Superior Tribunal de Justiça
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- Maria do Pilar Luiza Dreer Cipriano
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1 RECURSO ESPECIAL Nº RS (2003/ ) RELATORA : MINISTRA NANCY ANDRIGHI RECORRENTE : VALDA TEREZINHA CARBONE ADVOGADO : MARLON LEANDRO TORRES E OUTRO RECORRIDO : HOSPITAL DE BASE DO DISTRITO FEDERAL EMENTA Processual civil. Recurso especial. Hospital. Acesso a documentos médicos requerido pelo próprio paciente. Negativa injustificada pela via administrativa. Ensejo de propositura de ação de exibição de documentos. Ônus de sucumbência. Princípio da causalidade. - De acordo com o Código de Ética Médica, os médicos e hospitais estão obrigados a exibir documentos médicos relativos ao próprio paciente que requeira a exibição. - A negativa injustificada à exibição de documentos médicos pela via administrativa, que obrigou o paciente à propositura de ação à sua exibição pela via judicial, tem o condão de responsabilizar o hospital pelo pagamento dos ônus de sucumbência, em atenção ao princípio da causalidade, nos termos dos precedentes firmados no STJ. Recurso especial conhecido e provido. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Ministros da TERCEIRA TURMA do Superior Tribunal de Justiça, na conformidade dos votos e das notas taquigráficas constantes dos autos, por unanimidade, conhecer do recurso especial e dar-lhe provimento. Os Srs. Ministros Castro Filho, Antônio de Pádua Ribeiro e Carlos Alberto Menezes Direito votaram com a Sra. Ministra Relatora. Brasília(DF), 02 de dezembro de (Data do Julgamento) MINISTRA NANCY ANDRIGHI Relatora Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 12/04/2004 Página 1 de 9
2 RECURSO ESPECIAL Nº RS (2003/ ) RECORRENTE : VALDA TEREZINHA CARBONE ADVOGADO : MARLON LEANDRO TORRES E OUTRO RECORRIDO : HOSPITAL DE BASE DO DISTRITO FEDERAL RELATORA: MINISTRA NANCY ANDRIGHI RELATÓRIO Cuida-se do recurso especial interposto por VALDA TEREZINHA CARBONE contra acórdão exarado pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. A recorrente propôs ação de exibição de documentos em face do Hospital de Base do Distrito Federal, ora recorrido. Aduziu ter sido vítima de acidente de trânsito em Brasília-DF, que lhe causou severas lesões, inclusive acarretando a sua internação junto ao recorrido pelo período de a Durante esse tempo, a recorrente permaneceu desacordada, inconsciente e desassistida por seus familiares. Superada a fase de convalescença, procurou o recorrido a fim de ter acesso aos prontuários, registros médicos, diagnósticos e, especialmente, esclarecimentos acerca de eventuais tratamentos. Isso porque, após a ocorrência do acidente, a recorrente passou a experimentar diversos problemas de saúde, sofrendo de patologia, supostamente contraída nas dependências do recorrido, que culminou inclusive em sua aposentadoria. Apesar das tentativas, o recorrido recusou o acesso a quaisquer escritos. Notificado extrajudicialmente para que apresentasse a documentação (fl. 11), o recorrido se negou a atender o pleito, sob o argumento de vedação imposta pelos arts. 102, 103 e 108 do Código de Ética Médica. Asseverou que somente por determinação judicial ou de órgão ou entidade médica os documentos poderia ser exibidos (fl. 14). Assim sendo, a recorrente pugnou pela exibição judicial de todos os Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 12/04/2004 Página 2 de 9
3 prontuários médicos, diagnósticos, exames, tratamentos, profilaxia e prescrições que lhe foram aplicados, no período em que esteve internada nas dependências do recorrido. Devidamente citado, o recorrido apresentou em juízo cópia da GAE Guia de Atendimento de Emergência da recorrente (fls. 31/39). O Juízo de primeiro grau, ao entendimento de que o pedido formulado pela recorrente fora atendido com a apresentação da documentação em juízo, julgou-o procedente tão-somente para declarar satisfeita a pretensão. Deixou, todavia, de condenar o recorrido ao pagamento das verbas de sucumbência porque atendido o pedido sem resistência (fls. 49/51). Inconformada, a recorrente apelou ao TJRS. Alegou que houve a movimentação da máquina judiciária, tendo ela contratado advogado em razão da resistência do apelado em apresentar os documentos pretendidos, mesmo tendo sido extrajudicialmente notificado para tanto. O acórdão restou assim ementado: Processual. Cautelar exibitória. Honorários indevidos: oferta dos documentos por parte do demandado, que