REABILITAÇÃO ENERGÉTICA DOS EDIFÍCIOS: PORQUÊ?
|
|
|
- Camila Pinhal Galindo
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 FÓRUM DA ENERGIA O futuro da energia, as energias do futuro Sessão 4 Gestão da energia nos edifícios REABILITAÇÃO ENERGÉTICA DOS EDIFÍCIOS: PORQUÊ? Vítor Cóias Susana Fernandes 1
2 Reabilitação energética dos edifícios existentes: Construir edifícios eficientes é importante. Mas mais importante é reabilitar os que já existem, melhorando a sua eficiência. 2
3 Pegada ecológica: um exemplo Pegada ecológica : metáfora usada para representar a quantidade de superfície de terra e água que uma população humana hipoteticamente precisaria para suprir os recursos necessários para se suportar e para absorver os resíduos, usando a tecnologia corrente. Termo usado pela primeira vez por William Rees, da Univ. British Columbia, Canada. (Fonte: Wikipedia) 3
4 Pegada ecológica HECTARES GLOBAIS 1,2 1,0 5,6 5,3 13,1 Neste exemplo, a parcela correspondente à habitação (moradia geminada), corresponde a quase metade da área biologicamente produtiva necessária para sustentar os padrões de vida individuais. 4
5 A utilização dos edifícios de habitação tem um grande impacto sobre o ambiente. 5
6 Esta constatação é igualmente aplicável aos edifícios de serviços. 6
7 Uma das principais componentes do impacto ambiental da utilização dos edifícios resulta do consumo de energia que lhe está associado. 7
8 Fonte: Em Portugal Mais de 28% da energia final é consumida nos edifícios; Mais de 60% da energia eléctrica é consumida nos edifícios; Mais de 60% da electricidade consumida é de origem fóssil. Consumo de energia final por sector (2003) Edifícios Serviços 12% Doméstico 16% Agricult ura 2% Indúst ria 33% Transport es37% 8
9 Em Portugal, com a economia estagnada, o consumo de energia eléctrica está a aumentar à taxa de 7% ao ano. 9
10 Os edifícios são os principais responsáveis pelo aumento do consumo de energia eléctrica em Portugal. 10
11 O edificado está a contribuir para o aumento da intensidade energética da economia portuguesa 300 Intensidade energética: energia gasta na geração de riqueza Intensidade energética (tep/10 6 Euros) Intensidade Energética da Economia (UE-15) KWh / m 2.ano Intensidade Energética da Economia (Portugal) Fonte: Eurostat,
12 O parque edificado possui, portanto, um grande potencial para: Travar o aumento de consumo de energia; Poupar energia. especialmente energia eléctrica. 12
13 A iniciativa Negawatt : exemplo da abordagem certa Tendência Sobriedade Eficiência Energias renováveis Suprimir os desperdícios onerosos e absurdos a todos os níveis da organização da nossa sociedade e nos nossos comportamentos individuais. Apoia-se na responsabilização de todos os agentes, do produtor ao consumidor; Reduzir o mais possível as perdas, quando se utiliza ou transforma a energia. É, desde já, possível reduzir os nossos consumos de um factor de 2 a 5, utilizando as técnicas disponíveis; Negawatt Fonte: Olivier Sidler (Enertech) Cobrir o saldo energético com energias renováveis. São inesgotáveis e o seu impacto sobre o ambiente é reduzido. Provêm do sol, que está previsto durar mais 5 mil milhões de anos. 13
14 Em Portugal, a maior parte dos edifícios necessários já estão construídos. Até já há edifícios a mais. 14
15 Construção de edifícios novos amigos do ambiente? Ocupação de mais solo virgem; Construção de mais infraestruturas. 15
16 Demolição dos edifícios existentes para dar lugar a novos? Má gestão do património construído; Descaracterização e desvalorização das cidades (edifícios antigos); Mau para o ambiente (entulhos, utilização de novos materiais, consumo de mais energia). 16
17 O património natural - os campos, as serras e, em particular, a orla marítima, e a vertente construída do património cultural -- os centros históricos das nossas cidades, vilas e aldeias -- são recursos económicos de incalculável valor. 17
18 O sector da economia que mais tem a beneficiar com o património enquanto recurso é o turismo. 18
19 Segundo um estudo recente referido no boletim do ICCROM, cerca de 80% dos turistas pensam que a integridade do ambiente natural é essencial na escolha de um destino, e dão igual valor ao ambiente cultural. O turista de hoje está disposto a prescindir de algum conforto se puder descobrir sítios relativamente pouco degradados. ICCROM International Centre for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property 19
20 A OCDE promove o SUBS Uso Sustentável do Stock Construído Objectivo: promover políticas que contribuam para aumentar a vida útil dos edifícios, habilitando-os a ir ao encontro, com maior flexibilidade, de requisitos económicos, sociais e ambientais. (2.ª fase, iniciada em 2002). 20
21 Reabilitação energética dos edifícios existentes: Intervenções destinadas a melhorar a sua eficiência energética 21
22 Aspectos a tratar, para aumentar a eficiência energética do edifício: Aquecimento, arrefecimento ambiente e ventilação; Isolamentos, sombreamentos, permeabilidade da caixilharia; Qualidade do ar interior; Água quente sanitária; Iluminação e outros consumos eléctricos. 22
