Curso de Introdução ao
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- Betty Desconhecida Silveira
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2 Curso de Introdução ao Daniel Destro do Carmo Softech Network Informática
3 O que é?
4 Struts Struts é um framework gratuito para construção de aplicações web implementadas em Java. Struts acelera o desenvolvimento de aplicações web que utilizam o paradigma Model 2, que é uma especialização do design pattern Model-View-Controller (MVC). Criado por Craig McClanahan e doado ao Apache Software Foundation (ASF) em Atualmente disponível na versão 1.1 release candidate.
5 Frameworks Frameworks são aceleradores de código que implementam soluções genéricas para um determinado problema. Impedem a reinvenção da roda através de componentes reutilizavéis e flexíveis. Oferecem um ponto de partida para a implementação do projeto.
6 Modelos de Aplicações Web em Java Aplicações Web Java podem ser divididas em duas categorias: Model 1: O cliente acessa diretamente uma página JSP que redireciona a resposta para a próxima página. Model 2: O cliente acessa um Servlet que de acordo com o estado da aplicação determina qual JSP será apresentado como resposta.
7 Model 1 Páginas Ligadas Individualmente: (Espaguete) Servlet/ JSP Servlet/ JSP Servlet/ JSP Servlet/ JSP Web Server Servlet/ JSP
8 Model 2 Aplicado com o padrão MVC JSP JSP JSP Web Server Servlet Controller
9 Problemas Comuns Devido a popularidade e alcance das aplicações web, vários requisitos complexos foram adicionados, tornando o simples mecanismo de request e response limitado: Complexa navegação; Internacionalização; Suporte a múltiplos dispositivos; Validação de formulários; Tratamento de exceções; Personalização; Restrições de acesso.
10 Como o Struts Pode Ajudar? Soluções comprovadas, desenvolvidas pelos experts, aumentando assim a produtividade e diminuindo o risco do projeto. Segmentação do sistema e a especialização da equipe de desenvolvimento por perfis. JSP/Servlet Front Controller I18N MVC Tratamento de Exceções STRUTS Command Pattern Validação de Formulários
11 Como o Struts implementa o MVC?
12 MVC Front (1) request Controller (2) executa cliente C (3) despacha Model (beans) M (5) exibe View (JSP) V (4) atualiza
13 Controlador Para implementar as funcionalidades exigidas pelo framework o Struts utiliza, além de Servlets, vários design patterns (Front Controller, Command e Adapter) para obter os seguintes benefícios: 1. Redirecionar todas as requisições para um único ponto. 2. Extrair e validar informações contidas nas requisições. 3. Mapear as requisições para as suas respectivas atividades. 4. Redirecionar dados e conteúdo para suas respectivas páginas. 5. Tratar eventuais exceções.
14 Desenvolvendo com Struts
15 Nosso Sistema Para nossa apresentação, vamos levar em conta o desenvolvimento de um sistema bem simples, de cadastro de funcionários.
16 Front Controller A classe ActionServlet atua como o Front Controller do Struts. Ele deve ser configurado no arquivo web.xml. <servlet> <servlet-name>action</servlet-name> <servlet-class>org.apache.struts.action.actionservlet</servlet-class> <init-param> <param-name>config</param-name> <param-value>/web-inf/struts-config.xml</param-value> <init-param> </servlet> <servlet-mapping> <servlet-name>action</servlet-name> <url-pattern>/*.do</url-pattern> </servlet-mapping>
17 ActionForm Logo após o recebimento da requisição o ActionServlet delega ao RequestProcessor a responsabilidade de extrair os parâmetros da requisição e popular um ActionForm. Os ActionForms são responsáveis por validar se os atributos da requisição são sintaticamente corretos e eventualmente disparar exceções avisando o usuário final. O desenvolvedor deve especializar um ActionForm e sobrescrever os métodos reset e validade. Além disso, a sua classe de ActionForm deve conter os atributos que correspondem aos campos do form html.
