Coprocessador AL-2005 / Drivers Altus Para Supervisórios
|
|
|
- Sônia de Lacerda Tavares
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Coprocessador AL-2005 / Drivers Altus Para Supervisórios
2
3 Programa do Workshop Coprocessador AL-2005 Redes de Campo AL-2005 como interface para redes de campo Funções de controle complexas Supervisório (SCADA) Drivers de comunicação Driver Altus OPC Demonstração Prática
4 Coprocessador AL-2005
5 Coprocessador AL-2005 Real Time Multitasking Processor Cálculos Aritméticos avançados Funções de Controle Complexas Interface para redes de campo Processamento em paralelo com a UCP AL-2005
6 Coprocessador AL-2005 AL-2005 Módulo com um coprocessador RTMP Dois canais seriais por AL-2010/RTMP Elevado desempenho computacional, devido ao processamento paralelo com a UCP Memória Flash para aplicativos: 256 Kbytes Memória RAM: 256 Kbytes AL-2010 (Real-Time Multitasking Processor) Módulo com dois coprocessadores RTMP Quatro canais seriais por AL-2010/RTMP AL-2005
7 Coprocessador AL-2005 CPU Gerencia até dois protocolos diferentes. As interfaces de comunicação podem ser RS232 ou RS485. Barramento Processador Driver Modbus 1 Driver Alnet I2 Firmware Trabalha em conjunto com a CPU dividindo o processamento. COM A COM B RS232 RS485 Equipamentos /Redes de Campo
8 Redes de Campo
9 Redes de Campo Vantagens das redes de campo Redução do custo de fiação, instalação e projeto : UM CABO COM 1 PAR DE FIOS Diagnóstico dos elementos de campo, aumentando a integridade funcional Integração de diferentes fabricantes Comunicação bidirecional, permitindo parametrização e diagnóstico Distribuição de inteligência Armários menores pela eliminação de borneiras
10 Redes Rede Planta Supervisão Comando Planejamento Banco de dados Rede Controle Controle em tempo real Segurança Interface Rede Campo Aquisição das variáveis Atuação sobre equipamentos Supervisão Banco de Dados Redes de Campo Rede de Planta Rede de Controle Rede de Campo A outros níveis NÍVEL DE PLANTA NÍVEL DE CONTROLE NÍVEL DE CAMPO
11 Tipos de Rede de Campo Rede de Controle Redes de Campo Rede de Campo Rede de Campo com Segurança Intrínseca Rede de Sensores e Atuadores
12 Exemplos de Redes Redes de Campo Planta Controle Campo Campo c/ Seg. Intrínseca Sensores e Atuadores Ethernet TCP/IP, Industrial Ethernet Alnet II, PROFINET ControlNet, DataHighway CANopen, Profibus-DP, Modbus, DeviceNet, Interbus Profibus-PA, Fieldbus Foundation ASI
13 Características Redes de Campo Requisitos para cada aplicação Característica Planta Controle Campo Sensor Tamanho Mensagem Mbytes Kbytes Bytes Bits Tempo de Resposta segundos 5 a 100ms ms ms Distância Max Sem Lim. Km Km 100m Redundância Sim Sim Sim Não Áreas Classificadas Não Não Sim Não Meio Físico Elet/Ótic Elet/Ótic Elet/Ótic Elet Cobertura Geográfica Grande Grande Media Pequena
14 Tipos de Redes de Campo Redes de Campo Profibus CANopen Interbus Devicenet ASI LonWorks ModBus IEC/ ISA SP50 BACnet BIT-Bus Fieldbus Foundation WorldFIP HART DeviceNet ArcNet SDS...
15 O que muda em cada rede Tipo de conector Tipo de Cabo Regras de fiação Método de modulação Método de acesso Software das camadas de comunicação Ferramentas de Configuração Ferramentas de teste da rede Módulos de interface, gateways, repetidores... Redes de Campo
16 O que é similar... Redes de Campo O hardware dos elementos de campo A inteligência dos elementos de campo Os serviços disponíveis de comunicação A interface com o programa de usuário O desempenho geral Custos
17 Como escolher um padrão? Entender princípio de funcionamento: Interface física, método de acesso... Verificar limites físicos e elétricos: Distâncias, ruídos, instalação,... Susceptibilidade à falhas: Falta de energia, queima de interfaces,... Capacidades: Redundância, troca a quente,... Redes de Campo
18 AL-2005 como interface para redes de campo
19 AL-2732 : Driver de Comunicação versão Mestre e Escravo Alnet I. AL-2734: Driver de Comunicação versão Mestre e Escravo Modbus RTU. AL-2739: Driver de Comunicação protocolo IEC AL-2740: Driver de Comunicação protocolo Courier (Rele de proteção Alstom) AL-2741: Driver de Comunicação protocolo DNP 3.0 escravo. Interface de rede de campo
20 Interface de rede de campo Outros drivers já desenvovidos: BAC (UTR Alstom CMW) Megamax (ABB Insun) Seabus plus (Siemens) Tolflux (Balança Toledo) Multiloop CD600 Smar
21 Funções de Controle Complexas
22 Funções de Controle Complexas AL-2745: Aplicativo para o AL-2005/RTMP que executa até 60 Laços PID. AL-2746: Aplicativo para o Processador AL- 2005/RTMP para a medição e totalização de vazão de gás natural por meio de sistema de placa de orifício, de até 40 medidores. Driver para Cálculo Integral de até 64 variáveis.
