Nível aplicação e protocolos para streaming
|
|
|
- Fernanda Teixeira Prado
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Nível aplicação e protocolos para streaming
2 Notas para leitura prévia Esta apresentação, enquadrada como uma parte complementar de protocolos de suporte para aplicações baseadas em streaming, corresponde a uma introdução à problemática de protocolos para multimedia networking, que é tratada nas secções 7.1 a 7.3 do capítulo 7 do livro base de suporte à disciplina Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 2
3 Organização do capítulo Protocolos para streaming Protocolos RTP e SIP Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 3
4 Multimedia vs. Qualidade de Serviço Aplicações multimedia: network audio and video ( continuous media ) QoS Assegurar nível de desempenho necessário para que as aplicações funcionem 7: Multimedia Networking 7-4
5 Aplicações Multimédia sobre a Internet Classes destas aplicações: 1) Streaming stored audio and video (video on-demand) 2) Streaming live audio and video (IP TV, IP Radio,...) 3) Real-time interactive audio and video (IP Phone, Video conference,...) Características fundamentais: Tipicamente sensíveis ao atraso (latência da comunicação) Atraso extremo a extremo jitter Mas toleram perca de pacotes: pequenas percas provocam defeitos toleráveis na percepção do som ou imagem Jitter : variação do tempo de trânsito (delay) dos pacotes do mesmo fluxo O contrário das aplicações elásticas que toleram variação da capacidade mas não toleram perca de dados Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 5
6 IP Phone, Video Conference,... Aplicações interactivas em tempo real Requisitos extremo a extremo: áudio: < 150 mili segundos bom, < 400 mili segundos ainda aceitável Mas inclui o tempo para digitalizar, empacotar, trânsito pela rede,... Início de sessão: Como é que se sabe os endereços. formatos ou codificações ou digitalização usados pelos interlocutores e como se encontram ou localizam esses interlocutores? Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 6
7 Exemplo de digitalização do som O sinal analógico é amostrado (sampled) a um ritmo constante Comnicação por telefone: 8,000 amostras / s Qualidade CD: amostras / s Cada amostra é quantificada (aproximada por um valor) Por exemplo 2 8 =256 valores possíveis Cada valor é representado em bits 8 bits permitem representar 256 valores possíveis Exemplo: amostras/s, com 256 valores possíveis cada, implica uma velocidade de transmissão de 64 Kbps O receptor volta a realizar a conversão para sinal analógico Implica necessariamente alguma perda de informação Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 7
8 Requisitos de capacidade Aplicações multimédia têm que transmitir informação multimédia. Um bom ponto de partida é analisar os requisitos de capacidade, necessários para transmitir este tipo de informação. Exemplos com som codificado PCM pulse code modulation : Voz telefónica codificada em 8 bits (2 8 = 256 valores distintos): com 8 KHz de frequência de amostragem, o som exige 8 x = 64 Kbps por canal Som do CD codificado em 16 bits: x 16 = 705,6 Kbps (mono) ou 1,411 Mbps (stereo) Exemplos com som codificado com compressão: Telefone e IP Radio: 8 Kbps (G.729), 13 Kbps (GSM) Internet telephony (VoIP): Kbps (G.723.3) MPEG 1 Layer 3 (ou MP3): 96 Kbps, 128 Kbps ou 160 Kbps - som estéreo de qualidade quase comparável à de CD) MPEG 1 for CD-ROM video quality (1.5 Mbps), DVD-Video (3-6 Mbps) Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 8
9 CODECS (COder DECoders, COmpressor DECompressor) Um CODEC é um dispositivo hardware com software, ou um circuito VLSI, que realiza a transformação do sinal analógico para uma codificação digital ou vice-versa (code / decode). Há CODECS simples como os CODECS PCM dos telefones digitais ou das centrais telefónicas. Estes dispositivos apenas transformam o som codificado de forma analógica em digital e vice versa através de uma amostragem de 8 bits com uma frequência de amostragem de 8 KHz. Há CODECS mais complexos como os CODECS MPEG-2 existentes nos DVDs, em placas para PC ou em software. Estes CODECS codificam / separam e comprimem / descomprimem vários canais de vídeo e de voz Há CODECS públicos, isto é, normalizados, e CODECS proprietários (patenteados e de utilização sujeita a pagamento). Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 9
10 IP Phone: desafios e soluções possíveis Os protocolos de transporte TCP e UDP providenciam um serviço sem garantias no que toca a capacidade, jitter ou atraso Soluções : UDP em vez de TCP: usar UDP para evitar os atrasos suplementares introduzidos pelo TCP quando há perca de pacotes Aramazenar e atrasar a reprodução (c/ buffering): Colocar em filas de espera os dados antes de os começar a reproduzir para o utilizador, para acomodar, tanto quanto possível, as variações do ritmo de chegada (jitter) Compensar: tentar compensar ao nível aplicação a eventual perca de pacotes (ex., Repetição, Piggybacking, FEQ Forward Error Correction ou Interleaving) Adaptar aompressão e resolução: adaptar o tipo de compressão e de resolução, isto é, o CODEC, à capacidade disponível Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 10
11 Latência e variação da latência (jitter): Atrasar a reprodução (playout delay) Antes de reproduzir (playout) o som recebido, a aplicação pode manter os dados numa fila de espera (buffer); desta forma existe a possibilidade de compensar, até certo nível, a variação ou jitter do tempo de trânsito Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 11
12 Como funciona o atraso de reprodução Cumulative data constant bit rate transmission variable network delay (jitter) client reception buffered data constant bit rate playout at client client playout delay time Os pacotes são emitidos, por exemplo, de 20 em 20 mili segundos, mas a diferença de tempo entre cada dois pacotes recebidos pode ser maior ou menor que 20 mili segundos Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 12
13 Que valor para o playout delay? Playout Delay. Quanto maior for o playout delay maior é a capacidade de acomodar um maior jitter e maior é a probabilidade de não perder pacotes. Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 13
