autoridade tributária e aduaneira
|
|
|
- Eduarda Castilhos Canedo
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Classificação: Segurança: Processo: Ofício Circulado N.º: ãl(t.lq O Entrada Geral:~-.("~.~ N. 0 Identificação Fiscal (NIF): Sua Ref.ª: Técnico: Exmos. Senhores Subdiretores-Gerais Diretor da UGC Diretores de Serviços Diretores de Finanças Chefes de Finanças Assunto: REGIME DE TRIBUTAÇÃO DOS ORGANISMOS DE INVESTIMENTO COLETIVO - PREENCHIMENTO ANEXOS E E G DA DEC. MOO. 3 DE IRS - Enquadramento O Decreto-Lei n.2 7 /205, de 3 de janeiro, procedeu à reforma do regime de tributação dos organismos de investimento coletivo (OIC), alterando o Estatuto dos Benefícios Fiscais (EBF), aprovado pelo Decreto-Lei n.2 25/89, de de julho, o Código do Imposto do Selo, aprovado pela Lei n.2 50/99, de de novembro e a Lei n. º 64-A/2008, de 3 de dezembro. O novo regime é aplicável aos rendimentos obtidos após de julho de 205 por fundos de investimento mobiliário, fu ndos de investimento imobiliário, sociedades de investimento mobiliário e sociedades de investimento imobiliário que se constituam e operem de acordo com a legislação nacional (cfr. n.2 do artigo 7.2 do Decreto-Lei n.2 7 /205). Na ótica dos partici pantes/sócios dos OIC, o novo regime de tributação dos rendimentos das unidades de participação ou das participações sociais por aqueles auferidos encontra-se consagrado no artigo 22.2-A do EBF e incide apenas sobre a parte dos rendimentos gerados a partir de de julho de 205 (cfr. n.2 9 do artigo 7.2 do Decreto-Lei n.2 7/205). Para além das alterações introduzidas pelo decreto-lei antes mencionado, no âmbito da Reforma do IRS operada pela Lei n.2 82-E/204, de 3 de dezembro e com relevância para o enquadramento jurídico-tributário dos rendimentos pagos por OIC aos seus participantes, pessoas singulares, foram introduzidas alterações nas normas de incidência das Categori as E e G. Av. Engenheiro Duarte Pacheco, 28 9.º LISBOA Tel: (+35) Fax: (+35) [email protected] Centro de Atendimento Telefónico: (+35)
2 Com o objetivo de divulgar as características essenciais do novo regime dos OIC e esclarecer eventuais dúvidas de interpretação suscitadas pelo mesmo foi divulgada a Circu lar n.2 6/205, de 7 de junho. Verificando-se, contudo, que subsistem ainda algumas dúvidas quanto ao correto enquadramento jurídicotributário dos rendimentos pagos por OIC aos seus participantes, pessoas singulares residentes em território português, bem como quanto ao cumprimento das obrigações declarativas (Anexos E, F e G da Declaração Modelo 3 do IRS), procede-se à divulgação do entendimento sancionado por despacho da Senhora Diretora-Geral da Autoridade Tributária e Aduaneira, de e esclarecem-se alguns aspectos relacionados com o preenchimento da declaração Modelo 3 de IRS no que se refere aos rendimentos em causa. li - Tributação dos rendimentos de unidades de participação ou participações sociais nos OIC obtidos por pessoas singulares residentes em território português, fora do âmbito de uma atividade comercial, industrial ou agrícola. Os rendimentos de unidades de participação ou de participações sociais obtidos por pessoas singulares residentes em território português, fora do âmbito de uma atividade comercial, industrial ou agrícola, são, em conformidade com o disposto no artigo 22.º-A do EBF, tributados em IRS nos seguintes termos: i. No caso de rendimentos distribuídos. por retenção na fonte à taxa prevista no n.2 do artigo 7.º do Código do IRS, ou seja, 28%, tendo esta retenção caráter definitivo (cfr. artigo 22.º-A, n.º, ai. a), ai. i) do EBF); No caso de rendimentos decorrentes do resgate de unidades de participação ou de participações sociais, por retenção na fonte a título definitivo, à taxa previ sta no n.2 do artigo 72.º do Código do IRS, ou seja, à taxa de 28% (cfr. artigo 22.2-A, n.2, ai. b) do EBF); i Nos restantes casos, nos termos previstos no Código do IRS (cfr. artigo 22.2-A, n.2, ai. e) do EBF). 2. Não obstante a natureza definitiva conferida pela lei à retenção na fonte, os sujeitos passivos de IRS residentes em território português, qu e obtenham aqueles rendimentos fora do âmbito de uma atividade comercial, industrial ou agrícola, podem, nos termos do n.º 2 do artigo 22.º-A do EBF, podem optar pelo respetivo englobamento, caso em que o imposto retido tem a natureza de imposto por conta, nos termos do artigo 78.º do Código do IRS. OfCir// 2/6
