Erosão Eólica no Brasil
|
|
|
- Ana Sofia Beretta Bacelar
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Erosão Eólica no Brasil
2 Identificação de Formas de Erosão Hídrica: Impacto da gota de chuva Laminar (Grau) Sulcos (Prof. e Freq.) Pináculo Pedestal Túnel Deslocamento de massa Voçorocas (Prof, área, bacia de contribuição) Fertilidade do solo
3
4
5
6 Figura 1. Uma voçoroca em um campo agrícola. Figura 2. Área afetada pela erosão laminar. As diferentes cores da vegetação mostram a dificuldade desta em se estabelecer em um terreno com baixa fertilidade devido à remoção camada superficial do solo.
7 Valores médios de perdas de solo por erosão em sulcos e laminar em seção de estradas florestais na região do Vale do Rio Doce, MG (CENIBRA, ano de 2005) 24 Mg seção Cocais Arrudas Cataquinho Lagoa Grande Rubro Negro Cocais Fabrica Cordeiros Gaspar Alfie Oliveira et al. (2010)
8 Classificação da erosão do tipo laminar Ligeira: quando já aparente, mas com menos de 25% do horizonte A removido ou quando não for possível identificar a profundidade normal do horizonte A intacto, com mais de 15 cm do solo remanescente no horizonte A. Moderada: com 25 a 75 % do horizonte A removido ou quando não for possível identificar a profundidade normal do horizonte A de um solo intacto, com 5 a 15 cm do solo remanescente no horizonte A. Severa: com mais de 75 % do horizonte A removido e, possivelmente, com o topo do horizonte B já aflorando ou quando não for possível identificar a profundidade natural do horizonte A intacto, com menos de 5 cm do solo remanescente do horizonte A. Muito severa: com todo o solo do horizonte A já removido e com o horizonte B bastante erodido, já havendo, em alguns casos, sido removido em proporções entre 25 a 75% da profundidade original. Extremamente severa: com o horizonte B, em sua maior parte, já removido, e com o topo do horizonte C aflorando, encontrando-se o solo praticamente decapitado e degradado devido ao manejo incorreto.
9 Classificação da erosão do tipo sulcos Freqüência: Ocasionais: área com sulcos distanciados mais de 30 m; Freqüentes: área com sulcos a menos de 30 m de distância entre si, mas ocupando área inferior a 75%; Muito Freqüentes: área com sulcos a menos de 30 m de distância entre si, mas ocupando área superior a 75%. Profundidade: Sulcos superficiais: podem ser cruzados por máquinas agrícolas, e se desfazem com o preparo do solo; Sulcos rasos: podem ser cruzados por máquinas agrícolas, mas não se desfazem com o preparo do solo; Sulcos profundos: que não podem ser cruzados por máquinas agrícolas e que ainda não atingiram o horizonte C; Sulcos muito profundos: não podem ser cruzados por máquinas agrícolas e que já atingiram o horizonte C, sendo neste caso denominadas voçorocas.
10
11 Valores médios de perdas de solo por deslocamento de massa em encostas e taludes de estradas florestais na região do Vale do Rio Doce, MG (CENIBRA, ano de 2005) Mg talude Cocais Rubro Negro Fábrica Gaspar Alfie Cocais Arrudas Cordeiros Cataquinho Lagoa Grande Oliveira et al. (2010
12
13 Classificação da erosão do tipo voçoroca Forma: Circular; Anfiteatro; Digitada; Retilínea; Reniforme. Tamanho: Muito pequena: < 0,5 ha; Pequena: 0,5 a 2,0 ha; Média: 2,0 a 5,0 ha; Grande: 5,0 a 20,0 ha; Muito grande: > 20,0 ha. m. Profundidade: Pouco profunda: < 2,0 m; Profunda: 2,0 a 10,0 m; Muito profunda: 10,0 a 20,0 m; Extremamente profunda: > 20,0 Bacia de contribuição: Pequena: < 10 ha; Média: 10 a 50 ha; Grande: > 50 ha.
