Supremo Tribunal Federal
|
|
|
- Heitor Vilalobos Salgado
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Supremo Tribunal Federal PUBLICADONO BOLETIMDE SERViÇO ND...QI..,EMO=J.J()+/~(JnC., ATO DELlBERATIVO N27, DE 20 DE DEZEMBRO DE Estabelece procedimentos odontológica. para a assistência A PRESIDENTE DO CONSELHO DELlBERATIVO DO PLANO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE E BENEFíCIOS SOCIAIS - STF-MED,no uso da atribuição que lhe confere o disposto no inciso VI do art. 38 e no art. 39 do Regulamento Geral do STF-Med, aprovado pela Resolução STF n2266, de 30 de outubro de 2003, tendo em vista o decidido na Reunião Extraordináriade 20 de dezembro de 2005, R E S O L V E: I - DISPOSiÇÕES PRELIMINARES Art. 12 A Assistência Odontológica é prestada nas formas Direta e Indireta. Art. 2QA Assistência Direta é a prestada nas dependências do Supremo Tribunal Federal - STF. Art. 3QA Assistência Indireta é a prestada por terceiros e compreende modalidades de Assistência Dirigida e de Livre Escolha. 1Q A Assistência Dirigida é a prestada por empresas e profissionais credenciados. 2Q A Assistência de Livre Escolha é a prestada por empresas e profissionais não credenciados. Art. 4Q São atendidos os ministros, os servidores, os dependentes econômicos e os pensionistas estatutários. Art. 5QA Assistência Indireta Dirigida ou de Livre Escolha é prestadêt por meio de cirurgiões-dentistas, não vinculados ao STF, em todas as modalidades odontológicas disponíveis na tabela anexa a este Ato Deliberativo e está sujeita às condições estabelecidas. Art. 6QA implantação da Assistência Indireta Dirigida e a de Livre Escolha dar-se-á de forma progressiva, obedecendo às seguintes etapas: as
2 1- no primeiro ano, serão atendidos os titulares; 11 -: no segundo ano, serão atendidosos titulares e os dependentes econômicos. 11- ATENDIMENTO PELA REDE CREDENCIADA Art. 7Q Ao optar pela Assistência Indireta Dirigida, o beneficiário deve encaminhar-se ao profissional ou à empresa para consulta, prescrição do tratamento e respectiva orçamentação. 1Q O profissionalselecionadodeveapresentaro planode tratamentona Guia de Tratamento Odontológico (GTO) e/ou Guia de Atendimento (GA). 2QO beneficiário, de posse do formulário preenchido, dirige-se à Seção de Assistência Odontológica para realização de perícia nas situações exigidas na tabela anexa. inicial; 3QAs perícias devem ser realizadas: I - em até trinta dias, a contar da data de emissão da GTO, para perícia 11 - em até oito dias úteis, a partir da data da conclusão do tratamento, para perícia final. 4QPassado o período mencionado no inciso 11do parágrafo anterior, será descontado do beneficiário, em folha de pagamento, o valor integral do tratamento. Art. 8QOS critérios para realização de perícias são definidos pela Seção de Assistência Odontológica. Art. gqa transferência de beneficiário com tratamento em curso para outra empresa ou profissional credenciado poderá ocorrer a pedido do beneficiário ou do profissional inicialmente encarregado do atendimento. Parágrafo único. Nos casos previstos neste artigo, somente se fará a transferência após autorização da Seção de Assistência Odontológica, ficando assegurada a quitação integral das etapas de tratamento cumpridas pelo profissional ou empresa anterior. Art. 10. Pode haver interrupção no tratamento desde que por motivo justificado, assegurada a remuneração ao profissional ou à empresa pelos trabalhos efetuados.