23 Medidas: Reforço da protecção térmica das áreas opacas da envolvente (coberturas, pavimentos sobre espaços não aquecidos e paredes exteriores); Reforço das propriedades dos vãos envidraçados; Recurso a sistemas solares passivos (utilização da capacidade de armazenamento térmico dos materiais, ventilação natural, sistemas de sombreamento, dispositivos de captação de luz natural, etc.); Recurso a sistemas solares activos (solar térmico e solar fotovoltaico); Adopção de equipamentos e instalações de iluminação de baixo consumo. 23
24 Na década de 90 registaram-se em Portugal várias iniciativas de promoção da reabilitação energética, em particular em edifícios públicos e na habitação social, no âmbito de programas comunitários. 24
25 Para produzirem efeitos ao nível do País, as iniciativas de reabilitação energética deverão ter por alvo o grosso do parque edificado. 25
26 O SCE, o RCCTE e o RSECE apontam nesse sentido, contendo disposições dirigidas aos edifícios existentes mas serão suficientes? 26
27 Metas a adoptar para o Índice de Eficiência energética (IEE) dos edifícios a reabilitar Edifícios de serviços: kWh/m 2.ano Edifícios de habitação? 27
28 Exemplos de metas (algumas iniciativas europeias) França: Iniciativa Négawatt : Renovar até 2050 o conjunto dos edifícios anteriores a 1975 para atingir consumos de aquecimento de 50 kwh/m².ano; Suiça: Rótulo Minergie limitar os consumos de aquecimento+aqs+ventilação a 42 kwh/m².ano. Superfície já construída: m²; Alemanha: Rótulo Passivhaus para habitações novas consumindo menos de 15 kwh/m².ano. Já 4000 habitações com o rótulo. 28
29 Exemplos de metas (lista de verificação do prémio de sustentabilidade RIBA 2005, kwh/m².ano) Boa prática Melhor prática Inovador Pioneiro Aquecimento Consumo de energia eléctrica RIBA Royal Institution of British Architects. Fonte: Gething, B., e Bordass, B. Rapid assessment checklist for sustainable buildings. Building Research & Information, 4(34) July-August
30 Estudo de caso: Moradias geminadas em Paço de Arcos 30
31 ESTUDO DE CASO Moradias Geminadas em Paço de Arcos LOCALIZAÇÃO: Paço de Arcos Oeiras ANO DE CONSTRUÇÃO: 1982 / 1984 CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS: Paredes duplas s/ isolamento (0,37 m) U = 1,03 W/ m 2. C Paredes simples s/ isolamento (0,22 m) U = 1,60 W/ m 2. C Coberturas inclinadas em laje de betão s/ isolamento INVERNO (fluxo ascendente) U = 2,9 W/ m2. C VERÃO (fluxo descendente) U = 2,0 W/ m2. C Vãos envidraçados em caixilharia de alumínio vidros simples U = 4,2 W/ m2. C vidros duplos U = 3,1 W/ m2. C 31
32 PRINCIPAIS DEFICIÊNCIAS QUE AFECTAM O DESEMPENHO Ausência de isolamento térmico e anomalias de índole não estrutural nas coberturas (ex. acumulação de sujidade, colonização biológica, fractura dos revestimento de elementos cerâmicos (telhas), etc.) Ausência de sistema de impermeabilização e anomalias de índole não estrutural nas varandas e terraços (ex. acumulação de sujidade, colonização biológica, fissuras e fractura dos revestimento do pavimento (tijoleira), etc.) Ausência de isolamento térmico e anomalias de índole não estrutural nas paredes exteriores (ex. fissuras e deslocamentos de pinturas etc.) Anomalias típicas da má localização e orientação dos envidraçados Falta de protecções solares Má gestão das instalações e sistemas (utilização de radiadores eléctricos e ar condicionado) 32
33 MEDIDAS E ACÇÕES PARA A REABILITAÇÃO ENERGÉTICA: Reforço da protecção térmica das áreas opacas do envelope (coberturas e paredes exteriores), com a aplicação adequada de isolamento térmico; Reforço das propriedades dos envidraçados, em termos de isolamento térmico, estanquidade ao ar, controlo de radiação solar; Recurso a sistemas solares passivos (selecção de materiais com capacidade de armazenamento térmico, ventilação natural, sistemas de sombreamento, dispositivos da captação de luz natural, etc.); Recurso a sistema solares activos, tais como solar térmico para aquecimento de água e solar fotovoltaico para produção de energia; Melhoria da eficiência de equipamentos e redução da energia gasta em iluminação. 33
34 VERIFICAÇÃO REGULAMENTAR (situação antes a intervenção) RCCTE Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios (Decreto-lei n.º 80/2006 de 4 de Abril de 2006) Verificação da satisfação das Exigências do Regulamento (Inverno) Moradias n.º13 Verificação da satisfação das Exigências do Regulamento (Verão) Moradias n.º13 Nic = 74,76 Ni = 58,49 kwh/m² ano Nic / Ni = 1,28, não satisfaz as exigências do regulamento. Nvc = 9,41 NV = 16 kwh/m² ano Nvc / Nv = 0,59, satisfaz as exigências do regulamento 74,76 kwh/m² ano 32,89 kgco 2 * 9,41 kwh/m² ano 4,14 kgco 2 * VERIFICAÇÃO REGULAMENTAR (situação após a intervenção) Verificação da satisfação das Exigências do Regulamento (Inverno) Moradias n.º13 Nic = 35,66 Ni = 58,49 kwh/m² ano Nic / Ni = 0,61; a solução satisfaz o regulamento no que respeita à limitação das necessidades nominais de aquecimento, em mais de 39% 35,66 kwh/m² ano 15,69 kgco 2 * Verificação da satisfação das Exigências do Regulamento (Verão) Moradias n.º13 Nvc = 1,66 NV = 16 kwh/m² ano Nvc / Nv = 0,1; a solução satisfaz o regulamento 1,66 kwh/m² ano 0,73 kgco 2 * 34