23 Supervisório
24 Supervisório SCADA - Sistema Supervisório de Controle e Aquisição de Dados Os sistemas são geradores de aplicações - controle e monitoramento / supervisão
25 Funções do Supervisório Monitoramento e controle de dispositivos contínuos e discretos Ferramentas para análise e otimização do processo: gráficos de históricos e controle estatístico de processos Geração e Armazenamento de Alarmes e Relatórios Gráficos de tendências Arquivos de receitas Implementação de algoritmos de controle (PID)
26 Apresentação Gráfica Representação da planta por tela única e abertura de ampliações detalhadas Acesso hierárquico das camadas - senhas Definição de qualquer objeto como um trigger - execução de tarefas Ambiente com editor gráfico com ferramentas de desenho e biblioteca de elementos de chão de fábrica Incorporação de outros elementos de aplicativos Windows Criação de banco de dados dinâmico - declaração de tags/variáveis na criação do objeto Criação de páginas HTML - tecnologia de Java Applets
27 Linguagem de Controle Módulo de programação integrado ao ambiente - Script, System Language... Automatizar tarefas Aumento da capacidade de controle Acesso e controle de periféricos Cálculos avançados Cálculos que o PLC não pode efetuar
28 Alarmes Alarmes Eventos excepcionais são enviados para arquivos, janelas popup, imagens e impressoras Gerenciamento dos alarmes - divisão em zonas, prioridades Definição de rotinas de reconhecimento e tratamento de alarmes Notificação de alarmes dirigidos por evento - detecção em tempo real Receitas Para carregamento de uma série de valores pré-definidos para grande número de Tags Para iniciar ou reprogramar o processo produtivo e ajuste de programas de controle
29 Gráficos e Relatórios Charts Visões gráficas de andamento do processo - informações online Informações off line - banco de dados de histórico Tendências operacionais num período de tempo Tendências históricas ou de tempo real Recursos de zoom, scroll... Reports Relatórios personalizados, periódicos ou dirigidos por evento
30 Arquitetura Aberta VFI (Virtual File Interface): Troca de dados com aplicações externas Suporte de variedade de dados: dbase, Oracle etc API (Application Programming Interface): Integração com programas externos e módulos do aplicativo DDE (Dynamic Data Exchange): Links bidirecionais para aplicativos Windows Conectividade a banco de dados: Interfaces SQL - contrução de event-driven SQL Queries
31 Aplicação Levantamento das variáveis do processo - Endereçamento CLP, Barramento de Campo,... Estudo do funcionamento do processo e/ou máquina Estudo dos desenhos da planta Estudo das necessidades de alarmes Estudo das necessidades de relatórios - em diferentes níveis hierárquicos Estudo da topologia de rede Visualização do Status e atualizações das variáveis da planta
32 Alertas: Níveis de rigor, zonas e características Anunciador Alarmes não exibidos no anunciador - Auto Ack Identificação: origem, procedimentos Gráficos: Modo histórico e on-line (historical e real time trend) Aplicação Seguir tendências ou comparar valores Convenção de nomes (tags): Ex.: Medidores de Vazão (envazamento): MV_EV_025 Lógica: Script, Language, Callbacks Controle de eventos Equações que regem o processo - discreto / contínuo
33 Principais Softwares de Supervisão: Supervisório Fix Elipse Indusoft InTouch Factory Link
34 Drivers de Comunicação
35 Drivers de Comunicação Profibus Modbus DeviceNet Courier Tradutor DRIVER CP
36 Drivers Altus AL-2732: Driver de Comunicação versão Mestre e Escravo Alnet I. AL-2739: Driver de Comunicação protocolo IEC AL-2741: Driver de Comunicação protocolo DNP 3.0 escravo. AL-2781: Driver de Comunicação para o software de supervisão FIX-DMACS. AL-2784: Driver de Comunicação OPC Server.
37 Driver Altus OPC
38 Definição de OPC OLE for Process Control Padrão de software Permite que aplicações de software troquem dados mais facilmente entre si Proporciona comunicação com aplicações empresariais e dados de chão de fábrica de plantas industriais Especificação técnica não proprietária administrada pela OPC Foundation
39 Tecnologia OPC COM - Component Object Model: Tecnologia Microsoft que trata principalmente de interfaces Refinamento de API (Application Program Interface) Exemplo APIs: winsock, netbios COM é uma forma melhor de prover APIs: aplicação e objeto precisam de um entendimento mútuo DCOM - Distributed Component Object Model: Forma padrão de chamar objetos através de uma rede estende COM para rede Baseado em RPC (Remote Procedure Call)
40 DCOM Permite que clients e servers OPC possuam um método robusto e confiável de trocar informações através da rede, em tempo real Gerencia timeouts e retentativas de comunicação entre um OPC client e um OPC server remoto. Caso estejam desconectados tenta restabelecer a conexão entre eles. Tecnologia DCOM torna redes clients/serves transparentes para aplicações OPC DCOM permite utilizar diferentes protocolos de transporte como UDP, TCP/IP e IPX utilizando a mesma aplicação OPC
41 Solução OPC Problema Solução OPC
42 Solução OPC Cada fabricante de software ou fornecedor de aplicação era obrigado a escrever interfaces de comunicação. Tais drivers de comunicação eram utilizados para trocar dados com dispositivos de hardware no campo utilizando protocolos de comunicação, proprietários ou não. A tecnologia OPC elimina esta exigência, definindo uma interface comum de alto desempenho, que permite realizar esta tarefa somente uma vez. Cada fabricante de hardware disponibilizará somente um driver OPC Server para seus equipamentos, enquanto que os fornecedores de software utilizarão um driver OPC Client.
