APARELHOS DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA E ACESSÓRIOS
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- Flávio Wagner Azevedo
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1 APARELHOS DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA E ACESSÓRIOS Reguladores de fluxo luminoso para aplicação em circuitos de iluminação pública Características e ensaios Elaboração: DTI Homologação: conforme despacho do CA de Edição: 2ª.Anula e substitui a edição de Set 2011 Emissão: EDP Distribuição Energia, S.A. DTI Direção de Tecnologia e Inovação R. Camilo Castelo Branco, LISBOA Tel.: / Fax: [email protected]
2 ÍNDICE 0 INTRODUÇÃO OBJETO CAMPO DE APLICAÇÃO NORMAS E DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA TERMOS E DEFINIÇÕES ABREVIATURAS CONDIÇÕES NORMAIS DE SERVIÇO CONCEÇÃO E CONSTRUÇÃO Generalidades Compartimentos do armário Marcação Distâncias de isolamento no ar e linhas de fuga Maciço de fundação e fixação do armário Proteção contra choques elétricos Proteção das pessoas contra contactos diretos Proteção das pessoas contra contactos indiretos Proteção contra ações mecânicas Humidade Identificação das ligações Resistência ao calor anormal e ao fogo Resistência ao calor seco Resistência à corrosão Verificação do comportamento do armário à radiação ultravioleta (UV) Condutores de proteção Corrente de curto-circuito (Icc) Circuitos principais Circuitos auxiliares Terminais para condutores externos DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 2/18
3 7.19 Sinalizadores luminosos e botoneiras Conexões elétricas no interior do RFL Compatibilidade eletromagnética (CEM) INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO REGULADOR REGIMES DE FUNCIONAMENTO TENSÃO MÍNIMA CONJUNTO DE APARELHAGEM CARACTERÍSTICAS Elétricas Relógio astronómico CONTROLO TELEGESTÃO (opcional) ENSAIOS DE TIPO ENSAIOS DE SÉRIE INFORMAÇÕES ADICIONAIS INFORMAÇÃO A APRESENTAR PELOS CANDIDATOS ANEXO A ESQUEMA ELÉTRICO ANEXO B ARMÁRIO ANEXO C CARACTERÍSTICAS DA PLACA DE IDENTIFICAÇÃO DOS REGULADORES DE FLUXO LUMINOSO DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 3/18
4 0 INTRODUÇÃO O presente documento anula e substitui o documento normativo DMA-C71-400/N (1ª edição), de setembro 2011, da EDP Distribuição. As principais modificações introduzidas pelo presente documento à anterior edição são: adequar o DMA à NP EN de 2011, que substituiu a IEC ; alterar o quadro nº 2 ( alteração nos escalões de potência), por a experiência ter demonstrado que os escalões anteriormente considerados não satisfaziam parte significativa das necessidades; possibilitar dois tipos de disposição dos armários, conforme se apresenta no anexo B. 1 OBJETO O presente documento destina-se a definir as características e os ensaios a que devem obedecer os reguladores de fluxo nos circuitos de I.P. que incluem luminárias com lâmpadas de descarga de alta pressão de vapor de sódio e de iodetos metálicos, a adquirir pela EDP Distribuição ou por Terceiros, para ligar à rede de distribuição. 2 CAMPO DE APLICAÇÃO O RFL tem o seu campo de aplicação na regulação do fluxo luminoso das luminárias de I.P. inseridas em redes aéreas ou subterrâneas. 3 NORMAS E DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA O presente DMA inclui disposições de outros documentos, referenciados nos locais apropriados do texto, que se encontram a seguir listados, com indicação das respetivas datas de edição. Quaisquer alterações das referidas edições só serão aplicáveis no âmbito do presente documento, se forem objeto de inclusão específica, por modificação ou aditamento ao mesmo. Documento Edição Título DMA-C71-110/N 2012 Aparelhos de iluminação elétrica e acessórios. Luminárias de iluminação pública. Características e ensaios DIT-C71-400/N - Regulador de fluxo. Condições de instalação DEF-C71-400/N 2011 Regulador de fluxo. Especificação funcional DMA-C62-801/N 2007 Armários de Distribuição DMA-C63-600/N 2007 Contactores tripolares eletromecânicos. Características e ensaios DMA-C63-201/N 2006 Fusíveis BT. Características e ensaios DMA-E84-006/N 2006 Cilindros de perfil europeu IEC Environmental testing-part 2:Tests-Dry heat NP EN Conjuntos de aparelhagem de baixa tensão NP EN Low