Redes de Computadores II
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- Micaela Farias Andrade
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1 Redes de Computadores II Prof. Celio Trois portal.redes.ufsm.br/~trois/redes2
2 OSPF Open Shortest Path First - OSPF Protocolo aberto e padronizado pelo IETF (RFC 2328), o que permite que diversas plataformas diferentes utilizam o mesmo protocolo de roteamento Utiliza o algoritmo SPF (Shortest Path First, também conhecido como Dijkstra) Cada interface de saída do roteador possui um custo. custo total = soma dos custos de todas as interfaces que serão ultrapassadas no caminho.
3 OSPF Transmissão das atualizações da tabela de roteamento através de Multicasts, e não broadcasts, como o RIPv1. Atualização incremental da tabela de roteamento, o que economiza a banda entre os vizinhos. Divisão da rede em áreas. A área zero sempre deve existir em redes com mais de uma área. Essa área é conhecida como backbone area.
4 OSPF Todas as outras áreas devem sempre se conectar à área zero. Áreas que não estão diretamente conectadas à área zero devem criar o artifício de virtuaislinks. Roteadores da área zero devem possuir uma capacidade de processamento elevada devido o alto tráfego que será corrento nessa área.
5 OSPF
6 Terminologia Enlace Um enlace é uma conexão física e elétrica entre dois dispositivos de rede. Estado de Link (LS link-state) Estado de link é o estado de um enlace entre dois roteadores. Esse status inclui informações sobre a interface de um roteador e sua relação com roteadores vizinhos. Custo é o valor atribuído a um enlace. Os protocolos de estado de link atribuem um custo a um enlace, que se baseia na velocidade da conexão da rede. Área Uma área é um grupo de redes e roteadores que possuem a mesma identificação de área. Um roteador dentro de uma área é chamado de roteador interno. Roteador designado (DR Designated router) roteador em uma rede multiacesso do OSPF que representa todos os roteadores dessa rede. Cada rede OSPF possui um DR e um BDR. Roteador designado de backup (BDR Backup Designated Router) roteador de standby que se torna o DR quando o DR original falha.
7 Terminologia Banco de dados de adjacência (AD adjacencies database) lista de todos os vizinhos com os quais um roteador estabeleceu uma comunicação bidirecional. Banco de dados de estado de link (LSD Link-state database) lista de informações sobre todos os roteadores da rede. Tabela de roteamento também conhecida como banco de dados de encaminhamento, é gerada quando um algoritmo é executado no banco de dados de estado de link. Cada tabela de roteamento é exclusiva e contém informações sobre como e onde enviar pacotes a outros roteadores. Anúncios do estado de link (LSAs Link-State Advertisements) pacote utilizado pelos protocolos de estado de link que contêm informações sobre vizinhos e custos de caminho. Os LSAs são utilizados pelos roteadores de recepção para manter suas tabelas de roteamento.