43 Características do OPC Baseado em OLE/COM: alinhado com a Microsoft Flexível: suporta diversas aplicações Eficiente e escalável: suporta grandes aplicações Alta performance: excelente comportamento em rede Facilidade de compreensão e de uso Amplamente aceito
44 Exemplo: Arquitetura com OPC
45 AL-2784 As empresas NWM, Altus e Applicom desenvolveram em conjunto uma solução para utilização do protocolo Alnet II, da Altus, em rede Ethernet. Os produtos Applicom são OPC Servers e possuem uma ferramenta única de comunicação, qualquer que seja o protocolo. A versão 3.62 do software Applicom já traz residente o driver para Altus. AL-2784 é um driver de comunicação OPC Server para controladores programáveis Altus. Permite a comunicação destes com softwares que implementem interfaces de comunicação padrão OPC Client, tais como softwares de supervisão e controle de processos
46 AL-2784 AL-2784 é um driver de comunicação OPC Server para controladores programáveis Altus. Permite a comunicação destes com softwares que implementem interfaces de comunicação padrão OPC Client, tais como softwares de supervisão e controle de processos A troca de dados é gerenciada pelo dispositivo mestre que envia comandos para o dispositivo escravo, o qual interpreta o comando recebido e retorna a resposta correspondente. O driver também operara como mestre e escravo de forma simultânea, permitindo a recepção de mensagens não solicitadas oriundas dos controladores
47 AL-2784 O driver AL-2784 foi desenvolvido para operar com transmissão de dados em rede Ethernet, utilizando protocolo de aplicação ALNET II sobre TCP/IP, quando se comunicando com os controladores programáveis. O driver de comunicação AL-2784 se baseia no envio e recebimento de comandos e suas respectivas respostas, sendo responsável pela consistência das mensagens enviadas e recebidas. O driver é também responsável pela atualização dos operandos configurados no ambiente do software de supervisão através de monitoração ou escrita dos operandos correspondentes nos CPs.
48 AL-2784 Implementam os seguintes comandos definidos pelo protocolo ALNET II: Leitura e escrita de operandos simples para operandos Memória, Auxiliar, Decimal e octetos de E/S Leitura e escrita de bit de operandos para operandos Memória e Auxiliar e octetos de E/S Leitura e escrita de operandos tabela de Memória e Decimal Suportam modo cliente multi-requisições simultâneas Interpretam mensagens não solicitadas Permitem configuração de hardware redundante
49 Demonstração Prática
50
CPs Altus PROFIBUS-DP
CPs Altus PROFIBUS-DP Programa do Workshop 1 - Redes de Campo 2 - PROFIBUS 3 - PROFIBUS-DP 4 - PROFIBUS-DP Redundante 5 - CPs Altus PROFIBUS - DP 6 - Série AL-2000 PROFIBUS-DP 7 - Série Quark PROFIBUS-DP
AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL
AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL Automação e Controle AR026 SUMÁRIO I. Sistemas Supervisórios... 3 II. Automação... 4 III. Arquitetura de Redes Industriais... 5 IV. Comunicação entre Supervisório e CLP...7 V. O Protocolo
UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO. Série Ponto
UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO Série Ponto POR QUE NOVO CONCEITO? O que é um WEBPLC? Um CP na WEB Por que usar INTERNET? Controle do processo de qualquer lugar WEBGATE = conexão INTERNET/ALNETII WEBPLC
SUBESTAÇÕES. Comando de controle e Scada local
SUBESTAÇÕES Comando de controle e Scada local COMANDO DE CONTROLE E SCADA LOCAL A solução fornecida pela Sécheron para o controle local e para o monitoramento das subestações de tração é um passo importante
Interfaces Homem-Máquina Universais (IHM) Aplicações e Características Principais
Interfaces Homem-Máquina Universais (IHM) Aplicações e Características Principais A grande versatilidade da nossa família deinterfaces Homem-Máquina (IHM)permite que a mesma seja utilizada nas mais diversas
WebGate PO9900. Descrição do Produto. Dados para Compra. Itens Integrantes. Código do Produto
Descrição do Produto A interface de comunicação WebGate,, permite que controladores programáveis com protocolo ALNET I possam ser conectados a uma rede Ethernet TCP/IP. O WebGate permite que estes controladores
Sistemas de geração de energia elétrica Sistemas de distribuição de energia elétrica Supervisão e controle de energia elétrica Aquisição de dados e
Sistemas de geração de energia elétrica Sistemas de distribuição de energia elétrica Supervisão e controle de energia elétrica Aquisição de dados e registro de eventos Intertravamentos de segurança Série
Cabeça de Rede de Campo PROFIBUS-DP
Descrição do Produto O módulo, integrante da Série Ponto, é uma cabeça escrava para redes PROFIBUS-DP do tipo modular, podendo usar todos os módulos de E/S da série. Pode ser interligada a IHMs (visores
1. MEDIDORES E ANALISADORES DE QUALIDADE DE ENERGIA JANITZA
Conteúdo 1. MEDIDORES E ANALISADORES DE QUALIDADE DE ENERGIA JANITZA... 2 1.1. UMG 103... 2 1.2. UMG 104... 2 1.3. UMG 96L e UMG 96... 3 1.4. UMG 96S... 3 1.5. UMG 96RM... 4 1.6. UMG 503... 4 1.7. UMG
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 9º PERÍODO. Profª Danielle Casillo
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 9º PERÍODO Profª Danielle Casillo Utilizar os mesmos processos do trabalho anterior (Ladder já existente). Implementar este sistema
Base Interface Ethernet Industrial 10/100 Mbps
Descrição do Produto O módulo, integrante da Série Ponto, é uma interface Ethernet Industrial para as UCP s PO3242, PO3342 e PO3X47. A interface liga-se às redes Ethernet Industrial 10 ou 100 Mbps, estando
Sistemas SCADAS. Apresentação dos sistemas de supervisão do mercado de automação: - Elipse E3 (fabricante Eilpse)
A palavra SCADA é um acrônimo para Supervisory Control And Data Acquisition. Os primeiros sistemas SCADA, basicamente telemétricos, permitiam informar periodicamente o estado corrente do processo industrial,
Anexo IV PLANILHA DESCRITIVA DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Anexo IV PLANILHA DESCRITIVA DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Requisito Descrição 6.1 - Produtos de Hardware 6.1.1. GRUPO 1 - IMPRESSORA TIPO I (MONOCROMÁTICA 20PPM - A4) 6.1.1.1. TECNOLOGIA DE IMPRESSÃO 6.1.1.1.1.
IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas
IW10 Rev.: 02 Especificações Técnicas Sumário 1. INTRODUÇÃO... 1 2. COMPOSIÇÃO DO IW10... 2 2.1 Placa Principal... 2 2.2 Módulos de Sensores... 5 3. APLICAÇÕES... 6 3.1 Monitoramento Local... 7 3.2 Monitoramento
Controle Supervisório e Aquisição de Dados (SCADA) Sistema de Execução da Manufatura MES Sistemas a Eventos Discretos (SED
Controle Supervisório e Aquisição de Dados (SCADA) Sistema de Execução da Manufatura MES Sistemas a Eventos Discretos (SED Yuri Kaszubowski Lopes Roberto Silvio Ubertino Rosso Jr. UDESC 24 de Abril de
INTERFACE USB PARA PROFIBUS PA
MANUAL DO USUÁRIO INTERFACE USB PARA PROFIBUS PA OUT / 12 PBI-PLUS P B I P L U S M P smar www.smar.com.br Especificações e informações estão sujeitas a modificações sem prévia consulta. Informações atualizadas
Visão Geral do Protocolo CANBus
Visão Geral do Protocolo CANBus História CAN Controller Area Network. Desenvolvido, pela BOSCH, na década de 80 para a interligação dos sistemas de controle eletrônicos nos automóveis. 1. CAN, que foi
BRAlarmExpert. Software para Gerenciamento de Alarmes. BENEFÍCIOS obtidos com a utilização do BRAlarmExpert:
BRAlarmExpert Software para Gerenciamento de Alarmes A TriSolutions conta com um produto diferenciado para gerenciamento de alarmes que é totalmente flexível e amigável. O software BRAlarmExpert é uma
Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)
Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,
MANUAL DO USUÁRIO. AssetView FDT. AssetView FDT
MANUAL DO USUÁRIO AssetView FDT AssetView FDT A S T V W F D T M P www.smar.com.br Especificações e informações estão sujeitas a modificações sem prévia consulta. Informações atualizadas dos endereços estão
SPPA - T3000 Automação para Usinas de Geração de Energia
Siemens Power Generation 2005. All Rights Reserved SPPA - T3000 Automação para Usinas de Geração de Energia Eder Saizaki - Energy Fossil Instrum. e Elétrica A história do SDCD SIEMENS em Plantas de Geração
AUTOMAÇÃO NA SULGÁS COM O SOFTWARE ELIPSE E3
AUTOMAÇÃO NA SULGÁS COM O SOFTWARE ELIPSE E3 Este case apresenta a solução adotada para monitorar as diferentes variáveis de campo envolvidas no processo de distribuição de gás natural realizado pela Altus
Redes Industriais. Alexandre Rocha Alysson Geisel
Redes Industriais OPC OLE for Process Control Alexandre Rocha Alysson Geisel 1 O que é OPC? Padrão de comunicação entre os dispositivos de chão de fábrica e os sistemas de automação e informação, desenvolvido
Quadro de consulta (solicitação do mestre)
Introdução ao protocolo MODBUS padrão RTU O Protocolo MODBUS foi criado no final dos anos 70 para comunicação entre controladores da MODICON. Por ser um dos primeiros protocolos com especificação aberta
Eng.º Domingos Salvador dos Santos. email:[email protected]
Sistemas e Planeamento Industrial DOMÓTICA REDES DE CAMPO Eng.º Domingos Salvador dos Santos email:[email protected] Outubro de 2010 Outubro de 2010 2/20 REDES DE CAMPO Fieldbus Fieldbus Estrutura da Apresentação
Um Driver NDIS Para Interceptação de Datagramas IP
Um Driver NDIS Para Interceptação de Datagramas IP Paulo Fernando da Silva [email protected] Sérgio Stringari [email protected] Resumo. Este artigo apresenta o desenvolvimento de um driver NDIS 1 para
Introdução e Aplicação de Sistemas SCADA em Engenharia
Introdução e Aplicação de Sistemas SCADA em Engenharia Eng. Fernando Guessi Plácido E-mail: [email protected] Skype: fernando.guessi Roteiro O que é SCADA Benefícios de um sistema de supervisão;
MANUAL DE INSTALAÇÃO E PROGRAMAÇÃO CONVERSOR - IP / USB / SERIAL - 317 RV1
MANUAL DE INSTALAÇÃO E PROGRAMAÇÃO CONVERSOR - IP / USB / SERIAL - 317 RV1 SÃO CAETANO DO SUL 06/06/2014 SUMÁRIO Descrição do Produto... 3 Características... 3 Configuração USB... 4 Configuração... 5 Página
Rodrigo Baleeiro Silva Engenheiro de Controle e Automação. Introdução à Engenharia de Controle e Automação
Rodrigo Baleeiro Silva Engenheiro de Controle e Automação (do latim Automatus, que significa mover-se por si) ; Uso de máquinas para controlar e executar suas tarefas quase sem interferência humana, empregando
Tutorial 160 CP FBs - Elipse Scada (RS232 Protocolo MODBUS)
Tutorial 160 CP FBs - Elipse Scada (RS232 Protocolo MODBUS) Este documento é propriedade da ALTUS Sistemas de Informática S.A., não podendo ser reproduzido sem seu prévio consentimento. Altus Sistemas
Descrição do Produto. Dados para Compra. Itens Integrantes
