Tabela 33 Tipos de linhas elétricas
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- Nina Taveira Klettenberg
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1 Tabela 33 Tipos de linhas elétricas Método de instalação número Esquema ilustrativo Descrição Método de referência 1) 1 Condutores isolados ou cabos unipolares em eletroduto de seção circular embutido em parede termicamente isolante 2) A1 2 Cabo multipolar em eletroduto de seção circular embutido em parede termicamente isolante 2) A2 3 Condutores isolados ou cabos unipolares em eletroduto aparente de seção circular sobre parede ou espaçado desta menos de 0,3 vez o diâmetro do eletroduto 4 Cabo multipolar em eletroduto aparente de seção circular sobre parede ou espaçado desta menos de 0,3 vez o diâmetro do eletroduto 5 Condutores isolados ou cabos unipolares em eletroduto aparente de seção não-circular sobre parede 6 Cabo multipolar em eletroduto aparente de seção não-circular sobre parede 7 Condutores isolados ou cabos unipolares em eletroduto de seção circular embutido em alvenaria 8 Cabo multipolar em eletroduto de seção circular embutido em alvenaria 11 Cabos unipolares ou cabo multipolar sobre parede ou espaçado desta menos de 0,3 vez o diâmetro do cabo C 11A Cabos unipolares ou cabo multipolar fixado diretamente no teto C 90 ABNT 2004 Todos os direitos reservados
2 Tabela 33 (continuação) Método de instalação número Esquema ilustrativo Descrição Método de referência 1) 11B Cabos unipolares ou cabo multipolar afastado do teto mais de 0,3 vez o diâmetro do cabo C 12 Cabos unipolares ou cabo multipolar em bandeja não-perfurada, perfilado ou prateleira 3) C 13 Cabos unipolares ou cabo multipolar em bandeja perfurada, horizontal ou vertical 4) E (multipolar) F (unipolares) 14 Cabos unipolares ou cabo multipolar sobre suportes horizontais, eletrocalha aramada ou tela E (multipolar) F (unipolares) 15 Cabos unipolares ou cabo multipolar afastado(s) da parede mais de 0,3 vez o diâmetro do cabo E (multipolar) F (unipolares) 16 Cabos unipolares ou cabo multipolar em leito E (multipolar) F (unipolares) 17 Cabos unipolares ou cabo multipolar suspenso(s) por cabo de suporte, incorporado ou não E (multipolar) F (unipolares) 18 Condutores nus ou isolados sobre isoladores G 21 Cabos unipolares ou cabos multipolares em espaço de construção 5), sejam eles lançados diretamente sobre a superfície do espaço de construção, sejam instalados em suportes ou condutos abertos (bandeja, prateleira, tela ou 5) 6) leito) dispostos no espaço de construção 1,5 D e V < 5 D e 5 D e V < 50 D e ABNT 2004 Todos os direitos reservados 91
3 Tabela 33 (continuação) Método de instalação número Esquema ilustrativo Descrição Método de referência 1) 1,5 D e V < 20 D e 22 Condutores isolados em eletroduto de seção 5) 7) circular em espaço de construção V 20 D e 23 Cabos unipolares ou cabo multipolar em eletroduto de seção circular em espaço de 5) 7) construção 24 Condutores isolados em eletroduto de seção não-circular ou eletrocalha em espaço de construção 5) 1,5 D e V < 20 D e V 20 D e 25 Cabos unipolares ou cabo multipolar em eletroduto de seção não-circular ou eletrocalha em espaço de construção 5) 1,5 V < 5 D e 26 Condutores isolados em eletroduto de seção não-circular embutido em alvenaria 6) 5 D e V < 50 D e 27 Cabos unipolares ou cabo multipolar em eletroduto de seção não-circular embutido em alvenaria Condutores isolados ou cabos unipolares em eletrocalha sobre parede em percurso horizontal ou vertical ª 32ª Cabo multipolar em eletrocalha sobre parede em percurso horizontal ou vertical 31A 31B 92 ABNT 2004 Todos os direitos reservados