14 Playout Delay Playout Delay. Quanto maior for o playout delay maior é a capacidade de acomodar um maior jitter e maior é a probabilidade de não perder pacotes. Com efeito, os pacotes que chegam depois de esgotado o playout delay são ignorados e é como se se tivessem perdido, mas os que chegarem antes ainda são aproveitados. O problema é que um playout delay junta-se ao atraso de extremo a extremo para tornar a situação cada vez pior para o ouvinte. Em resumo: se o atraso médio é Am e se se usa um playout delay de D, então o atraso de extremo a extremo passa a ser em média Am+D. Alternativa mais sofisticada: adoptar um playout delay variável e adaptável à situação da rede em função do tempo de trânsito médio. Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 14
15 Como tratar a perca de pacotes: compensar em vez de recuperar A perca de pacotes numa aplicação de tempo real é tomada num sentido lato: pacotes que nunca chegam ou que chegam depois de um limite de tempo, o que os torna inúteis. As técnicas de retransmissão, como na transferência de dados, não se aplicam: introduzem aumento do tempo de transferência e da respectiva variância (jitter) e obrigariam a um playout delay demasiado grande Os diferentes parâmetros (perca de pacotes, tempo de trânsito e jitter) são críticos e numa rede de pacotes é bastante normal termos RTT significativos e variáveis, mesmo sem retransmissões. Assim, as técnicas que se usam para compensar a perca de pacotes baseiam-se, geralmente, não em retransmitir, mas em tentar compensar as percas através de algum tipo de informação redundante (FEC- Forward Error Correction) ou de interleaving (que é uma outra técnica usada para distribuir o impacto das percas). Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 15
16 Como compensar os pacotes perdidos É sempre possível tentar compensar os pacotes perdidos no receptor. Se o receptor detecta um pacote perdido pode repetir o último ou interpolar. Repetir é o mais fácil do ponto de vista computacional. Interpolar é mais pesado. Técnicas de repetição e/ou interpolação conseguem compensar as percas quando estas se mantêm dentro de limites aceitáveis (por exemplo inferiores a 1%). Em alternativa podem usar-se técnicas especiais na emissão: FEC, Piggybacking e Interleaving FEC (Forward Error Correction). A ideia é enviar após cada N pacotes, um pacote redundante calculado como sendo o XOR dos anteriores. Desta forma é possível compensar até 1 pacote perdido de N em N pacotes. Introduzir um stream redundante de qualidade inferior (piggybacking). Finalmente, é também possível distribuir as repercussões das percas através de uma técnica designada interleaving. Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 16
17 Resumo: soluções a nível aplicacional para problemas do nível rede usar UDP evitando assim os atrasos impostos pelo TCP devido à sua fiabilidade Cliente: playout delay adaptativo para compensar o jitter Servidor: adaptar a capacidade exigida pelo stream à disponível entre o cliente e o servidor Compensar os erros (por cima do UDP, ao nível aplicacional) FEC, interleaving, ou compensar os erros através de um stream redundante (ver Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 17
18 Organização do capítulo Protocolos para streaming Protocolos RTP SIP Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 18
19 Real-Time Protocol (RTP) O RTP especifica a estrutura dos pacotes que contém áudio e vídeo RFC Providencia Identificação do tipo do conteúdo Diferentes payloads com diferentes codificações possíveis Números de sequência Etiquetas temporais (timestamps) O RTP é um protocolo aplicacional: só processado ao nível dos sistemas finais. Os pacotes (ou datagramas) RTP são transportados em UDP Interoperação: se duas aplicações de IP Phone distintas usam RTP, devem poder funcionar em conjunto Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 19
20 RTP funciona sobre o UDP As RTP libraries providenciam uma interface que estende o UDP com: payload type identification (CODEC) packet sequence numbering (números de sequência) time-stamping (etiquetas temporais) Payload Campos principais: Payload Type Seq. Number Timestamp SSID outros campos adicionais Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 20
21 Cabeçalho RTP Payload Type (7 bits): Indica o tipo de codificação (CODEC) usado. Se o emissor resolver alterá-lo, indica-o ao receptor mudando este campo. Payload type 0: PCM mu-law, 8KHz, 64 kbps Payload type 3, GSM, 8KHz, 13 kbps Payload type 7, LPC, 8KHz, 2.4 kbps Payload type 9, G KHz, Kbps Payload type 15, G728 8KHz, 16Kbps Payload type 26, Motion JPEG Payload type 31. H.261 Payload type 33 MPEG2 video Sequence Number (16 bits): incrementado em cada pacote enviado o que permite detectar a perca ou troca dos pacotes. Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 21
22 Continuação Timestamp field (32 bits). Reflecte o momento em que os dados contidos no pacote foram gerados em termos do relógio usado para realizar a amostragem para a digitalização: Com som, o timestamp clock é tipicamente incrementado de 1 por cada período de amostragem (em cada 125 micro segundos quando se faz amostragem a 8 KHz ou vezes por segundo) Se cada pacote contiver 160 amostras, o valor deste campo é incrementado de 160 em cada pacote. O valor deste relógio continua a ser incrementado mesmo que a fonte esteja inactiva e não emita pacotes. SSRC field (32 bits). Identifica a fonte do stream. Uma sessão RTP pode ter vários streams e cada um deve ter um valor de SSRC diferente. Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 22
23 Desenvolvimento de aplicações com RTP/UDP RTP libraries (C, JAVA, ) que providenciam uma interface que estende o UDP com: payload type identification (CODEC) packet sequence numbering (números de sequência) time-stamping (etiquetas temporais) Payload API, Sockets UDP Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 23
24 RTSP Real Time Streaming Protocol Protocolo do nível sessão (out-of-banda), para controlo de sessões de transmissão de streaming a partir de streaming media servers (setup, pause, resume, playback, fast-forward, rewind) Pode usar TCP ou UDP (porto 544) Simples implementação via WEB: Session Presentation Files: referências para múltiplos ficheiros de media streaming, com diferentes possíveis formatos /codificações (ex., rtsp://server.example.com/twister/audio /hifi) Utilização de RTP como protocolo para media stream delivery Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 24