Descrição do Produto As UCPs PO3x47 são destinadas a supervisão e controle de processos. Devido a sua arquitetura, é possível obter-se um alto desempenho em relação a série anterior de UCPs PO3x42. Com
Gerência de Redes. Arquitetura de Gerenciamento. [email protected]
Gerência de Redes Arquitetura de Gerenciamento [email protected] Sistema de Gerência Conjunto de ferramentas integradas para o monitoramento e controle. Possui uma interface única e que traz informações
Controle e Automação
Controle e Automação Sistemas Supervisórios rios e Comunicação OPC Prof. Carlos Conceitos Iniciais Informação Dado Modelos de Redução de Dados Sistemas Supervisórios rios Sistemas SCADA Supervisão e Controle,
Permite a coleta de dados em tempo real dos processos de produção, possuindo, também, interfaces para a transferência dos dados para os sistemas
Permite a coleta de dados em tempo real dos processos de produção, possuindo, também, interfaces para a transferência dos dados para os sistemas administrativos da empresa. Nessa configuração, o PC é a
Treinamentos 2014. GE Intelligent Platforms
Treinamentos 2014 GE Intelligent Platforms Curso de Configuração e Operação Painel de Operação IHM Quick Panel Permitir ao aluno conhecer o Painel de Operação Quick Panel View IHM, suas características
ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMA OPERACIONAL DE REDE (AULA 1)
Prof. Breno Leonardo Gomes de Menezes Araújo [email protected] http://blog.brenoleonardo.com.br ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMA OPERACIONAL DE REDE (AULA 1) Administração A palavra administração vem do latim
MasterTool Extended Edition
Descrição do Produto O software MasterTool Extended Edition é a ferramenta de configuração e programação de equipamentos ALTUS (Série Grano, Série Ponto, Série PX e AL-2004), incluindo CPs e remotas. Esta
O que é automação? SENAI / RJ. Julho / 2011
O que é automação? SENAI / RJ Julho / 2011 O que é automação? Automação industrial é o uso de qualquer dispositivo mecânico ou eletro-eletrônico para controlar máquinas e processos. Entre os dispositivos
Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server
Noções de 1 Considerações Iniciais Basicamente existem dois tipos de usuários do SQL Server: Implementadores Administradores 2 1 Implementadores Utilizam o SQL Server para criar e alterar base de dados
Sistemas Operacionais. Roteiro. Hardware. Marcos Laureano
Sistemas Operacionais Marcos Laureano 1/25 Roteiro Estrutura de um sistema operacional Interrupções Proteção do núcleo Níveis de privilégio Chamadas de sistema 2/25 Mono-processadores atuais seguem um
S.T.A.I. (SERVIÇOS TÉCNICOS DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL) REDE PROFIBUS PA ALISSON TELES RIBEIRO
g S.T.A.I. (SERVIÇOS TÉCNICOS DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL) REDE PROFIBUS PA ALISSON TELES RIBEIRO SUMÁRIO 1. Objetivo 2. História 3. O Que é Profibus? 4. Profibus PA 5. Instrumentos 6. Bibliografia 1. OBJETIVO
Software de segurança em redes para monitoração de pacotes em uma conexão TCP/IP
Software de segurança em redes para monitoração de pacotes em uma conexão TCP/IP Paulo Fernando da Silva [email protected] Sérgio Stringari stringari@furbbr Resumo. Este artigo apresenta a especificação
Sistema de controles e alarmes hospitalar ISO 9001:2008
Sistema de controles e alarmes hospitalar ISO 9001:2008 Alarme BHP Sistema Telemedica Desenvolvidos para uma ampla gama de utilizações no setor hospitalar. Todos os produtos são fabricados conforme 93/42/EEC
Redes Industriais. Centro de Formação Profissional Orlando Chiarini - CFP / OC Pouso Alegre MG Inst.: Anderson
Industriais Centro de Formação Profissional Orlando Chiarini - CFP / OC Pouso Alegre MG Inst.: Anderson Ementa Proposta CAP: 1 - INTRODUÇÃO ÀS REDES INDUSTRIAIS ; CAP: 2 - MEIOS FÍSICOS ; CAP: 3 - REDES
Aula 03 Redes Industriais. Informática Industrial II ENG1023 Profª. Letícia Chaves
1 Aula 03 Redes Industriais Informática Industrial II ENG1023 Profª. Letícia Chaves Plano de aula Tópicos da aula: 1 Introdução 2 Benefícios na utilização de redes 3 Dificuldades na utilização de redes
PowerCommand iwatch. 100
PowerCommand iwatch. 100 Monitoração Remota de Rede Descrição O sistema PowerCommand. iwatch. 100 proporciona os meios convenientes de monitoração remota de grupos geradores e de chaves de transferência
Prof. Manuel A Rendón M
Prof. Manuel A Rendón M AGUIRRE, L. A. Enciclopédia da Automática, Volume II, Cap. 15 até 15.2.1 Moraes Engenharia de Automação Industrial 2ª. Edição LTC Cap.: 6.3 até 6.3.1 1. Primeira prova 32 pt 2.