3 3. Quanto à qualificação dos rendimentos obtidos pelos participantes dos OIC e gerados após de julho de 205, importa atender ao tipo de OIC (fundos de investimento mobiliário/sociedades de investimento mobiliário ou fundos de investimento imobiliário/sociedades de investimento imobiliário) de onde provêm os rendimentos. 4. Assim, tratando-se de rendimentos de unidades de participação em fundos de investimento imobiliário e de participações sociais em sociedades de investimento imobiliário, incluindo as mais-valias que resultem da respetiva transmissão onerosa, resgate ou liquidação, os mesmos são considerados rendimentos de bens imóveis, nos termos do n.2 3 do artigo 22.2-A do EBF. 5. Consequentemente, os rendimentos das unidades de participação em fundos de investimento imobiliário e das participações sociais em sociedades de investimento imobiliário, a que seja aplicável o regime do artigo 22.2-A do EBF, aditado pelo Decreto-Lei n.2 7 /205, de 3 de janeiro (em vigor a partir de de julho de 205), são considerados: i. Rendimentos prediais (Categoria F), tratando-se de rendimentos distribuídos; Mais-valias ou menos-va lias imobiliárias (Categoria G), no caso de rendimentos decorrentes do resgate ou da liquidação; i Mais-valias ou menos-va lias imobiliárias (Categoria G), tratando-se de rendimentos decorrentes da transmissão onerosa de unidades de participação ou de participações sociais. 6. Tratando-se de rendimentos de unidades de participação em fundos de investimento mobiliário e de participações em sociedades de investimento mobi liário, estes são considerados: i. Rendimentos de capitais (Categoria E) no caso de rendimentos distribuídos (alínea j) do n.2 2 do art do Código do IRS); Mais-valias ou menos-valias mobiliárias (Categoria G), no caso de rendimentos decorrentes do resgate ou da liquidação (Subalínea 5) da alínea b) do n.2 do art do Código do IRS); i Mais-valias ou menos-valias mobiliárias (Categoria G), tratando-se de rendimentos decorrentes da transmissão onerosa de unidades de participação ou de participações sociais (alínea b) do n.2 do art do Código do IRS). OfCir// 3/6
4 li - Preenchimento dos Anexos E, F e G 7. A Portaria n.º 404/205, de 6 de novembro, aprovou os novos modelos de impressos da declaração Modelo 3 e respetivas instruções de preenchimento, para o cumprimento das obrigações declarativas no ano de 206, por referência ao ano fisca l de No caso específico dos rendimentos dos OIC foram introduzidas alterações relevantes nos Anexos E, F e G da Declaração Modelo 3 do IRS, importando definir os termos em que devem ser cumpridas as obrigações declarativas. 9. Assim, no caso de rendimentos a que seja aplicável o regime previsto no artigo 22.2 do EBF na redação em vigor até 30 de junho de 205 (artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 7/205, de 3 de janeiro), deverá observar-se o seguinte: i. Trata ndo-se de rendimentos distribuídos por fundos de investimento (mobiliário ou imobiliário) ou sociedades de investimento (mobiliário ou imobiliário), quando o sujeito passivo pretenda exercer a opção pelo respetivo englobamento. os mesmos devem ser inscritos no Quadro 48 do Anexo E, com o Código E30; As mais-valias e as menos-valias decorrentes de operações de resgate ou de liquidação de unidades de participação ou de participações sociais em fundos de investimento (mobiliário ou imobiliário) ou em sociedades de investimento (mobiliário e imobiliário), quando o sujeito passivo pretenda exercer a opção pelo seu englobamento. devem ser inscritas no Quadro 0 do, com o Código G30; i As mais-valias e as menos-valias decorrentes da transmissão onerosa de unidades de participação ou de participações sociais devem ser inscritas no Quadro 09 do, com os Códigos G22 ou G2, consoante se trate, respetivament e, de fundos ou sociedades de investimento mobiliário ou de fundos ou sociedades de investimento imobiliário, podendo o sujeito passivo optar pelo englobamento destes rendimentos (no Quadro 5 do ). 0. Tratando-se de rendimentos a que seja aplicável o regime previsto no artigo 22.º-A do EBF, ou seja, rendimentos gerados após de julho de 205, deve observar-se o seguinte: 0. Rendimentos respeitantes a unidades de participação ou a participações sociais em fundos de investimento mobiliário ou em sociedades de investimento mobiliário, respetivamente: OfCír// 4 / 6
5 i. No caso de rendimentos dist ribuídos, quando o respetivo titular pretenda optar pelo englobamento, devem os mesmos ser inscritos no Quadro 4B do Anexo E, com o Código E3; As mais-valias e as menos-valias decorrentes de operações de resgate ou de liquidação de unidades de participação ou de pa rticipações sociais naquelas entidades, quando o sujeito passivo pretenda exercer a opção pelo seu englobamento, devem ser inscrit as no Quadro 0 do, com o Código G3; i As mais-valias e as menos-valias decorrentes da transmissão onerosa de unidades de participação ou de participações sociais em fundos de investimento mobiliário ou em sociedades de investimento mobiliário, devem ser inscritas no Quadro 09 do, com o Código G22, podendo o sujeito passivo optar pelo respetivo englobamento (no Quadro 5 do ). 