APOSTILA DE REDES. Equipamentos mais Usuais. Prof. Alejandro
|
|
|
- Walter Vieira Faria
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 APOSTILA DE REDES Equipamentos mais Usuais Prof. Alejandro
2 INTRODUÇÃO Hoje não faz muito sentido criar uma LAN isolada do resto do mundo. A necessidade de transferência de dados fruto da redução de custos e da dinamicidade do mundo moderno praticamente impõe esta conexão. Para simplificar o nosso estudo, vamos trabalhar com cinco ativos de rede (INTERNET): Repetidores, Hubs, Switches (2-layer e 3-layer) Relação entre dispositivos e camadas
3 Repetidor: Dispositivo que opera apenas na camada física recebendo um sinal de entrada, regenerando-o e enviando para a porta de saída. Com o objetivo de manter a inteligibilidade dos dados, o repetidor é um regenerador de sinais (não um amplificador), pois refaz os sinais originais (deformados pela atenuação/ruído) tentando anular a interferência do ruído. Por definição, não efetua nenhum tipo de filtragem. Sua utilização requer estudos relacionados ao padrão do meio físico e a susceptibilidade do ruído neste. Funcionamento básico de um Repetidor
4 Hub: Um hub consiste num repetidor multiportas, ou seja, ao receber a informação de uma porta, ele distribui por todas as outras. Com um hub é possível fazer uma conexão física entre diversos computadores com a topologia estrela. Assim, um Hub permite apenas que os utilizadores compartilhem Ethernet e todos os nós do segmento Ethernet irão partilhar o mesmo domínio de colisão. Hierarquia entre HUBs Domínio de colisão Um domínio simples de colisão consiste em um ou mais Hubs Ethernet e nós conectados entre eles. Cada aparelho dentro do domínio de colisão partilha a banda de rede disponível com os outros aparelhos no mesmo domínio. Switches e Bridges são utilizados para separar domínios de colisão que são demasiado grandes de forma a melhorar a performance e a estabilidade da rede. Na figura acima, são vistos 3 hubs interconectando seis estações. Os dois hubs que estão ligando diretamente as estações, são chamados de departamentais, pois geralmente são utilizados para agrupar as conexões de uma sala/departamento. Já o dispositivo superior é chamado de hub de backbone, pois interliga departamentos com conexões ponto-a-ponto.
5 Bridges (pontes) Este dispositivo trabalha na camada física e na camada de enlace, agregando a função de verificar o MAC address da estação que receberá o frame. Com a bridge é possível fazer uma filtragem de entrega, pois ao verificar o MAC address, ela determina que interface receba o frame enviado. O ideal é que as estações não tomem conhecimento da existência da bridge para que as configurações de rede se tornem mais simples. Para isso foi criado o conceito da bridge transparente (IEEE 802.1d) que deve obedecer aos critérios : 1. Os frames devem ser enviados diretamente entre as estações 2. A tabela de encaminhamento deve ser aprendida e atualizada pela bridge 3. O sistema não deve conter loop Filtragem: Capacidade de um dispositivo determinar se um frame (quadro ou pacote) deve ser repassado para alguma interface ou deve ser descartado. A filtragem e o repasse são feitos através de uma tabela de comutação.
6 Switches (camada 2) Um switch de camada 2 corresponde a uma bridge(ponte) multiportas projetado para melhorar a performance da rede uma vez que reduz os domínios de colisão. Com o switch, as estações não brigam para ver quem vai utilizar o meio de transmissão. Um ponto importante deve ser visto no projeto de um switch, a especificação do seu backbone. Imagine um switch de 16 portas de 100Mbps todas transmitindo intensamente. Agora pense que você tem dois switchs, um Xingli-ling e um bom Switch (3Com, Dell ou IBM), onde o primeiro vem com um manual de uma folha, enquanto o segundo especifica o backbone de 1Gbps. Com um backbone mais largo, o switch terá capacidade de efetuar uma maior vazão sem descartar frames, possibilitando uma rede mais rápida e reduzindo as colisões dentro do dispositivo. Assim como o hub, o switch também está associado a topologia estrela. Backbone ("espinha dorsal" ou "rede de transporte", em português) é uma rede principal por onde os dados dos clientes da internet trafegam. Ele controla o esquema de ligações centrais de um sistema mais abrangente com elevado desempenho.
