Presidência da República

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1 <!ID > DECRETO <!ID > PORTARIA <!ID > DECRETO <!ID > PORTARIA ISSN Ano CXLII N o - 49 Brasília - DF, segunda-feira, 4 de março de 2005 Sumário. PÁGINA Atos do Poder Executivo... Presidência da República... Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento... Ministério da Ciência e Tecnologia... 2 Ministério da Cultura... 2 Ministério da Defesa... 4 Ministério da Educação... 4 Ministério da Fazenda... 7 Ministério da Integração Nacional Ministério da Justiça Ministério da Previdência Social... 6 Ministério da Saúde Ministério das Comunicações Ministério de Minas e Energia Ministério do Desenvolvimento Agrário... 0 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. 0 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Ministério do Meio Ambiente Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Ministério do Trabalho e Emprego Ministério do Turismo... 2 Ministério dos Transportes... 2 Ministério Público da União... 4 Tribunal de Contas da União... 4 Poder Judiciário Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais. 28. Atos do Poder Executivo N o , DE DE MARÇO DE 2005 Dispõe sobre a criação da Embaixada do Brasil na República Unida da Tanzânia. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 36 do Anexo I ao Decreto n o 5.032, de 5 de abril de 2004, D E C R E T A : Art. o Fica criada a Embaixada do Brasil na República Unida da Tanzânia, com sede na cidade de Dar es Salam. Art. 2 o Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3 o Fica revogado o inciso XXV do art. o do Decreto n o 5.073, de 0 de maio de Brasília, de março de 2005; 84 o da Independência e 7 o da República. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Samuel Pinheiro Guimarães Neto DE DE MARÇO DE 2005 Dá nova redação ao art. o do Decreto de 23 de julho de 2004, que convoca a Primeira Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, D E C R E T A : Art. O art. o do Decreto de 23 de julho de 2004, que convoca a Primeira Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial, passa a vigorar com a seguinte redação: Art. o Fica convocada a Primeira Conferência Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, a realizar-se de 30 de junho a 2 de julho de 2005, sob a coordenação da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República e do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial, com o objetivo da construção do Plano Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. (NR) Art. 2 o Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3 o Fica revogado o Decreto de 23 de fevereiro de 2005, que dá nova redação ao art. o do Decreto de 23 de julho de 2004, que convoca a Primeira Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial. Brasília, de março de 2005; 84º da Independência e 7º da República.. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA José Dirceu de Oliveira e Silva Presidência da República GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL N o - 4, DE DE MARÇO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DO GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no uso de suas atribuições que lhe confere o 2º do artigo 4º do Decreto nº 4.08, de 6 de agosto de 2003, R E S O LV E : Art. o Fica estendido por 60 (sessenta) dias o prazo a que se refere o 2º do artigo 2º da Portaria nº 50-CH/GSI, de 26 de novembro de 2004, que constitui o Grupo Técnico para apreciar a viabilidade de implantação de estação de recebimento e processamento de dados orbitais. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JORGE ARMANDO FELIX. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA <!ID >PORTARIA Nº 3, DE 0 DE MARÇO DE 2005 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MI- NISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E DO ABASTECI- MENTO no uso da atribuição que lhe confere o art 9º, inciso II. Do Anexo I, do Decreto 5.35, de 2 de janeiro de 2005, tendo em vista o disposto na Instrução Normativa Nº 3, de 0 de fevereiro de 2004, e o que consta do Processo n o / , resolve: Art. º Conceder ao Laboratório de Análise de Sementes Sementest S/C LTDA, CNPJ: /000-67, situado à Rua Primeiro de Maio, Nº 525, centro, no município de Ibiporã, PR, habilitação por prazo determinado conforme as necessidades e interesses do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento para a realização de análises de detecção qualitativa de Organismo Geneticamente Modificado em grãos de soja, por meio de kits imunocromatográficos. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. GABRIEL ALVES MACIEL DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO DE INSUMOS AGRÍCOLAS Nº 8, DE DE MARÇO DE 2005 O DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO DE INSUMOS AGRÍCOLAS, DO MINISTÉRIO DA AGRICUL- TURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o Decreto 5.35 de 2/0/2005, tendo em vista o disposto na Instrução Normativa SDA nº 2, de 7 de março de 2003 e art. 3º, da Lei nº 7.802, de de julho de 989, no Decreto nº 4.074, de 4 de janeiro de 2002, e o que consta do Processo nº / , resolve: Art. º Credenciar sob o número BR PR 23 a empresa INDÚSTRIA DE COMPENSADOS GUARARAPES LTDA, CNPJ nº /000-98, Inscrição Estadual nº , localizada na Rua Alcina Santos Araújo, nº 4, Bairro São Francisco, Palmas- PR, para, na qualidade de empresa prestadora de serviços de tratamentos quarentenários e fitossanitários no trânsito internacional de vegetais e suas partes, executar o seguinte tratamento: a) Tratamento por Ar Quente Forçado (AQF). Art. 2º O Credenciamento de que trata esta Portaria terá validade por 2 (doze) meses, podendo ser renovado mediante requerimento encaminhado ao Serviço de Sanidade Vegetal. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. ÁLVARO ANTONIO NUNES VIANA

2 <!ID > <!ID > DELIBERAÇÃO <!ID > DELIBERAÇÃO <!ID > <!ID > DELIBERAÇÃO 2 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de Ministério da Ciência e Tecnologia CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO / ANTONIO CARNEIRO DE MESQUITA FILHO 28/02/ / ILSON CARLOS ALMEIDA DA SILVEIRA 28/02/ / JOAO ROBERTO MORO 30 / / / JOSE EDUARDO LEVI 30/09/ / MARCIA QUEIROZ LATORRACA 28/02/ / FRANCISCO CATELLI 3/08/ / LIRIO SCHAEFFER 28/02/2006 GILBERTO PEREIRA XAVIER DESPACHO DO DIRETOR Brasília, de março de ª RELAÇÃO PESQUISADORES CREDENCIADOS IMPORTAÇÃO - MP 9/2004 Nº REGISTRO CPF NOME VA L I D A D E / LUCIANO PESSANHA MOREIRA 30 / / / ITA PFEFERMAN HEILBERG 28/02/ / MOMTCHILO RUSSO 28/02/ / HAROLDO SILVEIRA DOREA 3/2/ / CONSUELO JUNQUEIRA RODRIGUES 28/02/ / GILBERTO CASADEI DE BAPTISTA 28/02/ / CICERO GALLI COIMBRA 30 / / / EDWIGES FERREIRA DE MATTOS SILVARES 28/02/ / FABIO RODRIGO PIOVEZANI ROCHA 28/02/ / WOLFGANG CHRISTIAN PFEIFFER 28/02/ / JOSE SOARES DOS SANTOS 30 / / / MAURO DE FREITAS REBELO 30 / / / PEDRO VITORIANO DE OLIVEIRA 28/02/ / REINALDA MARISA LANFREDI 28/02/ / REGINA VASCONCELLOS ANTONIO 3/08/ / WALTER MENDES DE AZEVEDO 28/02/ / CLAUDIO LUIZ SCHNEIDER 3/0/ / IVAN ANTONIO IZQUIERDO 28/02/ / INES PEREYRA 28/02/ / JOSE CARLOS MIERZWA 30/09/ / RENATO CANHA AMBROSIO 3/2/ / ROMERO TAVARES 30 / / / KLEBER GOMES FRANCHINI 28/02/ / ROSA MARIA VALDEBENITO SANHUEZA 3/0/2007 COORDENAÇÃO-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS DESPACHO DO COORDENADOR GERAL Brasília, de março de ª RELAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE COTA PARA IMPORTAÇÃO - LEI 8.00/90 PROCESSO ENTIDADE VALOR US$ 045/990 Fundação Universidade Regional de Blumenau 0.000,00 043/993 Centro Internacional de Tecnologia de Software , /993 Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial ,00 CLÁUDIO DA SILVA LIMA FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS SUPERINTENDENTE DA ÁREA FINANCEIRA E DE CAPTAÇÃO <!ID > DESPACHO DO SUPERINTENDENTE Em de março de 2005 OBJETO: COMPROMETIMENTO ORÇAMENTÁRIO DO FNDCT nº 08/2005 O Superintendente da Área Financeira e de Captação, no uso de suas atribuições conferidas pela RES/DIR/0084/00, resolve: comprometer o orçamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT, na forma abaixo: BENEFICIÁRIO NUMERO CON- VENIO NUMERO EMPENHO VALOR EMPE- NHO VIGENCIA CONVENIO Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro ne ,00 3/06/2005 União. A eficácia do presente Extrato fica condicionada a sua publicação no Diário Oficial da FERNANDO DE NIELANDER RIBEIRO. Ministério da Cultura AGÊNCIA NACIONAL DO CINEMA Nº 55, DE DE MARÇO DE 2005 O DIRETOR-PRESIDENTE da ANCINE, no uso das atribuições legais conferidas pela Resolução de Diretoria Colegiada nº. 04/2003, e em cumprimento ao disposto na Lei nº. 8.33, de 23 de dezembro de 99, Lei nº , de 20 de julho de 993, Medida Provisória nº , de 06 de setembro de 200, alterada pela Lei nº , de 3 de maio de 2002, e Decreto nº , de 04 de novembro de 2002, delibera: Art. º Prorrogar o prazo de captação do projeto audiovisual relacionado abaixo, para o qual a proponente fica autorizada a captar recursos através da comercialização de Certificados de Investimento e da formalização de contratos de co-produção nos termos dos Arts. º e 3º da Lei nº , de 20 de julho de 993, e mediante doações ou patrocínios na forma prevista nos Arts. 25 e 26 da Lei nº. 8.33/ Antônia Processo: / Proponente: Coração da Selva Entretenimento Ltda. Cidade/UF: São Paulo / SP CNPJ: / Período de captação: de 0/0/2005 até 3/2/2005. Aprovado Ad-referendum em 0/03 /2005. Art. 2º Esta Deliberação entra em vigor na data de sua publicação. GUSTAVO DAHL Nº 57, DE DE MARÇO DE 2005 O DIRETOR-PRESIDENTE da ANCINE, no uso das atribuições legais conferidas pela Resolução de Diretoria Colegiada nº. 04, de 25 de fevereiro de 2003, e em cumprimento ao disposto na Lei nº. 8.33, de 23 de dezembro de 99, Lei nº , de 20 de julho de 993, Medida Provisória nº , de 06 de setembro de 200, alterada pela Lei nº , de 3 de maio de 2002, e Decreto nº , de 04 de novembro de 2002, delibera: Art. º Aprovar o projeto audiovisual relacionado abaixo, para o qual a proponente fica autorizada a captar recursos através da comercialização de Certificados de Investimento nos termos do Art. º da Lei nº , de 20 de julho de 993, e mediante doações ou patrocínios na forma prevista nos Arts. 25 e 26 da Lei nº. 8.33/ Projeto Brasil do Povo Processo: / Proponente: SP Filmes de São Paulo Ltda. Cidade / UF: São Paulo / SP CNPJ: / Valor total do orçamento aprovado: R$ ,4 Valor Aprovado no Artigo º da Lei nº /93: R$ ,00 Banco: 00- Agência: Conta Corrente: Valor Aprovado na Lei nº. 8.33/9: R$ ,53 Banco: 00- Agência: Conta Corrente: Período de captação: até 3/2/2005. Art. 2º - Esta Deliberação entra em vigor na data de sua publicação GUSTAVO DAHL SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL N o - 56, DE DE MARÇO DE 2005 O SUPERINTENDENTE DE DESENVOLVIMENTO IN- DUSTRIAL SUBSTITUTO, designado pela Portaria nº. 79 de 6 de dezembro de 2004, da ANCINE, no uso das atribuições legais conferidas pela Portaria nº. de 28 de janeiro de 2005 e em cumprimento ao disposto na Lei nº. 8.33, de 23 de dezembro de 99, Lei nº , de 20 de julho de 993, Medida Provisória nº , de 06 de setembro de 200, alterada pela Lei nº , de 3 de maio de 2002, e Decreto nº , de 04 de novembro de 2002, delibera:

3 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN Art. º - Prorrogar o prazo de captação dos projetos audiovisuais relacionados abaixo, para os quais as proponentes ficam autorizadas a captar recursos através da comercialização de Certificados de Investimento nos termos do Art. º da Lei nº /93 e mediante doações ou patrocínios, na forma prevista nos Arts. 25 e 26 da Lei nº. 8.33/ Brasil da Sanfona Processo: / Proponente: Periscópio Comunicações Ltda. Cidade/UF: São Paulo / SP CNPJ: / Período de captação: de 0/0/2005 até 3/2/ Os Doze Trabalhos de Herácles Processo: / Proponente: Politheama e Filmes Ltda. Cidade/UF: São Paulo / SP CNPJ: /000-9 Período de captação: de 0/0/2005 até 3/2/2005 Art. 2º - Prorrogar o prazo de captação dos projetos audiovisuais relacionados abaixo, para os quais as proponentes ficam autorizadas a captar recursos mediante doações ou patrocínios, na forma prevista nos Arts. 25 e 26 da Lei nº. 8.33/ º Festival de Cinema Brasileiro de Lisboa Processo: / Proponente:Afrodisia Flores Produções Artísticas Ltda. Cidade/UF: Rio de Janeiro / RJ CNPJ: / Período de captação: de 0/0/2005 até 3/2/ x Brasil Processo: / Proponente: Palmares Produções e Jornalismo Ltda. Cidade/UF: Rio de Janeiro / RJ CNPJ: / Período de captação: de 0/0/2005 até 3/2/2005. Art. 3º - Prorrogar o prazo de captação do projeto audiovisual relacionado abaixo, para o qual a proponente fica autorizada a captar recursos através da comercialização de Certificados de Investimento nos termos do Art. º da Lei nº / Do Amor : Mil Anos de Espera (II) Processo: / Proponente: Cinerama Filmes-CF Ltda. Cidade/UF: São Paulo /SP CNPJ: /000-0 Período de captação: de 0/0/2005 até 3/2/2005 Art. 4º - Esta Deliberação entra em vigor na data de sua publicação. RODRIGO CAMARGO

4 <!ID > PORTARIA 4 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL SUBDEPARTAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA N o - 93/SIE DE 0 DE MARÇO DE 2005 Autoriza o funcionamento da INTERCAR- GAS ENCOMENDAS E CARGAS LTDA - INTERCARGAS, como Agência de Carga Aérea. (N o de código DAC 2645) O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE INFRA-ESTRU- TURA DO DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL, no uso da delegação de competência outorgada pela Portaria n o 668/DGAC, de 8 de julho de 2004, publicada no Bol. Int. Ost. n o 24, de 8 de julho de 2004 e de conformidade com o Art. 25, o, da Lei n o 7565, de 9 de dezembro de 986, Código Brasileiro de Aeronáutica, e tendo em vista o que consta do Processo n o 07-0/004505/05, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento da empresa INTERCAR- GAS ENCOMENDAS E CARGAS LTDA - INTERCARGAS, CNPJ /000-20, com sede na Cidade de Fortaleza, Estado do Ceará, e filial no Estado de São Paulo, como agenciadora de carga aérea doméstica e internacional. Art. 2 o A Empresa ora autorizada se compromete por si e por seus prepostos, sob pena de caducidade da autorização, às seguintes obrigações: ) Obedecer as leis, instruções e determinações baixadas pelo Departamento de Aviação Civil - DAC; 2) Não explorar atividade incompatível ou conflitante com o agenciamento de carga; 3) Submeter à aprovação do DAC as atas e alterações contratuais; 4) Submeter-se à fiscalização dos agentes credenciados do DAC; e 5) Contribuir para o Fundo Aeroviário e remeter mensalmente ao DAC, conforme legislação em vigor. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Brig.-Eng. ALLEMANDER JESUS PEREIRA FILHO. <!ID >PORTARIA Nº Ministério da Defesa Ministério da Educação GABINETE DO MINISTRO 790, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelos Decretos nº.845, de 28 de março de 996, e nº 3.860, de 9 de julho de 200, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 4 de setembro de 200, e tendo em vista o Parecer nº 029/2005, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS n , do Ministério da Educação, resolve: Art. º Autorizar o funcionamento do curso de Psicologia, a ser ministrado na Avenida Luís Vianna Filho, n 6.774, Bairro Paralela, na cidade de Salvador, no Estado de Bahia, pela Faculdade Jorge Amado, mantida pela ABESC - Associação Baiana de Educação e Cultura, com sede na cidade de Salvador, no Estado de Bahia. Art. 2 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 79, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 343/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento da habilitação Magistério para Educação Infantil, do Curso Normal Superior, licenciatura, com 00 (cem) vagas totais anuais, no turno noturno, em turmas de, no máximo, 50 (cinqüenta) alunos, a ser ministrado pelo Instituto Superior de Educação Sant'Ana, na Rua Senador Pinheiro Machado, nº 89, Centro, na cidade de Ponta Grossa, Estado do Paraná, mantido pela Sociedade de Ensino e Beneficência Província do Sul, com sede na cidade de Ponta Grossa, Estado do Paraná. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 792, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho nº 402/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº 43560, do Ministério da Educação, resolve: Art. o Reconhecer, pelo prazo de cinco anos, a habilitação Rádio e TV, do curso de Comunicação Social, bacharelado, ministrado pela Universidade Anhembi Morumbi, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, mantida pelo Instituto Superior de Comunicação Publicitária, com sede na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 793, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 409/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Renovar, pelo prazo de um ano, o reconhecimento do curso de Terapia Ocupacional, bacharelado, ministrado pelo Centro Universitário Metodista, na cidade de Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul, mantido pelo Instituto Porto Alegre da Igreja Metodista, com sede na cidade de Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 794, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 9 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 4 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 440/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SA- PIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Reconhecer, pelo prazo de quatro anos, o curso de Comunicação Social, bacharelado, habilitação em Jornalismo, com 00 (cem) vagas totais anuais, no turno noturno, ministrado pelas Faculdades Integradas Ipitanga, na Avenida Luiz Tarquínio Pontes, Quadra 23, nº 04/07, Bairro Pitangueiras, na cidade de Lauro de Freitas, Estado da Bahia, mantidas pela Unidade Bahiana de Ensino, Pesquisa e Extensão S/C Ltda., com sede na cidade de Lauro de Freitas, Estado da Bahia. Art. 2 o O reconhecimento a que se refere esta Portaria é válido exclusivamente para o curso ministrado no endereço mencionado no artigo anterior. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 795, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 469/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº /2003-7, Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Reconhecer, pelo prazo de um ano, o curso de Relações Internacionais, bacharelado, com 20 (cento e vinte) vagas totais anuais, no turno noturno, ministrado pela Faculdade Novo Ateneu de Guarapuava, na Rua Saldanha Marinho, nº 706, Centro, na cidade de Guarapuava, Estado do Paraná, mantida pela Associação de Ensino Novo Ateneu, com sede na cidade de Guarapuava, Estado do Paraná. Art. 2 o O reconhecimento a que se refere esta Portaria é válido exclusivamente para o curso ministrado no endereço mencionado no artigo anterior. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 796, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 492/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento do curso de Enfermagem, bacharelado, com 50 (cinqüenta) vagas totais anuais, no turno diurno, a ser ministrado pela Faculdade Adventista Paranaense, na Gleba Paiçandu, nº 80, Zona Rural, no município de Ivatuba, Estado do Paraná, mantida pela Instituição Adventista Sul Brasileira de Educação e Assistência Social, com sede na cidade de Curitiba, Estado do Paraná. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 797, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 502/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento do curso de Engenharia de Produção, bacharelado, habilitação Automotiva, com 00 (cem) vagas totais anuais, no turno noturno, em turmas de, no máximo, 50 (cinqüenta) alunos, a ser ministrado pela Faculdade de Engenharia de Resende, na Estrada Resende Riachuelo, nº 2535, Bairro Campo de Aviação, na cidade de Resende, Estado do Rio de Janeiro, mantida pela Associação Educacional Dom Bosco, com sede na cidade de Resende, Estado do Rio de Janeiro. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 798, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 52/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento do curso de Fisioterapia, bacharelado, com 50 (cento cinqüenta) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, em turmas de, no máximo, 50 (cinqüenta) alunos, a ser ministrado pela Faculdade Social da Bahia, na Avenida Oceânica, nº 2.77, Bairro Ondina, na cidade de Salvador, Estado da Bahia, mantida pela Associação Brasileira de Educação Familiar e Social, com sede na cidade de Salvador, Estado da Bahia. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 799, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 52/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento do curso de Sistemas de Informação, bacharelado, com 60 (cento e sessenta) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, em turmas de, no máximo, 50 (cinqüenta) alunos, a ser ministrado pelas Faculdades Associadas de Uberaba - FAZU, na Avenida do Tutuna, nº 720, Bairro Tutunas, na cidade de Uberaba, Estado de Minas Gerais, mantidas pela Fundação Educacional para o Desenvolvimento das Ciências Agrárias - FUN- DAGRI, com sede na cidade de Uberaba, Estado de Minas Gerais. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 800, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 523/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento do curso de Farmácia, bacharelado, com 00 (cem) vagas totais anuais, no turno diurno, em turmas de, no máximo, 50 (cinqüenta) alunos, a ser ministrado pelas Faculdades Integradas da Vitória de Santo Antão, no Loteamento São Vicente Ferrer nº 7, Bairro Cajá, Vitória de Santo Antão, Estado de Pernambuco, mantidas pela Associação do Ensino Superior da Vitória de Santo Antão, com sede na cidade de Vitória de Santo Antão, Estado de Pernambuco. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 80, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 526/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº /2003-7, Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento do curso de Pedagogia, bacharelado, com 200 (duzentas) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, em turmas de, no máximo, 50 (cinqüenta) alunos, a ser ministrado pela Faculdade do Norte Pioneiro, na BR 53, Km 40,

5 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN s/nº, Parque de Exposição Doutor Alício Dias dos Reis, no município Santo Antônio da Platina, Estado do Paraná, mantida pelo Centro Educacional Tecnológico de Ensino e Cultura Ltda., com sede no município de Santo Antônio da Platina, Estado do Paraná. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 802, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 9 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 4 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 550/2005 da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nºs / , Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Renovar, pelo prazo de cinco anos, o reconhecimento do curso de Matemática, licenciatura, com 80 (cento e oitenta) vagas totais anuais, no turno noturno, ministrado pelas Faculdades Integradas Fafibe, no âmbito do instituto superior de educação, na Rua Professor Orlando França de Carvalho, nº 325, Centro, na cidade de Bebedouro, Estado de São Paulo, mantida pela Associação de Educação e Cultura do Norte Paulista, com sede na cidade de Bebedouro, Estado de São Paulo. Art. 2 o O reconhecimento a que se refere esta Portaria é válido exclusivamente para o curso ministrado no endereço mencionado no artigo anterior. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 803, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 9 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 4 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 570/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo n os /2004-, Registro SAPIEnS n o , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Reconhecer, pelo prazo de cinco anos, o curso de Administração, bacharelado, com habilitação em Formação de Executivos, com 00 (cem) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, ministrado pela Faculdade Farias Brito, na Rua Castro Monte, nº 364, Bairro Varjota, na cidade de Fortaleza, Estado do Ceará, mantida pela Organização Educacional Farias Brito Ltda., com sede na cidade de Fortaleza, Estado do Ceará. Art. 2 o O reconhecimento a que se refere esta Portaria é válido exclusivamente para o curso ministrado no endereço mencionado no artigo anterior. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. <!ID >PORTARIA Nº TARSO GENRO 804, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelos Decretos nº.845, de 28 de março de 996, e nº 3.860, de 9 de julho de 200, alterado pelo Decreto nº 3.908, de 4 de setembro de 200, e tendo em vista o Parecer nº 00/2005, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, conforme consta do Processo nº /2002-6, Registro SAPIEnS nº 4373, do Ministério da Educação, resolve: Art. º Autorizar o funcionamento do curso de Psicologia, modalidade Formação de Psicólogo, a ser ministrado à Avenida Paraná, n 3695, Bairro Jardim Central, na cidade Foz do Iguaçu, no Estado do Paraná, pelo Instituto de Ensino Superior de Foz do Iguaçu, mantido pela Associação Educacional Iguaçu, com sede na cidade de Foz do Iguaçu, no Estado do Paraná. Art. 2 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 805, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo n o 3.860, de 9 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 4 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 227/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Reconhecer, pelo prazo de três anos, o curso de Sistema de Informação, bacharelado, com 270 (duzentas e setenta) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, ministrado pela Faculdade Metropolitana de Belo Horizonte, na Rua Paracatu, nº.385, Bairro Santo Agostinho, na cidade de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, mantida pela Sociedade Brasileira de Programação Educacional, com sede na cidade de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais. Art. 2 o O reconhecimento a que se refere esta Portaria é válido exclusivamente para o curso ministrado no endereço mencionado no artigo anterior. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 806, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo n o 3.860, de 9 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 4 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 234/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta dos Processos nºs / e /2003-2, Registros SAPIEnS nºs e , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Reconhecer, pelo prazo de quatro anos, o curso de Farmácia, bacharelado, e as habilitações em Análises Clínicas e em Indústria Farmacêutica, ministrado pelo Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal, na cidade de Espírito Santo do Pinhal, Estado de São Paulo, mantido pela Fundação Pinhalense de Ensino, com sede na cidade de Espírito Santo do Pinhal, Estado de São Paulo. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 807, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo n o 3.860, de 9 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 4 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 246/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Reconhecer, pelo prazo de quatro anos, o reconhecimento do curso de Comunicação Social, bacharelado, habilitação Publicidade e Propaganda, com 50 (cento cinqüenta) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, ministrado pela Faculdade Metropolitana de Belo Horizonte, na Rua Paracatu, nº.385, Bairro Santo Agostinho, na cidade de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, mantida pela Sociedade Brasileira de Programação Educacional, com sede na cidade de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais. Art. 2 o O reconhecimento a que se refere esta Portaria é válido exclusivamente para o curso ministrado no endereço mencionado no artigo anterior. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 808, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 387/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Renovar, pelo prazo de quatro anos, o reconhecimento do curso de Geografia, licenciatura, ministrado pelo Centro Universitário de Várzea Grande, na cidade de Várzea Grande, Estado do Mato Grosso, mantido pela Instituição Educacional Matogrossense, com sede na cidade de Várzea Grande, Estado do Mato Grosso. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 809, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 400/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº /2003-8, Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Reconhecer, pelo prazo de quatro anos, o curso de Marketing, bacharelado, ministrado pelo Centro Universitário de Várzea Grande, na cidade de Várzea Grande, Estado do Mato Grosso, mantido pela Instituição Educacional Matogrossense, com sede na cidade de Várzea Grande, Estado do Mato Grosso. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 80, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 0572/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo / , Registro SAPIEnS nº 7052, do Ministério da Educação, resolve: Art. o Renovar, pelo prazo de quatro anos, o reconhecimento da modalidade bacharelado, do curso de Ciências Biológicas, ministrado pelo Centro Universitário de Araraquara, na cidade de Araraquara, Estado de São Paulo, mantido pela Associação São Bento de Ensino, com sede na cidade de Araraquara, Estado de São Paulo. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 8, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 45/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Reconhecer, pelo prazo de cinco anos, o curso de Educação Física, licenciatura, com 200 (duzentas) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, ministrado pela Faculdade Salesiana de Vitória, no âmbito do instituto superior de educação, na Avenida Vitória, n.º 950, Bairro Forte São João, na cidade de Vitória, Estado do Espírito Santo, mantida pela Inspetoria São João Bosco, com sede na cidade de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais. Art. 2 o O reconhecimento a que se refere esta Portaria é válido exclusivamente para o curso ministrado no endereço mencionado no artigo anterior. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 82, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 9 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 4 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 452/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SA- PIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Reconhecer, pelo prazo de cinco anos, o curso de Fonoaudiologia, bacharelado, com 80 (oitenta) vagas totais anuais, no turno diurno, ministrado pelo Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora, na Rua Halfeld, n.º 79, Centro, e na Avenida Rio Branco, n.º 352, Centro, na cidade de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, mantido pela Sociedade Propagadora Esdeva, com sede na cidade de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais. Art. 2 o O reconhecimento a que se refere esta Portaria é válido exclusivamente para o curso ministrado no endereço mencionado no artigo anterior. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 83, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 454/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Reconhecer, pelo prazo de quatro anos, o curso de Ciências Contábeis, bacharelado, com 200 (duzentas) vagas totais anuais, no turno noturno, ministrado pela Faculdade Salesiana do Nordeste, na Rua Dom Bosco, n.º 55, Bairro Boa Vista, na cidade de Recife, Estado de Pernambuco, mantida pelo Colégio Salesiano Sagrado Coração, com sede na cidade de Recife, Estado de Pernambuco. Art. 2 o O reconhecimento a que se refere esta Portaria é válido exclusivamente para o curso ministrado no endereço mencionado no artigo anterior. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 84, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 455/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Reconhecer, pelo prazo de três anos, o curso de Sistemas de Informação, bacharelado, com 50 (cento e cinqüenta) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, ministrado pela Faculdade Exponencial, na Rua Nereu Ramos, n.º 3777-D, Bairro Seminário, na cidade de Chapecó, Estado de Santa Catarina, mantida pelo Centro Educacional Exponencial S/A, com sede na cidade de Chapecó, Estado de Santa Catarina.

6 <!ID > PORTARIA 6 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 Art. 2 o O reconhecimento a que se refere esta Portaria é válido exclusivamente para o curso ministrado no endereço mencionado no artigo anterior. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 85, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 473/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº 4452, do Ministério da Educação, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento do curso de Educação Física, bacharelado, com 200 (duzentas) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, em turmas de, no máximo, 50 (cinqüenta) alunos, a ser ministrado pela União das Faculdades dos Grandes Lagos, na Rua Eduardo Nielsen, nº 960, Bairro Jardim Aeroporto, na cidade de São José do Rio Preto, Estado de São Paulo, mantida pela Associação Educacional de Ensino Superior, com sede na cidade de São José do Rio Preto, Estado de São Paulo. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 86, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 504/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento do curso de Artes Visuais, licenciatura, com 20 (cento e vinte) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, em turmas de, no máximo, 50 (cinqüenta) alunos, a ser ministrado pela Faculdade Integrada da Grande Fortaleza, no âmbito do instituto superior de educação, na Avenida Porto Velho, nº 40, Bairro João XXIII, na cidade de Fortaleza, Estado do Ceará, mantida pelo Centro de Educação Universitário e Desenvolvimento Profissional - CEUDESP, com sede na cidade de Fortaleza, Estado do Ceará. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 87, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 5/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº /2002-4, Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento da habilitação Jornalismo, do curso de Comunicação Social, bacharelado, com 60 (sessenta) vagas totais anuais, no turno noturno, a ser ministrado pela Faculdade São Francisco de Barreiras, na BR 35, Km 0, nº 2.34, Bairro Boa Sorte, no município de Barreiras, Estado da Bahia, mantida pela Associação de Ensino Superior de Barreiras, com sede na cidade de Barreiras, Estado da Bahia. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 88, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo n o 3.860, de 9 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 4 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 54/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta dos Processos nºs / e / , Registros SAPIEnS nºs e , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Reconhecer, pelo prazo de cinco anos, o curso de Ciências Biológicas, bacharelado e licenciatura, ministrado pelo Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal, na cidade de Espírito Santo do Pinhal, Estado de São Paulo, mantido pela Fundação Pinhalense de Ensino, com sede na cidade de Espírito Santo do Pinhal, Estado de São Paulo. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 89, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo n o 3.860, de 9 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 4 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 55/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Reconhecer, pelo prazo de cinco anos, o curso de Enfermagem, bacharelado, ministrado pelo Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal, na cidade de Espírito Santo do Pinhal, Estado de São Paulo, mantido pela Fundação Pinhalense de Ensino, com sede na cidade de Espírito Santo do Pinhal, Estado de São Paulo. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 820, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo n o 3.860, de 9 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 4 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 520/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Reconhecer, pelo prazo de três anos, o curso de Engenharia de Alimentos, bacharelado, ministrado pelo Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal, na cidade de Espírito Santo do Pinhal, Estado de São Paulo, mantido pela Fundação Pinhalense de Ensino, com sede na cidade de Espírito Santo do Pinhal, Estado de São Paulo. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 82, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo n o 3.860, de 9 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 4 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 525/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta dos Processos nºs / e / , Registros SAPIEnS nºs e , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Reconhecer, pelo prazo de quatro anos, o curso de Educação Física, bacharelado e licenciatura, ministrado pelo Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal, na cidade de Espírito Santo do Pinhal, Estado de São Paulo, mantido pela Fundação Pinhalense de Ensino, com sede na cidade de Espírito Santo do Pinhal, Estado de São Paulo. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 822, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 533/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta dos Processos nºs / e /2002-2, Registros SAPIEnS nºs e 44535, do Ministério da Educação, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento do Curso Normal Superior, licenciatura, habilitações Magistério da Educação Infantil e Magistério dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, com 200 (duzentas) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, em turmas de, no máximo, 50 (cinqüenta) alunos, a ser ministrado pela União das Faculdades dos Grandes Lagos, no âmbito do instituto superior de educação, na Rua Eduardo Nielsen, nº 960, Bairro Jardim Aeroporto, na cidade de São José do Rio Preto, Estado de São Paulo, mantida pela Associação Educacional de Ensino Superior, com sede na cidade de São José do Rio Preto, Estado de São Paulo. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 823, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 536/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº 70097, do Ministério da Educação, resolve: Art. o Renovar, pelo prazo de um ano, o reconhecimento do curso de Administração, bacharelado, com 00 (cem) vagas totais anuais, no turno noturno, ministrado pelas Faculdades Integradas de Jales, na Rua Rio de Janeiro, nº 2344, Jd. Estados Unidos, na cidade de Jales, Estado de São Paulo, mantidas pela Associação Educacional de Jales, com sede na cidade de Jales, Estado de São Paulo. Art. 2 o A renovação do reconhecimento a que se refere esta Portaria é válida exclusivamente para o curso ministrado no endereço mencionado no artigo anterior. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 824, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 9 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 4 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 540/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta dos Processos nºs / e / , Registros SAPIEnS nºs e , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Renovar, pelo prazo de quatro anos, o reconhecimento do curso de Letras, licenciatura, com habilitações em Português e Inglês e respectivas Literaturas e em Português e Espanhol e respectivas Literaturas, ministrado pelo Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal, na cidade de Espírito Santo do Pinhal, Estado de São Paulo, mantido pela Fundação Pinhalense de Ensino, com sede na cidade de Espírito Santo do Pinhal, Estado de São Paulo. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 825, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 546/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS n.º , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Renovar, pelo prazo de um ano, o reconhecimento do curso de Administração, bacharelado, com 20 (cento e vinte) vagas anuais, no turno noturno, ministrado pela Faculdade de Administração de Empresas de São Paulo, na Rua Vitorino Carmillo, n.º 644, Bairro Campos Elíseos, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, mantida pelo Instituto Paulista de Ciências da Administração, com sede na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo..Art. 2 o A renovação do reconhecimento a que se refere esta Portaria é válida exclusivamente para o curso ministrado no endereço mencionado no artigo anterior. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 826, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 55/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº /2002-0, Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento do curso de Letras, licenciatura, habilitação em Português e Literaturas de Língua Portuguesa, com 80 (oitenta) vagas totais anuais, no turno noturno, em turmas de, no máximo, 50 (cinqüenta) alunos, a ser ministrado pela Faculdade de Piracanjuba, no âmbito do instituto superior de educação, na Avenida Amym Daher, s/nº, Setor Norte, na cidade de Piracanjuba, Estado de Goiás, mantida pelo Centro de Ensino Superior de Piracanjuba Ltda., com sede na cidade de Piracanjuba, Estado de Goiás. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO PORTARIA Nº 827, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo n o 3.860, de 9 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 4 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 553/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. o Renovar, pelo prazo de quatro anos, o reconhecimento da habilitação Comércio Exterior, do curso de Administração, bacharelado, ministrado pelo Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal, na cidade de Espírito Santo do Pinhal, Estado de São Paulo, mantido pela Fundação Pinhalense de Ensino, com sede na cidade de Espírito Santo do Pinhal, Estado de São Paulo. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO Nº 828, DE DE MARÇO DE 2005 O Ministro de Estado da Educação, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto n o 3.860, de 09 de julho de 200, alterado pelo Decreto n o 3.908, de 04 de setembro de 200, e tendo em vista o Despacho n o 404/2005, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve:

7 <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA D I! < <!ID > PORTARIA Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN Art. o Reconhecer, pelo prazo de cinco anos, o curso de Biblioteconomia, bacharelado, ministrado pela Universidade Federal de Alagoas, na cidade de Maceió, Estado de Alagoas, mantida pela União. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO Nº 829, DE DE MARÇO DE 2005 Prorroga o prazo para aferição e comprovação das informações prestadas na inscrição pelos candidatos reclassificados do Programa Universidade para Todos PROU- NI e dá outras providências. O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de suas atribuições legais, considerando a Lei n o.096, de 3 de janeiro de 2005, bem como o Decreto n o 5.425, de 5 de outubro de 2004, resolve: Art. o O prazo final para aferição e comprovação das informações prestadas na inscrição pelos candidatos reclassificados no processo seletivo para o PROUNI fica prorrogado para 24 de março de Art. 2o Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação. TARSO GENRO <!ID > DESPACHOS DO MINISTRO Em de março de 2005 Nos termos do art. 2º da Lei nº 9.3, de 24 de novembro de 995, o Ministro de Estado da Educação homologa o Parecer nº 029/2005, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, favorável à autorização do curso de Psicologia, a ser ministrado na Avenida Luís Vianna Filho, n 6.774, Bairro Paralela, na cidade de Salvador, no Estado de Bahia, pela Faculdade Jorge Amado, mantida pela ABESC - Associação Baiana de Educação e Cultura, com sede na cidade de Salvador, no Estado de Bahia, com cem vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS n <!ID > Nos termos do art. 2º da Lei nº 9.3, de 24 de novembro de 995, o Ministro de Estado da Educação homologa o Parecer nº 00/2005, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, favorável à autorização para o funcionamento do curso de Psicologia, modalidade Formação de Psicólogo, com oitenta vagas totais anuais, no turno noturno, a ser ministrado à Avenida Paraná, n 3695, Bairro Jardim Central, na cidade Foz do Iguaçu, no Estado do Paraná, pelo Instituto de Ensino Superior de Foz do Iguaçu, mantido pela Associação Educacional Iguaçu, com sede na cidade de Foz do Iguaçu, no Estado do Paraná, devendo a Instituição, no prazo de três anos, resolver os problemas referentes à carência bibliográfica e à ampliação de regime de tempo parcial e integral por parte do corpo docente, conforme consta do Processo nº /2002-6, Registro SAPIEnS nº TARSO GENRO ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE SOUSA <!ID >PORTARIA Nº 36, DE 0 DE MARÇO DE 2005 O DIRETOR SUBSTITUTO DA ESCOLA AGROTÉCNI- CA FEDERAL DE SOUSA-PB, no exercício da Direção-Geral, no uso de suas atribuições legais e de acordo com a delegação de competência conferida pela Portaria nº 849/MEC, de.07.88, publicada no DOU de , resolve: Art. º - Homologar o resultado do Processo Seletivo Simplificado para Professor Substituto, realizado na forma do Edital n 0/2005, conforme segue: ÁREA C A N D I D ATO CLASSIFICAÇÃO Biologia Cardinale Soares da Fonseca Nascimento Aprovada/ Classificada Maria Francisca da Silva 2 Aprovada ÁREA C A N D I D ATO CLASSIFICAÇÃO Inglês Maria Alane Mendes Campos Aprovada/ Classificada Art. 2 - Esta Portaria entra em vigor a partir desta data. FRANCISCO CICUPIRA DE ANDRADE FILHO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO Nº 67, DE DE MARÇO DE 2005 O PRESIDENTE DO FUNDO NACIONAL DE DESEN- VOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO, no uso da delegação de competência conferida pela Portaria MEC/GM n.º 399, de 03 de fevereiro de 2005, e tendo em vista o disposto no inciso II, do art. 64, da Lei n.º 0.934, de de agosto de 2004, resolve: Art. º - Promover, na forma do anexo I da presente portaria, a modificação da modalidade de aplicação de dotação orçamentária, da Unidade Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, constante da Lei.00, de 25 de janeiro de Art. 2º - Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação. J U S T I F I C AT I VA A alteração da modalidade de aplicação na forma do anexo a esta Portaria se deve a necessidade de compatibilização da despesa com a política e diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Educação na execução, de forma descentralizada, dos programas assistidos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, à conta do orçamento a que se refere a Lei.00, de 25 de janeiro de JOSÉ HENRIQUE PAIM FERNANDES ANEXO I PROGRAMA DE TRABALHO REDUÇÃO ACRÉSCIMO MOD FONTE VA L O R MOD FONTE VA L O R APOIO À ALIMENTAÇÃO ESCOLAR NA EDUCAÇÃO BÁSICA - NO ESTADO DO MA- RANHÃO APOIO À ALIMENTAÇÃO ESCOLAR NA EDUCAÇÃO BÁSICA - NO ESTADO DA BA- HIA APOIO À ALIMENTAÇÃO ESCOLAR NA EDUCAÇÃO BÁSICA - NO ESTADO DE MI- NAS GERAIS APOIO À ALIMENTAÇÃO ESCOLAR NA EDUCAÇÃO BÁSICA - NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO APOIO À ALIMENTAÇÃO ESCOLAR NA EDUCAÇÃO BÁSICA - NO ESTADO DE SÃO PAULO APOIO À ALIMENTAÇÃO ESCOLAR NA EDUCAÇÃO BÁSICA - NO ESTADO DO PA- RANÁ APOIO À ALIMENTAÇÃO ESCOLAR NA EDUCAÇÃO BÁSICA - NO ESTADO DE SANTA CATARINA APOIO À ALIMENTAÇÃO ESCOLAR NA EDUCAÇÃO BÁSICA - NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL COTA-PARTE DOS ESTADOS E DF DO SA- LÁRIO-EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE DESENVOLVIMENTO HUMANO E SOCIAL DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DE POTENCIALIZAÇÃO DE PESSOAS <!ID >PORTARIA N o - 50, DE DE MARÇO DE 2005 A Diretora do Departamento de Desenvolvimento de Potencialização de Pessoas da Universidade Federal de Santa Catarina no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o que consta do processo n / resolve: Homologar o resultado do Processo Seletivo Simplificado do Departamento de Engenharia Elétrica - EEL/CTC, instituído pelo Edital n 005/DDPP/2005, de 4 de março de Campo de Conhecimento: Eletrônica e Eletrotécnica Regime de Trabalho: 20 (vinte) horas semanais N de Vagas: 0 (uma ) NÃO HOUVE CANDIDATOS INSCRITOS CARLA CRISTINA DUTRA BURIGO <!ID >PORTARIA N o - 5, DE DE MARÇO DE 2005 A Diretora do Departamento de Desenvolvimento de Potencialização de Pessoas da Universidade Federal de Santa Catarina no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o que consta do processo n / resolve: Homologar o resultado do Processo Seletivo Simplificado do Departamento de Metodologia de Ensino - MEN/CED, instituído pelo Edital n 008/DDPP/2005, de 4 de março de Campo de Conhecimento: Pedagogia - Ensino Fundamental - Séries Iniciais Regime de Trabalho: 40 (quarenta) horas semanais N de Vagas: 0 (uma ) Classificação Média Final.Meyli Moraes de Oliveira Lima 9, , , , , , , , , , , , , , , , , , ,5 CARLA CRISTINA DUTRA BURIGO. Ministério da Fazenda GABINETE DO MINISTRO N o - 38, DE DE MARÇO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA FAZENDA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II da Constituição, e considerando o disposto nos arts. º e 2º da Medida Provisória nº 229, de 7 de dezembro de 2004 e no artigo 0 da Lei nº de de agosto de 2004, resolve: Art o Os valores referentes aos direitos das entidades de práticas esportivas não resgatados nos prazos previstos pela Medida Provisória nº 229, de 7 de dezembro de 2004, serão recolhidos ao Tesouro Nacional no quinto dia útil do mês subseqüente ao mês em que ocorrer a decadência do direito. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. ANTONIO PALOCCI FILHO SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL >INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 522, DE 0 DE MARÇO DE 2005 Altera a Instrução Normativa SRF nº 39, de 4 de abril de 2003, que dispõe sobre a aplicação do regime aduaneiro especial de exportação temporária O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 209 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF nº 259, de 24 de agosto de 200, e tendo em vista o disposto nos arts. 386, 390, 40 e 502, inciso I, do Decreto nº 4.543, de 26 de dezembro de 2002, resolve:

8 D I! < <!ID > ATO 8 ISSN ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM MACAPÁ Art. º Os arts. 9º e 3 da Instrução Normativa SRF nº 39, de 4 de abril de 2003, passam a vigorar com as seguintes alterações: Art. 9º O prazo de vigência do regime será de até um ano, prorrogável, a juízo da autoridade aduaneira, por período não superior, no total, a dois anos, contados da data de registro, na declaração, do desembaraço da mercadoria.... Art º Na declaração de importação deverá ser indicado o número de registro da declaração de exportação temporária dos bens. 2º Para fins do disposto neste artigo, não será exigida a fatura comercial. Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data da sua publicação. JORGE ANTONIO DEHER RACHID >INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 523, DE 0 DE MARÇO DE 2005 Altera a Instrução Normativa SRF nº 368, de 28 de novembro de 2003, que dispõe sobre o reconhecimento da equivalência entre os produtos importados e exportados, para a extinção dos regimes de admissão temporária e de exportação temporária relativamente a partes, peças e componentes de aeronave. O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 209 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF nº 259, de 24 de agosto de 200, e tendo em vista o disposto no inciso I do art. 502 do Decreto nº 4.543, de 26 de dezembro de 2002, e no 2º do art. 44 da Medida Provisória nº 35, de 30 de outubro de 2003, resolve: Art. º O art. 3º da Instrução Normativa SRF nº 368, de 28 de novembro de 2003, passa a vigorar acrescido do 2º, com a seguinte redação, ficando o seu parágrafo único transformado em º: Art..3º... º O REP deverá conter: º Para fins do disposto neste artigo, no despacho de reimportação não será exigida a apresentação de fatura comercial. Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. JORGE ANTONIO DEHER RACHID DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DE JULGAMENTO EM BRASÍLIA <!ID >PORTARIA Nº 5, DE 9 DE MARÇO DE 2005 O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DE JULGAMEN- TO EM BRASÍLIA/DF, no uso da atribuição que lhe foi conferida pelo artigo 2º da Portaria SRF nº 2.403, de 3 de agosto de 200, publicadas no DOU de 25/09/200, resolve: Art. º Alterar para a Quarta Turma desta DRJ a competência para julgamento em primeira instância dos seguintes processos fiscais: PROCESSO Nº CONTRIBUINTE / Goiás Governo do Estado / Goiás Governo do Estado JOSÉ DOMINGOS DE MEDEIROS SUPERINTENDÊNCIAS REGIONAIS ª REGIÃO FISCAL ALFÂNDEGA DO AEROPORTO INTERNACIONAL DE BRASÍLIA-PRESIDENTE JUSCELINO KUBITSCHEK DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 0, DE 3 DE MARÇO DE 2005 A INSPETORA DA ALFÂNDEGA NO AEROPORTO IN- TERNACIONAL DE BRASILIA - PRESIDENTE JUSCELINO KU- BITSCHEK, no uso de suas atribuições e de acordo com a competência conferida pelo art., 3º da Instrução Normativa SRF nº 338, de 7 de julho de 2003, atendendo ao que consta do processo n.º / e com fundamento no art. 30 combinado com o art. 23 do Regulamento Aduaneiro, aprovado pelo Decreto n.º 4.543, de 26/2/2002, declara: face à dispensa do pagamento de tributos, por efeito de depreciação, e após a publicação do presente ato no Diário Oficial da União, acha-se liberado, para fins de transferência de propriedade o veículo marca MERCEDES BENZ, modelo 240 E ELEGANCE, cor preta, ano de fabricação 998, chassi WDBJF6WWA66375, desembaraçado pela Declaração de Importação nº 98/ , de 20/05/998, pela Alfândega no Porto do Rio de Janeiro-RJ, da Embaixada da República da Polônia, CNPJ nº /000-2, para Ailton Xavier Cristo, CPF nº Este Ato Declaratório somente produzirá efeitos perante o Departamento de Trânsito quando acompanhado de cópia da sua publicação no Diário Oficial da União. LÚCIA CORRÊA LEAL <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 3, DE 7 DE MARÇO DE 2005 O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM MACAPÁ - AP, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 227 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria do Ministério da Fazenda nº 259, de 24 de agosto de 200, publicada no Diário Oficial da União de 29 de agosto de 200, e de acordo com o que consta no inciso IV, do artigo 28 da Instrução Normativa SRF nº 200, de 3 de setembro de 2002, publicada no D.O.U. do dia 0 de outubro de 2002, resolve: Art. º - Desfazer a Inaptidão da inscrição nº / do Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas da empresa IMPORTADORA MIL LTDA, por vício apurado no processo administrativo / Art 2º - Tornar sem efeito o Ato Declaratório Executivo nº 003, de 2 de fevereiro de 2003, publicado no D.O.U. do dia 7 de fevereiro de MANOEL DE ABREU FEITOZA DIVISÃO DE ADMINISTRAÇÃO ADUANEIRA <!ID >ATOS DECLARATÓRIOS EXECUTIVOS DE DE MARÇO DE 2005 A CHEFE DA DIVISÃO DE ADMINISTRAÇÃO ADUA- NEIRA DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA RECEITA FE- DERAL NA 2ª REGIÃO FISCAL, no uso da competência delegada pela Portaria SRRF/2ª RF nº 92, de 07 de maio de 2002 e atendendo ao que consta nos processos em referência: Nº 5 - Declara, com fundamento no art. 50, do Decreto n.º 646, de 09 de setembro de 992, que ficam inscritos no Registro de Despachante Aduaneiro desta Região Fiscal, os peticionários constantes na relação abaixo: N.º NOME CPF N.º DO PROCESSO 2D/ Valter Vasconcelos de Queiroz / D/ José Ribamar de Souza Alves Filho / D/ Gilmar Isaac Lima / Nº 6 - Declara, com fundamento no Decreto n.º 646, de 09 de setembro de 992 e Instrução Normativa DpRF n.º 09, de 02 de outubro de 992 e de conformidade com a Portaria SRRF/2ª RF n.º 7, de 6 de outubro de 992, que ficam inscritos no Registro de Ajudante de Despachante Aduaneiro desta Região Fiscal, os peticionários constantes na relação abaixo: N.º NOME CPF N.º DO PROCESSO 2A/ Manoel de Oliveira Carvalho / A/ Leonardo Borges Corrêa / JEZEBEL DE PÁDUA FLEURY 4ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM CARUARU <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 8, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2005 O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM CARUA- RU/PE, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 227 da Portaria MF nº 259, de 24 de agosto de 200; art. 47 da Instrução Normativa SRF nº 46, de 8 de outubro de 2004, e considerando o que demais consta no Processo nº / , declara: Art. - Cancelada a inscrição no Cadastro de Pessoa Física - CPF nº , por multiplicidade de inscrição com o CPF Art. 2 - Este Ato Declaratório Executivo entra em vigor na data de sua publicação, com efeito retroativo à data da inscrição no C P F. <!ID >ATO DECLARATÓRIO HERBERT CAVALCANTE VASCONCÉLOS EXECUTIVO Nº 9, DE DE MARÇO DE 2005 O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM CARUA- RU/PE, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 227 da Portaria MF nº 259, de 24 de agosto de 200; art. 26, Inciso I, o e 2 o da Instrução Normativa SRF nº 200, de 3 de setembro de 2002, e considerando o que demais consta do Processo nº / , declara: Art. - Anulada a inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ nº /000-55, por motivo de duplicidade com a inscrição nº / Art. 2 - Este Ato Declaratório Executivo entra em vigor na data de sua publicação, com efeito retroativo à data da inscrição no CNPJ. HERBERT CAVALCANTE VASCONCÉLOS Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM MOSSORÓ <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO N o - 3, DE DE MARÇO DE 2005 Cancela Ato Declaratório Executivo nº 2 de 7 de fevereiro de O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM MOSSO- RÓ/RN, no uso da atribuição que lhe confere o art. 227, XXI do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF nº 259, de 24 de agosto de 200, declara: Art. º Cancelado o ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 2 DE 7 DE FEVEREIRO DE 2005 publicado no DOU de 22 de fevereiro de 2005, Seção, p.; Art. 2º Os efeitos do cancelamento são retroativos a 22 de fevereiro de Art. 3º Este Ato Declaratório entra em vigor na data de sua publicação. <!ID >ATO DECLARATÓRIO JORGE LUIZ DA COSTA EXECUTIVO N o - 5, DE DE MARÇO DE 2005 Altera o número do Ato Declaratório Executivo nº 2 de 7 de fevereiro de O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM MOSSO- RÓ/RN, no uso da atribuição que lhe confere o art. 227, XXI do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF nº 259, de 24 de agosto de 200, declara: Art. º Alterado o número do ATO DECLARATÓRIO EXE- CUTIVO Nº 2 DE 7 DE FEVEREIRO DE 2005 publicado no DOU de 9 de março de 2005, Seção, p. 72 para ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 4 DE 7 DE FEVEREIRO DE 2005; Art. 2º Os efeitos da alteração são retroativos a 09 de março de Art. 3º Este Ato Declaratório entra em vigor na data de sua publicação. <!ID >ATO DECLARATÓRIO JORGE LUIZ DA COSTA EXECUTIVO N o - 6, DE DE MARÇO DE 2005 Inclui empresa na sistemática do SIMPLES O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM MOSSO- RÓ/RN, no uso da atribuição que lhe confere o art. 227, XXI do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF nº 259, de 24 de agosto de 200, considerando o estabelecido nos arts. 56, I, 65, I, e 68 da Lei nº 5.72, de 25 de outubro de 966 (CTN), na Lei nº 9.37, de 5 de dezembro de 996, na Instrução Normativa SRF nº 75, de 26 de dezembro de 996, no Ato Declaratório Interpretativo SRF nº 6, de 02 de outubro de 2002, e tendo em face do que consta no processo administrativo nº / , declara: Art. º Incluída a empresa MARIA AURINEIDE DA SILVA BARBOSA ME, CNPJ /000-52, no Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas de Pequeno Porte (Simples), na qualidade de microempresa; Art. 2º Os efeitos da inclusão obedecem ao disposto na Lei nº 9.37, de 5 de dezembro de 996, e são retroativos a Janeiro de 2004; Art. 3º Este Ato Declaratório entra em vigor na data de sua publicação. JORGE LUIZ DA COSTA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM PETROLINA <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 3, DE 4 DE MARÇO DE 2005 Concede à pessoa jurídica que menciona, a inscrição no registro especial para operações com papel imune de impostos federais destinados à impressão de livros, jornais e periódicos. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM PETROLINA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 227, II e XX, do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal aprovado pela Portaria MF nº 259, de 24 de agosto de 200, publicada no DOU de 29/08/200, e considerando o disposto na alínea 'd' do inciso VI do artigo 50 da Constituição Federal de 988, dos artigos º, 2º e 3º da IN-SRF nº 7 de 24/08/200, alterado pela IN-SRF nº 0 de 2/2/200, declara: Art. º. Concedido o registro especial para operar com papel imune de impostos federais destinados à impressão de livros, jornais e periódicos à empresa GAZZETA EDITORA E SERVIÇÕS LTDA ME., CNPJ nº /000-84, sita à Rua Valério Pereira, Centro - Petrolina/PE - CEP , na forma do artigo º, parágrafo º, inciso V da IN-SRF nº 7 de 24/08/200, alterado pela IN-SRF nº 0 de 2/2/200, com atividade específica de gráfica - impressor de livros, jornais e periódicos, que recebe papel de terceiros ou o adquire com imunidade tributária, formalizado pelo processo administrativo fiscal nº / Art. 2º. Este ato entra em vigor na data de sua publicação. ANTÔNIO ALBUQUERQUE DE OLIVEIRA

9 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM ARACAJU <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 7, DE DE MARÇO DE 2005 A DELEGADA DA RECEITA FEDERAL EM ARACA- JU/SE, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 250 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF nº 030, de 25/02/2005, publicada no DOU de 04/03/2005 e de acordo com o disposto nos arts. 52 e 53 da Instrução Normativa SRF nº 46, de 8/0/2004, declara: Nula, ex tunc, a inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas - CPF, identificada pelo nº , concedida a JOÃO NAS- CIMENTO AMORIM, com data de nascimento 25/2/954, em decorrência da constatação de fraude na inscrição, conforme noticiado a esta Delegacia pelo Juízo de Direito da Comarca de Ipiaú/BA, nos termos do art. 5 da IN SRF nº 46/2004, consoante processo nº / O interessado será considerado cientificado da presente anulação na data da publicação desde Ato no Diário Oficial da União. LÚCIA ROSA SILVA SANTOS 6ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM BELO HORIZONTE <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 3, DE 7 DE MARÇO DE 2005 Anula inscrição no CNPJ. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM BELO HO- RIZONTE/MG, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 227 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF Nº 259, de 24 de agosto de 200, e tendo em vista o disposto no art. 26 da Instrução Normativa SRF nº 200, de 3 de setembro de 2002 e considerando o que consta no processo / , resolve:. Anular de ofício a inscrição nº /000-76, no Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas-CNPJ, concedida sob vício por esta Delegacia para Geraço Comercial Ltda. sendo, portanto, considerados ineficazes os documentos emitidos com utilização do CNPJ ora anulado. HERMANO LEMOS DE AVELLAR MACHADO <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 4, DE 7 DE MARÇO DE 2005 Anula inscrição no CNPJ. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM BELO HO- RIZONTE/MG, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 227 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF Nº 259, de 24 de agosto de 200, e tendo em vista o disposto no art. 26 da Instrução Normativa SRF nº 200, de 3 de setembro de 2002 e considerando o que consta no processo / , resolve:. Anular de ofício a inscrição nº /000-09, no Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas-CNPJ, concedida sob vício por esta Delegacia para DC Materiais de Construção Ltda., sendo, portanto, considerados ineficazes os documentos emitidos com utilização do CNPJ ora anulado. <!ID >ATO DECLARATÓRIO HERMANO LEMOS DE AVELLAR MACHADO EXECUTIVO Nº 5, DE 7 DE MARÇO DE 2005 Anula inscrição no CNPJ. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM BELO HO- RIZONTE/MG, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 227 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF Nº 259, de 24 de agosto de 200, e tendo em vista o disposto no art. 26 da Instrução Normativa SRF nº 200, de 3 de setembro de 2002 e considerando o que consta no processo /200-82, resolve:. Anular de ofício a inscrição nº /000-53, no Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas-CNPJ, concedida sob vício por esta Delegacia para Diagmaster Distribuidora Ltda., sendo, portanto, considerados ineficazes os documentos emitidos com utilização do CNPJ ora anulado. <!ID >ATO DECLARATÓRIO HERMANO LEMOS DE AVELLAR MACHADO EXECUTIVO Nº 9, DE 9 DE MARÇO DE 2005 Declara e Comunica a inaptidão de empresa nos termos da Instrução Normativa n.º 200, de 3 de setembro de O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM BELO HO- RIZONTE, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 227 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF n.º 259, de 24 de agosto de 200, e tendo em vista o disposto no art. 29 e 39 da Instrução Normativa SRF n.º 200, de 3 de setembro de 2002, resolve: Art. º - Declarar INAPTA a empresa Alysson de Freitas Ferreira, com CNPJ /000-80, por ser considerada inexistente de fato, sendo considerados tributariamente ineficazes os documentos emitidos pela mesma desde 28 de 200 (Processo n.º / ). HERMANO LEMOS DE AVELLAR MACHADO 7ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM CAMPOS DOS GOYTACAZES <!ID >ATOS DECLARATÓRIOS EXECUTIVOS DE 9 DE MARÇO DE 2005 Declara excluída da sistemática de pagamento dos tributos e contribuições de que trata o artigo 3º da Lei nº 9.37/96 a pessoa jurídica que menciona. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM CAMPOS DOS GOYTACAZES/RJ, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 227 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria nº 259, de 24 de agosto de 200, publicada no D.O U. de 29 de agosto de 200, e considerando o disposto no artigo 9º da Lei nº 9.37, de 05 de dezembro de 996, com as alterações posteriores, declara a pessoa jurídica ALDA TEREZA SANTIAGO MURI ME, CNPJ nº /000-07, excluída de sua opção pela sistemática de pagamentos dos tributos e contribuições de que trata o artigo 3º da lei supracitada, denominada SIMPLES. Nº - A exclusão obedece ao disposto no artigo 9, inciso XV da Lei nº 9.37/96 e artigos 20, inciso XIV, 2, 22, inciso II, a, 23, inciso I e parágrafo único, 24, inciso II da IN SRF nº 355/2003 e surtirá efeito a partir de 0/02/2004. Da presente declaração de exclusão, resultante dos procedimentos relatados no Processo Administrativo nº / , caberá, no prazo de 30(trinta) dias, contado a partir de sua ciência, impugnação junto à Delegacia da Receita Federal de Julgamento no Rio de Janeiro I, ficando assegurados, assim, o contraditório e a ampla defesa. Não havendo manifestação da pessoa jurídica, neste prazo, a exclusão tornar-se-à definitiva. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM CAMPOS DOS GOYTACAZES/RJ, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 227 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria nº 259, de 24 de agosto de 200, publicada no D.O U. de 29 de agosto de 200, e considerando o disposto no artigo 9º da Lei nº 9.37, de 05 de dezembro de 996, com as alterações posteriores, declara a pessoa jurídica ZAP LOGOS DEDETIZAÇÃO COM LTDA, CNPJ nº /000-85, excluída de sua opção pela sistemática de pagamentos dos tributos e contribuições de que trata o artigo 3º da lei supracitada, denominada SIMPLES. Nº 2 - A exclusão obedece ao disposto no artigo 9, inciso XV da Lei nº 9.37/96 e artigos 20, inciso XIV, 2, 22, inciso II a ; 23, inciso I e parágrafo único; 24, inciso II da IN SRF nº 355/2003 e surtirá efeito a partir de 0/02/ Da presente declaração de exclusão, resultante dos procedimentos relatados no Processo Administrativo nº /2005-8, caberá, no prazo de 30(trinta) dias, contado a partir de sua ciência, impugnação junto à Delegacia da Receita Federal de Julgamento no Rio de Janeiro I, ficando assegurados, assim, o contraditório e a ampla defesa. Não havendo manifestação da pessoa jurídica, neste prazo, a exclusão tornar-se-à definitiva. JORGE CLÁUDIO DUARTE CARDOSO <!ID >ATO DECLARATÓRIO DIVISÃO DE ADMINISTRAÇÃO ADUANEIRA EXECUTIVO Nº 59, DE 0 DE MARÇO DE 2005 O CHEFE DA DIVISÃO DE ADMINISTRAÇÃO ADUANEIRA DA SUPERINTENDENCIA REGIONAL DA RECEITA FEDERAL NA 7ª REGIÃO FISCAL, no uso da competência delegada pela Portaria SRRF07 nº 70, de 27 de julho de 2004, publicada no D.O.U. de 30 de julho de 2004, atendendo o previsto no art. 7º da Instrução Normativa SRF nº 4, de 0 de janeiro de 200, e tendo em vista o que consta do processo nº /00-68 declara: Art.º Fica a empresa ASTROMARÍTIMA NAVEGAÇÃO S.A, inscrita no CNPJ/MF sob o nº /000-82, habilitada a utilizar o regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural - REPETRO, de que trata o caput e o º do art. 2º da IN SRF nº 4/200, na execução dos contratos relacionados em anexo, até o termo final estabelecido nos mesmos. Art.2º 2Sem prejuízo da aplicação de penalidade específica, a habilitação para utilizar o RE- PETRO poderá ser suspensa ou cancelada, na hipótese de ocorrência de situações previstas no art. 34 da IN SRF nº 4/200. Art.3º 3Eventuais prorrogações dos contratos especificados serão objeto de novo Ato Declaratório Executivo. Art.4º 4Este Ato entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. Art.5º-5Fica revogado o Ato Declaratório Executivo SRRF07 nº 4, de 7 de janeiro de 2005, publicado no DOU de 3 de janeiro de Nº NO C O N T R ATA N T E ÁREA DE CONCESSÃO Nº DO TERMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO FINAL Campos em Exploração: Bacia Sedimentar de Campos: BC-20, 30, 40, 50, 60, 00, 200, 400, 500 e Campos em Produção: SEACOR LILEN prorrogação Albacora, Albacora Leste, Anequim, e retificação Petróleo Brasileiro Badejo, Bagre, Barracuda, Bicudo, S.A. Bonito, Cherne, Congro, Corvina, Enchova, Enchova Oeste, Espadarte, Garoupa, Garoupinha, Malhado, STIM STAR Marimbá, Marlim, Marlim Leste, / Marlim Sul, Moréia, Namorado, Nordeste de Namorado, Pampo, Parati, Pargo, Roncador,Vermelho, ROBALO novo Viola e Voador. contrato Campo em Exploração: Chevron Brasileira Bacia Sedimentar de Santos: OK de Petróleo Ltda. BM-S-7 S TAT E S M A N novo contrato Campo em Exploração: Devon Energy Bacia Sedimentar de Campos: s/nº de do Brasil Ltda. BM-C-8 S TAT E S M A N compartilhamento <!ID >ATO DECLARATÓRIO We s t e r n G e c o Bacias Sedimentares Autorizadas: Serviços de Sísmica Sergipe- Alagoas/Jacuípe, Bahia - s/nº de Ltda. Área I e II, Espírito Santo, Campos, ROBALO Santos e Pelotas. WALTER SANCHES SANCHES JUNIOR EXECUTIVO Nº 60, DE 0 DE MARÇO DE 2005 O CHEFE DA DIVISÃO DE ADMINISTRAÇÃO ADUANEIRA DA SUPERINTENDENCIA REGIONAL DA RECEITA FEDERAL NA 7ª REGIÃO FISCAL, no uso da competência delegada pela Portaria SRRF07 nº 70, de 27 de julho de 2004, publicada no D.O.U. de 30 de julho de 2004, atendendo o previsto no art. 7º, no 3º do art. 34 da Instrução Normativa SRF nº 4, de 0 de janeiro de 200, e tendo em vista o que consta do processo nº /2002- declara: Art.ºFica a empresa VARCO INTERNATIONAL DO BRASIL EQUIPAMENTOS E SER- VIÇOS LTDA., nova denominação da empresa TUBOSCOPE VETCO DO BRASIL EQUIPAME N TO S E SERVIÇOS LTDA., inscrita no CNPJ/MF sob o nº /000-02, habilitada a utilizar o regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural - REPETRO, de que trata o caput e o º do art. 2º da IN SRF nº 4/200, na execução dos contratos em anexo, até os termos finais estabelecidos.

10 0 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 Art.2º-2Sem prejuízo da aplicação de penalidade específica, a habilitação para utilizar o RE- PETRO poderá ser suspensa ou cancelada, na hipótese de ocorrência de situações previstas no art. 34 da IN SRF nº 4/200. Art.3ºEventuais prorrogações dos contratos especificados serão objeto de novo Ato Declaratório Executivo. Art.4º- Este Ato entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. Art.5º Fica revogado o Ato Declaratório Executivo SRRF07 nº 344, de 6 de dezembro de 2005, publicado no DOU de 29 de dezembro de WALTER SANCHES SANCHES JUNIOR ANEXO Nº NO C O N T R ATA N T E ÁREA DE CONCESSÃO Nº DO TERMO CNPJ (ANP) C O N T R ATO FINAL Campos em Exploração: Bacia Sed. do Espírito Santo: BES-00, 200, BM-ES-5, BT-ES-2,5 e prorrogação BCDE e BREG.; Campos em Exploração: Bacia Sed. do Espírito Santo: BES-00, 200, BM-ES-5, BT-ES-2, 5, BCDE e BREG. Campos em Desenvolvimento e Produção: Bacia Sed. do Espirito Santo: UN- ES ( Barra do Ipiranga, Cacimbas, Campo Grande, Córrego Cedro Norte, Córrego das Pedras, Córrego Dourado, Córrego Grande, Fazenda Alegre, Fazenda Cedro, Fazenda Cedro Norte, Fazenda Queimadas, Fazenda Santa Luzia, Fazenda novo São Jorge, Fazenda São Rafael, Guriri, contrato / Petróleo Brasileiro Lagoa Bonita, Lagoa Parda, Lagoa Parda S.A. Norte, Lagoa Piabanha, Lagoa Suruaca, Mariricu, Mariricu Norte, Mariricu Oeste, Mosquito, Nativo Oeste, Rio Barra Seca, Rio Doce, Rio Ibiribas, Rio Itaúnas, Rio Itaúnas Leste, Rio Mariricu, Rio Preto, Rio Preto Oeste, Rio Preto Sul, Rio São Mateus e São Mateus. Campos em Exploração: Bacia Sed. de Campos: BC- 20, 30, 50, 60,00, 200, 400, 500, 600, BM-C-3 e 6. Campos em Exploração e Produção: Bacia Sed. de Sergipe-Alagoas: UN-SEAL (Aguilhada, Angelim, Aruari, Atalaia Sul,, Brejo Grande, Camópolis, Castanhal, Cid. São Miguel dos Campos, novo Furado, Ilha Pequena, Mato Grosso, Pilar, contrato Riachuelo, São Miguel dos Campos e Sirizinho.) WALTER SANCHES SANCHES JUNIOR <!ID >SOLUÇÕES DE DIVISÃO DE TRIBUTAÇÃO CONSULTA DE 3 DE NOVEMBRO DE 2004 Nº ASSUNTO: Obrigações Acessórias EMENTA: ESCRITURAÇÃO. TÉCNICA CONTÁBIL. LIBERDA- DE DE ESCOLHA. A orientação administrativa na Secretaria da Receita Federal é no sentido de que a relevância da escrituração para o órgão fiscalizador restringe-se a aspectos de forma, como a idoneidade, veracidade e tempestividade dos registros, e não quanto à técnica contábil empregada.se a escrituração é formalmente idônea e a técnica empregada é neutra quanto ao resultado tributável, não cabe ao fisco oferecer censura ou impugnação à escrita do contribuinte.existe ampla liberdade quanto à técnica de escrituração dos créditos relativos ao sistema de não-cumulatividade da Cofins e do PIS, eis que se trata de valores não-tributáveis para o IRPJ e CSLL. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei 0.833/2003, art. 3º, 0, e art. 5,II; Parecer Normativo CST 347/970. Nº ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: CRÉDITOS - INCIDÊNCIA NÃO CUMULATIVA. Com o advento da Lei nº 0.865, de 2004, que deu nova redação ao art. 3º da Lei nº 0.637, de 2002, não mais poderão ser descontados créditos relativos à contribuição para o PIS/PASEP decorrentes de aquisição de bens e serviços com alíquota zero utilizados como insumo na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados à venda ou na prestação de serviços;os créditos relativos a aquisições de bens e serviços utilizados como insumos, às despesas, aos custos e aos encargos, previstos na legislação de regência, vinculados à receitas não sujeitas ao pagamento do PIS/PASEP, poderão ser utilizados para dedução do valor da contribuição devida pela pessoa jurídica em relação às demais receitas auferidas, desde que observadas as vedações e atendidas as condições para seu aproveitamento previstas na legislação de regência. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 0.637, de 30/2/2003; Lei nº 0.865, de 30/04/2004; Medida Provisória nº 206, de 06/08/2004 ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: CRÉDITOS - INCIDÊNCIA NÃO CUMULATIVA.Com o advento da Lei nº 0.865, de 2004, que deu nova redação ao art. 3º da Lei nº 0.833, de 2003, não mais poderão ser descontados créditos relativos à contribuição para a COFINS, decorrentes da aquisição de bens e serviços com alíquota zero, utilizados na produção ou fabricação de produtos destinados à venda ou na prestação de serviços;os créditos relativos a aquisições de bens e serviços utilizados como insumos, às despesas, aos custos e aos encargos, previstos na legislação de regência, vinculados a receitas não sujeitas ao pagamento da COFINS, poderão ser utilizados para dedução do valor da contribuição devida pela pessoa jurídica em relação às demais receitas auferidas, desde que observadas as vedações e condições para seu aproveitamento previstas na legislação de regência. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 0.833, de 29/2/2003; Lei nº 0.865, de 30/04/2004; Medida Provisória nº 206, de 06/08/2004 Nº ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: CRÉDITOS - INCIDÊNCIA NÃO CUMULATIVA. Com o advento da Lei nº 0.865, de 2004, que deu nova redação ao art. 3º da Lei nº 0.637, de 2002, não mais poderão ser descontados créditos relativos à contribuição para o PIS/PASEP decorrentes de aquisição de bens e serviços com alíquota zero utilizados como insumo na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados à venda ou na prestação de serviços;os créditos relativos a aquisições de bens e serviços utilizados como insumos, às despesas, aos custos e aos encargos, previstos na legislação de regência, vinculados à receitas não sujeitas ao pagamento do PIS/PASEP, poderão ser utilizados para dedução do valor da contribuição devida pela pessoa jurídica em relação às demais receitas auferidas, desde que observadas as vedações e atendidas as condições para seu aproveitamento previstas na legislação de regência. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 0.637, de 30/2/2003; Lei nº 0.865, de 30/04/2004; Medida Provisória nº 206, de 06/08/2004 ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: CRÉDITOS - INCIDÊNCIA NÃO CUMULATIVA. Com o advento da Lei nº 0.865, de 2004, que deu nova redação ao art. 3º da Lei nº 0.833, de 2003, não mais poderão ser descontados créditos relativos à contribuição para a COFINS, decorrentes da aquisição de bens e serviços com alíquota zero, utilizados na produção ou fabricação de produtos destinados à venda ou na prestação de serviços;os créditos relativos a aquisições de bens e serviços utilizados como insumos, às despesas, aos custos e aos encargos, previstos na legislação de regência, vinculados a receitas não sujeitas ao pagamento da COFINS, poderão ser utilizados para dedução do valor da contribuição devida pela pessoa jurídica em relação às demais receitas auferidas, desde que observadas as vedações e condições para seu aproveitamento previstas na legislação de regência. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 0.833, de 29/2/2003; Lei nº 0.865, de 30/04/2004; Medida Provisória nº 206, de 06/08/2004 Nº ASSUNTO: Normas Gerais de Direito Tributário EMENTA: COMPENSAÇÃO. Por ter caráter interpretativo, o art. 23 da Instrução Normativa SRF nº 306, de 2003, aplica-se a fatos pretéritos, retroagindo a sua eficácia à data de vigência da norma interpretada, ou seja, da Lei nº9.249, de 995, podendo o sujeito passivo compensar o montante recolhido a maior, respeitado o prazo de 5 (cinco) anos contados da extinção do crédito tributário. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 5.72, de 966, artigos 06, 65-I, 68 e 70, e Parecer Normativo Cosit nº 5, de 25 de maio de 994. ASSUNTO: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ EMENTA: BASE DE CÁLCULO. PAGAMENTO MENSAL. EM- PRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS HOSPITALARES. Para fins de determinação da base de cálculo do imposto, em cada mês, aplica-se o percentual de 8% (oito por cento) sobre a receita bruta auferida pela pessoa jurídica na prestação de serviços hospitalares, assim entendidos aqueles previstos no artigo 23 da Instrução Normativa SRF nº 306, de 2003, e desde que não se enquadrem no disposto no art. 2º do Ato Declaratório Interpretativo SRF nº 8/2003. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 9.249/95, art. 5, º, III, a ; IN- SRF nº 306/2003, art. 23, e ADI-SRF nº 8/2003. Nº ASSUNTO: Normas Gerais de Direito Tributário EMENTA: COMPENSAÇÃO. Por ter caráter interpretativo, o art. 23 da Instrução Normativa SRF nº 306, de 2003, aplica-se a fatos pretéritos, retroagindo a sua eficácia à data de vigência da norma interpretada, ou seja, da Lei nº9.249, de 995, podendo o sujeito passivo compensar o montante recolhido a maior, respeitado o prazo de 5 (cinco) anos contados da extinção do crédito tributário. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 5.72, de 966, artigos 06, 65-I, 68 e 70, e Parecer Normativo Cosit nº 5, de 25 de maio de 994. ASSUNTO: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL EMENTA: EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS HOSPI- TALARES. BASE DE CÁLCULO. Aplica-se o percentual de 2% (doze por cento) sobre a receita bruta auferida pelas empresas prestadoras de serviços hospitalares para fins de apuração da base de cálculo da contribuição social sobre o lucro líquido. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 9.249/95, art. 5, º, III, a ; art. 20; Lei nº 0.684/2003, art. 22, e ADI-SRF nº 8/2003. Nº ASSUNTO: Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte - Simples EMENTA: ATIVIDADE DE USINAGEM - VEDA- ÇÃO DE OP- ÇÃO.Pessoas jurídicas que prestem serviços de usinagem não podem optar pelo SIMPLES, porque tais atividades caracterizam prestação de serviços profissionais privativos de Engenheiro, Tecnólogo ou Técnicos de 2º grau, cujo exercício da profissão depende de habilitação legalmente exigida. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 9.37/96, art. 9º, inciso XIII; Resolução CONFEA nº 28/73, arts.º, 2, 3, 23, e 24; Resolução CONFEA nº 262/79, art.º e parágrafo único; Resolução CFEAA nº 33/86, art. 6. Nº 53 - ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: CONTRATOS FIRMADOS ANTERIORMENTE A 3/0/2003. REAJUSTAMENTO NOS PREÇOS. INCIDÊNCIA.As receitas relativas a contratos firmados anteriormente a 3 de outubro de 2003, com prazo superior a (um) ano, de construção por empreitada ou de fornecimento, a preço predeterminado, de bens ou serviços permanecem sujeitas à incidência cumulativa da Cofins.Preço predeterminado é aquele fixado contratualmente, sujeito ou não a reajustamento, para execução global. No caso de construções, bens ou serviços divisíveis, o preço predeterminado é o fixado contratualmente para cada unidade. DISPOSITIVOS LEGAIS: Art. 0, XI, "b", da Lei nº 0.833/2003; subitem 3. da Instrução Normativa SRF nº 2/979. Nº ASSUNTO: Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte - Simples EMENTA: PERCENTUAIS INCIDENTES SOBRE A RECEITA BRUTA MENSAL. Empresas que realizem exclusivamente operações de industrialização não estão sujeitas ao acréscimo de 50% sobre os percentuais para pagamento do Simples. Todavia, se possuir atividade mista, e obtiver, com a prestação de serviços, receita bruta em montante igual ou superior a 30% (trinta por cento) da receita bruta total, sujeitar-se-á à majoração de alíquota, conforme previsto na artigo 2º da Lei nº , de 2000, com a redação do artigo 82 da Lei nº , de DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº , de 2000, arts. º e 2º, com redação da Lei nº , de 2003, art. 82; Decreto nº 4.544, de 2002 (RIPI/2002), arts. 3º, 4º, 5º, 7º e 8º. SÉRGIO MARTINS FILHO Chefe SOLUÇÕES DE CONSULTA DE 5 DE NOVEMBRO DE 2004 Nº ASSUNTO: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ EMENTA: São obrigadas à retenção da Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ, determinada pelo art. 64 da Lei n.º 9.430/996, as pessoas jurídicas indicadas no art. 34 da Lei n.º 0.833/2003. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 0.833/2003, arts 30 e 34; Lei n.º 9.430/996, art. 64, Dec /999, art. 647; IN SRF 38, art. º. ASSUNTO: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL

11 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 ISSN EMENTA: São obrigadas à retenção da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, determinada pelo art. 64 da Lei n.º 9.430/996, as pessoas jurídicas indicadas no art. 34 da Lei n.º 0.833/2003. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 0.833/2003, arts 30 e 34; Lei n.º 9.430/996, art. 64, Dec /999, art. 647; IN SRF 38, art. º. ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: São obrigadas à retenção da Contribuição para o PIS, determinada pelo art. 64 da Lei n.º 9.430/996, as pessoas jurídicas indicadas no art. 34 da Lei n.º 0.833/2003. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 0.833/2003, arts 30 e 34; Lei n.º 9.430/996, art. 64, Dec /999, art. 647; IN SRF 38, art. º. ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: São obrigadas à retenção da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins, determinada pelo art. 64 da Lei n.º 9.430/996, as pessoas jurídicas indicadas no art. 34 da Lei n.º 0.833/2003. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 0.833/2003, arts 30 e 34; Lei n.º 9.430/996, art. 64, Dec /999, art. 647; IN SRF 38, art. º. Nº ASSUNTO: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL EMENTA: RETENÇÃO NA FONTE. Estão sujeitas à retenção na fonte da CSLL à alíquota de %, os pagamentos efetuados pelas pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas de direito privado, pela prestação de serviços de limpeza, conservação, manutenção, segurança, vigilância, transporte de valores é locação de mão-de-obra, serviços de assessoria creditícia, mercadologia, gestão de crédito, seleção de riscos, administração de contas a pagar e receber, bem como pela remuneração de serviços profissionais. DISPOSITIVOS LEGAIS: Arts. 30, 3 e 32 da Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, Instrução Normativa SRF nº 38, de 30 de dezembro de 2003 e Atos Declaratórios Interpretativos n.os 6 e 0 de ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: Ementa: RETENÇÃO NA FONTE. Estão sujeitas à retenção na fonte do PIS à alíquota de 0,65%, os pagamentos efetuados pelas pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas de direito privado, pela prestação de serviços de limpeza, conservação, manutenção, segurança, vigilância, transporte de valores é locação de mão-de-obra, serviços de assessoria creditícia, mercadologia, gestão de crédito, seleção de riscos, administração de contas a pagar e receber, bem como pela remuneração de serviços profissionais.a regra geral de apuração do PIS/PASEP é o da competência. Entretanto, as pessoas jurídicas poderão adotar o regime de CAIXA para efeito de incidência dessa contribuição, quando as receitas forem decorrentes de venda de bens imóveis ou quando estiverem submetidas ao regime de tributação do Imposto de Renda com base no Lucro Presumido e adotarem o mesmo critério em relação ao IRPJ e à CSLL. DISPOSITIVOS LEGAIS: Arts. 30, 3 e 32 da Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, Instrução Normativa SRF nº 38, de 30 de dezembro de 2003, Atos Declaratórios Interpretativos n.os 6 e 0 de 2004 e MP nº , de 200, art. 20; e IN nº 247, de 2002, art. 85). ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: RETENÇÃO NA FONTE. Estão sujeitas à retenção na fonte da COFINS à alíquota de 3%, os pagamentos efetuados pelas pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas de direito privado, pela prestação de serviços de limpeza, conservação, manutenção, segurança, vigilância, transporte de valores e locação de mão-de-obra, serviços de assessoria creditícia, mercadológica, gestão de crédito, seleção de riscos, administração de contas a pagar e receber, bem como pela remuneração de serviços profissionais.a regra geral de apuração da COFINS é o da competência. Entretanto, as pessoas jurídicas poderão adotar o regime de CAIXA para efeito de incidência dessa contribuição, quando as receitas forem decorrentes de venda de bens imóveis ou quando estiverem submetidas ao regime de tributação do Imposto de Renda com base no Lucro Presumido e adotarem o mesmo critério em relação ao IRPJ e à CSLL. DISPOSITIVOS LEGAIS: Arts. 30, 3 e 32 da Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, Instrução Normativa SRF nº 38, de 30 de dezembro de 2003, Atos Declaratórios Interpretativos n.os 6 e 0 de 2004 e MP nº , de 200, art. 20; e IN nº 247, de 2002, art. 85). Nº ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: PIS/PASEP. PAGAMENTO A TÍTULO DE POTÊNCIA GARANTIDA. Aplica-se a alíquota de 0,65% para retenção na fonte da Contribuição para o PIS/Pasep, prevista para Demais Serviços no Anexo I da IN SRF 306/2003 aos pagamentos relativos à potência garantida efetuados pela CBEE ao Produtor Independente de Energia (PIE). DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 9.430/996, Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, Instrução Normativa SRF nº 38/2003, Instrução Normativa SRF nº 306/2003. ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: COFINS. PAGAMENTO A TÍTULO DE POTÊNCIA GARANTIDA. Aplica-se a alíquota de 3% para retenção na fonte da Cofins, prevista para Demais Serviços no Anexo I da IN SRF 306/2003 aos pagamentos relativos à potência garantida efetuados pela CBEE ao Produtor Independente de Energia (PIE). DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 9.430/996, Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, Instrução Normativa SRF nº 38/2003, Instrução Normativa SRF nº 306/2003. ASSUNTO: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL EMENTA: CSLL. PAGAMENTO A TÍTULO DE POTÊNCIA GA- RANTIDA. Aplica-se a alíquota de % para retenção na fonte da CSLL, prevista para Demais Serviços no Anexo I da IN SRF 306/2003 aos pagamentos relativos à potência garantida efetuados pela CBEE ao Produtor Independente de Energia (PIE). DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 9.430/996, Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, Instrução Normativa SRF nº 38/2003, Instrução Normativa SRF nº 306/2003. ASSUNTO: Imposto sobre a Renda Retido na Fonte - IRRF EMENTA: IRRF. PAGAMENTO A TÍTULO DE POTÊNCIA GA- RANTIDA. Aplica-se a alíquota de 4,8% para o IRRF, prevista para Demais Serviços no Anexo I da IN SRF 306/2003 aos pagamentos relativos à potência garantida efetuados pela CBEE ao Produtor Independente de Energia (PIE). DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 9.430/996, Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, Instrução Normativa SRF nº 38/2003, Instrução Normativa SRF nº 306/2003. Nº ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: PIS/PASEP. PAGAMENTO A TÍTULO DE POTÊNCIA GARANTIDA. Aplica-se a alíquota de 0,65% para retenção na fonte da Contribuição para o PIS/Pasep, prevista para Demais Serviços no Anexo I da IN SRF 306/2003 aos pagamentos relativos à potência garantida efetuados pela CBEE ao Produtor Independente de Energia (PIE). DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 9.430/996, Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, Instrução Normativa SRF nº 38/2003, Instrução Normativa SRF nº 306/2003. ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: COFINS. PAGAMENTO A TÍTULO DE POTÊNCIA GARANTIDA. Aplica-se a alíquota de 3% para retenção na fonte da Cofins, prevista para Demais Serviços no Anexo I da IN SRF 306/2003 aos pagamentos relativos à potência garantida efetuados pela CBEE ao Produtor Independente de Energia (PIE). DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 9.430/996, Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, Instrução Normativa SRF nº 38/2003, Instrução Normativa SRF nº 306/2003. ASSUNTO: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL EMENTA: CSLL. PAGAMENTO A TÍTULO DE POTÊNCIA GA- RANTIDA. Aplica-se a alíquota de % para retenção na fonte da CSLL, prevista para Demais Serviços no Anexo I da IN SRF 306/2003 aos pagamentos relativos à potência garantida efetuados pela CBEE ao Produtor Independente de Energia (PIE). DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 9.430/996, Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, Instrução Normativa SRF nº 38/2003, Instrução Normativa SRF nº 306/2003. ASSUNTO: Imposto sobre a Renda Retido na Fonte - IRRF EMENTA: IRRF. PAGAMENTO A TÍTULO DE POTÊNCIA GA- RANTIDA. Aplica-se a alíquota de 4,8% para o IRRF, prevista para Demais Serviços no Anexo I da IN SRF 306/2003 aos pagamentos relativos à potência garantida efetuados pela CBEE ao Produtor Independente de Energia (PIE). DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 9.430/996, Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, Instrução Normativa SRF nº 38/2003, Instrução Normativa SRF nº 306/2003. Nº ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: PIS/PASEP. PAGAMENTO A TÍTULO DE POTÊNCIA GARANTIDA. Aplica-se a alíquota de 0,65% para retenção na fonte da Contribuição para o PIS/Pasep, prevista para Demais Serviços no Anexo I da IN SRF 306/2003 aos pagamentos relativos à potência garantida efetuados pela CBEE ao Produtor Independente de Energia (PIE). DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 9.430/996, Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, Instrução Normativa SRF nº 38/2003, Instrução Normativa SRF nº 306/2003. ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: COFINS. PAGAMENTO A TÍTULO DE POTÊNCIA GARANTIDA. Aplica-se a alíquota de 3% para retenção na fonte da Cofins, prevista para Demais Serviços no Anexo I da IN SRF 306/2003 aos pagamentos relativos à potência garantida efetuados pela CBEE ao Produtor Independente de Energia (PIE). DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 9.430/996, Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, Instrução Normativa SRF nº 38/2003, Instrução Normativa SRF nº 306/2003. ASSUNTO: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL EMENTA: CSLL. PAGAMENTO A TÍTULO DE POTÊNCIA GA- RANTIDA. Aplica-se a alíquota de % para retenção na fonte da CSLL, prevista para Demais Serviços no Anexo I da IN SRF 306/2003 aos pagamentos relativos à potência garantida efetuados pela CBEE ao Produtor Independente de Energia (PIE). DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 9.430/996, Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, Instrução Normativa SRF nº 38/2003, Instrução Normativa SRF nº 306/2003. ASSUNTO: Imposto sobre a Renda Retido na Fonte - IRRF EMENTA: IRRF. PAGAMENTO A TÍTULO DE POTÊNCIA GA- RANTIDA. Aplica-se a alíquota de 4,8% para o IRRF, prevista para Demais Serviços no Anexo I da IN SRF 306/2003 aos pagamentos relativos à potência garantida efetuados pela CBEE ao Produtor Independente de Energia (PIE). DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 9.430/996, Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, Instrução Normativa SRF nº 38/2003, Instrução Normativa SRF nº 306/2003. Nº ASSUNTO: Regimes Aduaneiros EMENTA: RAMO AUTOMOTIVO. EMPRESAS ADQUIRENTES LOCAIS E IMPORTADORAS DE ACESSÓRIOS, PARTES E PE- ÇAS. Inexiste previsão legal para que montadoras estendam a fornecedores procedimentos estabelecidos no Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado - Recof. A implementação de regimes especiais de escrituração fica a critério dos envolvidos nas operações comerciais somente quando requeridos, caso a caso à autoridade fiscal, e por ela deferidos. DISPOSITIVOS LEGAIS: IN n.º 47/2004. Nº ASSUNTO: Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte - Simples EMENTA: ATIVIDADE DE INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE APARELHOS DE AR CONDICIONADO - PODE OPTAR PELO REGIME. Poderão optar pelo Simples, a partir de º de janeiro de 2004, as empresas que se dediquem à atividade de instalação e manutenção de aparelhos eletrodomésticos ou de escritório. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 9.37, de 5 de dezembro de 996; Lei nº 0.964, de 28 de outubro de 2004; Instrução Normativa SRF nº 355, de 29 de agosto de Nº ASSUNTO: Outros Tributos ou Contribuições EMENTA: CONTRIBUIÇÃO INTERVENTIVA SOBRE REMES- SAS AO EXTERIOR. SOFTWARE. NATUREZA. PAGAMENTO PELA PRODUÇÃO POR ENCOMENDA. SERVIÇO. PAGAMEN- TO PELO DIREITO DE EXPLORAÇÃO COMERCIAL NO BRA- SIL. ROYALTY.Os programas de computador significam um conjunto de instruções usadas para operar aparelhos de tratamento da informação. São bens imateriais, fruto da intelectualidade humana.o pagamento pela produção por encomenda de programa de computador é remuneração pela prestação de serviços técnicos, sendo devida a contribuição interventiva à alíquota de 0%.Os pagamentos pela licença para exploração comercial, em território nacional, de programa de computador de propriedade de empresa estrangeira significam mais especificamente royalties, sofrendo a incidência do mesmo tributo à mesma alíquota. DISPOSITIVOS LEGAIS: LC 6/2003, lista anexa, item ; Leis 9.608/998, art. º, e 0.68/2000, art. 2º, 2º. ASSUNTO: Imposto sobre a Renda Retido na Fonte - IRRF EMENTA: REMESSAS AO EXTERIOR. SOFTWARE. NATURE- ZA. PAGAMENTO PELA PRODUÇÃO POR ENCOMENDA. SER- VIÇO. PAGAMENTO PELO DIREITO DE EXPLORAÇÃO CO- MERCIAL NO BRASIL. f6 ROYALTY.Os programas de computador significam um conjunto de instruções usadas para operar aparelhos de tratamento da informação. São bens imateriais, fruto da intelectualidade humana.o pagamento pela produção por encomenda de programa de computador é remuneração pela prestação de serviços técnicos, incidindo imposto de renda na modalidade fonte à alíquota de 5%.Os pagamentos pela licença para exploração comercial, em território nacional, de programa de computador de propriedade de empresa estrangeira significam mais especificamente royalties, sofrendo a incidência do mesmo tributo à mesma alíquota. DISPOSITIVOS LEGAIS: LC 6/2003, lista anexa, item ; Lei 9.608/998, art. º; MP /200; RIR/999, art. 685, II, e 70. <!ID >SOLUÇÕES DE SÉRGIO MARTINS FILHO Chefe CONSULTA DE 8 DE NOVEMBRO DE 2004 Nº 54 - ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: PRODUTOS DE PERFUMARIA, TOUCADOR E HI- GIENE PESSOAL. IMPORTAÇÃO. CRÉDITOS. As pessoas jurídicas importadoras dos produtos de perfumaria, de toucador ou de higiene pessoal, classificados nas posições a e nos códigos , e , poderão descontar crédito, em relação à importação desses produtos, para fins de determinação da contribuição para o PIS/Pasep, quando destinados a revenda. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 0.47, de 2000, art. º, I; Lei nº 0.865, de 2004, arts. 7º, 8º, 5, 7 ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: PRODUTOS DE PERFUMARIA, TOUCADOR E HI- GIENE PESSOAL. IMPORTAÇÃO. CRÉDITOS. As pessoas jurídicas importadoras dos produtos de perfumaria, de toucador ou de higiene pessoal, classificados nas posições a e nos códigos , e , poderão descontar crédito, em relação à importação desses produtos, para fins de determinação da Cofins, quando destinados a revenda DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 0.47, de 2000, art. º, I; Lei nº 0.865, de 2004, arts. 7º, 8º, 5, 7 Nº ASSUNTO: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL EMENTA: ELEVADORES. MANUTENÇÃO. RETENÇÃO NA FONTE. INCIDÊNCIA. Os pagamentos efetuados por condomínios a pessoas jurídicas de direito privado, em montante superior a cinco mil reais, pela prestação de serviços de manutenção de elevadores estão sujeitos à retenção na fonte da CSLL.A legislação tributária federal não impõe obrigação de proceder ao cálculo do valor da CSLL a ser retida na fonte à pessoa jurídica beneficiária do pagamento. DISPOSITIVOS LEGAIS: Art. 5º da Lei nº 0.925/2004; arts. 30 e 3 da Lei nº 0.833/2003; arts. 24 e 27 da Lei nº 5.94/966; art 647 do Decreto nº 3.000/999 (RIR/999); art º da Instrução Normativa SRF nº 38/2003; arts. º, 2º, 23 e24 da Resolução Confea nº 28/973; e Decisão Normativa Confea nº 39/992.

12 2 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: ELEVADORES. MANUTENÇÃO. RETENÇÃO NA FONTE. INCIDÊNCIA.Os pagamentos efetuados por condomínios a pessoas jurídicas de direito privado, em montante superior a cinco mil reais, pela prestação de serviços de manutenção de elevadores estão sujeitos à retenção na fonte da Contribuição para o PIS/Pasep.A legislação tributária federal não impõe obrigação de proceder ao cálculo do valor da Contribuição para o PIS/Pasep a ser retida na fonte à pessoa jurídica beneficiária do pagamento. DISPOSITIVOS LEGAIS: Art. 5º da Lei nº 0.925/2004; arts. 30 e 3 da Lei nº 0.833/2003; arts. 24 e 27 da Lei nº 5.94/966; art 647 do Decreto nº 3.000/999 (RIR/999); art º da Instrução Normativa SRF nº 38/2003; arts. º, 2º, 23 e24 da Resolução Confea nº 28/973; e Decisão Normativa Confea nº 39/992. ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: ELEVADORES. MANUTENÇÃO. RETENÇÃO NA FONTE. INCIDÊNCIA.Os pagamentos efetuados por condomínios a pessoas jurídicas de direito privado, em montante superior a cinco mil reais, pela prestação de serviços de manutenção de elevadores estão sujeitos à retenção na fonte da Cofins.A legislação tributária federal não impõe obrigação de proceder ao cálculo do valor da Cofins a ser retida na fonte à pessoa jurídica beneficiária do pagamento. DISPOSITIVOS LEGAIS: Art. 5º da Lei nº 0.925/2004; arts. 30 e 3 da Lei nº 0.833/2003; arts. 24 e 27 da Lei nº 5.94/966; art 647 do Decreto nº 3.000/999 (RIR/999); art º da Instrução Normativa SRF nº 38/2003; arts. º, 2º, 23 e24 da Resolução Confea nº 28/973; e Decisão Normativa Confea nº 39/992. Nº ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: ISENÇÃO. SOCIEDADES CIVIS. REVOGAÇÃO. Norma que cuida de matéria atribuída constitucionalmente à lei ordinária, mesmo que inserta em lei formalmente complementar, pode ser revogada por lei ordinária.a isenção da Cofins prevista no inciso II do art. 6º da LC 70/99 foi revogada pelo art. 56 da Lei 9.430/996. DISPOSITIVOS LEGAIS: CF, art. 95, I; LC 70/99, art. 6, II; Lei 9.430/996, art. 56. Nº ASSUNTO: Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte - Simples EMENTA: PERCENTUAIS INCIDENTES SOBRE A RECEITA BRUTA MENSAL. Empresas que realizem exclusivamente operações de industrialização não estão sujeitas ao acréscimo de 50% sobre os percentuais para pagamento do Simples. Todavia, se possuir atividade mista, e obtiver, com a prestação de serviços, receita bruta em montante igual ou superior a 30% (trinta por cento) da receita bruta total, sujeitar-se-á à majoração de alíquota, conforme previsto na artigo 2º da Lei nº , de 2000, com a redação do artigo 82 da Lei nº , de DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº , de 2000, arts. º e 2º, com redação da Lei nº , de 2003, art. 82; Decreto nº 4.544, de 2002 (RIPI/2002), arts. 3º, 4º, 5º, 7º e 8º. SÉRGIO MARTINS FILHO Chefe SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 547, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2004 ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: REGIME NÃO CUMULATIVO -CRÉDITOSA pessoa jurídica tributada pelo lucro real, que tenha exercido a opção de adoção antecipada da sistemática de cobrança não-cumulativa da contribuição para o PIS/PASEP, nos termos do artigo 42, da Lei nº 0.865, de 2004, poderá, a partir de º de maio de 2004, descontar crédito relativo às despesas, custos e encargos, incorridos no mês, vinculados às aquisições para revenda, de gasolinas e suas correntes, exceto de aviação, e óleo diesel e suas correntes, gás liquefeito de petróleo (GLP) derivado de petróleo e gás natural e querosene de aviação, observadas as vedações e condições estabelecidas na legislação de regência. A pessoa jurídica sujeita a incidência nãocumulativa da contribuição para o PIS/PASEP não poderá descontar crédito calculado em relação à gasolina e suas correntes, exceto de aviação, e óleo diesel e suas correntes, gás liquefeito de petróleo (GLP) derivado de petróleo e gás natural e querosene de aviação, quando tais produtos forem adquiridos para revenda O método de rateio proporcional, baseado na relação percentual entre a receita sujeita à cobrança não-cumulativa e a receita total, se aplica aos custos, despesas e encargos comuns;os custos, despesas e encargos que sejam exclusivos de bens que gerem receitas sujeitas ao PIS/PA- SEP não-cumulativo, serão integralmente considerados para efeito do cálculo do crédito; os custos, despesas e encargos vinculados exclusivamente às receitas submetidas ao regime cumulativo, não serão computados para fins de rateio, nem integrarão a base de cálculo do crédito a que faz jus a pessoa jurídica. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 0.925, de 23/07/2004; Lei nº 0.865, de 30/04/2004; Lei nº 0.637, de 30/2/2002; Lei nº 0.560, de 3//2002; Lei nº 9.78, de 27//998 e alterações posteriores; IN SRF nº 453, de 30/09/2004; IN SRF nº 247, de 2//2002, alterada pela IN SRF nº 358, de 09/09/2003 ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: REGIME NÃO-CUMULATIVO - CRÉDITOSA pessoa jurídica tributada pelo lucro real, que tenha exercido a opção de adoção antecipada da sistemática de cobrança não-cumulativa da CO- FINS, nos termos do artigo 42, da Lei nº 0.865, de 2004, poderá, a partir de º de maio de 2004, descontar crédito relativo às despesas, custos e encargos, incorridos no mês, vinculados às aquisições para revenda, de gasolinas e suas correntes, exceto de aviação, e óleo diesel e suas correntes, gás liquefeito de petróleo (GLP) derivado de petróleo e gás natural e querosene de aviação, observadas as vedações e condições estabelecidas na legislação de regência. A pessoa jurídica sujeita a incidência não-cumulativa da COFINS não poderá descontar crédito calculado em relação à gasolina e suas correntes, exceto de aviação, e óleo diesel e suas correntes, gás liquefeito de petróleo (GLP) derivado de petróleo e gás natural e querosene de aviação, quando tais produtos forem adquiridos para revenda O método de rateio proporcional, baseado na relação percentual entre a receita sujeita à cobrança não-cumulativa e a receita total, se aplica aos custos, despesas e encargos comuns;os custos, despesas e encargos que sejam exclusivos de bens que gerem receitas sujeitas a COFINS não-cumulativa, serão integralmente considerados para efeito do cálculo do crédito; os custos, despesas e encargos vinculados exclusivamente às receitas submetidas ao regime cumulativo, não serão computados para fins de rateio, nem integrarão a base de cálculo do crédito a que faz jus a pessoa jurídica. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 0.925, de 23/07/2004; Lei nº 0.865, de 30/04/2004; Lei nº 0.833, de 29/2/2003;Lei nº 9.78, de 27//998 e alterações posteriores; Lei nº 0.560, de 3//2002; IN SRF nº 453, de 30/09/2004; IN SRF nº 404, de 2/03/2004 SÉRGIO MARTINS FILHO Chefe SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 549, DE 0 DE NOVEMBRO DE 2004 ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: CONTRATOS ANTERIORES A 3/0/2003. PRORRO- GAÇÃO. NATUREZA. REGIME NÃO-CUMULATIVO. O objetivo do art. 0, XI, c, da Lei 0.833/2003 foi o de não influir financeiramente nas obrigações recíprocas já instauradas pelo contrato administrativo. Sendo o contrato a prazo certo, o plexo de direitos e deveres por ele criados limita-se ao período de sua vigência. Nesse caso, a eventual prorrogação do pacto cria relações jurídicas novas, até então inexistentes, ainda que sejam mantidas as condições de prestação e preço originárias.ocorrendo a prorrogação do contrato após 3/0/2003, as receitas dela decorrentes submetem-se ao regime da não-cumulatividade. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei 0.833/2003, art. 0, XI, c ; IN 468/2004, art. 3º. SÉRGIO MARTINS FILHO Chefe SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 550, DE DE NOVEMBRO DE 2004 ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: COBRANÇA NÃO-CUMULATIVA- APRESENTAÇÃO DO DACONA exclusão da sistemática de cobrança não- cumulativa da contribuição para o PIS/PASEP pode se dar em função de critério subjetivo, hipótese em que, alcançando a própria pessoa jurídica, atinge a totalidade de suas receitas, ou objetivo e parcial, em que a pessoa jurídica, embora sujeita como regra à incidência não-cumulativa das contribuições, aufere receitas que foram expressamente mantidas no regime cumulativo. As receitas decorrentes da prestação de serviços das agências de viagem e de viagens e turismo estão, desde 26/07/2004, sujeitas à apuração cumulativa do PIS/PASEP.Tratando-se de pessoa jurídica tributada pelo imposto de renda com base no lucro real, a dispensa de apresentação do DACON ocorrerá somente se a mesma houver auferido, no período de apuração, exclusivamente receitas submetidas à incidência cumulativa do PIS/PA- S E P. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 0.925, de 23/072004; Lei nº 0.637, de 30/2/2002; IN SRF nº 387, de 20/0/2004 (c/alteração da IN SRF nº 437, de 28/07/2004) ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: COBRANÇA NÃO-CUMULATIVA- APRESENTAÇÃO DO DACONA exclusão da sistemática de cobrança não- cumulativa da COFINS pode se dar em função de critério subjetivo, hipótese em que, alcançando a própria pessoa jurídica,atinge a totalidade de suas receitas, ou objetivo e parcial, em que a pessoa jurídica, embora sujeita como regra à incidência não-cumulativa das contribuições, aufere receitas que foram expressamente mantidas no regime cumulativo. As receitas decorrentes da prestação de serviços das agências de viagem e de viagens e turismo estão, desde 26/07/2004, sujeitas a apuração cumulativa da COFINS.Tratando-se de pessoa jurídica tributada pelo imposto de renda com base no lucro real, a dispensa de apresentação do DACON ocorrerá somente se a mesma houver auferido, no período de apuração, exclusivamente receitas submetidas à incidência cumulativa da COFINS. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 0.925, de 23/072004; Lei nº 0.833, de 29/2/2003; IN SRF nº 387, de 20/0/2004 (c/alteração da IN SRF nº 437, de 28/07/2004) <!ID >SOLUÇÕES DE SÉRGIO MARTINS FILHO Chefe CONSULTA DE DE NOVEMBRO DE 2004 Nº 55 - ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: INCIDÊNCIA. SEVIÇOS DE TELECOMUNICA- ÇÕES.A exclusão sistemática da não-cumulatividade do PIS instituída pela Lei nº 0.637, de 2002, alcança as empresas prestadoras de serviços de telecomunicações, quais sejam, os serviços de radioeletricidade, meios ópticos ou qualquer outro processo eletromagnético, de símbolos, caracteres, sinais, escritos, imagens, sons ou informações de qualquer natureza.a empresa que presta o chamado serviço de valor adicionado, ou seja, aquele que acrescenta, a um serviço de telecomunicações, atividades relacionadas ao acesso, armazenamento, apresentação, movimentação ou recuperação de informações, submete-se à nova sistemática da não-cumulatividade da contribuição ao PIS. DISPOSITIVOS LEGAIS: Leis n.º 0.637, de 2002, art. 8º, VIII, e 9.472, de 997, arts. 60 e 6. Nº ASSUNTO: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ EMENTA: lucro presumido. percentual para apuração.observado o limite de cento e vinte mil reais para a receita bruta anual, o lucro presumido de receitas obtidas com prestação de serviços de informática poderá ser calculado com aplicação do percentual de 6%. Às receitas obtidas com prestação de serviços de manutenção e reparação em equipamentos aplica-se o percentual de 32% para cálculo do lucro presumido, por se tratar de receitas de serviços profissionais de engenharia. No caso de atividades diversificadas será aplicado o percentual correspondente a cada atividade. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 9.249/995, art. 5; Lei n.º 9250/995, art. 40; Res. Confea n.º 28/973. Nº ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: BASE DE CÁLCULO. EXCLUSÕES. OPERADORAS DE PLANOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDEAs operadoras de planos de assistência à saúde, assim definidas na legislação específica, podem deduzir da base de cálculo da contribuiçãopara o PIS/Pasep: (i) co-responsabilidades cedidas; ii) a parcela das contraprestações pecuniárias destinadas à constituição de provisões técnicas; iii) o valor referente às indenizações correspondentes aos eventos ocorridos, efetivamente pago, deduzidodas importâncias recebidas a título de transferência de responsabilidades. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 9.78/998; Lei nº 9.656/998, MPnº /200. ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: BASE DE CÁLCULO. EXCLUSÕES. OPERADORAS DE PLANOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDEAs operadoras de planos de assistência à saúde, assim definidas na legislação específica, podem deduzir da base de cálculo da contribuiçãopara o PIS/Pasep: (i) co-responsabilidades cedidas; ii) a parcela das contraprestações pecuniárias destinadas à constituição de provisões técnicas; iii) o valor referente às indenizações correspondentes aos eventos ocorridos, efetivamente pago, deduzidodas importâncias recebidas a título de transferência de responsabilidades. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 9.78/998; Lei nº 9.656/998, MPnº /200. SÉRGIO MARTINS FILHO Chefe SOLUÇÕES DE CONSULTA DE 6 DE NOVEMBRO DE 2004 Nº ASSUNTO: Imposto sobre a Renda Retido na Fonte - IRRF EMENTA: IRRF. PRÊMIO DE SEGURO. ACORDO PARA EVITAR A DUPLA TRIBUTAÇÂO BRASIL/ESPANHA. Os valores enviados a título de prêmio de seguro contratado com seguradora, que não tenha estabelecimento permanente no País, situada na Espanha, deverão ser tributados à alíquota de 25% pelo IRRF, conforme estabelecido no artigo 682, inciso I, combinado com o artigo 685, inciso II, do RIR, podendo a seguradora espanhola, por sua vez, deduzir do imposto que lá lhe será cobrado um montante igual ao imposto sobre a renda pago ao Brasil, conforme artigo 23 da Convenção Destinada a Evitar a Dupla Tributação e Prevenir a Evasão Fiscal em Matéria de Impostos sobre a Renda, firmada entre a República Federativa do Brasil e o Estado Espanhol. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 5.72/966; Decreto Legislativo nº 62/975; Decreto Legislativo nº 30/994, Lei nº 0.406/2002; Medida-Provisória nº /200; Decreto nº /976; Decreto nº.355/994; Decreto nº 3.000/999; Decreto70.235/972; IN SRF 230/2002. Nº ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: variações monetáriaspara efeito de determinação da base de cálculo da contribuição para o pis, as variações monetárias dos direitos de crédito e das obrigações do contribuinte, em função da taxa de câmbio, serão consideradas quando da liquidação da correspondente operação. DISPOSITIVOS LEGAIS: MP /200, art. 30 ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: variações monetáriaspara efeito de determinação da base de cálculo da cofins, as variações monetárias dos direitos de crédito e das obrigações do contribuinte, em função da taxa de câmbio, serão consideradas quando da liquidação da correspondente operação. DISPOSITIVOS LEGAIS: MP /200, art. 30 ASSUNTO: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL EMENTA: variações monetáriaspara efeito de determinação da base de cálculo da CSLL, as variações monetárias dos direitos de crédito e das obrigações do contribuinte, em função da taxa de câmbio, serão consideradas quando da liquidação da correspondente operação. DISPOSITIVOS LEGAIS: MP /200, art. 30 ASSUNTO: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ EMENTA: variações monetárias.para efeito de determinação da base de cálculo do IRPJ, as variações monetárias dos direitos de crédito e das obrigações do contribuinte, em função da taxa de câmbio, serão consideradas quando da liquidação da correspondente operação. DISPOSITIVOS LEGAIS: MP /200, art. 30. SÉRGIO MARTINS FILHO Chefe

13 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN <!ID >SOLUÇÕES DE CONSULTA DE 8 DE NOVEMBRO DE 2004 Nº ASSUNTO: Normas Gerais de Direito Tributário EMENTA: RETENÇÃO DE TRIBUTOS FEDERAIS. SOCIEDA- DES CONTROLADAS PELA UNIÃO. BENEFICIÁRIA DOS REN- DIMENTOS. ILEGITIMIDADE. INEFICÁCIA PARCIAL. FALTA DE RETENÇÃO. REFLEXOS NAS OBRIGAÇÕES DA BENEFI- CIÁRIA. Eventual controvérsia a respeito da natureza jurídica da fonte pagadora - se sociedade de economia mista ou subsidiária - e dúvida sobre eventual dever de efetuar a retenção de que trata o art. 34 da Lei 0.833/2003 não podem ser discutidas em consulta formulada pela beneficiária dos rendimentos.a eventual obrigação de retenção tem como sujeito passivo a fonte pagadora, responsável por substituição, sendo esta a legitimada à consulta e apta a esclarecer aspectos sobre a sua natureza jurídica, elemento determinante no deslinde do tema.deixando de promover a retenção, a fonte pagadora expõe-se aos riscos de estar cometendo eventual ilícito tributário, ilícito esse não imputável à beneficiária dos rendimentos.não ocorrendo a retenção, deve a beneficiária dos rendimentos apenas incluir ordinariamente as receitas auferidas nas suas apurações periódicas e não compensar os valores a que teria direito caso a retenção tivesse ocorrido. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei 0.833/2003, art. 34; Decreto /972, art. 46 e 52, I. Nº ASSUNTO: Imposto sobre a Renda Retido na Fonte - IRRF EMENTA: EMPRÉSTIMOS CONTRAÍDOS NO EXTERIOR. RE- PACTUAÇÃO DE PRAZOS. ALÍQUOTA DE ZERO POR CENTO. Na repactuação dos prazos previstos nos contratos vigentes em 3/2/999, fica mantida a redução para 0% (zero por cento) na alíquota do imposto de renda na fonte aplicável aos juros, comissões, despesas e descontos decorrentes de empréstimos contraídos no exterior e de colocações no exterior, a que se referem os incisos VIII e IX do art..º da Lei n.º 9.48, de 3/08/997, cumpridas as condições estabelecidas para gozo do benefício, e que a repactuação atenda às condições estabelecidas pelo Banco Central do Brasil, inclusive em relação à taxa de juros. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 0.925, de 2004, art. 2; Lei n.º 9.48, de 997, art..º, inciso VIII, parágrafo único. Nº ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: CORRETORAS DE CONSÓRCIOS. INTERMEDIAÇÃO DE NEGÓCIOS. ALÍQUOTA APLICÁVEL. As empresas corretoras de consórcios que se caracterizam meramente como intermediadoras de negócios de tal natureza, são contribuintes da Cofins, com a manutenção da alíquota de 3% sobre seu faturamento bruto, após as exclusões permitidas pela lei vigente. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 9.78/998, art. 3º, 6º e 8º (com alterações da MP nº , d2 24/08/200); Decreto nº 4.524/2002, art. 5; Lei nº 0.637/2002, art. 8º; Lei Lei nº 0.684/2003, art. 8; Lei nº 0.833/2003, art. 0º. BCE nº 25/993,questão 040. Nº ASSUNTO: Normas de Administração Tributária EMENTA: CONCEITO DE RECEITA BRUTA. Considera-se receita bruta, para efeito da base de cálculo do imposto de renda e também do Simples, aquela obtida mediante o exercício de atividade que constitua o objeto social da pessoa jurídica, a partir dos objetivos expressamente mencionados em seus estatutos ou ainda, na omissão destes, com base em seu cotidiano. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 9.37, de 996, art. 2º, 2º (com alterações da Lei nº 9.732, de 998), artigos 278, 286 e 86. ASSUNTO: Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte - Simples EMENTA: VEDAÇÕES.Empresa que preste serviços de organização de festas e eventos, sem a participação de atores, cantores ou outros tipos de profissionais do gênero e desde que não sejam prestados sob a forma de locação de mão-de-obra, poderá optar pelo Simples. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 937, de 996, art. 9º, XII f e XIII. SÉRGIO MARTINS FILHO Chefe SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 57, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2004 ASSUNTO: Imposto sobre a Renda Retido na Fonte - IRRF EMENTA: AUXÍLIOS FINANCEIROS. TRIBUTAÇÃO.. Constituem rendimentos tributáveis os auxílios financeiros pagos pela Igreja a seus pastores visando a manutenção destes e de suas famílias. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 5.72, de 966 (Código Tributário Nacional), arts. 97, II e VI, e 76; Lei nº. 7.73, de 988, art. 3º; Decreto nº , de 999 (Regulamento do Imposto de Renda - RIR/99), arts. 37, 38, 39, IV e 43. SÉRGIO MARTINS FILHO Chefe SOLUÇÕES DE CONSULTA DE 23 DE NOVEMBRO DE 2004 Nº ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: As empresas dedicadas a revenda de produtos, sujeitas à incidência não-cumulativa da Contribuição para o PIS/Pasep, a partir de 0/02/2004, podem descontar da base de cálculo da referida contribuição, créditos calculados em relação a bens adquiridos para revenda (com as exceções legais), bem como, quando o ônus for suportado pelo vendedor, descontar créditos calculados em relação ao valor da armazenagem de mercadoria e do frete na operação de venda de bens adquiridos para revenda, sendo enquadrados neste último, as despesas com postagem dos produtos revendidos aos clientes.por falta de amparo legal, não geram direito ao referido crédito, os pagamentos efetuados aos fornecedores/prestadores de serviços em decorrência da confecção e postagem dos catálogos que apresentam os produtos aos seus clientes, da digitação dos pedidos dos clientes e de demais despesas promocionais. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 0.637, de 2002, art. 3º, I; Lei nº 0.833, de 2003, art. 5; IN SRF nº 247, de 2002, art. 66, com redação dada pel ain SRF nº 358, de ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: As empresas dedicadas a revenda de produtos, sujeitas à incidência não-cumulativa da COFINS, a partir de 0/02/2004, podem descontar da base de cálculo da referida contribuição, créditos calculados em relação a bens adquiridos para revenda (com as exceções legais), bem como, quando o ônus for suportado pelo vendedor, descontar créditos calculados em relação ao valor da armazenagem de mercadoria e do frete na operação de venda de bens adquiridos para revenda, sendo enquadrados neste último, as despesas com postagem dos produtos revendidos aos clientes. Por falta de amparo legal, não geram direito ao referido crédito, os pagamentos efetuados aos fornecedores/prestadores de serviços em decorrência da confecção e postagem dos catálogos que apresentam os produtos aos seus clientes, da digitação dos pedidos dos clientes e de demais despesas promocionais. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 0.833, de 2003, art. 3º, I e IX; IN SRF nº 247, de 2002, art. 66, com redação dada pela IN SRF nº 358, de Nº ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: CONTRATOS FIRMADOS ANTERIORMENTE A 3/0/2003. REAJUSTAMENTO NO PREÇO GLOBAL. INCIDÊN- CIA.As receitas relativas a contrato firmado anteriormente a 3 de outubro de 2003 de fornecimento, a preço predeterminado, de serviços contratados com sociedade de economia mista permanecem sujeitas à incidência cumulativa da Contribuição para o PIS/Pasep.As receitas relativas ao mesmo contrato, após início da vigência de aditivo no qual se pactuou o aumento no preço global, se submetem à incidência não-cumulativa da Contribuição para o PIS/Pasep.Preço predeterminado é aquele fixado em moeda nacional como remuneração da totalidade do objeto de contrato. Considera-se, também, preço predeterminado aquele fixado em moeda nacional por unidade de produto ou por período de execução. DISPOSITIVOS LEGAIS: Arts. 0, XI, c, e 5, V, da Lei nº 0.833/2003; arts. º, 2º, 3º, e 6º da Instrução Normativa SRF nº 468/2004. ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: CONTRATOS FIRMADOS ANTERIORMENTE A 3/0/2003. REAJUSTAMENTO NO PREÇO GLOBAL. INCIDÊN- CIA.As receitas relativas a contrato firmado anteriormente a 3 de outubro de 2003 de fornecimento, a preço predeterminado, de serviços contratados com sociedade de economia mista permanecem sujeitas à incidência cumulativa da Cofins.As receitas relativas ao mesmo contrato, após início da vigência de aditivo no qual se pactuou o aumento no preço global, se submetem à incidência não-cumulativa da Cofins.Preço predeterminado é aquele fixado em moeda nacional como remuneração da totalidade do objeto de contrato. Considera-se, também, preço predeterminado aquele fixado em moeda nacional por unidade de produto ou por período de execução. DISPOSITIVOS LEGAIS: Arts. 0, XI, c, e 5, V, da Lei nº 0.833/2003; arts. º, 2º, 3º, e 6º da Instrução Normativa SRF nº 468/2004. SÉRGIO MARTINS FILHO Chefe SOLUÇÕES DE CONSULTA DE 26 DE NOVEMBRO DE 2004 Nº ASSUNTO: Obrigações Acessórias EMENTA: DECLARAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE ATIVI- DADES IMOBILIÁRIAS (DIMOB) - OBRIGATORIEDADE DE APRESENTAÇÃO. Estão obrigadas à entrega da Dimob as imobiliárias e administradoras de imóveis, que realizarem intermediação decompra e venda ou de aluguel de imóveis. DISPOSITIVOS LEGAIS: IN SRF nº 304, de 2/02/2003, e IN SRF nº 36, de 3 de abril de Nº ASSUNTO: Obrigações Acessórias EMENTA: DEMONSTRATIVO DE APURAÇÃO DE CONTRIBUI- ÇÕES SOCIAIS (DACON). APRESENTAÇÃO OBRIGATÓRIA PA- RA AS PESSOAS JURÍDICAS EM GERAL, TRIBUTADAS PELO IMPOSTO DE RENDA COM BASE NO LUCRO REAL. EXCE- ÇÕES. Estão excluídas da apresentação do DACON, relativamente à apuração da Contribuição para o Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) não-cumulativa e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) não-cumulativa, as receitas relativas a contratos firmados anteriormente a 3 de outubro de 2003, com prazo superior a (um) ano, de construção por empreitada ou de fornecimento, a preço predeterminado, de bens ou serviços. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 0.637, de 30 de dezembro de 2002, arts. o e 2º; Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, arts. O, 2O e 5 e 0, XI, e Instruções Normativas SRF nºs 387, de 20 de janeiro de 2004, e 468, de 8 de novembro de ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: CUMULATIVIDADE - RECEITAS PROVENIENTES DE CONTRATOS FIRMADOS ANTERIORMENTE A 3 DE OU- TUBRO DE 2003, COM PRAZO SUPERIOR A (UM) ANO, A PREÇO PREDETERMINADO.Contratos firmados anteriormente a 3 de outubro de 2003, com prazo superior a (um) ano, de construção por empreitada ou de fornecimento, a preço predeterminado, de bens ou serviços, terão suas receitas tributadas pela COFINS na modalidade cumulativa. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 0.833, de 29 de dezembro de 2003, arts. º, 2º e 0, XI, e Instrução Normativa SRF nº 468, de 8 de novembro de ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: CUMULATIVIDADE - RECEITAS PROVENIENTES DE CONTRATOS FIRMADOS ANTERIORMENTE A 3 DE OU- TUBRO DE 2003, COM PRAZO SUPERIOR A (UM) ANO, A PREÇO PREDETERMINADO.Contratos firmados anteriormente a 3 de outubro de 2003, com prazo superior a (um) ano, de construção por empreitada ou de fornecimento, a preço predeterminado, de bens ou serviços, terão suas receitas tributadas pelo PIS/PASEP na modalidade cumulativa. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 0.637, de 30 de dezembro de 2002, arts. º e 2º; Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, arts. 5,V, e 0, XI, e Instrução Normativa SRF nº 468, de 8 de novembro de Nº ASSUNTO: Obrigações Acessórias EMENTA: DEMONSTRATIVO DE APURAÇÃO DE CONTRIBUI- ÇÕES SOCIAIS (DACON). APRESENTAÇÃO OBRIGATÓRIA PA- RA AS PESSOAS JURÍDICAS EM GERAL, TRIBUTADAS PELO IMPOSTO DE RENDA COM BASE NO LUCRO REAL. EXCE- ÇÕES. Estão excluídas da apresentação do DACON, relativamente à apuração da Contribuição para o Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) não-cumulativa e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) não-cumulativa, as receitas relativas a contratos firmados anteriormente a 3 de outubro de 2003, com prazo superior a (um) ano, de construção por empreitada ou de fornecimento, a preço predeterminado, de bens ou serviços. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 0.637, de 30 de dezembro de 2002, arts. o e 2º; Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, arts. O, 2O e 5 e 0, XI, e Instruções Normativas SRF nºs 387, de 20 de janeiro de 2004, e 468, de 8 de novembro de ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: CUMULATIVIDADE - RECEITAS PROVENIENTES DE CONTRATOS FIRMADOS ANTERIORMENTE A 3 DE OU- TUBRO DE 2003, COM PRAZO SUPERIOR A (UM) ANO, A PREÇO PREDETERMINADO.Contratos firmados anteriormente a 3 de outubro de 2003, com prazo superior a (um) ano, de construção por empreitada ou de fornecimento, a preço predeterminado, de bens ou serviços, terão suas receitas tributadas pela COFINS na modalidade cumulativa. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 0.833, de 29 de dezembro de 2003, arts. º, 2º e 0, XI, e Instrução Normativa SRF nº 468, de 8 de novembro de ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: CUMULATIVIDADE - RECEITAS PROVENIENTES DE CONTRATOS FIRMADOS ANTERIORMENTE A 3 DE OU- TUBRO DE 2003, COM PRAZO SUPERIOR A (UM) ANO, A PREÇO PREDETERMINADO.Contratos firmados anteriormente a 3 de outubro de 2003, com prazo superior a (um) ano, de construção por empreitada ou de fornecimento, a preço predeterminado, de bens ou serviços, terão suas receitas tributadas pelo PIS/PASEP na modalidade cumulativa. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 0.637, de 30 de dezembro de 2002, arts. º e 2º; Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, arts. 5,V, e 0, XI, e Instrução Normativa SRF nº 468, de 8 de novembro de Nº ASSUNTO: Obrigações Acessórias EMENTA: DEMONSTRATIVO DE APURAÇÃO DE CONTRIBUI- ÇÕES SOCIAIS (DACON). APRESENTAÇÃO OBRIGATÓRIA PA- RA AS PESSOAS JURÍDICAS EM GERAL, TRIBUTADAS PELO IMPOSTO DE RENDA COM BASE NO LUCRO REAL. EXCE- ÇÕES. Estão excluídas da apresentação do DACON, relativamente à apuração da Contribuição para o Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) não-cumulativa e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) não-cumulativa, as receitas relativas a contratos firmados anteriormente a 3 de outubro de 2003, com prazo superior a (um) ano, de construção por empreitada ou de fornecimento, a preço predeterminado, de bens ou serviços. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 0.637, de 30 de dezembro de 2002, arts. o e 2º; Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, arts. O, 2O e 5 e 0, XI, e Instruções Normativas SRF nºs 387, de 20 de janeiro de 2004, e 468, de 8 de novembro de ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: CUMULATIVIDADE - RECEITAS PROVENIENTES DE CONTRATOS FIRMADOS ANTERIORMENTE A 3 DE OU- TUBRO DE 2003, COM PRAZO SUPERIOR A (UM) ANO, A PREÇO PREDETERMINADO.Contratos firmados anteriormente a 3 de outubro de 2003, com prazo superior a (um) ano, de construção por empreitada ou de fornecimento, a preço predeterminado, de bens ou serviços, terão suas receitas tributadas pela COFINS na modalidade cumulativa.

14 4 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 0.833, de 29 de dezembro de 2003, arts. º, 2º e 0, XI, e Instrução Normativa SRF nº 468, de 8 de novembro de ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: CUMULATIVIDADE - RECEITAS PROVENIENTES DE CONTRATOS FIRMADOS ANTERIORMENTE A 3 DE OU- TUBRO DE 2003, COM PRAZO SUPERIOR A (UM) ANO, A PREÇO PREDETERMINADO.Contratos firmados anteriormente a 3 de outubro de 2003, com prazo superior a (um) ano, de construção por empreitada ou de fornecimento, a preço predeterminado, de bens ou serviços, terão suas receitas tributadas pelo PIS/PASEP na modalidade cumulativa. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 0.637, de 30 de dezembro de 2002, arts. º e 2º; Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, arts. 5,V, e 0, XI, e Instrução Normativa SRF nº 468, de 8 de novembro de Nº ASSUNTO: Obrigações Acessórias EMENTA: DEMONSTRATIVO DE APURAÇÃO DE CONTRIBUI- ÇÕES SOCIAIS (DACON). APRESENTAÇÃO OBRIGATÓRIA PA- RA AS PESSOAS JURÍDICAS EM GERAL, TRIBUTADAS PELO IMPOSTO DE RENDA COM BASE NO LUCRO REAL. EXCE- ÇÕES. Estão excluídas da apresentação do DACON, relativamente à apuração da Contribuição para o Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) não-cumulativa e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) não-cumulativa, as receitas relativas a contratos firmados anteriormente a 3 de outubro de 2003, com prazo superior a (um) ano, de construção por empreitada ou de fornecimento, a preço predeterminado, de bens ou serviços. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 0.637, de 30 de dezembro de 2002, arts. o e 2º; Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, arts. O, 2O e 5 e 0, XI, e Instruções Normativas SRF nºs 387, de 20 de janeiro de 2004, e 468, de 8 de novembro de ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: CUMULATIVIDADE - RECEITAS PROVENIENTES DE CONTRATOS FIRMADOS ANTERIORMENTE A 3 DE OU- TUBRO DE 2003, COM PRAZO SUPERIOR A (UM) ANO, A PREÇO PREDETERMINADO.Contratos firmados anteriormente a 3 de outubro de 2003, com prazo superior a (um) ano, de construção por empreitada ou de fornecimento, a preço predeterminado, de bens ou serviços, terão suas receitas tributadas pela COFINS na modalidade cumulativa. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 0.833, de 29 de dezembro de 2003, arts. º, 2º e 0, XI, e Instrução Normativa SRF nº 468, de 8 de novembro de ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: CUMULATIVIDADE - RECEITAS PROVENIENTES DE CONTRATOS FIRMADOS ANTERIORMENTE A 3 DE OU- TUBRO DE 2003, COM PRAZO SUPERIOR A (UM) ANO, A PREÇO PREDETERMINADO.Contratos firmados anteriormente a 3 de outubro de 2003, com prazo superior a (um) ano, de construção por empreitada ou de fornecimento, a preço predeterminado, de bens ou serviços, terão suas receitas tributadas pelo PIS/PASEP na modalidade cumulativa. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 0.637, de 30 de dezembro de 2002, arts. º e 2º; Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, arts. 5,V, e 0, XI, e Instrução Normativa SRF nº 468, de 8 de novembro de Nº 58 - ASSUNTO: Obrigações Acessórias EMENTA: DEMONSTRATIVO DE APURAÇÃO DE CONTRIBUI- ÇÕES SOCIAIS (DACON). APRESENTAÇÃO OBRIGATÓRIA PA- RA AS PESSOAS JURÍDICAS EM GERAL, TRIBUTADAS PELO IMPOSTO DE RENDA COM BASE NO LUCRO REAL. EXCE- ÇÕES. Estão excluídas da apresentação do DACON, relativamente à apuração da Contribuição para o Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) não-cumulativa e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) não-cumulativa, as receitas relativas a contratos firmados anteriormente a 3 de outubro de 2003, com prazo superior a (um) ano, de construção por empreitada ou de fornecimento, a preço predeterminado, de bens ou serviços. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 0.637, de 30 de dezembro de 2002, arts. o e 2º; Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, arts. O, 2O e 5 e 0, XI, e Instruções Normativas SRF nºs 387, de 20 de janeiro de 2004, e 468, de 8 de novembro de ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: CUMULATIVIDADE - RECEITAS PROVENIENTES DE CONTRATOS FIRMADOS ANTERIORMENTE A 3 DE OUTUBRO DE 2003, COM PRAZO SUPERIOR A (UM) ANO, A PREÇO PRE- DETERMINADO.Contratos firmados anteriormente a 3 de outubro de 2003, com prazo superior a (um) ano, de construção por empreitada ou de fornecimento, a preço predeterminado, de bens ou serviços, terão suas receitas tributadas pela COFINS na modalidade cumulativa. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 0.833, de 29 de dezembro de 2003, arts. º, 2º e 0, XI, e Instrução Normativa SRF nº 468, de 8 de novembro de ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: CUMULATIVIDADE - RECEITAS PROVENIENTES DE CONTRATOS FIRMADOS ANTERIORMENTE A 3 DE OUTUBRO DE 2003, COM PRAZO SUPERIOR A (UM) ANO, A PREÇO PRE- DETERMINADO.Contratos firmados anteriormente a 3 de outubro de 2003, com prazo superior a (um) ano, de construção por empreitada ou de fornecimento, a preço predeterminado, de bens ou serviços, terão suas receitas tributadas pelo PIS/PASEP na modalidade cumulativa. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 0.637, de 30 de dezembro de 2002, arts. º e 2º; Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, arts. 5,V, e 0, XI, e Instrução Normativa SRF nº 468, de 8 de novembro de Nº ASSUNTO: Imposto sobre a Renda de Pessoa Física - IRPF EMENTA: INDENIZAÇÃO EM RAZÃO DE ROUBO DE VEÍ- CULO. NÃO-INCIDÊNCIA DO IMPOSTO SOBRE GANHO DE CAPITAL. DECLARAÇÃO DO VALOR NA DIRPFNão é considerado ganho de capital o valor decorrente de indenização por liqüidação de roubo relativo ao veículo assegurado, devendo referido valor ser declarado no quadro "Rendimentos Isentos e Não-Tributáveis", na linha "Outros Rendimentos do Titular". DISPOSITIVOS LEGAIS: RIR/999, art. 20, inciso II; e Manual de Preenchimento da Declaração de Ajuste Anual - IRPF/2004. ASSUNTO: Imposto sobre a Renda de Pessoa Física - IRPF EMENTA: GANHO DE CAPITAL - VENDA A PRAZO - DIFE- RIMENTO DO PAGAMENTO DO IMPOSTO Para fins de pagamento do ganho de capital nas operações de compra e venda de imóveis a prazo, ainda que a liquidação seja efetuada emparcelas, a apuração do ganho de capital total deve efetuar-se no mês da alienação, como se a venda fosse efetuada à vista, e o imposto deve ser pago periodicamente, na proporção da parcela do preço recebida, até o último dia útil do mês subseqüente ao do recebimento. DISPOSITIVOS LEGAIS: IN SRF n.º 84, d 200, art. 2.º, único; art. 3.º, I; art. 9, I e IV, 3.º e 4.º; art. 3, único, I e II. Nº ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: retenção na fonte.não está sujeita à retenção na fonte da contribuição para o PIS a remuneração de serviços prestados por pessoas jurídicas operadoras de plano de saúde e por cooperativas de serviços médicos. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 0.833/2003, art.30; IN SRF n.º 459/2004, art. º, 2º, inc. IV; Dec /999, art. 647; Parecer CST n.º 8/86. ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: retenção na fonte.não está sujeita à retenção na fonte da COFINS a remuneração de serviços prestados por pessoas jurídicas operadoras de plano de saúde e por cooperativas de serviços médicos. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 0.833/2003, art.30; IN SRF n.º 459/2004, art. º, 2º, inc. IV; Dec /999, art. 647; Parecer CST n.º 8/86. ASSUNTO: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL EMENTA: retenção na fonte.não está sujeita à retenção na fonte da COFINS a remuneração de serviços prestados por pessoas jurídicas operadoras de plano de saúde e por cooperativas de serviços médicos. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n.º 0.833/2003, art.30; IN SRF n.º 459/2004, art. º, 2º, inc. IV; Dec /999, art. 647; Parecer CST n.º 8/86. Nº ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: FATURAMENTO. BASE DE CÁLCULO. HIPÓTESES DE EXCLUSÕES DA RECEITA BRUTA.As parcelas integrantes da receita bruta, para fins de recolhimento da contribuição para o PIS, são todas as receitas auferidas pela pessoa jurídica, sendo irrelevantes o tipo de atividade por ela exercida e a classificação contábil adotada para as receitas. Outrossim, não é possível excluir-se da receita bruta os valores que, computados como receita, tenham sido transferidos para outra pessoa jurídica. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 9.78/998, arts. 2º, 3º e 7; Lei nº 9.75/998, arts. 2º e 3º; Medida Provisória nº /200; AD SRF nº 56/2000; Lei nº 0.637/2002 ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: FATURAMENTO. BASE DE CÁLCULO. HIPÓTESES DE EXCLUSÕES DA RECEITA BRUTA.As parcelas integrantes da receita bruta, para fins de recolhimento da Cofins, são todas as receitas auferidas pela pessoa jurídica, sendo irrelevantes o tipo de atividade por ela exercida e a classificação contábil adotada para as receitas. Outrossim, não é possível excluir-se da receita bruta os valores que, computados como receita, tenham sido transferidos para outra pessoa jurídica. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei Complementar nº 70/99; Lei nº 9.78/998, arts. 2º, 3º e 7; Medida Provisória nº /200; AD SRF nº 56/2000; Lei nº 0.833/2003 Nº ASSUNTO: Imposto sobre a Renda de Pessoa Física - IRPF EMENTA: RENDIMENTOS TRIBUTÁVEIS. RENDIMENTOS RE- CEBIDOS ACUMULADA-MENTE EM DECORRÊNCIA DE DE- CISÃO JUDICIAL. IRRF. INSS. FUNDO NACIONAL DE DESEN- VOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO. Os rendimentos recebidos acumuladamente, em decorrência de decisão judicial na área trabalhista, devem ser tributados, na Declaração de Ajuste Anual, em sua totalidade, inclusive os valores referentes ao INSS, IRRF e Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, podendo ser deduzido, para fins de determinação da base de cálculo sujeita à incidência do imposto, o valor das despesas com ação judicial necessárias ao recebimento dos rendimentos, inclusive com advogados, se tiverem sido pagas pelo contribuinte, e sem indenização. DISPOSITIVOS LEGAIS: RIR/99, arts. 640, único; 78,.º, e 2.º e 3.º; e Manual de Preenchimento da DIRPF/2004, fls. 22 Nº ASSUNTO: Outros Tributos ou Contribuições EMENTA: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS SOBRE A IMPORTAÇÃO. PERIÓDICOS. INCIDÊNCIA. VALORAÇÃO. VENDAS EM CON- SIGNAÇÃO. SERVIÇO DE DISTRIBUIÇÃO. PERIÓDICOS PA- GOS E GRATUITOS.A importação de periódicos está sujeita à exigência das contribuições sociais de que trata a Lei 0.865/2004.No caso de importação em consignação para venda a consumidores brasileiros, a valoração deve compreender o valor ajustado entre as partes, ou seja, o preço de capa diminuído do desconto oferecidopelo editor ou produtor para viabilizar a comercialização no País.No caso de importação para a simples entrega a assinantes de periódicos de assinatura paga, a base de cálculo deve compreender o valor da assinatura dividido pelo número de edições que a integram.na hipótese de importação para simples entrega a assinante de periódicos de assinatura gratuita, a valoração pode basear-se nos custos de produção gráfica praticados no País levando em conta as características materiais do periódico,adicionados do frete e seguro. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei 0.865/2004, arts. 3º, 5º, 7º e 8º; Acordo de Valoração Aduaneira (Decreto.355/994), arts. º a 7º; Regulamento Aduaneiro/2002, art. 77. SÉRGIO MARTINS FILHO Chefe SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 587, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2004 ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: A isenção do PIS/Pasep prevista no art. 4 da Medida Provisória nº , de 2000, atual Medida Provisória nº , de 200, quando se tratar de vendas realizadas para empresas estabelecidas na Zona Franca de Manaus, aplica-se somente para os fatos geradores ocorridos a partir do dia 8 de dezembro de 2000, e, exclusivamente, sobre às receitas de vendas enquadradas nas hipóteses previstas nos incisos IV, VI, VIII e IX, do referido artigo.ressalvados, portanto, os casos expressamente previstos nessa legislação, permanece a incidência da Cofins sobre as demais receitas de vendas a empresas estabelecidas na ZFM, independente de sua destinação ou finalidade. Entretanto com inclusão do artigo 5ºA, na Lei nº 0.637, de 2002, mercê da Lei nº 0.684, de 2003, passaram a gozar da isenção dessa contribuição (e também da Cofins) as receitas decorrentes da comercialização de matérias primas, produtos intermediários e embalagens, produzidos na ZFM, dentro das normas aprovadas pela SUFRAMA, a partir de Essa situação perdurou até , quando a isenção foi convertida em alíquota reduzida a zero em operações desse gênero, conforme o disposto na lei nº 0.865, de E isso vigorou até , quando, pelo veto ao art.5ºa da Lei nº 0.637, de 2002, pelo art. 4º da lei nº 0.925, de , foi retirado o benefício, voltando a haver a incidência de tal contribuição nesses casos, excetuando-se para as importações efetuadas por aquelas empresas lá situadas nas condições previstas no último dispositivo legal, em relação às contribuições objeto do art. º da Lei nº 0.865, de 2004 DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 7.74, de 988; Lei nº 9.004, de 995; Medida Provisória nº.22, de 995, e reedições, atual Lei nº 9.75, de 995; art. 4 da Medida Provisória nº.858-6, de 999, e reedições, e da Medida Provisória nº , de 2000, atual Medida Provisória nº , de 200; Medida liminar deferida pelo STF, na ADIn nº ; e Parecer/PGFN/CAT/Nº.769, de Lei 0.637, de 2002; Lei 0.684, de 2003 (art.25); Lei nº 0.865, de 2004 (art. º, 4-A e 37); Leinº 0.925, de 2004 (art. 4º e 6º). ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: A isenção da Cofins prevista no art. 4 da Medida Provisória nº , de 2000, atual Medida Provisória nº , de 200, quando se tratar de vendas realizadas para empresas estabelecidas na Zona Franca de Manaus, aplica-se, exclusivamente, às receitas de vendas enquadradas nas hipóteses previstas nos incisos IV, VI, VIII e IX, do referido artigo. A isenção da Cofins não alcança os fatos geradores ocorridos entre º de fevereiro de 999 e 7 de dezembro de 2000, período em que produziu efeitos a vedação contida no inciso I do 2º do art. 4 da Medida Provisória nº.858-6, de 999, e reedições, (atual Medida Provisória nº , de 200). Ressalvados, portanto, os casos expressamente previstos nessa legislação, permanece a incidência da Cofins sobre as demais receitas de vendas a empresas estabelecidas na ZFM, independente de sua destinação ou finalidade. Entretanto com inclusão do artigo 5ºA, na Lei nº 0.637, de 2002, mercê da Lei nº 0.684, de 2003, passaram a gozar da isenção dessa contribuição (e também PIS/PASEP) as receitas especificamente decorrentes da comercialização de matérias primas, produtos intermediários e embalagens, produzidos na ZFM, dentro das normas aprovadas pela SUFRAMA, a partir de Essa situação perdurou até , quando a isenção foi convertida em alíquota reduzida a zero em operações desse gênero, conforme o disposto na lei nº 0.865, de E isso vigorou até , quando, pelo veto ao art.5ºa da Lei nº 0.637, de 2002, pelo art. 4º da lei nº 0.925, de , foi retirado o benefício, voltando a haver a incidência de tal contribuição nesses casos, excetuando-se para as importações efetuadas por aquelas pessoas jurídicas lá situadas, nas condições previstas no último dispositivo legal, em relação às contribuições objeto do art. º da Lei nº 0.865, de DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei Complementar nº 70, de 99; Lei Complementar nº 85, de 996; art. 4 da Medida Provisória nº.858-6, de 999, e reedições, e da Medida Provisória nº , de 2000, atual Medida Provisória nº , de 200; Medida liminar deferida pelo STF, na ADIn nº ; e Parecer/PGFN/CAT/Nº.769, de Lei 0.637, de 2002; Lei 0.684, de 2003 (art.25); Lei nº 0.865, de 2004 (arts. 4-A e 37); Lei nº 0.925, de 2004 (arts. 4º e 6º) SÉRGIO MARTINS FILHO Chefe

15 <!ID > RESOLUÇÃO Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN <!ID >ATO DECLARATÓRIO 8ª REGIÃO FISCAL EXECUTIVO Nº 6, DE 9 DE MARÇO DE 2005 Concede Regime Especial de Emissão de Documentos e Escrituração de Livros Fiscais, à empresa que menciona, e revoga os Atos Declaratórios nº , de 26 de março de 982 e nº , de 7 de outubro de 983. O SUPERINTENDENTE-ADJUNTO DA RECEITA FEDE- RAL EM SÃO PAULO, no uso da competência estabelecida no art. 5º da Instrução Normativa SRF nº 85, de de outubro de 200, publicada no DOU de 6/0/200, tendo em vista o Parecer da Diretoria Executiva da Administração Tributária da Secretaria de Estado dos Negócios da Fazenda do Governo do Estado de São Paulo no processo DRT- nº 00990/982, datado de 9/06/2002, e o que consta no processo nº / , declara: Art. º - Que a empresa SAINT GOBAIN VIDROS S.A., CNPJ (MF) Nº /000-44, I.E. nº , estabelecida na Avenida Santa Marina nº 482, 3º andar, Água Branca, São Paulo - SP, está autorizada a emitir o documento interno denominado Guia de Remessa para Depósito Fechado, para acompanhar seus produtos industrializados, matérias primas, produtos intermediários, material de embalagem, materiais de uso próprio e bens do ativo fixo, enviados ao estabelecimento filial CNPJ nº / , I.E. nº , situado na Av. Santa Marina nº 394, Água Branca, São Paulo - SP, doravante denominado Depósito Fechado. Art. 2º - Ao final de cada dia, o estabelecimento beneficiário deste Regime Especial emitirá uma Nota Fiscal englobando as remessas efetivamente realizadas durante o dia, mencionando os números do referido documento interno, e discriminando os produtos segundo a sua classificação fiscal. Art. 3º - A Guia de Remessa a que se refere o artigo º será impressa mediante prévia autorização do Fisco Estadual e emitida em 03 (três) vias, que terão a seguinte destinação: I - ª via, Depósito Fechado; II - 2ª via, Estabelecimento Depositante, e III - 3ª via, Permanecerá no bloco para exibição ao Fisco. Art. 4 - Os documentos fiscais emitidos em conformidade com este Regime Especial deverão conter a seguinte observação: DOCUMENTO AUTORIZADO POR REGIME ESPECIAL - PRO- CESSO DRT- n 00990/982 E ATO DECLARATÓRIO EXE- CUTIVO SRRF08 N 6/2005. Art. 5 - Aplicam-se aos documentos autorizados e previstos neste Regime Especial todas as disposições relativas à emissão, guarda e conservação de documentos fiscais, estabelecidas nos Regulamentos do ICMS e do IPI. Art. 6º - Este Regime Especial poderá ser estendido, mediante averbação, a outros estabelecimentos da interessada, de acordo com o disposto nos artigos 9º a 2 da IN SRF nº 85/200 e no art. 548 do Regulamento do ICMS. Art. 7º - Na hipótese de alteração de dados cadastrais (razão social, endereço, I.E ou CNPJ), a interessada deverá solicitar a alteração deste benefício, nos termos do artigo 550 do RICMS/9, sob pena de cessação imediata dos efeitos deste Ato Declaratório. Art. 8º - Na hipótese de superveniência de norma legal conflitante com os termos estabelecidos neste Ato, este benefício perderá automaticamente sua eficácia, podendo, no entanto, ser requerida a sua alteração. Art. 9º - O Regime Especial ora concedido não dispensa a interessada do cumprimento das demais obrigações, principal e acessórias, previstas na legislação do IPI e do ICMS, e poderá ser alterado ou cassado, a qualquer tempo, a critério do Fisco, de acordo com o disposto nos artigos 3 e 4 da Instrução Normativa SRF nº 85/200. Art. 0 - Ficam revogados os Atos Declaratórios nº , de 26 de março de 982 e nº , de 7 de outubro de 983, deixando de ter efeito qualquer averbação realizada com base nos referidos Atos. Art. - Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. GUILHERME ADOLFO DOS SANTOS MENDES DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DE FISCALIZAÇÃO EM SÃO PAULO DIVISÃO DE PROGRAMAÇÃO, AVALIAÇÃO E CONTROLE DA ATIVIDADE FISCAL <!ID >ATOS DECLARATÓRIOS EXECUTIVOS DE 9 DE MARÇO DE 2005 Inscreve contribuintes no Regime Especial destinado a estabelecimentos que realizem operações com papel destinado à impressão de livros jornais e periódicos. O CHEFE DA DIVISÃO DE PROGRAMAÇÃO, AVALIA- ÇÃO E CONTROLE DA ATIVIDADE FISCAL DA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DE FISCALIZAÇÃO EM SÃO PAULO, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 4º, da Portaria Defic/SPO nº, de 2 de janeiro de 2.005, publicado no Diário Oficial da União de 2 de janeiro de 2.005, considerando o disposto na IN- SRF 7, de 24 de agosto de 200, alterada pela IN-SRF 0 de 2 de dezembro de 200, declara: Nº 26 - Inscrito no Registro Especial de USUÁRIO DE PAPEL e IMPORTADOR DE PAPEL destinado à impressão de livros, jornais e periódicos, sob os números UP-0890/02 e IP-0890/42, o estabelecimento da empresa SEGMENTO RM EDITORES LTDA, inscrito no CNPJ sob número /000-05, localizado à Rua Cunha Gago nº 42 - conj Pinheiros - São Paulo - SP, de acordo com os autos do processo nº / Nº 27 - Inscrito no Registro Especial de USUÁRIO DE PAPEL, GRÁFICA e IMPORTADOR DE PAPEL destinado à impressão de livros, jornais e periódicos, sob os números UP-0890/03, GP- 0890/363 e IP-0890/422 o estabelecimento da empresa ARVATO DO BRASIL INDÚSTRIA E SERVIÇOS GRÁFICOS, LOGÍSTICA E DISTRIBUIDORA LTDA, inscrito no CNPJ sob número /000-32, localizado à Rua Dr. Edgard Theotônio Santana, nº 387- Pq Industrial - São Paulo-SP, de acordo com os autos do processo nº / Nº 28 - Inscrito no Registro Especial de USUÁRIO DE PAPEL e IMPORTADOR DE PAPEL destinado à impressão de livros, jornais e periódicos, sob os números UP-0890/04 e IP-0890/423, o estabelecimento da empresa EDITORA SIMA COMUNICAÇÕES LT- DA inscrito no CNPJ sob número /000-99, localizado à Rua Araguari, nº 772, sala 3 - Moema - São Paulo - SP, de acordo com os autos do processo nº / Os presentes Atos Declaratórios Executivos entram em vigor na data de sua publicação. <!ID >ATO DECLARATÓRIO JORGE ALBERTO PEREIRA DA SILVA EXECUTIVO Nº 29, DE 0 DE MARÇO DE 2005 Inscreve contribuinte no Regime Especial destinado a estabelecimento que realiza operação com papel destinado à impressão de livros, jornais e periódicos. O CHEFE DA DIVISÃO DE PROGRAMAÇÃO, AVALIA- ÇÃO E CONTROLE DA ATIVIDADE FISCAL DA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DE FISCALIZAÇÃO EM SÃO PAULO, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 4º, da Portaria Defic/SPO nº, de 2 de janeiro de 2.005, publicado no Diário Oficial da União de 2 de janeiro de 2.005, considerando o disposto na IN-SRF 7, de 24 de agosto de 200, alterada pela IN-SRF 0 de 2 de dezembro de 200 e, ainda, considerando os autos do processo /2004- declara: Art. º - Inscrito no Registro Especial de USUÁRIO DE PAPEL destinado à impressão de livros, jornais e periódicos, sob o número UP-0890/05, o estabelecimento da empresa ARKE CON- SULTORIA TURÍSTICA, EDUCACIONAL E EDITORA LTDA, inscrito no CNPJ sob número /000-27, localizado à Rua dos Donatários, nº 07 - Mooca - São Paulo - SP. Art. 2º - O presente Ato Declaratório Executivo entra em vigor na data de sua publicação. JORGE ALBERTO PEREIRA DA SILVA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM RIBEIRÃO PRETO <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 2, DE 0 DE MARÇO DE 2005 O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DE RIBEIRÃO PRETO-SP, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 227 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria nº 259, de 24/08/200, publicado no D.O.U. de 29/08/200, com fundamento nos artigos 24 e 25 da Instrução Normativa SRF Nº 90, de 9 de agosto de 2002, e tendo em vista o que consta no processo administrativo nº /2003-2, declara que fica cancelado de ofício a inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) sob nº , em nome de SERGIO MARTINS por ter sido atribuída mais de uma inscrição à mesma pessoa física. GLAUCO PETER ALVAREZ GUIMARAES 9ª REGIÃO FISCAL DIVISÃO DE ADMINISTRAÇÃO ADUANEIRA <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 9, DE DE MARÇO DE 2005 Inclusão no Registro de Ajudantes de Despachante Aduaneiro. O CHEFE DA DIVISÃO DE ADMINISTRAÇÃO ADUA- NEIRA DA 9ª REGIÃO FISCAL, no uso da competência delegada pela Portaria SRRF09 nº 97, de 9 de abril de 2000, publicada no Diário Oficial da União de 26 de abril de 2000, resolve: Art. º Incluir no Registro de Ajudantes de Despachante Aduaneiro as seguintes pessoas: Nº NOME CPF 9A CINTHIA ARAUJO BATISTA A MICHELE DOS PASSOS ANTONIO A JARDEL MARTINS DO CARMO A CRISTIANO RODRIGUES DE CHAVES A CLAUDIA CABRAL SOUZA A SIMONE PANDOLFI A ROBISON PROENSI CHAVES A EVERTON VILMAR SEVERINO A ROSANA BAIAO DOS PASSOS A ILSON ITAMAR DA SILVA A FERNANDA INTHURN A FERNANDO JORGE VIEIRA DE LIMA A MARION REGINA FERNANDES A MARIENE DIAS DA MAIA A LUIZ CORREA RIBEIRO A LEVI TORQUATO A ANDERSON ROBERTO DE OLIVEIRA GOMES A MARIA CRISTINA RAMOS A SERGIO DELGADO A SIRLENE ROCHA FERNANDES A FABIANA JESUS OLIVEIRA A PAULO CESAR TOBIAS A EDUARDO CESAR MARTINS A RAPHAEL GASPARINI KREZ Art. 2º Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. SÉRGIO ANTONIO LORENTE 0ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM PORTO ALEGRE <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 2, DE 9 DE MARÇO DE 2005 Declara anulados de ofício os atos de concessão de inscrição no CNPJ O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM PORTO ALEGRE - RS, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso II do art. 227 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF nº 259, de 24 de agosto de 200, publicada no DOU de 29 de agosto de 200, e tendo em vista, o disposto no art. 26, inciso I, parágrafo.º da IN SRF nº 200 de 3 de novembro de 2002, Declara anulados, de ofício, os atos de concessão de inscrição no CNPJ, por haver sido atribuído mais de um número de inscrição para a mesma pessoa jurídica, de acordo com o disposto no art. 26, inciso I da IN SRF nº 200/2002, das seguintes empresas: CNPJ / CONDOMÍNIO EDIFÍCIO RIO NEGRO CNPJ / ELTON DALVIT - ME CNPJ / RENTA LOCAÇÃO DE VEÍCU- LOS LTDA A anulação a que se refere este Ato Declaratório implicará o cancelamento da inscrição no CNPJ e será considerada como data de extinção a data em que a inscrição se tornou indevida. ADEMIR GOMES DE OLIVEIRA BANCO CENTRAL DO BRASIL N o , DE 0 DE MARÇO DE 2005 Dispõe sobre a aplicação de disponibilidades das empresas públicas e das sociedades de economia mista integrantes da Administração Federal Indireta. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 3 de dezembro de 964, torna público que o CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL, em sessão realizada em 24 de fevereiro de 2005, tendo em vista o disposto nos arts. 3º e 4º, alínea c, do Decreto-lei nº.290, de 3 de dezembro de 973, resolve: Art. º Fica reconhecida a situação de que trata o art. 4º, alínea c, do Decreto-lei nº.290, de 973, para efeito de aplicação das disponibilidades oriundas de receitas próprias das empresas públicas e das sociedades de economia mista, integrantes da Administração Federal Indireta, com a conseqüente alteração dos arts. 2º, 3º, 4º, 5º e 6º da Resolução 2.97, de 9 de dezembro de 200, que passam a vigorar com a seguinte redação: Art. 2º.... Parágrafo único. Os fundos referidos neste artigo são regidos, no que couber, pela regulamentação baixada pela Comissão de Valores Mobiliários relativamente aos fundos de investimento, devendo constar de sua denominação a expressão extramercado. (NR) Art. 3º A carteira de investimentos dos fundos de investimento extramercado, comuns ou exclusivos, deverá ser composta somente por: I - títulos de emissão do Tesouro Nacional, em percentual não inferior a 75% (setenta e cinco por cento), adquiridos de forma definitiva, sem compromisso de revenda; II - certificados e/ou recibos de depósito bancário de emissão de instituição integrante do conglomerado financeiro referido no art. º, em percentual não superior a 25% (vinte e cinco por cento).

16 <!ID > ATO <!ID > ATO <!ID > ATO <!ID57666-> CIRCULAR 6 ISSN º Atendidos os requisitos de composição estabelecidos neste artigo, os recursos remanescentes nos fundos de investimento extramercado, comuns ou exclusivos, podem ser destinados à realização de operações em mercados de derivativos, de operações compromissadas, lastreadas em títulos de emissão do Tesouro Nacional, ou mantidos em contas de depósitos à vista. 2º As operações em mercado de derivativos de que trata o º deste artigo somente estão autorizadas para os fundos de investimento extramercado exclusivos. 3º Dos recursos provenientes da colocação de certificados e/ou recibos de depósito bancário nas carteiras dos fundos referidos no artigo anterior, 70% (setenta por cento), no mínimo, devem ser aplicados em operações de crédito rural. (NR) Art. 4º... I - as aplicações devem estar representadas pelos ativos referidos no art. 3º, incisos I e II, observada a necessidade de manutenção dos recursos porventura remanescentes em operações compromissadas ou em conta de depósitos à vista em nome do fundo;...(nr) Art. 5º... I - as aplicações devem estar representadas pelos ativos referidos no art. 3º, incisos I e II, facultada a destinação de recursos para a realização de operações em mercados de derivativos, desde que com o objetivo precípuo de minimizar os riscos associados a descasamento de prazos e de indexadores entre os ativos do fundo e os passivos do condômino, de operações compromissadas ou para a manutenção de recursos em conta de depósitos à vista em nome do fundo;... (NR) Art. 6º Ficam o Banco Central do Brasil e a Comissão de Valores Mobiliários, nas suas respectivas áreas de competência, autorizados a adotar as medidas e a baixar as normas complementares que se fizerem necessárias à execução do disposto nesta Resolução. (NR) Art. 2º. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. HENRIQUE DE CAMPOS MEIRELLES Presidente do Banco N o -.090, DE DE MARÇO DE 2005 O PRESIDENTE DO BANCO CENTRAL DO BRASIL, no uso de suas atribuições, com base no artigo 0 da Lei 5.768, de , combinado com os artigos 5, inciso I, alíneas "a" e "b" e 6 da Lei 6.024, de , em razão do comprometimento patrimonial e financeiro da administradora e dos grupos de consórcio administrados; da verificação da prática de irregularidades, e considerando, ainda, a incapacidade demonstrada pelos sócios de aportar recursos necessários à recomposição patrimonial, conforme consta do Processo 00524, resolve: I - decretar a liquidação extrajudicial da ARARANGUAEN- SE ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS S/C LTDA. (CNPJ /000-98), com sede em Criciúma (SC); II - nomear liquidante, com amplos poderes de administração e liquidação, ODACIR PEREIRA DA SILVA, carteira de identidade SSP/PR e CPF ; III - indicar como termo legal da liquidação extrajudicial o dia 0 de janeiro de HENRIQUE DE CAMPOS MEIRELLES N o -.09, DE DE MARÇO DE 2005 O PRESIDENTE DO BANCO CENTRAL DO BRASIL, no uso de suas atribuições, com base no artigo 0 da Lei 5.768, de , combinado com os artigos 5, inciso I, alíneas "a" e "b" e 6 da Lei 6.024, de , em razão do comprometimento patrimonial e financeiro da administradora e dos grupos de consórcio administrados; da existência de graves violações às normas que regem a atividade de consórcio, e considerando, ainda, a incapacidade demonstrada pelos sócios de honrarem compromissos assumidos, conforme consta do Processo , resolve: I - decretar a liquidação extrajudicial da ADMINISTRA- DORA DE CONSÓRCIOS CURITIBA S/C LTDA. (CNPJ /000-88), com sede em Curitiba (PR); II - nomear liquidante, com amplos poderes de administração e liquidação, MANOEL SANTIAGO AGUIAR, carteira de identidade SSP/PR e CPF ; III - indicar como termo legal da liquidação extrajudicial o dia 0 de janeiro de HENRIQUE DE CAMPOS MEIRELLES N o -.092, DE DE MARÇO DE 2005 O Presidente do BANCO CENTRAL DO BRASIL, no uso de suas atribuições, com base no artigo 9, alínea "d", da Lei 6.024, de , em face da decretação da falência da sociedade, por sentença de , do MM Juiz de Direito da 4ª Vara Cível da Capital do Estado do Amazonas, publicada no Diário da Justiça daquele Estado, em , resolve: I - declarar cessada a liquidação extrajudicial a que foi submetido, pelo Ato PRESI.068, de , publicado no Diário Oficial da União de , o CONSÓRCIO UNIVOLKS LTDA. (CNPJ /000-53), com sede em Manaus (AM); II - dispensar JOSÉ CARLOS DE MIRANDA, carteira de identidade SSP/PA e CPF , das funções de liquidante. HENRIQUE DE CAMPOS MEIRELLES DIRETORIA COLEGIADA N o , DE 9 DE MARÇO DE 2005 Divulga o Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais, contemplando as operações em moeda nacional ou estrangeira realizadas entre pessoas físicas ou jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no País e pessoas físicas ou jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no exterior e dá outras providências. A Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil, em sessão realizada em 09 de março de 2005, com base nas Leis 4.3, de 3 de setembro de 962, arts. 0 e da 4.595, de 3 de dezembro de 964, art. 2 da 7.738, de 9 de março de 989, 7.766, de de maio de 989, 0.755, de 3 de novembro de 2003, na Medida Provisória 2.224, de 4 de setembro de 200 e nas Resoluções do Conselho Monetário Nacional e 3.266, ambas de 4 de março de 2005, e tendo em vista as disposições das Resoluções do Conselho Monetário Nacional.968, de 30 de setembro de 992, 2.04, de 3 de agosto de 994, 2., de 22 de setembro de 994, 2.337, de 28 de novembro de 996, 2.342, de 3 de dezembro de 996, de 27 de fevereiro de 997, 2.575, 7 de dezembro de 998, 2.644, de 0 de setembro de 999, 2.694, de 24 de fevereiro de 2000, de 9 de agosto de 2000, 2.90, de 3 de outubro de 200, 2.9, de 29 de novembro de 200, 3.203, de 7 de junho de 2004, de 3.23, 3.27, 3.28 e 3.29, de 30 de junho de 2004, 3.22, de 29 de julho de 2004, 3.250, de 6 de dezembro de 2004, 3.260, de 28 de janeiro de 2005, decidiu: Art. º Divulgar o Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI), contemplando: Título - o mercado de câmbio, abrangendo as operações de compra e de venda de moeda estrangeira, as transferências internacionais em reais e as operações envolvendo ouro-instrumento cambial, bem como as matérias necessárias ao seu regular funcionamento; Título 2 - os capitais brasileiros no exterior, contemplando os valores de qualquer natureza, os ativos em moeda, os bens e os direitos possuídos fora do território nacional por pessoas físicas e jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no Brasil; Título 3 - os capitais estrangeiros no País, tratando dos investimentos externos ingressados no Brasil e de outros recursos captados no exterior na forma da legislação e regulamentação em v i g o r. Art. 2º Qualquer alteração no Regulamento ora criado será processada por substituição das partes alteradas, de modo a mantê-lo integralmente atualizado. Art. 3 Esta Circular entra em vigor em 4 de março de 2005, quando fica extinta a Consolidação das Normas Cambiais (CNC) e revogadas: I - as Circulares:.402, de 29 de dezembro de 988;.500, de 22 de junho de 989;.504, de 30 de junho de 989;.533 e.534, de 5 de setembro de 989;.553, de de dezembro de 989;.563, de 5 de janeiro de 990;.566, de 22 de janeiro de 990;.569, de 30 de janeiro de 990;.578, de 2 de fevereiro de 990;.596, de 4 de março de 990;.936, de 5 de abril de 99; 2.05, de 3 de outubro de 99; 2.4, de 8 de janeiro de 992; 2.72, de 6 de maio de 992; 2.202, de 22 de julho de 992; 2.23, de 25 de setembro de 992; 2.237, de 30 de setembro de 992; 2.243, de 4 de outubro de 992; 2.244, 2 de outubro de 992; 2.249, de 3 de novembro de 992; 2.259, de 22 de dezembro de 992; 2.276, de de fevereiro de 993; 2.36, de 26 de maio de 993; 2.323, de 7 de junho de 993; 2.340, de 5 de julho de 993; 2.343, de 2 de julho de 993; 2.350, de 4 de agosto de 993; 2.370, de 7 de outubro de 993; 2.375, de 2 de outubro de 993; 2.393, de 22 de dezembro de 993; 2.399, de 2 de janeiro de 994; 2.40, de 2 de janeiro de 994; 2.42, de de março de 994; 2.49, de 29 de abril de 994; 2.434, de 30 de junho de 994; 2.472, de 3 de agosto de 994; e 2.479, de 2 de setembro de 994; 2.486, de 30 de setembro de 994; e 2.494, de 9 de outubro de 994; 2.53, de 28 de dezembro de 994; 2.539, de 25 de janeiro de 995; 2.548, de 9 de março de 995; 2.550, de 0 de março de 995; 2.553, de 30 de março de 995; e 2.567, de 27 de abril de 995; 2.590, de 2 de julho de 995; 2.597, de 3 de agosto de 995; 2.62, de 27 de setembro de 995; 2.632, de 6 de novembro de 995; e 2.639, de 22 de novembro de 995; 2.650, de 27 de dezembro de 995, 2.664, de 4 de fevereiro de 996; 2.675, de 29 de março de 996; 2.677, de 0 de abril de 996; 2.685, de 6 de maio de 996; 2.79, de 5 de setembro de 996; 2.735, de 9 de janeiro de 997; 2.763, de 25 de junho de 997; 2.792, de 2 de dezembro de 997; 2.89, de 29 de abril de 998; 2.825, de 24 de junho de 998; 2.836, de 8 de setembro de 998; 2.857, de 25 de janeiro de 999; 2.88, de 7 de abril de 999; 2.896, de 9 de junho de 999; 2.97 e 2.98, de de agosto de 999; 2.99, de 8 de agosto de 999; 2.926, de 8 de setembro de 999; e 2.945, de 2 de outubro de 999; 2.947, de 28 de outubro de 999; 2.955, de 5 de dezembro de 999; 2.967, de de fevereiro de 2000; 2.97, de 7 de março de 2000; 2.982, de 0 de maio de 2000; 3.03, de 23 de novembro de 2000; 3.05 e 3.06, de 6 de dezembro de 2000; 3.037, de 3 de maio de 200; 3.043, de 29 de junho de 200; 3.075, de 4 de janeiro de 2002; 3., 3.3 e 3.4, de 7 de abril de 2002; 3.58, de 23 de outubro de 2002; 3.60 de 30 de outubro de 2002; 3.87, de 6 de abril de 2003; 3.205, de 8 de setembro de 2003; 3.209, de 3 de outubro de 2003; 3.2, de 4 de dezembro de 2003; 3.227, de 8 de fevereiro de 2004; 3.23, de 2 de abril de 2004; 3.234, de 5 de abril de 2004; 3.24, de 7 de junho de 2004; e 3.243, de 23 de junho de 2004; 3.249, de 30 de julho de 2004; Nº 49, segunda-feira, 4 de março de , de 3 de agosto de 2004; 3.264, de 8 de dezembro de 2004; 3.268, de 6 de dezembro de 2004; 3.273, de 3 de janeiro de 2005; 3.277, de 23 de fevereiro de 2005; II - as Cartas-Circulares: 2, de 20 de fevereiro de 968;.960, de 4 de julho de 989;.975, de º de agosto de 989,.978, de 3 de agosto de 989,.982, de 4 de agosto de 989;.987, de 20 de agosto de 989;.990, de 29 de agosto de 989; 2.007, de 3 de outubro de 989; 2.04, de 26 de outubro de 989; 2.05, de 27 de outubro de 989; 2.08, de 3 de outubro de 989; 2.026, 6 de novembro de 989; 2.032, de 7 de novembro de 989; 2.035, de 7 de novembro de 989; 2.040, de 4 de dezembro de 989; 2.04, de 5 de dezembro de 989; 2.05, de 2 de fevereiro de 990; 2.62, de 30 de abril de 99; 2.86, de 6 de julho de 99; 2.93, de 2 de agosto de 99; 2.29, de de setembro de 99; 2.249, de 4 de janeiro de 992; 2.264, de 6 de março de 992; 2.357, de 2 de abril de 993; 2.38, de 3 de julho de 993; 2.388, de 30 de julho de 993; 2.395, de 0 de agosto de 993; 2.4, de º de outubro de 993; 2.445, de 2 de março de 994; 2.456, de 25 de maio de 994; 2.458, de 26 de maio de 994; 2.475, de de julho de 994; 2.477, de 3 de julho de 994; 2.520, de 22 de dezembro de 994; 2.556, de 3 de junho de 995; 2.557, de 29 de junho de 995; 2.563, de 27 de julho de 995; 2.570, de 23 de agosto de 995; 2.66, de 3 de fevereiro de 996; 2.69, de 4 de fevereiro de 996; 2.632, de 7 de março de 996; 2.639, de 9 de abril de 996; 2.654, de 7 de junho de 996; 2.682, de 2 de setembro de 996; 2.72, de 7 de janeiro de 997; 2.733, de 23 de abril de 997; 2.796, de 23 de abril de 998; 2.797, de 30 de abril de 998; 2.86, de 2 de setembro de 998; 2.87, de 22 de setembro de 998; 2.854, de 3 de maio de 999; 2.855, de 2 de junho de 999; 2.856, de 4 de junho de 999; 2.86, de 9 de julho de 999; 2.869, de 24 de agosto de 999; 2.877, de 22 de outubro de 999; 2.888, de 22 de dezembro de 999; 2.906, de 28 de março de 2000; 2.96 e 2.97, de 3 de junho de 2000; 2.934, de º setembro de 2000; 2.947, de 6 de dezembro de 2000; 2.948, de 7 de dezembro de 2000, 2.955, de 2 de fevereiro de 200; 2.957, de 22 de fevereiro de 200; 2.964, de º de junho de 200; 2.973, de 3 de agosto de 200; 2.978, e 2.980, de 20 de setembro de 200; 3.008, de 9 de abril de 2002; 3.08, de 22 de abril de 2002; 3.09, de 6 de maio de 2002; 3.035, de 2 de agosto de 2002; 3.049, de 22 de outubro 2002; e 3.054, de 7 de novembro de 2002; de 7 de janeiro de 2003; 3.088, de 27 de fevereiro de 2003; 3.03, de 2 de outubro de 2003; 3.2, de 9 de fevereiro de 2004; 3.3, de 3 de abril de 2004; 3.36, de 7 de maio de 2004; 3.37, de 28 de maio de 2004, 3.52, de 8 de dezembro de 2004; III - as Cartas-Circulares Decam: 4, de 23 de junho de 977; 5, de 30 de junho de 977; 29, de 30 de dezembro de 977; 5, de 25 de abril de 978; 55, de 5 de maio de 978; 62, de 6 de junho de 978; 8, de 30 de novembro de 978; 87, de 2 de dezembro de 978; IV - as Cartas-Circulares Gecam: 0, de 0 de julho de 969; 7, de 28 de agosto de 969; 53, de 2 de junho de 970; 59, de 25 de junho de 970; 65, de 28 de julho de 970; 68, de 20 de agosto de 970; 75, de 2 de outubro de 970; 79, de 7 de novembro de 970; 87, de 29 de dezembro de 970; 07, de 4 de abril de 97; 24 e 25, de 2 de agosto de 97; 50, de 4 de fevereiro de 972; 53, de 29 de fevereiro de 972; 35, de 3 de dezembro de 976, e 345, de 3 de maio de 977; V - as Circulares Ficam: 3, de 3 de maio de 965; 4, de º de junho de 965; 6, de 4 de junho de 965; 24 de 24 de junho de 965; 27, de 7 de julho de 965; 56 de 3 de novembro de 965; 72, de 20 de dezembro de 965 e 73, de 23 de dezembro de 965. ALEXANDRE SCHWARTSMAN Diretor ANEXO Introdução. O Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais - RMCCI foi instituído pela Circular 3.280, de , com os seguintes títulos: a) título - Mercado de Câmbio: abrange as operações de compra e de venda de moeda estrangeira, as transferências internacionais em reais e as operações envolvendo ouro-instrumento cambial, bem como as matérias necessárias ao seu regular funcionamento; b) título 2 - Capitais Brasileiros no Exterior: contempla os valores de qualquer natureza, os ativos em moeda, os bens e os direitos possuídos fora do território nacional por pessoas físicas e jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no Brasil; c) título 3 - Capitais Estrangeiros no País: trata dos investimentos externos ingressados no Brasil e de outros recursos captados no exterior na forma da legislação e regulamentação em vigor. 2. Os títulos são divididos em capítulos os quais podem estar divididos em seções e estas em subseções, conforme o caso. 3. Este Regulamento está disponível na página deste Banco Central na internet no endereço seguindo-se Câmbio e Capitais Estrangeiros, Legislação e Normas, RMCCI, observado que havendo qualquer divergência entre a forma apresentada na internet e aquela publicada no Diário Oficial da União - DOU, prevalece a do DOU. 4. Qualquer modificação no Regulamento será processada por substituição das partes alteradas, de modo a mantê-lo integralmente atualizado, ficando também disponíveis na internet as versões anteriores à alteração.

17 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN Índice do Regulamento TÍTULO NÚMERO Mercado de Câmbio Capitais Brasileiros no Exterior 2 Capitais Estrangeiros no País 3 Índice do Título CAPÍTULO NÚMERO Disposições Gerais Agentes do Mercado 2 Contrato de Câmbio 3 Disposições Preliminares - Celebração e Registro no Sisbacen - 2 Adiantamento sobre Contrato de Câmbio - 3 Alteração - 4 Liquidação - 5 Cancelamento ou Baixa - 6 Encargo Financeiro - 7 Operações Interbancárias no País e Instituições Financeiras no País e no Exterior Operações Interbancárias no País - Operações Interbancárias Eletrônicas no País - 2 Operações com Instituições no Exterior - 3 Posição de Câmbio e Limite Operacional 5 Posição de Câmbio - Limite Operacional - 2 Documentação das operações e cadastramento de clientes 6 Acompanhamento das Operações 7 Codificação das Operações de Câmbio 8 Disposições Gerais - Natureza de Operação - 2 Relação de Vínculo - 3 Forma de Entrega da Moeda Estrangeira - 4 Transferências Financeiras 9 Disposições Gerais - Frete Internacional - 2 Seguros - 3 Remessas Governamentais - 4 Compromissos no Mercado Interno - 5 Viagens Internacionais, Cartão de Crédito Internacional e Transferências Postais 0 Viagens Internacionais - Cartão de Crédito Internacional - 2 Transferências Postais - 3 Serviços Turísticos - 4 Exportação Disposições Gerais - Contratação de Câmbio - 2 Comprovação da Cobertura Cambial e Vinculação de Contratos de Câmbio -3 Recebimento Antecipado - 4 Comissão de Agente - 5 Posição Especial - 6 Cancelamento de Contrato de Câmbio - 7 Baixa de Contrato de Câmbio - 8 Câmbio Simplificado - 9 Exportações Financiadas - 0 Importação 2 Disposições Gerais - Contratação de Câmbio - 2 Alteração, Prorrogação, Cancelamento e Baixa de Contrato de Câmbio - 3 Liquidação de Contrato de Câmbio - 4 Pagamento Antecipado - 5 Pagamento à Vista - 6 Comissão de Agente - 7 Pagamento de Juros sobre Importações Financiadas até 360 dias Abertura e Negociação de Cartas de Crédito - 9 Vinculação entre Declarações de Importação e Contratos de Câmbio - 0 Pagamento de Importações em Reais - Câmbio Simplificado - 2 Multa sobre Operações de Importação - 3 Contas de Domiciliados no Exterior em Moeda Nacional e Transferências Internacionais em Reais Disposições Gerais - Movimentações - 2 Conta em Moeda Estrangeira 4 Disposições Gerais - Contas de Movimentação Restrita de Agências de Turismo e Prestadores de Serviços Turísticos - 2 Embaixadas, Legações Estrangeiras e Organismos Internacionais - 3 Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos - ECT - 4 Empresas Administradoras de Cartão de Crédito Internacional - 5 Empresas Encarregadas da Implementação e Desenvolvimento de Projetos do Setor Energético - 6 Estrangeiros Transitoriamente no País e Brasileiros Residentes no Exterior - 7 Sociedades Seguradoras, Resseguradoras e Corretoras de Resseguro - 8 Transportadores Residentes, Domiciliados ou com sede no Exterior - 9 Agentes Autorizados a Operar no Mercado de Câmbio - 0 Operações com Ouro 5 Países com Disposições Cambiais Especiais 6 Disposições Gerais - Afeganistão - 2 Cuba - 3 Hungria - 4 Iraque - 5 Libéria - 6 Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos (CCR) 7 Disposições Gerais - Definições - 2 Autorização para Operar no Sistema - 3 Garantias Oferecidas pelo Sistema - 4 Instrumentos de Pagamento Admissíveis - 5 Pagamentos do Banco Central do Brasil - 6 Recolhimentos ao Banco Central do Brasil - 7 Registros e Compensação Diária - 8 Desconto de Títulos - 9 Aceite Bancário Latino-Americano - 0 ANEXO NÚMERO Modelo de contrato de câmbio de compra tipo Modelo de contrato de câmbio de venda tipo 2 2 Modelo de contrato de câmbio de compra tipo 3 3 Modelo de contrato de câmbio de venda tipo 4 4 Modelo de contrato de câmbio de compra tipo 5 5 Modelo de contrato de câmbio de venda tipo 6 6 Modelo de contrato de câmbio de compra tipo 7 7 Modelo de contrato de câmbio de venda tipo 8 8 Modelo de contrato de câmbio de compra tipo 9.9 Modelo de contrato de câmbio de venda tipo 0 0 Modelo de boleto de compra e venda Encargo financeiro - modelo de comunicação ao síndico da massa falida. 2 Encargo financeiro - modelo de cobrança do banco 3 sob intervenção ou em liquidação extrajudicial Modelo de comunicação do banco sob intervenção ou 4 em liquidação extrajudicial Ajuste Brasil / Hungria - Modelo de carta apresentando o resumo e a apuração dos valores líquidos a 5 pagar e/ou a receber Ajuste Brasil / Hungria - Modelo de declaração de 6 reembolso devido ao Banco Central do Brasil relativo a operações de venda de câmbio Ajuste Brasil / Hungria - Modelo de solicitação de 7 reembolso CCR - Modelo de carta para adesão ao Convênio 8 CCR - Desconto de títulos 9 CCR - Numeração dos instrumentos 20 CCR - Descrição do fluxo de exportação através do 2 Convênio CCR - Descrição do fluxo de importação através de 22 Convênio CCR - Modelo de comunicação sobre "operação triangular" 23 CCR - Modelo de Aceite Bancário Latino-Americano 24 3 CAPÍTULO : - Disposições Gerais. O presente título trata das disposições normativas e dos procedimentos relativos ao mercado de câmbio instituído pela Resolução 3.265, de As disposições deste título aplicam-se às operações realizadas no mercado de câmbio, que engloba as operações de compra e de venda de moeda estrangeira, as operações em moeda nacional entre residentes, domiciliados ou com sede no País e residentes, domiciliados ou com sede no exterior e as operações com ouro - instrumento cambial, realizadas por intermédio das instituições autorizadas a operar no mercado de câmbio pelo Banco Central do Brasil. 3. As pessoas físicas e as pessoas jurídicas podem comprar e vender moeda estrangeira ou realizar transferências internacionais em reais, de qualquer natureza, sem limitação de valor, na forma estabelecida neste Regulamento, observada a legalidade da transação, inclusive de ordem tributária, tendo como base a fundamentação econômica das operações e as responsabilidades definidas na respectiva documentação. 4. O disposto no item anterior se aplica inclusive às compras e vendas de moeda estrangeira relacionadas às operações de "back to back". 5. Incluem-se, ainda, no disposto do item 3 acima as compras e vendas de moeda estrangeira, por pessoas físicas ou jurídicas, residentes, domiciliadas ou com sede no País, em banco autorizado a operar no mercado de câmbio para fins de constituição de disponibilidades no exterior e do seu retorno. 6. As aplicações no exterior no mercado de capitais e de derivativos pelas pessoas físicas ou jurídicas em geral, bem como quaisquer aplicações no exterior por instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e fundos de qualquer natureza, devem observar a regulamentação específica. 7. Devem ser observadas as disposições específicas de cada operação, tratadas em títulos próprios deste Regulamento, ressaltando-se que a realização de transferências do e para o exterior está condicionada, ainda, ao cumprimento e à observância da legislação e da regulamentação sobre o assunto, inclusive de outros órgãos governamentais. 8. As transferências de recursos de que trata este Regulamento implicam para o cliente, na forma da lei, a assunção da responsabilidade pela legitimidade da documentação apresentada ao agente autorizado a operar no mercado de câmbio. 9. É facultada a liquidação, no mercado de câmbio, em moeda estrangeira equivalente, de compromissos em moeda nacional, de qualquer natureza, firmados entre pessoas físicas ou jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no País e pessoas físicas ou jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no exterior, mediante apresentação da documentação pertinente. 0. A realização de operações destinadas à proteção contra o risco de variações de taxas de juros, de paridades entre moedas estrangeiras e de preços de mercadorias no mercado internacional deve observar o estabelecido em regulamentação específica, que se encontra disponível na página do Banco Central do Brasil na internet ( Além do contido no item anterior, as disposições deste Regulamento não abrangem transferências relacionadas a derivativos. 2. É permitido ao remetente dos recursos ao exterior domiciliado no País honrar seu compromisso: a) em moeda estrangeira, mediante operação de câmbio; b) em moeda nacional, mediante crédito à conta corrente titulada pela pessoa física ou jurídica residente, domiciliada ou com sede no exterior, aberta e movimentada no País nos termos da legislação e regulamentação em vigor. 3. As operações de que trata o presente Regulamento são realizadas exclusivamente por meio de agentes de mercado devidamente autorizados pelo Banco Central do Brasil para tal finalidade, conforme definido no capítulo 2 deste título. 4. Para efeitos deste Regulamento, as referências à compra e à venda de moeda estrangeira significam que o agente autorizado a operar em câmbio é o comprador ou o vendedor, respectivamente. 5. Os pagamentos ao e os recebimentos do exterior devem ser efetuados, como regra geral, por meio de transferência bancária ou por outra forma especificamente prevista na legislação e neste Regulamento. 6. As ordens de pagamento recebidas do exterior devem ser negociadas no prazo máximo de noventa dias a contar da data em que os recursos se tornaram disponíveis para o pagamento, após o qual deve ser cancelada e devolvida ao remetente, com exceção das ordens de pagamento referentes a exportações de mercadorias ou de serviços, para as quais não há prazo para devolução, faculdade essa que não elide a responsabilidade de cobertura cambial prevista neste Regulamento. 7. É vedado o parcelamento de ordem de pagamento recebida do exterior, observado que: a) representa parcelamento a liquidação, em datas diversas, de uma ordem de pagamento destinada a um mesmo beneficiário no mesmo banco; b) não representa parcelamento a transferência de parte de uma ordem de pagamento a favor de diversos beneficiários, inclusive para outra instituição, desde que a transferência ou a liquidação pelo valor total destinado a cada um dos beneficiários ocorra em uma única data. 8. As ordens de pagamento não cumpridas no exterior devem ser objeto de contratação de câmbio com o tomador original da ordem, utilizando-se a mesma classificação cambial da transferência ao exterior, com utilização de código de grupo específico.