35 A reabilitação energética contribui, também, para: Reduzir as emissões de CO 2 (cumprir as metas de Quioto); Melhorar o orçamento familiar. 35
36 Obstáculos e dificuldades Ausência de incentivos (por ex., ficais); Burocracia (os pedidos de instalação de pequenas unidades domésticas para produção de energia renovável têm o mesmo tratamento que os pedidos de instalação de grandes centrais e a sua aceitação está suspensa há anos) 36
37 Moradia em Paço de Arcos: análise custo/benefício das medidas correctivas 250,00 Variação do Custo Global: isolamento nas coberturas REFORÇO DA PROTECÇÃO TÉRMICA DE COBERTURAS Custo Global (euros/m2) 200,00 150,00 100,00 78,35 88,22 97,65 81,54 119,10 85,23 91,18 212,35 104,04 101,31 Reembolso do investimento no 4ºano 50,00 69,21 34,73 0,00 1ºano 4ºano 5ºano 10ºano S1 Cobertura s/ isolamento U = 2,90 W/m² C S2 Cobertura c/ isolamento de 60mm U = 0,50 W/m² C S3 Cobertura c/ isolamento de 80mm U = 0,40 W/m² C 100,00 Variação do Custo Global: isolamento das paredes simples REFORÇO DA PROTECÇÃO TÉRMICA DE PAREDES 90,00 87,87 Custo Global (euros/m2) 80,00 70,00 60,00 50,00 40,00 30,00 60,30 58,51 70,84 70,17 53,87 75,97 77,09 78,09 81,46 78,67 Reembolso do investimento no 6º/7ºano 20,00 10,00 14,42 0,00 1ºano 4ºano 6ºano 7ºano S1 Parede dupla s/ isolamento U = 1,60 W/m² C S2 Parede simples c/ isolamento de 60mm U = 0,50 W/m² C S3 Parede simples c/ isolamento de 80mm U = 0,40 W/m² C 600,00 Variação do Custo Global: vãos envidraçados REFORÇO DA PROTECÇÃO TÉRMICA DE VÃOS Custo Global (euros/m2) 500,00 400,00 300,00 200,00 229,96 209,96 384,07 364,07 307,54 464,88 448,95 444,88 491,97 496,36 471,97 Reembolso do investimento no 20ºano 100,00 37,84 0,00 1ºano 10ºano 17ºano 20ºano S1 Caixilho de alumínio c/ vidro simples U = 4,20 W/m² C S2 Caixilho de madeira c/ vidro duplo U = 2,40 W/m² C S3 Caixilho de PVC c/ vidro duplo U = 2,40 W/m² C 37
38 Reabilitação energética: metodologia Detecção da necessidade de intervenção Exame preliminar Relatório preliminar Intervenção necessária? N S Exame pormenorizado e diagnóstico Levantamento e caracterização. da construção, sua envolvente e anomalias Modelação do comportamento Relatório final N Diagnóstico conclusivo? S Estudo prévio ou anteprojecto Recomendações 38
39 Reabilitação energética: metodologia (cont.) S Selecção da estratégia de intervenção Elaboração do projecto Modelação das medidas correctivas Elaboração do plano de manutenção Projecto de execução Realização da intervenção Avaliação dos resultados. Monitorização Relatório final da intervenção. Relatórios da monitorização Actualização do plano de manutenção do edifício Pl. manutenção actualizado 39
40 Reabilitação energética: qualificação dos agentes Qualificação dos projectistas poderá ser idêntica à exigida para o exercício de actividade no âmbito da Certificação Energética de Edifícios: A formação académica deve receber parecer favorável de uma Comissão Coordenadora; Frequência de um curso de formação específico. 40
41 Considerações finais 41
42 A reabilitação energética dos edifícios é importante mas não é suficiente Consumo de energia final por sector (2003) Doméstico 16% Agricult ura 2% Indúst ria 33% Serviços 12% Nos transportes, o número de automóveis duplicou nos últimos dez anos; Portugal tem uma taxa de motorização (automóveis por habitante) das mais altas da Europa. Transport es37% Transportes Indústria Portugal tem algumas indústrias demasiado energívoras e poluentes (cimento, papel). 42
43 Ameaças (no sector da urbanização e da construção) 43
44 Excesso de construção Quanto mais edifícios se construirem mais energia se consome. Em Portugal há mais de 3,5 milhões de edifícios e continuam a construirse anualmente várias dezenas de milhar. 44
45 Turismo de resorts e segundas residências Este tipo de projecto imobiliário, envolvendo a construção e a utilização de edifícios (moradias unifamiliares) com infraestruturas de lazer de elevado impacto ambiental, conduz a valores elevados da pegada ecológica. 45
46 Ameaças (no sector da urbanização e da construção) Excesso de construção Massificação do turismo Degradação do património natural; Degradação do património histórico-arquitectónico. 46
47 Sinais positivos Com uma capacidade instalada de 64 MW, a central da Amareleja poderá vir a ser a maior do mundo. (Fonte: 47
48 Sinais positivos Os cidadãos (incluindo alguns autarcas) começam a resistir ao mau desenvolvimento. 48
49 O futuro Redução da pegada ecológica - Hábitos de consumo (in)voluntariamente reduzidos; Primado das fontes de energia renováveis, em particular a solar; Edifícios energia zero ; Edifícios energia positiva. 49
