4 AMOSTRAGEM DO SOLO E EXTRUSÃO DA AMOSTRA NO LABORATÓRIO
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- Luiz Benevides Brezinski
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1 4 AMOSTRAGEM DO SOLO E EXTRUSÃO DA AMOSTRA NO LABORATÓRIO Existe uma grande preocupação em se obter corpos de prova indeformados, entretanto os processos de amostragem e de extrusão de amostras podem causar algumas perturbações ao solo comprometendo, desse modo, a qualidade e a confiabilidade de alguns parâmetros geotécnicos obtidos a partir de ensaios de laboratório. Com o intuito de se adquirirem corpos de prova representativos, ou seja, perturbados o mínimo possível, foram adotadas metodologias não convencionais de amostragem e de extrusão de amostras do shelby, que estão descritas no decorrer deste capítulo. Como poderiam existir dúvidas a respeito da qualidade das amostras indeformadas, realizou-se uma avaliação de sua qualidade, baseada na proposta de Oliveira (2002).. Essa avaliação será apresentada no capítulo 7, juntamente com os demais resultados obtidos no presente trabalho Amostragem do solo Para a realização da campanha de ensaios de laboratório foram retirados um bloco indeformado da camada de aterro compactado (BL-1) e 15 amostras indeformadas do tipo shelby da camada de argila mole (AM-1 a AM-15). Essas amostras foram retiradas por técnicos do Laboratório de Geotecnia e Meio Ambiente da PUC-Rio, sob a supervisão do engenheiro Leonardo Bello, na área AE - 1, já indicada no Capítulo 3, e estão locadas conforme ilustra a Figura 4.1. N Entrada da Subestação Figura 4.1 Locação dos pontos de amostragem na área AE-1. Escala 1m
2 Amostragem na Camada de Aterro Compactado A retirada do bloco da camada de aterro compactado foi realizada com a abertura de uma tricheira até a profundidade de 1,10 m. Este bloco, com dimensões de 30 cm x 30 cm x 30 cm, foi amostrado no meio da camada de aterro, cuja espessura de aproximadamente 2 metros foi determinada por meio de um furo de inspeção prévio. Para evitar a perda de umidade do bloco durante o transporte e o armazenamento, o mesmo foi recoberto com filme de PVC, papel alumínio, tecido e, por fim, parafina. Algumas das etapas da retirada do BL-1, como a escavação da trincheira, o corte, a moldagem do bloco e a sua proteção, estão apresentadas na Figura 4.2. (a) Escavação da trincheira (b) Corte e moldagem do bloco (c) Processo de proteção do bloco Figura 4.2 Fotos ilustrativas da retirada do bloco BL-1
3 Amostragem na Camada de Argila Mole Equipamentos Utilizados A retirada de amostras indeformadas em profundidade, na camada de argila, foi realizada com o auxílio de uma máquina perfuratriz motorizada de trado oco e amostradores tipo shelby. A máquina perfuratriz possui eixos com rodas para possibilitar a sua mobilização no campo e um sistema de cravação e perfuração com força hidráulica, conforme ilustram as fotos da Figura 4.3. Figura Fotos da máquina perfuratriz de trado oco Os segmentos de trados ocos, mostrados na Figura 4.4, são acopláveis até a profundidade desejada, servindo como revestimento a medida em que se avança no subsolo. A ponteira deles possui um mecanismo que permite a abertura em profundidade. Com isso, é possível a passagem por dentro dos trados e até a profundidade desejada de equipamentos de sondagem e retirada de amostras.
4 55 Figura 4.4 Segmentos de trados ocos da perfuratriz e ponteira com abertura. Os amostradores tipo shelby foram projetados e confeccionados no Laboratório de Geotecnia e Meio Ambiente da PUC-Rio. Eles são constituídos por um tubo de alumínio de 3 de diâmetro externo com ponta bizelada, 1,5 mm de parede e 55 cm de comprimento; uma cabeça de adaptação para hastes de SPT e um sistema de pistão com anéis de vedação de borracha, conforme mostra a Figura 4.5. Haste SPT Camisas de alumínio com ponta bizelada Haste alumínio Bolacha/Pistão estacionário Figura 4.5 Amostradores tipo Shelby
5 Procedimento de Amostragem A metodologia empregada para a amostragem envolveu três etapas distintas: a abertura de pré-furos; a retirada da amostra de solo e a proteção da amostra para o transporte. A abertura do pré-furo foi executada utilizando-se os trados ocos acionados pela perfuratriz motorizada (Fig. 4.6a e b). O trado da extremidade inferior possui um sistema com tampa basculante que previne a entrada de solo durante a perfuração. Essa tampa é travada por meio de um selo feito com arame recozido para facilitar a sua abertura. Ao chegar à profundidade desejada, os trados ocos são içados o suficiente para permitir a abertura da tampa, travando-os nesta profundidade. Então, o conjunto de composição do shelby é inserido pelo interior dos trados ocos da perfuratriz (Fig. 4.6c e d) até a tampa da ponteira, forçando a sua abertura. Com o shelby em posição, mantém-se travada a composição das hastes do pistão estacionário, enquanto crava-se a camisa amostradora a uma velocidade constante de 2cm/s. Ao chegar no limite de penetração, roda-se a composição para cisalhar a amostra, içando o conjunto, em seguida. O procedimento metodológico da amostragem na camada de argila está ilustrado na Figura 4.7. (a) Posicionamento da perfuratriz para executar o pré-furo (b) Perfuração na camada de argila
6 57 (c) Shelby já montado (d) Amostrador sendo inserido dentro do trado oco Figura Detalhes da perfuração e da inserção do amostrador para a retirada de amostras indeformadas. Pré furo formado com auxilio da perfuratriz com trados ocos Trados ocos são levantados e amostrodor é posicionado Hastes/pistão são mantidos fixos e crava-se o amostrador Amostrador com solo é içado para a supefície Tampa da ponteira é mantida fec hada Selo da tampa é rompido e amostrador entra em contato com o solo Conjunto é girado para cisalhar o solo e soltar camisa Figura 4.7 Metodologia empregada na amostragem com tubos shebies. Após a amostragem, as extremidades dos tubos foram protegidas com filme de PVC (Fig. 4.8a), papel alumínio (Fig. 4.8b) e parafina (Fig. 4.8c), formando
7 58 o selo final, para evitar a perda de umidade das amostras no transporte e armazenamento do shelbies. Com o procedimento adotado, obtiveram-se amostras do solo mole com 100% de recuperação até cerca de 6m de profundidade na camada de argila. Porém, devido às dificuldades operacionais em se retirar amostras de profundidades superiores a 5 metros optou-se por amostrar apenas na profundidade de 3,50 a 4,00 metros. (a) Proteção com filme de PVC (b) Proteção com papel alumínio (c) Proteção com parafina na extremidade Figura 4.8 Procedimentos seguidos após a retirada da amostra com tubo shelby 4.2. Extrusão de Amostras No laboratório, as amostras foram extraídas dos shelbies seguindo o procedimento indicado por Ladd & DeGroot (2004), visando minimizar qualquer tipo de amolgamento no solo no ato de sua retirada do tubo. Os autores sugerem
8 59 que o shelby seja cortado com uma serra fina, formando sub-amostras. Estas, por sua vez, devem ser separadas da parede do tubo por uma corda de violão inserida com o auxilio de uma agulha de seringa. A Figura 4.9 ilustra esse procedimento. Corte do tubo + solo com serra de aço fina Amostras para ensaios de caracterização Sub-amostra a ser separada do tubo usando corda de violão inserida com auxílio de agulha de seringa. Figura 4.9 Procedimento para extração do solo do tubo de amostragem (modificado de Ladd & DeGroot, 2004) Desse modo, no presente trabalho, cada shelby foi cuidadosamente serrado, formando sub-amostras com comprimentos adequados ao ensaio em vista. A sub-amostra era então separada da parede do tubo com o auxílio de um fio de aço, extraída e, em seguida, moldada conforme requerido. As Figuras a seguir ilustram o procedimento de serragem do shelby. Este era previamente marcado, indicando o local do corte (Figura 4.10) e, em seguida apoiado no torno mecânico (Figura 4.11). A parede do tubo era então cortada com uma serra (Figura 4.12), e para não causar uma quebra do solo, uma pequena parte da parede não era serrada (Figura 4.13). O shelby era cuidadosamente levado a uma mesa onde a sub-amostra pudesse ser separada com o auxílio de uma corda de violão (Figuras 4.14a e b). Após este processo, a sub-amostra era levada à câmara úmida e o resto do tubo protegido para evitar a perda de umidade e armazenado novamente na câmara úmida.
9 60 Marca indicando aonde o shelby deve ser serrado Figura 4.10 Shelby marcado indicando o local do corte Figura 4.11 Shelby apoiado no torno mecânico Figura 4.12 Shelby sendo serrado
10 61 Parte do shelby não serrado Figura 4.13 Indicação da parte do shelby,onde a parede não foi serrada (a) Separação da sub-amostra com o (b) Sub-amostra separada auxílio de uma corda de violão Figura 4.14 Separação da sub-amostra do shelby Na câmara úmida, o solo era separado da parede do tubo por uma corda de violão inserida no shelby com a ajuda de uma agulha (Figura 4.15a e b). A corda de violão era então passada rente à parede cerca de 3 a 4 vezes, até separar bem o solo da parede. A extração era realizada com o auxilio de um molde (Figura 4.16) que ajudava a empurrar o solo para fora do tubo. Em seguida a amostra era levada ao pedestal e moldada de acordo com o ensaio a ser realizado.
11 62 (a) Inserção da corda de violão no (b) Corda de violão inserida no shelby shelby com o auxilio de uma agulha Figura 4.15 Corda de violão sendo inserida no shelby Molde Figura 4.16 Molde que ajuda a empurrar a amostra para fora do shelby Figura 4.17 Amostra de solo extrudida do shelby
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