0.2 Rendimentos respeita ntes a unidades de participação ou a participações sociais em fundos de investimento imobiliário ou em sociedades de investimento imobiliário, respetivamente: i) No caso de rendimentos distribuídos, quando o respetivo titular pretenda optar pelo englobamento, devem os mesmos ser inscritos no Quadro 8 do Anexo F; ii) As mais-valias e as menos-valias decorrentes de operações de resgate ou de liquidação de unidades de participação ou de participações sociais naquelas entidades, quando o sujeito passivo pretenda exercer a opção pelo seu englobamento, devem ser inscritas no Quadro llb do, com o Código G4; iii) As mais-va lias e as menos-valias decorrentes da transmissão onerosa de unidades de participação ou de participações socia is em, respetiva mente, fundos de investimento imobiliário ou sociedades de investimento imobiliário devem ser inscritas no Quadro lla do, com o Código G40. Est as mais-valias e menos-valias são de englobamento obrigatório, sendo-lhes aplicáveis as regras de tributação previstas nos artigos 42.º e seguintes do Código do IRS.. Por último, considerando razões de simplificação e agilização do preenchimento do Quadro 9 do, mantém-se a possibilidade de declarar as operações de alienação onerosa de outros valores mobiliários que não sejam partes sociais agregando os valores mobiliários por ano de aquisição OfCir// 5 / 6
6 Anexo: Quadro síntese - Rendimentos pagos por OIC. Com os melhores cumprimentos, A Subdiret ora-geral --,:---c::--~-::s: { Teresa Gil OfClr// 6 / 6
7 Mapa Anexo Ofício-Circulado -";;.:,...,-:-... ANC) Z05.. OIIGfMISM05 DElrtVESJNNIO COLEIM).ma..:.5~""' ---' PAS.MJSDE 5,,f'orádo.~ dé ufflli ~,auliilrfmlll.. Regime em vigor de a Regime em vigor a partir de Operação Categoria Rendimento Regime Tributação Englobamento (Obrigatório/Opção) Obrigaçõe.s declarat ivas Ano Fiscal 205 Categoria Rendimento Regime Tributação Englobamento (Obrigatório/Opção) Obrigações declarativas Ano Fiscal 205 Fundos de Investimento Mobiliário Fundos de Investimento Imobiliário Anexo E Retenção na Fonte Rendimentos Isento de IRS (2) E (l l Opção (2) Quadro 48 E (ll Taxa Liberatória de Distribuídos Código E30 28% (3) G (S) G (S) Retenção na Fonte Resgate I Isento de IRS (6) (mais-valias Opção (6) Quadro 0 (mais-valias Taxa Especial Liquidação mobiliárias) Código G30 mobiliárias) Definitiva de 28% (7) Declaração AnexoG G (8) G (8) obrigatória, com Quadro 9 Alienação (mais-valias Regras do CIRS (mais-valias Regras do CIRS (9) opção pelo Código G22 mobiliárias) mobiliárias) englobamento (3) Quadro 5 Anexo E Rendimentos Isento de IRS (0) Retenção na Fonte I E (ll Opção (0) Quadro 48 F () Taxa Liberatória de Distribuídos Código E30 28% (3) G (S) G (2) Retenção na Fonte Resgate I Isento de IRS (0) (mais-valias Opção (0) Quadro 0 (mais-valias Taxa Especial Liquidação mobiliárias) CódiRoG30 imobiliárias) Definitiva de 28% (7 Declaração G (8 G (2) obrigatória, com Quadro 9 Alienação (mais-valias Regras do CI RS (mais-valias Regras do CIRS (9) opção pelo CódigoG2 mobiliárias) imobiliárias) englobamento(3) Quadro 5 Opção (4) Opção (4) Declaração obrigatória, com opção pelo englobamento{4) Opção (4) Opção 4) Declaração e englobamento obrigatórios(ls) Anexo E Quadro 48 Código E3 Quadro 0 Código G3 Quadro 9 Código G22 Quadro 5 Anexo F Quadro 8 Quadro 8 CódiRO G4 Quadro lla Código G40 Legenda: () (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (0) () (2) (3) (4) (5) Artigo 5.2, n.2 2, ai. j) do CIRS; Artigo 22.2, n.2, ai. a), ) e 2) e n.2 2 do E8F, na redação em vigor até (artigo 7.2 do Decreto- Lei n.2 7/205, de 3 de janeiro); Artigo 22.2-A, n.2, ai. a), subalínea i) do EBF, aditado pelo Decreto-lei n.2 7/ 205, de 3 de janeiro (em vigor a partir de ); Artigo 22.2-A, n.2 2 do E8F, aditado pelo Decreto-lei n.2 7 /205, de 3 de janeiro (em vigor a partir de ); Artigo 0.2, n.2, ai. b), 5) do CIRS; Artigo 22.2, n.2, ai. c) e n.2 2 do EBF, na redação em vigor até (artigo 7.2 do Decreto-lei n.2 7 / 205, de 3 de janeiro); Artigo 22.2-A, n.2, ai. b) do E8F, aditado pelo Decreto-lei n.2 7 /205, de 3 de janeiro (em vigor a partir de ); Artigo 0.2, n.2, ai. b) do CIRS; Artigo 22.2-A, n.2, alínea e) do E8F, aditado pelo Decreto-lei n.2 7 /205, de 3 de janeiro (em vigor a partir de ); Artigo 22.2, n.2s 6 e 7 do E8F, na redação em vigor até (artigo 7.2 do Decreto-lei n.2 7 / 205, de 3 de janeiro); Artigo 8.2 do CIRS conjugado com o artigo 22.2-A, n.2 3 do EBF, aditado pelo Decreto-Lei n.2 7 / 205, de 3 de janeiro (em vigor a partir de ); Artigo 0.2, n.2, ai. a) do CIRS conjugado com o artigo 22.2-A, n.2 3 do EBF, aditado pelo Decreto- Lei n.2 7 / 205, de 3 de janeiro (em vigor a partir de ); Artigo 0.2, n.2, ai. b) e artigo 2.2, do Código do IRS; Artigo 22.2-A, n.2, ai. e). do E8F e Artigos 0.2, n.2, ai. b) e 2.2, do Código do IRS; Artigo 22.2-A, n.2, ai. e) e n.2 3, do E8F e Artigo 0.2, n.2, ai. a), do Código do IRS. ~
RENDIMENTOS E RETENÇÕES A TAXAS LIBERATÓRIAS
