considerada criminosa, motivo pelo qual não são punidos os atos preparatórios do crime. Excepcionalmente,
Ponto 9 do plano de ensino
Ponto 9 do plano de ensino Concurso formal e material de crimes. Vedação ao concurso formal mais gravoso. Desígnios autônomos. Crime continuado: requisitos. Erro na execução. Resultado diverso do pretendido.
Direito Penal. DPC e DPF. Temas Controversos de. Eduardo Fontes Geovane Moraes. Para concursos de. 1ª edição Recife PE
Eduardo Fontes Geovane Moraes Temas Controversos de Direito Penal Para concursos de DPC e DPF 1ª edição Recife PE 2016 Temas Controversos MIOLO.indd 3 11/03/2016 19:01:34 1. NEM TODO DELITO PATRIMONIAL
Direito Penal. Concurso de Crimes
Direito Penal Concurso de Crimes Distinções Preliminares Concurso de crimes ou delitos X Concurso de pessoas ou agentes X Concurso de normas ou conflito aparente de normas penais - Concurso de crimes ou
A segurança pública e a incolumidade pública.
resumos GráFicOs De Leis penais especiais DOs crimes e Das penas posse irregular de arma de fogo de uso permitido art. 12. Possuir ou manter sob sua guarda arma de fogo, acessório ou munição, de uso permitido,
É a pessoa contra a qual recai o constrangimento.
rogério greco extorsão (Art. 158 do Cp) introdução ClAssiFiCAçãO doutrinária O agente deve constranger a vítima, impondo-lhe um comportamento positivo ou negativo, determinando que faça, tolere que se
Direito Penal Marcelo Uzeda
Direito Penal Marcelo Uzeda Superior Tribunal de Justiça INFORMATIVO 630 SEXTA TURMA TEMA: Tribunal do Júri. Quebra da incomunicabilidade entre os jurados. Membro do Conselho de Sentença que afirmou em
Direito Penal. Curso de. Rogério Greco. Parte Especial. Volume III. Atualização. Arts. 155 a 249 do CP
Rogério Greco Curso de Direito Penal Parte Especial Volume III Arts. 155 a 249 do CP Atualização OBS: As páginas citadas são referentes à 10 a edição. A t u a l i z a ç ã o Página 33 Primeira linha. Substituir
CONCURSO DE CRIMES DIREITO PENAL. Cléber Masson + Rogério Sanches + Rogério Greco
CONCURSO DE CRIMES DIREITO PENAL Cléber Masson + Rogério Sanches + Rogério Greco INTRODUÇÃO CONCURSO DE CRIMES CONCURSO MATERIAL CONCURSO FORMAL CRIME CONTINUADO - Há concurso de crimes quando o agente
DIREITO PENAL. 1) Princípios Penais Fundamentais:
1 PONTO 1: Princípios Penais Fundamentais: I) Princípios relacionados ao direito penal: - Princípio da insignificância. II) Princípios relacionados ao direito penal: a) princípio da materialização do fato;
Receptação. Receptação imprópria art. 180, caput, 2.ª parte, do CP
Receptação Art. 180 - Adquirir, receber, transportar, conduzir ou ocultar, em proveito próprio ou alheio, coisa que sabe ser produto de crime, ou influir para que terceiro, de boa-fé, a adquira, receba
NOÇÕES DE DIREITO PENAL PROFESSOR: ERNESTIDES CAVALHEIRO. AULAS 1 e 2:
1 NOÇÕES DE DIREITO PENAL PROFESSOR: ERNESTIDES CAVALHEIRO AULAS 1 e 2: DIREITO PENAL O Direito Penal tem como principal objetivo, reprimir determinadas condutas, denominadas infrações penais, as quais
PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA: POSSIBILIDADE DE SUA APLICAÇÃO NA TUTELA DE BENS JURÍDICOS SUPRA-INDIVIDUAIS PACÍFICO LUIZ SALDANHA
PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA: POSSIBILIDADE DE SUA APLICAÇÃO NA TUTELA DE BENS JURÍDICOS SUPRA-INDIVIDUAIS PACÍFICO LUIZ SALDANHA Pós graduado em Direito Tributário pelo INSTITUTO BRASILEIRO DE ESTUDOS
Direito Penal. Curso de. Rogério Greco. Parte Especial. Volume IV. Atualização. Arts. 250 a 361 do CP
Rogério Greco Curso de Direito Penal Parte Especial Volume IV Arts. 250 a 361 do CP Atualização OBS: As páginas citadas são referentes à 9 a edição. A t u a l i z a ç ã o Pág. 197 Alterar a quarta linha
Provas escritas individuais ou provas escritas individuais e trabalho(s)
Programa de DIREITO PENAL I 2º período: 80 h/a Aula: Teórica EMENTA Introdução ao direito penal. Aplicação da lei penal. Fato típico. Antijuridicidade. Culpabilidade. Concurso de pessoas. OBJETIVOS Habilitar
OS CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO: FURTO E ROUBO
OS CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO: FURTO E ROUBO Evelyn Cristina Freitas do NASCIMENTO 1 Gabriella GIANNINI 2 Heverton Clayton MENDES 3 Jessica Daiane da FONSECA 4 Daniel Goro TAKEY RESUMO: Este artigo apresenta
Direito Penal. Crimes Contra a Administração Pública
Direito Penal Crimes Contra a Administração Pública Crimes Contra a Adm. Pública Código Penal - Título XI Dos crimes contra a Administração Pública Capítulo I Dos crimes praticados por funcionário público
Resumos Gráficos de Direito Penal Parte Geral Vol. I
Resumos Gráficos de Direito Penal Parte Geral Vol. I Arts. 1 o a 120 do Código Penal Atualização OBS: As páginas citadas neste arquivo são da 2 a edição. Pág. 148 Colocar novo item dentro dos destaques
Direito Penal. Estelionato e Receptação
Direito Penal Estelionato e Receptação Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento.
DIREITO PENAL. 1. Roubo art. 157, CP:
1 PONTO 1: Roubo PONTO 2: Extorsão PONTO 3: Apropriação Indébita Previdenciária 1. Roubo art. 157, CP: Art. 157 - Subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência
Legislação Penal Especial Lei de Tortura Liana Ximenes
Lei de Tortura Liana Ximenes 2014 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Lei de Tortura -A Lei não define o que é Tortura, mas explicita o que constitui tortura. -Equiparação
XXII EXAME DE ORDEM DIREITO PENAL PROF. ALEXANDRE SALIM
XXII EXAME DE ORDEM DIREITO PENAL PROF. ALEXANDRE SALIM Atualização legislativa (Lei 13.344/2016) TRÁFICO DE PESSOAS Revogação dos arts. 231 e 231-A do CP Criação do art. 149-A do CP Alteração do art.
TJ - SP Direito Penal Dos Crimes Praticados Por Funcionários Públicos Emerson Castelo Branco
TJ - SP Direito Penal Dos Crimes Praticados Por Funcionários Públicos Emerson Castelo Branco 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. DOS CRIMES PRATICADOS POR FUNCIONÁRIO
Capítulo 1 Introdução ao Direito Penal...1
S u m á r i o Capítulo 1 Introdução ao Direito Penal...1 1.1. Conceito de Direito Penal...1 1.2. As Fontes do Direito Penal...3 1.3. As Funções do Direito Penal...4 1.4. Objeto do Direito Penal...5 1.5.