3 SupremoTribunalFederal 1Q A interrupçãodo tratamento por iniciativa da empresa ou do profissional credenciados, sem motivo justificado, é considerada como abandono, não conferindo direito à remuneração pelos trabalhos executados. 2QA interrupção do tratamento por iniciativa do beneficiário, sem motivo justificado, é considerada como abandono, ficando assegurada a remuneração a empresa ou ao profissional credenciados pelos trabalhos efetuados, cujo valor será descontado integralmente do beneficiário. 3QSão considerados como abandono os casos em que o paciente em tratamento deixar de: I - comparecer ao consultório do cirurgião-dentista credenciado, sem justificativa, pelo prazo de trinta dias; 11- realizar a perícia final, quando esta for exigida. 4Q Cabe à Seção de Assistência Odontológica analisar as justificativas apresentadas para os efeitos deste artigo. 11I- ASSISTÊNCIA DE LIVRE ESCOLHA Art. 11. Ao optar pela Assistência de Livre Escolha, o beneficiário retira a Guia de Tratamento Odontológico (GTO) e/ou a Guia de Atendimento (GA) na Seção de Benefícios e encaminha-se ao profissional ou à empresa de sua escolha para consulta, obtenção do plano de tratamento e orçamento. 1Q O beneficiáriodirige-seà Seção de AssistênciaOdontológicapara realização de perícia nas situações exigidas na tabela anexa. 2QOS tratamentos realizados sem autorização da Seção de Assistência Odontológica ou que incluam procedimentos não constantes na tabela não são objeto de reembolso. 3QOS prazos para o beneficiário realizar as perícias são os mesmos definidos no 3Qdo art. 7Qdeste Ato Deliberativo. 4QO beneficiário perde o direito ao reembolso caso não observe o prazo estabelecido para realização da perícia final. Art. 12. A transferência de beneficiário com tratamento em curso para outra empresa ou profissional poderá ocorrer mediante autorização prévia da Seção de Assistência Odontológica. Art. 13. Após perícia final, se necessária, o beneficiário deve apresentar na Seção de Benefícios:
4 I - Guia de Tratamento Odontológico- GTO e/ou a Guia de Atendimento - GA, preenchidas; 11- recibo ou nota fiscal contendo: a) nome do beneficiário; b) valor total; c) nome do profissional, especialidade,cro e CPF ou CNPJ; d) data da emissão; e) carimbo e assinatura do profissional; 111-formulário de reembolsoodontológico assinado pelo titular. Art. 14. Os beneficiários residentes fora do Distrito Federal e entorno ficam liberados das perícias inicial e final, desde que o custo do tratamento não ultrapasse o limite de R$ 1.000,00 (mil reais) no período de doze meses, estando o reembolso condicionado ao envio, em até oito dias após a conclusão do tratamento, dos seguintes documentos: I - laudo odontológico com discriminação e valor unitário de cada procedimento, inclusive com o respectivo código da tabela de procedimentos odontológicos, anexa a este Ato Deliberativo; 11- recibo ou nota fiscal, conforme inciso 11do art. 13; 111-exames radiográficos,quando o procedimento requerer; IV - solicitação de reembolso por escrito. Art. 15. A cobertura e os valores de reembolsos da Assistência de Livre Escolha são de oitenta por cento dos constantes da tabela anexa a este Ato Deliberativo, podendo ser atualizados automaticamente, de modo a acompanhar os critérios da rede credenciada. 12 Aplicam-se aos ministros e seus dependenteseconômicos os mesmos critérios de reembolso estabelecidos no artigo anterior, acrescidos dos parâmetros definidos nos 62e 72do art. 27 do RegulamentoGeral. 22A entrega dos documentos deve ser feita até o último dia útil do mês. 32 O reembolso é concedido em folha de pagamento, no mês subseqüente ao da entrega dos documentos. 42 Somente são aceitos os documentos emitidos pelo cirurgião-dentista que assiste o paciente, ficando proibida a emissão ou substituição de documentos por outros profissionais. 52 Fica vedado o reembolso de despesas de tratamento que tenha sido efetuado por profissional em atividade no Supremo Tribunal Fede~
5 6Q o deferimento para reembolso depende da exatidão das informações prestadas nos documentos, podendo a Secretaria de Serviços Integrados de Saúde, a qualquer tempo, solicitar outros documentos comprobatóriosjulgados necessários. IV - CONTRIBUiÇÃO E CUSTEIO Art. 16. A Assistência Direta realizada nas dependências do Tribunal é prestada sem ônus para os beneficiários. Art. 17. As Assistências Indiretas Dirigida e de Livre Escolha são prestadas aos beneficiários que contribuam financeiramente na opção Médicohospitalar descrita no art. 34 do RegulamentoGeral. Art. 18. Os beneficiários do STF-Med que utilizarem a rede credenciada de odontologia participam diretamente com o percentual de vinte por cento sobre o valor de todos os procedimentos. Parágrafo único. A participaçãofinanceira de que trata o caput é efetivada em folha de pagamento do beneficiário titular e segue as regras estabelecidas pelos 1Q e 2Qdo art. 35 do Regulamento Geral. V - CARÊNCIA Art. 19. A inobservância dos prazos estabelecidos no art. 8Q do Regulamento Geral sujeita o beneficiárioàs seguintes carências para utilização: I - 24 horas para urgências e acidentes pessoais; /I - 60 dias para consultas eletivas, prevenção, dentística, periodontia não-cirúrgica, odontopediatria e radiologia intra-oral; /li dias para endodontia, periodontia-cirúrgica,cirurgia e prótese. VI - DISPOSiÇÕES FINAIS Art. 20. A cobertura para os procedimentos de prótese está limitada a R$ 1.600,00 (mil e seiscentos reais) per capita por doze meses, ressalvadas as situações específicas definidas neste Ato Deliberativo. Art. 21. Cabe à Secretaria de Administração emitir documento para fins de Declaração dno Imposto de Renda referente aos valores reembol~
6 Art. 22. Os casos omissos e as dúvidas surgidas na aplicação deste Ato serão analisados pelas Secretarias de Serviços Integrados de Saúde e de Administração e decididos pelo Conselho Deliberativo. de Art. 23. O presenteato Deliberativoentraem vigora partirde 1Q de março
TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO CONSELHO DELIBERATIVO DO PROGRAMA TST-SAÚDE
TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO CONSELHO DELIBERATIVO DO PROGRAMA TST-SAÚDE ATO DELIBERATIVO Nº 56, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2014 Dispõe sobre a assistência odontológica indireta aos beneficiários do Programa
ATO DELIBERATIVO Nº 43, DE 19 DE JUNHO DE 2012.
