GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS
|
|
|
- Ana Luiza Palma Canedo
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PORTARIA Nº 004/13 GS/SEARP GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS O Secretário de Estado de Articulação de Políticas Públicas aos Movimentos Sociais e Populares, no exercício de suas atribuições legais e, CONSIDERANDO, o estabelecido no inciso V, do art. 3º, da Lei nº 3.685, de 15 de dezembro de 2011, que assevera que compete ao CONCIDADES/AM, responsabilizar-se, junto com o poder público, pela convocação, organização e realização da Conferência Estadual das Cidades; CONSIDERANDO, o disposto no Decreto Estadual nº , de 11 de outubro de 2012, que convocou a 5ª Conferência Estadual das Cidades do Amazonas, a realizar-se nos dias 25, 26 e 27 de setembro de 2013, na cidade de Manaus- Am; CONSIDERANDO, finalmente, o teor da Portaria nº 022/12 GS/SEARP, que instituiu a COMISSÃO PREPARATÓRIA para a realização da 5ª Conferência Estadual das Cidades do Amazonas; R E S O L V E I APROVAR o Regimento Interno da 5º Conferência Estadual das Cidades do Amazonas, nos termos dos Anexos a esta Portaria Normativa. II Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação. REGISTRE-SE, PUBLIQUE-SE E CUMPRA-SE. Gabinete do Secretário de Estado de Articulação de Políticas Públicas aos Movimentos Sociais e Populares - SEARP, em Manaus, 28 de fevereiro de JOSÉ RAIMUNDO SOUSA DE FARIAS Secretário de Estado de Articulação de Políticas Públicas aos Movimentos Sociais e Populares 1
2 REGIMENTO INTERNO DA 5ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DAS CIDADES DO AMAZONAS CAPITULO I DOS OBJETIVOS E FINALIDADES Art. 1º São objetivos da 5ª Conferência Estadual das Cidades: I - propor a interlocução entre autoridades e gestores públicos dos três entes federados com os diversos segmentos da sociedade sobre assuntos relacionados à Política e Sistema Nacional de Desenvolvimento Urbano; II - sensibilizar e mobilizar a sociedade amazonense para o estabelecimento de agendas, metas e planos de ação para enfrentar os problemas existentes nas cidades do Estado do Amazonas. III - propiciar a participação popular de diversos segmentos da sociedade, considerando as diferenças de sexo, idade, raça e etnia para a formulação de proposições, realização de avaliações sobre as formas de execução da Política e do Sistema Nacional de Desenvolvimento Urbano e suas áreas estratégicas; e IV - propiciar e estimular a organização de conferências das cidades como instrumento para garantia da gestão democrática das políticas de desenvolvimento urbano na região, no estado e municípios do Amazonas. Art. 2º A 5ª Conferência Estadual das Cidades, convocada pelo Governo do Estado do Amazonas e CONCIDADES/AM, será realizada nos dias 25,26 e 27 de setembro de 2013 e terá as seguintes finalidades: I - avançar na construção da Política e do Sistema Nacional de Desenvolvimento Urbano; II - indicar prioridades de atuação na política de desenvolvimento urbano ao Governo do Estado e ao Ministério das Cidades; III - avaliar e realizar balanço dos resultados das deliberações da 5ª Conferência Estadual das Cidades, das dificuldades e desafios na implementação da Política e do Sistema Nacional de Desenvolvimento Urbano. 2
3 CAPÍTULO II DA REALIZAÇÃO Art. 3 A 5ª Conferência Estadual das Cidades, que será integrada por representantes indicados e eleitos na forma prevista deste Regimento, tem abrangência estadual e, consequentemente, suas análises, formulações e proposições devem ter a dimensão estadual e nacional na sua implementação. 1º A 5ª Conferência Estadual das Cidades tratará de temas de âmbito estadual, considerando os avanços, as dificuldades, os desafios e as propostas consolidadas nas Conferências Municipais. 2º Todos os delegados com direito a voz e voto, presentes à 5ª Conferência Estadual das Cidades, devem reconhecer a precedência das questões de âmbito estadual e atuar sobre elas em caráter avaliador, formulador e propositivo. Art. 4º A realização da 5ª Conferência Estadual das Cidades será antecedida por etapas, nos âmbitos municipais, em consonância com este Regimento. Art. 5 As etapas preparatórias da 5ª Conferência Nacional das Cidades serão realizadas nos seguintes períodos: I - Etapa Municipal de 01 março a 01 de junho de 2013; II - Etapa Estadual 25, 26 e 27 de setembro de A não realização da etapa nos âmbitos municipais, não será impedimento para realização da Conferência Estadual. 2 A 5ª Conferência Estadual será realizada em Manaus, sob a coordenação e responsabilidade da Secretaria de Estado de Articulação de Políticas Públicas aos Movimentos Sociais e Populares SEARP e do CONCIDADES/AM. 3º A 5ª Conferência Nacional será realizada em Brasília, sob a responsabilidade do Ministério das Cidades, e as demais Conferências em locais e com recursos definidos nas respectivas esferas. 3