7 Conceito de VLANs Com o crescimento e aumento da complexidade das redes, muitas empresas adotaram as VLANs (redes locais virtuais) para tentar estruturar esse crescimento de maneira lógica. Uma VLAN é, basicamente, uma coleção de nós que são agrupados em um único domínio broadcast, baseado em outra coisa que não a localização física[4]. Abaixo veremos algumas das razões para uma empresa criar as VLANs: * Segurança: Separar os sistemas que contêm dados sigilosos do resto da rede reduz a possibilidade de acesso não autorizado. * Projetos especiais: As tarefas de gerenciar um projeto ou trabalhar com um aplicativo podem ser simplificados pelo uso de uma VLAN que congrega todos os nós necessários. * Desempenho/Largura de banda: Um monitoramento cuidadoso da utilização da rede permite que o administrador crie VLANs que reduzam o número de saltos entre os roteadores e aumentem a largura de banda aparente para os usuários da rede. * Broadcasts/Fluxo de tráfego: A característica principal de uma VLAN é que ela não permite que o tráfego broadcast chegue aos nós que não fazem parte da VLAN. Isso ajuda a reduzir o tráfego de broadcasts. As listas de acesso permitem que o administrador da rede controle quem veja o tráfego da rede. Uma lista de acesso é uma tabela criada pelo administrador nomeando os endereços que têm acesso àquela rede. Broadcast é um endereço IP (último possível na rede) que permite que a informação seja enviada para todas as maquinas de uma LAN, MAN, WAN E TAN, rede de computadores e subredes.
8 * Departamentos/Tipos específicos de cargos: As empresas podem configurar VLANs para os departamentos que utilizam muito a Internet ou VLANs que conectam categorias específicas de empregados de departamentos diferentes (gerentes ou pessoal de vendas). Hoje na maioria dos switches (bons, é claro!), você pode criar uma VLANs. Para cria uma VLAN basta configurar os parâmetros da VLAN (nome, domínio e configuração das portas), depois conectar os dispositivos às portas. Ao criar mais de uma VLAN em um switch, estas não podem se comunicar diretamente por ele, necessitando assim configurar o switch com função de encaminhamento entre VLANs, porém, alguns switches dispõem de serviço de DHCP para entrega dos IPs nas VLANs. As VLANs podem se expandir por múltiplos switches e você pode configurar mais de uma VLAN em cada switch. Para que múltiplas VLANs em múltiplos switches possam se comunicar através de um link entre os switchs, você deve usar um processo chamado trunking que é a tecnologia que permite que as informações de múltiplas VLANs trafeguem em um único link.
9 Roteador (router em inglês) é um dispositivo que encaminha pacote de dados entre redes de computadores, criando um conjunto de redes de sobreposição. Um roteador é conectado a duas ou mais linhas de dados de redes diferentes. Quando um pacote de dados chega, em uma das linhas, o roteador lê a informação de endereço no pacote para determinar o seu destino final. Em seguida, usando a informação na sua política tabela de roteamento ou encaminhamento, ele direciona o pacote para a rede de próxima em sua viagem. Os roteadores são os responsáveis pelo "tráfego" na Internet. Um pacote de dados é normalmente encaminhado de um roteador para outro através das redes que constituem a internetwork até atingir o nó destino. E portanto o roteador é tipicamente um dispositivo da camada 3 do Modelo OSI.
10 Funcionamento dos Roteadores: Necessitam de um cabo de Banda Larga ligado a um modem(vivo, NET, DESKTOP) como entrada, e geralmente transmitem o sinal de internet através de conectividade sem fio e 4 cabos banda larga. Eles utilizam tabelas de rotas para decidir sobre o encaminhamento de cada pacote de dados recebido. Eles preenchem e fazem a manutenção dessas tabelas executando processos e protocolos de atualização de rotas, especificando os endereços e domínios de roteamento, atribuindo e controlando métricas de roteamento. O Administrador (Login: Admin, Senha: admin) pode fazer a configuração estática das rotas para a propagação dos pacotes ou pode configurar o roteador para que este atualize sua tabela de rotas através de processos dinâmicos e automáticos. Os roteadores encaminham os pacotes baseando-se nas informações contidas na tabela de roteamento. O problema de configurar rotas estáticas é que, toda vez que houver alteração na rede que possa vir a afetar essa rota, o administrador deve refazer a configuração manualmente. Já a obtenção de rotas dinamicamente é diferente. Depois que o administrador fizer a configuração através de comandos para iniciar o roteamento dinâmico, o conhecimento das rotas será automaticamente atualizado sempre que novas informações forem recebidas através da rede. Essa atualização é feita com a troca de informações entre roteadores vizinhos em uma rede.