R. P. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA DECLARAÇÃO (Art. 119.º, N.º 12, do CIRS) RENDIMENTOS E RETENÇÕES A TAXAS LIBERATÓRIAS MODELO 39 1 NÚMERO DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL NÚMERO DE
REGIÕES AUTÓNOMAS 01 N.º DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL (NIF) 02 PERÍODO REGIÕES AUTÓNOMAS REPARTIÇÃO DO VOLUME ANUAL DE NEGÓCIOS
MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2015 03 R P MINISTÉRIO DAS FINANÇAS AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA DECLARAÇÃO D E RENDIMENTOS Volume global de negócios não isento REGIÕES AUTÓNOMAS 01 Nº DE IDENTIFICAÇÃO
CÓDIGO DO IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS COLETIVAS E LEGISLAÇÃO CONEXA 233
Índice 5 ÍNDICE CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA 11 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA (Artigos selecionados) 12 LEI GERAL TRIBUTÁRIA 25 DECRETO-LEI N.º 398/98, DE 17 DE DEZEMBRO (Aprova a lei geral
Legislação. Publicação: Diário da República n.º 97/2016, 1º Suplemento, Série II de 2016-05-19, páginas 15806-(2) a 15806-(5)
Classificação: 060.01.01 Segurança: Pública Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma - Despacho n.º 6635-A/2016, de 19 de maio Estado: vigente Resumo: Despacho
IES - INFORMAÇÃO EMPRESARIAL SIMPLIFICADA (ENTIDADES RESIDENTES QUE NÃO EXERCEM, A TÍTULO PRINCIPAL, ATIVIDADE COMERCIAL, INDUSTRIAL OU AGRÍCOLA)
IES DECLARAÇÃO ANUAL (ENTIDADES RESIDENTES QUE NÃO EXERCEM, A TÍTULO PRINCIPAL, ATIVIDADE COMERCIAL, INDUSTRIAL OU AGRÍCOLA) 01 N.º DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL (NIPC) 02 EXERCÍCIO/PERÍODO 1 IES - INFORMAÇÃO
IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE IMÓVEIS
QUADRO DE BENEFÍCIOS E INCENTIVOS À REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIOS NAS ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA DO CONCELHO DE VILA FRANCA DE XIRA BENEFÍCIOS FISCAIS RELATIVOS AOS IMPOSTOS MUNICIPAIS SOBRE O PATRIMÓNIOP
B - QUADRO DE BENEFÍCIOS FISCAIS
B - QUADRO DE BENEFÍCIOS FISCAIS ASSOCIADOS AOS IMPOSTOS MUNICIPAIS E APOIOS E INCENTIVOS FINANCEIROS À REABILITAÇÃO 38 39 B - QUADRO DE BENEFÍCIOS FISCAIS ASSOCIADOS AOS IMPOSTOS MUNICIPAIS E APOIOS E
ORGANISMOS INVESTIMENTO COLETIVO. Síntese do Regime Tributário
ORGANISMOS INVESTIMENTO COLETIVO Síntese do Regime Tributário O presente trabalho tem como objetivo central abordar o regime de tributação dos rendimentos provenientes de fundos de investimento mobiliário
2.º SUPLEMENTO II SÉRIE ÍNDICE. Ministério das Finanças PARTE C. Segunda-feira, 14 de janeiro de 2013 Número 9
II SÉRIE Segunda-feira, 14 de janeiro de 2013 Número 9 ÍNDICE 2.º SUPLEMENTO PARTE C Ministério das Finanças Gabinete do Ministro: Despacho n.º 796-B/2013: Despacho que aprova as tabelas de retenção na
RENDIMENTOS E RETENÇÕES RESIDENTES
ORIGINAL PARA A AT MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 26 Os dados recolhidos são processados automaticamente, destinando-se à prossecução das atribuições legalmente cometidas à administração fi scal.
Legislação. Publicação: Diário da República n.º 109/2015, Série I, de 05/06, Páginas 3630-3632. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS. Portaria n.
MOD. 4.3 Classificação: 0 6 0. 0 1. 0 1 Segurança: P úbl i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma Portaria n.º 172/2015 Estado: vigente Resumo: Define
FISCALIDADE DAS COOPERATIVAS
FISCALIDADE DAS COOPERATIVAS [email protected] Lisboa, 04-06-2015 Constituição da República Portuguesa Artigo 85º 1. O Estado estimula e apoia a criação e a actividade de cooperativas. 2. A lei definirá os
autoridade tributária e aduaneira
Classificação: 21 0.25.02 Segurança: Uso Interno Processo: 13/2016 Im posto sobre Veículos Ofício Circulado N. 0 : 35.060 2016-09- 13 Entrada Geral: N. 0 Identificação Fiscal (NIF): O Sua Ref.ª: Técnico:
As diferenças encontram-se sublinhadas e a vermelho. 1 de 6
INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO PERIÓDICA NOTA INTRODUTÓRIA INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO PERIÓDICA NOTA INTRODUTÓRIA De acordo com o disposto na Portaria 375/2003, de 10 de Maio,
Concordata de 2004. Artigo 26
Concordata de 2004 Artigo 26 1. A Santa Sé, a Conferência Episcopal Portuguesa, as dioceses e demais jurisdições eclesiásticas, bem como outras pessoas jurídicas canónicas constituídas pelas competentes
DESIGNAÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA E ESTABELECIMENTOS CÓDIGO DA TABELA DE ATIVIDADES INDIQUE NÚMERO DECLARAÇÃO DO EXERCÍCIO CONSOLIDAÇÃO 1 ANTES DA
MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 015 ANTES DE PREENCHER ESTA DECLARAÇÃO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES QUE A ACOMPANHAM PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO 1 De / / a / / 0 ÁREA DA SEDE, DIREÇÃO EFETIVA OU ESTAB.