18 8 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de As operações de câmbio são formalizadas por meio de contrato de câmbio a partir dos dados registrados no Sisbacen, consoante o disposto na seção 2 do capítulo A taxa de câmbio é livremente pactuada entre os agentes autorizados a operar em câmbio ou entre estes e seus clientes, podendo as operações de câmbio ser contratadas para liquidação pronta ou futura e, no caso de operações interbancárias, a termo, observado que as operações para: a) liquidação pronta ou futura, a taxa de câmbio deve refletir exclusivamente o preço da moeda negociada para a data da contratação da operação de câmbio, sendo facultada nas operações para liquidação futura a pactuação de prêmio ou bonificação; b) liquidação a termo, a taxa de câmbio é livremente pactuada entre as partes e deve espelhar o preço negociado da moeda estrangeira para a data da liquidação da operação de câmbio. 2. O pagamento de prêmio ou de bonificação nas operações para liquidação futura deve estar consignado em campo próprio do contrato de câmbio e indicado quando do registro da operação no Sisbacen, observado que: a) quando prefixado, deve ser expresso em percentual ao mês; b) quando pós-fixado, as condições pactuadas devem estar no campo "Outras Especificações", inclusive o percentual da operação objeto de prêmio ou bonificação; c) a incidência é limitada ao período compreendido entre a data da contratação do câmbio e a data da ocorrência do evento determinante do vencimento legal do contrato de câmbio, não podendo ultrapassar a data de sua efetiva liquidação. 22. Sujeita-se às penalidades e demais sanções previstas na legislação e regulamentação em vigor, a compra ou a venda de moeda estrangeira a taxas que se situem em patamares destoantes daqueles praticados pelo mercado ou que possam configurar evasão cambial e formação artificial ou manipulação de preços. 23. Para determinação da equivalência em dólares dos Estados Unidos das operações de câmbio cursadas em outras moedas estrangeiras deve ser utilizada a correlação paritária mais recentemente disponível, na data do evento, no Sisbacen, transação PTAX800, opção. 24. Os agentes autorizados a operar no mercado de câmbio, bem como as empresas que administram cartões de crédito ou de débito de uso internacional e aquelas que realizam transferências financeiras postais internacionais devem atuar no sentido do cumprimento da legislação e regulamentação que disciplinam as respectivas matérias. 25. Devem os agentes autorizados a operar no mercado de câmbio observar as regras para a perfeita identificação dos seus clientes, bem como verificar as responsabilidades das partes envolvidas e a legalidade das operações efetuadas. 26. Na operação de venda de moeda estrangeira, o contravalor em moeda nacional deve ser levado a débito de conta titulada pelo comprador ou pago com cheque de sua emissão, nominativo ao agente autorizado vendedor, cruzado e não endossável. 27. Na operação de compra de moeda estrangeira o contravalor em moeda nacional deve ser creditado em conta titulada pelo vendedor ou entregue por meio de cheque, emitido pelo agente autorizado a operar no mercado de câmbio, nominativo ao vendedor da moeda estrangeira, cruzado e não endossável. 28. Excetuam-se do disposto nos itens 26 e 27 as compras e as vendas de moeda estrangeira, cujo contravalor em moeda nacional não ultrapasse R$ 0.000,00 (dez mil reais), por cliente, podendo nessa situação ser aceito o pagamento ou o recebimento dos reais em espécie ou cheque. 29. Excetuam-se também do disposto no item 26 as operações de câmbio simplificado de importação e as relativas a pagamento de encomendas internacionais, quando realizadas por intermediário ou representante, que devem observar o disposto em seção específica deste Regulamento. 30. Nas operações em que for exigida a realização de pagamento antecipado ao exterior, caso não venha a se concretizar a operação que respaldou a transferência, o comprador da moeda estrangeira deve providenciar o retorno ao País dos recursos correspondentes, utilizando-se a mesma classificação da transferência ao exterior, quando do efetivo ingresso dos recursos, com utilização de código de grupo específico. 3. Não são admitidos fracionamentos de contratos de câmbio para fins de utilização de prerrogativa especialmente concedida nos termos deste regulamento. 32. As instituições integrantes do sistema financeiro nacional podem converter câmbio manual em sacado e câmbio sacado em manual com instituições financeiras do exterior. 33. Por solicitação das instituições financeiras autorizadas a operar no mercado de câmbio, o Banco Central do Brasil pode, a seu critério, transformar câmbio manual em sacado ou vice-versa, bem como realizar operações de arbitragem. 34. É facultativa a interveniência de sociedades corretoras quando da contratação de operações de câmbio de qualquer natureza, independentemente do valor da operação, sendo livremente pactuado entre as partes o valor da corretagem. CAPÍTULO : 2 - Agentes do Mercado. As autorizações para a prática de operações no mercado de câmbio podem ser concedidas a critério exclusivo do Banco Central do Brasil a bancos comerciais, bancos múltiplos, bancos de investimento, bancos de desenvolvimento, caixas econômicas, sociedades de crédito, financiamento e investimento, sociedades corretoras de câmbio ou de títulos e valores mobiliários, sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários, agências de turismo e aos meios de hospedagem de turismo, ficando automaticamente autorizados a operar no mercado de câmbio os agentes que na data de publicação deste Regulamento estejam autorizados/credenciados a operar nos Mercados de Câmbio de Taxas Livres e de Taxas Flutuantes. 2. Está prevista em capítulo próprio deste título a utilização de cartões de crédito e de débito de uso internacional, bem como a realização de transferências financeiras postais internacionais, incluindo vale postal e reembolso postal internacional. 3. Os agentes do mercado de câmbio podem realizar as seguintes operações: a) bancos, exceto de desenvolvimento: todas as previstas neste Regulamento; b) bancos de desenvolvimento e caixas econômicas: operações específicas autorizadas; c) sociedades de crédito, financiamento e investimento, sociedades corretoras de câmbio e de títulos e valores mobiliários e sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários: compra ou venda a clientes de moeda em espécie, cheques e cheques de viagem, operações no mercado interbancário, arbitragens no País e, por meio de banco autorizado a operar no mercado de câmbio, arbitragem com o exterior; d) agências de turismo: compra ou venda de moeda em espécie, cheques e cheques de viagens relativas a viagens internacionais; e) meios de hospedagem de turismo: exclusivamente compra a clientes de moeda estrangeira em espécie, cheques e cheques de viagem. 4. Para ser autorizada a operar em câmbio, a instituição integrante do Sistema Financeiro Nacional deve: a) possuir capital realizado e patrimônio de referência não inferiores aos níveis estabelecidos pela regulamentação específica, mantendo-os atualizados enquanto vigorar a autorização concedida pelo Banco Central do Brasil; b) designar, entre os administradores homologados pelo Banco Central do Brasil, o responsável pelas operações relacionadas ao mercado de câmbio. 5. Os critérios para autorização de agências de turismo e meios de hospedagem de turismo, inclusive a abertura de novos postos, permanentes ou provisórios, para operar no mercado de câmbio, serão divulgados oportunamente. 6. Pode a autorização para operar em câmbio ser suspensa pelo Banco Central do Brasil na hipótese de não ser realizada operação de câmbio por período superior a cento e oitenta dias. 7. Os agentes autorizados a operar em câmbio podem abrir postos permanentes ou provisórios para realizar operações de câmbio manual. 8. Mediante prévia anuência do Banco Central do Brasil, podem ser conduzidas operações de câmbio por instituição não autorizada diretamente pelo Banco Central do Brasil, atuando esta como mandatária de agente autorizado com o qual tenha celebrado convênio específico para tal, observado que: a) a responsabilidade pelo cumprimento das normas é sempre do agente autorizado, incorporando o movimento do posto à sua escrita contábil até o 2 dia útil seguinte ao da negociação da moeda estrangeira; b) o convênio deve ser firmado com instituição passível de autorização para operar no mercado de câmbio. 9. Para os efeitos do item anterior, deve ser encaminhada solicitação ao Banco Central do Brasil, com antecedência mínima de dez dias úteis do início das operações, acompanhada de cópia do respectivo convênio. 0. É livre o horário de funcionamento das agências de turismo e dos meios de hospedagem de turismo para realização de operações de câmbio, sendo que os demais agentes autorizados devem respeitar os normativos que regem os horários de seu funcionamento.. Dos atos constitutivos das agências de turismo e meios de hospedagem de turismo autorizados a operar em câmbio deve constar como uma de suas finalidades a prática de operações de câmbio. CAPÍTULO : 3 - Contrato de Câmbio SEÇÃO : - Disposições Preliminares. Contrato de câmbio é o instrumento específico firmado entre o vendedor e o comprador de moeda estrangeira, no qual são estabelecidas as características e as condições sob as quais se realiza a operação de câmbio. 2. As operações de câmbio são registradas no Sisbacen, de acordo com o disposto na seção 2 deste capítulo. 3. A formalização das operações de câmbio deve seguir os modelos que constituem os anexos a 0 deste título. 4. Na formalização de operações de câmbio relativas a viagens internacionais, transferências unilaterais, serviços governamentais e serviços diversos, exceto exportações de serviços e aquelas sujeitas a registro no Banco Central do Brasil, pode ser utilizado, alternativamente, o modelo de contrato de câmbio simplificado, na forma de boleto, do qual devem constar no mínimo, além das assinaturas do comprador e do vendedor da moeda estrangeira, as informações previstas no anexo deste título, podendo as características de impressão ser adaptadas pela instituição autorizada, sem necessidade de pré - via anuência do Banco Central do Brasil. 5. Relativamente à assinatura dos contratos de câmbio: a) o Banco Central do Brasil somente reconhece como válida a assinatura digital dos contratos de câmbio por meio de utilização de certificados digitais emitidos no âmbito da Infra-Estrutura de Chaves Públicas (ICP- Brasil), devendo os certificados ser utilizados somente após a numeração da operação pelo Sisbacen, sendo responsabilidade do agente interveniente a verificação da utilização adequada da certificação digital por parte do cliente na operação, incluindo-se a alçada dos demais signatários e a validade dos certificados digitais envolvidos; b) no caso de assinatura manual, a mesma é aposta após a impressão do contrato de câmbio, efetuada depois de numerada a operação pelo Sisbacen, em pelo menos duas vias originais, destinadas ao comprador e ao vendedor da moeda estrangeira. 6. No caso de certificação digital no âmbito da ICP-Brasil, o agente autorizado a operar no mercado de câmbio, negociador da moeda estrangeira, deve: a) utilizar aplicativo para a assinatura digital de acordo com padrão divulgado pelo Banco Central do Brasil/Departamento de Tecnologia da Informação; b) estar apto a tornar disponível, de forma imediata, ao Banco Central do Brasil, pelo prazo de cinco anos, contados do término do exercício em que ocorra a contratação ou, se houver, a liquidação, o cancelamento ou a baixa, a impressão do contrato de câmbio e dele fazer constar a expressão contrato de câmbio assinado digitalmente ; c) manter pelo mesmo prazo, em meio eletrônico, o arquivo original do contrato de câmbio, das assinaturas digitais e dos respectivos certificados digitais. 7. No caso de assinatura manual, a assinatura das partes intervenientes no contrato de câmbio constitui requisito indispensável na via destinada ao agente autorizado a operar no mercado de câmbio, devendo ser mantida em arquivo do referido agente uma via original dos contratos de câmbio, pelo prazo de cinco anos, contados do término do exercício em que ocorra a contratação ou, se houver, a liquidação, o cancelamento ou a baixa. 8. Na celebração de operações de câmbio, as partes intervenientes declaram ter pleno conhecimento das normas cambiais vigentes, notadamente da Lei 4.3, de , e alterações subseqüentes, em especial do artigo 23 do citado diploma legal, cujo texto constará in verbis do contrato de câmbio, sendo que do boleto constará o texto relativo aos parágrafos 2º e 3º daquele artigo. 9. A liquidação, o cancelamento e a baixa de contrato de câmbio não elidem responsabilidades que possam ser imputadas às partes e ao corretor interveniente, nos termos da legislação e regulamentação vigentes, em função de apurações que venham a ser efetuadas pelo Banco Central do Brasil. 0. São os seguintes os tipos de contratos de câmbio e suas aplicações: a) tipo : destinado à contratação de câmbio de exportação de mercadorias ou de serviços; b) tipo 2: destinado à contratação de câmbio de importação de mercadorias com: - prazo de pagamento até 360 dias, não sujeito a registro no Banco Central do Brasil, ou ; II - parcelas à vista ou pagas antecipadamente, mesmo quando sujeitas a registro no Banco Central do Brasil; c) tipos 3 e 4: transferências financeiras, sendo as compras tipo 3 e as vendas tipo 4, destinados à contratação de câmbio referente a operações de natureza financeira, importações financiadas sujeitas a registro no Banco Central do Brasil e as de câmbio manual; d) tipos 5 e 6: destinados a contratação de câmbio entre instituições integrantes do sistema financeiro nacional autorizadas a operar no mercado de câmbio, inclusive arbitragens e entre estas e banqueiros no exterior a título de arbitragem, sendo as compras tipo 5 e as vendas tipo 6; e) tipos 7 e 8: alteração de contrato de câmbio, sendo as compras tipo 7 e as vendas tipo 8; f) tipos 9 e 0: cancelamento de contrato de câmbio, sendo as compras tipo 9 e as vendas tipo 0, usados, também, por adaptação, para a realização das baixas da posição cambial; g) boleto ou contrato de câmbio simplificado: restrito às situações específicas deste título. <!ID >. Cláusulas ajustadas entre as partes devem ser inseridas nos contratos de câmbio por meio da transação PCAM As seguintes cláusulas padronizadas, constantes das transações PCAM300 e PCAM700, devem constar do contrato de câmbio, à exceção do boleto: a) para todas as contratações: CLÁUSULA : "O presente contrato subordinase às normas, condições e exigências legais e regulamentares aplicáveis à matéria". CLÁUSULA 2: "O(s) registro(s) de exportação/importação constante(s) no Siscomex, quando vinculado(s) à presente operação, passa(m) a constituir parte integrante do contrato de câmbio que ora se celebra." b) na formalização das operações de câmbio relativas a exportação de mercadorias, à exceção das operações de câmbio simplificado de exportação: CLÁUSULA 3: "O vendedor obrigase a entregar ao comprador os documentos referentes à exportação até a data estipulada para este fim no presente contrato ou, alternativamente, se dispensado pelo comprador mediante cláusula privada específica, declaração formal indicando o número no Siscomex do respectivo despacho de exportação averbado." c) na hipótese de remessa direta de documentos pelo exportador, a cláusula prevista na alínea anterior deve ser aditada conforme indicado a seguir: CLÁUSULA 4: "Em aditamento ao presente contrato, fica pactuado que os documentos de exportação poderão ser remetidos pelo vendedor, diretamente ao importador no exterior, situação em que o vendedor fica obrigado a entregar ao comprador cópia dos respectivos documentos no prazo regulamentar ou, alternativamente, se dispensado pelo comprador mediante cláusula privada específica, declaração formal indicando o número no Siscomex do respectivo despacho de exportação averbado."

19 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN d) para as alterações contratuais: CLÁUSULA 5: "A presente alteração subordinase às normas, condições e exigências legais e regulamentares aplicáveis à matéria, permanecendo inalterados os dados constantes do contrato de câmbio descrito acima, exceto no que expressamente modificado pelo presente instrumento de alteração". e) para as transferências para a posição especial: CLÁUSULA 6: "Valor transferido para posição especial na forma da regulamentação em vigor." f) quando se tratar de importação sob regime de licenciamento automático, ou sujeita a LI não exigível anteriormente ao embarque no exterior, na hipótese de o pagamento da importação ser efetuado sem a concomitante vinculação à respectiva DI (pagamento antecipado ou à vista, ou nas situações em que o banco operador tenha dispensado a apresentação da DI): CLÁUSULA 7: "A importação caracterizada na documentação que ampara esta operação de câmbio está enquadrada no regime de licenciamento automático ou não está sujeita à obtenção de Licença de Importação - LI anteriormente ao embarque das mercadorias no ext e r i o r. g) nos pagamentos de importação a prazo de até 60 (sessenta) dias contados do embarque da mercadoria no exterior em que a Declaração de Importação ainda não esteja disponível, nos termos da seção 4 do capítulo 2: CLÁUSULA 8: "A liquidação deste contrato de câmbio está sendo processada com o atendimento das condições previstas na seção 4 do capítulo 2 do título do Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais, e as partes comprometem-se a realizar a sua vinculação com a respectiva DI no prazo máximo de sessenta dias contados da liquidação. CAPÍTULO : 3 - Contrato de Câmbio SEÇÃO : 2 - Celebração e Registro no Sisbacen SUBSEÇÃO : - Disposições Gerais. As instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional autorizadas a operar no mercado de câmbio devem registrar no Sisbacen até as dezenove horas, hora de Brasília, as informações referentes às operações de câmbio realizadas no dia, à exceção das operações interbancárias eletrônicas que devem observar o disposto no capítulo O registro da contratação, da alteração, da liquidação, do cancelamento ou da baixa das operações de câmbio deve ser realizado com utilização da transação PCAM300, podendo, em caráter de excepcionalidade, exceto no que respeita à alteração, ser utilizada a transação PCAM500, neste caso condicionado a que haja prévia ressalva quanto à conformidade da posição de câmbio (PCAM800, ou PCAM80, conforme o caso) e confirmação do Banco Central do Brasil. 3. É facultado às corretoras de câmbio, na condição de intermediadoras nas operações de câmbio, efetuar registro de contratação por meio da transação PCAM700 para posterior efetivação pelo banco autorizado. 4. A utilização das transações indicadas nos itens anteriores se desdobra em duas fases distintas: a) registro/edição do contrato de câmbio faculta a inclusão, exclusão e alteração de dados e cláusulas, a promoção de acertos nos dados informados ou a anulação do registro pela instituição; b) efetivação do contrato de câmbio confirmação da operação, que passa a figurar na posição de câmbio da instituição. 5. Após a efetivação do contrato de câmbio, eventuais alterações, cancelamentos ou baixas devem ser promovidos nas funções específicas disponíveis no Sisbacen e sujeitam-se às normas aplicáveis às operações da espécie. 6. No mesmo dia da efetivação é ainda facultada a anulação do contrato mediante utilização da transação PCAM Os contratos registrados no Sisbacen e não efetivados no mesmo dia até as dezenove horas, hora de Brasília, são automaticamente excluídos pelo Sistema. 8. A contratação de cancelamento de operação de câmbio é efetuada mediante o consenso das partes e observância aos princípios de ordem legal e regulamentar aplicáveis. 9. As citações ou informações complementares que derivem de normas específicas devem ser incluídas no campo "Outras Especificações" do contrato de câmbio. 0. Nos feriados municipais não são admitidos registros no Sisbacen de eventos de câmbio de qualquer natureza nos respectivos municípios, processando-se normalmente a liquidação das operações de câmbio interbancárias celebradas eletronicamente pela PCAM São registradas no Sisbacen e dispensadas da formalização do contrato de câmbio: a) as operações de câmbio relativas a arbitragens celebradas com banqueiros no exterior ou com o Banco Central do Brasil; b) as operações de câmbio em que o próprio banco seja o comprador e o vendedor da moeda estrangeira; c) os cancelamentos de saldos de contratos de câmbio cujo valor seja igual ou inferior a US$ 5.000,00 (cinco mil dólares dos Estados Unidos) ou seu equivalente em outras moedas; d) as operações cursadas sob a sistemática de interbancário eletrônico. 2. É obrigatória a execução, pelas instituições integrantes do sistema financeiro autorizadas a operar no mercado de câmbio, da rotina diária de conformidade aos dados das operações de câmbio registradas no Sisbacen e entre estes e os saldos das contas que compõem sua posição de câmbio, devendo referida conformidade, com ou sem ressalvas, ser manifestada até as dez horas, hora de Brasília, do dia útil seguinte ao do movimento de câmbio e, na quarta-feira de cinzas, até as catorze horas, hora de Brasília, sob a responsabilidade de funcionário detentor de cargo de confiança. 3. As informações disponíveis na transação Sisbacen PCAM00, opção 8, substituem, para todos os fins e efeitos, o documento Registro Geral de Operações de Câmbio - RGO. 4. As agências de turismo e os meios de hospedagem de turismo devem registrar, a cada dia útil, no Sisbacen - transação PMTF, até as doze horas, hora de Brasília, as informações referentes às suas operações realizadas no dia útil anterior ou, caso não as tenham realizado, a indicação expressa de tal inocorrência, pela mesma via, entendido que os movimentos de sábados, domingos, feriados e dias não úteis serão incorporados ao do primeiro dia útil subseqüente. 5. As operações de câmbio manual realizadas por meio de convênio ou posto devem ser registradas no Sisbacen pela dependência do agente autorizado a operar em câmbio até o dia útil seguinte à data de sua efetivação. 6. Os códigos que identificam cada tipo de operação constam do capítulo As agências de turismo e os meios de hospedagem de turismo registram suas operações no Sisbacen observado o seguinte procedimento: a) quando interligadas ao Sisbacen: promovem os registros diretamente naquele Sistema, inclusive a indicação de não ter realizado operações no dia; b) quando não interligadas ao Sisbacen: promovem os registros através de sua instituição centralizadora, à qual devem transmitir diariamente as informações necessárias, inclusive, se for o caso, a indicação de não ter realizado operações no dia, observado que só é permitida a eleição de uma instituição centralizadora para cada cidade em que opere a instituição autorizada, ainda que nela existam várias dependências/postos de câmbio autorizados para a instituição. 8. A instituição centralizadora a que se refere o subitem 7.b anterior é livremente escolhida pela instituição autorizada, exigindo-se que, além de estar interligada ao Sisbacen, esteja autorizada a operar no mercado de câmbio. 9. A eventual alteração de instituição centralizadora deve ser objeto de prévia comunicação ao Banco Central do Brasil (Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio - Decec), com antecedência mínima de trinta dias à data da efetivação da mudança, observando-se os seguintes procedimentos: a) da correspondência encaminhada ao Banco Central do Brasil deve constar a expressa concordância da nova instituição centralizadora e a ciência da instituição a ser substituída; b) a data de início do registro das operações deve ser fixada para o primeiro dia útil da semana; c) não havendo comunicação em contrário do Banco Central do Brasil, a partir da data fixada a nova instituição centralizadora assumirá a responsabilidade pela transmissão dos dados ao Sisbacen, sendo-lhe facultado o acesso a todos os dados da instituição centralizada, inclusive às antigas operações e respectivos consolidados. 20. As mensagens do Banco Central do Brasil destinadas aos agentes autorizados a operar no mercado de câmbio são transmitidas por meio do Sisbacen diretamente ou à instituição por eles indicada como autorizada para registrar no Sistema suas operações, caso o agente não esteja interligado ao Sisbacen. 2. O agente autorizado a operar no mercado de câmbio não interligado ao Sisbacen e sua instituição centralizadora são responsáveis pelas informações que fizerem constar do Sistema, cabendo à instituição centralizadora a responsabilidade pelo fiel registro da informação que lhe for transmitida. CAPÍTULO : 3 - Contrato de Câmbio SEÇÃO : 2 - Celebração e Registro no Sisbacen SUBSEÇÃO : 2 - Registro Globalizado. É permitido o registro globalizado no Sisbacen das operações de compra e de venda de moeda estrangeira formalizadas em boletos e realizadas no mesmo dia, em que sejam coincidentes a moeda estrangeira, a data da liquidação e a natureza da operação. 2. O registro globalizado de operações relativas a despesas ou receitas bancárias, rendimentos de aplicações e ressarcimento de despesas devidas por ou a favor de bancos no País, deve ser efetuado ainda que sem a respectiva formalização. 3. O registro no Sisbacen é promovido separadamente por compras e vendas, compreendendo, no mínimo, as seguintes informações: a) quantidade de operações (para cada moeda e respectiva natureza da operação), no campo "quantidade de diversos" das telas do Sisbacen; b) código da moeda estrangeira; c) valor em moeda estrangeira (somatório); d) o contravalor em moeda nacional (somatório); e) taxa cambial média (obtida pela divisão do somatório do contravalor em moeda nacional pelo somatório do valor em moeda estrangeira); f) código da natureza da operação - conjunto de doze dígitos; g) preenchimento obrigatório da tela complementar, discriminando por CNPJ/CPF os valores das compras ou das vendas realizadas individualmente ( registro de clientes diversos ), observado que na compra ou venda efetuada a turista estrangeiro deve ser registrado o número, a data e o país emissor do correspondente passaporte ou documento equivalente; 4. A indicação dos CNPJ/CPF ou, se estrangeiro, os dados do passaporte ou documento equivalente, e o registro de liquidação no Sistema podem ser efetuados até as doze horas, hora de Brasília, do dia útil seguinte, efetuando-se, quando for o caso, a necessária ressalva na declaração de conformidade diária ao movimento. CAPÍTULO : 3 - Contrato de Câmbio SEÇÃO : 3 - Adiantamento sobre Contrato de Câmbio. O adiantamento sobre contrato de câmbio constitui antecipação parcial ou total por conta do preço em moeda nacional da moeda estrangeira comprada para entrega futura, podendo ser concedido a qualquer tempo, a critério das partes. 2. No cancelamento ou baixa de contrato de câmbio com adiantamento deve ser observado o disposto na seção 7 deste capítulo. 3. No caso de exportação, o valor do adiantamento deve ser consignado no próprio contrato de câmbio, mediante averbação do seguinte teor: "Para os fins e efeitos do artigo 75 (e seus parágrafos) da Lei 4.728, de , averba-se por conta deste contrato de câmbio o adiantamento de R$ ". 4. A averbação acima indicada, a critério das partes, pode ser acrescida da seguinte expressão: "Operação vinculada à utilização de crédito obtido junto ao (indicar nome do banqueiro no exterior, país e cidade). ". 5. Nos casos de falência, liquidação extrajudicial ou intervenção na instituição financeira que concedeu o adiantamento sobre contrato de câmbio de exportação, devem ser observados os seguintes procedimentos com vistas à satisfação das obrigações decorrentes da utilização de créditos obtidos no exterior para financiamento das exportações: a) os pagamentos são realizados com base nos recursos recebidos e oriundos dos contratos de câmbio de exportação, objeto dos adiantamentos concedidos, observada a proporcionalidade em relação ao total dos créditos tomados; b) na hipótese de o contrato de câmbio conter averbação na forma do item 3 acima, os recursos recebidos do exportador devem ser utilizados no pagamento do respectivo crédito tomado no exterior, observado que se houver caracterização de inadimplência do exportador, o pagamento ao banqueiro ocorre na forma da alínea "a" acima. CAPÍTULO : 3 - Contrato de Câmbio SEÇÃO : 4 - Alteração. No contrato de câmbio não são suscetíveis de alteração o comprador, o vendedor, o valor em moeda estrangeira, o valor em moeda nacional, o código da moeda estrangeira e a taxa de câmbio. 2. Entre as alterações admitidas nos contratos de câmbio, devem ser necessariamente registradas no Sisbacen e formalizadas nos termos da seção 2 deste capítulo aquelas relativas aos seguintes elementos: a) prazo para entrega dos documentos da exportação; b) prazo para liquidação do contrato de câmbio; c) cláusulas e declarações contratuais; d) forma de entrega da moeda estrangeira; e) natureza da operação; f) pagador/recebedor no exterior, nos contratos não vinculados a operações comerciais; g) prêmio/bonificação; h) prazo das cambiais. 3. Para as demais cláusulas pactuadas nos contratos de câmbio, passíveis de alteração, admite-se o acolhimento, pelos bancos, de comunicação formal dos clientes confirmando as modificações ajustadas, a qual deve constituir parte integrante do contrato de câmbio respectivo. CAPÍTULO : 3 - Contrato de Câmbio SEÇÃO : 5 - Liquidação. A liquidação de contrato de câmbio ocorre quando da entrega de ambas as moedas, nacional e estrangeira, objeto da contratação ou de títulos que as representem. 2. A liquidação pronta é obrigatória nos seguintes casos: a) operações de câmbio de compra de natureza financeira que não estejam sujeitas a registro no Banco Central do Brasil/Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio; b) operações de câmbio simplificado de exportação ou de importação; c) compras ou vendas de moeda estrangeira em espécie ou em cheques de viagem.. 3. As operações de câmbio contratadas para liquidação pronta devem ser liquidadas: a) no mesmo dia, quando se tratar: I - de compras e de vendas de moeda estrangeira em espécie ou em cheques de viagem; ou II - de operações ao amparo do câmbio simplificado de exportação. b) em até dois dias úteis da data da contratação, nos demais casos, excluídos os dias não úteis nas praças das moedas envolvidas (dias não úteis na praça de uma moeda e/ou na praça da outra moeda). 4. As operações de câmbio interbancárias podem ser contratadas para liquidação futura ou a termo em até trezentos e sessenta dias.

20 <!ID > 20 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de A contratação de câmbio de exportação e de importação para liquidação futura deve obedecer aos prazos estabelecidos em capítulos próprios deste título. 6. Os prazos relativos às operações de compra, venda e arbitragens de ouro - instrumento cambial devem observar o disposto em capítulo próprio deste título. 7. As operações de câmbio de compra de natureza financeira sujeitas a registro no Banco Central do Brasil/Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio podem ser contratadas para liquidação futura, pelo prazo máximo de sessenta dias, sendo admitida a liquidação em data anterior à data originalmente pactuada no contrato de câmbio. 8. As operações de câmbio de venda de natureza financeira, com ou sem registro no Banco Central do Brasil/Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio podem ser contratadas para liquidação futura, pelo prazo máximo de sessenta dias, não sendo admitida a liquidação em data anterior à data de vencimento da obrigação no exterior. 9. Excetuam-se dos prazos indicados nos itens 7 e 8, mantidas as demais disposições, as operações de câmbio: a) em que o cliente seja a Secretaria do Tesouro Nacional, cujo prazo máximo é de cento e oitenta dias; b) relativas a aplicações em títulos de renda variável que estejam sujeitas a registro no Banco Central do Brasil/Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio, cujo prazo para liquidação é de até três dias úteis. 0. A contratação das operações de câmbio a que se refere o item 8 é condicionada à apresentação, pelo cliente, de documento em que esteja evidenciado o esquema de pagamento ou a data futura de vencimento da obrigação. CAPÍTULO : 3 - Contrato de Câmbio SEÇÃO : 6 - Cancelamento ou Baixa. O cancelamento de contrato de câmbio ocorre mediante consenso das partes e é formalizado por meio de novo contrato, no qual as partes declaram o desfazimento da relação jurídica anterior, com a observância aos princípios de ordem legal e regulamentar aplicáveis. 2. Nos casos em que não houver consenso para o cancelamento, podem os bancos autorizados a operar em câmbio proceder à baixa do contrato de câmbio de sua posição cambial, observadas as exigências e os procedimentos regulamentares aplicáveis a cada tipo de operação. 3. A baixa na posição de câmbio representa operação contábil bancária e não implica rescisão unilateral do contrato nem alteração da relação contratual existente entre as partes. 4) O contravalor em moeda nacional das baixas de contratos de câmbio é calculado com base na mesma taxa de câmbio aplicada ao contrato que se baixa. 5. São livremente canceladas por acordo entre as partes ou baixadas da posição cambial das instituições as operações de câmbio, à exceção das operações de câmbio de exportação, as quais estão sujeitas aos procedimentos constantes no capítulo, deste Título. CAPÍTULO : 3 - Contrato de Câmbio SEÇÃO : 7 - Encargo Financeiro. Tendo em vista o disposto no artigo 2 da Lei 7.738, de , alterado pela Lei 9.83, de , o cancelamento ou a baixa de contrato de câmbio relativo a transferências financeiras do exterior ou de contrato de câmbio de exportação previamente ao embarque das mercadorias para o exterior ou da prestação dos serviços sujeita o vendedor da moeda estrangeira ao pagamento de encargo financeiro. 2. O encargo financeiro de que trata o item anterior é calculado: a) sobre o valor em moeda nacional correspondente à parcela do contrato de câmbio cancelado ou baixado; b) com base no rendimento acumulado da Letra Financeira do Tesouro - LFT, durante o período compreendido entre a data da contratação e a do cancelamento ou baixa, deduzidos a variação cambial ocorrida no mesmo período e o montante em moeda nacional equivalente a juros calculados pela taxa de captação interbancária de Londres ("Libor") sobre o valor em moeda estrangeira objeto do cancelamento ou da baixa. 3. O banco é notificado do valor do encargo financeiro por intermédio do Sistema de Lançamentos do Banco Central (SLB), ou por outro meio que assegure o recebimento. 4. O valor em moeda nacional do encargo financeiro deve ser recolhido pelo banco comprador da moeda estrangeira, observados os seguintes procedimentos: a) é assegurado o prazo de cinco dias úteis, que se inicia na data do recebimento da notificação, para o recolhimento do encargo financeiro; b) o valor recolhido após o prazo fixado na alínea anterior é acrescido de juros de mora e multa de mora, nos termos do art. 37 da Lei 0.522, de ; c) o não-pagamento do encargo acarreta a inscrição do débito na Dívida Ativa do Banco Central do Brasil, bem como a inscrição do devedor no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados - Cadin, na forma da legislação e regulamentação em vigor. 5. Vencido o prazo de que trata a alínea "a" do item anterior e não tendo ocorrido o recolhimento do encargo financeiro em decorrência de decretação de falência do vendedor da moeda estrangeira ou de intervenção ou liquidação extrajudicial do banco comprador da moeda estrangeira, aplicam-se os procedimentos previstos para tais casos no capítulo 3 seção 6 do presente título. 6. Nos casos de que trata o item anterior, o Banco Central do Brasil, após receber comunicação do banco comprador da moeda estrangeira sobre o recebimento do valor do encargo financeiro: a) reapresenta a notificação nos termos do item 3 anterior, sendo, nesse caso, assegurado o prazo de um dia útil, que se inicia na data do recebimento da notificação, para o recolhimento do encargo financeiro; b) dispensa a reapresentação da notificação, nos casos de repasse direto. 7. Na situação de intervenção ou liquidação extrajudicial do banco comprador da moeda estrangeira, em que não tenha ocorrido a decretação de falência do vendedor da moeda estrangeira, há o acréscimo de juros de mora e multa de mora, nos termos do art. 37 da Lei 0.522, de , contados a partir da data de cancelamento/baixa do contrato, implicando, quando for o caso, a inscrição do débito na Dívida Ativa do Banco Central do Brasil, e a do devedor no Cadin. Na impossibilidade de pagamento ao banco sob intervenção ou em liquidação extrajudicial, o devedor do encargo deve fazer o recolhimento diretamente ao Banco Central do Brasil, hipótese em que o banco comprador das divisas fica desobrigado do recolhimento do encargo financeiro. 9. O montante em moeda nacional do encargo financeiro de que se trata será apurado observando-se a seguinte fórmula: onde: a) EF = valor do encargo financeiro, em moeda nacional; b) RLFT = fator de remuneração da LFT entre a data da contratação da operação de câmbio e a data do seu cancelamento ou baixa; c) VTC = variação da taxa de câmbio de compra para a moeda da operação, entre a data da contratação da operação de câmbio e a data do seu cancelamento ou baixa; d) VME = valor em moeda estrangeira do cancelamento ou da baixa; e) TX = taxa de câmbio da operação que se cancela ou se baixa; f) J = taxa LIBOR para (um) mês, divulgada pelo Banco Central do Brasil para a moeda da operação, para vigência no segundo dia útil seguinte ao da contratação de câmbio, deduzida de /4 (um quarto) de % (um por cento); g) t = número de dias transcorridos entre a data da contratação e a data do cancelamento ou da baixa; h) TX2 = taxa de compra, para a moeda, disponível no Sisbacen, transação PTAX800, opção 5 - cotações para contabilidade, referente ao dia do cancelamento ou da baixa. 0. O fator de remuneração da LFT (RLFT) no período de referência será apurado mediante utilização das informações constantes da transação PTAX880 do Sisbacen, opção, da seguinte forma: a) data-início: data da contratação; b) data-fim: dia útil anterior ao do cancelamento ou da baixa; c) RLFT: índice acumulado (última coluna da linha relativa à datainício), multiplicado por 00 (cem).. A variação da taxa de câmbio (VTC) no período será obtida efetuando-se a seguinte operação: <!ID > 2. O encargo financeiro de que trata este título não se aplica a cancelamento ou baixa de contrato de câmbio de valor igual ou inferior a US$ 5.000,00 (cinco mil dólares dos Estados Unidos), ou o equivalente em outra moeda, desde que, cumulativamente, não representem mais de dez por cento do valor total do contrato de câmbio. CAPÍTULO : 4 - Operações Interbancárias no País e Operações com Instituições Financeiras no Exterior SEÇÃO : - Operações Interbancárias no País. Observada a regulamentação prudencial e a relativa à posição de câmbio, as operações de que trata este capítulo podem ser realizadas independentemente das operações com clientes ou do valor da posição de câmbio na abertura dos movimentos diários. 2. As operações no mercado interbancário podem ser celebradas para liquidação pronta, futura ou a termo, limitada a trezentos e sessenta dias, vedados o cancelamento, a baixa, a prorrogação ou a liquidação antecipada das mesmas. 3. As operações interbancárias podem ser efetuadas de forma eletrônica (transações PCAM380 ou PCAM383) ou não-eletrônica (transação PCAM300), sendo que esta última não admite operações a termo. 4. As operações de câmbio interbancárias a termo têm as seguintes características: a) a taxa de câmbio é livremente pactuada entre as partes e deve espelhar o preço negociado da moeda estrangeira para a data da liquidação da operação de câmbio; b) possuem código de natureza de operação específico; c) são celebradas para liquidação em data futura, com entrega efetiva e simultânea das moedas, nacional e estrangeira, na data da liquidação das operações de câmbio; d) não são admitidos adiantamentos das moedas. 5. As operações de arbitragem no País devem ser formalizadas por meio de contratos de câmbio de compra de uma moeda estrangeira e de venda da outra moeda estrangeira, devendo ser indicadas, no campo "Outras Especificações", as moedas arbitradas e a correlação paritária aplicada. 6. A compra e a venda de moeda estrangeira por arbitragem são registradas com atribuição, às moedas compradas e vendidas, do mesmo contravalor em moeda nacional. CAPÍTULO : 4 - Operações Interbancárias no País e Operações com Instituições Financeiras no Exterior SEÇÃO : 2 - Operações Interbancárias Eletrônicas no País. As operações conduzidas sob a sistemática de interbancário eletrônico são realizadas com ou sem intermediação de câmara ou prestador de serviços de compensação e de liquidação cujo sistema tenha sido autorizado pelo Banco Central do Brasil para liquidação de operações de câmbio. 2. Representa compromisso firme e irrevogável entre as partes, substituindo, para todos os efeitos legais, o formulário de contrato de câmbio definido pelo Banco Central do Brasil a que se refere o parágrafo 2º do artigo 23 da Lei 4.3, de : a) a confirmação pelo banco vendedor da moeda estrangeira aos dados da operação registrados no Sisbacen pelo banco comprador da moeda estrangeira, no caso de operação realizada sem intermediação de câmara ou prestador de serviços de compensação e de liquidação; b) a confirmação pela câmara ou prestador de serviços de compensação e de liquidação aos dados da operação registrados no Sisbacen pelo banco comprador da moeda estrangeira e confirmados pelo banco vendedor da moeda estrangeira, no caso de operação realizada por intermédio de câmara ou prestador de serviços de compensação e de liquidação. 3. No caso de operação realizada sem intermediação de câmara ou prestador de serviços de compensação e de liquidação, a confirmação da operação no Sisbacen pelo banco vendedor da moeda estrangeira implica a celebração de dois contratos de câmbio onde figuram como partes contratantes o banco comprador e o banco vendedor da moeda estrangeira. 4. No caso de operação realizada por intermédio de câmara ou prestador de serviços de compensação e de liquidação, a confirmação da operação no Sisbacen pela referida entidade implica a celebração de quatro contratos de câmbio da seguinte forma: a) um par de contratos de câmbio onde figuram como partes contratantes o banco comprador da moeda estrangeira e a câmara ou prestador de serviços de compensação e de liquidação; b) um par de contratos de câmbio onde figuram como partes contratantes o banco vendedor da moeda estrangeira e a câmara ou prestador de serviços de compensação e de liquidação. 5. Os contratos de câmbio de que trata esta seção são gerados automaticamente pelo Sisbacen para liquidação em dia certo, não sendo admitidos cancelamentos, baixas, prorrogações ou antecipações do prazo pactuado. 6. No caso de operação de câmbio realizada sem intermediação de câmara ou prestador de serviços de compensação e de liquidação: a) é utilizada a transação PCAM380; b) o banco comprador da moeda estrangeira, após ajustadas as condições da operação de câmbio, registra os dados da respectiva operação em tela própria até as 7h (dezessete horas); c) o banco vendedor da moeda estrangeira confirma os dados e elementos da operação no decorrer dos primeiros trinta minutos que se iniciam com o registro feito pelo banco comprador da moeda estrangeira; d) são gerados dois contratos de câmbio, conforme o item 3 acima, os quais não são liquidados de forma automática pelo Sisbacen; e) a liquidação dos contratos de câmbio deve ser comandada pelos respectivos bancos comprador e vendedor da moeda estrangeira, por meio da opção "liquidação de operações" na transação PCAM380; f) a operação registrada pelo banco comprador da moeda estrangeira e não confirmada pelo banco vendedor da moeda estrangeira no prazo indicado na alínea "c" é bloqueada pelo sistema, ficando a reativação do registro na dependência de novo comando do banco comprador da moeda estrangeira; g) as instruções relativas à entrega da moeda estrangeira são registradas em tela específica da transação PCAM385, devendo, para esse efeito, ser cadastrados até nove banqueiros, por moeda, os quais receberão numeração sequencial de a 9, sendo o acesso a essa informação restrito ao banco cadastrante; h) no caso de operação com o Banco Central do Brasil/Departamento de Operações das Reservas Internacionais - Depin, tendo por base a taxa de câmbio do boletim "Fechamento Ptax", o registro é realizado

21 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN em tela própria em até vinte minutos após a divulgação da referida taxa pelo Depin, devendo a confirmação dessa operação ocorrer nos primeiros vinte minutos que se iniciam com o registro feito pelo banco comprador da moeda estrangeira. 7. No caso de operação de câmbio realizada por intermédio de câmara ou prestador de serviços de compensação e de liquidação: a) é utilizada a transação PCAM383; b) o banco comprador da moeda estrangeira, após ajustadas as condições da operação de câmbio, registra os dados da respectiva operação em tela própria até as 7h (dezessete horas); c) o banco vendedor da moeda estrangeira confirma os dados e elementos da operação no decorrer dos primeiros trinta minutos que se iniciam com o registro feito pelo banco comprador da moeda estrangeira, sendo que nos casos em que a confirmação seja devida após as 7h (dezessete horas) deve ser observado o horário limite de 7h5 (dezessete horas e quinze minutos) para tal providência, respeitado o prazo máximo de 30 minutos; d) a câmara ou prestador de serviços de compensação e de liquidação confirma os dados e elementos da operação no decorrer dos primeiros trinta minutos que se iniciam com a confirmação feita pelo banco vendedor da moeda estrangeira, sendo que nos casos em que a confirmação seja devida após as 7h (dezessete horas) deve ser observado o horário limite de 7h30 (dezessete horas e trinta minutos) para tal providência, respeitado o prazo máximo de 30 minutos; e) são gerados quatro contratos de câmbio na forma do item 4 acima e o lançamento do evento de liquidação de cada contrato de câmbio é efetuado automaticamente pelo Sisbacen na transação PCAM383; f) os quatro contratos de câmbio têm identificador comum, de modo a caracterizar as partes na negociação original; g) a operação registrada pelo banco comprador da moeda estrangeira e não confirmada pelo banco vendedor da moeda estrangeira no prazo indicado na alínea "c" é bloqueada pelo sistema, ficando a reativação do registro na dependência de novo comando do banco comprador da moeda estrangeira; h) a operação confirmada pelo banco vendedor da moeda estrangeira e não confirmada pela câmara ou prestador de serviços de compensação e de liquidação no prazo indicado na alínea "d" é bloqueada pelo sistema, ficando a reativação do registro na dependência de novo comando do banco comprador da moeda estrangeira. 8. São atribuídos de forma automática pelo Sisbacen os códigos de natureza dos contratos de câmbio de que trata esta seção. 9. O Banco Central do Brasil divulga, na transação PCOT700, as seguintes informações das operações de câmbio interbancárias celebradas eletronicamente e contratadas em dólares dos Estados Unidos: a) em relação às contratações para liquidação pronta: I - volume das transações efetuadas no dia útil anterior; II - volume dos negócios efetuados, no próprio dia, até o momento da consulta; III - taxa média ponderada de câmbio, prevalecente no mercado interbancário de taxas livres, apurada para as operações contratadas no dia útil anterior; IV - taxa da última operação de valor superior a US$ ,00 (cem mil dólares dos Estados Unidos), registrada no dia útil anterior; V - taxa média ponderada de câmbio apurada, no próprio dia, em função dos registros das contratações até então efetivadas; VI - taxa da última operação de valor superior a US$ ,00 (cem mil dólares dos Estados Unidos), registrada no dia; b) em relação às operações contratadas para liquidação futura: I - volume das transações efetuadas no dia útil anterior; II - volume dos negócios efetuados, no próprio dia, até o momento da consulta; III - volume das operações e correspondente taxa média ponderada resultante das taxas de câmbio acrescidas dos respectivos prêmios, no caso de operações com prêmio prefixado; IV - volume das operações, no caso de operações com prêmio pósfixado. 0. Os dados relativos aos volumes diários nas respectivas moedas das operações e às taxas médias ponderadas estão disponíveis, na transação PCOT390, inclusive para as operações interbancárias a termo, para consulta pelos bancos autorizados a operar no mercado de câmbio.. A entrega da moeda nacional relativa aos contratos de câmbio de que trata esta seção é efetuada por meio de comando próprio no Sistema de Transferências de Reservas - STR. 2. No cumprimento de obrigações decorrentes do processo de liquidação de operações de câmbio com utilização da transação PCAM383 em que haja inadimplência de uma das partes, os bancos autorizados a operar em câmbio podem dar curso a operação de compra ou de venda de moeda estrangeira com câmara ou prestador de serviços de compensação ou de liquidação, sob o código de natureza de operação " CAPITAIS BRASILEIROS A CURTO PRAZO - Obrigações vinculadas a operações interbancárias". 3. Os horários indicados nesta seção referem-se à hora de Brasília. 4. Pode ser impedida de atuar sob a sistemática de que trata esta seção a instituição que concorra para a ineficiência ou dificulte o funcionamento regular da referida sistemática, sem prejuízo das sanções legais e regulamentares cabíveis. CAPÍTULO : 4 - Operações Interbancárias no País e Operações com Instituições Financeiras no Exterior SEÇÃO : 3 - Operações com Instituições Financeiras no Exterior. As instituições integrantes do sistema financeiro nacional podem realizar operações com instituições financeiras no exterior, observado que o relacionamento financeiro com a instituição externa deve se verificar, exclusivamente, por meio de banco autorizado a operar no mercado de câmbio. 2. A compra e a venda de moeda estrangeira por arbitragem devem ser registradas no Sisbacen atribuindo-se às moedas compradas e vendidas o mesmo contravalor em moeda nacional, indicando no campo outras especificações a correlação paritária aplicada. 3. É compulsória a identificação das partes contratantes nas operações de câmbio, devendo constar no Sisbacen o país e a cidade do parceiro da transação. 4. É vedada a utilização das contas de residentes, domiciliados ou com sede no exterior tituladas por instituições financeiras do exterior para a realização de transferência internacional em reais de interesse de terceiros. 5. Nas situações que envolvam a necessidade de entrada ou saída no/do País de moeda estrangeira em espécie, o Banco Central do Brasil, por solicitação da instituição interessada, pode atestar o registro no Sisbacen de operação realizada com instituição financeira do e x t e r i o r. CAPÍTULO : 5 - Posição de Câmbio e Limite Operacional SEÇÃO : - Posição de Câmbio. A posição de câmbio é representada pelo saldo das operações de câmbio (compra e venda de moeda estrangeira, de títulos e documentos que as representem e de ouro - instrumento cambial), registradas no Sisbacen. 2. A posição de câmbio de instituição integrante do sistema financeiro nacional autorizada a operar no mercado de câmbio é apurada diariamente pelo Sisbacen, por moeda estrangeira e pela equivalência em dólares dos Estados Unidos, com base nos registros de contratação de câmbio efetuados no dia, consideradas globalmente todas as moedas estrangeiras e o conjunto de suas dependências no País. 3. Para todos os fins e efeitos a posição de câmbio é sensibilizada na data do registro, no Sisbacen, da contratação da operação de câmbio, à exceção das operações interbancárias a termo, nas quais a posição de câmbio é sensibilizada a partir do segundo dia útil anterior à sua liquidação. 4. A equivalência em dólares dos Estados Unidos é apurada com aplicação das paridades disponíveis no Sisbacen, transação PTAX800, opção 5 - cotações para contabilidade, do mesmo dia, observandose: a) para moedas do tipo "A", deve ser utilizada a paridade de venda na forma: valor na moeda estrangeira/paridade; b) para moedas do tipo "B" (marcadas com asterisco na tela do sistema), deve ser utilizada a paridade de compra na forma: valor na moeda estrangeira x paridade. 5. O Sisbacen registra, diariamente, como ajuste de posição, o resultado das variações decorrentes das alterações das correlações paritárias utilizadas na conversão a dólares dos Estados Unidos das posições registradas nas demais moedas. 6. Não há limite para as posições de câmbio comprada ou vendida dos bancos e caixas econômicas autorizados, devendo ser observado que o valor excedente a US$ ,00 (seis milhões de dólares dos Estados Unidos) na sua posição comprada deve ser depositado no Banco Central do Brasil, na forma do disposto nesta seção. 7. Os demais integrantes do sistema financeiro nacional têm sua posição de câmbio comprada limitada a US$ ,00 (quinhentos mil dólares dos Estados Unidos) e sua posição de câmbio vendida limitada a zero. 8. A ocorrência de excesso sobre o limite de posição de câmbio comprada atribuído às instituições a que se refere o item anterior implica: a) na primeira ocorrência, advertência formal para regularização imediata do excesso; b) na segunda ocorrência, revogação da autorização para operar no mercado de câmbio, desde que verificada dentro do prazo de noventa dias contados da primeira. 9. Nova ocorrência havida após o prazo de noventa dias da ocorrência anterior será objeto de nova advertência, podendo ser revogada a autorização se configurada contumácia. 0. A constituição e a liberação do depósito em moeda estrangeira do excedente da posição de câmbio comprada dos bancos autorizados a operar no mercado de câmbio são regidas pelas disposições a seguir: a) constituição do depósito: I- o Banco Central do Brasil / Departamento de Operações das Reservas Internacionais (Bacen/Depin) divulga, no Sisbacen, boletim informativo diário indicando o banqueiro no exterior onde o depósito será constituído, a taxa de remuneração do depósito e outras informações pertinentes; II- o Bacen/Depin informa ao banco o valor a ser depositado; III- o depósito é constituído em dólares dos Estados Unidos, no segundo dia útil subseqüente ao da ocorrência do excesso, apurado conforme disposto nesta seção; b) liberação dos depósitos: I- o banco informa ao Bacen/Depin o banqueiro no exterior eleito como depositário para recebimento dos valores liberados; II- o Bacen/Depin informa ao banco a parcela do depósito liberada e o valor dos juros correspondentes; III- o valor liberado fica disponível no segundo dia útil subseqüente ao da ocorrência da redução da posição de câmbio comprada, sendo igual ao valor dessa redução, limitado ao saldo em depósito; c) não são admitidas movimentações ou manutenção de saldos inferiores a US$ ,00 (cem mil dólares dos Estados Unidos); d) a falta de constituição do depósito, bem como a sua constituição e/ou liberação em prazos, condições e valores diferentes dos previstos neste capítulo determina o pagamento, pela parte que der causa à irregularidade, de juros calculados com base na prime rate acrescida de 4% (quatro por cento) sobre o valor da irregularidade e pelo período em que esta se mantiver. CAPÍTULO : 5 - Posição de Câmbio e Limite Operacional SEÇÃO : 2 - Limite Operacional. As agências de turismo autorizadas a operar no mercado de câmbio não têm posição de câmbio, mas devem observar o limite operacional diário de US$ ,00 (duzentos mil dólares dos Estados Unidos). 2. Referido limite operacional representa o total em moedas estrangeiras mantido pela agência de turismo em caixa e na conta mantida em banco autorizado a operar no mercado de câmbio, de livre movimentação, de que trata o capítulo É permitida às agências de turismo autorizadas a aquisição de moeda estrangeira em instituições integrantes do sistema financeiro nacional autorizadas a operar no mercado de câmbio para suprimentos de recursos. 4. Na hipótese prevista no item anterior: a) a agência de turismo registra sua compra no Sisbacen por intermédio de transação de prefixo PMTF, sendo dispensável o preenchimento do boleto; b) a instituição integrante do sistema financeiro nacional autorizada a operar no mercado de câmbio emite o boleto e registra a operação no Sistema por intermédio de transação de prefixo PCAM. 5. Os meios de hospedagem de turismo autorizados a operar no mercado de câmbio podem manter em caixa moedas estrangeiras até US$ ,00 (cem mil dólares dos Estados Unidos), consideradas globalmente todas as suas dependências no País. 6. O valor de eventual excesso sobre os limites atribuídos às agências de turismo e aos meios de hospedagem de turismo deve ser obrigatoriamente vendido a instituição integrante do sistema financeiro nacional autorizada a operar no mercado de câmbio, podendo os meios de hospedagem vender também a agências de turismo. 7. A ocorrência de excesso sobre os limites operacionais, atribuídos às agências de turismo e meios de hospedagem de turismo, implica: a) na primeira ocorrência, a advertência formal para regularização imediata do excesso; b) na segunda ocorrência, revogação da autorização para operar no mercado de câmbio, desde que verificada dentro do prazo de noventa dias contados da primeira. 8. Nova ocorrência havida após o prazo de noventa dias da ocorrência anterior será objeto de nova advertência, podendo ser revogada a autorização se configurada contumácia. CAPÍTULO :6-Documentação das operações e cadastramento de clientes. Os agentes autorizados a operar no mercado de câmbio devem desenvolver mecanismos que permitam evitar a prática de operações que configure artifício que objetive burlar os instrumentos de identificação, de limitação de valores e de cadastramento de clientes, previstos na regulamentação. 2. Cumpre aos agentes autorizados a operar no mercado de câmbio adotar, com relação aos documentos que respaldam suas operações, todos os procedimentos necessários a evitar sua reutilização e conseqüente duplicidade de efeitos. 3. A realização de operações no mercado de câmbio está sujeita à comprovação documental. 4. Os documentos vinculados a operações no mercado de câmbio devem ser mantidos em arquivo do referido agente em meio físico ou eletrônico, pelo prazo de cinco anos, contados do término do exercício em que ocorra a contratação ou, se houver, a liquidação, o cancelamento ou a baixa, de forma que, no caso de arquivo eletrônico, o Banco Central do Brasil possa verificar de imediato e sem ônus: a) o arquivo original do documento e os arquivos das assinaturas digitais das partes do documento e dos respectivos certificados digitais no âmbito da ICP-Brasil, se a regulamentação exigir a guarda do documento original; ou b) o arquivo do documento, se a regulamentação não exigir a guarda do documento original. 5. É facultado ao agente autorizado a operar no mercado de câmbio dispensar a apresentação da documentação nas situações previstas na regulamentação. 6. Os agentes autorizados a operar no mercado de câmbio devem certificar-se da qualificação de seus clientes, mediante a realização, entre outras providências julgadas pertinentes, da sua identificação, das avaliações de desempenho, de procedimentos comerciais e de capacidade financeira, devendo organizar e manter atualizados ficha cadastral e documentos comprobatórios em meio físico ou eletrônico, observado que neste caso seja permitido ao Banco Central do Brasil poder verificar o arquivo de imediato e sem ônus. 7. A ficha cadastral deve conter os seguintes dados e estar associada aos seguintes documentos comprobatórios: a) no caso de pessoa jurídica de direito privado: I - firma ou denominação - cópia do ato constitutivo e, caso tenha havido atualização, cópia de sua última atualização;

22 <!ID > 22 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 II - endereço completo e telefone - cópia do documento que ateste o endereço (certificado expedido por autoridade competente ou conta emitida por concessionária de serviço público); III - cópia do último balanço registrado, se houver obrigatoriedade, referente a período encerrado há não mais de 8 (dezoito) meses; IV - banco(s) com o(s) qual(is) opera e mantém conta corrente; V - no caso de assinatura manual no contrato de câmbio ou no boleto, cartão de autógrafos contendo nome, qualificação e espécime das assinaturas dos representantes autorizados pela empresa a assinar contratos de câmbio, abonado por banco autorizado a operar no mercado de câmbio. b) no caso de pessoa jurídica de direito público ou de representação de governo estrangeiro, utilizando assinatura manual no contrato de câmbio ou no boleto: somente cartão de autógrafos contendo nome, qualificação e espécime das assinaturas dos representantes autorizados pela pessoa jurídica de direito público ou pela representação de governo estrangeiro a assinar contratos de câmbio; c) no caso de pessoa física: nome, documento de identidade (e órgão emissor) ou do passaporte, conforme o caso, número de inscrição no CPF, endereço residencial e comercial, nacionalidade e profissão. 8. Os documentos de que tratam o item anterior devem ser mantidos pelos agentes autorizados pelo período de cinco anos, contados da liquidação da última operação realizada no mercado de câmbio com o cliente, para apresentação ao Banco Central do Brasil, quando solicitados. 9. É dispensada a exigência de ficha cadastral com relação às operações de valor igual ou inferior ao equivalente a R$ 0 mil, realizadas pelos agentes autorizados a operar no mercado de câmbio. 0. No caso de assinatura digital do contrato de câmbio ou do boleto no âmbito da ICP-Brasil, os agentes participantes do negócio são responsáveis pela verificação da utilização adequada da certificação digital dos demais participantes, incluindo-se a alçada dos demais signatários e a validade dos certificados digitais envolvidos.. É obrigatório o cadastramento prévio dos clientes compradores ou vendedores de moeda estrangeira na sociedade corretora que intervenha na respectiva operação, na forma deste capítulo. 2. O descumprimento da exigência de que trata o item anterior implica a aplicação das penalidades previstas na legislação em vig o r. CAPÍTULO : 7 - Acompanhamento das Operações. O agente autorizado a operar no mercado de câmbio deve tornar disponível, quando solicitado pelo Banco Central do Brasil, até as dez horas do dia indicado na solicitação, hora de Brasília, a documentação relativa a operações no mercado de câmbio, podendo ser solicitada, no exame caso a caso, a apresentação de documentos adicionais julgados necessários. 2. São consideradas sujeitas às penalidades previstas pela Resolução 2.90, de , entre outras, as seguintes ocorrências relacionadas a operações no mercado de câmbio: a) registro de informações incorretas, incompletas ou intempestivas no Sisbacen; b) ausência, no dossiê da operação, de comprovação documental que a respalde; c) não liquidação de operação de câmbio na forma prevista na regulamentação; d) não vinculação de operações no mercado de câmbio a documentos ou registros informatizados. 3. A liquidação de operações no mercado de câmbio por valor indevido ou sem o pertinente respaldo documental pode ensejar a repatriação do valor em moeda estrangeira transferido indevidamente, pela contratação e liquidação de operação de compra de moeda estrangeira, de natureza financeira, com a mesma classificação adotada na operação de origem. 4. A aplicação da multa ou repatriação de valores determinada pelo Banco Central do Brasil não elide responsabilidades que possam ser imputadas às partes e a corretor porventura interveniente na operação, nos termos da legislação e regulamentação em vigor, em função de apurações que venham, a qualquer tempo a ser efetuadas. CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : - Disposições Gerais. As codificações relativas à natureza das operações constantes deste título constituem o Código de Classificação a que se refere o do artigo 23 da Lei 4.3, de A classificação incorreta sujeita as partes às penalidades previstas na legislação e a outras sanções administrativas por parte do Banco Central do Brasil. 3. A existência de códigos para classificação de operações e a possibilidade de efetuar registros no Sisbacen não elide a responsabilidade das partes envolvidas quanto à observância de disposições legais, bem como de normas e procedimentos específicos definidos pelo Banco Central do Brasil ou outros órgãos/entidades governamentais. 4. As operações de câmbio relativas a transferências financeiras do e para o exterior, a título de devolução de valores não aplicados na finalidade originalmente indicada ou transferidos de forma indevida, devem ser: a) classificadas sob o mesmo código de natureza da operação de câmbio a que se vincula a devolução, com utilização do código de grupo "49 - devolução de valores"; e b) vinculadas ao contrato de câmbio original. 5. Na hipótese de devolução de valores relativos a operações objeto de registro no Banco Central do Brasil - Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio (Decec), deve ser indicado no campo próprio do contrato de câmbio de devolução, o número do respectivo registro. 6. Qualquer dúvida com relação à aplicação das disposições contidas neste capítulo deve ser dirimida junto ao setor de controle cambial do Banco Central do Brasil. CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : - Definições Gerais. A natureza da operação é integrada por doze elementos, como segue: a) natureza do fato que origina a operação de câmbio: composta pelos cinco algarismos iniciais (subseção 2 a 20); b) natureza do cliente comprador ou vendedor da moeda estrangeira, no País: composta pelos dois algarismos seguintes (subseção 2); c) indicação relativa à existência ou não de aval do Governo brasileiro, concedido diretamente pela União ou por conta desta, bem como relativa à condução da operação dentro de Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos: representado pelo oitavo algarismo (subseção 22); d) natureza do pagador/recebedor no exterior: representada pelo nono e décimo algarismos (subseção 23); e e) identificação do grupo ao qual pertence a operação: representada pelos dois últimos algarismos (subseção 24). 2. Para fins de classificação das operações cursadas no Mercado de Câmbio, conceitua-se: a) curto prazo: obrigações e direitos cujo prazo total para pagamento/recebimento não exceda a 360 dias; b) longo prazo: obrigações e direitos cujo vencimento final ocorra em prazo superior a 360 dias ou que não tenham vencimento determinado. 3. A presente seção está dividida nas seguintes subseções: Nome da subseção Número da subseção Definições Gerais Exportação 2 Importação. 3 Tr a n s p o r t e s 4 Seguros 5 Viagens Internacionais.6 Rendas de Capitais 7 Outras Rendas de Capitais 8 Serviços Governamentais 9 Serviços Diversos 0 Transferências Unilaterais Capitais Brasileiros a Curto Prazo 2 Capitais Estrangeiros a Curto Prazo 3 Capitais Brasileiros a Longo Prazo 4 Capitais Estrangeiros a Longo Prazo 5 Ouro Monetário 6 Arbitragens 7 Operações entre Instituições 8 Operações com o Banco Central do Brasil 9 Operações Especiais 20 Clientes 2 Aval do Governo Brasileiro e Convênio de Pagamentos e 22 Créditos Recíprocos Pagadores/Recebedores no Exterior 23 Grupo 24 CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : 2 - Exportação NATUREZA DA OPERAÇÃO Nº CÓDIGO Exportação de Mercadorias / 2/ 3/ 4/ 6/ 0007 Recuperação de Divisas 5/ 000 Exportação em Consignação 024 Jóias, Gemas, Pedras Preciosas e Artefatos de Ouro 0306 e de Pedras Preciosas Câmbio Simplificado 7/ 0409 Fornecimento de combustíveis, lubrificantes e outros / Operações de back to back 0447 O B S E RVA Ç Õ E S / Exportações financiadas, objeto de Registro de Crédito - RC, são classificáveis nas subseções 2 ou 4. 2/ As transferências decorrentes de diferenças de peso, tipo ou qualidade e ajustes de preço, relativas a exportações são classificadas na subseção 0. 3/ As exportações de serviços são classificadas na subseção 0. 4/ As transferências ao exterior, de retorno de valores residuais de recebimento antecipado de exportação são promovidas mediante a celebração de operação financeira de venda com o mesmo código de natureza-fato da operação de compra utilizado quando do ingresso da moeda estrangeira. 5/ Abrange toda recuperação de moeda estrangeira referente a exportação de mercadorias, financiada ou não. Os juros e demais valores excedentes ao principal são classificados na subseção 7, sob código de natureza / Inclui a quitação de juros relativos a recebimento de exportação mediante embarque de mercadorias. O contrato de câmbio relativo ao pagamento de juros deve ser classificado na subseção 7, sob código de natureza / Para utilização conforme sistemática prevista na seção 9 do capítulo. 8/ Inclui o fornecimento de víveres, artigos para conservação, limpeza e acomodação de carga. CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : 3 - Importação NATUREZA DA OPERAÇÃO Nº CÓDIGO Importação Geral / 2/ 3/ 4/ 5002 Importação de Petróleo bruto (NCM ) 5507 derivados (NCM - posições 270 a 273) 5538 Importação de Livros e Periódicos 5/ 5600 Câmbio Simplificado 6/ 5806 Operações de back to back 5442 Loja Franca 7/ 5900 O B S E RVA Ç Õ E S / As operações de câmbio referentes ao pagamento de parcelas financiadas de importação objeto de registro no Banco Central do Brasil são classificadas na subseção 5. As parcelas não financiadas são classificadas nesta subseção, com utilização de contrato de câmbio tipo 2, sob código de natureza / As transferências decorrentes de diferenças de peso, tipo, ou qualidade e ajustes de preço, relativas a importações são classificadas na subseção 0. 3/ As importações de serviços são classificadas na subseção 0. 4/ As transferências do exterior, de retorno de valores residuais de pagamento antecipado de importação são promovidas mediante a celebração de operação financeira de compra com o mesmo código de natureza da operação de venda utilizado quando da remessa das divisas. 5/ As assinaturas de jornais e revistas, feitas por pessoas físicas ou jurídicas ligadas ou não ao ramo livreiro, são classificadas na subseção 0, com utilização de contrato de câmbio tipo 4. 6/ Para utilização conforme sistemática prevista na seção 2 do capítulo 2. 7/ Registra as importações de mercadoria para venda em lojas francas (duty free shops). CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : 4 - Transportes NATUREZA DA OPERA- Nº CÓDIGO ÇÃO Aéreos Marítimos / Te r r e s t r e s Aluguel de Contêineres ou Paletes Fretes sobre exportação sobre importação outros 2/ Outras Receitas/Despesas de Transporte 3/ Fretamento 4/ Reparos de Veículos Resgate de Estadia (dispach money) 5/ Sobreestadias (demurrages) 5/

23 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN Supervisão de Pesagens Passagens de empresas de bandeira brasileira de empresas de bandeira estrangeira O B S E RVA Ç Õ E S / Inclui fluviais e lacustres. 2/ Refere-se a cross trade (transporte entre portos), trânsito pelo território nacional, serviços de cabotagem no exterior e qualquer outro tráfego no território nacional ou estrangeiro. 3/ Refere-se a: a) bonificações de transportes e a despesas de trânsito e emolumentos pelo transporte de correspondência recebida por companhias estrangeiras, bagagem e mala postal aérea; b) despesas referentes a serviços executados, por ocasião do embarque, não classificadas como mercadorias ou fretes, tais como, embalagem e reembalagem, rotulagem, acomodação em caixas e despacho, manipulação e transferências realizadas por companhias brasileiras de transporte, devendo ser indicada no contrato, no campo reservado a Outras Especificações a origem da transferência; c) multa e manutenção de navios; d) inclui despesas com pagamento de taxas decorrentes de transporte de linha não regular. 4/ Restringe-se a operações de arrendamento mercantil operacional de bens móveis e de transporte com tripulação incluída, registradas ou não no Banco Central do Brasil. Demais operações de arrendamento mercantil operacional devem ser classificadas na subseção 0. 5/ Inclui contêineres e outros meios de acondicionamento de carga. CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : 5 - Seguros NATUREZA DA OPERAÇÃO Nº CÓDIGO Recuperação de Sinistros Resseguros Aceitos do Exterior / - prêmios indenizações Resseguros Colocados no Exterior 2/ - prêmios indenizações 2522 Seguro de Transporte Internacional de Mercadorias (exclusive resseguros) - prêmios.sobre exportação sobre importação indenizações de sinistros.sobre exportação sobre importação Seguros - demais seguros 3/ - prêmios indenizações 259 Transferências - Outras 4/ O B S E RVA Ç Õ E S / Refere-se à aceitação de resseguros e retrocessão do exterior. 2/ Refere-se à aceitação de resseguros e retrocessão aceitos por resseguradores admitidos, resseguradores eventuais ou por grupo com participação majoritária de resseguradores admitidos ou eventuais. 3/ Registra outras operações de seguro cuja contratação em moeda estrangeira tenha sido autorizada pelo órgão regulador do setor de seguros. 4/ Inclui recursos destinados à manutenção de saldo mínimo da conta em moeda estrangeira titulada por ressegurador admitido. Não inclui as transferências referentes a lucros e dividendos de empresas seguradoras, que devem ser incluídas na subseção 8. CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : 6 - Viagens Internacionais NATUREZA DA OPERAÇÃO Agências de Turismo e Meios de Hospedagem de Turismo - operações com bancos e outras instituições integrantes do SFN Cartões de Crédito Nº CÓDIGO aquisição de bens e serviços saques Fins Educacionais, Científicos e Culturais ou Eventos 330 Esportivos Missões Oficiais de Governos / 3028 Negócios, Serviço ou Treinamento 3349 Tratamento de Saúde 2/ 3066 Tu r i s m o - no País 3/ no exterior O B S E RVA Ç Õ E S / Registra gastos de viagens de membros de missões oficiais de governo e de membros de representações diplomáticas estrangeiras. Não inclui despesas de diplomatas, realizadas no país em que estiverem servindo, que devem ser classificadas na subseção 9 2/ Inclui remessas e aquisições destinadas a compra no exterior, para tratamento no País, de medicamento de origem e procedência estrangeira inexistente no mercado nacional, desde que não destinado a revenda. 3/ Registra a negociação da moeda estrangeira auferida com a venda de mercadorias por lojas francas (duty free shops ). CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : 7 - Rendas de Capitais NATUREZA DA OPERAÇÃO N CÓDIGO Lançamento, no Exterior, de Títulos Mobiliários Brasileiros / ágios deságios Encargos Acessórios Incidentes sobre o Endividamento Externo 2/ comissões sobre operações de empréstimos e financiamentos 3509 outros 3523 Juros Bancários Juros sobre Depósitos no Banco Central do Brasil Juros sobre Acordos do Plano Brasileiro de Financiamento 3/ Projeto /A - New Money Facilities M Y D FA Clube de Paris Juros de Empréstimos empréstimos diretos 4/ vinculados à exportação 5/ Juros de Empréstimos Administrados pelo Banco Central do Brasil 3/ Juros de Financiamento à Importação vinculado à exportação 5/ serviços petróleo outros. curto prazo longo prazo Juros de Pagamento Antecipado de Exportações Juros de Financiamento à Exportação de Bens e Serviços FINEX. descontos de cambiais créditos utilizados equalização de taxas 7/ PROEX. descontos de cambiais créditos utilizados equalização de taxas BNDES-exim recursos próprios outros. descontos de cambiais créditos utilizados 6/ Juros de Mora Juros de Mora sobre Depósitos Res..564 / 3574 Juros sobre Contas de Depósito 5/ 8/ Juros sobre Descobertos em Contas Corrente Juros de Títulos Mobiliários Brasileiros com prazo de aplicação superior a 360 dias 9/ bônus notes 2/ 3572 commercial papers outros Juros de Títulos Mobiliários Estrangeiros com prazo de aplicação superior a 360 dias 9/ bônus debêntures outros Juros de Títulos Mobiliários (Brasileiros e Estrangeiros) com prazo de aplicação inferior a 360 dias 9/ Juros sobre outros Créditos Utilizados 0/ Juros de Transações Especiais / / General Account Special Drawing Account 3587 outras Juros sobre Arrendamentos 3/ Outros Juros Contratuais 4/ O B S E RVA Ç Õ E S / Inclui remessas sobre Bônus, Floating Rate, Fixed Rate Notes, Floating Rate Certificates of Deposit, Fixed Rates Certificates of Deposit, etc. 2/ Não abrange comissões decorrentes de execução de serviços bancários (cartas de crédito, cobranças, etc.) que devem ser classificadas na subseção 0. 3/ Privativo do Banco Central do Brasil. 4/ Não inclui juros de financiamento à importação ou exportação e colocação de títulos. 5/ Inclui as operações de securitização de exportação. 6/ Registra os juros referentes a préfinanciamento, financiamento e refinanciamento de exportações brasileiras, por utilização de créditos do exterior, inclusive preexport. 7/ Inclui juros, spreads e comissões. 8/ Não inclui juros de descobertos em conta corrente. 9/ Não inclui juros referentes a amortizações de empréstimos ou financiamento. 0/ Não inclui juros sobre créditos utilizados especificados em outros desdobramentos. / Inclui os juros sobre transações especiais e que não se enquadrem em outros desdobramentos. 2/ Inclui juros de Floating Rate, Fixed Rate, Fixed Rate Certificates of Deposit, etc. 3/ Registra o valor relativo à parte variável de arrendamentos. 4/ Não inclui juros e multas vinculados a operações comerciais. CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : 8 - Outras Rendas de Capitais NATUREZA DA OPERAÇÃO Nº CÓDIGO Investimento Direto - lucros, dividendos e bonificações em dinheiro / remuneração do capital próprio (juros) 3697 Investimento em portfolio (Res..289 e 2.689) - dividendos bonificações em dinheiro juros sobre capital próprio (renda variável) juros (renda fixa) Aplicações no mercado de capitais - MERCOSUL O B S E RVA Ç Õ E S / Inclui lucros de subsidiárias e filiais de instituições financeiras e não financeiras.

24 24 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : 9 - Serviços Governamentais NATUREZA DA OPERAÇÃO Nº CÓDIGO Rendas e Despesas do Governo brasileiro - militares / diplomáticas, consulares e semelhantes 2/ outras 3/ Rendas e Despesas de governos estrangeiros - militares 4/ diplomáticas, consulares e semelhantes outras 5/ Rendas e Despesas de Entidades Internacionais 6/ N O TA Para efeitos deste Regulamento, rendas e despesas do Governo brasileiro são aquelas em que o vendedor ou o comprador da moeda estrangeira é a União, os Estados, os Municípios, o Distrito Federal, suas fundações ou autarquias. São classificadas nesta subseção as operações que não dispõem de códigos específicos nas demais subseções deste capítulo. O B S E RVA Ç Õ E S / Registra pagamentos e recebimentos com o estacionamento de tropas militares. 2/ Abrange despesas de viagens de servidores do Governo brasileiro lotados no exterior. 3/ Abrange as despesas no exterior com a impressão de títulos de valores do Governo brasileiro, as rendas e despesas governamentais relativas a aluguel de imóveis no exterior e outras rendas e compromissos diversos até o limite de US$3.000,00 ou seu equivalente em outras moedas. 4/ Inclui gastos militares feitos por governos estrangeiros no território nacional, quando os pagamentos forem efetuados a entidades privadas nacionais. 5/ Não inclui remessas de interesse de funcionários de embaixadas e consulados referentes a despesas particulares. 6/ Abrange as rendas e despesas de organismos internacionais de que o Brasil seja membro. CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : 0 - Serviços Diversos NATUREZA DA OPERAÇÃO Nº CÓDI- GO - EXPORTAÇÃO/IMPORTAÇÃO DE SERVIÇOS / Direitos Autorais sobre programas de computador 2/ 480 Fornecimento de 3/ - tecnologia serviços de assistência técnica serviços e despesas complementares Franquias 3/ 4559 Implantação ou Instalação de Projeto - técnico-econômico industrial de engenharia Marcas 3/ - cessão licença de uso 4568 Patentes 3/ - cessão licença de exploração Serviços Técnicos Especializados 4/ - projetos, desenhos e modelos industriais projetos, desenhos e modelos de engenharia montagem de equipamentos outras montagens sob encomenda 5/ jurídicos, contábeis de assessoramento a empresas 450 de relações públicas - agrícolas, minerais e de transformação in loco pesquisa & desenvolvimento - P&D outros serviços técnicos - profissionais 23/ OUTROS Administrativos - instalação ou manutenção de escritório outros 6/ Aluguel de Equipamentos 7/ 4500 Aluguel de Filmes Cinematográficos Aluguel de Fitas e Discos Gravados 8/ Aluguel de Imóveis Assinatura de Jornais, Revistas, etc. 9/ Bancários 0/ Cartões de Uso Internacional - outras receitas e despesas Comissões Contratuais / - comissões de agentes outras Comunicações 2/ 4582 Corretagens 3/ 4526 Cursos e Congressos 4/ Direitos autorais 5/ Encomendas Internacionais 6/ Fiança de Crédito à Exportação 7/ 4849 Garantia - bancária outras 4800 Honorários - membros de conselhos consultivos e/ou administrativos profissionais liberais e remuneração por cursos, palestras e seminários Lucros e Perdas em Transações Mercantis com o Exterior / Marcas e Patentes - Registro - Depósito ou Manutenção / Operações de "Hedge" - mediante opções - resultados mediante "swaps" - resultados margem de garantia - comissões, prêmios e outras transferências correlatas do e para o exterior Operações em Bolsas de Mercadorias no Exterior - margem de garantia 9/ corretagens, comissões e despesas 20/ lucros ou prejuízos realizados Operações em Bolsas de Mercadorias no País - margem de garantia corretagens, comissões e despesas lucros ou prejuízos realizados Pequenos Compromissos 2/ Outros Serviços Ligados às Transações Mercantis com o Exterior 22/ Participações em Feiras e Exposições 24/ - no exterior no País Passe de Atletas Profissionais Publicidade e Propaganda 24/ Remunerações por Competições ou Exibições Serviços de Informação de Imprensa e Financeira 25/ Serviços Postais 4894 Serviços Turísticos 26/ Transmissão de Eventos 27/ Utilização de Banco de Dados Internacional 4858 Vencimentos e Ordenados Pessoais O B S E RVA Ç Õ E S / A contratação de câmbio relativa ao principal nas operações de exportação de serviços, financiadas ou não, deve ser registrada como compra de moeda estrangeira - exportação e a contratação relativa aos juros como compra de moeda estrangeira - transferências financeiras. 2/ Registra também as transferências relativas à atualização, aluguel, manutenção e customização de programas de computador, quando não sujeitas à averbação no Instituto Nacional da Propriedade Industrial - INPI, consoante legislação em vigor. 3/ Naturezas restritas a operações decorrentes de contratos averbados pelo INPI e registradas no Banco Central do Brasil, quando relacionadas a saída de recursos do País. 4/ Compreende, também, a mão-de-obra utilizada no reparo de: a) plataforma para exploração de petróleo ; b) veículos, embarcações ou aeronaves não pertencentes a empresas que exploram o ramo de transporte. 5/ Inclui sistema Recom. 6/ Registra as transferências relativas a gastos com despesas administrativas, tais como: taxas, ressarcimentos, gastos com CPMF e IOF, taxa de fiscalização da CVM, etc. 7/ Inclui operações de arrendamento mercantil operacional, inclusive de bens móveis e de transporte sem tripulação incluída. Demais operações de arrendamento mercantil operacional devem ser classificadas na subseção 4. 8/ Inclui gravações para exibição em cinemas e/ou divulgação por rádio/televisão. 9/ Registra assinaturas de jornais e revistas, realizadas por pessoas físicas ou jurídicas, bem como aquelas efetuadas por empresa do ramo livreiro, inclusive na qualidade de intermediadora. 0/ Inclui as receitas/despesas relativas a serviços bancários, tais como: comissões sobre a negociação de cartas de crédito, despesas de portes e taxas, etc. Não inclui juros nem comissões sobre operações de empréstimos e financiamentos com banqueiros, que devem ser classificadas na subseção 7. / Registra o valor das comissões contratuais, pela prestação de serviços. Não abrange comissões sobre operações de empréstimos ou financiamentos, que devem ser classificadas na subseção 7. Também não abrange as comissões classificadas sob código / Registra as operações decorrentes de serviços de comunicação (correios, telefones, rádios) exclusivamente por empresas que explorem tais serviços. Não inclui as transferências referentes a lucros que devem ser lançados na subseção 8, bem como os pagamentos efetuados a companhias de transporte de correspondências que devem ser registrados na subseção 4. 3/ Não inclui corretagens referentes a operações em bolsas de mercadorias. 4/ Para registro das transferências relativas a taxas escolares, de proficiência, de inscrição em simpósios, congressos, mesas redondas, seminários, conclaves e assemelhados, cursos à distância, e outras despesas cobradas por instituições de ensino, tais como: alojamento, alimentação, fornecimento de livros. 5/ Compreende os direitos autorais assim considerados pela legislação em vigor que não disponham de codificação específica. 6/ Para pagamento de importações ou recebimento de exportações que não tenham sido objeto de registro no Siscomex, conforme regulamentação da SRF e Secex. 7/ Compreende a contratação por exportador brasileiro, com instituições sediadas no exterior, de fiança para pagamento de suas exportações. 8/ Inclui as transferências relativas a ajustes de preços, diferenças de peso, tipo ou qualidade, etc. 9/ Inclui depósito inicial para abertura de conta junto a corretores. 20/ Abrange juros vinculados a operações de hedge. 2/ Exclusivo para compromissos de caráter eventual limitados a US$ 3.000,00 (três mil dólares dos Estados Unidos) 22/ Inclui as transferências relativas a serviços diretamente ligados às transações mercantis, tais como armazenagem, arbitragem, peritagem, inspeção e fiscalização de mercadorias, participação em concorrência internacional (inclusive aquisição de edital). 23/ Exclusivo para serviços técnico-profissionais não contemplados em outros itens desta subseção 24/ Inclui as transferências relativas a aluguel de espaço, montagem de stands, recepção, etc. 25/ Registra as transferências a favor de agências noticiosas. 26/ Registra as despesas relacionadas com turismo emissivo/receptivo relacionados com serviços turísticos negociados por agências de turismo e demais prestadores de serviços turísticos. Inclui negociação de pacotes turísticos. 27/ Inclui os direitos de transmissão regular de programas de rádio e televisão. 28/ Classifica as transferências destinadas ao pagamento do registro da marca ou do depósito de patentes, bem como das despesas de manutenção desses registros ou depósitos. CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : - Transferências Unilaterais NATUREZA DA OPERAÇÃO Nº CÓDIGO Aposentadorias e Pensões / 5367 Bilhetes e Prêmios de Loterias Oficiais Contribuições a Entidades de Classe e Associativas Contribuições para Organizações Internacionais - custeio 2/ outros 3/ Doações 4/ 5008 Heranças e Legados Imposto de Renda 5053 Indenizações e Multas 5/ 5020 Manutenção de Residentes Outros Impostos e Taxas Patrimônio Prêmios Auferidos em Eventos Culturais, Esportivos 5363 e Outros Reparações de Guerra Vales e Reembolsos Postais Internacionais 5374 O B S E RVA Ç Õ E S / Inclui pensões judiciais e contribuições a entidades de previdência. 2/ Registra as contribuições oficiais para custeio de serviços de administração de entidades internacionais. Não inclui as cotas subscritas no FMI, BID, BIRD e outras instituições internacionais, que devem ser classificadas na subseção 4. 3/ Inclui as transferências destinadas a formação de fundos para financiamento de estoques reguladores. 4/ Registra as doações de qualquer natureza. 5/ Restrito às transferências para pagamento de multas e de indenizações por danos, por determinação judicial ou por acordo entre as partes, decorrente de descumprimento de cláusula contratual ou equivalente. Excetuam-se as indenizações de seguros, classificadas na subseção 5. Não inclui cumprimento de garantias.

25 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : 2 - Capitais Brasileiros a Curto Prazo NATUREZA DA OPERAÇÃO N CÓDIGO Aplicações no mercado de capitais - MERCOSUL 5800 Aplicações no mercado financeiro 55 Cauções / 5527 Depósitos em Contas no País em Moeda Estrangeira / Depósitos Judiciais / 5525 Disponibilidades no Exterior 3/ Disponibilidades em Contas Especiais - Special Accounts 4/ Empréstimos a Residentes no Exterior / - empréstimos diretos notes commercial paper bônus Exportação - vinculada a empréstimo 5/ Financiamentos ao Exterior para Exportações Brasileiras - de mercadorias. PROEX - parte não financiada PROEX - amortização Outros - parte não financiada Outros - Amortização de serviços. PROEX - parte não financiada PROEX - amortização Outros - parte não financiada Outros - Amortização Obrigações Vinculadas a Operações Interbancárias / Operações com Ouro 7/ O B S E RVA Ç Õ E S / Inclui Performance Bond e Bid Bond, quando vinculados a operações amparadas em registro no Banco Central do Brasil. 2/ Para utilização conforme sistemática prevista nas seções 6 e 8 do capítulo 4. 3/ Registra as transferências de fundos relativas à constituição de depósitos em contas no exterior e respectivas devoluções. Não inclui depósitos para abertura de conta no exterior junto a corretores, relativos a operações em bolsas de mercadorias, os quais devem ser registrados na subseção 0. 4/ Registra a movimentação dos empréstimos ou créditos especiais concedidos por organismos financeiros internacionais ou por agências governamentais estrangeiras a instituições da Administração Pública Direta e Indireta das áreas Federal, Estadual, Municipal e do Distrito Federal. 5/ Inclui as operações de securitização. 6/ Restrito a operações nas quais o cliente é câmara ou prestador de serviços de compensação e de liquidação de operações de câmbio. A operação decorre de participante da referida câmara ou prestador de serviços não ter honrado o compromisso original. 7/ Registra as compras e as vendas de ouro contra moeda nacional realizadas com pessoas físicas ou jurídicas, residentes no Brasil, não integrantes do Sistema Financeiro Nacional. CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : 3 - Capitais Estrangeiros a Curto Prazo NATUREZA DA OPERAÇÃO N CÓDIGO Aplicações no mercado de capitais - MERCOSUL Cauções / 6074 Depósitos em Contas no País em Moeda Estrangeira de Ressegurador 2/ Depósitos Judiciais / Disponibilidades no País 3/ Empréstimos a Residentes no Brasil / - bridge loans 4/ empréstimos diretos notes commercial papers bônus Movimentações no País em Contas de Domiciliados 6302 no Exterior 5/ O B S E RVA Ç Õ E S / Inclui performance bond e bid bond, quando vinculados a operações amparadas em registro no Bacen/Decec. 2/ Para utilização conforme sistemática prevista na seção 8 do capítulo 4. 3/ Registra o ingresso e o retorno de moeda estrangeira promovidos por residentes e domiciliados no exterior. 4/ Registra os adiantamentos por conta de empréstimos de longo prazo. 5/ Exclusivo para movimentações em reais para fins de registro de aplicações financeiras e resgates no próprio banco depositário. As aplicações de outras naturezas em reais devem ser classificadas em seus códigos específicos. <!ID > CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : 4 - Capitais Brasileiros a Longo Prazo NATUREZA DA OPERAÇÃO Nº CÓDIGO Arrendamento Mercantil Financeiro - Leasing Cauções / Empréstimos a Residentes no Exterior empréstimos diretos notes commercial paper bônus Exportação Vinculada a Empréstimo 2/ Financiamentos ao Exterior para Exportações Brasileiras de mercadorias. PROEX - parte não financiada PROEX - amortização BNDES-exim - parte não financiada BNDES-exim - amortização recursos próprios - parte não financiada recursos próprios - amortização outros - parte não financiada 653. outros - amortização 6520 de serviços. PROEX - parte não financiada 657. PROEX - amortização BNDES-exim - parte não financiada BNDES-exim - amortização recursos próprios - parte não financiada recursos próprios - amortização outros - parte não financiada outros - amortização Investimento Direto no Exterior - participação em empresas outros investimentos (inclui imóveis e outros bens) Investimentos em Portfolio no Exterior fundos de investimento Res. 2. 3/ Brazilian Depositary Receipts Depositary Receipts por parte de pessoas físicas 4/ títulos mobiliários estrangeiros. ações bônus debêntures Participação do Brasil no Capital de Organismos 6562 Internacionais O B S E RVA Ç Õ E S / Inclui Performance Bond e Bid Bond. 2/ Inclui as operações de securitização. 3/ Inclui ganhos ou perdas de capital. Não inclui bonificações e dividendos. 4/ Limita-se a operações de interesse de pessoas físicas funcionárias de empresas brasileiras pertencentes a grupos econômicos estrangeiros. CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : 5 - Capitais Estrangeiros a Longo Prazo NATUREZA DA OPERAÇÃO N CÓDIGO Aquisição de Imóveis / Arrendamento Mercantil Financeiro (Leasing) 2/ Cauções 3/ Empréstimos a Residentes no Brasil - empréstimos diretos 4/ Commercial papers Notes 5/ Bônus Projeto /A - New Money Facilities 6/ Clube de Paris 6/ vinculados à exportação 7/ 7006 Investimentos Diretos no Brasil - participação em empresas no País 8/ 9/ 0/. para aumento de capital / para transferência de titularidade 2/ capital complementar - instrumentos híbridos 3/ para absorção de prejuízos 4/ 7033 Investimentos em Portfolio no Brasil - aplicação ao amparo da Res / fundos de investimento. fundos de privatização - recursos novos - Res /Circ para aplicação no mercado de capitais - Res , anexo III 8/. renda fixa - Res fundos mútuos de investimento em empresas emergentes 8/. fundos de Investimento Imobiliário 8/ títulos mobiliários brasileiros. ações 5/ Depositary Receipts títulos da dívida externa brasileira outros Financiamentos de Importação Registrados no Banco Central - amortização 6/. mercadorias. petróleo outras serviços vinculado à exportação 7/ ingresso. gastos locais 7/ Compromissos no Mercado Interno 8/ O B S E RVA Ç Õ E S / Não inclui a compra de bens imóveis no País para efeito de registro no Banco Central do Brasil (Decec). 2/ Registra as operações de arrendamento financeiro de bens de qualquer natureza em que o arrendador seja não residente e o arrendatário seja residente no Brasil. 3/ Inclui Performance Bond e Bid Bond. 4/ Não inclui operações com BIRD, BID e Fonplata. 5/ Inclui operações de Floating Rate, Fixed Rate Notes, Floating Rate Certificates of Deposit, Fixed Rate Certificates of Deposit, etc. 6/ Privativo do Banco Central do Brasil. 7/ Inclui as operações de securitização. 8/ Inclui ganhos ou perdas de capital. Não inclui bonificações e dividendos. 9/ Inclui a compra de bens imóveis para efeito de registro no Banco Central do Brasil (Decec). 0/ Não inclui investimento em carteira. / Compreende a compra ou a venda de ativos representativos de aumento ou redução real do capital de empresa brasileira. 2/ Compreende a compra ou a venda de ativos representativos de transferência de participação, sem aumento ou redução real do capital de empresa brasileira. 3/ Operação sujeita a autorização prévia do Banco Central do Brasil. Registra a parcela de recursos de terceiros destinada a complementar o patrimônio de referência de instituições financeiras. 4/ Compreende ingressos e conversões de créditos para absorção de prejuízos. 5/ Compreende a compra ou a venda de ações referentes a uma carteira de títulos, desde que com a transação não resulte a transferência do controle acionário da empresa. 6/ Abrange as transferências amparadas em operações registradas no Banco Central do Brasil (Decec), para pagamentos de importações de bens e serviços. 7/ Inclui operações com o BIRD, o BID e o Fonplata e os ingressos em moeda destinados a gastos locais das operações de importação financiada 8/ Registra os recebimentos por entrega de produtos no território nacional a residentes no País nas situações não abrangidas pelo artigo 6 da Lei 9.826, de 999, observado o disposto na seção 5 do capítulo 9. CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : 6 - Ouro Monetário NATUREZA DA OPERAÇÃO Nº CÓDIGO Compras no Exterior Compras no País 7507 Vendas no Exterior Vendas no País N O TA Subseção de uso privativo do Banco Central do Brasil.

26 26 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : 7 - Arbitragens NATUREZA DA OPERAÇÃO Nº CÓDIGO Operações no País - liquidação pronta liquidação futura 8058 Operações no Exterior - liquidação pronta liquidação futura CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : 8 - Operações entre Instituições NATUREZA DA OPERAÇÃO Nº CÓDIGO Operações no País - interbancário automático. liquidação pronta e futura liquidação a termo interbancário não automático. liquidação pronta liquidação futura com ouro. liquidação pronta liquidação futura CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : 9 - Operações com o Banco Central do Brasil NATUREZA DA OPERAÇÃO Nº CÓDIGO Coberturas Específicas / Compras de Mercado ao Banco Central Repasses Específicos 2/ Repasses Obrigatórios 3/ Vendas de Mercado ao Banco Central 950 N O TA Esta subseção não abrange as operações de compra ou de venda de moeda estrangeira ao Banco Central para, respectivamente, constituição ou liberação de depósitos em moeda estrangeira que se classificam na subseção 20. O B S E RVA Ç Õ E S / Aplicável aos casos em que a contratação de operações de cobertura com o Banco Central do Brasil seja compulsória, na forma da regulamentação em vigor, ou quando se refira a venda a cliente sujeita a tal condição. 2/ Aplicável aos casos em que a operação de repasse refira-se à compra de moeda estrangeira efetuada a cliente e sujeita a tal condição na forma das instruções em vigor. 3/ Aplicável aos casos em que o repasse ao Banco Central do Brasil seja exigível na forma das instruções em vigor. CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : 20 - Operações Especiais NATUREZA DA OPERAÇÃO Nº CÓDIGO Assunção de Dívidas / 9976 Depósitos no Banco Central do Brasil - Circular / Encadeamento BNDES-exim 3/ Encadeamento PROEX 3/ 9927 Outras 4/ Pagamento da Dívida Externa para Aplicação em 9983 Projetos Ambientais O B S E RVA Ç Õ E S / Registra as operações de regularização cambial pertinentes à assunção de dívidas em moeda estrangeira. 2/ Registra as operações especiais (com clientes e/ou com o Banco Central do Brasil) relativas a resgate interno de empréstimos externos, bem como suas reaplicações no País, constituição e liberação de depósitos no Banco Central do Brasil ao amparo dos normativos indicados. 3/ Para utilização nas operações de encadeamento de contratos de câmbio com o PROEX ou com o Programa BNDES-exim, conforme previsto no capítulo. 4/ De uso privativo do Banco Central do Brasil. Registra as demais operações especiais de compra e venda de moeda estrangeira, inclusive para fins de regularização cambial. CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : 2 - Clientes - ENTIDADES OFICIAIS BRASILEIRAS Nº CÓDI- GO - Federais 2 (abrange os órgãos e as entidades da administração direta e indireta federal não classificados em outro grupamento. Não inclui empresas públicas, sociedades de economia mista, fundações de direito público e instituições financeiras oficiais) - Estaduais 3 (abrange os órgãos e as entidades da administração direta e indireta estadual e do Distrito Federal não classificadas em outro grupamento. Não inclui empresas públicas, sociedades de economia mista, fundações de direito público e instituições financeiras oficiais) - Municipais 4 (abrange os órgãos e as entidades da administração direta e indireta municipal não classificados em outro grupamento. Não inclui empresas públicas, sociedades de economia mista, fundações de direito público e instituições financeiras oficiais) 2 - ENTIDADES DO SISTEMA FINANCEIRO NA- CIONAL: Nº CÓDI- GO - Associações de Poupança e Empréstimo 5 - Banco Central do Brasil - Banco do Brasil S.A. 6 - Bancos Comerciais Estrangeiros - Filiais no País 2 - Bancos Comerciais 23 - Bancos de Desenvolvimento 24 - Bancos de Investimento 25 - Bancos Múltiplos 30 - Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) (inclui: Finame e BNDES Participações) - Bancos Públicos Estaduais (Comerciais ou Múltiplos) - Bancos Públicos Federais (Comerciais ou Múltiplos) 22 (inclui: BASA, BEC e BNB) - Bolsas de Valores 26 (inclui caixas de liquidação quando constituídas sob a forma de sociedades civis ou comerciais) - Caixa Econômica Estadual 28 - Caixa Econômica Federal 27 - Câmara ou prestador de serviços de compensação e 07 de liquidação de operações de câmbio - Cooperativas de Crédito 29 - Entidades Abertas de Previdência Privada 3 - Entidades Fechadas de Previdência Privada 32 - Instituições Financeiras - Brasileiras, Outras 48 - Instituições Financeiras - Estrangeiras, Outras 49 (restrito a instituições financeiras estrangeiras autorizadas a funcionar no País, não classificadas em outro grupamento. Não inclui os bancos comerciais estrangeiros autorizados a funcionar no País e as instituições financeiras no exterior, que devem ser classificados respectivamente nos códigos 2 e 77) - Não Especificadas/Outras 4 - Resseguradores Locais 33 (inclui o IRB - Brasil Resseguros S.A.) - Resseguradores Estrangeiros 37 (admitidos ou eventuais) - Sociedades Corretoras de Câmbio 53 - Sociedades Corretoras de Seguro ou Resseguro 54 - Sociedades Corretoras de Títulos e Valores Mobiliários Sociedades de Arrendamento Mercantil 36 - Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimento 39 - Sociedades de Crédito Imobiliário 42 - Sociedades de Investimento - Capital Estrangeiro 46 - Sociedades Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários 43 - Sociedades Seguradoras Brasileiras 34 - Sociedades Seguradoras Estrangeiras 47 (quando a totalidade ou a maioria do capital da empresa seguradora pertencer a pessoa física ou jurídica domiciliada no exterior) 3 - OUTRAS ENTIDADES Nº CÓDI- GO - Agências de Turismo 03 - Agentes e Representantes de Entidades no Exterior 90 (abrange escritórios de agentes e representantes de empresas do exterior, de bancos, de empresas de navegação, de empresas de promoção comercial, etc.) - Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos - ECT 60 - Empresas Localizadas em ZPEs 5 - Empresas Privadas Brasileiras Concessionárias de 45 Lojas Francas (não inclui subsidiárias e filiais de empresas estrangeiras) - Empresas Privadas Brasileiras Concessionárias de 40 Serviços Públicos (não inclui subsidiárias e filiais de empresas estrangeiras) - Empresas Públicas Brasileiras 44 - Entidades Oficiais Estrangeiras 70 (abrange representações diplomáticas ou consulares e organismos internacionais governamentais estrangeiros) - Entidades Privadas Brasileiras, Outras 50 (inclui fundações de direito privado. Não inclui subsidiárias e filiais de empresas estrangeiras) - Entidades Públicas Plurinacionais 65 (restrito às entidades formadas por capitais governamentais brasileiros e estrangeiros) - Fundações de Direito Público 72 - Instituições Financeiras no Exterior 77 (restrito a operações de arbitragens externas) - Meios de Hospedagem de Turismo 05 - Pessoas Físicas Domiciliadas no Brasil 95 - Pessoas Físicas Domiciliadas no Exterior 99 - Petróleo Brasileiro S. A. - PETROBRAS 82 - Subsidiárias ou Filiais, Concessionárias de Serviços 80 Públicos (específico para empresas concessionárias de serviços públicos, subsidiárias ou filiais de empresas estrangeiras) - Subsidiárias ou Filiais de Outras Empresas Estrangeiras 85 (específico para empresas não concessionárias de serviços públicos, subsidiárias ou filiais de empresas estrangeiras) - Subsidiárias ou Filiais de Outras Empresas Nacionais 88 (específico para empresas não concessionárias de serviços públicos) - Exportador/Importador - Câmbio Simplificado 92 CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : 22 - Aval do Governo Brasileiro e Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos. A existência de aval do Governo brasileiro (diretamente concedido pela União ou por conta desta) bem como a condução da operação dentro do CCR deve ser indicada por meio de número-código: 0 - Nas transações sem aval do Governo brasileiro - Nas transações com aval do Governo brasileiro 2 - Nas transações sem aval do Governo brasileiro - CCR 3 - Nas transações com aval do Governo brasileiro - CCR

27 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : 23 - Pagadores/Recebedores no Exterior - ORGANISMOS IN, AGÊNCIAS GOVERNA- MENTAIS E ENTIDADES IN CÓDI- SIGLA NOME GO 0 AID - Agency for International Development (Agência para o Desenvolvimento Internacional - Estados Unidos) 03 BAD - Banque Africaine de Development (Banco Africano de Desenvolvimento) 04 BID - Inter-American Development Bank (Banco Interamericano de Desenvolvimento) 06 BIRD - International Bank for Reconstruction and Development (Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento) 07 CAF Corporación Andina de Fomento (Corporação Andina de Fomento) 09 CCC - Commodity Credit and Corporation (Corporação de Créditos para Produtos Primários) 2 CESCE - Cia. Española de Seguros de Cred. a La Exportación (Companhia Espanhola de Seguros de Crédito à Exportação) 4 IFC - International Finance Corporation (Corporação Financeira Internacional órgão vinculado ao BIRD) 5 IIC - Inter-American Inv. Corp (Corporação Interamericana de Investimentos) 7 CIDA - Canadian Intl. Development Agency (Agência Canadense de Desenvolvimento Internacional - Canadá) 8 C O FA C E - Cie. Française d'assurance pour le Commerce Exterieur - COFACE (Cia. Francesa de Seguro para o Comércio Exterior - COFACE - França) 9 CWB - Canadian Wheat Board (Junta Canadense do Trigo - Canadá) 20 CREDIT - Credit National - França 26 ECGD - Export Credits Guarantee Department (Departamento de Seguro de Crédito à Exportação - Inglaterra) 27 EDC - Export Development Corporation (Corporação de Desenvolvimento à Exportação - Canadá) 28 EKN - Exportkreditnamnden (Conselho de Seguro de Crédito à Exportação - Suécia) 29 ERG - Exportriskogarantie (Garantia contra os riscos de exportação - Suíça) 3 JBIC Japan Bank for International Cooperation (Banco de Cooperação Internacional do Japão) (resultado da fusão do EXIMBANK e OECF - Japão) 32 EXIM- BANK - Export Import Bank of the United States (Banco de Exportação e Importação dos Estados Unidos) 35 FIDA - Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola - Itália 36 FA D - Fonds Africain de Development (Fundo Africano de Desenvolvimento) 38 FMI - Internacional Monetary Fund (Fundo Monetário Internacional) 39 FONPLA- TA - Fondo Financiero para el Desarrollo de la Cuenca del Plata (Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata) 45 HERMES - Hermes Credit A.G. (Hermes Crédito S.A. - Alemanha) 48 IDA - International Development Associaton (Associação Internacional de Desenvolvimento) 5 JICA - Japan Intl. Cooperation Agency (Agência Japonesa para Cooperação Internacional - Japão) 54 KFW - Kreditanstalt fur Wiederaufbau (Corporação de Empréstimos à Reconstrução Alemanha) 57 NCM - Nederlandsche Credietvarzekering Maatschappij N.V. (Companhia Holandesa de Seguro de Crédito - Holanda) 6 ODA - Overseas Development Agency (Agência de Desenvolvimento no Exterior - Inglaterra) 63 OKB - Oesterreichische Kontroll Bank Áustria (Banco de Controle Austríaco Crédito à Exportação - Áustria) 64 OND - Office National du Ducroire (Escritório Nacional de Seguro de Crédito à Exportação - Bélgica) 65 OPIC - Overseas Private Investment Corporation (Companhia de Investimentos Privados no Exterior) 69 SACE - Sezione Per L'Assic. Del Credito Allo Exportazione (Seção Especial de Seguros para Créditos à Exportação - Itália) 2 - OUTROS CÓDIGO NOME 80 Banco Central do Brasil 8 Banco no País 82 Banqueiros 87 Entidades Oficiais Brasileiras 89 Entidades Particulares Brasileiras 9 Empresas localizadas em ZPE 92 Governos Estrangeiros 93 Matrizes 94 Outras Entidades Oficiais Estrangeiras 95 Outras Entidades Privadas Estrangeiras 96 Pessoas Físicas Domiciliadas no Brasil 97 Pessoas Físicas Domiciliadas no Exterior 98 Subsidiárias ou Filiais 99 Não Especificados CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO : 24 - Grupo CÓDIGO NOME 20 Contratos de RiscoPetróleo 23 Operações com o Banco Central do Brasil - Referência taxa Ptax 2/ 30 Drawback 35 Drawback (com utilização de Linha de Crédito Banco do Brasil S.A./EXIMBANKUSA) 40 Exportação em consignação 42 Utilização de seguro de crédito à exportação 45 Linha de Crédito Banco do Brasil S.A./EXIM- BANKUSA (nas coberturas específicas, parte financiada e juros, exclui drawback) 46 Conversão de créditos / 49 Devolução de valores 3/ 50 Recebimento/Pagamento antecipado Importador (Exportação/Importação) 5 Recebimento/Pagamento antecipado Terceiros (Exportação/Importação) 52 Recebimento antecipado Exportação operações com prazo superior a 360 dias 53 Pagamento à vista (Importação) 89 Pagamento a prazo de até 60 dias, com apresentação de DI a posteriori 90 Outros 97 Exportação - ACC/ACE específico Clube de Paris 0 Vencimentos 983/984 Fase I Vencimentos 985 Fase II 2 Vencimentos 986 Fase II 3 Vencimentos entre e Fase III - A 6 Vencimentos entre e Fase III - C 7 Vencimentos entre e Fase IV O B S E RVA Ç Õ E S / Registra os fechamentos simultâneos de compra e de venda de moeda estrangeira, sem expedição de ordem de pagamento do ou para o exterior, relativos a conversões de créditos externos amparados em ROF/RDE. Deve ser observada a correta utilização da natureza-fato correspondente ao tipo de crédito empregado e ao tipo de conversão realizada, vinculando-se a cada contrato de câmbio tipo 4 ou 2, conforme a situação, um contrato de câmbio tipo 3. 2/ Código de uso exclusivo do sistema. Restrito às operações de câmbio registradas na transação Pcam380 que tenham como referência a taxa Ptax e que uma das partes seja o Banco Central do Brasil. 3/ Para utilização na classificação de operações de câmbio relativas a transferências do e para o exterior, a título de devolução de valores não aplicados na finalidade originalmente indicada ou transferidos de forma indevida, observadas as demais disposições previstas no capítulo deste título. CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 3 - Relação de Vínculo. A relação de vínculo é classificada de acordo com os códigos abaixo: - subsidiária 3 - filial 5 - matriz 7 - participação minoritária de capital 9 - coligada (quando houver relação de vínculo não enquadrável nos códigos acima) 0 - sem vínculo 2. A classificação de que trata o item anterior tem por base o cliente vendedor ou comprador da moeda estrangeira no Brasil em relação ao pagador ou recebedor no exterior CAPÍTULO : 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO : 4 - Forma de Entrega da Moeda Estrangeira Nº CÓDIGO DENOMINAÇÃO 0 Carta de Crédito - à vista 5 Carta de Crédito - a prazo 30 Cheque 40 Crédito em Conta 45 Débito em Conta 50 Em Espécie e/ou cheques de viagem 65 Te l e t r a n s m i s s ã o 75 Títulos e Valores / 90 Simbólica O B S E RVA Ç Õ E S / Utilizado para os valores mobiliários, cambiais e outros títulos de crédito, quando o endosso caracterizar a transferência de sua propriedade para a instituição negociadora da moeda estrangeira. Os títulos e valores que se transfiram por ocasião da liquidação do contrato de câmbio devem ser objeto de cláusula contratual específica. CAPÍTULO : 9 - Transferências Financeiras SEÇÃO : - Disposições Gerais. Este capítulo dispõe sobre os procedimentos complementares que devem ser observados quando das transferências financeiras do e para o exterior, observado que estão tratados em títulos e capítulos próprios deste Regulamento as disposições relativas a: a) constituição e retorno de capitais brasileiros no exterior e de capitais estrangeiros no País; b) pagamentos e recebimentos de exportações e importações brasileiras; c) gastos com viagens internacionais, aí incluídos os serviços turísticos, utilização de cartões de débito e de crédito internacionais e transferências postais. 2. Nas operações ligadas a despesas comerciais, de mesma natureza e para o mesmo beneficiário/pagador, a entrega de documentos ao banco pode, mediante consenso entre as partes, ser substituída pela entrega de demonstrativo assinado pelo cliente negociador da moeda estrangeira, ao qual cabe manter em seu poder os documentos originais pelo prazo de cinco anos, contados a partir do ano subseqüente à realização da operação de câmbio ou da transferência internacional em reais, para apresentação ao banco interveniente, quando solicitada. 3. O demonstrativo de que trata o item anterior, exceto no que diz respeito a frete, matéria tratada em seção própria, deve discriminar o valor individual, finalidade da transferência e os dados referentes a exportação ou importação constantes do Siscomex. 4. Nos casos de encomendas remetidas do exterior, na hipótese de as operações de câmbio serem conduzidas por intermediário ou representante, deve ser observado, adicionalmente, que: a) o intermediário ou o representante deve estar de posse de procuração de cada um de seus clientes para assinatura do boleto; b) pode ser assinado um único boleto, desde que seja anexada ao dossiê da operação relação devidamente referenciada (número e data), contendo o nome de cada um de seus clientes, com indicação dos respectivos CPFs e o valor das remessas individuais; c) o pagamento do contravalor em moeda nacional da operação de câmbio pode ser efetuado pelo intermediário ou representante nas formas indicadas no capítulo. <!ID > CAPÍTULO : 9 - Transferências Financeiras SEÇÃO : 2 - Frete Internacional. Esta seção dispõe sobre os pagamentos e recebimentos de recursos decorrentes da atividade de transporte internacional de cargas, independentemente de sua modalidade, bem como das respectivas transferências do e para o exterior.

28 28 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de Os bancos autorizados a operar no mercado de câmbio podem dar curso a transferências do e para o exterior de valores decorrentes de transporte internacional de cargas, nas suas diversas modalidades, de interesse de: a) agentes ou representantes de transportadores residentes, domiciliados ou com sede no exterior; b) empresas que operam a sistemática de consolidação e desconsolidação de cargas e de transportes multimodais; c) exportadores e importadores residentes domiciliados ou com sede no País; d) empresas transportadoras nacionais. 3. É permitido ao exportador ou ao importador residente, domiciliado ou com sede no País pagar o frete internacional: a) em moeda estrangeira, mediante operação de câmbio, diretamente ao transportador residente, domiciliado ou com sede no exterior; b) em moeda nacional: I - diretamente ao transportador residente, domiciliado ou com sede no exterior, mediante crédito à conta corrente titulada pelo transportador residente, domiciliado ou com sede no exterior aberta e mantida no País nos termos da legislação e regulamentação em vigor; II - ao representante residente, domiciliado ou com sede no País do transportador residente, domiciliado ou com sede no exterior; ou III - ao agente consolidador de carga residente, domiciliado ou com sede no País, no caso de exportação com despacho consolidado, ou ao agente desconsolidador da carga residente, domiciliado ou com sede no exterior, no caso de importação com despacho consolidado. 4. Quando solicitado, além das informações previstas na regulamentação cambial, devem ser fornecidos ao Banco Central do Brasil, pelos transportadores e/ou seus agentes e representantes ou, ainda, outras empresas que operam o transporte internacional de cargas, dados e informações relacionados aos pagamentos e recebimentos de fretes internacionais, na forma e condições estabelecidas pelo Banco Central do Brasil. 5. As despesas incorridas no País por transportadores residente, domiciliado ou com sede no exterior devem ser objeto de: a) regular ingresso de moeda estrangeira; b) débito em conta em moeda nacional titulada pelo transportador residente, domiciliado ou com sede no exterior, mantida na forma da regulamentação em vigor; ou c) utilização dos recursos objeto de registros escriturais de que trata a seção 9 do capítulo Nas operações relacionadas a consolidação e desconsolidação de carga em que haja receitas e despesas concomitantes, é facultada a celebração dos contratos de câmbio pelos montantes totais das receitas e despesas, a cada período de trinta dias, podendo a movimentação da moeda estrangeira ser efetuada pelo valor líquido, desde que os contratos de câmbio sejam liquidados na mesma data e os pagamentos ou recebimentos se realizem entre os mesmos credores ou devedores. 7. No caso de ingresso de recursos em moeda estrangeira para fins de custeio de transportador residente, domiciliado ou com sede no exterior, em que não tenha ocorrido a utilização da totalidade do contravalor em moeda nacional resultante da operação de câmbio, o saldo não utilizado pode ser empregado para a recompra de moeda estrangeira, devendo o representante do transportador manter arquivada documentação comprobatória de tal situação, pelo prazo de cinco anos, contados a partir do ano subseqüente à realização da operação de câmbio, para apresentação ao banco interveniente, quando solicitada. 8. As disposições sobre a abertura e a manutenção em banco autorizado a operar no mercado de câmbio de conta de depósito em moeda estrangeira titulada por transportador residente, domiciliado ou com sede no exterior e sobre a retenção transitória de valores estimados para futura utilização no pagamento de despesas incorridas no País estão na seção 9 do capítulo No caso de transferências financeiras relativas a frete internacional, a entrega de documentos ao banco pode, mediante consenso entre as partes, ser substituída pela entrega de demonstrativo assinado pelo cliente negociador da moeda estrangeira, ao qual cabe manter em seu poder os documentos originais pelo prazo de cinco anos, contados a partir do ano subseqüente à realização da operação de câmbio ou da transferência internacional em reais, para apresentação ao banco interveniente, quando solicitada. 0. O demonstrativo a que se refere o item anterior deve conter, no mínimo, as seguintes informações: valor do frete; número do conhecimento de transporte; Incoterm; nome e endereço do transportador residente, domiciliado ou com sede no exterior; e tipo da operação (exportação ou importação), observado que, se houver, deve ser informado o número do respectivo Registro de Exportação (RE) ou da Declaração de Importação (DI). CAPÍTULO : 9 - Transferências Financeiras SEÇÃO : 3 - Seguros. As disposições sobre o pagamento de prêmios e o recebimento de indenizações relativos a seguro de crédito à exportação estão contidas na Resolução 2.532, de , e no capítulo. 2. Podem os bancos autorizados a operar no mercado de câmbio dar curso a remessas destinadas ao pagamento de indenizações de sinistros e despesas correlatas a favor de seguradora conveniada residente, domiciliada ou com sede nos países membros do Mercosul, decorrentes de seguro de responsabilidade civil do proprietário e/ou condutor de veículos terrestres (automóvel de passeio - particular ou de aluguel), devendo ser apresentada, ao banco interveniente na operação de câmbio documentação que comprove a legalidade do negócio. 3. As demais regras para o pagamento de prêmios e o recebimento de indenizações no País e no exterior de seguros e resseguros celebrados em moeda estrangeira estão tratadas nesta seção. 4. O prêmio e a indenização relativos a contrato de seguro ou resseguro celebrado em moeda estrangeira são pagos, observada a regulamentação do Conselho Nacional de Seguros Privados - CNSP, por transferência bancária na moeda do contrato de seguro ou resseguro, devendo ser observadas as seguintes particularidades: a) caso o segurado seja residente, domiciliado ou sediado no País o pagamento do prêmio é promovido mediante contratação e liquidação de operação de câmbio, na forma da regulamentação em vigor; b) caso o credor dos direitos sobre o seguro seja residente, domiciliado ou sediado no País o recebimento da indenização ocorre mediante contratação e liquidação de operação de câmbio, na forma da regulamentação em vigor; c) caso a transferência ocorra entre contas de que trata a seção 8 do capítulo 4 é dispensada a contratação de câmbio. 5. O pagamento de prêmio relativo a contrato de seguro celebrado no exterior condiciona-se à apresentação ao banco vendedor da moeda estrangeira, pelo segurado, de autorização da Superintendência de Seguros Privados - Susep para a contratação do referido seguro. 6. O valor referente à indenização de seguro em moeda estrangeira contratado no País é transferível ao exterior apenas caso: a) o beneficiário seja residente, domiciliado ou sediado no exterior; ou b) seja utilizado, pelo segurado residente, domiciliado ou com sede no País para pagamento a interveniente do exterior na recomposição de importação objeto do seguro; ou c) destine-se à liquidação de contratos de câmbio referentes a operação de exportação que tenha sido objeto de seguro. 7. As operações de câmbio de que trata esta seção são celebradas para liquidação pronta. CAPÍTULO : 9 - Transferências Financeiras SEÇÃO : 4 - Remessas Governamentais. As vendas de moeda estrangeira para pagamento de pensões, aposentadorias, tratamentos de saúde, ajuda de custo a servidores públicos designados ou transferidos para o exterior, obrigações junto a instituições de ensino e pesquisa no exterior, despesas com servidores no exercício de missão oficial no exterior, bem como de benefícios concedidos a viajantes que se destinem ao exterior ou lá estejam com objetivo de cumprir programa de natureza educacional, científica ou cultural, podem ser efetuadas: a) em espécie, entregue diretamente ao viajante no País ou ao representante habilitado pela pessoa jurídica de direito público interno, para posterior repasse ao beneficiário final dos recursos; ou b) por ordem bancária, para entrega direta ao beneficiário final no exterior ou a favor da própria pessoa jurídica de direito público interno responsável pela aquisição da moeda estrangeira, a qual efetua o repasse, no exterior, ao beneficiário final dos recursos. 2. O uso da faculdade prevista nesta seção não veda a aquisição de moeda estrangeira com recursos próprios do viajante. CAPÍTULO : 9 - Transferências Financeiras SEÇÃO : 5 - Compromissos no Mercado Interno. Podem os bancos autorizados a operar no mercado de câmbio comprar moeda estrangeira em decorrência de pagamento efetuado por residente, domiciliado ou com sede no exterior a residente, domiciliado ou com sede no País por venda de produtos com entrega em território brasileiro nas situações não abrangidas pelo art. 6 da Lei 9.826, de As operações da espécie devem ser classificadas sob a natureza CAPITAIS ESTRANGEIROS A LONGO PRAZO - Compromissos no Mercado Interno, e ficam condicionadas à apresentação, pelo beneficiário da ordem de pagamento, ao banco dos seguintes documentos: a) na hipótese de entrega dos produtos no País antes de seu pagamento: fatura emitida pelo beneficiário da ordem de pagamento contra o pagador no exterior e nota fiscal e comprovante da entrega dos produtos no País; b) na hipótese de o pagamento se verificar antes da entrega dos produtos no País, que deve ocorrer no prazo máximo de 360 dias contados da data do pagamento: fatura emitida pelo beneficiário da ordem de pagamento contra o pagador no exterior e declaração do beneficiário da ordem de pagamento, comprometendo-se a manter em seu poder, pelo prazo de cinco anos contados do término do exercício em que tenha ocorrido a operação, nota fiscal e comprovante da entrega dos produtos no País, para apresentação ao Banco Central do Brasil, quando solicitado. 3. Na hipótese de não ocorrer a entrega dos produtos no prazo de trezentos e sessenta dias contados da data do pagamento, o titular do crédito é obrigado a convertê-lo em investimento direto de capital ou em empréstimo em moeda devidamente registrado no Banco Central do Brasil/Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio (Decec), nos termos da Lei 4.3, de , e regulamentação pertinente. CAPÍTULO : 0 - Viagens Internacionais, Cartões de Uso Internacional e Transferências Postais SEÇÃO : - Viagens Internacionais. Esta seção trata das compras e das vendas de moeda estrangeira, inclusive em espécie ou em cheques de viagens, destinadas a atender gastos pessoais em viagens relacionadas a: a) turismo, no País ou no exterior; b) negócios, serviços ou treinamento; c) missões oficiais de governo; d) participação em competições esportivas, incluídos gastos com treinamento; e) fins educacionais, científicos ou culturais. 2. As vendas de moeda estrangeira para atender gastos de viagem podem ser realizadas, para cada viajante, independentemente de sua idade e formalizadas mediante o preenchimento do boleto que constitui o anexo deste título. 3. A aquisição da moeda estrangeira pode ser efetuada parceladamente, com a finalidade de atender gastos no exterior com viagens internacionais. 4. São considerados gastos de viagem as compras e as vendas de moeda estrangeira para atender despesas com tratamento de saúde, incluídos: a) o pagamento de exames e outros serviços médicos e laboratoriais necessários e complementares à realização de tratamentos de saúde no País, inclusive quando solicitado por pessoas jurídicas; b) a aquisição, por pessoa física, de medicamentos não destinados a comercialização. 5. É permitida a utilização por viajantes residentes no Brasil ou no exterior, conforme o caso, de cartões magnéticos para saque de moeda estrangeira no exterior ou de moeda nacional no País, contra débito em conta corrente mantida pelo viajante. 6. A realização de operações na forma indicada no item anterior deve observar as demais exigências regulamentares, inclusive quanto à formalização da operação de câmbio e aos registros no SISBACEN, devendo ser indicado no respectivo boleto a expressão "Dispensada a assinatura do vendedor por se tratar de operação liquidada por meio eletrônico". 7. Para fins de registro no sistema, os saques efetuados após as 8h devem ser somados ao movimento do dia útil seguinte. 8. Aos residentes, domiciliados ou com sede no exterior, quando da saída do território nacional, é permitida a aquisição de moeda estrangeira com os reais inicialmente adquiridos e não utilizados, mediante apresentação do respectivo comprovante de compra de moeda estrangeira por instituição autorizada a operar no mercado de câmbio credenciada que, após sua utilização, será devolvido ao cliente com a inscrição "INUTILIZADO PARA FINS DE RECOMPRA". 9. Nos casos de utilização de cartão magnético para saque, o direito de recompra é exercido pela apresentação do cartão magnético, passaporte ou carteira de identidade e o extrato emitido pelo caixa eletrônico por ocasião do saque, que deverá conter os seguintes dados: a) valor em moeda nacional; b) código de natureza da operação: "Turismo no País"; c) taxa de câmbio utilizada; d) valor equivalente em moeda estrangeira. 0. Aos residentes e domiciliados no exterior, transitoriamente no País, e aos brasileiros residentes ou domiciliados no exterior é permitido o recebimento de moeda estrangeira em espécie ou cheques de viagem pelas ordens de pagamento a seu favor ou pela utilização de cartão de crédito internacional, devendo tais operações ser realizadas sem a formalização de boletos.. As vendas de moeda estrangeira para atender despesas em participações em competições esportivas no exterior podem ter como beneficiários: a) clube, associação, federação ou confederação esportiva, mediante apresentação de relação nominal dos componentes da delegação; b) individualmente a atleta mediante apresentação de declaração informando a natureza do evento e o valor a ser adquirido. 2. O agente interveniente na operação deve informar ao cliente que os documentos que comprovem as despesas realizadas no exterior com os recursos adquiridos para atender gastos com tratamento de saúde ou participação em competições esportivas no exterior devem ser guardados, pelo comprador da moeda estrangeira, pelo prazo de 5 (cinco) anos, contados do término do exercício em que tenha ocorrido a operação, para apresentação ao Banco Central do Brasil, se solicitada. CAPÍTULO : 0 - Viagens Internacionais, Cartão de Crédito Internacional e Transferências Postais SEÇÃO : 2 - Cartão de Uso Internacional SUBSEÇÃO : - Emitidos no Exterior para Utilização no País. Aos afiliados a companhias de cartões de crédito internacionais, por meio de administradoras brasileiras, é permitido aceitar o pagamento por meio de cartão de crédito emitido no exterior de: a) vendas de bens e de serviços realizados no País ao titular do cartão; b) vendas de bens e de serviços para o exterior enquadráveis na sistemática de câmbio simplificado de exportação;

29 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN c) vendas de bens ao exterior sob a forma de encomendas internacionais, nos termos da regulamentação específica da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. 2. Aos bancos múltiplos com carteira comercial ou de crédito imobiliário, aos bancos comerciais e à Caixa Econômica Federal é permitido aceitar transferências de valores por meio de cartão de crédito internacional emitido no exterior para crédito em contas de depósitos à vista ou em contas de depósitos de poupança de que trata a Resolução 3.203, de Aos bancos múltiplos com carteira comercial ou de crédito imobiliário, aos bancos comerciais e à Caixa Econômica Federal, é facultado, nos termos da Resolução 3.23, de : a) aceitar transferências de valores por meio de cartões de crédito emitidos no exterior titulados por pessoas físicas para crédito em contas de depósitos à vista ou em contas de depósitos de poupança tituladas por pessoas físicas domiciliadas no País; b) dar cumprimento a ordens de pagamento em reais, transmitidas por meio de cartões de crédito emitidos no exterior titulados por pessoas físicas, em favor de pessoas físicas domiciliadas no País. 4. A cobrança, no exterior, das operações que resultarem da utilização desses cartões, é efetuada pela empresa brasileira administradora do cartão de crédito responsável pelo convênio com o afiliado, devendo os créditos da citada cobrança convergir obrigatoriamente para uma única conta corrente mantida no exterior para cada convênio internacional, em nome da empresa brasileira administradora do cartão de crédito. 5. Os saldos diários da conta no exterior devem-se limitar ao nível máximo determinado pelo Banco Central do Brasil para cada empresa, aí não incluídos os valores devidos às lojas francas, conforme previsto na subseção 3 desta seção, devendo ser promovido o ingresso imediato no País dos valores que ultrapassarem o referido saldo. CAPÍTULO : 0 - Viagens Internacionais, Cartão de Crédito Internacional e Transferências Postais SEÇÃO : 2 - Cartão de Crédito Internacional SUBSEÇÃO : 2 - Emitidos no País para Utilização no Exterior. É admitida a utilização no exterior de cartões de crédito emitidos no Brasil em favor de pessoas físicas (cartão pessoal) ou jurídicas (cartão empresarial) residentes, domiciliadas ou com sede no País, observadas as condições previstas nesta subseção. 2. Observado o limite de crédito estabelecido para cada cliente pela administradora do cartão, a cobertura das despesas deve restringirse: a) aos gastos no exterior, em viagens a qualquer título; b) à aquisição de bens e serviços do exterior, desde que não configurem operações sujeitas a regulamentação específica tais como: importação sujeita a registro no SISCOMEX e desembaraçada ao amparo de Declaração de Importação - DI, investimento no exterior e transações subordinadas a registro no Banco Central do Brasil, devendo ser observados os aspectos fiscais e tributários aplicáveis e a documentação guardada para comprovação à autoridade fiscal. Admite-se, ainda, a utilização no exterior de cartão de crédito empresarial emitido no País em nome de prestadores de serviços turísticos classificados pelo Instituto Brasileiro de Turismo - Embratur, devendo os pagamentos, realizados por conta de gastos relacionados com turismo emissivo, observar, no que couber, os parâmetros estabelecidos na seção 4 deste capítulo. 4. No caso de pagamento de faturas por prestadores de serviços turísticos, consoante previsto neste capítulo, devem os mesmos manter em seu poder, além da fatura, recibo ou outro documento que comprove a existência do débito, a relação nominal dos viajantes para apresentação ao Banco Central do Brasil, quando solicitado. 5. A fatura dos gastos deve ser emitida em dólares dos Estados Unidos ou em reais, discriminando cada despesa na moeda estrangeira na qual foi realizada, aí incluídas as despesas em lojas francas. 6. A fatura deve, ainda, discriminar o subtotal relativo aos gastos com a aquisição de bens e serviços, bem como o subtotal referente a eventuais saques realizados no exterior. 7. É considerada como a data de utilização do cartão de crédito no exterior a data da efetiva realização de cada despesa ou saque. 8. O pagamento da fatura deve ser realizado pelo equivalente em reais em banco que mantenha convênio de serviços com a respectiva empresa brasileira administradora do cartão de crédito, devendo ser utilizada, para efeito de conversão do valor devido em moeda estrangeira para moeda nacional, a taxa aplicável às operações da espécie no dia. 9. Eventuais despesas não relacionadas diretamente com a utilização do cartão no exterior, a título de anuidade, de juros por atraso de pagamentos etc., devem ser lançadas, de forma discriminada, exclusivamente em reais. 0. Devem as administradoras de cartões de crédito ajustar contratualmente com seus clientes que o Banco Central do Brasil pode comunicar à Secretaria da Receita Federal eventuais irregularidades detectadas, bem como adotar as medidas cabíveis, no âmbito de sua competência, no caso de despesa realizada no exterior com finalidade diversa das previstas neste capítulo. Configurada essa hipótese e sem prejuízo das sanções legais aplicáveis, deve ser promovido o imediato cancelamento do cartão, pelo prazo mínimo de um ano. CAPÍTULO : 0 - Viagens Internacionais, Cartão de Crédito Internacional e Transferências Postais SEÇÃO : 2 - Cartão de Crédito Internacional SUBSEÇÃO : 3 - Disposições Comuns Aplicáveis aos Cartões de Crédito Emitidos no País ou no Exterior. A empresa brasileira que administre cartão de crédito de uso internacional deve comunicar ao Banco Central do Brasil/Decec, com sessenta dias de antecedência, o início previsto de suas operações, declarando conhecer e atender às disposições previstas neste capítulo sobre a matéria. 2. A empresa brasileira que administre cartão de crédito ou a empresa responsável, no Brasil, pelo processamento ou controle ou cobrança do valor devido à centralizadora da bandeira do cartão, conforme o caso e o tipo de cartão, deve ainda transmitir, de forma consolidada, ao Banco Central do Brasil, até o dia 0 de cada mês, via Internet (conforme instruções contidas no endereço opção download, aplicativo PSTAW0) ou via sistema Connect: a) a relação dos gastos ou saques em moeda estrangeira efetuados no mês imediatamente anterior por titular de cartão de crédito emitido no País, indicando, além da bandeira do cartão, o nome, CNPJ/CPF ou o número do passaporte do titular do cartão, quando for o caso, bem como a identificação do afiliado beneficiário no exterior; b) a relação dos valores devidos a residentes no País, decorrentes de gastos, saques e transferências de valores, nos termos dos itens 2 e 3 da subseção desta seção, efetuadas no mês imediatamente anterior por titular de cartão de crédito emitido no exterior, indicando o CNPJ/CPF, nome, cidade e estado do beneficiário no País, bem como a bandeira, número do cartão do responsável pelo pagamento no exterior e seu país de origem. 3. Os bancos múltiplos com carteira comercial ou de crédito imobiliário, os bancos comerciais e a Caixa Econômica Federal devem transmitir mensalmente ao Banco Central do Brasil, conforme estipulado no item anterior, relacionando, nome do remetente, número, bandeira e país de emissão do cartão, valor e fato-natureza referente ao ingresso, bem como o nome e o CPF do beneficiário final do recurso, os valores recebidos por meio de: a) cartões de crédito emitidos no exterior em contas de depósitos à vista ou em contas de depósitos de poupança de que trata a Resolução 3.203, de 7 de junho de 2004; b) cartões de crédito emitidos no exterior titulados por pessoas físicas para crédito em contas de depósitos à vista ou em contas de depósitos de poupança tituladas por pessoas físicas residentes ou domiciliadas no País de que trata a Resolução 3.23, de 30 de junho de 2004; e c) ordens de pagamento em reais transmitidas por meio de cartões de crédito emitidos no exterior titulados por pessoas físicas, em favor de pessoas físicas, residentes ou domiciliadas no País, também tratadas na Resolução 3.23, de As instituições referidas nos itens 2 e 3 anteriores devem manter em seu poder o conjunto dos documentos, contratos e lançamentos de escrituração que comprovem as informações encaminhadas mensalmente ao Banco Central do Brasil nos termos desta seção, bem como prestar esclarecimentos e adotar as providências necessárias para regularizar as situações porventura em desacordo com os dispositivos deste capítulo. 5. É vedado qualquer tipo de compensação entre os pagamentos e os recebimentos de interesse da empresa brasileira administradora do cartão de crédito, devendo realizar, separadamente, pelo total dos valores: a) pagamentos pela utilização de cartões de crédito emitidos no País; e b) recebimentos pela utilização de cartões de crédito emitidos no e x t e r i o r. 6. Quando os contratos de câmbio relativos aos ingressos e às remessas de moeda estrangeira forem liquidados na mesma data, pode a movimentação das divisas ser efetuada pelo valor líquido. 7. Observadas as disposições relativas à obrigatoriedade de ingresso no Brasil dos valores que ultrapassem os saldos em moeda estrangeira mantidos por empresa brasileira que administre cartão de crédito ou empresa responsável, no Brasil, pelo processamento ou controle ou cobrança dos valores devidos ao País, a contratação de câmbio referente aos valores recebidos do exterior deve ser realizada: a) até o dia 5 (quinze) para os valores relativos à primeira quinzena; b) até o último dia útil do mês, para os valores relativos à segunda quinzena. 8. Os pagamentos e recebimentos relativos aos gastos efetuados pelos titulares de cartão de crédito internacional devem ser classificados sob a rubrica "Viagens Internacionais - Cartões de Crédito - aquisição de bens e serviços", aí incluídas as remessas realizadas para recomposição do saldo da conta corrente mantida no exterior. 9. As receitas e as despesas de outras naturezas decorrentes do uso de cartão de crédito internacional, bem como os saques realizados no exterior ou no País, devem ser classificadas em código de natureza apropriado, ficando as respectivas transferências condicionadas, quando for o caso, à prova de pagamento de imposto de renda ou de sua isenção expressamente reconhecida pela autoridade fiscal competente. 0. As remessas para cobertura dos gastos ocorridos no exterior devem ser realizadas no vencimento do compromisso com a franquia internacional, admitindose a antecipação de até 3 (três) dias úteis do mesmo, podendo, para acolhimento dos recursos assim transferidos e operacionalização dos pagamentos, ser aberta conta corrente no exterior, ou utilizada a mesma prevista na subseção desta seção, cujo funcionamento é autorizado pelo Banco Central do Brasil.. Os saldos diários da conta no exterior devem se limitar ao nível máximo determinado pelo Banco Central do Brasil para cada empresa, aí não incluídos os valores devidos às lojas francas, devendo ser promovido o ingresso imediato no País dos valores que ultrapassarem o referido saldo. 2. O pagamento de bens adquiridos em lojas francas, autorizadas a funcionar na forma do Decretolei.455, de , deve observar as seguintes disposições particulares: a) o preenchimento dos documentos pertinentes à aquisição dos bens deve ser promovido, pela loja franca vendedora, exclusivamente em moeda estrangeira; b) a empresa brasileira administradora do cartão de crédito deve, no prazo pactuado entre as partes, não superior porém a 30 (trinta) dias, promover o pagamento à loja franca igualmente em moeda estrangeira, pelo valor devido, observadas, no que couber, as disposições contidas nesta seção; c) deve a loja franca, no prazo de 5 (cinco) dias úteis contados da data do recebimento da moeda estrangeira na forma da alínea "b" anterior, promover a venda do respectivo valor em moeda estrangeira a banco autorizado a operar no mercado de câmbio. CAPÍTULO : 0 - Viagens Internacionais, Cartão de Crédito Internacional e Transferências Postais SEÇÃO : 3 - Transferências Postais SUBSEÇÃO : - Disposições Gerais. Podem os bancos autorizados a operar no mercado de câmbio dar curso a transferências financeiras do e para o exterior em que figure como cliente a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos - ECT, relacionadas aos acertos das contas mantidas com as administrações postais estrangeiras, decorrentes da prestação de serviços postais. 2. Define-se como serviços postais para fins do disposto neste regulamento aqueles necessários ao cumprimento das atividades típicas da ECT relativos ao transporte e trânsito de objetos postais e despesas terminais e de trânsito desses objetos (inclui EMS, colis-postaux). 3. Fica a ECT autorizada a operar as modalidades de Vale Postal Internacional - VPI e Reembolso Postal, observadas as condições estabelecidas nesta seção. 4. A ECT deve exigir de seus clientes, quando da realização das operações autorizadas nesta seção, a comprovação documental que ampare cada operação realizada, bem como cumprir as demais exigências previstas na legislação e regulamentação. 5. A ECT deve manter registros adequados e guarda dos documentos que ampararam as operações realizadas pelo prazo de cinco anos após o término do exercício a que se refiram, para apresentar ao Banco Central do Brasil, quando solicitado. 6. Para os pagamentos e recebimentos decorrentes do relacionamento financeiro da ECT com as administradoras postais do exterior convenentes devem ser observados os seguintes aspectos operacionais: a) em cada caso, deve ser entregue ao banco - comprador ou vendedor da moeda estrangeira - carta indicando os dados básicos da operação (nome da administradora postal convenente, período do acerto de contas, finalidade da transferência, etc.); b) as operações de câmbio devem ser formalizadas com a utilização dos códigos específicos de natureza da operação. 7. É vedado qualquer tipo de compensação, devendo a ECT realizar, separadamente, pelo total dos valores os pagamentos e recebimentos decorrentes de: a) vales e reembolsos internacionais recebidos das diversas administrações postais; b) vales e reembolsos internacionais emitidos para as diversas administrações postais; c) serviços postais; d) outras despesas ou serviços a pagar ou a receber relativos a prestação de serviços decorrentes das atividades-fim da ECT, não relacionadas nas alíneas anteriores. 8. Quando os contratos de câmbio relativos aos ingressos e às remessas de moeda estrangeira forem liquidados na mesma data, pode a movimentação da moeda estrangeira ser efetuada pelo valor líquido. 9. A ECT deve registrar no Sistema de Informações Banco Central - SISBACEN por meio da transação PCAMC00, até o dia 0 (dez) de cada mês, de forma consolidada: a) relação dos valores dos vales postais emitidos no mês imediatamente anterior por ordem de residentes no País, indicando o nome, CNPJ/CPF, a natureza da remessa efetuada, bem como o país de destino e o nome do beneficiário no exterior; b) a relação dos valores pagos a residentes no País, no mês imediatamente anterior, indicando o CNPJ/CPF, nome, CEP e unidade da federação do beneficiário, bem como a natureza do pagamento efetuado, o país de origem e o nome do remetente; c) o saldo do último dia útil do mês anterior e as movimentações ocorridas na conta em moeda estrangeira, indicando o total dos valores relativos aos vales e reembolsos postais. 0. A ECT deve manter em seu poder o conjunto dos documentos, contratos e lançamentos de escrituração que comprovem as informações encaminhadas mensalmente ao Banco Central do Brasil nos termos do item anterior, bem como prestar esclarecimentos e adotar providências necessárias para regularizar as situações porventura em desacordo com os dispositivos nesta seção.. A ECT deve dar ciência a seus clientes que o Banco Central do Brasil pode comunicar à Secretaria da Receita Federal eventuais irregularidades detectadas, bem como adotar as medidas cabíveis no âmbito de sua competência, no caso de uso indevido ou de não observância das regras específicas para as transferências conduzidas ao amparo desta sistemática.

30 30 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 CAPÍTULO : 0 - Viagens Internacionais, Cartão de Crédito Internacional e Transferências Postais SEÇÃO : 3 - Transferências Postais SUBSEÇÃO : 2 - Vale e Reembolso Postal Internacionais. A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos - ECT pode conduzir sob o mecanismo de vales postais internacionais as seguintes operações: a) vales emissivos e receptivos com pessoas físicas e jurídicas residentes ou domiciliadas no Brasil para fins de: I - manutenção de pessoas físicas no exterior; II - contribuições a entidades associativas e previdenciárias; III - aquisição de programas de computador para uso próprio; IV - aposentadorias e pensões; V - aquisição de medicamentos no exterior, não destinados a comercialização; VI - compromissos diversos, tais como aluguel de veículos, multas de trânsito, reservas em estabelecimentos hoteleiros, despesas com comunicações, assinatura de jornais e revistas, outros gastos de natureza eventual, e pagamento de livros, jornais, revistas e publicações similares, quando a importação não estiver sujeita a registro no SIS- COMEX; VII - pagamento de serviços de reparos, consertos e recondicionamento de máquinas e peças; VIII - doações; b) vales receptivos, em pagamento de exportações brasileiras conduzidas sob a sistemática de câmbio simplificado de exportação, observado, neste caso, o limite de US$ 0.000,00 (dez mil dólares dos Estados Unidos) por operação. 2. Está ainda a ECT autorizada a cursar diretamente na rede bancária autorizada a operar no mercado de câmbio os pagamentos e recebimentos em moeda estrangeira relativos à sistemática de Reembolso Postal Internacional, observadas as normas estabelecidas para as remessas postais e encomendas internacionais, bem como para as exportações brasileiras amparadas em Declaração Simplificada de Exportação - DSE. <!ID > CAPÍTULO : 0 - Viagens Internacionais, Cartão de Crédito Internacional e Transferências Postais SEÇÃO : 4 - Serviços Turísticos. Quando do pagamento ao exterior de despesas relacionadas com serviços turísticos vendidos por agências de turismo e demais prestadores de serviços turísticos classificados pelo Instituto Brasileiro de Turismo - EMBRATUR, autorizados ou não a operar no mercado de câmbio, devem ser deduzidas as comissões do prestador do serviço e observadas as condições de que trata esta seção. 2. Para os efeitos do item anterior, a agência de turismo ou o prestador do serviço deve solicitar a um banco autorizado a operar no mercado de câmbio a emissão de ordem de pagamento a favor do operador no exterior (agente ou representante), admitida a entrega por cheque. 3. Até a efetivação da remessa ao exterior (turismo emissivo), a agência de turismo ou o prestador do serviço pode efetuar aquisições parciais de moeda estrangeira, em agentes autorizados a operar no mercado de câmbio, devendo o valor adquirido ser creditado em conta aberta em seu nome, em banco autorizado a operar no mercado de câmbio. 4. O funcionamento da conta mencionada no item anterior deve obedecer às disposições do capítulo 4 deste título. 5. A agência de turismo ou o prestador do serviço deve manter em seu poder relação nominal dos viajantes, discriminando endereço, nº do CPF, nº do passaporte, nº do bilhete de passagem e valores cobrados pelo beneficiário no exterior para apresentação ao Banco Central do Brasil, quando solicitado. 6. As receitas de turismo receptivo do exterior, auferidas por agências de turismo e demais prestadores de serviços turísticos classificados pelo EM- BRATUR, devem ser negociadas com banco autorizado a operar no mercado de câmbio no prazo máximo de cinco dias úteis após o seu recebimento, mantendo o vendedor, em seus arquivos, cópia do comprovante relativo à venda efetuada em seu próprio nome. Alternativamente, as receitas previstas no item anterior podem ser creditadas à conta em moeda estrangeira a que se refere o item 3 a n t e r i o r. CAPÍTULO : - Exportação SEÇÃO : - Disposições Gerais. Este capítulo dispõe sobre as operações no mercado de câmbio relativas às exportações brasileiras de mercadorias e de serviços. 2. As exportações brasileiras de mercadorias e de serviços sujeitam-se ao ingresso no País da moeda estrangeira correspondente, mediante celebração e liquidação de contrato de câmbio em banco autorizado a operar no mercado de câmbio, no País, ressalvados os casos específicos previstos na legislação e regulamentação em vigor. 3. As operações de câmbio a que se refere o item anterior são liquidadas mediante a entrega da moeda estrangeira ou do documento que a represente ao banco com o qual tenha sido celebrado o contrato de câmbio. 4. O recebimento do valor em moeda estrangeira decorrente da exportação deve ocorrer mediante crédito do correspondente valor em conta, no exterior, de banco autorizado a operar no mercado de câmbio, no País, ressalvadas as seguintes situações: a) entrega, ao banco, da moeda estrangeira em espécie ou em cheques de viagem, mediante autorização específica do Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio - Decec, deste Banco Central; b) utilização de cartão de crédito internacional ou vale postal internacional pelo devedor estrangeiro, nas situações previstas na sistemática de câmbio simplificado de exportação. 5. São vedadas instruções para pagamento ou crédito no exterior diretamente ao exportador ou a terceiros, de qualquer valor da exportação, exceto nos casos de: a) comissão de agente e parcelas de outra natureza devidas a terceiros, residentes ou domiciliados no exterior, previstas no respectivo registro de exportação constante do Sistema Integrado de Comércio Exterior - Siscomex; b) exportações conduzidas por intermediário no exterior de valor individual até US$ 0.000,00 (dez mil dólares dos Estados Unidos) ou seu equivalente em outras moedas, admitindo-se que o pagamento no exterior seja efetuado pelo intermediário, mediante crédito à conta, no exterior, de banco autorizado a operar no mercado de câmbio no País, vedada a compensação de créditos. 6. O recebimento de exportação pode ocorrer em moeda nacional desde que esteja previsto no respectivo registro da exportação no Siscomex. 7. Para os fins e efeitos do disposto neste capítulo, considera-se: a) exportação de serviço: as operações classificáveis na subseção 0. da seção 2 do capítulo 8 deste título; b) data de embarque: a data de averbação de embarque registrada no Siscomex. 8. As vendas de mercadorias e de serviços ao exterior, por pessoa física ou jurídica, até o limite de US$ 0.000,00 (dez mil dólares dos Estados Unidos), ou o seu equivalente em outras moedas, podem, a critério do exportador, ter as suas respectivas operações de câmbio conduzidas ao amparo da sistemática de câmbio simplificado de exportação, que inclui a utilização de cartão de crédito internacional emitido no exterior ou de vale postal internacional. 9. O ingresso de valores no País em pagamento de mercadorias enviadas ao exterior ao amparo de Declaração Simplificada de Exportação - DSE registrada no Siscomex é objeto de contratação de câmbio sob a sistemática de câmbio simplificado de exportação, que inclui a utilização de cartão de crédito internacional emitido no exterior ou de vale postal internacional. 0. O ingresso de valores no País em pagamento de mercadorias enviadas ao exterior sem registro no Siscomex, na forma da regulamentação pertinente, deve ser efetuado a título de transferências financeiras.. À exceção dos contratos de câmbio simplificados de exportação, é obrigatória a inclusão da cláusula 3 no contrato de câmbio e, no caso de remessa direta dos documentos ao exterior, pelo exportador, é igualmente obrigatória a inclusão da cláusula O prazo das cambiais ou de outros documentos da exportação, deve ser pactuado de forma que a liquidação do contrato de câmbio correspondente não exceda a 20 dias contados da data do embarque das mercadorias, ressalvados os casos de exportações financiadas, com Registro de Crédito - RC, contempladas em seção específica deste capítulo. 3. Havendo consenso entre as partes, o contrato de câmbio vinculado a operação objeto de seguro de crédito à exportação pode ter seu prazo de liquidação prorrogado, pelo exato valor objeto do seguro, por até 80 dias adicionais contados da data de vencimento da respectiva cambial, observado que tal prorrogação é condicionada à alteração do código de grupo da natureza da operação para "42 - Utilização de seguro de crédito à exportação". 4. Ao final do prazo a que se refere o item 3, ou tão logo liberado o valor pela seguradora, o que primeiro ocorrer, o contrato de câmbio deve ser: a) liquidado pelo valor liberado pela seguradora, que corresponderá, no mínimo, a 85% do valor objeto do seguro de crédito à exportação; e b) cancelado ou baixado pelo valor restante. 5. O pagamento em moeda estrangeira efetuado por residente no exterior a residente no País em decorrência de venda de produtos com entrega no território brasileiro são conduzidas ao amparo do capítulo 9 deste título, a não ser quando diferentemente tratado na legislação e regulamentação em vigor. 6. Subordinam-se às regras gerais de exportação: a) as operações abrangidas pela Lei 9.826, de ; b) o fornecimento, no País, de combustíveis, lubrificantes e de produtos para uso ou consumo de bordo para os quais haja registro de exportação com despacho averbado no Siscomex; c) as mercadorias admitidas em Depósito Alfandegado Certificado - DAC. 7. Adicionalmente às disposições de caráter geral, devem ser observados os aspectos específicos tratados em capítulos próprios deste regulamento, incluindo, no que couber, os capítulos 6 (Países com Disposições Cambiais Especiais) e 7 (Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos). 8. A regularização de contrato de câmbio de exportação ocorre mediante prorrogação, liquidação, cancelamento ou baixa, observados os prazos e demais condições estabelecidos na regulamentação. 9. O Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio - Decec, examinará caso a caso e decidirá a respeito das seguintes matérias sem prejuízo do disposto neste regulamento: a) baixa e cancelamento de contrato de câmbio de exportação; b) devolução de recebimento antecipado ao pagador no exterior por exportador tradicional; c) prorrogação de prazo para embarque da mercadoria ou prestação de serviço, para contratação e para liquidação de operação de câmbio de exportação; d) admissão de vinculação do contrato de câmbio por pessoa diversa do exportador a registro de exportação; e) dispensa de contratação de câmbio quando ficar evidenciada a impossibilidade de recebimento da respectiva moeda estrangeira. CAPÍTULO : - Exportação SEÇÃO : 2 - Contratação de Câmbio. Os contratos de câmbio podem ser celebrados para liquidação pronta ou futura, prévia ou posteriormente ao embarque da mercadoria ou da prestação dos serviços, limitado ao prazo máximo de 570 dias entre a contratação e a sua liquidação, observado o disposto neste Regulamento. 2. As operações de câmbio podem ser contratadas prévia ou posteriormente à data do embarque das mercadorias ou da prestação dos serviços, observado que: a) se contratação prévia: a antecipação máxima admitida é de 360 dias; b) se contratação posterior: o prazo máximo admitido para contratação e liquidação é de 20 dias, sendo que, caso esse prazo máximo vença em dia não-útil, será considerado o dia útil seguinte. 3. As operações de câmbio referentes a exportação sujeitas a Registro de Crédito - RC devem ser celebradas em conformidade ao disposto na seção 0 - Exportações Financiadas. 4. Os contratos de câmbio decorrentes de mercadorias exportadas em consignação também podem ser celebrados prévia ou posteriormente ao embarque, observados os seguintes prazos: a) se contratação prévia: a antecipação máxima admitida é de 80 dias; b) se contratação posterior: I - nas operações cujo prazo de permanência ou venda no exterior não exceda a 80 dias do embarque da mercadoria: o prazo máximo admitido para contratação e liquidação é de 20 dias, sendo que, caso esse prazo máximo vença em dia não-útil, será considerado o dia útil seguinte; II - nas operações cujo prazo de permanência ou venda no exterior seja superior a 80 dias do embarque da mercadoria: o prazo máximo para contratação e liquidação admitido é de 30 dias após a data indicada no registro de exportação com despacho averbado no Siscomex, limitado a 390 dias da data de embarque das mercadorias, sendo que, caso esse prazo máximo vença em dia não-útil, será considerado o dia útil seguinte. 5. Os contratos de câmbio de exportação em consignação devem ser classificados sob o código de natureza de operação "024 - EX- PORTAÇÃO - Exportação em Consignação", sendo vedada alteração de natureza de referido código. 6. No caso de exportação efetuada com cláusula de margem não sacada, a contratação de câmbio referente a essa parcela deve ser efetivada até a data de vencimento do prazo estabelecido pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para a complementação da cobertura cambial ou comprovação de que ela não é devida. 7. O contrato de câmbio relativo ao recebimento de juros por atraso no recebimento de exportação é formalizado pelo exportador, com utilização de contrato tipo 3 sob a natureza RENDAS DE CAPITAIS - Juros de Mora, indicando-se em "Registro de contratos de câmbio vinculados" o número do respectivo contrato de câmbio de exportação prorrogado. 8. A contratação total do câmbio precederá o registro da exportação no Siscomex, enquanto o exportador: a) estiver envolvido em operação não amparada na regulamentação cambial e de comércio exterior; b) mantiver pendente a contratação de câmbio posteriormente ao embarque, após o prazo regulamentar estabelecido para esse efeito; c) mantiver pendente a vinculação de suas operações de câmbio celebradas, prévia ou posteriormente ao embarque, aos respectivos registros da exportação no Siscomex; d) não oferecer resposta às determinações do Banco Central do Brasil com relação a suas pendências na área de câmbio ou de comércio e x t e r i o r. 9. A critério do Banco Central do Brasil, o disposto no item anterior também se aplica no caso de nova ocorrência das práticas referidas em suas alíneas b e c, em período inferior a 80 dias. 0. A vinculação das operações de câmbio, celebradas prévia ou posteriormente ao embarque das mercadorias, aos respectivos registros de exportação com despachos averbados no Siscomex, nos prazos e condições estabelecidos pelo Banco Central do Brasil, pode se constituir em condição necessária para a celebração de futuras operações de câmbio anteriormente ao embarque da mercadoria.. O Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio adotará as providências decorrentes do disposto nos itens 8, 9 e 0 anteriores. 2. È facultado o desconto de cambiais no exterior, desde que sem direito de regresso, observadas as seguintes condições: a) celebração, pelo valor total da exportação, de contrato de câmbio tipo, vinculado a registro de exportação com despacho averbado no Siscomex; b) celebração de contrato de câmbio tipo 4, sob natureza SERVIÇOS DIVERSOS - Bancários, referente ao valor do desconto, indicando-se em "Registro de contratos de câmbio vinculados" o número do respectivo contrato de câmbio de exportação a que se refere a alínea anterior;

31 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN c) os contratos indicados nas alíneas anteriores devem ser liquidados na mesma data, podendo a movimentação da moeda estrangeira ser efetuada pelo valor líquido. CAPÍTULO : - Exportação SEÇÃO : 3 - Comprovação da Cobertura Cambial e Vinculação de Contratos de Câmbio. A comprovação da cobertura cambial das exportações ocorre por meio de: a) vinculação dos contratos de câmbio liquidados aos respectivos registros de exportação com despachos averbados no Siscomex, na forma definida neste Regulamento; b) liquidação dos correspondentes contratos de câmbio relativos à prestação de serviços; c) confrontação por CNPJ/CPF do total das vendas ao exterior em comparação com o total dos valores recebidos do exterior, nas exportações cuja forma de pagamento ocorra por meio de cartão de crédito internacional ou de vale postal internacional ou ainda por meio de celebração de contrato de câmbio simplificado de exportação. 2. O banco e o exportador são responsáveis por promover a vinculação de contratos de câmbio ao respectivo registro de exportação com despacho averbado no Siscomex. 3. São aceitas vinculações de contrato de câmbio celebrado por pessoa diversa do exportador a registro de exportação com despacho averbado no Siscomex, nos casos de: a) fusão, cisão ou incorporação de empresas e em outros casos de sucessão contratual previstos em lei; b) decisão judicial; c) empresas do mesmo grupo econômico, assim consideradas a empresa controladora e suas controladas, bem como as empresas que sejam controladas pela mesma controladora, em ambos os casos desde que cadastradas junto ao Banco Central do Brasil e que haja por parte do exportador prévia comunicação à Secretaria da Receita Federal e a secretaria estadual ou distrital de fazenda ou órgão equivalente; d) exportações financiadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES ou pelo Tesouro Nacional; e) exportações indenizadas pelo Fundo de Garantia à Exportação - FGE. 4. A comprovação de entrega dos documentos da exportação ao banco que contratou a operação de câmbio ocorre por meio da vinculação do registro de exportação com despacho averbado no Siscomex ao respectivo contrato de câmbio, no prazo máximo de 360 dias contados da contratação do câmbio, respeitado o prazo das cambiais. 5. O banco negociador da moeda estrangeira pode, a seu exclusivo critério e responsabilidade, acolher declaração formal do exportador indicando o número do despacho de exportação averbado no Siscomex e o correspondente valor que deve ser vinculado ao respectivo contrato de câmbio, em substituição aos documentos da exportação, devendo o exportador, nesse caso, manter em seu poder, pelo prazo de 5 (cinco) anos contados do encaminhamento da declaração, os documentos da exportação, ou a sua cópia, para apresentação ao banco interveniente ou ao Banco Central do Brasil, se solicitada. 6. A cobertura cambial das exportações é exigida: a) 20 dias da data de embarque da mercadoria ou da prestação de serviços, nas operações não sujeitas a Registro de Crédito - RC, independentemente do prazo previsto nas cambiais e da data do efetivo recebimento da moeda estrangeira no exterior; b) 30 dias da data indicada no respectivo RC, nas operações financiadas, inclusive com recursos próprios do exportador. 7. A cobertura cambial das exportações em consignação é exigida em: a) 20 dias da data de embarque da mercadoria, nas operações cujo prazo para permanência ou venda no exterior não exceda a 80 dias do embarque, independentemente do efetivo recebimento da moeda estrangeira no exterior; b) 30 dias da data indicada para permanência ou venda no exterior, nos demais casos. 8. Previamente à vinculação definitiva, pode o banco, com consentimento do exportador, efetuar o provisionamento do RE. 9. Para fins e efeitos do disposto neste capítulo, define-se: a) provisionamento: vinculação provisória do RE ao contrato de câmbio, tornando o registro de exportação indisponível para alteração pelo exportador e as alterações dependentes de concordância do banco, que, para isso, promove o desprovisionamento; b) aplicação: vinculação definitiva e obrigatória do contrato de câmbio a RE no Siscomex, efetuada após a averbação do embarque de exportação. 0. É admitida a aplicação a registros de exportação no Siscomex de contratos de câmbio celebrados em moeda estrangeira diversa daquela do RE, observando-se, nesse caso, que a equivalência entre as moedas é obtida com base em paridade que referencie a taxa de compra para a moeda, disponível no Sisbacen, transação PTAX800, opção 5, relativa ao dia útil anterior à data do registro da exportação e calculada automaticamente pelo próprio sistema. CAPÍTULO : - Exportação SEÇÃO : 4 - Recebimento Antecipado. Caracteriza-se como recebimento antecipado de exportação a aplicação de recursos em moeda estrangeira na liquidação de contratos de câmbio de exportação, anteriormente ao embarque das mercadorias ou da prestação dos serviços. 2. O recebimento antecipado do valor da exportação é considerado: a) de curto prazo quando o contrato de câmbio é liquidado com antecedência de até 360 dias em relação à data do embarque da mercadoria ou da prestação de serviços, devendo ser observado o disposto nesta seção; b) de longo prazo quando a antecedência ocorre por prazo superior ao referido na alínea anterior, devendo ser observado o disposto na Circular 3.027, de As antecipações de recursos em moeda estrangeira a exportadores brasileiros, para a finalidade prevista nesta seção podem ser efetuadas pelo importador ou por qualquer pessoa jurídica no exterior, inclusive instituições financeiras. 4. O embarque das mercadorias ou a prestação de serviços deve ocorrer no prazo máximo de 360 dias contados da data da contratação do câmbio, independentemente de se tratar de recebimento antecipado com contratação de câmbio para liquidação pronta ou para liquidação futura, liquidado anteriormente ao embarque da mercadoria. 5. O pagamento de juros sobre o valor em moeda estrangeira de contratos de câmbio liquidados em recebimento antecipado de exportação deve observar as seguintes condições: a) a contagem de prazo para pagamento de juros e principal tem como menor data de início a data de desembolso ou do ingresso dos recursos no País; b) os juros são apurados sobre o saldo devedor; c) a taxa de juros é livremente pactuada pelas partes, observada, quando houver, limitação legal; d) o beneficiário da remessa dos juros é aquele que efetuou o pagamento antecipado da exportação; e) alternativamente, o valor devido a título de juros pode ser quitado mediante o embarque de mercadorias ao exterior, situação em que devem ser celebradas, pelo valor dos juros, operações de câmbio de exportação (tipo ) e de transferência financeira para o exterior (tipo 4), com liquidação simultânea e sem movimentação de moeda estrangeira. 6. As operações originalmente conduzidas como recebimento antecipado de exportação para as quais não tenha havido o respectivo embarque da mercadoria ou a prestação de serviços, mediante anuência prévia do pagador no exterior, serão convertidas pelo exportador em investimento direto de capital ou em empréstimo em moeda e registradas, no Banco Central do Brasil, nos termos da Lei 4.3, de , modificada pela Lei 4.390, de , e regulamentação pertinente, observado que: a) referida conversão deve ser efetuada em até 90 dias da data prevista para embarque da mercadoria constituindo condição necessária para futura contratação de operação de câmbio previamente ao embarque das mercadorias ou à prestação dos serviços; b) é admitida remessa a título de retorno ao exterior de valor residual equivalente a até 5% do valor original da antecipação, observada a regulamentação tributária aplicável. c) a conversão de que trata este item ou a remessa de que trata a alínea "b" anterior implica, para o exportador, a comprovação do pagamento do imposto de renda incidente sobre os juros eventualmente remetidos ao exterior e relativos à parcela ingressada cujas mercadorias não tenham sido embarcadas ou cujo serviço não tenha sido prestado. CAPÍTULO : - Exportação SEÇÃO : 5 - Comissão de Agente. Os pagamentos de comissão de agente devida sobre exportação podem ser efetuados nas seguintes modalidades: a) em conta gráfica: I - o valor do contrato de câmbio da exportação não inclui a parcela relativa à comissão de agente; II - a fatura comercial e o saque abrangem o valor da comissão de agente; b) por dedução na fatura comercial: I - o valor da fatura comercial abrange o valor da comissão; II - o valor do contrato de câmbio da exportação e do saque não incluem o valor da comissão; c) a remeter: I - o valor do contrato de câmbio da exportação, da fatura comercial e do saque abrangem o valor da comissão; II - o pagamento da comissão ocorre mediante celebração e liquidação de contrato de câmbio pelo exportador, destinado à transferência financeira para o exterior em favor do beneficiário da comissão; III - admite-se o pagamento em moeda diversa daquela indicada no registro de exportação no Siscomex, devendo, para este efeito, ser utilizada a paridade que referencie a taxa de compra para a moeda, disponível no Sisbacen, transação PTAX800, opção 5, relativa ao dia útil anterior ao da contratação do câmbio. CAPÍTULO : - Exportação SEÇÃO : 6 - Posição Especial. Posição Especial de câmbio é constituída pelos contratos de câmbio apartados da posição geral do banco autorizado a operar no mercado de câmbio no País. 2. Os contratos de câmbio de exportação podem ser transferidos para posição especial: a) por consenso das partes, quando o pagamento das mercadorias embarcadas não tenha ocorrido no prazo previsto para a liquidação do contrato e o seu cancelamento não seja possível, de imediato, por falta dos pré-requisitos regulamentares estabelecidos para tal fim; b) antes do vencimento do prazo previsto para a liquidação do contrato e independentemente de concordância do exportador, na hipótese de concordata por este requerida ou de decretação de sua falência. 3. A transferência para a posição especial na situação de que trata a alínea "a" do item 2 anterior é admitida desde que: a) o valor do adiantamento concedido ao exportador bem como os relativos à diferença de taxa de câmbio e encargos tenham sido restituídos ao banco; b) não haja relação de vínculo entre o exportador brasileiro e o pagador ou o importador no exterior, na condição de entidades controladora e controlada e vice-versa. 4. A transferência do contrato de câmbio para a posição especial susta, a partir da data em que seja efetuada, e durante a sua permanência nessa posição: a) a fruição do prêmio que esteja incidindo sobre a operação de câmbio; b) a cobrança, ao exportador, de quaisquer despesas adicionais sobre a operação, inclusive por diferença de taxa de câmbio, exceto aquelas que se verifiquem em decorrência do cumprimento do mandato do banco para haver o pagamento da exportação. 5. Os contratos de câmbio transferidos para a posição especial não podem nela permanecer por período superior a 90 dias contados da data do vencimento do prazo para sua liquidação, findo o qual devem ser regularizados mediante liquidação, cancelamento ou baixa, na forma da regulamentação pertinente. 6. Os contratos de câmbio em posição especial não são objeto de prorrogação nem são computados para fins dos limites de posição de câmbio do banco. 7. Ocorrendo o cancelamento de contrato de câmbio em posição especial, nenhum outro valor é devido a título de diferença de taxa de câmbio além daquele correspondente ao período compreendido entre a data da contratação do câmbio e a data de sua transferência para posição especial. 8. A liquidação de contrato de câmbio em posição especial, sobre o qual não se encontre pendente devolução de adiantamento concedido ao exportador, é efetuada com base na taxa cambial do dia da liquidação do câmbio. 9. Os contratos de câmbio que foram vinculados ao extinto Programa FINAMEX - Pós-embarque e transferidos para posição especial em data anterior a , que ainda permaneçam nessa condição e cujos saldos não tenham ainda sido aplicados em despachos de exportação podem, a critério das partes, ser enquadrados nos termos da seção 0 deste capítulo ou permanecer regidos pela sistemática a seguir indicada, desde que a operação de câmbio tenha sido contratada com o mesmo banco que intermedeie a operação de financiamento sob o referido Programa: a) na data do recebimento dos documentos da exportação pelo banco devem ser feitas as alterações: I - da natureza da operação para CAPITAIS BRASILEIROS A LONGO PRAZO - Financiamentos ao Exterior para Exportações Brasileiras - de mercadorias - BNDES - exim - amortização; II - do prazo das cambiais, que será o período entre a data do embarque e a data de vencimento da última cambial; e III - da data prevista para a liquidação do contrato de câmbio, que será a data de vencimento da última cambial. b) feitas as referidas alterações e ajustados os aspectos financeiros do contrato de câmbio (ACC, diferença de taxa, encargos, prêmio, etc.), o banco deve efetuar os registros contábeis e no Sisbacen, na forma de praxe, para efetivar sua transferência para a posição especial; c) na data de vencimento de cada cambial ou na data do recebimento do correspondente aviso de crédito, o que por último ocorrer, o contrato de câmbio, pelo respectivo valor, deve retornar para a posição normal de câmbio, procedendo-se a sua liquidação; d) não ocorrendo o pagamento da cambial no prazo de 30 dias, contados da data do seu vencimento, deve ser iniciada a contagem do prazo de 90 dias a que se refere o item 5 desta seção para permanência do contrato de câmbio na posição especial, considerado integralmente o seu saldo a liquidar. CAPÍTULO : - Exportação SEÇÃO : 7 - Cancelamento de Contrato de Câmbio. São livremente canceladas, por acordo entre as partes, as operações de câmbio de exportação de valor inferior a US$ ,00 (cinqüenta mil dólares dos Estados Unidos) ou seu equivalente em outras moedas. 2. Independentemente de valor, na regularização de contratos de câmbio por cancelamento, relativos a mercadorias não embarcadas ou a serviço que não tenha sido prestado, devem ser observados, nos casos de falência do exportador ou de intervenção ou de liquidação extrajudicial do banco comprador da moeda estrangeira, os seguintes procedimentos:

32 32 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 a) nos casos de falência do exportador, cumpre ao banco comprador da moeda estrangeira: I - na data do cancelamento do contrato de câmbio, comunicar ao síndico da massa falida, na forma do anexo 2 deste título, a existência de débito referente ao encargo financeiro, encaminhando ao Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio do Banco Central do Brasil, cópia da correspondência com comprovação de recebimento pelo destinatário; II - quando do recebimento do valor do encargo, informar ao Banco Central do Brasil, até o dia útil seguinte, para fins do recolhimento do encargo financeiro, na forma constante da seção 7 do capítulo 3. b) nos casos de intervenção ou de liquidação extrajudicial do banco, cumpre ao interventor ou ao liquidante: I - na data do cancelamento do contrato de câmbio, providenciar a cobrança do encargo junto ao exportador, na forma do anexo 3 deste título, encaminhando ao Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio do Banco Central do Brasil, cópia da correspondência com comprovação de recebimento pelo destinatário; II - na hipótese de vir a ser decretada a falência do exportador, comunicar ao síndico da massa falida, na data do cancelamento do contrato de câmbio, a existência de débito referente ao encargo financeiro, na forma do anexo 4 deste título, encaminhando ao Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio do Banco Central do Brasil, cópia da correspondência com comprovação de recebimento pelo destinatário; III - quando do recebimento do valor do encargo, informar ao Banco Central do Brasil, até o dia útil seguinte, para fins do recolhimento do encargo financeiro na forma constante da seção 7 do capítulo 3, ou para repasse direto ao Banco Central do Brasil do valor recebido. 3. Na hipótese de já ter ocorrido o embarque da mercadoria ou de o serviço já ter sido prestado, a regularização do contrato de câmbio de exportação mediante seu cancelamento deve atender a uma das seguintes condições: a) tenha sido iniciada ação judicial de cobrança contra o devedor no exterior, nos contratos de câmbio de valor igual ou superior a US$ ,00 (cinqüenta mil dólares dos Estados Unidos) ou seu equivalente em outras moedas; b) nos casos em que ocorra o retorno ao País da mercadoria exportada, esteja o correspondente desembaraço vinculado ao registro da exportação no Siscomex; c) nos casos de redução do preço da mercadoria embarcada, haja anuência do Departamento de Operações de Comércio Exterior - Decex, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - MDIC. 4. No caso de já ter ocorrido o embarque da mercadoria ou a prestação do serviço, o cancelamento do respectivo contrato de câmbio de exportação deve ser efetuado em até 20 dias da data do embarque da mercadoria ou da prestação do serviço. 5. As disposições dos itens 3 e 4 não são aplicáveis aos contratos de câmbio que tenham sido prorrogados em decorrência da utilização do seguro de crédito à exportação, que devem observar a sistemática prevista na seção deste capítulo. 6. É dispensável, ao exportador, o início da ação judicial de cobrança contra o devedor no exterior: a) nos casos em que a inadimplência seja decorrente de falência ou concordata, moratória, guerra, acontecimentos catastróficos ou fatos similares, observada, quando for o caso, a necessidade de adoção de procedimentos legais visando à habilitação do crédito junto ao devedor no exterior; b) nas exportações amparadas por seguro de crédito à exportação, pelo valor não indenizado pela companhia seguradora, limitado a 5% da parcela do contrato de câmbio que se vincule à exportação, cabendo à seguradora adotar as medidas necessárias ao recebimento da moeda estrangeira no exterior pelo valor total da exportação. 7. Na hipótese de recebimento da moeda estrangeira referente a contrato de câmbio que tenha sido cancelado, deve o exportador, celebrar novo contrato de câmbio de exportação para liquidação pronta, o qual deve: a) ser classificado sob a natureza 000 EXPORTAÇÃO - Recuperação de Divisas; b) conter em seu campo "Outras especificações" o número do registro da exportação no Siscomex ao qual está vinculado o contrato de câmbio cancelado, não sendo, portanto, possível a sua vinculação a novo registro de exportação; e c) conter o número do contrato de câmbio cancelado no "Registro de contrato de câmbio vinculado" no Sisbacen. 8. O cancelamento de contrato de câmbio de exportação não exime o exportador da responsabilidade pela cobertura cambial da exportação. CAPÍTULO : - Exportação SEÇÃO : 8 - Baixa de Contrato de Câmbio. São livremente baixadas da posição cambial das instituições as operações de câmbio de exportação de valor inferior a US$ ,00 (cinqüenta mil dólares dos Estados Unidos) ou seu equivalente em outras moedas. 2. Nas operações de valor igual ou superior a US$ ,00 (cinqüenta mil dólares dos Estados Unidos) ou seu equivalente em outras moedas, a baixa é condicionada: a) ao protesto do respectivo contrato de câmbio; e b) ao início de ação judicial de cobrança contra o devedor no exterior, nos casos de mercadoria embarcada ou serviços prestados. 3. Caso tenha sido requerida concordata pelo exportador, ou decretada a sua falência, o contrato de câmbio pode ser baixado independentemente do protesto. 4. A sustação do protesto do contrato de câmbio por determinação judicial não impede nem prejudica a baixa do contrato da posição de câmbio, considerando-se, nesta hipótese, atendido o requisito estabelecido na alínea a do item Independentemente de valor, na regularização de contratos de câmbio por baixa, relativos a mercadorias não embarcadas ou a serviço que não tenha sido prestado, devem ser observados, nos casos de falência do exportador ou de intervenção ou de liquidação extrajudicial do banco comprador da moeda estrangeira, os seguintes procedimentos: a) nos casos de falência do exportador, cumpre ao banco comprador da moeda estrangeira: I - na data da baixa do contrato de câmbio, comunicar ao síndico da massa falida, na forma do anexo 2 deste título, a existência de débito referente ao encargo financeiro, encaminhando ao Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio do Banco Central do Brasil, cópia da correspondência com comprovação de recebimento pelo destinatário; II - quando do recebimento do valor do encargo, informar ao Banco Central do Brasil, até o dia útil seguinte, para fins do recolhimento do encargo financeiro, na forma constante da seção 7 do capítulo 3. b) nos casos de intervenção ou de liquidação extrajudicial do banco, cumpre ao interventor ou ao liquidante: I - na data da baixa do contrato de câmbio, providenciar a cobrança do encargo junto ao exportador, na forma do anexo 3 deste título, encaminhando ao Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio do Banco Central do Brasil, cópia da correspondência com comprovação de recebimento pelo destinatário; II - na hipótese de vir a ser decretada a falência do exportador, comunicar ao síndico da massa falida, na data da baixa do contrato de câmbio, a existência de débito referente ao encargo financeiro, na forma do anexo 4 deste título, encaminhando ao Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio do Banco Central do Brasil, cópia da correspondência com comprovação de recebimento pelo destinatário; III - quando do recebimento do valor do encargo, informar ao Banco Central do Brasil, até o dia útil seguinte, para fins do recolhimento do encargo financeiro, na forma constante da seção 7 do capítulo 3, ou para repasse direto ao Banco Central do Brasil do valor recebido. 6. No caso de já ter ocorrido o embarque da mercadoria ou a prestação do serviço, a baixa do respectivo contrato de câmbio de exportação deve ser efetuada em até 20 dias da data do embarque da mercadoria ou da prestação do serviço. 7. As disposições constantes da alínea "b" do item 2, bem como do item 6 não são aplicáveis aos contratos de câmbio que tenham sido prorrogados em decorrência da utilização do seguro de crédito à exportação, que devem observar a sistemática prevista na seção deste capítulo. 8. É dispensável, ao banco, o início de ação judicial de cobrança contra o devedor no exterior: a) nos casos em que a inadimplência seja decorrente de falência ou concordata, moratória, guerra, acontecimentos catastróficos ou fatos similares, observada, quando for o caso, a necessidade de adoção de procedimentos legais visando à habilitação do crédito junto ao devedor no exterior; b) nas exportações amparadas por seguro de crédito à exportação, pelo valor não indenizado pela companhia seguradora, limitado a 5% da parcela do contrato de câmbio que se vincule à exportação, cabendo à seguradora adotar as medidas necessárias ao recebimento da moeda estrangeira no exterior pelo valor total da exportação. 9. Nos casos de baixa na posição cambial de contrato de câmbio de exportação em que tenha havido o embarque da mercadoria, deve o banco comprador da moeda estrangeira adotar as providências necessárias ao seu recebimento. 0. Ocorrendo o pagamento da exportação, o contrato de câmbio baixado deve ser imediatamente liquidado.. A baixa de contrato de câmbio de exportação não exime o exportador da responsabilidade pela cobertura cambial da exportação. <!ID > CAPÍTULO : - Exportação SEÇÃO : 9 - Câmbio Simplificado. Ao amparo desta seção, os bancos autorizados a operar no mercado de câmbio, no País, podem dar curso a operações de câmbio simplificado decorrentes de vendas de mercadorias e de serviços ao exterior, por pessoa física ou jurídica, até o limite, por operação, de US$ 0.000,00 (dez mil dólares dos Estados Unidos) ou o seu equivalente em outras moedas. 2. O limite definido no item anterior refere-se, cumulativamente, ao valor do contrato de câmbio e: a) ao valor da venda ao exterior amparada em Registro de Exportação - RE ou em Registro de Exportação Simplificado - RES, observado que, no caso de utilização de mais de um RE ou RES, o somatório dos valores não exceda a US$ 0.000,00 ou o seu equivalente em outras moedas, nele incluídos, se houver, frete, seguro, comissão de agente, etc.; ou b) ao valor da venda ao exterior amparada em Declaração Simplificada de Exportação - DSE registrada no Siscomex, observado que, no caso de utilização de mais de uma DSE, o somatório dos valores não exceda a US$ 0.000,00 ou o seu equivalente em outras moedas; ou c) ao valor total da prestação do serviço a residente, domiciliado ou com sede no exterior, observado que, no caso de o recebimento referir-se a mais de um serviço prestado, o somatório dos valores não exceda a US$ 0.000,00 ou o seu equivalente em outras moedas. 3. As disposições desta seção não se aplicam aos valores parciais ou a saldo de venda de mercadorias ou de serviços ao exterior originalmente negociada em valor superior ao limite estabelecido no item, que devem ser cursados conforme as regras gerais que regem as exportações brasileiras. 4. É admitido percentual de até 0% adicional sobre o limite estabelecido no item, no caso de diferença paritária entre a moeda de registro da exportação e a moeda de seu pagamento. 5. As operações de câmbio simplificado estão dispensadas de: a) apresentação pelo exportador, ao banco autorizado a operar no mercado de câmbio, dos documentos comprobatórios da operação comercial; e b) vinculação, pelo banco comprador da moeda estrangeira, do contrato de câmbio a RE, a RES ou a DSE. 6. A negociação da moeda estrangeira é formalizada mediante assinatura do boleto pelo exportador, nos moldes do anexo deste título, com banco autorizado a operar no mercado de câmbio, no País, e pode ocorrer até 20 dias antes ou até 20 dias após o embarque da mercadoria ou a prestação dos serviços. 7. O registro das operações no Sisbacen é efetuado no mesmo dia da liquidação do contrato de câmbio. 8. De forma automática, o Sisbacen gera, para cada boleto registrado, um contrato de câmbio de exportação - tipo, com as seguintes características: a) natureza da operação: " EXPORTAÇÃO - Câmbio Simplificado"; b) natureza do cliente: "92 - Exportador/Importador - Câmbio Simplificado"; c) existência de aval: "0 - sem aval do Governo brasileiro"; d) natureza do pagador no exterior: "99 - Não especificados"; e) código de grupo: "90 - Outros"; f) liquidação no mesmo dia da contratação do câmbio. 9. As operações de que trata esta seção não são passíveis de alteração, cancelamento, baixa ou contabilização na Posição Especial, sendo igualmente vedado qualquer tipo de adiantamento ao amparo de operações cursadas sob esta sistemática. 0. A realização de operações ao amparo desta seção implica, para o vendedor da moeda estrangeira, a tácita assunção da responsabilidade, para todos os efeitos legais e regulamentares, pela legitimidade da operação e dos seus documentos.. Para fins de apresentação ao Banco Central do Brasil, quando solicitada, os documentos abaixo devem ser mantidos pelo prazo de 5 anos, contados do término do exercício em que tenha ocorrido a contratação do câmbio: a) pelo exportador: todos os documentos que respaldem a operação de câmbio (boleto da operação, fatura comercial, pedido ou contrato mercantil, etc.); b) pelo banco: boleto da operação; c) pelo corretor, quando intermediário da operação: boleto da operação. 2. A utilização inadequada da sistemática tratada nesta seção sujeita o vendedor da moeda estrangeira à suspensão da possibilidade de utilizar-se do mecanismo de câmbio simplificado, além das penalidades previstas nas normas em vigor, em especial no artigo 23 da Lei 4.3, de , com a redação dada pelo art. 72 da Lei 9.069, de , e na Lei 9.63, de Os ingressos de valores decorrentes das vendas de mercadorias e de serviços ao exterior previstas nesta seção podem também ser conduzidos mediante utilização de cartão de crédito internacional emitido no exterior ou por meio de vale postal internacional. CAPÍTULO : - Exportação SEÇÃO : 0 - Exportações Financiadas SUBSEÇÃO : - Disposições Gerais. São consideradas exportações financiadas para fins deste Regulamento, as exportações de mercadorias ou de serviços sujeitas a Registro de Crédito (RC) no Siscomex. 2. Encadeamento é o procedimento pelo qual contrato de câmbio de exportação com mercadoria embarcada ou serviço prestado pode ser substituído, mediante consenso entre banco e exportador expresso em cláusula contratual específica, para dar origem a uma operação de financiamento, inclusive na modalidade de equalização de taxas de juros. 3. Os procedimentos cambiais específicos relativos a exportações financiadas estão descritos nesta seção, conforme disposto nas subseções abaixo indicadas: - subseção 2: Programa de Financiamento às Exportações (Proex) - modalidade de financiamento do Tesouro Nacional I - Contratação e liquidação de câmbio II - Encadeamento de contratos de câmbio com o Proex - modalidade de financiamento do Tesouro Nacional - subseção 3: Programa de Financiamento às Exportações (Proex) - modalidade de equalização de taxas de juros I - Financiamento em moeda estrangeira concedido por bancos autorizados a operar no mercado de câmbio, por instituição financeira ou de crédito situada no exterior ou pela CAF - Corporação Andina de Fomento: I. - Contratação e liquidação de câmbio I.2 - Encadeamento de contratos de câmbio com o Proex - modalidade de equalização de taxas de juros II - Financiamento em moeda nacional concedido pela Agência Especial de Financiamento Industrial (Finame) - Programa BNDESexim

33 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN II. - Contratação e liquidação de câmbio II.2 - Encadeamento de contratos de câmbio com o Programa BN- DES-exim - subseção 4: Recursos Próprios do Exportador CAPÍTULO : - Exportação SEÇÃO : 0 - Exportações Financiadas SUBSEÇÃO : 2 - Programa de Financiamento às Exportações (PROEX) - Modalidade de Financiamento do Tesouro Nacional I - Contratação e liquidação de câmbio. As operações de câmbio decorrentes de exportações de mercadorias ou de serviços financiadas no âmbito do Programa de Financiamento às Exportações - Proex, na modalidade de financiamento do Tesouro Nacional, são contratadas como indicado a seguir: a) valor da parcela à vista: contratada pelo exportador com banco autorizado a operar no mercado de câmbio, para liquidação pronta, mediante contrato de câmbio tipo, sob a natureza CA- PITAIS BRASILEIROS A LONGO PRAZO - Financiamentos ao Exterior para Exportações Brasileiras - de mercadorias - Proex - Parte Não Financiada ou "657 - CAPITAIS BRASILEIROS A LONGO PRAZO - Financiamentos ao Exterior para Exportações Brasileiras - de serviços - Proex - Parte Não Financiada", conforme o caso ; b) valor de cada cambial de principal: contratada pelo Agente Financeiro do Tesouro Nacional com o Banco do Brasil S.A., para liquidação pronta, mediante contrato de câmbio tipo, até 30 dias após a data indicada no respectivo Registro de Crédito - RC, sob a natureza CAPITAIS BRASILEIROS A LONGO PRAZO - Financiamentos ao Exterior para Exportações Brasileiras - de mercadorias - Proex - Amortização ou CAPITAIS BRASI- LEIROS A LONGO PRAZO - Financiamentos ao Exterior para Exportações Brasileiras - de serviços - Proex - Amortização, conforme o caso; c) valor de cada cambial de juros: contratada pelo Agente Financeiro do Tesouro Nacional com o Banco do Brasil S.A., para liquidação pronta, mediante contrato de câmbio tipo 3, até 30 dias após a data indicada no respectivo Registro de Crédito - RC, sob a natureza RENDAS DE CAPITAIS - Juros de Financiamento à Exportação de Bens e Serviços - Proex - descontos de cambiais. II - Encadeamento de contratos de câmbio com Proex - modalidade de financiamento do Tesouro Nacional 2. Para o encadeamento dos contratos de câmbio deve o banco estar de posse da documentação que comprove o regular embarque da mercadoria ou a prestação de serviços, bem como do comprovante do ingresso, no País, do valor da parcela à vista da exportação, se for o caso. 3. No dia útil seguinte ao do crédito em sua conta Reservas Bancárias pelo agente financeiro do Tesouro Nacional, deve o banco: a) creditar/debitar a conta corrente de depósitos do exportador pela diferença eventualmente existente entre o valor liberado e o valor de principal mais encargos do adiantamento (ACC) que tenha sido concedido; b) alterar a natureza da operação, no contrato de câmbio, para CAPITAIS BRASILEIROS A LONGO PRAZO - Financiamentos ao Exterior para Exportações Brasileiras - de mercadorias - Proex - Amortização ou CAPITAIS BRASILEIROS A LONGO PRAZO - Financiamentos ao Exterior para Exportações Brasileiras - de serviços - Proex - Amortização, conforme o caso, e a forma de entrega da moeda estrangeira para 75 - Títulos e Valores ou 5 - Carta de Crédito a Prazo, conforme o caso, dispensadas a formalização em papel e as assinaturas do banco e do exportador, desde que assim previsto na cláusula contratual específica; c) efetuar, se for o caso, as devidas aplicações nos respectivos despachos de exportação averbados pela Secretaria da Receita Federal; d) liquidar o contrato de câmbio pelo valor referente às naturezas indicadas na alínea b acima, com base nas cambiais ou carta de crédito recebidas do exportador e entregues ao Agente Financeiro do Tesouro Nacional; e e) celebrar e liquidar contrato de câmbio tipo 4, sendo o comprador da moeda estrangeira o Agente Financeiro do Tesouro Nacional, no mesmo valor do contrato indicado na alínea d acima, sob a natureza OPERAÇÕES ESPECIAIS - Encadeamento Proex, com forma de entrega da moeda estrangeira 75 - Títulos e Valores ou 5 - Carta de Crédito a Prazo, conforme o caso, dispensadas a formalização em papel e as assinaturas das partes. 4. Quando do recebimento da moeda estrangeira relativa a cada cambial de principal, o Agente Financeiro do Tesouro Nacional deve vender o valor ao Banco do Brasil S.A., para liquidação pronta, mediante contrato de câmbio tipo 3, sob a natureza OPE- RAÇÕES ESPECIAIS - Encadeamento Proex. 5. A operação de câmbio relativa ao ingresso do valor de cada parcela de juros do financiamento deve observar o disposto na alínea "c" do item desta subseção. CAPÍTULO : - Exportação SEÇÃO : 0 - Exportações Financiadas SUBSEÇÃO : 3 - Programa de Financiamento às Exportações (PROEX) - Modalidade de Equalização de Taxas de Juros I - Financiamento em moeda estrangeira concedido por bancos autorizados a operar no mercado de câmbio, no País, por instituição financeira ou de crédito situada no exterior ou pela Corporação Andina de Fomento - CAF I. - Contratação e liquidação de câmbio. As operações de câmbio decorrentes de exportações de mercadorias e de serviços financiáveis no âmbito do Programa de Financiamento às Exportações - Proex, na modalidade de equalização de taxas de juros, são contratadas para liquidação pronta: a) até 30 dias após a data indicada no respectivo Registro de Crédito - RC, correspondente à totalidade do valor da exportação, mediante contrato de câmbio tipo, sob a natureza Exportação de Mercadorias ou, em se tratando de serviços, sob as naturezas de SERVIÇOS DIVERSOS : Implantação ou Instalação de Projeto Técnico-Econômico Implantação ou Instalação de Projeto Industrial Implantação ou Instalação de Projeto de Engenharia Serviços Técnicos Especializados - Projetos, Desenhos e Modelos Industriais Serviços Técnicos Especializados - Projetos, Desenhos e Modelos de Engenharia Serviços Técnicos Especializados - Montagem de Equipamentos Serviços Técnicos Especializados - Outros Serviços Técnicos-Profissionais b) até 30 dias após a data indicada no respectivo Registro de Crédito - RC, correspondente a parte do valor da exportação, mediante contrato de câmbio tipo, sob a natureza CAPITAIS BRA- SILEIROS A LONGO PRAZO - Financiamentos ao Exterior para Exportações Brasileiras - de mercadorias - Proex - Parte Não Financiada ou "657 - CAPITAIS BRASILEIROS A LONGO PRA- ZO - Financiamentos ao Exterior para Exportações Brasileiras - de serviços - Proex - Parte Não Financiada", conforme o caso, nas situações previstas na subseção 2 deste título. I.2 - Encadeamento de contratos de câmbio com o Proex - modalidade de equalização de taxas de juros 2. O encadeamento de contratos de câmbio de exportação, celebrados previamente ao embarque de mercadorias pode ser efetuado mediante aplicação dos respectivos contratos de câmbio liquidados em despachos averbados pela Secretaria da Receita Federal, cobrindo integralmente o valor da exportação, devendo tais despachos constar de RÉs vinculados a Registro de Crédito (RC) do Proex, procedimento esse também aplicável aos contratos de câmbio celebrados para recebimento antecipado da exportação. 3. Pode ser efetuado o encadeamento de contratos de câmbio de exportação de serviços, celebrados previamente à sua prestação, desde que o valor correspondente esteja liquidado e corresponda a operação previamente aprovada para curso no Proex, indicada em RC, procedimento esse que deve também ser observado no encadeamento de contratos celebrados para recebimento antecipado do valor da exportação de serviços. 4. O pagamento de juros pelo exportador, relativo a recebimento antecipado, fica restrito ao período compreendido entre a data da liquidação do contrato de câmbio e a data do embarque das mercadorias ou da prestação do serviço. II - FINANCIADOR: AGÊNCIA ESPECIAL DE FINANCIAMEN- TO INDUSTRIAL - FINAME - PROGRAMA BNDES-Exim II. - Contratação e liquidação de câmbio 5. As operações de câmbio decorrentes de exportações de mercadorias e serviços financiadas no âmbito do Programa BNDES-exim são contratadas como indicado a seguir: a) valor da parcela à vista: contratada pelo exportador com banco autorizado a operar no mercado de câmbio, no País, para liquidação pronta, mediante contrato de câmbio tipo, sob a natureza CAPITAIS BRASILEIROS A LONGO PRAZO - Financiamentos ao Exterior para Exportações Brasileiras - de mercadorias - BNDESexim - Parte Não Financiada ou sob a natureza CAPITAIS BRASILEIROS A LONGO PRAZO - Financiamentos ao Exterior para Exportações Brasileiras - de serviços - BNDES-exim - Parte Não Financiada ; b) valor de cada cambial de principal: contratada pela Agência Especial de Financiamento Industrial - Finame com banco autorizado a operar no mercado de câmbio, no País, para liquidação pronta, mediante contrato de câmbio tipo, até 30 dias após a data indicada no respectivo RC, sob natureza CAPITAIS BRASILEIROS A LONGO PRAZO - Financiamentos ao Exterior para Exportações Brasileiras - de mercadorias - BNDES-exim - Amortização ou sob natureza CAPITAIS BRASILEIROS A LONGO PRAZO - Financiamentos ao Exterior para Exportações Brasileiras - de serviços - BNDES-exim - Amortização ; c) valor de cada cambial de juros: contratada pela Finame com banco autorizado a operar no mercado de câmbio, no País, para liquidação pronta, mediante contrato de câmbio tipo 03, até 30 dias após a data indicada no respectivo RC, sob a natureza RENDAS DE CAPITAIS - Juros de Financiamento à Exportação de Bens e Serviços - BNDES-exim. II.2 - Encadeamento de contratos de câmbio com o Programa BN- DES-exim 6. Para o encadeamento dos contratos de câmbio deve o banco estar de posse da documentação que comprove o regular embarque da mercadoria ou a prestação de serviços, bem como do comprovante do ingresso, no País, do valor da parcela à vista da exportação, se for o caso. 7. Na mesma data do recebimento do valor liberado pela FINAME o banco deve: a) creditar/debitar a conta corrente de depósitos do exportador pela diferença eventualmente existente entre o valor liberado e o valor de principal mais encargos do adiantamento (ACC) que tenha sido concedido; b) alterar a natureza da operação, no contrato de câmbio, para CAPITAIS BRASILEIROS A LONGO PRAZO - Financiamentos ao Exterior para Exportações Brasileiras - de mercadorias - BNDESexim - Amortização ou para CAPITAIS BRASILEIROS A LONGO PRAZO - Financiamentos ao Exterior para Exportações Brasileiras - de serviços - BNDES-exim - Amortização e a forma de entrega da moeda estrangeira para 75 - Títulos e Valores ou 5 - Carta de Crédito a Prazo, conforme o caso, dispensadas a formalização em papel e as assinaturas do banco e do exportador, desde que assim previsto em cláusula contratual específica; c) efetuar as devidas aplicações nos respectivos despachos de exportação averbados pela Secretaria da Receita Federal; d) liquidar o contrato de câmbio pelo valor referente à natureza indicada na alínea b acima, com base nas cambiais ou carta de crédito recebidas do exportador e entregues à Finame; e e) celebrar e liquidar contrato de câmbio tipo 4, sendo o comprador da moeda estrangeira a Finame, no mesmo valor indicado na alínea d acima, sob a natureza OPERAÇÕES ESPECIAIS - Encadeamento BNDES-exim, com forma de entrega da moeda estrangeira 75 - Títulos e Valores ou 5 - Carta de Crédito a Prazo, conforme o caso, dispensadas a formalização em papel e as assinaturas das partes. 8. Quando do recebimento da moeda estrangeira relativa a cada cambial de principal, a Finame deve vender o valor a banco autorizado a operar em câmbio, para liquidação pronta, em contrato de câmbio tipo 3, sob a natureza OPERAÇÕES ESPECIAIS - Encadeamento BNDES-exim. 9. A operação de câmbio relativa ao ingresso do valor de cada parcela de juros do financiamento deve observar o disposto na alínea "c" do item 5. CAPÍTULO : - Exportação SEÇÃO : 0 - Exportações Financiadas SUBSEÇÃO : 4 - Recursos Próprios do Exportador. Os contratos de câmbio de exportação relativos às operações financiadas com recursos próprios do exportador são celebrados pelo exportador com banco autorizado a operar em câmbio, conforme indicado a seguir: a) valor da parcela à vista, se houver: contratada para liquidação pronta, mediante contrato de câmbio tipo, sob as naturezas CAPITAIS BRASILEIROS A LONGO PRAZO - Financiamentos ao Exterior para Exportações Brasileiras - de mercadorias - recursos próprios - parte não financiada e " CAPITAIS BRASILEI- ROS A LONGO PRAZO - Financiamentos ao Exterior para Exportações Brasileiras - de serviços - recursos próprios - parte não financiada", conforme o caso; b) valor de cada cambial de principal: contratada para liquidação pronta, mediante contrato de câmbio tipo, até 30 dias após a data indicada no respectivo Registro de Crédito - RC, sob as naturezas CAPITAIS BRASILEIROS A LONGO PRAZO - Financiamentos ao Exterior para Exportações Brasileiras - de mercadorias - recursos próprios - amortização e " CAPITAIS BRA- SILEIROS A LONGO PRAZO - Financiamentos ao Exterior para Exportações Brasileiras - de serviços - recursos próprios - amortização", conforme o caso; valor de cada cambial de juros: contratada para liquidação pronta, mediante contrato de câmbio tipo 3, até 30 dias após a data indicada no respectivo Registro de Crédito - RC, sob a natureza RENDAS DE CAPITAIS - Juros de Financiamento à Exportação de Bens e Serviços - recursos próprios. 2. Aplicam-se às exportações financiadas com recursos próprios do exportador as demais disposições previstas para as exportações em geral, não conflitantes com as tratadas nesta subseção. CAPÍTULO : 2 - Importação SEÇÃO : - Disposições Gerais. Este capítulo dispõe sobre: a) o pagamento de importações brasileiras a prazo de até 360 dias; b) a multa de que trata a Lei 0.755, de As importações pagáveis em prazos superiores a 360 dias estão sujeitas a registro no Banco Central do Brasil, na forma de regulamentação específica. 3. O pagamento das importações brasileiras deve ser processado em consonância com os dados constantes: a) na Declaração de Importação ou de documento equivalente registrado no Siscomex; ou b) na documentação da operação comercial, no caso de ainda não estar disponível a DI ou documento equivalente registrado no Siscomex. 4. Para fins deste regulamento: a) Declaração de Importação - DI com cobertura cambial ampara transferência para o exterior em pagamento da importação em moeda nacional ou estrangeira; b) DI sem cobertura cambial não ampara transferência para o exterior em pagamento da importação. 5. O pagamento em moeda estrangeira deve ser efetuado exclusivamente em banco autorizado a operar em câmbio mediante a celebração de contrato de câmbio de importação e o pagamento em reais deve observar, adicionalmente às outras disposições, a seção deste capítulo.