50 Construir edifícios eficientes é importante. Mas mais importante é reabilitar energeticamente os que já existem. A reabilitação energética permite: Reduzir a dependência energética do País; Reduzir a intensidade energética da economia; Contribuir para o cumprimento das metas de Quioto; Contribuir para o desagravamento do orçamento das famílias. 50
51 51
22-03-2010. 1. Enquadramento do Sistema de Certificação Energética SUMÁRIO
Take a week to change tomorrow A Certificação Energética e o Sector da Construção SUMÁRIO 1. Enquadramento do Sistema de Certificação Energética 2. As Novas Exigências Regulamentares 3. As Principais mudanças
Caso de Estudo: reabilitação energética de duas moradias em Paço de Arcos
Workshop Formar para Reabilitar a Europa PAINEL 3: TECNOLOGIAS E IMPLEMENTAÇÃO DE PROJECTOS Caso de Estudo: reabilitação energética de duas moradias em Paço de Arcos Vítor Cóias, GECoRPA Susana Fernandes,
CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS REABILITADSOS
CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS REABILITADSOS Vasco Peixoto de Freitas LFC Laboratório de Física das Construções FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO Vasco Peixoto de Freitas OASRN_2008-1
ANEXO: PROGRAMA DO CURSO 1º Módulo: Fundamentos de Térmica de Edifícios FTE
ANEXO: PROGRAMA DO CURSO 1º Módulo: Fundamentos de Térmica de Edifícios FTE 1. O BALANÇO ENERGÉTICO NOS EDIFÍCIOS (1,0 H.) 1.1. Condução através da envolvente; 1.2. Renovação de ar; 1.3. Ganhos Internos;
Saber mais sobre Energia
Saber mais sobre Energia Energia Está sempre presente nas nossas actividades. Mas usamos uma fonte que se está a esgotar. Situação Actual Cerca de 83% da energia consumida no nosso país é importada e de
O palácio de Belém Um exemplo pioneiro
O palácio de Belém Um exemplo pioneiro Workshop - TIC e Eficiência Energética: O Estado deve dar o exemplo Teresa Ponce de Leão 23 de Junho de 2010 Extracto do relatório 2009 O processo que conduziu à
Programa Janela Eficiente tem potencial de negócio de 500 milhões 08/03/11, 18:31
1 de 9 Programa Janela Eficiente tem potencial de negócio de 500 milhões 08/03/11, 18:31 NOTÍCIAS A substituição de janelas antigas por janelas eficientes pode gerar na indústria, um potencial de negócio
PRINCIPAL REGULAMENTAÇÃO EXISTENTE E SUA IMPLEMENTAÇÃO A NÍVEL EUROPEU CAPÍTULO 3
PRINCIPAL REGULAMENTAÇÃO EXISTENTE E SUA IMPLEMENTAÇÃO A NÍVEL EUROPEU CAPÍTULO 3 PRINCIPAL REGULAMENTAÇÃO EXISTENTE E SUA IMPLEMENTAÇÃO A NÍVEL EUROPEU 19 CAPÍTULO 3 ÍNDICE 3. PRINCIPAL REGULAMENTAÇÃO
SEMINÁRIO FACHADAS ENERGETICAMENTE EFICIENTES: CONTRIBUIÇÃO DOS ETICS/ARGAMASSAS TÉRMICAS FACHADAS EFICIENTES NO DESEMPENHO ENERGÉTICO DE EDIFÍCIOS
SEMINÁRIO FACHADAS ENERGETICAMENTE EFICIENTES: CONTRIBUIÇÃO DOS ETICS/ARGAMASSAS TÉRMICAS FACHADAS EFICIENTES NO DESEMPENHO ENERGÉTICO DE EDIFÍCIOS LISBOA, 10 DE MAIO DE 2012 ADENE Agencia para a Energia
Seminário Eficiência Energética : Políticas, Incentivos e Soluções. Sertã, 06 de Junho 2011
Seminário Eficiência Energética : Políticas, Incentivos e Soluções Promover a eficiência energética É tornar o mundo melhor e mais assustentável tá e ADENE Agência para a Energia Paulo Nogueira Auditório
Sessão de Divulgação: Avisos QREN Eficiência Energética em PME e IPSS Local: Auditório do NERGA - Guarda
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) Sessão de Divulgação: Avisos QREN Eficiência Energética em PME e IPSS Local: Auditório do NERGA - Guarda DATA
CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR NOS EDIFÍCIOS
CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR NOS EDIFÍCIOS Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) Sistema de Certificação Energética e de
Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA ENGENHEIRO CARLOS RODRIGUES, BLOCO N.º 4, 1º D Localidade ÁGUEDA
Válido até 16/01/2025 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada RUA ENGENHEIRO CARLOS RODRIGUES, BLOCO N.º 4, 1º D Localidade ÁGUEDA Freguesia ÁGUEDA E BORRALHA Concelho AGUEDA GPS 40.577121, -8.439516 IDENTIFICAÇÃO
CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA (nova edição)
CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA (nova edição) MÓDULO RCCTE OBJECTIVOS Formação de peritos qualificados no âmbito da Certificação Energética de Edifícios no que respeita à aplicação do novo Regulamento das Características
Relatório de Auditoria Energética
Relatório de Auditoria Energética Relatório de Certificação Energética Local: 0 Today() www.classe-energetica.com Índice 1. Objectivos da Certificação Energética 2. escrição do Imóvel 3. Resultados da
Certificado Energético Edifício de Habitação
Válido até 22/07/2024 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada TRAVESSA DOS GALINHEIROS, 17, 2ºDIR Localidade GANDRA PRD Freguesia GANDRA Concelho PAREDES GPS 41.186242, -8.449825 IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL Conservatória
Guia Prático do Certificado Energético da Habitação
Guia Prático do Certificado Energético da Habitação Fonte: ADENE O QUE É UM CERTIFICADO ENERGÉTICO? Um Certificado Energético (CE) de um edifício ou fracção autónoma é o documento emitido no âmbito do
Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada SESMARIA DE SÃO JOSÉ, RUA DO AGRICULTOR, 51, Localidade SALVATERRA DE MAGOS
Válido até 13/03/2024 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada SESMARIA DE SÃO JOSÉ, RUA DO AGRICULTOR, 51, Localidade SALVATERRA DE MAGOS Freguesia SALVATERRA DE MAGOS E FOROS DE SALVATERRA Concelho SALVATERRA DE
CERTIFICADO DE DESEMPENHO ENERGÉTICO E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR
Nº CER 1234567/2007 CERTIFICADO DE DESEMPENHO ENERGÉTICO E DA QUALIDADE TIPO DE EDIFÍCIO: EDIFÍCIO HABITAÇÃO UNIFAMILIAR / FRACÇÃO AUTÓNOMA DE EDIF. MULTIFAMILIAR Morada / Situação: Localidade Freguesia
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) Sistema de Certificação Energética - Geral
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) Sistema de Certificação Energética e de QAI Contexto nacional energético e ambiental Transposição da Directiva
STC 6 Modelos de Urbanismo e mobilidade
STC 6 Modelos de Urbanismo e mobilidade Certificação energética da minha habitação Descrição da minha habitação de Sonho 1 Introduça o Simulação da certificação energética da casa Situação Atual classe
Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA D. GLÓRIA DE CASTRO, Nº 141,, Localidade VILA NOVA DE GAIA
Válido até 22/08/2024 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada RUA D. GLÓRIA DE CASTRO, Nº 141,, Localidade VILA NOVA DE GAIA Freguesia VILAR DE ANDORINHO Concelho VILA NOVA DE GAIA GPS 41.099916, -8.587908 IDENTIFICAÇÃO
8.5. Inter-relação entre os requisitos acústicos e as exigências de conforto higrotérmico e ventilação
8.5. Inter-relação entre os requisitos acústicos e as exigências de conforto higrotérmico e ventilação 8.5.1. Introdução O conforto higrotérmico tem motivado o desenvolvimento de tecnologias passivas com
Certificação energética dos edifícios existentes
Certificação energética dos edifícios existentes Metodologias simplificadas, vantagens, dificuldades e inconvenientes Helder Gonçalves e Laura Aelenei 8ª Jornadas de Climatização Lisboa, 15 de Outubro
Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA MÁRTIRES DO TARRAFAL, Nº375, 1º ESQ Localidade MONTIJO
Válido até 14/04/2024 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada RUA MÁRTIRES DO TARRAFAL, Nº375, 1º ESQ Localidade MONTIJO Freguesia MONTIJO E AFONSOEIRO Concelho MONTIJO GPS 38.710800, -8.986600 IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL
Seminário sobre Energia Elétrica Luanda, 8 e 9 de Setembro de 2011
Seminário sobre Energia Elétrica Luanda, 8 e 9 de Setembro de 2011 A política energética europeia para a promoção da competitividade, sustentabilidade e segurança de abastecimento Jorge de Sousa Professor
Desenvolvimento Sustentável para controlo da população humana.
Desenvolvimento Sustentável para controlo da população humana. O aumento da população humana é frequentemente citado como a principal causa de problemas para o planeta. De facto a humanidade está a crescer
sustentabilidade da construção Isabel Santos e Carla Silva
O papel do Ambiente Urbano na sustentabilidade da construção Isabel Santos e Carla Silva SUMÁRIO O PAPEL DO AMBIENTE URBANO NA SUSTENTABILIDADE DA CONSTRUÇÃO APRESENTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE AMBIENTE URBANO
CERTIFICADO DE DESEMPENHO ENERGÉTICO E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR
Nº CER 1234567/2007 CERTIFICADO DE DESEMPENHO ENERGÉTICO E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR TIPO DE EDIFÍCIO: EDIFÍCIO DE SERVIÇOS Morada / Situação: Localidade Concelho Data de emissão do certificado Nome
Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA GENERAL HUMBERTO DELGADO, BLOCO F, 181, 3.º DIR. Localidade MATOSINHOS
Válido até 04/11/2024 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada RUA GENERAL HUMBERTO DELGADO, BLOCO F, 181, 3.º DIR. Localidade MATOSINHOS Freguesia MATOSINHOS E LEÇA DA PALMEIRA Concelho MATOSINHOS GPS 41.193776, -8.698345
Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA PADRE AMÉRICO, 131, 2.º ANDAR - AP. 25 Localidade CAMPO VLG
Válido até 09/09/2025 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada RUA PADRE AMÉRICO, 131, 2.º ANDAR - AP. 25 Localidade CAMPO VLG Freguesia CAMPO E SOBRADO Concelho VALONGO GPS 41.181981, -8.473370 IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL
2. as JORNADAS DA ESPECIALIZAÇÃO EM DIREÇÃO E GESTÃO DA CONSTRUÇÃO
2. as JORNADAS DA ESPECIALIZAÇÃO EM DIREÇÃO E GESTÃO DA CONSTRUÇÃO ENGENHARIA CIVIL OS NOVOS DESAFIOS A SUSTENTABILIDADE COMO MAIS-VALIA uma abordagem do ponto de vista da Física das Construções 1.Tema
Cumprir Quioto é um desafio a ganhar
Cumprir Quioto é um desafio a ganhar 90 Emissões de GEE e compromissos 2008-2012 em Portugal Emissões de GEE (Mt de CO 2) 75 60 45 30 15 +27% 0 1990 1995 2000 2005 2010 2015 Emissão de GEE Meta Quioto
LIGHT STEEL FRAMING. Em Portugal o sistema é vulgarmente conhecido por Estrutura em Aço Leve.