Constituição de Empresas e Fiscalidade em Cabo Verde. João Afonso Fialho
Constituição de Empresas e Fiscalidade em Cabo Verde João Afonso Fialho Sociedades Comerciais O potencial investidor externo pode constituir uma sociedade optando por qualquer tipo de sociedade previsto
05-01-2012 - Calendário Fiscal 2012 quando declarar e quando pagar impostos em 2012
05-01-2012 - Calendário Fiscal 2012 quando declarar e quando pagar impostos em 2012 Disponibilizamos o habitual Calendário Fiscal de 2012 produzido pelo Ministério das Finanças (Autoridade Tributária e
INFORMAÇÃO EMPRESARIAL SIMPLIFICADA - IES DECLARAÇÃO ANUAL. PERGUNTAS & RESPOSTAS Anexo I. Formulários ANEXO I
Formulários ANEXO I 192) UM EMPRESÁRIO INDIVIDUAL, APESAR DE REUNIR AS CONDIÇÕES PARA ESTAR ENQUADRADO NO REGIME SIMPLIFICADO DE TRIBUTAÇÃO EM IRS, OPTOU POR TER CONTABILIDADE ORGANIZADA. DEVE ENTREGAR
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE TÉCNICOS DE CONTABILIDADE
MAPA DE OBRIGAÇÕES FISCAIS E PARAFISCAIS DE JANEIRO 2015 Dia 12: IVA: Envio da declaração mensal referente ao mês de novembro de 2014 e anexos. IRS/IRC/SEGURANÇA SOCIAL: Declaração de rendimentos pagos
Sobretaxa extraordinária
Sobretaxa extraordinária Por Elsa Marvanejo da Costa Departamento de Consultoria da OTOC Atualizado em 29 09 2011 Nota: Agradece-se que coloque qualquer dúvida ou sugestão através da sua Pasta TOC ou para
GUIA PRÁTICO ENTIDADES CONTRATANTES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P
GUIA PRÁTICO ENTIDADES CONTRATANTES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P TÍTULO Guia Prático Entidades Contratantes (2034 v1.05) PROPRIEDADE Instituto da Segurança Social, I.P. AUTOR Departamento de Prestações
PRINCIPAIS BENEFÍCIOS FISCAIS DE INCENTIVO À REABILITAÇÃO URBANA 2014
PRINCIPAIS BENEFÍCIOS FISCAIS DE INCENTIVO À REABILITAÇÃO URBANA 2014 LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA E ENQUADRAMENTO A leitura da presente informação não dispensa a consulta da legislação em vigor Estatuto dos
BOLETIM INFORMATIVO REGIME FISCAL ESPECIAL ATIVOS POR IMPOSTOS DIFERIDOS. Lei nº. 61/2014, de 26 de agosto
Departamentos: Contabilidade, Auditoria e Fiscalidade BOLETIM INFORMATIVO 01 de Setembro de 2014 REGIME FISCAL ESPECIAL ATIVOS POR IMPOSTOS DIFERIDOS Lei nº. 61/2014, de 26 de agosto Pedro Moreira T.O.C
IVA - REGIME ESPECIAL DE ISENÇÃO PREVISTO NO ARTIGO 53.º DO CÓDIGO DO IVA
Classificação: 020.01.10 Seg.: P úbli ca Proc.: 2012 004921 DIREÇÃO DE SERVIÇOS DO IVA Of.Circulado N.º: 30138/2012 2012-12-27 Entrada Geral: N.º Identificação Fiscal (NIF): 770 004 407 Sua Ref.ª: Técnico:
INSTRUÇÃO N.º 29/2012 - (BO N.º 9, 17.09.2012) MERCADOS Mercados Monetários
INSTRUÇÃO N.º 29/2012 - (BO N.º 9, 17.09.2012) Temas MERCADOS Mercados Monetários ASSUNTO: Mercado de Operações de Intervenção (M.O.I.) - Direitos de Crédito Adicionais O Banco de Portugal, no uso da competência
DECLARAÇÃO PERIÓDICA
MINISTÉRIO DAS FINANÇAS DIRECÇÃO-GERAL DOS IMPOSTOS DECLARAÇÃO PERIÓDICA 01 NÚMERO DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL Prazo da declaração 03 IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO SERVIÇO DE FINANÇAS COMPETENTE (art.
RECEITAS DOS MUNICÍPIOS. Participação no IRS Derrama IMI IMT
RECEITAS DOS MUNICÍPIOS Participação no IRS Derrama IMI IMT 1. Introdução De acordo com a Lei n.º 73/2013, de 3 de Setembro (Lei das Finanças Locais), em vigor a partir de 1 de Janeiro de 2014, constituem
Tributação de Ativos e Operações Financeiras IR e IOF
Tributação de IR e IOF Atualizado em 05/09/16 Regra Geral IR: Conforme o prazo desde a aquisição 1-22,5% (até 180 dias); 20% (de 181 a 360 dias); 17,5% (de 361 a 720 dias) ou 15% (acima de 720 dias) Sobre
RENDIMENTOS DE CAPITAIS
MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2016 R. P. 1 CATEGORIA E 2 MINISTÉRIO DAS FINANÇAS AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA DECLARAÇÃO DE - IRS MODELO 3 Anexo E DE CAPITAIS 3 IDENTIFICAÇÃO DO(S) SUJEITO(S)
(SUJEITOS PASSIVOS DE IRS COM CONTABILIDADE ORGANIZADA) IDENTIFICAÇÃO DO TITULAR DO RENDIMENTO
01 IRS - ELEMENTOS CONTABILÍSTICOS E FISCAIS (SUJEITOS PASSIVOS DE IRS COM CONTABILIDADE ORGANIZADA) CATEGORIA B 1 CATEGORIA C CATEGORIA D 3 MINISTÉRIO DAS FINANÇAS (Campos de preenchimento obrigatório
de 2002, permanecem com a alíquota da Cofins reduzida a zero, em que pesem as alterações introduzidas pela Lei nº 10.865, de 2004.
DIVISÃO DE TRIBUTAÇÃO 4. Região Fiscal SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 1, DE 13 DE JANEIRO DE 2009 EMENTA: GFIP - Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social.