14 ASPECTOS GERAIS DA DEGRADAÇÃO DO SOLO EM NAZARENO (MG)
15 Distribuição das Voçorocas no Município de Nazareno (MG). Estradas: 64% das Voçorocas Área superior a 344,6 ha Solos: Cambissolos = 51,3% LVA = 29,6% LV = 19,1% Ferreira et al. (2011)
16 VOÇOROCAS - MEDIDAS DE ESTABILIZAÇÃO E CONTROLE VEGETATIVAS EDÁFICAS MECÂNICAS REGENERAÇÃO REVEGETAÇÃO MANTA VEGETAL BORDADURAS SEMENTEIRA PALHADA QUEIMADAS FERTLIZAÇÃO AGREGANTES ESTIMULANTES ADUBO VERDE HIDROSEMEADURA FAUNA MICRORGANISMOS ISOLAMENTO PALIÇADA BACIAS DE CAPTAÇÃO VERTEDOURO TERRAÇOS CANAIS DIVERGENTES TALUDES GABIÃO DISSIPADORES ATERROS MANTA SINTÉTICA
17 USO DO VETIVER NA ESTABILIZAÇÃO DE TALUDES DE VOÇOROCAS
18 Barreiras com saco de areia Hidrosemeadura Paliçada
19 ESCADA HIDRÁULICA
20 Gabiões no Controle da Erosão Hídrica
21 EROSÃO HÍDRICA EM JAZIDAS DE EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO AMAZONAS VALE DO URUCU Paliçada e hidrosemeadura
22 EDUCAÇÃO AMBIENTAL E VALORIZAÇÃO DO SOLO PROJETO NAZARENO (MG) PARCERIA UFLA MMA-FNMA EMATER PREFEITURA CEMIG
PCS 502 CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA PROF. MARX LEANDRO NAVES SILVA
PCS 502 CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA Aula 9 - DIMENSIONAMENTO DE CANAIS ESCOADOUROS E DE TERRAÇOS. - CONSERVAÇÃO DE ESTRADAS NÃO PAVIMENTADAS. - DIMENSIONAMENTO DE BACIAS DE CAPTAÇÃO. PROF. MARX LEANDRO
Capacidade de uso da terra Fazenda Santa Rita das Palmeiras
Capacidade de uso da terra Fazenda Santa Rita das Palmeiras Aula Prática Prof. José Alexandre Demattê Carta Planialtimétrica Aplicações: Demarcação de estradas e carreadores; Definição do tamanho de talhões;
Revisão: conceitos e generalidades
CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR UNIDADE ACADÊMICA DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AMBIENTAL CAMPUS DE POMBAL - PB Disciplina: Recuperação de Áreas Degradadas e Biorremediação Professor: José Cleidimário
PCS 502 CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA. Aula 5: Levantamento Conservacionista e classes de capacidade. Prof. Marx Leandro Naves Silva
PCS 502 CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA Aula 5: Levantamento Conservacionista e classes de capacidade de uso do solo Prof. Marx Leandro Naves Silva Levantamento Conservacionista e classes de capacidade de
CONSTRUÇÃO DA REDE DE COLETA DE ESGOTO E DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE AGUA DA RUA SETE DE SETEMBRO
MEMORIAL DESCRITIVO CONSTRUÇÃO DA REDE DE COLETA DE ESGOTO E DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE AGUA DA RUA SETE DE SETEMBRO Rede de água 1-DETERMINAÇÕES CONSTRUTIVAS A Empresa responsável pela execução das redes
Geologia e Geomorfologia na Gestão Ambiental. Aula 5. Organização da Aula. Uso dos Solos. Contextualização. Solos. Profa. Aline Nikosheli Nepomuceno
Geologia e Geomorfologia na Gestão Ambiental Aula 5 Profa. Aline Nikosheli Nepomuceno Organização da Aula Degradação e conservação dos solos Manejo inadequado Processos erosivos Práticas conservacionistas
Capítulo 3 Sistemas de Avaliação de terras
117 1 Métodos de Avaliação do Uso da Terra Capítulo 3 Sistemas de Avaliação de terras 1.1 Introdução Cada parcela de terra deve ser trabalhada de acordo com a sua capacidade de sustentação e produtividade
CLASSIFICAÇÃO DA CAPACIDADE DE USO DAS TERRAS
CLASSIFICAÇÃO DA CAPACIDADE DE USO DAS TERRAS Introdução adaptabilidade das terras para fins diversos sem que sofra depauperamento pelos fatores de desgaste ou de empobrecimento. Este sistema considera
SISEMA. Sistema Estadual de Meio Ambiente. POLÍCIA MILITAR D E M I N A S G E R A I S Nossa profissão, sua vida.