Light Steel Framing PORTEFÓLIO 2 QUEM SOMOS A INSIDEPLAN foi criada com o intuito de responder às exigências do mercado no âmbito da prestação de serviços a nível de projecto e obra. Na execução de projectos
Porto, 21 de Março 2012. Ventilação e QAI em edifícios
Porto, 21 de Março 2012 Ventilação e QAI em edifícios ÍNDICE SCE O certificado Método de cálculo Edifícios de habitação Edifícios de serviços Evolução do Sistema de Certificação Energética em Portugal
Eficiência Energética e Integração de Energias Renováveis em Edifícios
Eficiência Energética e Integração de Energias Renováveis em Edifícios Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior dos Edifícios Leiria, 11 de Dezembro de 2008 Paulo Gata Amaral [email protected]
Reabilitação Térmica de Edifícios Correcção de pontes térmicas com argamassas com granulado de cortiça
Reabilitação Térmica de Edifícios Correcção de pontes térmicas com argamassas com granulado de cortiça ESTBarreiro- Escola Superior de Tecnologia do Barreiro Moita, 2013 ANA ARMADA BRÁS PEDRO MARQUES Qual
CERTIFICADO DE DESEMPENHO ENERGÉTICO E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR
Nº CER CE0000045965837 CERTIFICADO DE DESEMPENHO ENERGÉTICO E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR TIPO DE FRACÇÃO/EDIFÍCIO: EDIFÍCIO DE HABITAÇÃO SEM SISTEMA(S) DE CLIMATIZAÇÃO (NOVO) Morada / Localização Vila
Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves
Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves 1. Introdução A energia eólica é a fonte de energia que regista maior crescimento em todo o mundo. A percentagem
VIII SIMPÓSIO LUSO ALEMÃO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS FOTOVOLTAICO Energia solar nos edifícios
VIII SIMPÓSIO LUSO ALEMÃO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS FOTOVOLTAICO Energia solar nos edifícios Sheraton Lisboa Hotel & Spa, na sala White Plains Lisboa, 25 de Outubro de 2011 ADENE Agência para a Energia Rui
Comissão Ministerial de Coordenação dos PO Regionais
Comissão Ministerial de Coordenação dos PO Regionais Orientações para a Tipologia de Intervenção Melhoria da Eficiência Energética em Habitações de Famílias de Baixos Rendimentos no âmbito de Intervenções
A Reabilitação Urbana e a Energia na Legislação Nacional e na Gestão Municipal (SIM Porto e. Eduardo de Oliveira Fernandes AdEPorto
A Reabilitação Urbana e a Energia na Legislação Nacional e na Gestão Municipal (SIM Porto e outros ) Eduardo de Oliveira Fernandes AdEPorto 3 de Abril de 2013 INDICE - A importância da Reabilitação - A
Pré-Certificado Energético Edifício de Habitação SCE84144829 PROVISÓRIO
Válido até IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada RUA DOS ESCUTEIROS,, Localidade RIBAMAR Freguesia RIBAMAR Concelho LOURINHÃ GPS 39.197874, -9.330633 IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL Conservatória do Registo Predial
CERTIFICADO DE DESEMPENHO ENERGÉTICO E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR
Nº CER CE53106823 CERTIFICADO DE DESEMPENHO ENERGÉTICO E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR TIPO DE FRACÇÃO/EDIFÍCIO: EDIFÍCIO DE HABITAÇÃO SEM SISTEMA(S) DE CLIMATIZAÇÃO (NOVO) Morada / Localização Vila Utopia,
DESADEQUAÇÃO DO RCCTE À REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIOS
DESADEQUAÇÃO DO RCCTE À REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIOS Condicionantes técnicas e económicas Vasco Peixoto de Freitas Laboratório de Física das Construções FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO Vasco
Sistema de Certificação Energética e de QAI
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios Outubro 2007 Sistema de Certificação Energética e de QAI Contexto nacional energético e ambiental Transposição da
Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada AV. COMBATENTES 15, RCH DRT,, Localidade SESIMBRA
Válido até 08/05/2024 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada AV. COMBATENTES 15, RCH DRT,, Localidade SESIMBRA Freguesia SESIMBRA (SANTIAGO) Concelho SESIMBRA GPS 38.444432, -9.105156 IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL
Energias Renováveis (ER) Sustentabilidade Económica e Ambiental
Seminário de Boa Governação das Energias Renováveis Energias Renováveis (ER) Sustentabilidade Económica e Ambiental Madival Alva das Neves Meteorologista (Direção Geral do Ambiente) São Tomé, 30 de junho,
IMPLICAÇÕES CONSTRUTIVAS DO NOVO RCCTE NA CONCEPÇÃO DE PAREDES DE ALVENARIA
Seminário sobre Paredes de Alvenaria, P.B. Lourenço et al. (eds.), 2007 87 IMPLICAÇÕES CONSTRUTIVAS DO NOVO RCCTE NA CONCEPÇÃO DE PAREDES DE ALVENARIA Vasco Peixoto de FREITAS Professor Catedrático Faculdade
estudo paramétrico para otimização do projeto térmico de pequenos edifícios parte ii