25 RTSP Real Time Streaming Protocol: presentation files Protocolo do nível sessão (out-of-banda), para controlo de sessões de transmissão de streaming a partir de streaming media servers (setup, pause, resume, playback, fast-forward, rewind) Pode usar TCP ou UDP (porto 544) Simples implementação via WEB: Session Presentation Files: referências para múltiplos ficheiros de media streaming, com diferentes possíveis formatos /codificações (ex., rtsp://server.example.com/twister/audio /hifi) Utilização de RTP como protocolo para media stream delivery Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 25
26 Organização do capítulo Protocolos para streaming Protocolos RTP SIP Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 26
27 SIP Session Initiation Protocol Visão: (longo prazo?) Um dia todas as chamas telefónicas, os chats, os jogos e as vídeo conferências serão realizadas sobre a Internet Os interlocutores terão nomes internet ou endereços de correio electrónico (ao invés de números de telefone) É possível chegar à pessoa chamada mesmo que esta esteja fora da rede habitual, independentemente do dispositivo (terminal) que está a usar e do endereço IP do mesmo. Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 27
28 SIP - Session Initiation Protocol Este protocolo providencia mecanismos para um utilizador estabelecer uma sessão interactiva com outro ou outros utilizadores, negociar CODECS, terminar a sessão, etc. Uma sessão interactiva pode ser uma chamada telefónica, uma videoconferência ou uma simples sessão de chat. Providencia mecanismos para determinar o endereço IP de cada participante. Este endereço pode mudar em função da localização e do dispositivo usado pelo participante. Os participantes são identificados por endereços SIP que são semelhantes a endereços de correio electrónico. Providencia mecanismos para a gestão da sessão, nomeadamente: mudança dos fluxos usados e respectiva codificação, entrada de novos participantes, transferência das chamadas, colocação da chamada em espera, etc. Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 28
29 Exemplo simples A Alice envia a mensagem de estabelecimento da sessão (INVITE) e indica o seu endereço IP, porta e CODEC (PCM, VP0). A mensagem do Bob aceita a sessão (200 OK) e indica o seu endereço IP, a porta e o CODEC (GSM, VP3) O protocolo SIP pode usar TCP ou UDP. A porta por defeito é Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 29
30 Outras hipóteses Negociação do CODEC: Supondo que o Bob não tem o CODEC PCM pode responder com: 606 Not Acceptable Reply and list of acceptable encoders. A Alice pode então repetir a mensagem INVITE com o CODEC adequado. Rejeição da chamada: Códigos possíveis: busy, gone, payment required, forbidden. O conteúdo multimédia pode ser enviado por RTP sobre UDP ou por qualquer outro protocolo. Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 30
31 Outro exemplo mais completo INVITE SIP/2.0 Via: SIP/2.0/UDP From: To: Call-ID: Content-Type: application/sdp Content-Length: 885 c=in IP m=audio RTP/AVP 0 Notas: Sintaxe das mensagens SMTP sdp = session description protocol Call-ID é único para cada chamada tal como as mensagens SMTP Neste caso o endereço IP do Bob é desconhecido pelo que serão necessários servidores suplementares A Alice envia e recebe as mensagens a partir da porta SIP por defeito: 506 A Alice especifica no cabeçalho via a opção Via que está a usar SIP 2.0 sobre UDP e que o seu endereço é Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 31
32 Localização dos utilizadores O utilizador que inicia a chamada só tem o nome ou o endereço do interlocutor. Necessita do endereço IP do terminal do interlocutor: Este pode mover-se Tem diferentes terminais com endereços diferentes (PC, PDA, telefone móvel pessoal, telefone do carro, telefone de casa, do escritório,...) O resultado pode depender de: hora de quem chama (não quer receber chamadas do trabalho em casa) do estado (disponibilidade para atender a chamada ou não) Os servidores SIP: SIP registrar server SIP proxy server Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 32
33 Servidor SIP Registrar Quando Bob liga o seu terminal, este envia a mensagem SIP REGISTER para o seu servidor SIP (trata-se de uma função semelhante à do servidor de Instant Messaging). O SIP Registrar é semelhante ao servidor de DNS do domínio do utilizador. Register Message: REGISTER sip:domain.com SIP/2.0 Via: SIP/2.0/UDP From: sip:[email protected] To: sip:[email protected] Expires: 3600 Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 33
34 SIP Proxy A Alice envia a mensagem INVITE para o seu servidor proxy Contendo o endereço sip:[email protected] O Proxy é responsável por encaminhar as mensagens SIP para o utilizador chamado Provavelmente através de diferentes proxies O chamado responde através da mesma cadeia de proxies O Proxy devolve a mensagem SIP de resposta à Alice Contendo o endereço IP de Bob Nota: o proxy é análogo ao servidor local de DNS Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 34
35 Cenário de funcionamento do SIP Material de suporte às aulas de Redes de Computadores de J. Legatheaux Martins Copyright DI - FCT/ UNL Aplicações Internet / 35
36 Exemplo: SIP em acção Caller with places a call to [email protected] (1) Jim envia INVITE para o SIP proxy de umass (2) Proxy redirige o pedido para o registrar de upenn (3) O servidor de upenn Retorna uma mensagem de redirect response, indicando que deve tentar [email protected] (4) O proxy umass envia INVITE ao resgistrar eurecom. (5) o registrar eurecom redirige INVITE para , que é o cliente SIP de keith. (6-8) respostas SIP (9) media enviado directamente entre os clientes Nota: são enviadas mensagens SIP ack que não são mostradas 7: Multimedia Networking 36
Cap. 2 O nível aplicação. (3ª parte)
Cap. 2 O nível aplicação (3ª parte) Nota prévia A estrutura da apresentação é semelhante e utiliza algumas das figuras, textos e outros materiais do livro de base do curso James F. Kurose and Keith W.