4 Tabela 33 (continuação) Método de instalação número Esquema ilustrativo Descrição Método de referência 1) 33 Condutores isolados ou cabos unipolares em canaleta fechada embutida no piso 34 Cabo multipolar em canaleta fechada embutida no piso 35 Condutores isolados ou cabos unipolares em eletrocalha ou perfilado suspensa(o) 36 Cabo multipolar em eletrocalha ou perfilado suspensa(o) 41 Condutores isolados ou cabos unipolares em eletroduto de seção circular contido em canaleta fechada com percurso horizontal ou vertical 7) 1,5 D e V < 20 D e V 20 D e 42 Condutores isolados em eletroduto de seção circular contido em canaleta ventilada embutida no piso 43 Cabos unipolares ou cabo multipolar em canaleta ventilada embutida no piso 51 Cabo multipolar embutido diretamente em parede termicamente isolante 2) A1 ABNT 2004 Todos os direitos reservados 93
5 Tabela 33 (continuação) Método de instalação número Esquema ilustrativo Descrição Método de referência 1) 52 Cabos unipolares ou cabo multipolar embutido(s) diretamente em alvenaria sem proteção mecânica adicional C 53 Cabos unipolares ou cabo multipolar embutido(s) diretamente em alvenaria com proteção mecânica adicional C 61 Cabo multipolar em eletroduto(de seção circular ou não) ou em canaleta não-ventilada enterrado(a) D 61A Cabos unipolares em eletroduto( de seção não-circular ou não) ou em canaleta nãoventilada enterrado(a) 8) D 63 Cabos unipolares ou cabo multipolar diretamente enterrado(s), com proteção mecânica adicional 9) D 71 Condutores isolados ou cabos unipolares em moldura A A 72 - Condutores isolados ou cabos unipolares em canaleta provida de separações sobre parede 72A - Cabo multipolar em canaleta provida de separações sobre parede 72 72A 73 Condutores isolados em eletroduto, cabos unipolares ou cabo multipolar embutido(s) em caixilho de porta A1 94 ABNT 2004 Todos os direitos reservados
6 Tabela 33 (continuação) Método de instalação número Esquema ilustrativo Descrição Método de referência 1) 74 Condutores isolados em eletroduto, cabos unipolares ou cabo multipolar embutido(s) em caixilho de janela A1 1) 2) 3) 4) 75 75A 75 75A 75 - Condutores isolados ou cabos unipolares em canaleta embutida em parede 75A - Cabo multipolar em canaleta embutida em parede Método de referência a ser utilizado na determinação da capacidade de condução de corrente. Ver Assume-se que a face interna da parede apresenta uma condutância térmica não inferior a 10 W/m 2.K. Admitem-se também isolados em perfilado, desde que nas condições definidas na nota de A capacidade de condução de corrente para bandeja perfurada foi determinada considerando-se que os furos ocupassem no mínimo 30% da área da bandeja. Se os furos ocuparem menos de 30% da área da bandeja, ela deve ser considerada como não-perfurada. 5) Conforme a ABNT NBR IEC (826), os poços, as galerias, os pisos técnicos, os condutos formados por blocos alveolados, os forros falsos, os pisos elevados e os espaços internos existentes em certos tipos de divisórias (como, por exemplo, as paredes de gesso acartonado) são considerados espaços de construção. 6) De é o diâmetro externo do cabo, no caso de cabo multipolar. No caso de cabos unipolares ou isolados, distinguem-se duas situações: três cabos unipolares (ou isolados) dispostos em trifólio: De deve ser tomado igual a 2,2 vezes o diâmetro do cabo unipolar ou condutor isolado; três cabos unipolares (ou isolados) agrupados num mesmo plano: De deve ser tomado igual a 3 vezes o diâmetro do cabo unipolar ou condutor isolado. 7) De é o diâmetro externo do eletroduto, quando de seção circular, ou altura/profundidade do eletroduto de seção não-circular ou da eletrocalha. 