34 34 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de O pagamento da importação é devido após: a) o desembaraço aduaneiro, no caso de mercadoria importada diretamente do exterior em caráter definitivo, inclusive sob o regime de drawback ou destinada a admissão na Zona Franca de Manaus ou em Área de Livre Comércio; b) a sua admissão em entreposto industrial, no caso de mercadoria admitida nesse regime; ou c) a sua nacionalização, no caso de mercadoria admitida em outro regime aduaneiro especial ou atípico. 7. Para fins e efeitos do disposto neste capítulo, a mercadoria proveniente do exterior, inicialmente admitida em regime aduaneiro especial ou atípico, é considerada nacionalizada após a conclusão do respectivo despacho aduaneiro de importação para consumo. 8. Para fins de pagamento, a contagem dos prazos tem início na data: a) do embarque, nos casos previstos nas alíneas "a" e "b" do item 6; b) da nacionalização, no caso previsto na alínea "c" do item 6; c) do desembolso, quando se tratar de importação financiada por instituição do exterior. 9. Para fins e efeitos do disposto neste capítulo, considera-se como data de embarque a data: a) da emissão do conhecimento de transporte internacional; b) da postagem da mercadoria; ou c) da partida da mercadoria do local de embarque, na hipótese de não haver conhecimento de transporte. 0. São passíveis de remessa ao exterior, em benefício do legítimo credor externo, os valores faturados de acordo com as condições estabelecidas no "Incoterm" da operação de importação e apropriados no valor unitário da mercadoria na condição de venda, observados os dados constantes na DI.. Para fins deste capítulo, entende-se como legítimo credor externo, desde que devidamente comprovado: a) o exportador estrangeiro; b) o financiador estrangeiro; c) o garantidor estrangeiro; d) o cessionário do crédito no exterior. 2. O pagamento da importação pode ser efetuado em qualquer moeda, independentemente daquela registrada na DI, inclusive quando em reais. 3. No pagamento de importação em moeda estrangeira diferente da moeda estrangeira registrada na DI, os valores envolvidos devem guardar entre si correlação paritária compatível com aquelas praticadas pelo mercado internacional: a) como regra geral, na data do pagamento; ou b) nas importações financiadas por instituições do exterior, na data do desembolso; ou c) quando diferentemente negociado entre as partes, na data contratualmente pactuada. 4. No caso de financiamento concedido por instituição do exterior que não o exportador, o pagamento das parcelas do financiamento deve ser efetivado na moeda em que houver ocorrido o desembolso. 5. É facultada a antecipação do pagamento de importação registrada para pagamento a prazo de até 360 dias, desde que observados os exatos valores indicados nas respectivas DI. 6. As disposições relativas à multa de importação de que trata a Lei 0.755, de , estão contidas na seção 3 deste capítulo. 7. Além das disposições deste capítulo, deve ser observado, no que couber, o disposto nos capítulos 6 e 7 sobre Países com Disposições Cambiais Especiais e Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos, respectivamente. 8. O pagamento de mercadorias que tenham sido desembaraçadas por meio de Declaração Simplificada de Importação - DSI registrada no Siscomex é objeto de contratação de câmbio tipo 2, sob código de natureza " IMPORTAÇÃO - Câmbio Simplificado", conforme previsto na seção 2 deste capítulo. 9. O pagamento de mercadorias ingressadas no País sem registro no Siscomex deve ser efetuado em conformidade com os capítulos 9 e 0. CAPÍTULO : 2 - Importação SEÇÃO : 2 - Contratação de Câmbio. As operações de câmbio destinadas ao pagamento de importações brasileiras, inclusive as relativas a parcelas de principal de importações financiadas até trezentos e sessenta dias, podem ser celebradas para liquidação pronta ou futura. 2. O prazo máximo admitido entre a contratação e a liquidação das operações é de trezentos e sessenta dias, limitado à data de vencimento da obrigação no exterior. 3. É permitida a contratação de câmbio por pessoa diversa do importador indicado na correspondente Declaração de Importação, nas seguintes situações : a) alteração da denominação social do importador; b) concordata ou falência do importador, facultada a contratação do câmbio pelo garantidor, estabelecido no País, co-responsável pelo pagamento da importação; c) inadimplemento do importador com o banco autorizado a operar no mercado de câmbio, instituidor de carta de crédito ou garantidor do pagamento da importação; d) por decisão judicial; e) fusão, cisão, sucessão ou incorporação da empresa importadora; f) importação realizada por conta e ordem de terceiro, situação em que a operação de câmbio pode ser contratada pelo adquirente da mercadoria indicado na DI. 4. As situações mencionadas nas alíneas "a", "b", "d" e "e" do item precedente devem ser objeto de comprovação perante o banco vendedor da moeda estrangeira. CAPÍTULO : 2 - Importação SEÇÃO : 3 - Alteração, Prorrogação, Cancelamento e Baixa de Contrato de Câmbio. Observadas as disposições de caráter geral, podem ser processadas alterações de contratos de câmbio de importação, por consenso das partes contratantes, para fins de adequação de seus dados à operação comercial à qual se vinculem. 2. O prazo de liquidação convencionado nos contratos de câmbio de importação pode ser prorrogado, por consenso das partes, desde que o período adicional, acrescido ao já decorrido, não ultrapasse o prazo máximo admitido para esse efeito, observado que esgotado o prazo pactuado, sem que ocorra a liquidação do contrato, deve este ser cancelado ou baixado, conforme abaixo. 3. Não são passíveis de prorrogação os contratos de câmbio relativos a créditos de importação à vista já negociados no exterior, bem como os relativos a cartas de crédito a prazo, letras de câmbio ou notas promissórias emitidas ou avalizadas por bancos no País, quando resultem na fixação de data de liquidação posterior à data de vencimento nelas consignadas. 4. Por consenso das partes, pode ser processado o cancelamento total ou parcial de contrato de câmbio de importação, devendo constar no campo "Outras especificações" dos contratos de câmbio o motivo do seu cancelamento. 5. A baixa do contrato de câmbio de importação pode ser efetuada nos casos em que, vencendo o prazo previsto para liquidação, não seja possível sua prorrogação nem seu cancelamento, observada que a faculdade de baixa ocorre na falência ou concordata da empresa importadora, independentemente de estar ou não vencido o seu prazo de liquidação. CAPÍTULO : 2 - Importação SEÇÃO : 4 - Liquidação de Contrato de Câmbio. A liquidação de contratos de câmbio em pagamento antecipado de importação deve observar os seguintes procedimentos: a) o importador deve apresentar ao banco negociador fatura próforma, contrato mercantil ou documento equivalente, em que estejam previstos os valores, as condições de exigibilidade do pagamento antecipado e o prazo de entrega da mercadoria; b) tratando-se de importação subordinada ao regime de licenciamento não automático, e sendo a Licença de Importação - LI exigível anteriormente ao embarque das mercadorias no exterior, as partes contratantes devem fazer constar, do registro de liquidação do contrato de câmbio, o número da respectiva LI autorizada para embarque ou deferida pelo órgão anuente; c) no caso de operação sob regime de licenciamento não automático, onde não seja exigida a LI anteriormente ao embarque da mercadoria no exterior, ou no caso de operação sob regime de licenciamento automático, as partes contratantes devem incluir no contrato de câmbio a cláusula padrão 7, constante da seção do capítulo 3;" d) as partes contratantes, com respaldo na documentação apresentada, devem fazer constar do registro de liquidação do respectivo contrato de câmbio a data prevista para embarque ou para nacionalização das mercadorias. 2. Devem ser observados os procedimentos a seguir indicados, quando da realização de pagamentos à vista: a) nos casos de cobrança bancária ou de remessa direta de documentos ao importador, devem ser anexados ao dossiê da operação cópia da fatura comercial, do conhecimento de transporte internacional e, se for o caso, do saque e da respectiva carta-remessa; b) nos casos de carta de crédito à vista, deve ser anexada ao dossiê da operação cópia do aviso de negociação do crédito no exterior; c) aplicam-se também as disposições das alíneas "b" e "c" do item desta seção. 3. Quando da realização de pagamento de importação a prazo de até trezentos e sessenta dias deve ser indicada ao banco negociador a DI correspondente. 4. Nos pagamentos de importação a prazo de até sessenta dias contados do embarque da mercadoria no exterior em que a DI ainda não esteja disponível, devem ser observados os seguintes procedimentos: a) devem ser anexadas ao dossiê da operação cópias da fatura comercial e do conhecimento de transporte internacional, além do saque e da respectiva carta-remessa (quando houver) e, nos casos de carta de crédito, cópia do aviso de negociação do crédito no exterior; b) deve ser incluída cláusula contratual específica onde as partes manifestem o compromisso de efetuar a vinculação do contrato à correspondente DI, no prazo de até 60 dias, contados da data da liquidação do contrato de câmbio (cláusula padrão 8, prevista na seção do capítulo 3); c) as operações devem ser classificadas com utilização do código de grupo 89 - pagamentos a prazo de até sessenta dias, sem apresentação de DI; d) a cada registro de liquidação no Sisbacen, deve corresponder um único conhecimento de transporte internacional; e) aplicam-se também as instruções das alíneas "b" e "c" do item. 5. Na liquidação do contrato de câmbio em pagamento de importação em moeda diferente da moeda estrangeira pactuada na operação comercial, deve ser informado, adicionalmente ao valor liquidado na moeda do contrato, o valor pago na moeda da fatura, da fatura próforma ou da DI, bem como a data da respectiva correlação paritária utilizada. CAPÍTULO : 2 - Importação SEÇÃO : 5 - Pagamento Antecipado. Considera-se pagamento antecipado de importação aquele efetuado anteriormente: a) ao embarque, nos casos de mercadorias importadas diretamente do exterior em caráter definitivo, inclusive sob o regime de drawback, ou quando destinadas a admissão na Zona Franca de Manaus, em Área de Livre Comércio ou em Entreposto Industrial; b) à nacionalização de mercadorias que tenham sido admitidas sob outros regimes aduaneiros especiais ou atípicos. 2. O pagamento antecipado de importação de mercadoria subordinada ao regime de licenciamento não automático, cuja LI seja exigível anteriormente ao embarque das mercadorias no exterior, é condicionado ao prévio registro no Siscomex da respectiva LI autorizada para embarque ou deferida pelo órgão anuente. 3. Os pagamentos antecipados de importação devem estar respaldados em operações comerciais efetivamente já contratadas no exterior, que prevejam essa condição, e podem ser efetuados com antecipação de até 80 dias à data prevista para: a) o embarque no exterior, nos casos de que trata a alínea "a" do item desta seção; ou b) a nacionalização da mercadoria, nos casos de que trata a alínea "b" do item desta seção. 4. Exclusivamente para máquinas e equipamentos com longo ciclo de produção ou de fabricação sob encomenda, o prazo de antecipação deve ser compatível com o ciclo de produção ou de comercialização do bem, prevalecidas as condições pactuadas contratualmente, tais como sinal e parcelas intermediárias, observado que o prazo máximo de antecipação diretamente na rede bancária para importações da espécie é de.080 dias com relação às datas indicadas nas alíneas "a" e b" do item anterior. 5. A ocorrência de pagamento antecipado, em moeda estrangeira ou em reais, deve ser indicada no esquema de pagamento da importação, na ocasião do registro da Declaração de Importação relativa: a) ao despacho para consumo ou à admissão em entreposto industrial, nos casos previstos na alínea "a" do item desta seção; b) à nacionalização da mercadoria, nos casos previstos na alínea "b" do item desta seção. 6. Nos casos de Despacho Antecipado de Importação, em que o pagamento antecipado ao exterior se efetue após o registro da correspondente Declaração de Importação - DI, o importador deve providenciar a retificação da DI no Siscomex, para informar o pagamento antecipado realizado. 7. Não ocorrendo o embarque ou a nacionalização da mercadoria até a data informada na ocasião da liquidação do contrato de câmbio, deve o importador providenciar, no prazo de até 30 dias, a repatriação dos valores correspondentes aos pagamentos efetuados. 8. O desembaraço aduaneiro ou a nacionalização da mercadoria, bem como a vinculação do contrato de câmbio à DI correspondente, por parte do importador, na forma da seção 0, devem ocorrer no prazo máximo de 60 dias contados da data prevista para embarque ou nacionalização, informada por ocasião da liquidação do contrato de câmbio. 9. O não atendimento ao disposto no item anterior pode implicar para o importador, até a regularização da pendência, a obrigatoriedade de apresentação de DI nos pagamentos de suas importações sem prejuízo das demais sanções cabíveis. 0. As operações de câmbio em pagamento antecipado de importações são celebradas com utilização do formulário tipo 2, ainda quando relativas à parte não financiada de importações pagáveis a prazos superiores a 360 dias, com registro no Banco Central do Brasil. <!ID > CAPÍTULO : 2 - Importação SEÇÃO : 6 - Pagamento à Vista. Pagamento à vista é aquele efetuado anteriormente ao desembaraço aduaneiro da mercadoria ou à sua admissão em entreposto industrial, quando relativo a mercadoria importada diretamente do exterior em caráter definitivo, inclusive sob o regime de drawback, ou destinada a admissão na Zona Franca de Manaus, em Área de Livre Comércio ou em Entreposto Industrial, e: a) à vista dos documentos de embarque da mercadoria remetidos diretamente ao importador ou encaminhados por via bancária para cobrança, com instruções de liberação contra pagamento; ou b) em decorrência da negociação no exterior de cartas de crédito emitidas para pagamento contra apresentação de documento de embarque. 2. O disposto no item anterior não abrange os pagamentos relativos a mercadorias que tenham sido admitidas sob outros regimes aduaneiros especiais ou atípicos. 3. A liquidação de operação de câmbio para pagamento à vista de importação de mercadoria subordinada ao regime de licenciamento não automático, cuja LI seja exigível anteriormente ao embarque das mercadorias no exterior, fica condicionada ao prévio registro no Siscomex da respectiva LI autorizada para embarque ou deferida pelo órgão anuente.

35 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN Os contratos de câmbio de importação celebrados para pagamento à vista devem ser classificados sob a Natureza de Operação - Código de Grupo "53" e com uso de contrato de câmbio tipo 2, ainda quando relativos à parte não financiada de importações pagáveis a prazo superior a 360 dias. 5. A ocorrência de pagamento à vista, em moeda estrangeira ou em reais, deve ser indicada no esquema de pagamento da importação, por ocasião do registro da Declaração de Importação - DI relativa ao despacho para consumo, ou à admissão em entreposto industrial. 6. Nos casos em que o pagamento à vista se realize após o registro da correspondente DI, deve o importador providenciar a sua retificação no Siscomex, para incluir a informação relativa ao pagamento efetuado. 7. O desembaraço aduaneiro da mercadoria ou sua admissão em entreposto industrial, bem como a vinculação da correspondente DI ao contrato de câmbio, por parte do importador, na forma da seção 0 devem ocorrer no prazo de até 60 dias da data da liquidação do contrato. 8. O não-atendimento ao disposto no item anterior pode implicar para o importador, até a regularização da pendência, a obrigatoriedade de apresentação de DI nos pagamentos de suas importações sem prejuízo das demais sanções cabíveis. CAPÍTULO : 2 - Importação SEÇÃO : 7 - Comissão de Agente. Os valores em moeda estrangeira correspondentes a comissões sobre importações brasileiras devidas a agentes, representantes, concessionários e/ou distribuidores residentes no País, e discriminados nas Declarações de Importação - DI, podem ser: a) transferidos ao exterior, integrando o pagamento das importações; b) retidos no País, em favor dos beneficiários. 2. Na hipótese de o contrato de câmbio ser liquidado sem a simultânea vinculação à correspondente DI, o valor da comissão de agente deve estar consignado no contrato mercantil, na fatura próforma ou em outro documento que respalde a operação. 3. No caso previsto na alínea "b" do item, o valor do contrato de câmbio celebrado em pagamento da importação deve incluir a parcela relativa à comissão de agente, cujo valor deve constar do campo "Outras especificações" do respectivo contrato. 4. A comissão de agente retida no País deve ser paga mediante: a) crédito a VALORES EM MOEDAS ESTRANGEIRAS A PAGAR, subtítulo Comissões de Agentes sobre Importação, em nome do agente, sem movimentação de contas no exterior, quando o domicílio bancário do agente, indicado na DI, corresponder ao próprio banco negociador da moeda estrangeira; b) ordem de pagamento em moeda estrangeira, em favor do agente, remetida ao seu domicílio bancário, quando corresponder a banco diverso daquele negociador da moeda estrangeira. 5. O agente é responsável pelo ingresso no País de valores recebidos a título de comissão de agente, os quais devem ser objeto de celebração de contrato de câmbio tipo Os agentes e os representantes de exportadores estrangeiros residentes no País devem, quando solicitado pelo Banco Central do Brasil, comprovar o ingresso e a negociação em banco autorizado a operar no mercado de câmbio dos rendimentos auferidos a título de comissão, serviços ou assistência técnica de importações. CAPÍTULO : 2 - Importação SEÇÃO : 8 - Pagamento de Juros sobre Importações Financiadas até 360 Dias. É admitida a remessa de juros sobre importações financiadas com prazo de pagamento de até trezentos e sessenta dias, devendo as respectivas operações de câmbio ser celebradas na mesma moeda do financiamento. 2. Para o pagamento dos juros calculados com base em períodos e taxas previstos no esquema de pagamento indicado na Declaração de Importação - DI, o importador deve apresentar ao banco vendedor da moeda estrangeira os seguintes documentos, em consonância com a DI: a) aviso de cobrança ou documento equivalente, em que constem o valor a ser remetido, a data do início e do término do período de incidência dos juros, a taxa aplicada, a margem adicional - "spread" - e o valor base para cálculo; b) aviso de desembolso da entidade credora, nos casos de financiamentos concedidos por instituições do exterior; c) comprovante do pagamento do imposto de renda ou da isenção expressamente reconhecida pela autoridade competente. 3. O início do período de contagem de juros não pode ser anterior à data: a) do embarque, no caso de mercadorias importadas diretamente do exterior em caráter definitivo, inclusive sob o regime de drawback, ou admitidas na Zona Franca de Manaus, em Área de Livre Comércio ou em Entreposto Industrial; b) da nacionalização, nos casos de mercadorias inicialmente ingressadas sob outro regime aduaneiro especial ou atípico, e que tenham sido objeto de despacho para consumo; c) do desembolso, nos casos de financiamentos concedidos por instituições do exterior. 4. Verificando-se alteração nas condições do financiamento que implique cobrança de juros por período superior a trezentos e sessenta dias, a operação fica sujeita a registro no Banco Central do Brasil. 5. Não são passíveis de remessa ao exterior valores correspondentes a juros: a) calculados com base em períodos e taxas superiores aos previstos no esquema de pagamento indicado na DI; b) de mora, por atraso no pagamento de importações brasileiras. 6. Observados padrões de razoabilidade aferidos pelas práticas internacionais, as condições do financiamento - taxa de juros, margem adicional, parcelas não financiadas - são livremente pactuadas entre as partes, bem como taxas, comissões de qualquer espécie e outros encargos não incorporados à taxa de juros negociada, os quais devem estar consignados na DI. 7. As disposições desta seção aplicam-se também aos pagamentos de juros realizados em reais. CAPÍTULO : 2 - Importação SEÇÃO : 9 - Abertura e Negociação de Cartas de Crédito. Independentemente de prévia celebração do contrato de câmbio, é facultada aos bancos autorizados a operar no mercado de câmbio a instituição de créditos documentários destinados a amparar importações brasileiras. 2. Tratando-se de importação subordinada ao regime de licenciamento não automático, e sendo a LI exigível anteriormente ao embarque da mercadoria no exterior, o registro no Siscomex da respectiva LI autorizada para embarque ou deferida pelo órgão anuente constitui requisito a ser cumprido necessariamente antes da abertura do crédito. 3. Na hipótese de que trata o item precedente, as estipulações pertinentes ao prazo de validade dos créditos documentários, às condições de pagamento e às demais características da importação devem ser compatíveis com os dados da LI registrada no Siscomex. 4. Nas importações amparadas por cartas de crédito à vista, a correspondente operação de câmbio deve ser liquidada em prazo não superior a quinze dias, contados da data da negociação do crédito no exterior. 5. Nas importações amparadas por cartas de crédito a prazo, as operações de câmbio devem ser liquidadas na data do vencimento da obrigação no exterior. 6. Quando, por falta de iniciativa do importador, não tenha sido celebrada a operação de câmbio, essa providência deve ser adotada pelo banco instituidor da carta de crédito, com base no disposto na seção 2 deste capítulo, com vistas ao cumprimento do contido nos itens 4 e 5 anteriores. 7. A tolerância de quinze dias prevista no item 4 não se aplica às cartas de crédito abertas para reembolso sob o Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos. CAPÍTULO : 2 - Importação SEÇÃO : 0 - Vinculação entre Declarações de Importação e Contratos de Câmbio. A vinculação entre as Declarações de Importação - DI e os correspondentes contratos de câmbio é efetuada: a) pelo importador, mediante a indicação do número do contrato de câmbio na DI registrada no Siscomex, quando se tratar de contratos de câmbio liquidados em pagamento antecipado ou à vista; b) pelo banco negociador do câmbio, quando se tratar de pagamento de importação a prazo de até trezentos e sessenta dias, mediante a indicação do número da DI no registro de liquidação do contrato; c) pelo banco negociador do câmbio, com utilização da transação PCAM300, quando, nos termos da seção 4 deste capítulo, tenha ocorrido o pagamento de importação a prazo de até sessenta dias contados do embarque da mercadoria no exterior sem a correspondente apresentação da DI; d) pelo banco negociador do câmbio, também com utilização da transação PCAM300, quando, nos termos das alíneas "b", "c", "d", e "e" do item , a operação de câmbio liquidada em pagamento antecipado ou à vista de importação tenha sido celebrada por pessoa diversa do importador constante da DI. 2. Para a vinculação de que tratam as alíneas "a" e "d" do item precedente, os importadores devem fazer constar das DIs os seguintes dados relativos às operações de câmbio liquidadas em pagamento antecipado ou à vista: a) número do contrato de câmbio; b) código do banco negociador e da praça onde foi celebrada a operação de câmbio; c) valor, na moeda da importação, que deseje vincular à operação de câmbio liquidada em pagamento antecipado ou à vista; d) CNPJ ou CPF do comprador da moeda estrangeira quando, nos casos previstos na seção 2, a operação de câmbio tenha sido celebrada por pessoa diversa do importador constante da DI. 3. Na situação de que trata a alínea "c" do item, o banco negociador do câmbio deve proceder à vinculação do contrato de câmbio à correspondente DI no prazo de até sessenta dias, contados da data de liquidação da operação. 4. Nas situações previstas na alínea "d" do item, compete ao comprador da moeda estrangeira, dentro do prazo regulamentar previsto, solicitar ao banco negociador que proceda à vinculação do contrato de câmbio à DI, oferecendo-lhe os elementos adequados à perfeita caracterização e ao enquadramento da ocorrência. CAPÍTULO : 2 - Importação SEÇÃO : - Pagamento de Importações em Reais. O pagamento de importação brasileira em moeda nacional deve ser efetuado mediante transferência internacional em reais para crédito à conta corrente em moeda nacional, aberta e mantida no Brasil nos termos da legislação e regulamentação em vigor, de titularidade do exportador estrangeiro ou de outro legítimo credor, na forma da seção deste capítulo. 2. Quando do registro no Sisbacen - transação PCAM240 ou de pagamentos de importação em moeda nacional, deve ser efetuada a sua vinculação com a correspondente Declaração de Importação - DI, mediante a informação dos seguintes elementos: a) número da DI; b) valor do pagamento em moeda nacional que se vincula à DI; c) código da moeda da DI; d) valor do pagamento na moeda da DI; e) quando se tratar de importações sujeitas a registro no Banco Central do Brasil, o número do registro. 3. Tratando-se de registro de pagamento antecipado ou à vista, devem ser informados o código da moeda da fatura ou da documentação que ampara o pagamento, bem como o valor nessa moeda. 4. Na hipótese de que trata o item anterior, os pagamentos efetuados em moeda nacional devem ser informados quando do registro da DI no Siscomex. 5. Os pagamentos de importações em reais devem ser efetuados por seu valor líquido, deduzida a parcela relativa à comissão de agente, quando retida no País, que deve ser creditada diretamente ao beneficiário. 6. DI emitida em data anterior a , para pagamento em reais, com ou sem cobertura cambial, pode amparar pagamento da importação, em reais, a partir das datas de vencimento originalmente licenciadas. CAPÍTULO : 2 - Importação SEÇÃO : 2 - Câmbio Simplificado. Ao amparo desta seção, os bancos autorizados a operar no mercado de câmbio podem dar curso a operações de câmbio simplificado em pagamento de mercadorias desembaraçadas por meio de Declaração Simplificada de Importação - DSI registrada no Siscomex. 2. As operações de câmbio para o pagamento de que se trata estão limitadas, por contrato de câmbio, a US$ 0.000,00 (dez mil dólares dos Estados Unidos) ou o seu equivalente em outras moedas, no caso de pagamento de mais de uma DSI. 3. As operações de câmbio simplificado estão dispensadas de vinculação a DSI. 4. A formalização das operações de que trata esta seção ocorre mediante a assinatura de boleto, por parte do importador, nos moldes do anexo deste título. 5. O registro das operações no Sisbacen, pelos bancos, é efetuado mediante opção específica da transação PCAM De forma automática, o Sisbacen gera, para cada boleto registrado, um contrato de câmbio de importação - tipo 2, com as seguintes características: a) natureza da operação: IMPORTAÇÃO - Câmbio Simplificado ; b) natureza do cliente: 92 - Exportador/Importador - Câmbio Simplificado ; c) existência de aval: 0 - sem aval do Governo brasileiro ; d) natureza do recebedor no exterior: 99 - Não especificados ; e) código de grupo: 90 - Outros ; f) liquidação pronta. 7. A negociação da moeda estrangeira, formalizada mediante assinatura de boleto, pelo importador, em banco autorizado a operar no mercado de câmbio no País, pode ocorrer até 90 dias antes ou até 90 dias após o registro da DSI no Siscomex. 8. Na hipótese de as operações de câmbio serem conduzidas por intermediário ou representante, deve ser observado, adicionalmente, que: a) o intermediário ou o representante deve estar de posse de procuração de cada um dos importadores para assinatura do boleto; b) pode ser assinado um único boleto, desde que seja anexada ao dossiê da operação relação devidamente referenciada (número e data), contendo o nome de cada um dos importadores, com indicação dos respectivos CPFs e o valor das remessas individuais; c) o pagamento do contravalor em moeda nacional da operação de câmbio pode ser efetuado pelo intermediário ou representante nas formas indicadas no capítulo. 9. As operações de que trata esta seção não são passíveis de alteração, cancelamento ou baixa. 0. A realização de operações ao amparo desta seção implica, cumulativamente, para o comprador da moeda estrangeira: a) a tácita assunção da responsabilidade, para todos os efeitos legais e regulamentares, pela legitimidade da operação e dos seus documentos; b) a obrigatoriedade, no caso de pagamento efetuado anteriormente à data de registro da DSI, de obtenção de Licença Simplificada de Importação - LSI, nas situações em que ela seja exigida anteriormente ao embarque da mercadoria no exterior.

36 <!ID57666-> <!ID > <!ID > <!ID > 36 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de Deve o comprador da moeda estrangeira manter os documentos que respaldam a operação de câmbio, pelo prazo de cinco anos, contados do término do exercício em que tenha ocorrido a contratação do câmbio, para apresentação ao Banco Central do Brasil, quando solicitada. 2. Pelo mesmo prazo indicado no item anterior, deve o banco vendedor da moeda estrangeira manter em seu poder o boleto da operação para apresentação ao Banco Central do Brasil, quando solicitada. 3. A utilização inadequada da sistemática tratada nesta seção sujeita o comprador da moeda estrangeira à suspensão da possibilidade de utilizar-se do mecanismo de câmbio simplificado, além das penalidades previstas nas normas em vigor, em especial no artigo 23 da Lei 4.3, de , com a redação dada pelo art. 72 da Lei 9.069, de , e na Lei 9.63, de Os pagamentos de mercadorias ingressadas no País ao amparo de DSI registrada no Siscomex podem também ser conduzidos mediante utilização de cartão de crédito internacional emitido no País, devendo ser observadas, no que couber, as disposições do capítulo 0. CAPÍTULO : 2 - Importação SEÇÃO : 3 - Multa sobre Operações de Importação SUBSEÇÃO : - Disposições Gerais. O importador está sujeito ao pagamento da multa tratada pela Lei 0.755, de , conforme disposto nesta seção. 2. Para importação amparada em Declaração de Importação - DI registrada no Siscomex a partir de ou em DI registrada em data anterior mas cujo vencimento ocorra a partir de , o importador está sujeito ao pagamento de multa caso não efetue o pagamento da importação em até 80 dias a partir do primeiro dia do mês subseqüente ao previsto para o pagamento da importação, especificado na DI ou no Registro de Operações Financeiras - ROF, conforme o caso, observado que o pagamento da importação deve ocorrer por meio de: a) liquidação de contrato de câmbio com vínculo à DI ou ao ROF, conforme o caso; ou b) crédito à conta em moeda nacional titulada pelo legítimo credor domiciliado no exterior e mantida no Brasil em banco autorizado a operar no mercado de câmbio, sendo que o registro da movimentação da referida conta no Sisbacen deve estar vinculado à DI ou ao ROF, conforme o caso. 3. A multa de que trata o item 2 anterior é: a) de 0,5% do equivalente em reais do valor em atraso da importação; b) apurada e passa a ser devida ao Banco Central do Brasil no 8 dia a partir do primeiro dia do mês subseqüente ao previsto para pagamento, utilizando-se a taxa de câmbio de fechamento divulgada pela transação PTAX800 do dia da apuração da multa. 4. Para importação amparada em DI não tratada no item 2 anterior, o importador está sujeito ao pagamento de multa diária, sob a modalidade de encargo financeiro, a ser recolhida ao Banco Central do Brasil, no caso de: a) contratar operação de câmbio fora dos prazos estabelecidos pelo Banco Central do Brasil; b) efetuar o pagamento, em moeda nacional, de importação em virtude da qual seja devido o pagamento em moeda estrangeira; c) efetuar pagamento, com atraso, das importações licenciadas para pagamento em reais; d) não efetuar o pagamento da importação em até 80 dias após o primeiro dia do mês subseqüente ao previsto para pagamento na respectiva Declaração de Importação. 5. Relativamente ao cálculo da multa de que trata o item 4 anterior: a) para período de incidência da multa compreendido até , é utilizado o rendimento acumulado das Letras do Banco Central - LBC, na forma indicada na subseção 2; b) para período de incidência da multa compreendido a partir de , é utilizada a taxa prefixada de empréstimo para capital de giro divulgada pelo Banco Central do Brasil, na forma indicada na subseção 3; c) para período de incidência da multa que abranja simultaneamente datas anteriores e posteriores a , é utilizado o rendimento acumulado das Letras do Banco Central - LBC, na forma indicada na subseção 2, para o período compreendido até , e utilizada a taxa prefixada de empréstimo para capital de giro divulgada pelo Banco Central do Brasil, na forma indicada na subseção 3, para o período a partir de CAPÍTULO : 2 - Importação SEÇÃO : 3 - Multa sobre Operações de Importação SUBSEÇÃO : 2 - Cálculo da Multa para Períodos de Incidência Compreendidos até A multa de que tratam as alíneas "a" e "b" do item 4 da subseção é calculada: a) sobre o valor, em reais, do pagamento; b) com base no rendimento acumulado das Letras do Banco Central - LBC, durante o período compreendido entre a data limite do prazo estabelecido para a contratação do câmbio e a data da efetiva contratação, ou do pagamento em reais, descontada a variação cambial ocorrida no período; c) com aplicação da seguinte fórmula: 2. A multa de que trata a alínea "c" do item 4 da subseção é calculada: a) sobre o valor, em reais, do pagamento; b) com base no rendimento acumulado das Letras do Banco Central - LBC, durante o período compreendido entre o primeiro dia do mês subseqüente ao previsto para pagamento e a data do efetivo pagamento; c) com aplicação da seguinte fórmula: <!ID > 3. A multa de que trata a alínea "d" do item 4 da subseção é calculada: a) na forma de adiantamento posteriormente compensável, sobre o equivalente, em reais, do valor da importação não liquidada; b) com base no rendimento acumulado das Letras do Banco Central - LBC, durante o período compreendido entre : b. - a data limite do prazo estabelecido pelo Banco Central do Brasil para contratação do câmbio e a data do pagamento da multa, nas importações licenciadas para pagamento em moeda estrangeira; b.2 - o primeiro dia do mês subseqüente ao previsto para pagamento da importação e a data do pagamento da multa, nas importações licenciadas para pagamento em moeda nacional; b.3 - a data do pagamento da multa e cada novo período de 80 dias; c) com aplicação das seguintes fórmulas: c. - nos casos previstos em "b.": c.2 - nos casos previstos em "b.2": <!ID > c.3 - nos casos previstos em "b.3": com utilização das fórmulas indicadas em "c." ou "c.2", para importação licenciada para pagamento em moeda estrangeira ou em moeda nacional, respectivamente. CAPÍTULO : 2 - Importação SEÇÃO : 3 - Multa sobre Operações de Importação SUBSEÇÃO : 3 - Cálculo da Multa para Períodos de Incidência Iniciados a partir de A multa de que tratam as alíneas "a" e "b" do item 4 da subseção é calculada: a) sobre o valor, em reais, do pagamento; b) pelo período compreendido entre a data limite do prazo estabelecido para a contratação do câmbio e a data da sua efetiva contratação, ou do pagamento em reais; c) com base na taxa prefixada de empréstimo para capital de giro vigente na data limite do prazo estabelecido para a contratação do câmbio, descontada a variação cambial ocorrida no período; d) com aplicação da seguinte fórmula: <!ID > 2. A multa de que trata a alínea "c" do item 4 da subseção é calculada: a) sobre o valor, em reais, do pagamento; b) pelo período compreendido entre o primeiro dia do mês subseqüente ao previsto para pagamento e a data do efetivo pagamento; c) com base na taxa prefixada de empréstimo para capital de giro vigente no primeiro dia útil do mês subseqüente ao previsto para pagamento; d) com aplicação da seguinte fórmula: <!ID > 3. Para as Declarações de Importação registradas até , inclusive, a multa de que trata a alínea "d" do item 4 da subseção será calculada: a) na forma de adiantamento posteriormente compensável, sobre o equivalente, em reais, do valor da importação não liquidada; b) pelo período compreendido entre: b. - a data limite do prazo estabelecido pelo Banco Central do Brasil para contratação do câmbio e a data do pagamento da multa, nas importações licenciadas para pagamento em moeda estrangeira; b.2 - o primeiro dia do mês subseqüente ao previsto para pagamento da importação e a data do pagamento da multa, nas importações licenciadas para pagamento em moeda nacional; b.3 - a data do pagamento da multa e cada período de 80 dias, observada a data-fim de ; c) com base na taxa prefixada de empréstimo para capital de giro vigente: c. - na data limite do prazo estabelecido pelo Banco Central do Brasil para contratação do câmbio, nas importações licenciadas para pagamento em moeda estrangeira; c.2 - no primeiro dia útil do mês subseqüente ao previsto para pagamento da importação, nas importações licenciadas para pagamento em moeda nacional; d) com aplicação das seguintes fórmulas: d. - nos casos previstos em "b.": d.2 - nos casos previstos em "b.2": <!ID > d.3 - nos casos previstos em "b.3": com utilização das fórmulas indicadas em "d." ou "d.2", para importação licenciada para pagamento em moeda estrangeira ou em moeda nacional, respectivamente. 4. Para as Declarações de Importação registradas entre e com vencimento até , a multa de que trata a alínea "d" do item 4 da subseção será calculada: a) na forma de adiantamento posteriormente compensável, sobre o equivalente, em reais, do valor da importação não liquidada; b) pelo período compreendido entre: b. - o 8 dia após o primeiro dia do mês subseqüente previsto para pagamento na respectiva Declaração de Importação e a data do pagamento da importação, nas importações licenciadas para pagamento em moeda estrangeira; b.2 - o primeiro dia do mês subseqüente ao previsto para pagamento da importação e a data do pagamento da multa, nas importações licenciadas para pagamento em moeda nacional; b.3 - a data do pagamento da multa e cada período de 80 dias, observada a data-fim de ; c) com base na taxa prefixada de empréstimo para capital de giro vigente: c.- no 8 dia após o primeiro dia do mês subseqüente previsto para pagamento na respectiva DI, nas importações licenciadas para pagamento em moeda estrangeira; c.2 - no primeiro dia útil do mês subseqüente ao previsto para pagamento da importação, nas importações licenciadas para pagamento em moeda nacional; d) com aplicação das seguintes fórmulas: d. - nos casos previstos em "b.": d.2 - nos casos previstos em "b.2": <!ID > d.3 - nos casos previstos em "b.3": com utilização das fórmulas indicadas em "d." ou "d.2", para importação licenciada para pagamento em moeda estrangeira ou em moeda nacional, respectivamente. CAPÍTULO : 2 - Importação SEÇÃO : 3 - Multa sobre Operações de Importação SUBSEÇÃO : 4 - Variáveis Utilizadas no Cálculo da Multa. Para os efeitos das subseções 2 e 3, considera-se: M = Vmn = Valor da multa, em reais. Valor do pagamento em moeda nacional. No caso da alínea "a" do item 4 da subseção, Vmn é igual ao valor da liquidação multiplicado pela taxa de câmbio do contrato.

37 <!ID > <!ID > Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN RLBC = RCG = VTC = Vme = Tx = Vmn2 = Fator de remuneração das LBC no período considerado. Fator de remuneração para a taxa prefixada de empréstimo para capital de giro no período considerado. Variação da taxa de câmbio de venda para a moeda da operação de câmbio, no período considerado. Valor em moeda estrangeira da importação. No caso de Declaração de Importação registrada até , inclusive: taxa de câmbio de venda para a moeda da importação vigente na data limite do prazo estabelecido pelo Banco Central do Brasil para contratação do câmbio, divulgada pelo Sisbacen - P TA X 800 ; No caso de Declaração de Importação registrada a partir de , inclusive: taxa de câmbio de venda para a moeda da importação vigente no 8 dia após o primeiro dia do mês subseqüente previsto para pagamento na respectiva Declaração de Importação,divulgada pelo SISBACEN - PTAX800. Valor em moeda nacional da importação. 2. O fator de remuneração das LBC (RLBC) será apurado mediante utilização das informações constantes da transação PTAX880, opção, da seguinte forma: a) data-início: data início da contagem do período; b) data-fim: primeiro dia útil anterior à data em que ocorra o evento determinante do término do período de contagem; c) RLBC: índice acumulado (inscrito com destaque na segunda linha da primeira tela da consulta, e repetido na última coluna da linha relativa à data-início), multiplicado por Para os efeitos da subseção 2, a variação da taxa de câmbio no período será obtida pela transação PTAX800, opção 3, devendo ser transposto para a fórmula o valor constante da coluna "variação % acumulada" correspondente à linha relativa à data-fim. 4. O fator de remuneração para a taxa prefixada de empréstimo para capital de giro (RCG) será apurado da seguinte forma: a) data para a qual se deseja informações: data inicial para a contagem do período; b) no caso de dados inexistentes para a data informada, utilizar a taxa do último dia útil que esteja disponível no Sisbacen; c) RCG: calculado de acordo com a seguinte fórmula: c. - com data inicial para contagem do período anterior a : onde: TXOVER = Taxa over para o capital de giro obtida a partir da transação PEFI300, opção 4, alternativa "taxas", tipo "prefixado", item 4 (capital de giro), coluna (prefixados, taxa % over); NDU = Número de dias úteis entre a data de início para a contagem do período e a data em que ocorra o evento determinante do término do período de contagem. c.2 - com data inicial para contagem do período a partir de , inclusive: onde: TX = Taxa para o capital de giro obtida a partir da transação PE- FI300, opção, alternativa, série 73, coluna (valor); NDU = Número de dias úteis entre a data de início para a contagem do período e a data em que ocorra o evento determinante do término do período de contagem. 5. Para os efeitos da subseção 3, a variação da taxa de câmbio no período será obtida pela transação PTAX800, opção 3, devendo ser transposto para a fórmula o valor constante da coluna "variação % acumulada" correspondente à linha relativa à data-fim. CAPÍTULO : 2 - Importação SEÇÃO : 3 - Multa sobre Operações de Importação SUBSEÇÃO : 5 - Cobrança e Recolhimento da Multa. O responsável pelo recolhimento da multa de que trata esta seção é: a) o banco vendedor da moeda estrangeira, nas importações pagas em moeda estrangeira; b) o banco onde a moeda nacional tenha sido creditada para o pagamento da importação, nas importações pagas em moeda nacional; c) o importador, nas demais situações, observado que se a importação for realizada por conta e ordem de terceiro, o adquirente da mercadoria indicado na Declaração de Importação (DI) registrada no Siscomex a partir de ou em DI registrada em data anterior mas cujo vencimento ocorra a partir de é responsável solidário pelo pagamento da multa. 2. O banco é notificado do valor da multa por intermédio do Sistema de Lançamentos do Banco Central (SLB), ou por outro meio que assegure o recebimento. 3. O valor da multa deve ser recolhido pelo banco notificado, observados os seguintes procedimentos: a) é assegurado o prazo de cinco dias úteis, que se inicia na data do recebimento da notificação, para o recolhimento do encargo financeiro; b) o valor recolhido após o prazo fixado na alínea anterior é acrescido de juros de mora e multa de mora, nos termos do art. 37 da Lei 0.522, de ; c) o não-pagamento da multa acarreta a inscrição do débito na Dívida Ativa do Banco Central do Brasil e a inscrição do devedor no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados - Cadin, na forma da legislação e regulamentação em vigor. 4. No caso de não ocorrer o pagamento da importação na forma regulamentar, a multa é cobrada do importador, e se houver, do adquirente da mercadoria de que trata a alínea c do item, por meio de processo administrativo na forma da Lei 9.784, de 29 de janeiro de 999, podendo alternativamente ser recolhida por iniciativa própria, sem necessidade de aviso ou notificação, até o segundo dia útil subseqüente à data em que se tornar exigível, observados os seguintes procedimentos: a) o valor do recolhimento deve ser transferido para o Banco Central do Brasil (CNPJ /000-05), para crédito à conta , mantida na agência do Banco do Brasil S. A.; b) cópia do documento de transferência deverá ser enviada para o Bacen/Deafi, pelo fax nº (0xx6) , devendo constar do documento de transferência ou corpo do fax o número da DI relativa à importação ainda não liquidada, o nome e o número da inscrição no CNPJ ou CPF do importador ou do adquirente, se for o caso, bem como que o pagamento é referente à multa estabelecida pela Lei 0.755, de ; c) a prestação de informações incorretas ou incompletas quando do pagamento da multa impede que os valores sejam corretamente apropriados nos sistemas de controle do Sisbacen e, consequentemente, que seja baixada a responsabilidade atribuída ao importador. 5. A multa não será cobrada nas seguintes situações: a) pagamentos de mercadorias embarcadas no exterior até o dia , inclusive; b) pagamentos de importações de petróleo e derivados, classificadas nos seguintes itens da Nomenclatura Comum do Mercosul - NCM: Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos Naftas Gasolinas Querosenes "Gasóleo" (Óleo diesel) "Fuel-oil" Óleos lubrificantes sem aditivos Gás natural Propano Butanos Gás liquefeito de petróleo (GLP) Gás natural Butanos; c) pagamentos de importações efetuadas sob o regime de drawback e outros estabelecidos em ato do Ministro de Estado da Fazenda; d) importações cujo saldo para pagamento seja inferior a US$ 0.000,00 (dez mil dólares dos Estados Unidos) ou o seu equivalente em outras moedas e desembaraçadas por meio de DIs registradas no Siscomex a partir de ou por meio de DIs registradas em datas anteriores mas com vencimento a partir de ; e) importações de valor inferior a US$ 0.000,00 (dez mil dólares dos Estados Unidos) ou o seu equivalente em outras moedas e desembaraçadas por meio de DIs registradas no Siscomex até com vencimento até ; f) pagamentos parciais de uma mesma importação, cujos valores, somados, sejam inferiores a dez por cento do valor da importação e desde que não ultrapassem o valor estabelecido na alínea anterior, no caso de DIs registradas no Siscomex até com vencimento até ; g) pagamentos de importações de produtos de consumo alimentar básico, visando ao atendimento de aspectos conjunturais do abastecimento, conforme dispuser ato do Ministro de Estado da Fazenda; h) às importações, financiadas ou não, cujo pagamento seja de responsabilidade da União, dos Estados, dos Municípios, e do Distrito Federal, suas fundações e autarquias, inclusive aquelas importações efetuadas em data anterior à publicação da Lei 0.755, de ; i) valores de multa apurados na forma desta seção inferiores a R$.000,00 (um mil reais), no caso de DIs registradas no Siscomex a partir de ou por meio de DIs registradas em datas anteriores mas com vencimento a partir de CAPÍTULO : 2 - Importação SEÇÃO : 3 - Multa sobre Operações de Importação SUBSEÇÃO : 6 - Contratação Fora dos Prazos Estabelecidos pelo Banco Central do Brasil. As operações de câmbio destinadas ao pagamento de importações a prazo de até 360 dias amparadas em Declarações de Importação - DIs registradas até devem ter sido celebradas nos prazos abaixo: a) Declarações de Importação registradas até : para liquidação futura, observados os seguintes critérios de antecipação: I. anteriormente à data de registro da correspondente DI, nas importações sujeitas a pagamento até o último dia do quinto mês subseqüente ao mês de registro da DI; II. até o último dia do sexto mês anterior ao mês previsto para pagamento na DI, nos demais casos. b) Declarações de Importação registradas entre e : I. para liquidação futura, anteriormente à data de registro da correspondente DI, nas importações sujeitas a pagamento até o último dia do segundo mês subseqüente ao mês de registro da DI; II. até o último dia do mês de vencimento da obrigação previsto na Declaração de Importação, nos demais casos. 2. Relativamente aos incisos a.i, a.ii e b.i do item anterior, a multa de que trata esta seção não se aplica, além das situações previstas no item 5 da subseção 5, às operações de câmbio em pagamento de importações, desde que observadas, cumulativamente, as seguintes condições: I. tratem-se de importações de valor inferior a US$ ,00 (quarenta mil dólares dos Estados Unidos) ou seu equivalente em outras moedas, para as DIs registradas até , ou US$ ,00 (oitenta mil dólares dos Estados Unidos) ou seu equivalente em outras moedas, para as DIs registradas a partir de ; e II. o país de origem das mercadorias seja integrante do MERCOSUL, Bolívia ou Chile, e signatário do Mecanismo de Solução de Controvérsias da ALADI; e III. as operações de câmbio sejam liquidadas até o último dia do segundo mês subseqüente ao mês de registro da DI e, nos casos de instrumentos de pagamentos cursáveis sob o Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos, efetuados ao amparo do Sistema; 3. Na hipótese de o esquema de pagamentos constante da DI consignar pagamentos parcelados, as disposições do item desta seção devem ser observadas relativamente a cada parcela detalhada. 4. Às importações financiadas por prazos superiores a 360 dias, sujeitas a registro no Banco Central, aplicam-se as disposições abaixo indicadas, quando se tratar de parcelas cujo vencimento tenha ocorrido até o último dia do º mês subseqüente ao mês de registro da correspondente DI, a qual tenha sido registrada: a) até : I. as operações de câmbio destinadas ao pagamento de parcelas com vencimento até o último dia do quinto mês subseqüente ao mês de registro da DI devem ter sido celebradas, para liquidação futura, anteriormente à data de registro da DI; II. nos demais casos, as correspondentes operações de câmbio devem ter sido celebradas até o último dia do sexto mês anterior ao mês previsto para pagamento no esquema de pagamentos do ROF; b) entre e : I. as operações de câmbio destinadas ao pagamento de parcelas com vencimento até o último dia do segundo mês subseqüente ao mês de registro da DI devem ter sido celebradas, para liquidação futura, anteriormente à data de registro da DI; II. nos demais casos, as correspondentes operações de câmbio devem ter sido celebradas até o vencimento da obrigação, previsto no esquema de pagamentos do ROF. 5. Relativamente ao item anterior, estão também sujeitos à multa de que se trata os pagamentos em reais de financiamentos registrados para liquidação em moeda estrangeira, os pagamentos em atraso de parcelas de financiamentos registradas em reais e o não pagamento de importação até 80 dias após o primeiro dia do mês subseqüente ao previsto para pagamento. 6. Relativamente aos dois itens anteriores, além do disposto no item 5 da subseção 5, a multa de que trata esta seção não se aplica a operações celebradas ao amparo de Certificados de Registro ou Registros de Operações Financeiras aprovados até o dia O atendimento ao disposto nos itens e 4 desta subseção é verificado quando da liquidação do contrato de câmbio ou da vinculação a este da correspondente DI, ficando o importador sujeito ao pagamento da multa de que trata esta seção, sem prejuízo de outras sanções administrativas, no caso de descumprimento à exigência reg u l a m e n t a r. CAPÍTULO : 3 - Contas de Domiciliados no Exterior em Moeda Nacional e Transferências Internacionais em Reais SEÇÃO : - Disposições Gerais. As pessoas físicas ou jurídicas, residentes, domiciliadas ou com sede no exterior, podem ser titulares de contas de depósito em moeda nacional no País, exclusivamente em agências que operem em câmbio de instituições bancárias autorizadas a operar no mercado de câmbio, observadas as disposições deste capítulo. 2. As contas de residentes, domiciliados ou com sede no exterior devem conter características que as diferenciem das demais contas de depósito, de modo a permitir sua pronta identificação. 3. É obrigatório o cadastramento no Sistema de Informações Banco Central (Sisbacen) de contas de depósito em moeda nacional, no País, tituladas por pessoas físicas ou jurídicas, residentes, domiciliadas ou com sede no exterior, na transação PCAM 260, opção, pelo banco depositário dos recursos. 4. O cadastramento a que se refere o item anterior deve ser efetuado concomitantemente à abertura da conta. 5. Para registrar os depósitos de que trata este capítulo, fica mantido, no Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (COSIF), o título " DEPÓSITOS DE DOMICILIA- DOS NO EXTERIOR", e seus subtítulos com as seguintes nomenclaturas: a) "Provenientes de Vendas de Câmbio";

38 38 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 b) "De Outras Origens"; e c) "De Instituições Financeiras". 6. No subtítulo "Provenientes de Vendas de Câmbio", qualquer movimentação a crédito somente pode resultar do efetivo ingresso de moeda estrangeira no País, pela liquidação de operações de câmbio com o banco depositário da conta, devendo constar do histórico da partida contábil o número da operação de câmbio correspondente. 7. Eventuais redepósitos de recursos em reais, originalmente decorrentes de saques ou de transferências efetuados a débito do referido subtítulo, devem ser registrados a crédito do subtítulo "De Outras Origens". 8. O subtítulo "De Instituições Financeiras" restringe-se aos registros contábeis de contas tituladas por bancos do exterior que mantenham relação de correspondência com o banco brasileiro depositário dos recursos, exercida de forma habitual, expressiva e recíproca, ou possuam com este relação inequívoca de vínculo decorrente de controle de capital, compreendidas as instituições controladas ou controladoras, bem como aquelas sob controle comum exercido de forma direta. 9. As disposições do item anterior abrangem também as agências no exterior de bancos brasileiros e de bancos estrangeiros autorizados a funcionar no País. 0. As instituições financeiras que não se enquadrem no disposto nos itens 8 e 9 só podem ser titulares de contas com subtítulos "Provenientes de Vendas de Câmbio" ou "De Outras Origens".. Devem ser observadas nas transferências internacionais em reais, no que couber, os mesmos critérios, disposições e exigências estabelecidos para as operações de câmbio em geral e as orientações específicas previstas neste capítulo. 2. As transferências internacionais do e para o exterior em moeda nacional, de valor igual ou superior a R$ 0.000,00 (dez mil reais), sujeitam-se à comprovação documental a ser prestada ao banco no qual é movimentada a conta de domiciliados no exterior. 3. Cumpre aos bancos depositários adotar, com relação aos documentos que respaldam as transferências internacionais em reais, todos os procedimentos prudenciais necessários a evitar a sua reutilização e conseqüente duplicidade de efeitos, tanto para novas transferências em moeda nacional como para acesso ao mercado de câmbio, bem como exigir a apresentação dos comprovantes de quitação dos tributos incidentes sobre a operação. 4. Podem ser livremente convertidos em moeda estrangeira, para remessa ao exterior, os saldos dos recursos próprios existentes nas contas de pessoas físicas ou jurídicas, residentes, domiciliados ou com sede no exterior, independentemente do subtítulo, vedada a sua utilização para conversão em moeda estrangeira de recursos de terceiros. 5. As operações de câmbio relativas ao ingresso e ao retorno ao exterior de recursos registrados nas contas de que trata este capítulo são privativas da instituição bancária autorizada a operar no mercado de câmbio depositária dos recursos, devendo ser classificadas da seguinte forma: a) caso o remetente ou o beneficiário no exterior não seja o próprio titular da conta: sob o fato-natureza específico correspondente ao tipo de operação negociada; b) caso o remetente ou o beneficiário no exterior seja o próprio titular da conta: sob o fato-natureza " Capitais Estrangeiros a Curto Prazo - Disponibilidade no País". 6. É vedada a utilização das contas de residentes, domiciliados ou com sede no exterior tituladas pelas instituições financeiras do exterior de que tratam os itens 8 e 9 para a realização de transferência internacional em reais de interesse de terceiros. 7. É vedada a utilização das contas de pessoas físicas ou jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no exterior para a realização de transferência internacional em reais de interesse de terceiros. 8. Nas transferências amparadas em registros, em autorizações ou certificados emitidos pelo Banco Central do Brasil, o número do respectivo documento ou do registro deve ser consignado no campo "Outras Especificações" da tela de registro do Sisbacen. CAPÍTULO : 3 - Contas de Domiciliados no Exterior em Moeda Nacional e Transferências Internacionais em Reais SEÇÃO : 2 - Movimentações. Para fins e efeitos deste capítulo, caracterizam: a) ingressos de recursos no País os débitos efetuados pelo banco depositário em contas tituladas por pessoas físicas ou jurídicas, residentes, domiciliadas ou com sede no exterior, exceto quando se tratar de movimentação direta entre duas contas da espécie; b) saídas de recursos do País os créditos efetuados pelo banco depositário em contas tituladas por pessoas físicas ou jurídicas, residentes, domiciliadas ou com sede no exterior, exceto quando os recursos provierem de venda de moeda estrangeira ou diretamente de outra conta da espécie. 2. O banco depositário dos recursos deve registrar no Sisbacen, transação PCAM260, opção 2, no mesmo dia em que forem realizadas, todas transferências internacionais em reais de valor igual ou superior a R$ 0.000,00 (dez mil reais). 3. Os registros de que trata o item anterior abrangem também: a) os débitos e créditos realizados em contrapartida à liquidação de operações de câmbio, de valor igual ou superior a R$0.000,00 (dez mil reais), classificadas sob a natureza-fato "63009"; b) as movimentações diretas de recursos entre contas de residentes, domiciliados ou com sede no exterior (natureza-fato 6302), de valor igual ou superior a R$0.000,00 (dez mil reais), ainda que estas não caracterizem transferências internacionais em moeda nacional. 4. As movimentações para crédito nas contas de que trata este capítulo devem ser efetuadas por meio de: a) débito de conta mantida pelo pagador no próprio banco depositário; b) acolhimento de cheque de emissão do pagador, cruzado, nominativo ao banco depositário ou ao titular da conta, contendo no verso a destinação dos recursos e a natureza da transferência; ou c) Transferência Eletrônica Disponível (TED), emitida por outra instituição financeira em nome próprio ou em nome do pagador, devendo a natureza da transferência ser informada no campo histórico. 5. Os débitos nas contas de que trata este capítulo devem ser feitos, exclusivamente para crédito em conta titulada pelo beneficiário no País, por meio de: a) TED, documento de crédito (DOC) ou qualquer outra ordem de transferência de fundos, emitidos pelo banco depositário em nome do titular da conta, devendo, no caso de TED, a natureza da transferência ser informada no campo histórico ; ou b) cheque administrativo ou de emissão do titular da conta, quando se tratar de depósito à vista, nominativo ao beneficiário, cruzado, contendo no verso a destinação dos recursos e a natureza da transferência. 6. Pode ser realizada com utilização de qualquer instrumento de pagamento em uso no mercado financeiro a movimentação de valor inferior a R$ 0.000,00 (dez mil reais). 7. Nas contas tituladas por embaixada, repartição consular ou representação de organismo internacional acreditado pelo Governo brasileiro a movimentação de qualquer valor pode ser feita em espécie ou com a utilização de qualquer instrumento de pagamento em uso no mercado financeiro. 8. Os débitos e os créditos às contas tituladas por embaixadas, repartições consulares ou representações de organismos internacionais acreditados pelo Governo brasileiro estão dispensados de comprovação documental e da declaração do motivo da transferência, devendo essas operações ser classificadas como Rendas e despesas de governos estrangeiros ou Rendas e despesas de entidades internacionais, conforme o caso. 9. O disposto nos itens 7 e 8 anteriores não se aplica às movimentações de recursos em contas particulares de funcionários das referidas entidades. 0. Nas movimentações de valor igual ou superior a R$ 0.000,00 (dez mil reais) é obrigatória a identificação da proveniência e destinação dos recursos, da natureza dos pagamentos e da identidade dos depositantes de valores nestas contas bem como dos beneficiários das transferências efetuadas, devendo tais informações constar do dossiê da operação.. Devem os cheques utilizados para a movimentação das contas de que trata este capítulo conter, no verso, as informações que permitam efetuar a identificação a que se refere o item anterior. 2. O banco depositário, recebendo instruções para movimentação em conta de pessoas físicas ou jurídicas, residentes, domiciliadas ou com sede no exterior sem o atendimento ao contido neste capítulo não efetivará a operação, devendo adotar os procedimentos regulamentares para a rejeição ou a devolução do instrumento de pagamento, caracterizando tratar-se de transferência internacional em reais. 3. Nas movimentações em contas de que trata este capítulo, relativamente a aplicações e resgates efetuados no mercado financeiro pelo titular da conta, para as quais não exista código de natureza específico, a operação deve ser classificada sob o código de natureza 6302, observado que em qualquer caso a destinação ou a proveniência dos recursos deve ser declarada no campo "Outras Especificações" da tela de registro de movimentação do Sisbacen. CAPÍTULO : 4 - Conta em Moeda Estrangeira no País SEÇÃO : - Disposições Gerais. Podem ser titulares de contas em moeda estrangeira no País na forma da legislação e regulamentação em vigor, observadas as disposições deste título: a) agências de turismo e prestadores de serviços turísticos; b) embaixadas, legações estrangeiras e organismos internacionais; c) Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos - ECT; d) empresas administradoras de cartões de crédito de uso internacional; e) empresas encarregadas da implementação e desenvolvimento de projetos do setor energético; f) estrangeiros transitoriamente no País e brasileiros residentes, domiciliados ou com sede no exterior; g) sociedades seguradoras, resseguradas e corretoras de resseguro; h) transportadores residentes, domiciliados ou com sede no exterior; i) agentes autorizados a operar no mercado de câmbio. 2. As contas em moedas estrangeiras devem ser mantidas exclusivamente em bancos autorizados a operar no mercado de câmbio. 3. Salvo o contido na seção 8, os recursos mantidos nas contas de que trata este título podem ser livremente aplicados no mercado internacional. CAPÍTULO : 4 - Conta em Moeda Estrangeira no País SEÇÃO : 2 - Contas de Movimentação Restrita de Agências de Turismo e Prestadores de Serviços Turísticos. As agências de turismo e os prestadores de serviços turísticos que operam com turismo emissivo e/ou receptivo, autorizados ou não a operar no mercado de câmbio, podem manter conta em moeda estrangeira, de movimentação restrita, em bancos autorizados a operar no mercado de câmbio no País. 2. Os depósitos nas referidas contas podem ocorrer por intermédio de recursos em moeda estrangeira adquiridos no mercado de câmbio para pagamento de compromissos ligados ao turismo emissivo ou por meio de recursos em moeda estrangeira oriundos do exterior ou recebidos de não residentes em trânsito no País para liquidação de compromissos ligados ao turismo receptivo. 3. Os débitos em referidas contas podem ocorrer pela efetivação de remessa para o exterior em pagamento de prestação de serviços turísticos ou para crédito em conta em moeda estrangeira no País por outros prestadores de serviços turísticos na condição de operador emissivo ou ainda, para conversão em moeda nacional para pagamento de serviços relativos ao turismo receptivo. 4. Nos casos de cancelamentos, totais ou parciais, de serviços ligados ao turismo receptivo, pode ser efetuado o retorno ao exterior de recursos mantidos na conta, mediante apresentação, ao banco depositário, de aviso de crédito ou documento de efeito equivalente, emitido pelo contratante de serviço no exterior à época do seu pagamento. 5. É vedado o recebimento, no País, de moeda estrangeira oriunda da referida conta ou a sua conversão para moeda nacional, a não ser na situação prevista no item 3 ou quando do cancelamento total ou parcial de serviço turístico, caso em que o banco depositário deve exigir a documentação comprobatória de tal situação. 6.A débito das contas em moedas estrangeiras previstas nesta seção os bancos podem acolher transferências para aplicações em depósitos a prazo ou de aviso prévio, remunerados na forma que ficar ajustada entre as partes. CAPÍTULO : 4 - Conta em Moeda Estrangeira no País SEÇÃO : 3 - Embaixadas, Legações Estrangeiras e Organismos Internacionais. As contas em moedas estrangeiras abertas com base no artigo 26 do Decreto , de , tituladas por embaixadas, legações estrangeiras e organismos internacionais reconhecidos pelo Governo brasileiro são movimentadas exclusivamente com recursos em moeda estrangeira, sendo vedada a ocorrência de saldos devedores, podendo os bancos autorizados: a) acatar cheques contra elas emitidos, recebidos em cobrança; b) acolher solicitações de seus respectivos titulares para: I - emitir ordens de pagamento em moeda estrangeira sobre o exterior; II - efetuar pagamentos em moeda estrangeira, exclusivamente a membros da embaixada, legação estrangeira ou organismo internacional titular da conta; III - efetuar pagamentos no País em reais, mediante contratação de câmbio, na forma da regulamentação em vigor. CAPÍTULO : 4 - Conta em Moeda Estrangeira no País SEÇÃO : 4 - Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos - ECT. A conta titulada pela ECT é de movimentação restrita e deve observar o seguinte: a) somente pode ser aberta e alimentada com moeda estrangeira oriunda de compras efetuadas pela ECT no mercado de câmbio ou de transferências financeiras em favor da ECT recebidas do exterior; b) os valores mantidos na conta destinam-se, exclusivamente, à efetivação de pagamentos devidos às administrações postais internacionais decorrentes da utilização da sistemática de vale postal internacional e reembolso postal; c) deve ser mantida em um único banco autorizado a operar no mercado de câmbio; d) seu saldo deve se restringir ao nível necessário à cobertura dos pagamentos sob a sistemática; e) é vedado o recebimento no País de moeda estrangeira. 2. A ECT deve manter em arquivo, para apresentação ao Banco Central, quando solicitada, pelo prazo de cinco anos, os registros mensais que discriminem o movimento cambial, com as seguintes informações globais, por administradora postal convenente: a) montante das compras e/ou das vendas de moeda estrangeira conduzidas no mercado de câmbio; b) totais dos valores relativos aos vales e reembolsos postais emitidos e recebidos pela ECT, discriminadamente por tipo do compromisso, bem como as correspondentes despesas; c) saldo em moeda estrangeira registrado na conta no último dia útil do mês considerado. CAPÍTULO : 4 - Conta em Moeda Estrangeira no País SEÇÃO : 5 - Empresas Administradoras de Cartão de Crédito Internacional. As contas em moeda estrangeira tituladas por empresas administradoras de cartão de crédito internacional, de movimentação restrita, devem observar as seguintes disposições:

39 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN a) somente pode ser aberta e movimentada com recursos em moeda estrangeira oriundos de compras, em bancos autorizados, pelos valores correspondentes às importâncias recebidas dos titulares dos cartões internacionais; b) os valores mantidos na conta destinam-se, exclusivamente, à efetivação de pagamentos devidos a companhias internacionais de cartões de crédito pelas utilizações de cartões brasileiros no exterior e em lojas francas, no País; c) é vedado o recebimento da moeda estrangeira pelo titular da conta ou sua conversão a moeda nacional. CAPÍTULO : 4 - Conta em Moeda Estrangeira no País SEÇÃO : 6 - Empresas Encarregadas da Implementação e Desenvolvimento de Projetos do Setor Energético. Esta seção trata da abertura e movimentação de contas em moedas estrangeiras tituladas por empresas encarregadas da implementação e desenvolvimento, no País, de projetos relacionados com a prospecção, produção, exploração, processamento e transporte de petróleo e de gás natural, e com a geração e transmissão de energia elétrica. 2. As contas em moedas estrangeiras de que trata esta seção têm movimentação restrita, conforme indicado a seguir: a) somente podem acolher em depósito recursos em moedas estrangeiras equivalentes aos reais recebidos em decorrência das atividades previstas no item desta seção e destinados à liquidação de compromissos e obrigações no exterior previstos nas normas do Banco Central do Brasil; b) com exceção da hipótese prevista no item desta seção, os saques sobre as contas somente podem ser efetuados para remessa ao exterior em pagamento de obrigações que integrem os projetos, consignados ou não em Certificados de Registro emitidos pelo Banco Central do Brasil, devendo ser observada a legislação cambial vigente; c) os recursos existentes nas contas podem ser livremente aplicados no mercado internacional, a exclusivo critério do titular, observado que: I - na hipótese de perdas nas aplicações efetuadas é vedada a recomposição do saldo a partir de novas aquisições de moeda estrangeira com recursos de receitas internas em reais que não sejam decorrentes das atividades do projeto; II - na hipótese de ganhos nas aplicações efetuadas, o rendimento correspondente compõe o saldo de principal, dispensado o respectivo ingresso no País mediante contratação de câmbio, desde que o rendimento seja destinado a honrar compromissos referentes ao projeto no exterior. 3. Os extratos de movimentação das contas e os demonstrativos dos valores remissíveis ao exterior devem ser arquivados pelo prazo de cinco anos, contados do término do exercício em que tenha ocorrido a movimentação, para apresentação ao Banco Central do Brasil, quando solicitados. 4. Para a abertura das contas de que trata esta seção, as empresas devem possuir delegação (concessão, autorização ou permissão) da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL ou da Agência Nacional do Petróleo - ANP ou, ainda, de órgão estadual responsável pela delegação, quando for o caso. 5. A perda da delegação de que trata o item anterior implica a perda da faculdade de manutenção da conta em moeda estrangeira, devendo ser providenciado seu encerramento e a conversão para reais do saldo porventura existente no prazo de cinco dias úteis, mediante realização de operação de câmbio, na forma da regulamentação em vigor. 6. A conta em moeda estrangeira é única por empresa e por projeto, sendo vedada a manutenção ou financiamento de saldos devedores, ainda que eventuais. 7. Somente pode abrir e movimentar a conta em moeda estrangeira de que trata esta seção a empresa que, cumulativamente, seja responsável por projeto: a) cuja implementação e desenvolvimento tenham sido iniciados a partir de ; e b) cujos recursos destinados à sua implementação e desenvolvimento tenham iniciado o seu ingresso no País a partir de e tenham sido devidamente registrados no Banco Central do Brasil/Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio (Decec). 8. No caso de delegação a consórcio, todas as empresas participantes podem ser titulares de contas em moeda estrangeira desde que venham a auferir receitas decorrentes das atividades previstas no item desta seção. 9. A empresa constituída com o propósito específico de administrar o consórcio também pode ser titular de conta em moeda estrangeira, a qual pode acolher em depósito exclusivamente recursos das empresas participantes do consórcio destinados a honrar compromissos relativos ao projeto no exterior. 0. No caso de a empresa líder não ser constituída com o propósito específico de administrar o consórcio, mas que seja participante ativa da execução do projeto, é permitido que essa empresa seja titular de uma segunda conta em moeda estrangeira, a qual pode acolher em depósito exclusivamente recursos das empresas participantes do consórcio destinados a honrar compromissos relativos ao projeto no ext e r i o r.. Os depósitos tratados nos itens 9 e 0 anteriores são efetuados exclusivamente em moeda estrangeira, mediante transferência bancária, sendo dispensada a contratação do câmbio no caso de a transferência ocorrer entre contas tratadas nesta seção. 2. O interessado na abertura e movimentação da conta em moeda estrangeira deve apresentar ao Banco Central do Brasil (Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio/Divisão de Autorizações, Credenciamentos e Procedimentos Especiais - Decec/Diope), em Brasília, previamente à abertura da conta, correspondência indicando o banco autorizado onde a conta será mantida, e documento comprovando a delegação de que trata o item Na hipótese de delegação anterior a , para que possa ser verificado o disposto na alínea "a" do item 7 desta seção, o interessado deve adicionalmente apresentar ao Decec/Diope, em Brasília, declaração da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL ou da Agência Nacional do Petróleo - ANP ou, ainda, de órgão estadual responsável pela delegação, de que a implementação e desenvolvimento do projeto tenha ocorrido a partir da referida data. 4. O banco autorizado deve observar os seguintes procedimentos para a abertura e movimentação da conta em moeda estrangeira: a) o interessado deve apresentar manifestação do Banco Central do Brasil/Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio de que a empresa está contemplada pelas disposições da Resolução 2.644, de 999; b) a operação de câmbio destinada à obtenção de moeda estrangeira para depósito na conta em moeda estrangeira deve ser classificada sob a natureza " CAPITAIS BRASILEIROS A CURTO PRAZO - Depósitos em conta no País em Moeda Estrangeira"; c) para a liquidação de compromissos e obrigações no exterior, o titular da conta deve promover a celebração simultânea de contratos de câmbio tipo 3, classificado sob a natureza " CAPITAIS BRASILEIROS A CURTO PRAZO - Depósitos em conta no País em Moeda Estrangeira", e tipo 4 ou tipo 2, conforme o caso, classificado sob a natureza correspondente ao compromisso ou à obrigação com o exterior; d) as operações de câmbio de que trata este item são contratadas para liquidação pronta. CAPÍTULO : 4 - Conta em Moeda Estrangeira no País SEÇÃO : 7 - Estrangeiros Transitoriamente no País e Brasileiros Residentes no Exterior. Os estrangeiros transitoriamente no País (portadores de visto temporário, de turista ou em trânsito) e os brasileiros residentes no exterior podem manter apenas uma conta por moeda em um mesmo banco, por praça. 2. Referidas contas são movimentadas por meio de ordens ou cheques, observado a respeito que: a) somente podem ser abertas e alimentadas com recursos em moedas estrangeiras; b) não é admitida a ocorrência de saldo negativo. 3. Os bancos depositários podem acatar cheques emitidos contra tais contas, recebidos em cobrança de banqueiros do exterior, ou de bancos no País autorizados a operar no mercado de câmbio. 4. Podem os bancos acolher, também, solicitações dos titulares das contas para: a) saque ou emissão de ordens de pagamento em moeda estrangeira para o exterior; b) efetuar pagamentos de compromissos no País em moeda nacional; c) conversão a moeda nacional. 5. Nas hipóteses das alíneas "b" e "c" do item anterior, as pertinentes operações devem ser sempre precedidas da correspondente compra da moeda estrangeira por banco autorizado a operar no mercado de câmbio. <!ID > CAPÍTULO : 4 - Conta em Moeda Estrangeira no País SEÇÃO : 8 - Sociedades Seguradoras, Resseguradoras e Corretoras de Resseguro. Esta seção trata da abertura e movimentação de contas em moedas estrangeiras tituladas por sociedades seguradoras, resseguradores locais, resseguradores admitidos e corretoras de resseguro. 2. A movimentação de conta em moeda estrangeira titulada por sociedade seguradora, ressegurador local ou ressegurador admitido é restrita aos: a) recebimentos e pagamentos de prêmios e indenizações, conforme o caso, de contratos de seguro e resseguro celebrados em moeda estrangeira, e demais valores diretamente vinculados a tais contratos; b) rendimentos da aplicação dos saldos existentes; c) acolhimentos em depósito de recursos para manutenção do saldo mínimo de US$ ,00 (cinco milhões de dólares dos Estados Unidos), ou seu equivalente em outras moedas, no caso de ressegurador admitido. 3. O saque dos recursos destinados à manutenção do saldo mínimo de que trata a alínea "c" do item anterior somente pode ser promovido após a liberação do vínculo por parte da Superintendência de Seguros Privados - Susep. 4. As aplicações dos recursos garantidores das provisões técnicas de sociedade seguradora e de ressegurador local vinculadas às operações em moeda estrangeira são, observadas as demais disposições vigentes, limitadas a: a) depósitos a prazo fixo por até seis meses, renováveis, ou em certificados de depósitos, aceites bancários e outras obrigações negociáveis emitidas ou incondicionalmente garantidas por instituições financeiras com rating mínimo A (single A), ou equivalente, concedido por agência internacional de classificação de risco; b) bônus e outras obrigações negociáveis emitidas ou incondicionalmente garantidas por governos de países, entidades governamentais ou organismos multilaterais, com rating mínimo, concedido por agência internacional de classificação de risco, AA (double A), ou equivalente, se na moeda do país emissor, ou AAA (triple A), ou equivalente, se em outra moeda; c) aquisição, mediante conversão para reais, de títulos públicos federais cujo valor nominal seja corrigido pela variação da taxa de câmbio do dólar dos Estados Unidos. 5. A adaptação da aplicação dos recursos garantidores das provisões técnicas vinculadas às operações em moeda estrangeira da IRB - Brasil Resseguros S.A. ao disposto no item anterior deve verificar-se no prazo de um ano, contado a partir da efetiva transferência de seu controle acionário no processo de privatização. 6. As aplicações dos recursos exigidos no País para a garantia das obrigações de ressegurador admitido devem ser realizadas exclusivamente na aquisição, mediante conversão para reais, de títulos públicos federais, cujo valor nominal seja corrigido pela variação da taxa de câmbio do dólar dos Estados Unidos, observadas as demais disposições vigentes. 7. Os recursos tratados no item anterior que ultrapassarem US$ ,00 (cinco milhões de dólares dos Estados Unidos), ou seu equivalente em outras moedas, poderão ser aplicados nas modalidades referidas no item 4 desta seção, observadas as demais disposições vigentes. 8. A movimentação de conta em moeda estrangeira titulada por corretora de resseguros é restrita ao trânsito dos valores referentes a prêmios e indenizações de resseguro relativos a contratos em moeda estrangeira, e demais valores diretamente vinculados a tais contratos. 9. Os extratos de movimentação das contas e os demonstrativos dos valores remissíveis ao exterior devem ser arquivados pelo prazo de cinco anos, contados do término do exercício em que tenha ocorrido a movimentação, para apresentação ao Banco Central do Brasil, quando solicitados. 0. A conta em moeda estrangeira é única por empresa, sendo vedada a manutenção ou financiamento de saldos devedores, ainda que eventuais.. O interessado na abertura e movimentação da conta em moeda estrangeira deve apresentar ao Banco Central do Brasil (Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio- Decec), previamente à abertura da conta, a indicação do banco autorizado a operar no mercado de câmbio onde a conta será mantida e comprovante de que a empresa está credenciada pela Susep. 2. A perda do credenciamento pela Susep implica a perda da faculdade de manutenção da conta em moeda estrangeira, devendo ser providenciado seu encerramento e promovida a conversão para reais do saldo porventura existente no prazo de cinco dias úteis, mediante realização de operação de câmbio, na forma da regulamentação em v i g o r. 3. O banco autorizado a operar no mercado de câmbio deve exigir que o interessado apresente manifestação do Banco Central do Brasil/Decec de que a empresa está contemplada pelas disposições da Resolução 2.694, de Para a remessa de recursos ao exterior, o titular da conta de que trata esta seção deve promover a celebração simultânea de contratos de câmbio tipo 3, classificado sob a natureza " CAPITAIS BRASILEIROS A CURTO PRAZO - Depósitos em conta no País em Moeda Estrangeira" ou sob a natureza " CAPITAIS ESTRAN- GEIROS A CURTO PRAZO - Depósitos em conta no País em Moeda Estrangeira de Ressegurador", e tipo 4, conforme o caso, classificado sob a natureza correspondente à remessa ao exterior. 5. Para o recebimento de recursos do exterior destinado à manutenção do saldo mínimo de US$ 5 milhões, o ressegurador admitido titular da conta deve promover a celebração simultânea de contratos de câmbio tipo 3, classificado sob a natureza " Seguros - Outras Transferências" e tipo 4, classificado sob a natureza " CAPITAIS ESTRANGEIROS A CURTO PRAZO - Depósitos em conta no País em Moeda Estrangeira de Ressegurador". 6. Para o pagamento da indenização de seguro em moeda estrangeira contratado no País, a sociedade seguradora deve promover a celebração simultânea de contratos de câmbio tipo 3, classificado sob a natureza " CAPITAIS BRASILEIROS A CURTO PRAZO - Depósitos em conta no País em Moeda Estrangeira", e tipo 4, classificado sob a natureza "259 - SEGUROS - Demais Seguros - Indenizações". 7. A aceitação de seguros do exterior condiciona-se à prévia aprovação da SUSEP, sendo que os prêmios do exterior podem ser acolhidos diretamente pela conta em moeda estrangeira da sociedade seguradora, ficando a mesma responsável pela contratação e liquidação de câmbio representativo de tais acolhimentos. 8. As contratações de câmbio representativas dos acolhimentos de que trata o item anterior podem ser promovidas até o último dia útil do mês, de forma globalizada, para os valores depositados na conta da sociedade seguradora ao longo do mês, por meio de celebração simultânea de contratos de câmbio tipo 3, classificado sob a natureza " SEGUROS - Demais Seguros - Prêmios" e tipo 4, classificado sob a natureza " CAPITAIS BRASILEIROS A CUR- TO PRAZO - Depósitos em conta no País em Moeda Estrangeira". 9. As indenizações referentes a seguros aceitos do exterior cujo beneficiário seja residente, domiciliado ou sediado no exterior podem ser remetidos diretamente da conta em moeda estrangeira da sociedade seguradora, ficando a mesma responsável pela contratação e liquidação do câmbio representativo de tais remessas. 20. As contratações de câmbio representativas das remessas de que trata o item anterior podem ser promovidas até o último dia útil do mês, de forma globalizada, para os valores enviados ao exterior ao longo do mês, por meio de celebração simultânea de contratos de câmbio tipo 3, classificado sob a natureza " CAPITAIS BRA- SILEIROS A CURTO PRAZO - Depósitos em conta no País em Moeda Estrangeira", e tipo 4, classificado sob a natureza "259 - SEGUROS - Demais Seguros - Indenizações".

40 40 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 CAPÍTULO : 4 - Conta em Moeda Estrangeira no País SEÇÃO : 9 - Transportadores Residentes, Domiciliados ou com Sede no Exterior. São permitidas a abertura e a manutenção em banco autorizado a operar no mercado de câmbio de conta de depósito em moeda estrangeira titulada por transportador residente, domiciliado ou com sede no exterior, com base no Decreto , de , e na Resolução 3.222, de , que pode ser alimentada com recursos resultantes da conversão de moeda nacional auferida no País em decorrência de suas atividades. 2. Nos contratos de câmbio celebrados para fins de transferência ao exterior de receitas auferidas no País pelos transportadores residentes, domiciliados ou com sede no exterior é facultada a retenção transitória de valores estimados para futura utilização no pagamento de despesas incorridas no País. 3. Os contratos de câmbio tratados no item anterior são liquidados pelo valor integralmente contratado e de forma pronta, podendo ocorrer o envio de ordem de pagamento ao exterior por valor inferior ao do contrato de câmbio correspondente e a diferença servir para, no prazo de noventa dias, contados da data da contratação do câmbio, ser empregada no pagamento das despesas incorridas no País pelo transportador residente, domiciliado ou com sede no exterior, devendo, quando do pagamento de tais despesas, ser celebrados os respectivos contratos de câmbio na forma da regulamentação em vigor. 4. Para fins de apuração dos valores em moeda estrangeira referentes às despesas incorridas no País tratadas no item anterior, a critério das partes, pode ser utilizada qualquer taxa de câmbio que esteja entre as taxas mínima e máxima disponíveis no Sisbacen, no período referente à permanência do veículo transportador em território nacional. 5. Caso o valor estimado para o custeio de que trata o item 2 anterior tenha sido superior ao efetivamente despendido no Brasil, deve ser enviada nova ordem de pagamento ao exterior com o valor não utilizado no País, observado o prazo de noventa dias acima referido. 6. É vedada a existência de saldos negativos na conta de que trata o item e para os valores retidos de que trata o item 2. CAPÍTULO : 4 - Conta em Moeda Estrangeira no País SEÇÃO : 0 - Agentes autorizados a operar no mercado de câmbio. Aos agentes autorizados a operar no mercado de câmbio é permitida a abertura e a movimentação de uma conta em moeda estrangeira em banco autorizado a operar no mercado de câmbio por praça. 2. O saldo mantido nas contas em moeda estrangeira das agências de turismo autorizadas a operar no mercado de câmbio compõe o limite operacional desses agentes. 3. Referidas contas são movimentadas por meio de ordens ou cheques, observado a respeito que: a) devem ser registradas, pelos bancos depositários, na rubrica própria do Cosif; b) somente podem ser abertas e alimentadas com recursos em moedas estrangeiras; c) não é admitida a ocorrência de saldos negativos. 4. A débito dessas contas podem os bancos depositários: a) acatar cheques contra elas emitidos, recebidos em cobrança de banqueiros do exterior ou de bancos no País autorizados a operar no mercado de câmbio; b) acolher solicitações de seus respectivos titulares para: I - saque ou emissão de ordens de pagamento em moeda estrangeira sobre o exterior; II - efetuar pagamentos de compromissos no País em moeda nacional; III - conversão a moeda nacional. 5. Nas hipóteses dos incisos II e III da alínea "b" do item anterior, as pertinentes operações devem ser sempre precedidas da correspondente compra da moeda estrangeira por banco autorizado a operar no mercado de câmbio. CAPÍTULO : 5 - Operações com Ouro. Nas operações de compra e de venda de ouro contra moeda nacional e nas arbitragens de ouro contra moeda estrangeira, realizadas pelas instituições autorizadas a operar no mercado de câmbio, devem ser observadas as mesmas regras aplicáveis às operações de compra e de venda de moeda estrangeira, inclusive compondo a posição de câmbio e impactando os limites de posição sem qualquer distinção. 2. Exclusivamente para fins de apuração do valor destinado a depósito no Banco Central do Brasil por excesso à posição comprada, os valores relativos à moeda ouro (998) sensibilizarão a posição das instituições a partir do dia 6 de maio de As operações de que trata este capítulo devem ser registradas no Sisbacen tomando por unidade o grama, subdividido em centigramas. 4. As operações devem ser classificadas, quanto a sua natureza, na forma do capítulo 8 - Codificação de Operações de câmbio, deste título. 5. Até expressa disposicão normativa em contrário, não será exigido o padrão internacional ("good for delivery") nas operações com instituições financeiras do exterior em que o banco brasileiro esteja comprando o ouro. 6. Para fins de conformidade diária entre os saldos apresentados na posição de câmbio evidenciada no Sisbacen e na posição de câmbio apurada contabilmente deve ser considerado, na apuração da posição de câmbio geral, o resultado da soma algébrica dos saldos das contas APLICAÇÕES TEMPORÁRIAS EM OURO, DIREITOS POR EM- PRÉSTIMOS DE OURO e OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS DE OURO. CAPÍTULO : 6 - Países com Disposições Cambiais Especiais SEÇÃO : - Disposições Gerais. Este capítulo trata das disposições emanadas por acordos ou por organismos internacionais relativas a transferências de recursos do ou para o exterior. 2. As transferências de recursos cursadas sob o Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos da ALADI - CCR são tratadas no capítulo 7. CAPÍTULO : 6 - Países com Disposições Cambiais Especiais SEÇÃO : 2 - Afeganistão. Tendo em vista os Decretos 3.267, de , 3.755, de , 3.976, de , 4.50, de , e 4.599, de , que dispõem sobre a execução no Território Nacional das Resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas.267, de ,.333, de ,.373, de ,.390, de , e.455, de , respectivamente, deve ser imediatamente comunicada ao Banco Central do Brasil / Departamento de Combate a Ilícitos Cambiais e Financeiros (Decif) a existência de fundos, outros ativos financeiros ou recursos econômicos pertencentes ou controlados, direta ou indiretamente, por: a) Osama bin Laden; ou b) membros da organização Al-Qaeda; ou c) membros do Talibã; ou d) outras pessoas, grupos, empresas ou entidades associadas aos acima listados. 2. Estão incluídos entre fundos de que trata o item aqueles advindos ou gerados por bens pertencentes ou controlados, direta ou indiretamente, pelos ali listados. 3. A lista de pessoas e entidades sujeitas à comunicação tratada neste título está disponível no seguinte endereço da internet: h t t p : / / w w w. u n. o rg / D o c s / s c / c o m m i t t e e s / / L i s t E n g. h t m. CAPÍTULO : 6 - Países com Disposições Cambiais Especiais SEÇÃO : 3 - Cuba. Considerando as condições estabelecidas no Acordo-Marco firmado pela República Federativa do Brasil e pela República de Cuba em , publicado no Diário Oficial da União de , referente ao Memorando de Entendimento de , cujo extrato foi publicado no Diário Oficial da União de , e tendo em vista a sistemática operacional ajustada para cumprimento do disposto nos referidos Acordo-Marco e Memorando, as operações de câmbio relativas a pagamento de importação de produtos ou serviços cubanos da área de saúde, tais como vacinas, outros medicamentos para uso humano, meios de diagnóstico, equipamentos médicos, o produto veterinário "vacina recombinante contra carrapato", embarcações pesqueiras de lagosta terminadas ou semi-elaboradas e outros produtos ou serviços que venham a ser escolhidos por acordo entre os dois países para realização do pagamento de débitos indicados no referido Acordo-Marco, bem como as relativas a pagamento de "royalties" sobre a venda de produtos farmacêuticos, subordinam-se às seguintes particularidades, sem prejuízo do cumprimento das demais normas a elas aplicáveis: a)o valor da mercadoria (não incorporado o valor referente ao frete e ao seguro) deve ser transferido ao exterior a favor do Banco do Brasil S.A. - Agência Frankfurt-Alemanha, sob a referência Acordo-Marco de referente ao Memorando de Entendimento Brasil/Cuba de , para ser aplicado na forma indicada no Artigo III do mencionado Acordo-Marco; b) deve ser emitido aviso, com antecedência de dois dias úteis em relação à data de liquidação da operação de câmbio, ao Banco do Brasil S.A. / Unidade Reestruturação de Ativos Operacionais/RE- DEX, por meio de fax -- número (xx) ou , sob a referência Acordo-Marco/Memorando de Entendimento Brasil/Cuba, indicando a data da transferência dos recursos ao exterior ("value date"), o valor na moeda estrangeira e a empresa exportadora cubana. 2. O banco vendedor da moeda estrangeira deve examinar a fatura que lhe seja apresentada para fins de cumprimento ao disposto no item anterior. CAPÍTULO : 6 - Países com Disposições Cambiais Especiais SEÇÃO : 4 - Hungria SUBSEÇÃO : - Disposições Gerais. Em foi encerrado o Ajuste Interbancário celebrado em entre o Banco Central do Brasil e o Hungarian Foreign Trade Bank Limited - Exterbank, Budapest. 2. Desde então, nos pagamentos decorrentes de operações entre o Brasil e a Hungria, devem ser observadas exclusivamente as disposições gerais aplicáveis ao relacionamento financeiro com o ext e r i o r. 3. O Ajuste destina-se ao registro de pagamentos em dólares dos Estados Unidos correspondentes a operações diretas de qualquer natureza que se efetuem entre o Brasil e a Hungria, com reembolsos por meio do Banco Central do Brasil ou do Exterbank, na forma, prazos e condições previstos nesta seção e cujas operações tenham sido iniciadas anteriormente a Com relação às operações comerciais cursadas no âmbito do Ajuste toma-se como referência a origem da mercadoria, enquanto que para as demais somente são consideradas as operações entre pessoas físicas ou jurídicas residentes ou domiciliadas no Brasil ou Hungria. 5. Os pagamentos são cursados entre os bancos autorizados a operar em câmbio no País e o Exterbank, por meio dos seguintes instrumentos de crédito ou pagamento emitidos em dólares dos Estados Unidos: a) carta de crédito; b) ordem de pagamento, inclusive em liquidação de cobrança; c) crédito / cobrança documentária; d) letra de câmbio, relativa a transação comercial, avalizada por instituição autorizada; e) cheque bancário nominativo. 6. Os bancos autorizados a operar em câmbio podem efetuar pagamentos no Brasil, independentemente de autorização prévia, ao amparo do Ajuste, observadas as disposições cambiais em vigor e desde que tenham sido seguidas as instruções do Exterbank. 7. É de exclusiva responsabilidade dos bancos autorizados a operar em câmbio a verificação da autenticidade e da boa execução das operações conduzidas sob o Ajuste, cabendo aos bancos regularizar com o Exterbank eventuais divergências surgidas, sendo recomendável que, em negociação de carta de crédito documentário conduzida sob o Ajuste, seja solicitada ao Exterbank imediata manifestação de conformidade aos documentos encaminhados. 8. Em relação à emissão dos instrumentos de crédito ou pagamento, é exigido que: a) a autenticidade do documento ou do aval bancário seja inequívoca; b) a carta de crédito, ordem de pagamento, crédito documentário, letra de câmbio ou cheque contenha a declaração: "Reimbursement through the Arrangement Exterbank/Bancentral (ou equivalente), under number... (número de referência indicado pelo banco emitente ou avalista)"; c) no caso de cheque, seja nominativo, sem cláusula "à ordem", especifique sua finalidade e tenha declaração "non endorsable", além da indicada na alínea anterior; d) no caso de operação com aval bancário, a cambial contenha, além da declaração de aval datada e assinada, a declaração "Sole copy of a bill of exchange" no anverso e, no verso, a declaração "Reimbursement through the Arrangement Exterbank/Bancentral (ou equivalente), under number... (número de referência indicado pelo banco garantidor). This bill of exchange derives from export of... (mercadoria)... / date of shipment:... / value US$...". 9. Em relação à execução das operações ou negociação dos instrumentos de crédito ou pagamento, é exigido que o banco executante ou negociador, no caso de aval bancário, remetente da respectiva letra para cobrança, seja, no País, autorizado a operar em câmbio e, na Hungria, o Exterbank. 0. A realização de operações sob o Ajuste subordina o banco autorizado a operar em câmbio às condições previstas nesta seção e, em particular, ao compromisso de reembolsar o Banco Central do Brasil, na forma por ele determinada, pelo valor, em dólares dos Estados Unidos, correspondente: a) ao pagamento efetuado no exterior, por conta de carta de crédito que emitir ao amparo do Ajuste, ainda que se trate de pagamento efetuado sem o cumprimento das condições do referido crédito; b) a ordem de pagamento ou de qualquer outro documento que tenha emitido ou garantido o pagamento à Hungria; c) a importância reembolsada pelo Banco Central do Brasil em decorrência de operação cursada sob o Ajuste, em que o pagamento efetuado por banco autorizado no País seja impugnado na Hungria; d) aos juros e taxas devidos por restituição de reembolso citada na alínea anterior, ou por eventual atraso de responsabilidade do banco autorizado a operar em câmbio na efetivação de reembolsos ao Banco Central do Brasil, situações em que o reembolso pode, à preferência do Banco Central do Brasil, ser efetuado em reais.. As cartas de crédito emitidas no País devem conter instruções ao Exterbank no sentido de que faça, no mesmo dia do pagamento ao exportador, comunicação desse fato ao banco brasileiro instituidor do crédito, contendo os dados e elementos necessários ao correspondente e tempestivo reembolso ao Banco Central do Brasil. 2. As letras de câmbio correspondentes a compra/venda de mercadorias avalizadas pelas instituições autorizadas a operar em câmbio ou pelo Exterbank prescindem, para pagamento de seu valor ao exportador, no respectivo vencimento, e simultâneo reembolso sob o Sistema, de ordem de pagamento ou de qualquer outra espécie de transferência, ficando as comissões e despesas bancárias da instituição concedente do aval a cargo do importador, devendo tal fato ser explicitado nas instruções do banqueiro cedente ao promover a remessa da letra ao exterior.

41 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN A carta-remessa das letras de câmbio avalizadas para cobrança deve conter a declaração "Please take note that upon maturity of these bills of exchange we shall automatically reimburse the amounts thereof through Arrangement Exterbank/Bancentral". 4. Em relação aos avais concedidos pelo Exterbank em letras de câmbio referentes a exportações brasileiras, deve ser observado que: a) no vencimento da letra e já tendo processado a liquidação da correspondente compra de câmbio de exportação, o banco brasileiro solicita ao Banco Central do Brasil o respectivo reembolso do valor em dólares dos Estados Unidos, sendo prescindível, para tanto, o recebimento de qualquer aviso ou ordem de pagamento do exterior relativo ao pagamento da letra pelo importador; b) a solicitação de crédito indicada na alínea anterior deve ser efetuada na forma do anexo 7 deste título, indicando-se no campo próprio a sigla "LA", equivalente a letra avalizada, devendo as referidas solicitações de crédito ser instruídas com cópia da cartaremessa da letra ao exterior. 5. Em relação aos avais concedidos por instituições brasileiras em letras de câmbio referentes a importações brasileiras, deve ser observado que: a) a letra de câmbio avalizada por instituição brasileira deve ser paga ao exportador estrangeiro automaticamente e independentemente de qualquer ordem ou aviso do banco brasileiro, não cabendo, assim, da parte deste, promover qualquer transferência a tal título para o exterior; b) o valor das garantias concedidas por banco brasileiro sob o Ajuste é computado normalmente no limite geral fixado para a concessão de garantias bancárias, previsto nas instruções do Banco Central do Brasil sobre a matéria. CAPÍTULO : 6 - Países com Disposições Cambiais Especiais SEÇÃO : 4 - Hungria SUBSEÇÃO : 2 - Disposições Gerais do Reembolso. A entrega de valores em dólares dos Estados Unidos relativos a reembolso - a favor do Banco Central do Brasil ou de banco autorizado - de transações realizadas sob o Ajuste é processada considerado o saldo resultante da compensação das operações da espécie computadas no dia pelo banco autorizado. 2. Os bancos devem conduzir de forma centralizada, por departamento que opere em câmbio na praça do Rio de Janeiro/RJ ou de São Paulo/SP, à sua opção, as relações com o setor de controle cambial do Banco Central do Brasil relativas a reembolsos de operações conduzidas sob o Ajuste, entregando os pedidos de reembolso a que faça jus ou reembolsando o Banco Central do Brasil. 3. O reembolso devido ao Banco Central do Brasil deve observar os seguintes prazos: a) até o dia útil seguinte ao da negociação das cartas de crédito emitidas pelos bancos, se à vista; b) nos respectivos vencimentos das cartas de crédito e das letras avalizadas, se a prazo; c) até o dia útil seguinte ao da liquidação do contrato de câmbio, nos demais casos. 4. Os bancos devem promover nos prazos acima indicados, a entrega ao setor de controle cambial de correspondência, na forma do anexo 5 deste título, evidenciando, para os efeitos de reembolsos, o valor das operações abrangidas no dia e o saldo resultante do seu balanceamento, observado, ainda que: a) caso o saldo seja favorável ao banco, a correspondência deve conter solicitação de transferência do respectivo valor, em dólares dos Estados Unidos, para seu crédito junto a banqueiro que, para tal fim, indique; b) caso o saldo seja favorável ao Banco Central do Brasil, a correspondência deve declarar que o respectivo valor, em dólares dos Estados Unidos, será objeto de crédito, junto a banqueiro indicado pelo Banco Central do Brasil. 5. Em relação à entrega da moeda estrangeira: a) o crédito deve ser efetuado junto ao banqueiro indicado, conforme o item anterior, no dia útil (no exterior) seguinte à entrega da correspondência ali referida, não devendo as partes, entre si, cobrarem os custos das mensagens transmitidas; b) na ocorrência de feriado restrito à praça onde se situe o departamento indicado para a condução centralizada de operações com o Banco Central do Brasil, a correspondência relativa ao movimento do feriado deve ser entregue pelo departamento centralizador ao Banco Central do Brasil no dia útil subseqüente. 6. Na eventualidade de atraso na entrega da moeda estrangeira, deve a entidade devedora instruir seu correspondente no sentido de valorizar o lançamento de crédito em conta para a data ajustada (back value). 7. Alternativamente, à opção da entidade credora ou quando se mostre inviável a valorização, a parte devedora pagará juros pelo período de atraso, calculados a taxas apuradas com base na prime rate do banco de maior ativo da cidade de Nova Iorque, vigente na data em que o pagamento era devido, acrescida da margem de dois por cento ao ano. 8. Os reembolsos devidos ao Banco Central do Brasil são instruídos com declaração de reembolso nos moldes do anexo 6 deste título, firmada pelo departamento centralizador, configurando todas as operações do banco, conduzidas ao amparo do Ajuste, devendo no campo data de referência da Declaração de Reembolso ser informada: a) nos casos de carta de crédito à vista - a data da sua negociação; b) nos casos de carta de crédito e de letra avalizada, a prazo - a data do seu respectivo vencimento; c) nos demais casos - a data da liquidação do correspondente contrato de câmbio. 9. Os bancos estão dispensados de anexar às Declarações de Reembolso os documentos comprobatórios das datas a que se refere o item anterior. 0. Na constatação de eventuais divergências imputadas aos bancos, cuja verificação é obtida por meio da conciliação das contas entre o Exterbank e o Banco Central do Brasil, os encargos previstos na subseção 4 são passíveis de cobrança pelo Banco Central do Brasil, sendo os juros devidos pelo período de atraso. CAPÍTULO : 6 - Países com Disposições Cambiais Especiais SEÇÃO : 4 - Hungria SUBSEÇÃO : 3 - Solicitação de Reembolso. As solicitações de reembolso relativas a operações conduzidas sob o Ajuste devem ser formuladas com utilização do anexo 7 deste título, devendo ser discriminados os instrumentos de pagamento utilizados, bem como as comissões e despesas, quando cabíveis. 2. Na coluna N indicado para reembolso do formulário acima mencionado, devem ser lançados exclusivamente os números para tal fim indicados pelo Exterbank, os quais servirão de elemento para conciliação dos lançamentos. 3. As solicitações de reembolso de que se trata devem contar com numeração seqüencial própria, renovável anualmente, a ser aposta pelo departamento centralizador no campo Solicitação de Crédito n, podendo a numeração do departamento de origem ser indicada na margem superior direita do impresso, e devendo uma via dessas solicitações ser conservada pelos bancos pelo prazo mínimo de cinco anos. 4. As solicitações de reembolso referentes a contratos de câmbio de exportação liquidados devem ser apresentadas nos seguintes períodos: a) para operação à vista, amparada em carta de crédito irrevogável, negociada sem discrepância: a partir do dia da negociação dos documentos pelo banco, instruídas com cópia da carta de remessa destes ao Exterbank; b) para operação a prazo, amparada em carta de crédito irrevogável e que não esteja pendente de solução de discrepância: a partir do vencimento previsto na carta de crédito, instruída com cópia da cartaremessa dos documentos ao Exterbank; c) para transação à vista ou a prazo, sob a modalidade de cobrança, aqui também incluída operação que, embora contando com carta de crédito, apresente discrepância somente solucionada após a remessa dos documentos (operação à vista) ou depois do vencimento previsto (operação a prazo): uma vez recebido, pelo banco, o respectivo aviso ou ordem de pagamento concernente à liquidação da exportação pelo Exterbank, devendo, a solicitação de reembolso ser instruída com cópia do aviso de liquidação ou de cópia da ordem de pagamento, devendo, neste último caso, também ser apresentada cópia da comunicação ao Exterbank do respectivo pagamento ao beneficiário; d) para operação amparada por letra avalizada pelo Exterbank: a partir do vencimento da letra, instruída com cópia da carta-remessa desta ao Exterbank. 5. As solicitações de reembolso no caso de compra financeira devem ser apresentadas a partir do dia da liquidação da respectiva compra de câmbio, instruídas com cópia da correspondente ordem de pagamento ou cheque objeto da negociação e cópia da comunicação ao Exterbank, do respectivo pagamento ao beneficiário. CAPÍTULO : 6 - Países com Disposições Cambiais Especiais SEÇÃO : 4 - Hungria SUBSEÇÃO : 4 - Restituição de Reembolso Indevido. Na eventualidade de reembolso indevido efetuado pelo Banco Central do Brasil, deve o respectivo valor ser-lhe restituído até o dia seguinte ao do correspondente aviso encaminhado ao banco, o qual responde, ainda, pelo pagamento ao Banco Central do Brasil: a) de juros calculados com base na prime rate do banco de maior ativo da cidade de Nova Iorque, vigente na data em que se efetive a restituição, acrescida da margem de dois por cento ao ano, apurados em moeda estrangeira pelo período da data do reembolso originário até a da restituição do valor; b) da taxa equivalente em reais a US$ 25,00 (vinte e cinco dólares dos Estados Unidos), a título de ressarcimento de custos administrativos, inclusive despesas de comunicação com o Exterbank. 2. Na hipótese de o reembolso ao Banco Central do Brasil não ser realizado dentro do prazo previsto, o estabelecimento interveniente fica sujeito ao pagamento de juros sobre o correspondente valor, apurados na forma da alínea a do item precedente, e contados da data em que seja originariamente devido até àquela em que se efetive o reembolso. 3. Em se verificando indevido reembolso já efetivado ao Banco Central do Brasil, o correspondente importe em dólares dos Estados Unidos será restituído à instituição, sem qualquer acréscimo ou valorização, sendo também devolvidos os juros pagos na operação de reembolso, se for o caso. 4. A solicitação de devolução de reembolso indevido ao Banco Central do Brasil deve ser promovida pelo departamento centralizador da instituição ao setor de controle cambial, mediante carta instruída com os elementos concernentes ao fato. 5. Os valores referentes aos juros e às despesas devidos ao Banco Central do Brasil tratados nesta subseção são objeto de transferência de recursos ao Banco Central do Brasil. CAPÍTULO : 6 - Países com Disposições Cambiais Especiais SEÇÃO : 5 - Iraque. Tendo em vista o Decreto 4.775, de , que determinou o cumprimento ao disposto na Resolução.483, de , do Conselho de Segurança das Nações Unidas, deve ser imediatamente comunicada ao Banco Central do Brasil / Departamento de Combate a Ilícitos Cambiais e Financeiros (Decif) a existência de: a) fundos ou outros ativos financeiros ou recursos econômicos do antigo Governo do Iraque ou de seus entes estatais, empresas ou agências, situados fora do Iraque, ou; b) fundos ou outros ativos financeiros ou recursos econômicos que tenham sido retirados do Iraque, ou adquiridos, por Saddam Hussein ou outros altos funcionários do antigo regime iraquiano e pelos membros mais próximos de suas famílias, incluindo entidades de propriedade ou controladas, direta ou indiretamente, por eles ou por pessoas que atuem em seu favor ou sob sua direção. 2. A lista de pessoas e entidades sujeitas à comunicação tratada no item anterior está disponível no seguinte endereço da internet: h t t p : / / w w w. u n. o rg / D o c s / s c / c o m m i t t e e s / I r a q K u w a i t / I r a q S a n c t i o n s - CommEng.htm. 3. O disposto nesta seção não se aplica aos fundos, ativos financeiros ou recursos econômicos diretamente objeto de processo ou gravame judicial, administrativo ou arbitral. <!ID > CAPÍTULO : 6 - Países com Disposições Cambiais Especiais SEÇÃO : 6 - Libéria. Tendo em vista o Decreto 5.096, de , que dispõe sobre a execução no Território Nacional da Resolução.532, de , do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que altera o regime de sanções à Libéria, deve ser imediatamente comunicada ao Banco Central do Brasil / Departamento de Combate a Ilícitos Cambiais e Financeiros (Decif) a existência de fundos, outros ativos financeiros e recursos econômicos que pertençam ou que sejam controlados direta ou indiretamente por Charles Taylor, Jewell Howard Taylor, Charles Taylor Jr. ou por outros indivíduos indicados pelo Comitê estabelecido em virtude do 2 da Resolução.52, de , daquele Conselho de Segurança, incluindo fundos, outros ativos financeiros e recursos econômicos em poder de entidades que pertençam a ou sejam controladas direta ou indiretamente por tais pessoas ou por outros que atuem em seu nome ou seguindo suas instruções, conforme designado pelo Comitê. 2. A lista de pessoas sujeitas à comunicação tratada no item anterior está disponível no seguinte endereço da internet: h t t p : / / w w w. u n. o rg / D o c s / s c / c o m m i t t e e s / L i b e r i a 3 / _ a f l. h t m. CAPÍTULO : 7 - Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos (CCR) SEÇÃO : - Disposições Gerais. O Banco Central do Brasil mantém Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos - CCR com os bancos centrais da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, México, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela. 2. Os pagamentos passíveis de curso sob o Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos limitam-se às transações diretas entre o Brasil e os países convenentes, e correspondem a operações comerciais e outras operações diretamente vinculadas a operações comerciais. 3. Para os efeitos deste regulamento "outras operações diretamente vinculadas a operações comerciais" devem necessariamente estar previstas nos instrumentos passíveis de curso sob o CCR e referir-se, entre outras, a: a) fretes e seguros; b) despesas relativas ao embarque e outras admitidas como de responsabilidade do importador; c) despesas e comissões bancárias; d) juros por financiamento ao comércio. 4. A lista das instituições autorizadas a operar no CCR, tanto no Brasil quanto nos demais países convenentes, encontra-se disponível para consulta no Sisbacen - transação PCCR É de caráter voluntário a condução dos pagamentos no âmbito do Convênio. 6. Os pagamentos correspondentes às operações mencionadas no item 2, que se efetuem entre pessoas residentes nos respectivos países participantes, são passíveis de curso sob o CCR, considerando-se o país de origem da mercadoria. 7. São também passíveis de curso sob o CCR as cartas de crédito e créditos documentários, irrevogáveis e intransferíveis, referentes a importações brasileiras em que o exportador seja residente em país convenente e a origem da mercadoria, previamente adquirida pelo exportador, seja de terceiro país, também convenente ("operações triangulares"), considerando-se nesta hipótese, para efeito de pagamento, o país de residência do exportador. 8. Para fins do disposto no item anterior, deve o banco emissor do instrumento de pagamento, além da observância das normas aplicáveis às operações sob o Convênio: a) verificar, em se tratando de mercadoria sujeita a Licença de Importação - LI, se a operação comercial foi devidamente aprovada pela Secex;

42 42 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 b) obter e manter em seu poder declaração do exportador de que adquiriu previamente a mercadoria no país de sua origem, bem como cópia da fatura pro forma ou cópia da LI, se for o caso; c) enviar, até o dia útil subseqüente ao do registro da operação, correio eletrônico ao Departamento da Dívida Externa e de Relações Internacionais (Derin/Direc), conforme o anexo 23 deste título. 9. As operações formalizadas para curso no CCR devem ser objeto de liquidação sob os mecanismos institucionais previstos no Convênio. 0. Os pagamentos cursados sob o CCR são feitos somente em dólares dos Estados Unidos.. A instituição autorizada responde, de forma total e exclusiva, pela verificação da autenticidade e pela boa execução das operações. 2. O Banco Central do Brasil não assume responsabilidade por divergências havidas entre instituições autorizadas a respeito da execução de operações, cabendo às mesmas regularizar, entre si, tais ocorrências. 3. Os anexos 2 e 22 deste título contêm descrição do fluxo de operações conduzidas sob o CCR. 4. Foi facultado o curso no CCR de instrumentos de pagamento resultantes de renegociação de créditos referentes a exportações brasileiras para a República Argentina, relativos a suas dívidas comerciais, sem distinção quanto à natureza das exportações e quanto às partes envolvidas, sendo somente passíveis de inclusão no CCR as renegociações de operações: a) que tenham sido resultado de negociações firmes realizadas até ; b) com despacho averbado; c) relativas a mercadorias desembaraçadas na Argentina até 30 de junho de 2002, podendo ser incluídos na renegociação os valores referentes aos serviços relacionados com a exportação; d) com data de pagamento entre e , inclusive; e) em que seja o prazo máximo para pagamento dos créditos renegociados; f) cujos termos da renegociação tenham sido homologados pelo Banco Central do Brasil, previamente à inclusão da operação para curso no CCR. CAPÍTULO : 7 - Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos (CCR) SEÇÃO : 2 - Definições. Para fins e efeitos do presente capítulo são estabelecidas as seguintes definições: a) Convênio: Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos (CCR); b) instituições autorizadas: instituições financeiras autorizadas pelos bancos centrais dos países membros a conduzir pagamentos por meio do Convênio; c) código de reembolso "SICAP/ALADI": número para identificar as operações conduzidas sob o Convênio; d) banco/praça: código de 4 algarismos, fornecido pelo banco central de cada país, que identifica a instituição autorizada e integra o Código de Reembolso "SICAP/ALADI"; e) Resumo Diário: resultado dos direitos e obrigações da instituição autorizada relativos às suas operações cursadas em cada dia-movimento sob o Convênio. Seu saldo final, resultante da compensação diária por instituição desses direitos e obrigações, a favor do Banco Central do Brasil ou da instituição autorizada, é liquidado em dólares dos Estados Unidos na praça de Nova Iorque; f) dia-movimento: período diário com horário-limite até as dezesseis horas, hora de Brasília, em que as operações cursadas sob o Convênio de uma instituição autorizada são agregadas para consolidação no Resumo Diário. As operações registradas após o horário-limite são agregadas ao movimento do dia-movimento seguinte. CAPÍTULO : 7 - Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos (CCR) SEÇÃO : 3 - Autorizações para Operar no Sistema. Os bancos interessados em operar no Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos - CCR devem solicitar prévia adesão ao Sistema por meio de carta ao Banco Central do Brasil/Departamento da Dívida Externa e de Relações Internacionais - Derin, nos termos do anexo 8, assinada por pelo menos um diretor homologado pelo Banco Central do Brasil. 2. Os bancos que possuíam autorização para operar sob o Convênio em abril de 2002, devem ter enviado até 30 de abril daquele ano correio eletrônico ao Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio /Divisão de Autorizações, Credenciamentos e Procedimentos Especiais (Decec/Diope), no seguinte teor: "A redação do item 4 da Carta de Adesão anteriormente encaminhada a esse Banco Central é alterada para: Fica essa Autarquia autorizada a efetuar o lançamento a débito em nosso Resumo Diário das importâncias citadas no item anterior e não honradas por esta instituição, bem como dos valores relativos a taxas de administração incidentes sobre as respectivas operações." 3. A adesão dos bancos ao CCR engloba todas as suas agências autorizadas a operar em câmbio. 4. Nas mensagens relativas às operações sob o CCR, emitidas nos dez primeiros dias aos seus correspondentes no exterior, as instituições autorizadas devem incluir a seguinte observação: "Este banco/praça foi recentemente incorporado à lista de instituições financeiras autorizadas pelo Banco Central do Brasil a operar sob o sistema de Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos". 5. O Banco Central do Brasil estabelecerá, para cada instituição, limite operacional de caráter global a ser observado na emissão e na concessão de avais em instrumentos cursáveis no Sistema. 6. As instituições brasileiras participantes têm autorização de caráter geral para emitir cartas de crédito e notas promissórias referentes à compra ou à venda de mercadorias ou de serviços vinculados a operações comerciais cujo pagamento tenha sido conduzido pelo Sistema, bem como para conceder aval em tais notas promissórias e em letras correspondentes a operações comerciais, observadas as disposições deste Regulamento. 7. Os bancos brasileiros autorizados podem efetuar pagamentos no Brasil de instrumentos admitidos pelo CCR, independentemente de autorização prévia, correspondentes a operações diretas e oriundos de instituições autorizadas de países convenentes, observadas as disposições em vigor. CAPÍTULO : 7 - Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos (CCR) SEÇÃO : 4 - Garantias Oferecidas pelo Sistema. O Banco Central do Brasil assegura aos estabelecimentos autorizados no País a operar no Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos - CCR o reembolso do valor em dólares dos Estados Unidos das transações cursadas sob o Sistema: a) cujos instrumentos de pagamento tenham prazo de até trezentos e sessenta dias; b) cujos instrumentos de pagamento tenham prazo superior a trezentos e sessenta dias, desde que referentes a exportações brasileiras que contem com financiamento aprovado pelo Comitê de Créditos às Exportações - CCEx até a sua reunião ordinária realizada em O reembolso de que trata o item anterior é imune a riscos de solvabilidade da instituição do exterior, emitente ou avalista do instrumento, bem como a riscos de natureza política, exceto quando relacionado a valores resultantes de renegociação de créditos referentes a exportações brasileiras para a República Argentina, conforme disposto no item 4 da seção deste capítulo. 3. Para o exercício das garantias dentro do CCR, são requisitos indispensáveis que: a) a instituição emitente do instrumento, ou concedente do aval, esteja autorizada, à data da emissão do documento, ou da concessão do aval, a operar no Sistema; b) o banco executante ou negociador ou - no caso do aval bancário - remetente da nota promissória ou letra avalizada para cobrança no exterior seja também autorizado a operar no Convênio; c) a autenticidade do documento ou do aval seja inequívoca; d) os instrumentos sejam emitidos, avalizados, cumpridos ou negociados em estrita conformidade às disposições regulamentares a eles aplicáveis; e) sejam observadas as instruções da instituição financeira ordenante ou emitente, de modo que não possa ser atribuída à execução da operação qualquer anormalidade. 4. Na hipótese de o estabelecimento ser desautorizado a operar no Sistema, as garantias de pagamento são preservadas em relação a todas as transações vinculadas a instrumentos por ele emitidos ou avalizados - para curso dentro do Convênio - enquanto autorizado para tal. CAPÍTULO : 7 - Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos (CCR) SEÇÃO : 5 - Instrumentos de Pagamento Admissíveis SUBSEÇÃO : - Disposições Gerais. São aceitos para curso sob o Convênio os seguintes instrumentos de pagamento: a) cartas de crédito ou créditos documentários; b) letras correspondentes a operações comerciais avalizadas por instituições autorizadas; e c) notas promissórias (pagarés) relativas a operações comerciais emitidas ou avalizadas por instituições autorizadas. 2. São aceitos instrumentos de pagamento com prazo superior a trezentos e sessenta dias. 3. O instrumento emitido ou avalizado por instituição autorizada, no País, deve, necessariamente, ser enviado à instituição autorizada do país convenente. 4. Os juros diretamente vinculados a operações comerciais cujos pagamentos tenham sido efetuados no Sistema devem ser registrados com o mesmo código de reembolso do instrumento relativo ao valor do principal, observando-se a referência relativa a juros constante no anexo 20 deste título. 5. A instituição autorizada emitente ou avalista deve consignar no instrumento a expressão: "Reembolsável através do Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos sob o Código de Reembolso nº..." (número de referência para reembolso formatado segundo as instruções constantes no anexo 20 deste título). CAPÍTULO : 7 - Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos (CCR) SEÇÃO : 5 - Instrumentos de Pagamento Admissíveis SUBSEÇÃO : 2 - Cartas de Crédito ou Créditos Documentários. Ao emitir carta de crédito à vista, a instituição brasileira deve fazer constar do respectivo instrumento a obrigatoriedade de a instituição autorizada do país do exportador lhe informar, por telex ou outro rápido meio de comunicação, a negociação do crédito na data em que venha a ocorrer. 2. É recomendável que os bancos brasileiros, após a negociação de cartas de crédito ou créditos documentários, solicitem ao banqueiro instituidor do crédito imediata manifestação de conformidade aos documentos encaminhados. 3. Não é permitido o curso sob o CCR de carta de crédito ou crédito documentário estipulando o financiamento ao importador em prazo superior ao estabelecido para pagamento ao exportador. 4. Mediante prévia autorização dos bancos centrais envolvidos, podem ser admitidas para curso no Convênio as cartas de crédito emitidas sob as cláusulas a seguir indicadas: a) "stand by": com a finalidade de garantir a participação de empresas dos países dos bancos centrais membros do Convênio em licitações internacionais nos outros países convenentes; b) "red clause". 5. Não contará com a garantia do CCR a operação de retorno de divisas decorrente de carta de crédito emitida com "red clause". 6. Os bancos brasileiros participantes do CCR estão automaticamente autorizados a conduzir as operações mencionadas no item 4 acima, cabendo observar que as cartas de crédito devem, necessariamente, corresponder a transações comerciais. CAPÍTULO : 7 - Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos (CCR) SEÇÃO : 5 - Instrumentos de Pagamento Admissíveis SUBSEÇÃO : 3 - Letras Avalizadas. As letras avalizadas, além da declaração de aval devidamente datada e assinada, devem conter: a) no anverso a indicação "LETRA ÚNICA DE CÂMBIO"; b) no verso as indicações: I - "Reembolso através do Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos sob o Código de Reembolso nº... (número de referência para reembolso segundo as instruções constantes no anexo nº 20 deste título)" II - "Esta letra provém de exportação de... (mercadoria)... país exportador... país importador... data de embarque... Valor US$... data do aval..." 2. Ao outorgar o aval, a instituição estará certificando que a letra tem origem na transação comercial assinalada no verso. 3. Nas instruções do remetente deve estar explícito que as comissões e as despesas bancárias da instituição autorizada avalista serão obrigatoriamente pagas pelo importador. 4. Com o propósito de evitar possível duplicidade de pagamento, na carta-remessa em que se incluam letras para cobrança, as instituições autorizadas deverão indicar o seguinte: "Pedimos notar que no vencimento desta(s) letra(s) nos reembolsaremos automaticamente por seu(s) valor(es) através do Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos ". 5. Para habilitar-se ao reembolso de valores de letras avalizadas por instituições autorizadas a operar sob o Convênio é prescindível o recebimento de qualquer tipo de aviso ou autorização da instituição avalista. CAPÍTULO : 7 - Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos (CCR) SEÇÃO : 5 - Instrumentos de Pagamento Admissíveis SUBSEÇÃO : 4 - Notas Promissórias. As notas promissórias relativas a operações comerciais emitidas ou avalizadas por instituições autorizadas devem conter no verso as seguintes indicações: a) "Reembolsável através do Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos sob o Código de Reembolso nº... (indicado pela instituição emitente ou avalista)." b) "Esta nota promissória (Este "pagaré") provém da exportação de: (mercadorias ou serviços) país exportador... país importador... data de embarque... Valor US$... data do aval...". 2. Quando da emissão ou aval da nota promissória o emitente ou avalista estará certificando que o instrumento tem origem na transação comercial nela indicada. 3. No caso das exportações brasileiras, a instituição autorizada, no vencimento da nota promissória efetua o pagamento ao beneficiário e se reembolsa junto ao Banco Central do Brasil.

43 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN Nos casos em que estejam expressamente estipulados na nota promissória que o pagamento será efetuado de forma parcelada e naqueles em que incidam juros sobre a operação, o banqueiro do exportador enviará à instituição emitente ou avalista recibo pelas quantias correspondentes. 5. Os recibos de que trata o item anterior devem conter os elementos indispensáveis à identificação da nota promissória a que se vinculem, inclusive o respectivo código de reembolso. 6. Com o propósito de evitar possível duplicidade de pagamento, na carta-remessa que capear a promissória ou recibos para cobrança, deverá ser aposta a declaração: "Pedimos notar que no vencimento nos reembolsaremos automaticamente pelo correspondente valor, através do Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos". 7. É vedado o curso no Convênio de notas promissórias emitidas ou avalizadas por instituições autorizadas brasileiras para o desconto de instrumentos derivados de operações comerciais também com previsão de curso no CCR (financiamento em terceiro país). CAPÍTULO : 7 - Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos (CCR) SEÇÃO : 6 - Pagamentos do Banco Central do Brasil. É objeto de reembolso pelo Banco Central do Brasil o instrumento emitido ou avalizado por instituição do exterior autorizada a operar sob o Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos - CCR, que seja previamente registrado no Sisbacen, nas seguintes transações: a) PCCR200 - inclusão, alteração e exclusão dos instrumentos recebidos do exterior, estorno de reembolsos efetuados e informações de contrato de câmbio; b) PCCR330 - consultas aos instrumentos registrados e aos reembolsos efetuados. 2. O lançamento no Resumo Diário dos reembolsos e recolhimentos devidos sob o Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos - CCR, entre as instituições autorizadas e o Banco Central do Brasil, é efetuado automaticamente pelo Sisbacen. 3. O registro de que trata o item é efetuado em até 5 dias corridos da data de sua emissão ou de seu aval, conforme o caso. 4. O Departamento da Dívida Externa e de Relações Internacionais - Derin pode aceitar, a seu critério, o registro de que trata o item em prazo superior a 5 dias corridos da data de sua emissão ou de seu aval, conforme o caso, sendo necessária autorização do banco central do país emissor do código de reembolso do Sistema de Informação Computadorizado de Apoio ao CCR da ALADI (SICAP/ALADI) para a aceitação do registro de instrumentos de pagamento em prazo superior a 20 dias corridos da data de sua emissão ou de seu aval, conforme o caso. 5. Para fazer jus ao reembolso, o instrumento recebido do exterior pela instituição financeira brasileira deve ser registrado pelo seu valor total, devendo constar do registro a data de emissão e a validade do instrumento. 6. O registro da negociação do instrumento deve ser efetuado dentro de seu prazo de validade e pelo valor efetivamente negociado, devendo ser informada a data da negociação e a do reembolso, sendo o lançamento do crédito do reembolso efetuado automaticamente pelo Sisbacen no Resumo Diário da instituição na data informada. 7. A data do reembolso a ser informada no Sisbacen deve observar o disposto nas alíneas abaixo, devendo o respectivo contrato de câmbio de exportação estar liquidado nessa mesma data e informado na PCCR200: a) operações à vista, amparadas em carta de crédito irrevogável, negociada sem discrepância: o dia da negociação dos documentos pelo banco; b) operações a prazo, amparadas em carta de crédito irrevogável e que não se encontrem pendentes de solução de discrepância: o dia do respectivo vencimento previsto na carta de crédito; c) operações a prazo, incluídas as operações que, embora contando com carta de crédito, apresentem discrepância somente solucionada depois do vencimento previsto: o dia posterior ao do recebimento, pelo banco, do respectivo aviso de pagamento concernente à liquidação da exportação no exterior; d) letras avalizadas por instituições autorizadas a operar no Convênio, relativas a operações comerciais: o dia do vencimento da letra; e) notas promissórias emitidas ou avalizadas por instituições autorizadas a operar no CCR, relativas a exportações de mercadorias ou de serviços vinculados a operações comerciais cujos pagamentos tenham sido efetuados no Sistema: o dia do vencimento previsto para resgate (parcial ou total) da nota promissória. 8. Ocorrendo reembolso indevido, o valor pago pelo Banco Central do Brasil deve ser restituído, pela própria instituição que efetuou o registro da negociação, devendo ser providenciada a inclusão de estorno na transação PCCR200, sob sua inteira responsabilidade, e mantida no dossiê da operação de câmbio a respectiva documentação comprobatória. 9. Na hipótese prevista no item anterior, a instituição está sujeita ao pagamento de: a) juros calculados com base na prime rate, vigente na data de início da fluência dos juros, acrescida do spread de 2% a.a. (dois por cento ao ano), pelo período compreendido entre a data de efetivação do reembolso e a data de inclusão do estorno; b) taxa de US$ 25,00 (vinte e cinco dólares dos Estados Unidos), a título de ressarcimento de despesas administrativas do Banco Central. 0. Os valores calculados na forma do item anterior são lançados de forma automática no Resumo Diário do banco no mesmo dia-movimento do lançamento na transação PCCR200, em substituição à transação PCCR300.. Independentemente da data do reembolso informada, conforme disposto no item 6, os créditos são efetuados pelo Banco Central do Brasil a cada quadrimestre, nos meses de janeiro, maio e setembro, de forma total ou parcial, condicionados ao prévio pagamento pelos bancos centrais, deduzidos os valores correspondentes aos reembolsos efetuados de forma automática pelo Banco Central do Brasil, quando decorrente de: a) operações de exportação para a República Argentina relacionadas a valores resultantes de renegociação de créditos; b) instrumentos de pagamento com prazo superior a 360 dias, à exceção daqueles relacionados a exportações cujo financiamento tenha sido aprovado pelo Comitê de Créditos às Exportações - CCEx até a sua reunião ordinária realizada em Os créditos realizados na forma do item anterior, são: a) objeto de lançamento de crédito no Resumo Diário da instituição dois dias úteis após realizada a compensação do CCR; b) remunerados em base pro rata die à taxa Libor para dois meses divulgada na transação do Sisbacen PTAX800, opção 9, menos /8 (um oitavo), no período compreendido entre a data de reembolso informada no sistema e a data do efetivo reembolso feito pelo Banco Central do Brasil. 3. Para efeitos do disposto na alínea "a" do item anterior, é admitida a liquidação de contrato de câmbio de exportação em prazo superior àquele previsto na regulamentação vigente, exclusivamente como forma de ajustá-la à data do respectivo reembolso do Banco Central do Brasil. CAPÍTULO : 7 - Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos (CCR) SEÇÃO : 7 - Recolhimento ao Banco Central do Brasil. São objeto de recolhimento ao Banco Central do Brasil os valores em dólares dos Estados Unidos dos pagamentos realizados no exterior, ao amparo do Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos - CCR, por instituições autorizadas em seus respectivos países, por conta e ordem de estabelecimento bancário autorizado no País. 2. Os instrumentos de pagamento e as parcelas de juros devem ser obrigatoriamente registrados na transação PCCR600, nas datas de emissão ou de aval, sendo gerado automaticamente pelo Sisbacen o Código de Reembolso "SICAP/ALADI", atribuindo numeração seqüencial por banco/praça, reiniciada a cada ano. 3. Devem ser detalhados os dados correspondentes aos respectivos vencimentos, com anterioridade aos mesmos e ser informada a data do recolhimento ao Banco Central do Brasil, sendo o lançamento de tal recolhimento efetuado automaticamente pelo Sisbacen no Resumo Diário da instituição na data informada. 4. A data para recolhimento ao Banco Central do Brasil do valor relativo a instrumento de pagamento emitido ou avalizado é: a) no caso de carta de crédito à vista: I - a data de vencimento prevista para negociação; ou II - a data do recebimento do aviso de negociação, se ocorrer primeiro; b) nos demais casos: a data do respectivo vencimento do instrumento. 5. Na data prevista no item anterior, ajustada, se for o caso, o banco deve indicar, na transação PCCR600, os números dos respectivos contratos de câmbio, ressalvados os casos admitidos em normas específicas. 6. O valor recolhido que não tenha sido objeto de débito por parte do banqueiro no exterior será devolvido ao estabelecimento por meio de crédito incluído na compensação diária, devendo a instituição solicitar ao Banco Central do Brasil, por meio da transação PCCR600, a respectiva restituição. 7. Ocorrendo solicitação a maior no caso previsto no item anterior, o valor adicional pago pelo Banco Central do Brasil deve ser restituído ao mesmo por recolhimento por meio da transação PCCR Na hipótese prevista no item anterior, os seguintes valores são lançados pelo Banco Central do Brasil, de forma automática, no Resumo Diário do banco no mesmo dia-movimento do lançamento na transação PCCR600: a) juros calculados com base na prime rate vigente na data de início da fluência dos juros, acrescida do spread de 2% a.a. (dois por cento ao ano), pelo período compreendido entre a data da devolução por parte do Banco Central do Brasil e a data da inclusão do estorno na transação PCCR600; b) taxa de US$ 25,00 (vinte e cinco dólares dos Estados Unidos), a título de ressarcimento de despesas administrativas do Banco Central do Brasil. 9. Caso o Banco Central do Brasil seja debitado no exterior por instrumento cujo valor não tenha sido recolhido, o banco deve recolher o correspondente valor da operação ao Banco Central do Brasil, sem prejuízo das sanções previstas na Carta de Adesão ao CCR. 0. Relativamente ao item anterior, o Banco Central do Brasil efetua o lançamento no Resumo Diário do banco dos juros, calculados com base na prime rate, acrescida do spread de 2% a.a., pelo período compreendido entre a data do débito no exterior e a data do recolhimento.. Caso não haja o recolhimento tratado no item 9, o Banco Central do Brasil efetua: a) o lançamento no Resumo Diário do banco do valor não recolhido da operação; b) o lançamento no Resumo Diário do banco dos juros, calculados com base na prime rate, acrescida do spread de 2% a.a., pelo período compreendido entre a data do débito no exterior e a data do lançamento do principal mencionado na alínea anterior no Resumo Diário. 2. O Banco Central do Brasil somente devolve ao banco o valor mencionado na alínea "a" do item anterior quando da regularização do recolhimento. 3. O recolhimento tratado nos itens 9, 0 e pode ser recusado na hipótese de o instrumento não ter sido comprovadamente emitido ou avalizado pela instituição, até o dia útil seguinte à informação do débito na transação PCCR350, por meio de registro de Declaração de Recusa de Débito no sistema, apresentando as justificativas e os documentos pertinentes ao Departamento da Dívida Externa e de Relações Internacionais/Divisão de Registros e de Implementação de Convênios Internacionais (Derin/Direc), para exame, sendo que a não-recusa implica a aceitação da operação por parte da instituição. 4. Após a análise dos documentos e das justificativas, o banco pode ser dispensado do recolhimento citado nos itens 9, 0 e. 5. Os valores dos instrumentos impactam o limite operacional da instituição desde a data de sua emissão ou de concessão do aval até que sejam liquidados ou cancelados, total ou parcialmente. 6. São vedados, para curso nesta sistemática, a emissão e o aval de instrumentos de valores superiores ao saldo do limite operacional concedido à instituição. CAPÍTULO : 7 - Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos (CCR) SEÇÃO : 8 - Registros e Compensação Diária. A instituição autorizada deve indicar, ao Departamento da Dívida Externa e de Relações Internacionais/Divisão de Registros e de Implementação de Convênios Internacionais (Derin/Direc), um único componente para realizar o relacionamento com o Banco Central do Brasil, no que se refere aos recolhimentos das importâncias devidas e controles dos pagamentos efetuados por esta Autarquia. 2. Os registros são feitos pelo banco/praça envolvido na respectiva operação ou pelo componente referido no item anterior, o qual poderá, inclusive, efetuar os registros de todas as agências. 3. O acesso ao conjunto de transações do Sisbacen para registro de operações sob o CCR está disponível até o horário-limite especificado na seção 2 deste capítulo, ficando, a partir de então, disponível para inclusão de registros que farão parte do dia-movimento do dia útil seguinte. 4. É de exclusiva responsabilidade da instituição o correto registro dos dados dos instrumentos de pagamento no Sisbacen e a conferência diária dos lançamentos efetuados na compensação de pagamentos e recebimentos com o Banco Central, cabendo a ela responder também pela legitimidade das operações sob o CCR. 5. A compensação diária de pagamentos e recebimentos é feita automaticamente para cada instituição, computando-se o valor de recolhimentos ao Banco Central do Brasil, o valor de reembolsos efetuados na mesma data, bem como outros lançamentos a débito ou a crédito da instituição, inclusive valores decorrentes de estornos e devoluções. 6. O pagamento referente ao valor líquido apurado na compensação diária é promovido por meio de ordem de crédito, conforme abaixo: a) se favorável à instituição: efetuado automaticamente com base nos dados registrados no Sisbacen e de acordo com as instruções fornecidas pela própria instituição; b) se favorável ao Banco Central do Brasil: efetuado diretamente à sua conta, junto a banqueiro indicado. 7. Não sendo efetuado o crédito referido no item 6.b até o dia útil seguinte ao da compensação, o Banco Central do Brasil, independentemente da aplicação das sanções administrativas cabíveis, pode efetuar o lançamento do débito do correspondente valor no Resumo Diário da instituição devedora, assim como dos juros, calculados à base da prime rate, acrescida do spread de 2% a.a., pelo período correspondente ao atraso. 8. Diariamente, após encerrado o movimento, as instituições têm acesso, mediante uso da transação PCCR360, à tela-resumo e ao relatório de todas as operações realizadas no dia. 9. A instituição deve manter em arquivo a documentação relativa às operações cursadas no CCR por um período de cinco anos, contados do término do exercício em que ocorreu a liquidação ou o cancelamento da operação, para fins de apresentação a este Banco Central do Brasil, quando solicitado. CAPÍTULO : 7 - Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos (CCR) SEÇÃO : 9 - Desconto de Títulos. Consoante decisão do Conselho Monetário Nacional, em sessão de , podem os bancos brasileiros autorizados a operar sob o Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos - CCR conceder aceite em cambiais em moeda estrangeira, relativas a exportações brasileiras destinadas a países participantes da ALADI e cujas mercadorias já tenham sido efetivamente embarcadas, com amparo em cartas de crédito irrevogáveis e confirmadas, cursadas sob o CCR.

44 44 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de Os títulos acima mencionados podem ser descontados junto a instituições financeiras de qualquer país ou oferecidos como garantia colateral para a obtenção de empréstimos, segundo as práticas internacionais. 3. O Banco Central do Brasil também pode acolher para desconto as cambiais de que trata o item, dentro dos 80 dias que antecederem seu vencimento, independentemente do prazo de pagamento da correspondente exportação. 4. Para a realização da operação junto ao Banco Central do Brasil, deve ser ainda observado o que se segue em relação: a) ao título: I - ter sido emitido em perfeita conformidade com as disposições legais e regulamentares a ele aplicáveis, inclusive quanto a compatibilidade de seu vencimento com o prazo de pagamento da correspondente operação comercial; II - possuir o aceite de banco brasileiro autorizado a operar no Convênio; III - ser endossado a este Banco Central do Brasil pela instituição brasileira autorizada; e IV - conter a seguinte declaração:... "Sacado contra a carta de crédito nº..., instituída pelo...(nome do banqueiro)... e cursada sob o Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos, referente ao embarque de...(mercadoria)... efetuado em...(data)..., na cidade de... com destino a...(cidade/país)...". b) à proposta de desconto: I - deve ser efetuada por meio do Sisbacen, via transação a ser oportunamente divulgada, mediante prévia consulta, quanto à taxa de juros aplicável à operação; II - deve ser encaminhada em duas vias, na forma do anexo 9 deste título; III - quando aceita fará parte da compensação diária da instituição autorizada, mediante inclusão do respectivo valor no Sisbacen. c) ao resgate do título: I - o pedido deve ser feito até seu vencimento, mediante registro no Sisbacen - transação a ser indicada; II - o valor também fará parte da compensação diária da instituição; III - na eventualidade de atraso no resgate, serão cobrados juros com base na "prime rate", vigente na data de vencimento do título, acrescida do "spread" de 2% a.a. (dois por cento ao ano), calculados desde o vencimento até o efetivo resgate. <!ID > CAPÍTULO : 7 - Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos (CCR) SEÇÃO : 0 - Aceite Bancário Latino-Americano (ABLA). O Aceite Bancário Latino-Americano - ABLA é um instrumento representado por uma letra de câmbio expressa em dólares dos Estados Unidos, que satisfaça os seguintes requisitos: a) tenha o formato e teor do anexo 24 deste título; b) refira-se a pagamento de mercadoria embarcada; c) seja emitida por exportador de país participante do Convênio, à sua própria ordem, sacada sobre um banco autorizado do país exportador, ao amparo de crédito documentário irrevogável, confirmado ou não, reembolsável sob o referido Sistema; d) seja aceita pelo banco sacado; e) seja o respectivo valor expresso em múltiplo exato de milhar de dólar dos Estados Unidos, observado o mínimo de US$ ,00 (vinte e cinco mil dólares dos Estados Unidos); f) seu vencimento seja coincidente ou anterior ao previsto no crédito documentário, para pagamento ao exportador e não exceda 80 dias; g) os endossos locais não sejam efetuados sem direito de regresso. 2. Para colocação de ABLA no mercado de Nova Iorque, que somente pode ser efetuada por meio de entidades corretoras daquela cidade, o banco aceitante deve observar a seguinte seqüência: a) remeter os títulos a banqueiro da praça de Nova Iorque para custódia; b) fornecer ao banqueiro encarregado da custódia elementos que possibilitem a perfeita verificação da autenticidade das assinaturas e das características dos títulos; c) remeter à entidade corretora amplas e atualizadas informações que permitam avaliar a situação econômico-financeira do aceitante, para informação aos interessados; d) informar à entidade corretora as características dos títulos disponíveis para colocação (valor, vencimento, nome do aceitante) e ajustar diretamente as taxas de desconto aplicáveis; e) instruir o banqueiro encarregado da custódia no sentido de entregar o ABLA à entidade corretora, contra pagamento, na forma do item seguinte, podendo a entidade corretora, à sua opção, negociar os títulos com investidor ou mantê-los em carteira. 3. O produto líquido da negociação de ABLA será creditado em fundos disponíveis ("federal funds"), no mesmo dia da negociação, em conta do respectivo banco aceitante junto a banqueiro de Nova Iorque indicado à entidade corretora para tal fim. 4. Os correspondentes dos bancos aceitantes devem ser instruídos a lhes comunicar, de imediato, os valores recebidos pela negociação de ABLA. 5. No que tange à liquidação dos ABLA, deve ser observado o seguinte: a) são necessariamente liquidados em fundos disponíveis ("federal funds"), no dia de seu vencimento, contra apresentação do título ao banqueiro pagador indicado no próprio documento; b) o banqueiro pagador deve dispor de instrução irrevogável para efetuar o pagamento contra a apresentação do título, no vencimento, devendo a conta do banco aceitante apresentar saldo suficiente em fundos disponíveis ("federal funds"), ou margem utilizável em linha de crédito, de modo a ser assegurada a normal liquidação do ABLA; c) após efetuar a liquidação, a débito do banco aceitante, o banqueiro lhe devolverá a letra resgatada. 6. A fim de permitir que a oferta e a negociação de ABLA sejam processadas de forma constante, recomenda-se a observância do seguinte: a) os créditos documentários ao amparo do Sistema, devem ser instituídos sem exigência de saque contra o importador, e deles não devem constar cláusulas que impeçam a formação de ABLA; b) não deve ser criado ABLA sem que tenham sido satisfeitos todos os requisitos e condições do crédito documentário, a fim de ser assegurado, no vencimento, o normal reembolso por meio do Sistema; c) as cartas de remessa de documentos devem conter solicitação no sentido de que o banqueiro instituidor do crédito, assim que possível, dê conformidade à documentação recebida; d) na eventualidade da criação de um ABLA sem a satisfação dos requisitos necessários, as providências para a regularização do assunto devem ser tomadas com urgência, sustando-se, se possível, a colocação do título, devendo tal ocorrência ser notificada ao Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio do Banco Central do Brasil; e) o banco aceitante deve comunicar aos banqueiros sob cuja custódia estejam os títulos e à entidade corretora de Nova Iorque, de conformidade com a legislação brasileira, que reconhece a jurisdição dos tribunais de Nova Iorque e/ou dos tribunais brasileiros, à opção do investidor, a fim de dirimir quaisquer pendências que possam surgir na liquidação dos títulos que se trata. 7. A colocação de ABLA sem a interveniência de entidades corretoras de Nova Iorque só pode ser efetuada fora dos Estados Unidos da América e em condições não menos favoráveis que as oferecidas pelo mercado daquela cidade, na mesma ocasião, para ABLA de característica comparável ou similar. 8. Os bancos autorizados a operar sob o CCR devem, para participar da presente sistemática de aceites, obter a outorga do Banco Central do Brasil, mediante solicitação por escrito, devidamente instruída na forma de normativo a ser editado, permitindo a implementação da matéria. 9. As instituições credenciadas a participar da presente sistemática devem informar mensalmente ao Departamento de Capitais Estrangeiros e Câmbio do Banco Central do Brasil o montante dos aceites colocados, por praças tomadoras, e os níveis mínimos e máximos das taxas de desconto aplicadas, bem como os prazos típicos das colocações efetivadas. 0. Excluída a exigência prevista no item, alínea "e", o Banco Central do Brasil pode acolher para desconto títulos oferecidos por bancos autorizados a operar ao amparo da presente sistemática.. A instituição dos ABLA não exclui a colocação de aceites bancários de outra natureza, criados fora do Sistema de que tratam os itens deste título. ANEXO : - Modelo de contrato de câmbio de compra tipo CONTRATO DE CÂMBIO DE COMPRA - TIPO 0 E X P O RTA Ç A O NR. / DE / / FL. NR. 0 AS PARTES A SEGUIR DENOMINADAS, RESPECTIVAMENTE, COMPRADOR E VENDEDOR, CONTRATAM A PRESENTE OPE- RAÇÃO DE CÂMBIO, NAS CONDIÇÕES AQUI ESTIPULA- DAS. COMPRADOR: CNPJ...: ENDEREÇO...: VENDEDOR...: CNPJ...: ENDEREÇO...: MOEDA VALOR EM MOEDA ESTRANGEIRA: () VALOR EM MOEDA NACIONAL: () ENTREGA DE DO- C U M E N TO S PRAZO DAS CAM- BIAIS: TAXA CAMBIAL LIQUIDAÇÃO ATÉ: FORMA DE ENTREGA DA MOEDA ESTRANGEIRA: NATUREZA DA OPERAÇÃO: DESCRIÇÃO...: PRÊMIO...: A D I A N TA M E N TO : C O R R E TO R : CNPJ...: CLÁUSULAS CONTRATUAIS OUTRAS ESPECIFICAÇÕES CONTRATO DE CÂMBIO DE COMPRA - TIPO 0 E X P O RTA Ç A O NR. / DE / / FL. NR. 02 OS INTERVENIENTES NO PRESENTE CONTRATO DE CÂMBIO - COMPRADOR, VENDEDOR E CORRETOR - DECLARAM TER PLENO CONHECIMENTO DAS NORMAS CAMBIAIS VIGEN- TES, NOTADAMENTE DA LEI 4.3, DE , E ALTE- RAÇÕES SUBSEQÜENTES, EM ESPECIAL DO ARTIGO 23 DO CITADO DIPLOMA, 'VERBIS': 'ART AS OPERAÇÕES CAMBIAIS NO MERCADO DE TA- XA LIVRE SERÃO EFETUADAS ATRAVÉS DE ESTABELECI- MENTOS AUTORIZADOS A OPERAR EM CÂMBIO, COM A INTERVENÇÃO DE CORRETOR OFICIAL QUANDO PREVISTO EM LEI OU REGULAMENTO, RESPONDENDO AMBOS PELA IDENTIDADE DO CLIENTE, ASSIM COMO PELA CORRETA CLASSIFICAÇÃO DAS INFORMAÇÕES POR ESTE PRESTA- DAS, SEGUNDO NORMAS FIXADAS PELA SUPERINTENDÊN- CIA DA MOEDA E DO CRÉDITO. PARÁGRAFO PRIMEIRO - AS OPERAÇÕES QUE NÃO SE EN- QUADREM CLARAMENTE NOS ITENS ESPECÍFICOS DO CÓ- DIGO DE CLASSIFICAÇÃO ADOTADO PELA SUMOC, OU SE- JAM CLASSIFICÁVEIS EM RUBRICAS RESIDUAIS, COMO 'OUTROS' E 'DIVERSOS', SÓ PODERÃO SER REALIZADAS ATRAVÉS DO BANCO DO BRASIL S.A. PARÁGRAFO SEGUN- DO - CONSTITUI INFRAÇÃO IMPUTÁVEL AO ESTABELECI- MENTO BANCÁRIO, AO CORRETOR E AO CLIENTE, PUNÍ- VEL COM MULTA DE 50 (CINQÜENTA) A 300 POR CENTO (TREZENTOS POR CENTO) DO VALOR DA OPERAÇÃO PARA CADA UM DOS INFRATORES, A DECLARAÇÃO DE FALSA IDENTIDADE NO FORMULÁRIO QUE, EM NÚMERO DE VIAS E SEGUNDO O MODELO DETERMINADO PELO BANCO CEN- TRAL DO BRASIL, SERÁ EXIGIDO EM CADA OPERAÇÃO, ASSINADO PELO CLIENTE E VISADO PELO ESTABELECI- MENTO BANCÁRIO E PELO CORRETOR QUE NELA INTER- VIEREM. (REDAÇÃO DADA PELO ARTIGO 72 DA LEI 9.069, DE ) PARÁGRAFO TERCEIRO - CONSTITUI INFRA- ÇÃO, DE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO CLIENTE, PU- NÍVEL COM MULTA DE 5 (CINCO) A 00 POR CENTO (CEM POR CENTO) DO VALOR DA OPERAÇÃO, A DECLARAÇÃO DE INFORMAÇÕES FALSAS NO FORMULÁRIO A QUE SE RE- FERE O PARÁGRAFO SEGUNDO. (REDAÇÃO DADA PELO AR- TIGO 72 DA LEI 9.069, DE ) PARÁGRAFO QUARTO - CONSTITUI INFRAÇÃO, IMPUTÁVEL AO ESTABELECIMEN- TO BANCÁRIO E AO CORRETOR QUE INTERVIEREM NA OPERAÇÃO, PUNÍVEL COM MULTA EQUIVALENTE DE 5 (CINCO) A 00 POR CENTO (CEM POR CENTO) DO RESPEC- TIVO VALOR, PARA CADA UM DOS INFRATORES, A CLAS- SIFICAÇÃO INCORRETA, DENTRO DAS NORMAS FIXADAS PELO CONSELHO DA SUPERINTENDÊNCIA DA MOEDA E DO CRÉDITO, DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS PELO CLIENTE NO FORMULÁRIO A QUE SE REFERE O PARÁGRAFO SE- GUNDO DESTE ARTIGO. PARÁGRAFO QUINTO - EM CASO DE REINCIDÊNCIA, PODERÁ O CONSELHO DA SUPERINTEN- DÊNCIA DA MOEDA E DO CRÉDITO CASSAR A AUTORI- ZAÇÃO PARA OPERAR EM CÂMBIO AOS ESTABELECIMEN- TOS BANCÁRIOS QUE NEGLIGENCIAREM O CUMPRIMENTO DO DISPOSTO NO PRESENTE ARTIGO E PROPOR À AUTO- RIDADE COMPETENTE IGUAL MEDIDA EM RELAÇÃO AOS CORRETORES. PARÁGRAFO SEXTO - O TEXTO DO PRESEN- TE ARTIGO CONSTARÁ OBRIGATORIAMENTE DO FORMU- LÁRIO A QUE SE REFERE O PARÁGRAFO SEGUNDO.' PELO COMPRADOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AUTORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO ASSINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). PELO VENDEDOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AU- TORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO AS- SINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). PELO CORRETOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AU- TORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO AS- SINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). ANEXO : 2 - Modelo de contrato de câmbio de venda tipo 2 CONTRATO DE CÂMBIO DE VENDA - TIPO 02 I M P O RTA Ç A O NR. / DE / / FL. NR. 0 AS PARTES A SEGUIR DENOMINADAS, RESPECTIVAMENTE, VENDEDOR E COMPRADOR, CONTRATAM A PRESENTE OPE- RAÇÃO DE CÂMBIO, NAS CONDIÇÕES AQUI ESTIPULA- DAS. VENDEDOR: CNPJ: ENDEREÇO: COMPRADOR: CNPJ: ENDEREÇO: MOEDA VALOR EM MOEDA ESTRANGEIRA: () VALOR EM MOEDA NACIONAL: () TAXA CAMBIAL

45 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN LIQUIDAÇÃO ATÉ: BONIFICAÇÃO: FORMA DE ENTREGA DA MOEDA ESTRANGEIRA: NATUREZA DA OPERAÇÃO: DESCRIÇÃO...: C O R R E TO R : CNPJ...: CLÁUSULAS CONTRATUAIS OUTRAS ESPECIFICAÇÕES CONTRATO DE CÂMBIO DE VENDA - TIPO 02 I M P O RTA Ç A O NR. / DE / / FL. NR. 02 OS INTERVENIENTES NO PRESENTE CONTRATO DE CÂMBIO - COMPRADOR, VENDEDOR E CORRETOR - DECLARAM TER PLENO CONHECIMENTO DAS NORMAS CAMBIAIS VIGEN- TES, NOTADAMENTE DA LEI 4.3, DE , E ALTE- RAÇÕES SUBSEQÜENTES, EM ESPECIAL DO ARTIGO 23 DO CITADO DIPLOMA, 'VERBIS': 'ART AS OPERAÇÕES CAMBIAIS NO MERCADO DE TA- XA LIVRE SERÃO EFETUADAS ATRAVÉS DE ESTABELECI- MENTOS AUTORIZADOS A OPERAR EM CÂMBIO, COM A INTERVENÇÃO DE CORRETOR OFICIAL QUANDO PREVISTO EM LEI OU REGULAMENTO, RESPONDENDO AMBOS PELA IDENTIDADE DO CLIENTE, ASSIM COMO PELA CORRETA CLASSIFICAÇÃO DAS INFORMAÇÕES POR ESTE PRESTA- DAS, SEGUNDO NORMAS FIXADAS PELA SUPERINTENDÊN- CIA DA MOEDA E DO CRÉDITO. PARÁGRAFO PRIMEIRO - AS OPERAÇÕES QUE NÃO SE EN- QUADREM CLARAMENTE NOS ITENS ESPECÍFICOS DO CÓ- DIGO DE CLASSIFICAÇÃO ADOTADO PELA SUMOC, OU SE- JAM CLASSIFICÁVEIS EM RUBRICAS RESIDUAIS, COMO 'OUTROS' E 'DIVERSOS', SÓ PODERÃO SER REALIZADAS ATRAVÉS DO BANCO DO BRASIL S.A. PARÁGRAFO SEGUN- DO - CONSTITUI INFRAÇÃO IMPUTÁVEL AO ESTABELECI- MENTO BANCÁRIO, AO CORRETOR E AO CLIENTE, PUNÍ- VEL COM MULTA DE 50 (CINQÜENTA) A 300 POR CENTO (TREZENTOS POR CENTO) DO VALOR DA OPERAÇÃO PARA CADA UM DOS INFRATORES, A DECLARAÇÃO DE FALSA IDENTIDADE NO FORMULÁRIO QUE, EM NÚMERO DE VIAS E SEGUNDO O MODELO DETERMINADO PELO BANCO CEN- TRAL DO BRASIL, SERÁ EXIGIDO EM CADA OPERAÇÃO, ASSINADO PELO CLIENTE E VISADO PELO ESTABELECI- MENTO BANCÁRIO E PELO CORRETOR QUE NELA INTER- VIEREM. (REDAÇÃO DADA PELO ARTIGO 72 DA LEI 9.069, DE ) PARÁGRAFO TERCEIRO - CONSTITUI INFRA- ÇÃO, DE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO CLIENTE, PU- NÍVEL COM MULTA DE 5 (CINCO) A 00 POR CENTO (CEM POR CENTO) DO VALOR DA OPERAÇÃO, A DECLARAÇÃO DE INFORMAÇÕES FALSAS NO FORMULÁRIO A QUE SE RE- FERE O PARÁGRAFO SEGUNDO. (REDAÇÃO DADA PELO AR- TIGO 72 DA LEI 9.069, DE ) PARÁGRAFO QUARTO - CONSTITUI INFRAÇÃO, IMPUTÁVEL AO ESTABELECIMEN- TO BANCÁRIO E AO CORRETOR QUE INTERVIEREM NA OPERAÇÃO, PUNÍVEL COM MULTA EQUIVALENTE DE 5 (CINCO) A 00 POR CENTO (CEM POR CENTO) DO RESPEC- TIVO VALOR, PARA CADA UM DOS INFRATORES, A CLAS- SIFICAÇÃO INCORRETA, DENTRO DAS NORMAS FIXADAS PELO CONSELHO DA SUPERINTENDÊNCIA DA MOEDA E DO CRÉDITO, DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS PELO CLIENTE NO FORMULÁRIO A QUE SE REFERE O PARÁGRAFO SE- GUNDO DESTE ARTIGO. PARÁGRAFO QUINTO - EM CASO DE REINCIDÊNCIA, PODERÁ O CONSELHO DA SUPERINTEN- DÊNCIA DA MOEDA E DO CRÉDITO CASSAR A AUTORI- ZAÇÃO PARA OPERAR EM CÂMBIO AOS ESTABELECIMEN- TOS BANCÁRIOS QUE NEGLIGENCIAREM O CUMPRIMENTO DO DISPOSTO NO PRESENTE ARTIGO E PROPOR À AUTO- RIDADE COMPETENTE IGUAL MEDIDA EM RELAÇÃO AOS CORRETORES. PARÁGRAFO SEXTO - O TEXTO DO PRESEN- TE ARTIGO CONSTARÁ OBRIGATORIAMENTE DO FORMU- LÁRIO A QUE SE REFERE O PARÁGRAFO SEGUNDO.' PELO VENDEDOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AU- TORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO AS- SINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). PELO COMPRADOR: NOME, CPF E OU ASSINATURA MA- NUAL AUTORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO ASSINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSI- NATURA DIGITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚBLICAS (ICP-BRASIL). PELO CORRETOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AU- TORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO AS- SINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). ANEXO : 3 - Modelo de contrato de câmbio de compra tipo 3 CONTRATO DE CÂMBIO DE COMPRA - TIPO 03 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS DO EXTERIOR NR. / DE / / FL. NR. 0 AS PARTES A SEGUIR DENOMINADAS, RESPECTIVAMENTE, COMPRADOR E VENDEDOR, CONTRATAM A PRESENTE OPE- RAÇÃO DE CÂMBIO, NAS CONDIÇÕES AQUI ESTIPULA- DAS. COMPRADOR: CNPJ...: ENDEREÇO...: VENDEDOR...: CNPJ...: ENDEREÇO...: MOEDA VALOR EM MOEDA ESTRANGEIRA: () VALOR EM MOEDA NACIONAL: () LIQUIDAÇÃO ATÉ: NATUREZA DA OPERAÇÃO: DESCRIÇÃO...: PAGADOR NO EXTERIOR: PA Í S : TAXA CAMBIAL FORMA DE ENTREGA DA MOEDA ESTRANGEIRA: NÚMERO DO REGISTRO RDE OU DA AUTORIZAÇÃO OU DO CERTIFICADO DO BANCO CENTRAL DO BRASIL C O R R E TO R : CNPJ...: CLÁUSULAS CONTRATUAIS OUTRAS ESPECIFICAÇÕES CONTRATO DE CÂMBIO DE COMPRA - TIPO 03 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS DO EXTERIOR NR. / DE / / FL. NR. 02 OS INTERVENIENTES NO PRESENTE CONTRATO DE CÂMBIO - COMPRADOR, VENDEDOR E CORRETOR - DECLARAM TER PLENO CONHECIMENTO DAS NORMAS CAMBIAIS VIGEN- TES, NOTADAMENTE DA LEI 4.3, DE , E ALTE- RAÇÕES SUBSEQÜENTES, EM ESPECIAL DO ARTIGO 23 DO CITADO DIPLOMA, 'VERBIS': 'ART AS OPERAÇÕES CAMBIAIS NO MERCADO DE TA- XA LIVRE SERÃO EFETUADAS ATRAVÉS DE ESTABELECI- MENTOS AUTORIZADOS A OPERAR EM CÂMBIO, COM A INTERVENÇÃO DE CORRETOR OFICIAL QUANDO PREVISTO EM LEI OU REGULAMENTO, RESPONDENDO AMBOS PELA IDENTIDADE DO CLIENTE, ASSIM COMO PELA CORRETA CLASSIFICAÇÃO DAS INFORMAÇÕES POR ESTE PRESTA- DAS, SEGUNDO NORMAS FIXADAS PELA SUPERINTENDÊN- CIA DA MOEDA E DO CRÉDITO. PARÁGRAFO PRIMEIRO - AS OPERAÇÕES QUE NÃO SE ENQUA- DREM CLARAMENTE NOS ITENS ESPECÍFICOS DO CÓDIGO DE CLASSIFICAÇÃO ADOTADO PELA SUMOC, OU SEJAM CLAS- SIFICÁVEIS EM RUBRICAS RESIDUAIS, COMO 'OUTROS' E 'DI- VERSOS', SÓ PODERÃO SER REALIZADAS ATRAVÉS DO BANCO DO BRASIL S.A. PARÁGRAFO SEGUNDO - CONSTITUI INFRA- ÇÃO IMPUTÁVEL AO ESTABELECIMENTO BANCÁRIO, AO CORRETOR E AO CLIENTE, PUNÍVEL COM MULTA DE 50 (CIN- QÜENTA) A 300 POR CENTO (TREZENTOS POR CENTO) DO VA- LOR DA OPERAÇÃO PARA CADA UM DOS INFRATORES, A DE- CLARAÇÃO DE FALSA IDENTIDADE NO FORMULÁRIO QUE, EM NÚMERO DE VIAS E SEGUNDO O MODELO DETERMINADO PELO BANCO CENTRAL DO BRASIL, SERÁ EXIGIDO EM CADA OPERAÇÃO, ASSINADO PELO CLIENTE E VISADO PELO ESTA- BELECIMENTO BANCÁRIO E PELO CORRETOR QUE NELA IN- TERVIEREM. (REDAÇÃO DADA PELO ARTIGO 72 DA LEI 9.069, DE ) PARÁGRAFO TERCEIRO - CONSTITUI INFRAÇÃO, DE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO CLIENTE, PUNÍVEL COM MULTA DE 5 (CINCO) A 00 POR CENTO (CEM POR CEN- TO) DO VALOR DA OPERAÇÃO, A DECLARAÇÃO DE INFOR- MAÇÕES FALSAS NO FORMULÁRIO A QUE SE REFERE O PA- RÁGRAFO SEGUNDO. (REDAÇÃO DADA PELO ARTIGO 72 DA LEI 9.069, DE ) PARÁGRAFO QUARTO - CONSTITUI IN- FRAÇÃO, IMPUTÁVEL AO ESTABELECIMENTO BANCÁRIO E AO CORRETOR QUE INTERVIEREM NA OPERAÇÃO, PUNÍVEL COM MULTA EQUIVALENTE DE 5 (CINCO) A 00 POR CENTO (CEM POR CENTO) DO RESPECTIVO VALOR, PARA CADA UM DOS INFRATORES, A CLASSIFICAÇÃO INCORRETA, DENTRO DAS NORMAS FIXADAS PELO CONSELHO DA SUPERINTEN- DÊNCIA DA MOEDA E DO CRÉDITO, DAS INFORMAÇÕES PRES- TADAS PELO CLIENTE NO FORMULÁRIO A QUE SE REFERE O PARÁGRAFO SEGUNDO DESTE ARTIGO. PARÁGRAFO QUINTO - EM CASO DE REINCIDÊNCIA, PODERÁ O CONSELHO DA SU- PERINTENDÊNCIA DA MOEDA E DO CRÉDITO CASSAR A AU- TORIZAÇÃO PARA OPERAR EM CÂMBIO AOS ESTABELECI- MENTOS BANCÁRIOS QUE NEGLIGENCIAREM O CUMPRIMEN- TO DO DISPOSTO NO PRESENTE ARTIGO E PROPOR À AUTO- RIDADE COMPETENTE IGUAL MEDIDA EM RELAÇÃO AOS CORRETORES. PARÁGRAFO SEXTO - O TEXTO DO PRESENTE ARTIGO CONSTARÁ OBRIGATORIAMENTE DO FORMULÁRIO A QUE SE REFERE O PARÁGRAFO SEGUNDO.' PELO COMPRADOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AUTORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO ASSINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). PELO VENDEDOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AU- TORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO AS- SINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). PELO CORRETOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AU- TORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO AS- SINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). ANEXO : 4 - Modelo de contrato de câmbio de venda tipo 4 CONTRATO DE CÂMBIO DE VENDA -TIPO 04 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS P/ O EXTERIOR NR. / DE / / FL. NR. 0 AS PARTES A SEGUIR DENOMINADAS, RESPECTIVAMENTE, VENDEDOR E COMPRADOR, CONTRATAM A PRESENTE OPE- RAÇÃO DE CÂMBIO, NAS CONDIÇÕES AQUI ESTIPULA- DAS. VENDEDOR: CNPJ: ENDEREÇO: COMPRADOR: CNPJ: ENDEREÇO: MOEDA VALOR EM MOEDA ESTRANGEIRA: () VALOR EM MOEDA NACIONAL: () TAXA CAMBIAL LIQUIDAÇÃO ATÉ: FORMA DE ENTREGA DA MOEDA ESTRANGEIRA: NATUREZA DA OPERAÇÃO: DESCRIÇÃO...: RECEBEDOR NO EXTERIOR: PA Í S : NÚMERO DO REGISTRO RDE OU DA AUTORIZAÇÃO OU DO CERTIFICADO DO BANCO CENTRAL DO BRASIL: C O R R E TO R : CNPJ...: CLÁUSULAS CONTRATUAIS OUTRAS ESPECIFICAÇÕES CONTRATO DE CÂMBIO DE VENDA - TIPO 04 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS P/ O EXTERIOR NR. / DE / / FL. NR. 02 OS INTERVENIENTES NO PRESENTE CONTRATO DE CÂMBIO - COMPRADOR, VENDEDOR E CORRETOR - DECLARAM TER PLENO CONHECIMENTO DAS NORMAS CAMBIAIS VIGEN- TES, NOTADAMENTE DA LEI 4.3, DE , E ALTE- RAÇÕES SUBSEQÜENTES, EM ESPECIAL DO ARTIGO 23 DO CITADO DIPLOMA, 'VERBIS': 'ART AS OPERAÇÕES CAMBIAIS NO MERCADO DE TA- XA LIVRE SERÃO EFETUADAS ATRAVÉS DE ESTABELECI- MENTOS AUTORIZADOS A OPERAR EM CÂMBIO, COM A INTERVENÇÃO DE CORRETOR OFICIAL QUANDO PREVISTO EM LEI OU REGULAMENTO, RESPONDENDO AMBOS PELA IDENTIDADE DO CLIENTE, ASSIM COMO PELA CORRETA CLASSIFICAÇÃO DAS INFORMAÇÕES POR ESTE PRESTA- DAS, SEGUNDO NORMAS FIXADAS PELA SUPERINTENDÊN- CIA DA MOEDA E DO CRÉDITO. PARÁGRAFO PRIMEIRO - AS OPERAÇÕES QUE NÃO SE EN- QUADREM CLARAMENTE NOS ITENS ESPECÍFICOS DO CÓ- DIGO DE CLASSIFICAÇÃO ADOTADO PELA SUMOC, OU SE- JAM CLASSIFICÁVEIS EM RUBRICAS RESIDUAIS, COMO 'OUTROS' E 'DIVERSOS', SÓ PODERÃO SER REALIZADAS ATRAVÉS DO BANCO DO BRASIL S.A. PARÁGRAFO SEGUN- DO - CONSTITUI INFRAÇÃO IMPUTÁVEL AO ESTABELECI- MENTO BANCÁRIO, AO CORRETOR E AO CLIENTE, PUNÍ- VEL COM MULTA DE 50 (CINQÜENTA) A 300 POR CENTO (TREZENTOS POR CENTO) DO VALOR DA OPERAÇÃO PARA CADA UM DOS INFRATORES, A DECLARAÇÃO DE FALSA IDENTIDADE NO FORMULÁRIO QUE, EM NÚMERO DE VIAS E SEGUNDO O MODELO DETERMINADO PELO BANCO CEN- TRAL DO BRASIL, SERÁ EXIGIDO EM CADA OPERAÇÃO, ASSINADO PELO CLIENTE E VISADO PELO ESTABELECI- MENTO BANCÁRIO E PELO CORRETOR QUE NELA INTER- VIEREM. (REDAÇÃO DADA PELO ARTIGO 72 DA LEI 9.069, DE ) PARÁGRAFO TERCEIRO - CONSTITUI INFRA- ÇÃO, DE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO CLIENTE, PU- NÍVEL COM MULTA DE 5 (CINCO) A 00 POR CENTO (CEM POR CENTO) DO VALOR DA OPERAÇÃO, A DECLARAÇÃO DE INFORMAÇÕES FALSAS NO FORMULÁRIO A QUE SE RE- FERE O PARÁGRAFO SEGUNDO. (REDAÇÃO DADA PELO AR- TIGO 72 DA LEI 9.069, DE ) PARÁGRAFO QUARTO - CONSTITUI INFRAÇÃO, IMPUTÁVEL AO ESTABELECIMEN- TO BANCÁRIO E AO CORRETOR QUE INTERVIEREM NA OPERAÇÃO, PUNÍVEL COM MULTA EQUIVALENTE DE 5 (CINCO) A 00 POR CENTO (CEM POR CENTO) DO RESPEC- TIVO VALOR, PARA CADA UM DOS INFRATORES, A CLAS- SIFICAÇÃO INCORRETA, DENTRO DAS NORMAS FIXADAS PELO CONSELHO DA SUPERINTENDÊNCIA DA MOEDA E DO CRÉDITO, DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS PELO CLIENTE NO FORMULÁRIO A QUE SE REFERE O PARÁGRAFO SE- GUNDO DESTE ARTIGO. PARÁGRAFO QUINTO - EM CASO

46 46 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 DE REINCIDÊNCIA, PODERÁ O CONSELHO DA SUPERINTEN- DÊNCIA DA MOEDA E DO CRÉDITO CASSAR A AUTORI- ZAÇÃO PARA OPERAR EM CÂMBIO AOS ESTABELECIMEN- TOS BANCÁRIOS QUE NEGLIGENCIAREM O CUMPRIMENTO DO DISPOSTO NO PRESENTE ARTIGO E PROPOR À AUTO- RIDADE COMPETENTE IGUAL MEDIDA EM RELAÇÃO AOS CORRETORES. PARÁGRAFO SEXTO - O TEXTO DO PRESEN- TE ARTIGO CONSTARÁ OBRIGATORIAMENTE DO FORMU- LÁRIO A QUE SE REFERE O PARÁGRAFO SEGUNDO.' PELO VENDEDOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AU- TORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO AS- SINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). PELO COMPRADOR: NOME, CPF E OU ASSINATURA MA- NUAL AUTORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO ASSINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSI- NATURA DIGITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚBLICAS (ICP-BRASIL). PELO CORRETOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AU- TORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO AS- SINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). ANEXO : 5 - Modelo de contrato de câmbio de compra tipo 5 CONTRATO DE CÂMBIO DE COMPRA - TIPO 05 INTERBANCÁRIO NR. / DE / / FL. NR. 0 AS PARTES A SEGUIR DENOMINADAS, RESPECTIVAMENTE, COMPRADOR E VENDEDOR, CONTRATAM A PRESENTE OPE- RAÇÃO DE CÂMBIO, NAS CONDIÇÕES AQUI ESTIPULA- DAS. COMPRADOR: CNPJ: ENDEREÇO: VENDEDOR: CNPJ: ENDEREÇO: MOEDA: VALOR EM MOEDA ESTRANGEIRA: VALOR EM MOEDA NACIONAL: LIQUIDAÇÃO EM : TAXA CAMBIAL: FORMA DE ENTREGA DA MOEDA ESTRANGEIRA: NATUREZA DA OPERAÇÃO: DESCRIÇÃO: PRÊMIO: A D I A N TA M E N TO : C O R R E TO R : CNPJ: CLÁUSULAS CONTRATUAIS: OUTRAS ESPECIFICAÇÕES: CONTRATO DE CÂMBIO DE COMPRA - TIPO 05 INTERBANCÁRIO NR. / DE / / FL. NR. 02 OS INTERVENIENTES NO PRESENTE CONTRATO DE CÂMBIO - COMPRADOR, VENDEDOR E CORRETOR - DECLARAM TER PLENO CONHECIMENTO DAS NORMAS CAMBIAIS VIGEN- TES, NOTADAMENTE DA LEI 4.3, DE , E ALTE- RAÇÕES SUBSEQÜENTES, EM ESPECIAL DO ARTIGO 23 DO CITADO DIPLOMA, 'VERBIS': 'ART AS OPERAÇÕES CAMBIAIS NO MERCADO DE TA- XA LIVRE SERÃO EFETUADAS ATRAVÉS DE ESTABELECI- MENTOS AUTORIZADOS A OPERAR EM CÂMBIO, COM A INTERVENÇÃO DE CORRETOR OFICIAL QUANDO PREVISTO EM LEI OU REGULAMENTO, RESPONDENDO AMBOS PELA IDENTIDADE DO CLIENTE, ASSIM COMO PELA CORRETA CLASSIFICAÇÃO DAS INFORMAÇÕES POR ESTE PRESTA- DAS, SEGUNDO NORMAS FIXADAS PELA SUPERINTENDÊN- CIA DA MOEDA E DO CRÉDITO. PARÁGRAFO PRIMEIRO - AS OPERAÇÕES QUE NÃO SE EN- QUADREM CLARAMENTE NOS ITENS ESPECÍFICOS DO CÓ- DIGO DE CLASSIFICAÇÃO ADOTADO PELA SUMOC, OU SE- JAM CLASSIFICÁVEIS EM RUBRICAS RESIDUAIS, COMO 'OUTROS' E 'DIVERSOS', SÓ PODERÃO SER REALIZADAS ATRAVÉS DO BANCO DO BRASIL S.A. PARÁGRAFO SEGUN- DO - CONSTITUI INFRAÇÃO IMPUTÁVEL AO ESTABELECI- MENTO BANCÁRIO, AO CORRETOR E AO CLIENTE, PUNÍ- VEL COM MULTA DE 50 (CINQÜENTA) A 300 POR CENTO (TREZENTOS POR CENTO) DO VALOR DA OPERAÇÃO PARA CADA UM DOS INFRATORES, A DECLARAÇÃO DE FALSA IDENTIDADE NO FORMULÁRIO QUE, EM NÚMERO DE VIAS E SEGUNDO O MODELO DETERMINADO PELO BANCO CEN- TRAL DO BRASIL, SERÁ EXIGIDO EM CADA OPERAÇÃO, ASSINADO PELO CLIENTE E VISADO PELO ESTABELECI- MENTO BANCÁRIO E PELO CORRETOR QUE NELA INTER- VIEREM. (REDAÇÃO DADA PELO ARTIGO 72 DA LEI 9.069, DE ) PARÁGRAFO TERCEIRO - CONSTITUI INFRA- ÇÃO, DE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO CLIENTE, PU- NÍVEL COM MULTA DE 5 (CINCO) A 00 POR CENTO (CEM POR CENTO) DO VALOR DA OPERAÇÃO, A DECLARAÇÃO DE INFORMAÇÕES FALSAS NO FORMULÁRIO A QUE SE RE- FERE O PARÁGRAFO SEGUNDO. (REDAÇÃO DADA PELO AR- TIGO 72 DA LEI 9.069, DE ) PARÁGRAFO QUARTO - CONSTITUI INFRAÇÃO, IMPUTÁVEL AO ESTABELECIMEN- TO BANCÁRIO E AO CORRETOR QUE INTERVIEREM NA OPERAÇÃO, PUNÍVEL COM MULTA EQUIVALENTE DE 5 (CINCO) A 00 POR CENTO (CEM POR CENTO) DO RESPEC- TIVO VALOR, PARA CADA UM DOS INFRATORES, A CLAS- SIFICAÇÃO INCORRETA, DENTRO DAS NORMAS FIXADAS PELO CONSELHO DA SUPERINTENDÊNCIA DA MOEDA E DO CRÉDITO, DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS PELO CLIENTE NO FORMULÁRIO A QUE SE REFERE O PARÁGRAFO SE- GUNDO DESTE ARTIGO. PARÁGRAFO QUINTO - EM CASO DE REINCIDÊNCIA, PODERÁ O CONSELHO DA SUPERINTEN- DÊNCIA DA MOEDA E DO CRÉDITO CASSAR A AUTORI- ZAÇÃO PARA OPERAR EM CÂMBIO AOS ESTABELECIMEN- TOS BANCÁRIOS QUE NEGLIGENCIAREM O CUMPRIMENTO DO DISPOSTO NO PRESENTE ARTIGO E PROPOR À AUTO- RIDADE COMPETENTE IGUAL MEDIDA EM RELAÇÃO AOS CORRETORES. PARÁGRAFO SEXTO - O TEXTO DO PRESEN- TE ARTIGO CONSTARÁ OBRIGATORIAMENTE DO FORMU- LÁRIO A QUE SE REFERE O PARÁGRAFO SEGUNDO.' PELO COMPRADOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AUTORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO ASSINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). PELO VENDEDOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AU- TORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO AS- SINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). PELO CORRETOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AU- TORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO AS- SINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). <!ID > ANEXO : 6 - Modelo de contrato de câmbio de venda tipo 6 CONTRATO DE CÂMBIO DE VENDA - TIPO 06 INTERBANCÁRIO NR. / DE / / FL. NR. 0 AS PARTES A SEGUIR DENOMINADAS, RESPECTIVAMENTE, VENDEDOR E COMPRADOR, CONTRATAM A PRESENTE OPE- RAÇÃO DE CÂMBIO, NAS CONDIÇÕES AQUI ESTIPULA- DAS. VENDEDOR: CNPJ: ENDEREÇO: COMPRADOR: CNPJ: ENDEREÇO: MOEDA: TAXA CAMBIAL: VALOR EM MOEDA ESTRANGEIRA: VALOR EM MOEDA NACIONAL: LIQUIDAÇÃO EM: FORMA DE ENTREGA DA MOE- DA ESTRANGEIRA: NATUREZA DA OPERAÇÃO: DESCRIÇÃO: PRÊMIO: A D I A N TA M E N TO : C O R R E TO R : CNPJ: CLÁUSULAS CONTRATUAIS: OUTRAS ESPECIFICAÇÕES: CONTRATO DE CÂMBIO DE VENDA - TIPO 06 INTERBANCÁRIO NR. / DE / / FL. NR. 02 OS INTERVENIENTES NO PRESENTE CONTRATO DE CÂMBIO - COMPRADOR, VENDEDOR E CORRETOR - DECLARAM TER PLENO CONHECIMENTO DAS NORMAS CAMBIAIS VIGEN- TES, NOTADAMENTE DA LEI 4.3, DE , E ALTE- RAÇÕES SUBSEQÜENTES, EM ESPECIAL DO ARTIGO 23 DO CITADO DIPLOMA, 'VERBIS': 'ART AS OPERAÇÕES CAMBIAIS NO MERCADO DE TA- XA LIVRE SERÃO EFETUADAS ATRAVÉS DE ESTABELECI- MENTOS AUTORIZADOS A OPERAR EM CÂMBIO, COM A INTERVENÇÃO DE CORRETOR OFICIAL QUANDO PREVISTO EM LEI OU REGULAMENTO, RESPONDENDO AMBOS PELA IDENTIDADE DO CLIENTE, ASSIM COMO PELA CORRETA CLASSIFICAÇÃO DAS INFORMAÇÕES POR ESTE PRESTA- DAS, SEGUNDO NORMAS FIXADAS PELA SUPERINTENDÊN- CIA DA MOEDA E DO CRÉDITO. PARÁGRAFO PRIMEIRO - AS OPERAÇÕES QUE NÃO SE EN- QUADREM CLARAMENTE NOS ITENS ESPECÍFICOS DO CÓ- DIGO DE CLASSIFICAÇÃO ADOTADO PELA SUMOC, OU SE- JAM CLASSIFICÁVEIS EM RUBRICAS RESIDUAIS, COMO 'OUTROS' E 'DIVERSOS', SÓ PODERÃO SER REALIZADAS ATRAVÉS DO BANCO DO BRASIL S.A. PARÁGRAFO SEGUN- DO - CONSTITUI INFRAÇÃO IMPUTÁVEL AO ESTABELECI- MENTO BANCÁRIO, AO CORRETOR E AO CLIENTE, PUNÍ- VEL COM MULTA DE 50 (CINQÜENTA) A 300 POR CENTO (TREZENTOS POR CENTO) DO VALOR DA OPERAÇÃO PARA CADA UM DOS INFRATORES, A DECLARAÇÃO DE FALSA IDENTIDADE NO FORMULÁRIO QUE, EM NÚMERO DE VIAS E SEGUNDO O MODELO DETERMINADO PELO BANCO CEN- TRAL DO BRASIL, SERÁ EXIGIDO EM CADA OPERAÇÃO, ASSINADO PELO CLIENTE E VISADO PELO ESTABELECI- MENTO BANCÁRIO E PELO CORRETOR QUE NELA INTER- VIEREM. (REDAÇÃO DADA PELO ARTIGO 72 DA LEI 9.069, DE ) PARÁGRAFO TERCEIRO - CONSTITUI INFRA- ÇÃO, DE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO CLIENTE, PU- NÍVEL COM MULTA DE 5 (CINCO) A 00 POR CENTO (CEM POR CENTO) DO VALOR DA OPERAÇÃO, A DECLARAÇÃO DE INFORMAÇÕES FALSAS NO FORMULÁRIO A QUE SE RE- FERE O PARÁGRAFO SEGUNDO. (REDAÇÃO DADA PELO AR- TIGO 72 DA LEI 9.069, DE ) PARÁGRAFO QUARTO - CONSTITUI INFRAÇÃO, IMPUTÁVEL AO ESTABELECIMEN- TO BANCÁRIO E AO CORRETOR QUE INTERVIEREM NA OPERAÇÃO, PUNÍVEL COM MULTA EQUIVALENTE DE 5 (CINCO) A 00 POR CENTO (CEM POR CENTO) DO RESPEC- TIVO VALOR, PARA CADA UM DOS INFRATORES, A CLAS- SIFICAÇÃO INCORRETA, DENTRO DAS NORMAS FIXADAS PELO CONSELHO DA SUPERINTENDÊNCIA DA MOEDA E DO CRÉDITO, DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS PELO CLIENTE NO FORMULÁRIO A QUE SE REFERE O PARÁGRAFO SE- GUNDO DESTE ARTIGO. PARÁGRAFO QUINTO - EM CASO DE REINCIDÊNCIA, PODERÁ O CONSELHO DA SUPERINTEN- DÊNCIA DA MOEDA E DO CRÉDITO CASSAR A AUTORI- ZAÇÃO PARA OPERAR EM CÂMBIO AOS ESTABELECIMEN- TOS BANCÁRIOS QUE NEGLIGENCIAREM O CUMPRIMENTO DO DISPOSTO NO PRESENTE ARTIGO E PROPOR À AUTO- RIDADE COMPETENTE IGUAL MEDIDA EM RELAÇÃO AOS CORRETORES. PARÁGRAFO SEXTO - O TEXTO DO PRESEN- TE ARTIGO CONSTARÁ OBRIGATORIAMENTE DO FORMU- LÁRIO A QUE SE REFERE O PARÁGRAFO SEGUNDO.' PELO VENDEDOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AU- TORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO AS- SINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). PELO COMPRADOR: NOME, CPF E OU ASSINATURA MA- NUAL AUTORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO ASSINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSI- NATURA DIGITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚBLICAS (ICP-BRASIL). PELO CORRETOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AU- TORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO AS- SINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). ANEXO : 7 - Modelo de contrato de câmbio de compra tipo 7 CONTRATO DE CÂMBIO DE COMPRA - TIPO 07 A LT E R A Ç Ã O NR. / DE / / FL. NR. 0 AS PARTES A SEGUIR DENOMINADAS, RESPECTIVAMENTE, COMPRADOR E VENDEDOR, NESSA QUALIDADE INTERVE- NIENTES NO CONTRATO DE CÂMBIO DE CARACTERÍSTICAS AQUI DESCRITAS, CONVÊM NA REALIZAÇÃO DAS SEGUIN- TES ALTERAÇÕES, AS QUAIS FICAM FAZENDO PARTE IN- TEGRANTE DO MESMO. COMPRADOR: CNPJ: ENDEREÇO: VENDEDOR: CNPJ: ENDEREÇO: VALOR A QUE SE APLICA ESTA ALTERAÇÃO: A LT E R A Ç Õ E S : CLÁUSULAS CONTRATUAIS: OUTRAS ESPECIFICAÇÕES: PELO COMPRADOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AUTORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO ASSINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). PELO VENDEDOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AU- TORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO AS- SINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). PELO CORRETOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AU- TORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO AS- SINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL).