18 ActionForm package br.com.softech; import org.apache.struts.action.*; public class FuncionarioForm extends ActionForm { private String nome; private Integer idade; public void setname(string nome) { this.nome = nome; } public void setidade(integer idade) { this.idade = idade; } public String getnome() { return nome; } public Integer getidade() { return idade; }
19 ActionForm // continuação public void reset( ActionMapping mapping, HttpServletRequest req ) { this.nome = null; } this.idade = null; } public ActionErrors validate( ActionMapping mapping, HttpServletRequest req ) { ActionErrors errors = new ActionErrors( ); if( nome == null idade == null ) { errors.add( errnomeidade, new ActionError( nomeidade.required ) ); } return errors; } Esta classe representa um form html com dois campos: nome e idade (devem ser idênticos ao name do form)
20 ActionForm Agora, devemos declarar o nosso form no arquivo de configuração do Struts (struts-config.xml). <!DOCTYPE struts-config PUBLIC "-//Apache Software Foundation//DTD Struts Configuration 1.1//EN" " > <struts-config> <form-beans> <form-bean name="funcionarioform" type="br.com.softech.funcionarioform /> </form-beans> </struts-config>
21 Action Após criar e validar os parâmetros via ActionForm o RequestProcessor acessa o método execute do objeto Action relacionado a requisição (Command Pattern). As Actions são responsáveis por ativar os objetos de negócio, tratar eventuais exceções e redirecionar dados e conteúdo para a próxima página. O desenvolvedor deve especializar a classe Action e sobrescrever o método execute. As classes Action são reutilizadas por todas as requisições, deste modo tais classes devem ser threadsafe.
22 Action Lista todos os funcionários public class ListaFuncAction extends Action { public ActionForward execute(actionmapping mapping, ActionForm form, HttpServletRequest request, HttpServletResponse response) throws IOException, ServletException { //Acessando ActionForm //Lógica do Negócio para buscar os funcionários //... //Redirecionamento return mapping.getinputforward( ); } }
23 Action Grava um novo funcionário public class NovoFuncAction extends Action { public ActionForward execute(actionmapping mapping, ActionForm form, HttpServletRequest request, HttpServletResponse response) throws IOException, ServletException { //Acessando ActionForm FuncionarioForm funcform = (FuncionarioForm) form; String nome = funcform.getnome( ); Integer idade = funcform.getidade( ); //Lógica do Negócio para cadastrar um novo funcionário //... //Redirecionamento return mapping.findforward("sucesso"); } }
24 Associação e Mapeamento das Ações Como o Struts as requisições com suas respectivas ações? O mapeamento entre as requisições e as ações (Action) é feito de forma declarativa no arquivo struts-config.xml. <action-mappings> <action path="/listafunc" type= br.com.softech.listafuncaction input="/listafunc.jsp /> <action path="/novofunc" type= br.com.softech.novofuncaction" name= funcionarioform" scope="request" input="/novofunc.jsp"> <forward name="sucesso" path="/listafunc.do" redirect="true /> </action> </action-mappings>
25 ActionForward A classe ActionFoward é responsável pelo mapeamento lógico das páginas do sistemas, evitando assim, o uso do nome físico (URI) dento do código. O uso eficiente do ActionFoward facilita a manutenção do sistema. ActionFowards são declaradas dentro do strutsconfig.xml em dois níveis (Global e Action), sendo que as declaradas dentro das ações tem maior precedência.
26 ActionForward Configurando os ActionForward no struts-config.xml: <global-forwards> <forward name="error" path="/error.jsp"/> </global-forwards> <action-mappings> <action path="/login" type= acme.actions.logincheckaciton" name="loginform" scope="request" input="/login.jsp"> <forward name="success" path="/main.jsp" redirect="true"/> </action> </action-mappings>
27 ActionError e ActionMessages Responsáveis pelo armazenamento de informações sobre mensagens de erro, anomalias do sistema (ActionError) e avisos (ActionMessage). Geralmente é utilizada dentro de ActionForm s (erros de sintaxe) e Action s (erros de sistema). Possuem grande integração com os serviços de internacionalização e tag libraries.