4 CAPÍTULO III DO TEMÁRIO Art. 6º A 5º Conferência Estadual das Cidades terá como temática: Quem muda a cidade somos nós: Reforma Urbana Já! Parágrafo único. O tema deverá ser desenvolvido de modo a articular e integrar as diferentes políticas urbanas, de maneira transversal, e em consonância com a diversidade estadual e amazônica. Art. 7º A 5ª Conferência Estadual será composta de mesas de debates, painéis, palestras, grupos de debates e plenária. Art. 8º A 5ª Conferência Estadual das Cidades do Amazonas produzirá um relatório final, a ser encaminhado ao Governo do Estado do Amazonas, às Prefeituras, Câmaras Municipais, Assembléia Legislativa, Ministério das Cidades e Coordenação Nacional da 5ª Conferência Nacional das Cidades para publicação e divulgação. CAPÍTULO IV DA ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO Art. 9º A 5ª Conferência Estadual das Cidades será presidida pelo Secretário de Estado de Articulação de Políticas Públicas aos Movimentos Sociais e Populares - SEARP e na sua ausência ou impedimento eventual por um membro da Comissão Preparatória desta Conferência indicado pelo Secretário. Art. 10 A organização e realização da 5ª Conferência Estadual das Cidades serão coordenadas pelo Conselho Estadual das Cidades, através da Comissão Preparatória Estadual, com apoio da Secretaria-Executiva do Concidades/AM. Art. 11 Para a organização e desenvolvimento de suas atividades, a 5ª Conferência Estadual das Cidades contará com uma Comissão Preparatória Estadual, composta por 22 (vinte e dois) membros, conforme Portaria 002/12 - GS/SEARP. Art. 12 Compete ao Conselho Estadual das Cidades do Amazonas, através da Comissão Preparatória Estadual da 5ª Conferência Estadual das Cidades: I - definir o Regimento da Conferência Estadual, respeitadas suas diretrizes e definições, bem como a proporcionalidade da população e dos segmentos, contendo os critérios; 4
5 a) de participação de representantes dos diversos segmentos conforme estabelecido no Art. 27 deste regimento; b) para a eleição de delegados estaduais, entre os eleitos nas Conferências Municipais; c) para a realização das Conferências Municipais; e d) de indicação de representantes de entidades nacionais e estaduais, de acordo com a Comissão Preparatória Estadual. II - criar um grupo de trabalho de mobilização que desenvolverá atividades de sensibilização e adesão dos municípios à 5ª Conferência Estadual; III - definir data, local e pauta da Conferência Estadual; IV - validar as Conferências Municipais, mediante a criação de uma Comissão Estadual Recursal e de Validação; V - sistematizar os relatórios das Conferências Municipais, mediante a criação de um Grupo de Trabalho; VI incentivar a realização de seminários metropolitanos para estimular o debate e mobilizar a sociedade; VII coordenar, supervisionar, atendendo os aspectos administrativos, técnico e político, e elaborar documento sobre o temário central e textos de apoio que subsidiarão as discussões da 5ª Conferência Estadual das Cidades; VIII - elaborar a proposta de programação da 5ª Conferência Estadual das Cidades; IX - estimular, apoiar e acompanhar as Conferências Municipais nos seus aspectos preparatórios à 5ª Conferência Estadual das Cidades; X - organizar as atividades preparatórias de discussão do temário da 5ª Conferência Estadual, no âmbito dos Municípios; XI - consolidar os relatórios das Conferências Municipais para subsidiar as discussões sobre a 5ª Conferência Estadual; XII - validar as Conferências Municipais; XIII - definir os nomes dos expositores e a pauta da etapa Estadual; XIV - designar facilitadores e relatores; 5
6 XV - elaborar e executar o projeto de divulgação para a 5ª Conferência Estadual das Cidades, e XVI - sistematizar o relatório final e os anais da 5ª Conferência Estadual das Cidades. Parágrafo único. O temário da Conferência Estadual deverá contemplar os planos nacional e estadual de desenvolvimento urbano. Art. 13 Os resultados da 5ª Conferência Estadual das Cidades do Amazonas e a relação de delegados para a 5ª Conferência Nacional das Cidades devem ser remetidos à Coordenação Executiva Nacional, até 15 (quinze) dias após a sua realização, em formulário próprio a ser distribuído pelo Ministério das Cidades. Parágrafo único. O resultado dos grupos de trabalho da Comissão Preparatória Estadual da 5ª Conferência Estadual das Cidades será submetido ao Plenário da Comissão Preparatória Estadual para aprovação e encaminhamento. Art. 14 Os casos omissos e conflitantes deverão ser decididos pela Comissão Estadual Recursal e de Validação - CERV, cabendo recurso à Coordenação Executiva Nacional. Art. 15 Atribuições da Comissão Preparatória Estadual: I - coordenar, supervisionar, e promover a realização da 5ª Conferência Estadual das Cidades, atendendo os aspectos técnicos, políticos e administrativos; II - formular, discutir e propor iniciativas referentes à organização da 5ª Conferência Estadual das Cidades; III - mobilizar os parceiros e filiados, de suas entidades e órgãos membros, no âmbito de sua atuação, para preparação e participação nas Conferências Municipais e da Estadual; IV - acompanhar e deliberar sobre as atividades desenvolvidas pelos Grupos de Trabalhos, devendo ser apresentados relatórios em todas as reuniões ordinárias; V propor os critérios e modalidades de participação e representação dos (as) interessados (as), bem como o local e data da realização da 5ª Conferência Estadual das Cidades; VI estimular, apoiar e acompanhar as Conferências Municipais visando garantir apoio e engajamento para realização da 5ª Conferência Estadual; e 6