11 Exemplos de Roteadores Roteador TL-WR841N 300Mbps TP-Link Roteador Wireless Cisco RV120W-A-NA
12 Gateway, ou Ponte de Ligação, é uma máquina intermediária geralmente destinada a interligar redes, separar domínios de colisão, ou mesmo traduzir protocolos. Exemplos de gateway podem ser os routers (ou roteadores) e Firewalls, já que ambos servem de intermediários entre o utilizador e a rede. Um proxy também pode ser interpretado como um gateway (embora em outro nível, aquele da camada em que opera), já que serve de intermediário também. Pode ser utilizado como medidas de segurança contra invasões externas, como a utilização de protocolos codificados. Cabe igualmente ao gateway traduzir e adaptar os pacotes originários da rede local para que estes possam atingir o destinatário, mas também traduzir as respostas e devolvê-las ao par local da comunicação. Assim, é frequente a utilização de protocolos de tradução de endereços, como o NAT que é uma das implementações de gateway mais simples. Funções: Habilitam a comunicação entre diferentes arquiteturas e ambientes, realiza a conversão dos dados de um ambiente para o outro de modo que cada ambiente seja capaz de entender os dados, mudar o formato de uma mensagem de forma que ela fique de acordo com o que é exigido pela aplicação que estará recebendo esses dados, recebe as mensagens em um formato de rede e traduz para encaminhá-las no formato de rede usado pelo receptor.
13 GATEWAY Um gateway liga dois sistemas que não usam: * Os mesmos protocolos de comunicação. * A mesma estrutura de formatação de dados. * A mesma linguagem. * A mesma arquitetura de rede. Gateways são referenciados pelo nome das tarefas especificas que eles desempenham, ou seja são dedicados a um tipo de transferência particular. O gateway pega o dado de um ambiente retira a pilha de protocolos antiga e reencapsula com a pilha de protocolos da rede destino. Note-se, porém, que o gateway opera em camadas baixas do Modelo OSI e que não pode, por isso, interpretar os dados entre aplicações (camadas superiores). No entanto, por meio do uso de Heurísticas e outros métodos de detecção de ataques, o gateway pode incorporar alguns mecanismos de defesa. Esta funcionalidade pode ser complementada com um Firewall.
14 NAT NAT, Network Address Translation, também conhecido como masquerading é uma técnica que consiste em reescrever, utilizando-se de uma tabela hash, os endereços IP de origem de um pacote que passam por um Roteador ou Firewall de maneira que um computador de uma rede interna tenha acesso ao exterior(internet).
15 NAT Com o surgimento das redes privadas com internet compartilhada, surgiu o problema de como os computadores pertencentes a esta rede privada poderiam receber as respostas aos seus pedidos feitos para fora da rede. Por se tratar de uma rede privada, os números de IP interno da rede (como /8, /12 e /16) nunca poderiam ser passados para a Internet pois não são roteados nela e o computador que recebesse um pedido com um desses números não saberia para onde enviar a resposta. Sendo assim, os pedidos teriam de ser gerados com um IP global do router. Mas quando a resposta chegasse ao router, seria preciso saber a qual dos computadores presentes na LAN pertencia aquela resposta. A solução encontrada foi fazer um mapeamento baseado no IP interno e na porta local do computador. Com esses dois dados o NAT gera um número de 16 bits usando a tabela hash, este número é então escrito no campo da porta de origem. O pacote enviado para fora leva o IP global do router e na porta de origem o número gerado pelo NAT. Desta forma o computador que receber o pedido sabe para onde tem de enviar a resposta. Quando o router recebe a resposta faz a operação inversa, procurando na sua tabela uma entrada que corresponda aos bits do campo da porta. Ao encontrar a entrada, é feito o direcionamento para o computador correto dentro da rede privada.
16 NAT Esta foi uma medida de reação face à previsão da exaustão do espaço de endereçamento IP, e rapidamente adaptada para redes privadas também por questões econômicas (no início da Internet os endereços IP alugavam-se, quer individualmente quer por classes/grupos). Um computador atrás de um router gateway NAT tem um endereço IP dentro de uma gama especial, própria para redes internas. Como tal, ao ascender ao exterior, o gateway seria capaz de encaminhar os seus pacotes para o destino, embora a resposta nunca chegasse, uma vez que os routers entre a comunicação não saberiam reencaminhar a resposta (imagine-se que um desses routers estava incluído em outra rede privada que, por ventura, usava o mesmo espaço de endereçamento). Duas situações poderiam ocorrer: ou o pacote seria indefinidamente reencaminhado, ou seria encaminhado para uma rede errada e descartado.