47 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN ANEXO : 8 - Modelo de contrato de câmbio de venda tipo 8 CONTRATO DE CÂMBIO DE VENDA - TIPO 08 A LT E R A Ç Ã O NR. / DE / / FL. NR. 0 AS PARTES A SEGUIR DENOMINADAS, RESPECTIVAMENTE, VENDEDOR E COMPRADOR, NESSA QUALIDADE INTERVE- NIENTES NO CONTRATO DE CÂMBIO DE CARACTERÍSTICAS AQUI DESCRITAS, CONVÊM NA REALIZAÇÃO DAS SEGUIN- TES ALTERAÇÕES, AS QUAIS FICAM FAZENDO PARTE IN- TEGRANTE DO MESMO. VENDEDOR: CNPJ: ENDEREÇO: COMPRADOR: CNPJ: ENDEREÇO: VALOR A QUE SE APLICA ESTA ALTERAÇÃO: A LT E R A Ç Õ E S : CLÁUSULAS CONTRATUAIS: OUTRAS ESPECIFICAÇÕES: PELO VENDEDOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AU- TORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO AS- SINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). PELO COMPRADOR: NOME, CPF E OU ASSINATURA MA- NUAL AUTORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO ASSINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSI- NATURA DIGITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚBLICAS (ICP-BRASIL). PELO CORRETOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AU- TORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO AS- SINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). ANEXO : 9 - Modelo de contrato de câmbio de compra tipo 9 CONTRATO DE CÂMBIO DE COMPRA - TIPO 09 C A N C E L A M E N TO NR. / DE / / FL. NR. 0 AS PARTES A SEGUIR DENOMINADAS, RESPECTIVAMENTE, COMPRADOR E VENDEDOR, CONTRATAM A PRESENTE OPE- RAÇÃO DE CÂMBIO, NAS CONDIÇÕES AQUI ESTIPULA- DAS. COMPRADOR: CNPJ: ENDEREÇO: VENDEDOR: CNPJ: ENDEREÇO: MOEDA: TAXA CAMBIAL: VALOR EM MOEDA ESTRANGEIRA CANCELADO: VALOR EM MOEDA NACIONAL CANCELADO: CLÁUSULAS CONTRATUAIS: OUTRAS ESPECIFICAÇÕES: CONTRATO DE CÂMBIO DE COMPRA - TIPO 09 C A N C E L A M E N TO NR. / DE / / FL. NR. 02 OS INTERVENIENTES NO PRESENTE CONTRATO DE CÂMBIO - COMPRADOR, VENDEDOR E CORRETOR - DECLARAM TER PLENO CONHECIMENTO DAS NORMAS CAMBIAIS VIGEN- TES, NOTADAMENTE DA LEI 4.3, DE , E ALTE- RAÇÕES SUBSEQÜENTES, EM ESPECIAL DO ARTIGO 23 DO CITADO DIPLOMA, 'VERBIS': 'ART AS OPERAÇÕES CAMBIAIS NO MERCADO DE TA- XA LIVRE SERÃO EFETUADAS ATRAVÉS DE ESTABELECI- MENTOS AUTORIZADOS A OPERAR EM CÂMBIO, COM A INTERVENÇÃO DE CORRETOR OFICIAL QUANDO PREVISTO EM LEI OU REGULAMENTO, RESPONDENDO AMBOS PELA IDENTIDADE DO CLIENTE, ASSIM COMO PELA CORRETA CLASSIFICAÇÃO DAS INFORMAÇÕES POR ESTE PRESTA- DAS, SEGUNDO NORMAS FIXADAS PELA SUPERINTENDÊN- CIA DA MOEDA E DO CRÉDITO. PARÁGRAFO PRIMEIRO - AS OPERAÇÕES QUE NÃO SE EN- QUADREM CLARAMENTE NOS ITENS ESPECÍFICOS DO CÓ- DIGO DE CLASSIFICAÇÃO ADOTADO PELA SUMOC, OU SE- JAM CLASSIFICÁVEIS EM RUBRICAS RESIDUAIS, COMO 'OUTROS' E 'DIVERSOS', SÓ PODERÃO SER REALIZADAS ATRAVÉS DO BANCO DO BRASIL S.A. PARÁGRAFO SEGUN- DO - CONSTITUI INFRAÇÃO IMPUTÁVEL AO ESTABELECI- MENTO BANCÁRIO, AO CORRETOR E AO CLIENTE, PUNÍ- VEL COM MULTA DE 50 (CINQÜENTA) A 300 POR CENTO (TREZENTOS POR CENTO) DO VALOR DA OPERAÇÃO PARA CADA UM DOS INFRATORES, A DECLARAÇÃO DE FALSA IDENTIDADE NO FORMULÁRIO QUE, EM NÚMERO DE VIAS E SEGUNDO O MODELO DETERMINADO PELO BANCO CEN- TRAL DO BRASIL, SERÁ EXIGIDO EM CADA OPERAÇÃO, ASSINADO PELO CLIENTE E VISADO PELO ESTABELECI- MENTO BANCÁRIO E PELO CORRETOR QUE NELA INTER- VIEREM. (REDAÇÃO DADA PELO ARTIGO 72 DA LEI 9.069, DE ) PARÁGRAFO TERCEIRO - CONSTITUI INFRA- ÇÃO, DE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO CLIENTE, PU- NÍVEL COM MULTA DE 5 (CINCO) A 00 POR CENTO (CEM POR CENTO) DO VALOR DA OPERAÇÃO, A DECLARAÇÃO DE INFORMAÇÕES FALSAS NO FORMULÁRIO A QUE SE RE- FERE O PARÁGRAFO SEGUNDO. (REDAÇÃO DADA PELO AR- TIGO 72 DA LEI 9.069, DE ) PARÁGRAFO QUARTO - CONSTITUI INFRAÇÃO, IMPUTÁVEL AO ESTABELECIMEN- TO BANCÁRIO E AO CORRETOR QUE INTERVIEREM NA OPERAÇÃO, PUNÍVEL COM MULTA EQUIVALENTE DE 5 (CINCO) A 00 POR CENTO (CEM POR CENTO) DO RESPEC- TIVO VALOR, PARA CADA UM DOS INFRATORES, A CLAS- SIFICAÇÃO INCORRETA, DENTRO DAS NORMAS FIXADAS PELO CONSELHO DA SUPERINTENDÊNCIA DA MOEDA E DO CRÉDITO, DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS PELO CLIENTE NO FORMULÁRIO A QUE SE REFERE O PARÁGRAFO SE- GUNDO DESTE ARTIGO. PARÁGRAFO QUINTO - EM CASO DE REINCIDÊNCIA, PODERÁ O CONSELHO DA SUPERINTEN- DÊNCIA DA MOEDA E DO CRÉDITO CASSAR A AUTORI- ZAÇÃO PARA OPERAR EM CÂMBIO AOS ESTABELECIMEN- TOS BANCÁRIOS QUE NEGLIGENCIAREM O CUMPRIMENTO DO DISPOSTO NO PRESENTE ARTIGO E PROPOR À AUTO- RIDADE COMPETENTE IGUAL MEDIDA EM RELAÇÃO AOS CORRETORES. PARÁGRAFO SEXTO - O TEXTO DO PRESEN- TE ARTIGO CONSTARÁ OBRIGATORIAMENTE DO FORMU- LÁRIO A QUE SE REFERE O PARÁGRAFO SEGUNDO.' PELO COMPRADOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AUTORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO ASSINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). PELO VENDEDOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AU- TORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO AS- SINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). PELO CORRETOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AU- TORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO AS- SINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). ANEXO : 0 - Modelo de contrato de câmbio de venda tipo 0 CONTRATO DE CÂMBIO DE VENDA - TIPO 0 C A N C E L A M E N TO NR. / DE / / FL. NR. 0 AS PARTES A SEGUIR DENOMINADAS, RESPECTIVAMENTE, VENDEDOR E COMPRADOR, CONTRATAM A PRESENTE OPE- RAÇÃO DE CÂMBIO, NAS CONDIÇÕES AQUI ESTIPULA- DAS. VENDEDOR: CNPJ: ENDEREÇO: COMPRADOR: CNPJ: ENDEREÇO: MOEDA: TAXA CAMBIAL: VALOR EM MOEDA ESTRANGEIRA CANCELADO: VALOR EM MOEDA NACIONAL CANCELADO: CLÁUSULAS CONTRATUAIS: OUTRAS ESPECIFICAÇÕES: CONTRATO DE CÂMBIO DE VENDA - TIPO 0 C A N C E L A M E N TO NR. / DE / / FL. NR. 02 OS INTERVENIENTES NO PRESENTE CONTRATO DE CÂMBIO - COMPRADOR, VENDEDOR E CORRETOR - DECLARAM TER PLENO CONHECIMENTO DAS NORMAS CAMBIAIS VIGEN- TES, NOTADAMENTE DA LEI 4.3, DE , E ALTE- RAÇÕES SUBSEQÜENTES, EM ESPECIAL DO ARTIGO 23 DO CITADO DIPLOMA, 'VERBIS': 'ART AS OPERAÇÕES CAMBIAIS NO MERCADO DE TA- XA LIVRE SERÃO EFETUADAS ATRAVÉS DE ESTABELECI- MENTOS AUTORIZADOS A OPERAR EM CÂMBIO, COM A INTERVENÇÃO DE CORRETOR OFICIAL QUANDO PREVISTO EM LEI OU REGULAMENTO, RESPONDENDO AMBOS PELA IDENTIDADE DO CLIENTE, ASSIM COMO PELA CORRETA CLASSIFICAÇÃO DAS INFORMAÇÕES POR ESTE PRESTA- DAS, SEGUNDO NORMAS FIXADAS PELA SUPERINTENDÊN- CIA DA MOEDA E DO CRÉDITO. PARÁGRAFO PRIMEIRO - AS OPERAÇÕES QUE NÃO SE EN- QUADREM CLARAMENTE NOS ITENS ESPECÍFICOS DO CÓ- DIGO DE CLASSIFICAÇÃO ADOTADO PELA SUMOC, OU SE- JAM CLASSIFICÁVEIS EM RUBRICAS RESIDUAIS, COMO 'OUTROS' E 'DIVERSOS', SÓ PODERÃO SER REALIZADAS ATRAVÉS DO BANCO DO BRASIL S.A. PARÁGRAFO SEGUN- DO - CONSTITUI INFRAÇÃO IMPUTÁVEL AO ESTABELECI- MENTO BANCÁRIO, AO CORRETOR E AO CLIENTE, PUNÍ- VEL COM MULTA DE 50 (CINQÜENTA) A 300 POR CENTO (TREZENTOS POR CENTO) DO VALOR DA OPERAÇÃO PARA CADA UM DOS INFRATORES, A DECLARAÇÃO DE FALSA IDENTIDADE NO FORMULÁRIO QUE, EM NÚMERO DE VIAS E SEGUNDO O MODELO DETERMINADO PELO BANCO CEN- TRAL DO BRASIL, SERÁ EXIGIDO EM CADA OPERAÇÃO, ASSINADO PELO CLIENTE E VISADO PELO ESTABELECI- MENTO BANCÁRIO E PELO CORRETOR QUE NELA INTER- VIEREM. (REDAÇÃO DADA PELO ARTIGO 72 DA LEI 9.069, DE ) PARÁGRAFO TERCEIRO - CONSTITUI INFRA- ÇÃO, DE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO CLIENTE, PU- NÍVEL COM MULTA DE 5 (CINCO) A 00 POR CENTO (CEM POR CENTO) DO VALOR DA OPERAÇÃO, A DECLARAÇÃO DE INFORMAÇÕES FALSAS NO FORMULÁRIO A QUE SE RE- FERE O PARÁGRAFO SEGUNDO. (REDAÇÃO DADA PELO AR- TIGO 72 DA LEI 9.069, DE ) PARÁGRAFO QUARTO - CONSTITUI INFRAÇÃO, IMPUTÁVEL AO ESTABELECIMEN- TO BANCÁRIO E AO CORRETOR QUE INTERVIEREM NA OPERAÇÃO, PUNÍVEL COM MULTA EQUIVALENTE DE 5 (CINCO) A 00 POR CENTO (CEM POR CENTO) DO RESPEC- TIVO VALOR, PARA CADA UM DOS INFRATORES, A CLAS- SIFICAÇÃO INCORRETA, DENTRO DAS NORMAS FIXADAS PELO CONSELHO DA SUPERINTENDÊNCIA DA MOEDA E DO CRÉDITO, DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS PELO CLIENTE NO FORMULÁRIO A QUE SE REFERE O PARÁGRAFO SE- GUNDO DESTE ARTIGO. PARÁGRAFO QUINTO - EM CASO DE REINCIDÊNCIA, PODERÁ O CONSELHO DA SUPERINTEN- DÊNCIA DA MOEDA E DO CRÉDITO CASSAR A AUTORI- ZAÇÃO PARA OPERAR EM CÂMBIO AOS ESTABELECIMEN- TOS BANCÁRIOS QUE NEGLIGENCIAREM O CUMPRIMENTO DO DISPOSTO NO PRESENTE ARTIGO E PROPOR À AUTO- RIDADE COMPETENTE IGUAL MEDIDA EM RELAÇÃO AOS CORRETORES. PARÁGRAFO SEXTO - O TEXTO DO PRESEN- TE ARTIGO CONSTARÁ OBRIGATORIAMENTE DO FORMU- LÁRIO A QUE SE REFERE O PARÁGRAFO SEGUNDO.' PELO VENDEDOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AU- TORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO AS- SINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). PELO COMPRADOR: NOME, CPF E OU ASSINATURA MA- NUAL AUTORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO ASSINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSI- NATURA DIGITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚBLICAS (ICP-BRASIL). PELO CORRETOR: NOME, CPF E ASSINATURA MANUAL AU- TORIZADA OU A EXPRESSÃO CONTRATO DE CÂMBIO AS- SINADO DIGITALMENTE, NO CASO DE ASSINATURA DI- GITAL NO ÂMBITO DA INFRA-ESTRUTURA DE CHAVES PÚ- BLICAS (ICP-BRASIL). ANEXO : - Modelo de boleto de compra e venda ANVERSO Agente Autorizado Código CLIENTE Comprovante nº Data [ ] COMPRA [ ] VENDA Nome/Razão Social CPF/CNPJ Endereço Cidade (UF) Te l e f o n e OPERAÇÃO - DADOS BÁSICOS Moeda Estrangeira - Símbolo e Valor Código da Natureza INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Taxa Cambial Valor em Moeda Nacional R$ R$ Código da Forma Data prevista para a viagem de Entrega Nome do corretor interveniente Assinatura manual autorizada ou a expressão boleto assinado digitalmente, no caso de assinatura digital no âmbito da Infra-Estrutura de Chaves Públicas (ICP-Brasil). Autenticação mecânica, assinatura manual O cliente declara ter pleno conhecimento do autorizada do agente negociador da moeda texto constante do respectivo contrato de câmbio, do artigo 23 da Lei 4.3, de , estrangeira ou a expressão boleto assinado e em especial dos seus 2 digitalmente, no caso de assinatura digital e 3 transcritos neste documento, bem como no âmbito da Infra-Estrutura de Chaves Públicas (ICP-Brasil). Capitais Internacionais, o qual do Regulamento do Mercado de Câmbio e rege a presente operação. Assinatura manual do cliente ou a expressão boleto assinado digitalmente, no caso de assinatura digital no âmbito da Infra-Estrutura de Chaves Públicas (ICP-Brasil).

48 48 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 VERSO OU ANVERSO, CONFORME A CONVENIÊNCIA Artigo 23 da Lei 4.3, 2 e 3 com a redação dada pelo artigo 72 da Lei 9.069, de : 2 - Constitui infração imputável ao estabelecimento bancário, ao corretor e ao cliente, punível com multa de 50 (cinqüenta) a 300% (trezentos por cento) do valor da operação para cada um dos infratores, a declaração de falsa identidade no formulário que, em número de vias e segundo o modelo determinado pelo Banco Central do Brasil, será exigido em cada operação, assinado pelo cliente e visado pelo estabelecimento bancário e pelo corretor que nela intervierem. 3 - Constitui infração, de responsabilidade exclusiva do cliente, punível com multa de 5 (cinco) a 00% (cem por cento) do valor da operação, a declaração de informações falsas no formulário a que se refere o 2. ANEXO : 2 - Encargo financeiro - modelo de comunicação ao síndico da massa falida Local e data Ao S r. _ Síndico da massa falida da empresa Prezado Senhor: Referimo-nos ao(s) contrato(s) de câmbio (tipo ou tipo 3) nº (S), de / /, celebrado(s) entre este banco e a empresa..., cujos termos pactuados não foram honrados, o que ensejou a sua baixa/cancelamento na forma da regulamentação pertinente. 2. Informo a existência de débito em nome daquela empresa, referente ao encargo financeiro de que trata o artigo 2 da Lei 7.738, de 9 de março de 989, determinado em função do cancelamento/baixa do(s) aludido(s) contrato(s). 3. O valor a ser recolhido é de R$ (por extenso) devido em / / (data do cancelamento ou baixa), obtido de acordo com as disposições do título, capítulo 3, seção 7 do Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais, divulgado pelo Banco Central do Brasil. 4. Em consonância com o º do artigo 2 da Lei 7.738/989, o pagamento do referido encargo deve ser efetuado a este banco. Atenciosamente, ANEXO : 3 - Encargo financeiro - modelo de cobrança do banco sob intervenção ou em liquidação extrajudicial ao vendedor da moeda estrangeira Local e data À (nome da empresa ) Prezados Senhores: Referimo-nos ao(s) contrato(s) de câmbio (tipo ou tipo 3) nº (S), de / /, celebrado(s) entre este banco e essa empresa, cujos termos pactuados não foram honrados, o que ensejou a sua baixa/cancelamento na forma da regulamentação pertinente. 2. A propósito, informo a existência de débito em nome dessa empresa referente ao encargo financeiro de que trata o artigo 2 da Lei 7.738, de 9 de março de 989, determinado em função do cancelamento/baixa do(s) aludido(s) contrato(s). 3. O valor a ser recolhido é de R$ (por extenso) devido em / / (data do cancelamento ou baixa), obtido de acordo com as disposições do título, capítulo 3, seção 7 do Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais, divulgado pelo Banco Central do Brasil. 4. Para fins de cumprimento do disposto no º do artigo 2 da Lei 7.738/989, o pagamento do encargo financeiro deve ser efetuado a este banco. Na impossibilidade do pagamento ser efetuado a este banco, o encargo deve ser recolhido diretamente ao Banco Central do Brasil. 5. Ressaltamos, finalmente que, a partir do 2º dia útil a contar da data do cancelamento/baixa do(s) aludido(s) contrato(s), incidirão encargos moratórios na forma da regulamentação vigente, podendo implicar, ainda, a inscrição do(s) débito(s) na Dívida Ativa da União. Atenciosamente, ANEXO : 4 - Modelo de comunicação do banco sob intervenção ou em liquidação extrajudicial ao síndico da massa falida Local e data Ao Sr. Síndico da massa falida da empresa Prezado Senhor: Referimo-nos ao(s) contrato(s) de câmbio (tipo ou tipo 3) nº (S), de / /, celebrado(s) entre este banco e a empresa..., cujos termos pactuados não foram honrados, o que ensejou a sua baixa/cancelamento na forma da regulamentação pertinente. 2. Informo a existência de débito em nome dessa empresa, referente ao encargo financeiro de que trata o artigo 2 da Lei 7.738, de 9 de março de 989, determinado em função do cancelamento/baixa do(s) aludido(s) contrato(s). 3. O valor a ser recolhido é de R$ (por extenso) devido em / / (data do cancelamento ou baixa), obtido de acordo com as disposições do título, capítulo 3, seção 7 do Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais, divulgado pelo Banco Central do Brasil. 4. Esclarecemos que, para fins de cumprimento do disposto no º do artigo 2 da Lei 7.738/989, o pagamento do encargo financeiro deve ser efetuado a este banco. Na impossibilidade do pagamento ser efetuado a este banco, o encargo deve ser recolhido diretamente ao Banco Central do Brasil. Atenciosamente, ANEXO : 5 - Ajuste Brasil/Hungria - Modelo de carta apresentando o resumo e a apuração dos valores líquidos a pagar e/ou a receber Ao BANCO CENTRAL DO BRA- SIL DECEC/GTSP2 ou DE- CEC/GTRJA local data Pedido n AJUSTE BRASIL/HUNGRIA Reembolso de Transações quantidade de anexos: Indicamos a seguir o movimento, desta data, correspondente a reembolsos de transações junto a esse Banco Central do Brasil, sob o Ajuste Brasil/Hungria. A FAVOR DESTE BANCO Reembolsos, conforme as solicitações anexas de n os... A FAVOR DO BANCO CENTRAL DO BRASIL US$ 2 Reembolsos por débitos no exterior referentes US$ às Declarações de Reembolsos anexas de n os... 3 Restituição a esse Banco Central por reembolso US$ indevido, conforme... 4 Juros e despesas devidos a esse Banco Central US$ 5 Total ( + 2 ) US$ VALOR LÍQUIDO A REEMBOLSAR 6 Importe que solicitamos transferir para nosso US$ crédito junto ao (banqueiro), na praça de, em (data) (-5) 7 Importe que faremos creditar a V.Sas., junto ao US$ (banqueiro), na praça de Nova Iorque, em (data), por meio do (banco pagador no exterior) (' 5 - ) identificação e assinatura de representante autorizado do banco ANEXO : 6 - Ajuste Brasil/Hungria - Modelo de declaração de reembolso devido ao Banco Central do Brasil relativo a operações de venda de câmbio Ao BANCO CENTRAL DO BRASIL DECEC/GTSP2 ou DECEC/GTRJA AJUSTE BRASIL/HUNGRIA Reembolso de Transações Instituição nome Declaração número praça data Declaramos que, nesta data, estamos promovendo o reembolso devido a esse Banco Central do Brasil, em dólares dos Estados Unidos, das seguintes operações relativas a vendas de câmbio realizadas por este banco sob o Ajuste Brasil/Hungria Instrumento de pagamento tipo (*) (*) tipo: Número indicado ao Exterbank para reembolso junto ao Banco Central To t a l Valor do reembolso devido (em US$) CC - carta de crédito CD - crédito e cobrança documentários LA - letra avalizada OP - ordem de pagamento GN - cheque nominativo Dados da operação de câmbio data número Data de referência Identificação e assinatura de representante autorizado do banco ANEXO : 7 - Ajuste Brasil/Hungria - Modelo de solicitação de reembolso Ao BANCO CENTRAL DO BRASIL AJUSTE BRASIL/HUNGRIA Solicitação de Reembolso Solicitação de Reembolso nº data partida contábil (campo a ser preenchido pelo Banco Central Nome e praça da instituição pagadora (banco brasileiro) Solicitamos o reembolso do valor correspondente às operações abaixo, em dólares dos Estados Unidos. ref. (*) (*) tipo: Dados do banqueiro no exterior nº indicado data de nome Praça US$ Observações para reembolso emissão CC - carta de crédito CD - crédito documentário GN - cheque nominativo LA - letra avalizada OP - ordem de pagamento CG - comissões e gastos To t a l Anexamos cópias dos Anexamos cópias dos documentos comprobatórios desta solicitação Identificação e assinatura autorizada da instituição solicitante ª via - DECEC/GTSP2 ou DECEC/GTRJA Devem ser impressas 3 vias desta solicitação da seguinte forma: ª via: conforme modelo; 2ª via: alterar a expressão "ª via - DECEC/GTSP2 ou DECEC/GTR- JA" para "2ª via - DERIN"; 3ª via: retirar o campo "partida contábil" e alterar a expressão "ª via - DECEC/GTSP2 ou DECEC/GTRJA" para "3ª via - banco solicitante". Obs.: no caso de carta de crédito, crédito/cobrança documentária ou letra avalizada, a coluna referente à data de emissão não deve ser preenchida. <!ID > ANEXO : 8 - CCR - Modelo de carta para adesão ao Convênio... local e data Ao Banco Central do Brasil Departamento da Dívida Externa e de Relações Internacionais - Derin Divisão de Registros e de Implementação de Convênios Internacionais - Direc Brasília - DF ALADI - Adesão ao Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos - CCR Prezados Senhores: Pela presente, solicitamos-lhe nossa inclusão na lista de bancos brasileiros autorizados a emitir cartas de créditos, a conceder aval em letras referentes a operações comerciais, a emitir ou avalizar notas promissórias relativas a operações comerciais, ao amparo do Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos em dólares dos Estados

49 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN Unidos, sob o sistema de autorização global de reembolso que esse Estabelecimento tenha celebrado, ou venha a celebrar, de conformidade com o Acordo Geral firmado entre bancos centrais dos países membros da ALADI, datado de 22 de setembro de 965, e modificações posteriores. 2. Ao fazermos a presente solicitação damos nossa concordância às seguintes condições: I - as operações que venham a ter curso pelo Convênio sob referência obedecerão às normas constantes do capítulo 7 do título do Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais - RMCCI e às disposições que as substituam ou complementem, durante a vigência da autorização que ora solicitamos, sem prejuízo do fornecimento de informações adicionais que, a critério desse Banco Central do Brasil, forem julgadas necessárias; II - os instrumentos de pagamento referidos no item anterior que venham a ser por nós emitidos ou avalizados sob o sistema de autorização global de reembolso o serão exclusivamente através de banco autorizado, cujo nome conste de lista divulgada por meio do Sisbacen, transação PCCR90; III - as eventuais diferenças ou discrepâncias na execução de instrumentos de pagamento serão ajustadas entre este estabelecimento e respectivos banqueiros, considerando inclusive as "Regras e Usos Uniformes Relativos a Créditos Documentários (em vigor)", da Câmara de Comércio Internacional, e não implicarão responsabilidade alguma para esse Banco Central do Brasil. 3. Comprometemo-nos, de forma irrevogável, a efetuar o recolhimento a esse Banco Central do Brasil, na forma e no momento que forem determinados, dos valores em dólares dos Estados Unidos correspondentes a: I - pagamentos efetuados no exterior, por conta de cartas de crédito por nós emitidas ao amparo do Convênio, ainda que se trate de pagamento feito sem o regular cumprimento das condições do referido crédito; II - pagamentos efetuados no exterior, por conta de quaisquer outros documentos que tenhamos emitido ou avalizado, ao amparo do Convênio; III - quaisquer importâncias anteriormente reembolsadas a este Banco em decorrência de operações cursadas ao amparo do CCR, em que o pagamento por nós efetuado no País venha a ser impugnado no exterior; IV - juros que lhes sejam devidos, na forma das disposições que regulamentam a matéria, por restituições de reembolsos, a que alude a alínea anterior, ou por eventual atraso, de responsabilidade deste Estabelecimento, na efetivação de recolhimentos a essa Autarquia. 4. Fica essa Autarquia autorizada a efetuar o lançamento a débito em nosso Resumo Diário das importâncias citadas no item anterior e não honradas por esta instituição, bem como dos valores relativos a taxas de administração incidentes sobre as respectivas operações. 5. Outrossim, fica entendido que: I - o valor total dos instrumentos emitidos ou avalizados ao amparo da autorização que ora solicitamos não ultrapassará, em conjunto, o limite que nos seja atribuído para tal fim por esse Banco Central do Brasil, ficando sob nossa inteira responsabilidade o controle desse limite; II - as operações que, eventualmente, excederem o referido limite, bem como aquelas de curso irregular, estarão sujeitas, sem prejuízo das sanções legais e regulamentares cabíveis, a: a) pagamentos de encargos financeiros no mínimo compatíveis com os previstos nas seções 6e7docapítulo 7 do título do RMC- CI; b) cumulativamente, a pena de suspensão da autorização para operar no Convênio por período(s) determinado(s) por essa Autarquia, podendo ser definitiva. 6. Finalmente, no que respeita aos pagamentos que venhamos a executar ao amparo do Convênio de que se trata, fica convencionado que, salvo comunicação em contrário dessa Autarquia, poderemos efetuá-los sem necessidade de prévia anuência, no entendimento de que nos será prontamente concedido o reembolso do valor em dólares dos Estados Unidos dos pagamentos, desde que os requisitos das operações se harmonizem com as instruções baixadas por esse Banco Central do Brasil. ANEXO : 9 - CCR - Desconto de títulos... local e data Proposta nº... Ao BANCO CENTRAL DO BRASIL Ref.: CONVÊNIOS DE PAGAMENTOS E CRÉDITOS RECÍPRO- COS - Desconto de título de crédito relativo a exportação brasileira Prezados Senhores: Propomos o desconto, na forma das instruções em vigor, do anexo título nº..., de...(data)..., no valor de US$...(em algarismos e por extenso)..., vencível em...(data)..., relativo a carta de crédito reembolsável sob o Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos Brasil/...(país)..., sob o nº SICAP/ALADI..., e correspondente a exportação de mercadoria embarcada em...(data) Assumimos o compromisso irrevogável de reembolsar o Banco Central do Brasil pelo valor integral do título, cujo desconto ora propomos, na data de seu vencimento. Cálculo do Desconto Taxa de desconto: Prazo em dias: Valor do título: US$ Valor do desconto: US$ Líquido: US$ Saudações Banco... Assinatura(s) autorizada(s) ANEXO : 20 - CCR - Numeração dos instrumentos. Para o curso de instrumento sob o Convênio é obrigatória a sua identificação mediante o código de reembolso "SICAP/ALADI", cujas características estão definidas a seguir. 2. A numeração fornecida pela instituição autorizada para emissão de instrumento cursável pelo CCR é formada por 3 dígitos representativos do código de reembolso e por 4 dígitos relativos à seqüência eventual de reembolso. 3. A composição dos números é feita da seguinte forma: banco/praça (4 dígitos), tipo de instrumento ( dígito), ano de emissão ( dígito), número sequencial (6 dígitos), dígito verificador ( dígito) e seqüência eventual de reembolso (4 dígitos). 4. Relativamente ao conteúdo de cada um dos campos acima mencionados, deve ser observado o seguinte: a) banco/praça : utilizado para identificar as instituições autorizadas e suas respectivas praças; b) tipo de instrumento : os instrumentos de pagamento cursados sob o Convênio possuem as seguintes características: Instrumento número identificador referência relativa a juros referência relativa a comissões e gastos - carta de crédito (CC) CCI CG - crédito documentário (CD) CDI CG - letras correspondentes a operações comerciais avalizadas por 2 LAI - instituições autorizadas (LA) - notas promissórias relativas a operações comerciais emitidas ou avalizadas por instituições autorizadas (PA) 3 PA I - c) ano de emissão : se refere ao ano que gerou o código de reembolso, utilizando-se o último dígito do número do ano correspondente (por exemplo, 2004, se utiliza o 4); d) número seqüencial : constituído de 6 algarismos, com zeros à esquerda quando necessário, sendo gerado no momento da emissão do instrumento; e) dígito verificador : se calcula sobre os primeiros doze dígitos do código de reembolso, de acordo com o método abaixo indicado e ocupará o 3º lugar. Os dois últimos dígitos de seqüência eventual, adiante descrita, não entrarão no cálculo do dígito verificador. e.) cálculo do dígito verificador: - Multiplique cada um dos 2 dígitos do código de reembolso pelos fatores,2,,2, sucessivamente, começando pela esquerda; - Some os dígitos dos produtos, naqueles casos em que resultarem com mais de um dígito; - Some os números obtidos e subtraia este resultado da dezena seguinte. A diferença é o dígito verificador. Exemplo: dados: banco/praça tipo de instrumento - ano de emissão (994) 4 - número de seqüência cálculo: - número básico fatores multiplicação,4,0,2,,8,0,2,5,6,4,0 - dígitos,4,0,3,,8,0,2,5,7,4,0 - soma =35 - dezena seguinte 40 - diferença 40-35=5 - dígito verificador 5; f) seqüência eventual de reembolso: consta de 4 dígitos e será utilizada para pagamentos parciais vinculados, identificados por um mesmo código de reembolso. A responsabilidade por sua indicação caberá à instituição emissora, quando o instrumento preveja o pagamento parcelado, ou à instituição que deva efetuar o reembolso, quando por seu intermédio se realiza o fracionamento do valor; g) regularidade da formatação: compete às instituições o exame da regularidade da formatação do número de referência atribuído aos documentos por elas transacionados, inclusive do dígito verificador. ANEXO : 2 - CCR - Descrição do fluxo de exportação através do Convênio. CARTAS DE CRÉDITO DOCUMENTÁRIO:. Operações à vista, amparadas em carta de crédito irrevogável, negociada sem discrepâncias: a) o banco no exterior emite o crédito a cargo do banco brasileiro; b) o banco brasileiro negocia o crédito, remete os documentos relativos à exportação ao banco no exterior e solicita o pagamento do valor negociado ao Banco Central do Brasil; c) o Banco Central do Brasil reembolsa o banco brasileiro e debita o banco central do exterior; d) o banco no exterior recebe os documentos; e e) reembolsa o banco central de seu país..2 Operações a prazo, amparadas em carta de crédito irrevogável, negociada sem discrepâncias: a) o banco no exterior emite o crédito a cargo do banco brasileiro; b) o banco brasileiro remete os documentos relativos à exportação ao banco no exterior; c) o banco no exterior recebe os documentos; d) o banco brasileiro, no respectivo vencimento previsto na carta de crédito, solicita o pagamento do valor negociado, ao Banco Central do Brasil; e) o Banco Central do Brasil reembolsa o banco brasileiro e debita o banco central do exterior; f) o banco no exterior reembolsa o banco central de seu país..3 Operações à vista ou a prazo que, embora contando com carta de crédito, apresentem discrepâncias somente solucionadas após a remessa dos documentos (operações à vista) ou depois do vencimento previsto (operações a prazo): a) o banco no exterior emite o crédito a cargo do banco brasileiro; b) o banco brasileiro remete os documentos relativos à exportação ao banco no exterior; c) o banco no exterior recebe os documentos e os examina e, achando-os em ordem, emite ordem de pagamento ou aviso, ao banco brasileiro, concernente à liquidação da exportação; d) o banco brasileiro, após o recebimento da ordem de pagamento ou do aviso, solicita o respectivo pagamento ao Banco Central do Brasil; e) o Banco Central do Brasil reembolsa o banco brasileiro e debita o banco central do exterior; f) o banco no exterior reembolsa o banco central de seu país. 2. LETRAS COM AVAL a) o banco remete a letra avalizada, para cobrança, ao banco no exterior; e b) solicita, no vencimento da letra, o pagamento do seu valor, ao Banco Central do Brasil; c) o Banco Central do Brasil reembolsa o banco brasileiro e debita o banco central do exterior; d) o banco no exterior reembolsa o banco central de seu país. ANEXO : 22 - CCR - Descrição do fluxo de importação através do Convênio. CARTAS DE CRÉDITO DOCUMENTÁRIO: a) o banco brasileiro emite o crédito a cargo do banco no exterior; b) o banco no exterior negocia o crédito; remete os documentos de embarque ao banco brasileiro e solicita o reembolso ao banco central de seu país; c) o banco central no exterior reembolsa o banco de seu país e debita o Banco Central do Brasil; d) na data de vencimento, ou na de recebimento do aviso de negociação do crédito, se à vista, o banco brasileiro efetua o recolhimento ao Banco Central do Brasil. 2. LETRAS COM AVAL a) o banco no exterior remete a letra avalizada, para cobrança, ao banco brasileiro; e b) solicita, no vencimento da letra, o reembolso do respectivo valor, ao banco central de seu país; c) o banco central no exterior reembolsa o banco de seu país e debita o Banco Central do Brasil; d) na data de vencimento, o banco brasileiro efetua o recolhimento ao Banco Central do Brasil.

50 50 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 ANEXO : 23 - Modelo de correio eletrônico comunicando emissão de instrumento de pagamento referente a operação triangular... local e data Ao BANCO CENTRAL DO BRASIL Departamento da Dívida Externa e de Relações Internacionais (DERIN/DIACO) Brasília - DF CCR - COMUNICAÇÃO DE EMISSÃO DE CARTA DE CRÉDITO OU CRÉDITO DOCUMENTÁRIO REFERENTE A "OPERAÇÃO TRIANGULAR". Prezados Senhores, Comunicamos a emissão do instrumento carta de crédito ou crédito documentário para curso sob o Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos - CCR, referente a pagamento de importação brasileira em que o exportador é residente em país convenente e a mercadoria, previamente adquirida pelo exportador, conforme documentação em nosso poder, é originária de terceiro país também convenente, consoante os dados a seguir elencados: I - código de reembolso no CCR: II - código banco/praça da instituição emissora: III - valor de principal: IV - valor ou taxa de juros: V - data da emissão da carta de crédito: VI - prazo de financiamento previsto na carta de crédito: VII - país de origem da mercadoria: VIII - mercadoria: IX - exportador: X - país do exportador: XI - nome do importador: XII - data da fatura pro forma ou número da LI: * * dispensável nova comunicação ao Banco Central do Brasil (DE- RIN/DIACO) caso venha a ser emitida LI substituta alterando o prazo de validade para embarque. ANEXO : 24 - CCR - Modelo de Aceite Bancário Latino-Americano ANVERSO: Accepted: N LAFTA - Latin American Bankers' Acceptance N US$ City Date We shall pay on maturity in On of unconditionally pay under the City of New York, this one and only bill of exchange to the order of (nome do U.S.A., at (nome e endereço exportador sacador) the sum of (extenso) U.S. dollars. do banco correspondente) or, at the option of the holder, at our adpondente em Nova Iorque) or, at the election of the holder, Place of payment: (nome e endereço do banco corresdress stated below. at (nome e endereço do banco sacado). Each maker, acceptor, endorser, surety and guarantor of this Name and address of the accepting bank nor) in the event this bill is not paid at bill waives protest (but no presentment or notice of disho- maturity.* Date Signature (impressão deste destaque na posição vertical) VERSO: Name and signature of drawer-exporter To: (banco sacado). Address: This bill of exchange was originated under documentary letter of credit n issued under the Reciprocal Credit Agreement signed and in force between (Banco Central do/da) and (Banco Central do/da...) and the Agreement of Uniform Guarantees of Availability and Transferability for the Latin American Banker's Acceptance - LAFTA dated September 20, 973, as amended. The transaction which gives rise to this instrument is the exportation of (mercadorias) from (país) to (país). Name of the accepting bank * Este texto deve figurar em ABLA emitido por banco de país cuja legislação permita a renúncia ao protesto, mas não à apresentação para cobrança ou ao aviso de descumprimento (caso brasileiro). Nas seguintes circunstâncias serão utilizados os textos alternativos indicados a seguir: a) para ABLA emitido por banco de país cuja legislação permita a renúncia ao protesto e ao aviso de descumprimento de pagamento, mas não à apresentação para cobrança: deve ser estabelecido expressamente: "Each maker, acceptor, endorser, surety and guarantor of this bill waives protest and notice of dishonor (but not presentment) in the event this bill is not paid at maturity;" b) para ABLA emitido por banco de país cuja legislação permite a renúncia à apresentação para cobrança e ao protesto, mas não ao aviso de descumprimento de pagamento: deve ser estabelecido expressamente: "Each maker, acceptor, endorser, surety and guarantor of this bill waives presentment and protest (but no notice of dishonor) in the event this bill is not paid at maturity"; c) para ABLA emitido por banco de país cuja legislação permite a renúncia à apresentação para cobrança, ao protesto e ao aviso de descumprimento de pagamento: deve ser estabelecido expressamente: "Each maker, acceptor, endorser, surety and guarantor of this bill waives presentment, protest and notice of dishonor in the event this bill is not paid at maturity"; d) para ABLA emitido por banco de país cuja legislação não permite a renúncia ao protesto: não deve haver renúncia à apresentação para cobrança, nem ao protesto ou ao aviso de descumprimento do pagamento. TÍTULO : 2 - Capitais Brasileiros no Exterior Índice do Título CAPÍTULO NÚMERO Disposições Gerais Disponibilidades no Exterior 2 Investimentos Brasileiros no Exterior 3 Investimento Direto - Investimento em Portfólio - 2 Créditos Brasileiros ao Exterior 4 Outros Investimentos 5 Instalação e/ou Manutenção de Escritório no Exterior 6 TÍTULO : 2 - Capitais Brasileiros no Exterior CAPÍTULO : - Disposições Gerais. Os bancos autorizados a operar no mercado de câmbio podem dar curso a transferências para o exterior em moeda nacional e em moeda estrangeira de interesse de pessoas físicas ou jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no País, para aplicação nas modalidades de que trata este título. 2. As aplicações no exterior no mercado de capitais e de derivativos pelas pessoas físicas ou jurídicas em geral, bem como quaisquer aplicações no exterior por instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e fundos de qualquer natureza devem observar a regulamentação específica. 3. Os pagamentos e recebimentos referentes às operações de que trata este título, quando em moeda nacional, devem ser efetuados mediante movimentação em conta corrente, no País, titulada por pessoa física ou jurídica, residente, domiciliada ou com sede no exterior, mantida e movimentada nos termos da legislação e regulamentação em vigor. 4. As pessoas físicas e jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no Brasil, que possuam valores de qualquer natureza, ativos em moeda, bens e direitos fora do território nacional, devem declará-los ao Banco Central do Brasil, na forma, periodicidade e condições por ele estabelecidas. 5. É facultada a reaplicação, inclusive em outros ativos, de recursos transferidos a título de aplicações, assim como os rendimentos auferidos no exterior, desde que observadas as finalidades permitidas na regulamentação pertinente. 6. Sem prejuízo da regulamentação em vigor sobre a matéria, os investidores residentes, domiciliados ou com sede no País devem manter os documentos que amparem as remessas efetuadas, à disposição do Banco Central do Brasil pelo prazo de 5 (cinco) anos, devidamente revestidos das formalidades legais e com perfeita identificação de todos os signatários. 7. As operações de que trata este título devem ser realizadas com base em documentos que comprovem a legalidade e a fundamentação econômica da operação, bem como a observância dos aspectos tributários aplicáveis, cabendo ao banco interveniente verificar o fiel cumprimento dessas condições, mantendo a respectiva documentação em arquivo no dossiê da operação, na forma da regulamentação em v i g o r. TÍTULO : 2 - Capitais Brasileiros no Exterior CAPÍTULO : 2 - Disponibilidades no Exterior. Os bancos autorizados a operar no mercado de câmbio podem dar curso a transferências ao exterior por pessoa física ou jurídica, residente, domiciliada ou com sede no País, para constituição de disponibilidade no exterior. 2. Para os fins das disposições deste capítulo, "disponibilidade no exterior é a manutenção por pessoa física ou jurídica, residente, domiciliada ou com sede no País, de recursos em conta mantida em seu próprio nome em instituição financeira no exterior. 3. Quando da realização de transferências destinadas à constituição de disponibilidades no exterior deve ser informado no campo "Outras especificações" do contrato de câmbio o número da conta e o nome da instituição depositária no exterior. TÍTULO : 2 - Capitais Brasileiros no Exterior CAPÍTULO : 3 - Investimentos Brasileiros no Exterior SEÇÃO : - Investimento Direto no Exterior. Para os fins do disposto nesta seção considera-se investimento brasileiro direto no exterior a participação, direta ou indireta, por parte de pessoa física ou jurídica, residente, domiciliada ou com sede no País, em empresa constituída fora do Brasil. 2. Podem os bancos autorizados a operar no mercado de câmbio dar curso a transferências de recursos para fins de instalação de dependências fora do País e participação societária, direta ou indireta, no exterior, de interesse de instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil, nas seguintes condições: a) mediante autorização do Departamento de Organização do Sistema Financeiro (Deorf), quando se tratar de dependência fora do País ou de participação societária direta ou indireta em instituição financeira ou assemelhada no exterior; b) mediante apresentação da respectiva documentação, quando se tratar de participação societária em empresas no exterior que não as citadas na alínea "a" anterior. 3. As empresas receptoras de capital estrangeiro que tenham realizado investimentos no exterior estão impedidas de efetuar: a) remessas a título de lucros, dividendos e bonificações correspondentes a valores apurados com base em receita de equivalência patrimonial resultante do investimento realizado; b) o registro de reinvestimento das capitalizações de lucros decorrentes das receitas de que se trata. 4. Quando da realização de investimentos por meio de conferência internacional de ações ou outros ativos, será exigida a realização de operações simultâneas de câmbio relativas ao ingresso de investimento externo no País e à saída de investimento brasileiro para o exterior, realizadas sem emissão de ordens de pagamento com liquidação pronta e simultânea em um mesmo banco. 5. Entende-se por conferência internacional de ações ou outros ativos a integralização de capital de empresa brasileira efetuada por pessoa física ou jurídica, residente, domiciliada ou com sede no exterior, mediante dação ou permuta de participação societária detida em empresa estrangeira, sediada no exterior, ou a integralização de capital de empresa estrangeira, sediada no exterior, realizada mediante dação ou permuta, por pessoa física ou jurídica, residente, domiciliada ou com sede no País, de participação societária detida em empresa brasileira. 6. Nos casos previstos no item anterior não são admitidas operações que possam caracterizar participações recíprocas entre as empresas nacional e estrangeira. 7. O valor das operações simultâneas de câmbio relativas à conferência internacional de ações ou outros ativos tem como limite o valor do laudo de avaliação dos ativos a serem conferidos, elaborado por empresa reconhecida pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM, apurado com utilização do mesmo método e de forma recíproca. 8. Além da documentação que comprove a legalidade e a fundamentação econômica da operação, as pessoas jurídicas que efetuem remessas com vistas a constituir investimento direto no exterior em instituição financeira devem apresentar ao banco interveniente declaração de que não exercem atividade financeira no País, não são controlados por instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil, e que não detêm o controle direto ou indireto de instituição integrante do Sistema Financeiro Nacional, cujos investimentos no exterior devem obedecer aos critérios previstos em regulamentação específica. TÍTULO : 2 - Capitais Brasileiros no Exterior CAPÍTULO : 3 - Investimentos Brasileiros no Exterior SEÇÃO : 2 - Investimento em Portfólio SUBSEÇÃO: - Investimentos no Mercado de Capitais entre Países Signatários do Tratado Mercosul. Os investimentos brasileiros no mercado de capitais de países signatários do Tratado Mercosul devem observar o estabelecido na Resolução.968, de , bem como o disposto nesta subseção. 2. Podem os bancos autorizados a operar no mercado de câmbio dar curso a transferências para o exterior, por parte de pessoas físicas ou jurídicas, residentes, domiciliadas ou com sede no País, a título de investimento brasileiro no mercado de capitais dos demais países signatários do Tratado Mercosul. 3. Os investimentos de que se trata restringem-se a: a) compra e venda de ações e outros valores mobiliários nos mercados à vista das Bolsas de Valores; b) aplicações em posições nos Mercados de Opções e de Futuros referenciados em valores mobiliários, taxas de juros e de câmbio, mantidos por Bolsas de Valores e de Mercadorias e de Futuros, com o objetivo exclusivo de praticar operações de "hedge" para as respectivas carteiras de títulos e valores mobiliários. 4. Referidos investimentos se subordinam às seguintes condições: a) as operações realizadas são liquidadas exclusivamente nos mercados financeiros dos países das partes envolvidas na operação; b) o valor total das garantias das posições assumidas individualmente, por investidor, nos mercados referidos no item 3.b não pode exceder ao montante das respectivas aplicações; c) as operações citadas no item 3.b não podem ser garantidas por fianças bancárias, seguros de crédito ou instrumentos assemelhados;

51 <!ID > ATO Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN d) os investimentos podem ser efetuados em dólares dos Estados Unidos, na moeda do país de origem do investimento, ou na moeda do país receptor do investimento; e) as companhias emitentes dos valores mobiliários objeto da operação devem ter suas sedes em países signatários do Tratado Mercosul; f) os títulos adquiridos devem permanecer em custódia, de forma a identificar o investidor individual, nas Bolsas de Valores onde tenham sido negociados, até a data de sua alienação. 5. As instituições integrantes do sistema de distribuição de valores mobiliários responsáveis pela transmissão ao exterior de ordens de compra e venda, são também responsáveis por todas as obrigações fiscais e operacionais relativas ao registro dos investimentos, e dele decorrentes, cabendo-lhes manter à disposição da Comissão de Valores Mobiliários e do Banco Central do Brasil, pelo prazo de 5 (cinco) anos: I - controle individualizado, por investidor, da composição das carteiras e das movimentações físicas e financeiras das operações realizadas; II - comprovantes de aquisição e alienação das ações e/ou valores mobiliários, e os correspondentes extratos de conta-corrente da custódia em nome de cada um dos investidores nacionais; III - ficha cadastral do investidor; IV - cópia dos comprovantes de pagamento do imposto de renda. 6. Os registros no Banco Central do Brasil, relativos aos investimentos efetuados, são realizados de forma automática, via Sisbacen, por ocasião das contratações de operações de câmbio ou transferências internacionais em reais, na moeda efetivamente remetida ao exterior, em nome do investidor nacional. 7. A instituição integrante do sistema de distribuição de valores mobiliários que transmita ao exterior as ordens de compra e venda destinadas às finalidades indicadas no item 3 desta subseção, referentes às saídas de recursos para as aquisições e ingressos de recursos a título de direitos recebidos em dinheiro, bem como do produto da alienação de direitos e de retorno e ganho de capital, é, conforme o caso: a) a contraparte compradora/vendedora nas operações de câmbio que se celebrem; ou b) o pagador/recebedor, no País, das transferências internacionais em reais que se efetuem. TÍTULO : 2 - Capitais Brasileiros no Exterior CAPÍTULO : 3 - Investimentos Brasileiros no Exterior SEÇÃO : 2 - Investimento em Portfólio SUBSEÇÃO: 2 - "Brazilian Depositary Receipts - BDR". Para os fins do disposto nesta subseção: a) Certificados de Depósito de Valores Mobiliários ("Brazilian Depositary Receipts" - BDRs), são os certificados representativos de valores mobiliários de emissão de companhia aberta, ou assemelhada, com sede no exterior e emitidos por instituição depositária no Brasil; b) instituição custodiante, é a instituição, no país de origem dos valores mobiliários, autorizada por órgão similar à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a prestar serviços de custodia; c) instituição depositária, é a instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil e autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a, com base nos valores mobiliários custodiados no exterior, emitir os correspondentes Certificados de Depósito de Valores Mobiliários (BDRs). 2. Os investimentos realizados com a finalidade de integrar programas de Certificados de Depósito de Valores Mobiliários (BDRs) estão sujeitos às disposições da Resolução 2.763, de , da Circular 2.996, da mesma data e regulamentação complementar. TÍTULO : 2 - Capitais Brasileiros no Exterior CAPÍTULO : 3 - Investimentos Brasileiros no Exterior SEÇÃO : 2 - Investimento em Portfólio SUBSEÇÃO: 3 - Fundo de Investimento no Exterior - FIEX. Para os fins do disposto nesta subseção, Fundo de Investimento no Exterior - FIEX, é o fundo constituído no País sob a forma de condomínio aberto, de que participem, exclusivamente, pessoas físicas e jurídicas, fundos e outras entidades de investimento coletivo residentes, domiciliados ou com sede no Brasil. Trata-se de uma comunhão de recursos destinados à realização de investimentos em títulos representativos de dívidas negociáveis no mercado internacional e/ou outras modalidades operacionais. 2. Os investimentos em FIEX estão sujeitos às disposições da Resolução 2., de e das Circulares 2.74, de , 2.786, de , 2.863, de e regulamentação comp l e m e n t a r. <!ID > TÍTULO : 2 - Capitais Brasileiros no Exterior CAPÍTULO : 3 - Investimentos Brasileiros no Exterior SEÇÃO : 2 - Investimento em Portfólio SUBSEÇÃO: 4 - "Depositary Receipts - DR" para Nacionais. Para os fins do disposto nesta subseção: I - "Depositary Receipts - DR" são os certificados representativos de ações ou outros valores mobiliários que representem direitos a ações, emitidos no exterior por Instituição Depositária, com lastro em valores mobiliários depositados em custódia específica no Brasil; II - Instituição Custodiante é a instituição no Brasil autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a prestar serviços de custódia para o fim específico de emissão de "Depositary Receipts"; III - Instituição Depositária é a instituição que, no exterior, e com base nos valores mobiliários custodiados no Brasil, emitir os correspondentes "Depositary Receipts". 2. Os investimentos, por parte de pessoas físicas ou jurídicas, residentes, domiciliadas ou com sede no País, em "Depositary Receipts" emitidos no exterior com lastro em valores mobiliários de empresas brasileiras devem observar o disposto na Resolução 2.356, de , na Circular 2.74, da mesma data e regulamentação comp l e m e n t a r. TÍTULO : 2 - Capitais Brasileiros no Exterior CAPÍTULO : 3 - Investimentos Brasileiros no Exterior SEÇÃO : 2 - Investimento em Portfólio SUBSEÇÃO: 5 - Programa de Opção de Compra de Ações - "Stock Options". Podem os bancos autorizados a operar no mercado de câmbio dar curso a transferências para o exterior, por parte de pessoas físicas, funcionários de empresas brasileiras pertencentes a grupos econômicos estrangeiros, com vistas à aquisição de valores mobiliários, fracionários ou não, representativos de ações de emissão de empresa líder do grupo no exterior, ou cotas de fundo de investimento constituído fora do País com propósito único de adquirir ações da matriz estrangeira em programas lançados exclusivamente para funcionários. 2. As remessas podem ser efetuadas pelos próprios funcionários ou pela empresa brasileira responsável no País pelo plano de compra das ações, de forma consolidada ou não, devendo, nos casos de remessas pela empresa brasileira, ser apresentada ao banco negociador da moeda estrangeira, relação devidamente referenciada (nº/data), contendo o nome de seus funcionários, a indicação dos respectivos CPFs e o valor das remessas individuais, bem como a devida autorização do funcionário para que a empresa promova a remessa em seu nome, devendo estes documentos fazer parte do dossiê da operação de câmbio. TÍTULO : 2 - Capitais Brasileiros no Exterior CAPÍTULO : 4 - Créditos Brasileiros ao Exterior. Podem os bancos autorizados a operar no mercado de câmbio dar curso a transferências para exterior, por parte de pessoas físicas ou jurídicas, residentes, domiciliadas ou com sede no País a título de empréstimo a não residentes, respeitadas a legislação em vigor e as práticas e procedimentos usuais no mercado internacional. 2. As condições financeiras e de prazo da operação de que se trata devem estar claramente definidas em contrato, não sendo admitidos vencimentos em aberto. TÍTULO : 2 - Capitais Brasileiros no Exterior CAPÍTULO : 5 - Outros Investimentos. Podem os bancos autorizados a operar no mercado de câmbio dar curso a transferências financeiras para o exterior, por parte de pessoas físicas ou jurídicas, residentes, domiciliadas ou com sede no País, relativas à aquisição de: a) imóveis residenciais ou comerciais; e b) outros bens, direitos e ativos, exceto aqueles que devem obedecer a regulamentação específica. TÍTULO : 2 - Capitais Brasileiros no Exterior CAPÍTULO : 6 - Instalação e/ou Manutenção de Escritório no Exterior. Podem os bancos autorizados a operar no mercado de câmbio dar curso a transferências para o exterior por parte de pessoas físicas e jurídicas, residentes, domiciliadas ou com sede no País com vistas à instalação e/ou manutenção de escritório no exterior. 2. Uma vez autorizada a instalação e/ou manutenção de escritório pelo Banco Central do Brasil (Departamento de Organização do Sistema Financeiro - Deorf) de instituição por ele autorizada a funcionar as transferências ao exterior por parte dessas instituições podem também ser efetuadas diretamente na rede bancária. TÍTULO : 3 - Capitais Estrangeiros no País Índice do Título CAPÍTULO NÚMERO Disposições Gerais... Investimento em Portfólio...2 TÍTULO : 3 - Capitais Estrangeiros no País CAPÍTULO : - Disposições Gerais. Os capitais estrangeiros no Brasil, aí incluídas as operações de crédito, de financiamento e de investimentos externos, independentemente do tipo, meio e forma utilizados para sua realização, devem, à exceção do disposto no capitulo 2 deste título, observar o estabelecido em regulamentação específica, que se encontra disponível na página do Banco Central do Brasil na internet ( TÍTULO : 3 - Capitais Estrangeiros no País CAPÍTULO : 2 - Investimentos Externos no País SEÇÃO : - Investimento em Portfólio SUBSEÇÃO : - Investimentos no mercado de capitais brasileiro proveniente de países signatários do Tratado Mercosul. Os investimentos no mercado de capitais brasileiro efetuados por pessoas físicas e jurídicas domiciliadas ou com sede nos demais países signatários do Tratado Mercosul devem observar o estabelecido na Resolução.968, de , bem como o disposto nesta subseção. 2. Podem os bancos autorizados a operar em câmbio dar curso a transferências do exterior, por parte de pessoas físicas e jurídicas, a título de investimento no mercado de capitais brasileiro, procedentes dos demais países signatários do Tratado Mercosul. 3. Os investimentos de que se trata restringem-se a: a) compra e venda de ações e outros valores mobiliários nos mercados à vista das Bolsas de Valores brasileiras; b) aplicações em posições nos Mercados de Opções e de Futuros referenciados em valores mobiliários, taxas de juros e câmbio, mantidos por Bolsas de Valores e de Mercadorias e de Futuros, com o objetivo exclusivo de praticar operações de "hedge" para as respectivas carteiras de títulos e valores mobiliários. 4. Referidos investimentos se subordinam às seguintes condições: a) os investidores devem ter domicílio ou sede nos demais países signatários do Tratado Mercosul; b) as operações realizadas são liquidadas exclusivamente no mercado financeiro brasileiro; c) o valor total das garantias das posições assumidas individualmente, por investidor, não pode exceder ao montante das respectivas aplicações; d) as operações citadas no item 3.b não podem ser garantidas por fianças bancárias, seguros de crédito ou instrumentos assemelhados; e) os investimentos podem ser efetuados em dólares dos Estados Unidos, na moeda do país de origem do investimento, ou em moeda nacional; f) as companhias emitentes dos valores mobiliários objeto da operação devem ter suas sedes no Brasil; g) os títulos adquiridos devem permanecer em custódia, de forma a identificar o investidor individual, na Bolsa de Valor onde tenham sido negociados, até a data de sua alienação. 5. Os recursos ingressados no País podem, observado o limite máximo de 25% (vinte e cinco por cento) do valor da carteira, destinarse à aquisição de títulos de renda fixa, públicos e privados, devidamente registrados no Selic e na Cetip, bem como cotas de fundos de renda fixa e assemelhados. 6. As instituições integrantes do sistema de distribuição de valores mobiliários responsáveis, no País, pela execução de ordens de compra e venda, são também responsáveis por todas as obrigações fiscais e operacionais relativas ao registro dos investimentos, e dele decorrentes, cabendo-lhes manter à disposição da Comissão de Valores Mobiliários e do Banco Central do Brasil, pelo prazo de 5 (cinco) anos: I - controle individualizado, por investidor, da composição das carteiras e das movimentações físicas e financeiras das operações realizadas; II - comprovantes de aquisição e alienação das ações e/ou valores mobiliários, e os correspondentes extratos de conta-corrente da custódia em nome de cada um dos investidores estrangeiros; III - ficha cadastral do investidor; IV - cópia dos comprovantes de pagamento do imposto de renda. 7. Os registros no Banco Central do Brasil, relativos aos investimentos efetuados, são realizados de forma automática, via Sisbacen, por ocasião das contratações de operações de câmbio ou transferências internacionais em reais, na moeda efetivamente ingressada no País, em nome do investidor estrangeiro. 8. A instituição integrante do sistema de distribuição de valores mobiliários que execute, no País, as ordens de compra e venda destinadas às finalidades indicadas no item 3 desta subseção, referentes aos ingressos de recursos para as aquisições, e saídas de recursos a título de direitos pagos em dinheiro, bem como do produto da alienação de direitos e de retorno e ganho de capital, é, conforme o caso: a) a contraparte vendedora/compradora nas operações de câmbio que se celebrem; ou b) o recebedor/pagador, no País, das transferências internacionais em reais que se efetuem. DIRETORIA DE LIQUIDAÇÕES E D E S E S TAT I Z A Ç Ã O N o - 292, DE 0 DE MARÇO DE 2005 O Diretor de Liquidações e Desestatização do BANCO CENTRAL DO BRASIL, no uso das atribuições que lhe confere o inciso II da Portaria 27, de 2 de agosto de 996, com base no art. 4, parágrafo 2º, da Lei 6.024, de 3 de março de 974, resolve: prorrogar, por 60 (sessenta) dias, o prazo para conclusão do inquérito procedido na TEDESCO ADMINISTRADORA DE BENS S/C LTDA., em liquidação extrajudicial (CNPJ /000-30), com sede em São Manuel (SP). ANTONIO GUSTAVO MATOS DO VALE

52 <!ID > CIRCULAR <!ID > DECISÃO <!ID > ATO <!ID > DECISÃO 52 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL VICE-PRESIDÊNCIA DE TRANSFERÊNCIAS DE BENEFÍCIOS SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE FUNDO DE GARANTIA GERENCIA NACIONAL DO ATIVO DO FGTS N o - 345, DE 9 DE MARÇO DE 2005 Altera subitens de Manuais Operacionais do Agente Operador A Caixa Econômica Federal, no uso das atribuições que lhe conferem o artigo 7o, inciso II da Lei n o 8.036, de e o artigo 67, inciso II do Decreto n o , de , com a redação dada pelo Decreto n o.522, de , e em cumprimento às disposições da Resolução n o 460, de , do Conselho Curador do FGTS e publicada no Diário Oficial da União de , e da IN n o 02, de , do Ministério das Cidades, resolve: Alterar os subitens 8.2., 8.3. e 8.4., do Capítulo III e os subitens 8.2., 8.3. e 8.4, do Capítulo IV, do Manual de Fomento - Setor Público, divulgado por intermédio da Circular CAIXA n o 298, de , suas alterações e aditamentos e os subitens 9.3 e 0.. do Capítulo III do Manual de Fomento - Setor Privado, divulgado por intermédio da Circular CAIXA n o 3, de 7..03, suas alterações e aditamentos, que passam a vigorar com a seguinte redação: Capítulo III do Manual de Fomento - Setor Público O valor da contrapartida não pode ser inferior a 5%(cinco por cento) do valor do investimento Os juros são cobrados mensalmente, na data estabelecida contratualmente, nas fases de carência e de amortização, à taxa nominal equivalente a 6%(seis por cento) ao ano O prazo máximo de amortização é de até 240(duzentos e quarenta) meses, contados a partir do mês subseqüente ao do término do prazo de carência, devendo ser reduzido na mesma proporção caso haja prorrogação do prazo de carência. Capitulo IV - do Manual de Fomento - Setor Público O valor da contrapartida não pode ser inferior a 0%(dez por cento) do valor do investimento Os juros são pagos mensalmente, na data estabelecida contratualmente, nas fases de carência e de amortização, de acordo com as taxa de juros que vier a ser estabelecida pelo Gestor da Aplicação para cada modalidade prevista no Programa. Prazo de Amortização 8.4. Os prazos máximos de amortização são os definidos no quadro abaixo, contados a partir do mês subseqüente ao do término do prazo de carência, devendo ser reduzido caso haja prorrogação do prazo de carência: MODALIDADE/TIPO DE EMPREENDIMENTO PRAZOS LIMITES CARÊNCIA AMORIZAÇÃO ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO: - Implantação de Sistemas 36 meses 240 meses - Ampliação de Sistemas 36 meses 240 meses - Otimização e/ou Reabilitação de Sistemas 24 meses 240 meses - Expansão de Rede e/ou Ligações Prediais 24 meses 240 meses Drenagem Urbana 36 meses 240 meses Prosanear - Saneamento Integrado 36 meses 240 meses Desenvolvimento Institucional - DI 24 meses 20 meses Manejo de Águas Pluviais 36 meses 80 meses Manejo de Resíduos Sólidos 36 meses 80 meses Manejo de Resíduos de Construção e Demolição 36 meses 80 meses Estudos e Projetos 2 meses 60 meses Capitulo III do Manual de Fomento - Setor Privado Os juros são pagos mensalmente, na data estabelecida contratualmente, nas fases de carência e de amortização, de acordo com as taxa de juros que vier a ser estabelecida pelo Gestor da Aplicação para cada modalidade prevista no Programa LIMITES MÁXIMOS DOS PRAZOS DE CARÊN- CIA E DE AMORTIZAÇÃO DAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO VINCULADAS MODALIDADE OPERACIONAL PRAZOS LIMITES CARÊNCIA AMORIZAÇÃO ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMEN- TO SANITÁRIO - Implantação de Sistemas 24 meses 240 meses - Ampliação de Sistemas 24 meses 240 meses - Otimização e/ou Reabilitação de Sistemas 24 meses 240 meses - Expansão de Rede e/ou Ligações Prediais 24 meses 240 meses Desenvolvimento Operacional 24 meses 20 meses Manejo de Resíduos Sólidos 36 meses 80 meses 2 Inclusão dos subitens 2.3 no Capítulo III, e 2.2, 2.2., e do Capítulo IV, do Manual de Fomento - Setor Público, divulgado por intermédio da Circular CAIXA n o 298, de , suas alterações e aditamentos e os subitens 0.2, no Capítulo III, e 9., no Capítulo IV, do Manual de Fomento - Setor Privado, divulgado por intermédio da Circular CAIXA n o 3, de 7..03, suas alterações e aditamentos, com a redação abaixo: Capítulo III do Manual de Fomento - Setor Público Dos recursos alocados pelo Agente Operador ao agente financeiro para o Programa Pró - Moradia, no exercício de 2005, devem ser aplicados, no mínimo, 85%(oitenta e cinco por cento) nas modalidades Urbanização de Áreas, Produção de Conjuntos Habitacionais e Desenvolvimento Institucional. Capítulo IV do Manual de Fomento - Setor Público Na implementação do programa Pró - Saneamento, no exercício de 2005, deverão ser observadas seguintes disposições: As aplicações na modalidade operacional PROSA- NEAR ficam limitadas a 25%(vinte e cinco por cento) dos recursos alocados ao Programa Pró-Saneamento; As aplicações na modalidade operacional Esgotamento Sanitário ficam limitadas a 35%(trinta e cinco por cento) dos recursos alocados ao Programa Pró-Saneamento; Os percentuais referidos no subitem 2.2. anterior, deste Capítulo, poderão ser acrescidos, desde que observado o disposto no item 3 do Anexo I da Resolução nº 460, de 4 de dezembro de 2004, do Conselho Curador do FGTS. Capitulo III do Manual de Fomento - Setor Privado Remuneração do Agente Financeiro Diferencial de Juros nas fases de carência e amortização, de 2%(dois por cento) ao ano, pagos mensalmente junto com os juros contratuais, incidente sobre o saldo devedor da operação de crédito. Capítulo IV do Manual de Fomento - Setor Privado 9. - Remuneração do Agente Financeiro Diferencial de juros nominal de até 2,6% ao ano, incidente sobre o saldo devedor durante as fases de carência e amortização, cobrado no encargo mensal, para operações com pessoas físicas, observado o disposto no subitem 9..3 deste Capítulo; Taxa de Administração em conformidade com os períodos e valores constantes do quadro abaixo, por contrato ativo mês, reajustável anualmente pelo mesmo índice aplicado ao saldo devedor, cobrado no encargo mensal, progressivamente reduzida durante o prazo de vigência do contrato, observado o disposto no subitem 9..4 deste Capitulo: VALORES NOMINAIS MÁXIMOS DA TA- PERÍODOS DE APLICAÇÃO XA DE ADMINISTRAÇÃO R$ 24,75 De º de janeiro de 2005 a 3 de agosto de 2005 R$ 22,28 De º de setembro de 2005 a 3 de agosto de 2007 R$ 20,05 De º de setembro de 2007 a 3 de dezembro de A taxa de administração das operações de empréstimo efetuadas na forma deste subitem será mantida, após 3 de dezembro de 2008, no valor de R$ 20,05 até o final do prazo de retorno dos contratos, sem prejuízo do disposto no caput deste subitem Nas operações de créditos contratadas com mutuários pessoas físicas com renda familiar bruta de até R$.500,00 (um mil e quinhentos reais), o diferencial de juros de que trata o subitem 9.. anterior é suportado pelo FGTS, pago à vista, em espécie Nas operações de créditos contratadas com mutuários de renda familiar bruta até R$.500,00 (um mil e quinhentos reais), a taxa de administração de que trata o subitem 9..2 anterior é suportada pelo FGTS, paga à vista, em espécie, ao valor presente calculado à taxa de desconto de 2% ao ano no prazo da operação Taxa de Acompanhamento da Operação O agente financeiro pode, também, cobrar do mutuário final pessoa física, a título de taxa de acompanhamento de obras e serviços do empreendimento, até 3% (três por cento) sobre o valor do financiamento, a ser paga ou deduzida mensal e proporcionalmente a cada desembolso: O somatório dos valores pagos pelo FGTS, a título de remuneração do agente financeiro, não pode exceder a 75% (setenta e cinco por cento) do valor do saldo devedor inicial da operação. 3 Exclusão do subitem 2.7 do Capítulo II do Manual de Fomento - Setor Privado, com renumeração dos subitens subseqüentes. 4 A propostas de operações de crédito recepcionadas pelos agentes financeiros até , poderão, a seu critério, ser contratadas nas condições operacionais anteriores à vigência desta Circ u l a r. 5 Os casos omissos serão dirimidos pelo Agente Operador, no que lhe couber. 6 Esta Circular entra em vigor na data de sua publicação. CARLOS BORGES Vi c e - P r e s i d e n t e COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS COLEGIADO DE 22 DE FEVEREIRO DE 2005 PA RT I C I PA N T E S : MARCELO FERNANDEZ TRINDADE - PRESIDENTE SERGIO EDUARDO WEGUELIN VIEIRA - DIRETOR WLADIMIR CASTELO BRANCO CASTRO - DIRETOR PROPOSTA DE ARQUIVAMENTO DE PROCESSO DE RITO SUMÁRIO - CUMPRIMENTO DE TERMO DE COMPRO- MISSO - BANCO SANTANDER S.A. - PROC. RJ2002/2555 Relator: DWB Trata-se de apreciação de cumprimento das condições constantes no Termo de Compromisso apresentado pelo Banco Santander S.A. e seu diretor responsável pela prestação de serviços de administração de carteiras, Sr. Henry Singer Gonzalez, nos autos do presente processo administrativo. Considerando que as condições propostas foram atendidas, consoante atestado por laudo elaborado pela Price Waterhouse Coopers Auditores Independentes e em face da manifestação do SIN que atestou o cumprimento das cláusulas avençadas, o Diretor-Relator apresentou voto, acompanhado pelos demais membros do Colegiado, pelo arquivamento do processo. Rio de Janeiro, de março de 2005 NILZA PINTO NOGUEIRA p/coordenação de Controle de Processos Administrativos DE o - DE MARÇO DE 2005 PA RT I C I PA N T E S : MARCELO FERNANDEZ TRINDADE - PRESIDENTE SERGIO EDUARDO WEGUELIN VIEIRA - DIRETOR WLADIMIR CASTELO BRANCO CASTRO - DIRETOR CARLOS ALBERTO REBELLO SOBRINHO - DIRETOR- SUBSTITUTO * De acordo com o Decreto nº 4.933/04 e a Portaria MF nº 35/04, Participou somente da discussão do item 4. PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO DE DECISÃO DO CO- LEGIADO QUE INDEFERIU PROPOSTA DE CELEBRAÇÃO DE TERMO DE COMPROMISSO - SAM INDÚSTRIAS S.A. - PROC.RJ200/4474 Relator: PTE INDICIADOS DANIEL BENASAYAG BIRMANN MANOEL DE BARROS GUERRA SIMON GUERCHON ADVOGADOS DRA. ARIÁDNA BOHOMOLETZ GAAL e outros DRA. ARIÁDNA BOHOMOLETZ GAAL e outros DRA. ARIÁDNA BOHOMOLETZ GAAL e outros Trata-se de pedido de Daniel Benasayag Birmann, Manuel de Barros Guerra e Simon Guerchon, na condição de indiciados no PAS CVM nº RJ200/4474, de reconsideração de decisão do Colegiado de , que indeferiu proposta de celebração de Termo de Compromisso formulada pelos Requerentes. Durante a discussão do assunto, o Relator explicou a proposta de realização de oferta de cancelamento de registro da companhia feita pelo controlador, esclarecendo que o free float em ações preferenciais (que representam 2/3 do capital da companhia) é bastante pulverizado, e que o free float das ações ordinárias tem como maiores acionistas, segundo o IAN da companhia, o BNDES, a FA- PES e a CENTRUS. Diante de tal informação, o Diretor Sergio Weguelin, tendo em vista ser funcionário de carreira do BNDES e beneficiário da FAPES, manifestou seu impedimento. Dessa forma, o Superintendente de Registro de Valores Mobiliários, Carlos Alberto Rebello Sobrinho, foi designado Diretor- Substituto, através da Portaria/CVM/PTE/nº 022/05, de acordo com o Decreto n.º 4.933/04 e com a Portaria do Ministério da Fazenda n.º 35/04. Assim, o Colegiado deliberou reexaminar o assunto, tendo decidido, ao final da discussão, confirmar a decisão anterior do Colegiado, de , de indeferir o pedido de reconsideração tendo em vista a inexistência de novos elementos em relação à proposta antes apresentada, o risco de que o fechamento de capital ocorresse por um valor próximo ao da proposta, que é muitíssimo inferior aos dos mútuos objeto do inquérito administrativo, e o entendimento do Colegiado de que a matéria em debate no caso é extremamente relevante, recomendando sua análise na sessão de julgamento. Rio de Janeiro, de março de 2005 NILZA PINTO NOGUEIRA p/coordenação de Controle de Processos Administrativos SUPERINTENDÊNCIA DE NORMAS CONTÁBEIS E DE AUDITORIA DECLARATÓRIO Nº 8.26, DE 0 DE MARÇO DE 2005 O Superintendente de Normas Contábeis e de Auditoria da Comissão de Valores Mobiliários, no uso da competência que lhe foi delegada através da Deliberação CVM Nº 76, de 03 de fevereiro de 995, e tendo em vista o disposto no parágrafo único do artigo 2 das Normas contidas na Instrução CVM Nº 308, de 4 de maio de 999, declara REGISTRADO na Comissão de Valores Mobiliários, a partir de 8/02/2005, com a nova denominação social e autorizado a exercer a atividade de auditoria independente no âmbito do mercado de valores mobiliários, de acordo com as Leis N os 6385/76 e 6404/76, o Auditor Independente a seguir referido: Auditor Independente - Pessoa Jurídica Nova Denominação Social EXACTA AUDITORES INDEPENDENTES Campinas - SP Anterior Denominação Social EXACTA AUDITORIA & ASSESSORIA S/S Campinas - SP ANTÔNIO CARLOS DE SANTANA

53 <!ID > <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN ATO DECLARATÓRIO Nº 8.27, DE 0 DE MARÇO DE 2005 O Superintendente de Normas Contábeis e de Auditoria da Comissão de Valores Mobiliários, no uso da competência que lhe foi delegada através da Deliberação CVM Nº 76, de 03 de fevereiro de 995, e tendo em vista o disposto no parágrafo único do artigo 2 das Normas contidas na Instrução CVM Nº 308, de 4 de maio de 999, declara REGISTRADO na Comissão de Valores Mobiliários, a partir de 04/02/2005, com a nova denominação social e autorizado a exercer a atividade de auditoria independente no âmbito do mercado de valores mobiliários, de acordo com as Leis N os 6385/76 e 6404/76, o Auditor Independente a seguir referido: Auditor Independente - Pessoa Jurídica Nova Denominação Social DIRECTA AUDITORES São Paulo - SP Anterior Denominação Social BDO DIRECTA AUDITORES São Paulo - SP ANTÔNIO CARLOS DE SANTANA CONSELHO DE RECURSOS DO SISTEMA NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS, DE PREVIDÊNCIA PRIVADA ABERTA E DE C A P I TA L I Z A Ç Ã O PAUTA DE JULGAMENTO Pauta de Julgamento de Recursos da 63ª sessão, que será realizada na data a seguir mencionada, no Edifício Sede da Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, localizado na Rua Buenos Aires 256, 4ª andar - Centro - Rio de Janeiro. DIA 30 DE MARÇO DE 2005, ÀS 9h. 0) RECURSO Nº Processo SUSEP nº /95 - Recorrente: Cotovia Corretora de Seguros S/C; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - SUSEP. Relator: Conselheiro Paulo Antônio Costa de Almeida Penido; Revisor: Conselheiro Agostinho do Nascimento Netto. 02) RECURSO Nº Processo SUSEP nº / Recorrente: Sul América Companhia Nacional de Seguros; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - SU- SEP. Relator: Conselheiro Fernando Rodrigues Mota; Revisor: Conselheiro Vandro Ferraz da Cruz. 03) RECURSO Nº Processo SUSEP nº / Recorrente: Interbrazil Seguradora S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - SUSEP. Relator: Conselheiro Agostinho do Nascimento Netto; Revisor: Conselheiro João Leopoldo Bracco de Lima. 04) RECURSO Nº Processo SUSEP nº /96 - Recorrente: Sul América Companhia Nacional de Seguros; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - SUSEP. Relator: Conselheiro Paulo Antônio Costa de Almeida Penido; Revisor: Conselheiro Agostinho do Nascimento Netto. 05) RECURSO Nº Processo SUSEP nº /94 - Recorrente: Marítima Seguros S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - SUSEP. Relator: Conselheiro João Leopoldo Bracco de Lima; Revisor: Conselheiro Fernando Rodrigues Mota. 06) RECURSO Nº Processo SUSEP nº / Recorrente: Itaú Previdência e Seguros S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - SUSEP. Relator: Conselheiro Agostinho do Nascimento Netto; Revisor: Conselheiro Vandro Ferraz da Cruz. 07) RECURSO Nº Processo SUSEP nº / Recorrente: Itaú Seguros S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - SUSEP. Relator: Conselheiro Fernando Rodrigues Mota; Revisor: Conselheiro Vandro Ferraz da Cruz. 08) RECURSO Nº Processo SUSEP nº /98- Recorrente: Unibanco AIG Seguros S.A. atual denominação da Unibanco Seguros S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - SUSEP. Relator: Conselheiro Ricardo Bechara Santos; Revisor: Conselheiro Paulo Antônio Costa de Almeida Penido. 09) RECURSO Nº Processo SUSEP nº / Recorrente: Zurich-Anglo Seguradora S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - SUSEP. Relator: Conselheiro Agostinho do Nascimento Netto; Revisor: Conselheiro Vandro Ferraz da Cruz. 0) RECURSO Nº Processo SUSEP nº /0- - Recorrente: Interbrazil Seguradora S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - SUSEP. Relator: Conselheiro Paulo Antônio Costa de Almeida Penido; Revisor: Conselheiro Fernando Rodrigues Mota. ) RECURSO Nº Processo SUSEP nº /99 - Recorrente: Companhia de Seguros do Estado de São Paulo - CO- SESP; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - SUSEP. Relator: Conselheiro João Leopoldo Bracco de Lima; Revisor: Conselheiro Ricardo Bechara Santos. 2) RECURSO Nº Processo SUSEP nº / Recorrente: Zurich Brasil Seguros S.A. ; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - SUSEP. Relator: Conselheiro Paulo Antônio Costa de Almeida Penido; Revisor: Conselheiro Ricardo Bechara Santos. 3) RECURSO Nº Processo SUSEP nº / Recorrente: Sul América Seguros de Vida e Previdência S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - SUSEP. Relator: Conselheiro João Leopoldo Bracco de Lima; Revisor: Conselheiro Paulo Antônio Costa de Almeida Penido. 4) RECURSO Nº 56 - Processo SUSEP nº / Recorrente: Caixa Seguradora S.A.; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - SUSEP. Relator: Conselheiro Fernando Rodrigues Mota; Revisor: Conselheiro Paulo Antônio Costa de Almeida Penido. 5) RECURSO Nº Processo SUSEP nº /00- Recorrente: Porto Seguro Companhia de Seguros Gerais; Recorrida: Superintendência de Seguros Privados - SUSEP. Relator: Conselheiro Paulo Antônio Costa de Almeida Penido; Revisor: Conselheiro Fernando Rodrigues Mota. Observações: )segundo o disposto no 3º, do artigo 8 do Regimento Interno do CRSNSP, aprovado pelo Decreto nº 2.824, de 27 de outubro de 998, nos casos em que se tornar impossível julgar todos os processos da pauta, fica facultado ao Presidente suspender a sessão e reiniciá-la no dia útil subseqüente, independentemente de nova convocação e publicação. 2)O Sr. Presidente informa que terão prioridade de julgamento, no início da sessão, os processos sujeitos a sustentação oral. Rio de Janeiro, 9 de março de 2005 AGOSTINHO DO NASCIMENTO NETTO Presidente do Conselho THERESA CHRISTINA CUNHA MARTINS Secretária Executiva SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL N 66, DE DE MARÇO DE 2005 O SECRETÁRIO-ADJUNTO DO TESOURO NACIONAL, no uso das atribuições que lhe confere a Portaria MF nº 83, de 3 de julho de 2003, e a Portaria STN nº 43, de 2 de março de 2004, e tendo em vista as condições gerais da oferta de títulos públicos previstas na Portaria STN n 40, de 04 de agosto de 2003, resolve: Art. º Tornar públicas, em cumprimento ao disposto no parágrafo único do art. º da Portaria STN n 58, de 08 de março de 2005, as condições específicas a serem observadas na segunda etapa da oferta pública de Notas do Tesouro Nacional, Série B - NTN-B, a ser realizada em 4 de março de 2005: Prazo a partir da emissão Cotação Aceita Juros Reais (ao ano) Data-Base Data da Emissão Data do Ve n c i m e n t o 58 dias 94,4945 0,85% dias 90,9907 9,39% dias 83,2265 8,95% dias 74,357 8,95% dias 69,6277 9,0% Art. 2º Para o cumprimento do disposto no art. 6º da Portaria STN n 58, de 08 de março de 2005, os valores nominais atualizados até das Notas do Tesouro Nacional, Série C - NTN-C, a serem considerados para o cálculo dos preços unitários serão: Título Data-Base Data do Ve n c i m e n t o VNA NTN-C ,76859 NTN-C ,76859 NTN-C , NTN-C ,76859 NTN-C ,76859 NTN-C ,76859 NTN-C ,76859 NTN-C ,76859 Art. 3º. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. <!ID >PORTARIA N JOSÉ ANTONIO GRAGNANI 69, DE DE MARÇO DE 2005 O SECRETÁRIO-ADJUNTO DO TESOURO NACIONAL, no uso das atribuições que lhe conferem a Portaria MF n 83, de 3 de julho de 2003, a Portaria STN n 43, de 2 de março de 2004, e tendo em vista as condições gerais da oferta de títulos públicos previstas na Portaria STN nº 40, de 04 de agosto de 2003, resolve: Art. º Tornar públicas as condições específicas a serem observadas na presente oferta de Letras Financeiras do Tesouro - LFT, cujas características estão definidas no Decreto nº 3.859, de 04 de julho de 200: I - data do acolhimento das propostas e do leilão: ; II - horário para acolhimento das propostas: de 2h às 3h; III - divulgação do resultado do leilão: na data do leilão, a partir das 4h30, por intermédio do Banco Central do Brasil; IV - data da emissão: ; V - data da liquidação: ; VI - data-base das LFT: ; VII - critério de seleção das propostas: serão aceitas todas as propostas com cotações iguais ou superiores à cotação mínima aceita, a qual será aplicada a todas as propostas vencedoras; VIII - sistema eletrônico a ser utilizado: exclusivamente por meio do Sistema Oferta Pública Formal Eletrônica (OFPUB), nos termos do Regulamento do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (SELIC); IX - quantidade para o público: até (um milhão) títulos, que serão distribuídos, a critério do Tesouro Nacional, entre os títulos listados abaixo; e X - características da emissão: Título Prazo (dias) Quantidade (em mil) Valor Nominal na data-base (em R$) Data do Ve n c i m e n t o Adquirente LFT 736 Até , Público LFT 00 Até , Público LFT 373 Até , Público Art. 2º Na formulação das propostas deverá ser utilizada cotação com quatro casas decimais. Art. 3º As instituições financeiras com propostas aceitas deverão vender ao Tesouro Nacional, no montante do valor financeiro da operação descrita no art. º, LFT dentre as abaixo especificadas, com as respectivas cotações do valor nominal atualizado: Código SELIC Ve n c i m e n t o s (Mai/2005 e Jun/2005) Cotação (%) Código SELIC Ve n c i m e n t o s (Jun/2005 a Ago/2005) Cotação (%) , , , , , ,9683 Art. 4º A quantidade de LFT a ser entregue ao Tesouro Nacional no leilão corresponderá ao quociente, arredondado para o número inteiro imediatamente inferior, entre o valor financeiro dos papéis a serem emitidos e o preço unitário das LFT referidas no artigo 3º; Art. 5º As instituições com propostas aceitas deverão: I - informar todos os dados das operações referidas no art. 3º ao Banco Central do Brasil e transmitir os respectivos comandos ao SELIC até às 4h do dia ; II - as liquidações das operações devem ser efetivadas no SELIC até às4h30 do dia Parágrafo único. Os comandos de que tratam os incisos I e II deste artigo são os previstos no item do Regulamento do SELIC e destinam-se ao registro e à liquidação das operações. Art. 6º O não cumprimento do disposto no artigo anterior implicará a perda do direito à compra e à venda de que trata esta Portaria. Art. 7º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JOSÉ ANTONIO GRAGNANI N 70, DE DE MARÇO DE 2005 O SECRETÁRIO-ADJUNTO DO TESOURO NACIONAL, no uso das atribuições que lhe confere a Portaria MF nº 83, de 3 de julho de 2003, e a Portaria STN nº 43, de 2 de março de 2004, e tendo em vista as condições gerais da oferta de títulos públicos previstas na Portaria STN n 40, de 04 de agosto de 2003, resolve: Art. º Tornar públicas as condições específicas a serem observadas na oferta pública de compra de Notas do Tesouro Nacional, Série B - NTN-B, cujas características estão definidas no Decreto nº 3.859, de 04 de julho de 200: I - participantes da oferta pública de compra: restrita às instituições credenciadas a operar com o DEMAB/BCB e com a CODIP/STN, nos termos da decisão Conjunta nº 4, de 20 de março de 2003; II - data do acolhimento das propostas e do leilão: ; III - horário para o acolhimento das propostas: de 2h às 3h; IV - divulgação do resultado do leilão: na data do leilão, a partir das 4h30, por meio do Banco Central do Brasil V - data da liquidação financeira: ; VI - critério de seleção das propostas: serão aceitas todas as propostas com cotações iguais ou inferiores à cotação máxima aceita, a qual será aplicada a todas as propostas vencedoras; VII - sistema eletrônico a ser utilizado: exclusivamente por meio Sistema de Oferta Firme (SIOFF), nos termos do Regulamento do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (SELIC); VIII - quantidade máxima de propostas por instituição: 5 (cinco) para cada um dos títulos ofertados; IX - quantidade para o público: até (cento e oitenta e oito mil) títulos, que serão distribuídos, a critério do Tesouro Nacional, entre os títulos listados abaixo, respeitados os limites especificados; Título Código SELIC Prazo a partir da liquidação Quantidade (em mil) Data do Ve n c i m e n t o NTN-B dias Até NTN-B dias Até NTN-B dias Até NTN-B dias Até NTN-B dias Até NTN-B dias Até NTN-B NTN-B dias 4.67 dias Até 59 Até

54 <!ID > PORTARIA 54 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 Art. 2º Na formulação das propostas de compra deverá ser utilizada cotação, com quatro casas decimais; Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JOSÉ ANTONIO GRAGNANI N 7, DE DE MARÇO DE 2005 O SECRETÁRIO-ADJUNTO DO TESOURO NACIONAL, no uso das atribuições que lhe confere a Portaria MF nº 83, de 3 de julho de 2003, e a Portaria STN nº 43, de 2 de março de 2004, e tendo em vista as condições gerais da oferta de títulos públicos previstas na Portaria STN n 40, de 04 de agosto de 2003, resolve: Art. º Tornar públicas as condições específicas a serem observadas na oferta pública de compra de cupons de juros de Notas do Tesouro Nacional, Série B - NTN-B, cujas características estão definidas no Decreto nº 3.859, de 04 de julho de 200: I - participantes da oferta pública de compra: restrita às instituições credenciadas a operar com o DEMAB/BCB e com a CODIP/STN, nos termos da decisão Conjunta nº 4, de 20 de março de 2003; II - data do acolhimento das propostas e do leilão: ; III - horário para o acolhimento das propostas: de 2h às 3h; IV - divulgação do resultado do leilão: na data do leilão, a partir das 4h30, por meio do Banco Central do Brasil V - data da liquidação financeira: ; VI - critério de seleção das propostas: serão aceitas todas as propostas com cotações iguais ou inferiores à cotação máxima aceita, a qual será aplicada a todas as propostas vencedoras; VII - sistema eletrônico a ser utilizado: exclusivamente por meio Sistema de Oferta Firme (SIOFF), nos termos do Regulamento do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (SELIC); VIII - quantidade máxima de propostas por instituição: 5 (cinco) para cada um dos títulos ofertados; IX - quantidade para o público: até (cento e dez mil) cupons de juros, que serão distribuídos, a critério do Tesouro Nacional, entre os cupons listados abaixo, respeitados os limites especificados; Código SELIC Prazo a partir da liquidação Quantidade (em mil) Data do Vencimento dias Até dias Até Art. 2º Na formulação das propostas de compra deverá ser utilizada cotação, com quatro casas decimais; Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JOSÉ ANTONIO GRAGNANI

55 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN Ministério da Integração Nacional <!ID >PORTARIA N GABINETE DO MINISTRO o - 80, DE DE MARÇO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA INTEGRAÇÃO NACIO- NAL, com base no Decreto no 5.376, de 7 de fevereiro de 2005, considerando as informações da Secretaria Nacional de Defesa Civil, contidas nos Processos nos /2005-0, / , /2005-, / , / , / , /2005-7, /2005-6, /2005-6, /2005-3, / , / , / , / , /2005-8, / , /2005-5, /2005-5, / , /2005-4, / , / , / , /2005-7, / , / , / , / , /2005-3, / , /2005-2, / , /2005-0, /2005-4, /2005-5, /2005-7, /2005-4, / , /2005-3, / , / , / , /2005-9, / , /2005-6, / , / , /2005-2, / , /2005-, / , /2005-8, / , / , / , / , /2005-2, / , /2005-0, / , / , / , / , / , / , / , / , /2005-9, / , /2005-8, / , / , /2005-4, / , / , / , / , / , /2005-7, /2005-6, /2005-6, /2005-3, / , / , / , /2005-8, / , /2005-5, /2005-5, / , /2005-4, / , / , /2005-7, / , / , / , / , /2005-3, / , /2005-2, / , / , / , / , / , / , / , / , /2005-, / , /2005-9, / , / , /2005-3, / , /2005-, / , / , / , / , / , /2005-2, / , /2005-, / , /2005-8, / , / , / , / , /2005-2, / , /2005-0, / , / , / , / , / , / , /2005-, / , /2005-0, / , /2005-5, / , /2005-4, / , /2005-0, / , / , / , / e / , que relatam a ocorrência de seca que atinge diversos municípios do Estado do Rio Grande do Sul, resolve: Reconhecer a situação de emergência nas áreas afetadas pelo desastre dos seguintes municípios: Decreto no 49, de , Benjamin Constant do Sul; Decreto no 002, de , Coqueiros do Sul; Decreto no.998, de , Novo Hamburgo; Decreto no 00, de , Vacaria; Decreto no 095, de , Machadinho; Decreto no 3.044, de , Tapejara; Decreto no 002, de , Vanini; Decreto no 597, de , André da Rocha; Decreto no 804, de , Água Santa; Decreto no.893, de , Severiano de Almeida; Decreto no 67, de , Carlos Gomes; Decreto no 699, de , Ponte Preta; Decreto no.35, de , Mariano Moro; Decreto no.794, de , Ibirapuitã; Decreto no 73, de , Quatro Irmãos; Decreto no.349, de , Erval Grande; Decreto no 855, de , Faxinalzinho; Decreto no 806, de , Estação; Decreto no 79, de , Erebango; Decreto no 459, de , Muitos Capões; Decreto no 002, de , Novo Barreiro; Decreto no 004, , Constantina; Decreto no.8, de , Rondinha; Decreto no 760, de , Vila Lângaro; Decreto no.306, de , Paim Filho; Decreto no 47, de , Viadutos; Decreto no 533, de , Pontão; Decreto no 709, de , Centenário; Decreto no 00, de , Jacuizinho; Decreto no 003, de , São Valentim; Decreto no 754, de , Áurea; Decreto no 2.345, de , Gaurama; Decreto no 8.720, de , Soledade; Decreto no 735, de , Santo Antônio do Palma; Decreto no 729, de , Tupanci do Sul; Decreto no 004, de , São José do Herval; Decreto no 58, de , Westfália; Decreto no 2.69, de , São Lourenço do Sul; Decreto no.73, de , Vitória das Missões; Decreto no 98, de , Lagoão; Decreto no 4.08, de , Lagoa Vermelha; Decreto no 003, de , Mato Castelhano; Decreto no 3.63, de , Marau; Decreto no.46, de , Itatiba do Sul; Decreto no 305, de , Monte Alegre dos Campos; Decreto no 005, de , Doutor Ricardo; Decreto no 007, de , Erval Seco; Decreto no.47, de , Dom Feliciano; Decreto no 220, de , Fazenda Vilanova; Decreto no 004, de , Nova Bréscia; Decreto no 00, de , Rio Pardo; Decreto no 858, de , Santo Expedito do Sul; Decreto no 004, de , Barros Cassal; Decreto no 2.88, de , Ibiraiaras; Decreto no.200, de , Arvorezinha; Decreto no 2.69, de , São Marcos; Decreto no 00, de , São José das Missões; Decreto no.082, de , São João da Urtiga; Decreto no.793, de , Rodeio Bonito; Decreto no 623, de , Porto Vera Cruz; Decreto no 004, de , Vespasiano Corrêa; Decreto no 003, de , Sertão; Decreto no 2.375, de , Sarandi; Decreto no 00, de , São Pedro das Missões; Decreto no 003, de , Bom Retiro do Sul; Decreto no 00, de , Almirante Tamandaré do Sul; Decreto no 2.98, de , Jacutinga; Decreto no.5, de , Barão de Cotegipe; Decreto no 272, de , Santa Cecília do Sul; Decreto no 450, de , Paulo Bento; Decreto no 68, de , Poço das Antas; Decreto no 4.73, de , Pelotas; Decreto no 2.47, de , Morro Redondo; Decreto no.608, de , Santana da Boa Vista; Decreto no 00, de , Pinhal da Serra; Decreto no 735, de , Nova Boa Vista; Decreto no 270, de , Nova Candelária; Decreto no 453, de , Pedras Altas; Decreto no.358, de , Aratiba; Decreto no 2.200, de , Tupanciretã; Decreto no 330, de , Tio Hugo; Decreto no 00, de , Tiradentes do Sul; Decreto no 94, de , Nicolau Vergueiro; Decreto no 003, de , Camargo; Decreto no 978, de , Campos Borges; Decreto no.850, de , Cotiporã; Decreto no 2.967, de , Erechim; Decreto no.2, de , Fontoura Xavier; Decreto no 002, de , Cacique Doble; Decreto no 820, de , Barra Funda; Decreto no 00, de , Bom Progresso; Decreto no 697, de , Brochier; Decreto no 002, de , Carazinho; Decreto no.327, de , Casca; Decreto no 003, de , Coqueiro Baixo; Decreto no 68, de , Cruzaltense; Decreto no 002, de , Dois Irmãos das Missões; Decreto no.089, de , Entre Rios do Sul; Decreto no 2.375, de , Espumoso; Decreto no 65, de , Floriano Peixoto; Decreto no 2.999, de , Garibaldi; Decreto no 546, de , Gramado Xavier; Decreto no 00, de , Ernestina; Decreto no 296, de , São Jorge; Decreto no 3.484, de , Nova Prata; Decreto no 002, de , Jaboticaba; Decreto no 947, de , Inhacorá; Decreto no 00, de , Itapuca; Decreto no 989, de , Ibiaçá; Decreto no 002, de , Paraí; Decreto no 37, de , Capão Bonito do Sul; Decreto no 427, de , Antônio Prado; Decreto no 034, de , Jaguarão; Decreto no 06, de , Mormaço; Decreto no 004, de , Barracão; Decreto no 005, de , Guabiju; Decreto no 742, de , Charrua; Decreto no 006, de , Protásio Alves; Decreto no 04, de , Chapada; Decreto no.56, de , Três Arroios; Decreto no 05, de , São José do Ouro; Decreto no 004, de , Gentil; Decreto no 393, de , Lagoa Bonita do Sul; Decreto no.033, de , Salvador do Sul; Decreto no 0, de , Nova Petrópolis; Decreto no 003, de , Novo Xingu; Decreto no 2.635, de , Vila Flores; Decreto no 798, de , Esmeralda; Decreto no 22, de , Maximiliano de Almeida; Decreto no 005, de , Pinheirinho do Vale; Decreto no 3.535, de , Sananduva; Decreto no 2.37, de , Rolante; Decreto no 560, de , Nova Alvorada; Decreto no 758, de , Ciríaco; Decreto no 004, de , São José do Inhacorá; Decreto no 003, de , Piratini; Decreto no 506, de , Barra do Rio Azul; Decreto no 006, de , Coronel Pilar; Decreto no 362, de , Caseiros; Decreto no 370, de , Aceguá; Decreto no 004, de , Boa Vista do Sul; Decreto no 030, de , Taquara; Decreto no 00, de , Nonoai; Decreto no 005, de , Cerro Grande do Sul; Decreto no 004, de , Dois Lajeados; Decreto no.008, de , Fagundes Varela; Decreto no 376, de , Arambaré; Decreto no.224, de , Pinhal; Decreto no.805, de , Anta Gorda; Decreto no 002, de , Relvado; Decreto no 6.66, de , Santa Cruz do Sul; Decreto no 002, de , União da Serra; Decreto no 004, de , Trindade do Sul e Decreto no 004, , Serafina Corrêia, pelo prazo neles estabelecidos, contados a partir das datas de decretação nos respectivos municípios. <!ID >PORTARIA N CIRO GOMES o - 82, DE DE MARÇO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA INTEGRAÇÃO NACIO- NAL, com base no Decreto nº 5.376, de 7 de fevereiro de 2005, considerando as informações da Secretaria Nacional de Defesa Civil, contidas nos Processo nº / , que relatam a ocorrência de seca que atinge diversos municípios do Estado de Alagoas, resolve: Reconhecer a situação de emergência nas áreas afetadas pelo desastre dos seguintes municípios: Decreto nº 764, de , Água Branca; Decreto nº 007, de , Batalha; Decreto nº 293, de , Belo Monte; Decreto nº 684, de , Cacimbinhas; Decreto nº 00, de , Canapí; Decreto nº 269, de , Carneiros; Decreto nº 002, de , Delmiro Gouvêia; Decreto nº 002, de , Dois Riachos; Decreto nº 00, de , Girau do Ponciano; Decreto nº 00, de , Inhapí; Decreto nº 004, de , Jacaré dos Homens; Decreto nº 04, de , Jaramataia; Decreto nº 007, de , Maravilha; Decreto nº 00, de , Major Izidoro; Decreto nº 005, de , Minador do Negrão; Decreto nº 0, de , Monteirópolis; Decreto nº 04, de , Ouro Branco; Decreto nº 003, de , Olho D'Água do Casado; Decreto nº 003, de , Olivença; Decreto nº.6, de , Palmeira dos Índios; Decreto nº 09, de , Pão de Açúcar; Decreto nº 00, de , Pariconha; Decreto nº 004, de , Piranhas; Decreto nº 02, de , Santana do Ipanema; Decreto nº 006, de , São José da Tapera; Decreto nº002, de , Senador Rui Palmeira, pelo prazo neles estabelecidos, contados a partir das datas de decretação nos respectivos municípios. <!ID >PORTARIA N CIRO GOMES o - 83, DE DE MARÇO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA INTEGRAÇÃO NACIO- NAL, com base no Decreto no 5.376, de 7 de fevereiro de 2005, considerando as informações da Secretaria Nacional de Defesa Civil, contidas nos Processos nos /2005-6, / , /2005-3, / , / , /2005-9, /2005-6, /2005-9, / , /2005-8, / e /2005-4, que relatam a ocorrência de seca que atinge diversos municípios do Estado da Paraíba, resolve: Reconhecer a situação de emergência nas áreas afetadas pelo desastre dos seguintes municípios: Decreto no 3.9, de , Campina Grande; Decreto no 027A, de , Ingá; Decreto no 004, de , Decreto no 024, de , Riacho de Santo Antônio; Decreto no 005, de , Mogeiro; Decreto no 02, de , Itaporanga; Decreto no 09, de , Solânea; Decreto no 004, de , Cacimba de Areia; Decreto no.380, de , Esperança; Decreto no 00, de , Itabaiana; Decreto no 002, de , Junco do Seridó; Decreto no 20, de , Monteiro; Decreto no 03, de , Nova Palmeira; Decreto no 002, de , Riacho dos Cavalos; Decreto no 567, de , São Bento; Decreto no 00, de , São Mamede; Decreto no 004, de , Água Branca; Decreto no 25, de , Algodão de Jandaíra; Decreto no 005, de , Amparo; Decreto no 02, de , Areia de Baraúnas; Decreto no 007, de , Baraúna; Decreto no 036, de , Bernardino Batista; Decreto no 22, de , Boa Vista; Decreto no 004, de , Cacimbas; Decreto no 04, de , Cajazeirinhas; Decreto no 003, de , Camalaú; Decreto no 035, de , Manaíra; Decreto no 00, de , Monte Horebe; Decreto no 02, de , Parari; Decreto no 0, de , Patos; Decreto no 005, de , Paulista; Decreto no 009, de , Pedra Lavrada; Decreto no 75, de , Pilar; Decreto no 002, de , Pocinhos; Decreto no 008, de , Poço Dantas; Decreto no 009, de , Princesa Isabel; Decreto no 00, de , Quixaba; Decreto no 06, de , Salgadinho; Decreto no 084, de , Santa Luzia; Decreto no 05, de , Santo André; Decreto no 007, de , São João do Cariri; Decreto no 63, de , São João do Tigre; Decreto no 006, de , São José de Espinharas; Decreto no 63, de , São José do Brejo do Cruz; Decreto no 025, de , São José do Sabugi; Decreto no 05, de , São José dos Cordeiros; Decreto no 008, de , Cachoeira dos Índios; Decreto no 002, de , São José dos Ramos; Decreto no 004, de , São Sebastião do Umbuzeiro; Decreto no 005, de , Sossêgo; Decreto no 686, de , Sumé; Decreto no 008, de , Taperoá; Decreto no 007, de , Uiraúna; Decreto no 003, de , Várzea; Decreto no 07, de , Caraúbas; Decreto no 045, de , Cubatí; Decreto no 080, de , Damião; Decreto no 009, de , Desterro; Decreto no 784, de , Dona Inês; Decreto no 003, de , Frei Martinho; Decreto no 006, de , Gurjão; Decreto no 02, de , Juazeirinho; Decreto no 9, de , Livramento e Decreto no 023, de , Mãe D'Água, pelo prazo neles estabelecidos, contados a partir das datas de decretação nos respectivos municípios. <!ID >PORTARIA N CIRO GOMES o - 8, DE DE MARÇO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA INTEGRAÇÃO NACIO- NAL, com base no Decreto nº 5.376, de 7 de fevereiro de 2005, considerando as informações da Secretaria Nacional de Defesa Civil, contidas nos Processos nº / , / , /2005-7, /2005-6, /2005-3, / , / , / , / , /2005-8, / e /2005-5, que relatam a ocorrência de seca que atinge diversos municípios do Estado de Santa Catarina, resolve:

56 <!ID > <!ID > 56 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 Reconhecer a situação de emergência nas áreas afetadas pelo desastre dos seguintes municípios: Decreto nº.829, de , Herval d'oeste; Decreto no 2.2, de , Castello Branco; Decreto nº 099, de , Vitor Meireles; Decreto nº 556, de , Alto Bela Vista; Decreto no 09, de , Ipira; Decreto nº 08, de , Seara; Decreto nº 257, de , São João Batista; Decreto no 078, de , Itá; Decreto no 005, de , Xavantina; Decreto nº 569, de , Celso Ramos; Decreto nº.95, de , Rodeio e Decreto nº 466, de , Bocaina do Sul, pelo prazo neles estabelecidos, contados a partir das datas de decretação nos respectivos municípios. CIRO GOMES <!ID >PORTARIA N o - 84, DE DE MARÇO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA INTEGRAÇÃO NACIO- NAL, com base no Decreto no 5.376, de 7 de fevereiro de 2005, considerando as informações da Secretaria Nacional de Defesa Civil, contidas nos Processos nos / , / , / , /2004-8, que relatam a ocorrência de seca que atinge diversos municípios do Estado de Pernambuco, resolve: Reconhecer a situação de emergência nas áreas afetadas pelo desastre dos seguintes municípios: Decreto no 22, de , Araripina; Decreto no 043, de , Verdejante; Decreto no 00, de , Tacaratu; Decreto no 04, de , Exu; Decreto no 039, de , Afrânio; Decreto no 026, de , Salgueiro; Decreto no 039, de , Betânia, pelo prazo neles estabelecidos, contados a partir das datas de decretação nos respectivos municípios. CIRO GOMES <!ID >PORTARIA N o - 85, DE DE MARÇO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA INTEGRAÇÃO NACIO- NAL, com base no Decreto no 5.376, de 7 de fevereiro de 2005, considerando as informações da Secretaria Nacional de Defesa Civil, contidas nos Processos nos / , que relatam a ocorrência de seca que atinge diversos municípios do Estado da Bahia, resolve: Reconhecer a situação de emergência nas áreas afetadas pelo desastre dos seguintes municípios: Decreto no 6.880, de , Feira de Santana; Decreto no 298, de , Senhor do Bonfim, pelo prazo neles estabelecidos, contados a partir das datas de decretação nos respectivos municípios. CIRO GOMES <!ID >PORTARIA N o - 86, DE DE MARÇO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA INTEGRAÇÃO NACIO- NAL, com base no Decreto no 5.376, de 7 de fevereiro de 2005, considerando as informações da Secretaria Nacional de Defesa Civil, contidas nos Processos nos / , /2005-9, / , /2005-8, / , / , / e / , que relatam a ocorrência de seca que atinge diversos municípios do Estado de Sergipe, resolve: Reconhecer a situação de emergência nas áreas afetadas pelo desastre dos seguintes municípios: Decreto no 98, de , Nossa Senhora da Glória; Decreto no 02, de , Poço Redondo; Decreto no 030A, de , Nossa Senhora da Aparecida; Decreto no 09, de , Feira Nova; Decreto no 004, de..2004, Gararu; Decreto no 052, de..2004, Monte Alegre de Sergipe; Decreto no 92, de , São Miguel do Aleixo e Decreto no 020, de , Porto da Folha, pelo prazo neles estabelecidos, contados a partir das datas de decretação nos respectivos municípios. CIRO GOMES. Ministério da Justiça GABINETE DO MINISTRO RETIFICAÇÃO Na Portaria que declarou BENEDITO SOARES DE JESUS anistiado político, publicada no Diário Oficial da União de de março de 2005, Seção, p. 47, onde se lê: PORTARIA N o 35, DE 8 DE MARÇO DE 2005, leia-se: PORTARIA N o 35, DE 8 DE MARÇO DE SECRETARIA EXECUTIVA <!ID > DESPACHO DO SECRETÁRIO EXECUTIVO Em de março de 2005 Ref.: PROCESSO nº / INTERESSADO: MI- NISTÉRIO DA JUSTIÇA. ASSUNTO: Processo Administrativo Disciplinar. DECISÃO: Determino a anulação parcial do processo em referência e a constituição de outra comissão para repetição da oitiva de testemunha, cujo termo se encontra as fls. 234 e 235, e lavratura de novo relatório, pelas razões de fato e fundamentos de direito aduzidos no Parecer nº 02/05, da Consultoria Jurídica, que adoto. PAULO MACHADO Substituto CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA <!ID >ACÒRDÃOS ATO DE CONCENTRAÇÃO Nº / Requerentes: Advanced Medical Optics, Inc. e VISX, Incorporated. Advogados: Ronaldo Camargo Veirano, Paulo César Gonçalves Simões, Carlos Américo Ferraz e Castro e outros. Relator: Conselheiro Luiz Carlos Delorme Prado EMENTA: Ato de concentração. Operação de aquisição indireta de todas as ações da VISX, Incorporated pela Advanced Medical Optics, Inc., através da fusão de uma subsidiária integral desta, a Vault Merger Corporation, com a VISX. Faturamento das Requerentes no Brasil inferior a R$ 400 milhões. Inexistência de mercado relevante afetado. Pareceres favoráveis da SEAE, SDE e Procuradoria do CADE. Não enquadramento da operação no disposto no caput e 3º do artigo 54 da Lei 8.884/94. Arquivamento do processo sem julgamento de mérito. ACÓRDÃO: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos, em conformidade com os votos e as notas eletrônicas, acordam a Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE, por maioria, não conhecer do presente Ato de Concentração, por não estar subsumida às hipóteses previstas pelo art. 54, 3 o, julgando o processo extinto sem julgamento do mérito. Vencido o Conselheiro Luiz Alberto Esteves Scaloppe, que votou pelo conhecimento e aprovação da operação, sem restrições. Participaram do julgamento a Presidente Elizabeth Maria Mercier Querido Farina e os Conselheiros Roberto Augusto Castellanos Pfeiffer, Luiz Alberto Esteves Scaloppe, Ricardo Villas Bôas Cueva, Luis Fernando Rigato Vasconcellos e Luiz Carlos Thadeu Delorme Prado. Presente a Procuradora-Geral Maria Paula Dallari Bucci. Brasília - DF, 02 de fevereiro de 2005, data do julgamento da 340ª Sessão Ordinária de Julgamento. ELIZABETH. M. M. Q. FARINA Presidente do Conselho LUIZ CARLOS DELORME PRADO Conselheiro ATO DE CONCENTRAÇÃO Nº / Requerentes: Blackstone LR Associates (CAYMAN) IV e Gerresheimer Beteiligungs GMBH. Advogados: José Augusto Regazzini, Rogério Domene, Bruno Lembi e outros Relator: Conselheiro Luiz Carlos Delorme Prado. EMENTA: Ato de Concentração. Aquisição mundial, pelo Grupo Blackstone, através de sua subsidiária BLR, da totalidade do capital social da Gerresheimer. Hipótese prevista no art. 54, 3º da Lei 8.884/94 - Apresentação Tempestiva. Mercado nacional de recipientes de vidro. Pareceres favoráveis da SEAE, SDE e Procuradoria do CADE. Inexistência de prejuízos à concorrência. Operação aprovada sem restrições. ACÓRDÃO: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos, em conformidade com os votos e as notas eletrônicas, acordam a Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE, por unanimidade, aprovar a operação, sem restrições. Participaram do julgamento a Presidente Elizabeth Maria Mercier Querido Farina e os Conselheiros Roberto Augusto Castellanos Pfeiffer, Luiz Alberto Esteves Scaloppe, Ricardo Villas Bôas Cueva, Luis Fernando Rigato Vasconcellos e Luiz Carlos Thadeu Delorme Prado. Presente a Procuradora-Geral Maria Paula Dallari Bucci. Brasília - DF, 02 de fevereiro de 2005, data do julgamento, 340ª Sessão Ordinária de Julgamento. ELIZABETH. M. M. Q. FARINA Presidente do Conselho LUIZ CARLOS DELORME PRADO Conselheiro ATO DE CONCENTRAÇÃO Nº / Requerentes: Phillips Van Heusen Corporation; Cluett America Corp. Advogados: Ricardo Madrona Saes, Byung Soo Hong, Antonio Carlos Cantisani Mazzuco, Marcos Antonio Kawamura, Danilo Henrique Pereira Mininel Relator: Conselheiro Luiz Carlos Delorme Prado EMENTA: Ato de concentração. Procedimento Sumário. Operação de aquisição da marca Arrow da empresa Cluett pela empresa Phillips Van Heusen Corporation - PVH. A operação não gera efeitos no mercado relevante de vestuário masculino. Faturamento no território nacional inferior a R$400 milhões. Não enquadramento na hipótese prevista no 3º do artigo 54 da Lei 8.884/94. Pareceres favoráveis da SEAE, SDE, Procuradoria do CADE e Ministério Público Federal pela aprovação sem restrições. Não conhecimento da operação. ACÓRDÃO: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos, em conformidade com os votos e as notas eletrônicas, acordam a Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE, por maioria, em não conhecer do presente Ato de Concentração, por não estar subsumido às hipóteses previstas pelo art. 54, 3º, julgando o processo extinto sem julgamento do mérito. Vencido o Conselheiro Luiz Alberto Esteves Scaloppe, que votou pelo conhecimento e aprovação da operação, sem restrições. Participaram do julgamento a Presidente Elizabeth Maria Mercier Querido Farina e os Conselheiros Roberto Augusto Castellanos Pfeiffer, Luiz Alberto Esteves Scaloppe, Ricardo Villas Bôas Cueva, Luis Fernando Rigato Vasconcellos e Luiz Carlos Thadeu Delorme Prado. Presente a Procuradora-Geral Maria Paula Dallari Bucci. Brasília - DF, 02 de fevereiro de 2005, data do julgamento, 340ª Sessão Ordinária de Julgamento. ELIZABETH. M. M. Q. FARINA Presidente do Conselho LUIZ CARLOS DELORME PRADO Conselheiro ATO DE CONCENTRAÇÃO Nº / Requerentes: BP Global Investments Limited e TOP Aviation Administração & Participações S/A Advogados: Alessandro Marius Oliveira Martins, Túlio Freitas do Egito Coelho, Carla Lobão Barroso de Souza e outros. Relator: Conselheiro Luís Fernando Rigato Vasconcellos EMENTA: Ato de concentração. Reestruturação acionária. Ausência de concentração horizontal e integração vertical. Operação não subsumida. Processo arquivado sem julgamento de mérito. ACÓRDÃO: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos, em conformidade com os votos e as notas eletrônicas, acordam a Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE, unanimidade, não conhecer da presente operação, determinando seu arquivamento. Participaram do julgamento a Presidente Elizabeth Maria Mercier Querido Farina e os Conselheiros Roberto Augusto Castellanos Pfeiffer, Ricardo Villas Bôas Cueva, Luis Fernando Rigato Vasconcellos e Luiz Carlos Thadeu Delorme Prado. Presente a Procuradora-Geral Maria Paula Dallari Bucci. Ausente, justificadamente, o Conselheiro Luiz Alberto Esteves Scaloppe. Brasília - DF, 23 de fevereiro de 2005, data do julgamento da 34ª Sessão Ordinária de Julgamento. ELIZABETH M. M. Q. FARINA Presidente do Conselho LUÍS FERNANDO RIGATO VASCONCELLOS Conselheiro ATO DE CONCENTRAÇÃO Nº / Requerentes: Forstmann Little & Co. Equity Partnership VII, L.P e IMG Worldwide, Inc. Advogados: Altamiro Boscoli, Rogério Cruz Themudo Lessa, Mário Roberto Villanova Nogueira e outros. Relator: Conselheiro Luiz Carlos Delorme Prado EMENTA: Ato de concentração. Operação de aquisição da IMG Worldwide, Inc. pela Imagine. Faturamento das Requerentes no Brasil inferior a R$ 400 milhões. Inexistência de mercado relevante afetado. Pareceres favoráveis da SEAE, SDE e Procuradoria do CA- DE. Não enquadramento da operação no disposto caput e 3º do artigo 54 da Lei 8.884/94. Arquivamento do processo sem julgamento de mérito. ACÓRDÃO: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos, em conformidade com os votos e as notas eletrônicas, acordam a Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE, por unanimidade, não conhecer do presente Ato de Concentração, por não estar subsumido às hipóteses previstas pelo art. 54, 3 o, julgando o processo extinto sem julgamento do mérito. Participaram do julgamento a Presidente Elizabeth Maria Mercier Querido Farina e os Conselheiros Roberto Augusto Castellanos Pfeiffer, Ricardo Villas Bôas Cueva, Luis Fernando Rigato Vasconcellos e Luiz Carlos Thadeu Delorme Prado. Presente a Procuradora-Geral Maria Paula Dallari Bucci. Ausente justificadamente o Conselheiro Luiz Alberto Esteves Scaloppe. Brasília - DF, 23 de fevereiro de 2005, data do julgamento da 34ª Sessão Ordinária de Julgamento. ELIZABETH. M. M. Q. FARINA Presidente do Conselho LUIZ CARLOS DELORME PRADO Conselheiro DESPACHOS DO CONSELHEIRO-RELATOR Em 9 de março de 2005 Nº 06/2005 ATO DE CONCENTRAÇÃO nº / Conexos: AC nº / AC nº / AC nº / AC nº / Requerentes: Companhia Vale do Rio Doce - CVRD e outros. Relator: Conselheiro Ricardo Villas Bôas Cueva. Recebo a petição protocolada pela Companhia Vale do Rio Doce - CVRD em , denominada memorial, como manifestação sobre as notas técnicas da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça - SDE/MJ e da Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda - SEAE/MF. 2. Ressalto que para a referida manifestação foi concedido o prazo improrrogável de 30 (trinta) dias, conforme Ofício nº 335/2005/CADE, prazo do qual teve ciência a requerente (fls. 30).

57 <!ID > PORTARIA <!ID > Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN Indefiro o prazo de 60 (sessenta) dias para apresentação de estudos e pareceres, esclarecendo que as requerentes acompanharam a instrução dos referidos atos de concentração na SEAE/MF e na SDE/MJ, ocasião em que tiveram ampla oportunidade para fornecer os elementos fáticos e teóricos para subsidiar a análise daqueles órgãos instrutórios. Também no CADE, as requerentes vêm tendo ampla oportunidade para se manifestar, como se vê das recentes reuniões e audiências concedidas, tanto aos patronos como aos assessores, consultores e à diretoria da CVRD. 4. Nestas diversas reuniões, já deixei bastante claro que: (i) o CADE não é o órgão onde se realiza primariamente a instrução; (ii) as requerentes não podem invocar genericamente o direito à ampla defesa (como se houvesse algum contencioso em curso) para retardar o curso do procedimento; (iii) já foi concedido prazo para a manifestação sobre os pareceres de SDE/MJ e SEAE/MF. Oportunamente, as requerentes terão prazo para manifestar-se sobre o parecer da ProCADE. 5. Pelo exposto, indefiro o pedido de concessão de prazo. Remeta-se o protocolado à Procuradoria do CADE, para que esta possa emitir seu parecer. Intime-se. Nº 05/2005 ATO DE CONCENTRAÇÃO nº / Conexos: AC nº / AC nº / AC nº / AC nº / Requerentes: Companhia Vale do Rio Doce - CVRD e outros. Relator: Conselheiro Ricardo Villas Bôas Cueva Tratam os autos de operações de aquisição envolvendo a Companhia Vale do Rio Doce - CVRD e outros. Os autos originais das operações em epígrafe foram encaminhados ao CADE em Entretanto, a Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça - SDE/MJ protocolou, através do ofício 407/2005/DPDE/Gab., em , um aditamento ao seu parecer anteriormente proferido, de modo que somente após tal aditamento os referidos processos podem ser considerados como devidamente instruídos, para efeito da contagem do prazo para julgamento previsto na Lei nº 8.884/94: Art Os atos, sob qualquer forma manifestados, que possam limitar ou de qualquer forma prejudicar a livre concorrência, ou resultar na dominação de mercados relevantes de bens ou serviços, deverão ser submetidos à apreciação do Cade. (...) 6º - Após receber o parecer técnico da Seae, que será emitido em até trinta dias, a SDE manifestar-se-á em igual prazo, e em seguida encaminhará o processo devidamente instruído ao Plenário do Cade, que deliberará no prazo de sessenta dias. (destacamos) O mesmo entendimento é compartilhado pelas requerentes, que, através de petição protocolada às fls. 320/32, aquiescem que o somente após aditamento apresentado pela SDE/MJ é que se pode dar início à contagem dos prazos previstos na lei. Diante do exposto, a fim de evitar eventuais equívocos, explicito que o termo inicial para a contagem do prazo prevista no citado art. 54, 6º da Lei º 8.884/94 é o dia , data do aditamento encaminhado pela SDE/MJ. RICARDO VILLAS BÔAS CUEVA <!ID >RETIFICAÇÃO No acórdão relativo ao AC nº /200-73, publicado no Diário Oficial da União nº 33, Sessão I página 42, em 8 de fevereiro de 2005, onde se lê: Vencido o Conselheiro Cleveland Partes Teixeira. Participaram do julgamento o Presidente João Grandino Rodas e os Conselheiros Thompson Almeida Andrade, Roberto Augusto Castellanos Pfeiffer, Fernando de Oliveira Marques, Cleveland Prates Teixeira, Luiz Alberto Esteves Scaloppe. Presente a Procuradora-Geral Maria Paula Dallari Bucci. Brasília - DF, 4 de julho de 2004, data do julgamento da 326ª Sessão Ordinária de Julgamento., leia-se: Participaram do julgamento o Presidente João Grandino Rodas e os Conselheiros Thompson Almeida Andrade, Roberto Augusto Castellanos Pfeiffer, Fernando de Oliveira Marques, Cleveland Prates Teixeira, Luiz Alberto Esteves Scaloppe. Presente a Procuradora-Geral Maria Paula Dallari Bucci. Brasília - DF, 4 de julho de 2004, data do julgamento da 326ª Sessão Ordinária de Julgamento. DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL N o - 76, DE 8 DE MARÇO DE 2005 Altera o art. 3 da Portaria nº 992/95- DG/DPF, de 25 de outubro de 995. O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso XVI do art. 27 do Regimento Interno do Departamento de Polícia Federal, aprovado pela Portaria nº.300/mj, de 4 de setembro de 2003, resolve: Art. º O art. 3 da Portaria nº 992/95- DG/DPF, de 25 de outubro de 995, passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 3 Os emolumentos mencionados no artigo anterior serão recolhidos em moeda corrente nacional, através da Guia de Recolhimento da União - GRU, com o(s) valor(es) mencionado(s) na Tabela do Anexo da Lei nº 9.07, de 30 de março de 995 e, no caso de multas, de acordo com os valores estabelecidos nos arts. 4 e 40 do Decreto nº , de 24 de novembro de 983, conforme disponibilizado no site do Departamento de Polícia Federal ( w w w. d p f. g o v. b r ). Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º Revogam-se as disposições em contrário. <!ID >PORTARIAS DE PAULO FERNANDO DA COSTA LACERDA DIRETORIA EXECUTIVA DE MARÇO DE 2005 O DIRETOR-EXECUTIVO DO DEPARTAMENTO DE PO- LÍCIA FEDERAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 32 do Decreto nº , de 24 de novembro de 983, alterado pelo artigo º do Decreto nº.592 de 0 de agosto de 995, considerando o disposto na ata da 52ª Reunião Ordinária, realizada em 25 de Fevereiro de 2005, da Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada, instituída pela Portaria MJ nº.545 de 08 de dezembro de 995, resolve: Nº 49 - aplicar a pena de multa equivalente a 875 (oitocentos e setenta e cinco) UFIR à empresa VIGHER SERVIÇOS DE SEGURANÇA LTDA, CNPJ/MF nº: / , sediada no estado do ACRE, por infringir o artigo 99, VII, da Portaria nº992/95- DG/DPF, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo /2004-3; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (dez mil) UFIR à instituição financeira BANCO BRADESCO S/A, CNPJ/MF nº: / , sediada no estado de ALAGOAS, por infringir o artigo 2º, 'caput', c/c 7º, II, da Lei nº702/83, conforme consta no processo /2004-9; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (cinco mil) UFIR à empresa TRANSFORTE ALAGOAS VIGILÂNCIA E TRANSPORTE DE VALORES LTDA, CNPJ/MF nº: /000-60, sediada no estado de ALAGOAS, por infringir o artigo 00, XXVIII, c/c 03, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo /2004-3; Nº aplicar a pena de multa equivalente a 875 (oitocentos e setenta e cinco) UFIR à empresa FORÇA - ESCOLA PREPARATÓRIA DE VIGILÂNCIA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-00, sediada no estado de ALAGOAS, por infringir o artigo 99, VI, da Portaria nº992/95-dg/dpf c/c artigo 29, do Decreto nº89.056/83, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83 conforme consta no processo /2004-5; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (cinco mil) UFIR à empresa CORPVS CORPO DE VIGILANTES PAR- TICULARES LTDA, CNPJ/MF nº: /0002-0, sediada no estado do CEARÁ, por infringir o artigo 00, XXIV e XXVIII, c/c 04, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de cancelamento da autorização para funcionamento à empresa NASA VIGILÂNCIA E SEGURANÇA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-92, sediada no estado de GOIÁS, por infringir o artigo 02, I, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, IV, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo /2004-4; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (cinco mil) UFIR à empresa PRUDÊNCIA VIGILÂNCIA E SEGURANÇA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-70, sediada no estado de GOIÁS, por infringir o artigo 4º, I, da Portaria nº836/00, o artigo 00, X e XVIII e XXIV e XXVII, c/c 03, IV e 04, da Portaria nº992/95- DG/DPF, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (cinco mil) UFIR à empresa RAPOSO SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA LT- DA, CNPJ/MF nº: /000-99, sediada no estado do MA- RANHÃO, por infringir o artigo 4º, IV, da Portaria nº836/00, o artigo 00, XVIII, c/c 05, 'caput', da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de advertência à empresa PRES SERVICE VIGILÂNCIA E SEGURANÇA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-4, sediada no estado de MINAS GERAIS, por infringir o artigo 98, IV, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, I, da Lei nº7.02/83 conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de advertência à empresa FOR- TEBANCO VIGILÂNCIA E SEGURANÇA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-59, sediada no estado de MINAS GERAIS, por infringir o artigo 98, IV, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, I, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo /2004-3; Nº 50 - aplicar a pena de multa equivalente a (dois mil e quinhentas) UFIR à empresa COLISEU SEGURANÇA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-37, sediada no estado de MINAS GE- RAIS, por infringir o artigo 00, XVIII, da Portaria nº992/95- DG/DPF, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83 conforme consta no processo /2004-0; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (dez mil) UFIR à instituição financeira BANCO ITAÚ S/A, CNPJ/MF nº: /84-59, sediada no estado de MINAS GERAIS, por infringir o artigo 2º, 'caput', c/c 7º, II, da Lei nº702/83, conforme consta no processo /2002-8; Nº aplicar a pena de interdição à instituição financeira BANCO MERCANTIL DO BRASIL S/A, CNPJ/MF nº: / , sediada no estado de MINAS GERAIS, por infringir o artigo º, 'caput', c/c 7º, III, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (cinco mil) UFIR à empresa MOURA VIGILÂNCIA E SEGURANÇA LT- DA, CNPJ/MF nº: /000-09, sediada no estado de MINAS GERAIS, por infringir o artigo 00, XX e XXIV, c/c 03, IV e 05, 'caput', da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo /2004-2; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (cinco mil) UFIR à empresa MOURA VIGILÃNCIA E SEGURANÇA LT- DA, CNPJ/MF nº: /000-09, sediada no estado de MINAS GERAIS, por infringir o artigo 00, III e IV, c/c parágrafo único do artigo 05, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a 875 (oitocentos e setenta e cinco) UFIR à empresa LUGER VIGILÂNCIA PATRIMONIAL LTDA, CNPJ/MF nº: /000-93, sediada no estado do MATO GROSSO DO SUL, por infringir o artigo 64, c/c 99, XV, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (dez mil) UFIR à instituição financeira BANCO BRADESCO S/A, CNPJ/MF nº: /046-78, sediada no estado do MATO GROSSO, por infringir o artigo 4º, c/c 7, II, da Lei nº702/83, conforme consta no processo /2004-5; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (dez mil) UFIR à instituição financeira BANCO BRADESCO S/A, CNPJ/MF nº: /076-00, sediada no estado do MATO GROSSO, por infringir o artigo 4º, c/c 7º, II, da Lei nº702/83, conforme consta no processo /2004-5; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (dez mil) UFIR à instituição financeira BANCO DO BRASIL S/A, CNPJ/MF nº: / , sediada no estado do MATO GROSSO, por infringir o artigo 4º, 'caput', c/c 7º, II, da Lei nº702/83, conforme consta no processo / ; Nº 50 - aplicar a pena de multa equivalente a (dez mil) UFIR à instituição financeira BANCO BRADESCO S/A, CNPJ/MF nº: /832-84, sediada no estado do MATO GROSSO, por infringir o artigo 4º, c/c 7º, II, da Lei nº702/83, conforme consta no processo / ; Nº 5 - aplicar a pena de multa equivalente a (dez mil) UFIR à instituição financeira BANCO BRADESCO S/A, CNPJ/MF nº: / , sediada no estado do MATO GROSSO, por infringir o artigo 5º, c/c 7º, II, da Lei nº702/83, conforme consta no processo /2005-5; Nº 52 - aplicar a pena de multa equivalente a (dez mil) UFIR à instituição financeira BANCO BRADESCO S/A, CNPJ/MF nº: /888-39, sediada no estado do MATO GROSSO, por infringir o artigo 4º, c/c 7º, II, da Lei nº702/83, conforme consta no processo / ; Nº 53 - aplicar a pena de multa equivalente a (dez mil) UFIR à instituição financeira BANCO BRADESCO S/A, CNPJ/MF nº: /0970-9, sediada no estado do MATO GROSSO, por infringir o artigo 4º, c/c 7º, II, da Lei nº702/83, conforme consta no processo / ; Nº 54 - aplicar a pena de multa equivalente a (dez mil) UFIR à instituição financeira BANCO BRADESCO S/A, CNPJ/MF nº: /545-00, sediada no estado do MATO GROSSO, por infringir o artigo 4º, c/c 7º, II, da Lei nº702/83, conforme consta no processo / ; Nº 55 - aplicar a pena de multa equivalente a (quatro mil, quinhentos e oitenta e três) UFIR à empresa ESCOLA DE FORMAÇÃO DE VIGILANTES S/C LTDA, CNPJ/MF nº: /000-90, sediada no estado do MATO GROSSO, por infringir o artigo 00, XXV, c/c 03, III, c/c 05, 'caput', da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83 conforme consta no processo / ; Nº 56 - aplicar a pena de multa equivalente a (cinco mil) UFIR à empresa FORTESUL SERVIÇOS ESPECIAIS DE VI- GILÂNCIA E SEGURANÇA LTDA, CNPJ/MF nº: / , sediada no estado do MATO GROSSO, por infringir o artigo 00, IX, c/c 03, IV, c/c 05, 'caput', da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo / ; Nº 57 - aplicar a pena de multa equivalente a (dez mil) UFIR à instituição financeira BANCO BRADESCO S/A, CNPJ/MF nº: /833-65, sediada no estado do MATO GROSSO, por infringir o artigo 4º, c/c 7º, II, da Lei nº702/83, conforme consta no processo / ; Nº 58 - aplicar a pena de multa equivalente a (dez mil) UFIR à instituição financeira BANCO BRADESCO S/A, CNPJ/MF nº: /836-08, sediada no estado do MATO GROSSO, por infringir o artigo 4º, c/c 7º, II, da Lei nº702/83, conforme consta no processo / ; Nº 59 - aplicar a pena de multa equivalente a (dez mil) UFIR à instituição financeira BANCO BRADESCO S/A, CNPJ/MF nº: / , sediada no estado do MATO GROSSO, por infringir o artigo 5,º c/c 7º, II, da Lei nº702/83, conforme consta no processo / ;

58 58 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 Nº aplicar a pena de multa equivalente a (dez mil) UFIR à instituição financeira BANCO BRADESCO S/A, CNPJ/MF nº: /854-90, sediada no estado do MATO GROSSO, por infringir o artigo 4º, c/c 7º, II, da Lei nº702/83, conforme consta no processo / ; Nº 52 - aplicar a pena de multa equivalente a (dez mil) UFIR à instituição financeira BANCO BRADESCO S/A, CNPJ/MF nº: /560-40, sediada no estado do MATO GROSSO, por infringir o artigo 4º, c/c 7º, II, da Lei nº702/83, conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (dez mil) UFIR à instituição financeira BANCO BRADESCO S/A, CNPJ/MF nº: /095-92, sediada no estado do MATO GROSSO, por infringir o artigo 4º, c/c 7º, II, da Lei nº702/83, conforme consta no processo /2004-5; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (dez mil) UFIR à instituição financeira BANCO BRADESCO S/A, CNPJ/MF nº: /690-28, sediada no estado do MATO GROSSO, por infringir o artigo 4º, c/c 7º, II, da Lei nº702/83, conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (dez mil) UFIR à instituição financeira BANCO DO BRASIL S/A, CNPJ/MF nº: /276-98, sediada no estado do MATO GROSSO, por infringir o artigo 4º, 'caput', c/c 7º, II, da Lei nº702/83, conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a.875 (um mil, oitocentos e setenta e cinco) UFIR à empresa D. ROCHA SER- VIÇO DE VIGILÂNCIA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-72, sediada no estado do PARÁ, por infringir o artigo 00, XVIII, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (dois mil e quinhentos) UFIR à empresa SHANALLY SERVIÇO DE VI- GILÂNCIA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-8, sediada no estado da PARAÍBA, por infringir o artigo 00, XVIII, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo /2004-4; Nº arquivar o Processo nº: / , em detrimento à empresa URBANO SEGURANÇA DE VALORES LT- DA, CNPJ/MF nº: /0002-4, sediada no estado da PARAÍ- BA, em razão de decisão exarada pela CCASP, quando do seu julgamento; Nº aplicar a pena de multa equivalente a 875 (oitocentos e setenta e cinco) UFIR à empresa SOSERVI VIGILÂNCIA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-05, sediada no estado de PER- NAMBUCO, por infringir o artigo 99, XV, da Portaria nº992/95- DG/DPF, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83 conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a.042 (um mil, quarenta e duas) UFIR à empresa MULTFORTE SEGURANÇA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-00, sediada no estado de PER- NAMBUCO, por infringir o artigo 99, XV c/c 05, 'caput', da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de cancelamento da autorização para funcionamento à empresa TRANSFORTE NORTE VIGILÂNCIA E TRANSPORTE DE VALORES LTDA, CNPJ/MF nº: /000-75, sediada no estado de PERNAMBUCO, por infringir o artigo 02, I, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, IV, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo /2004-9; Nº 53 - aplicar a pena de multa equivalente a 875 (oitocentos e setenta e cinco) UFIR à empresa SIMAS SEGURANÇA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-05, sediada no estado de PER- NAMBUCO, por infringir o artigo 99, XV, da Portaria nº992/95- DG/DPF, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83 conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a.042 (um mil, quarenta e dois) UFIR à empresa SERGESEG VIGILÂNCIA E SEGURANÇA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-22, sediada no estado no estado de PIAUÍ, por infringir o artigo 99, XV c/c 05, caput da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo /2004-6; Nº aplicar a pena de multa equivalente a 500 (quinhentas) UFIR à empresa INTERSEG VIGILÂNCIA E SEGURAN- ÇA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-46, sediada no estado no estado do PIAUÍ, por infringir o artigo 99, XV, da Portaria nº992/95- DG/DPF, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo /2004-7; Nº aplicar a pena de multa equivalente a 875 (oitocentos e setenta e cinco) UFIR à empresa CENTRONIC SEGU- RANÇA E VIGILÂNCIA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-64, sediada no estado do PARANÁ, por infringir o artigo 99, XV c/c 64 da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (dez mil) UFIR à instituição financeira BANCO BRADESCO S/A, CNPJ/MF nº: / , sediada no estado do RIO GRAN- DE DO SUL, por infringir o artigo 2º, 'caput', c/c 7º, II, da Lei nº702/83, conforme consta no processo /2003-3; Nº aplicar a pena de interdição à instituição financeira HSBC BANK BRASIL S/A - BANCO MULTIPLO, CNPJ/MF nº: /024-00, sediada no estado do RIO DE JANEIRO, por infringir o artigo º, 'caput', c/c 7º, III, da Lei nº702/83, conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de cancelamento da autorização para funcionamento à empresa SERAUCO SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA E SEGURANÇA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-83, sediada no estado do RIO DE JANEIRO, por infringir o artigo 02, I, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, IV, da Lei nº7.02/83 conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de interdição à instituição financeira HSBC BANK BRASIL S/A - BANCO MULTIPLO, CNPJ/MF nº: / , sediada no estado do RIO DE JANEIRO, por infringir o artigo º, 'caput', c/c 7º, III, da Lei nº702/83, conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de interdição à instituição financeira HSBC BANK BRASIL S.A. - BANCO MULTIPLO, CNPJ/MF nº: / , sediada no estado do RIO DE JANEIRO, por infringir o artigo º, 'caput', c/c 7º, III, da Lei nº702/83, conforme consta no processo /2004-8; Nº aplicar a pena de multa equivalente a.500 (um mil e quinhentas) UFIR à empresa CESP - CENTRO DE ESTUDOS EM SEGURANÇA PRIVADA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-95, sediada no estado do RIO DE JANEIRO, por infringir o artigo 99, VI e artigo 29, do Decreto nº89.056/83 c/c artigo 05, 'caput', da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo /2004-5; Nº 54 - aplicar a pena de multa equivalente a 875 (oitocentos e setenta e cinco) UFIR à empresa NETUNO VIGILÂNCIA E SEGURANÇA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-70, sediada no estado do RIO DE JANEIRO, por infringir o artigo 99, XV, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83 conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (três mil) UFIR à empresa JUIZ DE FORA EMPRESA DE VIGILÂNCIA LTDA, CNPJ/MF nº: /0002-4, sediada no estado do RIO DE JANEIRO, por infringir o artigo 00, XXIV, c/c 03, IV, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (dois mil e quinhentas) UFIR à empresa ROMANA VIGILÂNCIA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-94, sediada no estado do RIO DE JA- NEIRO, por infringir o artigo 00, XXVII, c/c 03, IV, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo /2004-5; Nº aplicar a pena de interdição à instituição financeira HSBC BANK BRASIL S/A - BANCO MULTIPLO, CNPJ/MF nº: /064-80, sediada no estado do RIO DE JANEIRO, por infringir o artigo º, 'caput', c/c 7º, III, da Lei nº702/83, conforme consta no processo /2004-9; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (cinco mil) UFIR à empresa MONTERREY EMPRESA DE SEGURANÇA E VIGILÂNCIA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-63, sediada no estado do RIO DE JANEIRO, por infringir o artigo 00, XXIV e XXVII, c/c 03, IV, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo /2004-5; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (cinco mil) UFIR à empresa VIGILÂNCIA PEDROZO LTDA, CNPJ/MF nº: / , sediada no estado de SANTA CATARINA, por infringir o artigo 00, IX, c/c 03, IV e 05, parágrafo único da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a.250 (um mil, duzentos e cinquenta) UFIR à empresa SERFORTE - SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA E SEGURANÇA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-03, sediada no estado de SANTA CATARINA, por infringir o artigo 99, VIII c/c 03, I, da Portaria nº992/95- DG/DPF, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83 conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de advertência e multa equivalente a (cinco mil) UFIR à empresa TGV TRANSPORTADORA DE VALORES E VIGILÂNCIA LTDA, CNPJ/MF nº: /005-05, sediada no estado de SANTA CATARINA, por infringir o artigo 98, IV e 99, XI, c/c 03, II e IV da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, I e II, da Lei nº7.02/83 conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a.75 (um mil, cento e setenta e cinco) UFIR à empresa ORSEGUPS OR- GANIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE SEGURANÇA PRINCESA DA SERRA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-42, sediada no estado de SANTA CATARINA, por infringir o artigo 99, XV c/c 05, parágrafo único da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo /2004-9; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (cinco mil) UFIR à empresa TRANSFORTE ALAGOAS VIGILÂNCIA E TRANSPORTE DE VALORES LTDA, CNPJ/MF nº: /0002-4, sediada no estado do SERGIPE, por infringir o artigo 00, XXVII, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo / ; Nº 55 - aplicar a pena de multa equivalente a.500 (um mil e quinhentos) UFIR à empresa FRANCA SERVIÇOS DE VIGI- LÂNCIA E SEGURANÇA PATRIMONIAL LTDA, CNPJ/MF nº: /000-62, sediada no estado do SERGIPE, por infringir o artigo 00, XXVII, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (vinte mil) UFIR à instituição financeira BANCO DO ESTADO DO SER- GIPE S/A, CNPJ/MF nº: /003-6, sediada no estado do SERGIPE, por infringir o artigo 4º, c/c 7º, II, da Lei nº702/83, conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (cinco mil) UFIR à empresa orgânica ASSOCIAÇÃO DE MORADORES E USUÁRIOS DO CONJUNTO RESIDENCIAL ARARAQUARA, CNPJ/MF nº: /000-3, sediada no estado de SÃO PAU- LO, por infringir o artigo 00, XXIX, c/c 03, IV, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83 conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (cinco mil) UFIR à empresa orgânica SUCOCITRICO CUTRALE LTDA, CNPJ/MF nº: /000-68, sediada no estado de SÃO PAU- LO, por infringir o artigo 00, XXIX, c/c 03, IV, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83 conforme consta no processo /2004-9; Nº aplicar a pena de advertência à empresa BRINKS SEGURANÇA E TRANSPORTE DE VALORES LTDA, CNPJ/MF nº: / , sediada no estado de SÃO PAULO, por infringir o artigo 98, IV da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, I da Lei nº7.02/83, conforme consta nos processos /2004-, / , / , / e / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (três mil, setecentos e cinquenta) UFIR à empresa MULT SERVICE VI- GILÂNCIA S/C LTDA, CNPJ/MF nº: /000-5, sediada no estado de SÃO PAULO, por infringir o artigo 98, IV e 00, XXVII da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, I e II da Lei nº7.02/83, conforme consta nos processos /2003-8, / e /2003-0; Nº aplicar a pena de advertência à empresa orgânica INSTITUIÇÃO TOLEDO DE ENSINO, CNPJ/MF nº: /000-23, sediada no estado de SÃO PAULO, por infringir o artigo 98, IV, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, I, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (dois mil e quinhentas) UFIR à empresa CENTRO DE FORMAÇÃO E RECIC PROFISSIONAL DE VIGILANTES MARAJOX LTDA, CNPJ/MF nº: /000-62, sediada no estado de SÃO PAULO, por infringir o artigo 00, XVI c/c 03, IV, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83 conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (quatro mil) UFIR à empresa GP GUARDA PATRIMONIAL DE SÃO PAU- LO S/C LTDA, CNPJ/MF nº /000-09, sediada no estado de SÃO PAULO, por infringir o artigo 99, VIII e 00, XXIV c/c 03, IV da Portaria nº 992/95-DG/DPF, conforme artigo 23, II, da Lei nº 7.02/83, conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (dois mil) UFIR à empresa RIBER ÁGUIAS VIGILÂNCIA E SEGU- RANÇA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-82, sediada no estado de SÃO PAULO, por infringir o artigo 00, XVI, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo / ; Nº 56 - aplicar a pena de multa equivalente a.875 (um mil, oitocentos e setenta e cinco) UFIR à empresa RIBER ÁGUIAS VIGILÂNCIA E SEGURANÇA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-82, sediada no estado de SÃO PAULO, por infringir o artigo 00, XVIII, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo /2004-6; Nº aplicar a pena de multa equivalente a 875 (oitocentos e setenta e cinco) UFIR à empresa ALMEIDA SEGURAN- ÇA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-02, sediada no estado no estado de SÃO PAULO, por infringir o artigo 99, II, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83 conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (dez mil) UFIR à instituição financeira UNIBANCO UNIÃO DE BAN- COS BRASILEIROS S/A, CNPJ/MF nº: /079-72, sediada no estado de SÃO PAULO, por infringir o artigo 5, parágrafo 8, da Portaria nº992/95-dg/dpf, c/c o artigo º e 7º, II da Lei nº702/83, conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a.500 (um mil e quinhentas) UFIR à empresa ENGEFORT SISTEMA AVANÇADO DE SEGURANÇA S/C LTDA, CNPJ/MF nº: /000-5, sediada no estado de SÃO PAULO, por infringir o artigo 99, XV c/c 05, 'caput', da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83 conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (três mil, setecentos e noventa e duas) UFIR à empresa TRANSEGURO BH TRANSPORTES DE VALORES E VIGILÂNCIA LTDA, CNPJ/MF nº: / , sediada no estado de SÃO PAU- LO, por infringir o artigo 99, VII e 00, XVI, c/c 05 'caput' da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo / ;

59 <!ID > <!ID > PORTARIA <!ID > Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN Nº aplicar a pena de multa equivalente a (cinco mil) UFIR à empresa orgânica COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO, CNPJ/MF nº: /000-56, sediada no estado de SÃO PAULO, por infringir o artigo 99, VIII c/c 03, IV da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo /2004-4; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (dois mil) UFIR à empresa SEND SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA E SE- GURANÇA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-94, sediada no estado de SÃO PAULO, por infringir o parágrafo único do artigo 2º c/c 4º, II da Portaria nº836/00, conforme artigo 23, II, da Lei nº 7.02/83, conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (cinco mil) UFIR à empresa FONSECA SEGURANÇA E VIGILÂNCIA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-69, sediada no estado de SÃO PAULO, por infringir o artigo 99, II c/c 05, 'caput', da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83, conforme consta no processo /2004-9; Nº aplicar a pena de multa equivalente a (cinco mil) UFIR à empresa DACALA SEGURANÇA E VIGILÂNCIA LTDA, CNPJ/MF nº: /000-60, sediada no estado de SÃO PAULO, por infringir o artigo 00, IX, c/c 05, 'caput', da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, II, da Lei nº7.02/83 conforme consta no processo / ; Nº aplicar a pena de cancelamento da autorização para funcionamento à empresa FILA SEGURANÇA E DEFESA PATRI- MONIAL LTDA, CNPJ/MF nº: /000-09, sediada no estado de SÃO PAULO, por infringir o artigo 02, I, da Portaria nº992/95-dg/dpf, conforme artigo 23, IV, da Lei nº7.02/83 conforme consta no processo / ; COORDENAÇÃO-GERAL DE CONTROLE DE SEGURANÇA PRIVADA PORTARIA N o - 345, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2005 O DIRETOR EXECUTIVO DO DEPARTAMENTO DE PO- LÍCIA FEDERAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 45 do Decreto nº de 24 de novembro de 983, alterado pelo art. º do Decreto nº.592 de 0 de agosto de 995, e atendendo solicitação por parte do interessado, bem como decisão prolatada no Processo nº / SR/DPF/RJ; resolve: Conceder autorização à empresa UNITED SEGURANÇA LTDA., CNPJ/MF nº /000-70, sediada no Estado do RIO DE JANEIRO, para adquirir em estabelecimento comercial autorizado pelo Departamento de Material Bélico do Exército, armas e cartuchos de munição nas seguintes quantidades e natureza: 09 (NO- VE) REVÓLVERES CALIBRE 38 E 08 (CENTO E OITO) CAR- TUCHOS DE MUNIÇÃO CALIBRE 38. ZULMAR PIMENTEL DOS SANTOS <!ID > PORTARIA N o , DE 8 DE FEVEREIRO DE 2005 O DIRETOR EXECUTIVO DO DEPARTAMENTO DE PO- LÍCIA FEDERAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 32 do Decreto nº de 24 de novembro de 983, alterado pelo artigo º do Decreto nº.592, de 0 de agosto de 995, atendendo solicitação por parte do interessado, bem como decisão prolatada no Processo nº / DELESP/SR/DPF/MT; resolve: Conceder autorização à empresa PROSEGUR BRASIL S/A - TRANSPORTADORA DE VALORES E SEGURANÇA, CNPJ/MF: nº / , especializada em prestação de serviços de Vigilância, no Estado de MATO GROSSO, a executar o serviço de ESCOLTA ARMADA, nos termos do artigo 46, da Portaria 992- DG/DPF de 25 de outubro de 995, publicada no D.O.U. de 3 de outubro de 995. ZULMAR PIMENTEL DOS SANTOS <!ID > PORTARIA N o - 376, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2005 O DIRETOR EXECUTIVO DO DEPARTAMENTO DE PO- LÍCIA FEDERAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 45 do Decreto nº de 24 de novembro de 983, alterado pelo art. º do Decreto nº.592 de 0 de agosto de 995, e atendendo solicitação por parte do interessado, bem como decisão prolatada no Processo nº / SR/DPF/CE; resolve: Conceder autorização à empresa ITAFORT - FORMAÇÃO DE VIGILANTES LTDA., CNPJ/MF nº /000-73, sediada no Estado do CEARÁ, para adquirir em estabelecimento comercial autorizado pelo Departamento de Material Bélico do Exército, petrechos para recarga de munição nas seguintes quantidades e natureza: 996 (NOVECENTOS E NOVENTA E SEIS) CARTUCHOS DE MU- NIÇÃO CALIBRE 2, (OITENTA E UM MIL) ESPOLETAS PARA MUNIÇÃO CALIBRE 38, (OITENTA E UM MIL) PROJÉTEIS PARA MUNIÇÃO CALIBRE 38,.000 (UM MIL) ES- TOJOS PARA MUNIÇÃO CALIBRE 38 E (DEZOITO MIL) GRAMAS DE PÓLVORA. ZULMAR PIMENTEL DOS SANTOS <!ID > PORTARIA N o - 390, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2005 O DIRETOR EXECUTIVO DO DEPARTAMENTO DE PO- LÍCIA FEDERAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 45 do Decreto nº de 24 de novembro de 983, alterado pelo art. º do Decreto nº.592 de 0 de agosto de 995, e atendendo solicitação por parte do interessado, bem como decisão prolatada no Processo nº / DPFB/SJK/SP; resolve: Conceder autorização à empresa ASTRO FORMAÇÃO E TREINAMENTO DE VIGILANTES S/C LTDA., CNPJ/MF nº /000-7, sediada no Estado de SÃO PAULO, para adquirir em estabelecimento comercial autorizado pelo Departamento de Material Bélico do Exército, petrechos para recarga de munição nas seguintes quantidades e natureza: (TREZE MIL E QUINHEN- TOS) ESPOLETAS PARA MUNIÇÃO CALIBRE 38. ZULMAR PIMENTEL DOS SANTOS N o - 48, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2005 O DIRETOR EXECUTIVO DO DEPARTAMENTO DE PO- LÍCIA FEDERAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 45 do Decreto nº de 24 de novembro de 983, alterado pelo art. º do Decreto nº.592 de 0 de agosto de 995, e atendendo solicitação por parte do interessado, bem como decisão prolatada no Processo nº / SR/DPF/SP; resolve: Conceder autorização à empresa MC - MOGI DAS CRUZES SEGURANÇA E VIGILÂNCIA S/C LTDA., CNPJ/MF nº /000-77, sediada no Estado de SÃO PAULO, para adquirir em estabelecimento comercial autorizado pelo Departamento Logístico do Comando do Exército, armas e cartuchos de munição nas seguintes quantidades e natureza: 06 (seis) revólveres calibre 38 e 72 (setenta e dois) cartuchos de munição calibre 38. ZULMAR PIMENTEL DOS SANTOS <!ID > PORTARIA N o - 420, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2005 O DIRETOR EXECUTIVO DO DEPARTAMENTO DE PO- LÍCIA FEDERAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 45 do Decreto nº de 24 de novembro de 983, alterado pelo art. º do Decreto nº.592 de 0 de agosto de 995, e atendendo solicitação por parte do interessado, bem como decisão prolatada no Processo nº / SR/DPF/MG; resolve: Conceder autorização à empresa MINASGUARDA VIGI- LÂNCIA LTDA., CNPJ/MF nº /000-29, sediada no Estado de MINAS GERAIS, para adquirir em estabelecimento comercial autorizado pelo Departamento Logístico do Comando do Exército, armas e cartuchos de munição nas seguintes quantidades e natureza: 5 (QUINZE) REVÓLVERES CALIBRE 38 E 80 (CENTO E OITENTA) CARTUCHOS DE MUNIÇÃO CALIBRE 38. ZULMAR PIMENTEL DOS SANTOS <!ID > PORTARIA N o - 422, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2005 O DIRETOR EXECUTIVO DO DEPARTAMENTO DE PO- LÍCIA FEDERAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.02, de 20 de junho de 983, alterada pela Lei nº 9.07, de 30 de março de 995, regulamentada pelo Decreto nº , de 24 de novembro de 983, atualizado pelo Decreto nº.592, de 0 de agosto de 995, atendendo a requerimento da parte interessada, nos termos do art. 28 da Portaria nº 992-DG/DPF, de 25 de outubro de 995, alterada pela Portaria nº 277-DG/DPF, de 3 de abril de 998 e, considerando, finalmente, o posicionamento favorável da Coordenação-Geral de Controle de Segurança Privada, conforme despacho exarado nos autos do Processo nº / CV/DPFB/NRI/RJ, DECLARA revista a autorização para funcionamento concedida à empresa HOPEVIG VI- GILÂNCIA E SEGURANÇA LTDA, inscrita no CNPJ/MF sob o nº /000-90, especializada na prestação de serviços de VI- GILÂNCIA, tendo como sócios WILSON DA COSTA RITTO FI- LHO, RICARDO BRAGA DE ARAÚJO e MARCELO FREDE- RICO DA SILVA PINTO, para efeito de exercer suas atividades no estado do RIO DE JANEIRO. ZULMAR PIMENTEL DOS SANTOS <!ID > PORTARIA N o - 435, DE 3 DE MARÇO DE 2005 O DIRETOR EXECUTIVO DO DEPARTAMENTO DE PO- LÍCIA FEDERAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.02, de 20 de junho de 983, alterada pela Lei nº 9.07, de 30 de março de 995, regulamentada pelo Decreto nº , de 24 de novembro de 983, atualizado pelo Decreto nº.592, de 0 de agosto de 995, atendendo a requerimento da parte interessada, nos termos do art. 28 da Portaria nº 992-DG/DPF, de 25 de outubro de 995, alterada pela Portaria nº 277-DG/DPF, de 3 de abril de 998 e, considerando, finalmente, o posicionamento favorável da Coordenação-Geral de Controle de Segurança Privada, conforme despacho exarado nos autos do Processo nº / DELESP/SR/DPF/PB, DECLARA revista a autorização para funcionamento concedida à empresa SHANALLY - SERVIÇO DE VIGILÂNCIA LTDA, inscrita no CNPJ/MF sob o nº /000-8, especializada na prestação de serviços de VI- GILÂNCIA tendo como sócios EDMILSON DE SOUSA RAMOS e JOSÉ EVERALDO DE ARAUJO, para efeito de exercer suas atividades no estado da PARAÍBA. ZULMAR PIMENTEL DOS SANTOS PORTARIA N o - 439, DE 3 DE MARÇO DE 2005 O DIRETOR EXECUTIVO DO DEPARTAMENTO DE PO- LÍCIA FEDERAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 45 do Decreto nº de 24 de novembro de 983, alterado pelo art. º do Decreto nº.592 de 0 de agosto de 995, e atendendo solicitação por parte do interessado, bem como decisão prolatada no Processo nº / DPFB/BRU/SP; resolve: Conceder autorização à empresa CENTRO DE FORMA- ÇÃO E RECIC PROFISSIONAL DE VIGILANTES MA- RAJOX LTDA., CNPJ/MF nº /000-62, sediada no Estado de SÃO PAULO, para adquirir em estabelecimento comercial autorizado pelo Departamento Logístico do Comando do Exército, cartuchos de munição e petrechos para recarga de munição nas seguintes quantidades e natureza: (SEIS MIL) CARTUCHOS DE MU- NIÇÃO CALIBRE 2, (TRINTA MIL) PROJÉTEIS PARA MUNIÇÃO CALIBRE 38, (TRINTA MIL) ESPOLETAS PA- RA MUNIÇÃO CALIBRE 38, (OITO MIL) ESTOJOS PARA MUNIÇÃO CALIBRE 38, 80 (CENTO E OITENTA) PROJÉTEIS PARA MUNIÇÃO CALIBRE.380 E (SETE MIL, SETECEN- TOS E SETENTA E SEIS) GRAMAS DE PÓLVORA ZULMAR PIMENTEL DOS SANTOS <!ID > PORTARIA N o - 450, DE 3 DE MARÇO DE 2005 O DIRETOR EXECUTIVO DO DEPARTAMENTO DE PO- LÍCIA FEDERAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.02, de 20 de junho de 983, alterada pela Lei nº 9.07, de 30 de março de 995, regulamentada pelo Decreto nº , de 24 de novembro de 983, atualizado pelo Decreto nº.592, de 0 de agosto de 995, atendendo a requerimento da parte interessada, nos termos do art. 28 da Portaria nº 992-DG/DPF, de 25 de outubro de 995, alterada pela Portaria nº 277-DG/DPF, de 3 de abril de 998 e, considerando, finalmente, o posicionamento favorável da Coordenação-Geral de Controle de Segurança Privada, conforme despacho exarado nos autos do Processo nº / CV/DPFB/SOO/SP, DECLARA revista a autorização para funcionamento concedida à empresa SMA - SEGU- RANÇA PRIVADA S/C LTDA, inscrita no CNPJ/MF sob o nº /000-33, especializada na prestação de serviços de VI- GILÂNCIA e habilitada a exercer a atividade de ESCOLTA AR- MADA, tendo como sócios NAMIE DE JESUS MELO YKEUTI ALVES e JOSÉ ORDELE ALVES LIMA JÚNIOR, para efeito de exercer suas atividades no Estado de SÃO PAULO. ZULMAR PIMENTEL DOS SANTOS <!ID > PORTARIA N o - 457, DE 3 DE MARÇO DE 2005 O DIRETOR EXECUTIVO DO DEPARTAMENTO DE PO- LÍCIA FEDERAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.02, de 20 de junho de 983, alterada pela Lei nº 9.07, de 30 de março de 995, regulamentada pelo Decreto nº , de 24 de novembro de 983, atualizado pelo Decreto nº.592, de 0 de agosto de 995, atendendo a requerimento da parte interessada, nos termos do art. 28 da Portaria nº 992-DG/DPF, de 25 de outubro de 995, alterada pela Portaria nº 277-DG/DPF, de 3 de abril de 998 e, considerando, finalmente, o posicionamento favorável da Coordenação-Geral de Controle de Segurança Privada, conforme despacho exarado nos autos do Processo nº / DELESP/SR/DPF/MG, DECLARA revista a autorização para funcionamento concedida à empresa SEGURANÇA TRATEX S.A., inscrita no CNPJ/MF sob o nº /000-44, especializada na prestação de serviços de VIGILÂNCIA, e habilitada a exercer a atividade de SEGURANÇA PESSOAL, tendo como presidente SABINO CORREA RABELLO e como diretor VICENTE DE PAULA PIMENTA, para efeito de exercer suas atividades no Estado de MINAS GERAIS. ZULMAR PIMENTEL DOS SANTOS <!ID > PORTARIA N o - 46, DE 3 DE MARÇO DE 2005 O DIRETOR EXECUTIVO DO DEPARTAMENTO DE PO- LÍCIA FEDERAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.02, de 20 de junho de 983, alterada pela Lei nº 9.07, de 30 de março de 995, regulamentada pelo Decreto nº , de 24 de novembro de 983, atualizado pelo Decreto nº.592, de 0 de agosto de 995, atendendo a requerimento da parte interessada, nos termos do art. 28 da Portaria nº 992-DG/DPF, de 25 de outubro de 995, alterada pela Portaria nº 277-DG/DPF, de 3 de abril de 998 e, considerando, finalmente, o posicionamento favorável da Coordenação-Geral de Controle de Segurança Privada, conforme despacho exarado nos autos do Processo nº / CV/DPFB/SOD/SP, DECLARA revista a autorização para funcionamento concedida à empresa ALERTA SER- VIÇOS DE SEGURANÇA LTDA, inscrita no CNPJ/MF sob o nº /000-3, especializada na prestação de serviços de VI- GILÂNCIA e habilitada a exercer as atividades de SEGURANÇA PESSOAL PRIVADA e ESCOLTA ARMADA tendo como sócios LEONIDAS COVELLI, JOÃO ÁUREO CAMPANHÃ, EMILIA LEITE COVELLI e MARIA JOSÉ DE CARVALHO CAMPANHÃ, para efeito de exercer suas atividades no Estado de SÃO PAULO. ZULMAR PIMENTEL DOS SANTOS

60 60 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO <!ID >RETIFICAÇÃO Na edição do DOU nº 48, de /3/2005, Seção, pág. 5, 3ª coluna, no título, onde se lê: CONSELHO FEDERAL GESTOR DO FUNDO DE DEFESA DOS DIREITOS DIFUSOS, leia-se: SECRE- TARIA DE DIREITO ECONÔMICO, e na identificação, onde se lê: DESPACHO DO PRESIDENTE, leia-se: DESPACHO DO CHEFE DE GABINETE. (p/coede). DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA <!ID > DESPACHO DA DIRETORA Em 0 de março de 2005 N o Ato de Concentração nº 0036/ Requerentes: EDP Energias de Portugal S/A e LogicaCMG Corporate Holdings Limited. Advs: Lauro Celidonio Neto e Outros. Em conformidade com o art. 54, 8º da Lei nº 8.884/94 e art., 3º da Portaria/MJ nº 849, de 22 de setembro de 2000, atendam as Requerentes à diligência de fls., no prazo de 5 (quinze) dias. Os autos encontram-se na Seção Processual deste Departamento. Publique-se. N o Ato de Concentração nº / Requerentes: Blitz Gmbh e RMG Regel + Messtechnik Gmbh. Advs: Priscila Castello Branco e Outros. Defiro prazo adicional de 07 (sete) dias, conforme despacho de fls. Os autos encontram-se na Seção Processual deste Departamento. BARBARA ROSENBERG SECRETARIA NACIONAL DE JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE ESTRANGEIROS <!ID >DESPACHO DA DIRETORA Tendo em vista que os documentos que instruem o caderno processual estão em conformidade com o que norteira o visto temporário inciso V do artigo 3, da Lei Nº 6.85/80, alterada pela Lei nº 6.964/8, expedido com base na Resolução Normativa nº 47/00 do CNIg, DEFIRO o pedido de prorrogação do prazo de estada no País até 07/0/2005. Processo Nº / Jacobo Rey Capellin Tendo em vista que os documentos que indtruem o caderno processual estão em conformidade com o que norteia o visto temporário inciso IV do artigo 3, da Lei 6.964/8, DEFIRO o pedido de prorrogação do prazo de estada no País até Processo Nº / Norman Pier Stockholm Ruiz Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 0/0/2006. Processo Nº / Gordon John Reid Wa l k e r Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 9//2006. Processo Nº / Marcelo Lo Prete, Ana Maria Bugiato, Tomas Lo Prete e Agustin Lo Prete Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 9/05/2005. Processo Nº / Gerardo Cenas Lozada Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 30/09/2005. Processo Nº / Brian Paul Bennett, Lesley Ann Bennett, Jake Bennett e Jodie Bennett Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 04/0/2006. Processo Nº / Antonio Banggad Quadra Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 04/0/2006. Processo Nº / Jose Obdamen Encarnado Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 04/0/2006. Processo Nº / Dimosthenis Kourgias Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 04/0/2006. Processo Nº / Dimitrios Birlis Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 3/2/2005. Processo Nº / Vasyl Berezhnyak Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 3/2/2005. Processo Nº / Kyrylo Koryachko Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 3/2/2005. Processo Nº / Oleksandr Afonin Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 3/2/2005. Processo Nº / Oleksander Naumov Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 3/2/2005. Processo Nº / Vasyl Kushchak Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 3/2/2005. Processo Nº / Igor Piskaryov Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 8/0/2006. Processo Nº / Romeo Flores Bendillo Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 8/0/2006. Processo Nº / Erwin Dagani Triumfante Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 8/0/2006. Processo Nº / Renato Dugay Aguilar Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 8/0/2006. Processo Nº / Randy de Chavez Verdadero Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 0/0/2006. Processo Nº / Dorian Sabo Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 9/0/2006. Processo Nº / Inderpal Singh Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 8/0/2006. Processo Nº / Antonios Kazonis Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 8/0/2006. Processo Nº / Hilton Ancheta Puruganan Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 9/0/2006. Processo Nº / Madathil Parambil Verghese John Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 30/09/2005. Processo Nº / Brian Donald Proudfoot Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 04//2005. Processo Nº / Medardo Margin Pagulong Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 04//2005. Processo Nº / Marlon Pesa Silva Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da manutenção do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 09/03/2007. Processo Nº / Umberto Micheli e Cristina Micheli Tendo em vista que não foram apresentados argumentos de fato e de direito que pudessem modificar a decisão recorrida, IN- DEFIRO o presente pedido mantendo o ato denegatório publicado no Diário Oficial de 3/0/2005, quanto à solicitação de prorrogação do prazo de estada no País. Processo Nº / Paul Veldhuijsen e Cora Thea Gytha Van Bentveld Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da continuidade do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de transformação de visto temporário em permanente. Processo Nº / Ton Hendrik Bakker e Paola Michelle Bakker Tendo em vista a intempestividade da peça recorrente, não conheço do recurso, bem como mantenho o ato denegatório publicado no Diário Oficial de 9/05/2004. Processo Nº / Roberto Albertinetti Tendo em vista a manifestação contrária da ilustre Divisão de Permanência de Estrangeiros deste Departamento e, considerando a intempestividade da peça recorrente, não conheço do recurso, bem como mantenho o ato denegatório publicado no Diário Oficial de 3/03/2004. Processo Nº / Mohamed Ismaly Diab Fajat Pedido de reconsideração INDEFERIDO pelo conselho Nacional de Imigração quanto a solicitação de visto permanente. Processo Nº / Melih Altunturk Tendo em vista que ficou demonstrada a efetiva necessidade da continuidade do estrangeiro na empresa, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei e, diante da informação do Ministério do Trabalho e Emprego, DEFIRO o pedido de transformação de visto temporário em permanente. Processo Nº / Silvina Del Grande de Saravia IZAURA MARIA SOARES MIRANDA DIVISÃO DE PERMANÊNCIA DE ESTRANGEIROS <!ID >DESPACHOS DO CHEFE INDEFIRO o presente pedido, tendo em vista o não cumprimento da (s) exigência(s) formulada(s) por esta Divisão. Processo Nº / Martijn de Vries e Annigje Volkers de Vries Indefiro o presente pedido, já que a simples frequência a curso livre não enseja a prorrogação. Processo Nº / David Edward Browne INDEFIRO o presente pedido, por falta de amparo legal, considerando que as atividades exercidas pelo(s) requerente(s) não se coadunam com a classificação consular que porta(m).