voltage switchgear and controlgear assemblies: Particular requirements for assemblies for power distribution in public networks IEC Luminaries-part 1: General requirements and tests IEC Low-voltage switchgear and controlgear- General rules IEC Low-voltage switchgear and controlgear- Circuit breakers IEC Low-voltage switchgear and controlgear- Switches, disconnectors, switchdisconnector and fuse-combination 2000 IEC Low-voltage switchgear and controlgear - Contactors and motor-starters - Electromechanical contactors and motor-staters IEC Low voltage fuses-part2 EN Voltage characteristics of electricity supplied by public distribution networks DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 4/18
5 IEC Method for the determination of the proof and the comparative tracking indices of solid insulating materials IEC Degrees of protection provided by enclosures (IP code) EN Degrees of protection provided by enclosures for electrical equipment against external mechanical impacts (IK code) IEC Equipments for general lighting purposes-emc immunity requirements IEC Environment-Compatibility levels for low-frequency conducted disturbances and signaling in public low-voltage power supply systems IEC Limits for harmonic current emissions (equipment input current 16 A per phase) IEC Limits for harmonic currents produced by equipment connected to public lowvoltage systems with input current 16 A and 75 A per phase IEC Limits and methods of measurement of radio disturbance characteristics of electrical lighting and similar equipment IEC Basic and safety principles for man-machine interface, marking and identification - Identification of equipment terminals, conductor terminations and conductors ISO Plastics methods of exposure to laboratory light sources-part 2 Xenon arc lamps ISO Data elements formats-information interchange-representation of dates and times IEC Insulation coordination for equipment within low-voltage systems-part 1: Principles, requirements and tests 4 TERMOS E DEFINIÇÕES Para efeitos do presente documento, são aplicáveis os termos e definições indicadas nas normas supracitadas, de entre as quais se transcrevem as seguintes: 4.1 autotransformador transformador no qual as tensões primárias e secundárias derivam de um enrolamento comum (IEC , secção 3). 4.2 bypass do RFL dispositivo eletrónico ou eletromecânico integrado no regulador que liga diretamente a entrada com a saída, inibindo-o em caso de falha interna, de forma a assegurar a continuidade da alimentação de energia aos circuitos de iluminação pública e permite repor o funcionamento normal de estabilização-redução a partir do instante em que a causa do defeito tenha desaparecido. 4.3 bypass exterior ao RFL dispositivo eletrónico ou eletromecânico instalado no exterior do RFL e que deve estar de acordo com o DIT-C71-400/N. 4.4 circuito auxiliar do conjunto todas as partes condutoras do conjunto inseridas no circuito previstas para o comando, medida, sinalização, regulação, tratamento de informação etc.(np EN , subsecção 3.1.4). DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 5/18
6 4.5 circuito principal do conjunto todas as peças condutoras do conjunto compreendidas no circuito destinado a transportar energia elétrica (NP EN , subsecção 3.1.3). 4.6 conjunto de aparelhagem de baixa tensão combinação de um ou mais dispositivos de comutação em conjunto com controlo associado, medição, sinalização, proteção, equipamento de regulação, etc., com todas as suas interconexões elétricas internas e mecânicas e partes estruturais (NP EN , subsecção 3.1.1). 4.7 constituintes incorporados elementos que fazem parte do conjunto de aparelhagem, tais como: - circuitos impressos, ponte retificadora, regulador, alimentação de potência estabilizada, amplificador operacional, etc. e que devem estar de acordo com a NP EN , nota 1 do quadro correntes rastejantes (CTI) valor numérico da tensão máxima, expresso em volt, para o qual um material suporta 50 gotas de solução de ensaio sem causar rastejamento(iec , subsecção ). 