7 VII julgar os casos omissos e eventuais recursos apresentados pelas comissões preparatórias municipais. SEÇÃO I COMISSÃO ESTADUAL RECURSAL E DE VALIDAÇÃO Art. 16 Será criada uma Comissão Estadual Recursal e de Validação da Conferência Estadual das Cidades, denominada CERV, no âmbito da Comissão Preparatória Estadual da 5ª Conferência Estadual das Cidades, com as seguintes finalidades: I - validar as Conferências Municipais, conforme o disposto neste Regimento; e II - analisar e decidir o encaminhamento de recursos sobre decisões das Comissões Preparatórias Municipais que excluam entidades da Sociedade Civil ou invalidem conferências. Parágrafo único. Nos demais casos, somente serão aceitos recursos à Comissão Preparatória Estadual se endossados por, no mínimo, 03 (três) entidades componentes das Comissões Preparatórias Municipais ou da própria Comissão Preparatória Estadual. Art. 17 A CERV se reunirá por solicitação da Comissão Preparatória Estadual, num prazo de antecedência mínima de 24 horas. Art. 18 Os recursos referentes às etapas municipais serão analisados no âmbito da Comissão Preparatória Estadual, em caráter recorrível. Art. 19 Os interessados poderão recorrer à Coordenação Executiva Nacional em um prazo máximo de 48 horas após a tomada de ciência da decisão recorrível em âmbito estadual. Art. 20 Os recursos poderão ser recebidos via correio eletrônico ou fax, mas a documentação pertinente deverá ser enviada à Comissão Preparatória Estadual por meio de serviço de entrega expressa, sendo que a postagem deverá ocorrer no prazo estabelecido no item anterior. Art. 21 As entidades demandantes e a Comissão Preparatória Estadual pertinente serão avisadas da reunião da Comissão Nacional que analisará o referido recurso com um prazo de, no mínimo, 24 horas de antecedência. Art. 22 As decisões da Comissão Nacional Recursal e de Validação - CNRV serão comunicadas aos interessados e à Comissão Preparatória Estadual correspondente em um prazo máximo de 24 horas anteriores ao início das respectivas conferências. 7
8 Art. 23 A CNRV é a instância máxima de deliberação acerca da validação das Conferências, sendo suas decisões irrecorríveis. CAPÍTULO V DOS PARTICIPANTES Art. 24 A 5ª Conferência Estadual das Cidades deverá ter a participação de representantes dos segmentos constantes do Art. 27, deste Regimento. Art. 25 Os participantes da 5ª Conferência Estadual das Cidades se distribuirão em 02 (duas) categorias: I delegados (as), com direito a voz e voto; II observadores e convidados com direito a voz e sem direito a voto. Parágrafo único. Os critérios para escolha dos observadores e convidados serão definidos pela Comissão Preparatória Estadual. Art. 26 Serão delegados (as) à 5ª Conferência Estadual das Cidades do Amazonas: I os eleitos nas Conferências Municipais, de acordo com as Tabela III e IV, do Anexo III; II os indicados pelo poder público estadual; II os Conselheiros (titulares e suplentes) do Conselho das Cidades de âmbito estadual, como delegados natos. 1º O delegado titular eleito terá um suplente do mesmo segmento, que será credenciado somente na ausência do titular. 2º As Comissões Preparatórias Municipais encaminharão formalmente os dados dos suplentes, homologados pelas Conferências Municipais e referendados pelos segmentos, que assumirão no lugar dos titulares ausentes, depois de vencido o prazo de credenciamento dos titulares, ou com apresentação de documento formal da Comissão Municipal, informando da ausência do titular. 8
9 Art. 27 A representação dos diversos segmentos na 5ª Conferência Estadual das Cidades do Amazonas, em todas as suas etapas, deve ter a seguinte composição: I - gestores, administradores públicos e legislativos - federais, estaduais e municipais, 42,3% II - movimentos populares, 26,7%; III - trabalhadores, por suas entidades sindicais, 9,9%; IV - empresários relacionados à produção e ao financiamento do desenvolvimento urbano, 9,9%; V - entidades profissionais, acadêmicas e de pesquisa e conselhos profissionais, 7%, e VI - ONG s com atuação na área do Desenvolvimento Urbano, 4,2%. Parágrafo único: todas as entidades dos segmentos deverão ter atuação na política de desenvolvimento urbano. 1º As vagas definidas no Inciso I serão assim distribuídas: 10% para o Poder Público Federal, 12% para o Estadual e 20,3% para o Municipal. 2º O legislativo integrante do inciso I terá a representação de um terço dos delegados correspondentes a cada nível da Federação. Art. 28 A 5ª Conferência Estadual das Cidades será composta por delegados (as) eleitos nas Conferências Municipais, conforme exposto neste regimento. Parágrafo único. Os delegados a serem eleitos na etapa municipal para a etapa estadual e da Estadual para a etapa nacional deverão, necessariamente, estar presentes nas respectivas Conferências. Art. 29 A 5ª Conferência Estadual das Cidades elegerá delegados (as) e respectivos suplentes de cada segmento para a Conferência Nacional das Cidades de acordo com a Tabela II, do Anexo II. 9
10 CAPÍTULO VI DOS RECURSOS FINANCEIROS Art. 30 As despesas com a organização da etapa Estadual para a realização da 5ª Conferência Estadual das Cidades correrão por conta de recursos orçamentários próprios do Governo do Estado do Amazonas. CAPÍTULO VII DAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS Art. 31 Para a realização de cada Conferência Municipal deverá ser constituída uma Comissão Preparatória pelo Executivo Municipal e Conselho Municipal das Cidades, com a participação de representantes dos diversos segmentos, conforme proporcionalidade estabelecida no art. 27 deste Regimento. Parágrafo único. Nos Municípios que não possuem Conselho Municipal das Cidades ou outro correlato à Política de Desenvolvimento Urbano, formalmente constituídos, a Comissão Preparatória será formada pelos segmentos, conforme estabelecido no art. 27 deste Regimento. Art. 32 O Executivo Municipal envolvido tem a prerrogativa de convocar a Conferência Municipal até o dia 22 de fevereiro de 2013 mediante ato publicado em meio de divulgação oficial e/ou veículos de ampla divulgação, explicitando, na divulgação do evento, a sua condição de "Etapa Preparatória Municipal da 5ª Conferência Estadual das Cidades". 