61 <!ID5745-0> PORTARIA Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN Processo Nº / Gustavo Angel Sanchez Suarez Face as diligências procedidas pelo Departamento de Polícia Federal, DEFIRO o presente pedido de permanência, vez que restou provado que o (a) estrangeiro (a) está casado de fato e de direito com cônjuge brasileiro (a), salientando, todavia, que o ato persistirá enquanto for detentor da condição que lhe deu origem. Processo Nº / Claudia Alvarez Ruschel Face as diligencias procedidas pelo Departamento de Policia Federal, DEFIRO o presente Pedido de Permanência, nos termos do art. 75,II, b, da Lei 6.85/80, salientando, todavia, que verificado a qualquer momento o abandono da prole o ato poderá ser revisto. Processo Nº / Lin Jianyou e Lifang Chen MARIA OLIVIA SACRAMENTO DE M. ALVES Substituto <!ID > Determino o arquivamento do presente processo, tendo em vista, o não cumprimento da (s) exigência(s) formuladas por esta Divisão. Processo Nº / Jose Sha Wong Jikal Zamphiropolos Processo Nº / Denise Isabel Rodrigues Soares Oliveira Processo Nº / Steeve Herve Engone Edzoghe Processo Nº / Chao Jen Su e Mei Kuei Su Processo Nº / Peter Rudolf Schmid Processo Nº / Agostinho da Costa Narciso Processo Nº / Ednilson Jorge Rocha Delgado Processo Nº / Mariana Paladino Processo Nº / Garcia Antonio Calongua Processo Nº / Omar Eugenio Lugo Barrios Processo Nº / Susana Martinez Arias Processo Nº / Eugenia Karnaukhova, Ana Nadia Santos Costa e Edgar Arnobio da Costa Processo Nº / Daniel Hasman Processo Nº / Vanessa Teresa Keating Processo Nº / Ryan Daniel Keating Determino o arquivamento do(s) presente(s) processo(s), por ter(em) o(s) estrangeiro(s) retornado ao País de origem. Processo Nº / Jose Efren Garcia Mendoza Determino o arquivamento do presente processo, diante do término do curso. Processo Nº / Lino Vaz Moniz Determino o arquivamento do presente processo, considerando que o(a/s) requerente(s) já obteve(ram) o prazo desejado até04/06/2005, conforme a publicação do Diário Oficial da União de08/06/2004. Processo Nº / Mario Wilson da Silva Neto Determino o arquivamento do(s) presente(s) processo(s), por já ter decorrido prazo(s) superior(s) ao da(s) estada(s) solicitada(s). Processo Nº / Jacob Cachinga Processo Nº / Mariana Troller Mello Determino o arquivamento do presente processo, tendo em vista que nada há para ser providenciado. Processo Nº / Oscar Tilleria Ramirez Determino o arquivamento do presente processo, tendo em vista, o não cumprimento da (s) exigência(s) formuladas por esta Divisão. Processo Nº / Rodolfo Ventiades Flores FRANCISCO DE ASSIS PEREIRA DA SILVA P/Delegação de Competência <!ID > INDEFIRO o presente pedido nos termos da Resolução Normativa nº 36/99 do Conselho Nacional de Imigração. Processo Nº / Wang Feng Processo Nº / Maria Rita Duran Gomez INDEFIRO o presente pedido, tendo em vista que o (s) estrangeiro (s) encontra (m) fora do país Processo Nº / Fiorella del Milagro Zelvaggio Alarcón Processo Nº / Manuel Antonio Rodriguez Arriola Processo Nº / Maria Carmela Maiorano Ved Doglio Processo Nº / Shahbudin Jumabhai Jesani e Parinabai Shahbudin Jesani Processo Nº / Chafic Abou Latif Processo Nº / Amparo Vidal de Pineda INDEFIRO o presente pedido, tendo em vista, que no momento da solicitação o estrangeiro(a) encontrava-se em situação irregular no país. Processo Nº / Heather Rose Freeman Processo Nº / Wadad Alley Mourad Processo Nº / Antonia Pereira Venancio Pires Processo Nº / Lidia Silvero Processo Nº / Maria Dolores de Freitas Sousa Processo Nº / Gian Gorostiaga Campos Processo Nº / Mayada Mohamad Ibrahim Face as diligências procedidas pelo Departamento de Polícia Federal, INDEFIRO o presente pedido, tendo em vista, que o estrangeiro não foi localizado no endereço fornecido nos autos, restando prejudicada a instrução do processo. Processo Nº / Maya Al Abdallah Processo Nº / Liang Zhiguang Processo Nº / Jackson Zhi Shen Huang Chang Processo Nº / Dunia Ghattas Processo Nº / Xu Meijin, Zheng Guoying e Zheng Xiaoqian Processo Nº / Bill Chen Processo Nº / Jung Sun Park Processo Nº / Maria Assunção Freitas Victor INDEFIRO o presente pedido de permanência, por falta de cumprimento de exigência junto ao Departamento de Polícia Federal. Processo Nº / Kolsom Mohammad Khanlo Processo Nº / Lucia Mamami de Mamani Processo Nº / Lilia Calderara Villalba INDEFIRO o presente pedido de reunião familiar, com base no art.º da Resolução Normativa Nº 36/99, do Conselho Nacional de Imigração. Porcesso Nº / Paula Alicia Meliante Gonzalez e Cecilia Dallagiovanna Meliante MIRIAN CELIA ALVARES DE ANDRADE P/Delegação de Competência <!ID > Face as diligências procedidas pelo Departamento de Polícia Federal, DEFIRO o presente pedido de permanência, vez que restou provado que o(a) estrangeiro(a) mantém a prole brasileira sob sua guarda e dependência econômica. Processo Nº / Augusto Cruz Hernandez Processo Nº / Cristian Girolamo Lisciandrello Processo Nº / Marcela Daniela Algeitos Processo Nº / Pablo Alarcon Lopez Processo Nº / Jose Luis Ypanaqué Calero Processo Nº / Gladys Ines Yanagui Castillo Doi Processo Nº / Pamela Andrea Lopez Quiroga Processo Nº / Sidro Gimenez Henri Processo Nº / Maria Angela Vidal Castillo Processo Nº / Analia Veronica Martinez Benkendorf Processo Nº / Yang Chun Processo Nº / Leonardo Rodolfo Kubat Processo Nº / Kennedy Jose Lopez Romero Processo Nº / Guillermo Pauluk Processo Nº / Alessandro Accardi Processo Nº / Chames Ahmad Taha Processo Nº / Rupert John Brown Processo Nº / Ofir Shitrit Processo Nº / Jawad Musa Abdallah Saad Processo Nº / Paula Gabriela Yanez Ve rg a r a Processo Nº / Andrea Ulrike Hauser Processo Nº / Linda Esteves Hatala Processo Nº / Lynn Marie Lyra Retificação: No Diário Oficial de 08/03/2005, pg. 35, onde se lê: Diante dos novos elementos constantes dos autos e, considerando que o presente processo encontra-se instruído na forma da Lei, DEFIRO o pedido de prorrogação de prazo de estada no País até 27/07/2006. Processo Nº / Detlef August Krawinkel, Sabine Krawinkel, Bastian Alexander Krawinkel, Ann Kathrin Krawinkel e Maximilia Jonathan Krawinkel Leia-se: Processo Nº / Detlef August Krawinkel, Ann Kathrin Krawinkel, Bastian Alexander Krawinkel, Maximilian Jonathan Krawinkel e Sabine Krawinkel CAROLINDA RODRIGUES CHAVES P/Delegação de Competência. Ministério da Previdência Social GABINETE DO MINISTRO N o - 266, DE 0 MARÇO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso IV, da Constituição Federal, CONSIDERANDO as decisões administrativas e judiciais concernentes à parcela remuneratória denominada PCCS, objeto da Lei n O 7.686, de 02 de dezembro de 988, bem assim o volume de sentenças judiciais transitadas em julgado ainda não implementadas; CONSIDERANDO os termos do Acordo firmado em 22 de agosto de 2003 entre o então Ministro desta Pasta e membros de entidades representativas dos servidores que integram o quadro de pessoal deste Ministério; CONSIDERANDO o disposto no Termo de Compromisso formalizado em º de junho de 2004, estabelecido entre representantes do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e do Ministério da Previdência Social e Entidades Representativas dos servidores; CONSIDERANDO a promulgação da Lei n O 0.855, de O de abril de 2004, que instituiu a Carreira do Seguro Social no âmbito do INSS, resolve: Art. O Constituir Grupo de Trabalho com a finalidade de apresentar propostas para: a) adequar a Lei n O 0.855, de 2004, com vistas à instituição da carreira da Previdência Social, a incorporação de gratificações e vantagens que compõem a remuneração dos servidores do MPS e INSS e integralização do PCCS, considerando como base o maior percentual percebido sob esse título; b) transposição e/ou transformação de cargos ocupados por servidores que integram a Carreira do Seguro Social visando a unificação dos cargos efetivos nos níveis intermediário e superior; c) realização de concurso público no âmbito do MPS e INSS para suprir a deficiência dos seus quadros de pessoal; d) redefinir a estrutura de classes e padrões prevista na Lei nº 0.855, de 2004, de modo a permitir ao servidor integrante da Carreira do Seguro Social progressões funcionais durante todo o período de sua atividade laboral; e) elaboração de minuta de Projeto de Lei ao Congresso Nacional para a extensão dos efeitos da Lei n O 0.855, de O de abril de 2004 aos servidores pertencentes ao quadro de pessoal do MPS; f) elaboração de mensagem ao Congresso Nacional que assegure o instituto da ascensão funcional; Parágrafo único. Cabe ao grupo de trabalho identificar servidores com punições e/ou descontos indevidos em decorrência das greves ocorridas nos exercícios de 2003 e 2004, propondo a elaboração de minuta de ato ministerial para a reversão e devolução dos valores indevidamente descontados. Art. 2 O O Grupo de Trabalho será composto por dois servidores da Coordenação-Geral de Recursos Humanos do MPS, dois da Consultoria Jurídica do MPS, dois da Diretoria de Recursos Humanos do INSS, dois da Procuradoria Federal em atividade na administração central do INSS em Brasília; dois da Associação Nacional dos Servidores da Previdência Social - ANASPS, seis da Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social - FENASPS e quatro da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social - CNTSS/CUT e dois servidores convidados representantes do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão; O O Grupo de Trabalho será coordenado pelo titular da Coordenação Geral de Recursos Humanos do MPS. 2 O Os componentes ficarão à disposição do Grupo de Trabalho durante sua vigência, sendo liberados de suas atividades nos respectivos órgãos até a ultimação dos trabalhos, podendo ser substituídos no decorrer do período, sem prejuízo de quaisquer direitos ou vantagens. Art. 3 O O prazo para execução das atividades a que se refere este ato é de 30 dias a contar da sua instalação, podendo ser prorrogado por igual período. Art. 4 O Cada órgão ou entidade deverá custear as despesas de deslocamento de seus respectivos servidores e arcar com eventuais ônus administrativos decorrentes desta Portaria. Art. 5 O Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. AMIR LANDO PORTARIA N o - 267, DE 0 MARÇO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso IV, da Constituição Federal, CONSIDERANDO as decisões administrativas e judiciais concernentes à parcela remuneratória denominada PCCS, objeto da Lei nº 7.686, de 02 de dezembro de 988, bem assim o volume de sentenças judiciais transitadas em julgado ainda não implementadas e/ou liquidadas; CONSIDERANDO os termos do Acordo firmado em 22 de agosto 2003 entre o Ministro desta Pasta à época e membros de entidades representativas dos servidores que integram o quadro de pessoal deste Ministério resolve;

62 <!ID > 62 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 Art. O Constituir Grupo de Trabalho com a finalidade de: a) Identificar as ações judiciais impetradas pelo SINDIS- PREV/RJ e ANASPS, transitadas em julgado, não liquidadas, referentes ao adiantamento pecuniário denominado PCCS e respectivo montante financeiro, com o objetivo de definir prazos e forma de implantação aos servidores beneficiados do MPS e INSS ; b) Identificar as ações judiciais impetradas pelo SINDIS- PREV/RJ e ANASPS, transitadas em julgado, já implantadas, referentes aos passivos dos 3,7%, 47,%, 28,86% e adicional de insalubridade, apurando o respectivo montante financeiro dos atrasados, com o objetivo de definir prazos e forma de pagamento aos servidores beneficiados; c) Identificar servidores com punições e/ou descontos indevidos em decorrência das greves ocorridas nos exercícios de 2003 e 2004, propondo a elaboração de minuta de ato ministerial para a reversão e devolução; d) Elaborar estudos e propor sugestões para melhoria das condições de trabalho; O O Grupo de Trabalho será composto por dois servidores da Coordenação-Geral de Recursos Humanos do Ministério da Previdência Social, dois da Consultoria Jurídica do MPS, dois da Diretoria de Recursos Humanos do INSS, dois da Procuradoria Federal em atividade na administração central do INSS em Brasília; dois da Associação Nacional dos Servidores da Previdência Social - ANASPS, quatro do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social do Rio de Janeiro - SIN- DISPREV/RJ, dois servidores convidados representantes do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, 2 O O Grupo de Trabalho será coordenado pelo titular da Coordenação Geral de Recursos Humanos do MPS. 3 O Os componentes ficarão a disposição do Grupo de Trabalho durante sua vigência, sendo liberados de suas atividades nos respectivos órgãos até a ultimação dos trabalhos, podendo ser substituídos no decorrer do período, sem prejuízo de quaisquer direitos ou vantagens. Art. 2 O O prazo para execução das atividades a que se refere este ato é de 30 dias a contar da sua instalação, podendo ser prorrogado por igual período. Art. 3 O Cada órgão ou entidade deverá custear as despesas de deslocamento de seus respectivos servidores e arcar com eventuais ônus administrativos decorrentes desta Portaria. Art. 4 O Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. AMIR LANDO CONSELHO DE RECURSOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL 5ª CÂMARA DE JULGAMENTO PAUTA DE JULGAMENTO Pauta de Julgamento dos recursos das sessões ordinárias a serem realizadas no curso do mês de março de 2005, na sede do Órgão, situada SAS - Q 4 - BL"K" - 6º ANDAR, Brasília, DISTRITO FEDERAL, na data e horários a seguir mencionados, podendo, entretanto, nessa mesma sessão ou sessões subsequentes, serem julgados os processos adiados ou constantes de pautas já publicadas. Em 7 de março de 2005 RELATOR(A): Mariedna Moura de Arruda NB (PB) Interessados: INSS e MARIA DA CONCEIÇÃO RIBEIRO CAMPOS NB (BA) Interessados: INSS e PEDRO NU- NES MOTA NB (MG) Interessados: INSS e JOSE BE- TIO CORDEIRO NB (MG) Interessados: INSS e AILTON JOSÉ PACÍFICO NB (MG) Interessados: INSS e ADECY FERREIRA DE SOUZA NB (ES) Interessados: INSS e MARIO LUIIZ RIBEIRO PEREIRA NB (SP) Interessados: INSS e VERONICA DA SILVA LUNA NB (SP) Interessados: INSS e SEVERINO SOARES DA FONSECA NB (PR) Interessados: INSS e GERALDO EFIGÊNIO CORDEIRO NB (DF) Interessados: INSS e MARLY RA- MOS DE ALCANTARA NB (MS) Interessados: INSS e NICOLAU SAUCHUK NB (SP) Interessados: INSS e GERALDO RODRIGUES DOS SANTOS NB (RJ) Interessados: INSS e CARLOS AL- BERTO DA SILVA NB (ES) Interessados: INSS e BENEDITO DA VITORIA NB (RJ) Interessados: INSS e JOSÉ DE OLIVEIRA FILHO NB (RJ) Interessados: INSS e VICENTE PAULA DA SILVA RELATOR(A): Thiers Fonseca Costa Marques NB (RJ) Interessados: INSS e WANDA DOS SANTOS MOREIRA NB (SP) Interessados: INSS e KENIA SHIRLEY BRANDINE NB (CE) Interessados: INSS e MARIA FERREIRA DA SILVA RELATOR(A): Danusa Carvalho Garcez Oliveira NB (PE) Interessados: INSS e ANA CLAU- DIA SOUZA SILVA NB (PE) Interessados: INSS e MARIA CLEONICE DE SOUZA NB (RJ) Interessados: INSS e GEORGINA APARECIDA DE MENDONÇA NB (SP) Interessados: INSS e MARIA GOUVEIA FERREIRA NB (RS) Interessados: INSS e MARIA INES OLIVEIRA NB (DF) Interessados: INSS e ALUIZIO AMORIM NB (GO) Interessados: INSS e MIZAIR AMARAL DA SILVA NB (SP) Interessados: INSS e ROSA PIC- COLLI DINATO PT / (RJ) Interessados: INSS e MA- NOEL MIGUEL TOMAZ NB (RJ) Interessados: INSS e MARIA DA CONCEIÇÃO COELHO DOS SANTOS NB (PE) Interessados: INSS e MARIA LUI- ZA DE OLIVEIRA SILVA NB (PE) Interessados: INSS e JOSE EUDES DE SOUZA NB (PE) Interessados: INSS e MARIA ERI- KA DE LIMA RELATOR(A): Mariedna Moura de Arruda NB (ES) Interessados: INSS e MARIO RO- CHA DE MORAES NB (TO) Interessados: INSS e AVELINA MARIA ALENCAR COSTA RODRIGUES NB (PB) Interessados: INSS e RAIMUNDO BATISTA DE SANTANA NB (MG) Interessados: INSS e LAÉRCIO LINO DE OLIVEIRA NB (ES) Interessados: INSS e HELDER LUIZ DAVID NB (RJ) Interessados: INSS e ILTON GO- MES PEREIRA NB (RJ) Interessados: INSS e DJALMA BISPO DO NASCIMENTO NB (RJ) Interessados: INSS e GILSON LUIZ RODRIGUES NB (RJ) Interessados: INSS e MARCELO CABRERA DA COSTA NB (SP) Interessados: INSS e NELSON DE LARA NB (SP) Interessados: INSS e CARLOS LOPES DE SOUZA NB (SP) Interessados: INSS e NELSON O TAV I A N O NB (SP) Interessados: INSS e DONIZETE SANTO BODO NB (SP) Interessados: INSS e IRINEU SOUZA DE ARAUJO NB (SP) Interessados: INSS e OCTAVIO JOSE RIBEIRO NB (SP) Interessados: INSS e ROSEMARY DA SILVA NB (SC) Interessados: INSS e PEDRO HERNASCKI RELATOR(A): Danusa Carvalho Garcez Oliveira NB (RN) Interessados: INSS e LUIZ AN- TONIO DA SILVA NB (PE) Interessados: INSS e JOSE MA- NOEL DA SILVA NB (PE) Interessados: INSS e RAIMUNDA MARIA DA CONCEIÇÃO NB (PE) Interessados: INSS e MARIA DAS DORES DA SILVA NB (MG) Interessados: INSS e NATALINA MARIA CORDEIRO NB (SP) Interessados: INSS e SEBASTIA- NA ANDIAN BORBA NB (SP) Interessados: INSS e QUINTINO LEONEL DE OLIVEIRA NB (GO) Interessados: INSS e NADIR MA- RIA MENDONÇA NB (PR) Interessados: INSS e ERENA DOS REIS SCHILELA NB (SP) Interessados: INSS e ANTONIO PINTO DE ARAUJO NB (RJ) Interessados: INSS e MARIA ELI- TA OLIVEIRA BRANDÃO NB (BA) Interessados: INSS e OLEGARIO DE AZEVEDO NB (PE) Interessados: INSS e VALDINETE ARAUJO DINIZ NB (PE) Interessados: INSS e MARIA DE LOURDES JORDÃO RODRIGUES RELATOR(A): Mariedna Moura de Arruda NB (PB) Interessados: INSS e MARIA DAS NEVES BERNARDO RELATOR(A): Thiers Fonseca Costa Marques NB (PA) Interessados: INSS e Raimundo Vidal da Cunha NB (CE) Interessados: INSS e JOSE NIL- TON GOMES COUTINHO NB (RN) Interessados: INSS e MARIA DO SOCORRO BEZERRA DE MELO NB (PB) Interessados: INSS e ALAIDE CLEMENTE BARBOSA NB (PE) Interessados: INSS e MARIA LUI- ZA DOS SANTOS NB (BA) Interessados: INSS e RENATO FRETAS PESSOA NB (MG) Interessados: INSS e JOSE BRU- NO TEIXEIRA NB (MG) Interessados: INSS e ANTÔNIO EUGÊNIO BONIFACIO NB (MG) Interessados: INSS e JORGE CARLOS DO NASCIMENTO NB (ES) Interessados: INSS e ANTONIO L O B ATO NB (RJ) Interessados: INSS e JURACY DE SOUZA MARIANO NB (SP) Interessados: INSS e APPARE- CIDA HESPANHA PETROCELLI NB (SP) Interessados: INSS e JOSÉ FRAN- CISCO ANDRADE NB (SP) Interessados: INSS e IRANI PE- REIRA DOS SANTOS NB (SP) Interessados: INSS e JOSÉ CAR- LOS SCOTON NB (SP) Interessados: INSS e PAULO LOURENÇO DA SILVA NB (SP) Interessados: INSS e JOÃO DUARTE DE LIMA NB (SP) Interessados: INSS e DAIR SALES LEITE NB (SP) Interessados: INSS e ELDA DI TULIO TRINDADE NB (SP) Interessados: INSS e ERNESTO MIGUEL FREGOLENTE NB (PR) Interessados: INSS e DORIVAL LEITE DE LIMA. NB (SC) Interessados: INSS e AVANI VAR- GAS NB (SC) Interessados: INSS e ADILSE DO AMARAL CARDOSO DIA 8/03/2005 a partir das 9:00 horas RELATOR(A): Mariedna Moura de Arruda NB (PI) Interessados: INSS e Gilson Pereira de Sousa NB (PI) Interessados: INSS e zito munioz dos santos NB (CE) Interessados: INSS e JOSE EL- ZIMARIO ALCANTARA VIEIRA NB (RN) Interessados: INSS e GILBERTO COELHO DE AZEVEDO FILHO NB (ES) Interessados: INSS e MARIA RI- BEIRO DA SILVA NB (RJ) Interessados: INSS e ARMANDO ROBERTO REBELLO NB (SP) Interessados: INSS e NELSON ANTONIO MARINHO NB (SP) Interessados: INSS e JOAO PE- REIRA DA SILVA NB (SP) Interessados: INSS e JOSÉ OSÓ- RIO RIBEIRO NB (SP) Interessados: INSS e CLEMIR ARISTON DE ASSIS ANTUNES NB (SP) Interessados: INSS e NELSON DE AGUIAR ROSAS NB (PR) Interessados: INSS e JOÃO MA- RIA BATISTA NB (PR) Interessados: INSS e JOÃO DE SOUZA PAULINO NB (GO) Interessados: INSS e REINALDO BATISTA OZORIO NB (GO) Interessados: INSS e FLORIVAL RODRIGUES DOS SANTOS RELATOR(A): Danusa Carvalho Garcez Oliveira NB (MG) Interessados: INSS e RAIMUN- DO DOMINGOS BARBOSA NB (MG) Interessados: INSS e RAIMUN- DA PEREIRA MARTINS NB (MG) Interessados: INSS e MARIA DA CONCEIÇÃO FERREIRA NB (RJ) Interessados: INSS e JOSE SCHI- MIDT

63 <!ID > <!ID > PORTARIA Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN RELATOR(A): Thiers Fonseca Costa Marques NB (CE) Interessados: INSS e FARNESE MENDONÇA DA CUNHA NB (CE) Interessados: INSS e MARIA ALEXANDRE BEZERRA PROFIRIO NB (RN) Interessados: INSS e JOSÉ FRAN- CISCO CAMPELO NB (PB) Interessados: INSS e FRANCISCA COSME DA SILVA NB (PE) Interessados: INSS e MARTA LU- ZIA DA SILVA NB (BA) Interessados: INSS e DURVAL RIBEIRO FILHO NB (ES) Interessados: INSS e VANDER- LEIA TRANHAGO SCHOPF NB (RJ) Interessados: INSS e AMARO MANOEL RODRUGUES NB (RJ) Interessados: INSS e ALDO RAN- GEL MARCONDES NB (RJ) Interessados: INSS e MARIA DA SILVA DE MELO NB (RJ) Interessados: INSS e PEDRO RO- CHA NB (RJ) Interessados: INSS e FLÁVIO VERGINIO DE PAULA NB (SP) Interessados: INSS e AMELIA ANA DOS SANTOS NB (SP) Interessados: INSS e INEZ TE- RESINHA GEORGINI GOMES NB (SP) Interessados: INSS e ADRIANA APARECIDA DA SILVA DE QUADROS NB (PR) Interessados: INSS e ADRIANO APARECIDO DOS SANTOS NB (PR) Interessados: INSS e JOSE GO- MES DE MORAIS NB (PR) Interessados: INSS e LEONILDA DE JESUS PINTO NB (PR) Interessados: INSS e PEDRO BARBOSA DA SILVA NB (PR) Interessados: INSS e SANTO DE OLIVEIRA BUENO NB (SC) Interessados: INSS e NATALINA SOARES DA SILVA NB (SC) Interessados: INSS e TEREZA LORENA NB (SC) Interessados: INSS e ALBINO HABAS NB (GO) Interessados: INSS e MARIA LU- CIA APOLINARIO LOPES NB (GO) Interessados: INSS e OZORINO VITORIO DOS SANTOS RELATOR(A): Mariedna Moura de Arruda NB (TO) Interessados: INSS e OSVALDO MARTINS DA SILVA PT /999-6 (CE) Interessados: INSS e GRA- CIANA DAVID DE MENEZES CORDEIRO. NB (MG) Interessados: INSS e BENEDITO RRIBEIRO RAMOS NB (ES) Interessados: INSS e DARIO DE OLIVEIRA GOMES NB (RJ) Interessados: INSS e TARCISO DE SOUZA TEIXEIRA NB (SP) Interessados: INSS e ANTONIO FAVA R O NB (SP) Interessados: INSS e ROSIVAL TEIXEIRA DE ASSUN NB (SP) Interessados: INSS e PEDRO GALVAO DE OLIVEIRA NB (SP) Interessados: INSS e MANOEL PAULO SDE SOUZA NB (SP) Interessados: INSS e JAIR FER- REIRA DA SILVA NB (PR) Interessados: INSS e MOACYR FRANCISCO DA CUNHA NB (PR) Interessados: INSS e LUCILIA NEPPEL NB (PR) Interessados: INSS e JOÃO LUIS CARDOSO NB (SC) Interessados: INSS e VIVALDINO LEMES DA SILVA NB (RS) Interessados: INSS e TUBIAS BA- SILIO MERLIN RELATOR(A): Danusa Carvalho Garcez Oliveira NB (RJ) Interessados: INSS e ANILSON GOMES PINTO NB (RJ) Interessados: INSS e ELÍZIO COE- LHO VIEIRA NB (SP) Interessados: INSS e LINDOLFO CANDIDO DE SOUZA NB (GO) Interessados: INSS e JOAQUIM PEREIRA DE NOVAIS NB (GO) Interessados: INSS e JOSÉ BOR- GES FERREIRA NB (SP) Interessados: INSS e OSMIR GO- MES FREITAS RELATOR(A): Thiers Fonseca Costa Marques NB (PA) Interessados: INSS e ZILMA FER- REIRA DIAS NB (CE) Interessados: INSS e LUIS CLAU- DIO COSTA DO VALLE NB (PE) Interessados: INSS e GUILHER- ME HENRIQUE DA SILVA LOURENÇO NB (SE) Interessados: INSS e FERNANDO JOSE SANTOS NB (BA) Interessados: INSS e EDILBERTO PEREIRA LESSA NB (BA) Interessados: INSS e ALFREDO NONATO DOS SANTOS NB (MG) Interessados: INSS e JOSE RO- DRIGUES SOUZA NB (MG) Interessados: INSS e MARIA IZABEL GUIMARAES DA SILVA NB (MG) Interessados: INSS e RAIMUN- DA LUCAS MACHADO NB (MG) Interessados: INSS e CID SAN- TIAGO RIBEIRO JUNQUEIRA NB (DF) Interessados: INSS e JOSE AU- GUSTO BATISTA NB (DF) Interessados: INSS e IRENE MA- RIA DE OLIVEIRA/ EX. SEG.: JOSUÉ VIANA DE OLIVEIRA NB (SC) Interessados: INSS e JAIME DE OLIVEIRA NB (PR) Interessados: INSS e LUIZ AZE- VEDO DA COSTA NB (SP) Interessados: INSS e GABRIELA DO ESPIRRITO SANTO PEREIRA NB (SP) Interessados: INSS e JOSÉ AL- BERTO ALVES DE CARVALHO NB (SP) Interessados: INSS e JOSÉ RO- BERTO GOMES RODRIGUES NB (SP) Interessados: INSS e ELIO CO- NEGLIAN NB (SP) Interessados: INSS e JOSE DE OLIVEIRA LIMA NB (SP) Interessados: INSS e MARIA DE LOURDES TAROSSI NB (SP) Interessados: INSS e HILDA AL- TEIRO BUTTO NB (SP) Interessados: INSS e OSMIR GO- MES FREITAS NB (ES) Interessados: INSS e ELZILENE RODRIGUES DIAS NB (RJ) Interessados: INSS e MARINO DE SOUZA OLIVEIRA NB (RJ) Interessados: INSS e AMARIO BRANDÃO DAMIÃO MARIA JOSÉ DE PAULA MORAS Presidente da Câmara 2ª CÂMARA DE JULGAMENTO PAUTA DE JULGAMENTO Pauta de Julgamento dos recursos das sessões ordinárias a serem realizadas, no curso do mês de MARÇO de 2005, na sede do Órgão, situada SAS - Q 4 - BL "K" - 0º ANDAR, Brasília, DIS- TRITO FEDERAL, nas datas e horários a seguir mencionados, podendo, entretanto, nessa mesma sessão ou sessões subsequentes, serem julgados os processos adiados ou constantes de pautas já publicadas. DIA 2/03/2005 a partir das 8:30 horas RELATOR(A): MARCO ANDRE RAMOS VIEIRA PT nº / (SC) Interessados: INSS e TRACTEBEL ENERGIA S.A. PT nº / (RS) Interessados: INSS e SA- BOR ARTE ITALIANA COMÉRCIO DE ALIMENTOS LTDA PT nº / (RS) Interessados: INSS e SA- BOR ARTE ITALIANA COMÉRCIO DE ALIMENTOS LTDA AI (RN) Interessados: INSS e SOAGRI CO- MERCIAL IMPORTADORA E EXPORTADORA LTDA NFLD (BA) Interessados: INSS e VIAÇÃO RIO VERMELHO LTDA NFLD (RJ) Interessados: INSS e SUPERGAS- BRAS DISTRIBUIDORA DE GAS S/A NFLD (SP) Interessados: INSS e SAUDE AS- SISTENCIA MEDICA DO ABC S/C LTDA AI (SP) Interessados: INSS e SAUDE AS- SISTENCIA MEDICA DO ABC S/C LTDA AI (PR) INTERESSADO: INSS e PASQUAL MONSANI AI (PR) Interessados: INSS e WALDEMAR ROSSO NFLD (PR) Interessados: INSS e WALDE- MAR ROSSO NFLD (PR) Interessados: INSS e PASQUAL MONSANI NFLD (PR) INTERESSADO: INSS e OSMAR REINALDO MEINERZ NFLD (GO) INTERESSADO: INSS e RA- PIDO ARAGUAIA LTDA NFLD (SP) INTERESSADO: INSS e PRE- FEITURA DO MUNICIPIO DE JUNDIAI NFLD (SP) Interessados: INSS e PREFEITU- RA DO MUNICIPIO DE JUNDIAI AI (SP) Interessados: INSS e ORACI GO- TA R D O PT nº / (RS) INTERESSADO: INSS e SCA- INDuSTRIA DE MÓVEIS LTDA PT / (PB) INTERESSADO: INSS e QSERV PRESTADORA DE SERVIÇOS LTDA DIA 2/03/2005 a partir das 8:30 horas RELATOR(A): ANTONIO CORREA JUNIOR / VISTAS MARCO ANDRE RAMOS VIEIRA NFLD (SP) Interessados: INSS e MWM MO- TORES DIESEL LTDA RELATOR(A): AMILCAR BARCA TEIXEIRA JUNIOR PT nº / (RS) INTERESSADO: INSS e PLÁSTICOS SUZUKI LTDA AI (RS) INTERESSADO: INSS e ROZALVO DE ALMEIDA SILVA NFLD (SP) INTERESSADO: INSS e AUTO- MOVEL CLUBE DO ESTADO DE SÃO PAULO NFLD (RS) INTERESSADO: INSS e UNI- VERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA AI (PR) INTERESSADO: INSS e WALMOR JOSÉ MEINERZ NFLD (PR) INTERESSADO: INSS e SONIA LARA GAVA MARTINELO MÁRIO HUMBERTO CABUS MOREIRA Presidente da Câmara. Ministério da Saúde GABINETE DO MINISTRO Nº 385, DE DE MARÇO DE 2005 Dispõe sobre o lançamento da segunda fase do Programa de Cooperação Internacional para Ações de Controle e Prevenção do HIV para Países em Desenvolvimento - PCI. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso de suas atribuições, e Considerando que a pandemia de HIV/Aids tem afetado fortemente os países mais desfavorecidos da África, Ásia, América Latina e Caribe, com pequena ou limitada capacidade de resposta; Considerando o compromisso brasileiro de valer-se da cooperação como um instrumento de exercício da solidariedade internacional; Considerando os esforços da comunidade internacional em aumentar o acesso ao tratamento anti-retroviral e, particularmente, o empenho da Iniciativa 3 em 5, da Organização Mundial da Saúde (OMS), para alcançar 5 milhões de tratamentos em 2005; Considerando o espírito de solidariedade, bem como os compromissos para cooperar na área da saúde com a América Latina, Ásia e África, e, particularmente, com os Estados-Membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP); e Considerando a Portaria Ministerial Nº 97 - Seção 2, de 22 de maio de 2002, que instituiu o Programa de Cooperação Internacional para Ações de Controle e Prevenção do HIV para Países em Desenvolvimento - PCI, e que protagonizou a cooperação técnica do Brasil nas áreas de assistência e tratamento do HIV/AIDS em países da América Latina e África, resolve: Art. º Aumentar o número de tratamentos em países integrantes da primeira fase do Programa de Cooperação Internacional para Ações de Controle e Prevenção do HIV para Países em Desenvolvimento. Art. 2º Instituir a segunda fase do Programa de Cooperação Internacional para Ações de Controle e Prevenção do HIV para Países em Desenvolvimento, com o objetivo de reforçar a resposta nacional de seis países, assistindo-os com ações que visem alcançar o tratamento universal. Art. 3º Disponibilizar medicamentos anti-retrovirais e apoio técnico necessários à consecução dos objetivos do referido Programa. Art. 4º Os projetos do PCI apresentarão as seguintes características: I - capacitação de recursos humanos em manejo clínico e doação de medicamentos anti-retrovirais, de primeira linha, produzidos por laboratórios nacionais; II - elaboração e implementação de projetos de cooperação técnica em parceria com governos, organismos do sistema da ONU, organizações da sociedade civil e agências internacionais de cooperação técnica; e III - possibilidade de transferência de tecnologia em logística de distribuição de medicamentos anti-retrovirais. Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. HUMBERTO COSTA

64 D I! < <!ID > PORTARIA <!ID > <!ID > RESOLUÇÃO <!ID > RESOLUÇÃO <!ID > RESOLUÇÃO <!ID > RESOLUÇÃO-RE <!ID > DECISÃO 64 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 Nº 395, DE DE MARÇO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 87, parágrafo único, inciso IV, da Constituição Federal, e considerando o contido no Decreto nº 5.392, de 0 de março de 2005, publicado no Diário Oficial da União de de março de 2005, resolve: Art. º Requisitar à Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, nos termos do art. 2º, 2º, do Decreto nº 5.392, de 0 de março de 2005, todos os recursos financeiros afetos à gestão de serviços e ações dos hospitais elencados no referido decreto. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. HUMBERTO COSTA RETIFICAÇÕES No anexo da Portaria nº 66/GM, de 2 de janeiro de 2005, publicada no DOU nº 0, de 4 de janeiro de 2005, págs. 38 a 39, Seção. Onde se lê: MINAS GERAIS - Sob gestão estadual Sob gestão municipal 3430 MONTE CARMELO - 20 Leia-se: MINAS GERAIS - Sob gestão estadual Sob gestão municipal 3430 MONTE CARMELO - 0 Onde se lê: SANTA CATARINA - Sob gestão estadual - 8 Leia-se: SANTA CATARINA - Sob gestão estadual IMBITUBA - 3 Onde se lê: TOCANTINS - Sob gestão estadual GURUPI - 20 Leia-se: TOCANTINS - Sob gestão estadual GURUPI - 0 <!ID > No Anexo da Portaria nº 7/GM, de 2 de janeiro de 2005, publicada no DOU nº 0, de 4 de janeiro de 2005, págs. 43 a 44, Seção, Onde se lê: SÃO PAULO - Sob gestão estadual ITIRAPINA RIO CLARO - 23 Leia-se: SÃO PAULO - Sob gestão estadual ITIRAPINA RIO CLARO - 9 SECRETARIA EXECUTIVA >PORTARIA CONJUNTA Nº, DE 22 DE FEVEREIRO DE 2005 Aprova a descentralização de dotações orçamentárias e recursos financeiros objetivando o apoio às ações de saúde pertinentes a execução do Projeto de Implantação do Programa de DST/Aids nos 34 Distritos Sanitários Indígenas, especificamente das ações de Prevenção e Assistência em saúde às populações indígenas, através da Fundação Nacional de Saúde, visando o fortalecimento do Sistema Único de Saúde - SUS, em conformidade com a Lei Orgânica da Saúde. O SECRETÁRIO EXECUTIVO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE por Delegação de Competência através da Portaria MS nº. 93, de 05/02/2003, publicada no DOU nº 27, pág.4, Seção II, de 06/02/2003, e o PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE - FUNASA, no uso de suas atribuições legais, e com base nas normas e procedimentos constantes do Acordo de Empréstimo 473-BR, celebrado entre a União e o Banco Mundial e no que couber as condições consignadas no Decreto nº 825, de 28/05/93, com suas alterações, observadas as disposições do Decreto-lei nº 200, de 25/02/67, da Lei nº 8.666, de 2/06/93, com suas alterações, da Lei Lei de Diretrizes Orçamentárias, de /08/2004 e da Lei nº.00, de 25/0/2005 e do Decreto nº , de , e da Instrução Normativa/STN n 0, de 5/0/997, no que couber, resolvem: Art. º - Aprovar a descentralização de dotações orçamentárias e de recursos financeiros do Orçamento do MINISTÉRIO DA SAÚDE, no montante de R$ ,00 (três milhões, setecentos e oitenta e quatro mil, dezenove reais) finalidade de apoiar as ações de Prevenção e Assistência às Populações Indígenas desenvolvidos pela Fundação Nacional de Saúde - FUNASA, de conformidade com a Lei nº.00, de 25/0/2005, objetivando fortalecer o Sistema Único de Saúde - SUS, em conformidade com a Lei Orgânica de Saúde, conforme detalhamento a seguir: Processo nº / ORGÃO CEDENTE - MINISTÉRIO DA SAÚDE Programa Nacional de DST/Aids/Secretaria de Vigilância em Saúde ORGÃO EXECUTOR - FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE DESPESAS CORRENTES R$ ,00 DESPESAS DE CAPITAL R$ ,00 NOTA DE CRÉDITO Nº , de 22/02/2005 Art. 2º - Esta Portaria terá a sua vigência encerrada em 3 de dezembro de Art. 3º - As dotações orçamentárias correspondentes serão descentralizadas de acordo com as normas vigentes, devendo os recursos financeiros serem repassados através da Conta Única do Tesouro Nacional, sendo vedada a sua utilização de forma diversa da estabelecida no aludido Quadro Demonstrativo, de conformidade com a legislação pertinente. Art. 4º - A execução destes recursos por parte da Fundação Nacional de Saúde devem seguir as Normas de Execução do Acordo de Empréstimo, 473-BR, celebrado entre a União e Banco Mundial. Os bens patrimoniais produzidos ou adquiridos com os recursos desta descentralização integrarão o patrimônio da Fundação Nacional de Saúde - FUNASA, mediante a apresentação da respectiva declaração de incorporação. Artº 5º - Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação. ANTONIO ALVES DE SOUZA Secretário Executivo do Ministério da Saúde VALDI CAMARCIO BEZERRA Presidente da Fundação Nacional de Saúde AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR OPERACIONAL-RO Nº 252, DE 0 DE MARÇO DE 2005 Dispõe sobre a instauração do Regime de Direção Fiscal na operadora MILMED AD- MINISTRADORA DE SERVIÇOS MÉDI- COS LTDA. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS, no uso das atribuições que lhe confere o inciso III do art. 49 e a alínea b do inciso II do art. 64 ambos do Regimento Interno, aprovado pela RN n.º 8, de 2 de setembro de 2004, na forma do disposto no art. 24 da Lei nº 9.656, de 3 de junho de 998, alterada pela Medida Provisória nº , de 24 de agosto de 200, em reunião ordinária de 9 de janeiro de 2005, considerando as anormalidades econômico-financeiras e administrativas graves que colocam em risco a continuidade do atendimento à saúde, de acordo com os elementos constantes do processo administrativo nº / , adotou a seguinte Resolução Operacional e eu, Diretor Presidente, na forma do disposto no inciso III do art. 50 do Regimento Interno, determino a sua publicação: Art. º Fica instaurado o Regime de Direção Fiscal na operadora MILMED ADMINISTRADORA DE SERVIÇOS MÉDICOS LTDA., inscrita no CNPJ sob o n.º / Art. 2º Esta Resolução Operacional - RO entra em vigor na data de sua publicação. FAUSTO PEREIRA DOS SANTOS Diretor-Presidente OPERACIONAL-RO Nº 253, DE 0 DE MARÇO DE 2005 Dispõe sobre a instauração do Regime de Direção Fiscal na operadora AMIC NOR- DESTE ASSISTÊNCIA MÉDICA E ODONTOLÓGICA S/C LTDA. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS, no uso das atribuições que lhe confere o art. 64, inciso II, alínea a do Regimento Interno, aprovado pela RN n.º 8, de 2 de setembro de 2004, na forma do disposto no art. 24 da Lei nº 9.656, de 3 de junho de 998, alterada pela Medida Provisória nº , de 24 de agosto de 200, em reunião ordinária de 02 de março de 2005, considerando as anormalidades econômico-financeiras e administrativas graves que colocam em risco a continuidade do atendimento à saúde, de acordo com os elementos constantes do processo administrativo n.º / , adotou a seguinte Resolução Operacional e eu, Diretor-Presidente, na forma do disposto no inciso III, do art. 50, do Regimento Interno, determino a sua publicação: Art. º Fica instaurado o regime de Direção Fiscal na operadora AMIC NORDESTE ASSISTÊNCIA MÉDICA E ODONTO- LÓGICA S/C LTDA, inscrita no CNPJ sob o n.º / Art. 2º Esta Resolução Operacional - RO entra em vigor na data de sua publicação. FAUSTO PEREIRA DOS SANTOS Diretor-Presidente OPERACIONAL-RO Nº 254, DE 0 DE MARÇO DE 2005 Dispõe sobre a instauração do Regime de Direção Fiscal na operadora CENTRO CLÍNICO PATER LTDA. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS, no uso das atribuições que lhe confere o art. 64, inciso II, alínea a do Regimento Interno, aprovado pela RN n.º 8, de 2 de setembro de 2004, na forma do disposto no art. 24 da Lei nº 9.656, de 3 de junho de 998, alterada pela Medida Provisória nº , de 24 de agosto de 200, em reunião ordinária de 27 de janeiro de 2005, considerando as anormalidades econômico-financeiras e administrativas graves que colocam em risco a continuidade do atendimento à saúde, de acordo com os elementos constantes do processo administrativo nº /2003-6, adotou a seguinte Resolução Operacional e eu, Diretor-Presidente, na forma do disposto no inciso III, do art. 50, do Regimento Interno, determino a sua publicação: Art. º Fica instaurado o regime de Direção Fiscal na operadora CENTRO CLÍNICO PATER LTDA., inscrita no CNPJ sob o n.º / Art. 2º Esta Resolução Operacional - RO entra em vigor na data de sua publicação. FAUSTO PEREIRA DOS SANTOS Diretor-Presidente DE 27 DE JANEIRO DE 2005 A Diretoria colegiada da AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚ- DE SUPLEMENTAR - ANS, no uso de suas atribuições legais, e tendo em vista o disposto no inciso VI, do artigo 0 da Lei 9.96, de 28 de janeiro de 2000, em deliberação através da 08ª Reunião de Diretoria Colegiada - DC Ordinária, realizada em 27 de janeiro de 2005, julgou o seguinte processo administrativo: Processo administrativo: nº Prot. ANS / Recorrente: Sul América Aetna Seguro Saúde S/A Decisão: negou-se provimento Os autos do processo em epígrafe encontram-se à disposição dos interessados na sede da ANS. FAUSTO PEREIRA DOS SANTOS Diretor-Presidente AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Nº 597, DE 0 DE MARÇO DE 2005 O Diretor-Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o art. 3, inciso XI do Decreto nº 3.029, de 6 de abril de 999. considerando o art. 2 da Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 976; considerando o inciso IV do art. 50 e o 3º do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria nº 593, de 25 de agosto de 2000, republicada no D.O.U. de 22 de dezembro de 2000, resolve: Art. º Conceder o Registro de Nova Associação no País, Nova Concentração no País, Nova Apresentação Comercial, Alteração de Local de Fabricação/de Fabricante, Cancelamento de Registro do Medicamento por Transferência de Titular, Alteração de Titular de Registro(incorporação de empresa), Renovação de Registro de Medicamento Novo, Retificação de Publicação de Registro, Cancelamento de Registro da Apresentação do Medicamento, Cancelamento de Registro de Apresentação do Medicamento a Pedido, Cancelamento de Registro de Medicamento a Pedido, Caducidade de Registro da Apresentação do Medicamento, de produtos farmacêuticos, conforme na relação em anexo. Art. 2º. Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação. CLAUDIO MAIEROVITCH PESSANHA HENRIQUES ANEXO ABBOTT LABORATORIOS DO BRASIL LTDA DROPROPIZINA ANTITUSSIGENOS TUSSIFLEX-D /97 /2009 COMERCIAL Meses ADU XPE CT FR PLAS OPC X 20 ML 0 CANCELAMENTO DE REGISTRO DE APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO - ANVISA COMERCIAL Meses INF XPE CT FR PLAS OPC X 20 ML 0 CANCELAMENTO DE REGISTRO DE APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO - ANVISA COMERCIAL Meses 3,0 MG/ML 40 MG/ML ADU XPE EXPECT CT FR VD AMB X 20 ML 0 CANCELAMENTO DE REGISTRO DE APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO - ANVISA COMERCIAL Meses ADU XPE EXPECT CT FR PLAS OPC X 20 ML 0 CANCELAMENTO DE REGISTRO DE APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO - ANVISA COMERCIAL Meses INF XPE EXPECT CT FR VD AMB X 20 ML 0 CANCELAMENTO DE REGISTRO DE APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO - ANVISA COMERCIAL Meses INF XPE EXPECT CT FR PLAS OPC X 20 ML 0 CANCELAMENTO DE REGISTRO DE APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO - ANVISA ALTANA PHARMA LTDA CLORETO DE POTÁSSIO + CLORETO DE SÓDIO + CITRATO DE SÓDIO + GLICOSE REIDRATANTES ORAIS HIDRAFIX /58 07/2006

65 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN COMERCIAL Meses (4,9+23,4+9,6+98,28)MG/ML SOL OR CONC CT 2 FLAC X 25 ML HIDRAFIX FRAMBOESA 06 INCLUSÃO DE NOVA APRESENTAÇÃO COMERCIAL COMERCIAL Meses (4,9+23,4+9,6+98,28)MG/ML SOL OR CONC CT 2 FLAC X 25 ML HIDRAFIX LARANJA 06 INCLUSÃO DE NOVA APRESENTAÇÃO COMERCIAL COMERCIAL Meses (4,9+23,4+9,6+98,28)MG/ML SOL OR CONC CT 2 FLAC X 25 ML HIDRAFIX UVA 06 INCLUSÃO DE NOVA APRESENTAÇÃO COMERCIAL COMERCIAL Meses (4,9+23,4+9,6+98,28)MG/ML SOL OR CONC CT 2 FLAC X 25 ML HIDRAFIX LIMÃO 06 INCLUSÃO DE NOVA APRESENTAÇÃO COMERCIAL COMERCIAL Meses (2,60+46,80+9,80+200,0)MG/ML SOL OR CONC CT 2 FLAC X 25 ML HIDRAFIX INCLUSÃO DE NOVA APRESENTAÇÃO COMERCIAL ASTRAZENECA DO BRASIL LTDA F U LV E S T R A N TO ANTINEOPLASICO FASLODEX / /2008 COMERCIAL Meses 50 MG/ML SOL INJ CT SER VD INC PREENCH DESCART X 5 ML + AGULHA 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA FRESENIUS MEDICAL CARE LTDA CLORETO DE SÓDIO PRODUTOS PARA DIALISE PERITOSTERIL /84 0/200 RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX 0 BOLSA PLAS INC X 500 ML PERITOSTERIL TIPO 2 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX 8 BOLSA PLAS INC X 000 ML PERITOSTERIL TIPO 2 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX 6 BOLSA PLAS INC X 500 ML PERITOSTERIL TIPO 2 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX 4 BOLSA PLAS INC X 500 ML PERITOSTERIL TIPO 4 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 000 ML PERITOSTERIL TIPO 4 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML PERITOSTERIL TIPO 4 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 4 ANDY DISC 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 000 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 4 ANDY DISC 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 2 ANDY PLUS 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 2 ANDY PLUS 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 2500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 2 ANDY PLUS 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 2 ANDY DISC 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 000 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 2 ANDY DISC 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 2 ANDY DISC 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML PERITOSTERIL TIPO 0 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 000 ML PERITOSTERIL TIPO 0 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML PERITOSTERIL TIPO 0 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 0 ANDY PLUS 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 000 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 0 ANDY PLUS 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 0 ANDY PLUS 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 2000 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 0 ANDY DISC 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 2500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 0 ANDY DISC 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 000 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 0 ANDY DISC 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 0 ANDY DISC 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 2000 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 0 ANDY PLUS 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 2500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 0 ANDY DISC 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML PERITOSTERIL TIPO 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 000 ML PERITOSTERIL TIPO 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML PERITOSTERIL TIPO 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO ANDY PLUS 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 000 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO ANDY PLUS 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO ANDY PLUS 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 2000 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO ANDY PLUS 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 2500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO ANDY PLUS 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO ANDY DISC 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 000 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO ANDY DISC 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO ANDY DISC 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX 0 BOLSA PLAS INC X 500 ML PERITOSTERIL TIPO 3 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX 8 BOLSA PLAS INC X 000 ML PERITOSTERIL TIPO 3 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX 6 BOLSA PLAS INC X 500 ML PERITOSTERIL TIPO 3 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 3 ANDY PLUS 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 000 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 3 ANDY PLUS 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 3 ANDY PLUS 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 2000 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 3 ANDY PLUS 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO

66 66 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 2500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 3 ANDY PLUS 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 3 ANDY DISC 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 000 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 3 ANDY DISC 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT PERITOSTERIL TIPO 3 ANDY DISC 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX 0 BOLS PLAS INC X 6000 ML PERITOSTERIL TIPO 4 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 6000 ML PERITOSTERIL TIPO 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 000 ML+EQ+BOLSA DREN KIT 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 2000 ML+EQ+BOLSA DREN KIT 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 000 ML+EQ+BOLSA DREN KIT 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 2000 ML+EQ+BOLSA DREN KIT 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO RESTRITO A HOSPITAIS Meses SOL DIAL CX BOLSA PLAS INC X 2500 ML+EQ+BOLSA DREN KIT 94 CANCELAMENTO DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO MEDICAMENTO A PEDIDO FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ SULFATO FERROSO ANTIANEMICOS SIMPLES FAR-MANGUINHOS SULFATO FERROSO /0-4 04/2006 INSTITUCIONAL Meses 5 MG/ML XPE CX 50 FR VD AMB X 60 ML COM COPO ME- DIDA 645 INCLUSÃO DE NOVA CONCENTRAÇÃO NO PAÍS INSTITUCIONAL Meses 5 MG/ML XPE CX 50 FR VD AMB X 20 ML COM COPO MEDIDA 645 INCLUSÃO DE NOVA CONCENTRAÇÃO NO PAÍS GLAXO WELLCOME S.A LAMIVUDINA (PORT. 344/98 LISTA C 4) ANTIVIROTICOS (INIBE REPLICACAO VIROTICA) EPIVIR / /2006 COMERCIAL Meses 50 MG COM REV CT FR PLAS OPC X 60 9 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO POR TRANSFERÊNCIA DE TITULARIDADE COMERCIAL Meses 0 MG/ML SOL OR CT FR PLAS OPC X 240 ML 9 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO POR TRANSFERÊNCIA DE TITULARIDADE DIGOXINA GLICOSIDEOS CARDIACOS LANOXIN /45 04/2005 COMERCIAL Meses 0,25 MG COMP CT BL AL PLAS INC X REGISTRO DE CONCENTRAÇÃO NOVA NO PAÍS COMERCIAL Meses 0,25 MG COMP CT 2 BL AL PLAS INC X REGISTRO DE CONCENTRAÇÃO NOVA NO PAÍS COMERCIAL Meses 0,25 MG COMP CT 20 BL AL PLAS INC X REGISTRO DE CONCENTRAÇÃO NOVA NO PAÍS COMERCIAL Meses 0,25 MG COMP CT 2 BL AL PLAS INC X REGISTRO DE CONCENTRAÇÃO NOVA NO PAÍS GLAXOSMITHKLINE BRASIL LTDA LAMIVUDINA (PORT. 344/98 LISTA C 4) ANTIVIROTICOS (INIBE REPLICACAO VIROTICA) EPIVIR / /2006 COMERCIAL Meses 0 MG/ML SOL OR CT FR PLAS OPC X 240 ML 32 ALTERAÇÃO TITULAR DE REG. (INCORPORAÇÃO DE EMPRESA) COMERCIAL Meses 50 MG COM REV CT FR PLAS OPC X 60 (PORT. 344 L C4) 32 ALTERAÇÃO TITULAR DE REG. (INCORPORAÇÃO DE EMPRESA) INDÚSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA SCHERING- PLOUGH S/A MEBENDAZOL + TIABENDAZOL ANTI-HELMINTICOS DO TRATO GASTRINTESTINAL OCTELMIN /77 03/200 COMERCIAL Meses 00MG + 66MG COM CT BL AL PLAS INC X 6 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 00MG + 66MG COM CT BL AL PLAS INC X 2 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 00MG + 66MG COM CT BL AL PLAS INC X RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 00MG + 66MG COM CX 6 CT BL AL PLAS INC X RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 20MG/ML + 33,20MG/ML SUS OR CT FR VD AMB X 30ML 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 20MG/ML + 33,20MG/ML SUS OR CT FR VD AMB X 60ML 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 20MG/ML + 33,20MG/ML SUS OR CX 6 CT FR VD AMB X 60ML 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 20MG/ML + 33,20MG/ML SUS OR CT FR VD AMB X 20ML 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 20MG/ML + 33,20MG/ML SUS OR CX 6 CT FR VD AMB X 20ML 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA LABORATORIOS PFIZER LTDA SULFATO DE POLIMIXINA B + BACITRACINA ZÍNCICA ANTISSEPTICO POLYSPORIN / /2005 COMERCIAL Meses UI/G UI/G + 3,5 MG/G POM DERM CT 0 SACH X 0,9 G 85 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO A PEDIDO COMERCIAL Meses UI/G UI/G + 3,5 MG/G POM DERM CT BG PLAS OPC X 4,2 G 85 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO A PEDIDO COMERCIAL Meses UI/G UI/G + 3,5 MG/G POM DERM CT BG PLAS OPC X 28,3 G 85 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO A PEDIDO E TO F I B R ATO ANTILIPEMICOS TRICEROL / /2009 COMERCIAL Meses 500 MG CAP GEL MICROG CT 3 BL AL PLAS INC X 0 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 500 MG CAP GEL MICROG CT 2 B AL PLAS INC X 0 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA PRODUTOS ROCHE QUÍMICOS E FARMACÊUTICOS S.A O R L I S TAT MODULADORES DO METABOLISMO E DA DIGESTAO XENICAL / /2008 COMERCIAL Meses 20 MG CAP GEL DURA BL AL PLAS INC X 2 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA SANOFI WINTHROP FARMACEUTICA LTDA NADROPARINA CÁLCICA ANTITROMBOTICO FRAXIPARINA /86 05/2008 COMERCIAL Meses 2850 UI AXA SOL INJ CT 0 SER PRÉ-ENCHIDA X 0,3 ML 35 ALTERAÇÃO DE LOCAL DE FABRICAÇÃO/DE FABRI- CANTE 4 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO NOVO 9 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO POR TRANSFERÊNCIA DE TITULARIDADE COMERCIAL Meses 5700 UI AXA SOL INJ CT 5 SER PRÉ-ENCHIDA X 0,6 ML 35 ALTERAÇÃO DE LOCAL DE FABRICAÇÃO/DE FABRI- CANTE 4 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO NOVO 9 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO POR TRANSFERÊNCIA DE TITULARIDADE COMERCIAL Meses 9500 UI AXA SOL INJ CT 5 SER PRÉ-ENCHIDA X ML 35 ALTERAÇÃO DE LOCAL DE FABRICAÇÃO/DE FABRI- CANTE 4 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO NOVO 9 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO POR TRANSFERÊNCIA DE TITULARIDADE COMERCIAL Meses 400 UI AXA SOL INJ CT 2 SER X 0,6 ML FRAXIPARINA TX 4 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO NOVO 9 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO POR TRANSFERÊNCIA DE TITULARIDADE COMERCIAL Meses 400 UI AXA SOL INJ CT 0 SER X 0,6 ML FRAXIPARINA TX 4 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO NOVO 9 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO POR TRANSFERÊNCIA DE TITULARIDADE COMERCIAL Meses 5200 UI AXA SOL INJ CT 2 SER X 0,8 ML FRAXIPARINA TX 4 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO NOVO 9 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO POR TRANSFERÊNCIA DE TITULARIDADE COMERCIAL Meses 5200 UI AXA SOL INJ CT 0 SER X 0,8 ML FRAXIPARINA TX 4 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO NOVO 9 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO POR TRANSFERÊNCIA DE TITULARIDADE COMERCIAL Meses 9000 UI AXA SOL INJ CT 2 SER X,0 ML FRAXIPARINA TX 4 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO NOVO 9 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO POR TRANSFERÊNCIA DE TITULARIDADE COMERCIAL Meses 9000 UI AXA SOL INJ CT 0 SER X,0 ML FRAXIPARINA TX 4 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO NOVO 9 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO POR TRANSFERÊNCIA DE TITULARIDADE COMERCIAL Meses 7600 UI AXA SOL INJ CT 2 SER PRÉ-ENCHIDA X 0,8 ML 2 CADUCIDADE DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO M E D I C A M E N TO 9 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO POR TRANSFERÊNCIA DE TITULARIDADE COMERCIAL Meses 7600 UI AXA SOL INJ CT 5 SER PRÉ-ENCHIDA X 0,8 ML 35 ALTERAÇÃO DE LOCAL DE FABRICAÇÃO/DE FABRI- CANTE 4 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO NOVO 9 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO POR TRANSFERÊNCIA DE TITULARIDADE COMERCIAL Meses 7600 UI AXA SOL INJ CT 0 SER PRÉ-ENCHIDA X 0,8 ML 2 CADUCIDADE DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO M E D I C A M E N TO 9 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO POR TRANSFERÊNCIA DE TITULARIDADE COMERCIAL Meses 3800 UI AXA SOL INJ CT 5 SER PRÉ-ENCHIDA X 0,4 ML 35 ALTERAÇÃO DE LOCAL DE FABRICAÇÃO/DE FABRI- CANTE 4 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO NOVO 9 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO POR TRANSFERÊNCIA DE TITULARIDADE COMERCIAL Meses

67 <!ID > RESOLUÇÃO-RE Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN UI AXA SOL INJ CT 0 SER PRÉ-ENCHIDA X 0,4 ML 2 CADUCIDADE DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO M E D I C A M E N TO 9 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO POR TRANSFERÊNCIA DE TITULARIDADE SANOFI-SYNTHELABO FARMACÊUTICA LTDA AMISSULPRIDA (PORT 344/98 LISTA C) NEUROLEPTICOS SOCIAN / /200 COMERCIAL Meses 50 MG COM CT BL AL PLAS INC X 20 4 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO NOVO COMERCIAL Meses 200 MG COM CT 2 BL AL PLAS INC X 0 4 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO NOVO COMERCIAL Meses 50 MG COM CT BL AL PLAS INC X 4 4 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO NOVO NADROPARINA CÁLCICA ANTITROMBOTICO FRAXIPARINA / /2008 COMERCIAL Meses 2850 UI AXA SOL INJ CT 0 SER PRÉ-ENCHIDA X 0,3 ML 32 ALTERAÇÃO TITULAR DE REG. (INCORPORAÇÃO DE EMPRESA) COMERCIAL Meses 5700 UI AXA SOL INJ CT 5 SER PRÉ-ENCHIDA X 0,6 ML 32 ALTERAÇÃO TITULAR DE REG. (INCORPORAÇÃO DE EMPRESA) COMERCIAL Meses 9500 UI AXA SOL INJ CT 5 SER PRÉ-ENCHIDA X ML 32 ALTERAÇÃO TITULAR DE REG. (INCORPORAÇÃO DE EMPRESA) COMERCIAL Meses 400 UI AXA SOL INJ CT 2 SER X 0,6 ML 32 ALTERAÇÃO TITULAR DE REG. (INCORPORAÇÃO DE EMPRESA) COMERCIAL Meses 400 UI AXA SOL INJ CT 0 SER X 0,6 ML 32 ALTERAÇÃO TITULAR DE REG. (INCORPORAÇÃO DE EMPRESA) COMERCIAL Meses 5200 UI AXA SOL INJ CT 2 SER X 0,8 ML 32 ALTERAÇÃO TITULAR DE REG. (INCORPORAÇÃO DE EMPRESA) COMERCIAL Meses 5200 UI AXA SOL INJ CT 0 SER X 0,8 ML 32 ALTERAÇÃO TITULAR DE REG. (INCORPORAÇÃO DE EMPRESA) COMERCIAL Meses 9000 UI AXA SOL INJ CT 2 SER X,0 ML 32 ALTERAÇÃO TITULAR DE REG. (INCORPORAÇÃO DE EMPRESA) COMERCIAL Meses 9000 UI AXA SOL INJ CT 0 SER X,0 ML 32 ALTERAÇÃO TITULAR DE REG. (INCORPORAÇÃO DE EMPRESA) COMERCIAL Meses 7600 UI AXA SOL INJ CT 2 SER PRÉ-ENCHIDA X 0,8 ML 32 ALTERAÇÃO TITULAR DE REG. (INCORPORAÇÃO DE EMPRESA) COMERCIAL Meses 7600 UI AXA SOL INJ CT 5 SER PRÉ-ENCHIDA X 0,8 ML 32 ALTERAÇÃO TITULAR DE REG. (INCORPORAÇÃO DE EMPRESA) COMERCIAL Meses 7600 UI AXA SOL INJ CT 0 SER PRÉ-ENCHIDA X 0,8 ML 32 ALTERAÇÃO TITULAR DE REG. (INCORPORAÇÃO DE EMPRESA) COMERCIAL Meses 3800 UI AXA SOL INJ CT 5 SER PRÉ-ENCHIDA X 0,4 ML 32 ALTERAÇÃO TITULAR DE REG. (INCORPORAÇÃO DE EMPRESA) COMERCIAL Meses 3800 UI AXA SOL INJ CT 0 SER PRÉ-ENCHIDA X 0,4 ML 32 ALTERAÇÃO TITULAR DE REG. (INCORPORAÇÃO DE EMPRESA) SCHERING DO BRASIL QUÍMICA E FARMACÊUTICA LTDA ESTRADIOL HEMIIDRATADO + DROSPIRENONA ESTROGENOS ASSOCS A OUTROS FARMACOS EXCLUSIVE ANDROGENOS ANGELIQ / /200 COMERCIAL Meses MG + 2 MG COM REV CT BL - CALEND AL PVC X REGISTRO DE NOVA ASSOCIAÇÃO NO PAÍS - PRODUTO I M P O RTA D O COMERCIAL Meses MG + 2 MG COM REV CT 3 BL CALEND AL PVC X REGISTRO DE NOVA ASSOCIAÇÃO NO PAÍS - PRODUTO I M P O RTA D O Total de Apresentações: 48 Nº 598, DE 0 DE MARÇO DE 2005 O Diretor-Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o art. 3, inciso XI do Decreto nº 3.029, de 6 de abril de 999. considerando o art. 2 da Lei n.º 6.360, de 23 de setembro de 976; art.4 0,do Decreto nº de 5 de janeiro de 977; considerando o inciso IV do art. 50 e o 3º do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria n.º 593, de 25 de agosto de 2000, republicada no D.O.U. de 22 de dezembro de 2000, resolve: Art. º Conceder a Caducidade de Registro da Apresentação do Medicamento, Inclusão de Nova Apresentação Comercial,Registro de Medicamento Similar, Retificação de Publicação de Registro, Renovação de Registro de Medicamento Especifico, Recurso Administrativo por Reconsideração de Indeferimento, Alteração de Excipiente, Renovação de Registro de Medicamento Similar,Inclusão de Novo Acondicionamento,Alteração de Local de Fabricação, Cancelamento de Registro do Medicamento a Pedido - Produto Biológico, de Produtos farmacêuticos, conforme na relação em anexo. Art. 2º. Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação. CLAUDIO MAIEROVITCH PESSANHA HENRIQUES ANEXO ABBOTT LABORATORIOS DO BRASIL LTDA B E R A C TA N TO PRODUTO PARA O APARELHO RESPIRATORIO SURVANTA / /2007 COMERCIAL Meses 25 MG/ML LIQ CT FA VD INC X 8 ML 527 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - PRODUTO BIOLÓGI- CO COMERCIAL Meses 25 MG/ML LIQ CT FA VD INC X 4 ML 527 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - PRODUTO BIOLÓGI- CO APSEN FARMACEUTICA S/A MESILATO DE DOXAZOSINA ANTI-HIPERTENSIVOS SIMPLES OUNOPROST / /2006 COMERCIAL Meses MG COM CT 2 BL AL PLAS INC X 0 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE COMERCIAL Meses MG COM CT BL AL PLAS INC X 0 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE COMERCIAL Meses 2 MG COM CT 2 BL AL PLAS INC X 0 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE COMERCIAL Meses 2 MG COM CT BL AL PLAS INC X 0 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE COMERCIAL Meses 4 MG COM CT BL AL PLAS INC X 0 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE COMERCIAL Meses 4 MG COM CT 2 BL AL PLAS INC X 0 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE COMERCIAL Meses 8 MG COM CT BL AL PLAS INC X 0 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE COMERCIAL Meses 8 MG COM CT 2 BL AL PLAS INC X 0 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE COMERCIAL Meses MG COM CT C/3 BL AL PLAS INC X 0 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE COMERCIAL Meses 2 MG COM CT C/3 BL AL PLAS INC X 0 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE COMERCIAL Meses 4 MG COM CT C/3 BL AL PLAS INC X 0 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE COMERCIAL Meses MG COM CT 2 BL AL PLAS INC X 5 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE COMERCIAL Meses 2 MG COM CT 2 BL AL PLAS INC X 5 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE COMERCIAL Meses 4 MG COM CT 2 BL AL PLAS INC X 5 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE ARISTON INDS QUIMS FTCAS LTDA P E N TO X I F I L I N A VA S O D I L ATA D O R E S ARTERON / /2009 COMERCIAL Meses 20 MG/ML SOL INJ CX CAMA 5 AMP VD INC X 5 ML 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR COMERCIAL Meses 400 MG DRG AP CT 2 BL AL PLAS INC X 0 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR ASTRAZENECA DO BRASIL LTDA SUCCINATO DE METOPROLOL + HIDROCLOROTIAZIDA DIURETICOS ASSOCIADOS A BETABLOQUEADORES SELOPRESS /79 2/2005 COMERCIAL Meses 95,0 MG + 2,5 MG COM LIB CONT CT 0 BL AL PLAS INC X RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 95,0 MG + 2,5 MG COM LIB CONT CT 0 BL AL PLAS INC X RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 95,0 MG + 2,5 MG COM LIB CONT CT 0 STR X RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 95,0 MG + 2,5 MG COM LIB CONT CT 0 STR X RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA BRASTERÁPICA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA CLORETO DE SÓDIO + CLORETO DE POTÁSSIO + GLICOSE + CITRATO DE SÓDIO DIHIDRATADO REIDRATANTES ORAIS SINDRAT /93-6 0/200 COMERCIAL Meses (0,4385+0,3730+0,4902+6,0354) G PO OR CT 00 ENV AL X 7,337 G (EMB HOSP) 582 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO ESPE- CÍFICO. COMERCIAL Meses (,75+0,75+,45+0) G PO OR CT 00 ENV AL X 3,95G (EMB HOSP) 582 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO ESPE- CÍFICO. COMERCIAL Meses (0,4385+0,3730+0,4902+6,0354) G PO OR CT 4 ENV AL X 7,337 G 582 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO ESPE- CÍFICO. COMERCIAL Meses (0,4385+0,3730+0,4902+6,0354) G PO OR CT 50 ENV AL X 7,337 G (EMB HOSP) 582 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO ESPE- CÍFICO. COMERCIAL Meses (,75+0,75+,45+0) G PO OR CT 4 ENV AL X 3,95 G 582 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO ESPE- CÍFICO. COMERCIAL Meses (,75+0,75+,45+0) G PO OR CT 50 ENV AL X 3,95G (EMB HOSP) 582 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO ESPE- CÍFICO. CIFARMA CIENTIFICA FARMACEUTICA LTDA CLORIDRATO DE CIPROEPTADINA + CLORIDRATO DE TIA- MINA + VITAMINA B2 + CLORIDRATO DE PIRIDOXINA + NICOTINAMIDA + ÁCIDO ASCÓRBICO ESTIMULANTES DO APETITE APETIVITON BC / /2009 COMERCIAL Meses SOL OR CT FR VD AMB X 240 ML 83 ALTERAÇÃO DE NOME COMERCIAL DO MEDICAMEN- TO CRISTÁLIA PRODUTOS QUÍMICOS FARMACÊUTICOS LTDA CLORIDRATO DE BUPIVACAÍNA + BITARTARATO DE EPINE- FRINA ANESTESICOS LOCAIS NEOCAÍNA 0,25% COM VASOCONSTRITOR / /200 RESTRITO A HOSPITAIS Meses 0,25 PCC SOL INJ CX 6 FA VD INC X 20 ML 50 REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMILAR RESTRITO A HOSPITAIS Meses 0,25 PCC SOL INJ CX 0 FA VD INC X 20 ML 50 REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMILAR RESTRITO A HOSPITAIS Meses 0,25 PCC SOL INJ CX 0 EST FA VD INC X 20 ML 50 REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMILAR RESTRITO A HOSPITAIS Meses 0,50 PCC SOL INJ CX 6 FA VD INC X 20 ML 50 REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMILAR RESTRITO A HOSPITAIS Meses 0,50 PCC SOL INJ CX 0 FA VD INC X 20 ML 50 REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMILAR RESTRITO A HOSPITAIS Meses 0,50 PCC SOL INJ CX 0 EST FA VD INC X 30 ML 50 REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMILAR COMERCIAL Meses 0,50 PCC SOL INJ CX 25 CARP PLAS TRANP X,8 ML 50 REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMILAR RESTRITO A HOSPITAIS Meses 0,75 PCC SOL INJ CX 6 FA VD INC X 20 ML 50 REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMILAR RESTRITO A HOSPITAIS Meses 0,75 PCC SOL INJ CX 0 FA VD INC X 20 ML

68 <!ID > RESOLUÇÃO-RE 68 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMILAR RESTRITO A HOSPITAIS Meses 0,75 PCC SOL INJ CX 0 EST FA VD INC X 20 ML 50 REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMILAR RESTRITO A HOSPITAIS Meses 0,50 PCC SOL INJ CX 0 EST FA VD INC X 20ML. 50 REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMILAR CLORIDRATO DE BUPIVACAÍNA ANESTESICOS LOCAIS NEOCAINA SEM VASOCONSTRITOR /80 04/2008 COMERCIAL Meses 0,25 PCC SOL INJ CX 0 EST FA VD INC X 20ML 06 INCLUSÃO DE NOVA APRESENTAÇÃO COMERCIAL COMERCIAL Meses 0,5 PCC SOL INJ CX 06 FA VD INC X 20ML 06 INCLUSÃO DE NOVA APRESENTAÇÃO COMERCIAL COMERCIAL Meses 0,5 PCC SOL INJ CX 0 EST X FA VD INC X 20ML 06 INCLUSÃO DE NOVA APRESENTAÇÃO COMERCIAL COMERCIAL Meses 0,5 PCC SOL INJ CX 40 EST X AMP VD INC X 4 ML (EMB. H O S P. ) 06 INCLUSÃO DE NOVA APRESENTAÇÃO COMERCIAL INCLUSÃO DE NOVO ACONDICIONAMENTO COMERCIAL Meses 0,25 PCC SOL INJ CX FA VD INC X 20ML 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE COMERCIAL Meses 0,75 PCC SOL INJ CX 0 EST X FA VD INC X 20 ML 06 INCLUSÃO DE NOVA APRESENTAÇÃO COMERCIAL COMERCIAL Meses O,5 PCC SOL INJ CX 0 FA VD INC X 20ML 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE DARROW LABORATÓRIOS S/A PROPIONATO DE CLOBETASOL ANTIALERGICOS TOPICOS DERMACARE / /2009 COMERCIAL Meses 0,5 MG/G POM DERM CT BG AL REV X 5 G 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR COMERCIAL Meses 0,5 MG/G CREM DERM CT BG AL REV X 5 G 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR EMS S/A CLORIDRATO DE PROMETAZINA ANTI-HISTAMINICOS SISTEMICOS PROMECLOR /87 07/2008 COMERCIAL Meses 25 MG DRG CT BL AL PLAS INC X RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 25 MG/ML SOL INJ CT 50 AMP VD AMB X 2 ML 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 25 MG/ML SOL INJ CT 50 FR AMP VD AMB X 2 ML 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 25MG COM REV CT BL AL PLAS INC X RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA LAB REGIUS LTDA EXTRATO FLUIDO + ACETAMINOFEM ANALGESICOS BAICURINA ELIXIR /76 0/999 COMERCIAL Meses ELIXIR FR VD AMB 50ML BAICURINA 40 CADUCIDADE DE REGISTRO DO MEDICAMENTO LAB. INDL. E FTCO. BUCAR LTDA CLORIDRATO DE TIAMINA + RIBOFLAVINA 5-FOSFATO SÓ- DICA + CLORIDRATO DE PIRIDOXINA POLIVITAMINICOS SEM MINERAIS TIAMPLEX / /200 COMERCIAL Meses ( + 0,4 + 0,4) MG/ML SOL OR CT FR VD AMB X 00 ML 50 REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMILAR LABORATORIO KINDER S/A ACETONIDO DE TRIANCINOLONA + SULFATO DE NEOMI- CINA + GRAMICIDINA + NISTATINA GLICOCORTICOIDES TOPICOS - ASSOCIACAO MEDICAMEN- TO S A LONDERM N /0-09 2/2006 COMERCIAL Meses MG + 2,5 MG + 0,25 MG UI/G CREM DERM CT BG AL X 5 G 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE COMERCIAL Meses MG + 2,5 MG + 0,25 MG UI/G CREM DERM CT 50 BG AL X 5 G 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE COMERCIAL Meses MG + 2,5 MG + 0,25 MG UI/G CREM DERM CT BG AL X 30 G 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE COMERCIAL Meses MG + 2,5 MG + 0,25 MG UI/G CREM DERM CT 50 BG AL X 30 G 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE LABORATORIO QUIMICO FARMACEUTICO BERGAMO LTDA ACETATO DE LEUPRORRELINA ANTINEOPLASICO LORELIN DEPOT / /2008 COMERCIAL Meses 3.75 MG PO LIOF INJ CT FA VD INC + AMP DIL X 2 ML + SER + 2 AGU + MAT P/ ASSEP RECURSO ADMINISTRATIVO POR RECONSIDERAÇÃO DE INDEFERIMENTO. COMERCIAL Meses 7.50 MG PO LIOF INJ CT FA VD INC + AMP DIL X 2 ML + SER + 2 AGU + MAT P/ ASSEP RECURSO ADMINISTRATIVO POR RECONSIDERAÇÃO DE INDEFERIMENTO. LABORATÓRIO FARMACÊUTICO DO ESTADO DE PERNAM- BUCO - LAFEPE DIDANOSINA (PORT 344/98 LISTA C4) ANTIVIROTICOS (INIBE REPLICACAO VIROTICA) LAFEPE-DIDANOSINA / /2006 INSTITUCIONAL Meses 4G PO PREP EXT CX FR VD INC X 500 ML + SOL ANTIÁ- CIDA 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA LABORATÓRIO NEO QUÍMICA COMÉRCIO E INDÚSTRIA LT- DA VALERATO DE BETAMETASONA A N T I N F L A M ATO R I O S BETSONA /99-5 0/200 COMERCIAL Meses MG/G CREM DERM CT BG AL X 5 G 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR COMERCIAL Meses MG/G POM DERM CT BG AL X 5 G 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR COMERCIAL Meses MG/G LOC CT FR PLAS OPC X 50 ML 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR COMERCIAL Meses MG/G LOC CT FR PLAS OPC X 30 ML 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR COMERCIAL Meses MG/G CREM DERM CT BG AL X 30 G 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR COMERCIAL Meses MG/G CREM DERM CX 50 BG AL X 30 G (EMB. HOSP.) 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR COMERCIAL Meses MG/G POM DERM CT BG AL X 30 G 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR COMERCIAL Meses MG/G POM DERM CX 50 BG AL X 30 G (EMB. HOSP.) 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR LABORATÓRIO TEUTO BRASILEIRO - S/A CLORIDRATO DE TERBINAFINA ANTIMICOTICO MICOSIL / /2005 COMERCIAL Meses 25 MG COM CT BL AL PLAS INC X 4 2 CADUCIDADE DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO M E D I C A M E N TO COMERCIAL Meses 25 MG COM CT BL AL PLAS INC X 28 2 CADUCIDADE DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO M E D I C A M E N TO COMERCIAL Meses 250 MG COM CT BL AL PLAS INC X 4 2 CADUCIDADE DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO M E D I C A M E N TO COMERCIAL Meses 250 MG COM CT BL AL PLAS INC X 28 2 CADUCIDADE DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO M E D I C A M E N TO CLORETO DE AMÔNIO + CLORETO DE CETILPIRIDÍNIO E X P E C TO R A N T E S PSIU /99- /2009 COMERCIAL Meses 50MG/5ML +,25MG/5ML XPE CT FR VD AMB X 00 ML + CP MED 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR NATURE S PLUS FARMACÊUTICA LTDA NITRAZEPAM - (PORT. 344/98 LISTA B) ANSIOLITICOS SIMPLES SONEBON /66 07/2008 COMERCIAL Meses 5 MG COM CT 2 BL AL PLAS INC X 0 59 ALTERAÇÃO DE LOCAL DE FABRICAÇÃO COMERCIAL Meses 5 MG COM CT BL AL PVC X ALTERAÇÃO DE LOCAL DE FABRICAÇÃO NOVO NORDISK PRODUÇÃO FARMACÊUTICA DO BRASIL LTDA INSULINA HUMANA ANTIDIABETICOS BIOHULIN 90/ / /2005 COMERCIAL Meses 00 UI SUS INJ CT FA VD INC X 0 ML 652 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO A PEDIDO - PRODUTO BIOLÓGICO COMERCIAL Meses 00 UI SUS INJ CX 5 CARP X,5 ML 652 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO A PEDIDO - PRODUTO BIOLÓGICO COMERCIAL Meses 00 UI SUS INJ CX 5 CARP VD INC X 3,0 ML 652 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO A PEDIDO - PRODUTO BIOLÓGICO COMERCIAL Meses 00 UI SUS INJ CX 3 CARP VD INC 3 ML 652 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO A PEDIDO - PRODUTO BIOLÓGICO ÍTACA LABORATÓRIOS LTDA DACARBAZINA CITOSTATICOS ALQUILANTES ASERCIT / /2007 RESTRITO A HOSPITAIS Meses 00 MG PO LIOF INJ CX FA (REST HOSP) 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA RESTRITO A HOSPITAIS Meses 200 MG PO LIOF INJ CX FA (REST HOSP) 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA Total de Apresentações: 9 Nº 599, DE 0 DE MARÇO DE 2005 O Diretor-Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o art. 3, inciso XI do Decreto nº 3.029, de 6 de abril de 999. considerando o art. 2 da Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 976; considerando o inciso IV do art. 50 e o 3º do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria nº 593, de 25 de agosto de 2000, republicada no D.O.U. de 22 de dezembro de 2000, resolve: Art. º Indeferir o Registro de Medicamento Similar, Novo Acondicionamento, Alteração do Prazo de Validade, Alteração de Excipiente, Alteração de Local de Fabricação/de Fabricante, Inclusão de Marca RCD 92/00, Renovação de Registro de Medicamento Fitoterapico Novo, Renovação de Registro de Medicamento Similar, Renovação de Registro de Medicamento Similar Solução Parenteral, Renovação de Registro de Nova Associação no País, Suspensão Temporária de Fabricação do Medicamento, de produtos farmacêuticos, conforme na relação em anexo. Art. 2º. Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação. CLAUDIO MAIEROVITCH PESSANHA HENRIQUES ANEXO ASTRAZENECA DO BRASIL LTDA SULFATO DE TERBUTALINA B R O N C O D I L ATA D O R E S BRICANYL / /2006 COMERCIAL Meses 2,5 MG COM CX BL AL PLAS INC X SUSPENSÃO TEMPORÁRIA DE FABRICAÇÃO DO MEDI- C A M E N TO 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses 5 MG COM ABS RETARD CT STR X 0 86 SUSPENSÃO TEMPORÁRIA DE FABRICAÇÃO DO MEDI- C A M E N TO 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses 0,5 MG/ML SOL INJ CT 6 AMP VD AMB X ML 86 SUSPENSÃO TEMPORÁRIA DE FABRICAÇÃO DO MEDI- C A M E N TO 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses 0 MG/ML SOL P/NEB CX FR VD AMB X 0 ML 86 SUSPENSÃO TEMPORÁRIA DE FABRICAÇÃO DO MEDI- C A M E N TO 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses 0,5 MG PO INAL CT TB PLAS X 200 DOSES 86 SUSPENSÃO TEMPORÁRIA DE FABRICAÇÃO DO MEDI- C A M E N TO 0 - Em desacordo com a Legislação vigente BELFAR LTDA MELOXICAM

69 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN ANTINFLAMATORIOS ANTIREUMATICOS BEFLOX / /2005 COMERCIAL Meses 7,5MG COM CT BL AL PLAS INC X 0 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE 0 - Em desacordo com a Legislação vigente 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses 5 MG COM CT BL AL PLAS INC X 0 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE 0 - Em desacordo com a Legislação vigente 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente CELLOFARM LTDA METILPREDNISOLONA GLICOCORTICOIDES SISTEMICOS SOLU-PRED /0-0 07/2006 COMERCIAL Meses 500 MG PO LIOF INJ CT FA VD INC + DIL 35 ALTERAÇÃO DE LOCAL DE FABRICAÇÃO/DE FABRI- CANTE 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses G PO LIOF INJ CT FA VD INC + DIL 35 ALTERAÇÃO DE LOCAL DE FABRICAÇÃO/DE FABRI- CANTE 0 - Em desacordo com a Legislação vigente EMS S/A HIDRÓXIDO DE ALUMÍNIO + HIDRÓXIDO DE MAGNÉSIO + CARBONATO DE CÁLCIO ANTIACIDOS E ANTIULCEROSOS GELMAX /73 0/2004 COMERCIAL Meses 78MG+85MG+230MG COM MAST MAMAO-CASSIS CT BL AL PLAS X RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses 35,6MG+37MG+48.4MG/ML SUS OR MAMAO-CASSIS CT FR VD X 240ML 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses 35,6MG+37MG+48.4MG/ML SUS OR MAMAO-CASSIS CT FR VD X 200 ML 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses 78MG + 85MG + 230MG PO EFEV SBR ABACAXI CT 20 SACH X 5 G 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente INSTITUCIONAL Meses 78MG + 85MG + 230MG PO EFEV SBR LARANJA CT 20 SACH X 5 G 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses 78MG + 85MG + 230MG PO EFEV SBR LIMAO CT 20 SACH X5G 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente INSTITUCIONAL Meses 78MG + 85MG + 230MG PO EFEV SBR MORANGO CT 20 SACH X 5 G 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses 235 MG + 85 MG MG COM MAST CT 20 BL AL PLAS INC X 6 GELMAX MAMÃO CASSIS 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses 235 MG + 85 MG MG COM MAST CT 20 BL AL PLAS INC X 6 GELMAX LIMÃO 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses 235 MG + 85 MG MG COM MAST CT 4 BL AL PLAS INC X6 GELMAX LIMÃO 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses 78MG+85MG+230MG COM MAST CT 20 BL AL PLAS X 6 MAMAO-CASSIS 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses MG PO EFERV SBR LIMÃO CT 50 SACH X 5 G 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses MG PO EFERV SBR ABACAXI CT 50 SACH X 5G 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses 35,6 MG + 37 MG + 47,6 MG / ML SUS OT CT FR VD AMB X 240 ML SABOR HORTELÃ 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente EUROFARMA LABORATÓRIOS LTDA ACETONIDO DE TRIANCINOLONA + SULFATO DE NEOMI- CINA + NISTATINA + GRAMICIDINA GLICOCORTICOIDES TOPICOS - ASSOCIACAO MEDICAMEN- TO S A MUD / /200 COMERCIAL Meses,0 MG + 2,5 MG +0,25 MG U CREM DREM CT BL PLAST LAMINADA X 0 G 50 REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMILAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses,0 MG + 2,5 MG +0,25 MG U POM DERM CT BL PLAST LAMINADA X 0 G 50 REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMILAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente INDÚSTRIA FARMACÊUTICA AMORIM LTDA ÁGUA DE OSMOSE DILUENTES E VEICULOS DE MEDICAMENTOS AGUA PARA INJECAO / /2004 COMERCIAL Meses LIQ DIL INJ CX 2 FA PLAS INC X 000 ML 555 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR - SOLUÇÃO PARENTERAL 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses LIQ DIL INJ CX 20 FA PLAS INC X 500 ML 555 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR - SOLUÇÃO PARENTERAL 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses LIQ DIL INJ CX 40 FA PLAS INC X 250 ML 555 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR - SOLUÇÃO PARENTERAL 0 - Em desacordo com a Legislação vigente LABORATORIO KRAEMER LTDA CITRATO DE FERRO AMONIACAL + PLUMERIA LANCIFOLIA MUELL. ARG. + DORSTENIA MULTIFORMIS + Ruta graveolens L. + Angelica archangelica L. + MELISSA OFFICINALIS L. + HAMAMELIS VIRGINIANA (HAMAMÉLIS) + RHAMNUS PURSHIANA DC. + CINCHONA CALISAYA WEDD. + CITRUS AURANTIUM L. FITOTERAPICOS ASSOCIADOS URGAMOL /38 0/2004 COMERCIAL Meses XPE CX CT FR VD AMB X 200 ML 46 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE NOVA ASSOCIAÇÃO NO PA Í S 0 - Em desacordo com a Legislação vigente LABORATORIO QUIMICO FARMACEUTICO DO EXERCITO BENZILPENICILINA PROCAINA + BENZILPENICILINA PO- TA S S I C A PENICILINA G E DERIVADOS (BENZILPENICILINAS) LQFEX - BENZILPENICILINA PROCAINA+BENZILPENICILINA POTASSICA / /2005 INSTITUCIONAL Meses UI+00000UI PO INJ CX 50 FR AMP + DIL 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente AMOXICILINA ANTIBIOTICOS SISTEMICOS SIMPLES LQFEX - AMOXICILINA / /2005 INSTITUCIONAL Meses 500 MG COM CX 50 ENV AL X 0 (EMB. HOSP) 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente INSTITUCIONAL Meses 50MG/ML PO SUS OR CX 50 FR VD AMB 50ML+COPO MED (EMB HOSP) 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente MARJAN INDUSTRIA E COMERCIO LTDA PASSIFLORA INCARNATA L. + CRATAEGUS OXYACANTHA L. + SALIX ALBA L. FITOTERAPICO COMPOSTO PASALIX /87 08/2004 COMERCIAL Meses SOL ORAL CT FR VD AMB X 50 ML 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE 0 - Em desacordo com a Legislação vigente 53 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO FITO- TERÁPICO NOVO 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses SOL ORAL CT FR VD AMB X 00 ML 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE 0 - Em desacordo com a Legislação vigente 53 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO FITO- TERÁPICO NOVO 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses 00 MG + 30 MG + 00 MG COM REV CT 2 BL AL PLAS INC X 0 53 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO FITO- TERÁPICO NOVO 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses SOL OR CT FR VD AMB X 50 ML 780 INCLUSÃO DE NOVA CONCENTRAÇÃO - MEDICAMEN- TO FITOTERÁPICO 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses SOL OR CT FR VD AMB X 00 ML 780 INCLUSÃO DE NOVA CONCENTRAÇÃO - MEDICAMEN- TO FITOTERÁPICO 0 - Em desacordo com a Legislação vigente MEDQUIMICA INDUSTRIA FARMACEUTICA LTDA SALICILAMIDA + MALEATO DE CLORFENIRAMINA + CA- FEÍNA + VITAMINA C PRODUTO P.TERAPIA SINTOMATICA DA GRIPE GRIPIN C /8 03/2007 COMERCIAL Meses DRG CX BL X 0 X BL X 0 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE 0 - Em desacordo com a Legislação vigente MERCK SHARP DOHME FCTA E VETERINARIA LTDA NORFLOXACINO ANTIBIOTICOS SISTEMICOS SIMPLES FLOXACIN /82 08/2008 COMERCIAL Meses 400 MG COM REV CT BL AL/AL X 6 INCLUSÃO DE NOVO ACONDICIONAMENTO 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses 400 MG COM REV CT 2 BL AL/AL X 7 INCLUSÃO DE NOVO ACONDICIONAMENTO 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses 400 MG COM REV CT BL AL/AL X 4 INCLUSÃO DE NOVO ACONDICIONAMENTO 0 - Em desacordo com a Legislação vigente NATURE S PLUS FARMACÊUTICA LTDA PARACETAMOL + CLORIDRATO DE FENILEFRINA + MALEA- TO DE CARBINOXAMINA DESCONGESTIONANTES NASAIS SISTEMICOS TRISCON /83 08/2008 COMERCIAL Meses 40 MG +,0 MG + 0,4 MG SOL OR CT FR VD AMB X 60ML (ADQ.RES.RDC.96/00) 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE 0 - Em desacordo com a Legislação vigente 05 ALTERAÇÃO DO PRAZO DE VALIDADE 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses 20 MG + 2,0 MG SOL OR CT FR VD AMB X 5 ML + CGT(ADQ.RES.RDC.96/00) 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE 0 - Em desacordo com a Legislação vigente 05 ALTERAÇÃO DO PRAZO DE VALIDADE 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses 880 MG + 20 MG + 4,0 MG COM CT BL AL PLAS INC X 200 (EMB MULT) 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE 0 - Em desacordo com a Legislação vigente 05 ALTERAÇÃO DO PRAZO DE VALIDADE 0 - Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses 880 MG + 20 MG + 4,0 MG COM CT BL AL PLAS INC X 2 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE

70 <!ID > RESOLUÇÃO-RE 70 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de Em desacordo com a Legislação vigente 05 ALTERAÇÃO DO PRAZO DE VALIDADE 0 - Em desacordo com a Legislação vigente PERFLORA INDUSTRIA FARMACEUTICA LTDA DICLOFENACO DE SÓDIO A N T I N F L A M ATO R I O S DICLOFLOGIL / /2004 COMERCIAL Meses 50 MG COM CT BL AL PLAS INC X RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente PRODOTTI LABORATORIO FARMACEUTICO LTDA CLORIDRATO DE DOXICICLINA ANTIBIOTICOS SISTEMICOS SIMPLES CLORIDRATO DE DOXICICLINA / /2004 COMERCIAL Meses 00 MG DRG CT BL AL PLAS INC X 3 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente 56 INCLUSÃO DE MARCA - RDC 92/ Em desacordo com a Legislação vigente COMERCIAL Meses 00 MG DRG CT 3 BL AL PLAS INC X 5 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente 56 INCLUSÃO DE MARCA - RDC 92/ Em desacordo com a Legislação vigente GANCICLOVIR SÓDICO ANTIVIROTICOS GANCICLOVIR SODICO / /2004 RESTRITO A HOSPITAIS Meses 500 MG PO LIOF INC FA + AMP DIL X 0 ML 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR 0 - Em desacordo com a Legislação vigente 56 INCLUSÃO DE MARCA - RDC 92/ Em desacordo com a Legislação vigente Total de Apresentações: 60 Nº 600, DE 0 DE MARÇO DE 2005 O Diretor-Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o art. 3, inciso XI do Decreto nº 3.029, de 6 de abril de 999. considerando o art. 2 da Lei n.º 6.360, de 23 de setembro de 976; art.4 0,do Decreto nº de 5 de janeiro de 977; considerando o inciso IV do art. 50 e o 3º do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria n.º 593, de 25 de agosto de 2000, republicada no D.O.U. de 22 de dezembro de 2000, resolve: Art. º Conceder a Caducidade de Registro da Apresentação do Medicamento, Inclusão de Nova Forma Farmacêutica Já Aprovada no Pais, Alteração do Prazo de Validade, Retificação de Publicação de Registro,Cancelamento de Registro do Medicamento a Pedido, Renovação de Registro de Medicamento Novo,Recurso Administrativo por Reconsideração de Indeferimento, Alteração de Excipiente, Renovação de Registro de Medicamento Similar,Inclusão de Novo Acondicionamento,Alteração de Local de Fabricação, Renovação de Registro de Medicamento Especifico - Solução Parenteral, Registro de Fitoterapico, Renovação de Registro de Medicamento Especifico, de Produtos farmacêuticos, conforme na relação em anexo. Art. 2º. Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação. CLAUDIO MAIEROVITCH PESSANHA HENRIQUES ANEXO ABBOTT LABORATORIOS DO BRASIL LTDA CITRATO DE FENTANILA (PORT. 344/98 LISTA A ) ANALGESICOS NARCOTICOS FENTABBOTT /89-0/2005 COMERCIAL Meses 0,05 MG/ ML SOL INJ CX 25 AMP VD INC X 5 ML 85 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO A PEDIDO COMERCIAL Meses 0,05 MG/ ML SOL INJ CX 50 AMP VD INC X 2 ML 85 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO A PEDIDO COMERCIAL Meses 0,05 MG /ML SOL INJ CX 25 AMP VD INC X 0 ML 85 CANCELAMENTO DE REGISTRO DO MEDICAMENTO A PEDIDO APSEN FARMACEUTICA S/A HIALURONIDASE + CLORIDRATO DE LIDOCAINA + SULFA- TO DE NEOMICINA ANTINFECCIOSOS TOPICOS-ASSOCIACOES MEDICAMENTO- SAS OTO - XILODASE /76 2/2009 COMERCIAL Meses SOL OTO CT FR PLAS OPC X 8 ML + AMP LIOF 800 UTR 4 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO NOVO BELFAR LTDA CLORIDRATO DE BENZIDAMINA ANTINFECCIOSOS E ANTISSEPTICOS TOPICOS PARA ORO- FA R I N G E GARGOJUICE /80 0/2004 COMERCIAL SOL OR CT FR VD AMB X 00 ML Meses 2 CADUCIDADE DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO M E D I C A M E N TO COMERCIAL Meses COM CT 2 STR X 0 2 CADUCIDADE DE REGISTRO DA APRESENTAÇÃO DO M E D I C A M E N TO CIMED INDUSTRIA DE MEDICAMENTOS LTDA HIDROCLOROTIAZIDA DIURETICOS SIMPLES HIDROMED /02-03/2007 COMERCIAL Meses 50 MG COM CT BL AL PLAS INC X 000 (EMB. HOSP.) 567 RECURSO ADMINISTRATIVO POR RECONSIDERAÇÃO DE INDEFERIMENTO. CRISTÁLIA PRODUTOS QUÍMICOS FARMACÊUTICOS LTDA PROPOFOL - (PORT 344/98 LISTA C) ANESTESICOS GERAIS INJETAVEIS PROPOVAN /94 0/2009 RESTRITO A HOSPITAIS Meses 0 MG/ML EMU INJ CX 5 AMP VD INC X 20 ML (REST. H O S P. ) 05 ALTERAÇÃO DO PRAZO DE VALIDADE 59 ALTERAÇÃO DE LOCAL DE FABRICAÇÃO EMS S/A FLUCONAZOL ANTIMICOTICOS SISTEMICOS DE USO ORAL GLYFLUCAN / /2007 COMERCIAL Meses 50 MG CAP GEL DURA CT BL AL PLAS INC X 2 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE 05 ALTERAÇÃO DO PRAZO DE VALIDADE COMERCIAL Meses 50 MG CAP GEL DURA CT BL AL PLAS INC X 04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE 05 ALTERAÇÃO DO PRAZO DE VALIDADE FARMACE INDÚSTRIA QUÍMICO-FARMACÊUTICA CEAREN- SE LTDA CLORETO DE SÓDIO + CLORETO DE POTÁSSIO + CLORETO DE CÁLCIO REPOSICAO HIDROELETROLITICA E ALIMENTACAO PAREN- TERAL FARMACE - RINGER /99 02/200 RESTRITO A HOSPITais Meses SOL INJ CX 50 FR PLAS TRANS X 250 ML 584 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO ESPE- CÍFICO - SOLUÇÃO PARENTERAL. RESTRITO A HOSPITais Meses SOL INJ CX 24 FR PLAS TRANS X 500 ML 584 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO ESPE- CÍFICO - SOLUÇÃO PARENTERAL. FARMOQUÍMICA S.A GESTODENO + ETINILESTRADIOL ANTICONCEPCIONAIS ADOLESS / /2008 COMERCIAL Meses 0,060MG+0,05MG COM REV CT BL AL PLAS INC CALEN X 24+4 COM PLACEBO 05 ALTERAÇÃO DO PRAZO DE VALIDADE COMERCIAL Meses 0,060MG+0,05MG COM REV CT 3 BL AL PLAS INC CALEN X 24+4 COM PLACEBO 05 ALTERAÇÃO DO PRAZO DE VALIDADE HERBARIUM LABORATÓRIO BOTÂNICO LTDA ARNICA MONTANA L. FITOTERAPICO SIMPLES ARNICA GEL / /200 COMERCIAL Meses TINT 200 MG/G GEL CT BG AL REV X 0 G 697 REGISTRO DE FITOTERÁPICO COMERCIAL Meses TINT 200 MG/G GEL CT BG AL REV X 20 G 697 REGISTRO DE FITOTERÁPICO COMERCIAL Meses TINT 200 MG/G GEL CT BG AL REV X 30 G 697 REGISTRO DE FITOTERÁPICO COMERCIAL Meses TINT 200 MG/G GEL CT BG AL REV X 50 G 697 REGISTRO DE FITOTERÁPICO COMERCIAL Meses TINT 200 MG/G GEL CT BG AL REV X 00 G 697 REGISTRO DE FITOTERÁPICO IGEFARMA LABORATÓRIOS S/A CLORIDRATO DE VERAPAMIL ANTIANGINOSOS E VASODILATADORES VERAP / /2009 COMERCIAL Meses 80 MG COM REV CT BL AL PLAS INC X RECURSO ADMINISTRATIVO POR RECONSIDERAÇÃO DE INDEFERIMENTO. LABORATORIOS WYETH-WHITEHALL LTDA.020- GESTODENO + ETINILESTRADIOL ANTICONCEPCIONAIS HARMONET / /2006 COMERCIAL Meses 0,075 MG + 0,020 MG DRG CT SACH BL AL PLAS INC CA- LEND X 2 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 0,075 MG + 0,020 MG DRG CT BL AL PLAS INC CART CA- LEND X 2 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 0,075 MG + 0,020 MG DRG CT 2 SACH BL AL PLAS INC CALEND X 2 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 0,075 MG + 0,020 MG DRG CT 2 BL AL PLAS INC CART CALEND X 2 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 0,075 MG + 0,020 MG DRG CT BL AL PLAS INC X 2 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 0,075 MG + 0,020 MG DRG CT 2 BL AL PLAS INC X 2 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA LABORATÓRIO NEO QUÍMICA COMÉRCIO E INDÚSTRIA LT- DA ÁCIDO ASCÓRBICO MONOVITAMINAS EXCETO VITAMINA K CITROPLEX /83 07/2009 COMERCIAL Meses 500 MG COM CT 5 ENV AL POLIET X RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO ESPE- CÍFICO. COMERCIAL Meses 200 MG/ML SOL OR CT FR PLAS OPC GOT X 20 ML 582 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO ESPE- CÍFICO. COMERCIAL Meses 200 MG/ML SOL OR CT FR PLAS OPC GOT X 30 ML 582 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO ESPE- CÍFICO. COMERCIAL Meses 500 MG SOL INJ CX 00 AMP VD AMB X 5 ML 582 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO ESPE- CÍFICO. COMERCIAL Meses G COM EFEV CT TB PLAS X RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO ESPE- CÍFICO. COMERCIAL Meses 2 G COM EFEV CT TB PLAS X RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO ESPE- CÍFICO. COMERCIAL Meses 500 MG COM CX 25 ENV AL POLIET X 4 (EMB HOSP) 582 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO ESPE- CÍFICO. COMERCIAL Meses 200 MG/ML SOL OR CX 60 FR PLAS OPC GOT X 20 ML (EMB HOSP) 582 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO ESPE- CÍFICO. COMERCIAL Meses 500 MG SOL INJ CX 50 AMP VD AMB X 5 ML 582 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO ESPE- CÍFICO. COMERCIAL Meses 500 MG COM CT BL ALU/ALU X 20 INCLUSÃO DE NOVO ACONDICIONAMENTO COMERCIAL Meses 500 MG COM CX 25 BL ALU/ALU X 4 INCLUSÃO DE NOVO ACONDICIONAMENTO LABORATÓRIO TEUTO BRASILEIRO - S/A CLORIDRATO DE DILTIAZEM ANTIANGINOSOS E VASODILATADORES CORDIL / /2008 COMERCIAL Meses 90 MG CAP AP CT 4 BL AL PLAS INC X 5 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 20 MG CAP AP CT 4 BL AL PLAS INC X 5 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 30 MG COM CT 5 BL AL PLAS INC X 0 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 60 MG COM CT 5 BL AL PLAS INC X 5 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 60 MG COM CT 5 BL AL PLAS INC X 0 90 RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA MEIZLER COMÉRCIO INTERNACIONAL S.A CITRATO DE TAMOXIFENO ANTINEOPLASICO TAMOOEX / /2009 COMERCIAL Meses 0 MG COM REV CT 3 BL AL PLAS INC X 0

71 <!ID > RESOLUÇÃO-RDC <!ID > RESOLUÇÃO-RDC Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR COMERCIAL Meses 20 MG COM REV CT 3 BL AL PLAS INC X 0 42 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO SIMI- LAR NATURE S PLUS FARMACÊUTICA LTDA DESOGESTREL + ETINILESTRADIOL ANTICONCEPCIONAIS MALÚ / /2006 COMERCIAL Meses 0,50 MG + 0,020 MG COM CT EST CALEND X 2 59 ALTERAÇÃO DE LOCAL DE FABRICAÇÃO COBAMAMIDA + CLORIDRATO DE CIPROEPTADINA ESTIMULANTES DO APETITE COBAGLOBAL /78 06/2005 COMERCIAL Meses MG + 4 MG COM CT 4 STRIP X 4 C04 ALTERAÇÃO DE EXCIPIENTE 05 ALTERAÇÃO DO PRAZO DE VALIDADE COMERCIAL Meses MG + 4 MG COM CT BL AL PVDC BRANCO LEITOSO X 0 INCLUSÃO DE NOVO ACONDICIONAMENTO COMERCIAL Meses MG + 4 MG COM CT BL ALU/ALU X 6 INCLUSÃO DE NOVO ACONDICIONAMENTO PROBEM LABORATÓRIO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS E ODONTOLÓGICOS SA CLORIDRATO DE ARTICAÍNA + ADRENALINA ANESTESICOS LOCAIS ARTISTESIM / /200 COMERCIAL Meses 40 MG/ML + 0 MCG/ML SOL INJ CT 50 CARP PLAS TRANS X,8 ML ARTISTESIM RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 40 MG/ML + 0 MCG/ML SOL INJ PT 50 CARP PLAS TRANS X,8 ML ARTISTESIM RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 40 MG/ML + 0 MCG/ML SOL INJ CT 50 CARP VD INCOLOR X,8 ML ARTISTESIM RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 40 MG/ML + 0 MCG/ML SOL INJ PT 50 CARP VD INCOLOR X,8 ARTISTESIM RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 40 MG/ML + 5 MCG/ML SOL INJ CT 50 CARP PLAS TRANS X,8 ML ARTISTESIM RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 40 MG/ML + 5 MCG/ML SOL INJ PT 50 CARP PLAS TRANS X,8 ML ARTISTESIM RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 40 MG/ML + 5 MCG/ML SOL INJ CT 50 CARP VD INCOLOR X,8 ML ARTISTESIM RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA COMERCIAL Meses 40 MG/ML + 5 MCG/ML SOL INJ PT 50 CARP VD INCOLOR X,8 ML ARTISTESIM RETIFICAÇÃO DE PUBLICAÇÃO - ANVISA SIGMA PHARMA LTDA MONONITRATO DE ISOSSORBIDA ANTIANGINOSOS E VASODILATADORES CINCORDIL / COMERCIAL Meses 20 MG AP GEL C/ MICROGRÂNULOS CT 2 BL AL PLAS INC X 5 7 INCLUSÃO DE NOVA FORMA FARMACÊUTICA JÁ APRO- VADA NO PAÍS COMERCIAL Meses 20 MG CAP GEL C/ MICROGRÂNULOS CT BL AL PLAS INC X4 7 INCLUSÃO DE NOVA FORMA FARMACÊUTICA JÁ APRO- VADA NO PAÍS COMERCIAL Meses 40 MG CAP GEL C/ MICROGRÂNULOS CT 2 BL AL PLAS INC X 5 7 INCLUSÃO DE NOVA FORMA FARMACÊUTICA JÁ APRO- VADA NO PAÍS COMERCIAL Meses 40 MG CAP GEL C/ MICROGRÂNULOS CT BL AL PLAS INX X4 7 INCLUSÃO DE NOVA FORMA FARMACÊUTICA JÁ APRO- VADA NO PAÍS COMERCIAL Meses 40 MG CAP GEL C/ MICROGRÂNULOS CT 3 BL AL PLAS INC X 0 7 INCLUSÃO DE NOVA FORMA FARMACÊUTICA JÁ APRO- VADA NO PAÍS COMERCIAL Meses 0 MG/ML SOL INJ CT 50 AMP VD INC X 5 ML 7 INCLUSÃO DE NOVA FORMA FARMACÊUTICA JÁ APRO- VADA NO PAÍS COMERCIAL Meses 60 MG CAP GEL C/ MICROGRÁNULOS CT BL AL PLAS INC X4 7 INCLUSÃO DE NOVA FORMA FARMACÊUTICA JÁ APRO- VADA NO PAÍS COMERCIAL Meses 60 MG CAP GEL C/ MICROGRÂNULOS CT 2 BL AL PLAS INC X 5 7 INCLUSÃO DE NOVA FORMA FARMACÊUTICA JÁ APRO- VADA NO PAÍS COMERCIAL Meses 0 MG/ML SOL INJ CT 0 AMP VD INC X 5 ML 7 INCLUSÃO DE NOVA FORMA FARMACÊUTICA JÁ APRO- VADA NO PAÍS COMERCIAL Meses 0 MG/ML SOL INJ CT 50 AMP VD INC X ML 7 INCLUSÃO DE NOVA FORMA FARMACÊUTICA JÁ APRO- VADA NO PAÍS COMERCIAL Meses 60 MG CAP GEL C/ MICROGRÂNULOS CT 3 BL AL PLAS INC X 0 7 INCLUSÃO DE NOVA FORMA FARMACÊUTICA JÁ APRO- VADA NO PAÍS COMERCIAL Meses 5 MG COM SUBLINGUAL CT 3 BL AL PLAS INC X 0 7 INCLUSÃO DE NOVA FORMA FARMACÊUTICA JÁ APRO- VADA NO PAÍS COMERCIAL Meses 5 MG COM SUBLINGUAL CT 2 BL AL PLAS INC X 5 7 INCLUSÃO DE NOVA FORMA FARMACÊUTICA JÁ APRO- VADA NO PAÍS 7 INCLUSÃO DE NOVA FORMA FARMACÊUTICA JÁ APRO- VADA NO PAÍS COMERCIAL Meses 5 MG COM SUBLINGUAL CT BL AL PLAS INC X 4 7 INCLUSÃO DE NOVA FORMA FARMACÊUTICA JÁ APRO- VADA NO PAÍS COMERCIAL Meses 50 MG CAP RETARD CT BL AL PLAS INC X 4 7 INCLUSÃO DE NOVA FORMA FARMACÊUTICA JÁ APRO- VADA NO PAÍS COMERCIAL Meses 50 MG CAP RETARD CT 2 BL AL PLAS INC X 5 7 INCLUSÃO DE NOVA FORMA FARMACÊUTICA JÁ APRO- VADA NO PAÍS COMERCIAL Meses 0 MG/ML SOL INJ CT 0 AMP VD INC X ML 7 INCLUSÃO DE NOVA FORMA FARMACÊUTICA JÁ APRO- VADA NO PAÍS COMERCIAL Meses 20 MG CAP GEL C/ MICROGRÂNULOS CT 3 BL AL PLAS INC X 0 7 INCLUSÃO DE NOVA FORMA FARMACÊUTICA JÁ APRO- VADA NO PAÍS SOLVAY FARMA LTDA DICLORIDRATO DE BETAISTINA VA S O D I L ATA D O R E S BETASERC / /2009 COMERCIAL Meses 8,0 MG COM CT 02 BL AL PLAS INC X 0 4 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO NOVO COMERCIAL Meses 8,0 MG COM CT 03 BL AL PLAS INC X 0 4 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO NOVO COMERCIAL Meses 6,0 MG COM CT 02 BL AL PLAS INC X 0 4 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO NOVO COMERCIAL Meses 6 MG COM CT 3 BL AL PLAS INC X 0 4 RENOVAÇÃO DE REGISTRO DE MEDICAMENTO NOVO Total de Apresentações: 82 DIRETORIA COLEGIADA Nº 5, DE DE MARÇO DE 2005 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o art. 8º, inciso XII c/c do art., inciso I, º do Regimento Interno aprovado pela Portaria nº. 593, de 25 de agosto de 2000, republicada no DOU de 22 de dezembro de 2000, em reunião realizada em 7 de março de 2005, considerando a necessidade de estabelecer padrões mínimos de funcionamento de serviços que prestam assistência a pacientes críticos e considerando a necessidade de subsidiar o Ministério da Saúde na implementação da Política Nacional de Atenção ao Paciente Crítico, adota a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação: Art. Instituir Grupo de Trabalho integrado por representantes das áreas e instituições abaixo relacionadas: - Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA: Gerência-Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde - GG- TES/ANVISA 2 - Ministério da Saúde - MS 3 - Vigilâncias Sanitárias Estaduais 4 - Vigilâncias Sanitárias Municipais 5 - Comissões Estaduais de Controle de Infecção Hospitalar Art. 2º Conferir ao Grupo de Trabalho atribuição para elaborar proposta de Regulamento Técnico sobre as exigências necessárias para o funcionamento dos serviços de atenção ao paciente crítico e elaborar propostas a serem incorporadas na Política de Atenção ao Paciente Crítico. Art. 3º A Coordenação do Grupo de Trabalho será exercida pela Gerência-Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde - GG- TES/ANVISA. Art. 4º O Grupo de Trabalho terá o prazo de 30 (trinta) dias para a conclusão dos trabalhos, podendo este ser prorrogado, se necessário. Art. 5º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. CLAUDIO MAIEROVITCH PESSANHA HENRIQUES Nº 52, DE DE MARÇO DE 2005 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o art. 8º, inciso XII c/c do art., inciso I, º do Regimento Interno aprovado pela Portaria nº. 593, de 25 de agosto de 2000, republicada no DOU de 22 de dezembro de 2000, em reunião realizada em 7 de março de 2005, considerando a necessidade de atualizar, harmonizar e consolidar as normas e regulamentos técnicos relacionados a embalagens e equipamentos em contato direto com alimentos; considerando a Resolução RDC 6/0, de 08 de junho de 200, que instituiu a Câmara Técnica de Alimentos - CTA, vinculada à Agência Nacional de Vigilância Sanitária, com a finalidade de prestar assessoramento tecnocientífico em matéria relacionada a área de alimentos, inclusive bebidas, águas envasadas, seus insumos, suas embalagens, aditivos alimentares, limites de contaminantes inorgânicos, resíduos de agrotóxicos e de medicamentos veterinários e avaliação de alegações de propriedade funcional e ou de saúde em rótulos de alimentos, envolvendo a análise de risco e regulamentação na área de alimentos; considerando que a avaliação de risco e segurança de uso relativas a embalagens que entram em contato com alimentos, em especial envolvendo novas tecnologias e novas substâncias, demandam análises de especialistas; considerando que a Câmara Técnica de Alimentos - CTA, em sua 9ª reunião ordinária de 5 de agosto de 2004, decidiu pela instituição de um Grupo de Trabalho para tratar deste assunto, adota a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação: Art. º Instituir o Grupo de Trabalho, vinculado à Câmara Técnica de Alimentos -CTA, composto por 05 (cinco) membros titulares das instituições abaixo relacionadas, cujas indicações foram baseadas em destacada experiência profissional e notório saber nas áreas de embalagens e equipamentos em contato com alimentos: Instituição Representante Instituto Adolfo Lutz (IAL) Neus Sadocco Pascuet Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL) Marisa Padula Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo Maria Luiza Otero D'Almeida (IPT/SP) Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) Shirley Abrantes Universidade Federal de Viçosa (UFV) Nilda de Fátima Ferreira Soares Art. 2º Conferir ao Grupo de Trabalho as seguintes atribuições: I - analisar propostas e projetos de Regulamentos Técnicos sobre embalagens e equipamentos em contato com alimentos, com implicação no âmbito do MERCOSUL; II - subsidiar a ANVISA para atualização da legislação nacional relativa a embalagens e equipamentos em contato com alimentos; III - analisar situações específicas que envolvam a necessidade de estudos de avaliação de risco à saúde humana, decorrente do uso de embalagens e equipamentos em contato com alimentos; IV - propor diretrizes e procedimentos padronizados para análise técnica sobre pedidos de inclusão de substâncias e aprovação de novas tecnologias de embalagens e equipamentos em contato com alimentos; V - convidar especialistas para discussão de temas específicos de acordo com a necessidade; VI - informar à CTA sobre os trabalhos e recomendações do grupo. Art. 3 Os membros do Grupo de Trabalho não serão remunerados, mas o seu trabalho será considerado relevante no campo da saúde. Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. CLÁUDIO MAEIROVITCH PESSANHA HENRIQUES

72 <!ID > RESOLUÇÃO-RE <!ID > RESOLUÇÃO-RE <!ID > RESOLUÇÃO-RE <!ID > RESOLUÇÃO-RE <!ID > RESOLUÇÃO-RE <!ID > RESOLUÇÃO-RE <!ID > RESOLUÇÃO-RE 72 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 Nº 608, DE DE MARÇO DE 2005 O Diretor da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria nº. 29, de º de fevereiro de 2005, considerando o disposto no art. 2, da lei n 6.360, de 23 de setembro de 976; considerando o disposto no 3 do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria n 593, de 25 de agosto de 2000, republicada no DOU de 22 de dezembro de 2000, resolve: Art. º Indeferir o Pedido de Concessão de Autorização de Funcionamento para Empresa de Cosméticos, constante no anexo desta Resolução. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA ANEXO EMPRESA: ALDENIR BESERRA DA SILVA ME CNPJ: / PROCESSO: /000- ENDEREÇO: RUA JOSÉ CAVALCANTE, Nº 20 BAIRRO: VERGEL DO LAGO CEP: MACEIO/AL MOTIVO DO INDEFERIMENTO: EM DESACORDO COM PA- RÂMETROS LEGAIS E TÉCNICOS, ESTABELECIDOS NA LEI Nº 6360/76, DECRETO Nº /77, PORTARIA Nº 7/96 E RE- SOLUÇÃO Nº 349/03. Total de Empresas : Nº 609, DE DE MARÇO DE 2005 O Diretor da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria nº. 29, de º de fevereiro de 2005, considerando o disposto no 3 do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria n 593, de 25 de agosto de 2000, republicada no DOU de 22 de dezembro de 2000, resolve: Art. º Conceder Autorização de Funcionamento para Empresas de Cosméticos, constantes no anexo desta Resolução. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA ANEXO EMPRESA: ALMIR JUPPE E CIA LTDA ME. CNPJ: / PROCESSO: / AUTORIZ/MS: ENDEREÇO: RUA ACÁCIO MOREIRA, Nº 66 BAIRRO: CAPOEIRAS CEP: FLORIANOPOLIS/SC AT I V I D A D E / C L A S S E EXPEDIR: COSMÉTICOS FABRICAR: COSMÉTICOS EMPRESA: BELLA NATUS INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE COS- MÉTICOS LTDA CNPJ: / PROCESSO: / AUTORIZ/MS: ENDEREÇO: RUA QUINZE DE NOVEMBRO, Nº 555 BAIRRO: QUINZE DE NOVEMBRO CEP: GRAVA- TA / P E AT I V I D A D E / C L A S S E ARMAZENAR: PROD. DE HIGIENE DISTRIBUIR: PROD. DE HIGIENE EMBALAR: PROD. DE HIGIENE EXPEDIR: PROD. DE HIGIENE FABRICAR: PROD. DE HIGIENE FRACIONAR: PROD. DE HIGIENE TRANSPORTAR: PROD. DE HIGIENE EMPRESA: DENTAL PREV INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA CNPJ: / PROCESSO: / AUTORIZ/MS: ENDEREÇO: ESTRADA MUNICIPAL SANTA TEREZINHA, S/N BAIRRO: CIDADE INDUSTRIAL CEP: LORENA/SP AT I V I D A D E / C L A S S E ARMAZENAR: COSMÉTICOS DISTRIBUIR: COSMÉTICOS EMBALAR: COSMÉTICOS EXPEDIR: COSMÉTICOS FABRICAR: COSMÉTICOS FRACIONAR: COSMÉTICOS REEMBALAR: COSMÉTICOS EMPRESA: GAION & GAION LTDA CNPJ: / PROCESSO: / AUTORIZ/MS: ENDEREÇO: RUA CATARINA DE BORA, Nº 205 BAIRRO: JARDIM GAION CEP: LONDRINA/PR AT I V I D A D E / C L A S S E ARMAZENAR: COSMÉTICOS/PERFUMES/PRODUTOS DE HI- GIENE DISTRIBUIR: COSMÉTICOS/PERFUMES/PRODUTOS DE HIGIE- NE EXPEDIR: COSMÉTICOS/PERFUMES/PRODUTOS DE HIGIENE Total de Empresas : 4 Nº 60, DE DE MARÇO DE 2005 O Diretor da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria nº. 29, de º de fevereiro de 2005, considerando o disposto no 3 do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria n 593, de 25 de agosto de 2000, republicada no DOU de 22 de dezembro de 2000, resolve: Art. º Conceder Autorização de Funcionamento para Empresas de Saneantes Domissanitários, constantes no anexo desta Resolução. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA ANEXO EMPRESA: CODIPRA INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA CNPJ: / PROCESSO: / AUTORIZ/MS: ENDEREÇO: AVENIDA A QUADRA 2 LOTE 08, S/N BAIRRO: SOLAR DO TREVO CEP: CARMO DO CA- JURU/MG AT I V I D A D E / C L A S S E ARMAZENAR: SANEANTE DOMIS. DISTRIBUIR: SANEANTE DOMIS. EMBALAR: SANEANTE DOMIS. FABRICAR: SANEANTE DOMIS. TRANSPORTAR: SANEANTE DOMIS. EMPRESA: GUAIBA QUÍMICA INDÚSTRIA E COMÉRCIO LT- DA CNPJ: / PROCESSO: / AUTORIZ/MS: ENDEREÇO: AVENIDA B, Nº 0 BAIRRO: SÃO FRANCISCO CEP: GUAIBA/RS AT I V I D A D E / C L A S S E ARMAZENAR: SANEANTE DOMIS. DISTRIBUIR: SANEANTE DOMIS. EMBALAR: SANEANTE DOMIS. EXPEDIR: SANEANTE DOMIS. FABRICAR: SANEANTE DOMIS. FRACIONAR: INSUMO/SANEANTE DOMIS. REEMBALAR: SANEANTE DOMIS. TRANSPORTAR: INSUMO EMPRESA: IMPERQUYL - INDUSTRIAL DE PRODUTOS QUÍ- MICOS E DISTRIBUIDORA LTDA CNPJ: / PROCESSO: / AUTORIZ/MS: ENDEREÇO: AVENIDA BABAÇULANDIA, Nº 498 BAIRRO: ENTRONCAMENTO CEP: IMPERA- TRIZ/MA AT I V I D A D E / C L A S S E ARMAZENAR: SANEANTE DOMIS. DISTRIBUIR: SANEANTE DOMIS. FABRICAR: SANEANTE DOMIS. EMPRESA: MAPA DA AMAZONIA INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE SANEANTES LTDA CNPJ: / PROCESSO: / AUTORIZ/MS: ENDEREÇO: RUA RAIMUNDA MARINHO LOTE ÁGUAS CLA- RAS QUADRA A G, Nº 20 BAIRRO: PARQUE DAS LARANGEIRAS-FLORES CEP: MANAUS/AM AT I V I D A D E / C L A S S E ARMAZENAR: SANEANTE DOMIS. EMBALAR: SANEANTE DOMIS. EXPEDIR: SANEANTE DOMIS. FABRICAR: SANEANTE DOMIS. FRACIONAR: SANEANTE DOMIS. REEMBALAR: SANEANTE DOMIS. Total de Empresas : 4 Nº 6, DE DE MARÇO DE 2005 O Diretor da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria n.º 29, de de fevereiro de 2005, considerando o art. 7º, inciso X da Lei n , de 26 de janeiro de 999; considerando o 3º do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria n.º 593, de 25 de agosto de 2000, republicada em 22 de dezembro de 2000; considerando a solicitação de inspeção pela empresa Bristol- Myers Squibb Farmacêutica Ltda., CNPJ n.º /000-07, Autorização de Funcionamento n.º ; considerando ainda o parecer da área técnica e que a empresa foi inspecionada cumprindo os requisitos de Boas Práticas de Fabricação - área farmacêutica, resolve: Art. º Conceder à Empresa, na forma de ANEXO, a renovação de Certificação de Boas Práticas de Fabricação para fins de exportação para o Brasil. Art. 2º A presente renovação de Certificação terá validade de (um) ano a partir da sua publicação. Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA ANEXO RAZÃO SOCIAL: Bristol-Myers Squibb Austrália Pty. Ltd. ENDEREÇO: 556 Princess Highway, Noble Park North, Victoria 374 PAÍS: Austrália Certificado de Boas Práticas para a Linha de Produção / Forma Farmacêutica: Sólidos Hormonais: Comprimidos. Sólidos Oncológicos: Comprimidos. Embalagem de Produtos sujeitos a controle especial: Comprimidos. Nº 62, DE DE MARÇO DE 2005 O Diretor da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria n.º 29, de de fevereiro de 2005, considerando o art. 7º, inciso X da Lei n , de 26 de janeiro de 999; considerando o 3º do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria n.º 593, de 25 de agosto de 2000, republicada em 22 de dezembro de 2000; considerando a solicitação de inspeção pela empresa Bristol- Myers Squibb Farmacêutica Ltda., CNPJ n.º /000-07, Autorização de Funcionamento n.º ; considerando ainda o parecer da área técnica e que a empresa foi inspecionada cumprindo os requisitos de Boas Práticas de Fabricação - área farmacêutica, resolve: Art. º Conceder à Empresa, na forma de ANEXO, a renovação de Certificação de Boas Práticas de Fabricação para fins de exportação para o Brasil. Art. 2º A presente renovação de Certificação terá validade de (um) ano a partir da sua publicação. Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA ANEXO RAZÃO SOCIAL: Bristol-Myers Squibb Ecuador Cía. Ltda. ENDEREÇO: Km 9 ½ Via A Daule - Guayaquil PAÍS: Equador Certificado de Boas Práticas para a Linha de Produção / Formas Farmacêuticas: Injetáveis: Soluções parenterais de pequeno volume (com esterilização final). Incluindo, ainda: Antibióticos cefalosporínicos: Pós estéreis. Nº 63, DE DE MARÇO DE 2005 O Diretor da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria n.º 29, de de fevereiro de 2005, considerando o art. 7º, inciso X da Lei n , de 26 de janeiro de 999; considerando o 3º do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria n.º 593, de 25 de agosto de 2000, republicada em 22 de dezembro de 2000; considerando ainda o parecer da área técnica e que a empresa foi inspecionada cumprindo os requisitos de Boas Práticas de Fabricação - área farmacêutica, pela Vigilância Sanitária do Estado de Goiás, resolve: Art. º Conceder à Empresa, na forma de ANEXO, a Certificação de Boas Práticas de Fabricação. Art. 2º A presente Certificação terá validade de (um) ano a partir da sua publicação. Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA ANEXO EMPRESA: Laboratório Neo Química Comércio e Indústria Ltda. ENDEREÇO: Rua VPR Quadra 2-A - Módulo 4 N.º BAIRRO: DAIA CEP: MUNICÍPIO: Anápolis Autorização de Funcionamento n.º: UF: GO CNPJ: / Certificado de Boas Práticas para a Linha de Produção / Forma Farmacêutica: Sólidos: Antibióticos Penicilpinicos: Pós e cápsulas. Nº 64, DE DE MARÇO DE 2005 O Diretor da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria n.º 29, de de fevereiro de 2005, considerando o art. 7º, inciso X da Lei n , de 26 de janeiro de 999; considerando o 3º do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria n.º 593, de 25 de agosto de 2000, republicada em 22 de dezembro de 2000;

73 <!ID > RESOLUÇÃO-RE <!ID > RESOLUÇÃO-RE <!ID > RESOLUÇÃO-RE <!ID > RESOLUÇÃO-RE Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN considerando ainda o parecer da área técnica e que a empresa foi inspecionada cumprindo os requisitos de Boas Práticas de Fabricação - área farmacêutica, pela Vigilância Sanitária do Estado de Goiás, resolve: Art. º Conceder à Empresa, na forma de ANEXO, a Certificação de Boas Práticas de Fabricação. Art. 2º A presente Certificação terá validade de (um) ano a partir da sua publicação. Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA ANEXO EMPRESA: Laboratório Teuto Brasileiro S/A CNPJ: / ENDEREÇO: VP 7 - D, Módulo, Quadra 3 N.º -- BAIRRO: DAIA CEP: MUNICÍPIO: Anápolis Autorização de Funcionamento n.º: Autorização de Funcionamento Especial n.º: UF: GO Certificado de Boas Práticas para a Linha de Produção / Forma Farmacêutica: Injetáveis: Antibióticos cefalosporínicos: Pós estéreis. Produtos sujeitos a controle especial: Pós estéreis. Nº 65, DE DE MARÇO DE 2005 O Diretor da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria n.º 29, de de fevereiro de 2005, considerando o art. 7º, inciso X da Lei n , de 26 de janeiro de 999; considerando o 3º do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria n.º 593, de 25 de agosto de 2000, republicada em 22 de dezembro de 2000; considerando a solicitação de inspeção pela empresa Mayne Pharma do Brasil Ltda., CNPJ n.º /000-04, Autorização de Funcionamento n.º ; considerando ainda o parecer da área técnica e que a empresa foi inspecionada cumprindo os requisitos de Boas Práticas de Fabricação - área farmacêutica, resolve: Art. º Conceder à Empresa, na forma de ANEXO, a renovação de Certificação de Boas Práticas de Fabricação para fins de exportação para o Brasil. Art. 2º A presente renovação de Certificação terá validade de (um) ano a partir da sua publicação. Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. RAZÃO SOCIAL: Mayne Pharma Pty Ltd VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA ANEXO ENDEREÇO: -23 Lexia Place, Mulgrave North - Victoria 370 PAÍS: Austrália Certificado de Boas Práticas para a Linha de Produção / Formas Farmacêuticas: Injetáveis: Soluções parenterais de pequeno volume (com e sem esterilização final). Incluindo, ainda: Oncológicos: Soluções parenterais de pequeno volume (com e sem esterilização final). Nº 66, DE DE MARÇO DE 2005 O Diretor da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria n.º 29, de de fevereiro de 2005, considerando o art. 7º, inciso X da Lei n , de 26 de janeiro de 999; considerando o 3º do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria n.º 593, de 25 de agosto de 2000, republicada em 22 de dezembro de 2000; considerando a solicitação de inspeção pela empresa Bristol- Myers Squibb Farmacêutica Ltda., CNPJ n.º /000-07, Autorização de Funcionamento n.º ; considerando ainda o parecer da área técnica e que a empresa foi inspecionada cumprindo os requisitos de Boas Práticas de Fabricação - área farmacêutica, resolve: Art. º Conceder à Empresa, na forma de ANEXO, a renovação de Certificação de Boas Práticas de Fabricação para fins de exportação para o Brasil. Art. 2º A presente renovação de Certificação terá validade de (um) ano a partir da sua publicação. Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA ANEXO RAZÃO SOCIAL: Bristol-Myers Squibb Manufacturing Company ENDEREÇO: State Road 3, Km 77, Humacao PAÍS: Porto Rico Certificado de Boas Práticas para a Linha de Produção / Forma Farmacêutica: Líquidos Hormonais: Suspensões. Nº 67, DE DE MARÇO DE 2005 O Diretor da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria nº 29, de º de fevereiro de 2005; considerando o art. 7º, inciso X da Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de 999; considerando o 3º do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria nº 593, de 25 de agosto de 2000, republicada em 22 de dezembro de 2000; considerando, ainda, a Resolução RDC nº 03, de 08 de maio de 2003, e que a empresa foi inspecionada cumprindo os requisitos de Boas Práticas em Biodisponibilidade/Bioequivalência, resolve: Art. º Conceder ao Centro, na forma do ANEXO, a renovação do Certificado de Boas Práticas em Biodisponibilidade/Bioequivalência de Medicamentos. Art. 2º A presente Certificação terá validade de 0 (um) ano, a partir da sua publicação. Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA ANEXO RAZÃO SOCIAL: T & E Analítica Comércio e Análises Químicas Ltda. ENDEREÇO: Rua Lauro Vannucci, 260 CNPJ: / BAIRRO: Jardim Santa Cândida CEP: MUNICÍPIO: Campinas Certificado de Boas Práticas em Biodisponibilidade / Bioequivalência: Etapas Realizadas: Clínica, Analítica e Estatística. UF: SP Nº 68, DE DE MARÇO DE 2005 O Diretor da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria nº 29, do Diretor-Presidente, de º de fevereiro de 2005; considerando o disposto no 3º do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria nº 593, de 25 de agosto de 2000, republicada em 22 de dezembro de 2000, resolve: Art. Conceder o Registro, o Cadastramento, a Revalidação, a Alteração e a Retificação de Registro dos Produtos para a Saúde, na conformidade da relação anexa. Art. 2 Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA ANEXO NOME DA EMPRESA AUTORIZAÇÃO NOME TÉCNICO NUMERO DO PROCESSO NOME COMERCIAL LOCAL DE FABRICAÇÃO MODELO(s) DO PRODUTO CLASSE REGISTRO PETIÇÃO(ÕES) ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA Caneta para cirurgia oftalmologica /00- AMO LAMINAR FLOW PHACO TIPS - CURVED AND INFU- SION SLEEVES FABRICANTE : Allergan Inc - ESTADOS UNIDOS Embalagem esteril contendo um conjunto com 0 ponteira curva de faco e 0 luva de infusao (calibres 9 e 20), acondicionada em caixa com 06 unidades CLASSE : II Revalidação de Registro de MATERIAL de Uso Médico AUTO SUTURE DO BRASIL LTDA Fio Guia / FIO GUIA PARA CATETER VENOSO QUINTON FABRICANTE : Kendall Health Care Products company - Division of Tyco Healthcare Group, LP - ESTADOS UNIDOS DISTRIBUIDOR : Kendall Health Care Products company - Division of Tyco Healthcare Group, LP - ESTADOS UNIDOS DISTRIBUIDOR : MALLINCKRODT MEDICAL SA DE CV - ME- XICO DISTRIBUIDOR : COMERCIAL KENDALL CHILE LTDA - CHI- LE DISTRIBUIDOR : MALLINCKRODT MEDICAL ARGENTINA LTD - ARGENTINA DISTRIBUIDOR : KENDALL S/A PANAMA - PANAMA DISTRIBUIDOR : AUTO SUTURE DO BRASIL LTDA. - BRA- SIL J/RETO COM 0,95 MM X 70 CM RETO COM 0,95 MM X 70 CM J/RETO COM 0,89 MM X 70 CM CLASSE : II Registro de Famílias de Material de Uso Médico IMPOR- TA D O BECKMAN COULTER DO BRAZIL LTDA Deteccao/Quantificacao de Marcadores Tumorais / ACCESS GI MONITOR FABRICANTE : BECKMAN COULTER, INC. - ESTADOS UNI- DOS 2 x 50 testes CLASSE : B Registro de Produtos para Diagnósticos de Uso In Vitro, I M P O RTA D O BIODINAMICA QUIMICA E FARMACEUTICA LTDA Material Restaurador Provisorio Fotopolimerizavel / BIOPLIC FABRICANTE : BIODINAMICA QUIMICA E FARMACEUTICA LTDA - BRASIL CLASSE : II Registro de Material de Uso Médico NACIONAL BIOTECHNOLOGY ORTOPEDIA IMPORTAÇÃO E EXPORTA- ÇÀO LTDA Placas e Malhas Implantaveis /99-42 PLACA PARA BUCO BIOTECHNOLOGY FABRICANTE : BIOTECHNOLOGY ORTOPEDIA IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÀO LTDA - BRASIL Embalagem individual com 0 unidade, em saco plastico, fabricado em titaneo podendo ser Y ou T CLASSE : III Revalidação de Registro de FAMÍLIA de Material de Uso Médico BIOTRONIK INDUSTRIA E COMERCIO LTDA Cateteres / CATETER PTCA DE TROCA RÁPIDA FABRICANTE : Biotronik AG - SUICA DISTRIBUIDOR : Biotronik GmbH & CO - DINAMARCA DISTRIBUIDOR : Biotronik GmbH & CO - ALEMANHA DISTRIBUIDOR : Biotronik AG - SUICA Pleon 2.0/0;Pleon 2.5/0;Pleon 3.0/0;Pleon 3.5/0;Pleon 4.0/0;Pleon.5/5;Pleon 2.0/5;Pleon 2.5/5;Pleon 3.0/5;Pleon 3.5/5;Pleon 4.0/5;Pleon 2.0/20;Pleon 2.5/20;Pleon 3.0/20;Pleon 3.5/20;Pleon 4.0/20;Pleon.5/6;Pleon 4.5/20;Pleon 5.0/20;Pleon 2.0/25;Pleon 2.5/25;Pleon 3.0/25;Pleon 3.5/25;Pleon 4.0/25;Pleon 4.5/25;Pleon 5.0/25;Pleon 2.0/30;Pleon 2.5/30;Pleon 3.0/30;Pleon 3.5/30;Pleon 4.0/30;Pleon 4.5/30;Pleon 5.0/30;Pleon 3.0/35;Pleon 3.5/35;Pleon 4.0/35;Pleon 4.5/35;Pleon 5.0/35;Pleon 3.0/40;Pleon 3.5/40;Pleon 4.0/40;Pleon 4.5/40;Pleon 5.0/40;Pleon 2.25/5;Pleon 2.75/5;Pleon 3.25/5;Pleon 3.75/5;Pleon 2.25/20;Pleon 2.75/20;Pleon 3.25/20;Pleon 3.75/20 CLASSE : IV Retificação de Publicação em Produtos para Saúde - AN- VISA BOSTON SCIENTIFIC DO BRASIL LTDA Cateteres / EXCELSIOR MICROCATER FABRICANTE : Boston Scientific Cork Limited - IRLANDA FABRICANTE : BOSTON SCIENTIFIC CORPORATION - ESTA- DOS UNIDOS DISTRIBUIDOR : Boston Scientific Cork Limited - IRLANDA DISTRIBUIDOR : BOSTON SCIENTIFIC CORPORATION - ES- TADOS UNIDOS EXCELSIOR 08 / EXCELSIOR SL-0 CLASSE : II Registro de Famílias de Material de Uso Médico IMPOR- TA D O CENTRO AUDITIVO TELEX S/A Aparelho Auditivo /02-7 APARELHO AUDITIVO INTRAURICULAR DIGITAL FABRICANTE : OTICON A/S - DINAMARCA DISTRIBUIDOR : OTICON A/S - DINAMARCA Adapto CIC, MIC, ITC, ITE (T), ITE P/P2 (T), ITE D (T) e ITE P ì(p/p2)(t)/ Digifocus II CIC, II MIC, II ITC, II ITE (T), II ITE VC (T), II ITE D (T) /Digilife.com CIC, MIC, ITC e ITE (T)/Atlas CIC, MIC, ITC, ITE, ITE D e ITE P / Syncro CIC, MIC, ITC E ITE / Go CIC,ITC, ITE, ITE D E ITE P VC / Gaia CIC, MIC, ITC, ITE, ITE D, ITE P. CLASSE : II Alteração por Acréscimo de EQUIPAMENTO em Registro de FAMÍLIA de Equipamentos de Médio e Pequeno Portes CIRURGICA FERNANDES LTDA Esparadrapos e Fitas Adesivas /99-78 FITA ADESIVA CIRURGICA MICROPOROSA RIASA FABRICANTE : RIASA S.R.L. - ARGENTINA Fornecido em rolos, nao esteril nas seguintes dimensoes:2.5mm x 0m - 25mm x 0m - 50mm x 0m - 75mm x 0m - 00mm x 0m CLASSE : I Retificação de Publicação em Produtos para Saúde - AN- VISA DADE BEHRING LTDA Padroes/Calibrad/Controles/Mat.Refer/Bioindicador /

74 <!ID > RESOLUÇÃO-RE 74 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 CONTROLE DE PLASMA D-DIMER I FABRICANTE : DADE BEHRING GMBH - ALEMANHA 6 x ml CLASSE : B Registro de Produtos para Diagnósticos de Uso In Vitro, I M P O RTA D O DENTSPLY INDUSTRIA E COMERCIO LTDA Brocas Odontologicas / BROCAS DE AÇO CARBONO FABRICANTE : Dentsply Maillefer Instruments S.A. - SUICA DISTRIBUIDOR : DENTSPLY INDUSTRIA E COMERCIO LTDA. - BRASIL Broca de Acabamento de Baixa Rotação - Formas esférica, chama, oval, cilíndrica e cônica; calibres 00, 02, 04, 06, 08, 02, 023, 025, 027, 029, 03, 033, 035, 037 e 040; comprimento 22.5mmBroca (Modelo Cônica Picotada)Apresentam-se nos calibres 007, 008, 009, 00, 02, 04, 06, 08, 02,023 ou 025 nos comprimentos 22,5mm e 28mm, além do comprimento de 44,5mm, que é manual.broca (Modelo Esférico)Apresentam-se nos calibres 005, 006, 007, 008, 009, 00, 02, 04, 06, 08, 02, 023, 025, 027, 029, 03, 033, 035, 037, 040 ou 042 nos comprimentos 22,5mm e 28mm, além do comprimento de 44,5mm, que é manual.modelo (Cone Invertido):Apresentam-se nos calibres 006, 007, 008, 009, 00, 02, 04, 06, 08, 02, 023, 025, 027 ou 029 nos comprimentos 22,5mm e 28mm, além do comprimento de 44,5mm, que é manual.modelo (Cilíndrica Arredondada):Apresentam-se nos calibres 007, 008, 009, 00, 02, 04, 06, 08, 02 ou 023 nos comprimentos 22,5mm e 28mm, além do comprimento de 44,5mm, que é manual.modelo (Cilíndrica picotada):apresentam-se nos calibres 006, 007, 008, 009, 00, 02, 04, 06, 08,02, 023, 025, 027 ou 029 nos comprimentos 22,5mm e 28mm, além docomprimento de 44,5mm, que é manual. Broca Batt Cônica de Baixa Rotação - Forma cônica; calibres 02, 04, 06, 08, 02 e 023; comprimento 22.5mm e 28mm Broca LN de Baixa Rotação - Forma esférica; calibre 06; comprimento 28mm CLASSE : I Alteração por acréscimo de MATERIAL de Uso Médico em Registro de FAMÍLIA de Material de Uso Médico ECOMED COMÉRCIO DE PRODUTOS MÉDICOS LTDA Bolsas Coletoras / BOLSA DE DRENAGEM D-BAG FABRICANTE : Medical Device Technologies Inc - ESTADOS UNI- DOS CLASSE : I Registro de Material de Uso Médico IMPORTADO EQUIPAR COM DE EQUIP LABORATORIAIS E HOSPITALARES Tampoes,Solucoes Eletrol.Diluentes/Demais Solucoes / KIT SUBSTRATO AEC CONCENTRADO HK 29-5K FABRICANTE : BIOGENEX INC. - ESTADOS UNIDOS Cromógeno - 2 x 3ml, Peróxido de Hidrogênio - 3 x 7ml CLASSE : B Registro de Produtos para Diagnósticos de Uso In Vitro, I M P O RTA D O FANEM LTDA Aparelho para Fototerapia /94-64 APARELHO DE FOTOTERAPIA BILISPOT FABRICANTE : FANEM LTDA - BRASIL DISTRIBUIDOR : FANEM LTDA - BRASIL 006-BB 006-BP CLASSE : II Revalidação de Registro de Família de EQUIPAMENTOS de MÉDIO E PEQUENO PORTES H. STRATTNER E CIA LTDA Aparelho Para Limpeza de Endoscopio / EQUIPAMENTO PARA LIMPEZA DE ENDOSCOPIOS MEDISA- FE FABRICANTE : Medisafe UK Limited - INGLATERRA DISTRIBUIDOR : H.Strattner & Cia. Ltda - INGLATERRA Endopurge MED 28; Endopurge MED 3; Shake n Flusk MED 54; Shake n Flush MED 54-. CLASSE : II Reconsideração de Indeferimento - PRODUTOS PARA SAÚ- DE Registro de Famílias de Equipamentos de Médio e Pequeno Portes, IMPORTADO HOSPITAL LINE PRODS. MEDICOS HOSPITALARES LTDA Equipos / EQUIPO DE INFUSAO FABRICANTE : HOSPITAL LINE PRODS. MEDICOS HOSPITA- LARES LTDA - BRASIL DISTRIBUIDOR : HOSPITAL LINE PRODS. MEDICOS HOSPI- TALARES LTDA - BRASIL Equipo de infusão macrogotas;equipo de infusão microgotas;equipo de infusão macrogotas com injetor;equipo de infusão microgotas com injetor;equipo de infusão macrogotas com filtro de solução;equipo de infusão microgotas com filtro de solução;equipo de infusão macrogotas com filtro de ar e filtro de solução;equipo de infusão microgotas com filtro de ar e filtro de solução;equipo de infusão macrogotas com filtro de ar, filtro de solução e injetor;equipo de infusão microgotas com filtro de ar, filtro de solução e injetor;equipo de infusão macrogotas com filtro de ar;equipo de infusão microgotas com filtro de ar;equipo de infusão macrogotas com filtro de solução e injetor;equipo de infusão microgotas com filtro de solução e injetor;equipo de infusão macrogotas com filtro de ar e injetor;equipo de infusão microgotas com filtro de ar e injetor;equipo de infusão macrogotas fotoprotetor;equipo de infusão microgotas fotoprotetor;equipo de infusão macrogotas fotoprotetor com filtro de ar e filtro de solução;equipo de infusão macrogotas com via auxiliar;equipo de infusão microgotas com via auxiliar;equipo de infusão macrogotas com via auxiliar e filtro de ar CLASSE : II Registro de Famílias de Material de Uso Médico NACIO- NAL JOHNSON & JOHNSON PRODUTOS PROFISSIONAIS LTDA Aplicador de Clip / APLICADOR DE CLIPS DE SUTURA LAPRA-TY FABRICANTE : ETHICON ENDO-SURGERY INC. - ESTADOS UNIDOS DISTRIBUIDOR : ETHICON ENDO-SURGERY INC. - ESTADOS UNIDOS LAPRA - TY CLASSE : I Retificação de Publicação do Nome Comercial em Produtos para Saúde - ANVISA JOSE PEREIRA DE OLIVEIRA FILHO Reagente P/Deteccao ou Quantificacao Hormonios / DIRECT ESTRADIOL FABRICANTE : DIAG. BIOCHEM CANADA INC. - CANADA Kit para 96 testes CLASSE : B Registro de Produtos para Diagnósticos de Uso In Vitro, I M P O RTA D O LABTEST DIAGNOSTICA SA Analisador Bioquimico / ANALISADOR LABMAX 240 FABRICANTE : Hirose Electronic System, Co. Ltd. - JAPAO DISTRIBUIDOR : Tokyo Boeki Ltd. - JAPAO LABMAX 240 CLASSE : I Alteração do Fabricante/Fornecedor de EQUIPAMENTO Importado ou Nacional MEDRAD DO BRASIL, DISTRIBUIÇÃO, IMPORTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E PRODUTOS MEDICOS E SERVIÇOS TEC- NICOS LTDA Sistema para Injecao de Contraste Radiologico / INJETOR MARK V PROVIS - MEDRAD FABRICANTE : MEDRAD INCORPORATED - ESTADOS UNI- DOS DISTRIBUIDOR : MEDRAD INCORPORATED - ESTADOS UNI- DOS PPD PPD PPD PPD PPD PPD CLASSE : III Registro de Famílias de Artigo de Uso Médico ou de Equipamentos de Médio e Pequeno Porte Importado, para Diagnóstico ou Terapia, Artigos, Materiais e demais Produtos MEDTRONIC COMERCIAL LTDA Marcapasso Gerador de Pulsos Implantaveis / MARCAPASSO IMPLANTAVEL VITATRON SERIE T DR FABRICANTE : Medtronic Europe Sarl - SUICA FABRICANTE : Medtronic B.V. - HOLANDA DISTRIBUIDOR : Vitatron B. V. - HOLANDA DISTRIBUIDOR : Medtronic B.V. - HOLANDA T 70 DR Mod. T70A T 60 DR Mod. T60A CLASSE : III Retificação de Publicação em Produtos para Saúde - AN- VISA ORTHOFIX DO BRASIL LTDA Haste Intramedular / HASTE INTRAMEDULAR COM DISTRACAO CINETICA - ISKD O RT H O F I X FABRICANTE : Orthofix Inc. - ESTADOS UNIDOS femoral tibial CLASSE : III Registro de Famílias de Material de Uso Médico IMPOR- TA D O PHILIPS MEDICAL SYSTEMS LTDA Software / EASYWEB FABRICANTE : Philips Medical Systems Nederland B.V - HO- LANDA DISTRIBUIDOR : Philips Medical Systems Nederland B.V - HO- LANDA CLASSE : I Cadastramento (isenção) de Equipamento para Saúde IM- P O RTA D O PORTOMED COMERCIO E REPRESENTAÇÃO DE MATERIAIS ORTOPEDICOS LTDA Sistema Para Fixacao da Coluna Vertebral / SISTEMA DE FIXACAO CERVICAL ANTERIOR SPINAL CON- CEPTS FABRICANTE : Spinal Concept INC - ESTADOS UNIDOS CLASSE : III Registro de Material de Uso Médico IMPORTADO TEC MAYER COMERCIAL LTDA Dispositivo de alimentação enteral por balão / AMT MINI BUTTON LOW PROFILE - DISPOSITIVO DE ALI- MENTAÇÃO ENTERAL POR BALÃO FABRICANTE : APPLIED MEDICAL RESOURCES CORP> - ES- TADOS UNIDOS Dispositivo/ 2 Gases/ Seringa CLASSE : III Registro de Artigo de Uso Médico ou Equipamento Importado, Médio e Pequeno Porte WERFEN MEDICAL LTDA Analisador Bioquimico / GEM PREMIER 3000 FABRICANTE : INSTRUMENTATION LABORATORY - ESTA- DOS UNIDOS DISTRIBUIDOR : INSTRUMENTATION LABORATORY - ESTA- DOS UNIDOS CLASSE : I Registro de Equipamento IMPORTADO, de Médio e Pequeno Porte Total de Empresas : 26 Nº 69, DE DE MARÇO DE 2005 O Diretor da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria nº 29, do Diretor-Presidente, de º de fevereiro de 2005; considerando o disposto no 3º, do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria nº 593, de 25 de agosto de 2000, republicada em 22 de dezembro de 2000, resolve: Art.º Cancelar o Registro dos Produtos para a Saúde por Alteração do Titular, na conformidade da relação anexa. Art.2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA ANEXO NOME DA EMPRESA AUTORIZAÇÃO NOME TÉCNICO NUMERO DO PROCESSO NOME COMERCIAL LOCAL DE FABRICAÇÃO MODELO(s) DO PRODUTO CLASSE REGISTRO PETIÇÃO(ÕES) EDWARDS LIFESCIENCES MACCHI LTDA Reservatorios /93-4 RESERVATORIO DE CARDIOTOMIA FABRICANTE : EDWARDS LIFESCIENCES MACCHI LTDA - BRASIL Embalagem com 0 Reservatorio esteril, modelo RC-40, com capacidade para 2 litros e 3,8 litros CLASSE : III Cancelamento de Registro ou Cadastramento (isenção) de PRO- DUTOS PARA SAÚDE a Pedido da Empresa Cateteres /95-74 CATETER SWAN-GANZ VOLUMETRICO DE FRACAO DE EJE- CAODO VENTRICULO DIREITO FABRICANTE : Edwards LifeSciences LLC. - ESTADOS UNI- DOS Embalagem individual esteril contendo 0 Cateter Swan-Ganz, mos modelos: 93A-43H-7,5F tem uma porta de injecao de 2 cm 93A- 434H-7,5F tem uma porta de injecao de 24 cm CLASSE : IV Cancelamento de Registro ou Cadastramento (isenção) de PRO- DUTOS PARA SAÚDE a Pedido da Empresa Sistema para Coleta de Amostra de Sangue /97-96 SISTEMA FECHADO PARA COLETA DE SANGUE VAMP E D WA R D S FABRICANTE : Edwards LifeSciences LLC. - ESTADOS UNI- DOS FABRICANTE : EDWARDS LIFESCIENCES CORPORATION OF PORTO RICO - PORTO RICO FABRICANTE : EDWARDS LIFESCIENCES AG - REPUBLICA DOMINICANA Embalagem individual esteril e apirogenica contendo 0 Sistema Fechado para Coleta de Sangue Vamp Edwards

75 <!ID > RESOLUÇÃO-RE <!ID > RESOLUÇÃO-RE Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN CLASSE : II Cancelamento de Registro ou Cadastramento (isenção) de PRO- DUTOS PARA SAÚDE a Pedido da Empresa Sistema de Circulacao Extracorporea /97-62 MAQUINA DE CIRCULACAO EXTRACORPOREA FABRICANTE : EDWARDS LIFESCIENCES MACCHI LTDA - BRASIL DISTRIBUIDOR : EDWARDS LIFESCIENCES MACCHI LTDA - BRASIL BM-6 e EM- CLASSE : III Cancelamento de Registro ou Cadastramento (isenção) de E Q U I PA M E N TO S Cateteres /97-85 CATETER BULBO JUGULAR DE OXIMETRIA EDSLAB- E D WA R D S FABRICANTE : Edwards LifeSciences LLC. - ESTADOS UNI- DOS Embalagem Esteril contendo Cateter Bulbo Jugular de Oximetria Edslab-Edwards, composto por Cubo do Lumen Distal, Conector do Modulo Optico e Abertura do Lumen Distal CLASSE : IV Cancelamento de Registro ou Cadastramento (isenção) de PRO- DUTOS PARA SAÚDE a Pedido da Empresa Cateteres /98-97 CATETER PARA EMBOLECTOMIA DUPLO LUMEN FOGAR- TY FABRICANTE : EDWARDS LIFESCIENCES CO. - ESTADOS UNIDOS Embalagem Esteril contendo 0 Cateter de Embolectomia Duplo Lumen Fogarty, composto de lumen duplo com um balao de latex na extremidade distal CLASSE : II Cancelamento de Registro ou Cadastramento (isenção) de PRO- DUTOS PARA SAÚDE a Pedido da Empresa Cateteres /00-67 CATETER DE ACESSO VENOSO AVANCADO EDWARDS FABRICANTE : Edwards LifeSciences LLC. - ESTADOS UNI- DOS Embalagem esteril contendo 0 Cateter de Acesso Venoso Avancado E D WA R D S CLASSE : II Cancelamento de Registro ou Cadastramento (isenção) de PRO- DUTOS PARA SAÚDE a Pedido da Empresa Oxigenadores / OXIGENADOR DE MEMBRANA LILLIPUT MIDIFLO FABRICANTE : Dideco S pa - ITALIA Embalagem contendo 0 Oxigenadores em caixa de papelão Master. CLASSE : II Cancelamento de Registro ou Cadastramento (isenção) de PRO- DUTOS PARA SAÚDE a Pedido da Empresa Oxigenadores / D903 AVANT OXIGENADOR DE MEMBRANA ADULTO FABRICANTE : Dideco S pa - ITALIA CLASSE : II Cancelamento de Registro ou Cadastramento (isenção) de PRO- DUTOS PARA SAÚDE a Pedido da Empresa Sistema de proteção embólico / SISTEMA EMBOL-X FABRICANTE : Edwards Lifesciences Research Medical - ESTA- DOS UNIDOS DISTRIBUIDOR : Edwards Lifesciences LLC - ESTADOS UNI- DOS CF0000XLD/CF0000XL;CF000XSD/CF000XS;CF000SSD/ CF000SS;CF000MMD/CF000MM CF0000XSD/CF0000XS;CF0000SSD/CF0000SS; CF0000MMD/CF0000MM;CF0000LLD/CF0000LL CF000LLD/CF000LL;CF000XLD/CF0000XL CLASSE : III Cancelamento de Registro ou Cadastramento (isenção) de PRO- DUTOS PARA SAÚDE a Pedido da Empresa Cateteres / CATETER FOGARTY PARA OCLUSAO FABRICANTE : Edwards Lifesciences LLC - ESTADOS UNIDOS FABRICANTE : EDWARDS LIFESCIENCES CORPORATION OF PORTO RICO - PORTO RICO FABRICANTE : EDWARDS LIFESCIENCES AG - REPUBLICA DOMINICANA F ; F ; F ; F ; F CLASSE : IV Cancelamento de Registro ou Cadastramento (isenção) de PRO- DUTOS PARA SAÚDE a Pedido da Empresa Cateteres / CATETER VENOSO PARA HEMOFILTRACAO FABRICANTE : MEDCOMP, INC - ESTADOS UNIDOS Duo-Flow 400XL IJ / Double Lumen Duo-Flow IJ / Double Lumen Duo-Flow / Double Lumen Duo-Flow 400XL / Double Lumen CLASSE : III Cancelamento de Registro ou Cadastramento (isenção) de PRO- DUTOS PARA SAÚDE a Pedido da Empresa Total de Empresas : Nº 620, DE DE MARÇO DE 2005 O Diretor da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria nº 29, do Diretor-Presidente, de º de fevereiro de 2005; considerando o disposto no 3º do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria nº 593, de 25 de agosto de 2000; republicada em 22 de dezembro de 2000; considerando o Artigo º da Resolução-RDC nº 246, de 4 de setembro de 2002, publicada em DOU de 5 de setembro de 2002, resolve: Art. Conceder o Registro dos Produtos para a Saúde decorrente de Transferência de Titularidade, por Sucessão de Empresa, na conformidade da relação anexa. Art. 2 Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA ANEXO NOME DA EMPRESA AUTORIZAÇÃO NOME TÉCNICO NUMERO DO PROCESSO NOME COMERCIAL LOCAL DE FABRICAÇÃO MODELO(s) DO PRODUTO CLASSE REGISTRO PETIÇÃO(ÕES) EDWARDS LIFESCIENCES COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE PRO- DUTOS MÉDICO-CIRÚRGICOS LTDA Oxigenadores / OXIGENADOR DE MEMBRANA LILLIPUT MIDIFLO FABRICANTE : Dideco S pa - ITALIA Embalagem contendo 0 Oxigenadores em caixa de papelão Master CLASSE : II Registro de Produto Decorrente de Transferência de Titularidade por Fusão, Cisão ou Incorporação de Empresa de MATE- RIAL DE USO MÉDICO Oxigenadores / D903 AVANT OXIGENADOR DE MEMBRANA ADULTO FABRICANTE : Dideco S pa - ITALIA D903 Avant Oxigenador de Membrana Adulto CLASSE : II Registro de Produto Decorrente de Transferência de Titularidade por Fusão, Cisão ou Incorporação de Empresa de MATE- RIAL DE USO MÉDICO Cateteres / CATETER VENOSO PARA HEMOFILTRACAO FABRICANTE : MEDCOMP, INC - ESTADOS UNIDOS Duo-Flow 400XL / Double Lumen Duo-Flow 400XL IJ/ Double Lumen Duo-Flow / Double Lumen Duo-Flow IJ / Double Lumen CLASSE : III Registro de Produto Decorrente de Transferência de Titularidade por Fusão, Cisão ou Incorporação de Empresa de MATE- RIAL DE USO MÉDICO Cateteres / CATETER BULBO JUGULAR DE OXIMETRIA EDSLAB- E D WA R D S FABRICANTE : Edwards Lifesciences LLC - ESTADOS UNIDOS Embalagem esteril contendo Cateter Bulbo Jugular de Oximetria Edslab-Edwards, composto por Cubo do Lumen Distal, Conector do Modulo Optico e Abertura do Lumen Distal CLASSE : II Registro de Produto Decorrente de Transferência de Titularidade por Fusão, Cisão ou Incorporação de Empresa de MATE- RIAL DE USO MÉDICO Sistema de proteção embólico / SISTEMA EMBOL-X FABRICANTE : Edwards Lifesciences Research Medical - ESTA- DOS UNIDOS DISTRIBUIDOR : Edwards Lifesciences LLC - ESTADOS UNI- DOS CF000MMD/CF000MM;CF0000XSD/CF0000XS; CF0000SSD/CF0000SS; CF0000XLD/CF0000XL;CF000XSD/CF000XS; CF000SSD/CF000SS; CF0000MMD/CF0000MM;CF0000LLD/CF0000LL; CF000LLD/CF000LL; CF000XLD/CF0000XL CLASSE : III Registro de Produto Decorrente de Transferência de Titularidade por Fusão, Cisão ou Incorporação de Empresa de MATE- RIAL DE USO MÉDICO Sistema para Coleta de Amostra de Sangue / SISTEMA FECHADO PARA COLETA DE SANGUE VAMP E D WA R D S FABRICANTE : Edwards Lifesciences LLC - ESTADOS UNIDOS FABRICANTE : EDWARDS LIFESCIENCES CORPORATION OF PORTO RICO - PORTO RICO FABRICANTE : EDWARDS LIFESCIENCES AG - REPUBLICA DOMINICANA Embalagem individual esteril e apirogenica contendo 0 Sistema Fechado para Coleta de Sangue Vamp Edwards CLASSE : II Registro de Produto Decorrente de Transferência de Titularidade por Fusão, Cisão ou Incorporação de Empresa de MATE- RIAL DE USO MÉDICO Sistema de Circulacao Extracorporea / MAQUINA DE CIRCULACAO EXTRACORPOREA FABRICANTE : EDWARDS LIFESCIENCES COMÉRCIO E IN- DÚSTRIA DE PRODUTOS MÉDICO-CIRÚRGICOS LTDA - BRA- SIL DISTRIBUIDOR : EDWARDS LIFESCIENCES COMÉRCIO E IN- DÚSTRIA DE PRODUTOS MÉDICO-CIRÚRGICOS LTDA - BRA- SIL BM-6 / EM- CLASSE : III Registro de Produto Decorrente de Transferência de Titularidade por Fusão, Cisão ou Incorporação de Empresa de EQUI- PAMENTOS de MÉDIO E PEQUENO PORTES Cateteres / CATETER DE SWAN-GANZ VOLUMETRICO DE FRAÇÃO DE EJEÇÃO DE VENTRICULO DIREITO FABRICANTE : Edwards Lifesciences LLC - ESTADOS UNIDOS Embalagem individual estéril contendo 0 Cateter Swan-ganz, nos modelos : 93A-43H-7,5F tem uma porta de injeção de 2cm/ 93A- 434H-7,5F tem uma porta de injeção de 24cm CLASSE : IV Registro de Produto Decorrente de Transferência de Titularidade por Fusão, Cisão ou Incorporação de Empresa de MATE- RIAL DE USO MÉDICO Reservatorios / RESERVATORIO DE CARDIOTOMIA FABRICANTE : EDWARDS LIFESCIENCES COMÉRCIO E IN- DÚSTRIA DE PRODUTOS MÉDICO-CIRÚRGICOS LTDA - BRA- SIL Embalagem com 0 Reservatório esteril, modelo RC-40, com capacidade para 2 litros e 3,8 litros. CLASSE : II Registro de Produto Decorrente de Transferência de Titularidade por Fusão, Cisão ou Incorporação de Empresa de MATE- RIAL DE USO MÉDICO Cateteres / CATETER DE ACESSO VENOSO AVANCADO EDWARDS FABRICANTE : Edwards Lifesciences LLC - ESTADOS UNIDOS Embalagem esteril contendo 0 Cateter de Acesso Venoso Avançado E D WA R D S CLASSE : II Registro de Produto Decorrente de Transferência de Titularidade por Fusão, Cisão ou Incorporação de Empresa de MATE- RIAL DE USO MÉDICO Cateteres / CATETER PARA EMBOLECTOMIA DUPLO LUMEN FOGAR- TY FABRICANTE : EDWARDS LIFESCIENCES CO. - ESTADOS UNIDOS Embalagem esteril contendo 0 Cateter de Embolectomia Duplo Lumen Fogarty, composto de lumen duplo com um balao de latex na extremidade distal CLASSE : II Registro de Produto Decorrente de Transferência de Titularidade por Fusão, Cisão ou Incorporação de Empresa de MATE- RIAL DE USO MÉDICO Cateteres / CATETER FOGARTY PARA OCLUSAO FABRICANTE : Edwards Lifesciences LLC - ESTADOS UNIDOS FABRICANTE : EDWARDS LIFESCIENCES CORPORATION OF PORTO RICO - PORTO RICO FABRICANTE : EDWARDS LIFESCIENCES AG - REPUBLICA DOMINICANA F; F; F; F; F CLASSE : IV Registro de Produto Decorrente de Transferência de Titularidade por Fusão, Cisão ou Incorporação de Empresa de MATE- RIAL DE USO MÉDICO Total de Empresas : Nº 62, DE DE MARÇO DE 2005 O Diretor da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria nº 29, do Diretor-Presidente, de º de fevereiro de 2005; considerando o disposto no 3º, do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria nº 593, de 25 de agosto de 2000; republicada em 22 de dezembro de 2000; considerando o art. 4º da Resolução nº 444, de 3 de agosto de 999, resolve: Art. º Conceder a Autorização de Modelo por período de 2 (doze) meses, para equipamento eletromédico, na conformidade da relação anexa. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA

76 <!ID > RESOLUÇÃO-RE <!ID > RESOLUÇÃO-RE 76 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 ANEXO NOME DA EMPRESA AUTORIZAÇÃO NOME TÉCNICO NUMERO DO PROCESSO NOME COMERCIAL LOCAL DE FABRICAÇÃO MODELO(s) DO PRODUTO CLASSE AUTORIZAÇÃO DE MODELO PETIÇÃO(ÕES) GASTRO COM REP COMERCIAIS DE EQUIP MED HOSPITA- LARES LTDA Endoscopio Flexivel / ENDOSCOPIO EG-250D, EG-250D5 FABRICANTE : FUJIPHOTO OPTICAL CO., LTD. - JAPAO DISTRIBUIDOR : FUJIPHOTO OPTICAL CO., LTD. - JAPAO EG-250D EG-250D5 CLASSE : II AM AUTORIZAÇÃO DE MODELO Total de Empresas : Nº 622, DE DE MARÇO DE 2005 O Diretor da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria nº 29, do Diretor-Presidente, de º de fevereiro de 2005; considerando o disposto no 3º do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria nº 593, de 25 de agosto de 2000, republicada em 22 de dezembro de 2000, resolve: Art. Conceder o Arquivamento Temporário do Processo de Registro, dos Produtos para a Saúde, na conformidade da relação anexa. Art. 2 Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA ANEXO NOME DA EMPRESA AUTORIZAÇÃO NUMERO DO PROCESSO PETIÇÃO(ÕES) BIOCHEMICAL COMÉRCIO IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA / Arquivamento Temporário de Processo / Arquivamento Temporário de Processo CMM INDUSTRIA E COMERCIO LTDA ME / Arquivamento Temporário de processo LURATEX INDUSTRIA E COMERCIO TEXTIL E HOSPITALAR LTDA / Arquivamento Temporário de processo VENTURA BIOMÉDICA LTDA / Arquivamento Temporário de processo Total de Empresas : 4 Nº 623, DE DE MARÇO DE 2005 O Diretor da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria nº 29, do Diretor-Presidente, de º de fevereiro de 2005, considerando o disposto no 3º do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria nº 593, de 25 de agosto de 2000, republicada em 22 de dezembro de 2000, resolve: Art.º Declarar a Caducidade de Registro dos Produtos para a Saúde, na conformidade da relação anexa. Art.2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA ANEXO NOME DA EMPRESA AUTORIZAÇÃO NOME TÉCNICO NUMERO DO PROCESSO NOME COMERCIAL LOCAL DE FABRICAÇÃO MODELO(s) DO PRODUTO CLASSE REGISTRO PETIÇÃO(ÕES) A. DE OLIVEIRA FORTUNA Mascaras /99-88 MASCARA LARINGEA (CANULA OROFARINGEA) FABRICANTE : Laryngeal Mask - CHIPRE Embalagem individual nos tamanhos:nº 0 - RN Lctantes ate 5Kg - nº,5 - lactantes de 5 a 0Kg -nº 0 - lactantes de 0Kg ate preescolares de 20Kg - nº 2,5 ìcriancas de 20 a 30Kg - nº 03 criancas acima de 30Kg ate adultos de ìpequeno porte - nº 04 adultos de porte medio(principalmente ìmulheres) - nº 05 adultos de maior porte(homens)/idosos CLASSE : II Declaração de Caducidade BOSTON SCIENTIFIC DO BRASIL LTDA Cateteres /98-95 MICROVIEW 30 MHZ CATETER DE IMAGEM CORONARIA FABRICANTE : BOSTON SCIENTIFIC - ESTADOS UNIDOS Comprimento util do corpo: 25cm diametro do corpo: 2.9F, diametro ìmaximo de fio guia: 0,08 polegadas, diametro interno minimo do ìcateter guia: 0,076 polegadas Embalagem contendo: cateter microview ì30mhz, tubo de extensao de 6 polegadas, seringa de 3cc, capa Motor ìdrive esteril CLASSE : III Declaração de Caducidade Cateteres /98-92 CATETER ORTOGONAL PARA SEIO CORONARIANO JACK- MAN FABRICANTE : BOSTON SCIENTIFIC - ESTADOS UNIDOS Embalagem individual esteril em blister fechado em saco polimerico ìtransparente - com diametro externo: 6Fr, comprimento: 00-25cm, ìnumero de eletrodos 2, espaco entre os eletrodos 5/0/20mm CLASSE : III Declaração de Caducidade Guia Para Introducao de Cateteres /98-98 AMPLATZ - GUIA PARA SISTEMA UROLOGICO FABRICANTE : BOSTON SCIENTIFIC - ESTADOS UNIDOS Embalagem individual esteril em blister fechado em saco polimerico ìtransparente - comprimento 45cm, diametro 0.35polegadas CLASSE : II Declaração de Caducidade Cateteres /98-60 CATETER DE DILATACAO BANDIT SCIMED FABRICANTE : BOSTON SCIENTIFIC - ESTADOS UNIDOS FABRICANTE : BOSTON SCIENTIFIC - IRLANDA Embalagem individual esteril - possui modelos com comprimentos ìvariando de 0 a 40mm, com diametros de balao de 2,0 a 4,0mm (em ìintervalos de 0,25mm) CLASSE : III Declaração de Caducidade Sistema Introdutor de Cateter /98-7 ACCUSTICK II SISTEMA DE INTRODUCAO COM MARCA- D O R R A D I O PA C O FABRICANTE : BOSTON SCIENTIFIC CORPORATION - ESTA- DOS UNIDOS Embalagem individual esteril CLASSE : II Declaração de Caducidade Proteses Vasculares /98-48 MEADOX PROTESE VASCULAR EM MALHA MICROVEL DU- PLOVELUDO FABRICANTE : MEADOX MEDICALS INC - ESTADOS UNI- DOS Embalagem individual esteril CLASSE : III Declaração de Caducidade Proteses Vasculares /98-99 MEADOX COOLEY DOUBLE VELOUR PATCH EM MALHA DEPOLIESTER FABRICANTE : MEADOX MEDICALS INC - ESTADOS UNI- DOS Embalagem individual esteril - Produto de uso unico CLASSE : III Declaração de Caducidade Proteses Vasculares /98- MEADOX COOLEY LOW POROSITY PATCH TECIDO DEPO- LIESTER FABRICANTE : MEADOX MEDICALS INC - ESTADOS UNI- DOS Embalagem individual esterilproduto de uso unico CLASSE : III Declaração de Caducidade Proteses Vasculares /98-90 MEADOX FELTRO DE POLIESTER PARA SUPORTE CIRUR- GICO FABRICANTE : MEADOX MEDICALS INC - ESTADOS UNI- DOS Embalagem individual esteril - Produto de uso unico CLASSE : III Declaração de Caducidade Guia Para Introducao de Cateteres /98-0 ROTABLATOR - ROTAWIRE GUIA PARA CATETER FABRICANTE : SCIMED SYSTEMS INC - ESTADOS UNIDOS Embalagem individual esteril - Comprimento da Guia 325 cm CLASSE : III Declaração de Caducidade Cateteres /98-07 NIR ON ACTIVA SISTEMA DE STENT PRE MONTADO FABRICANTE : BOSTON SCIENTIFIC - IRLANDA Embalagem individual esteril, com baloes de diametro nominal de2,5mm, 3,0mm e 4,0mm e comprimento de 3mm, 20mm, 29mm e 36mm ìcorrespondendo respectivamente ao comprimento de 9mm, 6mm, 25mm e ì32mm CLASSE : III Declaração de Caducidade Kit de Introducao de Cateter /98-55 KIT INTRODUTOR DE CATETER FABRICANTE : TARGET THERAPEUTICS - ESTADOS UNI- DOS Embalagem individual esteril, nos seguintes tamanhos:6,3 Fr Externo, 4,2 Fr Interno 7,3 Fr Externo, 5,0 Fr Interno8,0 Fr Externo, 5,6 Fr Interno 9,0 Fr Externo, 6,3 Fr Interno CLASSE : III Declaração de Caducidade Implante Endovascular /98-67 VORTX-8 - MOLAS DE PLATINA COM FIBRAS FABRICANTE : TARGET THERAPEUTICS - ESTADOS UNI- DOS Envelope individual esteril, acondicionada em caixas com 05 unidades CLASSE : III Declaração de Caducidade Cateteres /98-3 TRILOGY - CATETER DE BAIXO PERFIL COM REVESTIMEN- TO H Y D R O P L U S FABRICANTE : BOSTON SCIENTIFIC - ESTADOS UNIDOS Embalagem individual esteril - Produto de uso unico CLASSE : II Declaração de Caducidade Dispositivos /98-00 ATTRACTER DISPOSITIVO DE RECUPERACAO DE CORPOES- TRANHO COM MICRO FIBRA FABRICANTE : TARGET THERAPEUTICS - ESTADOS UNI- DOS Embalagem unitaria, esteril e apirogenica, contendo 0(uma) unidade ìdo produto CLASSE : II Declaração de Caducidade Luvas Cirurgicas /98-83 ESP - LUVAS FABRICANTE : BOSTON SCIENTIFIC - ESTADOS UNIDOS Embalagem com 0 par de luvas na condicao esterilproduto de uso unico CLASSE : II Declaração de Caducidade Cateteres /98-80 GOLD PROBE - CATETER PARA HEMOSTASIA FABRICANTE : BOSTON SCIENTIFIC - ESTADOS UNIDOS Embalagem individual esterilproduto de uso unico CLASSE : II Declaração de Caducidade Cateteres /98-88 MAP PACING CATETER DEFLECTIVEL FABRICANTE : BOSTON SCIENTIFIC - ESTADOS UNIDOS Embalagem esteril com 0(uma) unidade do produto CLASSE : III Declaração de Caducidade Endoprotese Vascular /98-8 VANGUARD EXTENSAO ILIACA AFUNILADA FABRICANTE : BOSTON SCIENTIFIC - IRLANDA Embalagem unitaria e esteril, contendo 0(uma) unidade do produto CLASSE : III Declaração de Caducidade Cateteres /98-8 COAXIAL MICROCATETER ANGIOGRAFICO FABRICANTE : TARGET THERAPEUTICS - ESTADOS UNI- DOS Embalagem individual esteril e nao pirogenico, com as ìapresentacoes:,5fr, 3,6Fr, 2,0Fr, 4,2Fr CLASSE : II Declaração de Caducidade Cateteres /98-63 SPINNAKER - MICROCATETER DE INFUSAO COM FLUXO- DEPENDENTE FABRICANTE : TARGET THERAPEUTICS - ESTADOS UNI- DOS Embalagem individual esteril e nao pirogenicoproduto de uso unico CLASSE : II Declaração de Caducidade Cateteres /98-29 STRETCH VL - STENT URETERAL FABRICANTE : BOSTON SCIENTIFIC - ESTADOS UNIDOS Embalagem individual esteril - Material de uso unico CLASSE : III Declaração de Caducidade Endoprotese Vascular /98-43 VANGUARD - PROTESE AORTICA ENDOVASCULAR BIFUR- CADA FABRICANTE : BOSTON SCIENTIFIC - IRLANDA Embalagem individual esterilproduto de uso unico CLASSE : III Declaração de Caducidade Cateteres /99-47 OLBERT CATETER BALAO PARA DILATACAO ENDOSCOPI- CATRANSPAPILAR PILORICA E ESOFAGICA FABRICANTE : BOSTON SCIENTIFIC - IRLANDA Embalagem individual esteril apresentado com 80cm de comprimento e ìdiametro de 5,0Fr ou 7,8Fr - A apresentacao de 5,8Fr possui balao ìcom diametro de 4, 5, 6, 7 e 8mm e comprimentos de 2,5 e 4,0cmA apresentacao de 7,8Fr possui balao com diametro de 9, 0, 2 e ì4mm e comprimento de 4,0cm