Interface Ethernet Redundante MODBUS TCP
Descrição do Produto A Interface para rede Ethernet, integrante da Série Ponto PX, permite a conexão de CPs Altus a redes de comunicação abertas que seguem o padrão TCP/IP. Possibilita a comunicação entre
Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2. Cursos de Computação
Cursos de Computação Sistemas Operacionais Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2 Referência: MACHADO, F.B. ; MAIA, L.P. Arquitetura de Sistemas Operacionais. 4.ed. LTC,
Sistemas Operacionais Introdução. Professora: Michelle Nery
Sistemas Operacionais Introdução Professora: Michelle Nery Área de Atuação do Sistema Operacional Composto de dois ou mais níveis: Tipo de Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Monotarefas Sistemas
Migrando das clássicas tecnologias Fieldbus
EtherCAT simplifica a arquitetura de controle Exemplo: Arquitetura de controle de uma prensa hidráulica, Schuler AG, Alemanha Arquitetura de controle com Fieldbus clássicos Desempenho dos Fieldbus clássicos
Automação Industrial Parte 2
Automação Industrial Parte 2 Prof. Ms. Getúlio Teruo Tateoki http://www.getulio.eng.br/meusalunos/autind.html Perspectiva Histórica Os primeiros sistemas de controle foram desenvolvidos durante a Revolução
Sistemas Supervisórios
Sistemas Supervisórios Prof a. Michelle Mendes Santos [email protected] Sistemas Supervisórios Objetivos: Apresentação e posicionamento da utilização de sistemas supervisórios em plantas industriais;
O que são sistemas supervisórios?
O que são sistemas supervisórios? Ana Paula Gonçalves da Silva, Marcelo Salvador [email protected], [email protected] RT 025.04 Criado: 10/09/2004 Atualizado: 20/12/2005 Palavras-chave: sistemas
O que é uma rede industrial? Redes Industriais: Princípios de Funcionamento. Padrões. Padrões. Meios físicos de transmissão
O que é uma rede industrial? Redes Industriais: Princípios de Funcionamento Romeu Reginato Julho de 2007 Rede. Estrutura de comunicação digital que permite a troca de informações entre diferentes componentes/equipamentos
Revisão. 1.1 Histórico 1.2 Protocolo 1.3 Classificação 1.4 Lan 1.5 Wan
Tecnologia Revisão 1.1 Histórico 1.2 Protocolo 1.3 Classificação 1.4 Lan 1.5 Wan Comunicação de Dados As redes de computadores surgiram com a necessidade de trocar informações, onde é possível ter acesso
Comunicação via interface SNMP
Comunicação via interface SNMP 1 - FUNCIONAMENTO: Os No-breaks PROTEC possuem 3 interfaces de comunicação: Interface RS232, interface USB e interface SNMP. Todas elas permitem o controle e o monitoramento
Acionamento através de senha*, cartão de proximidade ou biometria. Compatível com fechaduras magnéticas, eletroímãs e cancelas.
1/8 SISTEMA ZIGLOCK TCP Visão Geral: Instalação e configuração simplificada. Alta capacidade de armazenamento de registros e usuários. Acionamento através de senha*, cartão de proximidade ou biometria.
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Aula 07 Arquitetura de Sistemas Operacionais Prof. Maxwell Anderson www.maxwellanderson.com.br Introdução Conceitos já vistos em aulas anteriores: Definição de Sistemas Operacionais
Escola de Educação Profissional SENAI Visconde de Mauá
Escola de Educação Profissional SENAI Visconde de Mauá Automação Industrial Porto Alegre, Outubro de 2014 Revisão: B Conhecer os principais conceitos e aplicações de um Software Supervisório; Conhecer
Fundamentos de Sistemas Operacionais
Fundamentos de Sistemas Operacionais Professor: João Fábio de Oliveira [email protected] (41) 9911-3030 Objetivo: Apresentar o que são os Sistemas Operacionais, seu funcionamento, o que eles fazem,
Programa do Workshop
Série Cimrex Programa do Workshop 1 - Série CIMREX 2 - Módulos de Expansão 3 - Funcionalidades da Série CIMREX 4 - CIMREX PROG 5 - Drivers de Comunicação 6 - Rede de Comunicação 7 - Transferência de Arquivos
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Modelo Cliente-Servidor: Introdução aos tipos de servidores e clientes Prof. MSc. Hugo Souza Iniciando o módulo 03 da primeira unidade, iremos abordar sobre o Modelo Cliente-Servidor
Figura 01 Kernel de um Sistema Operacional
01 INTRODUÇÃO 1.5 ESTRUTURA DOS SISTEMAS OPERACIONAIS O Sistema Operacional é formado por um Conjunto de rotinas (denominado de núcleo do sistema ou kernel) que oferece serviços aos usuários e suas aplicações
Bem-vindo à geração Nextoo. altus evolução em automação
Bem-vindo à geração Nextoo evolução em automação Série Nexto A nova geração de controladores A Altus apresenta a nova geração de Controladores Programáveis. A Série Nexto foi desenvolvida com o conceito
Características e Configuração da Série Ponto
Série Ponto A Série Ponto oferece a melhor solução para sistemas de controle distribuído com E/S remotas. Possui uma arquitetura flexível que permite o acesso a módulos remotos via diferentes padrões de
NETALARM GATEWAY Manual Usuário
NETALARM GATEWAY Manual Usuário 1 Índice 1. Introdução... 3 2. Requisitos de Instalação... 3 3. Instalação... 3 4. Iniciando o programa... 5 4.1. Aba Serial... 5 4.2. Aba TCP... 6 4.3. Aba Protocolo...