não opõe resistência ao pedido, não contestando a ação. Recusa anterior (extrajudicial) motivada. Apelo improvido. Irresignada, a recorrente interpõe recurso especial, com fulcro no art. 105, inc. III, alíneas a e c da Constituição Federal, sob a alegação de ofensa aos artigos: a) 20 e 26 do CPC e dissídio jurisprudencial afirma que o recorrido deu ensejo à propositura da ação porque injustificadamente negou o acesso aos documentos pela via administrativa, que pela lei a recorrente tem o direto em conhecer. Dessa forma, pelo princípio da causalidade, há de ser condenado ao pagamento das verbas de sucumbência; b) 70, 71 e 112 do Código de Ética Médica a recusa do recorrido em apresentar a documentação via requerimento administrativo configura violação do direito de plena informação e acesso à própria documentação médica e hospitalar. É o relatório. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 12/04/2004 Página 3 de 9
4 RECURSO ESPECIAL Nº RS (2003/ ) RELATORA: MINISTRA NANCY ANDRIGHI VOTO A questão posta a desate pela recorrente consiste em aferir a responsabilidade do recorrido pelo pagamento dos ônus de sucumbência na ação de exibição de documentos proposta por ela. De fato, assim que citado, o recorrido apresentou os documentos solicitados pela recorrente em juízo. Houve então julgamento pela procedência do pedido formulado por ela tão-somente para se declarar satisfeita a pretensão. No entanto, o recorrido não foi condenado ao pagamento de verbas de sucumbência por não ter resistido à pretensão. Todavia, apesar de apresentados os documentos em juízo sem resistência, há de se verificar se o recorrido efetivamente deu causa à propositura da ação, hipótese em que há de ser condenado a suportar os ônus sucumbenciais, conforme reiterada jurisprudência do STJ. Notificado extrajudicialmente para que exibisse os documentos (fl. 11), o recorrido se negou a fazê-lo sob o amparo do arts. 102, 103 e 108 do Código de Ética Médica (fl. 14). Assim dispõem esses dispositivos normativos: Capítulo IX - Segredo Médico É vedado ao médico: Art Revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por justa causa, dever legal ou autorização expressa do paciente. Parágrafo único: Permanece essa proibição: a) Mesmo que o fato seja de conhecimento público ou que o paciente tenha falecido. b) Quando do depoimento como testemunha. Nesta hipótese, o médico comparecerá perante a autoridade e declarará seu impedimento. Art Revelar segredo profissional referente a paciente menor de Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 12/04/2004 Página 4 de 9
5 idade, inclusive a seus pais ou responsáveis legais, desde que o menor tenha capacidade de avaliar seu problema e de conduzir-se por seus próprios meios para solucioná-lo, salvo quando a não revelação possa acarretar danos ao paciente. (...) Art Facilitar manuseio e conhecimento dos prontuários, papeletas e demais folhas de observações médicas sujeitas ao segredo profissional, por pessoas não obrigadas ao mesmo compromisso. Por sua vez, a recorrente alega que o próprio Código de Ética Médica, nos arts. 70, 71 e 112, autoriza a exibição dos documentos requeridos por ela. Esses dispositivos assim asseveram: Capítulo V - Relação com Pacientes e Familiares É vedado ao médico: Art Negar ao paciente acesso a seu prontuário médico, ficha clínica ou similar, bem como deixar de dar explicações necessárias à sua compreensão, salvo quando ocasionar riscos para o paciente ou para terceiros. Art Deixar de fornecer laudo médico ao paciente, quando do encaminhamento ou transferência para fins de continuidade do tratamento, ou na alta, se solicitado. (...) Capítulo X - Atestado e Boletim Médico É vedado ao médico: (...) Art Deixar de atestar atos executados no exercício profissional, quando solicitado pelo paciente ou seu responsável legal. Pela análise dos dispositivos do Código de Ética Médica citados pelo recorrido na resposta à notificação extrajudicial exarada pela recorrente (fl. 14), verifica-se que eles não amparam a negativa ao acesso aos documentos requeridos. Tratam exclusivamente do sigilo médico perante terceiros. Por outro lado, nos termos do arts. 70, 71 e 112 do aludido Código, não poderia o recorrido ter (i) negado à recorrente o acesso ao seu prontuário médico; (ii) se Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 12/04/2004 Página 5 de 9