A taxa do IRC para as PME. Alguns aspetos a ter em conta para a sua utilização
A taxa do IRC para as PME Alguns aspetos a ter em conta para a sua utilização A reforma do IRC criou uma nova taxa de 17% (n.º 2 do artigo 87.º do Código do IRC) para pequenas e médias empresas, aplicável
FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 36º, nº 5, f) Assunto:
FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 36º, nº 5, f) Facturação - despacho do Director-Geral dos Impostos, em 24-07-2008 Conteúdo: O sujeito passivo A, exercendo a actividade de Comércio por
BENEFÍCIOS FISCAIS 01 N.º DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL (NIF) 02 PERÍODO RENDIMENTOS ISENTOS ISENÇÃO DEFINITIVA. do EBF)
MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2013 03 R. P. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA DECLARAÇÃO D E RENDIMENTOS BENEFÍCIOS FISCAIS 01 N.º DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL (NIF) 02 PERÍODO
PPR Taxa Garantida 2% + O PPR Taxa Garantida 2%+ é um plano de poupança que assegura:
Característi cas PPR Taxa Garantida 2% + O PPR Taxa Garantida 2%+ é um plano de poupança que assegura: Capital e rendimento mínimo garantido a uma taxa mínima garantida de 2% em cada ano durante o prazo
Constituem ainda elementos indicadores da qualificação, em termos substanciais, de uma locação como financeira,
ÍNDICE 1. NCRF 9 2. Regime Contabilístico 3. Regime Fiscal 4. IVA 5. Quadro Resumo 6. Exemplos 1. NORMA CONTABILÍSTICA E DE RELATO FINANCEIRO ( NCRF ) 9 Na sequência da publicação do Decreto-Lei n.º 158/2009,
O N O V O C Ó D I G O D O I M P O S T O S O B R E O R E N D I M E N T O D O T R A B A L H O
i N º 3 7 / 1 4 O N O V O C Ó D I G O D O I M P O S T O S O B R E O R E N D I M E N T O D O T R A B A L H O INTRODUÇÃO Em 22 de Outubro passado, no âmbito do projecto da Reforma Tributária angolana, foi
OLIVEIRA, REIS & ASSOCIADOS, SROC, LDA.
Calendário Fiscal de fevereiro de 2013 S T Q Q S S D 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 DIA 11 IVA declaração periódica e pagamento do imposto (regime normal mensal)
INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 35/2013. Recolhe NIF Base de incidência IVA Primavera Subquadro 1- artigo 78.º
INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 35/2013 ( Portaria 255/2013) Introdução: A presente informação visa dotar os técnicos da teoria necessária ao preenchimento dos diferentes campos das novos anexos do campo 40 e 41
ANTES DE PREENCHER LEIA ATENTAMENTE TODO O IMPRESSO E CONSULTE AS INSTRUÇÕES. Parte. Titular APÓS O INÍCIO DO ARRENDAMENTO
NTES DE PREENCHER LEI TENTMENTE TODO O IMPRESSO E CONSULTE S INSTRUÇÕES MODELO EM VIGOR PRTIR DE JNEIRO DE 2016 R. P. 1 CTEGORI F MINISTÉRIO DS FINNÇS UTORIDDE TRIUTÁRI E DUNEIR DECLRÇÃO DE RENDIMENTOS
ALTERAÇÕES AO IRS - 2015
ALTERAÇÕES AO IRS - 2015 Tax Lei nº 82 E/2014, de 31.12 Através desta Lei foi alterado o Código do IRS, o Código do Imposto do Selo, o Estatuto dos Benefícios Fiscais, a Lei Geral Tributária, o Código
REGIMES ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO DO OURO PARA INVESTIMENTO MÓDULO 4
REGIMES ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO MÓDULO 4 REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO DO OURO PARA INVESTIMENTO José Soares Roriz Março de 2011 4.1. Bens abrangidos pelo regime especial: O ouro que reúna as seguintes
Índice. Para que efeito deve ser usada cada operação de certificação? Qual o período de referência das operações de certificação?
Índice As operações de certificação Para que efeito deve ser usada cada operação de certificação? Qual o período de referência das operações de certificação? Qual o prazo para submissão das operações de
(nome do requerente ou denominação social), contribuinte (pessoa singular ou coletiva) n.º, com morada ou sede social em (Rua,
REQUERIMENTO DE PEDIDO DE CERTIDÃO DE DELIBERAÇÃO FUNDAMENTADA DE RECONHECIMENTO DO INTERESSE PÚBLICO MUNICIPAL NA REGULARIZAÇÃO DA ATIVIDADE PECUÁRIA (DL n.º 165/2014, de 5 de novembro) Exmo. Sr. Presidente
PRINCÍPIOS DA FISCALIDADE
PRINCÍPIOS DA FISCALIDADE 1. Objectivos Gerais O programa da presente disciplina tem por objectivo dar a conhecer aos alunos o conjunto de normas e princípios que regulam o nascimento, desenvolvimento
Impostos sobre o Rendimento Regulamento de Reavalição dos Activos Tangíveis
Impostos sobre o Rendimento Regulamento de Reavalição dos Activos Tangíveis Regulamento de Reavaliação dos Activos Tangíveis DECRETO N.º 71/2013 DE 23 DE DEZEMBRO Mostrando-se necessário proceder à reavaliação
Legislação. Publicação: Diário da República n.º 252/2014, 2.º Suplemento, Série I, de 31/12, Páginas 6546-(339) - 6546-(418).