39_ 43 projeto térmico estudo paramétrico para otimização do projeto térmico de pequenos edifícios parte ii Albano Neves e Sousa Professor Auxiliar do Departamento de Engenharia Civil Arquitetura e Georrecursos
Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada MONTE STO ANTONIO - CASA FELIZ, CAIXA POSTAL 2010P, Localidade BENSAFRIM
Válido até 04/11/2024 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada MONTE STO ANTONIO - CASA FELIZ, CAIXA POSTAL 2010P, Localidade BENSAFRIM Freguesia BENSAFRIM E BARÃO DE SÃO JOÃO Concelho LAGOS GPS 37.157682, -8.742078
Candidatura 2010 ENERGIA. Utilização racional de energia e eficiência energético - ambiental em equipamentos colectivos IPSS e ADUP
Candidatura 2010 ENERGIA Utilização racional de energia e eficiência energético - ambiental em equipamentos colectivos IPSS e ADUP ÍNDICE: 1. ENQUADRAMENTO 2. EIXO 2 APOIO AS ENERGIAS RENOVÁVEIS 3. OBJECTIVOS
Novembro 2014 Reabilitação Energética de uma Moradia Unifamiliar
Novembro 2014 Reabilitação Energética de uma Moradia Unifamiliar Soluções de isolamento térmico Lã Mineral Natural * con ECOSE Technology Eficiência energética e sustentabilidade A ECOSE Technology é uma
Certificado Energético Pequeno Edifício de Comércio e Servicos IDENTIFICAÇÃO POSTAL
Válido até 09/09/2025 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada RUA DO SOBREIRO, 290, LOJA AC-56 Localidade SENHORA DA HORA Freguesia SÃO MAMEDE DE INFESTA E SENHORA DA HORA Concelho MATOSINHOS GPS 41.191499, -8.652745
Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA DO MOLHE, 113, R/C ESQ.º Localidade PORTO
Válido até 28/09/2025 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada RUA DO MOLHE, 113, R/C ESQ.º Localidade PORTO Freguesia ALDOAR, FOZ DO DOURO E NEVOGILDE Concelho PORTO GPS 41.160004, -8.682547 IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL
Eficiência Energética
Eficiência Energética O Sistema de Certificação Energética e o seu Impacto Energia 2020, FCUL, 8 Fevereiro 2010 Sistema de Certificação Energética e de QAI Certificados Energéticos e de QAI Ponto de situação
Reabilitação Urbana. Eixo Prioritário IV Coesão Local e Urbana
Reabilitação Urbana Eixo Prioritário IV Coesão Local e Urbana Alteração ao Aviso de Abertura de Concurso para apresentação de Candidaturas em regime de Overbooking 2014 - EP IV (Overbooking) - Reabilitação
Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA DA CARAPINHEIRA, 14 E 16, Localidade CARAPINHEIRA
Válido até 05/05/2025 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada RUA DA CARAPINHEIRA, 14 E 16, Localidade CARAPINHEIRA Freguesia CARAPINHEIRA Concelho MONTEMOR-O-VELHO GPS 40.206620, -8.649000 IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL
Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada AV. WENCESLAU BALSEIRO GUERRA,, 115, 2º B Localidade PAREDE
Válido até 11/06/2024 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada AV. WENCESLAU BALSEIRO GUERRA,, 115, 2º B Localidade PAREDE Freguesia CARCAVELOS E PAREDE Concelho CASCAIS GPS 38.688617, -9.434011 IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL
Página Web 1 de 1. Ana Oliveira
Página Web 1 de 1 Ana Oliveira De: GEOTA [[email protected]] Enviado: quarta-feira, 11 de Abril de 2001 20:53 Para: [email protected] Assunto: Comentários do GEOTA à proposta de Revisão dos Regulamentos
S13. A casa ideal. Marco Silva S13
S13 A casa ideal Marco Silva S13 A Casa Ideal Quando sonhamos com a casa ideal, pensamos num lugar bonito, agradável, luminoso, quente no Inverno e fresco no Verão, com o ar puro, de fácil manutenção,
Curso de Especialização Pós Graduada em Reabilitação de Infraestruturas Eletrotécnicas e Mecânicas em Edifícios.
1. DESIGNAÇÃO DO CURSO: Infraestruturas Eletrotécnicas e Mecânicas em Edifícios. 2. DEPARTAMENTO: Departamento de Engenharia Eletrotécnica 3. ÁREA CIENTÍFICA PREDOMINANTE DO CURSO: Engenharia Eletrotécnica
CERTIFICADO DE DESEMPENHO ENERGÉTICO E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR
Nº CER CE72617225 CERTIFICADO DE DESEMPENHO ENERGÉTICO E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR TIPO DE FRACÇÃO/EDIFÍCIO: EDIFÍCIO DE HABITAÇÃO SEM SISTEMA(S) DE CLIMATIZAÇÃO (EXISTENTE) Morada / Localização Rua
COM SISTEMAS ACTIVOS DE ELEVADA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
EDIFÍCIOS DE BAIXO CONSUMO COM SISTEMAS ACTIVOS DE ELEVADA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA 20 de Maio de 2010 COMPONENTE PASSIVA DO EDIFÍCIO OPTIMIZADA COMPONENTE DOS SISTEMAS ACTIVOS OPTIMIZADA 1 COMPONENTE PASSIVA
WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO. Onde estão os Riscos?
WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO Onde estão os Riscos? No Futuro... que pode ser duvidoso e nos forçar a mudanças... Nas Mudanças... que podem ser inúmeras e nos forçam a decisões...