Dispositivos de Interconexões de Redes de Computadores
Dispositivos de Interconexões de Redes de Computadores Redes de Computadores Charles Tim Batista Garrocho Instituto Federal de Minas Gerais IFMG Campus Ouro Branco garrocho.github.io [email protected]
Dispositivos de Interconexões de Redes de Computadores
Dispositivos de Interconexões de Redes de Computadores Redes de Computadores Charles Tim Batista Garrocho Instituto Federal de São Paulo IFSP Campus Campos do Jordão garrocho.ifspcjo.edu.br/rdc [email protected]
Capítulo 5 - Cabeamento para Redes Locais e WANs. Associação dos Instrutores NetAcademy - Julho de 2007 - Página
Capítulo 5 - Cabeamento para Redes Locais e WANs 1 Camada Física de Rede Local Uma rede de computador pode ser montada utilizando-se vários tipos de meios físicos, representados pelos símbolos abaixo:
Arquiteturas de Redes de Computadores
Arquiteturas de Redes de Computadores Material de apoio Camada de Enlace Cap.6 19/01/2012 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura da bibliografia
Equipamentos de Rede
COMPONENTES ATIVOS DE REDE Paulo Montenegro [email protected] 04 de fevereiro de 2009 FP.AC.010.00 Sumário Repetidor HUB Pontes Modos de Funcionamento Roteadores Protocolos de Roteamento
Arquitetura TCP/IP. Apresentado por: Ricardo Quintão
Arquitetura TCP/IP Apresentado por: Ricardo Quintão Roteiro Conexões Inter-redes Serviço Universal Rede Virtual (inter-rede ou internet) Protocolos para ligação inter-redes (TCP/IP) Divisão em camadas
CCNA 2 Conceitos Básicos de Roteadores e Roteamento
CCNA 2 Conceitos Básicos de Roteadores e Roteamento Capítulo 6 - Roteamento e ProtocolosP de Roteamento 1 Objetivos do Capítulo Entender o conceito de protocolo de roteamento; Conhecer o roteamento estático;
TOKEN RING & TOKEN BUS
TOKEN RING & TOKEN BUS Curso Profissional Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos Redes de Comunicação 10º Ano Nome: Diogo Martins Rodrigues Ferreira 2013/2014 ÍNDICE Introdução...2 Token
Linux Essentials. Network Configuration
Linux Essentials Network Configuration Tópicos abordados: 4.4 Conectando o computador na rede Prof. Pedro Filho 1 Objetivo O objetivo deste curso é lhe fazer familiar com o sistema operacional Linux. Iniciaremos
Seleção de Rotas nos Roteadores Cisco
Seleção de Rotas nos Roteadores Cisco Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Usados Convenções Processos Envolvidos Criando a Tabela de Roteamento Rotas de Backup Ajustando a Distância
Dispositivos de interconexões de Redes de Computadores
Dispositivos de interconexões de Redes de Computadores Hoje não faz muito sentido criar uma LAN isolada do resto do mundo. A necessidade de transferência de dados fruto da redução de custos e da dinamicidade
Trabalho sobre Topologia de Redes
Trabalho sobre Topologia de Redes Emerson Baptista da Silva 27 de Janeiro de 2013 Topologia das Redes A topologia de rede descreve como o fica a sua situação física através do qual os dados, imagens e
INTERNET GROUP MANAGEMENT PROTOCOL - IGMP
INTERNET GROUP MANAGEMENT PROTOCOL - IGMP O IGMP é um mecanismo para troca de informações entre um dispositivo e o roteador multicast mais próximo, permitindo determinar se um pacote multicast deve ser
DESVENDADO O TCP/IP. Prof. Me. Hélio Esperidião
DESVENDADO O TCP/IP Prof. Me. Hélio Esperidião TCP/IP INTERNAMENTE Quando dois computadores tentam trocar informações em uma rede, o TCP/IP precisa, primeiro, determinar se os dois computadores pertencem
Professor Esp.: Douglas Diego Arquitetura de Rede: Ponto-a-ponto, Cliente/Servidor. Topologia de Rede: Física: Barra, Estrela, Anel.
Professor Esp.: Douglas Diego Arquitetura de Rede: Ponto-a-ponto, Cliente/Servidor. Topologia de Rede: Física: Barra, Estrela, Anel. Lógica: Ethenet, Token Ring, FDDI. Topologia de Rede O layout lógico
Aula 2. Modos de Transmissão; Protocolos de Comunicação; Interfaces; Modelo de Referência OSI; Dispositivos de Rede; Camada Física: Introdução.