77 <!ID > RESOLUÇÃO-RE Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN CLASSE : II Declaração de Caducidade Fio Guia /99-78 CLAYDE FIO GUIA FABRICANTE : SCHNEIDER EUROPE - SUICA Embalagem com 0 unidade esteril e literatura tecnica CLASSE : III Declaração de Caducidade Proteses Vasculares /99-6,5 Fr PLACEHIT FULLY - STENT ESFAGICO E AORTICO- VENOSO FABRICANTE : SCHNEIDER (EUROPA) AG. - SUECIA Embalagem contendo 0 Stent esteril com diametro externo de,5 Fr e comprimento util 25cm a 8 cm e Literatura tecnica CLASSE : III Declaração de Caducidade Cateteres /99-78 CHUBBY CATETER DE DILATACAO FABRICANTE : SCHNEIDER EUROPE - SUICA Embalagem individual esteril, contendo 0 unidadediametro - 3,0-3,3-4,0-4,5-5,0 mmcomprimento - 9 mm CLASSE : III Declaração de Caducidade Cateteres /98-0 TRESTLE - CATETER PROSTATICO FABRICANTE : Boston Scientific Corporation - ESTADOS UNI- DOS Embalagem individual esteril, contendo 0 Cateter Prostatico CLASSE : II Declaração de Caducidade Stent /99-0 MAGIC WALL STENT - STENT CORONARIANO FABRICANTE : SCHNEIDER (EUROPA) AG. - SUECIA Embalagem individual esteril nas dimensoes:diametro externo 6-9FRcomprimento util do stent 20 a 96cmtamanho do introdutor recomendado 6 a 9FRtamanho da guia recomendada a 0.89pol CLASSE : III Declaração de Caducidade Cateteres /99-89 GOLDIE MONORAIL PTCA - CATETER DE DILATACAO FABRICANTE : SCHNEIDER (EUROPA) AG. - SUECIA Embalagem individual esteril nas dimensoes:diametro do balao -.5 a 4.0mmComprimento do balao: 5 a 20mmTamanho da bainha: 2.7FrComprimento total: 35 a 50cm CLASSE : III Declaração de Caducidade TP ORTHODONTICS LTDA Componentes Para Ortodontia /99-33 STRAIGHT SHOOTER LIGATURE GUNAPLICADOR DE SEPA- RADORES FABRICANTE : TP Orthodontics Inc - ESTADOS UNIDOS Saco plastico lacrado com 0 unidade e 0 frasco de ml de solucao lubrificante de silicone CLASSE : II Declaração de Caducidade Total de Empresas : 3 Nº 624, DE DE MARÇO DE 2005 O Diretor da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria nº 29, do Diretor Presidente, de º de fevereiro de 2005, considerando o disposto no inciso III do art. 63 e o 3º do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria nº 593, de 25 de agosto de 2000, republicada no DOU de 22 de dezembro de 2000, resolve: Art.º Conceder os registros, as revalidações de registro, as modificações de fórmula, as inclusões de tonalidade, as alterações dos dizeres de rotulagem, a retificação de publicação de registro, as mudanças de nome do produto, as inclusões de acondicionamento dos produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes, grau de risco 2, na conformidade da relação anexa. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA ANEXO NOME DA EMPRESA AUTORIZAÇÃO NOME DO PRODUTO E MARCA COR E/OU TONALIDADE NUMERO DE PROCESSO NUMERO DE REGISTRO LOCAL DE FABRICAÇÃO VENCIMENTO DESTINAÇÃO PRAZO DE VALIDADE DO PRODUTO GRUPO DO PRODUTO EMBA PRIMÁRIA EMBA SECUNDÁRIA FORMA FÍSICA ASSUNTO DA PETIÇÃO RESTRIÇÃO DE USO C O N S E RVA Ç Ã O ATALANTA LABORATÓRIOS E COSMÉTICOS LTDA SOIN BIOCOSMETIQUE SPHEROSOME AU AMISOMES DUAL SYSTEME GEL / COTIA/SP 0/200 COMERCIAL 24 Meses PARA O ROSTO (PERFUMADOS OU NAO IN- CLUINDO OS GEIS) POTE DE PLASTICO GEL 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). COSINTER INTERNACIONAL IND E COM COSMETICOS LTDA RED APPLE DESODORANTE ANTIPERSPIRANTE EM / CURITIBA/PR 0/200 COMERCIAL 3 Ano(s) DESODORANTE ANTITRANSPIRANTE/ANTIPERSPI- RANTE AXILAR (PERFUMADO OU NAO SOB A FORMA DE LIQUIDO, GEL,, SOLIDO OU AE- ROSOL) POTE DE PLASTICO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- PROTEGER DA LUZ E UMIDADE RED APPLE DESODORANTE ANTIPERSPIRANTE EM / CURITIBA/PR 0/200 COMERCIAL 3 Ano(s) DESODORANTE ANTITRANSPIRANTE/ANTIPERSPI- RANTE AXILAR (PERFUMADO OU NAO SOB A FORMA DE LIQUIDO, GEL,, SOLIDO OU AE- ROSOL) POTE DE PLASTICO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- PROTEGER DA LUZ E UMIDADE RED APPLE DESODORANTE ANTIPERSPIRANTE EM FRAGRANCIA ACROPOLE / CURITIBA/PR 0/2009 COMERCIAL 3 Ano(s) ANTITRANSPIRANTE/ANTIPERSPIRANTE AXILAR (PERFUMADO OU NAO SOB A FORMA DE LIQUIDO, GEL,, SOLIDO OU AEROSOL) POTE DE PLASTICO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). FLOEMA COSMÉTICOS LTDA ÁGUA OXIGENADA CREMOSA SOLEIL RADIEUX 20 VOLU- MES / JUIZ DE FORA/MG 02/2009 PROFISSIONAL 3 Ano(s) AGUA OXIGENADA (0 A 40 VOL.) (INCLUIDAS AS CREMOSAS, EXCETO OS PROD, OFICINAIS) CAIXA DE PAPELAO LIQUIDO VISCOSO 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU KERT IND E COM DE COSMETICOS LTDA EMULSÃO REVELADORA WHITENER COM LANOLINA 0 VOLUMES / TABOAO DA SERRA/SP 07/2009 COMERCIAL 36 Meses AGUA OXIGENADA (0 A 40 VOL.) (INCLUIDAS AS CREMOSAS, EXCETO OS PROD, OFICINAIS) PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LO EMULSIONADA 290 Mudança de Nome de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). LIPSON COSMETICOS LTDA FACIAL EXFOLIATOR ALL SKIN TYPES ESFOLIANTE FACIAL TODOS OS TIPOS DE PELE NU SKIN LIVING / DIADEMA/SP 04/2009 COMERCIAL 24 Meses ESFOLIANTE "PEELING" QUIMICO (PERFU- MADOS OU NAO INCLUINDO OS GE IS) BISNAGA DE PLASTICO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO VISCOSO 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). BOTICA COMERCIAL FARMACEUTICA LTDA PORTINARI DESODORANTE ANTITRANSPIRANTE ROLL ON O BOTICARIO / SAO JOSE DOS PINHAIS/PR 05/200 COMERCIAL 24 Meses DESODORANTE ANTITRANSPIRANTE/ANTIPERSPI- RANTE AXILAR (PERFUMADO OU NAO SOB A FORMA DE LIQUIDO, GEL,, SOLIDO OU AE- ROSOL) PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- APOS ABERTURA DE EMBA DE USO UTILIZAR CONF. CONDIÇOES INDICADAS NO ROTULO. PORTINARI DESODORANTE ANTITRANSPIRANTE ROLL ON O BOTICARIO / SAO JOSE DOS PINHAIS/PR 05/200 COMERCIAL 24 Meses DESODORANTE ANTITRANSPIRANTE/ANTIPERSPI- RANTE AXILAR (PERFUMADO OU NAO SOB A FORMA DE LIQUIDO, GEL,, SOLIDO OU AE- ROSOL) PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- APOS ABERTURA DE EMBA DE USO UTILIZAR CONF. CONDIÇOES INDICADAS NO ROTULO. COLGATE PALMOLIVE INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA CONDICIONADOR PALMOLIVE NATURALS RESISTÊNCIA N AT U R A L / SAO PAULO/SP 09/2008 COMERCIAL 2 Ano(s) CONDICIONADOR (LIQUIDO, GEL,, PO OU SACHE LIQUIDO VISCOSO 239 Inclusão de Acondicionamento Para Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). CONDICIONADOR PALMOLIVE NATURALS RESISTÊNCIA N AT U R A L / SAO PAULO/SP 09/2008 COMERCIAL 2 Ano(s) CONDICIONADOR (LIQUIDO, GEL,, PO OU SACHE CAIXA DISPLAY DE CARTOLINA LIQUIDO VISCOSO 239 Inclusão de Acondicionamento Para Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). CREMA DENTAL KOLYNOS SUPER REFRESCANTE / OSASCO/SP 09/2009 COMERCIAL 3 Ano(s) DENTIFRICIO ANTICARIE (LIQUIDO, GEL,, SOLIDO

78 <!ID > 78 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 / PLASTICO PASTA DENTIFRICIA 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- Produto exclusivo para Exportação GILLETTE DO BRASIL LTDA GILLETE SERIES ROLL ON COOL WAVE / INGLATERRA 0/200 COMERCIAL 36 Meses DESODORANTE ANTITRANSPIRANTE/ANTIPERSPI- RANTE AXILAR (PERFUMADO OU NAO SOB A FORMA DE LIQUIDO, GEL,, SOLIDO OU AE- ROSOL) PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO VISCOSO 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- NAZCA COSMETICOS INDUSTRIA E COMERCIO LTDA SPHERE ALISANTE NORMAL PROFISSIONAL / DIADEMA/SP 05/ ALISANTE PARA CABELOS ( OU GEL) POTE DE PLASTICO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 PERFUMARIA MARCIA LTDA ÁGUA OXIGENADA CREMOSA MÁRCIA 20 VOLUMES / RIO DE JANEIRO/RJ / AGUA OXIGENADA (0 A 40 VOL.) (INCLUIDAS AS CREMOSAS, EXCETO OS PROD, OFICINAIS) PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LO EMULSIONADA 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU Rótulo aprovado com correções STOK SKIN COMERCIO E DISTRIBUID DE COSMETICOS LT- DA ACTION SERUM SURHYDRATANT MARY COHR / FRANÇA 08/200 COMERCIAL 24 Meses LO PARA O CORPO (ALCOOLICOS OU NAO, EMULSIONADOS OU NAO, INCLUINDO OS "LEITES") FRASCO DE VIDRO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO VISCOSO 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). GALDERMA BRASIL LTDA SOAPEX % TRICLOSANO SABONETE LÍQUIDO / MONTE MOR/SP 0/2009 COMERCIAL 24 Meses SABONETE ANTI-SEPTICO(LIQUIDO,GEL, OU FRASCO DE POLIETILENO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO VISCOSO 255 Retificação de Publicação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE IVEL IND. DE PERFUMES E COSMETICOS LTDA MEU SABONETINHO ROSA SKAFE / NOVA IGUACU/RJ 03/2009 COMERCIAL 24 Meses SABONETES INFANTIS (SOLIDO OU LIQUIDO) PAPEL MANTEIGA C A RT U C H O SOLIDO 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU MEU SABONETINHO ROSA SKAFE / NOVA IGUACU/RJ 03/2009 COMERCIAL 24 Meses SABONETES INFANTIS (SOLIDO OU LIQUIDO) PAPEL MANTEIGA C A RT U C H O SOLIDO 290 Mudança de Nome de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU MAC SPRAY INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE AEROSÓIS LTDA DESODORANTE MASCULINO ANTITRANSPIRANTE SECO ES- PORTE ESPETACULAR BY CORPUS SPORT APOLO / GUARULHOS/SP 07/2009 COMERCIAL 2 Ano(s) DESODORANTE ANTITRANSPIRANTE/ANTIPERSPI- RANTE AXILAR (PERFUMADO OU NAO SOB A FORMA DE LIQUIDO, GEL,, SOLIDO OU AE- ROSOL) TUBO DE ALUMINIO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA AEROSSOL 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU DESODORANTE MASCULINO ANTITRANSPIRANTE SECO ES- PORTE ESPETACULAR BY CORPUS SPORT APOLO / GUARULHOS/SP 07/2009 COMERCIAL 2 Ano(s) DESODORANTE ANTITRANSPIRANTE/ANTIPERSPI- RANTE AXILAR (PERFUMADO OU NAO SOB A FORMA DE LIQUIDO, GEL,, SOLIDO OU AE- ROSOL) TUBO DE ALUMINIO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA AEROSSOL 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU DESODORANTE MASCULINO ANTITRANSPIRANTE SECO ES- PORTE ESPETACULAR BY CORPUS SPORT APOLO / GUARULHOS/SP 07/2009 COMERCIAL 2 Ano(s) DESODORANTE ANTITRANSPIRANTE/ANTIPERSPI- RANTE AXILAR (PERFUMADO OU NAO SOB A FORMA DE LIQUIDO, GEL,, SOLIDO OU AE- ROSOL) TUBO DE ALUMINIO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA AEROSSOL 290 Mudança de Nome de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU MARY KAY DO BRASIL LTDA MARY KAY TIMEWISE AGE FIGHTING MOISTURIZER SPF / ESTADOS UNIDOS 08/2007 COMERCIAL 36 Meses PARA O ROSTO COM FOTOPROTETOR (PER- FUMADO OU NAO INCLUINDO OS GE IS) FRASCO PLASTICO LO EMULSIONADA 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO PHITOTERAPHIA BIOFITOGENIA LABORATORIAL BIOTA LT- DA COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON LOURO VERMELHO ACOBRE 6, / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON LOURO VERMELHO ACOBRE 6, / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON LOURO ACOBREADO ACAJU 6, / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON LOURO ACOBREADO ACAJU 6, / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON COBRE NATURAL 6, / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON COBRE NATURAL 6, / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON VIOLETA 5, / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON VIOLETA 5, / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2

79 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON ACAJU ACOBREADO 5, / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON ACAJU ACOBREADO 5, / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON ACAJU CLARO / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON ACAJU CLARO / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON VERMELHO NATURAL / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON VERMELHO NATURAL / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON PURPURA / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON PURPURA / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON LOURO ESCURO / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON LOURO ESCURO / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON CASTANHO CLARO / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON CASTANHO CLARO / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON CASTANHO MEDIO / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON CASTANHO MEDIO / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON CASTANHO ESCURO / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON CASTANHO ESCURO / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON CASTANHO NEGRO / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON CASTANHO NEGRO / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON LOU MED MARROM DOURADO / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON LOURO CLA BEGE DOURADO / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON LOU MUITO CLA DOUR ACOBREAD / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II COLORACAO SEMIPERMANENTE RAYON LOU MUI CLA MARROM ACINZENT / NOVA IGUACU/RJ 0/ OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II PROCOSA PRODUTOS DE BELEZA LTDA COLORAMA MAYBELLINE WATER SHINE DIAMONDS BEGE SUNTUOSO / SAO PAULO/SP 04/2008 COMERCIAL 36 Ano(s)

80 80 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de BATOM (LIQUIDO, OU PLASTICO BLISTER B A S TA O NAO APRESENTA RESTRI DE USO CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). COLORAMA MAYBELLINE WATER SHINE DIAMONDS RUBI PRECIOSO / SAO PAULO/SP 04/2008 COMERCIAL 36 Ano(s) BATOM (LIQUIDO, OU PLASTICO BLISTER B A S TA O NAO APRESENTA RESTRI DE USO CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). DELLY KOSMETIC COMERCIO E INDUSTRIA LTDA CASTANHO CLARO DOURADO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 9 LOURO CLARISSIMO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 8 LOURO CLARO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 7 LOURO MEDIO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 6 LOURO ESCURO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU <!ID > 5 CASTANHO CLARO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 4 CASTANHO MEDIO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 3 CASTANHO ESCURO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 2 ESCURO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU PRETO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 6.5 LOURO ESCURO ACAJU / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 8.66 I LOU CLA VERMELHO INT / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 3.65 CAST ESC VERMELH ACAJU / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 4.52 CAST MEDIO ACAJU IRISE / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 5.63 CAST CLA VERMELHO DOUR / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 5.65 CAST CLARO VERM ACAJU / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 5.66 I CAST CLA VERM INTEN / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 5.5 CASTANHO CLARO ACAJU / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 6.66 I LOU ESC VERM INTENS / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 6.53 LOU ESC ACAJU DOURADO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU

81 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN CAST MED COBRE ACAJU / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 5.64 CAST CLARO VERM COBRE / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 6.45 LOU ESC COBRE ACAJU / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 7.34 LOU MED DOURADO COBRE / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 7.45 LOU MÉDIO COBRE ACAJU / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 8.34 LOU CLA DOURADO COBRE / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 8.4 LOURO CLARO COBRE / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 000 SSS REFORÇADOR ACLARAÇ / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 000 SS LOURO ULTRACLARO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 00 SS LOU ULTRACLARO CINZ / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 3000 CORRETOR AMARELO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 6000 VERMELHO VIVO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 9 NI LOURO CLARISSIMO INTEN / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 8 NI LOURO CLARO INTENSO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 7 NI LOURO MEDIO INTENSO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 56 NI LOURO ESCURO INTENSO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 5 NI CASTANHO CLARO INTENSO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 4 NI CASTANHO MEDIO INTENSO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 3 NI CASTANHO ESCURO INTENS / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU. PRETO AZUL / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 4.66 I CAST MED VERM INTEN / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU

82 82 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de I LOU MED VERM INTENSO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 8.43 LOU CLA COBRE DOURADO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 4 NB CASTANHO MEDIO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 5 NB CASTANHO CLARO INTENSO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 6 NB LOURO ESCURO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 7 NB LOURO MEDIO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 8 NB LOURO CLARO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 9 NB LOURO CLARISSIMO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 0 NB LOURO EXTRA CLARO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU <!ID > 0 LOURO EXTRA CLARO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 5.66 CAST CLA VERMELHO VIVO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 6.66 LOURO ESCURO VERM VIVO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 6.63 LOU ESC VERM DOURADO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 7.35 LOURO MEDIO DOUR ACAJU / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 6.35 LOU ESC DOURADO ACAJU / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 5.3 CASTANHO CLARO DOURADO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 5.35 CAST CLA DOURADO ACAJU / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 7. LOURO MEDIO CINZA / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 8. LOURO CLARO CINZA / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 9. LOURO CLARISSIMO CINZA / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 9.0 LOURO CLARISSIMO NACRE / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU

83 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN LOURO CLARO NACRE / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 7.0 LOURO MEDIO NACRE / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 6.0 LOURO ESCURO NACRE / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 8.45 LOU CLARO COBRE ACAJU / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 8.2 LOU CLARO IRISE CINZA / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 7.2 LOU MEDIO IRISE CINZA / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 40 GRAFITE / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 4000 CORRETOR VERDE / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 030 SS LOU ULTRAC DOURADO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 0.2 LOU EXT CLA IRISE CIN / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 0. LOURO EXT CLARO CINZA / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 9.2 LOU CLARISS IRISE CINZ / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 8.66 LOURO CLARO VERM VIVO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 7.66 LOURO MEDIO VERM VIVO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 7.5 LOURO MEDIO ACAJU / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 7.53 LOURO MEDIO ACAJU DOUR / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 5.46 CAST CLA COBRE VERM / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 4.65 CAST MEDIO VERM ACAJU / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 6.64 LOU ESCURO VERM COBRE / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 7.64 LOU MEDIO VERM COBRE / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 8.64 LOURO CLARO VERM COBRE / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU

84 84 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de CASTANHO CLARO COBRE / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 6.4 LOURO ESCURO COBRE / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 7.4 LOURO MEDIO COBRE / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 7.46 LOU MEDIO COBRE VERM / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 6.46 LOURO ESC COBRE VERM / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 5. CASTANHO CLARO CINZA / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 020 SS LOU ULTRACLA IRISE / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 7.43 LOURO MED COB DOURADO / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU 7.32 LOURO MEDIO DOUR IRISE / TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU <!ID > IGL INDUSTRIAL LTDA SEDAL PRO COLOR CREMA REVELADORA 20 VOLUMENES / LOUVEIRA/SP /2006 COMERCIAL 2 Ano(s) AGUA OXIGENADA (0 A 40 VOL.) (INCLUIDAS AS CREMOSAS, EXCETO OS PROD, OFICINAIS) ESTOJO DE PLASTICO LIQUIDO VISCOSO 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- Produto exclusivo para Exportação JOHNSON & JOHNSON INDUSTRIAL LTDA JOHNSOŃS BABY HIDRATANTE COM LAVANDA E CAMOMILA / SAO JOSE DOS CAMPOS/SP 09/2009 COMERCIAL 2 Ano(s) PARA O CORPO (PERFUMADOS OU NAO IN- CLUINDO OS GEIS) PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU MARCINICHEN FARMACÊUTICA LTDA PRO SEP SABONETE ANTI SEPTICO / RIO DE JANEIRO/RJ 09/2009 COMERCIAL 24 Meses SABONETE ANTI-SEPTICO(LIQUIDO,GEL, OU COM VALVULA DOSADORA PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO VISCOSO 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU PRO SEP SABONETE ANTI SEPTICO / RIO DE JANEIRO/RJ 09/2009 COMERCIAL 24 Meses SABONETE ANTI-SEPTICO(LIQUIDO,GEL, OU COM VALVULA DOSADORA PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO VISCOSO 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AGRESTE COSMETICA NATURAL LTDA FILTRO SOLAR FPS 20 AGRESTE / CURITIBA/PR 0/2009 COMERCIAL 2 Ano(s) PROTETOR SOLAR BISNAGA DE PLASTICO SACO PLASTICO 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE Rótulo aprovado com correções CASA GRANADO LABORATÓRIOS FARMÁCIAS E DROGA- RIAS S/A DENTAL ARM & HAMMER MÁXIMA PROTEÇÃO BI- CARBONATO DE SÓDIO ANTITÁRTARO COM FLÚOR / RIO DE JANEIRO/RJ 07/2009 COMERCIAL 36 Meses DENTITRICIO ANTITARTARO (LIQUIDO, GEL, CRE- ME, / PLASTICO PASTA DENTIFRICIA 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO Rótulo aprovado com correções IGL INDUSTRIAL LTDA DESODORANTE ANTITRANSPIRANTE ROLL ON REXONA SENSIVE / VINHEDO/SP 02/2008 COMERCIAL 02 Ano(s) DESODORANTE ANTITRANSPIRANTE/ANTIPERSPI- RANTE AXILAR (PERFUMADO OU NAO SOB A FORMA DE LIQUIDO, GEL,, SOLIDO OU AE- ROSOL) SACO PLASTICO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO VISCOSO 239 Inclusão de Acondicionamento Para Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE COSMÉSTICOS NATURA LTDA NATURA EMULSAO PROTETORA HIDRATANTE FPS 30 PARA ROSTO E CORPO / CAJAMAR/SP 07/200 COMERCIAL 24 Meses PROTETOR SOLAR FRASNAGA LO EMULSIONADA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO OPIBRA OPERAÇÕES IN DO BRASIL LTDA AMAZONIA CLEAR GEL / BELO HORIZONTE/MG 02/2008 COMERCIAL 24 Meses PARA PELE ACNEICA (PERFUMADOS OU NAO INCLUINDO OS GEIS) FRASCO PLASTICO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA GEL 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO Rótulo aprovado com correções PERFUMARIA MARCIA LTDA ÁGUA OXIGENADA CREMOSA MÁRCIA 30 VOLUMES / RIO DE JANEIRO/RJ 03/2009 COMERCIAL 36 Meses AGUA OXIGENADA (0 A 40 VOL.) (INCLUIDAS AS CREMOSAS, EXCETO OS PROD, OFICINAIS) PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LO EMULSIONADA 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON INDUSTRIAL LTDA AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 2 LIMESTONE / SAO PAULO/SP 05/200

85 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 3 QUARTZ / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 4 SUNBEAM / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 5 TIGER` S EYE / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 6 TWILIGHT / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 7 BLUE SKY / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 8 PLATINUM / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) SHRINK TIPO DE EMBA NAO PREVISTO NA TABELA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 8 PLATINUM / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 9 TEAL FLUTTER / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) SHRINK TIPO DE EMBA NAO PREVISTO NA TABELA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 9 TEAL FLUTTER / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 20 COPPER ARMOR / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) SHRINK TIPO DE EMBA NAO PREVISTO NA TABELA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 20 COPPER ARMOR / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 2 ICED MOCHA / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) SHRINK TIPO DE EMBA NAO PREVISTO NA TABELA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 2 ICED MOCHA / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU <!ID > AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 2 LIMESTONE / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) SHRINK TIPO DE EMBA NAO PREVISTO NA TABELA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 3 QUARTZ / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) SHRINK TIPO DE EMBA NAO PREVISTO NA TABELA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 4 SUNBEAM / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) SHRINK TIPO DE EMBA NAO PREVISTO NA TABELA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 5 TIGER` S EYE / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) SHRINK TIPO DE EMBA NAO PREVISTO NA TABELA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 6 TWILIGHT / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) SHRINK

86 86 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 7 BLUE SKY / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) SHRINK TIPO DE EMBA NAO PREVISTO NA TABELA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 22 SMOKEY GREY / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) SHRINK 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 22 SMOKEY GREY / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 23 SHELL / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) SHRINK 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON BEYOND COLOR TRIPLE BENEFIT E EYESHADOW SOMBRA 23 SHELL / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) SOMBRA PARA AS PALPEBRAS(COMPACTA OU NAO) 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU BONYPLUS IND E COM DE COSMETICOS LTDA TINTURA BEAUTY COLOR FASHION 5.66 CAST CLA VERM PROFUN / PINHAIS/PR 03/2006 COMERCIAL 36 Meses TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU TINTURA BEAUTY COLOR FASHION 5.20 CAST CLARO VIOLETA INT / PINHAIS/PR 03/2006 COMERCIAL 36 Meses TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU TINTURA BEAUTY COLOR FASHION 7.40 COBRE DOURADO / PINHAIS/PR 03/2006 COMERCIAL 36 Meses TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU TINTURA BEAUTY COLOR FASHION 6.25 MARROM ACHOCOLATADO / PINHAIS/PR 03/2006 COMERCIAL 36 Meses TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU TINTURA BEAUTY COLOR FASHION 9.03 LOURO BEGE MUITO CLARO / PINHAIS/PR 03/2006 COMERCIAL 36 Meses TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU TINTURA BEAUTY COLOR FASHION 7.2 LOURO PLATINADO MEDIO / PINHAIS/PR 03/2006 COMERCIAL 36 Meses TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU TINTURA BEAUTY COLOR FASHION 0.34 LOU CLARISS DOUR ACOB / PINHAIS/PR 03/2006 COMERCIAL 36 Meses TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU TINTURA BEAUTY COLOR FASHION 0.3 LOU CLARISS DOUR PLA / PINHAIS/PR 03/2006 COMERCIAL 36 Meses TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU PROCOSA PRODUTOS DE BELEZA LTDA CASTING SHAMPOO TONALIZANTE / RIO DE JANEIRO/RJ 07/2009 COMERCIAL 36 Meses XAMPU COLORANTE (LIQUIDO, GEL, OU LIQUIDO RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- APOS ABERTURA DE EMBA DE USO UTILIZAR CONF. CONDIÇOES INDICADAS NO ROTULO. AVON INDUSTRIAL LTDA AVON SUN LOCAO AUTOBRONZEADORA / SAO PAULO/SP 07/200 COMERCIAL 4 Ano(s) BRONZEADOR SIMULATORIO(LIQUIDO, GEL, CRE- ME OU PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LO EMULSIONADA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU NOVA RADAR PRODS QUIMICOS E FARMACEUTICOS LTDA AGUA OXIGENADA CREMOSA 30 VOLUMES RADAR / NOVA IGUACU/RJ 0/200 COMERCIAL 36 Meses AGUA OXIGENADA (0 A 40 VOL.) (INCLUIDAS AS CREMOSAS, EXCETO OS PROD, OFICINAIS) PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO VISCOSO 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). PRODUTOS ELSIE CLAIRE LTDA LOCAO HIDRATANTE CEBOLINHA DAVENE / DIADEMA/SP 08/200 COMERCIAL 36 Meses LOCAO PROTETORA INFANTIL PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LO EMULSIONADA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- LOCAO HIDRATANTE CEBOLINHA DAVENE / DIADEMA/SP 08/200 COMERCIAL 36 Meses LOCAO PROTETORA INFANTIL SACHE PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LO EMULSIONADA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- SUNBLOCK FPS 25 PROTETOR SOLAR DAVENE / DIADEMA/SP 08/205 COMERCIAL 36 Meses BLOQUEADOR SOLAR(LIQUIDO, GEL, OU PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LO 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU

87 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN SUNBLOCK FPS 25 PROTETOR SOLAR DAVENE / DIADEMA/SP 08/205 COMERCIAL 36 Meses BLOQUEADOR SOLAR(LIQUIDO, GEL, OU SACHE PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LO 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- LOCAO CREMOSA HIDRATANTE BEBE VIDA DAVENE / DIADEMA/SP 09/200 COMERCIAL 36 Meses LOCAO PROTETORA INFANTIL PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LO EMULSIONADA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- LOCAO CREMOSA HIDRATANTE BEBE VIDA DAVENE / DIADEMA/SP 09/200 COMERCIAL 36 Meses LOCAO PROTETORA INFANTIL SACHE PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LO EMULSIONADA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- YORK S/A INDUSTRIA E COMERCIO LTDA SHAMPOO CONDICIONADOR YORK BABY / SAO PAULO/SP 2/200 COMERCIAL 24 Meses XAMPU CONDICIONADOR INFANTIL PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO VISCOSO 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO OLEO YORK BABY / SAO PAULO/SP 2/200 COMERCIAL 24 Meses OLEOS INFANTIS PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA OLEO 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO ROSSINI HEINE INDUSTRIA E COMERCIO LTDA-ME EMULSÃO REVELADORA STYLE COLOR ÁGUA OXIGENADA CREMOSA 20 VOLUMES / NOVA IGUACU/RJ 0/2009 COMERCIAL 36 Meses AGUA OXIGENADA (0 A 40 VOL.) (INCLUIDAS AS CREMOSAS, EXCETO OS PROD, OFICINAIS) FRASCO DE POLIETILENO 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). EMULSÃO REVELADORA STYLE COLOR ÁGUA OXIGENADA CREMOSA 20 VOLUMES / NOVA IGUACU/RJ 0/ AGUA OXIGENADA (0 A 40 VOL.) (INCLUIDAS AS CREMOSAS, EXCETO OS PROD, OFICINAIS) FRASCO DE POLIETILENO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA 239 Inclusão de Acondicionamento Para Produto Grau de Risco 2 CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). <!ID > C & R IND COM COSMETICOS LTDA BLOQUEADOR SOLAR FPS 40 T / SAO PAULO/SP 03/200 COMERCIAL 24 Meses PROTETOR SOLAR PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LO 287 Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU CASA GRANADO LABORATÓRIOS FARMÁCIAS E DROGA- RIAS S/A ADIDAS WOMAN SPORT DEODORANT ROLL ON ANTIPERS- PIRANT DESODORANTE ROLL ON ANTIPERSPIRANTE AC- TIVE / RIO DE JANEIRO/RJ 03/200 COMERCIAL 36 Meses DESODORANTE ANTITRANSPIRANTE/ANTIPERSPI- RANTE AXILAR (PERFUMADO OU NAO SOB A FORMA DE LIQUIDO, GEL,, SOLIDO OU AE- ROSOL) PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO 287 Registro de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO DU PLESSIS COMERCIAL IMPORTADORA E EXPORTADORA LTDA FLUIDE HYDRATANT BONNE MINE IP / FRANÇA 03/200 COMERCIAL 3 Ano(s) LO PARA O ROSTO COM FOTOPROTETOR BISNAGA PLASTICO LAMINADO FLUIDO 287 Registro de Produto Grau de Risco 2 - Importado RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- ITELY AMÉRICA LATINA INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE COS- MÉTICOS LTDA OXILY ADVANCED FÓRMULA 30 ITELY / GUAIBA/RS 03/200 COMERCIAL 36 Meses AGUA OXIGENADA (0 A 40 VOL.) (INCLUIDAS AS CREMOSAS, EXCETO OS PROD, OFICINAIS) FRASCO PLASTICO PEAD PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO VISCOSO 287 Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- J C S INDÚSTRIA E COMÉRCIO IMPORTAÇÃO E EXPORTA- ÇÃO DE COSMÉTICOS LTDA VIP SHINE COLOR DESCOLORANTE ULTRA RÁPIDO / COTIA/SP 03/ DESCOLORANTE PARA CABELOS(LIQUIDO, GEL, OU POTE DE PLASTICO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA PO SECO 287 Registro de Produto Grau de Risco 2 CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). LIPSON COSMETICOS LTDA DESODORANTE CORPORAL ÓLEO DE BANHO HIDRATANTE YAKULT COSMETICS / DIADEMA/SP 03/200 COMERCIAL 36 Meses OLEO PERFUMADO PARA O CORPO OLEO 287 Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU THE SIMPSONS SHAMPOO COM ALOE VERA E ALGAS / DIADEMA/SP 03/200 COMERCIAL 24 Meses XAMPU INFANTIL PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO VISCOSO 287 Registro de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO PROCOSA PRODUTOS DE BELEZA LTDA RENERGIE MORPHOLIFT YEUX / FRANÇA 03/200 COMERCIAL 36 Meses PARA A AREA DOS OLHOS POTE VIDRO 287 Registro de Produto Grau de Risco 2 - Importado NAO APRESENTA RESTRI DE USO CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). ALLUME COSMETICOS INDUSTRIA E COMERCIO LTDA SUNSHINE PROFESSIONAL ÁGUA OXIGENADA CREMOSA 20 V / SAO PAULO/SP 03/ AGUA OXIGENADA (0 A 40 VOL.) (INCLUIDAS AS CREMOSAS, EXCETO OS PROD, OFICINAIS) PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA EMULSAO 287 Registro de Produto Grau de Risco 2 BAYONNE COSMETICOS LTDA BY RACCO DEPEELING MOUSSE SPRAY DEPILATÓRIO / CURITIBA/PR 03/200 COMERCIAL 36 Meses DEPILATORIO (QUIMICO)(CERA,, LIQUIDO) TUBO DE ALUMINIO SACO PLASTICO LO EMULSIONADA 287 Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). BOTICA COMERCIAL FARMACEUTICA LTDA XTREME DESODORANTE REFRESCANTE PARA OS PÉS / CAMPO LIMPO PAULISTA/SP 03/200 COMERCIAL 24 Meses DESODORANTE PEDICO (PERFUMADO OU NAO SOB A FORMA DE LIQUIDO, GEL, CRE ME, SOLIDO OU AEROSOL) TUBO DE ALUMINIO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO 287 Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- APOS ABERTURA DE EMBA DE USO UTILIZAR CONF. CONDIÇOES INDICADAS NO ROTULO. XTREME DESODORANTE REFRESCANTE PARA OS PÉS / CAMPO LIMPO PAULISTA/SP 03/200 COMERCIAL 24 Meses DESODORANTE PEDICO (PERFUMADO OU NAO SOB A FORMA DE LIQUIDO, GEL, CRE ME, SOLIDO OU AEROSOL) TUBO DE ALUMINIO ESTOJO DE CARTOLINA LIQUIDO 287 Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- APOS ABERTURA DE EMBA DE USO UTILIZAR CONF. CONDIÇOES INDICADAS NO ROTULO. CASA GRANADO LABORATÓRIOS FARMÁCIAS E DROGA- RIAS S/A WILD MUSK COTY DESODORANTE ROLL ON ALMISCA SEL- VA G E M / RIO DE JANEIRO/RJ 03/200

88 88 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 COMERCIAL 3 Ano(s) DESODORANTE ANTITRANSPIRANTE/ANTIPERSPI- RANTE AXILAR (PERFUMADO OU NAO SOB A FORMA DE LIQUIDO, GEL,, SOLIDO OU AE- ROSOL) PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA GEL 287 Registro de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO HYPOFARMA - INSTITUTO DE HYPODERMIA E FARMÁCIA LTDA CELLOIL ÓLEO HIDRATANTE / RIBEIRAO DAS NEVES/MG 03/200 COMERCIAL 24 Meses OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA OLEO 287 Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). LIPSON COSMETICOS LTDA SÉRUM ATIVADOR SOFFIE / DIADEMA/SP 03/200 COMERCIAL 24 Meses LO PARA O CORPO (ALCOOLICOS OU NAO, EMULSIONADOS OU NAO, INCLUINDO OS "LEITES") PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO VISCOSO 287 Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU MASTER LINE DO BRASIL LTDA DESODORANTE ANTITRANSPIRANTE SEDUCCTION FEMINI- NO SKALA / UBERABA/MG 03/200 COMERCIAL 36 Meses DESODORANTE ANTITRANSPIRANTE/ANTIPERSPI- RANTE AXILAR (PERFUMADO OU NAO SOB A FORMA DE LIQUIDO, GEL,, SOLIDO OU AE- ROSOL) CAIXA DE PAPELAO LO EMULSIONADA 287 Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). DUOTRATO INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE COSMÉTICOS LT- DA AFFINÚS PÉS LOÇÃO PÉDICA DUOTRATO / GOIANIA/GO 03/200 PROFISSIONAL 2 Ano(s) LO PARA OS PES (ALCOOLICOS OU NAO, EMULSIONADOS OU NAO, INCLUINDO OS "LEITES") COM VALVULA DOSADORA CAIXA DE CARTOLINA LO EMULSIONADA 287 Registro de Produto Grau de Risco 2 CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). PROCOSA PRODUTOS DE BELEZA LTDA NORMADERM TRATAMENTO HIDRATANTE ANTI IMPERFEI- ÇÕES / RIO DE JANEIRO/RJ 03/200 COMERCIAL 36 Meses PARA O ROSTO (PERFUMADOS OU NAO IN- CLUINDO OS GEIS) COM VALVULA DOSADORA 287 Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). TERRA NOVA IMPORTACAO EXPORTACAO LTDA OLIVE OIL MOIST LIPS N A / ESTADOS UNIDOS 03/200 COMERCIAL 3 Ano(s) OUTROS PRODUTOS NAO PREVISTO - GRAU II BISNAGA PLASTICO LAMINADO 287 Registro de Produto Grau de Risco 2 - Importado RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- LIP PLUMPER / ESTADOS UNIDOS 03/200 COMERCIAL 2 Ano(s) PROTETOR LABIAL SEM FOTOPROTETOR 287 Registro de Produto Grau de Risco 2 - Importado RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CITRUS FACIAL WASH / ESTADOS UNIDOS 03/200 COMERCIAL 3 Ano(s) SABONETE FACIAL E/OU CORPORAL(LIQUI- DO,GEL, OU FRASCO DE VIDRO COM VALVULA DOSADORA LIQUIDO VISCOSO 287 Registro de Produto Grau de Risco 2 - Importado RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- <!ID > AMWAY DO BRASIL LTDA ARTISTRY BRIGHT IDEA ILLUMINATING ESSENCE / ESTADOS UNIDOS 09/200 COMERCIAL 2 Ano(s) CLAREADOR DA PELE (PERFUMADOS OU NAO INCLUINDO OS GEIS) BISNAGA DE PLASTICO 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO GARBIN INDUSTRIA E COMERCIO DE COSMETICOS LTDA GEL PARA MASSAGEM GARBIN / SAO PAULO/SP 07/200 COMERCIAL 24 Meses PARA O CORPO (PERFUMADOS OU NAO IN- CLUINDO OS GEIS) PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA GEL 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU Rótulo aprovado com correções INDUBRASCOM IND BRASILEIRA DE COSMETICOS LTDA COMPLEXO CAPILAR ANTIQUEDA NIELY / NOVA IGUACU/RJ 06/200 COMERCIAL 24 Meses TONICO CAPILAR (ALCOOLICO OU NAO) FLACONETE PLASTICO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- Rótulo aprovado com correções LUVEX QUIMICA IND. E COM LTDA PROTETOR LUVEX SPECIAL / PORTO ALEGRE/RS 07/200 PROFISSIONAL 24 Meses PARA O CORPO (PERFUMADOS OU NAO IN- CLUINDO OS GEIS) POTE DE PLASTICO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). PROTETOR LUVEX SPECIAL / PORTO ALEGRE/RS 07/200 PROFISSIONAL 24 Meses PARA O CORPO (PERFUMADOS OU NAO IN- CLUINDO OS GEIS) BISNAGA DE PLASTICO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). AVON INDUSTRIAL LTDA AVON HYDRATING FOUNDATION BASE HIDRATANTE 02 SOFT BISQUE / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) BASE LIQUIDA FACIAL BISNAGA DE PLASTICO LO EMULSIONADA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON HYDRATING FOUNDATION BASE HIDRATANTE 05 TRUE BEIGE / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) BASE LIQUIDA FACIAL BISNAGA DE PLASTICO LO EMULSIONADA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON HYDRATING FOUNDATION BASE HIDRATANTE 09 WARMEST BEIGE / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) BASE LIQUIDA FACIAL BISNAGA DE PLASTICO LO EMULSIONADA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON HYDRATING FOUNDATION BASE HIDRATANTE 2 TOASTED TAN / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) BASE LIQUIDA FACIAL BISNAGA DE PLASTICO LO EMULSIONADA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON HYDRATING FOUNDATION BASE HIDRATANTE 8 WARM BEIGE / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) BASE LIQUIDA FACIAL BISNAGA DE PLASTICO LO EMULSIONADA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON HYDRATING FOUNDATION BASE HIDRATANTE 02 SOFT BISQUE / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) BASE LIQUIDA FACIAL FLACONETE DE VIDRO CARTELA DE CARTOLINA LO EMULSIONADA

89 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON HYDRATING FOUNDATION BASE HIDRATANTE 05 TRUE BEIGE / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) BASE LIQUIDA FACIAL FLACONETE DE VIDRO CARTELA DE CARTOLINA LO EMULSIONADA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON HYDRATING FOUNDATION BASE HIDRATANTE 09 WARMEST BEIGE / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) BASE LIQUIDA FACIAL FLACONETE DE VIDRO CARTELA DE CARTOLINA LO EMULSIONADA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON HYDRATING FOUNDATION BASE HIDRATANTE 2 TOASTED TAN / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) BASE LIQUIDA FACIAL FLACONETE DE VIDRO CARTELA DE CARTOLINA LO EMULSIONADA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON HYDRATING FOUNDATION BASE HIDRATANTE 8 WARM BEIGE / SAO PAULO/SP 05/200 COMERCIAL 4 Ano(s) BASE LIQUIDA FACIAL FLACONETE DE VIDRO CARTELA DE CARTOLINA LO EMULSIONADA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU AVON SUN LOCAO BLOQUEADORA SOLAR FPS / SAO PAULO/SP 07/200 COMERCIAL 4 Ano(s) BLOQUEADOR SOLAR(LIQUIDO, GEL, OU PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LO EMULSIONADA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU BIOCILIM INDUSTRIA DE COSMETICOS LTDA CONDICIONADOR ANTICASPA CAPICILIN Y / VESPASIANO/MG 06/200 COMERCIAL 36 Meses CONDICIONADOR ANTICASPA(LIQUIDO,GEL,CRE- ME,PO OU PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO VISCOSO 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- COMPANHIA INDUSTRIAL FARMACÊUTICA BELLE NATURE TALCO ANTI SEPTICO / RIO DE JANEIRO/RJ 06/2006 COMERCIAL 60 Meses TALCO ANTI-SEPTICO (PERFUMADO OU NAO) PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA PO DE USO TOPICO 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). GADEA IND COM DE COSMETICOS LTDA ME NEWCARE FACE LOCAO HIDRATANTE / SAO PAULO/SP 0/2007 COMERCIAL 36 Meses LO PARA O ROSTO COM FOTOPROTETOR PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LO EMULSIONADA 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU LABORATORIOS STIEFEL LTDA FISIOGEL LOCAO CREMOSA / GUARULHOS/SP 09/2008 COMERCIAL 24 Meses LO PARA O CORPO (ALCOOLICOS OU NAO, EMULSIONADOS OU NAO, INCLUINDO OS "LEITES") LO EMULSIONADA 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU FISIOGEL LOCAO CREMOSA / GUARULHOS/SP 09/2008 COMERCIAL 24 Meses LO PARA O CORPO (ALCOOLICOS OU NAO, EMULSIONADOS OU NAO, INCLUINDO OS "LEITES") LO EMULSIONADA 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU R S/A RENODERM / JOINVILLE/SC 08/2008 COMERCIAL 24 Meses OLEO AMACIANTE PARA O CORPO OLEO 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- APOS ABERTURA DE EMBA DE USO UTILIZAR CONF. CONDIÇOES INDICADAS NO ROTULO. RENODERM / JOINVILLE/SC 08/2008 COMERCIAL 24 Meses OLEO AMACIANTE PARA O CORPO OLEO 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- APOS ABERTURA DE EMBA DE USO UTILIZAR CONF. CONDIÇOES INDICADAS NO ROTULO. RENODERM / JOINVILLE/SC 08/2008 COMERCIAL 24 Meses OLEO AMACIANTE PARA O CORPO SACO PLASTICO OLEO 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- APOS ABERTURA DE EMBA DE USO UTILIZAR CONF. CONDIÇOES INDICADAS NO ROTULO. RENODERM / JOINVILLE/SC 08/2008 COMERCIAL 24 Meses OLEO AMACIANTE PARA O CORPO SACO PLASTICO OLEO 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- APOS ABERTURA DE EMBA DE USO UTILIZAR CONF. CONDIÇOES INDICADAS NO ROTULO. GREENWOOD INDUSTRIA E COMERCIO LTDA BOZZANO PROTECTION GEL APÓS BARBA PELE SENSÍVEL / SAO ROQUE/SP 05/2009 COMERCIAL 2 Ano(s) GEL PARA APOS BARBEAR(ALCOOLICO OU NAO, LIQUIDO, GEL OU ) PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA GEL 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). <!ID > IGL INDUSTRIAL LTDA REXONA ACTIVRESERVE COMPACT OXYGEN DEO ROLL ON / LOUVEIRA/SP 03/2009 COMERCIAL 2 Ano(s) DESODORANTE ANTITRANSPIRANTE/ANTIPERSPI- RANTE AXILAR (PERFUMADO OU NAO SOB A FORMA DE LIQUIDO, GEL,, SOLIDO OU AE- ROSOL) PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO VISCOSO 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO Produto exclusivo para Exportação REXONA ACTIVRESERVE COMPACT OXYGEN DEO ROLL ON / LOUVEIRA/SP 03/2009 COMERCIAL 2 Ano(s) DESODORANTE ANTITRANSPIRANTE/ANTIPERSPI- RANTE AXILAR (PERFUMADO OU NAO SOB A FORMA DE LIQUIDO, GEL,, SOLIDO OU AE- ROSOL) PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO VISCOSO 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO Produto exclusivo para Exportação DIMENSION 3 EM SHAMPOO CONDICIONADOR ANTICAS- PA CABELOS NORMAIS A SECOS / VINHEDO/SP /2006 COMERCIAL 2 Ano(s) XAMPU ANTICASPA (LIQUIDO, GEL,, PO OU PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO VISCOSO 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU DIMENSION 3 EM SHAMPOO CONDICIONADOR ANTICAS- PA CABELOS NORMAIS A SECOS / VINHEDO/SP /2006 COMERCIAL 2 Ano(s) XAMPU ANTICASPA (LIQUIDO, GEL,, PO OU PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO VISCOSO 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU DIMENSION 3 EM SHAMPOO CONDICIONADOR ANTICAS- PA CABELOS NORMAIS A SECOS / VINHEDO/SP /2006 COMERCIAL 2 Ano(s)

90 90 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de XAMPU ANTICASPA (LIQUIDO, GEL,, PO OU ENVELOPE DE ALUMINIO E POLIETILENO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO VISCOSO 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU DIMENSION 3 EM SHAMPOO CONDICIONADOR ANTICAS- PA CABELOS NORMAIS A SECOS / VINHEDO/SP /2006 COMERCIAL 2 Ano(s) XAMPU ANTICASPA (LIQUIDO, GEL,, PO OU ENVELOPE DE ALUMINIO E POLIETILENO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LIQUIDO VISCOSO 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU NAZCA COSMETICOS INDUSTRIA E COMERCIO LTDA SPHERE ALISANTE FORTE PROFISSIONAL / DIADEMA/SP 05/ ALISANTE PARA CABELOS ( OU GEL) POTE DE PLASTICO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 AVON INDUSTRIAL LTDA AVON SUN LOCAO PROTETORA SOLAR FPS / SAO PAULO/SP 07/200 COMERCIAL 4 Ano(s) PROTETOR SOLAR PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LO EMULSIONADA 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU MAC SPRAY INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE AEROSÓIS LTDA DESODORANTE FEMININO ANTITRANSPIRANTE SECO ES- PORTE ESPETACULAR BY CORPUS SPORT ATENÁ / GUARULHOS/SP 07/2009 COMERCIAL 2 Ano(s) DESODORANTE ANTITRANSPIRANTE/ANTIPERSPI- RANTE AXILAR (PERFUMADO OU NAO SOB A FORMA DE LIQUIDO, GEL,, SOLIDO OU AE- ROSOL) TUBO DE ALUMINIO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA AEROSSOL 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU DESODORANTE FEMININO ANTITRANSPIRANTE SECO ES- PORTE ESPETACULAR BY CORPUS SPORT ATENÁ / GUARULHOS/SP 07/2009 COMERCIAL 2 Ano(s) DESODORANTE ANTITRANSPIRANTE/ANTIPERSPI- RANTE AXILAR (PERFUMADO OU NAO SOB A FORMA DE LIQUIDO, GEL,, SOLIDO OU AE- ROSOL) TUBO DE ALUMINIO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA AEROSSOL 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU DESODORANTE FEMININO ANTITRANSPIRANTE SECO ES- PORTE ESPETACULAR BY CORPUS SPORT ATENÁ / GUARULHOS/SP 07/2009 COMERCIAL 2 Ano(s) DESODORANTE ANTITRANSPIRANTE/ANTIPERSPI- RANTE AXILAR (PERFUMADO OU NAO SOB A FORMA DE LIQUIDO, GEL,, SOLIDO OU AE- ROSOL) TUBO DE ALUMINIO PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA AEROSSOL 290 Mudança de Nome de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CUIDADOS ESPECIAIS DE CONSERVA INDICADOS NA ROTU PROCOSA PRODUTOS DE BELEZA LTDA BODY EXPERTISE PERFECT SLIM NOITE / RIO DE JANEIRO/RJ 07/2009 COMERCIAL 36 Meses PARA CELULITE / ESTRIAS (PERFUMADO OU NAO INCLUINDO OS GEIS) BISNAGA DE PLASTICO GEL 230 Modificação de Fórmula de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). BODY EXPERTISE PERFECT SLIM NOITE / RIO DE JANEIRO/RJ 07/2009 COMERCIAL 36 Meses PARA CELULITE / ESTRIAS (PERFUMADO OU NAO INCLUINDO OS GEIS) BISNAGA DE PLASTICO GEL 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). L'OREAL MAJIREL HT / RIO DE JANEIRO/RJ 0/ TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). L'OREAL MAJIREL HT / RIO DE JANEIRO/RJ 0/ TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). L'OREAL MAJIREL HT / RIO DE JANEIRO/RJ 0/ TINTURA PERMANENTE(LIQUIDO, GEL, OU CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). ANNE MARIE EXPORTAÇÃO INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE COSMÉTICOS LTDA COM ACIDO GLICOLICO LA VERTUAN / CURITIBA/PR 05/200 COMERCIAL 2 Ano(s) PARA O ROSTO (PERFUMADOS OU NAO IN- CLUINDO OS GEIS) SACO PLASTICO 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). Rótulo aprovado com correções INDÚSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA SCHERING- PLOUGH S/A EPISOL UVA LOCAO FPS / RIO DE JANEIRO/RJ 02/200 COMERCIAL 36 Meses BLOQUEADOR SOLAR(LIQUIDO, GEL, OU PRODUTO SOMENTE CONTEM EMBA PRIMARIA LO 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). EPISOL UVA LOCAO FPS / RIO DE JANEIRO/RJ 02/200 COMERCIAL 36 Meses BLOQUEADOR SOLAR(LIQUIDO, GEL, OU BISNAGA DE PLASTICO LO 238 Revalidação de Registro de Produto Grau de Risco 2 NAO APRESENTA RESTRI DE USO CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C). NEUTROLAB BRASIL INDUSTRIA E COMERCIO LTDA BEAUTÉ FARD A LEVRES ROUGE PUR YVES SAINT LAU- RENT Nº / FRANÇA 02/200 COMERCIAL 3 Ano(s) BATOM (LIQUIDO, OU TUBO PLASTICO B A S TA O 23 Inclusão de Tonalidade de Produto Grau de Risco 2 - Produto Importado RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- BEAUTÉ FARD A LEVRES ROUGE PUR YVES SAINT LAU- RENT Nº / FRANÇA 02/200 COMERCIAL 3 Ano(s) BATOM (LIQUIDO, OU TUBO PLASTICO B A S TA O 23 Inclusão de Tonalidade de Produto Grau de Risco 2 - Produto Importado RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- BEAUTÉ FARD A LEVRES ROUGE PUR YVES SAINT LAU- RENT Nº / FRANÇA 02/200 COMERCIAL 3 Ano(s) BATOM (LIQUIDO, OU TUBO PLASTICO B A S TA O 23 Inclusão de Tonalidade de Produto Grau de Risco 2 - Produto Importado RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- ROSSINI HEINE INDUSTRIA E COMERCIO LTDA-ME EMULSÃO REVELADORA STYLE COLOR ÁGUA OXIGENADA CREMOSA 20 VOLUMES / NOVA IGUACU/RJ 0/2009 COMERCIAL 36 Meses AGUA OXIGENADA (0 A 40 VOL.) (INCLUIDAS AS CREMOSAS, EXCETO OS PROD, OFICINAIS) FRASCO DE POLIETILENO 289 Alteração dos Dizeres de Rotulagem de Produto Grau de Risco 2 RESTRI DE USO CONFORME MENCIONADO NA ROTU- CONSERVAR EM LUGAR FRESCO (TEMPERATURA NAO SU- PERIOR A 40 C).

91 <!ID > RESOLUÇÃO-RE <!ID > RESOLUÇÃO-RE <!ID > RESOLUÇÃO-RE <!ID > CONSULTA <!ID > CONSULTA <!ID > CONSULTA <!ID > CONSULTA <!ID > CONSULTA Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN Nº 625, DE DE MARÇO DE 2005 O Diretor da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria n.º 29, de de fevereiro de 2005, considerando o art. 7º, inciso X da Lei n , de 26 de janeiro de 999; considerando o 3º do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria n.º 593, de 25 de agosto de 2000, republicada em 22 de dezembro de 2000; considerando ainda o parecer da área técnica e que a empresa foi inspecionada cumprindo os requisitos de Boas Práticas de Fabricação - área farmacêutica, pela Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo, resolve: Art. º Conceder à Empresa, na forma de ANEXO, a Certificação de Boas Práticas de Fabricação. Art. 2º A presente Certificação terá validade de (um) ano a partir da sua publicação. Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA ANEXO EMPRESA: Cardinal Health Brasil 402 Ltda. CNPJ: / ENDEREÇO: Av. Jerome Case N.º 277 BAIRRO: Zona Industrial CEP: MUNICÍPIO: Sorocaba Autorização de Funcionamento n.º: Certificado de Boas Práticas de Produção de Insumos: Insumos: Cápsulas. UF: SP Nº 626, DE DE MARÇO DE 2005 O Diretor da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria n.º 29, de de fevereiro de 2005, considerando o art. 7º, inciso X da Lei n , de 26 de janeiro de 999; considerando o 3º do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria n.º 593, de 25 de agosto de 2000, republicada em 22 de dezembro de 2000; considerando ainda o parecer da área técnica e que a empresa foi inspecionada cumprindo os requisitos de Boas Práticas de Fabricação - área farmacêutica, pela Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo, resolve: Art. º Conceder à Empresa, na forma de ANEXO, a renovação de Certificação de Boas Práticas de Fabricação. Art. 2º A presente renovação de Certificação terá validade de (um) ano a partir da sua publicação. Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA ANEXO EMPRESA: Sigma Pharma Ltda. CNPJ: /000-3 ENDEREÇO: Rodovia SP 0 Km 08 N.º: -- BAIRRO: Parque Odimar CEP: MUNICÍPIO: Hortolândia Autorização de Funcionamento n.º: UF: SP Certificado de Boas Práticas para a Linha de Produção / Formas Farmacêuticas: Sólidos: Pós (Saccharomyces boulardi) e cápsulas (Saccharomyces boulardi). Nº 627, DE DE MARÇO DE 2005 O Diretor da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria n.º 29, de de fevereiro de 2005, considerando o art. 7º, inciso X da Lei n , de 26 de janeiro de 999; considerando o 3º do art. do Regimento Interno aprovado pela Portaria n.º 593, de 25 de agosto de 2000, republicada em 22 de dezembro de 2000; considerando ainda o parecer da área técnica e que a empresa foi inspecionada cumprindo os requisitos de Boas Práticas de Fabricação - área farmacêutica, pela Vigilância Sanitária do Estado de Goiás, resolve: Art. º Conceder à Empresa, na forma de ANEXO, a Certificação de Boas Práticas de Fabricação. Art. 2º A presente Certificação terá validade de (um) ano a partir da sua publicação. Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA ANEXO EMPRESA: Vitapan Indústria Farmacêutica Ltda. CNPJ: /000-3 ENDEREÇO: Rua VPR 0, quadra 02-A Módulo 0 N.º BAIRRO: DAIA CEP: MUNICÍPIO: Anápolis Autorização de Funcionamento n.º: UF: GO Certificado de Boas Práticas para as Linhas de Produção / Formas Farmacêuticas: Sólidos: Comprimidos, comprimidos revestidos, cápsulas e drágeas. Semi-sólidos: Cremes, géis, pomadas e ungüentos. Líquidos: Soluções, suspensões, elixires e xaropes. Incluindo, ainda: Antibióticos não cefalosporínicos e não penicilpinicos: Comprimidos, comprimidos revestidos, cápsulas, drágeas, cremes, géis, pomadas, ungüentos, soluções, suspensões, elixires, xaropes PÚBLICA Nº 8, DE 0 DE MARÇO DE 2005 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das atribuições que lhe confere o art., inciso IV, do Regulamento da ANVISA aprovado pelo Decreto nº 3.029, de 6 de abril de 999, c/c o art., inciso I, alínea e do Regimento Interno aprovado pela Portaria nº 593, de 25 de agosto de 2000, publicada no DOU de 22 de dezembro de 2000, em reunião realizada em 7 de março de 2005, adota a seguinte Consulta Pública e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação: Art. o Fica aberto, a contar da data de publicação desta Consulta Pública, o prazo de 60 (sessenta) dias para que sejam apresentadas críticas e sugestões relativas à proposta de Resolução de Diretoria Colegiada, em anexo, que aprova Regulamento Técnico contendo requisitos de controle sanitário para procedimentos de radioterapia. Art. 2º Informar que a proposta de que trata o artigo anterior estará disponível, na íntegra, durante o período de consulta no sítio e que as sugestões deverão ser feitas por meio deste ou encaminhadas por escrito para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, SEPN 55, Bloco B Ed. Omega, 3º andar, sala 5, Asa Norte, Brasília, DF, CEP , ou [email protected] ou FAX.: (06) Art. 3º Findo o prazo estipulado no Art. º a Agência Nacional de Vigilância Sanitária articular-se-á com os órgãos e entidades envolvidos e aqueles que tenham manifestado interesse na matéria, para que indiquem representantes nas discussões posteriores, visando a consolidação do texto final. CLÁUDIO MAIEROVITCH PESSANHA HENRIQUES PÚBLICA Nº 9, DE DE MARÇO DE 2005 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das atribuições que lhe confere o art., inciso IV, do Regulamento da ANVISA aprovado pelo Decreto nº 3.029, de 6 de abril de 999, c/c o art., inciso I, alínea e do Regimento Interno aprovado pela Portaria nº 593, de 25 de agosto de 2000, publicada no DOU de 22 de dezembro de 2000, em reunião realizada em 7 de março de 2005, adota a seguinte Consulta Pública e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação: Art. º Fica aberto, a contar da data de publicação desta Consulta Pública, o prazo de 30 (trinta) dias para que sejam apresentadas críticas e sugestões relativas à proposta de Regulamento Técnico, para o ingrediente ativo CARBENDAZIM, contido na Relação de Monografias dos Ingredientes Ativos de agrotóxicos e preservantes de Madeira. Art. 2º Informar que a proposta Regulamento Técnico estará disponível, na íntegra, durante o período de consulta no endereço eletrônico e que as sugestões deverão ser encaminhadas por escrito para o seguinte endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária, SEPN 5, Bloco A Ed. Bittar II, Asa Norte, Brasília, DF, CEP ou Fax: (06) ou E- mail: [email protected]. Art. 3º Findo o prazo estipulado no art. º a Agência Nacional de Vigilância Sanitária articular-se-á com os Órgãos e Entidades envolvidos e aqueles que tenham manifestado interesse na matéria, para que indiquem representantes nas discussões posteriores, visando a consolidação do texto final. CLAUDIO MAIEROVITCH PESSANHA HENRIQUES PÚBLICA Nº 0, DE DE MARÇO DE 2005 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das atribuições que lhe confere o art., inciso IV, do Regulamento da ANVISA aprovado pelo Decreto nº 3.029, de 6 de abril de 999, c/c o art., inciso I, alínea e do Regimento Interno aprovado pela Portaria nº 593, de 25 de agosto de 2000, publicada no DOU de 22 de dezembro de 2000, em reunião realizada em 7 de março de 2005, adota a seguinte Consulta Pública e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação: Art. º Fica aberto, a contar da data de publicação desta Consulta Pública, o prazo de 30 (trinta) dias para que sejam apresentadas críticas e sugestões relativas à proposta de Regulamento Técnico, para o ingrediente ativo TIOFANATO-METÍLICO, contido na Relação de Monografias dos Ingredientes Ativos de agrotóxicos e preservantes de Madeira. Art. 2º Informar que a proposta Regulamento Técnico estará disponível, na íntegra, durante o período de consulta no endereço eletrônico e que as sugestões deverão ser encaminhadas por escrito para o seguinte endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária, SEPN 5, Bloco A Ed. Bittar II, Asa Norte, Brasília, DF, CEP ou Fax: (06) ou E- mail: [email protected]. Art. 3º Findo o prazo estipulado no art. º a Agência Nacional de Vigilância Sanitária articular-se-á com os Órgãos e Entidades envolvidos e aqueles que tenham manifestado interesse na matéria, para que indiquem representantes nas discussões posteriores, visando à consolidação do texto final. CLAUDIO MAIEROVITCH PESSANHA HENRIQUES PÚBLICA Nº, DE DE MARÇO DE 2005 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das atribuições que lhe confere o art., inciso IV, do Regulamento da ANVISA aprovado pelo Decreto nº 3.029, de 6 de abril de 999, c/c o art., inciso I, alínea e do Regimento Interno aprovado pela Portaria nº 593, de 25 de agosto de 2000, publicada no DOU de 22 de dezembro de 2000, em reunião realizada em 7 de março de 2005, adota a seguinte Consulta Pública e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação: Art. º Fica aberto, a contar da data de publicação desta Consulta Pública, o prazo de 40 (quarenta) dias para que sejam apresentadas críticas e sugestões relativas à proposta de Regulamento Técnico, para o ingrediente ativo F43 - FIPRONIL, contido na Relação de Monografias dos Ingredientes Ativos de Agrotóxicos e Preservantes de Madeira. Art. 2º Informar que a proposta de Regulamento Técnico estará disponível, na íntegra, durante o período de consulta no endereço eletrônico e que as sugestões deverão ser encaminhadas por escrito para o seguinte endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária, SEPN 5, Bloco A Ed. Bittar II, Asa Norte, Brasília, DF, CEP ou Fax: (06) ou E- mail: [email protected]. Art. 3º Findo o prazo estipulado no art. º a Agência Nacional de Vigilância Sanitária articular-se-á com os Órgãos e Entidades envolvidos e aqueles que tenham manifestado interesse na matéria, para que indiquem representantes nas discussões posteriores, visando a consolidação do texto final. CLAUDIO MAIROVITCH PESSANHA HENRIQUES PÚBLICA Nº 2, DE DE MARÇO DE 2005 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das atribuições que lhe confere o art., inciso IV, do Regulamento da ANVISA aprovado pelo Decreto nº 3.029, de 6 de abril de 999, c/c o art., inciso I, alínea e do Regimento Interno aprovado pela Portaria nº 593, de 25 de agosto de 2000, publicada no DOU de 22 de dezembro de 2000, em reunião realizada em 7 de março de 2005, adota a seguinte Consulta Pública e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação: Art. º Fica aberto, a contar da data de publicação desta Consulta Pública, o prazo de 40 (quarenta) dias para que sejam apresentadas críticas e sugestões relativas à proposta de Regulamento Técnico, para o ingrediente ativo T34 - TRIFLUMUROM, contido na Relação de Monografias dos Ingredientes Ativos de Agrotóxicos e Preservantes de Madeira. Art. 2º Informar que a proposta Regulamento Técnico estará disponível, na íntegra, durante o período de consulta no endereço eletrônico e que as sugestões deverão ser encaminhadas por escrito para o seguinte endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária, SEPN 5, Bloco A Ed. Bittar II, Asa Norte, Brasília, DF, CEP ou Fax: (06) ou E- mail: [email protected]. Art. 3º Findo o prazo estipulado no art. º a Agência Nacional de Vigilância Sanitária articular-se-á com os Órgãos e Entidades envolvidos e aqueles que tenham manifestado interesse na matéria, para que indiquem representantes nas discussões posteriores, visando a consolidação do texto final. CLAUDIO MAIROVITCH PESSANHA HENRIQUES

92 <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA 92 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE Nº 37, DE 0 DE MARÇO DE 2005 O Secretário de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições, Considerando a Portaria GM/MS nº 382, de 0 de Março de 2005, que institui o Programa Nacional de Avaliação de Serviços de Saúde - PNASS que se constitui de um instrumento para avaliar qualitativamente as ações e os serviços de saúde, assim como a satisfação dos usuários do sistema. Considerando a Portaria SAS/MS nº 5, de 29 de dezembro de 2000 que institui o Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde -CNES, em âmbito nacional, estabelecendo a responsabilidade pela coordenação do processo de cadastramento aos gestores estaduais, do Distrito Federal e de municípios em gestão plena, bem como a de sua constante atualização, e Considerando a necessidade de incentivar e efetivar a cooperação técnica e financeira, aos gestores do SUS, nesses processos, resolve: Art. º - Excluir da tabela de procedimentos do Sistema de Informação Ambulatorial - SIA/SUS o procedimento de código Vistoria em estabelecimento de saúde e aplicação do questionário do PNASH em unidade de saúde com internação. Art. 2º - Incluir, na tabela do SIA/SUS, o procedimento a seguir descrito, destinado à participação do Ministério da Saúde no financiamento do Programa Nacional de Avaliação dos Serviços de Saúde - PNASS: Código Descrição Aplicação do Programa Nacional de Avaliação dos Serviços de Saúde - PNASS. Consiste na vistoria do estabelecimento de saúde integrante do SUS para avaliação de sua estrutura, processos, resultados e satisfação dos usuários, visando garantir a eficácia e a efetividade dos serviços de saúde, bem como integrar a avaliação do CNES nos estabelecimentos de saúde considerados prioritários. Modalidade Ambulatorial Nível de hierarquia Serviço/Classificação 000/000 Atividade Profissional 00 Tipo de prestador 30, 40, 50. Complexidade Não especificada/ações administrativas Tipo de Financiamento FA E C / E s t r a t é g i c o Valor do procedimento R$ 40,00 Art. 3º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação. JORGE SOLLA Nº 38, DE DE MARÇO DE 2005 O Secretário de Atenção à Saúde - Substituto, no uso de suas atribuições, Considerando o estabelecido nas Portarias GM/MS nºs e 3.482, publicadas no DO nº 60, de e DO nº 62, de respectivamente, Considerando a Portaria Conjunta SE/SAS nº 42, de 30 de setembro de 999, que estabelece no seu artigo 2º, 3º, que o valor relativo ao impacto de habilitação de serviços relativos ao Sistema Estadual de Referência Hospitalar para o Atendimento à Gestante de Alto Risco passa a compor o teto livre do Estado, que será responsável pelo custeio total desta unidade, e Considerando o projeto específico encaminhado pela Secretaria Estadual de Saúde, aprovado pela Comissão Intergestores Bipartite, resolve: Art. º - Habilitar a unidade hospitalar abaixo como integrante do Sistema Estadual de Referência Hospitalar para Atendimento à Gestante de Alto Risco, no que dispõe as Portarias GM/MS nºs 3.477/98 e 3.482/98: ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL CGC NÍVEL DE REFERÊNCIA UNIDADE HOSPITALAR / SECUNDÁRIO Associação Beneficente Douradense - Hospital Evangélico Dr. e Srª Goldsby King - Dourados/MS Parágrafo Único - A unidade será submetida à avaliação, por técnicos da Secretaria de Atenção à Saúde/MS, e, no caso de descumprimento dos requisitos estabelecidos nas Portarias citadas, poderá ter suspenso os efeitos de sua habilitação. Art. 2º - Estabelecer que o custeio da habilitação de que trata o artigo desta Portaria deverá onerar o teto financeiro do estado e/ou município de acordo com o vínculo da unidade e modalidade da gestão. Art. 3º - Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação, com efeitos financeiros a partir de 0 de março de WASHINGTON LUÍS SILVA COUTO Nº 39, DE DE MARÇO DE 2005 O Secretário de Atenção à Saúde - Substituto, no uso de suas atribuições, Considerando o estabelecido nas Portarias GM/MS nºs e 3.482, publicadas no D.O. nº 60, de e D.O. nº 62, de , respectivamente, Considerando a Portaria Conjunta SE/SAS nº 42, de 30 de setembro de 999, que estabelece no seu artigo 2º, 3º, que o valor relativo ao impacto de habilitação de serviços relativos ao Sistema Estadual e Referência Hospitalar para o Atendimento à Gestante de Alto Risco passa a compor o teto livre do Estado, que será responsável pelo custeio total desta unidade, e Considerando o projeto específico encaminhado pela Secretaria Estadual de Saúde, aprovado pela Comissão Intergestores Bipartite, resolve: Art. º - Habilitar as unidades hospitalares abaixo como integrantes do Sistema Estadual de Referência Hospitalar para Atendimento à Gestante de Alto Risco, no que dispõe as Portarias GM/MS nºs 3.477/998 e 3.482/998: ESTADO DE MINAS GERAIS CGC NÍVEL DE REFERÊNCIA UNIDADE HOSPITALAR 66922/000-8 TERCIÁRIO Hospital Municipal Odilon Behrens - Belo Horizonte/MG / TERCIÁRIO Hospital das Clínicas Samuel Libânio - Pouso Alegre/MG Parágrafo Único - As unidades serão submetidas à avaliação, por técnicos da Secretaria de Atenção à Saúde/MS, e, no caso de descumprimento dos requisitos estabelecidos nas Portarias citadas, poderão ter suspensos os efeitos de sua habilitação. Art. 2º - Estabelecer que o custeio das habilitações de que trata o artigo º desta Portaria deverá onerar o teto financeiro do estado e/ou município de acordo com o vínculo da unidade e modalidade da gestão. Art. 3º - Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação, com efeitos financeiros a partir de 0 de março de WASHINGTON LUÍS SILVA COUTO Nº 40, DE DE MARÇO DE 2005 O Secretário de Atenção à Saúde - Substituto, no uso de suas atribuições, Considerando as Portarias GM/MS/Nº 3535, de 02 de setembro de 998, GM/MS/Nº 255 e SAS/MS/Nº 3, ambas de 3 de março de 999; Considerando a Deliberação nº 072/04 da Comissão de Intergestores Bipartite do Estado de Santa Catarina, e Considerando a avaliação técnica da Coordenação-Geral de Alta Complexidade Ambulatorial/DAE/SAS, resolve: Art. º - Alterar o credenciamento da Unidade Hospitalar abaixo nos procedimentos de Alta Complexidade em Oncologia para: CACON I com Radioterapia CNPJ CNES Unidade Hospitalar/Município/UF / Sociedade Literária e Caritativa Santo Agostinho (Hospital São José) Criciúma/SC Art. 2º - Estabelecer que o custeio dos procedimentos de que trata o Artigo º desta Portaria deverá onerar o teto financeiro do estado e/ou município de acordo com o vínculo da unidade e modalidade da gestão. Art.3º - Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação. WASHINGTON LUÍS SILVA COUTO

93 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN Ministério das Comunicações GABINETE DO MINISTRO <!ID > DESPACHOS DO MINISTRO Em 6 de dezembro de 2004 Tendo em vista as Atas de reunião de 06 de setembro de 2004, e o Aviso de 4 de setembro de 2004, publicado no D.O.U. do dia 6 de setembro de 2004, Seção 3, da Comissão Especial de Licitação, constituída pela Portaria nº 8, de 29 de dezembro de 997, e suas alterações, homologo as adjudicações propostas, de acordo com o Anexo Único, nos termos da legislação vigente e das normas estabelecidas no respectivo Edital. ANEXO ÚNICO Nº DA CONCORRÊNCIA SSR/MC UF Localidade S E RV I Ç O PROPONENTE VEN- CEDORA 00/200 AC ACRELÂNDIA FM RÁDIO E TV MAÍRA LT D A. 00/200 AC E P I TA C I O L Â N D I A FM ECOACRE - RÁDIO JORNAL E TELEVI- SÃO LTDA. 00/200 AC FEIJÓ FM RÁDIO E TV MAÍRA LT D A. 00/200 AC MANOEL URBANO FM RÁDIO E TV MAÍRA LT D A. 00/200 AC MARECHAL THAUMA- FM EMPRESA CRUZEI- TURGO RENSE DE TELECO- MUNICAÇÕES LTDA. 00/200 AC PLÁCIDO DE CASTRO FM ECOACRE - RÁDIO JORNAL E TELEVI- SÃO LTDA. 00/200 AC PORTO ACRE FM RÁDIO E TV MAÍRA LT D A. 00/200 AC PORTO WALTER FM ECOACRE - RÁDIO JORNAL E TELEVI- SÃO LTDA. 00/200 AC SENADOR GUIOMARD FM ECOACRE - RÁDIO JORNAL E TELEVI- SÃO LTDA. Nº PROCESSO / / / / / / / / /0 <!ID > Em 0 de março de 2005 Tendo em vista a Ata de reunião de 02 de dezembro de 2004, e o Aviso de 06 de dezembro de 2004, publicado no D.O.U. do dia 07 de dezembro de 2004, Seção 3, da Comissão Especial de Licitação, constituída pela Portaria nº 8, de 29 de dezembro de 997, e suas alterações, homologo a adjudicação proposta, de acordo com o Anexo Único, nos termos da legislação vigente e das normas estabelecidas no respectivo Edital. EUNÍCIO OLIVEIRA ANEXO ÚNICO Nº DA CONCORRÊNCIA SSR/MC UF Localidade S E RV I Ç O PROPONENTE VENCE- DORA 024/200 RJ SÃO GONÇALO FM SISTEMA RADIODIFU- SÃO DE SERTÃOZINHO LT D A. AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES SUPERINTENDÊNCIA EXECUTIVA Nº PROCESSO /0 ANEXO II. Alteração de características técnicas de canais do Plano Básico de Distribuição de Canais de Retransmissão de Televisão em VHF e UHF - PBRTV: SITUAÇÃO ATUAL UF Localidade Canal Latitude Longitude ERP (kw) AM Boca do Acre 3 08S W2352,000 Limitação Azimute ERP (kw) Observação AM Pedra Branca do Amapari 9 00N4500 5W5700 0,400 00N4500 5W5700 AM To n a n t i n s 7 02S557 67W4756 3,60 AP Itaubal 3 00N W4800 0,300 AP Macapá 52-E 00N0220 5W ,000 AP Oiapoque 2 03N5035 5W5006,000 AP Ta r t a r u g a l z i n h o 2+ 0N S5500 0,500 0N S5500 GO Goianésia 52-5 S 6 49W0530 5,500 5S6 49W0530 GO São Miguel Araguaia 3S630 50W0946 0,500 MA Carutapera 7 0 S W 0 2 0,00 0S42 46W02 PA Belém 9 0S W ,000 PA Bragança 30E 0S W4624,000 Colinear com o canal 22+ PA Bragança 22+ 0S W4624,000 PA Capanema 8 0S W 00 0,000 PA Itaituba 28 04S700 55W5900,000 PA São Caetano de Odivelas 4 00S W 02 0,000 PA Vi g i a 23 00S500 48W0900 0,000 PA Vi s e u 0S224 46W0906 0, ,00 NULO 0S224 46W0906 PE Vitória de Santo Antão 58E 08S W79,600 08S W729 PI Te r e s i n a 45 05S052 42W ,000 PR Paranavaí 46-23S W2830 0, A 20 0,500 PR São Miguel Iguaçu S W46 0,00 RR Boa Vista 47 02N W404 60,000 SP Cardoso 29 20S W545 0,300 SP Diadema 26-23S W ,000 23S W4040 SP Leme S W2405,500 4 A 42 0,500 22S W2405 SP Leme 46-22S W2405,500 90,000 SP Paraguaçu Paulista 47 22S250 50W3506 0,00 TO Araguaína 32 07S054 48W349 0,400 NOVA SITUAÇÃO UF Localidade Canal Latitude Longitude ERP (kw) 20 0, , , ,000 Limitação Azimute ERP (kw) Colinear com o canal 46- Observação <!ID >ATO Nº , DE 0 DE MARÇO DE 2005 O SUPERINTENDENTE EXECUTIVO DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICA- ÇÕES - ANATEL, no uso de suas competências, consoante o disposto nos incisos do art. 89, do Regimento Interno da Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL, aprovado pela Resolução n.º 270, de 9 de julho de 200, e CONSIDERANDO o disposto nos incisos I a VI do art. 24 da Lei nº 9.472, de 6 de julho de Lei Geral de Telecomunicações, CONSIDERANDO o resultado da Consulta Pública n.º 59, de 28 de janeiro de 2005, publicada no Diário Oficial da União do dia 3 subseqüente, resolve: Art. º Proceder, nos Planos Básicos de Distribuição de Canais de Televisão em VHF e UHF - PBTV e de Retransmissão de Televisão em VHF e UHF - PBRTV, as alterações indicadas nos Anexos I e II deste Ato. Art. 2º Fixar o prazo de 90 (noventa) dias, contado da data de publicação do presente Ato, para que as entidades cujas características técnicas estão sendo alteradas apresentem, ao Ministério das Comunicações, a documentação necessária conforme legislação vigente, incluindo o formulário padronizado contendo suas novas características técnicas de operação para emissão do respectivo ato de autorização. Art. 3º O prazo para alteração de freqüência e para adaptação à classe, será definido pelo Ministério das Comunicações no ato de autorização das novas características das emissoras. Art. 4º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação. P B T V: RUBENS DONATI JORGE ANEXO I Inclusão de canal no Plano Básico de Distribuição de Canais de Televisão em VHF e UHF - UF Localidade Canal Latitude Longitude ERP (kw) Limitação Azimute ERP (kw) Observação DF Brasília (Brazlândia) 2+ 5S400 48W200 0,00 35 A 85 NULO 5S400 48W200 AM Boca do Acre 3 08S W2352 0,006 AM Pedra Branca do Amapari 9 00N4644 5W572 0,026 AM To n a n t i n s 7 02S557 67W4756 0, 0 AP Itaubal 3 00N W4800 0,04 AP Macapá 52-E 00N0220 5W0359 3,220 AP Oiapoque 2 03N5035 5W5006 0,009 AP Ta r t a r u g a l z i n h o 2+ 0N S5500 0,009 GO Goianésia 52-5 S 6 49W0530 2,520 5S6 49W0530 GO São Miguel Araguaia 3S630 50W0946 0,080 MA Carutapera 7 0S W 0 5 0,00 0S209 46W05 PA Belém 9 0S W ,500 PA Bragança 30E 0S W4624 0,370 Co-localizado com o canal 22+ PA Bragança 22+ 0S W4624,000 Co-localizado com o canal 30E PA Capanema 8 0S W 00 0,300 PA Itaituba 28 04S700 55W5900 0,405 PA São Caetano de Odivelas 4 00S W 08 0,065 PA Vi g i a 23 00S500 48W0900 0,200 PA Vi s e u 0S224 46W0906 0, ,00 NULO 0S224 46W0906 PE Vitória de Santo Antão 58E 08S W704,600 08S W705 PI Te r e s i n a 45 05S W4748,700 PR Paranavaí 46-23S W2830 0, A 20 0,500 23S W2830 PR São Miguel Iguaçu S W46 0,06 RR Boa Vista 47 02N W404 0,650 SP Cardoso 29 20S W5433 0,80 SP Diadema 26-23S W ,000 23S W3949 SP Leme S W2405 0,850 4 A 42 0,500 22S W2405 Co-localizado com o canal 46-

94 <!ID > ATO 94 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 SP Leme 46-22S W2405,500 90,000 22S ,500 47W ,500 Co-localizado 255 0,200 com o canal ,000 SP Paraguaçu Paulista 47 22S W3506 0,056 TO Araguaína 32 07S054 48W349 0, Exclusão de canal do PBRTV: UF Localidade Canal Latitude Longitude ERP (kw) Limitação Azimute ERP (kw) Observação DF Brasília (Brazlândia) 2+ 5S400 48W200 0,00 35 A 85 NULO 5S400 48W200 SUPERINTENDÊNCIA DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO <!ID >ATO N o , DE o - DE MARÇO DE 2005 Processo nº / ZTE DO BRASIL IN- DÚSTRIA, COMÉRCIO, SERVIÇOS E PARTICIPAÇÕES LTDA. autoriza a realizar operação temporária de equipamentos de radiocomunicação durante a Telexpo 2005, na cidade de São Paulo - SP, no período de 2 a 4 de março de HIROSHI WATANABE Superintendente Substituto N o , DE 0 DE MARÇO DE 2005 Processo nº / EMBAIXADA DO PA- RAGUAI autoriza a realizar operação temporária de equipamentos de operação temporária de equipamentos de radiocomunicação, na cidade de Rio Branco - AC, no dia de março de EDILSON RIBEIRO DOS SANTOS Superintendente GERÊNCIA-GERAL DE FISCALIZAÇÃO <!ID > DESPACHOS DO GERENTE-GERAL Em 29 de dezembro de 2005 Processo nº /2004, determina o arquivamento do presente processo, instaurado contra RADIO MANIA 0.3 MHz, executante irregular do Serviço de Radiodifusão Sonora em FM, na cidade de Sobradinho, Distrito Federal. Processo nº /2004, determina o arquivamento do presente processo, instaurado contra MARCOS ALVES DOS SANTOS, executante irregular do Serviço de Radiodifusão Sonora em FM, na cidade de São Sebastião, Distrito Federal. Processo nº /2004, determina o arquivamento do presente processo, instaurado contra FABRÍCIA DE MORAIS RAMOS, executante irregular do Serviço de Radiodifusão Sonora em FM, na cidade do Gama, Distrito Federal. JOSÉ JOAQUIM DE OLIVEIRA Substituto ESCRITÓRIO REGIONAL EM GOIÂNIA <!ID >ATO Nº , DE DE MARÇO DE 2005 Processo nº /04. REDE BRASILEIRA DE RÁDIO E TELEVISÃO LTDA - FM - Piracanjuba/GO - Canal 238. Autoriza o Uso de Radiofreqüência. WELSOM D'NIZ MACÊDO E SILVA Gerente <!ID >ATO Nº , DE DE MARÇO DE 2005 Processo nº FUNDAÇÃO RÁDIO EDU- CATIVA DE IPORA - FUNREI - FM - Iporá (Iporá)/GO. Outorga autorização de Uso de Radiofreqüência para o Serviço Auxiliar de Radiodifusão de Ligação para Transmissão de Programas. WELSOM D` NIZ MACÊDO E SILVA Gerente ESCRITÓRIO REGIONAL NO RIO DE JANEIRO <!ID >ATO Nº , DE DE MARÇO DE 2005 Processo nº /04. SM COMUNICAÇÕES LT- DA - FM - Anchieta/ES - Canal 250. Autoriza o Uso de Radiofreqüência. WERNER STEINERT JUNIOR Gerente SUPERINTENDÊNCIA DE SERVIÇOS PRIVADOS <!ID >ATO N , DE 3 DE MARÇO DE 2005 Processo n /2002. Expede autorização à J.M. COUTINHO & COUTINHO LTDA - ME para executar o Serviço Limitado Privado, submodalidade Serviço de Radiotáxi Privado, de interesse restrito, por prazo indeterminado, sem caráter de exclusividade, e tendo como área de prestação do serviço a Região Metropolitana de Maringá, no estado do Paraná. Outorga autorização de uso da radiofreqüência 59,50 MHz à autorizada, associada à autorização para a exploração do Serviço Limitado Privado, submodalidade Serviço de Radiotáxi Privado, sem exclusividade, por dez anos, em caráter precário, prorrogável uma única vez e de forma onerosa, por igual período. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente <!ID >ATO N o , DE 7 DE MARÇO DE 2005 Processo n /2003. Outorga autorização de uso de radiofreqüência(s) à(ao) TELET S.A., associada à autorização para exploração do Serviço Móvel Pessoal, referente(s) ao(s) radioenlace(s) ancilar(es). <!ID >ATO N JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente o , DE DE MARÇO DE 2005 Outorga autorização para uso de radiofreqüência à GERAL- DO SLOB associada à autorização para executar o SERVIÇO LI- MITADO PRIVADO submodalidade Serviço de Rede Privado. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO N o , DE DE MARÇO DE 2005 Outorga autorização para uso de radiofreqüência à GIL DE PAULA XAVIER MORO associada à autorização para executar o SERVIÇO LIMITADO PRIVADO submodalidade Serviço de Rede Privado. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO N o , DE DE MARÇO DE 2005 Outorga autorização para uso de radiofreqüência à GOCIL SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA E SEGURANÇA LTDA associada à autorização para executar o SERVIÇO LIMITADO PRIVADO submodalidade Serviço de Rede Privado. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO N o , DE DE MARÇO DE 2005 Outorga autorização para uso de radiofreqüência à INGA- ZÃO MARINGA MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO LTDA associada à autorização para executar o SERVIÇO LIMITADO PRIVADO submodalidade Serviço de Rede Privado. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO N o , DE DE MARÇO DE 2005 Outorga autorização para uso de radiofreqüência à LAER- CIO MACHADO DA CUNHA associada à autorização para executar o SERVIÇO LIMITADO PRIVADO submodalidade Serviço de Rede Privado. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO N o , DE DE MARÇO DE 2005 Outorga autorização para uso de radiofreqüência à LOBO BRAVO MONITORAMENTO DE ALARMES LTDA associada à autorização para executar o SERVIÇO LIMITADO PRIVADO submodalidade Serviço de Rede Privado. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO N o , DE DE MARÇO DE 2005 Outorga autorização para uso de radiofreqüência à MAU- RICIO DE MIRANDA BLEY associada à autorização para executar o SERVIÇO LIMITADO PRIVADO submodalidade Serviço de Rede Privado. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO N o , DE DE MARÇO DE 2005 Outorga autorização para uso de radiofreqüência à PAULO SERGIO DE MORAIS associada à autorização para executar o SER- VIÇO LIMITADO PRIVADO submodalidade Serviço de Rede Privado. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO N o , DE DE MARÇO DE 2005 Outorga autorização para uso de radiofreqüência à RCO- MEX DESPACHOS ADUANEIROS LTDA associada à autorização para executar o SERVIÇO LIMITADO PRIVADO submodalidade Serviço de Rede Privado. <!ID >ATO Nº JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente , DE DE MARÇO DE 2005 O SUPERINTENDENTE DE SERVIÇOS PRIVADOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso de suas competências, consoante o disposto nos incisos do art. 94, do Regimento Interno da Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL, aprovado pela Resolução n.º 270, de 9 de julho de 200; e, CONSIDERANDO que a prestação do Serviço Móvel Pessoal é regido pela Lei Geral de Telecomunicações n.º 9.472, de 6 de julho de 997; e, CONSIDERANDO o que dispõe o Regulamento do Serviço Móvel Pessoal, aprovado pela Resolução n.º 36, de 27/09/2002, resolve: Art. º - Extinguir a pedido da empresa TESS S.A., autorizatária do Serviço Móvel Pessoal na Região III, o seu Plano Pós- Pago Alternativo de Serviço n.º 025/PÓS/SMP-TESS, conforme consta de sua correspondência CT-DARE 079/2005TL-CLARO SP2 de 24/02/2005 e anexada ao Processo n.º /03, em poder da Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL, devendo ser observado o disposto no 3º do Art. 25 da Resolução n.º 36, de 27/09/2002. Art. 2º - Este Ato entra em vigor na data de sua publicação. <!ID >ATO Nº JARBAS JOSÉ VALENTE , DE DE MARÇO DE 2005 O SUPERINTENDENTE DE SERVIÇOS PRIVADOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso de suas competências, consoante o disposto nos incisos do art. 94, do Regimento Interno da Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL, aprovado pela Resolução n.º 270, de 9 de julho de 200; e, CONSIDERANDO que a prestação do Serviço Móvel Pessoal é regido pela Lei Geral de Telecomunicações n.º 9.472, de 6 de julho de 997; e, CONSIDERANDO o que dispõe o Regulamento do Serviço Móvel Pessoal, aprovado pela Resolução n.º 36, de 27/09/2002, resolve: Art. º - Homologar os Planos Pós-Pagos Alternativos de Serviço de números 028 e 029/POS/ SMP/TELEMIG da empresa TELEMIG CELULAR S.A., autorizatária do Serviço Móvel Pessoal na Região I, conforme constam dos Processos de números /05 e /05, em poder da Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL. Parágrafo Único. Nos comunicados públicos, os números destes Planos de Serviço deverão ser sempre divulgados, juntamente com os nomes comerciais a serem adotados. Art. 2º - Este Ato entra em vigor na data de sua publicação. <!ID >ATO Nº JARBAS JOSÉ VALENTE 49.54, DE DE MARÇO DE 2005 O SUPERINTENDENTE DE SERVIÇOS PRIVADOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso de suas competências, consoante o disposto nos incisos do art. 94, do Regimento Interno da Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL, aprovado pela Resolução n.º 270, de 9 de julho de 200; e, CONSIDERANDO que a prestação do Serviço Móvel Pessoal é regido pela Lei Geral de Telecomunicações n.º 9.472, de 6 de julho de 997; e, CONSIDERANDO o que dispõe o Regulamento do Serviço Móvel Pessoal, aprovado pela Resolução n.º 36, de 27/09/2002, resolve: Art. º - Homologar os Planos Pós-Pagos Alternativos de Serviço de números 03 e 032/POS/ SMP/AMAZÔNIA da empresa AMAZÔNIA CELULAR S.A., autorizatária do Serviço Móvel Pessoal na Região I, conforme constam dos Processos de números /05 e /05, em poder da Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL. Parágrafo Único. Nos comunicados públicos, os números destes Planos de Serviço deverão ser sempre divulgados, juntamente com os nomes comerciais a serem adotados. Art. 2º - Este Ato entra em vigor na data de sua publicação. JARBAS JOSÉ VALENTE

95 <!ID > Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN SECRETARIA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA <!ID >RETIFICAÇÃO Na Portaria nº 25, de 27 de janeiro de 2005, publicada no DOU do dia 4 de março de 2005, SEÇÃO, página 95, onde se lê SISTEMA ALHENAS PAULISTA DE RADIODIFUSÃO LTDA., leia-se: SIS- TEMA ATHENAS PAULISTA DE RADIODIFUSÃO LTDA.. Ministério de Minas e Energia AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA <!ID > DESPACHOS DO DIRETOR-GERAL Em 7 de março de 2005 Nº O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de suas atribuições regimentais, tendo em vista deliberação da Diretoria, o que consta do Processo nº /04-92, e considerando os termos do recurso interposto pela Companhia Energética do Ceará - COELCE contra decisão da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Estado do Ceará - ARCE, referente à reclamação n o registrada na Ouvidoria daquela Agência, resolve conhecer e dar provimento ao recurso, no sentido de i) anular a decisão da Agência Reguladora do Estado do Ceará - ARCE, referente à reclamação , interposta pelo Sr. Ronald Norberto Viana; e ii) validar a cobrança de consumo acumulado efetuada pela COELCE em dezembro de 999. <!ID > Nº O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de suas atribuições regimentais, tendo em vista deliberação da Diretoria, o que consta do Processo nº /04- e considerando o recurso interposto pela Caiuá Serviços de Eletricidade S/A, resolve conhecer e negar provimento ao referido recurso, mantendo a decisão da Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira - SFF que negou anuência à dação de recebíveis em garantia ao Contrato de Financiamento e Concessão de Subvenções no valor de R$ ,00 (três milhões duzentos e oitenta mil quatrocentos e quarenta reais). JERSON KELMAN SUPERINTENDÊNCIA DE CONCESSÕES E AUTORIZAÇÕES DE GERAÇÃO <!ID > DESPACHOS DA SUPERINTENDENTE Em de março de 2005 Nº 35 - A Superintendente de Concessões e Autorizações de Geração da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, no uso de suas atribuições regimentais, de acordo com a delegação de competências estabelecida pela Resolução Autorizativa nº 90, de 28 de fevereiro de 2005, com base no º do art. 2º da Resolução Normativa nº 77, de 8 de agosto de 2004, e considerando o que consta do Processo nº /0-48, resolve: I - Estabelecer em 50% (cinqüenta por cento) o percentual de redução a ser aplicado às tarifas de uso dos sistemas elétricos de transmissão e de distribuição, quando devidas, para o transporte da energia elétrica gerada pela central geradora termelétrica Rickli, em operação comercial desde º de novembro de 2004, incidindo na produção e no consumo da energia comercializada pela central geradora, de propriedade da empresa Madeireira Rickli Ltda, localizada no Município de Carambeí, Estado do Paraná; II - O percentual de redução deverá perdurar enquanto a potência instalada for menor ou igual a kw e a vigorar a partir da publicação deste Despacho. <!ID > Nº 36 - A Superintendente de Concessões e Autorizações de Geração da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, no uso das atribuições conferidas pela Resolução Autorizativa nº 90, de 28 de fevereiro de 2005, e considerando o que consta do Processo nº /03-7, resolve: I - Reconhecer, nos termos da Resolução nº 2, de 20 de janeiro de 2000, o enquadramento como cogeração qualificada da central geradora termelétrica Pamesa, cujo registro foi feito por meio do Despacho nº 627, de 30 de julho de II - O enquadramento é em regime precário, com validade de 8 (dezoito) meses improrrogáveis, a contar da data de entrada em operação comercial, podendo ser convertido em regime definitivo após a confirmação do balanço energético em base anual, por medições feitas em 2 (doze) meses consecutivos. ROSÂNGELA LAGO SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS <!ID > DESPACHO DO UPERINTENDENTE Em de março de 2005 Nº 38 - O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HI- DROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, EM EXERCÍCIO, de acordo com a Portaria n.º 67, de 20 de dezembro de 2004, no uso das atribuições estabelecidas na Resolução Normativa nº 6, de 29 de novembro de 2004, com amparo no artigo º do Decreto n.º 4.932, de 23 de dezembro de 2003, com a redação dada pelo Decreto n.º 4.970, de 30 de janeiro de 2004 e o que consta do Processo n. o /00-32, resolve: I - Aprovar os Estudos de Inventário Hidrelétrico Simplificado do Córrego Inominado, afluente pela margem direita do Córrego Maracanã, que tem uma área de drenagem total de 43,0 km 2, localizado na sub-bacia 66, bacia hidrográfica do rio Paraná, no Estado de Mato Grosso, apresentado pelo Senhor Roberto Anselmo Rubert. II - Estes estudos identificaram um potencial total de 2,46 MW distribuídos em um único aproveitamento em conformidade com o quadro abaixo: Aproveitamento Ta q u a r i n h a Coordenada Geográfica 4 36'S 57 67'W Posição (Distância da Foz) [km] Área de Drenag. [km 2 ] Nível de Mont. [m] Nível de Jus. [m] Pot. [MW] R e s e r v. [km 2 ] 0,45 43,0 457,0 277,0 2,46 0,7 III - A presente aprovação não exime o Senhor Roberto Anselmo Rubert de suas responsabilidades pelos estudos e seu registro perante o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CREA, e não assegura qualquer direito quanto à obtenção da concessão ou autorização do aproveitamento do potencial hidráulico, devendo a mesma atender as disposições da legislação vigente. JOÃO LOPES FERREIRA NETO SUPERINTENDÊNCIA DE REGULAÇÃO DA COMERCIALIZAÇÃO DA ELETRICIDADE DESPACHO DO SUPERINTENDENTE Em de março de 2005 N o O SUPERINTENDENTE DE REGULAÇÃO DA COMER- CIALIZAÇÃO DA ELETRICIDADE DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso das atribuições delegadas por meio da Resolução Normativa n o 054, de 3 de março de 2004 e considerando o que consta no Processo n o /04-99, resolve: I - Não aprovar o Programa de Eficiência Energética, ciclo 2003/2004, da Companhia Sul Paulista de Energia - CSPE, conforme Nota Técnica n o 04/2005-SRC/ANEEL, disponível na página da ANEEL na Internet ( GILBERTO MORAIS PIMENTA <!ID > SUPERINTENDÊNCIA DE REGULAÇÃO ECONÔMICA DESPACHO DO SUPERINTENDENTE(*) Em 4 de novembro de 2004 N o O SUPERINTENDENTE DE REGULAÇÃO DA COMER- CIALIZAÇÃO DA ELETRICIDADE DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso das atribuições delegadas por meio da Resolução ANEEL n o 284, de 29 de setembro de 999 e considerando o que consta no Processo n o /03-64, resolve: I - Aprovar o Programa Anual de Combate ao Desperdício de Energia Elétrica para o ciclo 2003/2004, apresentado pela Companhia Energética do Ceará - COELCE, que prevê a apropriação de R$ ,2 (sete milhões, cento e vinte e oito mil, setecentos e quarenta e quatro reais, doze centavos), correspondente a 0,6890% (seiscentos e oitenta e nove milésimos por cento) da receita anual, no valor de R$ ,00 (um bilhão, trinta e quatro milhões, seiscentos e cinco mil, seiscentos e cinqüenta e seis reais), e a execução dos projetos abaixo discriminados; II - Estabelecer, devido à não aprovação de parte dos projetos submetidos a apreciação, conforme Nota Técnica n o 03/2005-SRC/ANEEL, disponível na página da ANEEL na Internet ( que o percentual de 0,0820% (oitocentos e vinte milésimos por cento) previsto para o ciclo 2003/2004, seja adicionado ao percentual a ser aplicado no ciclo 2004/2005; III - Estabelecer que os projetos constantes do Programa devem ser concluídos até o dia 04 de novembro de 2005; IV - Determinar que a Concessionária: a) apresente o Relatório Parcial de Acompanhamento do Programa, conforme modelo estabelecido, em 04 de maio de 2005; e b) apresente, em 02 (duas) vias e em arquivo magnético, o Relatório Final do Programa até 04 de dezembro de Projeto no Uso Final Eficientização Energética da Universidade de Fortaleza - UNIFOR Investimentos Apropriado R($) % da RA ,09 0,039 Coelce nas Escolas ,00 0,058 Gestão Energética Municipal ,00 0,0447 Eficiência em Projetos de Iluminação Pública ,87 0,0970 Eficientização Energética da Faculdade de Farmácia 42.78,03 0,038 da UFC Eficientização Energética da Faculdade de ,79 0, 06 Odontologia da UFC Eficientização Energética do Centro Federal ,33 0,0224 de Educação Tecnológico - CEFET Eficientização Energética do Hospital César ,89 0,0200 Eficientização Energética da Santa Casa de ,65 0,0299 Misericórdia de Sobral Eficientização Energética do Hospital São José , 27 0,007 Eficientização Energética do Hospital Maternidade ,63 0,082 e Escola Assis Eficientização Energética da Secretaria de Infra ,69 0, Estrutura do Estado do Ceará - SEIN- FRA Eficientização Energética da Secretaria de ,65 0,0246 Educação do Estado do Ceará - SEDUC Eficientização Energética da Universidade Regional ,04 0,0300 do Cariri - URCA Distrito de Irrigação Jaguaribe Apodi - Implementação ,9 0,2490 TO TA L ,2 0,6890 GILBERTO MORAIS PIMENTA (*) Republicado por ter saído, no DOU n o - 23, de , Seção, pág. 7, com incorreção do original. AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS <!ID >AUTORIZAÇÃO Nº 76, DE DE MARÇO DE 2005 O SUPERINTENDENTE DE COMERCIALIZAÇÃO E MOVIMENTAÇÃO DE PETRÓLEO, SEUS DERIVADOS E GÁS NA- TURAL da AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS - ANP, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria ANP n.º 206, de 9 de setembro de 2004, com base na Portaria ANP n.º 70, de 26 de novembro de 998, e tendo em vista o constante do Processo ANP n.º / , torna público o seguinte ato: Art. º Fica a empresa Copape Terminais e Armazéns Gerais S. A. - COPAPE - CNPJ /000-98, autorizada a operar três (3) tanques de armazenamento na Ilha Barnabé, no Município de Santos, Estado de São Paulo. Ta n q u e Capacidade Nominal Dimensões Produto Armazenado (m³) Diâmetro (m) Altura (m) Derivados de Petróleo das classes I a III e Álcool Art. 2º O objeto da presente Autorização deverá ser executado em conformidade com as normas técnicas pertinentes. Art. 3º Fica revogada a Autorização ANP n.º 394, de 2 de novembro de Art. 4º Esta Autorização entra em vigor na data de sua publicação. JOSÉ CESÁRIO CECCHI SUPERINTENDÊNCIA DE ABASTECIMENTO <!ID >AUTORIZAÇÃO Nº 73, DE DE MARÇO DE 2005 O SUPERINTENDENTE DE ABASTECIMENTO da AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOM- BUSTÍVEIS - ANP, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria ANP n.º 92, de 26 de maio de 2004, considerando as disposições da Portaria ANP n.º 20, de 30 de dezembro de 999, e o que consta do processo n.º /996 -, torna público o seguinte ato: Art. º Fica a Jamaica Derivados de Petróleo Ltda., CNPJ n.º /000-88, e REGISTRO na ANP n.º 95680, localizada na Rua Dr. Campos, n.º 636, Fundos, Centro, no Município de Cerquilho - SP, autorizada a exercer a atividade de transportador-revendedor-retalhista (TRR) de combustíveis, exceto gás liqüefeito de petróleo - GLP, gasolina e álcool combustível. Art. 2º Os efeitos da presente autorização ficam condicionados à manutenção das condições comprovadas pela empresa para o exercício da atividade de transportador-revendedor-retalhista (TRR). Art. 3º Esta autorização entra em vigor na data da sua publicação. Art. 4º Fica cancelado o Despacho ANP n.º 728, publicado no D.O.U. de 20/08/200. ROBERTO FURIAN ARDENGHY

96 <!ID > 96 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 <!ID >AUTORIZAÇÃO Nº 74, DE DE MARÇO DE 2005 O SUPERINTENDENTE DE ABASTECIMENTO da AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓ- LEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS - ANP, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria ANP n.º 92, de 26 de maio de 2004, considerando as disposições do art. 8º, inciso XV, da Lei n.º 9.478/97, e o que consta do processo n.º /996-, torna público o seguinte ato: Art. º Fica a JAMAICA DERIVADOS DE PETRÓLEO LTDA., CNPJ n.º /000-88, registrada na ANP como transportador - revendedor - retalhista, sob o número 95680, autorizada a operar as instalações de tancagem na Rua Dr. Campos, n.º Fundos -Município de Cerquilho - SP. O parque de tancagem de produtos é constituído dos seguintes tanques horizontais subterrâneos listados a seguir, perfazendo o total de 45m 3. TANQUE N.º DIÂMETRO (m) COMPRIMENTO (m) CAPACIDADE NOMINAL (m³) P R O D U TO 0,9 5,44 5 ÓLEO DIESEL 02,9 5,44 5 ÓLEO DIESEL 03,9 5,44 5 ÓLEO DIESEL Art. 2º O objeto da presente Autorização deve ser executado em conformidade com as normas técnicas pertinentes. Art. 3º Esta Autorização entra em vigor na data de sua publicação. ROBERTO FURIAN ARDENGHY Nº de Registro Razão Social CNPJ / CPF Processo PE08248 FLORISVAL FERREIRA SILVA CATENDE - ME / / SP AUTO POSTO PONTE METÁLICA LTDA / / AL ALTAMIR FERREIRA DA SILVA - ME / / BA07794 C. B. ARAÚJO SANTOS / / RO08346 AUTO POSTO IRMÃOS BATISTA LTDA / / BA08334 SANTANA PENEDO COM. E SERVIÇOS DE COMBUS / / TÍVEIS LTDA. MG POSTO JARDINS LTDA / / SC AUTO POSTO BRAVA LTDA / / PB REGINALDO FERNANDES MACHADO / / GO08344 L & M FERRETTI LTDA / / SP07326 AUTO POSTO DOMPIERI LTDA / / TO DIAMANTINO & BRITO LTDA / / SP07437 AUTO CENTER BOM JESUS LTDA / / SP07854 COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO / / PE VALDIENE ALVES DA SILVA / / GO POSTO DAKAR LTDA / / RJ POSTO DE GASOLINA MACAIA 2004 LTDA. EPP / / PE POSTO UNIÃO II LTDA / / RJ POSTO DE ABASTECIMENTO FRANTUNES LTDA / / <!ID >AUTORIZAÇÃO Nº 75, DE DE MARÇO DE 2005 O SUPERINTENDENTE DE ABASTECIMENTO da AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓ- LEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS - ANP, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria ANP n.º 92, de 26 de maio de 2004, considerando as disposições da Portaria ANP n.º 29, de 9 de fevereiro de 999, e o que consta do processo n.º /2002-4, torna público o seguinte ato: Art. º Fica a QUALI PETRO DISTRIBUIDORA DE DERIVADOS DE PETRÓLEO LTDA., CNPJ n.º / , registrada na ANP como distribuidora de combustíveis líquidos derivados de petróleo e álcool carburante, sob o número 367, autorizada a operar as instalações localizadas na Rua Miguel de Cervantes, n.º Lote 2 - Quadra 30 - Vila Actura, Município de Duque de Caxias. O parque de tancagem de produtos é constituído dos seguintes tanques verticais, perfazendo o total de 7439,088 m³: TA N Q U E DIÂMETRO (m) A LT U R A (m) C A PA C I D A D E (m³) P R O D U TO, , ,794 AEAC 2, , ,486 AEHC 3, , ,994 GASOLINA A 4, 4 6 2, ,288 GASOLINA A 5, ,00 243,592 ÓLEO DIESEL 6, ,060 25,934 ÓLEO DIESEL Art. 2º O objeto da presente Autorização deverá ser executado em conformidade com as normas técnicas pertinentes. Art. 3º Fica revogada a Autorização ANP n.º 306, publicado no Diário Oficial da União n.º 75, em 0 de setembro de Art. 4º Esta Autorização entra em vigor na data de sua publicação. ROBERTO FURIAN ARDENGHY <!ID > DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE Em de março de 2005 Nº 8 - O SUPERINTENDENTE DE ABASTECIMENTO DA AGÊNCIA NACIONAL DO PE- TRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS - ANP, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria ANP nº 92, de 26 de maio de 2004, e com base na Portaria ANP nº 6, de 05 de julho de 2000, torna pública a outorga das seguintes autorizações para o exercício da atividade de revenda varejista de combustíveis automotivos: Nº 80 - O SUPERINTENDENTE DE ABASTECIMENTO DA AGÊNCIA NACIONAL DO PE- TRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS - ANP, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria ANP nº 92, de 26 de maio de 2004, e com base na Portaria ANP nº 6, de 05 de julho de 2000, torna pública a outorga das seguintes autorizações para o exercício da atividade de revenda varejista de combustíveis automotivos: Nº de Registro Razão Social CNPJ / CPF Processo PR08298 D. D. C. PETRÓLEO LTDA / / PR PETROTEX COMÉRCIO DE COMBUSTÍVEIS LTDA / / RS AUTO POSTO SANTA MÔNICA LTDA / / RS COMÉRCIO DE COMBUSTÍVEIS ITATIBENSE LTDA / / CE FERNANDES & FLOR LTDA / / PB08254 MOTOGÁS IND. DE COMPRESSÃO E COM. DE GÁS / / NATURAL LTDA. MA POSTO KAROLINE LTDA / / PE DISTRIBUIDORA F. S. DERIVADOS DE PETRÓLEO LT D A / / PI PACHECO E CARVALHO LTDA / / BA08950 DERMIVAL CAMACAM RIBEIRO FILHO - ME / / P R POSTO DE COMBUSTÍVEIS CARAVAGGIO LTDA / / SP AUTO POSTO IRMÃOS GV LTDA / / PR07359 POSTO DE COMBUSTÍVEL EXCELLENT LTDA / / PR ABASTECEDORA DCL LTDA / / RS08224 COMERCIAL BUFFON COMBUSTÍVEIS E TRANS- PORTES LTDA / / MA POSTO KAROLINE LTDA / / BA06873 TREVO OIL COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES LT- DA / / PE08270 TREZE COMBUSTÍVEIS LTDA / / PE JOSE PEREIRA LUNA / / PE08362 AUTO POSTO LUCENA LTDA / / PR08297 D. P. C. PETRÓLEO LTDA / / ROBERTO FURIAN ARDENGHY <!ID >RETIFICAÇÃO No Despacho nº 47, publicado no DOU de 0/03/2005, Seção, pág. 07, onde se lê: "revogação das autorizações n.º 69 e n.º 70, ambas de 22 de março de 2004", leia-se: "revogação das autorizações n.º 69, de 22 de março de 2004, e n.º 30, de 5 de setembro de 2004". DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL <!ID > DESPACHO DO DIRETOR-GERAL Relação nº 76/2005 DNPM nº /02, /02, /02, /02, /02 e /02 - Nos termos da manifestação da Srª. Procuradora Jurídica, quanto ao PARECER/PROGE Nº 37/2004-GF, que ora aprovo e adoto como fundamento INDEFIRO o pedido de reconsideração formulado pela parte interessada, devendo se mantido o bloqueio das áreas correspondentes aos presentes processos.(2.63) MIGUEL ANTONIO CEDRAZ NERY 2 o - D I S T R I TO <!ID > DESPACHOS DO CHEFE RELAÇÃO N o - 2/2005 FASE DE REQUERIMENTO DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Determino o cumprimento da exigência, do ofício que menciona, no prazo de 60 sessenta dias. (.3) /00 - Of. nº.2/05-2ºds/dnpm/sp - Sônia Maria Bozelli Campos e Souza - São João da Boa Vista/SP /0 - Of. nº 853/05-2ºDS/DNPM/SP - Isabel Cristina Aurelieti - São José do Rio Pardo/SP /03 - Of. nº.085/05-2ºds/dnpm/sp - Ahmad Abdo Yossef Mohamed Ghandour - Mauá/SP /03 - Of. nº.084/05-2ºds/dnpm/sp - SPA Cerãmica Santana da Ponte Alta Ltda. - Amparo/SP /03 - Of. nº./05-2ºds/dnpm/sp - Pedreira Sanson Ltda. - Tatuí, Cerquilho e Boituva/SP /03 - Of. nº.09/05-2ºds/dnpm/sp - Mineração e Calcário Vitti Ltda. - Saltinho/SP /03 - Of. nº.0/05-2ºds/dnpm/sp - Sociedade Extrativa Dolomia Ltda. - Taubaté/SP FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Prorrogo por 0(um) ano o prazo de validade da autorização de pesquisa/inciso III, do art. 22 do C.M. (3.24) /99 - Alvará nº.7/00 - Cecílio Ferres Blanco - Glicério/SP /0 - Alvará nº 8.697/0 - ERM-Engenharia Arquitetura & Terraplenagem Ltda. - Itapira/SP Determina o cumprimento de exigência, do ofício que menciona, no prazo de 60 (sessenta) dias. (2.50) /86 - Of. nº 875/05-2ºDS/DNPM/SP - Mineração Lagoa Bonita Socavão Ltda. - Ribeirão Branco/SP /87 - Of. nº.338/05-2ºds/dnpm/sp - Extratora de Areia Santa Luzia Ltda. - São José dos Campos/SP /89 - Of. nº 866/05-2ºDS/DNPM/SP - Rayes & Filhos Ltda. - Cafelândia e Novo Horizonte/SP /90 - Of. nº 868/05-2ºDS/DNPM/SP - USJ Mineração e Comércio Ltda. - Araras e Cordeirópolis/SP /9 - Of. nº.337/05-2ºds/dnpm/sp - Portomais Extração e Comércio de Areia Ltda. - Caçapava e Jambeiro/SP /95 - Of. nº.334 e.335/05-2ºds/dnpm/sp - Tietz - Extração e Comércio de Minérios Ltda. - Anhembi/SP /96 - Of. nº 895/05-2ºDS/DNPM/SP - Viterbo Machado Luz Mineração Ltda. - Mogi das Cruzes/SP /97 - Of. nº 393/05-2ºDS/DNPM/SP - Luiz Gonzaga de Bovi - Socorro/SP

97 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN /0 - Of. nº 839/05-2ºDS/DNPM/SP - Empresa de Mineração Cremasco Ltda. - Lindóia e Serra Negra/SP Concede prévia anuência ao ato de Cessão e autoriza a averbação dos atos de transferência de Alvará de Autorização de Pesquisa. (2.8) Cedente: Paulo Artur Schicariol Tarchiani - CPF: Cessionária: Cerãmica Tarbo Ltda. - CNPJ: / /96 - Alvará de Pesquisa nº 8.057/98 - Itu/SP Homologa pedido de Renúncia da Autorização de Pesquisa/inciso II, do Art. 22 do C.M. - Área disponível para pesquisa pelo prazo de 60 (sessenta) dias/art. 26 do C.M. - Os critérios gerais, as regras e os critérios específicos de habilitação e julgamento estão estabelecidos na Portaria Ministerial n.º 2, de 6/0/97 e na Portaria do Diretor-Geral do DNPM n.º 49 - Os interessados poderão ter vistas dos autos na Sede do 2º Distrito do DNPM/SP, sito à Rua Loefgreen, n.º Vila Clementino - São Paulo/SP. (2.94) e (3..28) /99 - Cerâmica Maniezzo Ltda. - Itapira/SP /03 - Nelson Verlangieri D'Oliveira - Presidente Prudente/SP Aprovo o Relatório de Pesquisa/inciso I, do art. 30 do CM. (3.7) /96 - Gino Sabadini - Itapira/SP - Subst.: Areia /99 - Serveng Civilsan S/A Empresa Associadas de Engenharia - Aparecida/SP - Subst.: Areia 82.38/99 - Mineração Righi Ltda. - Charqueada/SP - Subst.: Areia Aprova o Relatório de Pesquisa com redução de área em virtude da mesma não estar totalmente mineralizada/inciso I, do art. 30 do C.M. (2.9) /94 - Vera Maria Carrão Vianna Magri - Cesário Lange/SP. - Folhelho Argiloso A área foi reduzida de 3,0 hectares para 49,67 hectares. Descrição da nova área: tem um vértice a.566 metros, no rumo verdadeiro de 73º06'SW de um ponto de Coordenadas Geográficas: Lat. 23º4'27, S e Long. 47º54'30,6 W e os lados a partir desse vértice, com os seguintes comprimentos e rumos verdadeiros: 200m-W; 257m-N; 50m-W; 200m-S; 295m-W; 220m-N; 60m-W; 220m-N; 60m-W; 220m-N; 35m-W; 250m-N; 350m-E; 200m-S; 50m-E; 300m-S; 450m-E; 200m-S; 50m-W; e 267m-S /99 - Mineração Ricchi Ltda. - Charqueada/SP. - Areia e Argila A área foi reduzida de 999,55 hectares para 48,98 hectares. Descrição da nova área: tem um vértice a 480 metros, no rumo verdadeiro de 70ºNE, de um ponto de Coordenadas Geográficas: Lat. 22º27'30,8 S e Long. 47º4725,4 W e os lados a partir desse vértice, com os seguintes comprimentos e rumos verdadeiros: 74m-E; 700m-S; 74m-W e 700m-N. FASE DE REQUERIMENTO DE CONCESSÃO DE LA- VRA Determina o cumprimento de exigência, do ofício que menciona, no prazo de 60 (sessenta) dias. (3.6) /92 - Of. nº.20/05-2ºds/dnpm/sp - Stavias Stanoski terraplanagem Pavimentação e Obras Ltda. - Rio Claro/SP /99 - Of. nº.206/05-2ºds/dnpm/sp - Gold Administração e Gerenciamento Ltda. - Ribeirão Pires/SP 82.69/99 - Of. nº 892 e 893/05-2ºDS/DNPM/SP - Jannuzzi Cechettini & Cia. Ltda. - Bragança Paulista/SP /00 - Of. nº.092 e.093/05-2ºds/dnpm/sp - Ital Agropecuária Ltda. - Ribeirão Branco/SP /00 - Of. nº 698/05-2ºDS/DNPM/SP - Mineradora Água da Serra Ltda. - ME - São Pedro/SP /0 - Of. nº 378 e 379/05-2ºDS/DNPM/SP - Leila Raquel Moraes Braido Gonçalves Ltda. - Aguaí/SP /02 - Of. nº.094/05-2ºds/dnpm/sp - Fonte de Água Mineral Rio Velho Ltda. - Colômbia/SP FASE DE CONCESSÃO DE LAVRA Determina o cumprimento de exigência, do ofício que menciona, no prazo de 60 (sessenta) dias. (4.70) /02 - Of. nº.22/05-2ºds/dnpm/sp - Fonte Tibet Engarrafadora Ltda. - Bragança Paulista/SP FASE DE DISPONIBILIDADE (ART. 26 DO C.M.) /87- Acolhendo proposta da comissão constituída para analisar os requerimentos objetivando a prioridade da autorização de pesquisa, na área colocada em Disponibilidade por força do art. 26 do Código de Mineração e com base na competência delegada pelo inciso II, do art. 2º., da Portaria do Diretor-Geral do DNPM nº. 064, de 2 de fevereiro de 2.00, publicada no Diário Oficial da União de 22 de fevereiro de 2.00, declaro a única pretendente Extratora de Areia Santa Luzia Ltda., PRIORITÁRIA, para fins de obtenção da citada autorização de pesquisa. (3.03) /88 - Acolhendo proposta da comissão constituída para analisar os requerimentos objetivando a prioridade da autorização de pesquisa, na área colocada em Disponibilidade por força do art. 26 do Código de Mineração e com base na competência delegada pelo inciso II, do art. 2º., da Portaria do Diretor-Geral do DNPM nº. 064, de 2 de fevereiro de 2.00, publicada no Diário Oficial da União de 22 de fevereiro de 2.00, declaro a única pretendente Comercial e Agrícola Cosmópolis Ltda., PRIORITÁRIA, para fins de obtenção da citada autorização de pesquisa. (3.03) /9 - Acolhendo proposta da comissão constituída para analisar os requerimentos objetivando a prioridade da autorização de pesquisa, na área colocada em Disponibilidade por força do art. 26 do Código de Mineração e com base na competência delegada pelo inciso II, do art. 2º., da Portaria do Diretor-Geral do DNPM nº. 064, de 2 de fevereiro de 2.00, publicada no Diário Oficial da União de 22 de fevereiro de 2.00, declaro a única pretendente Portomais Extração e Comércio de Areia Ltda., PRIORITÁRIA, para fins de obtenção da citada autorização de pesquisa. (3.03) /95 - Acolhendo proposta da comissão constituída para analisar os requerimentos objetivando a prioridade da autorização de pesquisa, na área colocada em Disponibilidade por força do art. 26 do Código de Mineração e com base na competência delegada pelo inciso II, do art. 2º., da Portaria do Diretor-Geral do DNPM nº. 064, de 2 de fevereiro de 2.00, publicada no Diário Oficial da União de 22 de fevereiro de 2.00, declaro a única pretendente Tietz Extração e Comércio de Minérios Ltda., PRIORITÁRIA, para fins de obtenção da citada autorização de pesquisa. (3.03). ENZO LUÍS NICO JÚNIOR o - D I S T R I TO <!ID > DESPACHOS DO CHEFE RELAÇÃO Nº 2/2005 FASE DE REQUERIMENTO DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Determina o cumprimento de exigências do ofício que menciona no prazo de 60 (sessenta) dias. (.3) 85.8/04-Of. nº48/04-diego Vinicios Calgaro-Campo Erê - SC /04-Of. nº 46/04-Moacir José da Silva- Navegantes - SC /04 - Of. nº 462/04 - Carlos Roberto Amante - Turvo - SC Indefere de Plano o Requerimento de Autorização Pesquisa/Art. 9º IN nº 5, de 8/04/00. (5.38) /04 - Mário Sérgio Colley - Joinville - SC FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Auto de Infração lavrado por determinação do Chefe do Distrito para aplicação de multa/inciso 2, Art. 00 do RCM. - prazo para defesa ou pagamento: 30 (trinta) dias. (2.24) /97 - A.I. nº 384/04 - A.J. Potter e Cia Ltda - Itajaí/Gaspar/Ilhota - SC Auto de Infração lavrado por determinação do Chefe do Distrito para aplicação de multa/art. 20, 3º, II, a, Decreto-lei nº 227/67 - prazo para defesa ou pagamento: 30 (trinta) dias. (6.35) 85.77/0 - A.I. nº 378/04 - Bruna Luiza Gonçalves Trein - Mirim Doce/Taió - SC Auto de Infração lavrado por determinação do Chefe do Distrito para aplicação de multa/art. 22, º, Decreto-lei nº 227/67 - prazo para defesa ou pagamento: 30 (trinta) dias. (6.38) /02 - A.I. nº 379/04 - Mondini Extração de Areia Ltda - Indaial/Rodeio - SC Multa aplicada por determinação do Chefe do Distrito/art.20, 3º, II, a, do Decreto-Lei nº 227/67 e art. 6º da Portaria MME nº 503 de 28/2/99 - prazo para pagamento: 30 (trinta) dias. (6.4) /0 - Constantino Assis - Canelinha/São João Batista - SC A.I. nº 0/04 - Valor: R$.556,57 Multa aplicada por determinação do Chefe do Distrito/art.22, º do Decreto-Lei nº 227/67 - prazo para pagamento: 30 (trinta) dias. (6.44) /97 - A. J. Poteer e Cia Ltda - Itajaí/Gaspar/Ilhota - SC A.I. nº 306/04 - Valor: R$.45,57 FASE DE REQUERIMENTO DE CONCESSÃO DE LA- VRA Determina o cumprimento de exigência do ofício que menciona, no prazo de 60 (sessenta) dias. (3.6) /03-Of. nº 4/04-Unimin do Brasil Ltda - Jaguaruna - SC FASE DE CONCESSÃO DE LAVRA Determina o cumprimento de exigências do ofício que menciona, no prazo de 60 (sessenta) dias. (4.70) 4.270/38-Of. nº 4.09/38-Indústria Carbonífera Rio Deserto Ltda.- SC Criciúma/Forquilhinha/Içara/Jaguaruna/Morro da Fumaça - SC /68 - Of. nº 459/04 - Incepa Revestimentos Cerâmicos Ltda - São Bento do Sul - SC /70 - Of. nº 460/04 - Incepa Revestimentos Cerâmicos Ltda - São Bento do Sul/Jaraguá do Sul - SC /82-Of. nº 40/04-Mineração Chiella Ltda-Jaguaruna - SC Auto de Infração lavrado por determinação do chefe para aplicação de Multa - Prazo para defesa: 30 (trinta) dias. (4.59) 63/36 - A.I. nº 382/04 - Carbonífera Catarinense Ltda - Lauro Muller - SC 4.93/36 - A.I. nº 383/04 - Carbonífera Criciúma S/A - Siderópolis/Criciúma/Nova Veneza/Treviso - SC 4.935/36 - A.I. nº 38/04 - Carbonífera Belluno Ltda - Treviso/Siderópolis - SC 2.82/37 - A.I. nº 380/04 - Indústria Carbonífera Rio Deserto Ltda - Criciúma/Cocal/Morro da Fumaça -SC FASE DE LICENCIAMENTO Determina o cumprimento de exigências do ofício que menciona, no prazo de 60 (sessenta) dias. (7.8) /99 - Of. nº 447/04 - Marcos Adriano Prusse -ME- Araquari - SC /0 - Of. nº 452/04 - Comércio e Extração de Areia São Pedro Ltda - Guabiruba - SC /02 - Of. nº 440/04 - Marcos Adriano Prusse - ME- Araquari/Guaramirim - SC 85.08/03 - Of. nº 47/04 - Ribeirão do Cobre - Extração, Comércio, Transportes e Representação de Minérios Ltda - Rodeio - SC Defere o Pedido de Licenciamento. (7.30) /03 - Britabal - Indústria e Comércio Ltda - Chapecó - SC-Licenciamento nº 55 - Substância: Basalto - Prazo: Até 26/03/ /04 - Mário Vieira Comércio de Madeira e Terraplanagem Ltda - Jaraguá do Sul - SC-Licenciamento nº 56 - Substância: Saibro/Argila - Prazo: Até 4/05/ /04 - Olímpio Avelino de Santana - Piçarras - SC- Licenciamento nº 57 - Substância: Argila - Prazo: Até 8/05/ /04 - Extração de Areia BR 470 Ltda - Balneário Camboriú/Camboriú - SC-Licenciamento nº 58 - Substância: Areia - Prazo: Até 7/09/ /04 - Britador São Domingos Ltda - São Domingos - SC-Licenciamento nº 59 - Substância: Basalto - Prazo: Até 3/05/2034 Defere o pedido de Renovação do Licenciamento. (7.42) /86 - Moacir José da Silva - Navegantes/Itajaí - SC- Licenciamento nº 99 - Prazo: Até 24/04/ /87 - Lasca Mineração e Construções Ltda - Imbituba - SC-Licenciamento nº 98 - Prazo: Até 2/0/ /87 - Cubatão Extração e Comércio de Areia Ltda - Palhoça - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 28/05/ /87 - Cubatão Extração e Comércio de Areia Ltda - Palhoça - SC-Licenciamento nº 22 - Prazo: Até 28/05/ /92 - G.S. Extração e Comércio de Areia Ltda - Araquari/Barra Velha - SC-Licenciamento nº 42 - Prazo: Até 20/02/ /92 - G.S. Extração e Comércio de Areia Ltda - Araquari/Barra Velha - SC-Licenciamento nº Prazo: TÉ 20/02/ /93 - Parisi Transportes e Tarraplanagem Ltda - Corupá - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 04/08/ /93 - D'Miros Extração e Comércio de Areia Ltda - São Francisco do Sul - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 09/09/ /94 - Pedras Morro Grande Ltda - Barra velha - SC- Licenciamento nº Prazo: Até 04/08/ /95 - Balneário Materiais de Construção Ltda - Itajaí - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 03/2/ /96 - Locação de Equipamentos Mourão Ltda - Joinville - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 20/09/ /96 - Deschamps Extração de Areia Ltda - Ilhota - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 23/09/ /96 - Extração de Areia Deschamps Ltda - Ilhota - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 23/09/ /97 - Extração e Comércio de Areia Ottomar Ltda - Guaramirim - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 06/08/ /99 - Rigesa Celulose e Embalagens Ltda - Três Barras - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 9/0/ /99 - Extração de Areia Mondini & Schnaider Ltda - Gaspar - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 9// /99 - Codejas - Companhia de Desenvolvimento de Jaraguá do Sul S/A - Jaraguá do Sul - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 07/0/ /00 - Paulo Pfeiffer Neto - ME - Ibirama/Apiúna - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 30// /00 - Paulo Pfeiffer Neto - ME - Ibirama - SC- Licenciamento nº Prazo: Até 02/2/ /00 - Maiomaq Terraplanagem Ltda - Navegantes - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 8/06/ /00 - Moacir José da Silva - Navegantes - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 8/06/ /02 - Parisi Transportes e Terraplanagem Ltda - Guaramirim - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 22/0/ /02 - Extração de Macadame Koprovski Ltda - Indaial - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 0// /02 - Ponterra Extração de Barro Ltda - Blumenau - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 04// /02 - Terraplanagem e Transportes Augusto Ltda - Itajaí - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 03/2/ /03 - Parisi Transportes e Terraplanagem Ltda - Corupá/Jaraguá do Sul - SC-Licenciamento nº 07 - Prazo: Até 27/07/ /03 - Comércio de Aterro Aldo Valdir Testoni Ltda - Barra Velha - SC-Licenciamento nº 457/04 - Prazo: Até 2/0/ /04 - Extração de Areia Fantoni Ltda - Brusque - SC- Licenciamento nº 25 - Prazo: Até 0/2/2005 Determina a Averbação da Cessão dos Direitos do Licenciamento. (7.49) 85.43/90 - Licenciamento nº Antonio Pedro Torquato e Filhos Ltda em favor da empresa Damian Extração de Areia Ltda 85.80/96 - Licenciamento nº Extratora São Gabriel Ltda em favor da empresa São Gabriel Mineração Ltda /99 - Licenciamento nº Urbano Paterno - ME em favor da empresa Osni Pereira - ME /00 - Licenciamento nº Rocha & Rocha Comércio e Construção Ltda em favor da empresa Extração e Comércio de Areia Souza & Rapanos Ltda para Extração e Comércio de Areia Santa Bárbara Ltda 85.3/03 - Licenciamento nº Construtora Jantsch Ltda em favor da empresa Prestadora de Serviços Jantsch Ltda.

98 98 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 <!ID > RELAÇÃO Nº 3/2005 FASE DE REQUERIMENTO DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Determina o cumprimento de exigência, do ofício que menciona, no prazo de 60 (sessenta) dias. (.3) /00 - Of. nº /05 - Construtora Queiroz Galvão S/A - São Domingos - SC 85.69/0 - Of. nº 8/05 - Fabiano Battistotti Pereira - Vargeão/Faxinal dos Guedes - SC 85.53/02 - Of. nº 20/05 - Lauro Tormen - Chapecó - SC 85.02/03 - Of. nº 99/05 - Amarildo Nazário - Gaspar - SC /03 - Of. nº 200/05 - Jelson Zamboni - Chapecó - SC /03 - Of. nº 98/05 - Terra Mater Participações e Empreendimentos Ltda - Araquari - SC 85.83/04-Of. nº 43/05-Aloísio Camargo de Araújo -Petrolândia - SC /04-Of. nº 30/05 - Gilmar Marques - Jaguaruna/Laguna - SC /04 - Of. nº 29/05 - Mineral Mineração Ltda - Taió - SC /04-Of. nº 4224/04-Terraplenagem Hardt Ltda - Joinville - SC /04-Of. nº 3/05-Valdino Neuhaus - Rancho Queimado - SC /04 - Of. nº 32/05 - Joel Moraes Borges - Barra Velha - SC 85.67/04 - Of. nº 42/05 - Vera Beatriz N. dos Reis Amante - Meleiro - SC /94 - Of. nº 9/05 - Franco Andrei Pereira da Rosa - São Carlos - SC FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Determina o cumprimento de exigência, do ofício que menciona, no prazo de 60 (sessenta) dias. (2.50) 85.0/93 - Of. nº 87/05 - Pierini Revestimentos Cerâmicos Ltda - Criciúma - SC 85.60/93 - Of. nº 7/05 - Ayres Melchiades Ulysséa - Santo Amaro da Imperatriz/Águas Mornas - SC 85.58/94 - Of. nº 07/05 - Cubatão Dragagens Ltda - Joinville - SC /94 - Of. nº 422/04 - Francisco de Assis Abreu - Alfredo Wagner/Leoberto Leal - SC 85.33/95 - Of. nº 98/05 - Cubatão Dragagens Ltda - Araquari/Balneário Barra do Sul - SC /95-Of. nº 4222/04-Tecnargilas Mineração e Beneficiamento Ltda - Ituporanga/Vidal Ramos/Presidente Nereu - SC /96-Of. nº 04/05-Vicente João Gomes-Palhoça/São José - SC /97-Of. nº 56/05- Minageo - Serviços e Projetos de Mineração e Geologia Ltda - Criciúma - SC /97-Of. nº 57/05- Minageo - Serviços e Projetos de Mineração e Geologia Ltda - Criciúma - SC /99-Of. nº 25/05-Construtota Azza Ltda-São João Batista - SC /00- Of. nº 93/05 - Translilo Transportes Ltda - Orleans - SC Determina o cumprimento de exigência, do ofício que menciona, no prazo de 30 (trinta) dias. (2.50) /93-Of. nº 394/05- Édio Ávila - São Pedro de Alcântara - SC Auto de Infração lavrado por determinação do Chefe do Distrito para aplicação de multa/inciso 2, Art. 00 do RCM. - prazo para defesa ou pagamento: 30 (trinta) dias. (2.24) /0 - A.I. nº 22/05 - Miguel Sommariva - São José do Cerrito - SC 85.57/0 - A.I. nº 2/05 - Vilmar Gaio - Aurora - SC 85.58/0 - A.I. nº 3/05 - Vilmar Gaio - Ituporanga / Atalanta / Agronômica - SC 85.60/0 - A.I. nº /05 - Vilmar Gaio - Ituporanga / Aurora /Agronômica - SC 85.6/0 - A.I. nº 9/05 - Vilmar Gaio - Aurora/Agronômica - SC 85.62/0 - A.I. nº 20/05 - Vilmar Gaio - Agronômica/Aurora - SC 85.63/0 - A.I. nº 6/05 - Vilmar Gaio - Agronômica/Aurora - SC 85.64/0 - A.I. nº 4/05 - Vilmar Gaio - Aurora - SC 85.66/0 - A.I. nº 8/05 - Vilmar Gaio - Ituporanga - SC 85.68/0 - A.I. nº 5/05 - Vilmar Gaio - Ituporanga - SC /0 - A.I. nº 26/05 - Geovale Ltda - Rio do Oeste/Pouso Redondo - SC /0 - A.I. nº 7/05 - Geovale Ltda - Rio do Oeste/Pouso Redondo - SC 85.6/02 - A.I. nº 24/05 - Miguel Sommariva - Mafra - SC 85.7/02 - A.I. nº 23/05 - Miguel Sommariva - Ituporanga - SC /02 - A.I. nº 2/05 - Indústria Carbonífera Rio Deserto - Botuverá - SC Auto de Infração lavrado por determinação do Chefe do Distrito para aplicação de multa/art. 20, 3º, II, a, Decreto-lei nº 227/67 - prazo para defesa ou pagamento: 30 (trinta) dias. (6.35) 85.4/0 - A.I. nº 3/05 - Avelino Dionísio Momm - FI - Lages/Painel - SC 85.97/0 - A.I. nº 385/04 - Robson Leal Junior - Palhoça/Paulo Lopes - SC /0 - A.I. nº 0/05 - Avelino Dionísio Momm - FI - Lages/Painel - SC /0 - A.I. nº 33/05 - Edson Roberto Hames - Angelina - SC 85.54/0 - A.I. nº 06/05 - Valdir Ademir Sestrem - Ilhota/Luiz Alves - SC /0- A.I. nº 28/05 - Rita de Cássia Verísssimo - Imbituba - SC /02 - A.I. nº 02/05 - Compesa, Construção Pesada Ltda - Paulo Lopes - SC 85.0/02 - A.I. nº 27/05 - Vanderson Cardoso - Tijucas - SC /03-A.I. nº 386/04- Luiz Gonzaga Mello - Treze de Maio - SC Auto de Infração lavrado por determinação do Chefe do Distrito para aplicação de multa/art. 22, º, Decreto-lei nº 227/67 - prazo para defesa ou pagamento: 30 (trinta) dias. (6.38) /82 - A.I. nº 30/05 - Mineração Morro do Baú Ltda - Gaspar/Ilhota/Itajaí - SC 85.09/96 - A.I. nº 04/05 - Indústria Catarinense de Adubos e Mineração Ltda - Camboriú - SC /96 - A.I. nº 37/05 - Fernando Clemer - São João Batista - SC /96-A.I. nº 36/05-Cleber Isaac Souza Soares - Ponte Alta - SC 85.40/97 - A.I. nº 03/05 - Célio Cirino - Canelinha - SC /98 - A.I. nº 05/05 - Sul do Rio Comércio Atacadista de Areias Ltda - Gravatal - SC 85.8/99 - A.I. nº 34/05 - Antônio João Junckes - Biguaçú/Antônio Carlos - SC /0 - A.I. nº 25/05 - Nivaldo Santos - Porto Belo/Tijucas - SC /0 - A.I. nº 09/05 - Avelino Dionísio Momm - FI - Lages/Painel - SC 85.4/0 - A.I. nº 32/05 - Avelino Dionísio Momm - FI - Lages/Painel - SC /0 - A.I. nº 387/04 - José Carlos Alves Osório - São Martinho/Imaruí - SC 85.49/0 - A.I. nº 08/05 - Paulo Roberto Bonaldo - Caçador - SC /02 - A.I. nº 29/05 - Conpesa Construção Pesada Ltda - Biguaçú - SC /02-A.I. nº 0/05-Construtora Azza Ltda-São João do Sul - SC Multa aplicada por determinação do Chefe do Distrito/art.20, 3º, II, a, do Decreto-Lei nº 227/67 e art. 6º da Portaria MME nº 503 de 28/2/99 - prazo para pagamento: 30 (trinta) dias. (6.4) /85 - Ingo Haacke - Canelinha - SC-A.I. nº 33/99 - Valor: R$.556, /85 - Ingo Haacke - Canelinha - SC-A.I. nº 34/99 - Valor: R$ 3.3, /95 - Dario Rubens Goll - Joinville - SC -A.I. nº 300/04 - Valor: R$ 3.3, /95 - Tecnargilas Mineração e Beneficiamento Ltda - Alfredo Wagner/Anitápolis - SC-A.I. nº 56/0 - Valor: R$.556, /96 - Cleber Isaac Souza Soares - Ponte Alta - SC- A.I. nº 569/02 - Valor: R$ 3.3, /96 - Cleber Isaac Souza Soares - Ponte Alta - SC- A.I. nº 33/02 - Valor: R$ 3.3, /97 - Rudimar Francisco Ragnini - Monte Castelo - SC-A.I. nº 63/03 - Valor: R$ 3.3, /97 - Célio Cirilo - Canelinha - SC-A.I. nº 298/0 - Valor: R$.556, /97 - Célio Cirilo - Canelinha - SC-A.I. nº 299/0 - Valor: R$ 3.3, /98 - Sul do Rio Comércio Atacadista de Areias Ltda - Gravatal - SC-A.I. nº 564/02 - Valor: R$ 3.3, /98 - Sul do Rio Comércio Atacadista de Areias Ltda - Gravatal - SC-A.I. nº 398/02 - Valor: R$ 3.3, /99 - Jurandir José Nunes - Paulo Lopes - SC-A.I. nº 582/02 - Valor: R$ 3.3, /0 - Avelino Dionísio Momm - FI - Lages/Painel - SC-A.I. nº 20/03 - Valor: R$ 3.3,4 85.4/0 - Avelino Dionísio Momm - FI - Lages/Painel - SC-A.I. nº 49/04 - Valor: R$ 3.3, /0 - Robson Leal Nunes - Palhoça/Paulo Lopes - SC-A.I. nº 3/04 - Valor: R$.556, /0 - José Carlos Alves Osório - São Martinho/Imaruí - SC-A.I. nº 22/04 - Valor: RS 3.3, /0 - José Carlos Alves Osório - São Martinho/Imaruí - SC-A.I. nº 2/04 - Valor: RS 3.3, /0 - Edson Roberto Hames - Angelina - SC-A.I. nº 34/04 - Valor: R$ 3.3, /0 - Rita de Cássia Verísssimo - Imbituba - SC-A.I. nº 405/03 - Valor: R$ 3.3, /0 - Constantino Assis - São João Batista/Canelinha/Tijucas - SC-A.I. nº 09/04 - Valor: R$.556, /02 - Construtora Azza Ltda - São João do Sul / SC- A.I. nº 09/04 - Valor: R$ 3.3, /02 - Extração de Areia Schramm Ltda - Gaspar/Blumenau - SC-A.I. nº 9/05 - Valor: R$.556,57 Multa aplicada por determinação do Chefe do Distrito/art.22, º do Decreto-Lei nº 227/67 - prazo para pagamento: 30 (trinta) dias. (6.44) 85.89/90 - Walter Teske - Trombudo Central - SC-A.I. nº 64/03 - Valor: R$.429, /97- Jarbas Ferreira da Luz - Tangará - SC-A.I. nº 97/04 - Valor: R$ 75, /00 - Omar Antonio Henning - Itaiópolis/Papanduva - SC-A.I. nº 495/02 - Valor: R$ 75, /0 - Artur Fouguet Junior - Gaspar - SC-A.I. nº 48/04 - Valor: R$ 47,09 Determina o arquivamento do Auto de Infração para aplicação de multa. (637) /0 - A.I. nº 35/04 - Edson Roberto Hames - Angelina - SC Instaura processo para declaração de nulidade do Alvará de Pesquisa/art. 20, 3, II, b, do Decreto - Lei nº 227/67 - prazo para defesa 60 (sessenta) dias. (2.37) /0 - Of. nº 9/05 - Álvaro Klass - Joinville - SC FASE DE REQUERIMENTO DE CONCESSÃO DE LA- VRA Determina o cumprimento de exigência, do ofício que menciona, no prazo de 60 (sessenta) dias. (3.6) /75 - Of. nº 22/05 - Cysy Mineração Ltda - Vargeão - SC /78 - Of. nº 97/05 - Mineração Nossa Senhora do Carmo Ltda - Morro da Fumaça - SC /80-Of. nº 423/04- Terra Mater - Participações e Empreendimentos Ltda - Apiúna/Ascurra - SC /84 - Of. nº 6/05 - Colorminas - Colorifício e Mineração S/A - Cocal do Sul - SC 85.54/9 - Of. nº 4223/04 - Mineração Veiga Ltda - Balneário Barra do Sul - SC /93 - Of. nº 5/05 - Pisoforte Revestimentos Cerâmicos Ltda - Meleiro - SC /93-Of. nº 95/05-Mineração Costa Ltda- Major Gercino - SC /95-Of. nº 99/05 - Geosul - Geologia do Sul Ltda - Turvo - SC /95-Of. nº 00/05-Geosul - Geologia do Sul Ltda - Turvo - SC 86.08/95 - Of. nº 0/05 - Cysy Mineração Ltda - Imbituba - SC 86.08/95 - Of. nº 02/05 - Cysy Mineração Ltda - Imbituba - SC 86.36/95 - Of. nº 92/05 - Minareia - Mineração de Areia Ltda - Laguna - SC 86.36/95 - Of. nº 9/05 - Minareia - Mineração de Areia Ltda - Laguna - SC 85.2/03-Of. nº 82/05-Gilmar Marques Oba - ME - Jaguaruna - SC 85.2/03-Of. nº 83/05-Gilmar Marques Oba - ME - Jaguaruna - SC /03 - Of. nº 80/05- Unimin do Brasil Ltda - Jaguaruna - SC /03 - Of. nº 8/05- Unimin do Brasil Ltda - Jaguaruna - SC /03-Of. nº 78/05-Gilmar Marques Oba - ME - Jaguaruna - SC /03-Of. nº 79/05-Gilmar Marques Oba - ME - Jaguaruna - SC FASE DE CONCESSÃO DE LAVRA Determina o cumprimento de exigências do ofício que menciona, no prazo de 60 (sessenta) dias. (4.70) 4.270/38 - Of. nº 474/04 - Indústria Carbonífera Rio Deserto Ltda - Criciúma/Içara/Forquilhinha/Jaguaruna/Morro da Fumaça - SC /69 - Of. nº 94/05 - Mineração Floresta Ltda - Campo Alegre/São Bento do Sul/Jaraguá do Sul - SC /77 - Of. nº 203/05 - Osmar Kalbusch - FI - Trombudo Central - SC /77 - Of. nº 204/05 - Osmar Kalbusch - FI -Trombudo Central - SC /8 - Of. nº 24/05 - Margil - Mineração de Argilas Ltda - Pedras Grandes - SC /86 - Of. nº 206/05 - Tecnargilas Mineração e Beneficiamento Ltda - Campo Alegre/Jaraguá do Sul - SC 85.37/92 - Of. nº 35/04 - Mineração Nilson Ltda - Araquari - SC /96 - Of. nº 7/05 - Moliza Revestimentos Cerâmicos Ltda - Meleiro - SC 85.35/02 - Of. nº 42/04 - Mineradora São Luiz Ltda - Canelinha/Tijucas - SC Auto de Infração lavrado por determinação do chefe para aplicação de Multa - Prazo para defesa: 30 (trinta) dias. (4.59) /69 - A.I. nº 38/05 - Oxford Mineração e Agroenergética Ltda - Campo Alegre - SC /70 - A.I. nº 39/05 - Oxford Mineração e Agroenergética Ltda - Campo Alegre - SC /7 - A.I. nº 40/05 - Oxford Mineração e Agroenergética Ltda - São Bento do Sul - SC /92 - A.I. nº 07/05 - Mineração Veiga Ltda - Araquari - SC FASE DE LICENCIAMENTO Determina o cumprimento de exigência, do ofício que menciona, no prazo de 60 (sessenta) dias. (7.8) 85.49/93 - Of. nº 67/05 - Extração e Comércio de Areia Farias - Brusque - SC /94 - Of. nº 68/05 - Extração e Comércio de Areia Farias - Brusque - SC /96 - Of. nº 428/04 - Comércio e Extração de Areia NH Ltda - Brusque/Guabiruba - SC /97 - Of. nº 225/05 - Base Brita Ltda - Treviso - SC

99 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN /97-Of. nº 76/05-Bogo, Bogo & Cia Ltda-Jaraguá do Sul - SC /97 - Of. nº 69/05 - Extração e Comércio de Areia Farias - Brusque - SC 85.30/00 - Of. nº 202/05 - Cerâmica Palmital Ltda - Garuva - SC 85.36/0 - Of. nº 28/05 - Pedro Luz Vernier - ME - Palhoça - SC /02 - Of. nº 222/05 - Reis Engenharia de Obras Ltda - Massaranduba - SC /03 - Of. nº 58/05 - Locação de Equipamentos Mourão Ltda - Joinville - SC /04 - Of. nº 46/05 - Indústria de Esquadrias Lutisa Ltda - Rio dos Cedros - SC Defere o Pedido de Licenciamento. (7.30) /03 - Maiomaq Terraplanagem Ltda - Nova Veneza - SC-Licenciamento nº 64 - Prazo: Até 3/2/ /04 - Construtora Globo Ltda - Rodeio/Timbó - SC- Licenciamento nº 60 - Substância: Gnaisse - Prazo: Até / 0 5 / /04 - ARG Ltda - São José do Cerrito - SC-Licenciamento nº 62 - Substância: Basalto - Prazo: Até 0/0/ /04 - Areal Planalto Ltda - Lages - SC-Licenciamento nº 63 - Substância: Areia - Prazo: Até 6/09/ /04 - Metalúrgica Modelo Ltda - Modelo - SC-Licenciamento nº 6 - Substância: Basalto - Prazo: Até 04/08/ /04 - Indústria de Esquadrias Lutisa Ltda - Rio dos Cedros - SC-Licenciamento nº 65 - Substância: Folhelho e Cascalho - Prazo: Até 8/0/2009 Defere o pedido de Renovação do Licenciamento. (7.42) /87 - Extração e Comércio de Areias Farias Ltda - Brusque - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 7/0/ /87 - Deschamps & Cia Ltda - Gaspar - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 04/0/ /87 - Irmãos Beilfuss Ltda - Brusque - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 3/0/ /87 - TJF - Extração e Comércio de Areia Ltda - Guaramirim - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 26/08/ /89 - Deschamps & Cia Ltda - Gaspar - SC -Licenciamento nº Prazo: Até 04/0/ /89 - Extração de Areia Poço Grande Ltda - Gaspar - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 04/0/ /90 - Damian Extração de Areia Ltda - Gravatal - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 05/09/ /9 - Extração e Comércio de Areia Ottomar Ltda - Guaramirim - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 09/07/ /92 - Josemar João Dell'Antônio - ME - Nova Trento - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 02/0/ /92 - Josemar João Dell'Antônio - ME - Nova Trento - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 02/0/ /92 - Rimatla Comércio de Transportes Rodoviários Ltda - Nova Trento - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 02/0/ /92 - Rimatla Comércio de Transportes Rodoviários Ltda - Nova Trento - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 02/0/ /92 - José Mario Pires - ME - Araquari/ São João do Itaperiú - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 3/04/ /92 - José Mario Pires - ME - Araquari/ São João do Itaperiú - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 3/04/ /93 - Extração e Comércio de Areias Farias Ltda - Brusque - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 7/0/ /94 - Dilnei Francisco de Lima - ME - Garopaba - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 7// /94 - TJF - Extração e Comércio de Areia Ltda - Guaramirim - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 26/08/ /95 - TJF - Extração e Comércio de Areia Ltda - Guaramirim - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 26/08/ /96 - Hilbert - Comércio de Materiais de Construção Ltda - Orleans - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 28/2/ /96 - Extração de Areia Fantoni Ltda - Ilhota - SC- Licenciamento nº Prazo: Até 30// /96 - Butzke Extração e Comércio de Areia Ltda - Jaraguá do Sul/Schroeder/Guaramirim - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 2/05/ /96 - Extração de Areia Poço Grande Ltda - Gaspar/Ilhota - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 05// /96 - Moraes Construções e Incorporações Ltda - Gravatal - SC-Licenciamento nº 72 - Prazo: Até 06/2/ /96 - São Gabriel Mineração Ltda - Garuva - SC- Licenciamento nº Prazo: Até 08// /97 - Tonhão Material para Construção Ltda - Navegantes - SC-Licenciamento nº 67 - Prazo: Até 9// /97 - Pedras Morro Grande Ltda - Araquari - SC- Licenciamento nº Prazo: Até 25// /97 - Codejas - Companhia de Desenvolvimento de Jaraguá do Sul S/A - Jaraguá do Sul - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 08/2/ /99 - O M Junckes Extração de Areia e Transportes Ltda - Biguaçu - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 02/2/ /99 - Osni Pereira - ME - Garuva - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 26/05/ /00 - Aparício Henrique Vieira - ME - Morro da Fumaça - SC-Licenciamento nº 29 - Prazo: Até 8// /00 - Extração e Comércio de Areia Santa Bárbara Ltda - Biguaçú - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 22/05/ /0 - Renato Ataíde da Silveira - ME - Florianópolis -SC-Licenciamento nº Prazo: Até 3/2/ /0 - Extração e Comércio de Areia Martins Kienen Ltda - Guaramirim - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 03/09/ /02 - Rimatla Comércio de Transportes Rodoviários Ltda - Nova Trento - SC-Licenciamento nº 96 - Prazo: Até 02/0/ /02 - Extração de Areia Fantoni Ltda - Itajaí - SC- Licenciamento nº Prazo: Até 03/2/ /02 - Cerâmica Baltazar Fischer Ltda - ME - Blumenau - SC-Licenciamento nº 05 - Prazo: Até 9/07/ /03 - Josemar João Dell'Antônio - ME - Nova Trento - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 02/0/ /03 - Josemar João Dell'Antônio - ME - Nova Trento - SC-Licenciamento nº Prazo: Até 02/0/ /04 - Alquiminas Engenharia e Representações Ltda - Nova Veneza - SC-Licenciamento nº 66/05 - Prazo: Até 3/2/ /04 - Irmãos Beilfuss Ltda - Brusque - SC-Licenciamento nº 33 - Prazo: Até 3/0/2006 Auto de Infração lavrado por determinação do Chefe para aplicação de Multa - Prazo para defesa: 30 (trinta) dias. (7.6) 85.02/96 - A.I. nº 35/05 - Construtora Azza Ltda - Brusque - SC Determina a aplicação de Multa - Prazo para Recolhimento: 30 (trinta) dias. (7.73) /98 - Extração de Areia Verde Vale Ltda - Blumenau - SC A.I. nº 274/04 - Valor: 822,39 REGISTRO DE EXTRAÇÃO Determina o cumprimento de exigências do ofício que menciona no prazo de 30 (trinta) dias. (8.25) /02 - Of. nº 2/05 - Prefeitura Municipal de Laguna - Laguna - SC /02 - Of. nº 24/05 - Prefeitura Municipal de Imbituba - Imbituba - SC <!ID > RELAÇÃO Nº 4/2005 FASE DE REQUERIMENTO DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Indefere o Requerimento de Pesquisa/Parágrafo º Artigo 8 C.M. (.2) /00 - A.J. Potter e Cia Ltda. Itajaí - SC 85.96/0 - Geraldo Cechinel - Pedras Grandes - SC /04 - Cooperativa de Exploração Mineral de Sombrio - Macarajá - SC /04 - Cooperativa de Exploração Mineral de Sombrio - Macarajá - SC /04 - Construtora Triunfo S/A - Laguna - SC /04 - Construtora Triunfo S/A - Laguna - SC /04 - Ibirama Mineração Ltda - Anitápolis - SC /04 - Ibirama Mineração Ltda - Anitápolis - SC /04 - Nadia Cerom - Itajaí - SC /04 - Klace S/A Pisos e Azulejos - Coca do Sul - SC /04 - Valmor Fontana - Caçador - SC 85.54/04 - Carlos Dieter Werner - Indaial - SC /04 - Alfredo Leal Junior - Tijucas - SC /04 - Água Mineral Santa Catarina Ltda - Palhoça - SC /04 - Valmor Fontana - Caçador - SC /04 - Neri Luiz da Silva - Bombinhas - SC /04 - Osnir Giovalella - Gaspar e Brusque - SC FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Aprova o relatório de pesquisa com redução de área em virtude da mesma não estar totalmente mineralizada ou pesquisada/inciso I, do art 30 do C.M. (2.9) /96 - Cubatão Dragagens Ltda. - São Francisco do Sul - SC-Turfa. A área foi reduzida de.332,47 ha, para 50,00 ha. Descrição da nova área: tem vértice a metros, no rumo verdadeiro de 7º43', de um ponto de coordenadas geográficas Lat. +26º27'23 6 e Long. +48º36'45 9 e os lados a partir desse vértice os seguintes comprimentos e rumos verdadeiros: 250m-W, 402m-N, 480m-E, 650m-S, 230m-W, 752m-S. 86.5/96 - Cubatão Dragagens Ltda. - Jaraguá do Sul - SC - Cascalho e Argila. Descrição da área: tem um vértice a 532 metros, no rumo verdadeiro de SW 56º2', de um ponto de coordenadas geográficas Lat. +26º2'3 8 e Long. +49º04'4 9 e os lados a partir desse vértice, os seguintes comprimentos e rumos verdadeiros: m-SW 90º00'00, m-SW 00º00'00, 000m-SE 90º00'00, 20.m-NW 0º22'05, 96.22m-NW 32º40'0, 54.3m- NW 48º28'43, 3.83m-NW 7º00'30, 56.75m-NW 42º24'27, 58m-NW 00º00'00, 49.22m-NE 33º06'6, 60.59m-SE 90º00'00, 58.73m-SE 33º26'57, 30.62m-NE 88º52'37, 6.77m-NE 30º54'29, 89.90m-NW 00º00' /97 - Cubatão Dragagens Ltda. - Jaraguá do Sul - SC- Saibro e Gnaisse A área foi reduzida de.000,00 ha, para 50,00 ha. Descrição da área: tem um vértice a metros, no rumo verdadeiro de 63º25', de um ponto de coordenadas geográficas Lat. +26º25'52 e Long. +49º4'08 8 e os lados a partir desse vértice, os seguintes comprimentos e rumos verdadeiros: 350m-E, 00m-N, 500m-E, 500m-S, 200m-W, 00m-S, 200m-W, 00m-S, 450m-W, 600m-N /97 - Cubatão Dragagens Ltda. - Jaraguá do Sul - SC- Gnaisse e Saibro. A área foi reduzida de.000,00 ha, para 50,00 ha. Descrição de nova área: tem um vértice a metros, no rumo verdadeiro de 4º o', de um ponto de coordenadas geográficas Lat. +26º25'52 e Long. +49º4'08 8 e os lados a partir desse vértice, os seguintes comprimentos e rumos verdadeiros: 500m-E, 50m-N, 350m-E, 750m-S, 300m-W, 50m-N, 650m-W, 200m-N, 00m-E, 250m-N. 85.9/97 - Cubatão Dragagens Ltda. - Jaraguá do Sul - SC- Gnaisse. Área foi reduzida de.22.90ha, para 50.00ha. Descrição da nova área: tem um vértice a metros, no rumo verdadeiro de 22º5', de um ponto de coordenadas geográficas Lat. +26º33'2 9 e Long. +49º07'56 7 e os lados a partir desse vértice, os seguintes comprimentos e rumos verdadeiros: 00m-E, 50m-N, 50m-E, 50m-N, 8m-E, 00m-S, 35m-E, 900m-S, 466m-W, 00m-N, 00m-W, 700m-N /97 - Cubatão Dragagens Ltda. - Jaraguá do Sul - SC- Gnaisse e Saibro. A área foi reduzida de 2.000,00 ha, para 50,00 ha. Descrição da nova área: tem um vértice a 4.925, no rumo verdadeiro de 47º0', de um ponto de coordenadas geográficas Lat. +26º33'22 4 e Long. +49º07'57 4 e os lados a partir desse vértice, os seguintes comprimentos e rumos verdadeiros: 850m-S, 400m-W, 200m-N, 200m-W, 200m-N, 00m-W, 300m-N, 00m-E, 50m-N, 600m-E /97 - Cubatão Dragagens Ltda. - Jaraguá do Sul - SC- Cascalho. A área foi reduzida de.973,8 ha, para 50,00 ha. Descrição da área: tem um vértice a metros, no rumo verdadeiro de 53º', de um ponto de coordenadas geográficas Lat. +26º33'2 9 e Long. +49º07'56 7 e os lados a partir desse vértice, os seguintes comprimentos e rumos verdadeiros:.000m-e, 447m-S, 60m-E, 50m-S,.060m-W, 497m-N /97 - Cubatão Dragagens Ltda. - Jaraguá do Sul - SC- Cascalho. A área foi reduzida de 2.000,00ha, para 50,00 ha. Descrição da nova área: tem um vértice a metros, no rumo verdadeiro de 23º40', de um ponto de coordenadas geográficas Lat. +26º33'2 9 e Long. +49º07'56 7 e os lados a partir desse vértice, os seguintes comprimentos e rumos verdadeiros:00m-s, 70m-W, 20m- S, 40m-W, 40m-S, 40m-W, 90m-S, 40m-E, 30m-S, 50m-E,40m-S, 50m-W, 50m-S, 80m-W, 50m-N, 50m-W, 40m-N, 80m-W, 30m-S, 40m-E, 30m-S, 30m-E, 90m-S, 40m-W, 00m-W, 00m-S, 60m- W50m-N, 40m-W, 60m-N, 40m-W, 60m-N, 40m-W, 60m-N, 50m-W, 30m-N, 40m-W, 380m-S, 40m-W, 50m-S, 50m-W, 60m-S,70m-W, 60m-S, 60m-W, 60m-S, 70m-E, 40m-S, 60m-W, 00m-S, 60m-W, 80m-S, 50m-W, 90m-S, 50m-W, 50m-S, 40m-W, 60m-S, 70m-W, 80m-S, 40m-W, 50m-S, 480m-W,70m-S, 40m-W, 70m-S, 530m-S, 230m-S, 70m-W, 40m-S, 50m-W, 60m-S, 70m-W, 50m-S, 270m-W, 50m-S, 70m-W, 50m-S, 0m-W, 80m-N, 50m-W, 280m-N, 90m-E, 50m-S, 50m-W, 90m-S, 40m-E, 60m-N, 20m-E, 60m-N, 70m-E, 30m-N, 70m-E, 80m-S, 90m-E, 30m-N, 200m-E, 60m-S, 90m-E, 90m-N, 30m-E, 80m-S, 30m-E, 70m-N, 40m-E, 90m-N, 50m-E, 200m-N, 70m-E, 50m-N, 80m-E, 60m-N, 0m-N, 70m-N, 50m-E, 0m-N, 60m-E, 80m-N, 60m-E, 50m-N, 0m-W, 00m-N, 60m-E, 70m-N, 40m-E, 30m-N, 0m-E, 70m-S, 80m-E, 40m-N, 60m-E, 80m-N, 30m-E, 270m-N, 20m-E, 60m-S, 50m-E, 50m-S, 40m-E, 60m-S, 50m-E, 40m-S, 70m-E, 200m-N, 30m-W, 290m-N, 250m-E, 70m-S, 50m-E, 50m-S, 30m-E, 90m-N, 50m-W, 40m-N, 80m-W, 90m-N, 60m-E, 60m-N, 50m-E, 60m-N, 40m-E, 60m-N, 0m-E /97 - Cubatão Dragagens Ltda. - Jaraguá do Sul - SC- Saibro. A área foi reduzida de.646,69 ha, para 50,00 ha. Descrição da nova área: tem um vértice a 346 metros, no rumo verdadeiro de 80º55', de um ponto de coordenadas geográficas Lat. +26º33'2 9 e Long. +49º07'56 7 e os lados a partir desse vértice, os seguintes comprimentos e rumos verdadeiros: 00m-N, 300m-W, 500m-N, 750m-E, 00m-S, 00m-E, 200m-S, 00m-E, 300m-S, m - W /00 - Terra Mater Participações e Empreendimentos Ltda. - Massaranduba - SC- Areia. A área reduzida de 000,00 ha, para 50,00 ha. Descrição da nova área: tem vértice a.29 metros, no rumos verdadeiro de 03º20', de um ponto de coordenadas geográficas Lat. +26º34'20 5 e Long. +49º00'4 9 e os lados a partir desse vértice, no rumo verdadeiro de 03º20'de um ponto de coordenadas geográficas: Lat. +26º34'20 5 e Long. +49º00'4 e os lados a partir desse vértice, os seguintes comprimentos e rumos verdadeiros:00m- S, 00m-W, 70m-S, 50m-W, 95m-S, 0m-E, 85m-S, 87.68m-E, 600m-S, 97.68m-W, 200m-S, 97.68m-E, 200m-S, 97.68m-W, 200m-S, 200m-W, 200m-N, 80m-E, 200m-N, 380m-W, 200m-N, 200m-E, 200m-N, 200m-W, 200m-N, 390m-E, 200m-N, 90m-W, 400m-N, 230m-E, 50m-N, 20m-E. Aprova o Relatório de Pesquisa. Artigo 30, Inciso I C.M. (3.7) /8 - Mineração Brandão Ltda. - Joinville e Jaraguá do Sul - SC - Saibro 85.70/97 - Cubatão Dragagens Ltda - Schroeder/Jaraguá do Sul - SC - Cascalho 85.45/00 - Cubatão Dragagens Ltda. - Jaraguá do Sul/Schroeder - SC - Cascalho 85.46/00 - Cubatão Dragagens Ltda. - Jaraguá do Sul/Schroeder - SC - Cascalho 85.47/00 - Cubatão Dragagens Ltda. - Jaraguá do Sul/Schroeder - SC - Cascalho Nega aprovação ao relatório de pesquisa / inciso II do art. 30 do C.M. - Área disponível para pesquisa pelo prazo de 60 (sessenta) dias/art 26 do C.M. - Os critérios gerais, as regras e os critérios específicos de habilitação e julgamento estão estabelecidos na Portaria Ministerial nº 2, de 6/0/97, na Portaria do Diretor-Geral do DNPM nº 49, de 9//99 - Os interessados poderão ter vistas dos autos na sede do º Distrito do DNPM/SC, sito à Rua Álvaro Millen da Silveira, 5 - Centro - Florianópolis - Santa Catarina. (3.8) e (3.28) /93 - Companhia Brasileira de Alumínio - Santa Rosa de Lima/Rio Fortuna - SC

100 00 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de /95 - Márcio Luiz Martins - Joinville - SC 85.42/96 - Lucídio José Cella - Chapecó/Cordilheira Alta - SC 85.27/99 - Luciano Francalacci da Silva - Rio Fortuna e Santa Rosa de Lima - SC /0 - Miguel Sommariva - São José do Cerrito - SC 85.54/0 - Terra Mater Participações e Empreendimentos Ltda-Tijucas/Porto Belo- SC 85.57/0 - Vilmar Gaio - Aurora - SC 85.58/0 - Vilmar Gaio - Ituporanga - SC 85.59/0 - Vilmar Gaio - Agronômica e Aurora - SC 85.60/0 - Vilmar Gaio - Ituporanga - SC 85.6/0 - Vilmar Gaio - Agronômica e Aurora - SC 85.62/0 - Vilmar Gaio - Agronômica e Aurora - SC 85.63/0 - Vilmar Gaio - Agronômica e Aurora - SC 85.64/0 - Vilmar Gaio - Aurora - SC 85.66/0 - Vilmar Gaio - Ituporanga - SC 85.68/0 - Vilmar Gaio - Ituporanga - SC /0 - Geovale Ltda. - Rio do Oeste - SC 85.6/02 - Miguel Sommariva - Mafra - SC 85.7/02 - Miguel Sommariva - Ituporanga - SC /02- Industria Carbonífera Rio Deserto Ltda. - Botuverá - SC 85.42/02 - Tecmicer Tecnologia em Minérios Cerâmicos Ltda. - Garuva/Itapoá - SC 85.45/02 - Cooperativa de Exploração Mineral de Sombrio -Forquilhinha/Meleiro/Araranguá/Maracajá -SC Homologa o pedido de renúncia da Autorização de Pesquisa / inciso II, do art. 22 do C.M. - Área disponível para pesquisa pelo prazo de 60 (sessenta) dias/art 26 do C.M. - Os critérios gerais, as regras e os critérios específicos de habilitação e julgamento estão estabelecidos na Portaria Ministerial nº 2, de 6/0/97, na Portaria do Diretor-Geral do DNPM nº 49, de 9//99. - Os interessados poderão ter vistas dos autos na sede do º Distrito do DNPM/SC, sito à Rua Álvaro Millen da Silveira, 5 - Centro - Florianópolis - Santa Catarina. (2.94) e (3.28) /0 - Franco Andrei Pereira da Rosa - Balneário Camboriú/Camboriú - SC /03 - Companhia Vale do Rio Doce - CVRD - São Bento do Sul - SC /03 - Companhia Vale do Rio Doce - CVRD - São Bento do Sul - SC 85.68/03 - Companhia Vale do Rio Doce - CVRD - Campo Alegre e São Bento do Sul - SC /03 - Companhia Vale do Rio Doce - CVRD - Piêm - PR/Campo Alegre - SC /03 - Companhia Vale do Rio Doce - CVRD - Piêm - PR/Campo Alegre - SC FASE DE CONCESSÃO DE LAVRA Determina o arquivamento do Auto de Infração para aplicação de Multa. (4.62) /7 - A.I. nº 465/02 - Interessado Minel - Minérios Industriais do Sul Ltda. - Urussanga - SC /80 - A.I. nº 433/02 - Interessado Mineração Loghi Ltda.. Rio Fortuna - SC FASE DE LICENCIAMENTO Determina o cancelamento do Registro de Licença / inciso V do art. 23 da Instrução Normativa nº 0 de 2/02/200 do Diretor- Geral do DNPM, publicada no DOU de 22/02/ Área disponível para pesquisa pelo prazo de 60 (sessenta) dias/art. 26 do C.M. e art. 7º, da Portaria Ministerial nº 2, de 6/0/97.- Os critérios gerais, as regras e os critérios específicos de habilitação e julgamento estão estabelecidos na Portaria Ministerial nº 2, de 6/0/97 e na Portaria do Diretor-Geral do DNPM nº 49, de 9//99 - Os interessados poderão ter vistas dos autos na sede do º Distrito do DNPM/SC, sito à Rua Álvaro Millen da Silveira nº 5, Centro, Florianópolis, SC.(7.04) e (3.28) /86 - Cerâmica Alvino Voigt Ltda. - Canoinhas - SC Determina o cancelamento do Registro de Licença / inciso º e 2º do art. 5º da Instrução Normativa nº 0 de 2/02/200 do Diretor-Geral do DNPM, publicada no DOU de 22/02/ Área disponível para pesquisa pelo prazo de 60 (sessenta) dias/art. 26 do C.M. e art. 7º, da Portaria Ministerial nº 2, de 6/0/97.- Os critérios gerais, as regras e os critérios específicos de habilitação e julgamento estão estabelecidos na Portaria Ministerial nº 2, de 6/0/97 e na Portaria do Diretor-Geral do DNPM nº 49, de 9//99 - Os interessados poderão ter vistas dos autos na sede do º Distrito do DNPM/SC, sito à Rua Álvaro Millen da Silveira nº 5, Centro, Florianópolis, SC.(7.04) e (3.28) /03 - Extração e Comércio de Areia Ottomar Ltda. - Guaramirim e Araquari - SC FASE DE REGISTRO DE EXTRAÇÃO Determina o Cancelamento do Registro de Extração/inciso VII, art. 0 do Decreto nº3.358 de 02/02/ Área disponível para pesquisa pelo prazo de 60 dias (sessenta) dias/art. 26 do C.M. - Os critérios gerais, as regras e os critérios específicos de habilitação e julgamento estão estabelecidos na Portaria Ministerial nº 2, de 6/0/97 e na Portaria do Diretor-Geral do DNPM nº 49, de 9//99 - Os interessados poderão ter vistas dos autos na sede do º Distrito de DNPM/SC, sito à Rua Álvaro Millen da Silveira, nº 2, Centro Florianópolis, SC. (9.43) e (3.28) 85.39/0 - Prefeitura Municipal de Tijucas - Tijucas - SC /0 - Prefeitura Municipal de Tijucas - Tijucas - SC /0 - Prefeitura Municipal de Tijucas - Tijucas - SC /0 - Prefeitura Municipal de Leoberto Leal - Leoberto Leal - SC ARIEL ARNO PIZZOLATTI 3 o - D I S T R I TO <!ID > DESPACHOS DO CHEFE RELAÇÃO Nº 05/2005 FASE DE LICENCIAMENTO Defere o pedido de licenciamento. (7.30) / Olaria João Maria Ltda. - Irati-PR - Licenciamento nº 704/2003/3ºDS-DNPM-PR - Argila - validade até 02/03/ / Cerâmica Sul Paraná Ltda. - Guamiranga-PR - Licenciamento nº 695/2003/3ºDS-DNPM-PR - Argila - validade até 04/04/ / Cerâmica Vanin Ltda. - Realeza-PR - Licenciamento nº 702/2003/3ºDS-DNPM-PR - Argila - Validade até 24/03/ / José Natalino Paloco & Cia. Ltda. - Ortigueira-PR - Licenciamento nº 725/2003/3ºDS-DNPM -PR - Argila - validade até 30/02/2004 Defere a averbação da renovação do licenciamento. (7.42) /96 - Porto de Areia Piracema Ltda. - Londrina-PR - Licenciamento nº 475/PR - Areia - validade até 8/08/2006 Indefere o requerimento de registro de licença/ º, Artigo 8 do C.M. (Interferência Total) (7.38) / Saibreira Retiro Ltda. - Campo Largo-PR / Pereira, Fiates & Filhos Ltda. - Siqueira Campos-PR Determino o cancelamento do Registro de Licença/ Inciso V, do art. 23 da I.N. nº 0/ Área disponível para pesquisa pelo prazo de 60(sessenta) dias/art. 26 do C.M. e art. 7º, da Portaria Ministerial nº 2, de 6/0/97. - Os critérios gerais, as regras e os critérios específicos de habilitação e julgamento estão estabelecidos na Portaria Ministerial nº 2, de 6/0/97 e na Portaria do Diretor- Geral do DNPM nº 49, de 9//99 - Os interessados poderão ter vistas dos autos na sede do 3º Distrito do DNPM/PR, sito à rua Desembargador Otávio do Amaral, Bigorrilho, Curitiba-PR. (7.04) e (3.28) /86 - Pedreira Santa Rosa Ltda. - Pitanga-PR /97 - Sandra Maria Ternoski - Prudentópolis-PR FASE DE REQUERIMENTO DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Determina o cumprimento de exigência do ofício que menciona, no prazo de 60(sessenta) dias. (.3) /98-Of. nº 324/2004- Luiz Carlos Dal Ross - Pato Branco-PR /99 - Of. nº 02/ Hamilton Bassani - Quatro Barras-PR /2002-Of. nº 403/2004-Oscar Waldow - Nova Santa Rosa-PR /2004- Of. nº 399/2004-4R Agro Pastoril Ltda - Cascavel-PR / Of. nº 40/ Amadeu Salioni Neto - Tamarana e Londrina-PR / Of. nº 082/ Claudomiro Siroti - Mirador-PR Indefere o requerimento de autorização e pesquisa/ º, Artigo 8 do C.M. (Interferência Total) (.2) / Guilherme José da Silva Santos - São José dos Pinhais-PR Indefere de plano o requerimento de autorização de pesquisa/caput do Art. 7 do C..M. (.0) /2003-João Batista Moreira dos Santos-Rio Negro e Lapa-PR Indefere o requerimento de Autorização de Pesquisa / Parágrafo 2º do art. 7 do C.M. - Área disponível para pesquisa pelo prazo de 60 (sessenta) dias/art. 26 do C.M.- Os critérios gerais, as regras e os critérios específicos de habilitação e julgamento estão estabelecidos na Portaria Ministerial nº 2, de 6/0/97 e na Portaria do Diretor-Geral do DNPM nº 49, de 9//99 - Os interessados poderão ter vistas dos autos na sede do 3º Distrito do DNPM/PR, sito à Rua Des. Otávio do Amaral, Bigorrilho - Curitiba-PR (.22) e (3.28) / Aco Mineração Ltda. - Cerro Azul-PR FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Determina o cumprimento de exigência do ofício que menciona, no prazo de 60(sessenta) dias. (2.50) /98 - Of. nº 397/ Comercial de Areia Unidos Ltda. - Porto Rico-PR /99 - Of. nº 88/ Newton Vasniewski Ribeiro - Campina Grande do Sul-PR Homologa o pedido de renúncia da Autorização de Pesquisa / inciso II, do art. 22 do C.M. - Área disponível para pesquisa pelo prazo de 60 (sessenta) dias/art. 26 do C.M.- Os critérios gerais, as regras e os critérios específicos de habilitação e julgamento estão estabelecidos na Portaria Ministerial nº 2, de 6/0/97 e na Portaria do Diretor-Geral do DNPM nº 49, de 9//99 - Os interessados poderão ter vistas dos autos na sede do 3º Distrito do DNPM/PR, sito à Rua Des. Otávio do Amaral, Bigorrilho - Curitiba-PR (2.94) e (3.28) /97 - C.R. Almeida Mineração S/A - Tibagi-PR Nega aprovação ao relatório de pesquisa / inciso II, do art. 30 do C.M. - Área disponível pelo prazo de 60 (sessenta) dias/art. 26 do C.M.- Os critérios gerais, as regras e os critérios específicos de habilitação e julgamento estão estabelecidos na Portaria Ministerial nº 2, de 6/0/97 e na Portaria do Diretor-Geral do DNPM nº 49, de 9//99 - Os interessados poderão ter vistas dos autos na sede do 3º Distrito do DNPM/PR, sito à Rua Des. Otávio do Amaral, Bigorrilho - Curitiba-PR (3.8) e (3.28) /92 - Carlos Reinhold Weiss - Mandaguari-PR / Mineração São Judas Ltda. - Jaguariaíva e Sengés-PR / João Achilles Grenier Gluck - São Pedro do Ivaí-PR FASE DE REQUERIMENTO DE CONCESSÃO DE LA- VRA Determina o cumprimento de exigência do ofício que menciona, no prazo de 60(sessenta) dias. (3.6) /89- Of. nº 00/ Mineração de Lucca Ltda. - Castro-PR Determina o cumprimento de exigência do ofício que menciona, no prazo de 80(cento e oitenta) dias. (3.6) /88 - Of. nº 05/ Furquim Bezerra & Cia. Ltda.. - Itaperuçu-PR Determina a prorrogação de prazo para cumprimento de exigência do ofício que menciona, por mais 80(cento e oitenta) dias. (3.64) /88 - Of. nº 64/ Diamante Indústria de Cal Ltda. - Colombo-PR /92 - Of. nº 4/ Irmãos Hobi Ltda. - Irienópolis-SC e Paula Freitas-PR /95 - Of. nº 79/ Mineração São Judas Ltda. - Doutor Ulysses-PR /99 - Of. nº 76/ Mineração São Judas Ltda,. - Jaguariaíva e Doutor Ulysses-PR FASE DE CONCESSÃO DE LAVRA Determina o cumprimento de exigência do ofício que menciona, no prazo de 60(sessenta) dias. (4.70) /94 - Of. nº 404/ Abib Miguel FI - Quatro Barras-PR WADIR BRANDÃO PETRÓLEO BRASILEIRO S/A PETROBRAS QUÍMICA S/A (Subsidiária da Petróleo Brasileiro S.A. - PETROBRAS) C.N.P.J./M.F / COMPANHIA ABERTA Aos Acionistas da Petrobras Química S.A. - PETROQUI- SA: Estas informações destinam-se a atender o Decreto nº 825 de <!ID >BALANÇO PATRIMONIAL AT I V O Pela Legislação Societária Em milhares de reais 3/0/2005 CIRCULANTE Disponibilidades Dividendos e Juros s/ Capital Próprio Imp. de renda e contrib. social diferidos 3.35 Impostos a recuperar Demais Créditos e Valores 475 Total do ativo circulante REALIZÁVEL A LONGO PRAZO Títulos e valores mobiliários Investimentos em empresas vinculadas Depósitos judiciais Crédito com partes relacionadas Imp. de renda e contrib. social diferidos Total do realizável a longo prazo PERMANENTE Invest. em controladas e coligadas Imobilizado 463 Total do permanente TOTAL DO ATIVO PA S S I V O CIRCULANTE Impostos, taxas e contribuições 203 Fornecedores 69 Salários e encargos sociais 9.57 Dividendos propostos Plano de pensão.522 Demais contas a pagar Total do passivo circulante

101 <!ID > RESOLUÇÃO <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN EXIGÍVEL A LONGO PRAZO Imp. de renda e contrib. social diferidos Plano de pensão Plano de saúde Provisão para Contingências 2. 4 Total do exigível a longo prazo PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital social Reserva de capital Reserva de reavaliação Reservas de lucros Lucros (prejuízos) acumulados Total do patrimônio líquido TOTAL DO PASSIVO DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO Pela Legislação Societária Em milhares de reais PERÍODO FINDO EM: 3/0/2005 EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL AMORTIZAÇÃO DE ÁGIO (956) RECEITAS (DESPESAS) OPERACIONAIS Honorários da administração (4) Despesas gerais e administrativas (923) Despesas tributárias (39) Financeiras Despesas (.28) Receitas Outras receitas (despesas) operacionais, líquidas (.356) (772) LUCRO (PREJUÍZO) OPERACIONAL RECEITAS (DESPESAS) NÃO OPERACIONAIS, LÍQUIDAS - LUCRO (PREJUÍZO) ANTES DA CSL, IMPOSTO DE RENDA E PA RT I C I PA Ç Ã O Contribuição Social Corrente 36 Imposto de Renda Corrente 0 Contribuição Social Diferida 8 Imposto de Renda Diferido 328 LUCRO (PREJUÍZO) LÍQUIDO DO EXERCÍCIO LUCRO LÍQUIDO POR LOTE DE.000 AÇÕES,34 DO CAPITAL INTEGRALIZADO NO FIM DO PERÍODO EM R$ TOTAL DE AÇÕES DO CAPITAL SOCIAL: ações. KUNIYUKI TERABE Presidente e Diretor de Relações com Investidores CVM WALTER COELHO MENDES CPF/MF: Contador - CRC/RJ /O-5 Ministério do Desenvolvimento Agrário INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA CONSELHO DIRETOR Nº 2, DE 7 DE MARÇO DE 2005 O CONSELHO DIRETOR DO INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA-INCRA, Autarquia Federal criada pelo Decreto-lei n o.0, de 9 de julho de 970, alterado pela Lei n o 7.23, de 23 de outubro de 984, por seu Presidente, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Item b, inciso IV do art. 8 o, Estrutura Regimental, aprovada pelo Decreto n o 5.0, de de março de 2004, combinado com o Item b, inciso IV do art. 0, do Regimento Interno, aprovado pela Portaria/MDA/N o 64, de 4 de julho de 2000, alterado pela Portaria/MDA/nº224, de 28 de setembro de 200 e tendo em vista a decisão adotada em sua 549ª Reunião do Egrégio Conselho Diretor, realizada em 07 de março de 2005, resolve: Art. o Aprovar o Balanço Geral do INCRA, referente ao exercício de Art. 2 o Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. ROLF HACKBART Presidente de Instituto Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. GABINETE DO MINISTRO INTERMINISTERIAL N o - 76, DE 9 DE MARÇO DE 2005 OS MINISTROS DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR e DA CIÊNCIA E TEC- NOLOGIA, no uso das atribuições que lhes confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição Federal, e tendo em vista o disposto no 6 o do art. 7 o do Decreto-Lei n o 288, de 28 de fevereiro de 967, resolvem: Art. o Fica estabelecido para o produto ESPELHO RE- TROVISOR INTERNO ELETROCRÔMICO PARA VEÍCULOS DE QUATRO RODAS, industrializado na Zona Franca de Manaus, o seguinte Processo Produtivo Básico: I - injeção das partes plásticas; II - estampagem das partes metálicas; III - usinagem das partes metálicas; IV - montagem e soldagem dos componentes nas placas de circuito impresso; V - montagem do subconjunto composto por circuito eletrônico, célula fotoelétrica e espelhos; VI - montagem das partes mecânicas, totalmente desagregadas, em nível básico de componentes; e VII - montagem final do produto. o Todas as etapas do Processo Produtivo Básico acima descritas deverão ser realizadas na Zona Franca de Manaus. 2 o As atividades ou operações inerentes às etapas de produção poderão ser realizadas por terceiros, desde que obedecido o Processo Produtivo Básico, exceto a etapa VII que não poderá ser objeto de terceirização. Art. 2 o Fica dispensado o cumprimento das etapas estabelecidas nos incisos IV e V, até o limite de produção de (cem mil) unidades, no ano calendário. o A dispensa constante no caput fica condicionada à aplicação mínima, pela a empresa, de 3% (três por cento) em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), na Amazônia Ocidental. 2 o O percentual do parágrafo primeiro será calculado sobre o faturamento anual bruto no mercado interno, auferido com a comercialização do produto, deduzidos os tributos incidentes nessa comercialização. P R O D U TO ANEXO 3 o Para efeito desta Portaria entende-se por atividades de P&D: trabalho teórico ou experimental realizado de forma sistemática para adquirir novos conhecimentos para desenvolver novos materiais, produtos, ou então para aperfeiçoar os existentes incorporando características inovadoras; formação e capacitação profissional de nível médio e superior; serviços científicos e tecnológicos, de assessoria, consultoria, estudos, ensaios, metrologia, normalização, gestão tecnológica, fomento à invenção e inovação, gestão e controle de propriedade intelectual. 4 o Não se considera como atividade de P&D a doação de bens e/ou serviços. Art. 3 o Sempre que fatores técnicos ou econômicos, devidamente comprovados, assim o determinarem, a realização de qualquer etapa do Processo Produtivo Básico poderá ser suspensa temporariamente ou modificada, através de portaria conjunta dos Ministros de Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e da Ciência e Tecnologia. Art. 4 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. LUIZ FERNANDO FURLAN Ministro de Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior EDUARDO CAMPOS Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia INTERMINISTERIAL N o 77, DE 9 DE MARÇO DE 2005 OS MINISTROS DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR e DA CIÊNCIA E TEC- NOLOGIA, no uso das atribuições que lhes confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição Federal, e tendo em vista o disposto no 6 o do art. 7 o do Decreto-Lei n o 288, de 28 de fevereiro de 967, resolvem: Art. o Incluir no Anexo da Portaria Interministerial MPO/MICT/MCT n o 4, de 2 de dezembro de 996, que estabeleceu para os bens industrializados na Zona Franca de Manaus, que o cumprimento do processo Produtivo Básico fica atendido caso sejam produzidos, predominantemente, com matérias-primas da região amazônica, de origem agrícola, pecuária, avícola, píscea, apícola, mineral ou extrativa, os produtos conforme a discriminação a seguir: Bombons com cobertura de chocolate e recheio de frutas amazônicas Biscoito com sabores de frutas amazônicas Salame (doce) de cupuaçu com castanha da Amazônia Barras de chocolate com frutas amazônicas Embalagens regionais produzidas exclusivamente com restos de madeira, cipós, palhas e cascas de frutos (cupuaçu e ouriço de castanha da Amazônia) Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. INTERMINISTERIAL N o 78, DE 9 DE MARÇO DE 2005 OS MINISTROS DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR e DA CIÊNCIA E TEC- NOLOGIA, no uso das atribuições que lhes confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição Federal, e tendo em vista o disposto no 6 o do art. 7 o do Decreto-Lei n o 288, de 28 de fevereiro de 967, resolvem: Art. o Incluir no Anexo da Portaria Interministerial n o 66, de 5 de julho de 2004, que estabeleceu o Processo Produtivo Básico para peças e COMPONENTES METÁLICOS ESTAMPADOS E/OU FORMATADOS, industrializados na Zona Franca de Manaus, os produtos relacionados no Anexo desta Portaria Interministerial. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. LUIZ FERNANDO FURLAN Ministro de Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior EDUARDO CAMPOS Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia LUIZ FERNANDO FURLAN Ministro de Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior EDUARDO CAMPOS Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia metálicos P R O D U TO S ANEXO NCM NCM Artefatos de chapa de aço Cumeeiras Fita Rebobinada Fita, tira, chapa e blanks derivados de laminados