4.9 distância de isolamento distância entre duas partes condutoras seguindo o trajeto mais curto (IEC , subsecção ) distorção harmónica dada pela raiz quadrada do somatório do quadrado das tensões ou correntes eficazes das componentes harmónicas de ordem 2 à 40. A distorção harmónica em relação à tensão, expressa em percentagem (%), é dada pela seguinte fórmula e de acordo com a EN 50160: h=h THD = (U h ) 2 h= ensaio de série ensaio a que é sujeito o aparelho no decurso ou no fim da fabricação para verificar o cumprimento dos critérios definidos (IEC secção 2.6) ensaio de tipo ensaio efetuado sobre um ou vários aparelhos realizado segundo uma dada conceção para verificar que responde a certas especificações(iec secção 2.6) equipamento de classe I DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 6/18
7 equipamento cuja proteção contra o choque elétrico dispõe, como medida de segurança adicional, da conexão das partes condutoras acessíveis a um condutor de proteção ligado à terra, de forma a garantir que no caso de ocorrer um defeito do isolamento principal, nenhuma parte condutora acessível atinja um potencial perigoso equipamento de classe II equipamento cuja proteção contra o choque elétrico dispõe de medidas de segurança suplementares, tais como, duplo isolamento ou isolamento reforçado. Essas medidas não incluem a utilização de dispositivos para ligação à terra de proteção nem dependem das condições de instalação equipamento de estabilização-redução (Regulador de Fluxo Luminoso -RFL) conjunto de aparelhos alimentados em baixa tensão que compreende os elementos de controlo, comando, medida, sinalização, regulação, etc., instalados sob a responsabilidade do fabricante, incluindo todas as conexões internas, mecânicas e elétricas assim como os seus elementos estruturais, que permite efetuar o controlo da tensão de alimentação nas luminárias e respetiva redução do fluxo luminoso equipamento estático dispositivo que para realizar as funções de estabilização de tensão e redução de fluxo luminoso, utiliza unicamente, no circuito principal ou de potência, elementos ou componentes estáticos como por exemplo transistores e tiristores, IGBT (Insulate Gate Bipolar Transistor) grau de poluição reporta-se às condições de ambiente para os quais o conjunto de aparelhagem está previsto (NP EN secção 7.1.3) potência estipulada potência aparente máxima declarada pelo fabricante, em kva, que o regulador suporta em regime permanente de funcionamento rendimento quociente entre a potência ativa de saída e a potência ativa de entrada, expressa em % tensão estipulada de entrada tensão da rede de baixa tensão que alimenta o regulador e que deve estar de acordo com a EN tensão nominal de isolamento (U i) valor da tensão para o qual são referidos os testes de ensaios dielétricos e de linhas de fuga tensão suportável à onda de choque (U imp) valor da tensão suportável ao choque declarada pelo fabricante do equipamento, caracterizando a capacidade de resistência específica da isolação contra as sobretensões transitórias tensão de saída valor da tensão de saída do RFL em cada um dos regimes de funcionamento definidos pelo fabricante. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 7/18
8 5 ABREVIATURAS No presente documento são usadas as seguintes abreviaturas: CTI Comparative tracking index DEF Documento Normativo de Materiais e Aparelhos Especificação Funcional DIT Documento de Instalações Tipo DMA Documento Normativo Materiais e Aparelhos - Características e/ou ensaios) ENEC European Norms Electrical Certification. EDPD Energias de Portugal Distribuição LED Light Emitting Diode IEC Norma Internacional emitida pela Comissão Eletrotécnica Internacional ISO International Standard Organization PTD Posto de Transformação e Distribuição RFL Regulador de Fluxo Luminoso RSRDEEBT Regulamento de Segurança de Redes de Distribuição de Energia Elétrica de Baixa Tensão VEI Vocabulário Eletrotécnico Internacional 6 CONDIÇÕES NORMAIS DE SERVIÇO O regulador deve funcionar sem quaisquer perturbações, nas seguintes condições e de acordo com a NP EN , secção 7: altitude até 2000 metros acima do nível do mar (correspondente a uma pressão atmosférica de 80 kpa); ambiente de grau de poluição 3; temperatura de funcionamento, entre -5 ºC e + 40 ºC 7 CONCEÇÃO E CONSTRUÇÃO 7.1 Generalidades Características da rede: Tensão nominal : 230/400 V; frequência nominal : 50 Hz; regime de neutro : direto à terra. O(s) armários do RFL são de preferência de material isolante, na gama de cores RAL , com classe de isolamento I ou II. De forma a garantir a proteção contra sobretensões o RFL deve ser concebido para suportar uma tensão ao choque atmosférico U imp de 4 kv conforme quadro G.1 da norma NP EN e uma sobretensão à frequência industrial de 2,5 kv. O RFL deve incluir proteções contra curto-circuitos e sobrecargas. 