Classificação: 0 6 0. 0 1. 0 1 Segurança: P ú b l i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Diploma Lei n.º 82-E/2014, de 31 de dezembro Estado: vigente Legislação Resumo:
DIREÇÃO DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO E APOIO AO CONTRIBUINTE
DIREÇÃO DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO E APOIO AO CONTRIBUINTE A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), que resulta da fusão da Direção-Geral dos Impostos (DGCI), da Direção-Geral das Alfândegas e dos Impostos
PPR SÉNIOR - 2ª Série
Plano Poupança Reforma TIPO DE CLIENTE Particulares, Profissionais Liberais e Empresas. SEGMENTO-ALVO Destina-se essencialmente a Clientes, com perfil conservador, com idade igual ou superior a 55 anos,
Ofício-Circulado 30014, de 13/01/2000 - Direcção de Serviços do IVA
Ofício-Circulado 30014, de 13/01/2000 - Direcção de Serviços do IVA IVA - OURO Ofício-Circulado 30014/00, de 13/01 - Direcção de Serviços do IVA IVA - OURO Tendo em vista a clarificação, junto da administração
GUIA PRÁTICO SUPLEMENTO ESPECIAL DE PENSÃO
GUIA PRÁTICO SUPLEMENTO ESPECIAL DE PENSÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/9 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Suplemento Especial de Pensão (7017-A v4.13) PROPRIEDADE
4 de Setembro 2012 Direito Fiscal
Orçamento Rectificativo Lei n.º 20/2012, DE 14 DE MAIO No âmbito da iniciativa para o reforço da estabilidade financeira foi publicada, no passado dia 14 de Maio a Lei n.º 20/2012 (Lei 20/2012) que entrou
Dicas de cálculo e declaração seu Imposto na Spinelli investhb
Dicas de cálculo e declaração seu Imposto na Spinelli investhb Tesouro Direto Apuração O Imposto de Renda incide sobre o total dos rendimentos auferidos nas vendas antecipadas, nos vencimentos de títulos
FORMULÁRIO CANDIDATURA PORTA 65 - JOVEM. Dados gerais. 15 Anexos Apresentados Nº. 1 do Art. 13º do DL 43/2010, de 30/Abril
FORMULÁRIO Dados gerais 1 Candidatura Nº. 2 Período 3 Tipo de agregado Isolado Jovem Casal Jovens em Coabitação 4 Matriz da habitação arrendada Distrito 5 Tipologia da habitação arrendada Concelho Freguesia
A forma e prazo de exercício da opção encontram-se regulados na Portaria n.º 215/2017, de 20 de julho.
Classificação: 0 2 0. 0 1. 1 0 Segurança: Processo: 2 0 1 8 0 0 1 6 6 3 ÁREA DE GESTÃO TRIBUTÁRIA-IVA Ofício Circulado N.º: 30203 de 2018-07-04 Entrada Geral: N.º Identificação Fiscal (NIF): 770 004 470
3450-C0160-1 2013-05-20 PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO. De 2012-01-01 a 2012-12-31 2012 ÁREA DA SEDE, DIREÇÃO EFETIVA OU ESTAB.
MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 0 DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS IRC MODELO Identificação da Declaração Data de Receção Comprovativo de Entrega da Declaração Modelo Via Internet Elementos para validação
Circular n.º 4 DGSS 16 dezembro 2014
Regulamento das comparticipações familiares devidas pela utilização dos serviços e equipamentos sociais, com acordo de cooperação Data de divulgação no site - 31 março 2015 Orientações gerais Comparticipações
Cód. Validação: 3450-C0607-2 2015-05-31 PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO ÁREA DA SEDE, DIREÇÃO EFETIVA OU ESTAB. ESTÁVEL
MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 05 0 PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO EXERCÍCIO De 0-0-0 a 0-- 0 0 R. P. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS IRC MODELO SERVIÇO
(DECRETO-LEI N.º 157/2005, DE 20 DE SETEMBRO)
REGIME ESPECIAL DE PRÉ- -APOSENTAÇÃO E DE APOSENTAÇÃO DO PESSOAL COM FUNÇÕES POLICIAIS DA POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA E DO PESSOAL DO CORPO DA GUARDA PRISIONAL (DECRETO-LEI N.º 157/2005, DE 20 DE SETEMBRO)
Conferência IDEFF/OTOC 8 de Outubro de 2010. A relação entre a Contabilidade e a Fiscalidade problemas fiscais
Conferência IDEFF/OTOC 8 de Outubro de 2010 A relação entre a Contabilidade e a Fiscalidade problemas fiscais Delimitação do tema Custos e proveitos contabilísticos que não são fiscalmente relevantes,
INSTRUÇÃO N.º 27/2012 - (BO N.º 9, 17.09.2012)
INSTRUÇÃO N.º 27/2012 - (BO N.º 9, 17.09.2012) Temas ESTATÍSTICAS Estatísticas das Operações com o Exterior ASSUNTO: Estatísticas de Operações e Posições com o Exterior No uso das competências atribuídas
1. OBJETIVOS VISADOS E TIPOLOGIA DAS OPERAÇÕES OU INVESTIMENTOS A APOIAR
FUNDO FLORESTAL PERMANENTE - DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCÊNDIOS APOIO AO FUNCIONAMENTO DAS EQUIPAS DE SAPADORES FLORESTAIS 2016 a 2018 (Portaria n.º 77/2015, de 16 de março, alterada pela Portaria n.º
Lei n.º 82-B/2014, de 31 de Dezembro (OE 2015) Lei n.º 82-C/2014, de 31 de Dezembro (Alterações ao IRC) Lei n.º 82-D/2014, de 31 de Dezembro
Lei n.º 82-B/2014, de 31 de Dezembro (OE 2015) Lei n.º 82-C/2014, de 31 de Dezembro (Alterações ao IRC) Lei n.º 82-D/2014, de 31 de Dezembro (Fiscalidade Verde) Lei n.º 82-E/2014, de 31 de Dezembro (Reforma
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS JÚRIS DOS CONCURSOS DE CONCESSÃO DE APOIO FINANCEIRO PROMOVIDOS PELO ICA. Artigo 1.º. Âmbito de Aplicação
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS JÚRIS DOS CONCURSOS DE CONCESSÃO DE APOIO FINANCEIRO PROMOVIDOS PELO ICA Artigo 1.º Âmbito de Aplicação O presente Regulamento estabelece as regras de funcionamento dos
IVA - ELEMENTOS CONTABILÍSTICOS E FISCAIS
MINISTÉRIO DAS FINANÇAS DIRECÇÃO-GERAL DOS IMPOSTOS DECLARAÇÃO ANUAL 01 IVA - ELEMENTOS CONTABILÍSTICOS E FISCAIS N.º DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL 02 ANO 1 1 IVA ANEXO L 03 1.1 À taxa reduzida ( ) L01 1.2 À
Retenção na fonte de IRC
Retenção na fonte de IRC Uma sociedade, sujeito passivo português, assinou um contrato de franchising com uma sociedade espanhola para a abertura de um restaurante em território nacional. A empresa espanhola
REQUERIMENTO PARA PEDIDO DE: REPRODUÇÃO SIMPLES REPRODUÇÃO AUTENTICADA. Exmº Sr. Presidente da Câmara Municipal de Sintra.