1º Caso o Executivo não a convoque até o prazo estabelecido, o legislativo ou entidades representativas em nível municipal, de no mínimo, quatro dos segmentos, conforme estabelecido no art. 27 deste Regimento, poderão fazê-la no período do dia 23 de fevereiro ao dia 30 de março de 2013, divulgando-a pelo meio de comunicação local. 3º Após os prazos estabelecidos, o Executivo envolvido, apesar de perder a prerrogativa de somente ele convocar a Conferência, poderá ainda fazê-lo até o prazo de 30 de março de Art. 33 Cabe às Comissões Preparatórias Municipais: I - definir regimento municipal, contendo critérios de participação para a Conferência, para a eleição de delegados para a etapa estadual, respeitadas as definições do regimento da Conferência Estadual e do regimento nacional, bem como a proporcionalidade de distribuição dos segmentos, conforme art
11 deste Regimento; e GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS II - definir data, local e pauta da Conferência Municipal. 1º As Comissões Preparatórias Municipais devem enviar as informações dos incisos I e II à Comissão Preparatória Estadual, no máximo, até 10 (dez) dias úteis após a convocação da referida Conferência, a fim de validá-la. 2º As Comissões Preparatórias Municipais devem enviar as mesmas informações para a Coordenação Executiva Nacional para registro. 3º O temário da Conferência Municipal deve contemplar o temário nacional e direcionar as propostas para todas as esferas da federação. 4º A Comissão Preparatória Municipal deverá produzir um relatório final, a ser encaminhado para o Governo Municipal, que promoverá sua publicação e divulgação. Art. 34 Os resultados das Conferências devem ser remetidos à Comissão Preparatória Estadual e à Coordenação Executiva Nacional, em até 10 (dez) dias úteis após sua realização, em formulário próprio a ser distribuído pelo Ministério das Cidades. Art. 35 Os casos omissos e conflitantes deverão ser decididos pelas Comissões Preparatórias Municipais, cabendo recurso à Comissão Preparatória Estadual e à CNRV. 11
12 ANEXO I Tabela I Cronograma 5ª Conferência Nacional das Cidades Etapa Período Constituição da Comissão Até 10 de novembro de 2012 Preparatória Estadual Convocatória da Conferência Até 10 de outubro de 2012 Estadual pelo Governo - Poder Executivo Envio de Informações da Convocação Até 14 de dezembro de 2012 da Conferência Estadual para a Coordenação Executiva Nacional Convocatória da Conferência De 11 de outubro de 2012 a 30 de Estadual pela Sociedade Civil novembro de 2012 Convocação excepcional da De 11 de outubro de 2012 a 31 de Conferência Estadual pelo Executivo dezembro de 2012 fora do prazo Elaboração do Regimento da Etapa Até 31 de dezembro de 2012 Estadual Realização da Etapa Estadual De 1ª de julho de 2013 a 28 de setembro de 2013 Envio dos Relatórios Estaduais para a Coordenação Executiva Nacional Convocatória da Conferência Municipal pelo Governo - Poder Executivo Convocação excepcional da Conferência Municipal pelo Executivo fora do prazo Convocatória da Conferência Municipal pela Sociedade Civil Até 15 dias após a realização da Conferência Estadual Até 22 de fevereiro de 2013 De 23 de fevereiro de 2013 a 30 de março de 2013 De 23 de fevereiro de 2013 a 30 de março de 2013 Realização da Etapa Municipal De 1º de março de 2013 a 1º de junho de ª Conferência Nacional das Cidades Dias 20, 21, 22, 23 e 24 de novembro de
13 ANEXO II TABELA II - QUADRO DE DELEGADOS CONFORME PROPORCIONALIDADE POPULACIONAL, POR SEGMENTO. ESTADO Amazonas População IBGE 2008 Total Delegad os P.P. Fed. 10% P.Pub. Est. 12 % P.Pub. Mun. 20,2% Movim. Empres. Prof. Trabal. ONG Popular 9,9% Acade 9,9% 4,2% 26,8% m. 7% Fonte: IBGE, 2010 ANEXO III TABELA III - QUADRO SIMPLIFICADO DO NÚMERO DE DELEGADOS POR ENQUADRAMENTO POPULACIONAL DO MUNICÍPIO. População Municipal Nº de Delegados Até habitantes 3 De a hab. 6 De a hab. 12 De a hab. 24 De a hab. 60 Acima de hab
14 Nº de Delegados Poder Público Mov. Populares Trabalhadores Empresários Acadêmicos ONGS GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS TABELA IV QUADRO NUMÉRICO DE DELEGADOS POR SEGMENTO E POR ENQUADRAMENTO POPULACIONAL DO MUNICÍPIO Populaçã o Municipal Até habitantes De a hab. De a hab. De a hab. De a hab. Acima de hab. 100 % 42,3 % 26, 7% 9,9 % 9,9 % 7 % 4,2 % * * ** **
I 02 (dois) representantes do Poder Público Municipal, sendo:
LEI MUNICIPAL Nº 1.022, DE 03 DE MAIO DE 2016. Dispõe sobre o Conselho Municipal da Cidade do Município de Tabaporã /MT e dá outras providências. Art. 1º O Conselho Municipal da Cidade de Tabaporã/MT é
INFORMAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE REALIZAÇÃO DA 4ª CONFERÊNCIA NACIONAL DAS CIDADES
INFORMAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE REALIZAÇÃO DA 4ª CONFERÊNCIA NACIONAL DAS CIDADES Foi dado início ao processo de realização da 4ª Conferência Nacional das Cidades. Esta Conferência é um importante espaço
ESTATUTO SOCIAL DO FÓRUM GOIANO DE ENFRENTAMENTO AO USO DE CRACK E OUTRAS DROGAS
ESTATUTO SOCIAL DO FÓRUM GOIANO DE ENFRENTAMENTO AO USO DE CRACK E OUTRAS DROGAS TÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, CARACTERÍSTICAS E COMPOSIÇÃO Artigo 1º - O FÓRUM GOIANO DE ENFRENTAMENTO AO USO DO CRACK E OUTRAS
Art. 1º Aprovar o Regimento Interno do Comitê Gestor da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos, nos termos do anexo a esta Resolução.