7.2 Compartimentos do armário O armário deve possuir dois compartimentos distintos, sendo um acessível ao pessoal técnico habilitado afeto à EDPD e o outro, ao pessoal técnico habilitado afeto ao Município. Os compartimentos do armário terão uma disposição de acordo com o anexo B. Considera-se equivalente à aplicação de um armário com dois compartimentos o uso de dois armários justapostos. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 8/18
9 7.3 Marcação De acordo com o estipulado na secção 6.1 da NP EN o RFL deve ter marcação clara, durável e localizada num local de forma a ser visível e legível quando instalado e em funcionamento. A(s) placa(s) de características devem conter: marca/fabricante; modelo/referência; tensão nominal de alimentação (V); nº de fases e sua identificação; corrente nominal (A); frequência 50 Hz; potência aparente (kva); ano/semana de fabrico (de acordo com ISO 8601-YYWww- exemplo 14W03-3ª semana do ano 2014); marcação CE; fator de potência; grau de proteção IP; identificação dos bornes de entrada, saída e equipamento auxiliar 7.4 Distâncias de isolamento no ar e linhas de fuga Para determinar estas distâncias, deve-se considerar o método de ensaio especificado no anexo F da norma NP EN e os requisitos a seguir indicados: grau 3 de poluição para a zona envolvente de acordo com o especificado na IEC subsecção 4.6.2; campo elétrico não homogéneo, tipo A, de acordo com a definição da IEC ; tensão estipulada ao choque atmosférico de 4 KV e à frequência industrial de 2,5 kv; regulador pertencente ao grupo de materiais isolantes grupo (III a); 175 CTI <400, de acordo com a IEC subsecção O grupo de materiais isolantes deve ser definido através dos valores do índice de resistência aos correntes rastejantes (CTI) obtidos através do método aplicado na norma IEC Atendendo aos pressupostos acima referidos e aplicando os quadros 1 e 2 da norma NP EN obtêm-se distâncias mínimas de isolamento no ar de 3 mm e 4 mm de linha de fuga. 7.5 Maciço de fundação e fixação do armário Prevê-se que o RFL seja instalado no exterior, fixado a um maciço através de parafusos M12 de aço A2 com o comprimento útil de pelo menos 80 mm, sendo o acesso dos cabos pela parte inferior. Por razões de segurança e de funcionalidade, o maciço deve ficar sobre-elevado em relação ao solo, cerca de 15 cm e posicionado de modo a facilitar a circulação de ar em toda a zona que envolve o RFL para não comprometer a ventilação no seu interior. 7.6 Proteção contra choques elétricos A proteção contra choques elétricos deve obedecer ao estipulado na NP EN secção Proteção das pessoas contra contactos diretos A proteção é garantida pelo armário, o qual deve assegurar o grau de proteção IP44, de acordo com a NP EN Proteção das pessoas contra contactos indiretos A proteção é obtida da seguinte forma: DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 9/18
10 Para os equipamentos da classe I através de uma conexão equipotencial de todas as partes metálicas e da ligação destas à terra de proteção. Para os equipamentos da classe II através do duplo isolamento ou do isolamento reforçado. Não havendo qualquer parte ativa acessível. 