1/6 REQUERIMENTO PARA PEDIDO DE: Despacho: Espaço reservado aos serviços REPRODUÇÃO SIMPLES REPRODUÇÃO AUTENTICADA Nº Reg. DUR Data: / / Nº Guia: Valor: Rubrica: Exmº Sr. Presidente da Câmara Municipal
PAGAMENTO DE IMPOSTOS - 2011
PAGAMENTO DE IMPOSTOS - 2011 JANEIRO / 2011 tesourarias de finanças ou dos CTT ou ainda (para importâncias não superiores a 99 999,99), através do multibanco, correspondente ao imposto apurado na declaração
Escolas de Condução - CAE 85530
O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui a consulta dos diplomas legais referenciados e da entidade licenciadora. FUNCHAL Escolas de Condução CAE 85530 ÂMBITO Ensino da
REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA
Diário da República, 2.ª série N.º 16 23 de janeiro de 2013 3257 13.2 Na avaliação curricular são considerados e ponderados os elementos de maior relevância para o posto de trabalho a ocupar, bem como
RH PROCEDIMENTO CONCURSAL/CANDIDATURA
RH PROCEDIMENTO CONCURSAL/CANDIDATURA INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO Código da publicitação do procedimento Indicar o número do aviso publicado no Diário da República ou o número do código da oferta de emprego
Coordenação-Geral de Tributação
Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 256 - Data 15 de setembro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA - IRPF IMÓVEL ADQUIRIDO EM
Fiscalidade 2012 Última Actualização 2012/10/31
GUIA FISCAL 2012 INDICE I. Introdução II. Enquadramento fiscal dos produtos financeiros Contas 1. Contas à ordem 2. Conta ordenado 3. Conta não residente 4. Depósito a prazo 5. Contas Poupança-Habitação
Trabalhador independente - Declaração do valor de actividade (Art. 152º) Este ano, em 2011, esta declaração do valor de actividade não será feita.
Atendendo ao elevado número de questões relacionadas com o código contributivo da segurança social, elencamos alguns esclarecimentos sobre as matérias que mais dúvidas têm suscitado. Porém, a presente
REGULAMENTO DE CUSTAS NOS PROCESSOS DE ARBITRAGEM TRIBUTÁRIA
REGULAMENTO DE CUSTAS NOS PROCESSOS DE ARBITRAGEM TRIBUTÁRIA Artigo 1.º Âmbito e objecto O presente Regulamento e as Tabelas anexas que o integram, estabelece as taxas de arbitragem aplicáveis nos processos
FUNDO DE POUPANÇA EM AÇÕES PPA VALORIS NOTAS À DEMONSTRAÇÃO DA POSIÇÃO FINANCEIRA E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012
FUNDO DE POUPANÇA EM AÇÕES PPA VALORIS NOTAS À DEMONSTRAÇÃO DA POSIÇÃO FINANCEIRA E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Valores expressos em euros) INTRODUÇÃO O Fundo de Poupança em
IVA - ELEMENTOS CONTABILÍSTICOS E FISCAIS
MINISTÉRIO DAS FINANÇAS DIRECÇÃO-GERAL DOS IMPOSTOS DECLARAÇÃO ANUAL 01 IVA - ELEMENTOS CONTABILÍSTICOS E FISCAIS N.º DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL 02 ANO 1 1 IVA ANEXO L 03 1. TRANSMISSÕES DE BENS E PRESTAÇÕES
Ato Isolado - Tudo o que precisa de saber!
Ato Isolado - Tudo o que precisa de saber! Conceito de Ato Isolado Enquadramento Fiscal (IRS e IVA) Obrigações Fiscais e Legais Emissão Fatura-Recibo (Portal das Finanças) Pedro Moura Webinar - Ato Isolado
NORMAS PARA OPERACIONALIZAÇÃO DAS ISENÇÕES E / OU REDUÇÕES DE TAXAS E BENEFICIOS FISCAIS
ANEXO III NORMAS PARA OPERACIONALIZAÇÃO DAS ISENÇÕES E / OU REDUÇÕES DE TAXAS E BENEFICIOS FISCAIS No âmbito da estratégia de reabilitação urbana serão concedidos os seguintes apoios: 1. TAXAS MUNICIPAIS
Parecer Consultoria Tributária Segmentos Nota Fiscal de Transferencia de ICMS entre Estabelecimentos - MG
Nota 07/01/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas pelo Cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 4 3.1. Preenchimento campos da NF-e... 6 4. Conclusão... 8 5. Referências...
Receitas e despesas não operacionais são aquelas decorrentes de transações não incluídas nas
001 O que se entende por receitas e despesas não operacionais? Receitas e despesas não operacionais são aquelas decorrentes de transações não incluídas nas atividades principais ou acessórias que constituam
Fiscalidade do Terceiro Sector IPSS 4 de Junho de 2015
www.pwc.pt IPSS 4 de Junho de 2015 Filipa Moreira Ribeiro Universidade Católica Portuguesa, Lisboa Agenda 1. IPSS Problemáticas Fiscais 2. Conclusão 2 IPSS Problemáticas Fiscais 3 Enquadramento fiscal