RESOLUÇÃO N o 01, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2013. Aprova o Regimento Interno do Comitê Gestor da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos. O COMITÊ GESTOR DA REDE INTEGRADA DE BANCOS DE PERFIS GENÉTICOS,
CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR REGIMENTO INTERNO
CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR REGIMENTO INTERNO SANTA BÁRBARA DE GOIÁS GOIÁS 2011 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR DO MUNICÍPIO DE SANTA BÁRBARA DE GOIÁS REGIMENTO INTERNO Art. 1º
REGIMENTO INTERNO DA CÂMARA DE GRADUAÇÃO DA ESCOLA PAULISTA DE ENFERMAGEM
REGIMENTO INTERNO DA CÂMARA DE GRADUAÇÃO DA ESCOLA PAULISTA DE ENFERMAGEM Capítulo I - Da Natureza Art.1º. A é um órgão consultivo e deliberativo, vinculada à Congregação da Escola Paulista de Enfermagem
REGIMENTO INTERNO COLEGIADO SETORIAL DE ARTES VISUAIS CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA CULTURAL
REGIMENTO INTERNO COLEGIADO SETORIAL DE ARTES VISUAIS CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA CULTURAL Art. 1º O Colegiado Setorial de Artes Visuais é órgão integrante da estrutura do Conselho Nacional de Política
ESTADO DE SÃO PAULO. GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais,
DECRETO Nº 59.385, DE 26 DE JULHO DE 2013 Institui a Câmara Intersecretarial de Segurança Alimentar e Nutricional - CAISAN/SP e dá providências correlatas. GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São
COMISSÃO BRASILEIRA DE AGRICULTURA DE PRECISÃO REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA EXECUTIVA
COMISSÃO BRASILEIRA DE AGRICULTURA DE PRECISÃO REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA EXECUTIVA CAPÍTULO I DA CATEGORIA E FINALIDADE Art. 1º - À Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão (CBAP), órgão específico
O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE, no uso das atribuições que lhe confere os incisos II e IV do artigo 94 da Lei Orgânica do Município, DECRETA:
DECRETO Nº 19.225, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2015. Institui o Escritório Municipal de Apoio à Produção Audiovisual Porto Alegre Film Commission, vinculado à Secretaria Municipal de Turismo de Porto Alegre.
ESTADO DA PARAÍBA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COMISSÃO INTERGESTORES BIPARTITE REGIMENTO INTERNO
ESTADO DA PARAÍBA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COMISSÃO INTERGESTORES BIPARTITE REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO ART. 1º - A Comissão Intergestores Bipartite, instituída através da Portaria
RESOLUÇÃO DO CONSEA Nº 002/2006
RESOLUÇÃO DO CONSEA Nº 002/2006 Aprova o Regimento da III Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, no uso de suas atribuições
PROJETO DE LEI 00/2015 Cria o Conselho Estadual de Juventude CEJUV/RN e dá outras providências. CAPÍTULO I DA FINALIDADE E DAS COMPETÊNCIAS
PROJETO DE LEI 00/2015 Cria o Conselho Estadual de Juventude CEJUV/RN e dá outras providências. CAPÍTULO I DA FINALIDADE E DAS COMPETÊNCIAS Art. 1º. O Conselho Estadual de Juventude do Rio Grande do Norte,
ESTATUTO DO DIRETÓRIO ACADÊMICO DE ECONOMIA, CONTÁBEIS E ATUARIAIS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL DAECA
ESTATUTO DO DIRETÓRIO ACADÊMICO DE ECONOMIA, CONTÁBEIS E ATUARIAIS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL DAECA TÍTULO I DO DIRETÓRIO ACADÊMICO DE ECONOMIA, CONTÁBEIS E ATUARIAIS DA UNIVERSIDADE
Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social CAPACITAÇÃO CONSELHEIROS MUNICIPAIS.
CAPACITAÇÃO CONSELHEIROS MUNICIPAIS Maio/2010 1º Dia PROGRAMAÇÃO 08h00 às 09h00 - Credenciamento 09h00 às 09h30 Abertura Boas vindas! 09h30 às 10h15 Exposição dialogada: Retrospectiva Luta por Direitos
PORTARIA N 2.632, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2004
MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA N 2.632, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2004 Aprova o Regimento Interno do Comitê Técnico de Saúde da População Negra, e dá outras providências. O MINISTRO DE ESTADO
COMITÊ DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I FINALIDADE E COMPETÊNCIAS
COMITÊ DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I FINALIDADE E COMPETÊNCIAS Art. 1º - O Comitê de Assistência Técnica e Extensão Rural, órgão criado para assessorar o Conselho
CAPÍTULO I DA COMISSÃO, FINALIDADES E CONSTITUIÇÃO
REGIMENTO DA COMISSÃO ELEITORAL, DE ESTATUTO, REGIMENTOS E REGULAMENTOS DA SOBED CAPÍTULO I DA COMISSÃO, FINALIDADES E CONSTITUIÇÃO Art. 1º.- A Comissão Eleitoral, de Estatuto, Regimentos e Regulamentos,
RESOLUÇÃO CNRM 01, de 03 de janeiro de 2006
RESOLUÇÃO CNRM 01, de 03 de janeiro de 2006 Dispõe sobre a estrutura, organização e funcionamento das Comissões Estaduais de Residência Médica O PRESIDENTE DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA - CNRM,
DECRETO Nº 4.054/14.