Arquitetura de Computadores. Introdução aos Sistemas Operacionais
Arquitetura de Computadores Introdução aos Sistemas Operacionais O que é um Sistema Operacional? Programa que atua como um intermediário entre um usuário do computador ou um programa e o hardware. Os 4
Guia de Especificação. Vijeo Citect
Guia de Especificação Vijeo Citect Guia de Especificação Vijeo Citect > Este documento destina-se à auxiliar nas especificações do software SCADA Vijeo Citect. > Descreve as licenças disponíveis e mostra
Sistemas Distribuídos Capítulos 3 e 4 - Aula 4
Sistemas Distribuídos Capítulos 3 e 4 - Aula 4 Aula passada Threads Threads em SDs Processos Clientes Processos Servidores Aula de hoje Clusters de Servidores Migração de Código Comunicação (Cap. 4) Fundamentos
UMG 104-Mais do que um simples Multímetro UMG 104
UMG 104 UMG 104-Mais do que um ples Multímetro O UMG 104 equipado com um DSP de 500 MHz (processador de sinal digital) é um analisador de tensão muito rápido e potente. A varredura contínua dos 8 canais
A ESCOLHA CERTA EM COMUNICAÇÕES WIRELESS
A ESCOLHA CERTA EM COMUNICAÇÕES WIRELESS Descrição As necessidades de telemedição (ou telemetria) e telecomando têm sido cada vez mais utilizadas nas mais variadas aplicações, principalmente onde o volume
INDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. CONFIGURAÇÃO MÍNIMA... 4 3. INSTALAÇÃO... 4 4. INTERLIGAÇÃO DO SISTEMA... 5 5. ALGUNS RECURSOS... 6 6. SERVIDOR BAM...
1 de 30 INDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. CONFIGURAÇÃO MÍNIMA... 4 3. INSTALAÇÃO... 4 3.1. ONDE SE DEVE INSTALAR O SERVIDOR BAM?... 4 3.2. ONDE SE DEVE INSTALAR O PROGRAMADOR REMOTO BAM?... 4 3.3. COMO FAZER
MÓDULO 7 Modelo OSI. 7.1 Serviços Versus Protocolos
MÓDULO 7 Modelo OSI A maioria das redes são organizadas como pilhas ou níveis de camadas, umas sobre as outras, sendo feito com o intuito de reduzir a complexidade do projeto da rede. O objetivo de cada
Manual do usuário. Softcall Java. versão 1.0.5
Manual do usuário Softcall Java versão 1.0.5 Sumário Iniciando SoftCall...3 Tela Principal...3 Configurando o SoftCall...4 Agenda...5 Incluindo um contato...5 Procurando um contato...6 Apagando um contato...6
O uso do CP em sinalização de ferrovias
O uso do CP em sinalização de ferrovias Introdução Um Sistema de Sinalização e Controle ferroviário é responsável por garantir a segurança das operações de movimentação dos trens, permitindo a operação
PIMS Process Information Management System
INTRODUÇÃO O setor industrial vem sofrendo constantes pressões para alcançar a excelência operacional, objetivando garantir sua competitividade. Algumas das principais pressões observadas são: redução
Software de gerenciamento de impressoras
Software de gerenciamento de impressoras Este tópico inclui: "Usando o software CentreWare" na página 3-10 "Usando os recursos de gerenciamento da impressora" na página 3-12 Usando o software CentreWare
RICS. Remote Integrated Control System Release 2.76. Apresentação do Produto
RICS Remote Integrated Control System Release 2.76 Apresentação do Produto Índice Informações Principais Instalação do RICS Configuração do RICS Introdução Capítulo I Requisitos dos Instrumentos Requisitos
MSc Eliton Smith [email protected]. Gerenciamento e Administração de Redes
MSc Eliton Smith [email protected] Gerenciamento e Administração de Redes 2 Gerência de Redes ou Gerenciamento de Redes É o controle de qualquer objeto passível de ser monitorado numa estrutura de
ICORLI. INSTALAÇÃO, CONFIGURAÇÃO e OPERAÇÃO EM REDES LOCAIS e INTERNET
INSTALAÇÃO, CONFIGURAÇÃO e OPERAÇÃO EM REDES LOCAIS e INTERNET 2010/2011 1 Protocolo TCP/IP É um padrão de comunicação entre diferentes computadores e diferentes sistemas operativos. Cada computador deve
HSE High Speed Ethernet (Novo padrão em backbones de redes de automação fieldbus )
HSE High Speed Ethernet (Novo padrão em backbones de redes de automação fieldbus ) Disciplina: Redes de Alta Velocidade Jean Willian de Moraes 782 Odemil Camargo 971 PAUTA DA APRESENTAÇÃO Evolução dos
1. CAPÍTULO COMPUTADORES
1. CAPÍTULO COMPUTADORES 1.1. Computadores Denomina-se computador uma máquina capaz de executar variados tipos de tratamento automático de informações ou processamento de dados. Os primeiros eram capazes
PowerSpy Sistema de Monitoramento de Painéis de Distribuição