102 <!ID > PORTARIA <!ID > <!ID > 02 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de Perfis para estrutura metálica Telhas onduladas Telhas trapezoidais SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR <!ID >CIRCULAR N o 5, DE 0 DE MARÇO DE 2005 O SECRETÁRIO DE COMÉRCIO EXTERIOR, DO MI- NISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉR- CIO EXTERIOR, de acordo com o subitem a. do art. 22, da Portaria DECEX n o 08/9, com a redação dada pela Portaria MDIC n o 535, de 7 de dezembro de 2003, torna público que foram submetidos, ao Departamento de Operações de Comércio Exterior - DECEX, desta Secretaria, pedidos de importação de bens usados relacionados no anexo. Manifestações, devidamente comprovadas, sobre a existência de produção nacional, ou substitutos capazes de atender, satisfatoriamente, aos fins a que se destinam os bens por importar, deverão ser dirigidas ao Departamento de Operações de Comércio Exterior desta Secretaria (Esplanada dos Ministérios, Bloco J, 9º andar, Brasília-DF, CEP ), no prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data de publicação desta Circular no Diário Oficial da União. IVAN RAMALHO NCM ANEXO DESCRIÇÃO Módulos transportadores marca SEREMAP, com estrutura de alumínio, diversos comprimentos, para interligação de equipamentos em linha de produção de placas de circuito impresso com tecnologia SMD, com função de transporte de placas por correia Picador de toras de madeira em cavacos do tipo disco, com capacidade igual ou superior a 4m3 sólido P/H, tamanho do cavaco de 32mm. Art. º - Aprovar, para o exercício de 2005, em conformidade com os quadros anexos, o orçamento do Serviço Social do Transporte - SEST, condicionando sua execução às normas regulamentares. Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. PATRUS ANANIAS DE SOUSA Estação de rádio em 380 MHz, modelo TBS 380i, para sistema digital de radiocomunicação troncalizada de tecnologia tetra, composta de gabinete da estação rádio base. Combinador de cavidade para 2 portadoras, fonte de alimentação da estação de rádio base, unidade de transmissão com 3 portas da estação rádio base tetra, multiplicador para receptores de diversidade, transceptor para faixa de MHz, módulo de sincronização e interfaces de adaptação do barramento interno de comunicação Máquina automática para fabricação de alojamentos elétricos de alta precisão, nos quais serão encaixados terminais elétricos, formando conectores elétricos, marca ENGELS, modelo ES 700/50. ANEXO - I R E C E I TA Órgão : Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Unidade: SEST - Serviço Social do Transporte Código Especificação Va l o r R$, Máquina automática modular para espumação de gabinetes de refrigerador, composta de 6 dispositivos de espumação, 6 fornos de pré-aquecimento, transportadores de carga e descarga de gabinetes interligados com painéis elétricos de controle gerenciados por PLC'S e provida de segurança de detecção de níveis de ciclopentato. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome GABINETE DO MINISTRO Nº 77, DE 0 DE MARÇO DE 2005 Aprova o orçamento do Serviço Social do Transporte - SEST para o exercício de O MINISTRO DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME, no uso da atribuição que lhe confere a alínea f do inciso II do art. 27 da Lei n o 0.683, de 28 de maio de 2003, com redação dada pela Medida Provisória n o 63, de 23 de janeiro de 2004, no seu art. 27, inciso II, alínea l, convertida na Lei n o 0.869, de 3 de maio de 2004, resolve: Receitas Correntes Receitas de Contribuições Contribuições sociais Contribuição para o Serviço Social do Transporte Receita Patrimonial Receitas Imobiliárias Aluguéis Receitas de Valôres Mobiliários Juros de Título de Renda Receita de Serviços Serviços Comerciais Serviços de Saúde Outros Serviços Outras Receitas Correntes Multas e Juros de Mora Outras Restituições TO TA L ANEXO - II PROGRAMAS Órgão : Ministério do Trabalho e Emprego Unidade: SEST - Serviço Social do Transporte Programa: APOIO ADMINISTRATIVO R$,00 Objetivo Prover os meios administrativos para implementação e gestão das atividades-fim da entidade Indicador To t a l Atingimento da meta estabelecida Ação Título Produto (Unidade) Meta 860 Manutenção de Serviços Administrativos Unidade Administrativa Mantida Pagamento de Pessoal, Encargos Sociais e Trabalhistas Pessoa Remunerada Programa: GESTÃO DAS POLÍTICAS DE EXECUÇÃO FINANCEIRA, CONTÁBIL E DE CONTROLE INTERNO R$,00 Objetivo Assegurar o cumprimento dos contratos de financiamento Indicador To t a l Atingimento da meta estabelecida Ação Título Produto (Unidade) Meta 8626 Amortização e Encargos de Financiamentos Contrato de Financiamento Programa: ASSISTÊNCIA AO TRABALHADOR R$,00 Objetivo Assegurar a saúde física e mental do trabalhador do transporte e seus dependentes Indicador To t a l Atingimento da meta estabelecida

103 <!ID > Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN Ação Título Produto (Unidade) Meta 8655 Assistência Médica e Odontológica a Trabalhadores da Área de Transporte e seus Dependentes Atendimento Realizado Programa: ASSISTÊNCIA AO TRABALHADOR R$,00 Objetivo Proporcionar ao trabalhador o recebimento do auxílio-alimentação conforme legislação vigente Indicador To t a l Atingimento da meta estabelecimento Ação Título Produto (Unidade) Meta 8605 Auxílio-Alimentação a Servidores e Empregados Servidor beneficiado Programa: ASSISTÊNCIA AO TRABALHADOR R$,00 Objetivo Proporcionar ao trabalhador o recebimento do auxílio-transporte conforme legislação vigente Indicador To t a l Atingimento da meta estabelecida Ação Título Produto (Unidade) Meta 8606 Auxílio-Transporte aos Servidores e Empregados Programa: 008-MELHORIA NA QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR R$,00 Objetivo Proporcionar ao trabalhador e seus dependentes melhoria de sua qualidade de vida através de atividades de lazer e culturais;ampliar a infraestrutura de atendimento ao público-alvo Indicador Atingimento da meta estabelecida To t a l Ação Título Produto (Unidade) Meta 8654 Atividades Desportivas e Sócio-Culturais Centro Mantido Ampliação e Melhoria da Rede Física - Unidades de Atendimento Unid Atend Ampl/Melh ANEXO - III QUADRO SÍNTESE: Órgão : Unidade: FUNÇÃO, SUBFUNÇÃO E PROGRAMA Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome SEST - Serviço Social do Transporte R$,00 Total Órgão Total Unidade Função To t a l Subfunção To t a l Programa To t a l Tr a b a l h o Administração Geral Apoio Administrativo Administração Financeira Gestão das Políticas de Execução Financeira, Contábil e de Controle Externo Atenção Básica Assistência ao Trabalhador Alimentação e Nutrição Assistência ao Trabalhador Proteção e Benefícios ao Trabalhador Assistência ao Trabalhador Melhoria da Qualidade de Vida do Trabalhador DETALHAMENTO DAS AÇÕES Funcional P ro g r a m á t i c a P ro g r a m a / A ç ã o / P ro d u t o Va l o r Grupo de Despesa Detalhamento do Valor - Trabalho Apoio Administrativo/Manutenção de Serv Admin O.D.C Apoio Administrativo/Pagto Pessoal,Enc Soc e Trab 4 - Investimentos Pessoal e Encargos Gestão das Políticas de Execução Financeira,Contábil e de Controle Interno/Amortização e Encargos de Financiamento Juros e Enc Dív Amort Dív Interna Assist ao Trabalhador/Assist Méd e Odont da Área de Transporte e seus dependentes Pessoal e Encargos O.D.C Investimentos Assist ao Trabalhador/Aux-Alimentação a Servidores e Empregados O.D.C Assist ao Trabalhador/Aux-Transporte a Servidores e Empregados O.D.C Melhoria na Qualidade de Vida do Trabalhador/Atividades Deportivas e Sócio-Culturais Pessoal e Encargos O.D.C Investimentos

104 <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > 04 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de Melhoria na Qualidade de Vida do Trabalhador/Ampliação e Melhoria da Rede Física - Unidades de Atendimento Investimentos TOTAL POR GRUPO DE DESPESA TO TA L Pessoal e Juros e Outras Investimentos Inversões Amortização To t a l E n c a rg o s E n c a rg o s Despesas Financeiras da Dívida Sociais da Dívida Correntes R$, ANEXO - IV DEMONSTRATIVO DA RECEITA E DA DESPESA SEGUNDO AS CATEGORIAS ECONÔMICAS Órgão: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Unidade: SEST - Serviço Social do Transporte Receita Despesa Especificação Parcial To t a l Especificação Parcial To t a l R$,00 RECEITAS CORRENTES DESPESAS CORRENTES Receita de Contribuições Pessoal e Encargos Sociais Receita Patrimonial Juros e Encargos da Dívida Interna Receita de Serviços Outras Despesas Correntes Outras Receitas Correntes Superávit do Orçamento Corrente T O T A L T O T A L RECEITAS DE CAPITAL DESPESAS DE CAPITAL <!ID > Operações de Crédito 0 Investimentos Inversões Financeiras 0 Amortização da Dívida T O T A L T O T A L Resumo Receitas Correntes Despesas Correntes Receitas de Capital 0 Despesas de Capital To t a l To t a l Ministério do Meio Ambiente GABINETE DA MINISTRA N o - 75, DE DE MARÇO DE 2005 A MINISTRA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE, no uso das suas atribuições legais e tendo em vista o disposto na Lei no 6.938, de 3 de agosto de 98, regulamentada pelo Decreto no , de 6 de junho de 990, e no Regimento Interno do Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA, Anexo à Portaria no 499, de 8 de dezembro de 2002, e Considerando o disposto na Resolução no 292, de 2 de março de 2002, que disciplina o cadastramento e recadastramento de entidades ambientalistas no Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistas-CNEA, resolve: Art. o Homologar a relação das entidades ambientalistas que tiveram seu cadastramento e recadastramento deferidos conforme avaliação da Comissão Permanente do Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistas-CNEA, na sua 33a reunião, realizada no dia 7 de fevereiro de 2005, em Brasília/DF. I - Cadastramento: Região Sul: a) Instituto Baleia Franca-IBF, CNPJ: / Região Sudeste: a) Associação Amigos do Caparão-ACAP, CNPJ: /000-7; b) Movimento Verde-MOVE, CNPJ: /000-69; c) Núcleo de Ação em Ambiente, Saúde, Cultura e Educação-NASCE, CNPJ: /000-42; d) Grupo de Defesa Ecológica Pequena Semente-GDEPS, CNPJ: /000-28; e) Instituto Terra, CNPJ: /000-75; f) Organização Mineira para a Preservação da Água, da Natureza e da Vida-AMANHÁGUA, CNPJ: /000-00; g) Comitê de Segurança no Trânsito, Náutica e Apoio a Natureza em Uberaba-COMSETRAN-URA, CNPJ: /000-8; e h) Associação de Defesa da Ibituruna e Meio Ambiente- ADIMA, CNPJ: / Região Norte: a) Associação da Brigada Civil de Combate as Queimadas, aos Incêndios Florestais e Preservação Ecológica-ASBQUIFE, CNPJ: / II - Recadastramento: Região Nordeste: a) Fundação Movimento Ondazul-Fundação Ondazul, CNPJ: / Região Norte: a) Associação Andiroba-Andiroba, CNPJ: / Art. 2o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MARINA SILVA N o - 76, DE DE MARÇO DE 2005 A MINISTRA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE, no uso de suas atribuições legais, e tendo em vista o disposto na Lei no 9.965, de 8 de julho de 2000 e no Decreto no 9.985, de 22 de agosto de 2002, resolve: Art. o Criar um Mosaico de Unidades de Conservação abrangendo o Parque Nacional da Serra da Capivara e o Parque Nacional da Serra das Confusões, no Estado do Piauí, com o fim de integrar a gestão dessas unidades, suas zonas de amortecimento e o corredor ecológico de que trata o artigo seguinte. Art. 2o Fica criado um corredor ecológico conectando o Parque Nacional da Serra da Capivara e o Parque Nacional da Serra das Confusões, com o fim de assegurar a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais da área do corredor e a efetiva conservação da diversidade biológica das unidades de conservação componentes do Mosaico. Parágrafo único. O corredor ecológico de que trata este artigo engloba terras dos Municípios de Caracol, Jurema, Guaribas, Anísio de Abreu, Bonfim do Piauí, São Raimundo Nonato, São Braz do Piauí, Tamboril do Piauí, Canto do Buriti, Brejo do Piauí, com o seguinte memorial descritivo, elaborado com base no Sistema de Coordenadas Geográficas Datum SAD 69 (Brasil/IBGE): inicia no ponto 0, de coordenadas UTM ,48 N e ,97 W, ponto este limitante com o perímetro do Parque Nacional da Serra as Confusões (Decreto s/no de 2 de outubro de 988), seguindo em linha seca de 2,352 km até o ponto 0. Do ponto 0, de coordenadas UTM 68895,23 N e ,97 W, segue em linha seca de,042 km até o ponto 02, deste ponto, de coordenadas UTM 69005,48 N e ,97 W, segue em linha seca de,3072 km até o ponto 03. Do ponto 03, de coordenadas UTM ,48 N e ,97 W, segue em linha seca de,5322 km até o ponto 04, deste com coordenadas UTM ,35 N e ,97 W, segue em linha seca de,4672 km até o ponto 05, de coordenadas UTM ,35 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,72 km até o ponto 06. Do ponto 06, de coordenadas UTM ,73 N e ,97 W, segue em linha seca de,3342 km até o ponto 07. Do ponto 07, de coordenadas UTM 69048,67 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,9642 km até o ponto 08. Do ponto 08, de coordenadas UTM ,29 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,6752 km até o ponto 09, deste ponto de coordenadas UTM ,73 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,8752 km até o ponto 0 com coordenadas UTM ,85 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,7022 km até o ponto de coordenadas UTM ,67 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,7652 km até o ponto 2. Do ponto 2, de coordenadas UTM ,6 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,5822 km até o ponto 3. Do ponto 3, de coordenadas UTM 692,79 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,7232 km até o ponto 4. Do ponto 4, de coordenadas UTM 6944,04 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,6482 km até o ponto 5, deste ponto, de coordenadas UTM 69353,79 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,642 km até o ponto 6, de coordenadas UTM 69233,29 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,722 km até o ponto 7. Do ponto 7, de coordenadas UTM 69775,6 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,5752 km até o ponto 8; deste, de coordenadas UTM ,67 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,6352 km até o ponto 9. Do ponto 9, de coordenadas UTM ,35 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,6362 km até o ponto 20 com coordenadas UTM 69322,79 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,5562 km até o ponto 2. Do 2, de coordenadas UTM 69334,42 N e ,97 W, segue em linha reta de 0,9642 km cruzando com o Riacho Cajazeiras até o ponto 22. Do ponto 22, de coordenadas UTM ,79 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,6642 km até o ponto 23, de coordenadas UTM 69550,85 N e ,97 W, segue em linha seca de,632 km até o ponto 24. Deste, de coordenadas UTM , N e ,97 W, segue em linha seca de 0,5872 km até o ponto 25, de coordenadas UTM ,6 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,5762 km até o ponto 26. Do ponto 26, de coordenadas UTM ,04 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,462 km até o ponto 27, e do 27, com coordenadas UTM ,98 N e 90698,97 W, segue em linha seca de 0,6582 km até o ponto 28. Do ponto 28, de coordenadas UTM ,73 N e ,97 W, segue em linha seca de,42 km até o ponto 29 e deste de coordenadas UTM ,79 N e ,97 W, segue em linha seca de,2 km até o ponto 30. Do 30, de coordenadas UTM ,23 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,692 km até o ponto 3 e deste, de coordenadas UTM ,23 N e ,97 W, segue passando em linha reta de,5942 km por drenagem sem denominação até o ponto 32. Do ponto 32, de coordenadas UTM ,98 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,6792 km até o ponto 33, que por sua vez possui coordenadas UTM ,85 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,4472 km até o ponto 34. Do ponto 34, de coordenadas UTM ,67 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,4692 km até o ponto 35. Do ponto 35, de coordenadas UTM ,54 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,5522 km até o ponto 36 e do 36, de coordenadas UTM 69956,6 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,9632 km até o ponto 37; deste, de coordenadas UTM ,04 N e ,97

105 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN W, segue em linha seca de 0,5762 km até o ponto 38 com coordenadas UTM 70024,29 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,702 km até o ponto 39. Do ponto 39, de coordenadas UTM 70030,54 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,452 km até o ponto 40, de coordenadas UTM 70039,92 N e ,97 W, segue em linha seca de,5642 km até o ponto 4. Do ponto 4, de coordenadas UTM ,48 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,5992 km até o ponto 42. Do ponto 42, de coordenadas UTM 70265,73 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,682 km até o ponto 43. Do ponto 43, de coordenadas UTM 70607,98 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,3692 km até o ponto 44; deste, com coordenadas UTM 7075,7 N e ,97 W, segue em linha reta de 0,3562 km que cruza por uma drenagem sem denominação até o ponto 45. Do ponto 45, de coordenadas UTM ,23 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,482 km até o ponto 46, de coordenadas UTM ,7 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,9022 km até o ponto 47, de coordenadas UTM ,23 N e ,97 W, que por sua vez segue em linha seca de 0,3082 km até o ponto 48, com coordenadas UTM ,98 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,842 km até o ponto 49. Do ponto 49, de coordenadas UTM 70388,48 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,042 km até o ponto 50, de coordenadas UTM ,04 N e ,97 W, segue em linha seca de,0722 km até o ponto 5. Do ponto 5, de coordenadas UTM 70500, N e ,97 W, segue em linha seca de,0222 km até o ponto 52 e deste, que possui coordenadas UTM ,54 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,4552 km até o ponto 53. Do ponto 53, de coordenadas UTM ,29 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,2292 km até o ponto 54, de coordenadas UTM ,73 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,3982 km até o ponto 55; deste, de coordenadas UTM ,79 N e ,97 W, segue em linha reta de 0,4062 km que cruza por uma drenagem sem denominação até o ponto 56. Prosseguindo do ponto 56, de coordenadas UTM ,98 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,6242 km até o ponto 57, de coordenadas UTM ,98 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,5092 km até o ponto 58. Do ponto 58, de coordenadas UTM ,67 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,2782 km até o ponto 59, com coordenadas UTM ,79 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,6842 km até o ponto 60. Do ponto 60, de coordenadas UTM 70842,7 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,5682 km até o ponto 6, que possui coordenadas UTM 70833,79 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,4882 km até o ponto 62. Do ponto 62, de coordenadas UTM 70884,04 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,4822 km até o ponto 63 e deste de coordenadas UTM 70908,98 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,782 km até o ponto 64. Do ponto 64, de coordenadas UTM 70950,67 N e ,97 W, segue em linha reta de 0,72 km que cruza por drenagem sem denominação até o ponto 65.Do ponto 65, de coordenadas UTM 70408,7 N e ,97 W, segue em linha seca de,0392 km até o ponto 66. Do ponto 66, de coordenadas UTM 70434,98 N e 90779,97 W, segue em linha seca de 0,8072 km até o ponto 67, que possui coordenadas UTM 70363,04 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,452 km até o ponto 68. Do ponto 68, de coordenadas UTM 70836,85 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,5792 km até o ponto 69, de coordenadas UTM 7600,48 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,7642 km até o ponto 70. Do ponto 70, de coordenadas UTM 72457,85 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,8652 km até o ponto 7, de coordenadas UTM 74467,35 N e ,97 W, segue em linha seca de 2,052 km até o ponto 72. Do ponto 72, de coordenadas UTM 75297,85 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,832 km até o ponto 73, que possui coordenadas UTM 76088,42 N e ,97 W, segue em linha seca de,0332 km até o ponto 74. Do ponto 74, de coordenadas UTM 76932,54 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,8442 km até o ponto 75, de coordenadas UTM 7838,48 N e ,97 W, segue em linha seca de,2882 km até o ponto 76. Do ponto 76, de coordenadas UTM 78768,23 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,632 km até o ponto 77. Do ponto 77, de coordenadas UTM ,29 N e ,97 W, segue em linha seca de,892 km até o ponto 78, que tem coordenadas UTM 72997,35 N e ,97 W, segue em linha seca de,4862 km até o ponto 79, que por sua vez, possui coordenadas UTM ,54 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,5642 km até o ponto 80. Do ponto 80, de coordenadas UTM ,6 N e ,97 W, segue em linha reta de,2732 km passando drenagem sem denominação até chegar no ponto 8. Continuando do ponto 8, de coordenadas UTM ,42 N e ,97 W, segue em linha seca de,2862 km até o ponto 82, de coordenadas UTM ,29 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,722 km até o ponto 83. Do ponto 83, de coordenadas UTM 72797,7 N e ,97 W, segue em linha seca de,502 km até o ponto 84, de coordenadas UTM ,04 N e ,97 W, segue em linha seca de,3942 km até o ponto 85. Do ponto 85, de coordenadas UTM ,48 N e ,97 W, segue em linha reta de 0,692 km que cruza pelo Riacho Macacos, seguindo até o ponto 86.Do ponto 86, de coordenadas UTM ,54 N e ,97 W, segue em linha seca de,9872 km até o ponto 87, de coordenadas UTM 73325,29 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,9652 km até o ponto 88. Do ponto 88, de coordenadas UTM ,98 N e ,97 W, segue em linha seca de,382 km até o ponto 89, possuindo coordenadas UTM 73426,42 N e ,97 W, sendo localizado à margem da Rodovia Estadual PI- 40, seguindo após a rodovia em linha reta de,6852 km passando por uma drenagem sem denominação até o ponto 90. Do ponto 90, de coordenadas UTM ,73 N e ,97 W, segue em linha seca de 2,5332 km até o ponto 9, de coordenadas UTM ,04 N e ,97 W, segue em linha seca de,82 km até o ponto 92. Do ponto 92, de coordenadas UTM ,36 N e ,97 W, segue em linha seca de 2,2292 km até o ponto 93, que possui coordenadas UTM ,73 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,6462 km até o ponto 94 e do ponto 94, de coordenadas UTM ,42 N e ,97 W, segue em linha reta de 0,8232 km que cruza por outra drenagem sem denominação até o ponto 95. Do ponto 95, de coordenadas UTM 74284,36 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,522 km até o ponto 96, de coordenadas UTM ,6 N e ,97 W, segue em linha seca de,032 km até o ponto 97. Do ponto 97, de coordenadas UTM ,6 N e ,97 W, segue em linha seca de,5852 km até o ponto 98, que possui coordenadas UTM ,48 N e ,97 W, segue em linha seca de,272 km até o ponto 99. Do 99, de coordenadas UTM ,23 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,882 km até o ponto 00, de coordenadas UTM ,36 N e ,85 W, que se localiza na drenagem sem denominação, seguindo em linha seca de,0232 km até o ponto 0. Do ponto 0, de coordenadas UTM ,36 N e ,97 W, segue em linha seca de,3922 km até o ponto 02, que tem par de coordenadas UTM ,29 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,7722 km até o ponto 03. Do ponto 03, de coordenadas UTM 74976,6 N e ,97 W, segue em linha seca de,292 km até o ponto 04, que possui coordenadas UTM ,67 N e ,97 W, segue em linha seca de,0062 km até o ponto 05. Do ponto 05, de coordenadas UTM ,98 N e ,97 W, segue em linha seca de,692 km até o ponto 06, de coordenadas UTM ,83 N e ,38 W, segue em linha seca de,8962 km até o ponto 07, que por sua vez possui coordenadas UTM ,9 N e ,37 W, segue em linha reta de,9492 km até o ponto 08, de coordenadas UTM 75873,44 N e ,8 W, localizado numa drenagem sem denominação. O ponto 08 coincide com o perímetro do Parque Nacional da Serra da Capivara, e segue pelos perímetros definidos no memorial descritivo desta Unidade de Conservação (decreto de 05 de junho de 979) até um outro ponto de limite, denominado ponto 09. Do ponto 09, de coordenadas UTM ,39 N e ,3 W, segue em linha reta de 2,0942 km passando por uma drenagem sem denominação até o ponto 0, de coordenadas UTM 75976,3 N e W, segue em linha seca de 2,3642 km até o ponto, com coordenadas UTM ,86 N e ,97 W, segue em linha reta de 2,482 km que também cruza com uma drenagem sem denominação até o ponto 2. Deste ponto, que possui coordenadas UTM ,04 N e ,97 W, segue em linha seca de,22 km até o ponto 3. Do ponto 3, de coordenadas UTM ,73 N e 90635,97 W, segue em linha seca de,262 km até o ponto 4, de coordenadas UTM ,36 N e 90579,97 W, segue em linha seca de 0,9262 km até o ponto 5, que por sua vez possui coordenadas UTM ,7 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,8692 km até o ponto 6. Do ponto 6, de coordenadas UTM ,86 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,4932 km até o ponto 7, de coordenadas UTM ,98 N e 9058,97 W, segue em linha seca de 0,562 km até o ponto 8. Do ponto 8, de coordenadas UTM ,42 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,5552 km até o ponto 9, de coordenadas UTM 75493,48 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,652 km até o ponto 20, deste, com coordenadas UTM ,73 N e 90397,97 W, segue em linha seca de 0,7522 km até o ponto 2, que possui coordenadas UTM ,36 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,3282 km até o ponto 22. Do ponto 22, de coordenadas UTM ,42 N e 90374,97 W, segue em linha seca de 0,382 km até o ponto 23, de coordenadas UTM ,48 N e 90433,97 W, segue em linha seca de 0,6022 km até o ponto 24. Do ponto 24, de coordenadas UTM ,48 N e 90560,97 W, segue em linha reta de,0442 km que passa por uma drenagem sem denominação até o ponto 25. Do ponto 25, de coordenadas UTM ,36 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,862 km até o ponto 26, de coordenadas UTM 75620,67 N e ,97 W, segue em linha seca de,222 km até o ponto 27, possuindo par de coordenadas UTM 7567, N e ,97 W, segue em linha seca de 0,4632 km até o ponto 28. Do ponto 28, de coordenadas UTM ,29 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,4622 km até o ponto 29, de coordenadas UTM ,79 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,392 km até o ponto 30, que possui coordenadas UTM 7504,23 N e 90440,97 W, segue em linha seca de 0,532 km até o ponto 3. Do ponto 3, de coordenadas UTM ,79 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,6342 km até o ponto 32, de coordenadas UTM 74992,86 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,6962 km até o ponto 33. Deste, com coordenadas UTM ,36 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,6872 km até o ponto 34, que por sua vez possui coordenadas UTM ,29 N e 90247,97 W, segue em linha seca de 0,3942 km até o ponto 35, de coordenadas UTM ,7 N e 90828,97 W, segue em linha seca de 0,482 km até o ponto 36, que possui coordenadas UTM ,67 N e 90206,97 W, seguindo em linha seca de 0,742 km até o ponto 37, de coordenadas UTM 7552,36 N e ,97 W, segue em linha reta de 0,9942 km passando por uma drenagem sem denominação até o ponto 38; deste, de coordenadas UTM 75787,02 N e ,94 W, localizado na Rodovia Estadual PI-40, seguindo após a rodovia em linha reta de,5442 km que passa por uma drenagem sem denominação até o ponto 39, com de coordenadas UTM , N e ,97 W, segue em linha seca de,52 km que também por esta mesma drenagem sem denominação até o ponto 40, que possui por sua vez par de coordenadas UTM ,48 N e ,97 W, segue em linha seca de,6282 km até o ponto 4. Do ponto 4, de coordenadas UTM ,7 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,9052 km até o ponto 42, que possui coordenadas UTM 75372,92 N e ,97 W, segue em linha seca de,932 km até o ponto 43, de coordenadas UTM ,54 N e ,97 W, que corta a Rodovia Estadual PI-40, seguindo do ponto 43 em linha seca de 0,2632 km até o ponto 44, que por sua vez possui coordenadas UTM ,7 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,9822 km até o ponto 45. Do ponto 45, de coordenadas UTM 75394,42 N e ,97 W, segue em linha seca de,3272 km até o ponto 46, de coordenadas UTM ,86 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,6042 km até o ponto 47, que possui par de coordenadas UTM ,92 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,8742 km até o ponto 48. Do ponto 48, de coordenadas UTM ,23 N e ,97 W, segue em linha seca de,492 km até o ponto 49, que possui coordenadas UTM ,23 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,962 km até o ponto 50. Do ponto 50, de coordenadas UTM 74704,6 N e ,97 W, segue em linha seca de,072 km até o ponto 5, que possui coordenadas UTM 74633,23 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,72 km até o ponto 52, com coordenadas UTM 74565, N e ,97 W, segue em linha seca de 0,7322 km até o ponto 53. Do ponto 53, de coordenadas UTM ,54 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,6082 km até o ponto 54, que tem coordenadas UTM ,92 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,9672 km até o ponto 55, de coordenadas UTM ,7 N e ,97 W, segue em linha seca de,352 km até o ponto 56, de coordenadas UTM 7423,79 N e ,97 W, que corta a Rodovia Estadual PI-44, seguindo a partir do ponto 56 em linha reta de 0,5052 km que passa até o ponto 57. Dando continuidade do ponto 57, de coordenadas UTM 7402,7 N e ,97 W, segue em linha seca de,6422 km até o ponto 58, de coordenadas UTM 74053,73 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,4992 km até o ponto 59, que possui coordenadas UTM 73988,6 N e ,97 W, localizado à margem da Rodovia Estadual PI-44, segue após a rodovia em linha seca de 0,7782 km até o ponto 60, de coordenadas UTM 73875,54 N e ,97 W, segue em linha seca de,392 km até o ponto 6. Do ponto 6, de coordenadas UTM 73778,23 N e ,97 W, segue em linha seca de,0252 km até o ponto 62, de coordenadas UTM ,23 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,2852 km até o ponto 63. Do ponto 63, de coordenadas UTM ,23 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,4262 km até o ponto 64, de coordenadas UTM 73669,29 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,4382 km até o ponto 65, que possui coordenadas UTM , N e ,97 W, segue em linha reta de 0,9972 km que passa por uma drenagem sem denominação até o ponto 66, de coordenadas UTM ,73 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,682 km até o ponto 67, que por sua vez possui par de coordenadas UTM , N e ,97 W, segue em linha seca de 0,7962 km até o ponto 68. Do ponto 68, de coordenadas UTM ,92 N e ,97 W, segue em linha seca de,8522 km até o ponto 69, de coordenadas UTM ,73 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,372 km até o ponto 70, que possui coordenadas UTM 73207,84 N e ,87 W, segue em linha reta de,4772 km que passa por uma drenagem sem denominação até o ponto 7. Do ponto 7, de coordenadas UTM , N e ,97 W, segue em linha seca de,342 km até o ponto 72, de coordenadas UTM ,98 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,6362 km até o ponto 73, que possui coordenadas UTM 72908,29 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,6092 km até o ponto 74. Do ponto 74, de coordenadas UTM ,98 N e ,97 W, segue em linha seca de,6682 km até o ponto 75, de coordenadas UTM ,85 N e ,97 W, segue em linha seca de 2,0682 km até o ponto 76, de coordenadas UTM ,73 N e ,97 W, segue em linha seca de,942 km até o ponto 77, que possui coordenadas UTM ,85 N e ,97 W, segue em linha reta de,5792 km que passa por drenagem sem denominação até o ponto 78, de coordenadas UTM 72339,7 N e ,97 W, segue em linha seca de,2562 km que também passa por drenagem sem denominação até o ponto 79. Do ponto 79, de coordenadas UTM 79954,35 N e ,97 W, segue em linha seca de 2,0762 km até o ponto 80, de coordenadas UTM 7890,67 N e ,97 W, segue em linha seca de,572 km até o ponto 8, que possui coordenadas UTM 7840,42 N e ,97 W, segue em linha seca de,8072 km até o ponto 82, de coordenadas UTM 77928,92 N e 89900,97 W, segue em linha seca de,2222 km até o ponto 83. Do ponto 83, de coordenadas UTM 7720,32 N e ,4 W, segue em linha seca de,2522 km até o ponto 84, de coordenadas UTM 76383,92 N e ,97 W, segue em linha seca de,4032 km até o ponto 85, que por sua vez possui coordenadas UTM 76062,92 N e ,97 W e segue em linha reta de 0,5862 km passando por drenagem sem denominação até o ponto 86. Deste, com coordenadas UTM 75676,7 N e 89873,62 W, segue em linha seca de,3752 km até o ponto 87, de coordenadas UTM 75300,73 N e ,97 W, segue em linha seca de,992 km até o ponto 88, com coordenadas UTM 74879,42 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,872 km até o ponto 89. Do ponto 89, de coordenadas UTM 73976,67 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,9052 km até o ponto 90, de coordenadas UTM 73374,79 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,772 km até o ponto 9, com coordenadas UTM 7293,42 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,442 km até o ponto 92. Do ponto 92, de coordenadas UTM 7509, N e ,97 W, segue em linha seca de,5882 km até o ponto 93, de coordenadas UTM 70285,29 N e ,97 W, segue em linha reta de,5782 km que passa por uma drenagem sem denominação até o ponto 94. Do ponto 94, de coordenadas UTM 70964,89 N e ,92 W, segue em linha seca de,222 km até o ponto 95, de coordenadas UTM ,29 N e ,8 W, segue em linha seca de,5292 km até o ponto 96, com coordenadas UTM ,73 N e ,97 W, segue em linha seca de,622 km até o ponto 97. Do ponto 97, de coordenadas UTM 70535,54 N e ,97 W, segue em linha reta de,262 km passando por drenagem sem denominação até o ponto 98. Seguindo do ponto 98, com as coordenadas UTM 70525,23 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,562 km até o ponto 99, de coordenadas UTM ,48 N e

106 <!ID > <!ID > PORTARIA 06 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ,97 W, segue em linha seca de 0,442 km até o ponto 200, que possui coordenadas UTM ,23 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,5362 km até o ponto 20. Do ponto 20, de coordenadas UTM , N e ,97 W, segue em linha seca de 0,4682 km até o ponto 202, de coordenadas UTM 7057,04 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,4092 km até o ponto 203, que possui par de coordenadas UTM 7050,85 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,5962 km até o ponto 204. Do ponto 204, de coordenadas UTM ,54 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,622 km até o ponto 205, de coordenadas UTM ,6 N e ,97 W, segue em linha seca de,3842 km até o ponto 206, que por sua vez possui coordenadas UTM ,92 N e ,97 W, segue em linha seca de,072 km até o ponto 207. Do ponto 207, de coordenadas UTM 70360,7 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,9632 km até o ponto 208, com coordenadas UTM 70098,23 N e ,97 W, segue em linha seca de,232 km até o ponto 209, de coordenadas UTM ,79 N e 89792,97 W, segue em linha seca de 0,762 km até o ponto 20, de coordenadas UTM ,67 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,8032 km até o ponto 2. Do ponto 2, de coordenadas UTM 69753,23 N e ,97 W, segue em linha seca de,3782 km até o ponto 22, de coordenadas UTM , N e ,97 W, segue em linha seca de 0,8232 km até o ponto 23, de coordenadas UTM , N e ,97 W, que se localiza na margem de uma drenagem sem denominação. Do ponto 23, segue em linha seca de 0,792 km até o ponto 24, de coordenadas UTM ,35 N e ,97 W, segue em linha seca de,0682 km até o ponto 25, com coordenadas UTM 69320,67 N e ,97 W, segue em linha seca de,7092 km até o ponto 26. Do ponto 26, de coordenadas UTM ,29 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,6732 km até o ponto 27, de coordenadas UTM 69878,54 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,9632 km até o ponto 28, de coordenadas UTM 69096,29 N e ,97 W, segue em linha seca de,0692 km até o ponto 29, com coordenadas UTM 69094,6 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,9622 km até o ponto 220. Do ponto 220, de coordenadas UTM 68922,23 N e ,97 W, segue em linha seca de,022 km até o ponto 22, de coordenadas UTM ,67 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,6622 km até o ponto 222, com coordenadas UTM ,42 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,9642 km até o ponto 223. Do ponto 223, de coordenadas UTM ,73 N e ,97 W, segue em linha seca de,392 km até o ponto 224, de coordenadas UTM ,85 N e ,97 W, segue em linha reta de 0,572 km que passa por drenagem sem denominação até o ponto 225. Continuando do ponto 225, de coordenadas UTM ,35 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,6642 km até o ponto 226, de coordenadas UTM ,67 N e ,97 W, segue em linha seca de,0862 km até o ponto 227, de coordenadas UTM 68382,23 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,8482 km até o ponto 228. Do ponto 228, de coordenadas UTM ,42 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,4952 km até o ponto 229, de coordenadas UTM 68309,48 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,442 km até o ponto 230, com coordenadas UTM 68696,6 N e ,97 W, segue em linha seca de,3242 km até o ponto 23, que possui coordenadas UTM 68094,92 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,9952 km até o ponto 232. Do ponto 232, de coordenadas UTM 68074,48 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,9332 km até o ponto 233, de coordenadas UTM 6803, N e ,97 W, segue em linha seca de,0052 km até o ponto 234, de coordenadas UTM 67900,79 N e ,97 W, segue em linha seca de,2332 km até o ponto 235, com coordenadas UTM , N e ,97 W, segue em linha seca de 0,8972 km até o ponto 236. Do ponto 236, de coordenadas UTM ,6 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,622 km até o ponto 237, de coordenadas UTM ,35 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,792 km até o ponto 238, que possui coordenadas UTM ,42 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,5482 km até o ponto 239. Do ponto 239, de coordenadas UTM ,79 N e ,97 W, segue em linha seca de,7042 km até o ponto 240, com coordenadas UTM ,85 N e ,97 W, segue em linha seca de 0,9462 km até o ponto 24, de coordenadas UTM ,04 N e ,97 W, segue em linha seca de,52 km até o ponto 242, que por sua vez possui par coordenadas UTM ,76 N e ,97 W, segue em linha seca de,082 km até o ponto 243, de coordenadas UTM 67675,67 N e ,97 W, ponto este limitante com o perímetro do Parque Nacional da Serra as Confusões (decreto s/n.º de 02 de outubro de 988), seguindo por seu perímetro até o ponto 0, início deste memorial descritivo, abrangendo uma área de aproximadamente ,27 hectares e Perímetro de 390,53 quilômetros. Art. 3o O Mosaico de Unidades de Conservação de que trata esta Portaria será gerido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis-IBAMA, com apoio de um Conselho Consultivo, com a seguinte composição: I - representação governamental: a) os chefes dos Parques Nacionais da Serra da Capivara e da Serra das Confusões; b) um representante do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária-INCRA; c) um representante da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Naturais do Estado do Piauí; d) quatro representantes dos Municípios abrangidos pelo Mosaico, indicados pelas Prefeituras Municipais. II - representação da sociedade civil: a) um representante de sindicato de trabalhadores, indicado pelos sindicatos dos Municípios abrangidos pelo Mosaico; b) um representante da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Piauí-FETAG; c) um representante da Comissão Pastoral da Terra; d) um representante de entidade de produtores rurais dos Municípios abrangidos pelo Mosaico; e) um representante de organização não-governamental ambientalista e um representante de organização não-governamental social indicados pela Articulação do Semi-árido Brasileiro-ASA; f) um representante da Fundação Museu do Homem Americano-FUMDHAM; e g) um representante da Universidade Federal do Piauí. Art. 4o Compete ao Conselho Consultivo do Mosaico: I - elaborar seu regimento interno, no prazo de noventa dias, contados da sua instituição; II - propor diretrizes e ações para compatibilizar, integrar e otimizar: a) as atividades desenvolvidas em cada unidade de conservação, tendo em vista, especialmente:. os usos na fronteira entre unidades; 2. o acesso às unidades; 3. a fiscalização; 4. o monitoramento e avaliação dos Planos de Manejo; 5. a pesquisa científica; e 6. a alocação de recursos advindos da compensação referente ao licenciamento ambiental de empreendimentos com significativo impacto ambiental; b) a relação com a população residente na área do mosaico; III - manifestar-se sobre propostas de solução para a sobreposição de unidades; e IV - manifestar-se, quando provocado por órgão executor, por conselho de unidade de conservação ou por outro órgão do Sistema Nacional do Meio Ambiente-SISNAMA, sobre assunto de interesse para a gestão do mosaico. Art. 5o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MARINA SILVA AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS SUPERINTENDÊNCIA DE OUTORGA E COBRANÇA DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE O SUPERINTENDENTE DE OUTORGA E COBRANÇA DA AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS - ANA, no uso de suas atribuições, bem como da competência que lhe foi cometida pela Diretoria Colegiada, com fundamento no art. 2, inciso V, da Lei nº 9.984, de 7 de julho de 2000, por meio da Resolução nº 542, de 3 de novembro de 2004, republicada em 22 de dezembro de 2004, torna público que o Diretor Oscar de Morais Cordeiro Netto, com base na delegação que lhe foi conferida pela citada Resolução, deferiu os seguintes pedidos de direitos de uso de recursos hídricos, aos doravante denominados outorgados, na forma dos extratos abaixo, que entram em vigor na data da sua publicação. Os usos ora outorgados estarão sujeitos à cobrança. Estas outorgas poderão ser suspensas nos termos do art. 5 da Lei nº 9.433, de 8 de janeiro de 997, e do art. 24 da Resolução nº 6, de 8 de maio de 200, do Conselho Nacional de Recursos Hídricos - CNRH. O inteiro teor da Resolução de outorga, bem assim todas as demais informações pertinentes estarão disponíveis no site Resolução nº 76 - Luiz Jorge Monteiro de Alcântara, no Reservatório da UHE de Itaparica (Rio São Francisco), no Município de Petrolândia/Pernambuco, irrigação. Resolução nº 77 - Alcides Gonçalves Montes, no Reservatório da UHE de Volta Grande (Rio Grande), Município de Água Comprida/Minas Gerais, irrigação. Resolução nº 78 - Eduardo Antonio Carraro, no Rio São Francisco, no Município de Curaçá/Bahia, irrigação. Resolução nº 79 - Associação dos Produtores da Barra da União, no Reservatório da UHE de Sobradinho (Rio São Francisco), no Município de Casa Nova/Bahia, irrigação. Resolução nº 80 - Roner Paulo Gomes, no Reservatório da UHE de Sobradinho (Rio São Francisco), no Município de Casa Nova/Bahia, irrigação. Resolução nº 8 - Associação Jovens Criadores de Peixes, no Reservatório da UHE de Apolônio Sales/Moxotó (Rio São Francisco), no Município de Paulo Afonso/Bahia, aqüicultura. Resolução nº 82 - Associação dos Produtores do Vale do Angical, no Reservatório da UHE de Sobradinho (Rio São Francisco), no Município de Casa Nova/Bahia, irrigação. Resolução nº 83 - Agropecuária Esmeralda Ltda, no Reservatório da UHE de Volta Grande (Rio Grande), Município de Água Comprida/Minas Gerais, irrigação. Resolução nº 84 - AGROSAT Ltda, no Reservatório da UHE de Volta Grande (Rio Grande), Município de Água Comprida/Minas Gerais, irrigação. Resolução nº 85 - Denerval Lucio Zaniboni, no reservatório da UHE de Ilha Solteira (Rio Paraná), no Município de Palmeira D'oeste/São Paulo, irrigação. Resolução nº 86 - Fazenda Garibaldina Ltda, no Rio São Francisco, no Município de Lagoa Grande/Pernambuco, irrigação. Resolução nº 87 - Simplício Soares de Souza, no Reservatório da UHE de Sobradinho (Rio São Francisco), no Município de Casa Nova/Bahia, irrigação. Resolução nº 88 - Washington Pierre Coimbra de Moura, no Reservatório da UHE de Capivara (Rio Paranapanema), no Município de Alvorada do Sul/Paraná, aqüicultura. Resolução nº 89 - Associação dos Produtores Rurais de Sabino, no Reservatório da UHE de Mário L. Leão/Promissão, (Rio Tietê), no Município de Sabino/São Paulo, aqüicultura. Resolução nº 90 - Maria Salete Vieira Missiato, no Reservatório da UHE de Ilha Solteira (Rio Paraná), no Município de Paranaíba/Mato Grosso do Sul, aqüicultura. Resolução nº 9 - Aparecido Yoshifumi Tajiri, no Reservatório da UHE de Chavantes (Rio Paranapanema), no Município de Timburí/São Paulo, aqüicultura. Resolução nº 92 - Tsuneo Tajiri, no Reservatório da UHE de Chavantes (Rio Paranapanema), no Município de Chavantes/São Paulo, aqüicultura. Resolução nº 93 - Pérsio Domingues Ferreira, no Reservatório da UHE de Capivara (Rio Paranapanema), no Município de Pedrinhas Paulista/São Paulo, aqüicultura. Resolução nº 94 - Valdemir Marciano Tonelli, no Reservatório da UHE de Chavantes (Rio Paranapanema), no Município de Timburí/São Paulo, aqüicultura. Resolução nº 95 - Vilson Stern, no Reservatório da UHE de Chavantes (Rio Paranapanema), no Município de Chavantes/São Paulo, aqüicultura. Resolução nº 96 - Associação dos Aqüicultores de Pereira Barreto e Região, no Reservatório da UHE de Três Irmãos (Rio Tietê), no Município de Pereira Barreto/São Paulo,aqüicultura. Resolução nº 97 - João Carlos Antônio Zanetti, no Reservatório da UHE de Taquaruçu (Rio Paranapanema), no Município de Pirapozinho/São Paulo, aqüicultura. Resolução nº 98 - Wilson Carvalho de Oliveira Júnior, no Reservatório da UHE de Capivara (Rio Paranapanema), no Município de Alvorada do Sul/Paraná, aqüicultura. Resolução nº 99 - Companhia de Saneamento Mundial - CESAMA, no Reservatório Barragem Chapéu D'Uvas (Rio Paraibuna), no Município de Ewbanck da Câmara/Minas Gerais, preventiva, abastecimento público. <!ID > O SUPERINTENDENTE DE OUTORGA E COBRANÇA DA AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS - ANA, no uso de suas atribuições e tendo em vista a delegação de competência que lhe foi atribuída pela Portaria nº 84, de 2 de dezembro de 2002, e em conformidade com a Resolução nº 93, de 05 de maio de 2003, torna público que a Diretoria Colegiada, em sua 52ª Reunião Ordinária, realizada em 7 de março de 2005, com fundamento no inciso V do art. 2 da Lei nº 9.984, de 7 de julho de 2000, resolveu outorgar os seguintes direitos de uso de recursos hídricos, aos doravante denominados outorgados, na forma dos extratos abaixo, que entram em vigor na data da sua publicação. Os usos ora outorgados estarão sujeitos à cobrança. Estas outorgas poderão ser suspensas nos termos do art. 5 da Lei nº 9.433, de 8 de janeiro de 997, e do art. 24 da Resolução nº 6, de 8 de maio de 200, do Conselho Nacional de Recursos Hídricos - CNRH. O inteiro teor da Resolução de outorga, bem assim todas as demais informações pertinentes estarão disponíveis no site Resolução nº 72 - Juraci José Tonial, no Rio Uruguai, no Município de Garruchos/Rio Grande do Sul, irrigação. Resolução nº 73 - Newton Renato Rodrigues da Silva, no Rio Uruguai, no Município de Itaqui/Rio Grande do Sul, irrigação. Resolução nº 74 - Cooperativa Agrícola Mista São Marcos Ltda, no Rio Uruguai, no Município de Uruguaiana/Rio Grande do Sul, irrigação. FRANCISCO LOPES VIANA S E C R E TA R I A - E X E C U T I VA SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO N o - 6, DE DE MARÇO DE 2005 O SUBSECRETÁRIO DE PLANEJAMENTO, ORÇAMEN- TO E ADMINISTRAÇÃO DO MINISTÉRIO DO MEIO AMBIEN- TE, no uso de suas atribuições legais, e tendo em vista a subdelegação de competência de que trata a Portaria no 37, de 3 de maio de 2003, e considerando a necessidade de adequação da modalidade de aplicação dos recursos orçamentários em face das modificações inerentes ao processo de execução, resolve: Art. o Alterar, na forma do Anexo a esta Portaria, as modalidades de aplicação das dotações orçamentárias consignadas ao Ministério do Meio Ambiente, de acordo o art. 64 da Lei no 0.934, de de agosto de Art. 2o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. GERSON GALVÃO

107 <!ID > DELIBERAÇÃO <!ID > DELIBERAÇÃO <!ID > DELIBERAÇÃO <!ID > DELIBERAÇÃO <!ID > DELIBERAÇÃO <!ID > MOÇÃO Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN ANEXO R$,00 UNIDADE/PROGRAMA DISCRIMINAÇÃO IDOC FONTE REDUÇÃO ACRÉSCIMO DE TRABALHO MODALIDADE VA L O R MODALIDADE VA L O R ADM. DIRETA APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DE PÓLOS ECOTURÍSTICOS ADMINISTRAÇÃO DA UNIDADE TO TA L CONSELHO DE GESTÃO DO PATRIMÔNIO GENÉTICO N o - 90, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2005 O CONSELHO DE GESTÃO DO PATRIMÔNIO GENÉ- TICO, no uso das competências que lhe foram conferidas pela Medida Provisória n o , de 23 de agosto de 200, e pelo Decreto n o 3.945, de 28 de setembro de 200, tendo em vista o disposto no art. 3, inciso III, do seu Regimento Interno, e considerando as informações constantes do Processo n o /2004-, resolve: Art. o Conceder à Universidade de São Paulo-USP, CNPJ n o /000-04, autorização de acesso ao conhecimento tradicional associado ao patrimônio genético para, por intermédio do Núcleo de História Indígena e do Indigenismo-NHII, do Departamento de Antropologia, desenvolver a pesquisa científica Categorias Êmicas de Classificação das Plantas Manejadas pelos Wajãpi do Amapari- AP, na Terra Indígena Wajãpi, Estado do Amapá. Parágrafo único. A autorização de que trata este artigo é válida por 6 meses, a partir da data de publicação desta Deliberação, e poderá ser renovada, a critério do Conselho, mediante solicitação da instituição beneficiada. Art. 2 o A autorização de que trata esta Deliberação não exime a instituição beneficiária de obter as demais autorizações exigidas pela legislação vigente, incluindo a autorização para ingresso na terra indígena, de competência do órgão indigenista oficial. Art. 3 o As informações contidas no Processo n o /2004-, embora não transcritas, são consideradas partes integrantes desta Deliberação. Art. 4 o Esta Deliberação entra em vigor na data de sua publicação. MARINA SILVA Ministra de Estado do Meio Ambiente Nº 66, DE 29 DE JULHO DE 2004 O CONSELHO DE GESTÃO DO PATRIMÔNIO GENÉ- TICO, no uso das competências que lhe foram conferidas pela Medida Provisória nº , de 23 de agosto de 200, e pelo Decreto nº 3.945, de 28 de setembro de 200, tendo em vista o disposto no art. 3, inciso III, do seu Regimento Interno, e considerando as informações constantes do Processo no / , resolve: Art. º Conceder à Escola Nacional de Botânica Tropical- ENBT, do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro- JBRJ, CNPJ nº / , autorização de acesso ao conhecimento tradicional associado ao patrimônio genético, junto à comunidade local Caicubi, no Município de Caracaraí/RR, para a finalidade de pesquisa científica sem acesso ao patrimônio genético, de acordo com os termos do projeto intitulado Levantamento Botânico de um Trecho de Floresta de Terra Firme no Médio Rio Negro, desenvolvido por Juan Gabriel Soler Alarcón e Ariane Luna Peixoto, observado o disposto no art. 6 da Medida Provisória no , de 23 de agosto de 200, no art. 8o do Decreto no 3.945, de 28 de setembro de 200, e na Resolução no 05, de 26 de junho de Parágrafo único. A autorização de que trata este artigo é válida até 3 de julho de 2005, e poderá ser renovada, a critério do Conselho, mediante solicitação da instituição beneficiada. Art. 2o A instituição autorizada obriga-se a incluir nos resultados da pesquisa, em quaisquer meios pelos quais estes venham a ser divulgados, a informação da origem do conhecimento tradicional associado e a advertência de que o acesso às informações disponibilizadas nos resultados para as finalidades de acesso ao componente do patrimônio genético, desenvolvimento tecnológico ou bioprospecção, dependem de anuência prévia da comunidade envolvida e de autorização do Conselho de Gestão do Patrimônio Genético. Art. 3o Conforme constante do Termo de Anuência Prévia e acordado entre as partes, os textos oriundos da pesquisa serão encaminhados à comunidade local Caicubi em linguagem a ela acessível. Art. 4o As informações contidas no Processo no / , embora não transcritas, são consideradas partes integrantes desta Deliberação. Art. 5o Esta Deliberação entra em vigor na data de sua publicação. MARINA SILVA Ministra do Meio Ambiente Nº 9, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2005 O CONSELHO DE GESTÃO DO PATRIMÔNIO GENÉ- TICO, no uso das competências que lhe foram conferidas pela Medida Provisória n o , de 23 de agosto de 200, e pelo Decreto n o 3.945, de 28 de setembro de 200, tendo em vista o disposto no art. 3, inciso III, do seu Regimento Interno, e considerando as informações constantes do Processo n o / , resolve: Art. o Conceder ao Instituto Agronômico-IAC, da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, CNPJ n o / , autorização de acesso ao patrimônio genético e ao conhecimento tradicional associado para desenvolver a pesquisa científica Mapeamento, coleta, conservação e análise genética de etnovariedades de milho, junto a comunidades locais de Sítio Novo, Bombas e Bombas II, no Município de Iporanga, Estado de São Paulo. o A autorização de que trata este artigo é válida até 3 de dezembro de 2006 e poderá ser renovada, a critério do Conselho, mediante solicitação da instituição beneficiada. 2º A autorização de que trata este artigo restringe-se aos componentes do patrimônio genético e aos conhecimentos tradicionais associados descritos nos autos do Processo n o / , cujas informações, embora não transcritas, são consideradas partes integrantes desta Deliberação. Art. 2 o A instituição autorizada e os pesquisadores a ela vinculados obrigam-se a incluir nos resultados da pesquisa, em quaisquer meios pelos quais estes venham a ser divulgados, a informação da origem do conhecimento tradicional associado e a advertência de que o acesso às informações disponibilizadas nos resultados para as finalidades de bioprospecção ou desenvolvimento tecnológico dependem da anuência prévia e da assinatura de Contrato de Utilização e Repartição de Benefícios junto às comunidades envolvidas, bem como da autorização do Conselho de Gestão do Patrimônio Genético. Art. 3 o A autorização de que trata esta Deliberação não exime a instituição beneficiária de obter quaisquer outras autorizações exigidas pela legislação vigente. Art. 4 o Esta Deliberação entra em vigor na data de sua publicação. MARINA SILVA Ministra de Estado do Meio Ambiente Nº 92, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2005 O CONSELHO DE GESTÃO DO PATRIMÔNIO GENÉ- TICO, no uso das competências que lhe foram conferidas pela Medida Provisória nº , de 23 de agosto de 200, e pelo Decreto nº 3.945, de 28 de setembro de 200, tendo em vista o disposto no art. 3, inciso III, do seu Regimento Interno, e considerando as informações constantes do Processo n o /2004-7, resolve: Art. º Conceder à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária-EMBRAPA, CNPJ n o /000-0, autorização de acesso ao conhecimento tradicional associado e ao patrimônio genético junto à etnia indígena Yawalapiti, da Aldeia Yawalapiti, no Parque Indígena do Xingu, para a finalidade de pesquisa científica, de acordo com os termos do projeto intitulado Etnobiologia, Agricultura e Segurança Alimentar em Comunidades Indígenas, sob a coordenação do pesquisador Fábio de Oliveira Freitas, observado o disposto no art. 6 da Medida Provisória n o , de 23 de agosto de 200, no art. 8 o do Decreto n o 3.945, de 28 de setembro de 200, e na Resolução n o 05, de 26 de junho de Parágrafo único. A autorização de que trata este artigo é válida até 24 de fevereiro de 2007, e poderá ser renovada, a critério do Conselho, mediante solicitação da instituição beneficiada. Art. 2 o A Embrapa e os pesquisadores a ela vinculados obrigam-se a incluir nos resultados da pesquisa, em quaisquer meios pelos quais estes venham a ser divulgados, a informação da origem do conhecimento tradicional associado e a advertência de que o acesso às informações disponibilizadas nos resultados para as finalidades de bioprospecção ou desenvolvimento tecnológico dependem da anuência prévia e da assinatura de Contrato de Utilização e Repartição de Benefícios junto às comunidades envolvidas, bem como da autorização do Conselho de Gestão do Patrimônio Genético. Art. 3 o A autorização de que trata esta Deliberação diz respeito à localização e às presentes formas de organização da única aldeia indígena Yawalapiti que atualmente habita o Parque Indígena do Xingu. Art. 4 o As informações contidas no Processo n o /2004-7, embora não transcritas, são consideradas partes integrantes desta Deliberação. Art. 5 o Esta Deliberação entra em vigor na data de sua publicação. MARINA SILVA Ministra do Meio Ambiente Nº 93, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2005 O CONSELHO DE GESTÃO DO PATRIMÔNIO GENÉ- TICO, no uso das competências que lhe foram conferidas pela Medida Provisória nº , de 23 de agosto de 200, e pelo Decreto nº 3.945, de 28 de setembro de 200, tendo em vista o disposto no art. 3, inciso III, do seu Regimento Interno, e considerando as informações constantes do Processo n o /2004-6, resolve: Art. º Conceder à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária-EMBRAPA, CNPJ n o /000-0, autorização de acesso ao conhecimento tradicional associado e ao patrimônio genético junto à etnia indígena Kayabi, da Aldeia Kayabi - Ilha Grande, no Parque Indígena do Xingu, para a finalidade de pesquisa científica, de acordo com os termos do projeto intitulado Segurança Alimentar e Fortalecimento Cultural em Comunidades do Parque Indígena do Xingu, Aldeia Kayabi-Ilha Grande, no âmbito do projeto Etnobiologia, Agricultura e Segurança Alimentar em Comunidades Indígenas, sob a coordenação do pesquisador Fábio de Oliveira Freitas, observado o disposto no art. 6 da Medida Provisória n o , de 23 de agosto de 200, no art. 8 o do Decreto n o 3.945, de 28 de setembro de 200, e na Resolução n o 05, de 26 de junho de Parágrafo único. A autorização de que trata este artigo é válida até 24 de fevereiro de 2007, e poderá ser renovada, a critério do Conselho, mediante solicitação da instituição beneficiada. Art. 2 o A EMBRAPA e os pesquisadores a ela vinculados obrigam-se a incluir nos resultados da pesquisa, em quaisquer meios pelos quais estes venham a ser divulgados, a informação da origem do conhecimento tradicional associado e a advertência de que o acesso às informações disponibilizadas nos resultados para as finalidades de bioprospecção ou desenvolvimento tecnológico dependem da anuência prévia e da assinatura de Contrato de Utilização e Repartição de Benefícios junto às comunidades envolvidas, bem como da autorização do Conselho de Gestão do Patrimônio Genético. Art. 3 o As informações contidas no Processo n o /2004-6, embora não transcritas, são consideradas partes integrantes desta Deliberação. Art. 4 o Esta Deliberação entra em vigor na data de sua publicação. MARINA SILVA Ministra do Meio Ambiente CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS N o 28, DE 29 DE OUTUBRO DE 2004 Recomenda desapensamentos do Projeto de Lei n o.66, de 2 de setembro de 999. O CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS- CNRH, no uso das competências que lhe são conferidas pelas Leis n os 9.433, de 8 de janeiro de 997, e 9.984, de 7 de julho de 2000, e tendo em vista o disposto em seu Regimento Interno, e Considerando que ao CNRH compete, analisar propostas de alteração da legislação pertinente a recursos hídricos e à Política Nacional de Recursos Hídricos, nos termos do inciso V, do art. 35, da Lei n o 9.433, de 8 de janeiro de 997; Considerando que o Projeto de Lei n o.66, de 2 de setembro de 999, dispõe sobre a gestão administrativa e a organização institucional do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, previsto no inciso XIX, do art. 2 da Constituição, e criado pela Lei n o 9.433, de 997; Considerando que, por ato da Presidência da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, foi criada a Comissão Especial Temporária para análise do PL n o.66, de 999; Considerando o apensamento ao PL n o.66, de 999, até a data de 8 de outubro de 2004, por determinação da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, dos seguintes Projetos de Lei: n o 4.296, de 4 de março de 200; n o.693, de 6 de setembro de 999; n o 4.946, de o de agosto de 200; n o 6.222, de 6 de março de 2002; n o 603, de 2 de abril de 2003; n o.05, de 20 de maio de 2003; n o.8 de 3 de junho de 2003; n o 2.364, de 28 de outubro de 2003; n o 2.750, de de dezembro de 2003; e n o 2.398, de 30 de outubro de 2003, resolve: Aprovar Moção, dirigida ao Sr. Presidente da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, recomendando sejam desapensados do PL n o.66, de 999, os seguintes Projetos de Lei: a) PL n o 4.296, de 200, que altera a Lei nº 9.966, de 28 de abril de 2000, que "dispõe sobre a prevenção, o controle e a fiscalização da poluição causada por lançamento de óleo e outras substâncias nocivas ou perigosas em águas sob jurisdição nacional e dá outras providências", estabelecendo a desativação gradual de navios de casco simples (petroleiro) que transportam petróleo ou seus derivados, nas águas de jurisdição nacional. Justificativa: trata-se de atividade específica que não diz respeito à gestão de recursos hídricos;

108 <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA 08 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 b) PL n o.693, de 999, que modifica a redação do art. 34 do Decreto-Lei nº 7.84, de 08 de agosto de 945, que estabelece o Código de Águas Minerais, dispondo que as soluções salinas artificiais, quando comercializadas em garrafas ou outros vasilhames deverão trazer sobre o rótulo a informação que a água está tratada, adicionada de sais. Justificativa: é específico para a forma de comercialização de águas comuns adicionadas de sais, não se adequando ao objeto do PL n o.66, de 999; c) PL n o 6.222, de 2002, que dispõe sobre a vigilância e o controle da qualidade da água para consumo humano e dá outras providências. Justificativa: não está no âmbito da gestão de recursos hídricos, dizendo respeito à política de controle da qualidade da água e do sistema público de abastecimento de água; d) PL n o.8, de 2003, que estabelece diretrizes para a verificação da segurança de barragens de cursos de água para quaisquer fins e para aterros de contenção de resíduos líquidos industriais. Justificativa: trata-se de atividade específica que não diz respeito à gestão de recursos hídricos.. MARINA SILVA Presidente JOÃO BOSCO SENRA Secretário-Executivo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão GABINETE DO MINISTRO Nº 50, DE DE MARÇO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, OR- ÇAMENTO E GESTÃO, Interino, no uso da competência que lhe foi delegada no art. º, inciso I, do Decreto nº 3.25, de 29 de julho de 999, observada a Resolução nº 9, de 28 de junho de 2002, do Conselho Nacional de Desestatização - CND, e tendo em vista o disposto no artigo 8, inciso I, da Lei nº 9.636, de 5 de maio de 998, e os elementos que integram o Processo n o / , resolve: Art. º Autorizar a cessão, sob a forma de utilização gratuita, à Universidade Federal do Acre, do imóvel situado na Avenida Copacabana, s/nº, no Município de Cruzeiro do Sul, Estado do Acre, constituído por área de 0.000,00m² e benfeitorias com área de.90,00m², objeto da matrícula nº.27 do Cartório de Registro de Imóveis daquela Comarca. Parágrafo único. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional representará a União nos atos relativos à cessão do bem imóvel de que trata a presente Portaria, cabendo à Secretaria do Patrimônio da União - SPU, deste Ministério, a lavratura do respectivo contrato. Art. 2 o O imóvel a que se refere o artigo anterior destina-se à ampliação das instalações e criação de laboratórios de pesquisas em Biologia, Engenharia Florestal, e outros. Parágrafo único. A cessão terá vigência pelo prazo de cinco anos, a contar da data da assinatura do correspondente contrato, prorrogável por iguais e sucessivos períodos. Art. 3 o Responderá o cessionário, judicial e extrajudicialmente, por quaisquer reivindicações que venham a ser efetuadas por terceiros, concernentes ao imóvel de que trata esta Portaria, inclusive por benfeitorias nele existentes. Art. 4 o Os direitos e obrigações mencionados nesta Portaria não excluem outros, explícita ou implicitamente, decorrentes do contrato de cessão e da legislação pertinente. Art. 5 o A cessão será rescindida, sem direito o cessionário a qualquer indenização, inclusive por benfeitorias realizadas, se ao imóvel, no todo ou em parte, vier a ser dada destinação diversa da prevista no art. 2 o desta Portaria, ou, ainda, se ocorrer inadimplemento de cláusula contratual. Art. 6 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. NELSON MACHADO SECRETARIA DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO N o - 46, DE 8 DE MARÇO DE 2005 A SECRETÁRIA DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO, DO MI- NISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, SUBSTITUTA no uso da atribuição que lhe confere o art. º, inciso III, da Portaria MP n o 30, de 6 de março de 2000, e tendo em vista o disposto no art. 6 o do Decreto-lei n o 2.398, de 2 de dezembro de 987, com a redação que lhe foi conferida pelo art. 33 da Lei n o 9.636, de 5 de maio de 998, bem como o art. 55, da Lei n o 9.784, de 29 de janeiro de 999, e demais elementos que integram o Processo n o /2004-6, resolve: Art. o Convalidar a autorização emitida pela Gerência Regional do Patrimônio da União no Estado de Pernambuco - GR- PU/PE, ao Município de Recife/PE, para execução obras e serviços de infra-estrutura, no imóvel de domínio da União caracterizado como terreno acrescido de marinha, com área de ,00m², situado na orla marítima de Brasília Teimosa, naquele Município, com os seguintes limites constantes do referido processo. Art. 2 o As obras a que se refere o artigo anterior destina-se à implementação de uma das ações do Programa de Requalificação da Orla Marítima de Brasília Teimosa, que consiste na melhoria das condições urbano-ambientais daquela área, cuja responsabilidade está a cargo da Empresa Urbanizadora do Recife, pessoa jurídica de direito privado. Parágrafo único. É fixado o prazo de um ano para o cumprimento dos objetivos previstos nesta Portaria a partir da data de sua publicação. Art. 3 o O Município de Recife, PE, fica obrigado a: I - obedecer às exigências estabelecidas pela Capitania dos Portos de Recife, bem como pela Agência Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos; II - manter no imóvel, em local visível, placa de publicidade, de acordo com os termos da Portaria SPU N o 22, de 3 do junho de 2000, observado o disposto no art. 73, inciso VI, alínea b, da Lei n o 9.504, de 30 de setembro de 997; III - fornecer à Gerência Regional de Patrimônio da União no Estado de Pernambuco - GRPU/PE os elementos técnicos de caracterização do terreno, para fins de registro imobiliário em livros próprios e no Cartório de Registro de Imóveis competente. Art. 4 o Responderá o Município de Recife, judicial e extrajudicialmente, por quaisquer reivindicações que venham a ser efetuadas por terceiros, em decorrência da realização de obras e serviços de que trata esta Portaria. Art. 5 o Os direitos e obrigações mencionados nesta Portaria não excluem outros, explícita ou implicitamente, de acordo com a legislação pertinente. Art. 6 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. ALEXANDRA RESCHKE GERÊNCIA REGIONAL NO RIO DE JANEIRO N 9, DE 4 DE MARÇO DE 2005 O GERENTE REGIONAL DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso da competência que lhe foi atribuída pela Portaria n 06, de 3 de janeiro de 200, da Secretaria do Patrimônio da União, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, e, de acordo com o artigo 22, da Lei n.º 9.636, de 5 de maio de 998, e artigo 4 e seus parágrafos, do Decreto n.º 3.725, de 0 de janeiro de 200, resolve: Art. Permitir o uso, a título oneroso e precário, à DVD MASTER PRODUÇÕES LTDA., inscrita no CNPJ sob o n /000-06, das áreas de uso comum do povo, com o total de 2.642,25m², na Praia de Ipanema, localizada em frente a Rua Henrique Drumont, no Município do Rio de Janeiro/RJ, no período de 26 de fevereiro a 0 março de 2005, destinada à realização do evento recreativo VIVO NO RIO, constituído de shows musicais, comemorativo dos 440 anos da Cidade do Rio de Janeiro, de acordo com os elementos constantes do Processo n / Art. 2 O valor total devido à União, em decorrência da presente permissão de uso é de R$3.936,2 (três mil, novecentos e trinta e seis reais e vinte e um centavos). Art. 3 Serão cobrados da Permissionária, a título de ressarcimento, os custos administrativos da União, relacionados direta ou indiretamente com o evento, nos termos do disposto no parágrafo 6º, do artigo 4, do Decreto n.º 3.725, de 0/0/200. Art. 4º Durante o período a que se refere a presente permissão de uso, fica a Permissionária obrigada a afixar na área em que se realizará o evento e em local visível ao público, uma (0) placa, confeccionada segundo o Manual de Placas da SPU, com os seguintes dizeres: ÁREA DE USO COMUM DO POVO, COM PERMISSÃO DE USO AUTORIZADA PELA SECRETARIA DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO - SPU indicando ao final: RIO DE JANEIRO / RJ. Art. 5 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.. PAULO CESAR RODRIGUES SIMÕES Ministério do Trabalho e Emprego GABINETE DO MINISTRO COORDENAÇÃO-GERAL DE IMIGRAÇÃO <!ID > DESPACHO DA COORDENADORA-GERAL Em de março de 2005 A Coordenadora-Geral de Imigração, no uso de suas atribuições, deferiu os seguintes pedidos de cancelamento: Processo: Empresa: Sport Club Ulbra Passaporte: Estrangeiro: Cory Allen Underwood, Processo: Empresa: Comau Do Brasil Ind. E Com. Ltda. Passaporte: t Estrangeiro: Marco Busi, Processo: Empresa: Banco Do Estado De São Paulo S.A - Banespa Passaporte: 59769q Estrangeiro: Francisco Javier Gonzalez Municio, Processo: Empresa: Kn Serviços De Logística Ltda. Passaporte: F Estrangeiro: Lukas Dieter Stäheli, Processo: Empresa: Siemens Vdo Automotive Ltda Passaporte: A93687 Estrangeiro: Francesco Del Polito, Processo: Empresa: General Electric Do Brasil Ltda Passaporte: Estrangeiro: Gregory Nelson Peterson, Processo: Empresa: Telerj Celular S.A Passaporte: x Estrangeiro: Laura Sanz Mataix, Processo: Empresa: Panasonic Comp Elet Da Amazonia Ltda Passaporte: Tf Estrangeiro: Keiji Tateishi, Processo: Empresa: Banco Do Estado De São Paulo S.A - Banespa Passaporte: N8935 Estrangeiro: Macarena Garcia Romero, Processo: Empresa: Halliburton Serviços Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Stephen Andrew Graham, Processo: Empresa: Sara Lee Venda Direta Do Brasil Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Juan Antonio Alvarez Vassallo, Processo: Empresa: Pirelli Pneus S.A. Passaporte: p Estrangeiro: Fabio Bocchio, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Q Estrangeiro: Jesus Vicente Alvarez Alvares, Processo: Empresa: Schlumberger Serviços De Petróleo Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Alejandro Oscar Duran, Processo: Empresa: Sociedade Michelin De Participações Ind. E Comércio Ltda Passaporte: 00yt57468 Estrangeiro: Philippe Benoit Ponsignon, Processo: Empresa: Esporte Clube São José Passaporte: Estrangeiro: Osmar Ismael Gutierrez Arzamendia, Processo: Empresa: Sino Dos Alpes Alimentos Ltda. Passaporte: k Estrangeiro: Rocco Vincenzo Bianco, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: 0da4427 Estrangeiro: Patrick Lozano, Processo: Empresa: Bes Investimentos Do Brasil S.A -Banco De Investimentos Passaporte: E05277 Estrangeiro: José Luis De Saldanha Ferreira Pinto Basto, Processo: Empresa: Aci Worldwide ( Brasil) Ltda Passaporte: Lj43882 Estrangeiro: Paul Woodrow Nippard, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: w Estrangeiro: Alfonso Sanjuan Cuesta, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: p Estrangeiro: Julio Agustin Tajuelo Gil, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: Marijan Sarajlija, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: Zeljko Postruzin, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Q Estrangeiro: Pedro Luis Gonzalez Fernandez, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: Mark William Miller, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: William George Kotcher, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: 2576 Estrangeiro: Robert Stewart Emery, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: Matthew Michael Caperello, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: Chris Allan Hufford, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: Nikola Jaksic, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: P Estrangeiro: Jadranko Ivan Radovanic, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: Alojzije Matokovic, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: Edward John Hako, Processo: Empresa: F.L. Smidth Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Sven Erik Oppelstrup Madsen, Processo: Empresa: Marcellino Martins E E. Johnston Exp. Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Andrew John Walsh, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: Edward John Hako, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: Drazen Zunac, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: Matthew Michael Caperello, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: Walker David Glenn Jr., Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: Timothy Brian Parris, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: Stuart Robert Bowler, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: 2576 Estrangeiro: Robert Stewart Emery, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: P Estrangeiro: Jadranko Ivan Radovanic, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: David Lynn Reif, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: Philip John Mains, Processo: Empresa: Telerj Celular S.A Passaporte: n Estrangeiro: Augusto Omar Anchubidart, Processo: Empresa: Dow Corning Do Brasil Ltda. Passaporte: V Estrangeiro: Marisela Caraballo Chirino, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: Darko Barilar, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: p Estrangeiro: Francisco Javier Manzano, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: r Estrangeiro: Pablo José López Moreta, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Aa Estrangeiro: Luis Jiménez Puga, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: 96363a Estrangeiro:

109 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN José Carlos García-Caro Bullido, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: Antonio Garcia Muñhoz, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Aa0882 Estrangeiro: Fernando García López, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: R Estrangeiro: Mercedes Durante Minuesa, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: R4766 Estrangeiro: Vicente Tena Deogracia, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Aa08403 Estrangeiro: José Manuel García Lopez, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: v Estrangeiro: Francisco Javier Guerra Sáiz, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: 00yz09372 Estrangeiro: Louis M. Thomas Delapintiere, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: Marijan Sarajlija, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: Zeljko Postruzin, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: Stjepan Juric-Marijanovic, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: Berislav Nadinic, Processo: Empresa: Banco Do Estado De São Paulo S.A - Banespa Passaporte: P Estrangeiro: Jose Ignacio Nuñez Garcia, Processo: Empresa: Banco Do Estado De São Paulo S.A - Banespa Passaporte: l Estrangeiro: Rosa Maria Diaz-Santos Morales, Processo: Empresa: Banco Do Estado De São Paulo S.A - Banespa Passaporte: Estrangeiro: Ines Molina Peraita, Processo: Empresa: Banco Do Estado De São Paulo S.A - Banespa Passaporte: w Estrangeiro: Christian Julian Berardinelli, Processo: Empresa: Banco Do Estado De São Paulo S.A - Banespa Passaporte: P Estrangeiro: German Antonio Alvarez Diaz, Processo: Empresa: Banco Do Estado De São Paulo S.A - Banespa Passaporte: Q98375 Estrangeiro: Maria Luz Pinedo Quirce, Processo: Empresa: Banco Do Estado De São Paulo S.A - Banespa Passaporte: x Estrangeiro: Luis Gallego Gutierrez, Processo: Empresa: Banco Do Estado De São Paulo S.A - Banespa Passaporte: Q33397 Estrangeiro: Maria Elena Cañas Cañas, Processo: Empresa: Banco Do Estado De São Paulo S.A - Banespa Passaporte: P49358 Estrangeiro: Ruben Roque Ranz, Processo: Empresa: Banco Do Estado De São Paulo S.A - Banespa Passaporte: a Estrangeiro: Ana Isabel Garcia Siro, Processo: Empresa: Banco Do Estado De São Paulo S.A - Banespa Passaporte: z Estrangeiro: Alberto Gallardo Llano, Processo: Empresa: Banco Do Estado De São Paulo S.A - Banespa Passaporte: p Estrangeiro: Maria Paloma Martín De Soto, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: e Estrangeiro: Esteban Castaños Ruiz, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: n Estrangeiro: Jorge Alberto Mendez, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Q79552 Estrangeiro: Eugenio Garnica Gonzalez-Barcena, Processo: Empresa: Banco Do Estado De São Paulo S.A - Banespa Passaporte: Cc Estrangeiro: Jose Gregorio Parrado Restrepo, Processo: Empresa: Banco Do Estado De São Paulo S.A - Banespa Passaporte: Q22425 Estrangeiro: Matias Llorente Garcia, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Aa Estrangeiro: Mariano Toral Durán, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Estrangeiro: Manuel Francisco Martín Pascua, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Aa Estrangeiro: Antonio Sola Arévalo, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Aa08209 Estrangeiro: Julián Nieto Elices, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: c Estrangeiro: Luís-Fernando Villanueva Felipe, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Aa Estrangeiro: Juan Ramón Soliva De La Fuente, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Aa Estrangeiro: Enrique Montes Delgado, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: R3850 Estrangeiro: David Puentes Rojas, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Aa343827t Estrangeiro: Carlos Salvador San Juan, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Aa Estrangeiro: Antonio Martinez Ocal, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: s Estrangeiro: Angel Luís Rodríguez Megía, Processo: Empresa: Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear Passaporte: Aa08052 Estrangeiro: Andrés Sanz Fernández, Processo: Empresa: Agricur Defensivos Agricolas Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Oded Barzide, Processo: Empresa: Tim Celular S/A. Passaporte: A Estrangeiro: Samuele Caruso, Processo: Empresa: Sanofi - Synthelabo Ltda. Passaporte: 99ae95339 Estrangeiro: Philippe Christian Roger Joseph Roux, Processo: Empresa: Montcalm Montagens Industriais S/A Passaporte: Estrangeiro: Harri Kalevi Makkonen, Processo: Empresa: Accenture Do Brasil Ltda Passaporte: Estrangeiro: Katheryn Asenjo Pedros, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda Passaporte: 0530w Estrangeiro: Rosário Di Marco, Processo: Empresa: Telesp Celular S.A. Passaporte: E Estrangeiro: Joaquim Pedro Saldanha Do Rosario E Souza, Processo: Empresa: Unilever Bestfoods Brasil Ltda. Passaporte: Bao5949 Estrangeiro: Gijsbert De Zoeten, Processo: Empresa: A.T.Kearney Ltda. Passaporte: n Estrangeiro: José Luis Olivieri, Processo: Empresa: Fundação De Ensino E Engenharia De Santa Catarina Passaporte: Estrangeiro: Randal Wasser, Processo: Empresa: Companhia Brasileira De Bebidas Passaporte: Estrangeiro: Monica Beatriz De La Villa Portocarrero, Processo: Empresa: Fumex Tabacalera Ltda Passaporte: t Estrangeiro: Jaume Boix Teruel. A Coordenadora-Geral de Imigração, no uso de suas atribuições, de acordo com a portaria 32/02 de 2/03/2002 indeferiu os seguintes pedidos de autorização de trabalho: Processo: Empresa: Brq Solucoes Em Informatica Ltda Passaporte: C Estrangeiro: Franz Grossenberger Processo: Empresa: Santander Seguradora S.A Passaporte: a Estrangeiro: Ana Isabel Perez Perez, Processo: Empresa: Santander Seguradora S.A Passaporte: Aa Estrangeiro: Ramon Sanchez Diez, Processo: Empresa: Santander Seguradora S.A Passaporte: 30326n Estrangeiro: Angel Oscar Agallano, Processo: Empresa: Santander Seguradora S.A Passaporte: N2476 Estrangeiro: Lorenzo Alonso Gallego, Processo: Empresa: Norte Pesca S/A Passaporte: Sk82989 Estrangeiro: Jumir Tasei Mena Illescas, Processo: Empresa: Norte Pesca S/A Passaporte: Estrangeiro: Narcisa De Jesus Pastuzo Lopes, A Coordenadora-Geral de Imigração, no uso de suas atribuições, deferiu os seguintes pedidos de autorização de trabalho, constantes do(s) Ofício(s) ao MRE n 092/2005 de 04/03/2005, 093/2005 de 07/03/2005, 096/2005 de 08/03/2005, 098/2005 de 08/03/2005, 00/2005 de 09/03/2005, 0/2005 de 0/03/2005, respectivamente. Temporário - Sem Contrato - Rn 6, De 08/2/04 (Art. 6º): Processo: Empresa: Du Pont Do Brasil S/A. Passaporte: Estrangeiro: Ronald Lee Cutshall Sr Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Derrick Do Brasil Serviços Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Thomas James French Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Societe Air France Passaporte: 02zt62854 Estrangeiro: Olivier Stephane Dominique Ghislain Degonde Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Halliburton Serviços Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Oscar Fernando Perez Garcia Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Halliburton Serviços Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Jose Enrique Sanchez Gutierrez Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Halliburton Serviços Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Carlos Arturo Guerrero Gutierrez Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Lemcon Do Brasil Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Mauno Juhani Valimaki Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Parker Hannifin Indústria E Comércio Ltda Passaporte: 2506 Estrangeiro: Felice Augusto Ferri Sanchez Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Accenture Do Brasil Ltda Passaporte: Estrangeiro: Jeffrey Lynn Register Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Accenture Do Brasil Ltda Passaporte: Estrangeiro: Scott Bryan White Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Husky Do Brasil Sistemas De Injeção Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Timothy Craig Sweitzer Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Bearingpoint Ltda Passaporte: Estrangeiro: Francisco Javier Ramirez Larez Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Magnesita S/A Passaporte: Estrangeiro: Manfred Nikolaus Philippi Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Magnesita S/A Passaporte: Estrangeiro: Hans Peter Engemann Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: South Seas International Ltda Passaporte: Estrangeiro: Stephen Mckenna Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Rigesa, Celulose, Papel E Embalagens Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Mark James Seksinsky Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Rigesa, Celulose, Papel E Embalagens Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Keith Eugene Sickafoose Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Siemens Ltda. Passaporte: 98k Estrangeiro: Hans Terje Galdal Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Andritz Brasil Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Sten Erik Christer Frykmo Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Mitsuba Do Brasil Ltda Passaporte: Te855 Estrangeiro: Tomonori Yamazaki Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Mitsuba Do Brasil Ltda Passaporte: Tf Estrangeiro: Kazuhito Gokan Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Mitsuba Do Brasil Ltda Passaporte: Tg Estrangeiro: Takayuki Shionome Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Mitsuba Do Brasil Ltda Passaporte: Tg Estrangeiro: Kenichi Kanda Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Esso Brasileiro De Petróleo Limitada Passaporte: Je86287 Estrangeiro: Patrick David Tucker Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Esso Brasileiro De Petróleo Limitada Passaporte: Js Estrangeiro: Tobe Lynn Odell Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Halliburton Serviços Ltda. Passaporte: E Estrangeiro: Sankaran Sathish Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Halliburton Serviços Ltda. Passaporte: Lj Estrangeiro: Shaohua Niu Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Halliburton Serviços Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Richard Roberto Aldaz Jacome Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Andromeda Consultoria Técnica E Representações Ltda Passaporte: Estrangeiro: Ion Busu Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Eka Bahia S/A Passaporte: Estrangeiro: Ulf Goran Larsson Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Varco International Do Brasil Equipamentos E Serviços Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Silvestru Bondar Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Varco International Do Brasil Equipamentos E Serviços Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Kenneth David Grau Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Samsung Eletrônica Da Amazônia Ltda. Passaporte: E Estrangeiro: Santosh Kumar Vuppala Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Samsung Eletrônica Da Amazônia Ltda. Passaporte: B Estrangeiro: Srinivasa Reddy Algubelli Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Rolls Royce Energia Ltda Passaporte: Estrangeiro: Neil Anderson Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Panasonic Comp Elet Da Amazonia Ltda Passaporte: Tf Estrangeiro: Keiji Tateishi Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Man Turbomáquinas Do Brasil Ltda. Passaporte: F0030 Estrangeiro: Gerhard Raymond Volkel Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Man Turbomáquinas Do Brasil Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Tobias Bill Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Man Turbomáquinas Do Brasil Ltda. Passaporte: F54503 Estrangeiro: Rolf Bosch Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Westerngeco Serviços De Sísmica Ltda Passaporte: Bd0558 Estrangeiro: Kimberly Gail Jones Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Sociedade Michelin De Participações Ind. E Comércio Ltda Passaporte: Cc Estrangeiro: Hector Adolfo Rincon Ortiz Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Halliburton Produtos Ltda Passaporte: Estrangeiro: Darrell Wayne Bourgeois Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Halliburton Produtos Ltda Passaporte: Estrangeiro: Willis Nesbitt Spencer Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Transocean Brasil Ltda Passaporte: Estrangeiro: Gregory Alan Chapman Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Inpacel - Indústria De Papel Arapoti Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Rolf Anders Patrick Arnström Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Honeywell Do Brasil Ltda. Passaporte: Mj979 Estrangeiro: Yves Boilard Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Sociedade Michelin De Participações Ind. E Comércio Ltda Passaporte: Cc78960 Estrangeiro: Marcos Nery Perea Mosquera Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Schlumberger Serviços De Petróleo Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Edward Grech Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Westerngeco Serviços De Sísmica Ltda Passaporte: Hh Estrangeiro: Salvador Cruz Basa Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Westerngeco Serviços De Sísmica Ltda Passaporte: Jf Estrangeiro: Stephen Christopher Creaser Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Musashi Da Amazônia Ltda. Passaporte: Te Estrangeiro: Teruhisa Nakayama Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Musashi Da Amazônia Ltda. Passaporte: Te Estrangeiro: Yukio Nishi Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Musashi Da Amazônia Ltda. Passaporte: Tg Estrangeiro: Fumio Uemura Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Musashi Da Amazônia Ltda. Passaporte: Te Estrangeiro: Kumio Kato Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Fcc Do Brasil Ltda. Passaporte: Tf Estrangeiro: Tomoyuki Iguchi Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Fcc Do Brasil Ltda. Passaporte: Tg Estrangeiro: Moritaka Nakamura Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Companhia T Janér Comércio E Indústria Passaporte: Tf Estrangeiro: Takuhiko Abe Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Gerdau Açominas S/A. Passaporte: Mq Estrangeiro: Tetsu Tsuruta Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Gerdau Açominas S/A. Passaporte: Tg02457 Estrangeiro: Tomohito Saito Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Gerdau Açominas S/A. Passaporte: Tg Estrangeiro: Tsutomo Dobashi Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Gerdau Açominas S/A. Passaporte: Te Estrangeiro: Kazuyoshi Miyatani Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Gerdau Açominas S/A. Passaporte: Tf Estrangeiro: Takahiki Endo Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Gerdau Açominas S/A. Passaporte: Tg Estrangeiro: Koji Ishii Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Rigesa, Celulose, Papel E Embalagens Ltda. Passaporte: 80320w Estrangeiro: Carlo Felice Vertemati Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Rigesa, Celulose, Papel E Embalagens Ltda. Passaporte: Y Estrangeiro: Bassano Rinaldi Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Rigesa, Celulose, Papel E Embalagens Ltda. Passaporte: t Estrangeiro: Santino Paride Re Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Rigesa, Celulose, Papel E Embalagens Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Dirk Gosserau Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Usinas Siderúrgicas De Minas Gerais S/A - Usiminas Passaporte: Tf Estrangeiro: Shoji Shibata Prazo: 30 Dias, Processo: Empresa: Usinas Siderúrgicas De Minas Gerais S/A - Usiminas Passaporte: Tf Estrangeiro: Osamu Takamori Prazo: 30 Dias, Processo: Empresa: Usinas Siderúrgicas De Minas Gerais S/A - Usiminas Passaporte: Tg Estrangeiro: Masayuki Nakanishi Prazo: 30 Dias, Processo:

110 0 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de Empresa: Schlumberger Serviços De Petróleo Ltda. Passaporte: T Estrangeiro: Renn Rampersad Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: International Paper Do Brasil Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Horst John Vogel Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: International Paper Do Brasil Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Jörg Danzfuss Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Inpacel - Indústria De Papel Arapoti Ltda. Passaporte: J Estrangeiro: Herbert Brandstätter Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Inpacel - Indústria De Papel Arapoti Ltda. Passaporte: C Estrangeiro: Norbert Oberaigner Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Inpacel - Indústria De Papel Arapoti Ltda. Passaporte: B Estrangeiro: Werner Ernst Haas Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Psi Do Brasil Engenharia Ltda Passaporte: M Estrangeiro: Christopher Noel Kelley Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Renault Do Brasil S.A. Passaporte: 00dz0999 Estrangeiro: Claude Raymond Clavier Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Abb Lummus Global Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Thomas Manfred Grundmann Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Intech Engenharia Ltda. Passaporte: 03rb05800 Estrangeiro: Jean Francois Denis Maitre Prazo: 90 Dias. Permanente - Sem Contrato - Rn 62, De 08/2/04 (Art. 3º, Inciso II): Processo: Empresa: Ajinomoto Interamericana Indústria E Comércio Ltda. Passaporte: Tg Estrangeiro: Koryu Yamamoto Prazo: 5 Anos, Processo: Empresa: Daewoo Electronics Do Brasil Importação E Exportação Ltda. Passaporte: Mx Estrangeiro: Hee Tae Song Prazo: 05 Anos, Processo: Empresa: Chevron Brasileira De Petróleo Limitada Passaporte: Estrangeiro: Flemming Helgeland Prazo: 05 Anos, Processo: Empresa: Solvay Do Brasil Ltda. Passaporte: Ed Estrangeiro: Jean C. E Libbrecht Prazo: 05 Anos, Processo: Empresa: Goodyear Do Brasil Produtos De Borracha Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Todd Blaine Turner Prazo: 05 Anos, Processo: Empresa: Abn Amro Brasil Participações S/A. Passaporte: Estrangeiro: Christopher Martin Power Prazo: 05 Anos, Processo: Empresa: Dentsu Latin America Propaganda S A Passaporte: Tz05320 Estrangeiro: Naoyuki Tsuji Prazo: 5 Anos, Processo: Empresa: Seiren Produtos Automotivos Ltda Passaporte: Tg Estrangeiro: Hidenobu Morise Prazo: 05 Anos, Processo: Empresa: Cotonifício Kurashiki Do Brasil Ltda. Passaporte: Te Estrangeiro: Koji Hirota Prazo: 05 Anos, Processo: Empresa: Mastrotto Reichert S.A Passaporte: Y77038 Estrangeiro: Santo Mastrotto Prazo: 5 Anos. Permanente - Sem Contrato - Rn 62, De 08/2/04 (Art. 2º): Processo: Empresa: Msi Licenciamentos E Administração Ltda Passaporte: Estrangeiro: Kiavash Joorabchian Prazo: 05 Anos. Temporário - Sem Contrato - Rn 6, De 08/2/2004: Processo: Empresa: Rio Polimeros S.A. Passaporte: Estrangeiro: Larry Wayne Mendenhall Prazo: Até 26/07/2005, Processo: Empresa: Rio Polimeros S.A. Passaporte: Estrangeiro: Richard James Dierlam Prazo: Até 26/07/2005, Processo: Empresa: Rio Polimeros S.A. Passaporte: Estrangeiro: Oscar John Vest Iii Prazo: Até 26/07/2005, Processo: Empresa: Rio Polimeros S.A. Passaporte: Estrangeiro: Ralph Niels Hesson Prazo: Até 26/07/2005, Processo: Empresa: Rio Polimeros S.A. Passaporte: Estrangeiro: Mark Christopher Gabrysch Prazo: Até 26/07/2005, Processo: Empresa: Rio Polimeros S.A. Passaporte: Estrangeiro: Samuel Mark Bernal Prazo: Até 26/07/2005, Processo: Empresa: Fundação De Ensino E Engenharia De Santa Catarina Passaporte: Estrangeiro: Brent Michael Webb Prazo: 0 Ano, Processo: Empresa: Albany Telecomunicações Do Brasil Ltda Passaporte: No22725 Estrangeiro: Nicholas Osman Ismail Prazo: 0 Ano, Processo: Empresa: Instituto Nokia De Tecnologia Passaporte: Estrangeiro: Jarmo Olavi Järvenpää Prazo: 0 Ano, Processo: Empresa: Nokia Do Brasil Tecnologia Ltda. Passaporte: H Estrangeiro: Wing Kei Tang Prazo: 0 Ano, Processo: Empresa: Nokia Do Brasil Tecnologia Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Weidong Xing Prazo: 0 Ano, Processo: Empresa: Nokia Do Brasil Tecnologia Ltda. Passaporte: Bm Estrangeiro: Jaroslaw Rogowski Prazo: 0 Ano, Processo: Empresa: Renault Do Brasil S.A. Passaporte: 00yv05320 Estrangeiro: Jacques Andre Lachaud Prazo: 0 Ano, Processo: Empresa: Edag Do Brasil Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Stefan Glotzbach Prazo: 0 Ano, Processo: Empresa: Toyota Do Brasil Ltda. Passaporte: Tg Estrangeiro: Hideaki Takada Prazo: 80 Dias, Processo: Empresa: Toyota Do Brasil Ltda. Passaporte: Tg Estrangeiro: Yoshinobu Saiwaki Prazo: 80 Dias, Processo: Empresa: Montcalm Montagens Industriais S/A Passaporte: 5065 Estrangeiro: Ari Pekka Heikkila Prazo: 0 Ano, Processo: Empresa: Andritz Brasil Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Markku Juhani Eskelinen Prazo: Até 08/0/2006, Processo: Empresa: Avery Dennison Do Brasil Ltda Passaporte: Estrangeiro: Juan Manuel Martinez Castañeda Prazo: 0 Ano, Processo: Empresa: Safe Control Inspeções E Serviços Industriais Ldta. Passaporte: Estrangeiro: Paul Pawel Praszkier Prazo: Ano, Processo: Empresa: Offshore C. Sol Do Brasil Cons. Mar. Offshore Passaporte: Estrangeiro: Stephen Neil Mcnaughton Prazo: 0 Ano, Processo: Empresa: Offshore C. Sol Do Brasil Cons. Mar. Offshore Passaporte: Estrangeiro: Michael Patrick Easton Prazo: 0 Ano Processo: Empresa: Telesp Celular S.A. Passaporte: G54362 Estrangeiro: Maria Luisa Monjardino Castro De Azevedo Soares Prazo: 0 Ano, Processo: Empresa: Ibm Brasil - Indústria, Máquinas E Serviços Ltda Passaporte: A Estrangeiro: Soumen Mukherjee Prazo: 0 Ano. Permanente - Sem Contrato - Ra 07/04, Art. 9º, Único (Repres.Bancário): Processo: Empresa: Kreditanstalt Für Wiederaufbau Passaporte: Estrangeiro: Anja Christina Lakowitz Prazo: 05 Anos. Temporário - Sem Contrato - Rn 59, De 05/0/2004: Processo: Empresa: Trading Pescamar Ltda Passaporte: Z85955 Estrangeiro: Jose Floreal De Arriba Diaz Prazo: 02 Anos, Processo: Empresa: Trading Pescamar Ltda Passaporte: P88684 Estrangeiro: Rafael Reyes Rodriguez Prazo: 02 Anos. Permanente - Sem Contrato - Rn 60, De 05/0/2004: Processo: Empresa: Fast Entregas Multiservice Cargas E Encomendas Ltda. Passaporte: B Estrangeiro: Roberto Falconi Prazo: 5 Anos, Processo: Empresa: Patrimonial Cajazeiras Ltda Passaporte: F Estrangeiro: Joao Weinstein Prazo: 05 Anos, Processo: Empresa: Fazenda Nella Agricola Ltda Passaporte: 94256x Estrangeiro: Luca Sartori Prazo: 05 Anos, Processo: Empresa: Axzesa Consultores Ltda Passaporte: Estrangeiro: Dieter Helmut Lichtenberger Prazo: 05 Anos, Processo: Empresa: Aaug Do Brasil Operadora De Saúde Ltda. Passaporte: n Estrangeiro: Gustavo Andres Alejandro Conti Prazo: 5 Anos, Processo: Empresa: Equanord Construções Ltda. Passaporte: C92862 Estrangeiro: Ettore Muselli Prazo: 05 Anos. Temporário - Sem Contrato - Rn 58, De 03/2/2003: Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: Hh Estrangeiro: Carlito Rotaquio Ramilo Prazo: Até 09/04/2005, Passaporte: Gg Estrangeiro: Joseph Daria Luarez Prazo: Até 09/04/2005, Passaporte: Pp Estrangeiro: Rex Sansolis Diapen Prazo: Até 09/04/2005, Passaporte: Ll Estrangeiro: Ignacio Cacabelos Cabatic Jr Prazo: Até 09/04/2005, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: Gg Estrangeiro: Denis Tolentino Briones Prazo: Até 0//2005, Passaporte: Hh Estrangeiro: Aniano Dariano Javier Prazo: Até 0//2005, Passaporte: Estrangeiro: Dirk Renier Van Rooyen Prazo: Até 0//2005, Passaporte: A Estrangeiro: Anil Tandon Prazo: Até 0//2005, Passaporte: Z06706 Estrangeiro: Navneet Singh Prazo: Até 0//2005, Passaporte: B Estrangeiro: Atul Passi Prazo: Até 0//2005, Passaporte: E Estrangeiro: Simon Mathew Prazo: Até 0//2005, Passaporte: E22990 Estrangeiro: Sunil Federick Mani Prazo: Até 0//2005, Passaporte: Pp Estrangeiro: Joel Aquino Magno Prazo: Até 0//2005, Passaporte: Pp Estrangeiro: Regie Pinosa Jaca Prazo: Até 0//2005, Passaporte: Kk09935 Estrangeiro: Constantino Chica Fernandez Prazo: Até 0//2005, Passaporte: Estrangeiro: Alan Crew Prazo: Até 0//2005, Passaporte: Kk04462 Estrangeiro: Constantino Bonifacio Salanio Cabonce Prazo: Até 0//2005, Passaporte: Jj Estrangeiro: Joey Ryan Gotis Abengona Prazo: Até 0//2005, Passaporte: Mm Estrangeiro: Roderick Tiong Ortiz Prazo: Até 0//2005, Passaporte: Mm35880 Estrangeiro: Arnold Castante Javellana Prazo: Até 0//2005, Passaporte: Nn06806 Estrangeiro: Randy Cabuntas Fajardo Prazo: Até 0//2005, Passaporte: Ll Estrangeiro: Edgar Bautista Cruz Prazo: Até 0//2005, Passaporte: Gg Estrangeiro: Eliseo Daga-Ang Balaga Prazo: Até 0//2005, Passaporte: Gg Estrangeiro: Federico Gregorio Orlina Jr Prazo: Até 0//2005, Passaporte: Mm75895 Estrangeiro: Randevel Arranguez Mondigo Prazo: Até 0//2005, Passaporte: Gg7369 Estrangeiro: James Tabing Diato Prazo: Até 0//2005, Passaporte: Jj Estrangeiro: Rolando Esparar Alba Prazo: Até 0//2005, Passaporte: Ee Estrangeiro: Edgar Mangaya Gonzales Prazo: Até 0//2005, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: Kb56537 Estrangeiro: Afsar Jamil Prazo: Até 2/0/2006, Passaporte: Ke Estrangeiro: Farrukh Sohail Anwar Prazo: Até 2/0/2006, Processo: Empresa: Pan Marine Do Brasil Ltda. Passaporte: G Estrangeiro: Noel Jonathan Frank Prazo: Até 23/09/2006, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: Jj Estrangeiro: Ruel Gallegos Yap Prazo: Até 5/03/2005, Passaporte: Pp Estrangeiro: Alphard Luz Turija Prazo: Até 5/03/2005, Passaporte: Jj Estrangeiro: John Paul Montes Rodriguez Prazo: Até 5/03/2005, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: Aj Estrangeiro: Jaroslaw Chmielok Prazo: 02 Anos, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: O Estrangeiro: Petros Anagnostakis Prazo: Até 0/09/2005, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Vitaly Potapov Prazo: Até 9/0/2005, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Kevin Francis Archer Prazo: Até 27/05/2005, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: Pp Estrangeiro: Ariel Lumacang Zurita Prazo: Até 2/06/2005, Passaporte: Ll Estrangeiro: Arnel Villasenor Ramirez Prazo: Até 2/06/2005, Passaporte: Hh Estrangeiro: Jaime Jr Ramos Barrios Prazo: Até 2/06/2005, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: 49082b Estrangeiro: Pasquale Albo Prazo: Até 22/0/2006, Passaporte: 62626x Estrangeiro: Andrea Gugliotta Prazo: Até 22/0/2006, Processo: Empresa: Pan Marine Do Brasil Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Jorge Hernan Marchant Cerda Prazo: Até 27/02/2006, Processo: Empresa: Sbm Operações S/C Ltda. Passaporte: Kk Estrangeiro: Reynante Ortiz Vigilla Prazo: 02 Anos, Processo: Empresa: Technip Engenharia S/A Passaporte: 0ra40948 Estrangeiro: Antoine Francis Rouvillain Prazo: Até 03/08/2005, Processo: Empresa: Pan Marine Do Brasil Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Pablo Jose Vasquez Acuna Prazo: Até 3/03/2006, Processo: Empresa: Noble Do Brasil S/C Ltda. Passaporte: w Estrangeiro: Frederik Vleghert Prazo: Até 0/09/2006, Processo: Empresa: Pgs - Investigação Petrolífera Ltda. Passaporte: Estrangeiro: John Malcolm Evans Prazo: 02 Anos, Processo: Empresa: Pride Do Brasil Serviços De Petróleo Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Kenneth James Yeo Prazo: Até 22/0/2006, Processo: Empresa: C E C Technologies Do Brasil Ltda Passaporte: Estrangeiro: Jeremiah Lynn Coleman Prazo: Até 20/07/2005, Processo: Empresa: Pride Do Brasil Serviços De Petróleo Ltda. Passaporte: Estrangeiro: John Franser Thomson Prazo: 730 Dias, Passaporte: 00cz52684 Estrangeiro: Herve Jean Maillard Prazo: 730 Dias, Processo: Empresa: Geomet - Equipamentos Petrolíferos E Eletrônicos Ltda Passaporte: Estrangeiro: Wayne Harold Peters Junior Prazo: 06 Meses, Processo: Empresa: Noble Do Brasil S/C Ltda. Passaporte: Vk Estrangeiro: Douglas Leonard Pomedli Prazo: Até 0/09/2006, Processo: Empresa: Noble Do Brasil S/C Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Randy William Downey Prazo: Até 0/09/2006, Processo: Empresa: Eni Oil Do Brasil S.A. Passaporte: Y Estrangeiro: Antonio Sica Prazo: 02 Anos, Passaporte: 80342x Estrangeiro: Giampaolo Pintore Prazo: 02 Anos, Passaporte: 96669u Estrangeiro: Alessandro Maccianti Prazo: 02 Anos, Processo: Empresa: Eni Oil Do Brasil S.A. Passaporte: Y Estrangeiro: Claudio Badini Prazo: Até 0/03/2007, Passaporte: x Estrangeiro: Paolo Giovanni Pasquali Prazo: Até 0/03/2007, Processo: Empresa: Eni Oil Do Brasil S.A. Passaporte: Estrangeiro: David Hobden Prazo: Até 0/03/2007, Processo: Empresa: Bos (Brazil Offshore Services) Navegação Ltda Passaporte: Estrangeiro: Mark Liversedge Prazo: 02 Anos, Processo: Empresa: Transocean Brasil Ltda Passaporte: Estrangeiro: Nils Kjetil Vestmoen Nilsen Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: Pp Estrangeiro: Wendell Pepito Pilapil Prazo: Até 22/0/2005, Passaporte: Gg8277 Estrangeiro: Rhodne Dela Pena Bison Prazo: Até 22/0/2005, Passaporte: Kk Estrangeiro: Hermelito Apac Betito Prazo: Até 22/0/2005, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: Bm Estrangeiro: Henryk Gardzielik Prazo: Até 24/04/2005, Passaporte: Bm Estrangeiro: Piotr Andrzej Tomaszewski Prazo: Até 24/04/2005, Passaporte: Ab Estrangeiro: Robert Cezary Kiwit Prazo: Até 24/04/2005, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: Ab Estrangeiro: Santiago Otero Fungueirino Prazo: Até 2/09/2005, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: A Estrangeiro: Anoop Rana Prazo: Até 25/09/2005, Processo: Empresa: Bahiaship Agencia Maritima Ltda Passaporte: Gg Estrangeiro: Galicano Tatlonghari Bacay Prazo: Até 6/05/2005, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: Am Estrangeiro: Volodymyr Perminov Prazo: Até 03/2/2005, Passaporte: Ae Estrangeiro: Volodymyr Ataykin Prazo: Até 03/2/2005, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: 60n Estrangeiro: Viatcheslav Rochev Prazo: Até 9/0/2005, Passaporte: 60n6876 Estrangeiro: Konsantin Radionov Prazo: Até 9/0/2005, Passaporte: 62n08484 Estrangeiro: Sergey Luchinin Prazo: Até 9/0/2005, Passaporte: 62n Estrangeiro: Aleksandr Kravtsov Prazo: Até 9/0/2005, Passaporte: 60n Estrangeiro: Denis Belyanskiy Prazo: Até 9/0/2005, Passaporte: 62n Estrangeiro: Stanislav Ageev Prazo: Até 9/0/2005, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: B Estrangeiro: Sunil Tryambaknath Tiwari Prazo: Até 9/0/2006, Passaporte: B Estrangeiro: Akash Tandon Prazo: Até 9/0/2006, Passaporte: B Estrangeiro: Melwyn Joy Mendes Prazo: Até 9/0/2006, Passaporte: Z9563 Estrangeiro: Sagar Samrat Das Prazo: Até 9/0/2006, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: Ll28948 Estrangeiro: Alejandro Siagan Tigue Jr Prazo: Até 22/0/2005, Passaporte: At Estrangeiro: Igor Ulitskyy Prazo: Até 22/0/2005, Passaporte: Pp Estrangeiro: Alexander Dalin Tuddao Prazo: Até 22/0/2005, Passaporte: Hh Estrangeiro: Vicente Samar Prazo: Até 22/0/2005, Passaporte: Hh Estrangeiro: Ryan Salvador Prazo: Até 22/0/2005, Passaporte: F Estrangeiro: Moises Romobio Prazo: Até 22/0/2005, Passaporte: M Estrangeiro: Dimitrios Psaradakis Prazo: Até 22/0/2005, Passaporte: Jj Estrangeiro: Lorfil Paguirigan Prazo: Até 22/0/2005, Passaporte: M Estrangeiro: Eleftheria Moraki Prazo: Até 22/0/2005, Passaporte: A207 Estrangeiro: Christodoulos Lagkaditis Prazo: Até 22/0/2005, Passaporte: T80873 Estrangeiro: Georgios Korfiatis Prazo: Até 22/0/2005, Passaporte: Kk39228 Estrangeiro: Deo Delos Reyes Prazo: Até 22/0/2005, Passaporte: A Estrangeiro: Emmanouil Damilakis Prazo: Até 22/0/2005, Passaporte: Mm255866

111 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 ISSN Estrangeiro: Marlon Brando Castro Prazo: Até 22/0/2005, Passaporte: Gg Estrangeiro: Julius Balantac Prazo: Até 22/0/2005, Passaporte: N06230 Estrangeiro: Theodoros Acheimastos Prazo: Até 22/0/2005, Processo: Empresa: Cgg Do Brasil Participações Ltda Passaporte: Estrangeiro: Peter Thomas Lee Prazo: Até 3/2/2005, Processo: Empresa: Pgs - Investigação Petrolífera Ltda. Passaporte: Z Estrangeiro: Michael Carl Reitmeyer Prazo: Até 0/03/2007, Processo: Empresa: Stolt Offshore S/A. Passaporte: Estrangeiro: Allan Ian Mckenzie Prazo: Até 05/08/2006, Processo: Empresa: Noble Do Brasil S/C Ltda. Passaporte: Estrangeiro: William Michael Niven Prazo: Até 0/09/2006, Processo: Empresa: Noble Do Brasil S/C Ltda. Passaporte: Bd0540 Estrangeiro: Christoper Dale Connor Prazo: Até 0/09/2006, Processo: Empresa: Sbm Do Brasil Ltda. Passaporte: 03te5548 Estrangeiro: Remi Armand Roger Bouffard Prazo: Até 0/03/2007, Processo: Empresa: Sbm Do Brasil Ltda. Passaporte: Zz29965 Estrangeiro: Elmo Joselito Velasquez Prazo: Até 0/03/2007, Processo: Empresa: Brasilco Power Equipamentos E Serviços Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Joseph Shannon Williams Prazo: Até 4/06/2006, Passaporte: Pc27679 Estrangeiro: Jorge Carlos Chiriboga Mendoza Prazo: Até 4/06/2006, Passaporte: A343 Estrangeiro: Rudolf Nikolaus Knezevic Prazo: Até 4/06/2006, Processo: Empresa: Brasilco Power Equipamentos E Serviços Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Johan Sture Liderud Prazo: Até 4/06/2006, Passaporte: Estrangeiro: Jan Hugo Manitski Prazo: Até 4/06/2006, Processo: Empresa: Brasilco Power Equipamentos E Serviços Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Mark Watts Prazo: Até 4/06/2006, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: Ab66860 Estrangeiro: Joseba Zamalloa Cenarruzabeitta Prazo: Até 30/09/2005, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: T Estrangeiro: Pavlos Gounarakis Prazo: Até 04/0/2006, Passaporte: Pp Estrangeiro: Catalino Encinarez Pantua Prazo: Até 04/0/2006, Passaporte: Gg Estrangeiro: Judito Albesa Codilan Prazo: Até 04/0/2006, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: N28262 Estrangeiro: Nikolaos Felekis Prazo: Até 0/03/2007, Processo: Empresa: Pgs - Investigação Petrolífera Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Tom Chih Chang Prazo: Até 0/03/2007, Processo: Empresa: Schlumberger Serviços De Petróleo Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Christopher Duane Dagel Prazo: Até 0/03/2007, Processo: Empresa: Shell Brasil Ltda. Passaporte: N33364 Estrangeiro: Yermek Tynyshbayeva Prazo: Até 0/03/2007, Passaporte: Estrangeiro: James Everette Wise Prazo: Até 0/03/2007, Processo: Empresa: Sbm Operações S/C Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Norman Oswald Crane Prazo: Até 0/03/2007, Processo: Empresa: Brasdril Sociedade De Perfurações Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Thomas Wilson Grogan Prazo: Até 09/0/2006, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Andrey Toropchin Prazo: Até 8/09/2005, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: T Estrangeiro: Panagiotis Koutsoukos Prazo: Até 29/03/2006, Passaporte: T08068 Estrangeiro: Konstantinos Kamariotakis Prazo: Até 29/03/2006, Passaporte: N57379 Estrangeiro: Apostolis Skyllas Prazo: Até 29/03/2006, Processo: Empresa: Baker Hughes Do Brasil Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Emil Sustic Prazo: Até 2//2005, Processo: Empresa: Baker Hughes Do Brasil Ltda. Passaporte: A Estrangeiro: Edgardo Alarcon Caraboni Prazo: Até 2//2005, Processo: Empresa: Baker Hughes Do Brasil Ltda. Passaporte: v Estrangeiro: Mauro Marchini Prazo: Até 2//2005, Processo: Empresa: Brasflex Tubos Flexiveis Ltda. Passaporte: 0af40598 Estrangeiro: Sébastien Barbet Prazo: Até 0/03/2007, Passaporte: 02ye94434 Estrangeiro: Christophe Jacques Michel Bocquet Prazo: Até 0/03/2007, Passaporte: 02ze6075 Estrangeiro: Emmanuel Koch Prazo: Até 0/03/2007, Passaporte: 03eb6530 Estrangeiro: Cédric Mouchel Lasablonniere Prazo: Até 0/03/2007, Processo: Empresa: Brasflex Tubos Flexiveis Ltda. Passaporte: E Estrangeiro: Satyasrinivasa Rao Nurukurti Prazo: Até 0/03/2007, Passaporte: A Estrangeiro: Pathiyan Diwaker Manikoth Prazo: Até 0/03/2007, Processo: Empresa: Brasflex Tubos Flexiveis Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Henry William Jarvis Prazo: Até 0/03/2007, Passaporte: Estrangeiro: Henry Clarke Mcintosh Prazo: Até 0/03/2007, Processo: Empresa: Noble Do Brasil S/C Ltda. Passaporte: G Estrangeiro: Jie Zhang Prazo: Até 0/09/2006, Processo: Empresa: Shell Brasil Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Onesimo Castillo Prazo: Até 0/03/2007, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Yordan Angelov Ivanov Prazo: Até 0/0/2006, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: Ae Estrangeiro: Sebastian Stodolski Prazo: Até 27/05/2005, Processo: Empresa: Brazshipping Maritima Ltda Passaporte: A Estrangeiro: Sanith Anandan Moorkoth Prazo: Até 2/04/2005, Passaporte: E Estrangeiro: Ibrahim Mavadigothi Dekunufarathuge Prazo: Até 2/04/2005, Passaporte: F Estrangeiro: Gulsar Koyakkunthiyakath Padinchare Prazo: Até 2/04/2005, Passaporte: Z Estrangeiro: Dominic Cosmos Fernandes Prazo: Até 2/04/2005, Passaporte: E94373 Estrangeiro: Deepak Shah Prazo: Até 2/04/2005, Passaporte: Z2393 Estrangeiro: Baby Johny Kutty Prazo: Até 2/04/2005, Passaporte: B Estrangeiro: Ashok Kumar Sinha Prazo: Até 2/04/2005, Processo: Empresa: Baker Hughes Do Brasil Ltda. Passaporte: B Estrangeiro: Stefano Simoni Prazo: Até 2//2005, Processo: Empresa: Baker Hughes Do Brasil Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Bruce Nathaniel Mays Prazo: Até 2//2005, Processo: Empresa: El Paso Óleo E Gás Do Brasil Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Homer Anthony Adams Jr. Prazo: Até 0/03/2007, Processo: Empresa: Pride Do Brasil Serviços De Petróleo Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Gary Alexander Kennedy Prazo: Até 0/03/2007, Passaporte: Estrangeiro: Michael Anthony Powell Prazo: Até 0/03/2007, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: N Estrangeiro: Anastasios Tasigiorgos Prazo: Até 07/0/2006, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: Kk44975 Estrangeiro: Eduardson Lague Bodiongan Prazo: Até 0/0/2006, Processo: Empresa: Triaina Agência Marítima Ltda. Passaporte: Kk4543 Estrangeiro: Ricky Bumanlag Gonzales Prazo: Até 08/05/2005, Processo: Empresa: Pride Do Brasil Serviços De Petróleo Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Kevin Richard Baxter Prazo: 02 Anos. Permanente - Sem Contrato - Rr 03, De 30/07/2003 (Art. 3º): Processo: Empresa: Areia Branca Turismo E Lazer Ltda Passaporte: G Estrangeiro: José Fernando Martins Coelho Prazo: 5 Anos. Temporário - Sem Contrato - Rn 42, De 28/09/999: Processo: Empresa: Bobst Group Latinoamerica Do Sul Ltda Passaporte: F8056 Estrangeiro: Simon Amedeo Arico Prazo: 0 Ano, Processo: Empresa: Gerdau Açominas S/A. Passaporte: Jh Estrangeiro: Ryan Tarrant Billingham Prazo: 0 Ano, Processo: Empresa: General Electric Do Brasil Ltda Passaporte: Estrangeiro: Sloane Michael Googin Prazo: 0 Ano, Processo: Empresa: General Electric Do Brasil Ltda Passaporte: Estrangeiro: Carlos Jesus Sanchez Arruti Prazo: 0 Ano. Temporário - Sem Contrato - Rn 37, De 28/09/999: Processo: Empresa: Renault Do Brasil S.A. Passaporte: 00yz74283 Estrangeiro: Geraldine Simone Lucienne Besnard Prazo: 0 Ano, Processo: Empresa: Brasil Sourcing Comércio E Exportação Ltda Passaporte: 03ri405 Estrangeiro: Mathilda Jeanne Castang Prazo: 0 Ano, Temporário - Com Contrato - Item III - Rn 33, 0/08/999: Processo: Empresa: João Carlos Couto Produções Culturais E Assessoria Ltda. Passaporte: 04bk60464 Estrangeiro: Rodrigue Yvon Montebran Prazo: 60 Dias, Passaporte: Ef5627 Estrangeiro: Jessica E. Batut Prazo: 60 Dias, Passaporte: 03rc03222 Estrangeiro: Philippe Murcia Prazo: 60 Dias, Passaporte: 02ya56789 Estrangeiro: Boris Sirdey Prazo: 60 Dias, Passaporte: 00pe267 Estrangeiro: Emilie Elizabeth Catherine Couratier Prazo: 60 Dias, Passaporte: 03ke42389 Estrangeiro: Dominique Jean Collignon Prazo: 60 Dias, Passaporte: Estrangeiro: Johanes Karl Dietrich Garbrecht Prazo: 60 Dias, Passaporte: 04bi80700 Estrangeiro: Jean Cruchet Prazo: 60 Dias, Passaporte: 04if9767 Estrangeiro: Mathieu Oriol Prazo: 60 Dias, Passaporte: Estrangeiro: Frode Bjornstad Prazo: 60 Dias, Passaporte: 04ie09399 Estrangeiro: Laurence Marie Elizabeth Chable Prazo: 60 Dias, Passaporte: 03ec0599 Estrangeiro: François Alain Tanguy Prazo: 60 Dias, Processo: Empresa: Associação Orquestra Pró Música Do Rio De Janeiro Passaporte: Estrangeiro: Ariel Cazes Prazo: 30 Dias, Processo: Empresa: Infernal Produçoões Artiísticas Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Alexander Gilbert Veley Prazo: 90 Dias. Temporário - Com Contrato - Rn 2, De 3/05/998: Processo: Empresa: Bridgestone Firestone Do Brasil Indústria E Comércio Ltda. Passaporte: L Estrangeiro: John Edwin Keith Young Prazo: 02 Anos, Processo: Empresa: Petrorecôncavo S.A. Passaporte: Estrangeiro: Luis Alejandro Baldion Nino Prazo: 02 Anos, Processo: Empresa: Accenture Do Brasil Ltda Passaporte: Ab69645 Estrangeiro: Javier Menendez Rodriguez Prazo: 0 Ano, Processo: Empresa: Brasdril Sociedade De Perfurações Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Sam Moore Ray Prazo: 02 Anos, Processo: Empresa: Rolls Royce Energia Ltda Passaporte: Estrangeiro: Stuart George Archibald Prazo: 02 Anos, Processo: Empresa: Marcellino Martins E E. Johnston Exp. Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Andrew John Walsh Prazo: 02 Anos, Processo: Empresa: Technip Engenharia S/A Passaporte: 03xv62049 Estrangeiro: Alvaro Jose Gutierrez Prazo: 02 Anos, Processo: Empresa: Osep Brasil Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Matko Zuanic Prazo: 02 Anos, Processo: Empresa: Weatherford Indústria E Comércio Ltda Passaporte: Estrangeiro: Jorge Eliecer Galvis Mercado Prazo: 02 Anos, Processo: Empresa: Minas Tênis Clube Passaporte: Estrangeiro: Nathaniel Drake James Jr. Prazo: 2 Meses, Processo: Empresa: Moto Honda Da Amazônia Ltda. Passaporte: Tf Estrangeiro: Yasumasa Tanaka Prazo: 02 Anos, Processo: Empresa: Hotelaria Accor Do Brasil S.A. Passaporte: 04fe0655 Estrangeiro: Christophe Louis Michel Caron Prazo: 02 Anos, Processo: Empresa: Veracel Celulose S.A. Passaporte: Estrangeiro: Kaisa Maija Tarna Prazo: 24 Meses, Processo: Empresa: Alcatel Telecomunicações S/A Passaporte: 99lp08798 Estrangeiro: Aurélien Mike Olivier Burget Prazo: 02 Anos, Processo: Empresa: Repsol Ypf Brasil S.A. Passaporte: Estrangeiro: Ricardo Guy Cabrera Lara Prazo: 02 Anos, Processo: Empresa: Nacional Futebol Clube Passaporte: Estrangeiro: Hector Jhonny Carabali Cevallos Prazo: 90 Dias, Processo: Empresa: Act - Canarana Brasil Passaporte: Estrangeiro: Marcelo Daniel Segalerba Bourdette Prazo: 0 Ano, Processo: Empresa: Eds - Electronic Data Systems Do Brasil Ltda. Passaporte: n Estrangeiro: Fernando Martin Estrabou Prazo: 02 Anos, Processo: Empresa: Bechtel Do Brasil Construcoes Ltda Passaporte: Estrangeiro: Jorge Andres De Jesus Andonaegui Alvarez Prazo: 02 Anos, Processo: Empresa: Jaakko Poyry Tecnologia Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Kari Aleksanteri Harmaa Prazo: 02 Anos, Processo: Empresa: Jaakko Poyry Tecnologia Ltda. Passaporte: Estrangeiro: Pentti Veikko Olavi Laine Prazo: 02 Anos, Processo: Empresa: Technip Engenharia S/A Passaporte: Estrangeiro: Peter Henry Symes Prazo: 02 Anos, Processo: Empresa: Sistema Adventista De Comunicação Passaporte: Estrangeiro: Daniel Heinz Muñoz Claudet Prazo: 02 Anos. A Coordenadora Geral de Imigração, no uso de suas atribuições, autoriza o Estrangeiro: Daniel Agustin Bilat a exercer concomitantemente o cargo de Diretor Presidente na Munirah Trasmissora de Energia S.A., Processo: /2005-, anteriormente autorizado através do Processo: / A Coordenadora Geral de Imigração, no uso de suas atribuições, autoriza o Estrangeiro: Jorge Maximo Pacheco Matte a exercer concomitantemente o cargo de Diretor na Chamflora Mogi Guaçu Agroflorestal Ltda., Processo: /2005-4, anteriormente autorizado através do Processo: / A Coordenadora Geral de Imigração, no uso de suas atribuições, autoriza o Estrangeiro: Yoichiro Tamura a exercer concomitantemente o cargo de Diretor Presidente na NTT do Brasil Telecomunicações Ltda., Processo: /2005-9, anteriormente autorizado através do Processo: / A Coordenadora Geral de Imigração, no uso de suas atribuições, autoriza o Estrangeiro: Masayoshi Maruyama a exercer concomitantemente o cargo de Administrador na Epson do Brasil Indústria e Comércio Ltda., Processo: / , anteriormente autorizado através do Processo: / A Coordenadora Geral de Imigração, no uso de suas atribuições, autoriza o Estrangeiro: Sérgio Daniel Alonso a exercer concomitantemente o cargo de Diretor na Arrais Comércio de Alimentos Ltda., Processo: /2005-7, anteriormente autorizado através do Processo: / A Coordenadora Geral de Imigração, no uso de suas atribuições, autoriza o Estrangeiro: José Luis Sá Nogueira a exercer concomitantemente o cargo de Administrador na Distrihotel Brasil - Distribuição de Produtos Hoteleiros Ltda., Processo: / , anteriormente autorizado através do Processo: / A Coordenadora-Geral de Imigração, no uso de suas atribuições, autoriza a transferência de empresa do mesmo grupo econômico, nos termos do art. 2, da Resolução Administrativa nº 07/2004. Processo: / , da empresa Monsanto Nordeste S.A., para a empresa Monsanto do Brasil Ltda., ao Estrangeiro: Dardo Sergio Lizarraga. RETIFICAÇÃO No despacho da Coordenadora-Geral de Imigração, a retificação publicada no DOU nº 34, de 2/02/2004, Seção, pág. 47, referente ao Processo nº onde se lê: Estrangeiro: Wang Man Hon Sidney leia-se: Man Hon Sidney Wang. No despacho da Coordenadora-Geral de Imigração, o deferimento publicado no DOU nº 40, de 0/03/2005, Seção, pág. 82, referente aos Processos nº , onde se lê: Prazo: 90 Dias leia-se: Prazo: 30 Dias. No despacho da Coordenadora-Geral de Imigração, o deferimento publicado no DOU nº 238, de 3/2/2004, Seção, pág. 32, referente ao Processo nº onde se lê: Estrangeiro: Kim Howe leia-se: Tan Kim Howe. No despacho da Coordenadora-Geral de Imigração, o deferimento publicado no DOU nº 238, de 3/2/2004, Seção, pág. 3, referente ao Processo nº onde se lê: Estrangeiro: Manuel Ricardo Colarte Paez leia-se: Manuel Ricardo Paez Colarte. No despacho da Coordenadora-Geral de Imigração, a concomitância publicada no DOU nº 34, de 2/02/2005, Seção, pág. 47, referente ao Processo nº onde se lê: o cargo de Diretor executivo na Nisso Brasileira Representações Ltda., leiase: o cargo de Diretor na Nisso Brasileira Representações Ltda. No despacho da Coordenadora-Geral de Imigração, o deferimento publicado no DOU nº 44, de 07/03/2005, Seção, pág. 93, referente ao Processo nº onde se lê: Estrangeiro: Alain Yeves Jean Marie Pele leia-se: Alain Yves Jean Marie Pele. No despacho da Coordenadora-Geral de Imigração, o deferimento publicado no DOU nº 252, de 3/2/2004, Seção, pág. 27, referente ao Processo nº onde se lê: Estrangeiro: Passaporte: Estrangeiro: Maria De Lourdes Medina Duarte leia-se: Passaporte: Estrangeiro: Maria De Lourdes Medina Duarte. No despacho da Coordenadora-Geral de Imigração, o deferimento publicado no DOU nº 34, de 2/02/2005, Seção, pág.44, referente ao Processo nº onde se lê: Estrangeiro: Hanmugasundaram Dinesh leia-se: Estrangeiro: Shanmugasundaram Dinesh.

112 <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > 2 ISSN No despacho da Coordenadora-Geral de Imigração, o deferimento publicado no DOU nº 44, de 07/03/2005, Seção, pág.94, referente ao Processo nº onde se lê: Estrangeiro: Anne Marie Alexandra Katsch Rivero leia-se: Estrangeiro: Annemarie Alexandra Katsch Rivero. No despacho da Coordenadora-Geral de Imigração, o cancelamento publicado no DOU nº 44, de 07/03/2005, Seção, pág.92, referente ao Processo nº onde se lê: Empresa: Agro- Pecuária Tozon Do Brasil Ltda. leia-se: Empresa: Agro-Pecuária Tozan do Brasil Ltda. No despacho da Coordenadora-Geral de Imigração, o deferimento publicado no DOU nº 40, de 0/03/2005, Seção, pág.83, referente ao Processo nº onde se lê: Prazo: Até 09/02/2005 leia-se: Prazo: Até 09/02/ INSTITUTO BRASILEIRO DE TURISMO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS N o - 5, DE 9 DE MARÇO DE 2005 No despacho da Coordenadora-Geral de Imigração, o deferimento publicado no DOU nº 44, de 07/03/2005, Seção, pág.93, referente ao Processo nº onde se lê: Estrangeiro: Ronald Alan Horne leia-se: Estrangeiro: Clifford James Horne. HEBE TEIXEIRA ROMANO PEREIRA DA SILVA SECRETARIA DE RELAÇÕES DO TRABALHO RETIFICAÇÃO No Despacho publicado no DOU de , Seção, página 47, nº 80, referente ao processo / , excluir da base territorial da entidade os municípios de: Itaporanga D'Ajuda, Neópolis, Itabaianhinha e Estrância. O DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS DO INSTITUTO BRASILEIRO DE TURISMO-EMBRATUR, no uso da atribuição que lhe foi delegada pela Portaria/MTUR n.º 02, de 28 de janeiro de 2003, e tendo em vista o disposto na Lei nº 0.934, de de agosto de 2004, em seu art. 64, Inciso II; e Considerando a necessidade de adequação do orçamento do Instituto Brasileiro de Turismo - EMBRATUR com vistas a viabilizar despesas com área administrativa resolve: Art. º - Promover, na forma do anexo a esta Portaria, as alterações nas modalidades de aplicação de dotações orçamentárias consignadas ao Instituto Brasileiro de Turismo. Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. EMERSON ELOY PALMIÉRI ANEXO AÇÃO FONTE REDUÇÃO ACRÉSCIMO MOD. VA L O R MOD. VA L O R , , , ,00. Ministério dos Transportes GABINETE DO MINISTRO Nº 42, DE 0 DE MARÇO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DOS TRANSPORTES, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, e tendo em vista o disposto na Resolução nº 7, de 29 de julho de 2002 do Comitê Executivo do Governo Eletrônico do CON- SELHO DE GOVERNO, e Considerando a necessidade de orientar as ações de coleta de dados básicos, consistentes, confiáveis e oportunos e de processamento, armazenamento, difusão e disseminação de informações de transportes, principalmente as disponibilizadas na página deste Ministério, resolve: Art. º Criar, no âmbito do Ministério dos Transportes, o Comitê de Integração da Gestão do Sítio, composto por um representante titular e um suplente de cada unidade abaixo relacionada, a ser indicado pelos respectivos dirigentes e designada pelo Secretário- Executivo: Secretaria Executiva - SE; Assessoria de Comunicação Social - ASCOM; Subsecretaria de Assuntos Administrativos - SAAD; Subsecretaria de Planejamento e Orçamento - SPO; Secretaria de Política Nacional de Transportes - SPNT; Secretaria de Gestão dos Programas de Transportes - SEGES; Secretaria de Fomento para Ações de Transportes - SFAT. Parágrafo único. A Coordenação-Geral de Modernização e Informática - CGMI, da Subsecretaria de Assuntos Administrativos, da Secretaria Executiva, será permanentemente representada no Comitê pelo seu respectivo Coordenador-Geral ou, por um Membro por ele indicado, que exercerá a função de coordenação dos trabalhos. Art. 2º Aprovar a Instrução Normativa anexa a esta Portaria, estabelecendo regras e diretrizes para a criação, manutenção e provimentos dos sítios ou páginas na internet. Art. 3º - Esta Portaria entra em vigor a partir da data de sua publicação. ALFREDO NASCIMENTO ANEXO INSTRUÇÃO NORMATIVA SOBRE SÍTIOS NA INTERNET. DA FINALIDADE. Estabelecer regras e diretrizes para o planejamento, coordenação, acompanhamento, manutenção e provimentos dos sítios ou páginas na internet, no âmbito do Ministério dos Transportes, na forma do disposto nas normas emitidas pela Secretaria de Comunicação de Governo e Gestão Estratégica da Presidência da República, na Resolução nº 7, de 29 de julho de 2002, do Comitê Exe- Ministério do Turismo cutivo do Governo Eletrônico do CONSELHO DE GOVERNO, e das recomendações do Comitê-Técnico de Gestão de Sítios e Serviços On-line. 2. DAS COMPETÊNCIAS 2. Ao Comitê de Integração da Gestão do Sítio do Ministério, compete: 2.. elaborar e definir critérios de implementação, adequação e atualização do conteúdo do sítio no âmbito do Ministério; 2..2 observar os quesitos de acessibilidade, navegabilidade e identidade visual do sítio, em conformidade com as exigências das Normas e recomendações supra citadas e com as tecnologias utilizadas no Ministério, privilegiando sempre o público alvo; 2..3 estabelecer a hierarquia e a padronização das estruturas das informações e as interfaces gráficas que serão veiculadas, privilegiando a prestação de serviço ao cidadão; e 2..4 promover a articulação, a cooperação técnica e o intercâmbio de informações com Órgãos, Entidades e Confederações relacionadas com o setor transportes. 2.2 As entidades vinculadas ao Ministério, sempre que solicitadas pelo Comitê de Integração da Gestão do Sítio do Ministério, oferecerão elementos técnicos e informações básicas indispensáveis à realização dos trabalhos em seus respectivos campos institucionais para os fins colimados neste instrumento e por força de relação contratual, sempre que solicitados, os arrendatários e concessionários de serviços públicos do Setor Transportes fornecerão informações que forem solicitadas pelo Comitê de Integração da Gestão do Sítio do Ministério. 2.3 À Assessoria de Comunicação Social, responsável pela gestão de conteúdo e da identidade visual dos sítios da página na internet, compete: 2.3. aprovar a estrutura e o padrão das páginas componentes dos sítios do órgão ou entidade; planejar e monitorar o desenvolvimento de serviços e a oferta de informação pelo sítio; avaliar a qualidade do material produzido pelas unidades do órgão ou entidade; autorizar a Coordenação de Informação/CGMI, a publicação, na internet, dos conteúdos gerados pelas unidades do órgão ou entidade; e as responsabilidades constantes do caput deste artigo não eximem a unidade gestora pela integridade, veracidade, relevância, clareza, objetividade e atualidade nas informações. 2.4 À Coordenação-Geral de Modernização e Informática - CGMI, além do disposto no Art. 2 do Capítulo III do Regimento Interno, compete: 2.4. desenvolver e manter os recursos de infra-estrutura tecnológica (hardware, software e telecomunicações) necessários para a disponibilização dos serviços e informações no sítio; promover a atualização e a manutenção da consistência e da integridade das informações; propor a criação de páginas e a implementação de melhorias, no âmbito de suas atribuições; Nº 49, segunda-feira, 4 de março de definir o processo e o fluxo formal de alimentação e atualização do sítio; desenvolver e manter as páginas e os aplicativos para implementação ou adaptação dos serviços para o meio eletrônico; elaborar a programação visual e a arquitetura da informação das páginas (webdesign); capacitar outras unidades do órgão ou entidade para elaboração e manutenção das páginas de sua responsabilidade; prospectar novas tecnologias; implementar e manter mecanismos de segurança e de monitoramento de acesso; e elaborar plano de capacitação e atualização técnica para as equipes envolvidas na administração dos sítios. 3. DAS CARACTERÍSTICAS DE USABILIDADE 3. Acessibilidade e elementos de interação 3.. O serviço Fale Conosco deverá possibilitar ao usuário escrever ao órgão ou entidade por meio de formulário apropriado, para quaisquer fins, garantindo-se resposta à solicitação, mesmo que seja a mera informação de seu encaminhamento para outro órgão ou entidade as solicitações deverão ser respondidas no prazo de cinco dias úteis, devendo o usuário ser informado quando esse prazo não puder ser observado; o conteúdo das respostas a serem fornecidas será de responsabilidade das unidades gestoras da informação ou do serviço a que se destinam as mensagens; adotar ferramenta de administração que gere relatórios para o acompanhamento da gestão da qualidade, fornecendo, também, subsídio para a identificação e analise das dúvidas, críticas e sugestões, mas freqüentes; e identificar a unidade organizacional ou o servidor responsável pelo atendimento das mensagens recebidas Deverão ser implementadas regras de acessibilidade para portadores de necessidades especiais, tendo como referência as recomendações da Cartilha Técnica do Governo Eletrônico e na forma dos disposto nos Parágrafo º ao 3º, do art. 47 do Decreto 5.296, de 02/2/ Será utilizado apenas o nome do órgão no título (comando TITLE) da página inicial do sítio, sendo vedado o uso de termos, tais como: sítio, site, página, homepage, entre outros; 3..4 É recomendada a utilização Meta-Tag (comando html) para dispor de informações descritivas do sítio, permitindo melhor visibilidade nos portais de busca Ao publicar documentos, observar os seguintes parâmetros: informar previamente formato e tamanho do arquivo; utilizar tamanho de arquivo que viabilize seu acesso; e oferecer conteúdo com possibilidade de visualização e de interação, com o uso de ferramentas gratuitas. 3.2 Padronização e identidade visual 3.2. Serão apresentados elementos de identificação do órgão/instituição em todas as páginas, respeitando-se as diretrizes do Manual de Identidade Visual do Governo Federal na Internet Os elementos visuais das páginas (textos, imagens, cores e espaços) devem ser organizados de acordo com os princípios de design para web: contraste, repetição, alinhamento e proximidade, com vista a orientar o usuário a diagramação do texto deve seguir os seguintes parâmetros: a) manter o mesmo alinhamento de texto em todo o sítio/portal à esquerda; b) usar texto em maiúsculas (caixa-alta) somente nos títulos primários; c) manter padrão de fontes em todo o sítio (Cascading Style Sheets); d) evitar o uso de contraste negativo; (ex. texto em cor clara aplicado sobre fundo em cor escura); e) diferenciar cores de hiperlinks e hiperlinks visitados: essa diferenciação deve ser uniforme e consistente em todo o sítio; e f) especificar por extenso cada abreviatura ou sigla, quando da sua primeira ocorrência em um documento, e quando da segunda ocorrência usar o atributo html acronym As imagens publicadas com um ou mais link (mapeamento), devem apresentar descrição, comando ALT, com informação condizente com o tema: a) respeitar o direito de propriedade de uso, bem como o crédito autoral; b) nas animações, observar os seguintes parâmetros: b.) ser funcional a fim de contribuir com o conteúdo do sítio; b.2) apresentar conteúdo compatível com a missão do órgão; b.3) evitar animações nos elementos de identificação institucional como, marca e logotipo, entre outros; e b.4) os ícones que provocam ação devem estar acompanhados de descrição textual do significado dessa ação Ao utilizar cores observar os seguintes parâmetros: a)fidelidade de cores associada à identidade visual da instituição ou às cores da bandeira nacional; b) uniformidade em todo o sítio e manutenção da integridade visual em qualquer tipo de monitor; c) contraste entre os elementos visuais, facilitando a legibilidade e hierarquia da informação (conteúdo), por meio das cores; e d) o leiaute deve ser criado para configurações de vídeo com a resolução de 800 x 600 pixels, sem que apresente rolagem horizontal.

113 <!ID > Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN Navegabilidade 3.3. A arquitetura da informação deve priorizar o interesse do usuário, respeitando os padrões temáticos/assunto, sendo vedado a estruturação hierárquica do órgão/instituição: agrupar tema/assunto de forma lógica, seqüencial, propiciando equilíbrio entre a quantidade de informações apresentadas e o número de etapas durante a navegação; definir menus (principal e secundários) e nomenclaturas, visando ao agrupamento de itens relacionados ou similares, evitando redundâncias; preservar a distribuição uniforme da quantidade de itens nos menus secundários buscando o equilíbrio desses menus; proporcionar a fácil localização do conteúdo e a percepção do usuário quanto ao seu posicionamento no sítio Todas as páginas devem estar em conformidade com o Manual de Identidade Visual do Governo Federal na Internet, tais como: no canto superior esquerdo identificação do órgão e ou logomarca com link para a página inicial do sitio; no canto superior direito elementos de auxilio a navegação (mapa do sítio, busca e Fale Conosco); opção de volta à página anterior sem a necessidade de sair do sítio/portal; criar mecanismos para que o usuário possa encontrar as informações sem a necessidade de seguir apenas um caminho; garantir ao usuário o controle da navegação, evitando-se ações não solicitadas (ex.pop up); e ao oferecer links externos, observar os seguintes parâmetros: a) ser adequado ao público-alvo; b) garantir que o link esteja ativo; c) abrir em nova janela (target= _parent ); d) informar previamente o nome do sítio de destino Os arquivos cuja visualização dependa de outros aplicativos devem ser executados em nova janela do navegador, observando o disposto no item 3..5; Deverão ser observados, ainda, os seguintes parâmetros: oferecer serviço de busca avançada com opção de refinamento por categoria: assunto, área, data ou ordenação dos assuntos mais acessados, entre outros; oferecer outros elementos de auxilio a navegação, tais como: glossário e perguntas mais freqüentes; oferecer mensagens de erro claras e objetivas, indicando o(s) problema(s) ocorrido(s) e sua(s) possível (eis) solução (ões); e oferecer mensagens claras no processamento de ações Deve-se indicar ao usuário as etapas do caminho durante a navegação, oferecendo a opção de volta a qualquer uma delas, inclusive à página inicial. 4. DESEMPENHO E CONTROLE ESTATÍSTICO DOS SÍ- TIOS. É recomendável Implementação de instrumentos de controle e aferição do uso das opções colocadas à disposição do usuário; de pesquisas on-line sobre a qualidade dos serviços e informações prestadas, bem como da satisfação dos usuários; e da disponibilidade das ligações (links) expostas..2 Deve-se utilizar página específica com orientações na hipótese de devolução de mensagem de erro para o usuário, vedandose a utilização da página de erro nativa dos navegadores. 5. SEGURANÇA DOS SÍTIOS.3 Para maior segurança do sítio deve-se observar o disposto no Decreto nº 3.505, de 3/06/2000, e a Resolução nº 7, de 29 de Julho de 2002, do Comitê Executivo do Governo Eletrônico..4 O responsável técnico deverá certificar-se de que entende todas as funcionalidades de qualquer programa externo a ser utilizado e suas possíveis vulnerabilidades..5 Deverão ser adotados conceitos e procedimentos de auditoria interna que permitam análise do ambiente computacional..6 O responsável técnico será um servidor designado pela Coordenação-Geral de Modernização e Informática para atuar como contato no que se refere à segurança do ambiente do sítio. RETIFICAÇÃO Na Portaria nº 44, de 0 de marçode 2005, publicada no D.O.U. do dia de março de 2005, Seção l, página 83, onde se lê: Departamento Nacional de Infra-estrutura Terrestre, leia-se: Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes - DNIT e, na especificação do anexo, onde se lê: DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES TERRESTRES - DNIT, leia-se: DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRU- TURA DE TRANSPORTES - DNIT. AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS <!ID >RESOLUÇÃO Nº 400, DE 8 DE MARÇO DE 2005 Aprova a Proposta de Norma para o afretamento de embarcação por empresa brasileira de navegação na navegação de apoio portuário para execução dos serviços de dragagem hidroviária e portuária em canais de acesso, berços de atracação, bacias de evolução e de fundeio, para a desobstrução e a regularização da navegabilidade marítima e hidroviária interior, com a finalidade de ser submetida à Audiência Pública. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS-ANTAQ, no uso da competência que lhe é conferida pelo inciso IV do art. 44 do Regimento Interno, tendo em vista o disposto no art. 27, inciso XXIV da Lei nº 0.233, de 5 de junho de 200, na Lei nº de 8 de janeiro de 997, no Decreto nº 4.22 de 3 de fevereiro de 2002, e considerando o que foi deliberado na 32ª Reunião Ordinária da Diretoria, realizada em 8 de março de 2005, resolve: Art. º Aprovar a Proposta de Norma para o afretamento de embarcação por empresa brasileira de navegação na navegação de apoio portuário, para execução dos serviços de dragagem hidroviária e portuária em canais de acesso, berços de atracação, bacias de evolução e de fundeio, para a desobstrução e a regularização da navegabilidade marítima e hidroviária interior, na forma do Anexo desta Resolução. Art. 2º A Norma de que trata o art. º não entrará em vigor e será submetida à Audiência Pública. Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. CARLOS ALBERTO WANDERLEY NOBREGA ANEXO Proposta de Norma para o afretamento de embarcação por empresa brasileira de navegação na navegação de apoio portuário para execução dos serviços de dragagem hidroviária e portuária em canais de acesso, berços de atracação, bacias de evolução e de fundeio, para a desobstrução e a regularização da navegabilidade marítima e hidroviária interior. CAPÍTULO I Do Objeto Art. º Esta Norma tem por objeto estabelecer os procedimentos e critérios para o afretamento de embarcação por empresa brasileira de navegação na navegação de apoio portuário para execução dos serviços de dragagem hidroviária e portuária em canais de acesso, berços de atracação, bacias de evolução e de fundeio, para a desobstrução e a regularização da navegabilidade marítima e hidroviária interior. Art. 2º Independe de autorização o afretamento de embarcação de bandeira brasileira. º O afretamento de que trata este artigo deve ser objeto de registro na ANTAQ, no prazo de três dias úteis após o recebimento da embarcação, mediante comunicação contendo nome, tipo e demais características da embarcação, modalidade, valor e data de início e término do afretamento. 2º Aplica-se ao afretamento de que trata o caput disposto nos arts., 5 e 6 desta Norma. 3º A empresa brasileira de navegação afretadora de embarcação nos termos deste artigo manterá cópia do contrato de afretamento à disposição da ANTAQ, para efeito de fiscalização. CAPÍTULO II Das Definições Art. 3º Para os fins desta Norma, considera-se: I - navegação de apoio portuário de dragagem: a realizada para execução dos serviços de dragagem hidroviária e portuária em canais de acesso, berços de atracação, bacias de evolução e de fundeio, para a desobstrução e a regularização da navegabilidade marítima e hidroviária interior; II - empresa de navegação de apoio portuário de dragagem: a empresa brasileira de navegação autorizada pela ANTAQ a executar os serviços de dragagem; III - dragagem: ato de retirada de material do leito dos corpos d'água, com finalidade específica; IV - dragagem de implantação: a executada para implantação, ampliação ou aprofundamento de canais de navegação, bacias de evolução e em outras obras ou serviços de engenharia em corpos d'água; V - dragagem de manutenção: a executada para manter as condições originalmente licenciadas; VI - embarcação de bandeira brasileira: a embarcação inscrita em órgão do Sistema de Segurança do Tráfego Aquaviário (SS- TA) da Marinha do Brasil e, no caso previsto no art. 3º da Lei nº 7.652, de 988, na redação dada pela Lei nº 9.774, de 998, registrada no Registro de Propriedade Marítima, de propriedade de pessoa física, residente e domiciliada no País, ou de pessoa jurídica brasileira, ou sob contrato de afretamento a casco nu, neste caso inscrita no Registro Especial Brasileiro-REB, por empresa brasileira de navegação, condicionado à suspensão provisória de bandeira no país de origem; VII - afretamento por tempo: contrato em virtude do qual o afretador recebe a embarcação armada para operá-la por tempo determinado, sendo a remuneração do fretador estipulada pro rata tempore; VIII - afretamento a casco nu: contrato em virtude do qual o afretador tem a posse, o uso e o controle da embarcação, por tempo determinado, incluindo o direito de designar o comandante e a tripulação, sendo a remuneração do fretador estipulada pro rata tempore; IX - circularização: procedimento para consulta formulada por empresa de navegação de apoio portuário de dragagem, que pretenda a autorização de afretamento de embarcação estrangeira para a execução do serviço de dragagem pretendido; X - autorização de afretamento: ato pelo qual a ANTAQ autoriza a empresa de navegação de apoio portuário de dragagem a afretar embarcação estrangeira para operar na navegação de apoio portuário de dragagem; XI - Certificado de Autorização de Afretamento-CAA: documento emitido pela ANTAQ, que formaliza a autorização de afretamento de embarcação estrangeira para operar na navegação de apoio portuário/dragagem; XII - embarcação em construção: aquela em construção no País, com contrato de construção em eficácia, cuja execução esteja programada em cronograma físico e financeiro integrante do contrato e que tenha sido aprovado pelo agente financeiro do Fundo da Marinha Mercante ou, não existindo financiamento do referido Fundo da Marinha Mercante, aceito pela ANTAQ, desde que atendidas as seguintes condições: a) o primeiro evento físico e o primeiro evento financeiro do cronograma tenham sido cumpridos; b) não exista atraso acumulado superior a 20% (vinte por cento) do tempo previsto para a construção, salvo motivo de força maior reconhecido pela ANTAQ; c) a embarcação não tenha sido entregue pelo estaleiro à contratante; XIII - hora útil: a compreendida no período entre 8:00 e 8:00 horas, de segunda-feira a sexta-feira, excetuados os dias em que não haja expediente nas repartições públicas federais. CAPÍTULO III Dos Procedimentos para Afretamento Seção I Das Condições para Autorização de Afretamento Art. 4º A empresa de navegação de apoio portuário de dragagem poderá obter autorização para afretar embarcação estrangeira, por tempo e a casco nu, quando: I - constatada a inexistência ou indisponibilidade de embarcações de bandeira brasileira, do tipo e porte adequados para o serviço de dragagem pretendido; II - verificado que as ofertas para o serviço pretendido não atendem aos prazos consultados ou que as condições de afretamento não sejam compatíveis com o mercado; III - em substituição a embarcação em construção no País, em estaleiro brasileiro, com contrato em eficácia enquanto durar a construção, até o limite da arqueação bruta contratada. º O período de afretamento de embarcação estrangeira não poderá exceder a doze meses, ressalvado o disposto nos 2º e 3º. 2º Os afretamentos de que trata o inciso III, feitos em substituição a uma mesma embarcação em construção, não poderão exceder a duração acumulada de trinta e seis meses. 3º Quando o afretamento por tempo ou a casco nu for vinculado a um contrato de serviços de dragagem para manutenção de calado, o período de afretamento de embarcação estrangeira poderá ser de até trinta e seis meses, respeitadas, entre outras, as seguintes condições: a) a embarcação deverá permanecer vinculada ao contrato por todo o período de afretamento, ficando impossibilitada de prestar qualquer outro serviço durante o período mencionado; b) no caso de embarcação afretada que estiver vinculada a contrato com vigência superior a trinta e seis meses, ao término do período de trinta e seis meses do afretamento será realizada uma nova circularização, na forma prevista no art. 5º; c) a eventual substituição da embarcação afretada por outra poderá ser efetivada desde que prevista em contrato e autorizada pelo contratante e pela ANTAQ, observadas as disposições técnicas contratuais; d) no caso de interrupção do contrato por motivo superveniente, a ANTAQ, mediante pedido justificado, poderá autorizar a utilização da embarcação afretada na execução de outro serviço de dragagem, pelo período restante do prazo total de afretamento inicialmente autorizado. 4º O afretamento de embarcações estrangeiras por empresas de navegação de apoio portuário de dragagem, autorizadas na forma do 2 do art. 4 da Norma aprovada pela Resolução nº 052- ANTAQ, de 9 de novembro de 2002, obedecerá às limitações impostas no referido dispositivo legal. Seção II Da Circularização da Consulta Art. 5º A empresa de navegação de apoio portuário de dragagem postulante à autorização de afretamento deverá circularizar consulta a todas as empresas brasileiras de navegação de apoio portuário de dragagem. º A consulta de que trata este artigo, formulada simultaneamente a todas as empresas de apoio portuário de dragagem, poderá ser realizada por telefax ou endereço eletrônico, com antecedência mínima de quinze dias úteis, a contar do início do período previsto para o recebimento da embarcação, e conterá, de forma clara e objetiva, as seguintes informações: I - tipo do sistema de dragagem, porte bruto, BHP, arqueação bruta, capacidade de transporte de matéria dragada e outras características da embarcação que atendam ao tipo de serviço de dragagem a ser prestado; II - tipo de serviço de dragagem a ser realizado, se de implantação ou de manutenção, ou ambos; III - duração do período do afretamento; IV - período de recebimento da embarcação; V - porto para recebimento da embarcação. 2º Cópia da consulta de que trata o º e a relação de todas as empresas consultadas deverão ser encaminhadas à ANTAQ imediatamente após sua transmissão. 3º A empresa consulente, para fins de fiscalização da ANTAQ, deverá manter disponível, durante o período do afretamento concedido, a documentação comprobatória da consulta de que trata este artigo. 4º A relação das empresas de apoio portuário de dragagem, com os respectivos endereços por elas registrados na ANTAQ para efeito da consulta de que trata este artigo, conterá o número do telefax e endereço eletrônico e será disponibilizada pela ANTAQ, inclusive em sua página na Internet,

114 4 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 Seção III Do Bloqueio e da Oferta de Embarcação Art. 6º A empresa de navegação de apoio portuário de dragagem interessada em fretar embarcação que atenda o objeto da consulta poderá opor bloqueio ao pedido de afretamento mediante manifestação junto à consulente, com cópia à ANTAQ, dentro do prazo de seis horas úteis, informando: I - nome, tipo do sistema de dragagem, porte bruto, BHP, arqueação bruta, capacidade de transporte de matéria dragada e outras características da embarcação que atendam ao tipo de serviço de dragagem a ser prestado; II - tipo de serviço de dragagem a ser realizado, se de implantação ou de manutenção, ou ambos; III - período e porto de recebimento e frete diário da embarcação, quando se tratar de afretamento por tempo ou a casco nu; IV - declaração de que a embarcação oferecida está em situação regular e em condições de atender ao serviço de dragagem pretendido, no período de interesse. º O prazo estabelecido no caput deste artigo será contado a partir do recebimento pela ANTAQ da cópia da consulta e da relação de que trata o 2º do art. 5º. 2º Efetuado o bloqueio, o tempo para manifestação sobre a matéria entre as empresas brasileiras de navegação de dragagem consulente e ofertante não poderá exceder a seis horas úteis, contadas do recebimento do bloqueio pela ANTAQ, sob pena de ineficácia da consulta ou da oferta, conforme o caso. Art. 7º O bloqueio do pedido de afretamento será aceito pela ANTAQ quando reconhecida a existência de oferta de embarcação brasileira disponível que atenda aos requisitos aplicáveis aos serviços descritos na consulta formulada pela empresa brasileira de navegação postulante, e ainda, que o valor do afretamento seja compatível com os praticados no mercado para a execução do serviço pretendido. Parágrafo único. Caracterizado o bloqueio firme ao afretamento pleiteado e concluída a troca de informações entre as empresas envolvidas a ANTAQ decidirá sobre a matéria. Seção IV Da Solicitação de Autorização de Afretamento Art. 8º A empresa de navegação de apoio portuário de dragagem deverá prestar à ANTAQ as seguintes informações quando da solicitação de autorização de afretamento: I - nome, tipo do sistema de dragagem, porte bruto, BHP, arqueação bruta, capacidade de transporte de matéria dragada e outras características da embarcação que atendam ao tipo de serviço de dragagem a ser prestado; II - tipo de serviço de dragagem a ser realizado, se de implantação ou de manutenção, ou ambos; III - frete diário da embarcação, quando se tratar de afretamento por tempo ou a casco nu, e se há remessa cambial; IV - produção, em metros cúbicos por hora, por tipo de solo a ser dragado; V - declaração de conformidade com as certificações exigidas para participação da embarcação e tripulação no serviço de dragagem pretendido; VI - declaração de que foram feitas consultas a todas as empresas de navegação de apoio portuário de dragagem. Parágrafo único. Os requisitos constantes da consulta deverão ser compatíveis com os dados prestados na Solicitação de Autorização de Afretamento, sob pena de indeferimento do afretamento. Art. 9º A ANTAQ poderá solicitar o fornecimento de informações e a apresentação de documentação complementar necessária aos procedimentos de que trata este Capítulo. CAPÍTULO IV Disposições Gerais Art. 0 O Certificado de Autorização de Afretamento-CAA só será emitido após a empresa de navegação de apoio portuário de dragagem comunicar à ANTAQ o local e a data do recebimento da embarcação. Art. A empresa afretadora deverá comunicar à ANTAQ, no prazo máximo de trinta dias, o local e a data da devolução da embarcação, bem assim o cancelamento ou quaisquer interrupções ou modificações que venham a ocorrer na execução do contrato. Art. 2 A empresa afretadora deverá encaminhar à ANTAQ, no prazo de trinta dias corridos, a partir da data da autorização do afretamento, cópia do contrato de afretamento. Parágrafo único. O prazo de que trata o caput poderá ser prorrogado pela ANTAQ mediante justificativa a ela submetida até cinco dias úteis antes do vencimento. Art. 3 O subafretamento de embarcação estrangeira que esteja com contrato de afretamento e CAA em vigor somente poderá ser autorizado pela ANTAQ se no contrato de afretamento constar cláusula que o permita ou o fretador venha a concordar expressamente com o subafretamento, respeitado os procedimentos estabelecidos no art. 4º desta Norma. Art. 4 A não observância dos procedimentos e critérios desta Norma durante o processamento da solicitação de afretamento terá como conseqüência o arquivamento do pedido, sem prejuízo da aplicação das sanções cabíveis. Art. 5 A empresa de navegação de apoio portuário de dragagem é responsável, perante a ANTAQ, por todas as informações por ela prestadas. Art. 6 A qualquer momento a ANTAQ poderá solicitar a comprovação de adequação das embarcações às normas e convenções internacionais vigentes. CAPÍTULO V Das Penalidades Seção I Disposições Gerais Art. 7 O descumprimento de qualquer disposição legal, regulamentar ou dos termos e condições expressas ou decorrentes do Certificado de Autorização de Afretamento-CAA implicará a aplicação das seguintes penalidades, observado o disposto na Norma sobre a Fiscalização e o Processo Administrativo Relativos à Prestação de Serviços de Transporte Aquaviário, de Apoio Marítimo e de Apoio Portuário e à Exploração da Infra-Estrutura Aquaviária e Portuária, editada pela ANTAQ: I - advertência; II - multa; III - suspensão; IV - cassação; V - declaração de inidoneidade. Art. 8 Para a aplicação das penalidades serão consideradas a natureza e a gravidade da infração, os danos dela resultantes, a vantagem auferida pelo infrator ou proporcionada a terceiros, as circunstâncias agravantes e atenuantes, os antecedentes do infrator e a reincidência genérica ou específica. Art. 9 As multas estabelecidas na Seção II deste Capítulo poderão ser aplicadas isolada ou cumulativamente com as demais penalidades de que tratam os incisos I, III, IV e V do art. 7, e em sua aplicação será considerado o princípio da proporcionalidade entre a gravidade da infração e a gradação da penalidade. Parágrafo único. A aplicação pela ANTAQ de multa decorrente de infração à ordem econômica, na conformidade do disposto no 2º do art. 78-F da Lei nº 0.233, de 200, na redação dada pela Medida Provisória nº , de 200, independentemente das penalidades aplicadas pelos órgãos competentes, observará o limite máximo previsto na legislação específica. Seção II Das Infrações Art. 20 São infrações: a) não registrar na ANTAQ o afretamento de embarcação, conforme disposto no art. 2º (Multa: de até R$ ,00); b) omitir, retardar ou por qualquer forma prejudicar o fornecimento de informações ou de documentos solicitados pela AN- TAQ (Multa: de até R$ ,00); c) não comunicar à ANTAQ, dentro do prazo previsto, o local e a data de recebimento e devolução da embarcação e bem assim o cancelamento ou quaisquer interrupções ou modificações que venham a ocorrer na execução do contrato de afretamento (Multa: de até R$ ,00); d) não encaminhar à ANTAQ no prazo máximo de 30 dias corridos, a contar da data da autorização do afretamento, cópia do contrato de afretamento (Multa de até R$ ,00); e) subafretar embarcação sem autorização ou comunicação à ANTAQ, conforme o caso (Multa: de até ,00); f) fazer exigências impróprias ou desnecessárias na consulta de afretamento de embarcação (Multa: de até R$ ,00); g) deixar de promover consulta a todas as empresas de navegação de apoio portuário/dragagem o constante de relação divulgada pela ANTAQ, de forma clara e objetiva, dentro do prazo determinado (Multa: de até R$ ,00); h) deixar de comprovar à ANTAQ que todas as empresas de navegação de apoio portuário/dragagem foram consultadas (Multa: de até ,00); i) bloquear consulta de afretamento sem que tenha condição de atender ao solicitado (Multa: de até R$ ,00); j) não cumprir, na forma e condições especificadas, as obrigações assumidas na oferta de embarcação (Multa: de até R$ ,00); k) utilizar a embarcação afretada na hipótese prevista no 2 do art. 4 na execução de serviços não vinculados ao contrato inicial, sem autorização da ANTAQ (Multa: de até R$ ,00); l) substituir a embarcação afretada sem autorização da AN- TAQ, na hipótese prevista no 2 do art. 4 (Multa: de até R$ ,00); m) afretar embarcação sem a necessária autorização da AN- TAQ (Multa: de até R$ ,00); n) recusar-se a prestar informações ou a fornecer documentos solicitados pela ANTAQ (Multa: de até R$ ,00); o) prestar informações falsas ou falsear dados em proveito próprio ou em proveito ou prejuízo de terceiros (Multa: de até R$ ,00); p) exercer prática comercial restritiva, cometer infração à ordem econômica ou à livre concorrência, respeitado o limite previsto na legislação específica sobre a matéria (Multa: de até R$ ,00). Parágrafo único. Caracterizadas as infrações de que tratam as alíneas k, l e m, a ANTAQ acionará a Diretoria de Portos e Costas- DPC, a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e demais órgãos competentes com vistas à imediata interdição da operação irregular. CAPÍTULO VI Disposições Finais e Transitórias Art. 2 A ANTAQ poderá autorizar o afretamento de embarcação de bandeira estrangeira para a execução de serviço de apoio portuário de dragagem, nos casos especiais de interesse público e de emergência devidamente caracterizados. Art. 22 Os prazos de que trata esta Norma são contados de acordo com o disposto no art. 32 do Código Civil. Art. 23 A ANTAQ instituirá novos mecanismos padronizados para a circularização das consultas e para os bloqueios referidos nos arts. 5º e 6º, utilizando processo eletrônico centralizado com acesso remoto, para o fim de simplificar o controle e proporcionar maior agilidade às comunicações entre as empresas de navegação e entre estas e a ANTAQ.. Ministério Público da União MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS CONSELHO SUPERIOR <!ID > RETIFICAÇÃO Na Resolução nº 56, de 8/FEV/2005, publicada no D.O.U. nº 39, Seção, pág. 26, de 28/FEV/2005, ONDE SE LÊ: "Art. º Acrescentar parágrafo único ao artigo 3º da Resolução n.º 044, de 04 de dezembro de 2003, que passa a vigorar com a seguinte redação: "Art. 3º (...) parágrafo único. Não havendo interessados em número suficiente, serão convocados todos os membros titulares, obedecendo-se a ordem da lista de antigüidade e área de atuação." (NR)" LEIA-SE: "Art. º Acrescentar parágrafo único ao artigo 3º da Resolução n.º 044, de 04 de dezembro de 2003, que passa a vigorar com a seguinte redação: "Art. 3º (...) parágrafo único. Não havendo interessados em número suficiente, serão convocados todos os demais membros titulares, obedecendo-se a ordem da lista de antigüidade e área de atuação." (NR)". Tribunal de Contas da União PLENÁRIO <!ID > ADITAMENTO À PAUTA Nº 8 (EXTRAORDINÁRIA RESERVADA) Sessão em 6 de março de 2005 Nos termos dos 9º e 0º do art. 4 do Regimento Interno, foi incluído na Pauta nº 8/ Plenário, para apreciação na Sessão Extraordinária Reservada a se realizar no dia 6/3/2005, o(s) seguinte(s) processo(s): GRUPO II CLASSE V - AUDITORIAS E INSPEÇÕES - Relator, Ministro-Substituto Marcos Bemquerer Costa TC-03.60/2003- (com 3 volumes) Apenso: TC-04.9/2002-9) Natureza: Relatório de Auditoria Advogado constituído nos autos: não há CLASSE VII - DENÚNCIAS, REPRESENTAÇÕES E OUTROS ASSUNTOS DE COMPETÊNCIA DO PLENÁRIO - Relator, Ministro Ubiratan Aguiar TC / Natureza: Denúncia Advogado constituído nos autos: não há Secretaria-Geral das Sessões, de março de 2005 RICARDO DE MELLO ARAÚJO Secretário-Geral das Sessões <!ID > ADITAMENTO À PAUTA Nº 8 (ORDINÁRIA) Sessão em 6 de março de 2005 Nos termos dos 9º e 0º do art. 4 do Regimento Interno, foi incluído na Pauta nº 8/ Plenário, para apreciação na Sessão Ordinária a se realizar no dia 6/3/2005, o(s) seguinte(s) processo(s): GRUPO I CLASSE I - RECURSOS - Relator, Ministro Marcos Vinicios Vilaça TC / (c/ 2 anexos e 7 volumes) Natureza: Pedido de Reexame Entidade: Entidade: Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos/ECT Interessados: TRIP - Transporte Aéreo Regional do Interior Paulista e RLA - Rico Linhas Aéreas S/A

115 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN Advogado constituído nos autos: Guilherme Chiarini Bastos (OAB/SP 2092), Francisco Sérgio Bocamino Rodrigues (OAB/SP ), Antônio Vitor Pimenta Ribeiro (OAB/GO n.º 0.282) e André Francisco Neves Silva da Cunha (OAB/DF n.º 6.959) CLASSE V - AUDITORIAS E INSPEÇÕES - Relator, Ministro-Substituto Marcos Bemquerer Costa TC / (com 05 volumes) Natureza: Relatório de Auditoria Órgão: Gerência de Desenvolvimento Humano do Estado do Maranhão - GDH/MA Responsável: Danilo de Jesus Vieira Furtado, CPF n , Gerente da GDH/MA Advogado constituído nos autos: não há CLASSE VII - DENÚNCIAS REPRESENTAÇÕES E OUTROS ASSUNTOS DE COMPETÊNCIA DO PLENÁRIO - Relator, Ministro Valmir Campelo TC / Natureza: Representação Interessado: Procuradoria Regional da República - 2ª Região/RJ Advogado constituído nos autos: não há - Relator, Ministro-Substituto Augusto Sherman Cavalcanti TC / Natureza: Representação Entidade: Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes- MT Interessado: Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes-MT Advogados constituídos nos autos: não há GRUPO II CLASSE VII - DENÚNCIAS REPRESENTAÇÕES E OUTROS ASSUNTOS DE COMPETÊNCIA DO PLENÁRIO - Relator, Ministro Marcos Vinicios Vilaça TC / (c/ volume) Natureza: Representação Entidade: Ministério das Cidades Interessada: Aurora Serviços Especializados Ltda (CNPJ /000-8) Advogado constituído nos autos: Francisco Luciano de Maracaba (OAB/DF nº.66-a) e Francisca Viena Araújo Brandão (OAB/CE nº 7.849) Secretaria-Geral das Sessões, de março de 2005 ELENIR TEODORO GONÇALVES DOS SANTOS Secretária do Plenário 2ª CÂMARA <!ID > ATA Nº 7, DE 3 DE MARÇO DE 2005 (Sessão Ordinária da Segunda Câmara) Presidência: Ministro Ubiratan Aguiar Representante do Ministério Público: Procurador Marinus Eduardo De Vries Marsico Subsecretário da Sessão: Dr. Miguel Vinicius da Silva Com a presença do Ministro Benjamin Zymler, do Ministro- Substituto Marcos Bemquerer Costa (convocado em substituição ao Ministro Walton Alencar Rodrigues), bem como do Representante do Ministério Público, Procurador Marinus Eduardo De Vries Marsico, o Presidente, em exercício, Ministro Ubiratan Aguiar, invocando a proteção de Deus, declarou aberta a Sessão Ordinária da Segunda Câmara às quinze horas, havendo registrado as ausências, por motivo de férias, do Presidente da Segunda Câmara, Ministro Walton Alencar Rodrigues e do Ministro-Substituto Lincoln Magalhães da Rocha (Regimento Interno artigos 33, 55, incisos I, alíneas a e b, II, alíneas a e b e III, 33, incisos IaIV,VI evii, alíneas a e b, 34 a 36 e 40). HOMOLOGAÇÃO DE ATA A Segunda Câmara homologou a Ata nº 5 da Sessão Ordinária realizada no dia 7 de fevereiro, cuja cópia havia sido previamente distribuída aos Ministros e Representante do Ministério Público, de acordo com os artigos 33, inciso X e 95, inciso I do Regimento Interno. PROCESSOS RELACIONADOS A Segunda Câmara aprovou as Relações de processos organizadas pelos respectivos Relatores, bem como os Acórdãos de nºs 24 a 227 (v. Anexo I desta Ata), na forma do Regimento Interno, artigos 37, 38,40, e 43; e Resolução TCU nº 64/2003. PROCESSOS INCLUÍDOS EM PAUTA Passou-se, em seguida, ao julgamento ou à apreciação dos processos adiante indicados, que haviam sido incluídos na Pauta organizada sob nº 7, em 23 de fevereiro de 2005, havendo a Segunda Câmara aprovado os Acórdãos de nºs 228 a 230 e 232 a 240 (v. Anexo II desta Ata), acompanhados dos correspondentes Relatórios e Votos, bem como de pareceres em que se fundamentaram (Regimento Interno, artigos 7, 95, inciso VI, 38 e 4 º a 7º e 0; e Resolução TCU nº 64/2003): a) Procs. nºs /200- (c/4 volumes), 0.452/ (c/8 volumes) e /2003-7, relatados pelo Ministro Ubiratan Aguiar; e b) Procs. nºs 00.53/2004-, /2003-, /2003-2, /2003-9, /2004-0, /2004-2, 0.625/2004-3, / e /997-8, relatados pelo Ministro Benjamin Zymler. PEDIDO DE VISTA Foram adiadas a discussão e a votação do TC nº /996-4, de relatoria do Ministro Benjamin Zymler, ante pedido de vista formulado pelo Procurador Marinus Eduardo De Vries Marsico ( artigo 2 do Regimento Interno ). PROCESSOS EXCLUÍDOS DE PAUTA Foram excluídos de Pauta, nos termos do artigo 42 do Regimento Interno, os TCs nºs / (Relator, Ministro Walton Alencar Rodrigues), / (Relator, Ministro Ubiratan Aguiar) e /996-0 (Relator, Ministro Benjamin Zymler). ACÓRDÃO NÃO UTILIZADO Não foi utilizado na numeração dos acórdãos o nº 23, correspondente ao pedido de vista acima mencionado. Foram proferidas, sob a Presidência do Ministro Benjamin Zymler, as deliberações quanto aos processos relatados pelo Presidente, em exercício, da Segunda Câmara, Ministro Ubiratan A g u i a r. E N C E R R A M E N TO O Presidente, em exercício, Ministro Benjamin Zymler, deu por encerrados os trabalhos da Segunda Câmara às quinze horas e vinte e sete minutos e eu, Miguel Vinicius da Silva, Subsecretário da Segunda Câmara, lavrei e subscrevi a presente Ata que, depois de aprovada, será assinada pela Presidência. MIGUEL VINICIUS DA SILVA Subsecretário da Segunda Câmara Aprovada em 0 de março de 2005 UBIRATAN AGUIAR Presidente, em exercício, da Segunda Câmara ANEXO I DA ATA Nº 7, DE 3 DE MARÇO DE 2005 (Sessão Ordinária da Segunda Câmara) PROCESSOS RELACIONADOS Relações de processos, organizadas pelos respectivos relatores e aprovadas pela Segunda Câmara, bem como os Acórdãos aprovados de nºs 24 a 227 (Regimento Interno, artigos 37, 38,40 e 43; e Resolução TCU nº 64/2003). RELAÇÃO Nº 006/2005 Gabinete do Ministro Ubiratan Aguiar Relação de processos submetidos à 2ª Câmara, para votação na forma do Regimento Interno, arts. 34, 35, 37, 38, 40 e 43. Relator: Ministro Ubiratan Aguiar R E P R E S E N TA Ç Ã O ACÓRDÃO Nº 24/2005-TCU-2ª Câmara Os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da 2ª Câmara, em 03/03/2005, ACORDAM, por unanimidade, com fundamento nos arts. 7, inciso IV, e 43, inciso III, do Regimento Interno, de acordo com os pareceres, em conhecer da Representação constante do processo a seguir relacionado para, no mérito, considerá-la parcialmente procedente, fazer as determinações sugeridas, e sobrestá-lo para acompanhamento pela SECEX/RS até o recebimento da futura Tomada de Contas Especial, no caso da não regularização do débito, ou até a comunicação do gestor, no relatório anual de atividades, no caso da regularização, autorizando-se, desde logo, o apensamento destes autos à eventual TCE, no caso de seu recebimento pela Unidade Técnica: 0 - TC / Classe de Assunto: VI Interessado: Domingos Sávio Dresch da Silveira - Procurador Regional da República da 4ª Região/RS Entidade: Município de Rio Pardo/RS Determinação: à Diretoria Executiva da Fundação Nacional de Saúde. - que oriente as Coordenadorias Regionais a aperfeiçoarem o controle dos prazos de vigência dos convênios e agilizarem a análise das prestações de contas e adoção das providências destinadas à apuração dos fatos, à identificação dos responsáveis, à quantificação do dano e ao imediato ressarcimento ao Erário, após a não-comprovação da correta aplicação dos recursos, observando os prazos regulamentares, em especial os disciplinados no art. 3 da IN STN 0/97 e no art. º, º, da IN TCU 3/96; Determinação: à SECEX/RS.2 - que efetue comunicação ao Procurador Regional da República, Domingos Sávio Dresch, nos termos propostos à fl. 29 da instrução. TOMADA DE CONTAS ACÓRDÃO Nº 25/2005-TCU-2ª Câmara Os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da 2ª Câmara, em 03/03/2005, ACORDAM, por unanimidade, com fundamento nos arts. º, inciso I; 6, inciso I; 7 e 23, inciso I, da Lei nº 8.443, de 6 de julho de 992, c/c os arts. º, inciso I, 207 e 24, inciso I, do Regimento Interno, em julgar as contas a seguir relacionadas regulares e dar quitação plena aos responsáveis, de acordo com os pareceres emitidos nos autos: MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL 02 - TC / c/ 05 volumes e 0 anexo Classe de Assunto: II Responsáveis: Neiva Renck Maciel (CPF nº ), Luciana Batista de Sá (CPF nº ), Edivaldo José Mariano (CPF nº ), nos períodos indicados à fl. 03. Órgão: Ouvidoria-Geral da Previdência Social Exercício: 2003 ACÓRDÃO Nº 26/2005-TCU-2ª Câmara Os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da 2ª Câmara, em 03/03/2005, ACORDAM, por unanimidade, com fundamento no art. 43, inciso V, alínea "d", do Regimento Interno, c/c o enunciado nº 45 da Súmula de Jurisprudência predominante do Tribunal de Contas da União, em retificar, por inexatidão material, o Acórdão nº.868/2004-2ª Câmara, prolatado na Sessão de 28/09/ Relação nº 46/2004, Ata nº 37, onde se lê: "julgar as contas a seguir relacionadas regulares com ressalva e dar quitação aos responsáveis", leia-se: "julgar as contas a seguir relacionadas regulares e dar quitação plena aos responsáveis", mantendo-se os demais termos, de acordo com os pareceres emitidos nos autos: JUSTIÇA DO TRABALHO 03 - TC / c/ 02 volumes Apenso: TC /2003- Classe de Assunto: II Responsáveis: Afranio Neves de Melo (CPF nº ), Aluisio Rodrigues (CPF nº ), Ana Maria Ferreira Madruga (CPF nº ), Aroaldo Sorrentino Maia (CPF nº ), Carlos Henrique Melo de Luna (CPF nº ), Francisco Luiz Gomes (CPF nº ), Germano Guedes Pereira (CPF nº ), Leonardo Guedes Pereira (CPF nº ), Roberto José de Carvalho Queiroz (CPF nº ), Samuel Von Laer Norat (CPF nº ), Valberto Pimentel Chaves (CPF nº ) e Vicente Vanderlei Nogueira de Brito (CPF nº ), nos períodos indicados às fls. 6/8 Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região - T RT / P B Exercício: 2003 Ata nº 7/2005-2ª Câmara Data da Sessão: 3/3/ Ordinária BENJAMIN ZYMLER na Presidência UBIRATAN AGUIAR Ministro-Relator Fui presente: MARINUS EDUARDO DE VRIES MARSICO Procurador RELAÇÃO Nº 007/2005 Gabinete do Ministro Ubiratan Aguiar Relação de processos submetidos à 2ª Câmara, para votação na forma do Regimento Interno, arts. 34, 35, 37, 38, 40 e 43. Relator: Ministro Ubiratan Aguiar A P O S E N TA D O R I A ACÓRDÃO Nº 27/2005-TCU-2ª Câmara Os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da 2ª Câmara, em 03/03/2005, ACORDAM, por unanimidade, com fundamento nos arts. º, inciso V, e 39 e 40 da Lei nº 8.443, de 6 de julho de 992, c/c os arts. º, inciso VIII e 259 a 263 do Regimento Interno, em considerar legal(ais) para fins de registro o(s) ato(s) de concessão(ões) a seguir relacionado(s), de acordo com os pareceres emitidos nos autos:

116 6 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL Superintendência Estadual do INSS em São Paulo 0 - TC 07.03/ Interessados: Alaíde Vitalina Chiesso Brunaldi; Ana Casa- Grande Augusto; Benedita Bernades Ferreira; Dirceu Galvão dos Santos; Dorothy Doval; Emilio dos Santos; Feliciano Barros da Silva; Francisca da Silva Oliveira; Hilda Fonseca Muller; Jose Alfredo de Barros Garcia; Jose Mota de Barros; Jose Vieira de Rezende Pinto; Manoel João Rufino; Maria Izabel Ferreira Ferrarezi; Maria Jose Mira MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 02 - TC 03.73/999-8 Interessada: Eliza Sales de Oliveira JUSTIÇA DO TRABALHO Tribunal Regional do Trabalho em São Paulo - 2ª Região 03 - TC 07.67/ Interessado: Akiko Akiyama Tribunal Regional do Trabalho na Bahia - 5ª Região 04 - TC /997-5 Interessados: Alice Beatriz Lopes; Georgina Lima; Joselina Maria Ferreira Costa; Lucia Maria de Oliveira Biondi; Wilson da Costa Falcão Filho; Zuleide Lessa Felippi Tribunal Regional do Trabalho no Espírito Santo - 7ª Região 05 - TC / Interessado: MARIO JOSE SOARES PAIVA Tribunal Regional do Trabalho no Rio Grande do Sul - 4ª Região 06 - TC / Interessados: Isolda Gomes Kuhn; Ivete Froner; Luiz Otavio Pelegrini ACÓRDÃO Nº 28/2005-TCU-2ª Câmara Os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da 2ª Câmara, em 03/03/2005, ACORDAM, por unanimidade, com fundamento nos arts. º, inciso V, e 39 e 40 da Lei nº 8.443, de 6 de julho de 992, c/c os arts. º, inciso VIII e 259 a 263 do Regimento Interno, em considerar legal(ais) para fins de registro o(s) ato(s) de concessão(ões) a seguir relacionado(s), fazendo-se a(s) determinação(ões) sugerida(s) nos pareceres emitidos nos autos: JUSTIÇA DO TRABALHO Tribunal Regional do Trabalho no Acre e Rondônia - 4ª Região 07 - TC / Interessados: Eudóxio Pereira Santos; Francisco das Chagas Marinho Figueiredo Determinação: ao Tribunal Regional do Trabalho no Acre e Rondônia - 4ª Região 7. que seja incluído, no prazo de 30 (trinta) dias, aos fundamentos legais das aposentadorias, as vantagens dos quintos Tribunal Regional do Trabalho no Ceará - 7ª Região 08 - TC / Interessada: Ignacia Rosa Russo Determinação: ao Tribunal Regional do Trabalho no Ceará - 7ª Região 8. que seja calculado os proventos de acordo com a tabela de vencimento vigente à época ( ) ACÓRDÃO Nº 29/2005-TCU-2ª Câmara Os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da 2ª Câmara, em 03/03/2005, ACORDAM, por unanimidade, com fundamento nos arts. º, inciso V, e 39 e 40 da Lei nº 8.443, de 6 de julho de 992, c/c os arts. º, inciso VIII e 259 a 263 do Regimento Interno, em considerar legal(ais) para fins de registro o(s) ato(s) de concessão(ões) a seguir relacionado(s), fazendo-se a(s) determinação(ões) sugerida(s) no parecer emitido pelo Ministério Público: MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL Gerência Executiva do INSS em Piracicaba 09 - TC / Interessada: Márcia Eley Moita Determinação: à Secretaria de Fiscalização de Pessoal - SE- FIP 9. adequar o tipo de registro e os proventos à data da concessão Superintendência Estadual do INSS no Pará 0 - TC / Interessada: Marilza da Conceição Lima Bastos Determinação: à Secretaria de Fiscalização de Pessoal - SE- FIP 0. adequar o tipo de registro e os proventos à data da concessão ACÓRDÃO Nº 220/2005-TCU-2ª Câmara Os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da 2ª Câmara, em 03/03/2005, ACORDAM, por unanimidade, com fundamento nos arts. º, inciso V, e 39 e 40 da Lei nº 8.443, de 6 de julho de 992, c/c os arts. º, inciso VIII e 259 a 263 do Regimento Interno, em considerar legal(ais) para fins de registro o(s) ato(s) de concessão(ões) a seguir relacionado(s), fazendo-se a(s) determinação(ões) prolatada pelo Ministro-Relator: JUSTIÇA DO TRABALHO Tribunal Regional do Trabalho em Minas Gerais - 3ª Região - TC / Interessado: Cid Isnard Nascimento Determinação: ao Instituto Nacional do Seguro Social - INSS. adotar as providências administrativas e judiciais cabíveis, visando ao ressarcimento das quantias indevidamente pagas ao inativo a partir de 3/08/995, informando ao Tribunal de Contas da União, no prazo de 90 (noventa) dias as medidas adotadas. ACÓRDÃO Nº 22/2005-TCU-2ª Câmara Os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da 2ª Câmara, em 03/03/2005, ACORDAM, por unanimidade, com fundamento nos arts. 40 da Lei nº 8.443/92, c/c o art. 57 do Regimento Interno, de acordo com o parecer do Ministério Público emitido nos autos, que seja sobrestado o exame das concessões de aposentadoria, até que sejam analisados os recursos interpostos contra a decisão Plenário nº 844/200 Tribunal Regional do Trabalho em Pernambuco - 6ª Região 2 - TC 09.73/ Interessados: Arnaldo Martins de Miranda; Auricelia Vieira de Lima dos Santos; Aurígena Maciel Malheiro Rocha; Clarice Lemos de Vasconcelos; Elcia Anita Moreira Resende; Gilzete Galvão; José Mariano de Farias; Lindamira Francisca de Barros; Margarida Lyra Pandolfi; Maria Augusta de Lima; Nadja Maria Carneiro Siqueira; Neide Ramos da Silva; Severino Silvério da Silva ACÓRDÃO Nº 222/2005-TCU-2ª Câmara Os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da 2ª Câmara, em 03/03/2005, ACORDAM, por unanimidade, com fundamento nos arts. 40 da Lei nº 8.443/92, c/c o art. 57 do Regimento Interno, de acordo com o parecer emitido pelo Ministério Público nos autos, em sobrestar o julgamento do processo, até o julgamento definitivo de mérito do processo judicial que deu azo à edição do ato de aposentadoria constante deste processo: Tribunal Regional do Trabalho em Alagoas - 9ª Região 3 - TC / Interessado: Rommel Ferreira Correia ACÓRDÃO Nº 223/2005-TCU-2ª Câmara Os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da 2ª Câmara, em 03/03/2005, ACORDAM, por unanimidade, com fundamento nos arts. º, inciso V, e 39 e 40 da Lei nº 8.443/92, de 6 de julho de 992, c/c os arts. º, inciso VIII e 259 a 263 do Regimento Interno, em considerar legais para fins de registro o(s) ato(s) de concessão(ões) a seguir relacionado(s), fazendo-se a(s) determinação(ões) sugerida(s) no parecer emitido pelo Ministério Público: JUSTIÇA DO TRABALHO Tribunal Regional do Trabalho em Minas Gerais - 3ª Região 4 - TC / Interessados: Mágda Álvares da Silva; Nízia Vieira; Terezinha Celina da Rocha Determinação: à Secretaria de Fiscalização de Pessoal - SE- FIP 4. que seja sobrestado o exame da concessão de aposentadoria de Alda Terezinha Silva; Ana Maria Machado Alves; Carmen de Araújo Lourenzo; Celma Carvalho dos Santos; Eduardo Paulo Coelho Rocha; Georgina Lacerca Borges; Liana Ferreira da Silva; Marcelo Vieira Martins Filho; Maria Aparecida Caputo da Fonseca; Maria Cristina Coutinho Dayrel; Maria de Lourdes Fernandes dos Santos; Maria do Rosário Beatriz Maia da Silva; Marlene Pereira dos Santos; Maria Cordeiro Rocha; Neusa Linhares Ferreira Jacome; Stela Maria Preisser Figueiredo Batista; Taciana Laponez da Silveira; Walter Guilherme Freitas, até que sejam analisados os recursos interpostos contra a decisão Plenário nº 844/200 ATOS DE ADMISSÃO ACÓRDÃO Nº 224/2005-TCU-2ª Câmara Os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da 2ª Câmara, em 03/03/2005, ACORDAM, por unanimidade, com fundamento nos arts. º, inciso V, e 39 e 40 da Lei nº 8.443, de 6 de julho de 992, c/c os arts. º, inciso VIII e 259 a 263 do Regimento Interno, em considerar legal(ais) para fins de registro o(s) ato(s) de admissão de pessoal a seguir relacionado(s), de acordo com os pareceres emitidos nos autos: Região MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Petrobrás Distribuidora S/A 5 - TC 00.52/ Interessado: ANDRE MARINS PADILHA JUSTIÇA DO TRABALHO Tribunal Regional do Trabalho no Rio Grande do Sul - 4ª 6 - TC / Interessados: Adair de Abreu Filho; Alexandre Luiz Slomp; Aline Veiga Borges; André Sessim Parisenti; Andréia Gonçalves Xavier Ribeiro; Barbara Sshonhofen Garcia; Bernardo Silva Rego de Saboya Fiusa; Cassiano Bühler; César Pacheco; Cintia Nunes Garcia; Cintia Paula Dengo; Claudinei Salvador; Cláudio Luiz Vanzellotti Monteiro; Cristiano de Col Castilhos; Dalmo Rodrigues da Silva; Debora Anson Lima; Deisi Florczak; Diogo Allram da Silva; Edgard Carasek da Rocha; Edimilson Barbosa; Elen Cristina Presotto; Fabiano Varela; Fabricio Luckmann; Fabricio Wilsmann; Filipi Pereira da Silveira; Francisco José Dorneles de Moraes Nunes; Gonçalo Lautert Moretto; Isabel de Loudes Bisol Breckmann; Jefferson Agnelo dos Santos; José Valdir Kuhn; Juliano Casarolli; Julio Cesar dos Santos Hallman; Karin Andréia Dutra; Larissa Duarte Lisboa; Laura Schilling Meller; Loreci Agnes; Lourival May Chula; Luciana Pfutz Moura; Luciano D'avila; Luciano Francisco Zortea; Luciano Schuck; Margaret Werle Dettenborn; Marisa Ines Baierle; Martha Scherer Bento Leal; Melina Seolino; Nelissa Gonçalves Diziekaniak; Nilson de Moraes Junior; Paulo Grzeca; Paulo Ricardo Ritter; Paulo Roberto Pelissari; Paulo Tarso Villela Gomes; Rafael Braatz; Rafael Hommerding; Renato Filter Santos da Silva; Roberto Jardim Alipio; Rogerson de Medeiros Batista; Rossano Rodrigues de Lima; Rubiane Solange Gassen; Sandro Andrade Lorenzini; Silvana Conzatti; Sonia Elisete Moura dos Santos; Suzete Vieira Soares; Tatiana Penteado; Tiago dos Santos Pinto da Motta; Tiago Fagundes; Tiago Welfer; Valdomiro Noga Junior ACÓRDÃO Nº 225/2005-TCU-2ª Câmara Os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da 2ª Câmara, em 03/03/2005, ACORDAM, por unanimidade, com fundamento nos arts. º, inciso V, e 39 e 40 da Lei nº 8.443, de 6 de julho de 992, c/c os arts. º, inciso VIII e 259 a 263 do Regimento Interno, em considerar legal(ais) para fins de registro o(s) ato(s) de admissão de pessoal a seguir relacionado(s), fazendo-se a(s) determinação(ões) sugerida(s) nos pareceres emitidos nos autos: MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL Instituto Nacional do Seguro Social - INSS 7 - TC 04.60/ (com 0 volume) Interessado(s) : Adriana Soares Smarra; Alexandre Carneiro de Mendonça; Alexandre Knorst; Amauri Gava; Amelia Cristina Fidelis da Silva; Ana Paula Sene Gibran; Anderson Puhl; Andre Ricardo Calegari; Andrea Rodrigues Monteiro; Antonio Alexandre da Silva; Antonio Carlos Santos Bragança; Audrey de Castro; Barbara Veiga; Bruno Camargo Ferreira; Carla Fabiana de Souza Gianichini; Carlos Gomes machado Barboza Junior; Carlyson Uzeda Pedreira; Charles Diniz Botelho da Silva; Claudia Aparecida da Rocha; Claudia Carolina Rodrigues Silva; Cristiane Tessari da Costa; Cristina Almeida Campos; Daniel Kravetz; Daniel Silva Torres; Daniela Carine Potrich Guarda; Daniela Pazini; Deborah Silva Enne; Divaldo Stefano Caldeira Ceresini; Eduardo Tridapalli Dalri; Egon Leo Steinke; Eliana Cristina Pauli; Elisabete Rogovski; Elizabete Alves de Lima Fukaya Inoue; Emiliano Botelho dos Santos; Etiegui Matiello; Eunice Knispel; Ezildo Aparecido Kopec; Fabia Marcilia Campelo Carneiro; Fabiano Lima da Costa; Fabio Augusto Fritsch; Fabio Henrique Macedo Mendonça; Fabio Vinicius Maia; Felipe Domingues Silva; Fernando Buckoski Gonçalves; Fernando Luis Marques Loureço; Francielle Caroline Kist; Gile Rian Gonzaga Thomas de Vargas; Glauco Henrique Borges do Sacramento; Graziela Parisoto; Heinz José Bowens Junior; Henrique Imme; Ianae Eliza Feltrin; Ilienara Cristina Karas; Isabela de Sá Bez Grahl; Ivocleyt Ferreira Vianna; Jailson Fiamoncini; Jaimir Santana; Jairo Ribeiro Cordioli; Janaina Gabriela Schneider; Jani Marcia Galkowski; Jean Carlo Chicatto; Jean Marcelo Terhorst; Joao Luiz Polinski; Jose Carlos da Costa; Juliana Queiroz Macedo da Cruz; Keyse Lilian Roncaglio Cella; Livia Patricia de Macedo Santana; Lorena Sanson Namur dos Santos; Luciane Fortino Bothome; Luciano Pereira Magalhães; Marco Aurelio Guilherme; Marcos Antonio dos Santos Mello; Maria Gertrude Pereira de Abreu; Maria Luisa Gomes da Silva; Marindia da Veiga; Mateus Schenk Freitas; Morgane Lionço; Neiva Severgnini Budde; Odorico Lobo Freire Neto; Olga Maria Cardoso de Souza; Patricia Antunes Pandolfo; Patricia Estevam Riquetto; Patrick Fabiano Kapp; Paulo Cesar Dias Pinto; Regiane Maria de Souza Yamamoto; Rejane Fernando; Rita de Cássia dos Santos Braga; Roberta Ferreira Di Fazio; Roberto Barreto Piraja; Roberto de Souza; Rogerio Leite Barbosa; Rogério Viegas Andrioti Tavares; Rosa Elisa Lorenset Roth; Rubens Alexandre de França; Salvador Otaviano da Silva Cotta; Sergio Segovia da Silva; Sinara Nunes Terra de Oliveira; Sueli Mariza Dziendzik Buczek; Suzana Regina Bucowski; Taisa Rigoni Marçal; Thiago Serrano Lewis Determinação: Instituto Nacional do Seguro Social - INSS: 7. disponibilizar no SISAC o desligamento dos servidores Alexandre Knorst; Emiliano Botelho dos Santos e Rogério Viegas Andrioti Tavares Superintendência Estadual do INSS no Amazonas 8 - TC / Interessado(s) : Aldo José Pereira Rodrigues; Danilo Praia de Oliveira; Eber Sileno Dantas Taveira; Euzair Estrela de Lacerda; Gutnea Nunes de Oliveira; Janet de Cassia Garcia; José Carlos Souto Orlando; Marco Antonio Lizardo de Souza; Marcos Azulay da Costa; Maria do Perpétuo Socorro Ramos Dirane; Ortemar Binda de Freitas; Rosana de Souza Araújo; Soani Carneiro de Oliveira; Valdeneide Silva de Souza Determinação: à Superintendência Estadual do INSS no Amazonas: 8. Proceder à nomeação de candidatos aprovados somente após a publicação do respectivo resultado homologatório, em obediência ao princípio da publicidade.