AULA 11. Aproveitando essa questão de exaurimento, vamos estudar algumas peculiaridades:
Turma e Ano: Master A (2015) 01/04/2015 Matéria / Aula: Direito Penal / Aula 11 Professor: Marcelo Uzeda de Farias Monitor: Alexandre Paiol AULA 11 CONTEÚDO DA AULA: - Iter criminis, crime tentado 5) Exaurimento
Capítulo 1 Noções Preliminares... 1 Capítulo 2 Aplicação da Lei Penal... 29
Sumário Capítulo 1 Noções Preliminares... 1 1. Introdução... 1 2. Princípios... 4 2.1. Princípio da legalidade... 5 2.2. Princípio da anterioridade da lei penal... 5 2.3. Princípio da irretroatividade
É uma norma Penal em branco, ou seja, é aquela que necessita da complementação de outra norma para ter eficácia.
LEI DE DROGAS 11.343/06 É uma norma Penal em branco, ou seja, é aquela que necessita da complementação de outra norma para ter eficácia. Art. 28 do CP Porte de Droga para uso próprio. São aplicadas as
EDUARDO FARIAS DIREITO PENAL
EDUARDO FARIAS DIREITO PENAL 1) O Código Penal Brasileiro estabelece, em seu artigo 137, o crime de rixa, especificamente apresentando os elementos a seguir. Participar de rixa, salvo para separar os contendores:
Direito Penal. Curso de. Rogério Greco. Parte Geral. Volume I. Atualização. Arts. 1 o a 120 do CP
Rogério Greco Curso de Direito Penal Parte Geral Volume I Arts. 1 o a 120 do CP Atualização OBS: As páginas citadas são referentes à 14 a edição. A t u a l i z a ç ã o Página 187 Nota de rodapé n o 13
CEM. Magistratura Federal. Direito Penal. Das Penas
CEM CADERNO DE EXERCÍCIOS MASTER Direito Penal Período 2010 2016 1) CESPE - JF TRF2/TRF 2/2013 A respeito de aspectos diversos relacionados às penas, assinale a opção correta. a) No concurso formal perfeito,
PONTO 1: REVISÃO. PONTO 3: b) CRIMES DE MESMA ESPÉCIE CRIME FORMAL PRÓPRIO + C. CONTINUADO REQUISITO SUBJETIVO.
1 DIREITO PENAL PONTO 1: REVISÃO PONTO 2: a) CRIME CONTINUADO PONTO 3: b) CRIMES DE MESMA ESPÉCIE CRIME CONTINUADO ART. 71 CP 1 é aquele no qual o agente mediante mais de uma ação ou omissão, pratica dois
EU NÃO SONHEI COM O SUCESSO EU TRABALHEI PARA ELE
EU NÃO SONHEI COM O SUCESSO EU TRABALHEI PARA ELE São Paulo, novembro de 2017 1) CRIME NAO CONSUMADO: TENTATIVA, DESISTENCIA VOLUNTÁRIA, ARREPENDIMENTO EFICAZ, CRIME IMPOSSIVEL, ARREPENDIMENTO POSTERIOR
QUESTÃO 1 ASPECTOS MACROESTRUTURAIS QUESITOS AVALIADOS
QUESTÃO Capacidade de expressão na modalidade escrita e do uso das normas do registro formal culto da língua portuguesa 2. Responsabilidade do juiz, do Estado ou de ambos por ato jurisdicional doloso.00
NOÇÕES GERAIS DE PARTE GERAL DO CP E CPP ESSENCIAIS PARA O ENTENDIMENTO DA LEGISLAÇÃO PENAL ESPECIAL
NOÇÕES GERAIS DE PARTE GERAL DO CP E CPP ESSENCIAIS PARA O ENTENDIMENTO DA LEGISLAÇÃO PENAL ESPECIAL 1. ITER CRIMINIS CAMINHO DO CRIME FASE INTERNA COGITAÇÃO ( irrelevante para direito penal) 2. FASE EXTERNA
DIREITO PROCESSUAL PENAL
DIREITO PROCESSUAL PENAL Procedimento Penal Procedimento comum sumaríssimo - Lei nº 9.099 de 1995 - Lei Prof. Gisela Esposel - Procedimento Comum Sumaríssimo - Artigo 394 do CPP. O procedimento será comum
Conclusão Peças de informação e outros procedimentos investigatórios