PowerSpy Sistema de Monitoramento de Painéis de Distribuição Uma solução completa para a medição e monitoramento de um vasto conjunto de grandezas elétricas, com indicações de valores individuais para
Sistemas de Supervisão e IHM s Automação Semestre 01/2015
Sistemas de Supervisão e IHM s Automação Semestre 01/2015 Engenharia de Controle e Automação Introdução Sistemas Supervisórios são sistemas digitais de monitoração e operação da planta que gerenciam as
REWIND e SI.MO.NE. Sistema de monitoramento para grupos geradores
REWIND e SI.MO.NE. Sistema de monitoramento para grupos geradores SISTEMA SICES Rewind e SI.ces MO.nitoring NE.twork (SI.MO.NE.) Sistema de monitoramento remoto REWIND Rewind é um módulo microprocessado
- SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE ENXOVAL HOSPITALAR - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS MÍNIMAS
- SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE ENXOVAL HOSPITALAR - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS MÍNIMAS I - Aspectos gerais: 1. Sistema eletrônico para gestão e rastreamento do enxoval hospitalar, composto por etiquetas dotadas
Rotina de Discovery e Inventário
16/08/2013 Rotina de Discovery e Inventário Fornece orientações necessárias para testar a rotina de Discovery e Inventário. Versão 1.0 01/12/2014 Visão Resumida Data Criação 01/12/2014 Versão Documento
Gerência da Informação nos Processos de Automação Industrial
Gerência da Informação nos Processos de Automação Industrial Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Redes Industriais Professor Affonso Alessandro J. de Souza / Affonso Guedes Objetivos Discorrer
Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor
Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor Desenvolvimento de Sistemas Cliente Servidor Prof. Esp. MBA Heuber G. F. Lima Aula 1 Ciclo de Vida Clássico Aonde estamos? Page 2 Análise O que fizemos
Evolução de Protocolos de Comunicação
Evolução de Protocolos de Comunicação Sérgio Yoshio Fujii [email protected] Ethan Boardman [email protected] Agenda do Mini-Curso Evolução de protocolos de comunicação: Protocolos proprietários
CSI IT Solutions. Facilidade de uso
CSI IT Solutions WebReport2 Gestão de Ambiente de Impressão O CSI WebReport dá aos gestores de TI o poder de uma gestão integral através do acesso fácil às informações gerenciais de impressões. O sistema
Interface Ethernet DNP3 Servidor
Descrição do Produto O módulo é uma interface de comunicação Ethernet para a UTR Hadron. Permite a integração da UTR HD3002 com centros de controle através do protocolo DNP3. Operando como um servidor
Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO
Conceitos básicos e serviços do Sistema Operacional Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Tipos de serviço do S.O. O S.O.
FAÇA FÁCIL: DRIVER IGS PARA COMUNICAÇÃO DE PROTOCOLOS PROPRIETÁRIOS INTRODUÇÃO
FAÇA FÁCIL: DRIVER IGS PARA COMUNICAÇÃO DE PROTOCOLOS PROPRIETÁRIOS INTRODUÇÃO O Driver IGS possui um módulo de configuração que possibilita a comunicação com protocolos proprietários. Trata-se do Driver
ENQUALAB-2005 - Encontro para a Qualidade de Laboratórios 7 a 9 de junho de 2005, São Paulo, Brasil
ENQUALAB-2005 - Encontro para a Qualidade de Laboratórios 7 a 9 de junho de 2005, São Paulo, Brasil DESENVOLVIMENTO DE UM PROCESSO PARA AVALIAÇÃO DE MEDIÇÕES DE VAZÃO E BS&W Danielle S. Silva 1, Filipe
Sistemas de Supervisão e Aquisição de Dados. SCADA - Supervisory Control and Data Aquisition
Sistemas de Supervisão e Aquisição de Dados SCADA - Supervisory Control and Data Aquisition São sistemas que utilizam software para monitorar e supervisionar as variáveis e os dispositivos de sistemas
Introdução à Arquitetura de Computadores
1 Introdução à Arquitetura de Computadores Hardware e software Organização de um computador: Processador: registradores, ALU, unidade de controle Memórias Dispositivos de E/S Barramentos Linguagens de
Aula 02 Conceitos básicos elipse. INFORMÁTICA INDUSTRIAL II ENG1023 Profª. Letícia Chaves Fonseca [email protected]
Aula 02 Conceitos básicos elipse INFORMÁTICA INDUSTRIAL II ENG1023 Profª. Letícia Chaves Fonseca [email protected] 1. Introdução O Elipse E3 trabalha totalmente orientado para a operação
Base Interface Ethernet Industrial
Descrição do Produto O módulo, integrante da Série Ponto, é uma interface Ethernet Industrial para as UCP s PO3242 e PO3342. A interface liga-se às redes Ethernet Industrial, estando de acordo com a norma