Estruturas Pré-fabricadas em Betão
Filipe Saraiva Fevereiro 2012 Introdução A pré-fabricação de edifícios surge na Europa, após a II Guerra Mundial, como forma de resposta rápida à falta de habitação nos países mais destruídos. O desenvolvimento
Decreto - Lei nº 118/2013 de 20 de Agosto
Sistema de Certificação Energética Decreto - Lei nº 118/2013 de 20 de Agosto Actualização 2013 O Decreto Lei nº 118/2013 de 20 de Agosto tem como objectivo assegurar e promover a melhoria do desempenho
Energias Renováveis, Regulação e Sustentabilidade
Energias Renováveis, Regulação e Sustentabilidade XIV Reunión Anual Iberoamericana de Reguladores de la Energía Salvador - Bahía 28 a 30 de Abril de 2010 Vítor Santos Agenda 1. A Política Energética Europeia
PROPOSTA. 1. Introdução. Com base nos textos legais:
RESPONSABILIDADES DOS PROJECTISTAS DE INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E SISTEMAS DE AQUECIMENTO, VENTILAÇÃO E AR CONDICIONADO VERSUS RESPONSABILIDADES DOS PERITOS QUALIFICADOS NO ÂMBITO DO SCE (SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO
Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA DO CASTELO,, Localidade MONTEMOR-O-VELHO
Válido até 29/03/2025 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada RUA DO CASTELO,, Localidade MONTEMOR-O-VELHO Freguesia MONTEMOR-O-VELHO E GATÕES Concelho MONTEMOR-O-VELHO GPS 40.173269, -8.685544 IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL
COLECTORES SOLARES TÉRMICOS
Uma Rede de Tecnologia e Qualidade \ COLECTORES SOLARES TÉRMICOS inst it ut o de soldadura e qualidade J. Paulo Oliveira 1 ENERGIA SOLAR A maior fonte de energia disponível na Terra provém do sol. A energia
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios SCE Sistema Nacional de Certificação Energética e Qualidade do Ar Interior DL 78/2006 Sistema Nacional de Certificação
O Solar- Térmico na Melhoria da Eficiência Energética. www.kleanenergie.c om www.selfenergysolu tions.eu 1
O Solar- Térmico na Melhoria da Eficiência Energética www.kleanenergie.c om www.selfenergysolu tions.eu 1 Áreas de Actividade Fornecedor Equipamentos de Energias Renováveis a Escolas. Fornecedor Equipamento
Aquecimento / Arrefecimento forma de climatização pela qual é possível controlar a temperatura mínima num local.
ANEXO I CONCEITOS E DEFINIÇÕES (A) Águas quentes sanitárias (AQS) é a água potável a temperatura superior a 35ºC utilizada para banhos, limpezas, cozinha e outros fins específicos, preparada em dispositivo
ETIQUETAGEM ENERGÉTICA DE JANELAS
ETIQUETAGEM ENERGÉTICA DE JANELAS Mais inovação Maior valor-acrescentado para o sector APCMC 27 de Fevereiro 2013 Em parceria com 1 Indústria da caixilharia: um sector em mudança A indústria de caixilharia
Certificado Energético Edifício de Habitação
Válido até 22/01/2025 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada LARGO DE ÂMBAR, 126, R/C ESQº Localidade SÃO DOMINGOS DE RANA Freguesia S. DOMINGOS DE RANA Concelho CASCAIS GPS 38.711198, -9.326610 IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL
Comentários COGEN_PDIRT E 2014_2023.pdf
Ana Oliveira De: COGEN Portugal [[email protected]] Enviado: quinta-feira, 6 de Março de 2014 17:36 Para: pdirt-e2013 Assunto: Consulta Pública PDIRT - Envio de comentários Anexos: Comentários
Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA DO AREAL, 35, 1.º DRT.º TRÁS Localidade TRAVASSÔ
Válido até 08/08/2024 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada RUA DO AREAL, 35, 1.º DRT.º TRÁS Localidade TRAVASSÔ Freguesia TRAVASSÔ E ÓIS DA RIBEIRA Concelho AGUEDA GPS 40.592482, -8.504090 IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL
1. Introdução... 2. Conceito de Pegada Ecológica... 3. Metodologia de cálculo da Pegada Ecológica... 4. Pegada Ecológica da ZMAR...
Índice pág. 1. Introdução... 2. Conceito de Pegada Ecológica... 3. Metodologia de cálculo da Pegada Ecológica... 4. Pegada Ecológica da ZMAR... 4.1. Energia Consumida... 4.2. Resíduos Produzidos... 4.3.
Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada AVª FONTES PEREIRA DE MELO, 51 A 51-G, 8º ESQ Localidade LISBOA
Válido até 19/01/2015 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada AVª FONTES PEREIRA DE MELO, 51 A 51-G, 8º ESQ Localidade LISBOA Freguesia AVENIDAS NOVAS Concelho LISBOA GPS 39.700000, -8.000000 IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL
I - Agência Regional de Energia do Centro e Baixo Alentejo - Enquadramento. III Estratégia Nacional para a Energia 2020 Energia Solar
Índice I - Agência Regional de Energia do Centro e Baixo Alentejo - Enquadramento II Estratégia Nacional para a Energia 2020 III Estratégia Nacional para a Energia 2020 Energia Solar IV - Potencialidades
O QUE FAZEMOS QUEM SOMOS: MARCA DA SOTECNISOL PARA O MERCADO DE OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO E ASSISTÊNCIA TÉCNICA:
O QUE FAZEMOS QUEM SOMOS: MARCA DA SOTECNISOL PARA O MERCADO DE OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO E ASSISTÊNCIA TÉCNICA: 45 anos de mercado, presença activa em 3 continentes Missão comum de ser a mais competente empresa
Lisboa, 21 de Abril de 2015. Raquel Fernandes Paula GECoRPA Grémio do Património www.gecorpa.pt. Gaioleiros Placa Pombalinos
CONFERÊNCIA Baixa Pombalina a Património Mundial: Ainda é possível? Lisboa, 21 de Abril de 2015 Raquel Fernandes Paula GECoRPA Grémio do Património www.gecorpa.pt Anteriores a 1755/Pré-Pombalinos Gaioleiros
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 1
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 11.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) Curso Científico-Humanístico de Ciências Socioeconómicas PROVA 712/12 Págs. Duração da prova: 120
Portugal Eficiência 2015 Análise 2008
Portugal Eficiência 2015 Análise 2008 Coordenação : Apoio : 0 Forte inversão da intensidade energética nos 2 últimos anos No entanto, a intensidade energética nacional continua significativamente acima