Multimédia, Qualidade de Serviço (QoS): O que são?
Multimédia, Qualidade de Serviço (QoS): O que são? Aplicações Multimédia: áudio e vídeo pela rede ( meios contínuos ) QoS a rede oferece às aplicações o nível de desempenho necessário para funcionarem.
2 Q-20102010. Prof. Roberto Jacobe ([email protected])
INF-207 Sistemas Computacionais para Processamento Multimídia Sistemas Multimídia Aula 04 Redes Multimídia 2 Q-20102010 Prof. Roberto Jacobe ([email protected]) Prof. Marcelo Z. do Nascimento ([email protected])
Protocolos Multimídia. Alunos: Roberto Schemid Rafael Mansano
Alunos: Roberto Schemid Rafael Mansano Exemplos de Aplicações Multimídia Mídia Armazenada: conteúdo gravado e armazenado play/pause/rewind/forward Streaming : vê o conteúdo enquanto baixa o arquivo evita
Instituto Superior Técnico. Projecto VoIP. Sistema IVVR
Instituto Superior Técnico Projecto VoIP Sistema IVVR 68239 Rui Barradas 68477 Helton Miranda 68626 Ludijor Barros 72487 Bruna Gondin Introdução O objectivo deste projecto é desenvolver um sistema de Interactive
Redes de Computadores
Redes de Computadores Prof. Marcelo Gonçalves Rubinstein Programa de Pós-Graduação em Engenharia Eletrônica Faculdade de Engenharia Universidade do Estado do Rio de Janeiro Ementa Introdução a Redes de
3 Qualidade de serviço na Internet
3 Qualidade de serviço na Internet 25 3 Qualidade de serviço na Internet Além do aumento do tráfego gerado nos ambientes corporativos e na Internet, está havendo uma mudança nas características das aplicações
Aplicações e redes multimédia
Aplicações e redes multimédia Aplicações multimédia Streaming de áudio e vídeo RTSP, RTP Telefonia pela Internet RTCP, RTP, SIP Disciplinas de serviço e policiamento de tráfego Serviços integrados RSVP
Redes de Computadores
Redes de Computadores Multimédia Prof. António Casimiro / José Rufino Email: docentes [email protected] 2015/2016 Multimédia e Qualidade de Serviço Aplicações multimédia: Áudio e vídeo
Protocolo de Sinalização SIP
Protocolos de Sinalização Protocolos com processamento distribuído e clientes/terminais inteligentes SIP - Session Initiation Protocol, desenvolvido pelo IETF para comunicação multimídia pela Internet
Contribuição acadêmica
Contribuição acadêmica Origem deste trabalho em cadeiras do curso de mestrado na COPPE/UFRJ; Continuidade da contribuição acadêmica através do laboratório RAVEL: desenvolvimento de sw para apoio; intercâmbio
Redes de Computadores. Trabalho de Laboratório Nº7
Redes de Computadores Curso de Eng. Informática Curso de Eng. de Electrónica e Computadores Trabalho de Laboratório Nº7 Análise do tráfego na rede Protocolos TCP e UDP Objectivo Usar o Ethereal para visualizar
Fluxos Multimédia Armazenados
Fluxos Multimédia Armazenados Técnicas de transmissão de fluxos ao nível da camada de aplicação para obter os melhores resultados dos serviços melhor esforço: buffers no lado do cliente uso de UDP versus
Redes Mul)mídia. Tópicos. Streaming de Áudio e Vídeo. Aplicações de Rede Mul:mídia Introdução Classes de Aplicações Mul:mídia
Redes Mul)mídia Streaming de Áudio e Vídeo Mário Meireles Teixeira Departamento de Informá:ca UFMA 2012 Tópicos Aplicações de Rede Mul:mídia Introdução Classes de Aplicações Mul:mídia Áudio e Vídeo de
11. VOZ SOBRE IP. VoIP. 25 Capitulo 11
11. VOZ SOBRE IP 11.1 INTRODUÇÃO Voz com qualidade de operador (carrier-grade voice) significa o seguinte: - Elevada disponibilidade. Um operador tem a rede disponível 99.999% do tempo (down-time< 5min.