28 ActionError e ActionMessages Exemplo: public ActionErrors validate(actionmapping mapping, HttpServletRequest request) { ActionErrors errors = new ActionErrors(); if ((this.nome == null) (this.nome.lenght()<1)) { errors.add( nome, new ActionError( nome.required )); } return errors; }
29 Internacionalização O Struts oferece suporte a internacionalização através da classe MessageResources. A classe MessageResources é populada em tempo de execução pelo RequestProcessor de acordo com as informações registradas no struts-config e a língua/região utilizada pelo usuário final. Largamente utilizadas pelos ActionErrors e tag libraries do Struts. A implementação padrão usa arquivos.properties, mas especializações podem ser adicionadas para atender outros cenários.
30 Internacionalização Configurando a I18N no arquivo struts-config.xml: <message-resources parameter= ApplicationResources"/> Configuração do arquivo ApplicationResources.properties: nomeidade.required=nome e Idade são requeridos. label.nome=nome label.idade=idade Acessando as mensagens do JSP: <bean:message key= label.nome /> Acessando as mensagens do Action: msg = getresources( request ).getmessage( "nomeidade.requerido );
31 Exceptions Handling Mecanismo adicionado na versão 1.1. Tem por finalidade implementar o tratamento de exceções de forma declarativa. Utiliza a classe ExceptionHandler para interceptar as exceções e redirecioná-las para as suas páginas de erro ou respectivas ações de controle. Impedem que o usuário veja exceções de sistema não tratadas: NullPointerException Internal Error Podem ser globais ou relativas a uma ação (Action).
32 Exceptions Handling Configurando o tratamente da exceção no arquivo strutsconfig.xml: <global-exceptions> <exception type= br.com.softech.minhaexception" path="/error.jsp key= exception.minha.exception" scope="request"/> </global-exceptions>
33 View O Struts foi concebido primeiramente para trabalhar com páginas JSP, apesar de suportar outras possibilidades como Velocity, XSLT (também conhecido com Model2X) e UIX (Framework Oracle). Para facilitar o desenvolvimento das páginas JSP e integração com o controlador, o Struts oferece uma série de tag libraries. Tag libraries facilitam a manutenção dos arquivos JSP, visto que inibem, na maioria das vezes, o uso explícito de scriptlets.
34 Struts Tag Lib Struts HTML: Construção de Forms, Text Itens, Buttons e etc Struts Bean: Acesso a objetos armazenados em vários escopos (application, session, request e page) Struts Logic: Condições Loops Redirect e Forward Struts Templates: Construção de templates Struts Tiles: Plug-in do Struts Possibilita a criação de Templates Master
35 Modelo O Struts não oferece nenhuma facilidade para o desenvolvimento do modelo, mas por outro lado está aberto a qualquer tecnologia ou framework de mercado: Enterprise Java Beans (EJB) Java Data Objects (JDO) Frameworks O-R (Hibernate, JDO, Toplink) Melhores práticas (Design Patterns) devem ser aplicadas para evitar o acoplamento forte entre a lógica de negócio e o controlador, aumentando assim a reutilização do código: Business Delegate Session Façade Factory Method
36 The Big Picture
37 Dicas e Truques 1. ActionForms não são Value Objects (VO ou DTO). 2. Lógica de negócio não deve ser implementada dentro dos objetos Action. 3. Regras de validação genéricas (obrigatório, maior ou menor, expressões regulares e etc) podem ser reduzidas com o framework Validator. 4. Reduza o número de ActionsForms via formulários dinâmicos. 5. Agrupe atividades relacionas com a classe DispatchAction, reduzindo assim o número de Actions.
38 Livros Disponíveis
39 Material de Apoio Struts in Action Husted, Ted N. Editora Manning Editora Ciência Moderna (em português Struts em Ação) Página Oficial do Projeto Struts Outros Sites
40 Agradecimentos Este material foi baseado no material disponibilizado pelo pessoal da Oracle do Brasil, além outras fontes na internet. OBRIGADO!
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