7.7 Proteção contra ações mecânicas O armário deve suportar uma energia de impacto de 20 Joule corresponde a IK 10. Os ensaios devem estar de acordo com a IEC Humidade O RFL deve dispor de ventilação que permita dissipar o calor libertado e evitar condensações prejudiciais no seu interior, sem comprometer o índice de proteção (IP) especificado. Deve-se seguir os procedimentos estabelecidos na NP EN , subsecção Identificação das ligações Os bornes ou terminais de ligação devem estar identificados e de acordo com a IEC Resistência ao calor anormal e ao fogo Os materiais isolantes sujeitos a variações térmicas resultantes de efeitos elétricos não devem sofrer alterações permanentes em consequência desses mesmos efeitos. A resistência ao calor anormal e ao fogo deve ser verificada pelo ensaio do fio incandescente especificado na IEC Resistência ao calor seco O armário deve suportar, em boas condições de funcionamento, a temperatura máxima de 70º C durante 168 horas, de acordo com a norma NP EN secção e IEC , secção ensaio Bb Resistência à corrosão A resistência à corrosão dos materiais ferrosos deve ser verificada através do ensaio de severidade B conforme NP EN secção Verificação do comportamento do armário à radiação ultravioleta (UV) Este ensaio aplica-se aos armários de poliéster reforçado a fibra de vidro, adotando o método de exposição com uma lâmpada de xénon e deve estar de acordo com o procedimento da ISO , método A e conforme referido na secção da NP EN Condutores de proteção A secção dos condutores de proteção deve estar conforme os valores referidos na secção da NP EN , isto é, S 10mm2 se de cobre e S 16mm2 se de alumínio. A cor do condutor deve ser verde/amarela conforme nota referida na secção da NP EN Corrente de curto-circuito (Icc) Os RFL devem ser ensaiados para I cc (considerando um curto-circuito trifásico simétrico). O valor de pico da I cc previsível nos pontos de instalação dos RFL não excede 2,1 vezes o seu valor eficaz, com um cos Ф= 0,25 (de acordo com o quadro 7 da NP EN ). DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 10/18
11 7.16 Circuitos principais Os circuitos devem estar dispostos de modo a que não seja expectável ocorrer um curto-circuito interno e devem estar dimensionados e concebidos para resistirem às solicitações de curto-circuito, limitados pelos dispositivos de proteção e de acordo com a NP EN , secção Circuitos auxiliares Estes circuitos devem estar de acordo com o estabelecido na secção da NP EN Terminais para condutores externos Os terminais devem ser adequados aos cabos normalizados na rede de iluminação pública, para S 35mm Sinalizadores luminosos e botoneiras A cor dos sinalizadores luminosos e das botoneiras deve respeitar os requisitos da IEC Conexões elétricas no interior do RFL As conexões das peças percorridas por corrente elétrica não devem sofrer alterações devido ao aquecimento normal, envelhecimento dos materiais isolantes ou vibrações, conforme é referido na secção da NP EN Compatibilidade eletromagnética (CEM) O regulador de fluxo luminoso é um equipamento da classe C, de acordo com o especificado na IEC As prescrições de ensaio (considerar ambiente tipo B) devem ser declaradas pelo fabricante e também devem estar de acordo com o especificado na secção J.10.12, designadamente: ensaios de imunidade de acordo com a NP EN , quadro J.4. e quadro J.5; ensaios de emissão de acordo com a NP EN e com os valores do quadro J.2. 8 INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO REGULADOR A instalação e o funcionamento do RFL devem estar de acordo com o especificado nos documentos DIT-C71-400/N e DEF-C71-400/N. Nota 1: estes documentos podem ser consultados no site da EDPD, cuja ligação direta é apresentada seguidamente. ( 9 REGIMES DE FUNCIONAMENTO O fabricante deve indicar os valores das tensões de saída do RFL, nos seguintes regimes de funcionamento: Regime nominal: fornece a tensão nominal na saída do regulador. Regime de arranque: fornece a tensão de saída que assegura o arranque ou reacendimento e posterior estabilização das lâmpadas. Regime de tensão reduzida: fornece a tensão de saída regulável que provoca uma redução no fluxo luminoso emitido pelas lâmpadas. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 11/18