Redes de Computadores
Redes de Computadores Prof. Marcelo Gonçalves Rubinstein Programa de Pós-Graduação em Engenharia Eletrônica Faculdade de Engenharia Universidade do Estado do Rio de Janeiro Ementa Introdução a Redes de
Introdução ao protocolo SIP*
Introdução ao protocolo SIP* 1. SIP (Session Initiation Protocol) Pode se dizer que SIP trata se de um protocolo de controle referente à camada de aplicações do Modelo de Referência OSI (Open System Interconnection),
CAMADA DE TRANSPORTE
Curso Técnico de Redes de Computadores Disciplina de Fundamentos de Rede CAMADA DE TRANSPORTE Professora: Juliana Cristina de Andrade E-mail: [email protected] Site: www.julianacristina.com
03.04 Streaming de Vídeo
03.04 Streaming de Vídeo Redes de Serviços e Comunicações Multimédia RSCM/ISEL-DEETC-SRC/2004 1 Streaming Dados multimédia que são consumidos à mesma velocidade que é enviado pela Internet ou outro tipo
Sistemas Multimédia. Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP. Francisco Maia [email protected]. Redes e Comunicações
Sistemas Multimédia Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP Redes e Comunicações Francisco Maia [email protected] Já estudado... Motivação Breve História Conceitos Básicos Tipos de Redes Componentes
Arquitecturas Multimédia
Arquitecturas Multimédia FEUP/DEEC/RBL 2002/03 José Ruela Arquitecturas para Comunicações Multimédia Arquitectura Multimédia IETF» Session Initiation Protocol (SIP)» Session Announcement Protocol (SAP)»
Camadas de Transporte, Sessão & Apresentação. Função. Camadas REDES x TRANSPORTE. Redes de Computadores Prof. Leandro C. Pykosz
Camadas de Transporte, Sessão & Apresentação Redes de Computadores Prof. Leandro C. Pykosz Função A camada de Transporte fica entre as camadas de nível de aplicação (camadas 5 a 7) e as de nível físico
Transmissão de Voz em Redes de Dados (VoIP)
Transmissão de Voz em Redes de Dados (VoIP) Telefonia Tradicional PBX Telefonia Pública PBX Rede telefônica tradicional usa canais TDM (Time Division Multiplexing) para transporte da voz Uma conexão de
Redes de Computadores. Protocolos de comunicação: TCP, UDP
Redes de Computadores Protocolos de comunicação: TCP, UDP Introdução ao TCP/IP Transmission Control Protocol/ Internet Protocol (TCP/IP) é um conjunto de protocolos de comunicação utilizados para a troca
Redes de Computadores I Licenciatura em Eng. Informática e de Computadores 1 o Semestre, 26 de Outubro de 2005 1 o Teste A
Redes de Computadores I Licenciatura em Eng. Informática e de Computadores 1 o Semestre, 26 de Outubro de 2005 1 o Teste A Número: Nome: Duração: 1 hora O teste é sem consulta O teste deve ser resolvido
SIP. Fabrício Tamusiunas. Comitê Gestor Internet BR
SIP Fabrício Tamusiunas Comitê Gestor Internet BR SIP RFC 3261 (antiga RFC 2543) Protocolo de controle que trabalha na camada de aplicação Permite que EndPoints encontrem outros EndPoints Gerencia sessões
REDES DE COMPUTADORES
REDES DE COMPUTADORES 09/2013 Cap.3 Protocolo TCP e a Camada de Transporte 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura da bibliografia básica. Os professores
USO GERAL DOS PROTOCOLOS SMTP, FTP, TCP, UDP E IP
USO GERAL DOS PROTOCOLOS SMTP, FTP, TCP, UDP E IP SMTP "Protocolo de transferência de correio simples (ou em inglês Simple Mail Transfer Protocol ) é o protocolo padrão para envio de e- mails através da
Prof. Samuel Henrique Bucke Brito
- QoS e Engenharia de Tráfego www.labcisco.com.br ::: [email protected] Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução Em oposição ao paradigma best-effort (melhor esforço) da Internet, está crescendo
VoIP. Redes de Longa Distância Prof. Walter Cunha
Redes de Longa Distância Prof. Walter Cunha As principais tecnologias de Voz sobre Rede de dados: Voz sobre Frame Relay Voz sobre ATM Voz sobre IP VoIP sobre MPLS VoIP consiste no uso das redes de dados
Introdução. Funcionalidades Principais. Protótipo: Fluxo de execução do Programa Cliente
Introdução O protótipo de cliente IPTV proposto diferencia-se pelo módulo de sinalização utilizado em VoD, tanto para estabelecimento como a nível do controlo da sessão. O modelo de sinalização proposto
Redes de Computadores 1 o Exame
Redes de Computadores 1 o Exame 28 de Junho de 2006 Nota prévia As respostas erradas nas questões de escolha múltipla descontam a cotação dessa questão a dividir pelo número de alternativas. O exame tem
F n u d n a d ment n os o Vo V I o P Introdução
Tecnologia em Redes de Computadores Fundamentos de VoIP Professor: André Sobral e-mail: [email protected] Introdução VoIP (Voice over Internet Protocol) A tecnologia VoIP vem sendo largamente utilizada