8) 9) Admite-se também o uso de isolados, desde que nas condições definidas na nota de Admitem-se cabos diretamente enterrados sem proteção mecânica adicional, desde que esses cabos sejam providos de armação (ver ). Deve-se notar, porém, que esta Norma não fornece valores de capacidade de condução de corrente para cabos armados. Tais capacidades devem ser determinadas como indicado na ABNT NBR NOTA Em linhas ou trechos verticais, quando a ventilação for restrita, deve-se atentar para risco de aumento considerável da temperatura ambiente no topo do trecho vertical Seleção e instalação em função das influências externas NOTA As prescrições relativas à seleção e instalação das linhas, sob o ponto de vista das influências externas indicadas em 4.2.6, são apresentadas na tabela 34. ABNT 2004 Todos os direitos reservados 95
7 Campus Pesqueira Prof. Gilmario Lima CRITÉRIO DA CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE Os métodos de referência são os métodos de instalação, indicados na IEC , para os quais a capacidade de condução de corrente foi determinada por ensaio ou por cálculo. São eles: A1: isolados em eletroduto de seção circular embutido em parede termicamente isolante; A2: cabo multipolar em eletroduto de seção circular embutido em parede termicamente isolante; : isolados em eletroduto de seção circular sobre parede de madeira; : cabo multipolar em eletroduto de seção circular sobre parede de madeira; C: cabos unipolares ou cabo multipolar sobre parede de madeira; D: cabo multipolar em eletroduto enterrado no solo; E: cabo multipolar ao ar livre; F: cabos unipolares justapostos (na horizontal, na vertical ou em trifólio) ao ar livre; G: cabos unipolares espaçados ao ar livre.
8 Tabela 36 Capacidades de condução de corrente, em ampères, para os métodos de referência A1, A2,,, C e D Condutores: cobre e alumínio Isolação: PVC Temperatura no condutor: 70 C Temperaturas de referência do ambiente: 30 C (ar), 20 C (solo) Seções nominais mm 2 Métodos de referência indicados na tabela 33 A1 A2 C D Número de carregados (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11) (12) (13) Cobre 0, , ,5 14,5 13, ,5 15,5 16, ,5 17, ,5 19, ,5 17, Alumínio ABNT 2004 Todos os direitos reservados 101
9 Tabela 37 Capacidades de condução de corrente, em ampères, para os métodos de referência A1, A2,,, C e D Condutores: cobre e alumínio Isolação: EPR ou XLPE Temperatura no condutor: 90 C Temperaturas de referência do ambiente: 30 C (ar), 20 C (solo) Seções nominais mm 2 Métodos de referência indicados na tabela 33 A1 A2 C D Número de carregados (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11) (12) (13) Cobre 0, , , ,5 16, , , Alumínio ABNT 2004 Todos os direitos reservados
10 Tabela 38 Capacidades de condução de corrente, em ampères, para os métodos de referência E, F e G Condutores: cobre e alumínio Isolação: PVC Temperatura no condutor: 70 C Temperatura ambiente de referência: 30 C Seções nominais dos mm 2 Métodos de referência indicados na tabela 33 Cabos multipolares Cabos unipolares 1) Dois carregados Três carregados Dois carregados, justapostos Três carregados, em trifólio Três carregados, no mesmo plano Espaçados Justapostos Horizontal Vertical Método E Método E Método F Método F Método F Método G Método G (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Cobre 0, , , , , Alumínio ABNT 2004 Todos os direitos reservados 103
11 Tabela 38 (conclusão) Seções nominais dos mm 2 Métodos de referência indicados na tabela 33 Cabos multipolares Cabos unipolares 1) Dois carregados Três carregados Dois carregados, justapostos Três carregados, em trifólio Três carregados, no mesmo plano Espaçados Justapostos Horizontal Vertical Método E Método E Método F Método F Método F Método G Método G (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Alumínio ) Ou, ainda, isolados, quando o método de instalação permitir. Tabela 39 Capacidades de condução de corrente, em ampères, para os métodos de referência E, F e G Condutores: cobre e alumínio Isolação: EPR ou XLPE Temperatura no condutor: 90 C Temperatura ambiente de referência: 30 C Seções nominais dos mm 2 Métodos de referência indicados na tabela 33 Cabos multipolares Cabos unipolares 1) Dois carregados Três carregados Dois carregados, justapostos Três carregados, em trifólio Três carregados, no mesmo plano Espaçados Justapostos Horizontal Vertical Método E Método E Método F Método F Método F Método G Método G (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Cobre 0, , , , ABNT 2004 Todos os direitos reservados
12 Tabela 39 (conclusão) Seções nominais dos mm 2 Métodos de referência indicados na tabela 33 Cabos multipolares Cabos unipolares 1) Dois carregados Três carregados Dois carregados, justapostos Três carregados, em trifólio Três carregados, no mesmo plano Espaçados Justapostos Horizontal Vertical Método E Método E Método F Método F Método F Método G Método G (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Cobre Alumínio ) Ou, ainda, isolados, quando o método de instalação permitir. ABNT 2004 Todos os direitos reservados 105
13 Temperatura ambiente O valor da temperatura ambiente a utilizar é o da temperatura do meio circundante quando o condutor considerado não estiver carregado. C Os valores de capacidade de condução de corrente fornecidos pelas tabelas 36 a 39 são referidos a uma temperatura ambiente de 30 C para todas as maneiras de instalar, exceto as linhas enterradas, cujas capacidades são referidas a uma temperatura (no solo) de 20 C Se os forem instalados em ambiente cuja temperatura difira dos valores indicados em , sua capacidade de condução de corrente deve ser determinada, usando-se as tabelas 36 a 39, com a aplicação dos fatores de correção dados na tabela 40. NOTA Os fatores de correção da tabela 40 não consideram o aumento de temperatura devido à radiação solar ou a outras radiações infravermelhas. Quando os forem submetidos a tais radiações, as capacidades de condução de corrente devem ser calculadas pelos métodos especificados na ABNT NBR Tabela 40 Fatores de correção para temperaturas ambientes diferentes de 30ºC para linhas não-subterrâneas e de 20ºC (temperatura do solo) para linhas subterrâneas Temperatura Isolação o C PVC EPR ou XLPE Ambiente 10 1,22 1, ,17 1, ,12 1, ,06 1, ,94 0, ,87 0, ,79 0, ,71 0, ,61 0, ,50 0, , , , ,41 Do solo 10 1,10 1, ,05 1, ,95 0, ,89 0, ,84 0, ,77 0, , ,63 0, ,55 0, ,45 0, , , , , ABNT 2004 Todos os direitos reservados
14 As capacidades de condução de corrente indicadas nas tabelas 36 e 37 são válidas para maneiras de instalar que se enquadrem nos métodos de referência A1, A2,,, C e D, e para: C a) dois carregados (dois isolados, dois cabos unipolares ou um cabo bipolar); b) três carregados (três isolados, três cabos unipolares ou um cabo tripolar). Para um número maior de agrupados, devem ser aplicados os fatores de correção especificados nas tabelas 42 a 45. NOTAS 1 Os fatores de agrupamento foram calculados admitindo-se todos os vivos permanentemente carregados com 100% de sua carga. Caso o carregamento seja inferior a 100%, os fatores de correção podem ser aumentados. 2 Os fatores de correção da tabela 42 são aplicáveis a agrupados em feixe, seja em linhas abertas ou fechadas (os fatores pertinentes são os da linha 1 da tabela 42), e a agrupados num mesmo plano e numa única camada (demais linhas da tabela). Já os fatores de correção da tabela 43 são aplicáveis a agrupamentos consistindo em mais de uma camada de. Assim, no caso de agrupamento em camadas, os fatores de correção aplicáveis são os da tabela 42, quando a camada for única, ou os da tabela 43, quando houver mais de uma camada. 