12 10 TENSÃO MÍNIMA A tensão mínima permitida pelas luminárias é a que se encontra no quadro 1. Quadro 1 Tensão mínima a aplicar nas luminárias com lâmpadas de descarga de alta pressão Tipo de lâmpada Tensão mínima (V) Vapor de sódio 183 Iodetos metálicos CONJUNTO DE APARELHAGEM Considera-se que os RFL são montados em fábrica, cumprindo os padrões de qualidade a que devem obedecer os equipamentos e em conformidade com a NP EN , vindo desde logo preparados para ligação à rede. As potências a considerar subdividem-se em escalões tanto para os RFL monofásicos como para os trifásicos, sendo as potências indicadas no quadro 2, os limites inferiores de cada escalão. O rendimento do aparelho deve ser superior a 97% em qualquer regime (nominal ou reduzido). Quadro 2 Escalões de potências dos reguladores de fluxo luminoso Designação EDP IP Potência (kva) Código SAP Potência (kva) Código SAP Regulador de Fluxo Luminoso 44 Monofásico Trifásico Os acessórios como, parafusos, porcas e anilhas devem ser de aço A-2 ou equivalente. 12 CARACTERÍSTICAS 12.1 Elétricas São aceites dois tipos de tecnologia (transformador Buck-Booster e Estática). Em ambos, o sistema deve incorporar um contactor tipo bypass que atue automaticamente, em caso de sobrecarga, sobretensão, temperatura elevada ou avaria no sistema, fazendo a comutação de modo a que os circuitos fiquem alimentados diretamente pela rede elétrica. Os disjuntores devem estar de acordo com a especificação da IEC e os seccionadores fusíveis com a especificação IEC A margem de regulação na saída dos circuitos de I.P. deverá estar de acordo com a anterior secção 10. O tempo de resposta entre a ocorrência de variações da tensão de entrada e a reação de ajuste na saída deve ser inferior a 250 ms. A sobrecarga permitida na saída é de 1,2 I n durante 1 minuto. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 12/18
13 O equipamento deverá retomar a sua programação depois de restabelecida a energia, mesmo no caso de interrupções devido a avarias ou manobras na rede elétrica. Transformador Buck-Booster Inclui, por fase, transformador/ autotransformador. A regulação pode ser feita através da seleção de tomadas por contactor, com tensão de saída em degraus, ou por servomotor com tensão de saída em rampa. Os servomotores e os contactores recebem ordem do microprocessador. Os contactores devem ser do tipo AC3 conforme norma IEC Tecnologia estática Inclui a aplicação de transístores IGBT/transformador com regulação contínua de saída em rampa, isto é, sem degraus de tensão Relógio astronómico O RFL deve dispor de um relógio astronómico com funcionalidades que devem estar de acordo com a especificação da EDP (DTT-C71-311/N de dezº 2010) 13 CONTROLO O RFL deve disponibilizar localmente informações como, tensões, correntes, alarmes, estado de funcionamento, assim como permitir modificar, quando necessário, os diferentes ciclos de regulação de tensão. O comando deverá ser constituído por controlador programável/autómato, relógio astronómico e cartas de comunicação. Estes sistemas deverão ser autónomos de modo a poderem ser considerados como opção na aquisição dos equipamentos. O sistema de controlo deve permitir os seguintes acessos ou recolhas de informação: a) Estado de funcionamento: ligado/desligado, modo de economia, by-pass activado. b) Alarmes: tensão baixa na entrada/saída, sobrecarga, sobretensão, temperatura elevada, avaria do by-pass, avaria interna do RFL, etc. O fabricante deverá indicar os alarmes disponíveis e a sua codificação no protocolo de comunicações com os sistemas centrais. c) Medidas: tensões de entrada, tensões de saída, correntes nas saídas, potência ativa em cada saída, energia total e temperatura no interior do RFL. O fabricante deverá apresentar as medidas disponíveis e a sua codificação no protocolo de comunicações com os sistemas centrais. d) Ajuste de parâmetros: tensão nominal e reduzida por fase, acerto do relógio, programa horário em funcionamento autónomo. e) execução do comando: contactor by-pass: o fabricante deverá apresentar as programações disponíveis e a sua codificação no protocolo de comunicações com os sistemas centrais. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 13/18