Redes de Computadores
s de Computadores Prof. Macêdo Firmino Revisão do Modelo de Camadas da Internet (TCP/IP) Macêdo Firmino (IFRN) s de Computadores Novembro de 2012 1 / 13 Modelo de Camadas Revisão de de Computadores Os
REDES DE COMPUTADORES I 2007/2008 LEIC - Tagus-Park TPC Nº 2. Avaliação sumária da matéria do Capítulo 2
REDES DE COMPUTADORES I 2007/2008 LEIC - Tagus-Park TPC Nº 2 Avaliação sumária da matéria do Capítulo 2 Pergunta: 1 A figura (ver Anexo) ilustra três diagramas de mensagens referentes a pedidos que clientes
Redes de Comunicações Capítulo 6.1
Capítulo 6.1 6.1 - Técnicas de Comutação 1 WAN s Wide Area Networks Uma WAN é uma rede dispersa por uma grande área física, sob o controlo de uma administração única e baseada em circuitos dedicados (exemplo:
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Modelos e arquitecturas 14/15 Sistemas Distribuídos 1 Modelos arquitecturais 14/15 Sistemas Distribuídos 2 Camadas de Software: o Middleware Aplicações Middleware Sistema Operativo
7. DIVULGAÇÃO DE VÍDEOS E SOM VIA REDE MÉTODO STREAMING
7. DIVULGAÇÃO DE VÍDEOS E SOM VIA REDE Internet meio por excelência para a divulgação de todo o tipo de informação. Na época da 2ª guerra mundial, os cientistas necessitavam de divulgar, trocar informações
Prof. Daniel Hasse. Multimídia e Hipermídia
Prof. Daniel Hasse Multimídia e Hipermídia AULA 02 Agenda: Algoritmos de Codificação/Decodificação; Codec de Áudio. Atividade complementar. Algoritmos de Codificação/Decodificação - Comunicação tempo real,
Redes de Computadores
Redes de Computadores Técnicas de comutação Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Bragança Maio de 2006 WAN s Wide Area Networks Uma WAN é uma rede dispersa por uma grande área
Intelbras GKM 2210T. 1. Instalação
1 Intelbras GKM 2210T 1. Instalação 1º Conecte a fonte de alimentação na entrada PWR, o LED Power acenderá; 2º Conecte a porta WAN do GKM 2210 T ao seu acesso à internet (porta ethernet do modem). O LED
3. Explique o motivo pelo qual os protocolos UDP e TCP acrescentam a informação das portas (TSAP) de origem e de destino em seu cabeçalho.
Entregue três questões de cada prova. Prova de 2011-02 1. Descreva duas maneiras de estabelecer uma conexão entre processos na camada de transporte sem o conhecimento da porta (TSAP) ao qual o servidor
APLICAÇÃO REDE APLICAÇÃO APRESENTAÇÃO SESSÃO TRANSPORTE REDE LINK DE DADOS FÍSICA 1/5 PROTOCOLOS DE REDE
1/5 PROTOCOLOS DE O Modelo OSI O OSI é um modelo usado para entender como os protocolos de rede funcionam. Para facilitar a interconexão de sistemas de computadores, a ISO (International Standards Organization)
REDES CONVERGENTES PROFESSOR: MARCOS A. A. GONDIM
REDES CONVERGENTES PROFESSOR: MARCOS A. A. GONDIM Roteiro Introdução a Redes Convergentes. Camadas de uma rede convergente. Desafios na implementação de redes convergentes. Introdução a Redes Convergentes.
Subunidade 6: publicação
Disciplina de Aplicações Informáticas B Subunidade 6: publicação Professor: Miguel Candeias Aluno: Francisco Cubal, nº11 12ºA Ano lectivo 2010/2011 1. Divulgação de vídeos e som via rede 1.1. A Internet
Comunicando através da rede
Comunicando através da rede Fundamentos de Rede Capítulo 2 1 Estrutura de Rede Elementos de comunicação Três elementos comuns de comunicação origem da mensagem o canal destino da mensagem Podemos definir
A Família de Protocolos RTP
A Família de Protocolos RTP O que não é Não é um protocolo que trate de reserva de recursos ou de garantias de qualidade de serviço para serviços de tempo real. Não existem mecanismos que garantam a entrega
Streaming vídeo com RTSP e RTP
Descrição da tarefa de programação a ser feita na disciplina de Redes de Alto Desempenho (RAD) SSC-144. Turmas A e B. A tarefa de programação é referente ao Capítulo 7 do Livro: Redes de Computadores e
A Camada de Transporte
A Camada de Transporte Romildo Martins Bezerra CEFET/BA s de Computadores II Funções da Camada de Transporte... 2 Controle de conexão... 2 Fragmentação... 2 Endereçamento... 2 Confiabilidade... 2 TCP (Transmission
Modelos de Camadas. Professor Leonardo Larback
Modelos de Camadas Professor Leonardo Larback Modelo OSI Quando surgiram, as redes de computadores eram, em sua totalidade, proprietárias, isto é, uma determinada tecnologia era suportada apenas por seu
Protocolos de Redes Revisão para AV I
Protocolos de Redes Revisão para AV I 01 Aula Fundamentos de Protocolos Conceituar protocolo de rede; Objetivos Compreender a necessidade de um protocolo de rede em uma arquitetura de transmissão entre