ATO DELIBERATIVO Nº 43, DE 19 DE JUNHO DE 2012. Dispõe sobre o auxílio para tratamento ortodôntico e ortopédico dos maxilares. O PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO DO PLANO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE E BENEFÍCIOS
Decreto Nº 13.840 de 21/09/2009
Decreto Nº 13.840 de 21/09/2009 Dispõe sobre estágios no âmbito da Administração Pública Direta e Indireta do Estado do Piauí para estudantes regularmente matriculados e com frequência efetiva, vinculados
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 65, DE 8 DE JULHO DE 2008
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 65, DE 8 DE JULHO DE 2008 Dispõe sobre a participação de servidores do Supremo Tribunal Federal em ações de treinamento. O DIRETOR-GERAL DA SECRETARIA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL,
CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA
CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA Modelo de contrato Protegido pela Lei nº 9.610, de 19/02/1998 - Lei de Direitos Autorais IDENTIFICAÇÃO DAS PARTES CONTRATANTES CONTRATANTE:(Nome
Supremo Tribunal Federal
ATO DELIBERATIVO Nº 8, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2005. Dispõe sobre o Programa de auxílio para aquisição ou locação de órteses e próteses médicas não-cirúrgicas e implementos médico-hospitalares. A PRESIDENTE
P R O A S - T R E - P A
SECRETARIA DE GESTÃO DE PESSOAS P R O A S - T R E - P A PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE E BENEFÍCIOS SOCIAIS DO TRE-PA Apresentadora: MARCELA MOTA E-mail: [email protected] Ramal: 4682 Setor: COORDENADORIA
INSTRUÇÕES GERAIS PARA REQUERIMENTO DE AUXÍLIO MEDICAMENTO E DE REEMBOLSOS DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO N 155/1999
INSTRUÇÕES GERAIS PARA REQUERIMENTO DE AUXÍLIO MEDICAMENTO E DE REEMBOLSOS DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO N 155/1999 AUXÍLIO MEDICAMENTO DE USO CRÔNICO Art. 20. O FASCAL assegurará auxílio aos associados regularmente
PREFEITURA MUNICIPAL DE OURO BRANCO ESTADO DE MINAS GERAIS Procuradoria Geral DECRETO Nº 6.487, DE 27 DE OUTUBRO DE 2011.
DECRETO Nº 6.487, DE 27 DE OUTUBRO DE 2011. REGULAMENTA A UTILIZAÇÃO DA NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA NFSE E DECLARAÇÃO FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA NO MUNICÍPIO DE OURO BRANCO, E DÁ OUTRAS PRIVIDÊNCIAS.
REGULAMENTO PROPOSITIVO 2014
REGULAMENTO PROPOSITIVO 2014 1 NO QUE CONSISTE O PROPOSITIVO 1.1 O ProPositivo - Programa de Bolsas de Estudos do Centro Tecnológico Positivo - é um programa de responsabilidade social do Centro Tecnológico
PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - PAS/SERPRO LIVRE ESCOLHA
PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - PAS/SERPRO LIVRE ESCOLHA A modalidade Livre Escolha consiste no reembolso de despesas médicas e/ou hospitalares de procedimentos constantes da Tabela de Reembolso do PAS-SERPRO
REGULAMENTO DO PLANO INDIVIDUAL DE PECÚLIO POR MORTE DAS CARACTERÍSTICAS
REGULAMENTO DO PLANO INDIVIDUAL DE PECÚLIO POR MORTE DAS CARACTERÍSTICAS Art. 1º. A Bradesco Vida e Previdência S.A., doravante denominada EAPC, institui o Plano de Pecúlio por Morte, estruturado no Regime
Luiz A. Paranhos Velloso Junior Presidente da Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro ID. 1919046-8
PORTARIA JUCERJA N.º 1.408, DE 25 DE AGOSTO DE 2015. APROVA REGULAMENTO DE CREDENCIAMENTO DE PERITOS GRAFOTÉCNICOS, NO ÂMBITO DA JUCERJA. O PRESIDENTE DA JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no
ATO DELIBERATIVO N 41, DE 19 DE JUNHO DE 2012
ATO DELIBERATIVO N 41, DE 19 DE JUNHO DE 2012 Dispõe sobre o Programa de auxílio para aquisição ou locação de órteses e próteses médicas não cirúrgicas e implementos médico-hospitalares. O PRESIDENTE DO
RESOLUÇÃO UnC-CONSUN 001/2015
RESOLUÇÃO UnC-CONSUN 001/2015 Aprovar ad referendum do Conselho Universitário- CONSUN, o Regulamento para a Pós-Graduação Lato Sensu da Universidade do Contestado - UnC. A Presidente do Conselho Universitário
TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 590/DILEP.CIF.SEGPES.GDGSET.GP, DE 30 DE AGOSTO DE 2013
TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 590/DILEP.CIF.SEGPES.GDGSET.GP, DE 30 DE AGOSTO DE 2013 Dispõe sobre as regras e procedimentos adotados para concessão, indenização, parcelamento e pagamento
REGULAMENTO FINANCEIRO DA FITO
REGULAMENTO FINANCEIRO DA FITO DOS CONTRATANTES Art. 1º - Pela matrícula, a Fundação Instituto Tecnológico de Osasco, doravante denominada FITO e o Aluno e/ou Responsável Financeiro estabelecem recíprocos
RESOLUÇÃO CEG nº 12/2008
RESOLUÇÃO CEG nº 12/2008 Normas para o Estágio 1) Considerando a Lei 11.788 de 25 de setembro de 2008, que trata de Estágios de Estudantes; 2) Considerando a não existência de resolução geral que normatize
REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL
REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL 1. FINALIDADE 1.1. Este Regulamento tem por finalidade disciplinar as concessões de empréstimos aos Participantes do Plano de Benefícios JMalucelli, administrado pelo
PORTARIA Nº 146 /2011-DG BRASÍLIA, 16 DE JUNHO DE 2011.
PORTARIA Nº 146 /2011-DG BRASÍLIA, 16 DE JUNHO DE 2011. DISPÕE SOBRE O PROCESSO DE INCENTIVO DE CONCESSÃO DE BOLSA DE ESTUDO DE IDIOMA ESTRANGEIRO NO ÂMBITO DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS
ESTÂNCIA HIDROMINERAL DE POÁ
DECRETO Nº DE DE DE 2015 Dispõe sobre regulamentação da Lei Complementar nº. 3.766, de 4 de dezembro de 2014, que criou o Passe Livre Estudantil, gratuidade no sistema de transporte coletivo aos estudantes
CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE. Deliberação nº 1.100/2014 DS/CMDCA
CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Deliberação nº 1.100/2014 DS/CMDCA Dispõe sobre a Autorização para Captação de Recursos Financeiros para o Fundo Municipal para Atendimento dos
RESOLUÇÃO Nº. 066 CONSUPER/2013
RESOLUÇÃO Nº. 066 CONSUPER/2013 Dispõe sobre o Regulamento sobre Movimentação de servidores no âmbito do Instituto Federal Catarinense. O Presidente do do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia
RESOLUÇÃO N o 08/92, DO CONSELHO DIRETOR
RESOLUÇÃO N o 08/92, DO CONSELHO DIRETOR Aprova o Plano de Assistência à Saúde dos Servidores da Universidade Federal de Uberlândia e dá outras providências. O CONSELHO DIRETOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL
INFORMAÇÕES AOS BENEFICIÁRIOS URGÊNCIA / EMERGÊNCIA
INFORMAÇÕES AOS BENEFICIÁRIOS URGÊNCIA / EMERGÊNCIA Para atendimento de emergência/urgência, o beneficiário, titular ou dependente, poderá dirigir-se a uma das instituições credenciadas, munido do cartão
do momento em que for validado o aluno, você assume como verdadeiras as informações cadastradas pela Instituição de ensino (colégio).
Os termos e condições a seguir (doravante denominados simplesmente acordo ) regulam o fornecimento dos materiais impressos do(s) Programa(s) Educacional(s) SE e BE (doravante denominados material(is) ),
RESOLUÇÃO N o 53 de 28/01/2013 - CAS RESOLVE: CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES
Regulamento de Estágios Estágios Não Obrigatórios Remunerados (ENOR) e Estágios Curriculares Obrigatórios (ECO) de alunos dos cursos superiores da Universidade Positivo. Aprovado pela Resolução n o 53
COORDENADORIA DO IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE QUALQUER NATUREZA E TAXAS SUBSECRETARIA DE TRIBUTAÇÃO E FISCALIZAÇÃO
COORDENADORIA DO IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE QUALQUER NATUREZA E TAXAS SUBSECRETARIA DE TRIBUTAÇÃO E FISCALIZAÇÃO PORTARIA F/SUBTF/CIS N.º 178 DE 25 DE OUTUBRO DE 2010 Dispõe sobre cancelamento de guia de
O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE RONDÔNIA, no uso de suas atribuições legais;
Publicado no Diário da Justiça nº057/2007, de 27.3.2007, p. A-3 a A-4 INSTRUÇÃO N. 005/2007-PR Revoga a Instrução 016/96-PR Revogada pela Instrução n. 003/2012-PR Dispõe sobre os procedimentos e rotinas
RESOLUÇÃO N.º 001, de 07 de dezembro de 2001.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA EXECUTIVA RESOLUÇÃO N.º 001, de 07 de dezembro de 2001. Dispõe sobre o atendimento pelo estabelecimento particular de ensino
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Minas Gerais (CRMV-MG)
.1. RESOLUÇÃO Nº 332 Estabelece procedimento para a concessão de apoio financeiro e institucional. O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Minas Gerais (CRMV-MG), no uso da atribuição
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS E PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS E PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO
RESOLUÇÃO N. 114/2013/TCE-RO
RESOLUÇÃO N. 114/2013/TCE-RO Dá nova redação ao artigo 86 e revoga o 1º do artigo 247 e o inciso XII do artigo 187, todos do Regimento Interno do TCE/RO, relativos à vista, carga e devolução de processos
DECRETO Nº 2.108/2009
DECRETO Nº 2.108/2009 Súmula: Estabelece Procedimentos e critérios para os atestados médicos dos Servidores Públicos Municipais. O Prefeito Municipal de Colombo, no uso de suas atribuições que lhe são
V - Anexo V - solicitação de cancelamento ou atualização de habilitação.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 22, DE 20 DE JUNHO DE 2013 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁ- RIA E ABASTECIMENTO, no uso das atribuições
INSTRUÇÃO NORMATIVA N.º AMGESP-002/2015
INSTRUÇÃO NORMATIVA N.º AMGESP-002/2015 Estabelece critérios a serem observados pelos órgãos e entidades da Administração Pública Estadual, Direta e Indireta, quando da disponibilização de vagas de estágio
RESOLUÇÃO Nº CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL
RESOLUÇÃO Nº INSTRUÇÃO Nº CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Gilmar Mendes Interessado: Tribunal Superior Eleitoral Dispõe sobre pesquisas eleitorais para as eleições de 2016. O Tribunal
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RESOLUÇÃO CRMV-RJ Nº 47/2015
RESOLUÇÃO CRMV-RJ Nº 47/2015 Ementa: Estabelece requisitos a serem observados para obtenção de apoio financeiro e/ou institucional junto ao CRMV-RJ. O - CRMV-RJ, no uso das atribuições que lhe são conferidas
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Regulamento Específico do Curso de Especialização em Gestão e Tecnologia de Produção de Edifícios - CEGT CAPÍTULO I DAS FINALIDADES
REGULAMENTO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA FAPEPE FACULDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE
REGULAMENTO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA FAPEPE FACULDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE CAPITULO I INTRODUÇÃO Artigo 1 - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é
REGULAMENTO DE ESTÁGIO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO NO INSTITUTO FEDERAL DE RONDÔNIA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO NO INSTITUTO FEDERAL
DECRETO Nº 034/2013. O Prefeito do Município de Sertanópolis, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições legais e considerando:
DECRETO Nº 034/2013 SÚMULA: Dispõe sobre a jornada de trabalho em Regime de Trabalho em Turnos RTT e Regime de Trabalho de Sobreaviso RPS no âmbito da Administração Direta e Indireta do Poder Executivo
RESOLUÇÃO Nº 048/2007-CEPE
RESOLUÇÃO Nº 048/2007-CEPE Aprova o Regulamento da Residência em Cirurgia e Traumatologia Buco Maxilo Facial da Unioeste. Considerando o contido no Processo CR nº 19335/2006, de 03 de outubro de 2006,
REGULAMENTO DE CURSO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS
REGULAMENTO DE CURSO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS JUNHO/2011 CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares Art. 1º. Os cursos de Pós Graduação Lato Sensu da Faculdade de Tecnologia
AGROS INSTITUTO UFV DE SEGURIDADE SOCIAL. Regulamento do Plano de Instituidor AGROS CD-01
AGROS INSTITUTO UFV DE SEGURIDADE SOCIAL Regulamento do Plano de Instituidor AGROS CD-01 Viçosa Minas Gerais Fevereiro/2008 Índice Página Glossário - Capítulo II Das Definições... 3 Nome do Plano de Benefícios
REGULAMENTO EMPRÉSTIMO CASANPREV
REGULAMENTO EMPRÉSTIMO CASANPREV 1 CAPÍTULO I Do Objeto Art. 1º Este documento, doravante denominado Regulamento de Empréstimo, estabelece os direitos e as obrigações da CASANPREV, dos Participantes, Assistidos
CAPÍTULO I DA NATUREZA E DAS FINALIDADES
REGIMENTO INTERNO DO COLEGIADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS PORTUGUÊS/INGLÊS FACULDADE INTERDISCIPLINAR EM HUMANIDADES - UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI UFVJM CAPÍTULO I
FACULDADE INTERNACIONAL DA PARAÍBA CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO
FACULDADE INTERNACIONAL DA PARAÍBA CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO Faculdade Internacional da Paraíba Rua Monsenhor Walfredo Leal nº 512, Tambiá
PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA DE PLANEJAMENTO, GESTÃO E DESENVOLVIMENTO HUMANO ESCOLA DE GESTÃO PÚBLICA
EDITAL DE SELEÇÃO DE SERVIDORES PARA A QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL - GESTÃO DE PROJETOS SOCIAIS E CAPTAÇÃO DE RECURSOS - EDITAL EGP Nº 003/2016 A Secretaria Municipal de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento
TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 301/CDEP.SEGPES.GDGSET.GP, DE 24 DE JUNHO DE 2016
TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 301/CDEP.SEGPES.GDGSET.GP, DE 24 DE JUNHO DE 2016 Dispõe sobre a participação de servidores do Tribunal Superior do Trabalho em ações de educação corporativa
Código subproduto: 3-217 SINDIFAST SP Condições Contratuais versão: 1-01.09.2014 ENDEREÇO: N : COMPLEMENTO: BAIRRO: CIDADE: ESTADO: CEP:
Código subproduto: 3-217 SINDIFAST SP Condições Contratuais versão: 1-01.09.2014 ORIGEM: Nº PROPOSTA: 39 PROPOSTA DE SEGURO EMPRESARIAL As condições securitárias que se referem esta Proposta de Seguro
EDITAL FAPERN/CAPES 01/2013 APOIO AOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR (IES) DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
EDITAL FAPERN/CAPES 01/2013 APOIO AOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR (IES) DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE A Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte
Altera a Portaria Previ-Rio nº 853, de 22 de fevereiro de 2.011 e dá outras providências.
PORTARIA PREVI-RIO Nº 861 DE 15 DE JUNHO DE 2011. Altera a Portaria Previ-Rio nº 853, de 22 de fevereiro de 2.011 e dá outras providências. A Presidente do Instituto de Previdência e Assistência do Município
O PREFEITO DE GOIÂNIA, no uso de suas atribuições legais, e CAPÍTULO I DO FUNDO MUNICIPAL DE ESPORTE E LAZER
1 Gabinete do Prefeito DECRETO Nº 4139, DE 11 DE SETEMBRO DE 2013. Regulamenta o Fundo Municipal de Esporte e Lazer e o Incentivo ao Esporte e Lazer e dá outras providências. O PREFEITO DE GOIÂNIA, no
UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA UVA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM DIREITO
UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA UVA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM DIREITO REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU DA UNIVERSIDADE
CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DE PERNAMBUCO
CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DE PERNAMBUCO Resolução nº 004, de 25 de março de 2015 Estabelece requisitos a serem observados para obtenção de apoio financeiro ou institucional junto ao CRMV-PE.
O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,
RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE:
REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS
REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS Aprovado pela REDIR Nº. 257ª de 30/11/2010 e na 178ª Reunião do CD n 166ª de 03/12/2010. 1 REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS ÍNDICE 1.0 - DOS EMPRÉSTIMOS...Página
PORTARIA Nº 11, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2008
PORTARIA Nº 11, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2008 O DIRETOR DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO - DENATRAN, no uso das atribuições legais que lhe conferem os incisos I e XII do artigo 19 da Lei nº 9.503, de
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DELIBERAÇÃO N 0 53, DE 30 DE ABRIL DE 2014 O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
RESOLUÇÃO CONFE No 87, de 26 de dezembro de 1977.
RESOLUÇÃO CONFE No 87, de 26 de dezembro de 1977. DÁ NOVA REDAÇÃO À RESOLUÇÃO N o 18, DE 10.02.72, DO CONSELHO FEDERAL DE ESTATÍSTICA, PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DE 27.03.72. CONSELHO FEDERAL DE ESTATÍSTICA
REGIMENTO DO COMITÊ DE ÉTICA NO USO ANIMAL DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE MARÍLIA CEUA-FATEC MARILIA
REGIMENTO DO COMITÊ DE ÉTICA NO USO ANIMAL DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE MARÍLIA CEUA-FATEC MARILIA O Comitê de Ética para uso Animal da Faculdade de Tecnologia de Marília CEUA. Reger-se-à Pelas Presentes
ANEXO 30 PROCEDIMENTOS ADOTADOS PELO DEPOSITÁRIO ESTABELECIDO EM RECINTO ALFANDEGADO.
ANEXO 30 PROCEDIMENTOS ADOTADOS PELO DEPOSITÁRIO ESTABELECIDO EM RECINTO ALFANDEGADO. Acrescentado pelo Decreto 24.441 de 14 de agosto de 2008. Publicado no DOE de 14.08.2008 Convênio ICMS nº 143/02 e
Instrução Normativa RFB nº 777 de 19/10/07 DOU 30/11/07
Instrução Normativa RFB nº 777 de 19/10/07 DOU 30/11/07 Estabelece procedimentos de credenciamento de funcionários de entidades autorizadas a emitir certificados de origem, para fins de acesso ao sistema
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ. RESOLUÇÃO Nº 16/2013-CONSU De 13 de junho de 2013 CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ RESOLUÇÃO Nº 16/2013-CONSU De 13 de junho de 2013 EMENTA: Revoga a resolução nº 010/2013-CONSU e Fixa normas de afastamento de Técnico-Administrativos
RESOLUÇÃO CMDCA nº 03/2014
RESOLUÇÃO CMDCA nº 03/2014 Estabelece novas normas para registro de Entidades governamentais e não governamentais e inscrição de programas ou projetos que tenham por objetivo a promoção e defesa dos direitos
DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013
DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013 Publicado no DOE(Pa) de 02.04.13. Institui o Programa de Parcerias Público-Privadas PPP/PA e regulamenta o Conselho Gestor de Parcerias Público- Privadas do Estado
NORMAS DO PROGRAMA DE MONITORIA DA UFPel CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
NORMAS DO PROGRAMA DE MONITORIA DA UFPel CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - O Programa de Monitoria, vinculado à Seção de Apoio Estudantil da Coordenadoria de Assuntos Estudantis e Comunitários,
RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº 195, DE 14 DE JULHO DE 2009.
RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº 195, DE 14 DE JULHO DE 2009. Dispõe sobre a classificação e características dos planos privados de assistência à saúde, regulamenta a sua contratação, institui a orientação para
FACULDADE DE INHUMAS REGULAMENTO DE EXPEDIÇÃO E REGISTRO DE DIPLOMA E EXPEDIÇÃO DE CERTIFICADO DA FACULDADE DE INHUMAS (FACMAIS) INHUMAS, GOIÁS
FACULDADE DE INHUMAS REGULAMENTO DE EXPEDIÇÃO E REGISTRO DE DIPLOMA E EXPEDIÇÃO DE CERTIFICADO DA FACULDADE DE INHUMAS (FACMAIS) INHUMAS, GOIÁS REGULAMENTO DE EXPEDIÇÃO E REGISTRO DE DIPLOMA E EXPEDIÇÃO
PORTARIA Nº 131, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2008
PORTARIA Nº 131, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2008 Estabelece os requisitos técnicos e procedimentos para credenciamento de empresas prestadoras de serviço de vistoria em veículos automotores. O DIRETOR DO DEPARTAMENTO
REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA
REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA CAPÍTULO I DISPOSIÇÃO PRELIMINAR Aprovado pela Resolução Consuni nº 28/06 de 12/07/06. Art. 1º O presente regulamento disciplina as atividades do Núcleo de Prática
PORTARIA Nº 133/2011-GS/SET, DE 19 DE OUTUBRO DE 2011.
DOE Nº 12.567 Data: 20/10/2011 Alterada pelas Portarias nºs: 002/2012-GS/SET 059/2012-GS/SET PORTARIA Nº 133/2011-GS/SET, DE 19 DE OUTUBRO DE 2011. Dispõe sobre o credenciamento de contribuintes para recolhimento
ORDEM DE SERVIÇO Nº 08/2014
ORDEM DE SERVIÇO Nº 08/2014 O PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE, no exercício de suas atribuições legais, de conformidade com o art. 57, inciso XVIII, da Lei Orgânica do Município de Porto
DECRETO Nº 1.565, DE 26 DE MARÇO DE 2009
DECRETO Nº 1.565, DE 26 DE MARÇO DE 2009 Publicado no DOE(Pa) de 27.03.09. Alterado pelos Decretos 1.677/09, 323/12. Regulamenta a Lei nº 5.674, de 21 de outubro de 1991, que dispõe sobre o Fundo de Desenvolvimento
EDITAL Nº 01/2015 AUXÍLIO FINANCEIRO PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS
EDITAL Nº 01/2015 AUXÍLIO FINANCEIRO PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS Este edital dispõe sobre as normas para solicitação, concessão e utilização de auxílio financeiro para participação em eventos extracurriculares,
- REGIMENTO INTERNO. Aprovado pelo Conselho de Administração da Garantisudoeste.
- REGIMENTO INTERNO Aprovado pelo Conselho de Administração da Garantisudoeste. REGIMENTO INTERNO PREMISSAS BÁSICAS: Considerando a grande responsabilidade que compreende a execução do objeto social da
REGULAMENTO DE CREDENCIAMENTO DE PESSOAS JURÍDICAS PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PROFISSIONAIS DE CONSULTORIA, INSTRUTORIA EM PROJETOS.
REGULAMENTO DE CREDENCIAMENTO DE PESSOAS JURÍDICAS PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PROFISSIONAIS DE CONSULTORIA, INSTRUTORIA EM PROJETOS. TOLEDO-PR Página 2 de 6 1. OBJETIVO 1.1 O presente regulamento objetiva
REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO (lato sensu) CAPITULO I DA CONSTITUIÇÃO, NATUREZA, FINALIDADE E OBJETIVOS DOS CURSOS
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA R E I T O R I A Rua Esmeralda, 430-97110-060 Faixa Nova Camobi Santa
REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS JURÍCAS E ECONÔMICAS REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA Adaptado às normas do Regulamento Geral da Pós-Graduação da UFES
RESOLUÇÃO Nº INSTRUÇÃO Nº 539-35.2015.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL
RESOLUÇÃO Nº INSTRUÇÃO Nº 539-35.2015.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Gilmar Mendes Interessado: Tribunal Superior Eleitoral Dispõe sobre pesquisas eleitorais para o pleito
AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 24, DE 25 DE JUNHO DE 2009.
AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 24, DE 25 DE JUNHO DE 2009. Dispõe sobre o Processo de Concessão de Bolsas de Estudo em Idiomas como parte integrante do Programa Permanente de
RESOLUÇÃO N 28, DE 6 DE JULHO DE 2012
RESOLUÇÃO N 28, DE 6 DE JULHO DE 2012 Dispõe sobre o registro e sobre a alteração e a baixa de registro de pessoa jurídica de Arquitetura e Urbanismo nos Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados
TERMO DE CIÊNCIA - PROGRAMA DE DESCONTOS FAMÍLIA 10
TERMO DE CIÊNCIA - PROGRAMA DE DESCONTOS FAMÍLIA 10 Fica aprovado o Regulamento do Sistema de Concessão de Descontos denominado Família 10, destinado aos alunos da UNINOVE e a seus parentes diretos, nas
REGULAMENTO DE PROCEDIMENTO E CRITÉRIOS PARA DECLARAÇÃO DE CUMPRIMENTO DE OBRIGAÇÕES DE PRESTADORA DO STFC. Capítulo I Das Disposições Gerais
REGULAMENTO DE PROCEDIMENTO E CRITÉRIOS PARA DECLARAÇÃO DE CUMPRIMENTO DE OBRIGAÇÕES DE PRESTADORA DO STFC Capítulo I Das Disposições Gerais Art. 1º O cumprimento de obrigações de prestadoras do Serviço
PROPOSTA DE RESOLUÇÃO
PROPOSTA DE RESOLUÇÃO Regulamenta a Lei Estadual nº 11.170/2008, dispondo sobre a progressão funcional dos servidores no âmbito do Poder Judiciário do Estado da Bahia. O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA
GUIA DE ESTÁGIO CURSOS TÉCNICOS
GUIA DE ESTÁGIO CURSOS TÉCNICOS 1 SUMÁRIO 3 INTRODUÇÃO 3 DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO 5 RESCISÃO DO CONTRATO DE ESTÁGIO 6 CONCLUSÃO DE CURSO 6 RELATÓRIO TÉCNICO 7 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO
PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA DECRETO Nº 247
DECRETO Nº 247 Regulamenta os artigos 17 a 20, da Lei Municipal nº 14.544, de 11 de novembro de 2014 e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE CURITIBA, CAPITAL DO ESTADO DO PARANÁ, no uso das
Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 13.270
DECRETO Nº 13.270 Regulamenta o parcelamento e pagamento de créditos do município de Vitória e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Vitória, Capital do, no uso de suas atribuições legais, e
REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUIVOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUIVOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 Este regulamento fixa as normas para o estágio do Curso de Graduação
GUIA DE ESTÁGIO CURSOS TECNOLÓGICOS
GUIA DE ESTÁGIO CURSOS TECNOLÓGICOS 1 SUMÁRIO 3 INTRODUÇÃO 4 DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO 6 RESCISÃO DO CONTRATO DE ESTÁGIO 7 CONCLUSÃO DE CURSO 7 RELATÓRIO TÉCNICO 8 AVALIAÇÃO DE