6 DECRETO Nº 4.054/14. INSTITUI O COMISSÃO INTERINSTITUCIONAL DE MOBILIZAÇÃO, PREVENÇÃO E CONTROLE DA DENGUE E FEBRE DO CHIKUNGUNYA NO MUNICÍPIO DE ALAGOINHAS, APROVA O REGIMENTO INTERNO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS
Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual
Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual PORTARIA Nº 2.258, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2007 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso da atribuição que lhe confere o
PORTARIA Nº 413, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2002.
PORTARIA Nº 413, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2002. O MINISTRO DE ESTADO DA FAZENDA e o MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de suas atribuições, tendo em vista o Convênio de Cooperação Técnica firmado entre
Curso de Regimento Interno da Câmara dos Deputados Prof. Gabriel Dezen Junior. Avulso 5
Curso de Regimento Interno da Câmara dos Deputados Prof. Gabriel Dezen Junior Avulso 5 COMISSÕES Quadro I Tipos de Comissões Permanentes Temporárias Tem caráter técnico-legislativo ou especializado. Integram
Volume 120 Número 51 São Paulo, quinta-feira, 18 de março de 2010 DECRETO Nº 55.587, DE 17 DE MARÇO DE 2010
Volume 120 Número 51 São Paulo, quinta-feira, 18 de março de 2010 DECRETO Nº 55.587, DE 17 DE MARÇO DE 2010 Institui o Conselho Estadual dos Direitos da População de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis
PORTARIA Nº 1.473, DE 24 DE JUNHO DE 2011
PORTARIA Nº 1.473, DE 24 DE JUNHO DE 2011 Institui os Comitês Gestores, Grupos Executivos, Grupos Transversais e os Comitês de Mobilização Social e de Especialistas dos compromissos prioritários de governo
DECRETO No- 7.559, DE 1o- DE SETEMBRO DE 2011
DECRETO No- 7.559, DE 1o- DE SETEMBRO DE 2011 Dispõe sobre o Plano Nacional do Livro e Leitura - PNLL e dá outras providências. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art.
REGULAMENTO INTERNO DA REUNIÃO DE MINISTRAS E ALTAS AUTORIDADES DA MULHER DO MERCOSUL
MERCOSUL/RMAAM/P.RES. N /12 REGULAMENTO INTERNO DA REUNIÃO DE MINISTRAS E ALTAS AUTORIDADES DA MULHER DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, o Protocolo de Ushuaia
Dispõe sobre a criação do Sistema Municipal de Cultura SMCRio e dá outras providências. Capítulo I. Das Definições e Princípios
MINUTA de Projeto de Lei Municipal n º.../ 2014. Dispõe sobre a criação do Sistema Municipal de Cultura SMCRio e dá outras providências. Capítulo I Das Definições e Princípios Art. 1.º Fica instituído
Estado de Pernambuco
Estado de Pernambuco Recife, 09 de abril de 2012 GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL E DIREITOS HUMANOS SEDSDH REGULAMENTO DO PROCESSO ELEITORAL DO CONSELHO ESTADUAL DE
Monitoramento do I Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional
Monitoramento do I Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional Metodologia em Construção V Reunião Plenária do CONSEA 15 de agosto de 2012 NORMATIZAÇÃO DO MONITORAMENTO NO ÂMBITO DA PNSAN Decreto
UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO REGULAMENTO DO TRABALHO DE GRADUAÇÃO CAPÍTULO I DA NATUREZA
UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO REGULAMENTO DO TRABALHO DE GRADUAÇÃO CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1º Este Regulamento estabelece a normatização das disciplinas de
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO CONSELHO SUPERIOR
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 087/2013 Aprova o Regimento Interno do Fórum Permanente do
REGIMENTO DO COMITÊ DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CRS
REGIMENTO DO COMITÊ DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CRS TÍTULO I DA NATUREZA Art. 1º O Comitê de Responsabilidade Social da FURJ/UNIVILLE foi instituído pela resolução 05/05, de 28 de abril de 2005, vinculado
REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR CAE
DECRETO EXECUTIVO N.º 557, de HOMOLOGA O REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR - CAE. LAURO MAINARDI, Prefeito do Município de Candelária, Estado do Rio Grande do Sul, no uso de suas atribuições
PORTARIA Nº 53, DE 13 DE JUNHO DE 2008.
PORTARIA Nº 53, DE 13 DE JUNHO DE 2008. O DIRETOR DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO - DENATRAN, no uso das atribuições legais que lhe conferem os incisos I, XII e XIII do art. 19 da Lei nº 9.503, de
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA REGIMENTO da Comissão Permanente de Pessoal Docente da Universidade Federal de Juiz de Fora Capítulo I FINALIDADE, ESTRUTURA E COMPOSIÇÃO Art.
DESPACHO IPP/PR-48/2006
DESPACHO IPP/PR-48/2006 HOMOLOGAÇÃO DO REGULAMENTO DO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO UNIDADE DE APOIO À ESCOLA INCLUSIVA Considerando que: 1- A aprovação pelo Conselho Geral, na sua reunião de 08.03.2006 da criação
Lei Municipal nº. 504/2011-AST
Lei Municipal nº. 504/2011-AST Cria o Conselho Gestor do Telecentro Comunitário de Guamaré/RN e dá outras providências. O Prefeito Municipal faz saber que a Câmara Municipal aprovou e o Prefeito sancionou
LEI N 2.387 DE 22 DE ABRIL DE 2015. Altera a constituição do Conselho Municipal de Saúde COMUS e da outras providencias.