4. Qual seria o impacto da escolha de uma chave que possua letras repetidas em uma cifra de transposição?
Prova de 2011-02 1. Descreva duas maneiras de estabelecer uma conexão entre processos na camada de transporte sem o conhecimento da porta (TSAP) ao qual o servidor remoto esteja associado. 2. Estabelecer
Camada de Transporte. Protocolos TCP e UDP
Camada de Transporte Protocolos TCP e UDP Protocolo UDP Protocolo de transporte da Internet sem gorduras Serviço best effort, segmentos UDP podem ser: perdidos entregues fora de ordem para a aplicação
Guia de Conectividade Worldspan Go Res! A V A N Ç A D O
Guia de Conectividade Worldspan Go Res! A V A N Ç A D O Í n d i c e Considerações Iniciais...2 Rede TCP/IP...3 Produtos para conectividade...5 Diagnosticando problemas na Rede...8 Firewall...10 Proxy...12
Redes de Computadores. Revisões
Redes de Computadores Revisões Classifique, com V ou F, as afirmações seguintes! A comunicação entre sistemas (ex: computadores), tendo em vista a execução de aplicações telemáticas, só é possível se existir
SIP Session Initiation Protocol
Session Initiation Protocol Carlos Gustavo A. da Rocha Session Initiation Protocol Desenvolvido pelo IETF RFC 2543 (Fev 1999) RFC 3261 (Jun 2002) É um protocolo de sinalização para sessões multimídia Negociação;
Teia de alcance mundial (World Wide Web WWW) Web composta de
Web Teia de alcance mundial (World Wide Web WWW) Web composta de Agentes de usuário para a Web (browsers) Servidores Web Protocolo de transferência de hipertexto (HyperText Transfer Protocol HTTP) Web
Redes de Computadores
Redes de Computadores 11 de Junho de 2004 Nota prévia O exame tem duração de duas horas e 30 minutos. Não se esqueça de identificar todas as folhas com o seu nome e número. Só poderá haver desistências
Rede de Computadores
Escola de Ciências e Tecnologia UFRN Rede de Computadores Prof. Aquiles Burlamaqui Nélio Cacho Luiz Eduardo Eduardo Aranha ECT1103 INFORMÁTICA FUNDAMENTAL Manter o telefone celular sempre desligado/silencioso
Redes - Internet. Sumário 26-09-2008. Aula 3,4 e 5 9º C 2008 09 24. } Estrutura baseada em camadas. } Endereços IP. } DNS -Domain Name System
Redes - Internet 9º C 2008 09 24 Sumário } Estrutura baseada em camadas } Endereços IP } DNS -Domain Name System } Serviços, os Servidores e os Clientes } Informação Distribuída } Principais Serviços da
Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural
Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP Modelo Arquitetural Motivação Realidade Atual Ampla adoção das diversas tecnologias de redes de computadores Evolução das tecnologias de comunicação Redução dos
Redes de Computadores. 1 Questões de múltipla escolha. TE090 - Prof. Pedroso. 17 de junho de 2015
TE090 - Prof. Pedroso 17 de junho de 2015 1 Questões de múltipla escolha Exercício 1: Suponha que um roteador foi configurado para descobrir rotas utilizando o protocolo RIP (Routing Information Protocol),
Redes TCP/IP. Prof. M.Sc. Alexandre Fraga de Araújo. [email protected]. INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Campus Cachoeiro de Itapemirim
Redes TCP/IP [email protected] O que é a Internet? Milhões de elementos de computação interligados: hospedeiros = sistemas finais Executando aplicações Enlaces de comunicação: fibra, cobre, rádio,
Capítulo 7 Redes multimídia
Capítulo 7 Redes multimídia Nota sobre o uso destes slides ppt: Estamos disponibilizando estes slides gratuitamente a todos (professores, alunos, leitores). Eles estão em formato do PowerPoint para que
Redes de Computadores Aula 3
Redes de Computadores Aula 3 Aula passada Comutação: circuito x pacotes Retardos e perdas Aula de hoje Protocolo em camadas Aplicações C/S x P2P Web Estruturando a Rede Como organizar os serviços de uma
Redes Multimídia. Professor: Renê Furtado Felix Email: [email protected]. Redes II - UNIP 1
Redes Multimídia Professor: Renê Furtado Felix Email: [email protected] Redes II - UNIP 1 As exigências de funcionamento das aplicações multimídia divergem significamente daquelas tradicionais aplicações
Serviços de Comunicações RELATÓRIO LABORATORIAL IMPLEMENTAÇÃO DE SOLUÇÃO IP PBX
Serviços de Comunicações RELATÓRIO LABORATORIAL IMPLEMENTAÇÃO DE SOLUÇÃO IP PBX 19 de Dezembro de 2014 Carlos Leocádio - [email protected] Tiago Ferreira - [email protected] Departamento de Engenharia Electrotécnica
Teleprocessamento e Redes
Teleprocessamento e Redes Aula 19: 29 de junho de 2010 1 camada de transporte camada de rede 2 Questão 1 (Kurose/Ross) camada de transporte camada de rede Um processo em um host C tem um socket UDP com
Qualidade em Servicos de Rede Prof. Eduardo Maronas Monks Roteiro de Laboratorio Camada de Transporte Parte II
Qualidade em Servicos de Rede Prof. Eduardo Maronas Monks Roteiro de Laboratorio Camada de Transporte Parte II 1) Explicar os seguintes mecanismos e conceitos do protocolo TCP: 1. Slow Start O algoritmo
Redes de Computadores. Camada de Transporte
Redes de Computadores Camada de Transporte Objetivo! Apresentar as características da camada de transporte da arquitetura TCP/IP! Apresentar os serviços fornecidos pela camada de transporte! Estudar os
Vodafone ADSL Station Manual de Utilizador. Viva o momento
Vodafone ADSL Station Manual de Utilizador Viva o momento 3 4 5 5 6 6 7 8 9 12 12 14 16 17 18 19 20 21 22 22 23 23 24 24 24 25 26 27 Ligar o Router LEDs Configuração do Router Aceder à ferramenta de configuração
ENHANCED SERVER FAULT- TOLERANCE FOR IMPROVED USER EXPERIENCE. André Esteves nº3412 David Monteiro
ENHANCED SERVER FAULT- TOLERANCE FOR IMPROVED USER EXPERIENCE André Esteves nº3412 David Monteiro INTRODUÇÃO É proposto uma arquitectura de servidor Web dividida que tolera perfeitamente tanto falhas na
Redes de Computadores e a Internet
Redes de Computadores e a Internet Magnos Martinello Universidade Federal do Espírito Santo - UFES Departamento de Informática - DI Laboratório de Pesquisas em Redes Multimidia - LPRM 2010 Camada de Aplicação
Introdução ao VoIP Codecs
Introdução ao VoIP Codecs Carlos Gustavo A. da Rocha Introdução ao VoIP Relembrando Telefonia analógica usa frequências captadas como voz humana na faixa de 0 a 4000Khz Para digitalizar a voz é necessário
Redes e Telecomunicações
Redes e Telecomunicações Comunicação Processo pelo qual uma informação gerada num ponto (origem) é transferida para outro ponto (destino) Telecomunicações Telecomunicação do grego: tele = distância do
MÓDULO 7 Modelo OSI. 7.1 Serviços Versus Protocolos
MÓDULO 7 Modelo OSI A maioria das redes são organizadas como pilhas ou níveis de camadas, umas sobre as outras, sendo feito com o intuito de reduzir a complexidade do projeto da rede. O objetivo de cada
6 de Julho de 2015. Exercício 23 Para que servem portas na camada de transporte?