Aula 2 Modos de Transmissão; Protocolos de Comunicação; Interfaces; Modelo de Referência OSI; Dispositivos de Rede; Camada Física: Introdução. Modos de transmissão Eletronicamente falando, existem 3 tipos
Redes de comunicação. Mod 2 Redes de computadores. Professor: Rafael Henriques 06-06-2016
Redes de comunicação Mod 2 Redes de computadores 1 Professor: Rafael Henriques Apresentação 2 Professor: Rafael Henriques Introdução às redes de computadores; Tipos de rede; Diagramas de encaminhamento;
A camada de Enlace. Serviços e Protocolos
A camada de Enlace Serviços e Protocolos Camada de Enlace Segunda camada do modelo OSI Primeira Camada do Modelo TCP/IP Modelo OSI Modelo TCP/IP Aplicação Apresentação Aplicação Sessão Transporte Rede
Elementos básico de uma rede Samba - Local Master Browser
Servidor Samba Linux Samba é o protocolo responsável pela integração de máquinas Linux com Windows, permitindo assim a criação de redes mistas utilizando servidores Linux e clientes Windows. Samba, é uma
Tecnologias de Redes Informáticas (6620)
Tecnologias de Redes Informáticas (6620) Ano Lectivo 2013/2014 * 1º Semestre Licenciatura em Tecnologias e Sistemas da Informação Aula 7 Agenda Comunicação na camada de Rede (adaptado de Kurose, Computer
Configurando o Network Address Translation: Introdução
Configurando o Network Address Translation: Introdução Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Usados Convenções Etapas de Início Rápido para Configurar e Implementar o NAT Definindo Interfaces
Seleção de Rota em Cisco Routers
Seleção de Rota em Cisco Routers Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Processos envolvidos Criando a Tabela de Roteamento Rotas de backup Ajustando a distância
Manual de configuração móvel do IPv6 do proxy do Cisco Wireless
Manual de configuração móvel do IPv6 do proxy do Cisco Wireless Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Mag - Suporte de recurso PMIPv6 no WLC (liberação 7.3) Abastecimento
Redes de Computadores. Disciplina: Informática Prof. Higor Morais
Redes de Computadores Disciplina: Informática Prof. Higor Morais 1 Agenda Sistemas de Comunicação Histórico das Redes de Comunicação de Dados Mídias de Comunicação Meios de Transmissão Padrões e Protocolos
Interconexão de redes locais. Repetidores. Hubs. Existência de diferentes padrões de rede
Interconexão de redes locais Existência de diferentes padrões de rede necessidade de conectá-los Interconexão pode ocorrer em diferentes âmbitos LAN-LAN LAN: gerente de um determinado setor de uma empresa
Gestão de Tecnologia da Informação
Gestão de Tecnologia da Informação Telecomunicações e Redes de Computadores Prof. Gilberto B. Oliveira Conceitos Redes: Cadeias, grupos ou sistemas interconectados. A utilidade de uma rede é igual ao número
Introdução ao roteamento
Introdução ao roteamento Licença de uso do material Esta apresentação está disponível sob a licença Creative Commons Atribuição Não a Obras Derivadas (by-nd) http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/legalcode
PLANIFICAÇÃO. Redes de Comunicação 11.º ANO. Ano Letivo 2013/2014
Agrupamento de Escolas Albufeira Poente Escola Secundária de Albufeira 10º Ano - Ano Letivo 2013/2014 PLANIFICAÇÃO Redes de Comunicação 11.º ANO Ano Letivo 2013/2014 OBJECTIVOS Módulo I Caracterizar os
a ponto utilizando o protocolo ethernet. ( ) Para que duas redes de dados distintas se comuniquem, o equipamento utilizado para conectar e efetuar as
Exercícios Aula 6 1. Nomeie duas das funções que podem ser executadas pelos LEDs em um adaptador de interface de rede típico. 2. Pesquise e pontue os passos necessários, fundamentais para a instalação
Experiência 04: Comandos para testes e identificação do computador na rede.
( ) Prova ( ) Prova Semestral ( ) Exercícios ( ) Prova Modular ( ) Segunda Chamada ( ) Exame Final ( ) Prática de Laboratório ( ) Aproveitamento Extraordinário de Estudos Nota: Disciplina: Turma: Aluno
DESCRIÇÃO TÉCNICA DATA CENTER VIRTUAL
Arquitetura de rede Compare as arquiteturas: Data Center Virtual Híbrido Internet Detalhes: - Conexão Internet; - Transferência Outbound de 50GB p/ mês; - Integração com ambientes externos; - Máx. de 1
Topologias de Rede de Computadores
Topologias de Rede de Computadores As redes de computadores possibilitam que indivíduos possam trabalhar em equipes, compartilhando informações, melhorando o desempenho da realização de tarefas, e estão
Interconexão de redes locais. Repetidores. Pontes (Bridges) Existência de diferentes padrões de rede. Interconexão pode ocorrer em diferentes âmbitos
Interconexão de redes locais Existência de diferentes padrões de rede necessidade de conectá-los Interconexão pode ocorrer em diferentes âmbitos LAN-LAN LAN-WAN WAN-WAN Repetidores Equipamentos que amplificam
Edições da característica do CallerID do CallManager
Edições da característica do CallerID do CallManager Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Nome do CallManager e da chamada originada Indicador IE NI2/NI3 CNID (Bellcore
Exemplo de Configuração de BGP com Dois Provedores de Serviço Diferentes (Hospedagem Múltipla)
Exemplo de Configuração de BGP com Dois Provedores de Serviço Diferentes (Hospedagem Múltipla) Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Usados Convenções Informações Complementares Configurar
Procedimentos para configuração do DWL-2100AP em modo Access Point
Procedimentos para configuração do DWL-2100AP em modo Access Point No modo Access Point o DWL-2100AP se conecta a várias máquinas, sejam elas notebooks ou desktops com adaptador wireless. Neste manual
INFRAESTRUTURA. Capítulo 5 Crovella, M, Krishnamurthy, B. Internet Measurement: infrastructure, traffic & applications. John Wiley & Sons, 2006.