LEI N 2.387 DE 22 DE ABRIL DE 2015 Altera a constituição do Conselho Municipal de Saúde COMUS e da outras providencias. A CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA HELENA, ESTADO DO PARANÁ, APROVOU, E EU, PREFEITO MUNICIPAL,
Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 13.366
Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 13.366 Estabelece normas de funcionamento e nova composição do Conselho Municipal de Turismo COMTUR, e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Vitória, Capital
EDITAL Nº 01/2016, de 31 de março de 2016.
EDITAL Nº 01/2016, de 31 de março de 2016. NORMAS DO PROCESSO ELEITORAL PARA ESCOLHA DOS MEMBROS DA COMISSÃO PERMANENTE DE PESSOAL DOCENTE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECONCAVO DA BAHIA. A PRESIDENTE DA
REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR - CAE
REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR - CAE Capítulo I Da Natureza e Finalidade Art. 1º O Conselho de Alimentação Escolar - CAE, reorganizado nos termos do Decreto nº 52.089, de 19 de janeiro
1. VAMOS ENTENDER O QUE SÃO AS CONFERÊNCIAS DE POLÍTICAS PÚBLICAS? 2. O QUE SÃO AS CONFERÊNCIAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL?
1. VAMOS ENTENDER O QUE SÃO AS CONFERÊNCIAS DE POLÍTICAS PÚBLICAS? São espaços amplos e democráticos de discussão e articulação coletivas entrono de propostas e estratégias de organização. Sua principal
EDITAL DE SELEÇÃO PARA ESTÁGIO DE PÓS-DOUTORADO COM BOLSA DO PROGRAMA NACIONAL DE PÓS-DOUTORADO (PNPD/CAPES)
EDITAL DE SELEÇÃO PARA ESTÁGIO DE PÓS-DOUTORADO COM BOLSA DO PROGRAMA NACIONAL DE PÓS-DOUTORADO (PNPD/CAPES) A Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Letras (Ciência da Literatura) da UFRJ torna pública
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CAMPUS
RESOLUÇÃO Nº 003 DE 13 DE AGOSTO DE 2014 Dispõe sobre a aprovação do Regimento do NDE do curso superior de Tecnologia em Design de Interiores do Instituto Federal Minas Gerais câmpus Santa Luzia. O PRESIDENTE
FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL, ARQUITETURA E URBANISMO REGIMENTO INTERNO
1 FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL, ARQUITETURA E URBANISMO REGIMENTO INTERNO Sumário TÍTULO I - Da Faculdade e suas Finalidades... 2 TÍTULO II - Da Administração... 2 CAPÍTULO I - Da Congregação... 2 CAPÍTULO
Estado da Paraíba Prefeitura Municipal de Santa Cecília Gabinete do Prefeito
Lei Nº 200/2015 REVOGA A LEI Nº 07/1997, DÁ NOVA CONFIGURAÇÃO E ATRIBUIÇÕES AO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE E DE POLÍTICA AMBIENTAL E SANEAMENTO BÁSICO (COMSPASB) E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS Art. 1º. Em conformidade
Art. 1º Estabelecer orientações para a implementação no âmbito do Projeto Bolsa- Formação dos ciclos especiais de capacitação:
PORTARIA MJ Nº 183, DE 9 DE FEVEREIRO DE 2010 Regulamenta os arts. 9º, 10 e 15 do Decreto nº 6.490, de 19 de junho de 2008, alterados pelo Decreto nº 7.081, de 26 de janeiro de 2010, e dá outras providências.
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO PORTARIA Nº 026 DE 11 DE MARÇO DE 2011
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO PORTARIA Nº 026 DE 11 DE MARÇO DE 2011 Estabelece instruções sobre a participação de representante dos empregados nos conselhos de administração das empresas
INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE SANTOS
ATOS DO CONSELHO FISCAL Resolução nº 001/2011 REGIMENTO INTERNO O Conselho Fiscal do Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos Municipais de Santos IPREVSANTOS elaborou e votou o seu REGIMENTO
REGIMENTO INTERNO DO CODETER DO CENTRO SERRA
REGIMENTO INTERNO DO CODETER DO CENTRO SERRA O presente Regimento Interno visa regulamentar as atribuições e o funcionamento do CODETER (Colegiado de desenvolvimento territorial rural) do Território do
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO PORTARIA Nº 039, DE 11 DE JANEIRO DE 2013. RESOLVE: DENIO REBELLO ARANTES Reitor
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO PORTARIA Nº 039, DE 11 DE JANEIRO DE 2013. O REITOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESPÍRITO SANTO, nomeado através da Portaria MEC nº 265, de 24.03.2009,
Cadastro Organizacional/PMS SMS
CONSELHO MUNICIPAL DE ATENÇÃO AO CONSUMO DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS Órgão/Sigla: CONSELHOS MUNICIPAL DE ATENÇÃO AO CONSUMO DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS Natureza Jurídica: Vinculação: Finalidade: ÓRGÃO COLEGIADO
A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO PARÁ estatui e eu sanciono a seguinte Lei:
L E I N 7.264, DE 24 DE ABRIL DE 2009. Dispõe sobre o Conselho Estadual de Saúde na forma do art. 265, VI, da Constituição Estadual, e dá outras providências. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO PARÁ
REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE SUPERVISÃO CAPÍTULO I INTRODUÇÃO
CAPÍTULO I INTRODUÇÃO ARTIGO 1º - Este Regimento Interno tem por objetivo disciplinar o funcionamento do Conselho de Supervisão da BM&FBOVESPA Supervisão de Mercados ( BSM ), sendo as suas disposições
Edital de Eleição para formação do Conselho de Usuários da Nextel Telecomunicações LTDA.