Lista de Exercícios Camada de Transporte GBC-056 Arquitetura de Redes de Computadores Bacharelado em Ciência da Computação Universidade Federal de Uberlândia 6 de Julho de 2015 Exercício 1 Para que serve
Redes de Computadores
Redes de Computadores Folha de Exercícios 2 Proposta de Resolução 1 Calcule o tempo total necessário para transmitir um ficheiro (transmission delay ou latência de transferência de extremo a extremo) com
Informática I. Aula 22. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 22-03/07/06 1
Informática I Aula 22 http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 22-03/07/06 1 Critério de Correção do Trabalho 1 Organização: 2,0 O trabalho está bem organizado e tem uma coerência lógica. Termos
Alan Menk Santos [email protected] www.sistemasul.com.br/menk. Redes de Computadores e Telecomunicações. Camada de Transporte 03/06/2013
Alan Menk Santos [email protected] www.sistemasul.com.br/menk Redes de Computadores e Telecomunicações. Modelo de Referência OSI 1 Segundo Tanenbaum, a camada de transporte não é simplesmente outra
Redes de Computadores II
Redes de Computadores II UDP Prof: Ricardo Luís R. Peres Tem como objetivo prover uma comunicação entre dois processos de uma mesma sessão que estejam rodando em computadores dentro da mesma rede ou não.
Porta Série. Trabalhos Práticos AM 2007/2008. Porta Série. Objectivos
3 Objectivos - Configurar os parâmetros associados à comunicação série assíncrona. - Saber implementar um mecanismo de menus para efectuar a entrada e saída de dados, utilizando como interface um terminal
Protocolos Sinalização
Tecnologia em Redes de Computadores Fundamentos de VoIP Professor: André Sobral e-mail: [email protected] São protocolos utilizados para estabelecer chamadas e conferências através de redes via IP; Os
Multiplexador. Permitem que vários equipamentos compartilhem um único canal de comunicação
Multiplexadores Permitem que vários equipamentos compartilhem um único canal de comunicação Transmissor 1 Receptor 1 Transmissor 2 Multiplexador Multiplexador Receptor 2 Transmissor 3 Receptor 3 Economia
Há dois tipos de configurações bidirecionais usados na comunicação em uma rede Ethernet:
Comunicação em uma rede Ethernet A comunicação em uma rede local comutada ocorre de três formas: unicast, broadcast e multicast: -Unicast: Comunicação na qual um quadro é enviado de um host e endereçado
Sistemas e Conteúdos Multimédia. 4.4. Áudio. Nuno Miguel Gil Fonseca [email protected]
Sistemas e Conteúdos Multimédia 4.4. Áudio Nuno Miguel Gil Fonseca [email protected] O som é um fenómeno físico causado pela vibração da matéria (p. ex. a pele de um tambor) A vibração provoca
UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos
UNIVERSIDADE Sistemas Distribuídos Ciência da Computação Prof. Jesus José de Oliveira Neto Comunicação Inter-Processos Sockets e Portas Introdução Sistemas distribuídos consistem da comunicação entre processos
www.victorpinheiro.jimdo.com www.victorpinheiro.jimdo.com
SERVIÇOS DE REDES DE COMPUTADORES Prof. Victor Guimarães Pinheiro/[email protected] www.victorpinheiro.jimdo.com www.victorpinheiro.jimdo.com Modelo TCP/IP É o protocolo mais usado da atualidade
UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Engenharia Departamento de Informática
90 minutos * 24.05.2013 =VERSÃO A= 1 1. Esta teste serve como avaliação de frequência às aulas teóricas. 2. Leia as perguntas com atenção antes de responder. São 70 perguntas de escolha múltipla. 3. Escreva
Cap 01 - Conceitos Básicos de Rede (Kurose)
Cap 01 - Conceitos Básicos de Rede (Kurose) 1. Quais são os tipos de redes de computadores e qual a motivação para estudá-las separadamente? Lan (Local Area Networks) MANs(Metropolitan Area Networks) WANs(Wide