1 INFRAESTRUTURA Capítulo 5 Crovella, M, Krishnamurthy, B. Internet Measurement: infrastructure, traffic & applications. John Wiley & Sons, 2006. Roteiro 2 Propriedades Desafios Ferramentas Estado da Arte
Redes de Computadores II. Equipamentos de Redes
Redes de Computadores II Equipamentos de Redes 1 Equipamentos de Rede Para que uma rede de computadores possa funcionar é necessário que existam, além do cabeamento propriamente dito, dispositivos de hardware
Introdução a Redes de Computadores. Elementos de Interconexão
Introdução a Redes de Computadores Elementos de Interconexão Objetivo! Conhecer os diferentes equipamentos de rede existentes.! Entender quais camadas do modelo de referência na qual cada um destes equipamentos
3.1 - Topologias de cablagem
Capítulo 3 3.1 - Topologias de cablagem Topologias Determinam a forma de implantação das cablagens Topologia Física Decorre do modo como a rede se apresenta instalada no espaço a ser coberto Topologia
REDES MPLS Engenharia de Tráfego (TE)
REDES MPLS Engenharia de Tráfego (TE) PROFESSOR: MARCOS A. A. GONDIM Roteiro Introdução a TE Operação do MPLS-TE PCALC RSVP Fast Reroute Introdução a TE (Traffic engineering) Introdução a TE Protocolos
- Campus Salto. Disciplina: Sistemas de Arquivos Docente: Fernando Santorsula E-mail: [email protected]
Disciplina: Sistemas de Arquivos Docente: Fernando Santorsula E-mail: [email protected] Sistemas de Arquivos- Parte 2 Pontos importantes de um sistema de arquivos Vários problemas importantes devem
Disciplina Fundamentos de Redes. Introdução à Mascara de Subrede
Disciplina Fundamentos de Redes Introdução à Mascara de Subrede Professor Airton Ribeiro de Sousa 2015 1 O que é Máscara de Subrede? A máscara de subrede é um endereço de 32 bits que tem como finalidade
Modem e rede local Guia do usuário
Modem e rede local Guia do usuário Copyright 2008 Hewlett-Packard Development Company, L.P. As informações contidas neste documento estão sujeitas a alterações sem aviso. As únicas garantias para produtos
CCT0023 INFRAESTRUTURA DE REDES DE COMPUTADORES Aula 9: Equipamentos Rede / Topologia Hierárquica
CCT0023 Aula 9: Equipamentos Rede / Topologia Hierárquica Placa de rede Placa de rede Preparação dos quadros para que possam ser enviados pelos cabos. A placa de rede gera os bits de um quadro no sentido
terça-feira, 30 de julho de 13 Equipamentos de Interconexão
Equipamentos de Interconexão Repetidor Um repetidor ( repeater ) é um dispositivo utilizado para estender o alcance de uma LAN. Atuando na camada física, o repetidor conecta segmentos de rede, amplificando
Laboratório nº 5 FUNCIONAMENTO DO ADDRESS RESOLUTION PROTOCOL
D E P A R T A M E N T O D E E N G E N H A R I A I N F O R M Á T I C A L i c e n c i a t u r a e m J o g o s D i g i t a i s e M u l t i m é d i a T e c n o l o g i a I n f o r m á t i c a e d e C o m u
Painel Gráfico No-Break Conception Multi Ativo Innovation
Painel Gráfico No-Break Conception Multi Ativo Innovation Rev. 01 CM COMANDOS LINEARES - 1/16 - Índice Painel Gráfico - Status e comandos. 3 Medições 9 Configurações do Painel 10 Alarme Remoto Mensagens
Entendendo e configurando redundância de VIP e interface no CSS 11000
Entendendo e configurando redundância de VIP e interface no CSS 11000 Índice Introdução Antes de Começar Convenções Pré-requisitos Componentes Utilizados Redundância de interface Redundância de VIP de
Redes de Computadores
Redes de Computadores Endereçamento e Ethernet Prof. Jó Ueyama Junho/2013 1 slide 1 Redes Locais LAN: Local Area Network concentrada em uma área geográfica, como um prédio ou um campus. 2 slide 2 Tecnologias
7. Redes Locais Introdução. Redes de Comunicações/Computadores I Secção de Redes de Comunicação de Dados
7. Redes Locais Introdução Redes de Comunicações/Computadores I Secção de Redes de Comunicação de Dados Desenho original de Bob Metcalfe 1972 Xerox PARC 31-05-2004 Redes de Comunicação / Computadores I
FUNDAMENTOS DE REDES DE COMPUTADORES TP1
LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO Em sala de aula foram distribuídos pontos em exercícios e atividades extraclasse Número de Questões Total da Avaliação 5 Pontos 10 5 Pontos Cada questão tem peso 0,5