SISEMA Sistema Estadual de Meio Ambiente POLÍCIA ALTERNATIVAS AMBIENTAIS COMO SOLUÇÃO PARA O ENFRENTAMENTO DA ESCASSEZ HIDRICA Luiz Henrique Ferraz Miranda Engenheiro Florestal Chefe do Escritório Regional
Reabilitação de Áreas de Resíduo Desativadas
WORKSHOP BARRAGENS DE REJEITO IBRAM - 2008 Reabilitação de Áreas de Resíduo Desativadas Leandro de Moura Costa Filho LPS Consultoria e Engenharia Ltda. Etapas de Deposição de Resíduos 1 - Plano Diretor
PCS 502 Conservação do solo e da água
PCS 502 Conservação do solo e da água Aula 2: INTRODUÇÃO. ASPECTOS DE FORMAÇÃO DO SOLO E EROSÃO. EROSÃO GEOLÓGICA E ACELERADA. AGENTES E MECANISMOS DA EROSÃO. FORMAS DE EROSÃO HÍDRICA E EÓLICA. DIAGNÓSTICO,
AGRICULTURA CONSERVACIONISTA
AGRICULTURA CONSERVACIONISTA Obras hidráulicas para contenção da erosão José Eloir Denardin Embrapa Trigo OBJETIVOS Enfatizar o complexo de tecnologias de natureza mecânica, requeridas para otimizar os
PROJETOS DE EXTENSÃO DO CAMPUS MANHUAÇU
PROJETOS DE EXTENSÃO DO CAMPUS MANHUAÇU Conservação dos recursos hídricos: conscientização dos produtores rurais e estudantes da região de Manhuaçu-MG Coordenador: Prof. David Rafael Quintão Rosa Contato:
BIOENGENHARIA DE SOLOS ENGENHARIA NATURAL
BIOENGENHARIA DE SOLOS ENGENHARIA NATURAL PROCESSOS EROSIVOS EM TALUDES NATURAIS E ARTIFICIAIS IGOR PINHEIRO DA ROCHA ENGENHEIRO FLORESTAL, M.Sc. CONCEITO DE EROSÃO E EROSÃO HÍDRICA - Do latin erodere,
Produção de sementes Espaçamento entre as linhas (cm)
Adubação Verde ADUBAÇÃO VERDE O que é adubação verde Consiste no cultivo e na incorporação ao solo de plantas (principalmente as leguminosas) que contribuem para a melhoria das condições físicas, químicas
LEVANTAMENTO DE ÁREAS AGRÍCOLAS DEGRADADAS NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO
LEVANTAMENTO DE ÁREAS AGRÍCOLAS DEGRADADAS NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Documento Resumo Vitória ES Setembro de 2012 1 COORDENAÇÃO AUTORES Phablo Barreto Eng. Agr. MS Solos Linha de Pesquisa: Áreas Degradadas
Hidrologia Bacias hidrográficas
Hidrologia Bacias hidrográficas 1. Introdução 2. Bacia hidrográfica 2.1. Definição e conceitos 2.2. Caracterização de bacias hidrográficas 3. Comportamento hidrológico da bacia hidrográfica 3.1. Enxurrada
Curso de Engenharia Civil
Curso de Engenharia Civil Disciplina: Mecânica dos Solos Período: 5º semestre Professor: Luiz Antonio do Nascimento Email: [email protected] Página: www.lnascimento.com.br Sondagem A investigação
CICLO DA ÁGUA O ciclo da água corresponde ao conjunto de mudanças, de lugar e de estado físico, que acontecem com a água ao longo do tempo.
CONSIDERAÇÕES INICIAIS Irrigação pode ser definida como sendo a aplicação artificial de água ao solo, em quantidades adequadas, visando proporcionar a umidade adequada ao desenvolvimento normal das plantas
COMUNIDADE SÃO JOSÉ. Abril/ /08/2016 NITERÓI - RJ
COMUNIDADE SÃO JOSÉ NITERÓI - RJ Abril/2010 Chuvas intensas no Rio de Janeiro 280 milímetros em 24 horas Dobro da média histórica para o mês de abril inteiro Mais de 250 pessoas morreram Centenas de desabrigados
Veracel Celulose S/A Programa de Monitoramento Hidrológico em Microbacias Período: 2006 a 2009 RESUMO EXECUTIVO
Veracel Celulose S/A Programa de Monitoramento Hidrológico em Microbacias Período: 2006 a 2009 RESUMO EXECUTIVO Alcançar e manter índices ótimos de produtividade florestal é o objetivo principal do manejo
CONSERVAÇÃO DO SOLO E ÁGUA
DISCIPLINA CONSERVAÇÃO DO SOLO E AGUA CONSERVAÇÃO DO SOLO E ÁGUA Prof. Geraldo César de Oliveira I SEMESTRE/2011 22/09/2011 1 PARTE 2 Conservação do Solo e Água - Semana Data PARTE 2 Conservação do Solo
AULA 1 EROSÃO HÍDRICA E EÓLICA PARTE 2. Profᵃ. Drᵃ. Carolina Riviera Duarte Maluche Barettta [email protected]
AULA 1 EROSÃO HÍDRICA E EÓLICA PARTE 2 Profᵃ. Drᵃ. Carolina Riviera Duarte Maluche Barettta [email protected] EROSÃO HÍDRICA E EÓLICA EROSÃO HÍDRICA FATOR TOPOGRAFIA O relevo do solo exerce
AMOSTRAGEM DE SOLO. Pedro Marques da Silveira. III Encontro de Laboratório do PAQLF. Goiânia GO 16/09/2009
AMOSTRAGEM DE SOLO Pedro Marques da Silveira III Encontro de Laboratório do PAQLF Goiânia GO 16/09/2009 ANÁLISE DO SOLO: OBJETIVO: Conhecer o grau de fertilidade para uma adequada recomendação de corretivos
Composição do solo e relação entre as fases. Atributos físicos e químicos do solo -Aula 3- Prof. Alexandre Paiva da Silva.
Composição do solo e relação entre as fases Atributos físicos e químicos do solo -Aula 3- Prof. Alexandre Paiva da Silva Introdução Conceito de solo Formação e tipos de solo Importância dos solos Função
CURSO DE ENGENHARIA FLORESTAL - UFG/EA, Campus Samambaia - Goiânia, GO. - MATRIZ CURRICULAR - PRÉ- REQUISITO(S) UNID. RESP.
CURSO DE ENGENHARIA FLORESTAL - UFG/EA, Campus Samambaia - Goiânia, GO. - MATRIZ CURRICULAR - CHTS C H S NÚCLEO NATUREZA 01 5117 Introdução à Engenharia Florestal EA 32 32 00 Específico Obrigatória 02
COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação
COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 1ª PROVA PARCIAL DE CIÊNCIAS Aluno(a): Nº Ano: 6º Turma: Data: 02/04/2011 Nota: Professora: Karina Valor da Prova: 50 pontos Assinatura do responsável: Orientações
Escolha da área para plantio Talhonamento Construção de aceiros e estradas
Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Dois Vizinhos Engenharia Florestal Tratos e Métodos Silviculturais Escolha da área para plantio Talhonamento Construção de aceiros e estradas Eng. Ftal.
ANÁLISE DE LIMIARES E PROCESSOS DE GERAÇÃO DE ESCOAMENTO SUPERFICIAL EM UMA ENCOSTA DA LAGOA DO PERI-SC
ANÁLISE DE LIMIARES E PROCESSOS DE GERAÇÃO DE ESCOAMENTO SUPERFICIAL EM UMA ENCOSTA DA LAGOA DO PERI-SC Alondra Beatriz Alvarez Pérez Orientador: Pedro Luiz Borges Chaffe 28 de Junho de 2017, Florianópolis
A BIOENGENHARIA DE SOLOS NA PROTEÇÃO E RECUPERAÇÃO AMBIENTAL
A BIOENGENHARIA DE SOLOS NA PROTEÇÃO E RECUPERAÇÃO AMBIENTAL Aloisio Rodrigues Pereira, PhD. Eng. Ambiental; Eng. Civil e Eng. Florestal INTRODUÇÃO Bioengenharia Conceito Bioengenharia no Brasil x Mundo
blico-privada ( PPP ): Sinergia de sucesso no Fomento Florestal em Minas Gerais.
Parceria PúblicoP blico-privada ( PPP ): Sinergia de sucesso no Fomento Florestal em Minas Gerais. João Cancio de Andrade Araújo Superintendente Florestal ASIFLOR BRASÍLIA MARÇO/2010 ASSOCIAÇÃO DAS SIDERÚRGICAS
PROGRAMA DE DISCIPLINA. Disciplina: Manejo e Conservação do Solo e da Água Código da Disciplina: AGR256
PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Manejo e Conservação do Solo e da Água Código da Disciplina: AGR256 Curso: Agronomia Semestre de oferta da disciplina: 5 período Faculdade responsável: Agronomia Programa
CONSTRUÇÃO DA FERTILIDADE E MANUTENÇÃO DE AMBIENTES DE ELEVADO POTENCIAL PRODUTIVO. Álvaro Resende
CONSTRUÇÃO DA FERTILIDADE E MANUTENÇÃO DE AMBIENTES DE ELEVADO POTENCIAL PRODUTIVO Álvaro Resende ROTEIRO O solo: alicerce do potencial produtivo Importância da fertilidade no perfil Construindo ambientes
PROTEÇÃO DE NASCENTES. Pensando no amanhã
PROTEÇÃO DE NASCENTES Pensando no amanhã Ciclo Hidrológico Nascentes de água Nascente sem acúmulo inicial Área de Preservação Permanente Área de Preservação Permanente Área destinada à Reserva Legal
5 a AULA TEORICA CONSERVAÇÃO DO SOLO E AGUA DISCIPL LINA. Prof. Geraldo César de Oliveira I SEMESTRE/2011
5 a AULA TEORICA Controle de enxurrada em estradas rurais DISCIPL LINA CONSERVAÇÃO DO SOLO E AGUA Prof. Geraldo César de Oliveira I SEMESTRE/2011 EROSAO EM ESTRADAS Bacias de contenção 11/05/2011 5 PERDA
Hidrologia Bacias hidrográficas
Hidrologia Bacias hidrográficas 1. Introdução 2. Bacia hidrográfica 2.1. Definição e conceitos 2.2. Caracterização de bacias hidrográficas 3. Comportamento hidrológico da bacia hidrográfica 3.1. Enxurrada
LIMPEZA DA ÁREA LIMPEZA DA ÁREA LIMPEZA DA ÁREA MATA CILIAR. Áreas de Preservação Permanente RESERVA LEGAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA DE MEDICINA VETERINÁRIA DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO ANIMAL ESPECIALIZAÇÃO EM PRODUÇÃO DE BOVINOS FORMAÇÃO E MANEJO DE PASTAGENS (IMPLANTAÇÃO DE PASTAGENS) EDGAR FRAGA
PHD Água em Ambientes Urbanos
PHD 2537 - Água em Ambientes Urbanos Erosões em Áreas Urbanas Professores: Prof. Dr. Kamel Zahed Filho Prof. Dr. José Rodolfo Scarati Martins Profª. Drª. Monica Ferreira do Amaral Porto Alunos: Filipe
ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE - APP -
ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE - APP - Área de Preservação Permanente - APP (definição do Código Florestal-Lei 4771/65) Área protegida nos termos dos arts. 2º e 3º desta Lei, COBERTA OU NÃO POR VEGETAÇÃO
MITIGAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS EM CONSTRUÇÃO DE GERAÇÃO
MITIGAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS EM CONSTRUÇÃO DE GERAÇÃO CASE: EROSÕES DA USINA HIDRELÉTRICA DE ITUMBIARA Rodrigo Junqueira Calixto Furnas Centrais Elétricas S.A. UHE ITUMBIARA UHE ITUMBIARA UHE ITUMBIARA
3. COMPILAÇÃO DE DADOS EXISTENTES
DAER-RS INSTRUÇÕES DE SERVIÇO PARA ELABORAÇÃO DE ESTUDOS GEOTÉCNICOS IS-101/94 1. OBJETIVO Os Estudos Geotécnicos tem como objetivo a obtenção dos dados geotécnicos do subleito da rodovia projetada, empréstimos
Manejo do solo e preservação ambiental
Manejo do solo e preservação ambiental O solo fértil É o que permite o bom desenvolvimento de certas plantas. Manejo do solo É o conjunto de medidas que devem ser tomadas durante o cultivo que visam a
Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico
Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico 8338 Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico 8339 Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico 8340 Documento
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIA BIOLÓGICA E DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRONÔMICA SISTEMA DE PREPARO DO SOLO E PLANTIO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIA BIOLÓGICA E DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRONÔMICA SISTEMA DE PREPARO DO SOLO E PLANTIO Prof. Dr. Tácio Oliveira da Silva MANEJO DO SOLO determina
CONTROLE DE VOÇOROCAS EM ÁREAS RURAIS. Alexander Silva de Resende Pesquisador Embrapa Agrobiologia
CONTROLE DE VOÇOROCAS EM ÁREAS RURAIS Alexander Silva de Resende Pesquisador Embrapa Agrobiologia OBJETIVOS Caracterizar o problema da erosão por voçorocas e demonstrar o passo a passo de uma estratégia
GIF Catraia (Tavira/São Brás de Alportel)
GIF Catraia (Tavira/São Brás de Alportel) Avaliação de impactos e monitorização da Reunião técnica São Brás de Alportel, 24 de novembro de 2014 João Miguel Martins Coordenador de Prevenção Estrutural Levantamento
DRENAGEM URBANA E MANEJO DE ÁGUAS PLUVIAIS. Medidas estruturais e não estruturais. Prazo Curto Médio Longo (1 a 4 anos) (4 a 8 anos) (8 a 20 anos)
4.1 Elaborar implementar Plano Diretor de Drenagem Pluvial a fim de nortear as ações referentes ao serviço de manejo de águas pluviais, além de angariar recursos em fundos externos ao município que garantam
FATORES DE FORMAÇÃO DO SOLO
FATORES DE FORMAÇÃO DO SOLO DEFINIÇÕES DE SOLO Geólogo: Camada de materiais inconsolidados Engenheiro de Minas: material solto sobre o minério que precisa ser removido Engenheiro Civil: matéria-prima para
Ciclo Hidrológico AUGUSTO HEINE
Ciclo Hidrológico AUGUSTO HEINE Infiltração de água no solo Processo pelo qual a água penetra no solo através de sua superfície. Fatores que afetam a infiltração Tipo de solo Umidade atual do solo Condutividade
O primeiro passo para realizar a amostragem consiste em dividir a área em talhões homogêneos, considerando os seguintes fatores:
Ao se obter a amostra composta, esta deve ser embalada e cuidadosamente identificada de acordo com o mapa elaborado antes de ser enviada ao laboratório. O laboratório PLANTE CERTO fornece os sacos plásticos
RECUPERAÇÃO E ESTABILIZAÇÃO DE TALUDE NA UHE DE FUNIL
RECUPERAÇÃO E ESTABILIZAÇÃO DE TALUDE NA UHE DE FUNIL Rogério Sales Góz Adalberto de Azeredo Rodrigues Carlos de Alencar Dias Sobrinho Celso José Pires Filho Emílio Rodriguez Bugarin FURNAS Centrais Elétricas
CAPACITAÇÃO SOBRE PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS. ENG. GUILHERME AMSTALDEN VALARINI Coordenador de Projetos Consórcio PCJ
CAPACITAÇÃO SOBRE PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS ENG. GUILHERME AMSTALDEN VALARINI Coordenador de Projetos Consórcio PCJ Associação de usuários de recursos hídricos (prefeituras + empresas); Personalidade
Conhecendo um. pouco do SOLO
Conhecendo um pouco do SOLO 1 O solo é um recurso natural renovável é responsável por abrigar as espécies vegetais e também por ser o meio de sobrevivência do ser humano e dos animais. http://www.brasilescola.com/upload/conteudo/images/795df51481d796f77853b5bafb74709b.jpg
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ. Disciplina: Química e Fertilidade do Solo AMOSTRAGEM DO SOLO
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ Disciplina: Química e Fertilidade do Solo AMOSTRAGEM DO SOLO Plano de amostragem de terra Separação das glebas ou talhões em áreas
O SENAR E AS MEDIDAS PREVENTIVAS CONTRA A EROSÃO
O SENAR E AS MEDIDAS PREVENTIVAS CONTRA A EROSÃO Se os solos de que depende toda a agricultura e a vida humana forem usadas até a exaustão, a batalha para libertar a humanidade da indigência nunca poderá
Geologia e conservação de solos. Luiz José Cruz Bezerra
Geologia e conservação de solos Luiz José Cruz Bezerra SOLO É a parte natural e integrada à paisagem que dá suporte às plantas que nele se desenvolvem. Parte mais superficial e fina da crosta terrestre.
REVEGETAÇÃO DE TALUDES
REVEGETAÇÃO DE TALUDES Departamento de Engenharia Florestal/DEFl/DEF Lab. de Conservação de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Prof. Israel Marinho Pereira [email protected] DEFINIÇÃO DA ESCALA
Análise química do solo: amostras para análise
Análise química do solo: Amostragem de solos e Preparo das amostras para análise Análise do solo A análise de solo conjunto de procedimentos físicos e químicos que visam avaliar as características e propriedades
Fatores Operacionais que interferem na coleta de biogas.
Fatores Operacionais que interferem na coleta de biogas. Fatores Operacionais que interferem na coleta de biogas. Compactação dos resíduos Sistemas de Cobertura Sistemas de drenagens internas Sistemas
AVALIAÇÕES AMBIENTAIS
AVALIAÇÕES AMBIENTAIS Avaliação Ambiental em Áreas Contaminadas Barreiras de Contenção Mobilização de Equipe Análise da Contaminação Avaliação de Impactos em APP AVALIAÇÕES AMBIENTAIS Avaliações Ambientais
50005 Regularização e compactação do subleito (*) m² 2.400,000 2, ,00
- Departamento de Estradas de Rodagem do D Grupo: 9002 - Pavimentação 50005 Regularização e compactação do subleito (*) m² 2.400,000 2,02 4.848,00 50035 Imprimação (*) m² 32.401,000 0,13 4.212,13 50040
Estudos Ambientais. Solos CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ - CEAP
Estudos Ambientais Solos CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ - CEAP Objetivos da aula Definir os conceitos de solo e intemperismo Compreender o processo de formação do solo Conhecer os tipos de solos existentes.
Calagem no Sistema Plantio Direto para Correção da Acidez e Suprimento de Ca e Mg como Nutrientes
Calagem no Sistema Plantio Direto para Correção da Acidez e Suprimento de Ca e Mg como Nutrientes Eduardo Fávero Caires Professor Associado - Fertilidade do Solo UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA SIMPÓSIO
Figura 07: Arenito Fluvial na baixa vertente formando lajeado Fonte: Corrêa, L. da S. L. trabalho de campo dia
40 Figura 07: Arenito Fluvial na baixa vertente formando lajeado Fonte: Corrêa, L. da S. L. trabalho de campo dia 11-10-2005. O arenito friável forma um pacote de maior espessura, com baixa cimentação
3/19/2013 EQUIPAMENTOS. Trator de lâmina D9T. Caminhão basculante. Escavadeira hidráulica
Universidade Federal da Paraíba Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil e Ambiental Laboratório de Geotecnia e Pavimentação Disciplina: Estradas e Transportes II TERRAPLENAGEM DE RODOVIAS
PREFEITURA MUNICIPAL DE JUÍNA MT SECRETARIA MUNICIPAL DE AGRICULTURA, MINERAÇÃO E MEIO AMBIENTE SAMMA
Palestra: Como fazer uma horta Ildamir Teixeira de Faria/Diretor de Meio Ambiente SAMMA; Roselaine Mezz/Estudante de agropecuária IFMT/Estagiaria SAMMA; PREFEITURA MUNICIPAL DE JUÍNA MT SECRETARIA MUNICIPAL
Perfil do solo: desenvolvimento radicular em áreas de milho safrinha, com e sem braquiária
Perfil do solo: desenvolvimento radicular em áreas de milho safrinha, com e sem braquiária Engº Agrº Silvio Tulio Spera Embrapa Agrossilvipastoril / Sinop, MT Sorriso, MT, 01-03/08/2018 Atividades Projeto
USO DA TERRA E COBERTURA VEGETAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO XIDARINI NO MUNICÍPIO DE TEFÉ-AM.
USO DA TERRA E COBERTURA VEGETAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO XIDARINI NO MUNICÍPIO DE TEFÉ-AM. Selma Coelho de Carvalho- Discente do curso de Geografia da Universidade do Estado do Amazonas - CEST. Bolsista
6 Análise Numérica. 6.1. Geometria do Problema
6 Análise Numérica Este capítulo tem como objetivo apresentar os dados de entrada e as simulações numéricas realizadas com o auxílio do programa Vadose/W e GeoSlope/W, ambos contidos no pacote GEOSTUDIO
IV Seminário de Iniciação Científica
459 EROSÃO ACELERADA ASSOCIADA A RODOVIAS NA PORÇÃO NORTE DE ANÁPOLIS (GO) Sandra Sardinha Lemes 1,3 ; Homero Lacerda 2,3 1 Bolsista PIBIC/CNPq 2 Pesquisador Orientador 3 Curso de Geografia UnUCSEH UEG
SOLO FORMAÇÃO E UTILIZAÇÃO
SOLO FORMAÇÃO E UTILIZAÇÃO O SOLO E OS SERES HUMANOS O solo é formado pelo desgaste de rochas formadas a milhões de anos; O solo é responsável pela moradia fixa do ser humano, pois, é dele que é produzido
CORREÇÃO DE TRINCAS TRANSVERSAIS NA BARRAGEM PIAUS. Coordenador MSc EngeSoft Ltda
CORREÇÃO DE TRINCAS TRANSVERSAIS NA BARRAGEM PIAUS ANTONIO MIRANDA VANDA MALVEIRA WALMIR JARDIM Consultor Independente PhD Professora DSc UNIFOR /Ce Coordenador MSc EngeSoft Ltda BARRAGEM PIAUS A Barragem
Teste 1 de Vias de Comunicação II GUIA DE CORRECÇÃO
Teste 1 de Vias de Comunicação II GUIA DE CORRECÇÃO Curso: LECT Data: 14-09-2017 Turmas: C31 e C32 Duração: 110 min Nome do Docente: Prof. F. Leite/Engª B. Matsimbe Pontuação: 60 pts Parte Teórica 1. Diga
UNIDADE 3 BACIAS DE INFILTRAÇÃO (BARRAGINHAS)
UNIDADE 3 BACIAS DE INFILTRAÇÃO (BARRAGINHAS) 1 SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS...3 1 BACIAS DE INFILTRAÇÃO CONCEITO E APLICAÇÃO.4 2 FORMAS E DIMENSÕES...9 3 SELEÇÃO DO TIPO E IDENTIFICAÇÃO DOS LOCAIS DE APLICAÇÃO
Embasamento técnico de projetos de conservação do solo para atendimento da legislação. Isabella Clerici De Maria Instituto Agronômico
Embasamento técnico de projetos de conservação do solo para atendimento da legislação Isabella Clerici De Maria Instituto Agronômico Áreas Agrícolas Diferentes situações Aspectos que devem ser vistos em
Alguns processos erosivos que contribuem para o empobrecimento do solo
SOLO CONSERVAÇÃO Erosão Alguns processos erosivos que contribuem para o empobrecimento do solo Assoreamento: Depósito de acúmulo de sedimentos nos cursos d água, geralmente provocada, principalmente, pela
AVALIAÇÃO DO USO DA TERRA NO PROJETO DE ASSENTAMENTO CHE GUEVARA, MIMOSO DO SUL, ESPÍRITO SANTO
AVALIAÇÃO DO USO DA TERRA NO PROJETO DE ASSENTAMENTO CHE GUEVARA, MIMOSO DO SUL, ESPÍRITO SANTO Natália Aragão de Figueredo 1, Paulo Henrique Dias Barbosa 2, Thiago Dannemann Vargas 3, João Luiz Lani 4
PREÇO UNIT. CUSTO CUSTO CUSTO CONTA ITEM UN. QUANT. R$ R$ 10³ US$ 10³ $A 10³
MANUAL DE INVENTÁRIO HIDRELÉTRICO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS TÍTULO: ORÇAMENTO PADRÃO - ESTUDOS FINAIS ARQUIVO 56ope.xls REVISÃO: 1 Data base-dez-2008 1,1771 2,3944 0,6984 PREÇO UNIT. CUSTO CUSTO CUSTO.10.
Solo. Solo=f (rocha matriz, clima, relevo, biosfera e tempo)
Erosão Ciclo hidrológico Erosão superficial Definições: É a remoção das camadas superficiais do solo pelas ações do vento e da água. A erosão envolve o processo de destacamento e transporte de partículas
Uso do capim vetiver (sistema vetiver) na estabilização de taludes de rodovias, proteção de drenagens e de áreas marginais
Uso do capim vetiver (sistema vetiver) na estabilização de taludes de rodovias, proteção de drenagens e de áreas marginais Elder de Lucena Madruga 1 Elvio Luiz Schelle 2 Fernando Ximenes de Tavares Salomão
GESTÃO AMBIENTAL. Conteúdo
04/09/2012 1 / 9 Conteúdo 1. PARTES INTERESSADAS (STAKEHOLDERS)... 2 2. OPINIÃO POR PARTE DOS STAKEHOLDERS DE ALGUMA ÁREA QUE SE ENQUADRE NO CONCEITO DE FAVC.... 2 3. DAS REGIÕES RIBEIRÃO BRANCO, ITAPEVA,
Dicas importantes para você construir ou reformar a sua casa.
Distribuição gratuita Dicas importantes para você construir ou reformar a sua casa. 1 Este folheto fornece informações úteis para orientá-lo na construção ou reforma de sua casa. Qualquer construção ou
Medidas de Proteção Ambiental
Medidas de Proteção Ambiental Eixos de sustentabilidade PODER PÚBLICO LEGISLAÇÃO AMBIENTAL PARTICIPAÇÃO COMUNITÁRIA (Re)intervenção nas Microbacias Ações negociadas e acordadas com a gente Demanda e oferta
Adubação da Cultura da Soja no Paraná e Goiás
Tema 2 Manejo da adubação com ênfase na aplicação a lanço Adubação da Cultura da Soja no Paraná e Goiás Adilson de Oliveira Junior César de Castro Fábio Álvares de Oliveira Vinícius Benites Pesquisadores
Gestão Ambiental da BR-116
Gestão Ambiental da BR-116 Lista de verificação das Pedreiras Mês de atividade: Julho/2014 Lote: 1 Nome da pedreira: P-2 Licença de Operação n 1237/2014 Data de emissão: 11/04/2014 Data de vencimento:
MELHORIA FÍSICO-HIDRICA DO AMBIENTE RADICULAR DE CAFEEIROS: USO DE CONDICIONADORES DE SOLO. Professor Geraldo César de Oliveira
MELHORIA FÍSICO-HIDRICA DO AMBIENTE RADICULAR DE CAFEEIROS: USO DE CONDICIONADORES DE SOLO. Professor Geraldo César de Oliveira Universidade Federal de Lavras (UFLA) Departamento de Ciência do Solo [email protected]
Nutrição, Adubação e Calagem
Nutrição, Adubação e Calagem Importância da nutrição mineral Embora o eucalipto tenha rápido crescimento, este é muito variável. Os principais fatores que interferem no crescimento estão relacionados com