Sumário 1 A REDAÇÃO JURÍDICA 1.1 A nova redação jurídica 1.2 Síntese, clareza e objetividade 1.3 Orações intercaladas 1.4 Introdução, desenvolvimento e conclusão 1.5 Redação impessoal 1.6 Copiar e colar
1 Direito Administrativo Aula 01
1 Direito Administrativo Aula 01 2 Direito Administrativo Aula 01 Direito Penal Crime x Contravenção Penal. Princípios do direito penal Sumário Ilícito... 4 Lei de introdução ao código Penal... 4 Princípios
CÓDIGO PENAL MILITAR CFS Cap Rogério. CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO Arts
CÓDIGO PENAL MILITAR CFS- 2016 Cap Rogério CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO Arts. 240-256 FURTO (IMPROPRIAMENTE MILITAR) art. 240 SUBTRAIR PARA SI OU PARA OUTREM COISA ALHEIA MÓVEL DOLO DE PERMANECER COM A COISA
SECÇÃO III - Prestação de trabalho a favor da comunidade e admoestação
Código Penal Ficha Técnica Código Penal LIVRO I - Parte geral TÍTULO I - Da lei criminal CAPÍTULO ÚNICO - Princípios gerais TÍTULO II - Do facto CAPÍTULO I - Pressupostos da punição CAPÍTULO II - Formas
CURSO PROFESSOR ANDRESAN! CURSOS PARA CONCURSOS PROFESSORA SIMONE SCHROEDER
CURSO PROFESSOR ANDRESAN! CURSOS PARA CONCURSOS PROFESSORA SIMONE SCHROEDER REGIME PENAL 1. Conforme entendimento do STF, a opinião do julgador sobre a gravidade em abstrato do crime não constitui motivação
Sentença do Caso Richthofen. Júri condena Suzane e irmãos Cravinhos
Sentença do Caso Richthofen. Júri condena Suzane e irmãos Cravinhos Pelo assassinato do casal Manfred e Marísia Von Richthofen, Suzane Von Richthofen e os irmãos Daniel e Cristian Cravinhos foram condenados
1 Das Penas Concurso de Crimes
Das Penas Concurso de Crimes Pode ocorrer que várias pessoas, unidas pela mesma identidade de propósito, se reúnam com o fim de cometer determinada infração penal, e, neste caso, teremos aquilo o que o
SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. A ANTEVISÃO DOS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS
SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. A ANTEVISÃO DOS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS 2.1 A dignidade da pessoa humana como princípio regente 2.2 Princípio da livre formação da personalidade 2.2.1 Personalidade 2.2.2 O
Este material é apenas um resumo do resumo da obra Direito Penal Militar.
Este material é apenas um resumo do resumo da obra Direito Penal Militar. Montamos 20 dicas para o concurso da Defensoria Pública da União que estão inseridas no livro. DIREITO ESPECIAL A doutrina é unânime
Direito Penal. Infração Penal: Teoria geral
Direito Penal Infração Penal: Teoria geral Sistemas de Classificação a) Sistema tripartido: Crimes, delitos e contravenções. Ex: França e Espanha. b) Sistema bipartido: Crimes ou delitos e contravenções.
DIREITO PENAL IV - CCJ0034
Plano de Aula: Crimes contra a Administração Pública praticados por Particular. DIREITO PENAL IV - CCJ0034 Título Crimes contra a Administração Pública praticados por Particular. Número de Aulas por Semana
PONTO 1: Teoria Geral da Sanção Penal PONTO 2: Penas Restritivas de Direito 1. TEORIA GERAL DA SANÇÃO PENAL
1 PROCESSO PENAL PONTO 1: Teoria Geral da Sanção Penal PONTO 2: Penas Restritivas de Direito 1.1 Sanções penais: 1. TEORIA GERAL DA SANÇÃO PENAL * Penas: a) Pena Privativa de Liberdade b) Pena Restritiva