FUNDAMENTOS DE REDES DE COMPUTADORES TP2
LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO Em sala de aula foram distribuídos pontos em exercícios e atividades extraclasse Número de Questões Total da Avaliação 5 Pontos 10 5 Pontos Cada questão tem peso 0,5
Redes de Alta Velocidade
Redes de Alta Velocidade Redes de Alta Velocidade Parte I IEEE 802.3 Ethernet Parte II Parte II IEEE 802.3z Gigabit Ethernet Redes de Alta Velocidade Parte I IEEE 802.3 Ethernet Parte II Parte II IEEE
ROUTER. Alberto Felipe Friderichs Barros
ROUTER Alberto Felipe Friderichs Barros Router Um roteador é um dispositivo que provê a comunicação entre duas ou mais LAN s, gerencia o tráfego de uma rede local e controla o acesso aos seus dados, de
CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA
1. A arquitetura TCP/IP possui diferentes protocolos organizados em uma estrutura hierárquica. Nessa arquitetura, exemplos de protocolos das camadas de Rede, Transporte e Aplicação, são, respectivamente,
Redes de Computadores
Redes de Computadores Capítulo 5 Camada de Enlace e Redes Locais Prof. Jó Ueyama Junho/2013 slide 1 2010 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados. Modelo Internet Aplicação: suporta as aplicações
Rede de computadores Roteador. Professor Carlos Muniz
Rede de computadores Professor Carlos Muniz Definição (estrangeirismo do inglês router, ou encaminhador) é um equipamento usado para fazer a comutação de protocolos, a comunicação entre diferentes redes
Roteamento Prof. Pedro Filho
Roteamento Prof. Pedro Filho Definição Dispositivo intermediário de rede projetado para realizar switching e roteamento de pacotes O roteador atua apenas na camada 3 (rede) Dentre as tecnologias que podem
Redes de Computadores
Redes de Computadores Capítulo 4.4 IP (Internet Protocol) Prof. Jó Ueyama Abril/2011 SSC0641-2011 1 A camada de rede da Internet SSC0641-2011 2 Protocolo Internet (IP) IP v4 RFC 791 em uso na Internet.
1.1. Definição do Problema
13 1 Introdução Uma das principais preocupações de área de engenharia de software diz respeito à reutilização [1]. Isso porque a reutilização no contexto de desenvolvimetno de software pode contribuir
Parte 05. Camada 1 - Repetidores e domínios de colisão
INTERCONEXÃO Parte 05 Camada 1 - Repetidores e domínios de colisão Dispositivos de Interconexão NIC Hub/Repeater Bridge/Switch Router Gateways NIC (Network Interface Card) Depende do tipo de tecnologia
Lojamundi Tecnologia Sem Limites www.lojamundi.com. br
Compre sua Câmera IP HD 1080p na Lojamundi e instale você mesmo a partir deste tutorial Modelos LIRDNS200(Teto) e LBN24(Externa) Vamos mostrar como é fácil fazer a instalação de câmeras IP e tudo de maneira
Fundamentos de Transmissão de Dados. Universidade Católica de Pelotas Curso de Engenharia da Computação Disciplina: Redes de Computadores I
Fundamentos de Transmissão de Dados Universidade Católica de Pelotas Curso de Engenharia da Computação Disciplina: Redes de Computadores I 2 Fundamentos da Transmissão de Dados Tipos de Transmissão Analógica
Camada de Enlace de Dados
Camada de Enlace de Dados 1 Camada de Enlace de Dados A camada 1 envolve meios, sinais, fluxo de bits que trafegam pelos meios, componentes que colocam sinais nos meios e diversas topologias. Ela executa
Universidade Federal da Fronteira Sul Moodle Versão 3.0 MANUAL DO ALUNO
Universidade Federal da Fronteira Sul Moodle Versão 3.0 MANUAL DO ALUNO Desenvolvido pela Diretoria de Sistemas da Universidade Federal da Fronteira Sul Manual versão 1.2 Sumário Introdução...4 1. Acessando
PAINEL DE ALARME MONITORÁVEL ACTIVE CENTER
PAINEL DE ALARME MONITORÁVEL ACTIVE CENTER 1- CARACTERÍSTICAS GERAIS - 3 entradas de linha telefônica para recepção de eventos no formato CONTACT ID. - Opção de enviar os eventos recebidos para o software
Equipamentos de Redes de Computadores
Equipamentos de Redes de Computadores Romildo Martins da Silva Bezerra IFBA Estruturas Computacionais Equipamentos de Redes de Computadores... 1 Introdução... 2 Repetidor... 2 Hub... 2 Bridges (pontes)...