14 O sistema deverá ainda permitir reprogramar os parâmetros do relógio astronómico e os perfis de regulação de fluxo, por dias de semana, fins de semana e feriados. 14 TELEGESTÃO (opcional) O controlo remoto deve ser feito via GPRS ou UMTS através de porta 485 com isolamento galvânico. O sistema de comunicações deverá ser constituído por um modem sem fios de tecnologia GPRS ou UMTS, de acordo com o especificado no DMA-C44-505/N de Janeiro O modem de comunicações e o sistema de telegestão devem permitir realizar todas as funções de controlo remotamente. O fabricante deverá fornecer a documentação completa relativa ao protocolo de comunicações para a porta RS485 devendo este ser ModBus RTU. 15 ENSAIOS DE TIPO Os relatórios de ensaios de tipo a apresentar, e feitos em laboratório acreditado, são os constantes no quadro 3. Os ensaios devem ser efetuados numa amostra representativa de um conjunto de aparelhagem. Quadro 3 Ensaios de tipo definidos na NP EN Norma Ensaio de tipo NP EN (10.2) Resistência dos materiais e das partes/ik10 NP EN (10.3) IP do armário (montagem exterior IP44) NP EN (10.4) Distâncias de isolamento e linhas de fuga NP EN (10.5) Eficácia do circuito de proteção (R <0,1Ω) /proteção contra choques elétricos NP EN (10.6) Integração dos dispositivos de comutação/componentes NP EN (10.7) Circuitos elétricos internos e conexões NP EN (10.8) Terminais para condutores externos NP EN (10.9) Propriedades dielétricas NP EN (10.10) Aquecimento (de acordo com quadro 6) NP EN (10.11) Resistência aos curto-circuitos NP EN (10.12) Compatibilidade eletromagnética NP EN (10.13) Operação dos aparelhos (funcionamento mecânico) 16 ENSAIOS DE SÉRIE Os ensaios devem ser realizados com o regulador totalmente equipado e pronto para fornecimento. A verificação individual de série deverá estar de acordo com o referido na secção 11 da NP EN INFORMAÇÕES ADICIONAIS O fabricante deve fornecer juntamente com o regulador um manual com as instruções de instalação, colocação em serviço e plano de manutenção e demais informação adicional de acordo com a (NP EN , secção 6). Deve também indicar as condições extremas de funcionamento, (temperaturas, humidades, etc.). O ruído provocado pelo RFL, não deverá ultrapassar os 40 decibéis (db) a 1m de distância. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 14/18
15 18 INFORMAÇÃO A APRESENTAR PELOS CANDIDATOS Os candidatos devem apresentar: relatório dos ensaios de tipo, onde constem pelo menos os referidos no quadro 3; em alternativa, certificado ENEC ou equivalente, constando todos os modelos de reguladores de fluxo propostos; documentação técnica (catálogo dos produtos propostos). Nota 2: Os certificados passados pela fábrica têm apenas caráter informativo e não servem para efeitos de qualificação como documentos de validação do produto. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 15/18
16 ANEXO A ESQUEMA ELÉTRICO Exemplo : ligação de um regulador de fluxo luminoso na rede de iluminação pública Nota: outros exemplos de ligações, ver (DIT- C71-400/N ) DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 16/18
17 ANEXO B ARMÁRIO Fig. 1 - Armário de dois compartimentos (montagem horizontal) Fig.2 - Armário de dois compartimentos (montagem vertical) Legenda: a) compartimento EDPD ; b) compartimento do Munícipio (RFL) ; c) etiqueta ver anexo C DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 17/18
18 ANEXO C CARACTERÍSTICAS DA PLACA DE IDENTIFICAÇÃO DOS REGULADORES DE FLUXO LUMINOSO Material e proteção anticorrosiva A identificação é feita na parte exterior da porta com uma placa de alumínio anodizado com 15 μm de espessura média (de acordo com norma NP1482 secção 5.2). Dimensões da placa: largura: (37 ± 1) mm; comprimento (74 ± 1) mm; espessura mínima: 1 mm. Disposição dos elementos de identificação Esta disposição deve obedecer ao indicado na figura seguinte: R F L x x y y PTD nº z z z z Legenda: xx corresponde ao distrito; yy corresponde ao concelho; zzzz corresponde ao nº do PTD que alimenta o regulador de fluxo. Codificação a usar na identificação do regulador de fluxo O preenchimento dos códigos para Distrito/Concelho e NºPTD serão fornecidos pela Direção de Rede e Clientes (DRC), e, a marcação desses elementos será feita por gravação ou por processo similar, devendo após a sua conclusão, ser perfeitamente legível a olho nu. Aposição da placa A placa deverá ser fixada de forma eficiente, e em local bem visível no exterior do armário. Nota: aconselha-se que na parte interior da porta do RFL seja também inserida a identificação onde conste apenas Distrito/Concelho e nº PTD (xxxx/yyyy -PTD nº zzzz), através de pintura dos caracteres com o auxílio de um escantilhão. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 18/18
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