Edital de Eleição para formação do Conselho de Usuários da Nextel Telecomunicações LTDA. Triênio 2017/2019 São Paulo, 22 de julho de 2016. A Comissão Eleitoral, no uso de suas atribuições legais, de acordo
O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,
RESOLUÇÃO CFC N.º 1.373/2011 Regulamenta o Exame de Suficiência como requisito para obtenção ou restabelecimento de Registro Profissional em Conselho Regional de Contabilidade (CRC). O CONSELHO FEDERAL
SUGESTÃO DE MODELO DE REGIMENTO INTERNO PARA OS CONSELHOS MUNICIPAIS DE JUVENTUDE.
SUGESTÃO DE MODELO DE REGIMENTO INTERNO PARA OS CONSELHOS MUNICIPAIS DE JUVENTUDE. O Conselho Municipal de Juventude (inserir nome do município) elabora este regimento interno de acordo com o projeto de
RESERVA AGRÍCOLA NACIONAL (RAN) REGULAMENTO INTERNO DA ENTIDADE REGIONAL DA RAN DO CENTRO (ER-RAN.C)
RESERVA AGRÍCOLA NACIONAL (RAN) REGULAMENTO INTERNO DA ENTIDADE REGIONAL DA RAN DO CENTRO (ER-RAN.C) (Artigo 35º do Decreto - Lei n.º 73/2009, de 31 de Março) O DL 73/2009,de 31 de Março, veio introduzir
REGULAMENTO DOS CONSELHOS DE CLASSE
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE QUÍMICA DE NILÓPOLIS - RJ REGULAMENTO DOS CONSELHOS DE CLASSE Anexo à Portaria nº 093,
Natureza do Serviço Modalidade / N de vagas Localidade de Trabalho
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO E DIVERSIDADE TERMO DE REFERÊNCIA (TOR) N.º e Título do Projeto OEI/ BRA/ 10/ 001 Fortalecimento da Capacidade Institucional da Diretoria
RESOLUÇÃO Nº 04/2012
RESOLUÇÃO Nº 04/2012 Dispõe sobre a criação da Comissão Permanente do Estudante de Direito no Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio Grande do Norte e dá outras providências. O Conselho
RESOLUÇÃO NORMATIVA N.02/ DE MAIO DE 2016 RESOLUÇÃO CONCIDADE
RESOLUÇÃO NORMATIVA N.02/2016-05 DE MAIO DE 2016 Aprova o Regimento da 6ª. Conferencia Municipal das Cidades de Guarapuava - Paraná RESOLUÇÃO CONCIDADE SÚMULA: Aprova o Regimento da Etapa Preparatória
Regulamento para a participação de trabalhos científicos e acadêmicos no 5º Congresso Internacional CBL do Livro Digital - 2014
Regulamento para a participação de trabalhos científicos e acadêmicos no 5º Congresso Internacional CBL do Livro Digital - 2014 1 DISPOSIÇÕES GERAIS 1.1 O CONGRESSO INTERNACIONAL CBL DO LIVRO DIGITAL CONGRESSO,
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE SERVIÇOS DE SAÚDE - CSS
Os objetivos deste modelo de regimento visam a padronização de critérios importantes para melhorar o funcionamento da comissão, estabelecer condições mínimas de composição e fortalecer a comissão junto
REGIMENTO INTERNO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DA PESQUISA DO CNM
1 REGIMENTO INTERNO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DA PESQUISA DO CNM DISPÕE SOBRE A PROPOSIÇÃO, ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES DE PESQUISA NO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL
REGIMENTO INTERNO CONSELHO DA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR CAE MUNICÍPIO DE SERRA PRETA - ESTADO DO BAHIA CAPÍTULO I CATEGORIA E FINALIDADE
CAPÍTULO I CATEGORIA E FINALIDADE Art. 1º - O Conselho de Alimentação Escolar CAE, criado por meio da Lei Municipal nº 192, de 22 de março de 2001 é um órgão deliberativo, fiscalizador e de assessoramento,
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIC/UNIMAR CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO E OBJETIVOS
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PIC/UNIMAR CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO E OBJETIVOS Art. 1 O Programa Institucional de Iniciação Científica (PIC) tem como meta promover a participação de acadêmicos
NORMA OPERACIONAL DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOB/SUAS
NORMA OPERACIONAL DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOB/SUAS 2.5 Condições de Habilitação e Desabilitação dos Municípios I. Da Habilitação Para habilitação dos municípios nos níveis de gestão definidos
NORMAS DE FUNCIONAMENTO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO JOVEM DE BOTICAS. Preâmbulo. O Orçamento Participativo Jovem vem introduzir mais um meio
NORMAS DE FUNCIONAMENTO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO JOVEM DE BOTICAS Preâmbulo O Orçamento Participativo Jovem vem introduzir mais um meio de atuação, para além dos existentes, junto da população juvenil
A presidente do Conselho Regional de Serviço Social CRESS 17ª Região, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
RESOLUÇÃO CRESS Nº 034/2010. Vitória 30 de julho de 2010 A presidente do Conselho Regional de Serviço Social CRESS 17ª Região, no uso de suas atribuições legais e regimentais, Considerando a aprovação
R E S O L U Ç Ã O. Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento de Monitoria para os cursos de graduação das Faculdades Integradas Sévigné.
RESOLUÇÃO CSA 08/2009 APROVA O REGULAMENTO DE MONITORIA PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DAS. O Presidente do Conselho Superior de Administração CSA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 6º, II, do
Programa de Pós-Graduação em Zoologia
Faculdade de Biociências Programa de Pós-Graduação em Zoologia Regulamento Capítulo I Da Atribuição e Organização Geral Art. 1º - O Programa de Pós-Graduação em Zoologia (PPGZoo), vinculado à Faculdade