6 furtado de dar explicações necessárias à sua compreensão; (iii) deixado de fornecer laudo médico à recorrente para o fim de continuidade do tratamento; e (iv) deixado de atestar os atos executados pelos médicos quando do tratamento ao qual foi submetido a recorrente. Conclui-se, pois, que o recorrido, de forma injustificada, negou à recorrente o acesso às informações por ela requeridas via administrativa e efetivamente ensejou a propositura da ação de exibição de documentos. Dessa forma, em atendimento ao princípio da causalidade, há de suportar o pagamento dos ônus de sucumbência. Forte em tais razões, CONHEÇO do presente recurso especial pelas alíneas a e c do permissivo constitucional e DOU-LHE PROVIMENTO, para condenar o recorrido ao pagamento das despesas processuais e honorários advocatícios, esses que fixo em R$ 3.000,00 (três mil reais). Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 12/04/2004 Página 6 de 9
7 CERTIDÃO DE JULGAMENTO TERCEIRA TURMA Número Registro: 2003/ RESP / RS Número Origem: PAUTA: 21/10/2003 JULGADO: 29/10/2003 Relatora Exma. Sra. Ministra NANCY ANDRIGHI Presidente da Sessão Exmo. Sr. Ministro ANTÔNIO DE PÁDUA RIBEIRO Subprocuradora-Geral da República Exma. Sra. Dra. ARMANDA SOARES FIGUEIREDO Secretária Bela. SOLANGE ROSA DOS SANTOS VELOSO AUTUAÇÃO RECORRENTE : VALDA TEREZINHA CARBONE ADVOGADO : MARLON LEANDRO TORRES E OUTRO RECORRIDO : HOSPITAL DE BASE DO DISTRITO FEDERAL ASSUNTO: Ação de Exibição de Documento CERTIDÃO Certifico que a egrégia TERCEIRA TURMA, ao apreciar o processo em epígrafe na sessão realizada nesta data, proferiu a seguinte decisão: "Após o voto da Sra. Ministra Nancy Andrighi, conhecendo do recurso especial e dando-lhe provimento, no que foi acompanhada pelos Srs. Ministros Castro Filho e Antônio de Pádua Ribeiro, pediu vista o Sr. Ministro Carlos Alberto Menezes Direito." Ausente, justificadamente, o Sr. Ministro Ari Pargendler. O referido é verdade. Dou fé. Brasília, 29 de outubro de 2003 SOLANGE ROSA DOS SANTOS VELOSO Secretária Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 12/04/2004 Página 7 de 9
8 RECURSO ESPECIAL Nº RS (2003/ ) VOTO-VISTA O EXMO. SR. MINISTRO CARLOS ALBERTO MENEZES DIREITO: A recorrente ajuizou ação de exibição de documentos "a fim de declarar satisfeita a obrigação de apresentação dos documentos requeridos pela autora, constante de fl. 32/39 dos autos". O Juiz não impôs as verbas da sucumbência, porque "alcançado o desiderato inicial, com a apresentação dos documentos, sem resistência". O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul negou provimento à apelação. Entendeu que, no caso, não houve resistência nem mesmo contestação, vindo o réu aos autos para ofertar a documentação objeto da ação. O especial é para que seja imposto o ônus da sucumbência. A Ministra Nancy Andrighi, ilustre Relatora, proveu o especial para condenar o recorrido no pagamento das despesas processuais e honorários de advogado, que fixou em R$ 3.000,00. Pedi vista para examinar a questão da sucumbência. Acompanho o voto da eminente Relatora, na linha da jurisprudência da Corte: REsp nº /MG, de minha relatoria, DJ de de 10/5/99; REsp nº /MG, Relator o Ministro José Delgado, DJ de 10/9/01; AgRgAg nº /RJ, Relator o Ministro Nilson Naves, DJ de 10/10/93. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 12/04/2004 Página 8 de 9
9 CERTIDÃO DE JULGAMENTO TERCEIRA TURMA Número Registro: 2003/ RESP / RS Número Origem: PAUTA: 21/10/2003 JULGADO: 02/12/2003 Relatora Exma. Sra. Ministra NANCY ANDRIGHI Presidente da Sessão Exmo. Sr. Ministro ANTÔNIO DE PÁDUA RIBEIRO Subprocurador-Geral da República Exmo. Sr. Dr. JOSÉ ROBERTO FIGUEIREDO SANTORO Secretária Bela. SOLANGE ROSA DOS SANTOS VELOSO AUTUAÇÃO RECORRENTE : VALDA TEREZINHA CARBONE ADVOGADO : MARLON LEANDRO TORRES E OUTRO RECORRIDO : HOSPITAL DE BASE DO DISTRITO FEDERAL ASSUNTO: Ação de Exibição de Documento CERTIDÃO Certifico que a egrégia TERCEIRA TURMA, ao apreciar o processo em epígrafe na sessão realizada nesta data, proferiu a seguinte decisão: "Prosseguindo o julgamento, após o voto-vista do Sr. Ministro Carlos Alberto Menezes Direito, a Turma, por unanimidade, conheceu do recurso especial e deu-lhe provimento." Os Srs. Ministros Castro Filho, Antônio de Pádua Ribeiro e Carlos Alberto Menezes Direito votaram com a Sra. Ministra Relatora. O referido é verdade. Dou fé. Brasília, 02 de dezembro de 2003 SOLANGE ROSA DOS SANTOS VELOSO Secretária Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 12/04/2004 Página 9 de 9
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