8 Funcionamento Os protocolos de roteamento link-state foram criados para superar as limitações dos protocolos de roteamento distance vector. Por exemplo, os protocolos distance vector somente trocam atualizações de roteamento com vizinhos imediatos, enquanto os protocolos de roteamento link-state trocam informações de roteamento através de uma área muito maior. Quando ocorre uma falha na rede, por exemplo um vizinho fica inalcançável, os protocolos link-state inundam (flood) LSAs com um endereço multicast especial para toda a área. Flooding, ou inundar é o processo de enviar informações por todas as portas, exceto aquela em que as informações foram recebidas. Cada roteador link-state toma uma cópia do LSA e atualiza seu banco de dados link-state, ou topológico. Em seguida, o roteador link-state encaminha o LSA para todos os dispositivos vizinhos. Os LSAs fazem com que todos os roteadores dentro da área recalculem as rotas. Por esse motivo, a quantidade de roteadores link-state dentro de uma área deve ser limitada. Podemos trabalhar em múltiplas áreas dentre as quais trocamos informações somente dentro de cada uma delas
9 DR / BDR O protocolo OSPF utiliza um artifício de eleger um roteador como DR (Designated Router) e outro como sendo substituto do primeiro, chamado BDR (Backup Designated Router). O Roteador DR recebe todos os LSAs e reencaminha para os demais roteadores. A eleição é realizada de acordo com a prioridade de cada roteador. O roteador com a a maior prioridade é eleito o DR para seu segmento; O roteador com a segunda maior prioridade, o BDR. Se os valores de prioridade nos roteadores, no entanto, forem os padrões ou iguais, o Router ID (RID) de cada um é usado para o desempate. o RID é o maior valor IP configurado no roteador ou o IP de um interface de loopback, se cabível. Caso seja necessário excluir um roteador do processo de seleção DR/BDR, basta configurar sua prioridade para zero. Sendo que a configuração de prioridades é realizado no modo de configuração da interface. Router2(config)#interface serial 1/0 Router2(config-if)#ip ospf priority 2
10 Configuração Da mesma forma que o RIP, deve-se configurar um router ospf em cada roteador, dizendo quais redes serão divulgadas e qual área elas serão divulgadas. Router(config)#router ospf 1 Router(config-router)#network area 0 Router(config-router)#network area 0 O número do processo é um dado irrelevante para o processo de roteamento. O valor do processo pode variar de 1 a Observe que a divulgação das redes é feito da mesma maneira que no RIP, com o diferencial de necessitar da máscara invertida, ou wildcard e área.
11 Configuração O OSPF já cria um custo automático para cada interface de acordo com a largura de banda fórmula padrão é 10^8/(largura da banda). O custo pode ser modificado manualmente também, com um valor entre 1 e , como no exemplo abaixo. Router2(config)#interface serial 1/0 Router2(config-if)#ip ospf cost 2000
12 Verificação show ip ospf Apresenta informações importantes ao processo OSPF, como o número do processo, RID, e informações sobre a área. show ip ospf data Apresenta uma informação mais resumida da anterior, indicando o estado de cada processo OSPF que estiver correndo localmente. show ip ospf interface Apresenta informações OSPF relacionadas à interface. show ip ospf neighbor Apresenta informações sobre o roteador adjacente. debug ip ospf events debug ip ospf adjs
13 Prática... Colocar módulos NM-4E em todos os routers Lo: Lo: Virtual Link
14 Virtual Links Para criar o virtual-link, você deve criar um loopback em cada router BB3(config)# interface loopback 0 BB3(config-if)# no shut BB3(config-if)# ip address BB3(config-if)# exit Divulgar esta rede e criar o link virtual BB3(config)# router ospf 1 BB3(config-router)# network area 0 BB3(config-router)# area 1 virtual-link BB3(config-router)# exit BB3(config)# exit Salvar a configuração e reiniciar o router BB3# copy running-config startup-config BB3# reload
15 Virtual Links Para criar o virtual-link, você deve criar um loopback em cada router RA13(config)# interface loopback 0 RA13(config-if)# no shut RA13(config-if)# ip address RA13(config-if)# exit Divulgar esta rede e criar o link virtual RA13(config)# router ospf 1 RA13(config-router)# network area 3 RA13(config-router)# area 1 virtual-link RA13(config-router)# exit RA13(config)# exit Salvar a configuração e reiniciar o router RA13# copy running-config startup-config RA13# reload
16 Alterando: Adicionar 2 LANs Quais configurações são necessárias nos roteadores? Verifique quais pacotes são trocados (modo simulacao antes de iniciar as alterações)
17 Alterando: Adicionar link de backup Adicione o link indicado pelo ponteiro do mouse Verifique quais pacotes OSPF são enviados em toda a rede
18 Alterando: incluir rotador de backbone BB4 Veja os pacotes trocados pelo OSPF Inicie um ping do PC1 para o PC0. O que acontece com os pacotes? Altere o BB2, conectando-o com o BB4 pela FE
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