Laboratório Wireshark ARP/ICMP 1
Laboratório Wireshark ARP/ICMP 1 Neste laboratório, vamos explorar aspectos do protocolo ICMP e do ARP: As mensagens ICMP geradas pelo programa Ping; As mensagens ICMP geradas pelo programa traceroute;
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTO ANDRÉ
PLANO DE ATUALIZAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS EQUIPAMENTOS PLANO DE ATUALIZAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS EQUIPAMENTOS. 1. INTRODUÇÃO O Instituto de Ensino Superior Santo André dispõe atualmente de infraestrutura de Tecnologia
6 CONCEPÇÃO BÁSICA DO SISTEMA DE APOIO À DECISÃO
78 6 CONCEPÇÃO BÁSICA DO SISTEMA DE APOIO À DECISÃO Neste capítulo serão apresentados: o sistema proposto, o procedimento de solução para utilização do sistema e a interface gráfica, onde é ilustrada a
O PRIMEIRO SOCIAL WIFI DO BRASIL. TECNOLOGIA PARA EFICIÊNCIA e SUSTENTABILIDADE
O PRIMEIRO SOCIAL WIFI DO BRASIL ! É um sistema integrado à uma linha completa de roteadores que atende estabelecimentos de todos os tamanhos.! Com wiman, o seu cliente acessará a Internet que você disponibiliza
Gateway de voz SPA8800 adicionado a um exemplo de configuração da solução da edição 3000 do negócio de Cisco
Gateway de voz SPA8800 adicionado a um exemplo de configuração da solução da edição 3000 do negócio de Cisco Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Configurar Adicionar
Exercícios de Revisão Redes de Computadores Edgard Jamhour. VLANs, Switching e Padrões IEEE 802
Exercícios de Revisão Redes de Computadores Edgard Jamhour VLANs, Switching e Padrões IEEE 802 Cenário 1: Considere a seguinte configuração de rede estruturada em VLANs 220.0.0.2/24 C VLAN 2 B VLAN 1 A
Aula 09 Firewall (Configuração) Prof. Roitier Campos Gonçalves
Aula 09 Firewall (Configuração) Prof. Roitier Campos Gonçalves O que filtrar? Duas abordagens: Política padrão DROP e regras específicas para os serviços permitidos; Política padrão ACCEPT e regras para
Arquitetura e Organização de Computadores
Arquitetura e Organização de Computadores Interconexão do Computador Givanaldo Rocha de Souza http://docente.ifrn.edu.br/givanaldorocha [email protected] Material do prof. Sílvio Fernandes -
CAMADA DE ENLACE DE REDE (DATA LINK LAYER, interface de rede ou acesso à rede)
pela rede física. Em cada camada, recebeu um cabeçalho (campos de controle) com informações de controle do protocolo dessa camada, o que chamamos de encapsulamento. Os pacotes enviados por cada protocolo
1 Como configurar uma conexão sem fio (Wi-Fi)
1 Como configurar uma conexão sem fio (Wi-Fi) Antes de conectar, você precisará de: um roteador sem fio. verificar se o seu roteador sem fio é compatível com WPS (Wi-Fi Protected Setup). NOTA: Se você
Exercícios de Revisão Redes de Computadores Edgard Jamhour. SSL, VPN PPTP e IPsec
Exercícios de Revisão Redes de Computadores Edgard Jamhour SSL, VPN PPTP e IPsec Exercício 1: Relacione FUNÇÃO ( ) Utiliza chaves diferentes para criptografa e descriptografar as informações ( ) Também
Prof. Samuel Henrique Bucke Brito
Dispositivos de Interconexão www.labcisco.com.br ::: [email protected] Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Componentes de Rede Diversos são os componentes de uma rede de computadores e entendê-los
Projecto de Redes de Computadores I
Projecto de Redes de Computadores I 2005/2006 Introdução O projecto de redes Informáticas é fundamental para uma bom desempenho dinâmico e estrutural da infra-estrutura de rede. Desta forma a correcta
CST em Redes de Computadores
CST em Redes de Computadores Dispositivos de Rede I Aula 03 Básico de Switches Prof: Jéferson Mendonça de Limas O que é um Switch? Dispositivos que filtram e encaminham pacotes entre segmentos de redes
Gerenciamento de Redes: Protocolo SNMP
Gerenciamento de Redes: Protocolo SNMP Protocolo SNMP (do inglês Simple Network Management Protocol Protocolo Simples de Gerência de Rede) é um protocolo usado para gerenciar redes TCP/IP complexas. Com
Qualificação de placas Ethernet para monitoração do Cisco Agent Desktop
Qualificação de placas Ethernet para monitoração do Cisco Agent Desktop Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Descrição Procedimento de teste Prepare o destino de
Matriz de Compatibilidade de Segurança da Camada 2 e Camada 3 do Controller de LAN Wireless
Matriz de Compatibilidade de Segurança da Camada 2 e Camada 3 do Controller de LAN Wireless Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Soluções da segurança de rede do