3 Os fatores de agrupamento das tabelas 44 e 45 são aplicáveis a linhas subterrâneas: os da tabela 44 a cabos diretamente enterrados e os da tabela 45 a linhas em eletrodutos enterrados. Tabela 42 Fatores de correção aplicáveis a agrupados em feixe (em linhas abertas ou fechadas) e a agrupados num mesmo plano, em camada única Ref. 1 2 Número de circuitos ou de cabos multipolares Forma de agrupamento dos Em feixe: ao ar livre ou sobre superfície; embutidos; em conduto fechado Camada única sobre parede, piso, ou em bandeja não perfurada ou prateleira 9 a a a 19 1,00 0,70 0,65 0,60 0,57 0,54 0,52 0,50 0,45 0,41 0,38 1,00 0,85 0,79 0,75 0,73 0,72 0,72 0,71 0,70 3 Camada única no teto 0,95 0,81 0,72 0,68 0,66 0,64 0,63 0,62 0, Camada única em bandeja perfurada Camada única sobre leito, suporte etc. 1,00 0,88 0,82 0,77 0,75 0,73 0,73 0,72 0,72 1,00 0,87 0,82 0,79 0,79 0,78 0,78 20 Tabelas dos métodos de referência 36 a 39 (métodos A a F) 36 e 37 (método C) 38 e 39 (métodos E e F) NOTAS 1 Esses fatores são aplicáveis a grupos homogêneos de cabos, uniformemente carregados. 2 Quando a distância horizontal entre cabos adjacentes for superior ao dobro de seu diâmetro externo, não é necessário aplicar nenhum fator de redução. 3 O número de circuitos ou de cabos com o qual se consulta a tabela refere-se à quantidade de grupos de dois ou três isolados ou cabos unipolares, cada grupo constituindo um circuito (supondo-se um só condutor por fase, isto é, sem em paralelo), e/ou à quantidade de cabos multipolares que compõe o agrupamento, qualquer que seja essa composição (só isolados, só cabos unipolares, só cabos multipolares ou qualquer combinação). 4 Se o agrupamento for constituído, ao mesmo tempo, de cabos bipolares e tripolares, deve-se considerar o número total de cabos como sendo o número de circuitos e, de posse do fator de agrupamento resultante, a determinação das capacidades de condução de corrente, nas tabelas 36 a 39, deve ser então efetuada: na coluna de dois carregados, para os cabos bipolares; e na coluna de três carregados, para os cabos tripolares. 5 Um agrupamento com N isolados, ou N cabos unipolares, pode ser considerado composto tanto de N/2 circuitos com dois carregados quanto de N/3 circuitos com três carregados. 6 Os valores indicados são médios para a faixa usual de seções nominais, com dispersão geralmente inferior a 5%. 108 ABNT 2004 Todos os direitos reservados
15 Tabela 43 Fatores de correção aplicáveis a agrupamentos consistindo em mais de uma camada de Métodos de referência C (tabelas 36 e 37), E e F (tabelas 38 e 39) Quantidade de camadas Quantidade de circuitos trifásicos ou de cabos multipolares por camada ou 5 6 a 8 9 e mais 2 0,68 0,62 0,60 0,58 0,56 3 0,62 0,57 0,55 0,53 0,51 4 ou 5 0,60 0,55 0,52 0,51 0,49 6 a 8 0,58 0,53 0,51 0,49 0,48 9 e mais 0,56 0,51 0,49 0,48 0,46 NOTAS 1 Os fatores são válidos independentemente da disposição da camada, se horizontal ou vertical. 2 Sobre agrupados em uma única camada, ver tabela 42 (linhas 2 a 5 da tabela). 3 Se forem necessários valores mais precisos, deve-se recorrer à ABNT NBR Tabela 44 Fatores de agrupamento para linhas com cabos diretamente enterrados 1) Número de circuitos Cabos multipolares Nula 0,75 0,65 0,60 0,55 0,50 Um diâmetro de cabo 0,70 0,60 0,55 0,55 Distâncias entre cabos 1) (a) 0,125 m 0,25 m 0,5 m 0,85 0,75 0,70 0,65 0,60 Cabos unipolares 0,90 0,75 0,70 0,70 0,90 0,85 NOTA Os valores indicados são aplicáveis para uma profundidade de 0,7 m e uma resistividade térmica do solo de 2,5 K.m/W. São valores médios para as dimensões de cabos abrangidas nas tabelas 36 e 37. Os valores médios arredondados podem apresentar erros de até ± 10% em certos casos. Se forem necessários valores mais precisos, devese recorrer à ABNT NBR ABNT 2004 Todos os direitos reservados 109
16 Tabela 45 Fatores de agrupamento para linhas em eletrodutos enterrados 1) Cabos multipolares em eletrodutos Um cabo por eletroduto Número de Espaçamento entre eletrodutos (a) circuitos Nulo 0,25 m 0,5 m 1,0 m ,85 0,75 0,70 0,65 0,60 0,90 0,85 0,95 0,90 0,85 0,85 0,95 0,95 0,90 0,90 Condutores isolados ou cabos unipolares em eletrodutos 2) Um condutor por eletroduto Número de Espaçamento entre eletrodutos (a) circuitos (grupos de dois ou três Nulo 0,25 m 0,5 m 1,0 m ) ,70 0,65 0,60 0,60 0,90 0,75 0,70 0,70 0,90 0,85 0,95 0,90 0,90 0,90 0,90 (a) Cabos multipolares Cabos unipolares 1) Os valores indicados são aplicáveis para uma profundidade de 0,7 m e uma resistividade térmica do solo de 2,5 K.m/W. São valores médios para as seções de constantes nas tabelas 36 e 37. Os valores médios arredondados podem apresentar erros de até ±10% em certos casos. Se forem necessários valores mais precisos, deve-se recorrer à ABNT NBR ) Deve-se atentar para as restrições e problemas que envolvem o uso de isolados ou cabos unipolares em eletrodutos metálicos quando se tem um único condutor por eletroduto As capacidades de condução de corrente indicadas nas tabelas 38 e 39 são válidas para maneiras de instalar que se enquadrem nos métodos de referência E, F e G, e para: a) dois carregados (dois isolados, dois cabos unipolares ou um cabo bipolar); b) três carregados (três isolados, três cabos unipolares ou um cabo tripolar). Para um número maior de, agrupados, devem ser aplicados os fatores de correção especificados na tabela 42, quando os forem dispostos em feixe ou num mesmo plano, em camada única; ou então os fatores de agrupamento da tabela 43, quando os forem dispostos em mais de uma camada. 110 ABNT 2004 Todos os direitos reservados
17 2 Alternativamente, o fator de correção devido ao carregamento do neutro pode ser determinado caso a caso, de acordo com o método de instalação, assumindo-se que quatro carregados correspondem a dois circuitos de dois carregados cada. Nessas condições, o fator de correção devido ao carregamento do neutro corresponde então ao fator de agrupamento válido para dois circuitos e para o método de instalação considerado (os fatores de agrupamento são dados nas tabelas 42 a 45, de acordo com o método de instalação), e é aplicável às capacidades de condução de corrente válidas para dois carregados. 3 O fator de correção devido ao carregamento do neutro só é pertinente a circuitos trifásicos com neutro. 4 O fator de correção devido ao carregamento do neutro pode ser dispensado nos casos em que a definição da seção dos embutir um sobredimensionamento dos de fase, nos níveis mencionados em F.2 e F.3. 5 Sobre dimensionamento do condutor neutro, ver Tabela 46 Número de carregados a ser considerado, em função do tipo de circuito Esquema de vivos do circuito Número de carregados a ser adotado Monofásico a dois 2 Monofásico a três 2 Duas fases sem neutro 2 Duas fases com neutro 3 Trifásico sem neutro 3 Trifásico com neutro 3 ou 4 1) 1) Ver Os utilizados unicamente como de proteção (PE) não são considerados. Os PEN são considerados como neutros Condutores em paralelo C C Quando dois ou mais forem ligados em paralelo na mesma fase ou polaridade, isso não deve comprometer o atendimento de Para tanto: a) devem ser tomadas medidas que garantam igual divisão de corrente entre os em paralelo, conforme ; ou b) realizado um estudo específico sobre a divisão da corrente entre os em paralelo, de modo que o atendimento de possa ser equacionado para cada condutor, individualmente A exigência apresentada na alínea a) de é considerada atendida se os em paralelo tiverem a mesma constituição, a mesma seção nominal, aproximadamente o mesmo comprimento, não apresentarem derivações ao longo de seu percurso e, além disso, forem: a) veias de cabos multipolares ou de cabos multiplexados, qualquer que seja a seção nominal, cada cabo contendo todas as fases ou polaridades e o respectivo neutro, se existir; ou b) isolados ou cabos unipolares em trifólio, em formação plana ou em conduto fechado, com seção igual ou inferior a 50 mm 2 em cobre, ou 70 mm 2 em alumínio, cada grupo ou conduto fechado contendo todas as fases ou polaridades e o respectivo neutro, se existir; ou, ainda, c) cabos unipolares com seção superior a 50 mm 2 em cobre, ou 70 mm 2 em alumínio, agrupados segundo configurações especiais adaptadas a cada caso, cada grupo contendo todas as fases e o respectivo neutro, se existir, sendo as configurações definidas de modo a obter-se o maior equilíbrio possível entre as impedâncias dos de cada fase. 112 ABNT 2004 Todos os direitos reservados
18 Variações das condições de instalação num percurso Quando forem identificadas, ao longo do percurso previsto de uma linha elétrica, diferentes condições de resfriamento (dissipação de calor), as capacidades de condução de corrente dos seus devem ser determinadas com base nas condições mais desfavoráveis encontradas Condutores de fase e condutor neutro Seção dos de fase A seção dos de fase, em circuitos de corrente alternada, e dos vivos, em circuitos de corrente contínua, não deve ser inferior ao valor pertinente dado na tabela 47. Tabela 47 Seção mínima dos 1) Tipo de linha Utilização do circuito Seção mínima do condutor mm 2 - material Condutores e cabos isolados Circuitos de iluminação Circuitos de força 2) 1,5 Cu 16 Al 2,5 Cu 16 Al Instalações fixas em geral Circuitos de sinalização e circuitos de controle 0,5 Cu 3) Condutores nus Circuitos de força Circuitos de sinalização e circuitos de controle 10Cu 16 Al 4 Cu Linhas flexíveis com cabos isolados Para um equipamento específico Como especificado na norma do equipamento Para qualquer outra aplicação 0,75 Cu 4) Circuitos a extrabaixa tensão para aplicações especiais 0,75 Cu 1) Seções mínimas ditadas por razões mecânicas 2) Os circuitos de tomadas de corrente são considerados circuitos de força. 3) 2 Em circuitos de sinalização e controle destinados a equipamentos eletrônicos é admitida uma seção mínima de 0,1 mm. 4) 2 Em cabos multipolares flexíveis contendo sete ou mais veias é admitida uma seção mínima de 0,1 mm A seção dos deve ser determinada de forma a que sejam atendidos, no mínimo, todos os seguintes critérios: a) a capacidade de condução de corrente dos deve ser igual ou superior à corrente de projeto do circuito, incluindo as componentes harmônicas, afetada dos fatores de correção aplicáveis (ver 6.2.5); b) a proteção contra sobrecargas, conforme e ; c) a proteção contra curtos-circuitos e solicitações térmicas, conforme e ; d) a proteção contra choques elétricos por seccionamento automático da alimentação em esquemas TN e IT, quando pertinente ( ); e) os limites de queda de tensão, conforme 6.2.7; e f) as seções mínimas indicadas em ABNT 2004 Todos os direitos reservados 113
19 Tabela 48 Seção reduzida do condutor neutro 1) Seção dos de fase mm 2 S 25 Seção reduzida do condutor neutro mm ) As condições de utilização desta tabela são dadas em S Quedas de tensão Em qualquer ponto de utilização da instalação, a queda de tensão verificada não deve ser superior aos seguintes valores, dados em relação ao valor da tensão nominal da instalação: a) 7%, calculados a partir dos terminais secundários do transformador MT/BT, no caso de transformador de propriedade da(s) unidade(s) consumidora(s); b) 7%, calculados a partir dos terminais secundários do transformador MT/BT da empresa distribuidora de eletricidade, quando o ponto de entrega for aí localizado; c) 5%, calculados a partir do ponto de entrega, nos demais casos de ponto de entrega com fornecimento em tensão secundária de distribuição; d) 7%, calculados a partir dos terminais de saída do gerador, no caso de grupo gerador próprio. NOTAS 1 Estes limites de queda de tensão são válidos quando a tensão nominal dos equipamentos de utilização previstos for coincidente com a tensão nominal da instalação. 2 Ver definição de ponto de entrega (3.4.3). 3 Nos casos das alíneas a), b) e d), quando as linhas principais da instalação tiverem um comprimento superior a 100 m, as quedas de tensão podem ser aumentadas de 0,005% por metro de linha superior a 100 m, sem que, no entanto, essa suplementação seja superior a 0,5%. 4 Para circuitos de motores, ver também , e Em nenhum caso a queda de tensão nos circuitos terminais pode ser superior a 4% Quedas de tensão maiores que as indicadas em são permitidas para equipamentos com corrente de partida elevada, durante o período de partida, desde que dentro dos limites permitidos em suas normas respectivas. ABNT 2004 Todos os direitos reservados 115
20 Em alternativa ao método de cálculo de , a seção do condutor de proteção pode ser determinada através da tabela 58. Quando a aplicação da tabela conduzir a seções não padronizadas, devem ser escolhidos com a seção padronizada mais próxima. A tabela 58 é valida apenas se o condutor de proteção for constituído do mesmo metal que os de fase. Quando este não for o caso, ver IEC Tabela 58 Seção mínima do condutor de proteção Seção dos de fase S mm 2 S 16 Seção mínima do condutor de proteção correspondente mm 2 16 < S S > 35 S/ A seção de qualquer condutor de proteção que não faça parte do mesmo cabo ou não esteja contido no mesmo conduto fechado que os de fase não deve ser inferior a: a) 2,5 mm 2 em cobre/16 mm 2 em alumínio, se for provida proteção contra danos mecânicos; b) 4 mm 2 em cobre/16 mm 2 em alumínio, se não for provida proteção contra danos mecânicos Um condutor de proteção pode ser comum a dois ou mais circuitos, desde que esteja instalado no mesmo conduto que os respectivos de fase e sua seção seja dimensionada conforme as seguintes opções: a) calculada de acordo com , para a mais severa corrente de falta presumida e o mais longo tempo de atuação do dispositivo de seccionamento automático verificados nesses circuitos; ou b) selecionada conforme a tabela 58, com base na maior seção de condutor de fase desses circuitos Tipos de de proteção Podem ser usados como de proteção: a) veias de cabos multipolares; b) isolados, cabos unipolares ou nus em conduto comum com os vivos; c) armações, coberturas metálicas ou blindagens de cabos; d) eletrodutos metálicos e outros condutos metálicos, desde que atendam às condições a) e b) de Quando a instalação contiver linhas pré-fabricadas (barramentos blindados) com invólucros metálicos, esses invólucros podem ser usados como de proteção, desde que satisfaçam simultaneamente as três prescrições seguintes: a) sua continuidade elétrica deve ser assegurada por disposições construtivas ou conexões adequadas, que constituam proteção contra deteriorações de natureza mecânica, química ou eletroquímica; b) sua condutância seja pelo menos igual à resultante da aplicação de ; c) permitam a conexão de outros de proteção em todos os pontos de derivação predeterminados. S 150 ABNT 2004 Todos os direitos reservados
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