117 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN JUSTIÇA DO TRABALHO Tribunal Regional do Trabalho em São Paulo - 2ª Região 9 - TC / Interessados: Airton Marcelino de Almeida; Crizolito Salignac de Souza Filho; José Carlos Zambolli; Monica Baronti; Paulo Rodrigues; Sandra Beraldo Piologo; Satoru Kubo; Solange Moreira Conceição Determinação: ao Tribunal Regional do Trabalho em São Paulo - 2ª Região 9. para que, no prazo de 5 (quinze) dias, retifique a data da posse da servidora Sandra Beraldo Piologo, fazendo constar a do dia imediato à do trânsito em julgado da decisão concessiva. PENSÃO CIVIL ACÓRDÃO Nº 226/2005-TCU-2ª Câmara Os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da 2ª Câmara, em 03/03/2005, ACORDAM, por unanimidade, com fundamento nos arts. º, inciso V, e 39 e 40 da Lei nº 8.443, de 6 de julho de 992, c/c os arts. º, inciso VIII e 259 a 263 do Regimento Interno, em considerar legal(ais) para fins de registro o(s) ato(s) de concessão(ões) a seguir relacionado(s), de acordo com os pareceres emitidos nos autos: JUSTIÇA DO TRABALHO Tribunal Superior do Trabalho 2 - TC 02.90/997-7 Interessada: Emilia Ferreira de Melo Tribunal Regional do Trabalho em Minas Gerais - 3ª Região MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL Instituto Nacional do Seguro Social - INSS 20 - TC / Interessada: Aparecida da Nunes Botelho Simões 22 - TC / Interessado: Adriano Magaldi Navarro ACÓRDÃO Nº 227/2005-TCU-2ª Câmara Os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da 2ª Câmara, em 03/03/2005, ACORDAM, por unanimidade, com fundamento nos arts. º, inciso V, e 39 e 40 da Lei nº 8.443, de 6 de julho de 992, c/c os arts. º, inciso VIII e 259 a 263 do Regimento Interno, em considerar legal(ais) para fins de registro o(s) ato(s) de concessão(ões) a seguir relacionado(s), fazendo-se a(s) determinação(ões) sugerida(s) no parecer emitido pelo Ministério Público: MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL Superintendência Estadual do INSS no Piauí 23 - TC / Interessados: Maria Marlene Gomes; Jaymara Fontenele de Menezes; Raimunda Joaquina Nogueira Almeida; Urania da Conceição Coimbra Bacelar e Ricardo Coimbra Bacelar; Maria Iraci Alves de Souza; Maria do Rosário Pires Pinheiro e Polyana Pires Pinheiro; Maria Julia Almeida Carvalho e Ana Julia Almeida Carvalho; José de Ribamar Machado Sobrinho Determinação: à Superintendência Estadual do INSS no Piauí 23. retificar o campo 9 - cota da pensão, do quadro Dados do Beneficiário, do Formulário de Concessão da Pensão instituída por Charitas Fontenele Milfont (fls. 04/06) de 0/02 para 0/0, tendo em vista que consta do referido ato de concessão uma única beneficiária e a informação de que não há cotas em reserva. Ata nº 7/2005-2ª Câmara Data da Sessão: 3/3/ Ordinária BENJAMIN ZYMLER na Presidência UBIRATAN AGUIAR Ministro-Relator Fui presente: MARINUS EDUARDO DE VRIES MARSICO Procurador ANEXO II DA ATA Nº 7, DE 3 DE MARÇO DE 2005 (Sessão Ordinária da Segunda Câmara) PROCESSOS INCLUÍDOS EM PAUTA Relatórios e Votos emitidos pelos respectivos relatores, bem como os Acórdãos aprovados de nºs 228 a 230 e 232 a 240, acompanhados de pareceres em que se fundamentaram (Regimento Interno, artigos 7, 95, inciso VI, c/c o artigo 33, inciso VI, artigos 40, 4, º a 7º, e 84; e Resolução TCU nº 64/2003). GRUPO II - CLASSE I - 2ª Câmara TC-0.452/ (c/ 8 volumes) Natureza: Embargos de Declaração Entidade: Município de Alto Paraíso/GO Responsável: Jair Pereira Barbosa (CPF nº ) Advogado: Sebastião Baptista Affonso (OAB/DF 788) Sumário: Embargos de Declaração opostos ao Acórdão 2.302/2004-2ª Câmara, exarado em Recurso de Reconsideração de TCE instaurada por irregularidades em prestação de contas de convênio. Inexistência de contradição, omissão ou obscuridade. Conhecimento. Provimento negado. Manutenção do inteiro teor da deliberação embargada. Ciência ao interessado. R E L AT Ó R I O Cuidam os autos de embargos de declaração opostos ao Acórdão 2.302/2004-2ª Câmara, que negou provimento ao recurso de reconsideração impetrado contra o Acórdão.70/2003-2ª Câmara, mediante o qual o Tribunal julgou irregular a Tomada de Contas Especial de responsabilidade de Jair Pereira Barbosa, ex-prefeito Municipal de Alto Paraíso/GO, relativa ao Convênio 348/99-SLL, celebrado entre o Ministério da Cultura e a Prefeitura do referido Município. 2. De início, o embargante afirma que há contradição entre os fundamentos que nortearam sua responsabilização no Acórdão ora embargado e o Acórdão.897/2003-Plenário, exarado em pedido de reexame que tornou insubsistente a multa que lhe fora aplicada por intermédio do Acórdão 72/2002-P, exarado no TC /200-4, auditoria realizada para verificar a aplicação de recursos federais transferidos à Prefeitura Municipal de Alto Paraíso/GO. 3. A contradição estaria no fato de que o Acórdão recorrido considera que o responsável não comprovou a correta aplicação do dinheiro público recebido à conta do Convênio 348/99-SLL e que houve irregularidades no procedimento licitatório que adquiriu o acervo bibliográfico, ao passo que o Acórdão.897/2003-Plenário acatou suas justificativas para essas mesmas ocorrências e tornou insubsistente a multa que lhe fora aplicada por intermédio do Acórdão 7/2002-P. Com isso, estariam afastadas as suspeitas de irregularidades na licitação e de falta de prova de incorporação do acervo bibliográfico aos bens da municipalidade. 4. Alega o embargante que no Relatório e Acórdão ora recorridos não havia nenhum fato superveniente,... além das falhas imputadas ao responsável, quais sejam a de ser insuficiente a comprovação de aplicação dos recursos, exigida como condição de aprovação destas contas (...) e da inobservância da exigência de no mínimo três propostas válidas na licitação... A aplicação dos recursos teria sido agora comprovada pela apresentação de documentos relativos à listagem dos livros incorporados ao acervo e as notas fiscais quitadas. As irregularidades no processo licitatório teriam sido apreciadas no TC /200-4, sendo relevadas por intermédio do Acórdão.897/2003-P. 5.Segundo o embargante, houve preclusão consumativa, e a apreciação de possíveis irregularidades só seria possível mediante recurso de revisão. Arrima seu entendimento com o disposto no Regimento Interno/TCU, art Destaca o embargante que Acórdão 2.302/2004-2ª Câmara, ora embargado, seria...omisso e obscuro, por não haver analisado, devidamente, todas as razões deduzidas na peça recursal e na sustentação oral, como ainda foi contraditório, porque condenou o responsável, por motivos novos e diferentes, dos que haviam constado do indigitado julgado recorrido, e sem ter havido pedido de revisão, da Decisão de ,no Processso nº 3228/200-4, como assim exige o mencionado art. 206, do Regimento Interno, a tornar nulo o Acórdão ora embargado. (sic, negritos no original). 7.Continua seu recurso afirmando que, segundo entendimento do Supremo Tribunal Federal, as garantias do contraditório não se resumem apenas em permitir o seu exercício, mas também no direito de ver seus argumentos considerados pelo órgão julgador, o que não teria ocorrido no Acórdão em embargo. Acrescenta ainda que má-fé e dolo não se pode inferir de mera ilação ou suposição ou de indícios, mesmo que veementes, sem que haja defesa prévia. Reclama que o voto condutor do Acórdão ora embargado alude à ocorrência de irregularidades graves mas não as identifica corretamente nem dá oportunidade de defesa e que as irregularidades, mesmo se comprovadas, não seriam suficientes para afetar a lisura do procedimento licitatório ou para configurar ocorrência de débito. 8.Destaca ainda que o Acórdão é contraditório também porque o voto do ministro-relator e o voto do desempate reconhecem a compra, pagamento e incorporação do acervo bibliográfico ao patrimônio da Prefeitura, para, em seguida condenarem o responsável por um débito correspondente à importância gasta na aquisição. <!ID > 9.Por fim, defende que em julgamentos de recurso de reconsideração... não cabe a chamada 'reformatio in pejus', sem afronta ao princípio do 'tantum devolutum quantum appellatum', concluindo pelo seu improvimento, por motivos diversos dos apontados na respectiva decisão recorrida, por violar o direito de defesa assegurado no art. 5/LV da Constituição. (destaque no original) 0.Ao final, o recorrente assim finalizou seus embargos: Em síntese, merecem ser supridas e declaradas as omissões, obscuridades e contradições quanto ao seguinte: ) negar provimento ao recurso, por fundamentos diversos dos constantes da decisão recorrida; 2) reavaliar fatos relevados no Acórdão.897/2003-Plenário, sem observância do desprezado art. 206 do RI/TCU; 3) não terem sido contemplados nos votos condutores do Acórdão embargado os argumentos deduzidos no recurso, nos memoriais e na sustentação oral, que constitui cerceamento ao direito de defesa e ao contraditório, conforme Acórdão STF no MS nº ; 4) considerar irregulares as contas, com base em alegada falsidade documental, sobre a qual não houve a devida oportunidade de defesa prévia, não existe prova hábil na alegada falsificação e não se ouviu o titular da assinatura tida por falsa; 5) incoerência em condenar o gestor, por um débito, cujo valor o julgador reconhece que foi pago ao fornecedor dos livros existentes na Biblioteca. (sic) É o relatório. V O TO Os presentes embargos de declaração merecem ser conhecidos, por preencherem os requisitos de admissibilidade estabelecidos no art. 34 da Lei 8.443/92. 2.Antes de adentrar no exame do mérito dos presentes embargos, esclareço que o TC /200-4 trata de auditoria realizada pela Secex/GO na Prefeitura Municipal de Alto Paraíso/GO para verificar a aplicação de recursos federais transferidos por convênios. Dentre os vários convênios examinados nessa auditoria consta o Convênio nº 348/99-SLL, firmado com o Ministério da Cultura, para a aquisição de equipamentos e livros para a biblioteca municipal de Alto Paraíso. 3.De fato, no julgamento do relatório de auditoria, o Tribunal imputou multa ao responsável (Acórdão 72/2002-P) e, em julgamento de pedido de reexame, tornou insubsistente a multa aplicada (Acórdão.897/2003-P). Ocorre que a referida auditoria cuidou apenas de aspectos relacionados à licitação que escolheu a empresa fornecedora e a presente TCE tem escopo bem mais amplo, perquirindo todos os aspectos do convênio, inclusive a verificação de nexo causal entre os recursos transferidos e os bens adquiridos. 4.O responsável foi citado no processo de TCE por irregularidades na execução do convênio, especificamente no que tange à aquisição de acervo bibliográfico, destacando-se a não-comprovação, na prestação de contas, da correspondência entre o que foi pago à empresa Alves e Lima Ltda e o acervo efetivamente disponível na biblioteca. Suas alegações de defesa foram rejeitadas por intermédio do Acórdão.70/2003-2ª Câmara, que julgou suas contas irregulares e condenou-o ao pagamento do débito apurado. 5.O responsável entrou com recurso de reconsideração, que não foi acolhido - Acórdão 2.302/2004/2ª Câmara. É contra este decisum que o responsável apresenta os embargos declaratórios ora em exame. 6.Quantos aos embargos, passo a comentá-los ponto por ponto, mesmo ciente de que alguns deles não são apropriadamente embargos, e sim mera repetição e reforço de defesas já refutadas anteriormente. 7.Primeiro, é de se esclarecer que o recurso de reconsideração foi denegado pelos mesmos fundamentos da decisão então recorrida, o Acórdão.70/2003-2ª Câmara. A citação, ao se referir à comprovação de correspondência entre o pagamento efetuado à empresa Alves e Lima Ltda e o acervo disponível na biblioteca, questionava a comprovação de que os recursos conveniados foram efetivamente empregados no objeto do convênio. Foi por não conseguir apresentar alegações de defesa suficientes para comprovar essa correspondência que o responsável foi condenado no julgamento da TCE. 8.Em meu voto contrário ao recurso de reconsideração, registrei que não questionava a existência da biblioteca e dos livros, mas que as provas dos autos não demonstraram que os livros existentes na biblioteca foram adquiridos com os recursos do convênio e muito menos de que se trata dos livros licitados. Não são diversos, portanto, os fundamentos utilizados para negar provimento ao recurso de reconsideração e os fundamentos do julgamento da TCE. Além do mais, o princípio do devolutivo devolve ao juízo ad quem o exame de todas as matérias, de fato e de direito, preexistentes nos autos. No entanto, não houve o reclamado reformatio in pejus, vez que o Acórdão 2.302/2004-2ª Câmara manteve o Acórdão.70/2003-2ª Câmara nos seus exatos termos, pelos mesmos fundamentos. 9.O art. 206 do Regimento Interno/TCU, em seu caput, estabelece que a decisão definitiva em processo de tomada ou prestação de contas ordinária constituirá fato impeditivo da imposição de multa ou débito em outros processos nos quais constem como responsáveis os mesmos gestores (negrito meu). O Acórdão.897/2003-P refere-se a uma auditoria, modalidade de processo diferente de tomada ou prestação de contas ordinária, razão pela qual não se aplica, in casu, a preclusão consumativa. Ademais, no voto condutor do Acórdão.897/2003-P, o ministro-relator do pedido de reexame destacou que o provimento daquele recurso não infere a regularidade da aplicação dos recursos conveniados, mas apenas que o recorrente conseguiu elidir parcialmente as irregularidades em comento naquela oportunidade,... o que não obstaculiza, obviamente, futuros posicionamentos desta Corte de Contas no sentido de ocorrência de desvio de recursos, caso fique comprovado, por exemplo, na aludida TCE, que os livros... não tenham sido entregues, ou, ainda, na hipótese de que fique comprovado que a mencionada licitação tenha sido forjada ou esteja eivada de outra irregularidade que a macule irreversivelmente. 0.A peça embargante menciona que os votos condutores do Acórdão embargado não analisam todos os argumentos trazidos no recurso de reconsideração, nos memoriais e na sustentação oral, o que constituiria cerceamento de defesa, conforme Acórdão STF no MS nº Todavia, não informa quais seriam esses argumentos, razão pela qual não há como concluir pela ocorrência de omissão ou de obscuridade do Acórdão embargado no tocante a esse ponto.

118 8 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005.As contas não foram consideradas irregulares devido à falsidade documental, mas devido à não-comprovação de correspondência entre o pagamento efetuado à empresa Alves e Lima Ltda e o acervo disponível na biblioteca. A suspeita de fraude nos documentos apresentados constituiu apenas um indício que corroborou a análise, mas não foi o ponto fulcral da apenação do responsável. 2.O último ponto dos embargos é a alegação de que seria incoerente "condenar o gestor, por um débito, cujo valor o julgador reconhece que foi pago ao fornecedor dos livros existentes na Biblioteca. De fato, admiti no voto embargado e reafirmo que estou convencido da existência dos livros na biblioteca de Alto Paraíso e estou seguro de que foi efetuado pagamento à empresa Alves e Lima Ltda. O que questionei no meu voto, posicionamento que também mantenho agora, é que não ficou demonstrado o nexo entre o objeto supostamente licitado e entregue e aquele existente no município. Ante o exposto, VOTO no sentido de que o Tribunal adote a deliberação que ora submeto ao Colegiado. TCU, Sala das Sessões Ministro Luciano Brandão Alves de Souza, em 03 de março de UBIRATAN AGUIAR Ministro-Relator ACÓRDÃO Nº 228/2005-TCU-2ª Câmara. Processo TC-0.452/ (c/ 8 volumes) 2. Grupo II - Classe I - Embargos de Declaração 3. Responsável: Jair Pereira Barbosa (CPF nº ) 4. Entidade: Município de Alto Paraíso/GO 5. Relator: MINISTRO UBIRATAN AGUIAR 5.. Relator da deliberação recorrida: MINISTRO UBIRA- TAN AGUIAR 6. Representante do Ministério Público: não atuou 7. Unidade Técnica: não atuou 8. Advogado constituído nos autos: Sebastião Baptista Affonso (OAB/DF 788) 9. Acórdão: VISTOS, relatados e discutidos estes autos de Embargos de Declaração opostos ao Acórdão 2.302/2004-2ª Câmara, que negou provimento ao recurso de reconsideração impetrado contra o Acórdão.70/2003-2ª Câmara, mediante os quais o Tribunal julgou irregular a Tomada de Contas Especial de responsabilidade de Jair Pereira Barbosa, ex-prefeito Municipal de Alto Paraíso/GO. ACORDAM os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da 2ª Câmara, diante das razões expostas pelo Relator, com fulcro nos arts. 3, 32 e 34 da Lei n.º 8.443/92 c/c os arts. 277 e 287 do Regimento Interno/TCU, em: 9.. conhecer dos presentes Embargos de Declaração, por preencher os requisitos de admissibilidade, para, no mérito, negarlhes provimento, mantendo-se inalterado o teor do Acórdão 2.302/2004-2ª Câmara; 9.2. dar ciência desta decisão ao interessado, bem como do Relatório e Voto que a fundamentam. 0. Ata nº 7/2005-2ª Câmara. Data da Sessão: 3/3/ Ordinária 2. Especificação do quórum: 2.. Ministros presentes: Benjamin Zymler (na Presidência), Ubiratan Aguiar (Relator) e o Ministro-Substituto Marcos Bemquerer Costa. BENJAMIN ZYMLER na Presidência UBIRATAN AGUIAR Ministro-Relator Fui presente: MARINUS EDUARDO DE VRIES MARSICO Procurador GRUPO I - CLASSE I - 2ª Câmara TC / c/ 04 volumes Natureza: Recurso de Reconsideração Órgão: Delegacia de Administração do Ministério da Fazenda em São Paulo Responsáveis: Álvaro Luz Franco Pinto (CPF nº ) e Carlos Eduardo Sales (CPF nº ) Advogado constituído nos autos: não há Sumário: Recurso de Reconsideração contra o Acórdão n.º.59/2003-tcu-2 a Câmara que julgou irregulares as contas dos responsáveis e lhes aplicou multa por descumprimento de determinação desta Corte. Conhecimento. Negativa de Provimento. Mantença do Acórdão recorrido. R E L AT Ó R I O Adoto como relatório a instrução lavrada no âmbito da Secretaria de Recursos que recebeu a chancela do diretor e do titular da Unidade Técnica. Cuida-se de Recursos de Reconsideração impetrados por Álvaro Luz Franco Pinto e Carlos Eduardo Sales contra o Acórdão n..59/ TCU - 2 a Câmara (fls. 564, Volume 2 do Principal), que julgou irregulares as Contas da Delegacia de Administração do Ministério da Fazenda em São Paulo (DAMF/SP), referentes ao exercício de 2000, e aplicou-lhes, individualmente, a multa prevista no art. 58, o, da Lei n /92, no valor de R$ 6.000,00 (seis mil re a i s ). HISTÓRICO 2. No julgamento das Contas do exercício de 998 da Delegacia de Administração do Ministério da Fazenda em São Paulo (Relação 45/999 - Gab. do Min. Marcos Vilaça - Primeira Câmara - Sessão de 26/0/999), foram feitas determinações à entidade para que planejasse os procedimentos licitatórios com prazo suficiente para encerrá-los antes do término dos contratos vigentes, principalmente aqueles referentes a serviços continuados, e elaborasse criteriosamente editais de licitação, com o fim de reduzir as possibilidades de impugnação. 3. Nas Contas da entidade relativas ao exercício de 999 (TC n o / fls. 442/460 - Volume 2 do Principal - item a ) ficou consignado a desobediência à determinação do Tribunal em razão da celebração do 0 o Termo Aditivo ao contrato com a empresa SGE - Serviços Gerais de Engenharia Ltda. (Concorrência DAMF/SP n o 004/94 - fls. 04/05 do Principal), com utilização da faculdade prevista no 4 o do art. 57 da Lei n /93. O assunto foi trazido à consideração nas presentes Contas pelo fato de que o ofício de comunicação da deliberação referente às Contas de 998 datava de 7/2/999 e a assinatura do aditivo ocorreu em 02/05/ Como resultado da Concorrência n o 004/95 (fls. 52/68 - Principal), foi firmado contrato, em , com a empresa Tejofran de Saneamento e Serviços Gerais Ltda., com o objetivo de prestação de serviços de conservação e limpeza, desinsetização e desratização nos edifícios em que se encontravam instalados os órgãos do Ministério da Fazenda no Estado de São Paulo, nos prédios da Ditop/Café e da Advocacia-Geral da União, pelo prazo de vinte e quatro meses (fls. 4/50 - Principal). 5.Esse contrato sofreu sucessivas prorrogações e alterações nos exercícios subseqüentes (fls. 69/208). 6.No exercício de 2000, em virtude dos percalços de Concorrência n. 003/2000, aberta em 30//2000, o contrato foi prorrogado pelo período de 0/2 a 3/2 daquele exercício (fls Volume do Principal, 08 e 0 - Principal), com fundamento no 4 o do art. 57 da Lei n /93. Outro contrato, firmado com a empresa Brasanitas Empresa Brasileira de Saneamento e Comércio Ltda., também resultante da Concorrência n. 004/95 (fls. 5 - Principal), foi prorrogado, naquele exercício e com o mesmo fundamento, pelo período de 0/2/2000 a 3/2/2000 (fls Volume do Principal, 07 e 09 - Principal). 7.Ainda no exercício de 2000, o contrato decorrente da Concorrência n. 004/94, firmado com a empresa SGE - Serviços Gerais de Engenharia Ltda., também foi prorrogado com fundamento no 4 o do art. 57 da Lei n /93, pelo período de 0/0 a 30/04/200 (fls Volume do Principal e Volume 2 do Principal). 8.O Exmo. Sr. Ministro-Relator Benjamin Zymler, no Voto conducente ao Acórdão recorrido, considerou que o exame levado a efeito pela Unidade Técnico-Executiva indica que as sucessivas impropriedades encontradas nos procedimentos licitatórios (falhas nos editais, repetidas impugnações e atraso no julgamento) decorreram de falta de planejamento adequado e levaram a prorrogações indevidas nos contratos, sem previsão editalícia e ferindo o princípio da vinculação ao instrumento convocatório, e geraram a necessidade de contratações emergenciais. 9.As irregularidades que foram objeto de determinação no julgamento das Contas de 998 foram identificadas e objeto de audiência nas Contas de 999. Com razões de justificativa rejeitadas, foram trazidas aos presentes autos e a análise foi acolhida pelo Relator. Diante nas novas ocorrências de descumprimento da determinação, ocorridas no final do exercício de 2000, justificou-se o julgamento pela irregularidade das Contas com fundamento no o do art. 6 da Lei n /92 e a aplicação da multa prevista o de seu art. 58. ADMISSIBILIDADE 0. O exame preliminar de admissibilidade (fls. 2 - Vol. 3 e 9 - Vol. 4), ratificado às fls. - Anexo 2 pelo Exmo. Ministro-Relator Ubiratan Aguiar, conclui pelo conhecimento dos recursos, eis que preenchidos os requisitos processuais aplicáveis à espécie. M É R I TO. O Sr. Álvaro Luz Franco Pinto sustenta que, quando foi prolatado o Acórdão n. 203/ TCU - Plenário (29/05/2002), não era mais responsável pela Delegacia de Administração do Ministério da Fazenda em São Paulo, pois encontrava-se afastado do cargo em virtude da Ação Civil Pública n , instaurada para apurar fatos relativos a fraude que teria ocorrido na Divisão de Inativos e Pensionistas do órgão. Como não exercia nenhuma função nessa situação, deveria ser melhor analisada sua responsabilidade pelo descumprimento das determinações expedidas por meio daquela deliberação e também mediante o Acórdão n..59/ TCU - 2 a Câmara (/09/2003). 2. Segundo ele, todas as prorrogações contratuais foram baseadas em pareceres jurídicos da Procuradoria da Fazenda Nacional em São Paulo. Como tais pareceres são requisito de validade para os atos administrativos enumerados no parágrafo único do art. 38 da Lei n /93, não deve prosperar o argumento de que tenham caráter meramente consultivo. Era função do Gerente de Recursos Logísticos do órgão decidir pela prorrogação contratual. Realizado juízo de conveniência, impunha-se, então, que ele ratificasse o ato após a emissão do parecer jurídico da Procuradoria da Fazenda Nacional, a não ser que houvesse indício de irregularidade ou antieconomicidade, o que não ocorreu no caso. Por fim, argumenta que se não tivesse ratificado os atos de prorrogação diante da existência de pareceres jurídicos favoráveis, poderia ter praticado crime de prevaricação. 3. Prosseguiu afirmando que nunca firmou nem ratificou, com fundamento no inciso IV do art. 24 da Lei n /93, contratos emergenciais relativos aos serviços de natureza continuada em tela. Diante da incidência do parágrafo único do art. 38 dessa Lei, agiu com respaldo em pareceres jurídicos. Não poderia, portanto, ser responsabilizado, pois agiu de boa-fé diante de atos vinculados aparentemente revestidos de legalidade, que exigiam apenas ratificações. 4. Por fim, o responsável ataca o problema, também analisado nos autos, relativo à diferença significativa entre os percentuais de repactuação, no exercício de 998, dos contratos firmados com as empresas Tejofran e Brasanitas. 5. O Sr. Carlos Eduardo Sales, após tecer algumas considerações preliminares sobre as conseqüências de ter suas Contas julgadas irregulares pelo Tribunal, inclusive na esfera criminal, sustenta que não poderia ser responsabilizado em razão do fato de que não há ato irregular sem lei anterior que assim o considere. 6. Prossegue afirmando que os atos administrativos em questão, após serem submetidos ao departamento sob sua responsabilidade, a Gerência de Recursos Logísticos - GRL/GRA/SP, eram redirecionados para a Divisão de Suprimentos - DISUP, sob a chefia do Sr. Alexandre Ramos Albuquerque, que informou que os contratos em questão não haviam expirado e foram prorrogados legalmente ao abrigo do 4o do art. 57 da Lei n / Concordando com a afirmação exposta no Relatório conducente ao Acórdão recorrido, de que houve considerável lapso de tempo entre a abertura da Concorrência n. 003/2000 e o início dos procedimentos licitatórios, o responsável sustenta que o Presidente da Comissão de Licitação, Sr. Alexandre Ramos Albuquerque não estava submetido ao departamento que chefiava, mas encontrava-se hierarquicamente subordinado ao Delegado Titular, Sr. Álvaro Luz Franco Pinto. Embora os serviços de conservação e limpeza em tela estivessem vinculados ao seu departamento, sua função consistia em manter informado o Delegado Titular, para que adotasse as medidas para solução dos problemas, com vistas ao bom desenvolvimento dos serviços contratados. Afirmando que o Sr. Alexandre Ramos Albuquerque era o verdadeiro responsável pelo andamento dos procedimentos licitatórios e que, portanto deveria prestar os esclarecimentos devidos, aduziu que o fato, reportado nos autos, de que a Comissão de Licitação somente veio a assumir os trabalhos da concorrência em 7/09/200, decorreu da substituição do Presidente da Comissão de Licitação, Sr. Alexandre, pelo Sr. Eduardo Boccia. 8. Em seguida, ressaltou o responsável que havia um Plano de Trabalho aprovado em 2/09/998 para contratação de serviços de conservação e limpeza que estavam sendo executados sob a égide dos contratos decorrentes da Concorrência n. 004/95. Entretanto, conforme justificado no Ofício n. 022/2002-DISUP/GRL/GRA/SP (fls. 28/29 - Principal), de lavra do Sr. Alexandre Ramos Albuquerque, não havia tempo para realização e encerramento do certame licitatório, o que condicionou novamente a prorrogação legalmente prevista do prazo de validade do contrato. A atribuição de elaboração do edital de licitação seria do responsável pela Divisão de Suprimentos - DISUP, Sr. Alexandre Ramos Albuquerque. 9. Sustenta que é falsa a afirmação constante nos autos e reproduzida no Relatório conducente à deliberação recorrida, de que as prorrogações irregulares desobedeceram ao disposto no 4o do art. 57 da Lei n /93, no sentido de que não existiria, nos processos analisados, autorização fornecida por autoridade superior. Segundo ele, tal documento consta às fls do autos do processo n / A autoridade superior seria a Procuradoria da Fazenda Nacional. 20. Em seguida, aduz algumas considerações sobre fatos, constantes nos autos, relativos a exercícios posteriores a Reporta-se também à verificação, constante nos autos, de que ele emitira atestado de capacidade técnica (item c - fls Volume 2 do Principal) para a empresa Tejofran, embora esta empresa estivesse sofrendo penalidade de advertência em virtude da insatisfatória execução dos serviços prestados. Segundo o responsável, a aplicação da penalidade ocorreu em 05/04/2000, mediante a expedição do Ofício n. 072/00-GESER/DAMF/SP. Entretanto, providências imediatas foram adotadas pela empresa para restabelecer a normalidade das obrigações. O atestado de capacidade técnica, segundo ele, foi emitido em 2/04/2000, em data posterior à regularização dos fatos indicados na penalidade. 22. Após reportar-se a ocorrências do exercício de 998, menciona algumas verificações relativas ao problema, analisado nos autos, relativo à diferença significativa entre os percentuais de repactuação, também no exercício de 998, dos contratos firmados com as empresas Tejofran e Brasanitas. 23. Por fim, afirma que não violou a legislação, pois atuava apenas como substituto eventual, nas ausências legais do gestor titular, e sustenta que nunca agiu de má-fé, mas com prudência e cautela. ANÁLISE 24. O primeiro argumento do Sr. Álvaro Luz Franco Pinto não procede, pois a irregularidade em questão, consistente na reincidência do descumprimento à determinação do Tribunal, prolatada em 26/0/999 por ocasião do julgamento da Contas de 998, ocorreu no exercício de Portanto, nenhuma influência possui o fato de que ele estivesse afastado do cargo em exercícios posteriores. 25. O posicionamento desta Corte admite que não é pertinente a responsabilização de administrador que age sob o entendimento de parecer jurídico. Entretanto, para tal posicionamento, devem ser examinadas as circunstâncias de cada caso, para verificar se o parecer está devidamente fundamentado, se defende tese aceitável e se está alicerçado em lição de doutrina ou de jurisprudência ( Acórdãos nos 374/99-TCU-a Câmara, in Ata no 36/99; 45/2000- TCU-a Câmara, in Ata no 36/2000; 475/200-TCU-a Câmara, in Ata no 27/200; Decisões nos 289/96-TCU-Plenário, in Ata no 9/96; 728/98-TCU-Plenário, in Ata no 43/98; 074/97-TCU-Plenário, in Ata no 06/97; e 240/200-TCU-a Câmara, in Ata no 27/200). 25. Embora os pareceres referentes às prorrogações em questão não constem nos autos, não é aceitável a tese de que, diante de determinações claras deste Tribunal, prolatadas ainda no exer-

119 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN cício de 999, os responsáveis não tenham realizado as licitações devidas em um período de mais de um ano e prorrogado os contratos vigentes, com fundamento no 4o do art. 57 da Lei n /93, já no final do exercício de Deve-se mencionar que a Concorrência n. 003/2000, para contratação dos serviços objeto dos contratos prorrogados, somente foi aberta em 30// Por fim, as questões relativas ao exercício de 998 não dizem respeito aos fundamentos da deliberação recorrida. 27. Quanto às justificativas do Sr. Carlos Eduardo Sales, devemos relembrar o princípio da independência das instâncias, que confere ao processo administrativo do Tribunal rito próprio e independente, independente de outras esferas administrativas ou judiciais. 28. A irregularidade imputada ao responsável é decorrente da Lei n /92 e da determinação prolatada, em 26/0/999, por ocasião do julgamento das Contas da entidade referentes ao exercício de 998. Portanto, são situações anteriores aos atos inquinados. 29. Em suas justificativas, encontra-se a afirmação de que os contratos em tela não haviam expirado e foram prorrogados legalmente ao abrigo do 4o do art. 57 da Lei n /93. Embora essas afirmações sejam corretas, as determinações do Tribunal eram claras quanto à exigência de um maior planejamento dos procedimentos licitatórios do órgão, de forma que as novas licitações fossem finalizadas antes do término dos contratos vigentes. Não foi o que aconteceu no caso em questão, pois a Concorrência n. 003/2000, aberta em 30//2000, não foi finalizada no exercício de Para evitar a descontinuidade dos serviços, o órgão utilizou-se, por três vezes, da possibilidade prevista no 4o do art. 57 da Lei no 8.666/93, que deveria ser reservada para situações de excepcionalidade. 30. Embora o Sr. Carlos tenha afirmado que a responsabilidade pelos procedimentos licitatórios era de outro setor, a Divisão de Suprimentos - DISUP, sob a chefia do Sr. Alexandre Ramos Albuquerque, todos os documentos relativos às prorrogações foram por ele assinados e aprovados (fls. 379 e Volume do Principal, 07 e 08 - Principal, Volume 2 do Principal), na função de Gerente de Serviços - DAMF/SP, comprovando sua efetiva participação nos referidos certames. 3. No Ofício 022/2002-DISUP/GRL/GRA/SP (fls. 28/29 - Principal), menciona-se que não havia prazo para realização e encerramento de certame licitatório, no exercício de 998, embora houvesse Plano de Trabalho aprovado. Vê-se que esse incidente refere-se a exercício pretérito e nada diz respeito às prorrogações irregulares no exercício de O prazo de cerca de dois anos após a verificação da necessidade de prorrogação do contrato (998 a 2000) seria suficiente, por outro lado, para o conclusão de nova licitação. 32. O responsável não encaminhou ao Tribunal o documento referente à autorização fornecida por autoridade superior para as prorrogações com base no disposto no 4o do art. 57 da Lei n /93. Mesmo se considerarmos a existência desse documento, tal fato não afasta a irregularidade em questão, consistente na reincidência no descumprimento a deliberação do Tribunal. 33. O Sr. Carlos sustenta ainda que, embora tenha emitido atestado de capacidade técnica para a empresa Tejofran enquanto ela sofria penalidade de advertência, esse fato ocorreu após a regularização da prestação dos serviços. A emissão desse atestado, segundo o Diretor Técnico da 2a Divisão da Secex/SP (fls. 549/550 - Volume 2 do Principal), deveria contribuir para o julgamento das Contas pela irregularidade. Entretanto, o Ministro-Relator não levou essa verificação em consideração e as Contas foram julgadas irregulares com base, unicamente, na reincidência do descumprimento de determinação do Tribunal. 34. Embora o responsável afirme que agia apenas como substituto eventual, nas ausências legais do gestor titular, esse fato não pode contribuir para mitigar sua responsabilidade, pois, conforme já analisado, diversos documentos comprovam que ele aprovou, como Gerente de Serviços - DAMF/SP, as prorrogações irre g u l a re s. 35. Por fim, as questões relativas a outros exercícios, que não o de 2000, não dizem respeito aos fundamentos da deliberação re c o r r i d a. CONCLUSÃO 36. Como assinalado, os recorrentes não lograram elidir a irregularidade consistente na reincidência do descumprimento de deliberação do Tribunal quando das prorrogações de contratos, no exercício de 2000, com base no 4o do art. 57 da Lei n / Ante o exposto, encaminhamos os autos à consideração superior, propondo ao Tribunal que: a) conheça dos presentes Recursos de Reconsideração, nos termos do art. 33 da Lei n /92, para, no mérito, negar-lhes p ro v i m e n t o ; b) dê ciência aos recorrentes e ao órgão da deliberação que vier a ser tomada. 2.O representante do Ministério Público manifesta-se de acordo com a proposta feita pela Secretaria de Recursos. É o relatório. V O TO Os recorrentes tiveram suas contas julgadas irregulares e foram multados mediante o Acórdão n.º.59/2003-tcu-2 a Câmara em razão da comprovada reincidência no descumprimento de determinação do Tribunal por ocasião do julgamento das contas da Delegacia de Administração do Ministério da Fazenda relativas ao exercício de 998 (Relação n.º 45/999 - a Câmara, inserida na Ata n.º 37/999, Sessão de 26/0/999, Relator: Ministro Marcos Vinicios Vi l a ç a ). 2.Na deliberação referente às contas de 998, foi determinado à entidade que planejasse seus procedimentos licitatórios com prazo suficiente para encerrá-los antes do término dos contratos vigentes, principalmente aqueles referentes a serviços continuados, entre outras determinações. 3.Embora a Unidade Gestora houvesse sido informada do teor do decisum em fins de 999, em 02/05/2000 o Sr. Carlos Eduardo Sales o descumpriu ao endossar a celebração do 0 o Termo Aditivo ao contrato com a empresa SGE - Serviços Gerais de Engenharia Ltda., fls , v.p. 4.Em 30//2000, ambos os responsáveis manifestaram sua concordância na prorrogação do contrato firmado com a empresa Tejofran de Saneamento e Serviços Gerais Ltda, decorrente da Concorrência n.º 004/95, com fundamento no 4 o do art. 57 da Lei n.º 8.666/993, caracterizando a reincidência no descumprimento do Acórdão relativo às contas da Unidade de 998, fls. 380, v.. Outros eventos que caracterizam repetição na falta estão devidamente descritos na instrução da Secretaria de Recursos, com evidências bastantes juntadas aos autos. 5.A clareza dos motivos que fundamentaram a edição da irregularidade das contas e a aplicação de multa não foram obscurecidas pelos recursos impetrados. A análise tecida pela Secretaria de Recursos é suficientemente clara e precisa para afastar a receptividade aos argumentos colacionados pelos recorrentes, dispensando maiores considerações. 6.Considerando a ausência de novos elementos, capazes de justificar a reiterada inobservância a deliberação do Tribunal, consistentes na adoção de prorrogações de contratos administrativos no final do exercício de 2000, com fundamento no 4 o do art. 57 da Lei n.º 8.666/993, alinho-me ao entendimento firmado pelo Ministério Público, endosso a linha argumentativa da Unidade Técnica e rejeito os argumentos aduzidos pelos responsáveis, mantendo inalterado o Acórdão impugnado. Ante o exposto, VOTO no sentido de que o Tribunal adote a deliberação que ora submeto ao Colegiado. TCU, Sala das Sessões Ministro Luciano Brandão Alves de Souza, em 03 de março de UBIRATAN AGUIAR Ministro-Relator ACÓRDÃO Nº 229/2005-TCU-2ª Câmara. Processo TC / c/ 04 volumes 2. Grupo I - Classe I - Recurso de Reconsideração 3. Responsáveis: Álvaro Luz Franco Pinto (CPF nº ) e Carlos Eduardo Sales (CPF nº ) 4. Órgão: Delegacia de Administração do Ministério da Fazenda em São Paulo 5. Relator: MINISTRO UBIRATAN AGUIAR 5.. Relator da deliberação recorrida: MINISTRO BENJA- MIN ZYMLER 6. Representante do Ministério Público: Subprocurador-Geral Paulo Soares Bugarin 7. Unidades Técnicas: SECEX/SP e SERUR 8. Advogado constituído nos autos: não houve 9. Acórdão: VISTOS, relatados e discutidos estes autos de Recurso de Reconsideração de responsabilidade dos Srs. Álvaro Luz Franco Pinto e Carlos Eduardo Sales, respectivamente, ex-ordenador de despesas e ex-ordenador de despesas substituto da Delegacia de Administração do Ministério da Fazenda em São Paulo à época dos fatos, contra o Acórdão n.º.59/2003-tcu-2 a Câmara que lhes julgou irregulares as contas e lhes aplicou a multa prevista no art. 58, o, da Lei n.º 8.443/992, em vista de comprovada reincidência no cumprimento de determinação expedida por este Tribunal. ACORDAM os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da 2ª Câmara, diante das razões expostas pelo Relator, com fulcro nos arts. 3, 32, 33 e 48 da Lei n.º 8.443/992 c/c os arts. 277 e 285 do Regimento Interno do TCU, em: 9.. conhecer dos recursos de reconsideração interpostos pelos Srs. Álvaro Luz Franco Pinto e Carlos Eduardo Sales contra o Acórdão n.º.59/2003, proferido pela 2ª Câmara na Sessão de /09/2003, conforme Ata nº 34/2003, para no mérito negar-lhes provimento, mantendo inalterado o Acórdão recorrido; 9.2. dar ciência do presente Acórdão, bem como do Relatório e Voto que o fundamentam, aos recorrentes. 0. Ata nº 7/2005-2ª Câmara. Data da Sessão: 3/3/ Ordinária 2. Especificação do quórum: 2.. Ministros presentes: Benjamin Zymler (na Presidência), Ubiratan Aguiar (Relator) e o Ministro-Substituto Marcos Bemquerer Costa. BENJAMIN ZYMLER na Presidência UBIRATAN AGUIAR Ministro-Relator Fui presente: MARINUS EDUARDO DE VRIES MARSICO Procurador Grupo II - Classe - I - 2ª Câmara TC /2004- Natureza: Embargos de Declaração Entidade: Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro (CRC-RJ) Interessados: Conselho Regional de Farmácia do Estado do Rio Grande do Norte (CRF-RN) e Conselho Regional de Farmácia dos Estados do Pará e Amapá Sumário: Auditoria realizada no Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro. Verificação de irregularidades. Determinação ao CRC-RJ que rescinda os contratos de pessoal irregularmente contratado a partir de Interposição de embargos de declaração. Conhecimento. Inexistência de omissão, obscuridade ou contradição. Rejeição. Remessa do feito ao Presidente do Colegiado para sorteio de Relator, em virtude da interposição de Pedido de Reexame. Ciência a diversas entidades. Advogado Constituído: Dr. Antonio César Cavalcanti Júnior (OAB/DF 67-A e OAB/RN 2268). Versa a espécie sobre Embargos de Declaração opostos pelo Conselho Regional de Farmácia do Estado do Rio Grande do Norte e pelo Conselho Regional de Farmácia dos Estados do Pará e Amapá contra o Acórdão nº.22/2004-2ª Câmara - TCU. Originalmente, os presentes autos tratavam de auditoria realizada no Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro, com o objetivo de verificar a realização de despesas estranhas às finalidades desse Conselho. Por intermédio do item.4 do mencionado decisum, foi feita a seguinte determinação ao CRC-RJ:.4 - não admita pessoal sem a realização de prévio concurso público, ante o disposto no art. 37, II, da Constituição Federal e na Súmula 23 de jurisprudência deste Tribunal, adotando medidas para a rescisão dos contratos ilegalmente firmados a partir de 8/05/200, data da publicação no Diário da Justiça do julgamento do mérito do Mandado de Segurança n.º TC n.º / (ACÓRDÃO Nº 34/ TCU - Plenário); Ainda em sede do mesmo decisum, foi determinado aos demais conselhos federais (item 3) que: comuniquem aos seus Regionais o entendimento do Supremo Tribunal Federal- STF por ocasião do julgamento do Mandado de Segurança n.º e da ADIN n.º 77/DF, cuja eficácia deu-se com a sua publicação no Diário de Justiça em 8/05/200 e 28/03/2003, respectivamente; nesta assentada o STF se pronunciou, em definitivo, pela natureza autárquica dos referidos conselhos e pela procedência da Ação, declarando a inconstitucionalidade do art. 58, caput e seus parágrafos, da Lei Federal n.º 9.649/998, ficando assim obrigatória a realização de concurso público para admissão de pessoal, ainda que de modo simplificado (Acórdãos TCU n os. 720/2003 e 34/2004, ambos de Plenário), informando a este Tribunal, no prazo de 80 (cento e oitenta) dias, as medidas adotadas pelo Conselho Federal e Regionais para a rescisão dos contratos ilegalmente firmados a partir de 8/05/200, data da publicação no Diário da Justiça do julgamento do mérito do Mandado de Segurança n.º (TC n.º /2002-4). Irresignado com o Acórdão retrocitado, o CRF-RN e o Conselho Regional de Farmácia dos Estados do Pará e Amapá opuseram Embargos de Declaração que podem assim ser sintetizados: a) o mencionado Acórdão tem sua motivação no julgado do MS /RJ e Adin 77-6/DF, de lavra do Supremo Tribunal Federal ; b) O Conselho Federal de Farmácia fez interpor RECLA- MAÇÃO sob nº 2886, perante o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, questionando a aplicação por esse Tribunal de Contas da União do julgado do MS 2.797/RJ, que tem partes esse Tribunal e o Conselho Federal de Odontologia, não podendo se aplicar decisão em que a parte sequer pode aduzir sua defesa ; c) não é razoável a determinação no sentido de se rescindir contratos de trabalho, uma vez que não existe lei federal sobre os empregos públicos ds Conselho de Profissões Regulamentadas; d) solicitou que a Reclamação nº 2886/2004 formulada junto ao Supremo Tribunal Federal integre os embargos de declaração opostos; d) Demitir empregados sem razoabilidade pode geral a ocorrência do factum principis, ou seja, poderá gerar a transferência ao Estado do ônus dessas rescisões, o que causará grave prejuízo à União. Por fim, solicitaram efeitos modificativos aos embargos de declarações opostos, a fim de que fosse considerada legal a investidura dos empregados do CRF-RN, não havendo como rescindir por ato de terceiros os contratos de trabalhos bilaterais entre a autarquia e seus empregados. É o Relatório. V O TO Embora o Conselho Regional de Farmácia do Estado do Rio Grande do Norte e o Conselho Regional de Farmácia dos Estados do Pará e Amapá não tenham integrado a relação processual quando da prolação do Acórdão nº.22/2004-2ª Câmara - TCU, entendo devam ser conhecidos os presentes Embargos de Declaração, uma vez que a determinação inserida no item 3 desse Acórdão repercute nesses Conselhos. Dessa forma, deve ser analisado seu mérito. Registro, inicialmente, que as peças encaminhadas possuem idêntico teor e mesmo causídico, motivo por que serão analisadas em conjunto.

120 20 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 <!ID > Se dúvidas havia acerca da natureza jurídica dos conselhos de entidades fiscalizadoras de profissões regulamentadas, o Supremo Tribunal Federal pacificou entendimento no sentido de que possuem natureza autárquica, inclusive como reconhecido pelo próprio embargante, quando assevera que (...) não havendo como rescindir por ato de terceiros os contratos de trabalhos bilaterais entre a a u t a rq u i a e seus empregados - grifei (fl. 4, v. 5). Uma vez definida a natureza autárquica, ficou consolidado o entendimento de que o acesso aos empregos dessas entidades ocorreria por meio de concurso público, ainda que de forma simplificada. Restava, contudo, definir a data a partir da qual seriam consideradas irregulares as contratações sem a competente realização de concurso público. Ocorre que o TCU considerou serem ilegais as contratações realizadas por esses conselhos sem concurso público a partir de , data da publicação no Diário da Justiça do julgamento do mérito do Mandado de Segurança nº (TC /2002-4). Assim sendo, são consideradas irregulares as contratações realizadas pelos conselhos de entidades fiscalizadoras de profissões regulamentadas sem a observância da realização de concurso público a partir de , conforme jurisprudência pacificada nesta Corte de Contas. Feitas essas considerações, passo a analisar os argumentos colacionados pelo Conselho Regional de Farmácia do Estado do Rio Grande do Norte e pelo Conselho Regional de Farmácia dos Estados do Pará e Amapá em sede dos Embargos de Declaração em análise. Ao TCU compete proceder à fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial das entidades da administração indireta, nos termos do art. º, I e II da Lei nº 8.443/92. Considerando a natureza autárquica do CRF-RN, resta caracterizada a competência para o TCU fiscalizar as admissões de pessoal procedidas por esses conselhos, motivo por que não subsiste o argumento de que inexiste lei federal sobre os empregos públicos dos conselhos de Profissões Regulamentadas. Deve-se repisar o entendimento firmado pelo STF que definiu a natureza autárquica dessas entidades. A decisão do STF possui efeito erga omnes quanto a esse entendimento, o que implica dizer que deve ser observado pelo CRF-RN e demais Conselhos. A Reclamação mencionada pelo embargante não obsta o TCU determinar a observância do entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal. Não há falar em factum principis que implique ônus aos cofres da União, como mencionado pelos embargantes. A teoria do fato do príncipe refere-se à álea econômica, a qual impõe ao poder concedente o dever de indenizar o concessionário, quando, por ato próprio, desequilibrar a equação econômico-financeira da concessão em prejuízo para o concessionário. No caso concreto, compete ao Tribunal de Contas da União verificar se a admissão de pessoal dos conselhos foi precedida de concurso público, conforme determina a Constituição Federal, nos termos do entendimento já firmado pelo STF, sem que haja repercussão financeira para os cofres da União. Dessa forma, uma vez que os argumentos apresentados pelo Conselho Regional de Farmácia no Estado do Rio Grande do Norte não demonstraram obscuridade, omissão ou contradição no Acórdão atacado, devem ser rejeitados os presentes Embargos de Declaração, devendo-se dar ciência aos embargantes da Decisão a ser proferida pelo Colegiado. Consigno que, por meio do Ofício nº 927/2004- PRU/RJ/ADM - MM, A Sra. Mariana Moreira e Silva, Advogada da União, solicitou informações sobre estes autos, a fim de defender interesses das União, devidamente acolhida por meio do Ofício nº /2005, de meu Gabinete. Após analisar o mérito dos embargos de declaração opostos, deve-se registrar que vários documentos de diversos conselhos foram juntados, motivo por que passo a analisá-los. Foi interposto Pedido de Reexame contra o Acórdão nº.22/2004-2ª Câmara-TCU pelas seguintes entidades: Conselho Federal de Administração, Conselho Regional de Odontologia do Pará, Conselho Regional de Odontologia do Rio de Janeiro, Conselho Federal de Odontologia, Conselho Regional de Odontologia do Estado do Amazonas, Conselho Regional de Odontologia do Estado do Amapá, Conselho Regional de Odontologia de Rondônia, Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado do Amazonas. Quanto a esses Pedidos de Reexame, entendo devam ser encaminhados à Presidência deste Colegiado, a fim de que seja sorteado Relator. As seguintes entidades solicitaram certidão com efeito suspensivo do feito, em virtude da interposição de Pedido de Reexame: Conselho Federal dos Representantes Comerciais (CONFERE), Conselho Regional de Odontologia do Pará, Sindicato dos Empregados em Conselhos e Ordens de Fiscalização Profissional e Entidades Coligadas e Afins do Distrito Federal (SINDECOF). Após a manifestação do Relator ad quem, em considerando a admissibilidade dos Pedidos de Reexame interpostos, devem os autos ser encaminhados à Secretaria de Recursos para a expedição das certidões solicitadas, caso o Relator ad quem conheça dos recursos interpostos. O Conselho Federal dos Representantes Comerciais (CON- FERE) solicitou cópia e vistas dos presentes autos, pleito que deve ser atendido pela SERUR, após sorteio do Relator dos Pedidos de Reexame interpostos, segundo entendimento do Relator ad quem. Quanto à solicitação formulada pelo Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia em relação à data a partir da qual deve ser observada a realização de concurso público para os empregos naquele Conselho, entendo que deva ser decidido pelo Relator ad quem, em virtude de haver-se esgotado a atuação deste Relator quando da prolação do Acórdão atacado e do Acórdão fundamentado por este Voto. O pedido de prorrogação até o final do mês de junho de 2005 para que o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo possa rescindir os contratos laborais irregulares, uma vez considerado o prazo de 80 (cento e oitenta) dias fixado para no Acórdão nº.22/2004-2ª Câmara - TCU, possui ânimo de alterar o decisum, motivo por que entendo tratar-se de Pedido de Reexame, que deve ser submetido ao Presidente deste Colegiado para sorteio de Relator, conforme acima mencionado. Ante o exposto, VOTO por que o Tribunal adote o Acórdão que ora submeto a este Colegiado. TCU, Sala das Sessões, 3 de março de BENJAMIN ZYMLER Relator ACÓRDÃO Nº 230/2005-TCU-2ª Câmara. Processo TC 00.53/ Grupo II, Classe I - Embargos de Declaração 3. Interessados: Conselho Regional de Farmácia do Estado do Rio Grande do Norte (CRF-RN) e Conselho Regional de Farmácia dos Estados do Pará e Amapá 4. Entidade: Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro (CRC-RJ) 5. Relator: Ministro Benjamin Zymler 5. Relator da Deliberação Recorrida: Ministro Benjamin Zymler 6. Representante do Ministério Público: Não atuou 7. Unidade Técnica: Não atuou 8. Advogado constituído nos autos: Dr. Antonio César Cavalcanti Júnior (OAB/DF 67-A e OAB/RN 2268) 9. Acórdão: Vistos, relatados e discutidos estes autos de Embargos de Declaração opostos pelo Conselho Regional de Farmácia do Estado do Rio Grande do Norte (CRF-RN) e pelo Conselho Regional de Farmácia dos Estados do Pará e Amapá contra o Acórdão nº.22/2004-2ª Câmara - TCU. ACORDAM os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da 2ª Câmara, ante as razões expostas pelo Relator, com supedâneo nos arts. 32 e 34 da Lei nº 8.443/92, combinado com o art. 287 do Regimento Interno do TCU, em: 9.. conhecer dos embargos de declaração opostos pelas entidades supra, para, no mérito, rejeitá-los, uma vez que não se verificaram obscuridade, omissão ou contradição no Acórdão atacado; 9.2. encaminhar os presentes autos à Secretaria-Geral das Sessões, a fim de que proceda ao sorteio de Relator, em virtude da interposição de Pedido de Reexame contra o Acórdão nº.22/2004-2ª Câmara - TCU pelo Conselho Federal de Administração, Conselho Regional de Odontologia do Rio de Janeiro, Conselho Federal de Odontologia, Conselho Regional de Odontologia do Estado do Amazonas, Conselho Regional de Odontologia do Estado do Amapá, Conselho Regional de Odontologia do Estado do Pará, Conselho Regional de Odontologia de Rondônia, Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado do Amazonas; 9.3. submeter ao Relator ad quem os pedidos formulados pelo Conselho Federal dos Representantes Comerciais, Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia, Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, Conselho Federal dos Representantes Comerciais (CONFERE), Conselho Regional de Odontologia do Pará, Sindicato dos Empregados em Conselhos e Ordens de Fiscalização Profissional e Entidades Coligadas e Afins do Distrito Federal (SIN- DECOF); 9.4. dar ciência deste Acórdão, bem como do Relatório e Voto às entidades retrocitadas. 0. Ata nº 7/2005-2ª Câmara. Data da Sessão: 3/3/ Ordinária 2. Especificação do quórum: 2.. Ministros presentes: Ubiratan Aguiar (na Presidência), Benjamin Zymler (Relator) e o Ministro-Substituto Marcos Bemquerer Costa. UBIRATAN AGUIAR na Presidência BENJAMIN ZYMLER Ministro-Relator Fui presente: MARINUS EDUARDO DE VRIES MARSICO Procurador GRUPO I - CLASSE II -2ª Câmara TC / Natureza: Tomada de Contas Especial Entidade: Município de Trairão - PA Responsável: Valdecy José de Matos, ex-prefeito (CPF nº ) Advogado: não há Sumário: Tomada de Contas Especial instaurada em virtude da não-apresentação da prestação de contas relativa ao Convênio nº 674/99, celebrado entre o Município de Trairão/PA e o Ministério da Saúde/Fundo Nacional de Saúde. Citação. Revelia. Contas irregulares e em débito o responsável. Aplicação de Multa. Remessa de cópia dos autos ao Ministério Público da União. R E L AT Ó R I O Cuidam os autos de Tomada de Contas Especial instaurada pelo Fundo Nacional de Saúde - FNS em virtude da não-apresentação da prestação de contas do valor repassado ao Município de Trairão/PA, por força do Convênio nº 674/999, celebrado entre o Município e o Ministério da Saúde/Fundo Nacional de Saúde, objetivando dar apoio financeiro para a construção de um posto de saúde e para a aquisição de materiais permanentes para equipar a unidade de saúde, visando ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde - SUS. 2.O Controle Interno atestou a irregularidade das contas do responsável, inscrevendo o nome do ex-prefeito na conta Diversos Responsáveis. O Ministro de Estado da Saúde declarou haver tomado conhecimento das conclusões exaradas pelo Controle Interno, nos termos do art. 82 do Decreto-lei nº 200/67 e no art. 52 da Lei nº 8.443/92. 3.Devidamente citado por esta Corte, o responsável não apresentou alegações de defesa tampouco recolheu a quantia que lhe foi imputada, tornando-se revel para todos os efeitos, havendo que se dar continuidade ao processo, nos termos do art. 2, 3º, da Lei nº 8.443/92. 4.Desse modo, a Unidade Técnica propôs, em pareceres uniformes, que as presentes contas fossem julgadas irregulares e em débito o responsável, nos termos do art. 6, III, a e d, e 9, caput, da Lei nº 8.443/92, condenando-o ao pagamento da quantia de R$ ,00, atualizada monetariamente e acrescida dos juros de mora, calculados a partir de 02/06/2000 até a efetiva quitação, fixando-lhe o prazo de 5 dias para que comprove o recolhimento aos cofres do Fundo Nacional de Saúde - FNS. Propôs ainda que fosse aplicada ao responsável a multa prevista no art. 57 da Lei nº 8.443/92; que fosse autorizada a cobrança judicial da dívida, nos termos do art. 28, II, da referida lei, caso não atendida a notificação e que fosse remetida cópia da documentação ao Ministério Público da União, nos termos do art. 6, 3º, da mesma lei. 5.O Representante do Ministério Público manifestou-se de acordo com a proposta formulada pela Unidade Técnica. É o relatório. V O TO Por força do Convênio nº 674/999, celebrado com o Ministério da Saúde/Fundo Nacional de Saúde, o Município de Trairão recebeu no exercício de 2000 a quantia de R$ ,00 objetivando a construção de um posto de saúde bem como a aquisição de materiais permanentes para equipá-lo. 2.Notificado pelo Fundo Nacional de Saúde a apresentar a prestação de contas dos recursos repassados pelo referido convênio, o responsável não se manifestou. Cientificado da instauração da presente tomada de contas especial, o ex-prefeito alegou, sem apresentar documentação comprobatória, que a quantia repassada foi utilizada na recuperação de estradas de acesso ao Município. Tais justificativas não foram aceitas pelo Fundo Nacional de Saúde. No âmbito desta Corte o responsável foi devidamente citado, conforme comprova o AR de fl. 79, para apresentar alegações de defesa e/ou recolher aos cofres do FNS a quantia transferida em 02/06/2000. No entanto, o ex- Prefeito não se manifestou, caracterizando-se a sua revelia. Assim, há que se dar prosseguimento ao processo, nos termos do art. 2, 3º, da Lei nº 8.443/92. 3.Assim, diante da omissão do responsável no dever de prestar contas e da não-comprovação da destinação dada ao valor recebido do FNS, acolho a proposta formulada pela Unidade Técnica, no sentido de julgar as presentes contas irregulares e em débito o responsável pela quantia de R$ ,00, fundamentando a irregularidade nas alíneas a e c do inciso III do art. 6 da Lei 8.443/92. Ante o exposto, VOTO no sentido de que o Tribunal adote a deliberação que ora submeto ao Colegiado. TCU, Sala das Sessões Ministro Luciano Brandão Alves de Souza, em 03 de março de UBIRATAN AGUIAR Ministro-Relator ACÓRDÃO Nº 232/2005-TCU-2ª Câmara. Processo TC / Grupo I - Classe II - Tomada de Contas Especial 3. Responsável: Valdecy José de Matos (CPF nº ) 4. Entidade: Município de Trairão/PA 5. Relator: MINISTRO UBIRATAN AGUIAR 6. Representante do Ministério Público: Procurador-Geral Lucas Rocha Furtado 7. Unidade Técnica: Secex/PA 8. Advogado constituído nos autos: não há 9. Acórdão: VISTOS, relatados e discutidos estes autos de Tomada de Contas Especial de responsabilidade do Sr. Valdecy José de Matos, ex-prefeito do Município de Trairão/PA, instaurada em virtude da não-apresentação da prestação de contas do Convênio nº 674/999, celebrado entre o Ministério da Saúde/Fundo Nacional de Saúde e o referido Município, objetivando dar apoio financeiro para a construção de um posto de saúde e para a aquisição de materiais permanentes para equipá-lo, visando ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde - SUS.

121 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN ACORDAM os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da 2ª Câmara, com fundamento nos arts. º, inciso I, 6, inciso III, alíneas "a" e c, da Lei n.º 8.443, de 6 de julho de 992, c/c os arts. 9 e 23, inciso III, da mesma Lei, e com os arts. º, inciso I, 209, incisos I e IV e 20, 24, inciso III do Regimento Interno, em: 9.. julgar as presentes contas irregulares e condenar o Sr. Valdecy José de Matos ao pagamento da quantia de R$ ,00 (quarenta e cinco mil reais), fixando-lhe o prazo de quinze dias, a contar da notificação, para comprovar, perante o Tribunal (art. 24, inciso III, alínea "a" do Regimento Interno), o recolhimento da dívida aos cofres do Fundo Nacional de Saúde - FNS, atualizada monetariamente e acrescida dos juros de mora calculados a partir de 02/06/2000 até a data do recolhimento, na forma prevista na legislação em vigor; 9.2. aplicar ao responsável a multa referida no art. 57 da Lei nº 8.443/92 c/c o art. 267 do Regimento Interno, no valor de R$ 6.000,00 (seis mil reais), fixando o prazo de 5 (quinze) dias, a partir da notificação, para que comprove, perante o Tribunal (art. 24, III, alínea "a" do Regimento Interno), seu recolhimento aos cofres do Tesouro Nacional, atualizado monetariamente a partir do dia seguinte ao término do prazo ora fixado, até a data do efetivo pagamento; 9.3. autorizar, desde logo, nos termos do art. 28, inciso II, da Lei n.º 8.443/92, a cobrança judicial das dívidas, caso não atendidas as notificações, na forma da legislação em vigor; 9.4. remeter cópia dos autos, bem como deste acórdão e do relatório e voto que o fundamentam, ao Ministério Público da União, nos termos do 3º do art. 6 da Lei n.º 8.443/92, c/c o 6º do art. 209 do Regimento Interno, para ajuizamento das ações cabíveis. 0. Ata nº 7/2005-2ª Câmara. Data da Sessão: 3/3/ Ordinária 2. Especificação do quórum: 2.. Ministros presentes: Benjamin Zymler (na Presidência), Ubiratan Aguiar (Relator) e o Ministro-Substituto Marcos Bemquerer Costa. BENJAMIN ZYMLER na Presidência UBIRATAN AGUIAR Ministro-Relator Fui presente: MARINUS EDUARDO DE VRIES MARSICO Procurador GRUPO: II - CLASSE II - 2ª Câmara TC nº / NATUREZA: Tomada de Contas Especial. ENTIDADE: Município de José de Freitas/PI. RESPONSÁVEIS: Ricardo Silva Camarço (CPF: ) e Construtora P. Demes Indústria, Comércio e Representações Ltda. (CNPJ /000-0). SUMÁRIO: Celebração de convênio entre Ministério do Meio Ambiente e o município de José de Freitas/PI. Inexecução de parte do objeto. Citação solidária do responsável e da empresa P. Demes Indústria Comércio e Representações Ltda. Apresentação de alegações de defesa por ambos os responsáveis. Não acatamento das defesas apresentadas. Julgamento pela irregularidade das presentes contas. Imputação de débito aos responsáveis. Aplicação a esses agentes de multa do art. 57 da Lei nº 8.443/992. Trata-se de Tomada de Contas Especial instaurada pela Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração/MMA, em decorrência de irregularidades verificadas na prestação de contas dos recursos, no valor de R$ ,00, transferidos, em 09/2/999, à Prefeitura Municipal de José de Freitas/PI, relativamente ao Convênio MMA/SRH nº 052/99, firmado entre o Ministério do Meio Ambiente, por intermédio da Secretaria de Recursos Hídricos e o referido Município, que tinha como objetivo a construção de sistemas simplificados de abastecimento de água em núcleos rurais com perfuração de poço e instalação de equipamentos e chafarizes, nas localidades de Angico, Viseu, Cadoz, Sossego, Barrocas, Caldeirão, São José, Malhada Comprida, Alívio I e Camaçari. 2.Em razão de inconsistências na prestação de contas apresentada, vislumbrou o Controle Interno a necessidade de carreamento aos autos de documentação adicional e também da realização de inspeção nas localidades onde foram confeccionados os poços objetos do convênio. O Relatório Técnico elaborado pela Secretaria de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente acusou a inexecução parcial do objeto avençado. Restou consignado, no respectivo parecer, que, embora os 0 poços situados em localidades diversas tenham sido efetivamente perfurados, encontravam-se, em sua maioria, desprovidos dos equipamentos de recalque e dos chafarizes. 3.Em instrução inicial elaborada no âmbito da SECEX/PI, deixou a Srª Analista registrado que: a) a data de ocorrência para efeito de citação deve ser 4/2/999, data do crédito na conta específica do valor de R$ ,00 (fl. 23); b) a irregularidade presente nos autos deve-se a constatação por consultor da Secretaria de Recursos Hídricos, mediante inspeção in loco no Município de José de Freitas/PI, de que todas as localidades, incluindo São Raimundo e Bom Jesus, foram perfurados poços, mas a maioria deles sem equipamento de bombeamento, caixa d'água e chafariz. A maioria desses poços, os usuários estão tirando água com baldes. Algumas ainda tem instalada a caixa d'água de 5000 l, mas não têm sistema de bombeamento nem chafariz. As únicas localidades que têm um sistema completo são: Alívio I, Barrocas e São José. (fl. 270); c) como se verifica na alínea acima, apenas em três localidades foi constatada a execução do sistema de abastecimento completo previsto no Plano de Trabalho à fl. 07 (poço, conjunto moto-bomba, caixa d'água e chafariz). Nas outras sete localidades restou comprovada somente a perfuração dos poços. Note-se que o consultor não especificou em quantas localidades havia sido instalada a caixa d'água. d) para a quantificação do débito existente, é necessário a utilização de planilha orçamentária constante no Plano de Trabalho apresentado pelo responsável ao Ministério do Meio Ambiente, presente nos autos à fl. 20, vez que a Secretaria de Recursos Hídricos não forneceu esta informação; e) de acordo com a referida planilha, o custo de cada poço era de R$ 8.200,00 e o custo de instalação do cada conjunto motobomba, caixa d'água e chafariz era de R$ 3.800,00. f) assim, o débito a ser imputado ao responsável é de R$ ,00 ( 3.800,00 x 7). 4.Verificou-se, também, que a Construtora P. Demes Indústria, Comércio e Representações Ltda. havia recebido a quantia de R$ ,00 pela realização do objeto. Autorizei, por isso, a realização de citação solidária do mencionada ex-prefeito e dessa empresa, pelo valor parcial do débito acima apontado. 5.O respectivo ofício apontou o motivo da citação dirigida a esses responsáveis, nos seguintes termos: a) execução parcial do sistema simplificado de abastecimento d'água objeto do Convênio MMA/SRH nº 052/99, celebrado entre a Secretaria de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente e a Prefeitura Municipal de José de Freitas/PI, em 02/2/999, vez que Relatório de Supervisão elaborado por consultor daquela Secretaria, em 27/05/2002 (cópia anexa), após inspeção in loco nas localidades a serem beneficiadas com o referido sistema de abastecimento, concluiu que não foram implantados o conjunto motobomba, a caixa d'água e o chafariz, partes integrantes do citado sistema de abastecimento, conforme previsto do Plano de Trabalho do Convênio, nas localidades Angico, Cadoz, Sossego, Caldeirão, Malhada Comprida, São Raimundo e Bom Jardim. 6.Passo, em seguida, a transcrever trechos da instrução elaborada pelo Sr. Analista Luiz Henrique Aragão de Oliveira:.Citados, mediante Ofícios nºs 0087/2004 e 0088/2004 (fls.399/403), o ex- Prefeito Ricardo Silva Camarço e a empresa P. Demes Indústria Comércio e Representações Ltda., devidamente patrocinados, conforme fls. 405 e 409, respectivamente, solicitaram prorrogação de prazo para apresentar suas alegações de defesa, no que foram prontamente atendidos por esta Unidade Técnica. 2. A empresa P. Demes Indústria Comércio e Representações Ltda. apresentou defesa, alegando que: (...) Tal ocorrência (inexecução de parte do objeto) foi encarada com surpresa, vez que o referido convênio foi executado pela empresa ainda no exercício de 2000 de forma integral e somente agora houve a notificação da executora dos serviços. As obras foram realizadas pela empresa de forma regular, seguindo o Plano de Trabalho (...) Se alguma falha foi constatada posteriormente à conclusão das obras, estas podem ter decorrido do desgaste natural pela ação do tempo, por mau uso, atos de vandalismo ou falta de conservação(...). Ressalte-se que a empresa entregou a obra concluída, tendo a Prefeitura Municipal emitido Relatório de Cumprimento do Objeto do Convênio, aceitando a obra realizada e, (...). Ora, entregue a obra sem qualquer ressalva por parte do órgão contratante, encerra-se o papel da empresa, a qual não tem motivo para figurar nos autos. Vale lembrar, uma vez mais que, passados quatro anos da conclusão das obras somente agora a empresa foi notificada, não lhe sendo garantida nenhuma oportunidade de defesa em relação à Tomada de Contas Especial instaurada. Mais grave se mostra a realização de duas inspeções in loco, uma durante a execução das obras em 2000, apontando a regularidade dos serviços até então realizados e outra, em maio de 2002, da qual a empresa executora não tomou parte, nem foi notificada, onde se apontou supostas irregularidades nas obras realizadas. Diante de todo o exposto, requer: A exclusão da empresa P. Demes Indústria, Comércio e Representações Ltda da presente Tomada de Contas Especial referente ao Convênio 052/99 (...). Caso não seja este o entendimento desta Egrégia Corte, o que não se espera, requer seja determinada realização de inspeção in loco com notificação prévia da empresa, a fim de que esta indique representante para acompanhar os trabalhos junto às obras realizadas 3.O ex- Prefeito Ricardo Silva Camarço, de sua parte, defendeu-se às fls.44/45, argumentando o que se segue: Na verdade, os serviços foram realizados em sua integralidade, atendendo à população das comunidades beneficiadas pelo convênio firmado com a SRH/ MMA. (...)... todas as comunidades foram atendidas, a exemplo do que vem ocorrendo até a presente data naquelas localidades Alivio I, Barrocas e São José. Cabe, neste momento, expor que a insinuação de que os equipamentos utilizados nos poços acima referidos pertenceriam à Fundação Nacional de Saúde é totalmente improcedente (...). É preciso expor que ao serem analisados os autos, percebese que o Relatório de Supervisão 04, de (fls. 64 a 69) afirma que: Após verificação 'in loco' das obras de Alívio, Malhada Comprida e Angico, segue análise: Os poços instalados nas localidades Alívio Malhada Comprida e Angico, até o momento atendem o especificado no plano de trabalho do convênio. Aguarde-se o fim da época da estação chuvosa para conclusão das obras especificadas no convênio. Como se percebe, o plano de trabalho vinha sendo integralmente cumprido e assim continuou ocorrendo até o término das obras. E fácil constatar que o relatório se refere inclusive às localidades que são apontadas como não beneficiadas pelas obras re a l i z a d a s. Vale lembrar que as únicas alterações em relações ao Plano de Trabalho original foi quanto à troca das comunidades Vizeu e Camaçari para as localidades São Raimundo e Bom Jardim, devidamente informada ao Ministério bem como o emprego de motor elétrico em algumas localidades em lugar do motor diesel inicialmente previsto, devido à chegada da energia elétrica a algumas comunidades durante à execução dos serviços. Quanto aos demais aspectos, as obras seguiram o Plano de Trabalho, conforme vinha ocorrendo até abril de 2000, como se vê pela transcrição supra do Relatório de Supervisão 04. Dessa forma, identifica-se uma disparidade entre o Relatório de Supervisão 04 de 2000 e o Relatório de Supervisão 05 de 2002, vez que o primeiro expõe a regularidade dos serviços realizados até então, ou seja, durante a execução das obras, houve análise atestando retidão dos trabalhos. (...) o relatório 05 foi elaborado com base em inspeção realizada quase dois anos após a conclusão das obras (...). (...) O atual administrador é adversário político do ex-gestor (...) (O responsável) requer a realização de auditoria nas obras objeto do Convênio 052/99 firmado com a Secretaria de Recursos Hídricos, com a participação do mesmo (...) Finalmente, requer a aprovação das contas referentes ao convênio 052/99, dando total quitação ao ex-gestor responsável pelas obras realizadas em parceria com a Secretaria de Recursos Hídricos. 4. A partir deste ponto, passamos a analisar. 5. Quanto às alegações de defesa da empresa P. Demes Indústria Comércio e Representações Ltda., temos o que se segue: 5. De início, assinalamos que não é razoável se supor que a ausência do conjunto moto-bomba, caixa d'água e chafariz seja decorrente de desgaste natural da ação do tempo, de mau uso, de atos de vandalismos ou de falta de conservação. Com efeito, a caixa d'água é de 5.000L e estaria apoiada em postes de concreto, conforme fotos de fls. 274 e 276. Os chafarizes, nas localidades onde foram feitos, também são de concreto, conforme fl.276. Ou seja, desgaste pela ação do tempo, mau uso e falta de conservação não iria deteriorar tão facilmente o concreto a ponto de eliminá-lo. Ademais disso, os postes e a caixa d'água são pesados e de difícil transporte. Por conseguinte, a ação de vândalos seria imediatamente identificada e rechaçada pela comunidade local beneficiária dos equipamentos. E, mesmo assim, caso ocorresse, deixaria algum vestígio no local, o que não se vê nas fotos de fls. 273, 274, 275, 278, 279, as quais demonstram que não há o menor vestígio da existência pretérita de postes, caixa d'água e/ou chafarizes. De resto, auditoria no local (fl.269/279) não detectou, nem informou a existência de tais equipamentos. Pelo contrário, afirmou que o conjunto moto-bomba não foi adquirido e os chafarizes e caixas d'água não foram construídos, o que configura desconformidade com o Plano de Trabalho. 5.2Por oportuno, quanto à requisição de nova auditoria no local, observamos que a ação desta Corte de Contas deve partir da premissa de que as informações retratadas pelos órgãos/entidades repassadores de recursos são confiáveis. Registre-se que eventuais questionamentos acerca da fidedignidade das informações retratadas por esses órgãos/entidades decorrentes de inspeções 'in loco' resultariam na necessidade de novas inspeções, dessa feita por parte do próprio TCU, o que, a nosso ver, estaria em desconformidade com o princípio da subsidiariedade, segundo o qual, este Tribunal, como órgão de cúpula do sistema de controle administrativo federal, não deve exercer atividades cuja execução deve ser realizada por outros órgãos, a teor dos seguintes normativos legais: IN/STN nº 0/97 (arts.23 e 29), Decreto-Lei nº 200/67 (art.0, 6º) e Lei nº 0.524/2002 (art.42, II). 5.3 No que tange à alegação de que ao entregar a obra encerra-se o papel da empresa, não tendo qualquer motivo para figurar nos autos, salientamos que resta comprovado que a empresa P. Demes Indústria Comércio e Representações Ltda recebeu R$ ,00 (R$ ,00 do Ministério do Meio Ambiente e R$ ,00 contrapartida da Prefeitura Municipal de José de Freitas/PI) pelos serviços demandados pelo convênio em comento, conforme item 9, sub-item 2 retro. Portanto, a referida empresa deve responder solidariamente pelo débito, conforme art. 6, 2º, alínea b da Lei nº 8.443/ Sobre o argumento de que passados quatro anos somente agora a empresa foi notificada, não lhe sendo garantida nenhuma oportunidade de defesa, salientamos que só nesta fase do processo chegou a informação do recebimento da quantia de R$ ,00 pela empresa, o que ensejou sua citação. E a oportunidade de defesa está lhe sendo garantida atualmente. 6. No que se refere às alegações do ex - Prefeito Ricardo Silva Camarço, observamos o que se segue:

122 22 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de De início, o gestor afirma que os serviços foram realizados em sua integralidade, contudo não apresenta nenhuma documentação para comprovar tal informação. 6.2 No que se refere ao fato de os chafarizes conterem a inscrição FNS, o que poderia insinuar um possível convênio com a Fundação Nacional de Saúde, salientamos que em Despacho de fl.352 o Serviço Nacional de Saúde Pública - SENSP informou que não foi detectada nenhuma informação sobre aplicação de recursos nas localidades que seriam atendidas pelo Convênio nº 052/99, em comento. Sendo assim, este fato está fora de questionamento até o momento. 6.3 Outra argumentação do responsável é a discrepância entre os pareceres do Relatório 04 de 2000 ( fl.62/67), o qual afirmava que o trabalho vinha sendo integralmente cumprido, e do Relatório 05 de 2002 (fl.269/279), que apontou as diversas irregularidades que deram origem a esta Tomada de Contas Especial. Sobre este fato, o que temos a assinalar é justamente a diferença nas datas de cada Relatório. De fato, o primeiro ocorreu numa fase de perfuração dos poços, os quais foram realmente perfurados, segundo ambos relatórios. Todavia, o Relatório 05 apontou irregularidades - tais quais a ausência de caixa d'água, chafarizes e conjunto motobomba - que o Relatório 04 não poderia apontar, posto que elas só iram ocorrer em uma fase posterior de trabalho. 6.4 Solicita, da mesma forma que a empresa P. Demes Indústria Comércio e Representações Ltda, auditoria in loco com sua participação. No entanto, não compete ao Tribunal de Contas da União laborar na produção de provas, competindo, sim, o ônus da prova ao gestor dos recursos públicos. Com efeito, o Decreto-lei nº 200/67, em seu art. 93, já disciplinava a questão, imputando a responsabilidade pela prova àquele que utilize recursos públicos, in verbis: Art. 93. Quem quer que utilize dinheiros públicos terá de justificar seu bom e regular emprego na conformidade das leis, regulamentos e normas emanadas das autoridades administrativas competentes. 6.5 Outrossim, o art. 8º da Lei nº 8.443/92, caput, caracteriza o ato de prestar contas e de comprovar a aplicação dos recursos como um dever daquele que os tenha recebido, in verbis: Art. 8º - Diante da omissão no dever de prestar contas, da não comprovação da aplicação dos recursos repassados pela União, na forma prevista no inciso VII, do art. 5º desta Lei, da ocorrência de desfalque ou desvio de dinheiros, bens ou valores públicos, ou ainda, da prática de qualquer ato ilegal, ilegítimo ou antieconômico de que resulte dano ao Erário, a autoridade administrativa competente, sob pena de responsabilidade solidária, deverá imediatamente adotar providências com vista à instauração da tomada de contas especial para apuração dos fatos, identificação dos responsáveis e quantificação do dano. 6.6 Destarte, os dispositivos legais supracitados vêm dirimir qualquer dúvida que porventura haja acerca do ônus da prova em caso de utilização de recursos públicos. A comprovação da aplicação destes recursos é obrigação, é dever do responsável. 6.7 Ademais, mesmo que não houvesse norma legal nesse sentido, o dever de prestar contas é decorrência natural da Administração como encargo de gestão de bens e interesses alheios, como nos alerta o insigne Hely Lopes Meirelles, em seu Direito Administrativo Brasileiro (8ª Edição, pág. 92/93), in verbis: O dever de prestar contas é decorrência natural da administração como encargo de gestão de bens e interesses alheios. Se o administrador corresponde ao desempenho de um mandato de zelo e conservação de bens e interesses de outrem, manifesto é que quem o exerce deverá contas ao proprietário. No caso do administrador público, esse dever ainda mais se alteia, porque a gestão se refere aos bens e interesses da coletividade e assume o caráter de um múnus público - agente político ou simples funcionário - de prestar contas de sua gestão administrativa, e nesse sentido é a orientação de nossos Tribunais. (STF, RF 99/969; TJSP, RJ 237/253). 6.8Por outro lado, não é cabível nem invocar fundamento no art. 399 do Código Processo Civil, para obtenção de prova para o interessado, visto que tal dispositivo não se aplica no âmbito do TCU, por seguir as normas processuais específicas em matéria de contas, previstas em sua Lei Orgânica (Lei nº 8.443/92) e em seu Regimento Interno (Resolução Administrativa nº 5/93). As normas do CPC só se aplicam analógica e subsidiariamente, no que couber, na esfera do TCU, a seu juízo, quando não houver normas legais regimentais específicas, conforme Enunciado nº 03 de sua Súmula da Jurisprudência predominante. 6.9 Não há, portanto, lugar para a pretensão do recorrente de transferir o ônus da prova (...). 7.Destarte, entendemos que as alegações de defesa de ambos responsáveis não podem prosperar, uma vez que não trazem nenhuma documentação ou informação nova aos autos e nada acrescentam ao já instruído. 8.Isto posto, e considerando que não estão presentes nos autos elementos que possam configurar a boa fé dos defendentes (art.3º da Decisão Normativa nº 35/2000), propomos: a) sejam as presentes contas julgadas irregulares, e em débito o responsável, Sr. Ricardo Silva Camarço (CPF: ), ex-prefeito do Município de José de Freitas/PI, nos termos do art. º, inciso I; art. 6, inciso III, alíneas d, e art. 9, caput, da Lei nº 8.443/92, solidariamente com a empresa P. Demes Indústria Comércio e Representações Ltda (CNPJ /000-0), nos termos do art.6, 2º, alínea b, da Lei nº 8.443/92, condenando-os ao pagamento da quantia de R$ ,00, atualizada monetariamente e acrescida dos juros de mora, calculados a partir de 4/2/999, até a data do efetivo recolhimento, fixando-lhe o prazo de 5 (quinze) dias, a contar da ciência, para comprovar, perante este Tribunal, o ressarcimento aos cofres do Tesouro Nacional, nos termos do art. 23, inciso III, alínea 'a' da citada Lei c/c o art. 24, inciso III, alínea a, do Regimento Interno do TCU; <!ID > b) aplicar ao Sr. Ricardo Silva Camarço e à empresa P. Demes Indústria Comércio e Representações Ltda. a multa prevista no art.57 da Lei nº 8.443/92; c) autorizar desde logo, a cobrança judicial das dívidas, nos termos do art. 28, inciso II, da Lei nº 8.443/92, caso não atendida a notificação; e d) remeter cópia dos presentes autos ao Ministério Público Federal, em razão do que prescreve art.6, 3º da Lei nº 8.443/92 c/c o art. 209, 6º do Regimento Interno do TCU. 7.O Sr. Diretor e o Sr. Secretário puseram-se de acordo com a proposta de encaminhamento fornecida pelo Sr. Analista. 8.O Ministério Público aquiesceu à proposta de encaminhamento fornecida pela Unidade Técnica. É o Relatório. V O TO Conforme asseverado no Relatório supra, os responsáveis foram citados em razão de inexecução parcial do objeto do Convênio MMA/SRH nº 052/99. Verificou-se, por meio de inspeção in loco realizada pela Secretaria de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente que, em sete, dos dez poços executados não haviam sidos instalados equipamento de recalque nem chafarizes e caixas d água. Por esse motivo foram os responsáveis citados. Ressalto, inclusive, que foram a eles encaminhados cópia do referido Relatório, com intuito de conferir-lhes preciso conhecimento das imputações que lhes eram opostas. Em resposta, os responsáveis apresentaram alegações de defesa. 2.Antecipo, desde já, minha anuência à proposta de encaminhamento fornecida pela Unidade Técnica e corroborada pelo MP/TCU. Anoto, ainda, que o Sr. Analista, ao examinar os elementos de defesa apresentados abordou, sistematicamente, todos os argumentos apresentados pelos responsáveis. Por esse motivo, incorporo ao presente Voto, as ponderações reproduzidas nos itens 5 e 6 dessa instrução, como razões de decidir. A despeito disso, elenco, em seguida, aspectos essenciais que justificam a solução ora propugnada: a) a ausência de equipamentos de recalque e de chafarizes em sete dos postos visitados foi atestada por meio de visita de equipe técnica; b) essa equipe, além de deixar registrada a referida inexecução parcial do objeto, fotografou cada um dos postos e juntou tais fotografias ao mencionado Relatório; c) não é razoável supor que teriam os chafarizes e suporte de caixas d água (peças executadas em concreto) sido executados e posteriormente demolidos por atos de vandalismo, visto que não há, em nenhuma dessas fotos, sequer indícios da existência de parte dessas peças; d) os elementos constantes dos Relatório apresentam-se extremamente esclarecedores e consistentes, especialmente por estarem acompanhados de registros fotográficos de todos os poços objeto do Convênio sob exame; e) tais elementos, portanto, descartam a necessidade de refazimento de nova inspeção; f) o transcurso de longo prazo entre a execução da obra e a realização da visita in loco não justifica a apontada inexecução parcial do objeto, uma vez que se revela pouco razoável aceitar a hipótese de destruição completa do que teria sido confeccionado, conforme acima registrado; g) não há incompatibilidade entre as conclusões contidas entre os mencionados Relatório nº 04 e nº 05, conforme demonstrado pelo Sr. Analista no item 6.3 de sua instrução. 3.Observo, ainda, que não serviram de motivo para o não acatamento das alegações de defesa apresentadas pelo responsável a suposta utilização de recursos oriundos da Fundação Nacional de Saúde, conforme registrado no item 6.2 da referida instrução. 4.Por último, considero adequada a imputação de multa do art. 57 da Lei nº 8.443/992, no valor de R$ 5.000,00, tanto à empresa, quanto ao responsável, pelo recebimento e pagamento, respectivamente, de valores em razão de serviços não executados, o que configura o desvio de recursos públicos. Ante o exposto, VOTO no sentido de que o Tribunal adote o Acórdão que ora submeto à apreciação desta Segunda Câmara. Sala das Sessões, em 3 de março de BENJAMIN ZYMLER Ministro-Relator ACÓRDÃO Nº 233/2005-TCU-2ª Câmara. Processo TC nº / GRUPO II - Classe de Assunto: II - Tomada de Contas Especial. 3. Responsáveis: Ricardo Silva Camarço (CPF: ) e Construtora P. Demes Indústria, Comércio e Representações Ltda. (CNPJ /000-0). 4. Entidade: Município de José de Freitas/PI. 5. Relator: Ministro Benjamin Zymler. 6. Representante do Ministério Público: Sérgio Ricardo Costa Caribé. 7. Unidade Técnica: SECEX/PI. 8. Advogado: José Roberto Lopes Campelo OAB PI nº 2594, Nathalie Xancela Cronemberger OAB PI nº 2953, Hugo Leonardo Ferreira Leite OAB PI nº 3600 e Luciana Ferraz Mendes Mello OAB PI nº Acórdão: Vistos, relatados e discutidos estes autos de Tomada de Contas Especial instaurada pela Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração/MMA, em decorrência de irregularidades verificadas na prestação de contas dos recursos no valor de R$ ,00 transferidos, em 09/2/999, à Prefeitura Municipal de José de Freitas/PI, relativamente ao Convênio MMA/SRH nº 052/99, firmado entre o Ministério do Meio Ambiente, por intermédio da Secretaria de Recursos Hídricos e o referido Município, tendo como objetivo a construção de sistemas simplificados de abastecimento d'água em núcleos rurais, ACORDAM os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da Segunda Câmara, ante as razões expostas pelo Relator, em: 9.. julgar as presentes contas irregulares e em débito o responsável, Sr. Ricardo Silva Camarço (CPF: ), ex- Prefeito do Município de José de Freitas/PI, solidariamente com a empresa P. Demes Indústria Comércio e Representações Ltda. (CNPJ /000-0), com suporte no que prescrevem o art. º, inciso I; art. 6, inciso III, alíneas d, e art. 9, caput, da Lei nº 8.443/92, condenando-os ao pagamento da quantia de R$ ,00, atualizada monetariamente e acrescida dos juros de mora, calculados a partir de 4/2/999, até a data do efetivo recolhimento, fixando-lhes o prazo de 5 (quinze) dias, a contar da ciência, para que comprovem, perante o TCU, o ressarcimento aos cofres do Tesouro Nacional, nos termos do art. 23, inciso III, alínea 'a' da citada Lei c/c o art. 24, inciso III, alínea a, do Regimento Interno do TCU; 9.2. aplicar ao Sr. Ricardo Silva Camarço e à empresa P. Demes Indústria, Comércio e Representações Ltda., individualmente, a multa prevista no art.57 da Lei nº 8.443/92, no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), fixando-lhes o prazo de 5 (quinze) dias, a contar da notificação, para que comprove, perante o Tribunal, o recolhimento da multa aos cofres do Tesouro Nacional, atualizada monetariamente a partir do dia seguinte ao do efetivo recolhimento, na forma da legislação em vigor; 9.3. autorizar desde logo, a cobrança judicial das dívidas, nos termos do art. 28, inciso II, da Lei nº 8.443/92, caso não atendida a notificação; e 9.4. remeter cópia dos presentes autos ao Ministério Público Federal, em razão do que prescreve art.6, 3º da Lei nº 8.443/92 c/c o art. 209, 6º do Regimento Interno do TCU. 0. Ata nº 7/2005-2ª Câmara. Data da Sessão: 3/3/ Ordinária 2. Especificação do quórum: 2.. Ministros presentes: Ubiratan Aguiar (na Presidência), Benjamin Zymler (Relator) e o Ministro-Substituto Marcos Bemquerer Costa. UBIRATAN AGUIAR na Presidência BENJAMIN ZYMLER Ministro-Relator Fui presente: MARINUS EDUARDO DE VRIES MARSICO Procurador GRUPO I - CLASSE II - 2 a Câmara TC / Natureza: Tomada de Contas Especial Entidade: Município de Cristino Castro/PI Responsável: João Falcão Neto - CPF: (ex- Prefeito Municipal) Advogado constituído nos autos: não há SUMÁRIO: Tomada de contas especial instaurada em decorrência de omissão na prestação de contas de recursos oriundos do Programa de Atendimento aos Desnutridos e às Gestantes de Risco Nutricional. Citação. Omissão. Revelia. Contas Irregulares. Débito. Multa. Autorização para cobrança judicial da dívida. Encaminhamento de cópias ao Ministério Público Federal. Trata-se de tomada de contas especial instaurada em nome do Sr. João Falcão Neto, ex-prefeito Municipal de Cristino Castro, em virtude da não comprovação do bom e regular emprego da 2 a parcela dos recursos oriundos do Convênio nº 7/96, firmado com o Ministério da Saúde/Instituto Nacional da Alimentação e Nutrição, em

123 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN , tendo por objeto a implementação do Programa de Atendimento aos Desnutridos e às Gestantes de Risco Nutricional. 2.A impossibilidade em aferir a boa e regular aplicação dos recursos em tela, por parte do órgão concedente, decorreu da ausência dos seguintes elementos: - extrato bancário da conta específica dos recursos repassados à Prefeitura Municipal de Cristino Castro/PI, mediante a ordem bancária nº 97OB0087, de , no valor de R$ 7.883,83 (dezessete mil, oitocentos e oitenta e três mil e oitenta e três centavos), de forma a permitir o estabelecimento de correlação entre os recursos conveniados e as despesas relacionadas na prestação de contas apresentada; - não apresentação das fichas de cadastro dos assistidos comprovando a quantidade da clientela atendida, impossibilitando o cálculo da distribuição dos produtos adquiridos. 3.Já ingressas as contas neste Tribunal, autorizei a citação do ex-prefeitos, em conformidade à proposta contida na instrução prévia da SECEX/PI 4Implementada validamente o chamamento processual, o responsável manteve-se inerte quanto à apresentação de alegações de defesa e à efetivação do recolhimento do débito a ele imputado. 7.A SECEX/PI, com o aval do MP/TCU, manifesta-se pela irregularidade das contas com imputação de débito aos responsáveis, sem prejuízo da aplicação da multa prevista no art. 57 da Lei nº 8.443/92. É o Relatório. V O TO A inércia do responsável no atendimento à citação válida, conduz de forma inexorável ao julgamento pela irregularidade das contas, em decorrência de remanescer pendente de comprovação a boa e regular aplicação da 2 a parcela dos recursos oriundos do Programa Nacional de Atendimento aos Desnutridos e às Gestantes de Risco Nutricional, hoje representado pelo Fundo Nacional de Saúde. 2.A conduta omissiva do ex-prefeito, em relação à citação válida proveniente desta Corte, denota sua postura desidiosa para com o trato de recursos federais, transferidos com a finalidade de atender programa nutricional de gestantes carentes. 3.Esta circunstância, a meu ver, autoriza a aplicação da multa prevista no art. 57 da Lei nº 8.443/92, cumulativamente ao débito apurado nos autos. Destarte, acolho os pareceres emitidos nos autos, e VOTO por que o Tribunal adote o Acórdão que ora submeto a esta Segunda Câmara. TCU, Sala das Sessões Ministro Luciano Brandão Alves de Souza, em 3 de março de BENJAMIN ZYMLER Relator ACÓRDÃO Nº 234/2005-TCU-2ª Câmara. Processo n TC / Grupo I - Classe de Assunto: II - Tomada de Contas Especial. 3. Responsável: João Falcão Neto - CPF: (ex-prefeito Municipal). 4. Entidade: Município de Cristino Castro/PI. 5. Relator: Ministro Benjamin Zymler. 6. Representante do Ministério Público: Procurador-Geral Lucas Rocha Furtado. 7. Unidade Técnica: SECEX/PI. 8. Advogado constituído nos autos: não há. 9. Acórdão: Vistos, relatados e discutidos estes autos de Tomada de Contas Especial, de responsabilidade do Sr. João Falcão Neto, os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da Segunda Câmara, ante as razões expostas pelo Relator, ACORDAM em: 9.. com fundamento nos arts. o, inciso I, 6, inciso III, c, 9, e 23, inciso III, todos da Lei n 8.443/92, em julgar irregulares as presentes contas e condenar o Sr. João Falcão Neto ao pagamento da quantia de R$ 7.883,83 (dezessete mil, oitocentos e oitenta e oito reais e oitenta e três centavos), fixando o prazo de 5 (quinze) dias a contar da notificação, para comprovar, perante o Tribunal (art. 24, inciso III, a, do Regimento Interno /TCU), o recolhimento da dívida aos cofres do Fundo Nacional de Saúde, atualizada monetariamente e acrescida dos juros de mora devidos, na forma abaixo discriminada, a partir de , até a data do recolhimento, na forma prevista na legislação em vigor; 9.2. aplicar ao responsável a multa prevista no art. 57 da Lei nº 8.443/92, c/c o art. 267 do Regimento Interno, no valor de R$ 3.000,00 (três mil reais), com fixação de prazo de quinze dias, a contar da notificação, para comprovar, perante ao Tribunal (art. 24, inciso III, alínea a do Regimento Interno), o recolhimento da multa aos cofres do Tesouro Nacional, atualizada monetariamente, a partir do dia seguinte ao do término do prazo estabelecido até a data do efetivo recolhimento, na forma da legislação em vigor; 9.3. autorizar, desde logo, nos termos do art. 28, inciso II, da Lei n 8.443/92, a cobrança judicial das dívidas, caso não atendida a notificação; 9.4. encaminhar cópias dos autos ao Ministério Público Federal, para a propositura das ações judiciais cabíveis. 0. Ata nº 7/2005-2ª Câmara. Data da Sessão: 3/3/ Ordinária 2. Especificação do quórum: 2.. Ministros presentes: Ubiratan Aguiar (na Presidência), Benjamin Zymler (Relator) e o Ministro-Substituto Marcos Bemquerer Costa. UBIRATAN AGUIAR na Presidência BENJAMIN ZYMLER Ministro-Relator Fui presente: MARINUS EDUARDO DE VRIES MARSICO Procurador GRUPO: I - CLASSE II - 2ª Câmara TC nº / NATUREZA: Tomada de Contas Especial ENTIDADE: Município de Flores/PI. RESPONSÁVEL: Máximo Ribeiro de Sá, ex-prefeito SUMÁRIO: Tomada de Contas Especial instaurada pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Convênio firmado com o objetivo de contribuir com recursos financeiros para a manutenção e desenvolvimento do ensino fundamental em escolas públicas. Contas irregulares com imputação de débito e multa. Permito-me transcrever a Instrução lavrada, no âmbito da SECEX/PI, pelo ACE Luiz Henrique Aragão de Oliveira: Trata-se de Tomada de Contas Especial instaurada pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE em decorrência das irregularidades detectadas na prestação de contas dos recursos, no valor de R$ 6.800,00 (dezesseis mil e oitocentos reais) que foram transferidos em 3/2/996 à Prefeitura Municipal de Flores do Piauí/PI, por força do Convênio nº 606/96/FNDE (registro SIAFI nº 64560), que tinha por objetivo contribuir, suplementarmente, com recursos financeiros para a manutenção e desenvolvimento do ensino fundamental em escolas públicas, municipais e municipalizadas. 2.Instrução desta Secretaria (fls. 43/44) propôs a citação do responsável, para que esse apresentasse alegações de defesa ou recolhesse aos cofres do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE o valor não comprovado. 3.Todavia, por despacho exarado em 26//2003 (fl.45), o Secretário de Controle Externo propôs, preliminarmente, diligência à entidade concedente, a fim de que fosse encaminhada a esta Secretaria a prestação de contas pertinente aos retromencionados recursos. 4.Ato contínuo, foi diligenciado ao FNDE, nos termos do Ofício SECEX/PI nº 983/2003, de 27//2003 (fl. 46), reiterado pelo de nº 60/2003, de 23/2/2003 (fl. 49). 5.Em resposta, mediante Ofício nº 344/2004-FNDE/MEC, de 7/02/2004, foi encaminhada a este Tribunal a documentação de fls. 50/59, a título de prestação de contas. 6.Em despacho de fl.69, o Exmº. Sr. Ministro Benjamin Zymler autorizou a citação do responsável. No entanto, salientou a necessidade de se diligenciar uma vez mais ao FNDE para que este fizesse juntar a prestação de contas original encaminhada pelo gestor; pois, somente assim seria possível ter certeza de que a documentação acostada pela entidade repassadora fosse exatamente aquela encaminhada pelo gestor. Ademais, poderia dirimir dúvidas decorrentes da falta de nitidez do extrato bancário à fl Destarte, foi diligenciado ao FNDE, nos termos do Ofício SECEX/PI nº 0268/2004, de 26/04/2004 (fl. 7) para que enviasse a documentação original referente à prestação de contas do Convênio nº 606/96, apresentada pela Prefeitura Municipal de Flores do Piauí, e que não constou do referido processo. 8. Em resposta à diligência, o FNDE (fls.85/86) respondeu que foi instaurada Tomada de Contas Especial em face das irregularidades detectadas e que o processo foi encaminhado à Secretaria Federal de Controle Interno da Controladoria - Geral da União, em 07/0/2003, de acordo com a Instrução Normativa TCU nº 35/2000, para posterior remessa ao Tribunal de Contas da União - TCU, para fins de julgamento. 9.Ofício nº 0204/2004(fls.73/74), de 2/04/2004 citou o Sr. Máximo Ribeiro de Sá para, no prazo de 5 dias, apresentar alegações de defesa e/ou comprovar perante o Tribunal o recolhimento do débito decorrente das seguintes irregularidades/impropriedades: a) impossibilidade de estabelecimento de nexo causal entre os recursos transferidos mediante o convênio nº 606/96 - FNDE (SIAFI nº ), fls. 02/08, e as despesas relacionadas na prestação de contas, haja vista o saque dos recursos da conta específica do convênio, contrariando o art. 6 da IN/STN nº 02/993, o qual prescreve que 'os recursos serão mantidos em conta bancária específica, somente sendo permitidos saques para o pagamento de despesas previstas no Plano de Trabalho, ou para aplicação no mercado financeiro' (relatório do tomador de contas nº 264/2002-FNDE, fls. 38/39); b) ausência de manutenção da documentação comprobatória das despesas realizadas nos arquivos municipais, contrariando o art. 66, 2º, do Decreto nº /996 c/c o art. 2 da IN/STN nº 02/993 e item II, d, da cláusula quarta do termo de convênio (relatório do tomador de contas nº 264/2002-FNDE, fls. 38/39); c) não apresentação de cópia da nota fiscal nº 097, contrariando o art. 2 da IN/STN nº 02/93 e item II, d, da cláusula quarta do termo de convênio (relatório do tomador de contas nº 264/2002- FNDE, fls. 38/39); d) falta de cópia do despacho adjudicatório e homologação da licitação realizada ou justificativa para sua dispensa ou inexigibilidade com respectivo embasamento legal, em desacordo com o previsto no art. 20, inciso X, da IN/STN nº 02/93 (relatório do tomador de contas nº 264/2002-FNDE, fls. 38/39); e) não apresentação de parecer do conselho fiscal ou similar da Unidade Executora própria, Caixa Escolar, Conselho Escolar ou Associação de Pais e Mestre - APM, sobre a regularidade das contas e a habilidade dos documentos comprobatórios, contrariando a cláusula oitava, f, do termo de convênio (falta de declaração das escolas beneficiadas acerca dos benefícios alcançados com os recursos do convênio, relatório do tomador de contas nº 264/2002-FNDE, fls. 38/39); f) o extrato bancário apresentado encontra-se ilegível, contrariando a cláusula oitava, c, do termo de convênio. 0.Tal citação retornou à Secex/PI, em face de mudança de endereço, conforme assinalou a Agência de Correios (fl.76). Assim sendo, mediante Ofício nº 0364/2004 (fl.79), de 7/05/2004, esta Secretaria de Controle Externo reiterou a citação supra e desta feita obteve sucesso quanto ao recebimento pelo responsável. De registrar que a assinatura no Aviso de Recebimento (fl.84) - AR- é, de fato, a mesma consignada na Procuração 'Ad-Juditia' à fl. 87, o que comprova o recebimento da citação pelo próprio responsável, em 7/06/2004..O responsável constituiu advogado (fl.87) e requereu fotocópia dos autos (fl.88), no que foi prontamente atendido. Por conseguinte, resta demonstrado o pleno conhecimento por parte do Sr. Máximo Ribeiro de Sá do presente processo. Contudo, até a presente data, ele não apresentou as alegações de defesa, nem efetuou o recolhimento do débito que lhe fora imputado. 2.Destarte, entendemos que o referido responsável deva ser considerado revel, dando-se prosseguimento ao processo, de acordo com o que dispõe o art. 2, 3º, da Lei nº 8.443/92. 3.Diante do exposto, propomos: a) sejam as presentes contas julgadas irregulares, em face do que foi listado no item 9 supra, e em débito o responsável, Máximo Ribeiro de Sá (CPF: ), ex - Prefeito do Município de Flores do Piauí, nos termos do art. º, inciso I; art. 6, inciso III, alíneas 'b' e 'c', e art. 9, caput, da Lei nº 8.443/92, condenando-o ao pagamento da quantia de R$ 6.800,00, atualizada monetariamente e acrescida dos juros de mora, calculados a partir de 3/2/996, até a data do efetivo recolhimento, fixando-lhe o prazo de 5 (quinze) dias, a contar da ciência, para comprovar, perante este Tribunal, o ressarcimento aos cofres do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE, nos termos do art. 23, inciso III, alínea 'a' da citada Lei c/c o art. 24, inciso III, alínea 'a', do Regimento Interno do TCU; b) aplicar ao Sr. Máximo Ribeiro de Sá a multa prevista no art. 57 da Lei n.º 8.443/92; c) autorizar desde logo, a cobrança judicial da dívida, nos termos do art. 28, inciso II, da Lei nº 8.443/92, caso não atendida a notificação; e d) remeter cópia dos presentes autos ao Ministério Público Federal, em razão do que prescreve art.6, 3º da Lei nº8.443/92 c/c o art. 209, 6º do Regimento Interno do TCU. O Secretário de Controle Externo e o Ministério Público junto ao TCU ratificaram a Instrução supra. É o Relatório. V O TO Assiste razão à Unidade Técnica e ao Ministério Público. A prestação de contas apresentada pelo responsável encontrase contaminada por irregularidades que, até o momento, impossibilitam o estabelecimento do nexo causal entre as despesas realizadas e os recursos públicos federais repassados ao Município. Tais irregularidades encontram-se descritas no subitem 9 da Instrução transcrita no Relatório que precede este Voto. Chamado aos autos para exercer seu direito de defesa, o responsável, embora tenha constituído causídico e tomado ciência do ofício citatório, não apresentou defesa. Assim, com fundamento no posicionamento da SECEX e do P a rq u e t, devem suas contas ser julgadas irregulares. Acolho, também, a proposta de aplicação de multa, com supedâneo no art. 57 da Lei nº 8.443/92, a qual entendo que deva ser de R$ 7.000,00 (sete mil reais).

124 24 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 Ante o exposto, acolho as manifestações uniformes da Secretaria de Controle Externo e do Ministério Público junto ao TCU e VOTO no sentido de que o Tribunal adote o Acórdão que ora submeto à deliberação desta Egrégia 2ª Câmara. Sala das Sessões Ministro Luciano Brandão Alves de Souza, em 3 de março de BENJAMIN ZYMLER Ministro-Relator ACÓRDÃO Nº 235/2005-TCU-2ª Câmara. Processo nº / Grupo: I - Classe de Assunto: II - Tomada de Contas Especial. 3. Entidade: Município de Flores/PI 4. Responsável: Máximo Ribeiro de Sá (CPF nº ), ex-prefeito 5. Relator: Ministro Benjamin Zymler. 6. Representante do Ministério Público: Dra. Cristina Machado da Costa e Silva. 7. Unidade Técnica: SECEX/PI 8. Advogados constituídos nos autos: Dr. Macário Galdino de Oliveira (OAB/PI nº 33), Dr. Raimundo Renan Saraiva de Oliveira Neto (OAB/PI nº 3.267/00) e Dr. Macário Oliveira Júnior (OAB/PI nº 3.589/02). 9. Acórdão: Vistos, relatados e discutidos estes autos Tomada de Contas Especial instaurada pelo FNDE contra o senhor Máximo Ribeiro de Sá, ex-prefeito do Município de Flores/PI. ACORDAM os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da 2ª Câmara, ante as razões expostas pelo Relator, em: 9.. julgar as presentes contas irregulares e em débito o Sr. Máximo Ribeiro de Sá, nos termos dos arts. º, inciso I, 6, inciso III, alínea c, e 9, caput, da Lei nº 8.443/92, condenando-o ao pagamento da importância de R$ 6.800,00 (dezesseis mil e oitocentos reais), atualizada monetariamente e acrescida de juros de mora, calculados a partir de , até a efetiva quitação do débito, fixandolhe o prazo de quinze dias para comprovar, perante este Tribunal, o recolhimento da referida quantia aos cofres do FNDE; 9.2. aplicar ao Sr. Máximo Ribeiro de Sá multa, prevista no art. 57 da Lei n o 8.443/92, no valor de R$ 7.000,00 (sete mil reais), fixando-lhe o prazo de 5 (quinze) dias, a contar da data do recebimento da notificação, para comprovar, perante o Tribunal (art. 24, inciso III, alínea a, do Regimento Interno/TCU), o recolhimento da multa aos cofres do Tesouro Nacional, atualizada monetariamente, a partir do dia seguinte ao do término do prazo estabelecido até a data do efetivo recolhimento, na forma da legislação em vigor; 9.3. com fulcro no art. 28, inciso II, da Lei n o 8.443/92, seja autorizada, desde logo, a cobrança judicial das dívidas, caso não atendida a notificação; 9.4. seja remetida cópia da documentação pertinente ao Douto Ministério Público da União, com base no 3º do art. 6 da Lei nº 8.443/ Ata nº 7/2005-2ª Câmara. Data da Sessão: 3/3/ Ordinária 2. Especificação do quórum: 2.. Ministros presentes: Ubiratan Aguiar (na Presidência), Benjamin Zymler (Relator) e o Ministro-Substituto Marcos Bemquerer Costa. UBIRATAN AGUIAR na Presidência BENJAMIN ZYMLER Ministro-Relator Fui presente: MARINUS EDUARDO DE VRIES MARSICO Procurador GRUPO I - CLASSE II - 2 a Câmara TC / Natureza: Tomada de Contas Especial Entidade: Município de Pilar/PB Responsáveis: Genival Rodrigues Costa - CPF e José Benício de Araújo Filho - CPF Advogado constituído nos autos: não há Sumário: Tomada de contas especial instaurada por determinação do Plenário, em virtude de indícios de irregularidades representadas pelo Ministério Público Federal, no Estado da Paraíba. Diligências efetuadas não confirmam os indícios ensejadores do procedimento. Remanescência de débito ínfimo, relativo à não restituição do saldo do valor transferido, aos cofres do Fundo Nacional de Assistência Social. Arquivamento do processo, sem julgamento de mérito, continuando o responsável obrigado ao seu pagamento, para que lhe seja expedida a correspondente quitação. Descumprimento reiterado e injustificado a diligência desta Corte, por parte do Prefeito sucessor do responsável. Multa. Autorização para cobrança judicial da dívida. Encaminhamento de cópias da Deliberação adotada, bem como do Relatório e Voto que a fundamentam, à Procuradoria da República no Estado da Paraíba. O Tribunal Pleno, ao apreciar o processo nº TC /2002-2, no qual se tratava de Representação formulada pela Procuradoria da República no Estado da Paraíba, proferiu determinação no sentido de que fossem instauradas as presentes contas especiais (subitem 8.2 da Decisão nº 850/ TCU - Plenário), em virtude de práticas delituosas imputadas ao Sr. Genival Rodrigues Costa, relativamente à obtenção de notas fiscais falsas, oriundas de empresa SM Comércio e Construções Ltda -, para compor a prestação de contas final de Convênio. 2.Em atendimento à mencionada Deliberação, foi instaurado o procedimento pela Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração da Secretaria Executiva do Ministério da Assistência Social (SPOA/MAS), em nome do Sr. Genival Rodrigues Costa, ex- Prefeito Municipal de Pilar/PB, relativamente aos recursos repassados por intermédio do Termo de Responsabilidade nº 2436/MPAS/SAS/98, celebrado com o então Ministério da Previdência e Assistência Social, tendo por objeto a recuperação de um centro social. 3.Por meio da OB nº 384, de , foi repassado ao Município o valor de R$ ,00 (sessenta e seis mil, seiscentos e quarenta e cinco reais). 4.O Relatório do Tomador de Contas (fls. 73/76 do Vol. Principal) informou que: - o Termo de Responsabilidade encontrava-se inscrito como inadimplente no SIAFI; - a empresa SM Comércio e Construções Ltda. mantinha situação irregular no cadastro de contribuintes da Secretaria da Receita Federal; - o parecer técnico emitido pelo engenheiro do MPAS informou que o projeto da obra atende a todas as exigências técnicas; - havia falta de notificações expedidas ao responsável à época, referente às prestações de contas. 5.Notificado o responsável para apresentar a prestação de contas do Termo de Responsabilidade nº 2436/MPAS/SAS/98, esta foi efetivamente encaminhada pelo Prefeito sucessor, Sr. José Benício de Araújo Filho. 6.Analisada a prestação de contas, por parte da Coordenação de Análise de Prestação de Contas do MPAS, foram verificadas algumas falhas nela constantes, sendo, em conclusão, solicitada a devolução à União da importância não aplicada no objeto pactuado, no montante de R$ 378,66 (trezentos e setenta e oito reais e sessenta e seis centavo). 7.Foi, ainda, realizada vistoria in loco no Município de Pilar/PB, oportunidade na qual verificou-se que a obra fora concluída, embora apresentasse alguns defeitos no forro de PVC, assim como infiltrações de água de chuva. 8.Na SECEX/PB, o ACE encarregado da instrução propôs a citação do responsável, pela totalidade dos recursos transferidos. Em parecer divergente, cujo teor foi acolhido pelo Titular da Unidade Técnica, o Diretor de Divisão propôs a realização de diligência no intuito de sanear pendências relativas à prestação de contas apresentada, bem como de melhor esclarecer as questões alusivas às notas fiscais supostamente falsas, emitidas pela empresa SM Comércio e Construções Ltda.. 9.Por conseguinte, foi solicitado ao Ministério do Desenvolvimento Social e do Combate à Fome - Departamento de Gestão do Fundo Nacional de Assistência Social, a planilha orçamentária detalhada, do Termo de Responsabilidade nº 2436, discriminando as compras efetuadas, assim como os serviços relativos às obras, instalações ou serviços de engenharia. Foram também solicitadas ao Setor de Arrecadação e Fiscalização da Prefeitura Municipal de Queimadas/PB informações a respeito da regularidade cadastral da empresa SM Comércio e Construções Ltda., assim como acerca das notas fiscais nº 0373 e 0377, sob as quais pesava suspeita de inidoneidade. 0.O Diretor Técnico justificou a necessidade das diligências efetuadas tendo em vista que a informação extraída do cadastro da empresa SM Comércio e Construções Ltda. "não é suficiente para descaracterizar eventual prática de ilícito na emissão de notas, que por envolver diretamente tributos estaduais e/ou municipais, são fiscalizados e apurados pelo Fisco Estadual ou Municipal." Ponderou, ainda, em relação aos serviços efetivamente realizados pelo responsável, que o relatório de supervisão in loco não foi preciso em quantificar os serviços executados..atendidas as diligências efetuadas, apurou-se, com relação à empresa SM Comércio e Construções Ltda., que seu alvará de funcionamento fora renovado até o ano de Com relação às notas fiscais, nada se pode constatar acerca de suas autenticidades, uma vez que as autenticações são feitas nos respectivos versos. 2.Em referência aos elementos solicitados ao órgão concedente, verificou-se a informação de que teriam sido executados vários serviços na reforma do prédio, alguns parcialmente. Contudo, não se apresentou qualquer indicação quanto aos itens não realizados. Outrossim, da documentação encaminhada, consta relatório no qual se informa que "com relação aos custos, verificamos estarem os mesmos compatíveis com os praticados no Estado." 3.À luz das informações supervenientes, concluiu a Unidade Técnica que, em relação às presentes contas especiais, remanesceram pendentes apenas algumas falhas formais na prestação de contas, além da ausência de recolhimento do saldo da conta específica da avença, no valor de R$ 378,66 (trezentos e setenta e oito reais e sessenta centavos), ao Fundo Nacional de Assistência Social. 4.Diante disso, sobretudo da inexpressiva materialidade do débito quantificado nos presentes autos, propôs o arquivamento do processo, sem julgamento de mérito e sem cancelamento da dívida, a cujo pagamento continuará obrigado o Sr. Genival Rodrigues Costa, para que lhe possa ser expedida a quitação. 5.Emerge, ainda, do presente feito, questão relacionada ao não atendimento justificado de diligência deste Tribunal, por duas vezes reiteradas, ao Prefeito sucessor do responsável, Sr. José Benício de Araújo Filho, com vistas ao saneamento dos autos. Em vista da recalcitrância do agente nominado, propôs-se que a ele seja aplicada a multa prevista no art. 58, IV, da Lei nº 8.443/92, sanção cuja possibilidade de aplicação fora prevista no texto dos expedientes enviados. 6.O Ministério Público junto ao Tribunal pôs-se de acordo com o encaminhamento proposto pela SECEX/PB. É o Relatório. V O TO A presente tomada de contas especial, após adotadas as medidas tendentes ao saneamento de todas as pendências que lhe renderam ensejo, finda por não consubstanciar elementos suficientes à imputação de responsabilidade ao gestor arrolado, pela não aplicação dos recursos transferidos. 2.Outrossim, não se apresentaram elementos plausíveis que confirmassem os indícios de irregularidades concernentes às notas fiscais de n os 0373 e 0377, emitidas pela empresa SM Comércio e Construções Ltda., sob as quais pairavam suspeitas de falsidade, preordenada a forjar despesas realizadas à conta de recursos transferidos à Municipalidade de Pilar/PB. 3.Com efeito, pode-se observar dos elementos contidos nos autos, notadamente das conclusões do relatório da inspeção in loco, realizada pelo MPAS, elevado grau de imprecisão na mensuração dos serviços efetivamente realizados pela Prefeitura Municipal, no prédio beneficiado com os recursos em tela. 4.A este respeito, convém rememorar que, a despeito da deterioração de alguns itens da obra realizada - estes plausivelmente justificados pelo interregno verificado entre a execução da obra e a vistoria in loco -, a equipe do MPAS concluiu que a reforma havia sido realizada, em um patamar de custos compatível com aqueles verificados no Estado da Paraíba, à época. <!ID > 5.Quanto às supostas irregularidades concernentes às notas fiscais já mencionadas, concluiu-se que o Fisco Municipal não detém qualquer mecanismo hábil para infirmar a autenticidade destas, razão pela qual não se sustentam os indícios levantados a este respeito. 6.Destarte, a solução preconizada nos pareceres, para as presentes contas especiais, é a que melhor se afigura à hipótese aperfeiçoada nos autos, uma vez que não remanesce qualquer falha de natureza grave que macule a prestação de contas apresentada pelo exgestor, assim como o débito apurado no feito é de valor ínfimo, situando-se bem abaixo do piso de R$ ,00 (vinte mil reais), estabelecido pela Decisão Normativa nº 55, de , como limite a partir do qual a tomada de contas especial deva ser encaminhada ao Tribunal, para o fim de julgamento. 7.Por fim, quanto à proposta de aplicação de multa ao Prefeito sucessor do responsável, pelo descumprimento, reiterado e injustificado, a diligências desta Corte, tenho-na por adequada, uma vez que atendido os pressupostos legais de sua cominação. Feitas estas observações, alinho-me às manifestações emitidas nestes autos, e VOTO por que o Tribunal adote o ACÓRDÃO que ora submeto à deliberação desta 2ª Câmara. TCU, Sala das Sessões Ministro Luciano Brandão Alves de Souza, em 3 de março de BENJAMIN ZYMLER Relator ACÓRDÃO Nº 236/2005-TCU-2ª Câmara. Processo n.º TC / Grupo I - Classe de Assunto: II - tomada de contas especial. 3. Responsáveis: Genival Rodrigues Costa - CPF e José Benício de Araújo Filho - CPF Entidade: Município de Pilar/PB 5. Relator: Ministro Benjamin Zymler. 6. Representante do Ministério Público: Subprocuradora-Geral Maria Alzira Ferreira. 7. Unidade técnica: SECEX/PB. 8. Advogado constituído nos autos: não atuou 9. Acórdão: VISTOS, relatados e discutidos estes autos de tomada de contas especial; Os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da Segunda Câmara, ante as razões expostas pelo Relator, ACORDAM em: 9.. com fundamento no art. 93 da Lei nº 8.443/92 c/c o art. 23 do Regimento Interno e art. 0 da IN/TCU nº 3/96, arquivar o presente processo sem julgamento do mérito e sem o cancelamento da dívida, a cujo pagamento continuará obrigado o responsável, Sr. Genival Rodrigues Costa, para que lhe possa ser expedida a correspondente quitação; 9.2. enviar cópia do presente Acórdão ao Sr. Genival Rodrigues Costa, cientificando-o que o presente processo poderá vir a ser julgado pelo Tribunal, se houver recolhimento dos valores das dívidas, dentre outras hipóteses previstas no 2º, incisos IV e V, do art 0 da IN/TCU nº 3/96, com a redação que lhe foi dada pela IN/TCU nº 35/2000; 9.3. incluir o nome do referido responsável no cadastro específico deste Tribunal, nos termos do º do art 0 da IN/TCU nº 3/96; 9.4. com fundamento no art. 58, IV, da Lei nº 8.443/92, aplicar ao Sr. José Benício de Araújo Filho multa no valor de R$ 3.000,00 (três mil reais), em razão do não atendimento à diligência expedida por este Tribunal, mediante os Ofícios SECEX/PB nos 505/2004, de , e 668/2004, de , sem causa justificada, fixando-lhe o prazo de 5 (quinze) dias, a contar da notificação, para comprovar, perante o Tribunal (art 24, III, a, do Regimento Interno), seu recolhimento aos cofres do Tesouro Nacional;

125 Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN autorizar, desde logo, nos termos do art. 28, inciso II, da Lei nº 8.443, de 992, a cobrança judicial da dívida, caso não atendida a notificação; 9.6. encaminhar cópia do presente Acórdão, bem como do Relatório e Voto que o fundamentam, à Procuradoria da República no Estado da Paraíba. 0. Ata nº 7/2005-2ª Câmara. Data da Sessão: 3/3/ Ordinária 2. Especificação do quórum: 2.. Ministros presentes: Ubiratan Aguiar (na Presidência), Benjamin Zymler (Relator) e o Ministro-Substituto Marcos Bemquerer Costa. UBIRATAN AGUIAR na Presidência BENJAMIN ZYMLER Ministro-Relator Fui presente: MARINUS EDUARDO DE VRIES MARSICO Procurador GRUPO I - CLASSE II - 2ª Câmara TC nº / (com 3 volumes) Natureza: Tomada de Contas Especial Entidade: Prefeitura Municipal de Congo (PB) Responsável: Braz Fernandes de Oliveira, ex-prefeito (CPF nº ) Advogado constituído nos autos: não há SUMÁRIO: Tomada de Contas Especial. Convênio visando à conclusão de barragem de terra maciça. Secretaria de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente (MMA/SRH). Aplicação de recursos em desacordo com o Plano de Trabalho integrante do Convênio sob enfoque. Indícios de pagamentos a maior. Citação. Alegações de defesa não lograram ilidir a irregularidade. Débito. Multa. Autorização para cobrança judicial da dívida, se necessário. R E L AT Ó R I O Cuida-se de Tomada de Contas Especial instaurada pela Secretaria de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente (MMA/SRH) contra o ex-prefeito Municipal de Congo (PB), Sr. Braz Fernandes de Oliveira, em razão da aplicação de recursos em desacordo com o Plano de Trabalho integrante do Convênio MMA/SRH n. 435/997 - SIAFI n 340.7l3 (fls. 67 a 77 do vol. principal), que teve por objeto a conclusão de barragem de terra maciça denominada Açude Público Jacaré, destinada ao abastecimento de água de 400 pessoas residentes nas comunidades de Santa Rita de Cima, Santa Rita de Baixo, Barra do Rio e Rio do Mel. 2.Os recursos necessários à implementação do objeto avençado foram repassados em duas etapas, por intermédio das Ordens Bancárias n 98OB399 (fl. 85), de 27/2/998, no valor de R$ ,00 (cem mil reais) e 98OB422 (fl. 296), de 30/2/998, no valor de R$ ,00 (noventa mil reais), sendo contratada para a execução da primeira a Construtora Sumé Ltda. e para a segunda a Construtora Globo Ltda. 3.A prestação de contas da primeira etapa foi acolhida pela concedente (Despacho de aprovação de 8/2/998 - fl. 290). Consequentemente, foram liberados os recursos relativos à segunda etapa da obra, após a formalização do respectivo aditivo ao termo de convênio original (fls. 383 a 385). 4.No relatório DELIC n 55/999 (fls. 477 a 479), auditores do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE/PB) apontaram excesso de custos de execução da ordem de R$ ,99 (trinta e cinco mil, setecentos e setenta e cinco reais e noventa e nove centavos), apurado a partir de inspeção in loco. Referido excesso corresponde à diferença entre o valor pago e o devido. Esse último foi estimado com base nos quantitativos efetivamente executados, os quais estão discriminados a seguir: ItemDiscriminação Unid. Preço Unitário (R$) Vo l u m e s Valores (R$) Excesso (R$) Executado Pago Executado Pago Escavação, m³ 2, , , ,3 carga e transporte de material sílic o - a rg i l o s o 2 Espalha mento, umedeci-mento e compacta ção m³ 0, , , ,68 Total do Excesso:...R$ ,99 5.Essa irregularidade foi comunicada a este Tribunal por meio do Ofício n 90 GAPRE-SECPL, de 26/2/2002, o que ensejou a instauração do TC n / (julgado pela ª Câmara em 8/2/ Acórdão n 29/2003). Por meio desse decisum, foi determinado à Secretaria de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente que adotasse providências no sentido de examinar a prestação de contas do Convênio ora sob comento. Além disso, foi determinada a revisão da parcela já homologada e a instauração, caso fosse necessária, da competente TCE. 6.A concedente adotou providências, com vistas ao saneamento dessa irregularidade, as quais foram inócuas em virtude do silêncio do responsável, que havia sido devidamente notificado (fls. 490 a 493 e 562 a 565). 7.Com supedâneo nas conclusões de uma nova vistoria realizada no Açude Jacaré (relatório de 2// fls. 570 a 580), a SRH apontou a inexecução de itens do projeto técnico, que, supostamente, haviam sido incluídos na segunda etapa da obra conveniada. Referidos itens foram orçados em R$ ,90 (trinta e nove mil, quatrocentos e quarenta e oito reais e noventa centavos), conforme quadro a seguir: Item Descrição Valor - R$ Calha retangular e alvenaria de 606,70 tijolos de 0,30m X 0,25m Caixa coletora de alvenaria de 38,79 tijolos Valeta trapezoidal de lançamento 4.644,07 de 0,30 X 0,25 X 0,80m 5.0. Tomada d'àgua 3.645, Rock fill 5.973, Rip Rap 4.440,20 To t a l ,90 8.Em vista da inadequação da metodologia adotada pelo concedente para quantificar o débito, a qual foi acolhida pelo Controle Interno, a unidade técnica optou por considerar para fins de citação o excesso de custo apurado pelo TCE/PB, no valor de R$ ,99 (trinta e cinco mil, setecentos e setenta e cinco reais e noventa e nove centavos), dada a competência técnica e regulamentar daquela Corte de Contas, além da fé pública de que gozam os seus relatórios oficiais. 9.Efetuado o rateio entre as fontes de alocação de recursos, nos termos do quadro a seguir, o valor devido à União foi calculado em R$ 3.752,22 (trinta e um mil, setecentos e cinqüenta e dois reais e vinte e dois centavos): Fonte Excesso em R$ Recursos próprios do município não.707,07 previstos no ajuste Contrapartida 2.36,70 Recursos Federais 3.752,22 To t a l ,99 0.Promovida a citação do Sr. Braz Fernandes de Oliveira (fls. 738 a 740), o responsável apresentou alegações de defesa tempestivamente (fls. 742 a 758), as quais são analisadas a seguir: - Alegações do responsável a) apresentou quadros demonstrativos relativos a cada etapa da obra de construção do açude, seguidos por um quadro síntese no qual são consideradas as médias ponderadas de preços dos serviços questionados no presente feito. Finalmente, concluiu que o Erário ficou em débito com as construtoras contratadas no valor de R$.254,08 (onze mil, duzentos e cinqüenta e quatro reais e oito centavos); b) os serviços de escavação e de compactação executados inicialmente totalizaram ,80m³ e 46.46,80m³, quantitativos esses que se elevaram a ,60 m³ e 47.0,40 m³, após a alteração do projeto original introduzida pela municipalidade; - Análise empreendida pela unidade técnica a) o Termo do Convênio vedava a alteração do objeto pela convenente sem as devidas apreciação e autorização do concedente. Ademais, inexiste nos autos qualquer pedido de reformulação do objeto ou do plano de trabalho. Logo, deve ser rechaçada essa alegação; b) os dados atinentes ao reservatório objeto do convênio mantiveram-se inalterados mesmo após a realização de aditivo ao termo de convênio original. Tanto o plano de trabalho integrante do instrumento original quanto aquele que integra o termo aditivo contempla um volume de água de m³, altura útil de m e superfície de m² da bacia hidráulica; c) no termo de aceite definitivo das obras, formalizado em 30/6/999 (fl. 339), o Sr. Braz Fernandes ratificou a observância das especificações exigidas pela concedente, afirmando que as obras foram realizadas em conformidade com o disposto no Plano de trabalho previamente aprovado pelo Ministério d) no relatório da fiscalização empreendida pelos técnicos do TCE/PB, levada a cabo cerca de seis meses após a conclusão da obra, não há menção a modificações no objeto avençado. Aduz-se que a equipe de auditoria, com base em inspeção in loco e à vista dos boletins de medição e das notas fiscais de pagamentos efetuados à conta do convênio, entendeu ter ficado demonstrado o excesso de custo na execução da obra, já que os serviços de escavação e de compactação contratados totalizavam, consideradas as duas etapas da obra, m³ e m³, respectivamente (fls. 633 e 634); e) em face do exposto, as alegações apresentadas não elidiram a irregularidade. - Alegações do responsável a) o responsável alegou que a inspeção de obra demanda a formação do auditor responsável em engenharia civil; b) no caso em exame, não foram colhidos elementos de prova suficientes para atestar o excesso noticiado, não tendo a equipe tomado conhecimento de alterações no projeto inicial, das planilhas, das plantas e de outros detalhamentos técnicos, que seriam elucidativos à quantificação dos valores físicos executados; c) a mudança efetuada no projeto ocasionou a melhoria da relação custo-benefício da obra e atendeu à reivindicação da comunidade beneficiada no sentido de ser ampliado o volume de água do reservatório. Esses fatores não foram levados na devida conta pela equipe técnica do TCE/PB; - Análise empreendida pela unidade técnica a) não foi demonstrado o acréscimo da obra sugerido pelo responsável, pois o único documento acostado não possui valor probatório. Além disso, ainda que o acréscimo noticiado tivesse ocorrido, não teria sido autorizado pelo concedente, que nem teve conhecimento de qualquer alteração promovida pela convenente no objeto ou no plano de trabalho integrante do convênio; b) quanto ao questionamento da capacitação técnica da equipe do TCE-PB, sem menoscabo à importância da formação em engenharia civil para a realização de trabalho de fiscalização de obra, é de se ponderar que, no caso em exame, a análise realizada pelo auditor da Corte de Contas foi efetuada à vista dos registros formais disponíveis na própria Prefeitura, consistentes de boletins de medição, notas fiscais e comprovantes de pagamentos. Portanto, é desnecessária a qualificação sugerida pelo defendente; c) o relatório que deu causa ao presente feito está pautado em prova documental inconteste, ao passo que a defesa está calcada em prova testemunhal escrita oriunda de uma única fonte, eis que a prancha apresentada como prova de alteração do projeto inicial e o parecer técnico destinado à mensuração de quantitativos são ambos da lavra do engenheiro civil Renato Roberto Fernandes de Avelar (fls. 750 a 758); d) com espeque nessas considerações, ficou patente que as alegações apresentadas não devem ser acolhidas; - Alegações do responsável a) requereu a realização de levantamento técnico por equipe que inclua profissional de engenharia civil, visando verificar, com exatidão, os serviços realizados após a alteração do projeto inicial; - Análise empreendida pela unidade técnica a) nos termos da Lei n 8.443/992, o responsável não tem legitimidade para solicitar fiscalização a esta Corte de Contas. Além disso, o trabalho da auditoria do TCE/PB teve por base documentos, tais como boletins de medição, notas fiscais e comprovantes de pagamento; b) a competência dos técnicos do TCE/PB já foi discutida. Cumpre acrescentar que os documentos por eles produzidos são dotados de fé pública, constituindo, portanto, meio legal de prova..diante do exposto, o ACE propôs que o Tribunal: a) julgue as presentes contas irregulares e condene o Sr. Braz Fernandes de Oliveira ao pagamento de R$ 3.752,22 (trinta e um mil, setecentos e cinqüenta e dois reais e vinte e dois centavos); b) autorize, desde logo, a cobrança judicial da dívida, caso não atendida a notificação. 2.Em 22/09/2004, o Diretor da ª DT da Secex (PB) e o titular daquela unidade técnica manifestaram-se de acordo com essa proposta (fl. 765). 3.Em 4/2/2004, o ilustre Subprocurador-Geral Paulo Soares Bugarin teceu as seguintes considerações (fl. 766): a) as alegações de defesa apresentadas foram insuficientes para ilidir as irregularidades e a responsabilidade do Sr. Braz Fernandes de Oliveira; b) o Termo de Convênio vedava a alteração do objeto sem a autorização do convenente, a qual não foi solicitada; c) não há evidências de que a prancha de nº 02/02, que aponta para um acréscimo da obra, tenha sido efetivamente considerada; d) os pareceres técnicos do TCE/PB, que foram emitidos com base em documentos da própria Prefeitura, demonstram a existência do custo excessivo da obra e não mencionam a ampliação do objeto avençado; e) a solicitação da realização de levantamento técnico por profissional com formação em engenharia civil não merece acolhida; f) foi demonstrada a existência das irregularidades relatadas nestes autos. 4.Assim sendo, o representante do Parquet especializado manifestou sua aquiescência à proposta formulada pela unidade técnica e entendeu ser conveniente encaminhar cópia dos autos ao Ministério Público Federal. É o relatório. V O TO Trata-se de Tomada de Contas Especial instaurada pela Secretaria de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente (MMA/SRH) contra o ex-prefeito Municipal de Congo (PB), Sr. Braz Fernandes de Oliveira, em razão da aplicação de recursos em desacordo com o Plano de Trabalho integrante do Convênio MMA/SRH n. 435/997 - SIAFI n 340.7l3, que teve por objeto a conclusão de barragem de terra maciça denominada Açude Público Jacaré, destinada ao abastecimento de água de 400 pessoas residentes nas comunidades de Santa Rita de Cima, Santa Rita de Baixo, Barra do Rio e Rio do Mel. 2.O responsável alegou ter havido um incremento nos serviços de escavação e de compactação, em relação aos volumes contratados, que justificaria os pagamentos realizados pela Prefeitura Municipal de Congo (PB). Entretanto, ele não apresentou provas capazes de servir de espeque a essa alegação. Além disso, o termo de convênio previa que qualquer alteração no plano de trabalho deveria ter sido previamente aprovada pelo concedente, o que não ocorreu. Aliás, não consta destes autos qualquer prova de que o MMA/SRH tenha sido ao menos cientificado da alegada alteração no projeto contratado pela Prefeitura.

126 26 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de Acrescento que a equipe de auditoria do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba, após realizar inspeção in loco e analisar os documentos apresentados pelo ex-prefeito, concluiu ter havido um pagamento excessivo no valor histórico de R$ 3.752,22 (trinta e um mil, setecentos e cinqüenta e dois reais e vinte e dois centavos). 4.Compulsando os autos, constatei a existência de documentos que corroboram a conclusão do TCE/PB. Assim sendo, entendo que o responsável não logrou ilidir as irregularidades ora apuradas, as quais restaram comprovadas. 5.Aduzo que a solicitação de que um profissional com formação em engenharia civil realize uma auditoria visando aferir a efetiva existência do alegado incremento nos serviços realizados pelas construtoras não merece ser acolhida. Afinal, a jurisprudência desta Corte de Contas, em consonância com o disposto no art. 93 do Decreto-lei nº 200/967, é pacífica no sentido de que compete ao gestor comprovar a boa e regular aplicação dos recursos públicos, cabendo-lhe o ônus da prova, conforme entendimento assentado desde a prolação dos seguintes julgados: Acórdãos TCU n /997 - Plenário; 87/997-2ª Câmara; 234/995-2ª Câmara; 29/996-2ª Câmara; 380/995-2ª Câmara; e Decisões n 200/993 - Plenário; 225/995-2ª Câmara, e 545/992 - Plenário. 6.Nesse sentido, vale citar elucidativo trecho do voto proferido pelo insigne Ministro Adylson Motta nos autos do TC nº /998 (Decisão nº 225/2000-2ª Câmara): A não-comprovação da lisura no trato de recursos públicos recebidos autoriza, a meu ver, a presunção de irregularidade na sua aplicação. Ressalto que o ônus da prova da idoneidade no emprego dos recursos, no âmbito administrativo, recai sobre o gestor, obrigando-se este a comprovar que os mesmos foram regularmente aplicados quando da realização do interesse público. Aliás, a jurisprudência deste Tribunal consolidou tal entendimento no Enunciado de Decisão nº 76, verbis: 'Compete ao gestor comprovar a boa e regular aplicação dos recursos públicos, cabendo-lhe o ônus da prova'. Há que se destacar, ainda, que, além do dever legal e constitucional de prestar contas do bom e regular emprego dos recursos públicos recebidos, devem os gestores fazê-lo demonstrando o estabelecimento do nexo entre o desembolso dos referidos recursos e os comprovantes de despesas realizadas com vistas à consecução do objeto acordado. Assim, é imperioso que, com os documentos apresentados com vistas a comprovar o bom emprego dos valores públicos, seja possível constatar que eles foram efetivamente utilizados no objeto pactuado, de acordo com os normativos legais e regulamentares vigentes. 7.Tendo em vista o disposto no 3º do art. 6 da Lei nº 8.443/992, concordo com a sugestão formulada pelo ilustre Subprocurador-Geral Paulo Soares Bugarin no sentido de que seja encaminhada ao Ministério Público Federal cópia do Acórdão que vier a ser prolatado, bem como do Relatório e do Voto que o fundamentaram. 8.Finalmente, sopesado o fato de que ocorreu dano ao erário, entendo que, com supedâneo nos arts. 9 e 57 da Lei Orgânica do TCU, deve ser aplicada multa ao Sr. Braz Fernandes de Oliveira, a qual arbitro em R$ 5.000,00 (cinco mil reais). Diante do exposto, concordando com a unidade técnica e com o Ministério Público junto ao TCU, VOTO no sentido de que o Tribunal adote o Acórdão que ora submeto à apreciação desta 2ª Câmara. TCU, Sala das Sessões, 3 de março de BENJAMIN ZYMLER Relator ACÓRDÃO Nº 237/2005-TCU-2ª Câmara. Processo TC nº / Grupo I - Classe II - Tomada de Contas Especial 3. Responsável: Braz Fernandes de Oliveira, ex-prefeito (CPF nº ) 4. Entidade: Prefeitura Municipal de Congo (PB) 5. Relator: Ministro Benjamin Zymler 6. Representante do Ministério Público: Subprocurador-Geral Paulo Soares Bugarin 7. Unidade Técnica: Secex/PB 8. Advogado constituído nos autos: não há 9. Acórdão: Vistos, relatados e discutidos estes autos de Tomada de Contas Especial instaurada pela Secretaria de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente (MMA/SRH) contra o ex-prefeito Municipal de Congo (PB), Sr. Braz Fernandes de Oliveira, em razão da aplicação de recursos em desacordo com o Plano de Trabalho integrante do Convênio MMA/SRH n. 435/997 - SIAFI n 340.7l3, que teve por objeto a conclusão de barragem de terra maciça denominada Açude Público Jacaré, destinada ao abastecimento de água de 400 pessoas residentes nas comunidades de Santa Rita de Cima, Santa Rita de Baixo, Barra do Rio e Rio do Mel. ACORDAM os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da 2ª Câmara, ante as razões expostas pelo Relator, em: 9.. julgar irregulares as presentes contas e em débito o responsável, Sr. Braz Fernandes de Oliveira, (CPF nº ), nos termos dos arts. º, I; 6, III, c, e 9, caput, todos da Lei nº 8.443/992, condenando-o ao pagamento da importância de R$ 3.752,22 (trinta e um mil, setecentos e cinqüenta e dois reais e vinte e dois centavos), atualizada monetariamente e acrescida dos juros de mora, calculados a partir de 30/2/998 até a data do efetivo recolhimento, na forma prevista na legislação em vigor, fixando-lhe o prazo de 5 (quinze) dias, a contar da ciência, para comprovar, perante este Tribunal, o recolhimento da referida quantia aos cofres do Tesouro Nacional, nos termos do art. 23, III, "a", da citada Lei c/c o art. 24, III, "a", do Regimento Interno do TCU; 9.2. aplicar ao Sr. Braz Fernandes de Oliveira (CPF nº ) a multa prevista nos arts. 9 e 57 da Lei n 8.443/992, no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), fixando-lhe, com espeque no art. 24, III, a, do Regimento Interno do TCU, o prazo de 5 (quinze) dias, a contar da notificação, para comprovar perante o Tribunal o recolhimento da multa ao Tesouro Nacional, atualizada monetariamente a partir do dia seguinte ao término do prazo estabelecido até a data do efetivo recolhimento; 9.3. autorizar, desde logo, a cobrança judicial da dívida, nos termos do art. 28, II, da Lei nº 8.443/992, caso não atendida a notificação; 9.4. determinar o encaminhamento de cópia deste Acórdão, bem como do Relatório e do Voto que o fundamentaram ao Ministério Público da União, visando à adoção das providências que aquele órgão julgar cabíveis, nos termos do art. 6, 3º, da Lei nº 8.443/ Ata nº 7/2005-2ª Câmara. Data da Sessão: 3/3/ Ordinária 2. Especificação do quórum: 2.. Ministros presentes: Ubiratan Aguiar (na Presidência), Benjamin Zymler (Relator) e o Ministro-Substituto Marcos Bemquerer Costa. UBIRATAN AGUIAR na Presidência BENJAMIN ZYMLER Ministro-Relator Fui presente: MARINUS EDUARDO DE VRIES MARSICO Procurador GRUPO I - CLASSE II - 2ª CÂMARA T C / Natureza: Tomada de Contas Especial Entidade: Município de Santo Inácio do Piauí/PI Responsável: Sr. Djalma César do Nascimento, ex-prefeito (CPF ) Advogado constituído nos autos: não há. Sumário: Tomada de Contas Especial. Omissão no dever de prestar contas. Citação. Omissão. Revelia. Contas Irregulares. Débito. Multa. Autorização para cobrança judicial da dívida. Encaminhamento da documentação pertinente ao Ministério Público da União. Versa a espécie sobre tomada de contas especial instaurada pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS), em desfavor do Sr. Djalma César do Nascimento, ex-prefeito do Município de Santo Inácio do Piauí/PI, em decorrência de omissão no dever de prestar contas da primeira parcela dos recursos do Convênio nº 240/96, celebrado entre aquela municipalidade e a União, por intermédio do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional de Alimentação e Nutrição (fls. 0/20). 2.A quantia referente ao primeiro repasse, ocorrido em 27/9/996, no valor de R$ 9.53,00 (nove mil, cento e cinqüenta e três reais), conforme ordem bancária nº 2509/96 (fl. 2), destinava-se à implementação parcial do Programa de Atendimento aos Desnutridos e às Gestantes em Risco Nutricional no Município. 3.Devidamente notificado pelo FNS, para apresentar a prestação de contas dos recursos em tela, ou efetivar a devida restituição, o responsável não adotou as providências necessárias para tanto, razão por que foram instauradas estas contas especiais (fls. 88 e 92). 4.Constam nos autos, o Relatório de Auditoria (fls. 8/20), o Certificado de Auditoria (fl. 2) e o Parecer do Dirigente do Órgão de Controle Interno (fl. 22), bem assim o Pronunciamento Ministerial (fl. 23), todos pela irregularidade das contas. 5.Ingressos estes autos no TCU, autorizei a citação do responsável (fl. 30), na forma proposta pela Secex/PI em sua instrução prévia (fls. 28/29). 6.Regularmente citado em razão da omissão no dever de prestar contas, por meio do Ofício nº 662/ Secex/PI (fls. 33/35), permaneceu silente o Sr. Djalma César do Nascimento quanto à apresentação de alegações de defesa ou à efetivação do recolhimento do débito a ele imputado. 7.Por meio da instrução de fls. 36/37, a Secex/PI, em pareceres uniformes, manifestou-se pela irregularidade das presentes contas, com imputação de débito ao responsável, nos termos do art. 6, inc. III, alínea a, da Lei nº 8.443/92, além da cominação da multa prevista no art. 57 do mesmo diploma legal. 8.O Ministério Público junto ao TCU, em sua intervenção regulamentar, manifestou anuência à proposta uniforme da Unidade Técnica (fl. 39). É o relatório. V O TO Trata o presente processo de tomada de contas especial instaurada pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS) contra o Sr. Djalma César do Nascimento, ex-prefeito do Município de Santo Inácio do Piauí/PI, em virtude de omissão no dever de prestar contas da quantia de R$ 9.53,00 (nove mil, cento e cinqüenta e três reais), transferida por meio do Convênio nº 240/96, celebrado entre aquela municipalidade e a União, por intermédio do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional de Alimentação e Nutrição (fls. 0/20). 2.Regularmente citado, de acordo com o inciso II do art. 79 do Regimento Interno do TCU, o responsável não apresentou defesa nem recolheu o débito que lhe fora imputado, tornando-se, dessa forma, revel, nos termos do 3º do art. 2 da Lei nº 8.443/92. 3.Diante da omissão do ex-prefeito no dever de prestar contas dos recursos recebidos, devem as presentes contas serem julgadas irregulares, imputando-se o débito ao responsável. 4.Ressalto que a obrigação de prestar contas é dever inafastável de todo aquele que utiliza recursos públicos, constituindo sua omissão falta grave, merecedora de sanção. 5.Nesse sentido, a conduta omissiva do ex-prefeito no atendimento da citação válida proveniente desta Corte denota sua postura desidiosa no trato dos recursos federais, transferidos com a finalidade de atender desnutridos e gestantes em risco nutricional no Município. 6.Por esse motivo, alinho-me com a proposta de aplicação ao responsável da multa prevista no art. 57 da Lei nº 8.443/92, cumulativamente ao débito apurado nos autos. Em vista do exposto, acolho os pareceres emitidos nos autos e VOTO por que o Tribunal adote a deliberação que ora submeto à apreciação deste Colegiado. TCU, Sala das Sessões Ministro Luciano Brandão Alves de Souza, em 3 de março de BENJAMIN ZYMLER Relator ACÓRDÃO Nº 238/2005-TCU-2ª Câmara. Processo n TC-0.625/ Grupo I, Classe II - Tomada de Contas Especial. 3. Responsável: Sr. Djalma César do Nascimento, ex-prefeito (CPF ). 4. Entidade: Município de Santo Inácio do Piauí/PI. 5. Relator: Ministro Benjamin Zymler. 6. Representante do Ministério Público: Procuradora Cristina Machado da Costa e Silva. 7. Unidade Técnica: Secex/PI. 8. Advogado constituído nos autos: não há. 9. Acórdão: VISTOS, relatados e discutidos estes autos de tomada de contas especial, de responsabilidade do Sr. Djalma César do Nascimento, em virtude de omissão no dever de prestar contas dos recursos transferidos ao Município de Santo Inácio do Piauí/PI pelo Convênio nº 240/96, celebrado entre aquela municipalidade e a União, por intermédio do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional de Alimentação e Nutrição, e ainda: CONSIDERANDO que, devidamente citado, o responsável não procedeu ao recolhimento do débito, tampouco apresentou alegações de defesa, tornando-se revel, nos termos do art. 2, 3º, da Lei nº 8.443/92; CONSIDERANDO que a Secex/PI e o Ministério Público junto ao TCU são unânimes em propor a irregularidade das presentes contas; CONSIDERANDO que a conduta do responsável revela postura desidiosa para com a gestão de recursos públicos federais; ACORDAM os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da 2ª Câmara, ante as razões expostas pelo Relator, em: 9.. julgar irregulares as presentes contas e condenar o Sr. Djalma César do Nascimento ao pagamento de débito na quantia de R$ 9.53,00 (nove mil, cento e cinqüenta e três reais), fixando-lhe o prazo de 5 (quinze) dias, a contar da notificação, para comprovar, perante o Tribunal, o recolhimento da dívida aos cofres do Fundo Nacional de Saúde, devidamente corrigida e acrescida dos juros de mora, a contar de 27/9/996, data da liberação dos recursos, com fundamento nos artigos º, inciso I; 6, inciso III, alínea a ; 9, caput; 23, inciso III, todos da Lei nº 8.443/92; 9.2. aplicar ao Sr. Djalma César do Nascimento multa no valor de R$.500,00 (um mil e quinhentos reais), com supedâneo no art. 57 da Lei nº 8.443/92, fixando-lhe o prazo de 5 (quinze) dias, a contar da notificação, para comprovar, perante este Tribunal, o recolhimento da referida quantia aos cofres do Tesouro Nacional, atualizada monetariamente a partir do dia seguinte ao término do prazo ora estabelecido até a data do efetivo recolhimento, na forma da legislação em vigor; 9.3. autorizar, desde logo, nos termos do art. 28, inciso II, da Lei nº 8.443/92, a cobrança judicial das dívidas, caso não atendida a notificação para pagamento; 9.4. encaminhar cópia da documentação pertinente ao Ministério Público da União para propositura das ações judiciais cabíveis, nos termos do art. 209, 6º, do Regimento Interno do TCU. 0. Ata nº 7/2005-2ª Câmara. Data da Sessão: 3/3/ Ordinária 2. Especificação do quórum: 2.. Ministros presentes: Ubiratan Aguiar (na Presidência), Benjamin Zymler (Relator) e o Ministro-Substituto Marcos Bemquerer Costa. UBIRATAN AGUIAR na Presidência BENJAMIN ZYMLER Ministro-Relator Fui presente: MARINUS EDUARDO DE VRIES MARSICO Procurador

127 <!ID > PORTARIA Nº 49, segunda-feira, 4 de março de ISSN GRUPO I - CLASSE II - 2 a Câmara TC / Natureza: Tomada de Contas Especial Entidade: Município de Baía da Traição/PB Responsável: Marcos Antônio dos Santos - CPF Advogado constituído nos autos: Johnson Gonçalves de Abrantes (OAB/PB.663) e Newton Nobel Sobreira Vita (OAB/PI 0.204) Sumário: Tomada de contas especial instaurada em virtude da omissão no dever de prestar contas de recursos de convênio. Citação. Omissão. Revelia. Contas irregulares. Débito. Multa. Autorização para cobrança judicial da dívida. Remessa de peças dos autos ao Ministério Público da União. Tratam os autos de tomada de contas especial de responsabilidade do Sr. Marcos Antônio dos Santos, ex-prefeito Municipal de Baía da Traição/PB, instaurada pelo Ministério da Integração Nacional, em virtude da omissão no dever de prestar contas da quantia de R$ ,00 (cento e vinte mil reais), transferida por força do Convênio nº 986/200, celebrado com o objetivo de construir quatro passagens molhadas no Município. 2.A SECEX/PB efetuou a citação do responsável pelo fundamento acima mencionado, conforme Ofício 0850, de , à fl Transcorrido o prazo regimental, sem que tivesse sido comprovado o recolhimento da dívida, tampouco apresentadas alegações de defesa, o responsável endereçou expediente à SECEX/PB, por meio de seu representante legal, solicitando a prorrogação de prazo para apresentação das correspondentes alegações de defesa, por período adicional de 20 (vinte) dias. 4.Deferida a prorrogação solicitada, novamente o responsável deixou fluir o prazo sem a adoção das medidas pertinentes. 5.Em vista disto, a SECEX/PB manifestou-se por que seja o responsável considerado revel, devendo suas contas serem julgadas irregulares, com a imputação do débito correspondente, sem prejuízo de aplicação da multa prevista no art. 57 da Lei nº 8.443/92. 6.O Ministério Público junto ao Tribunal pôs-se de acordo com a Unidade Técnica. É o Relatório. V O TO A inércia do responsável no atendimento ao ofício citatório, do qual ele comprovadamente tomou ciência, solicitando prorrogação de prazo para apresentação de defesa, conduz de forma inexorável ao julgamento pela irregularidade das contas, em razão das falhas na execução do Convênio nº 986/200, celebrado entre a Municipalidade e o Ministério da Integração Nacional. 2.A conduta omissiva do ex-prefeito, seja na omissão do cumprimento do dever legal de prestar contas, seja no não-atendimento à citação válida proveniente desta Corte, denota a postura desidiosa para com o trato de recursos federais, transferidos com a finalidade de atender a interesse da comunidade. 3.Esta circunstância, a meu ver, autoriza a aplicação da multa prevista no art. 57 da Lei nº 8.443/92, cumulativamente ao débito apurado nos autos. Ante o exposto, acolho os pareceres emitidos nos autos, e VOTO por que o Tribunal adote o ACÓRDÃO que ora submeto a esta Segunda Câmara. TCU, Sala das Sessões Ministro Luciano Brandão Alves de Souza, em 3 de março de BENJAMIN ZYMLER Relator <!ID > ACÓRDÃO Nº 239/2005-TCU-2ª Câmara. Processo n TC / Grupo: I - Classe de Assunto II: Tomada de Contas Especial. 3. Responsável: Marcos Antônio dos Santos (ex-prefeito Municipal) - CPF Entidade: Município de Baía da Traição/PB. 5. Relator: Ministro Benjamin Zymler. 6. Representante do Ministério Público: Procurador Marinus Eduardo De Vries Marsico. 7. Unidade Técnica: SECEX/PB. 8. Advogado constituído nos autos: Johnson Gonçalves de Abrantes (OAB/PB.663) e Newton Nobel Sobreira Vita (OAB/PI 0.204). 9. Acórdão: Vistos, lidos e relatados estes autos de tomada de contas especial, os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão da Segunda Câmara, ante as razões expostas pelo Relator, ACORDAM em: 9.. com fundamento nos arts. o, inciso I, 6, inciso III, a,9 e 23, inciso III, todos da Lei n 8.443/92, julgar irregulares as presentes contas e condenar o Sr. Marcos Antônio dos Santos ao pagamento da quantia de R$ ,00 (cento e vinte mil reais), fixando o prazo de 5 (quinze) dias a contar da notificação, para comprovar, perante o Tribunal (art. 24, inciso III, a, do Regimento Interno /TCU), o recolhimento da dívida aos cofres do Tesouro Nacional, atualizada monetariamente e acrescida dos juros de mora devidos, calculados a partir até a data do recolhimento, na forma prevista na legislação em vigor; 9.2. aplicar ao responsável a multa prevista no art. 57 da Lei nº 8.443/92, c/c o art. 267 do Regimento Interno, no valor de R$ 2.000,00 (doze mil reais), com fixação de prazo de quinze dias, a contar da notificação, para comprovar, perante ao Tribunal (art. 24, inciso III, alínea a do Regimento Interno), o recolhimento da multa aos cofres do Tesouro Nacional, atualizada monetariamente, a partir do dia seguinte ao do término do prazo estabelecido até a data do efetivo recolhimento, na forma da legislação em vigor; 9.3. autorizar, desde logo, nos termos do art. 28, inciso II, da Lei n 8.443/92, a cobrança judicial da dívida, caso não atendida a notificação; 9.4. encaminhar cópias dos autos ao Ministério Público Federal, para a propositura das ações judiciais cabíveis. 0. Ata nº 7/2005-2ª Câmara. Data da Sessão: 3/3/ Ordinária 2. Especificação do quórum: 2.. Ministros presentes: Ubiratan Aguiar (na Presidência), Benjamin Zymler (Relator) e o Ministro-Substituto Marcos Bemquerer Costa. UBIRATAN AGUIAR na Presidência BENJAMIN ZYMLER Ministro-Relator Fui presente: MARINUS EDUARDO DE VRIES MARSICO Procurador GRUPO II - CLASSE V - 2ª CÂMARA TC /997-8 Natureza: Aposentadoria (inicial e alteração). Entidade: Delegacia Regional do Trabalho do Espírito Santo Interessado: Carlos Guilherme de Oliveira Egito (CPF: ). Advogado constituído nos autos: não há Sumário: Aposentadoria voluntária de Fiscal do Trabalho com proventos proporcionais ao tempo de serviço. Ato inicial, de 995, do qual consta a parcela PCCS, incorporada por meio de decisão judicial de 99. Ato de alteração, do mesmo ano, para inclusão de tempo de serviço, em razão de justificação judicial. Diligência. Atendimento parcial. Parcela incorporada por força da Lei n.º 8.460/92. Pagamento suspenso quando da reestruturação da carreira, por força da MP.95- de 999. Necessidade de emissão de novo ato. Alteração ilegal, por falta de comprovação dos fundamentos que amparam a elevação da proporcionalidade de 3/35 avos para 32/35 avos. Negativa de registro. Determinações. Trata-se de processo de aposentadoria do servidor Carlos Guilherme de Oliveira Egito (Fiscal do Trabalho), com espeque na alínea c do inciso III do art. 86 da Lei n.º 8.2/90 (aposentadoria voluntária com proventos proporcionais ao tempo de serviço - 3/35 avos), com vigência a contar de Foi encaminhado, ainda, o ato de fls. 2/3, por meio do qual se altera a proporcionalidade dos proventos para 32/35 avos, em razão de justificação judicial. O Controle Interno manifestou-se pela ilegalidade (fls.-v e 3). A origem foi diligenciada para encaminhar cópia da decisão judicial relativa à PCCS, bem assim da justificação judicial que amparou a elevação da proporcionalidade dos proventos. Em resposta, foi informado apenas que, com a reestruturação da carreira, implantada pela MP.95-/99, os pagamentos da PCCS foram suspensos. Nada foi dito quanto à nova contagem de tempo de serviço. Renovada a diligência apara obtenção dos documentos relativos à justificação judicial, foi encaminhada cópia da sentença trabalhista que concedeu a PCCS. A Secretaria de Fiscalização de Pessoal (Sefip) propôs, em instrução de fls. 9/20 fosse a concessão inicial considerada legal, em razão da sustação dos pagamentos irregulares, e ilegal a alteração de fls. 2/3, uma vez não atendida a diligência formulada. O Ministério Público anuiu às conclusões da instrução (fl. 20-v). É o Relatório. V O TO De fato, o servidor não vem mais recebendo a parcela PCCS. Tal procedimento, adotado pela Delegacia Regional de Trabalho do Espírito Santo (DRT/ES), de não fazer incidir o percentual sobre nova estrutura remuneratória, é o que vem sendo defendido pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Infelizmente, nem todas as regionais procedem da mesma forma. Não obstante, o TCU entende, diferentemente da DRT/ES, que o pagamento já deveria ter sido suprimido desde a edição da Lei n.º 8.460/92. Assim sendo e considerando que, consoante jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, que esta Corte não pode determinar a exclusão de qualquer vantagem do ato, mas apenas apreciá-lo da forma como foi submetido, o ato de fls. e -v deverá ser considerado ilegal. Por via de conseqüência, a origem poderá encaminhar novo, livre da impropriedade verificada. No que se refere à alteração do tempo de serviço, o órgão não atendeu a contento as diligências efetuadas. Além disso, a simples existência de justificação judicial - que é processo de jurisdição voluntária, não contenciosa - não autoriza a contagem de tempo de serviço, que é feita por meio de certidão que comprove o tempo de serviço estatutário ou celetista. Neste caso, mediante certidão do Instituto Nacional do Seguro Social. Além dessas certidões, a Administração é obrigada a computar o tempo na hipótese de existência de decisão judicial cogente, o que não se verifica na espécie. Assim sendo, deve também a alteração ser considerada ilegal e determinada a correção na proporcionalidade dos proventos e no adicional de tempo de serviço pago. Por fim, proponho a aplicação do Enunciado n.º 06 da Súmula de Jurisprudência desta Corte. Ante o exposto, com as vênias de estilo por discordar parcialmente dos pareceres, VOTO no sentido de que seja adotado o Acórdão que ora submeto a esta Segunda Câmara. TCU, Sala das Sessões, em 3 de março de BENJAMIN ZYMLER Relator ACÓRDÃO Nº 240/2005-TCU-2ª Câmara. Processo nº / Grupo II - Classe V - Aposentadoria. 3. Interessado: Carlos Guilherme de Oliveira Egito (CPF: ) 4. Entidade: Delegacia Regional do Trabalho do Espírito Santo 5. Relator: Ministro Benjamin Zymler. 6. Representante do Ministério Público: Subprocuradora-Geral Maria Alzira Ferreira. 7. Unidade Técnica: Secretaria de Fiscalização de Pessoal - S E F I P. 8. Advogado constituído nos autos: não há 9. Acórdão: VISTOS, discutidos e relatados estes autos de processo de aposentadoria, ACORDAM os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão de 2ª Câmara, com fulcro no inciso III do art. 7 da Constituição Federal, c/c inciso V do art. º e inciso II do art. 39, todos da Lei n.º 8.443/92, em: 9.. considerar ilegais as presentes concessões em favor do servidor Carlos Guilherme de Oliveira Egito e negar registro aos atos de fls. /3; 9.2. aplicar o Enunciado n.º 06 da Súmula de Jurisprudência desta Corte para dispensar a devolução dos valores indevidamente recebidos pelos inativos; 9.3. determinar à Delegacia Regional do Trabalho do Espírito Santo que: corrija a proporcionalidade dos proventos para 3/35 avos; reduza o adicional de tempo de serviço para 25%; 9.4. orientar a origem no sentido de submeter a esta Corte novo ato de concessão inicial sem menção à parcela PCCS, uma vez que foi incorporada aos vencimentos por força da Lei n.º 8.460/92, posterior à sentença que serviu de fundamento para seu pagamento; 9.5. determinar à Secretaria de Fiscalização de Pessoal que acompanhe o cumprimento das determinações constantes do subitem 9.3 retro e que represente ao Tribunal, caso se faça necessário. 0. Ata nº 7/2005-2ª Câmara. Data da Sessão: 3/3/ Ordinária 2. Especificação do quórum: 2.. Ministros presentes: Ubiratan Aguiar (na Presidência), Benjamin Zymler (Relator) e o Ministro-Substituto Marcos Bemquerer Costa.. Fui presente: UBIRATAN AGUIAR na Presidência BENJAMIN ZYMLER Ministro-Relator MARINUS EDUARDO DE VRIES MARSICO Procurador Poder Judiciário TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ACRE N o - 54, DE 0 DE MARÇO DE 2005 A Presidente em exercício do Tribunal Regional Eleitoral do Acre, no uso de suas atribuições regimentais (art. 2, inc. XVII e XLI), considerando a existência de incorreções no Relatório de Gestão Fiscal deste Tribunal, referente ao período de janeiro a dezembro de Procedimento n. 374/200, publicado no Diário Oficial da União de 27 de janeiro de 2005, resolve: I - republicar os quadros DEMONSTRATIVO DOS LIMI- TES e DESPESAS COM PESSOAL; II - esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Desembargadora IZAURA MAIA

128 <!ID > RESOLUÇÃO 28 ISSN Nº 49, segunda-feira, 4 de março de 2005 RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO DOS LIMITES ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO/2004 ANEXO LRF, Art. 48 e Portarias STN 440/2003 e 470/ Anexo VII R$ Milhares DESPESA COM PESSOAL VA L O R % SOBRE A RCL Total da Despesa Líquida com Pessoal nos 2 Últimos meses , Limite Máximo (Incisos I, II e III, art. 20 da LRF) , Limite Prudencial (parágrafo único, art. 22 da LRF) , FONTE: SIAFI E CCO/SOF/TSE. Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais CONSELHO FEDERAL DE BIOLOGIA Nº 50, DE 8 DE FEVEREIRO DE 2005 Fica criado o Conselho Regional de Biologia da 6ª Região - CRBio-06, e dá outras providências. R$ Milhares RESTOS A PAGAR INSCRIÇÃO EM RESTOS A SUFICIÊNCIA ANTES DA INSCRIÇÃO PAGAR NÃO PROCESSA- EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCES- DOS SADOS Valor Apurado nos Demonstrativos respectivos FONTE: SIAFI E CCO/SOF/TSE DEMONSTRATIVO DA DESPESA COM PESSOAL ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO/2004 LRF, art. 55, inciso I, alínea "a" e Portarias STN 440/2003 e 470/ Anexo I R$ Milhares DESPESA LIQUIDADA DESPESA COM PESSOAL JANEIRO A DEZEMBRO/2004 DESPESA LÍQUIDA COM PESSOAL (I). 473 DESPESA COM PESSOAL 2.26 Pessoal Ativo Pessoal Inativo e Pensionistas.223 (-) DESPESAS NÃO COMPUTADAS (art. 9, º da LRF) 653 Indenizações por Demissão e Incentivos à Demissão Voluntária Decorrentes de Decisão Judicial Despesas de Exercícios Anteriores 4 Inativos e Pensionistas com Recursos Vinculados 540 OUTRAS DESPESAS DE PESSOAL (art. 8, º da LRF) (II) TOTAL DA DESPESA LÍQUIDA DE PESSOAL PARA FINS DE APURAÇÃO DO LIMITE - TDP(III)=(I+II). 473 RECEITA CORRENTE LÍQUIDA - RCL (IV) % do TOTAL DA DESPESA COM PESSOAL PARA FINS DE APURAÇÃO DO LIMITE - TDP sobre a RCL (III/IV)*00 0, LIMITE MÁXIMO (Inciso I do art. 20 da LRF) - % 0, LIMITE PRUDENCIAL (parágrafo único, art. 22 da LRF) - % 0, FONTE: SIAFI E CCO/SOF/TSE Valores referentes à Portaria STN nº 30, de 9/0/2005. Nota: Demonstração das despesas extraordinárias referentes à realização do processo eleitoral municipal de valor % em relação à RCL DESPESAS COM SERVIÇOS EXTRAORDINÁRIOS (Art. 80, Lei nº 0.707/2003).878 0,00070 ª publicação: , DOU n. 9, Seção, p. 38. Desa. Eva Evangelista Presidente Sérgio Luiz Mariano de Almeida Diretor-Geral Carlos Venícius Ferreira Ribeiro Secretário de Administração Rutemberg Gomes Botelho Coordenador de Controle Interno Antônio da Silva Galvão Coordenador de Orçamento e Finanças ª publicação: , DOU n. 9, Seção, p. 38. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS <!ID > DESPACHOS DO PRESIDENTE Em 9 de março de 2005 Nos termos da proposição da Secretaria Geral, ratifico a inexigibilidade de licitação referente à renovação da assinatura dos Diários Eletrônicos, em favor da Imprensa Nacional, conforme o artigo 25, caput, da Lei N /93. Valor total: R$.320,00. (PA. N. 0.56/2005). <!ID > Nos termos da proposição da Secretaria Geral, ratifico a inexigibilidade de licitação referente à inscrição de 03 (três) servidores no Curso Processo Disciplinar: Estudo Prático das Faltas Disciplinares - A técnica correta da indiciação, em favor da Cultural Eventos Seminários Cursos Jurídicos Ltda, conforme artigo 25, II, c/c artigo 3, VI, da Lei N /93. Valor total: R$ 3.600,00. (PA. N /2005). <!ID > Nos termos da proposição da Secretaria Geral, homologo o resultado do Pregão N. 42/2004, com adjudicação do objeto à empresa Shanon Moda Masculina Ltda, na forma proposta pelo Pregoeiro na Ata N. 050/2005. Valor total: R$ 9.452,50 (P.A. N /2004). <!ID > