FEDERAÇÃO EQUESTRE PORTUGUESA
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- Neusa Belmonte Palhares
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1 FEDERAÇÃO EQUESTRE PORTUGUESA IDENTIFICAÇÃO E TRANSPORTE DE CAVALOS Fórum de Dressage Mário Barbosa, FEI.VET.DEL 7 de Fevereiro 2015
2 TODO O EQUÍDEO CRIADO OU EXISTENTE NA UNIÃO EUROPEIA TEM QUE ESTAR DEVIDAMENTE IDENTIFICADO. Regulamento (CE) 504/2008, 6 de Junho
3 Equídeos registados Todo o equídeo susceptivel de estar ou ser inscrito num livro genealógico ou stud book. Equídeos de produção e rendimento Todo o equídeo não susceptivel de ser inscrito num qualquer livro genealógico.
4 Identificação equina 1. Documento de identificação único e vitalício; 2. Um método que assegure a ligação inequívoca entre o documento de identificação e o equídeo; 3. Base de dados que registe sob a forma de número de identificação universal os elementos do equídeo que lhe deu origem.
5 1.Documento de identificação (DIE) DIE livro azul Equídeos registados; DIE livro verde Equídeos produção e rendimento; DIE de equídeos com origem estrangeira (EU); DIE* de equídeos estrangeiros de países terceiros; Passaporte da FEI. * Os DIE emitidos por países terceiros não de acordo com o regulamento comunitário tem que ser colocados conforme.
6 2. Método que assegure a ligação inequívoca entre o documento e o equídeo Resenho gráfico Resenho descritivo Micro chip: - OBRIGATÓRIO PARA TODOS!! - Dec.lei 123/2013 de 27 de Agosto - Código do pais - Colocação na tábua esquerda
7 Base de dados (Registo Nacional de Equídeos/DGAV) (Colocado em rede com assoc.detentoras da gestão de stud books) UELN (Universal Equine Life Number) Código do pais 620 Código da base de dados 001 Número de identificação nacional (NIN) Check digit Ex: UELN UMA VEZ ATRIBUIDO NUNCA SE MUDAM SEJA NACIONAL OU ESTRANGEIRO!!
8 Emissão de DIE Equídeos registados ( livro azul ) Diretamente no RNE/DGAV Campo Grande nº 50, Lisboa (15 ) Equídeos de produção e rendimento ( livro verde ) Direção dos serviços veterinários regionais, NAV,DAV, (7,5 ) Capas da FEI Na federação equestre Portuguesa OBRIGATORIEDADE DE EMISSAO ATÉ 31 DE DEZEMBRO DO ANO DE NASCIMENTO.
9 Outras situações: Mudança do estatuto do cavalo; Mudança do proprietário; Importação temporária e definitiva; Perdas/deteriorado do DIE; Utilização na cadeia alimentar; Morte do cavalo ; Ausência deteção do microchip.
10 Transporte de cavalos Regulamento (CE) 1/2005 do Conselho de 22 de Dezembro Relativo à proteção dos animais durante o transporte e operações afins e que altera as diretivas /CEE e 93/119/CE e o regulamento (CE) 1255/97.
11 (21) Os equídeos registados são frequentemente transportados para fins não comerciais.. Convirá derrogar certas disposições sempre que forem transportados equídeos registados para efeitos de competições, corridas, eventos culturais ou procriação. Reg. (CE) 1/2005, 22 de Dezembro
12 O presente regulamento não é aplicável ao transporte de animais que não seja efetuado em relação com atividades económicas, nem ao transporte direto de animais de ou para clinicas ou consultórios veterinários por indicação de uma veterinário. Art n.º 1 alinea 5 do Reg. (CE) 1/2005, 22 de Dezembro
13 Direção Geral de Veterinária Nota informativa O regulamento (CE) 1/2005 aplica-se ao transporte de animais vertebrados desde que o mesmo esteja relacionado com atividades que tendem a produzir lucro. Assim não se encontram abrangidos por estas normas do regulamento (CE) 1/2005 os seguintes transportes: 4. transporte de cavalos pelos seus detentores ou por indivíduos por eles mandatados nos seus meios de transporte a fim de participarem em treinos passeios, exposições, concursos hipicos, eventos culturais no decurso dos quais não se realizem trocas comerciais
14 Parece assim claro que: 1.Cavalos registados, (com os sem capas FEI) 2. Transporte do mesmo proprietário dos cavalos 3. Deslocação para eventos equestres, (não comercial) NÃO TEM QUE CUMPRIR O REGULAMENTO 1/2005, 22 de Dezembro!!
15 Outras situações Legalização do transporte Curta duração (online no site da DGAV) Certificação de aptidão profissional Tacógrafo/GPS (Abrir atividade nas finanças) OBRIGATÓRIO CURSO DE APTIDÃO PROFISSIONAL!!
16 Desinfeção dos camiões Decreto-lei 142/2006 art.12.º n.1 alínea a, ii) ii) Limpos e desinfetados por um centro de desinfeção licenciado pela autoridade competente com desinfetantes autorizados, imediatamente depois de cada transporte de animais ou de qualquer outro produto que possa afetar a saúde animal devidamente comprovado por declaração com validade de 72 horas desde que não se verifica novo transporte de animais.
17 Deslocação Dentro do território nacional Necessário: livro azul, livro verde, passaporte FEI, *documento de identificação de outro estado membro. *registo do RNE, se importação definitiva (mais de 90 dias) ACABARAM RESENHOS OFICIAIS DE SUBSTITUIÇÃO E GUIAS DE TRÂNSITO!!
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19 Deslocação Dentro do espaço comunitário Equídeos registados (em atividade não comercial, desporto) DIE, Livro azul, passaporte FEI, DIE estrangeiro Atestado de saúde (modelo 132/DGAV) Artigo 8.º n.º1 alínea) a Os estados membros velam por: os equídeos registados sejam acompanhados ao abandonarem a exploração efetiva, do documento de identificação. e, se se destinam às trocas intracomunitárias, desse documento de identificação completado pelo atestado de saúde previsto no anexo 2. (Diretiva 2009/156/ CE do Conselho)
20 Deslocação dentro do espaço comunitário Equídeos registados (em atividade comercial: venda, toureio, festivais, etc) DIE Livro azul. Passaporte FEI Certificado de inspeção sanitária (TRACES) (Trade Control and Expert Sytem) Equídeos de produção e rendimento DIE Livro verde Certificado de inspeção sanitária (TRACES) Art.8 n.º1 alínea) b Os equídeos de criação, rendimento ou de talho sejam acompanhados, durante o transporte, de um certificado de inspeção sanitária em conformidade com o anexo III (Diretiva 2009/156/ CE do Conselho)
21 Muito obrigado!!!
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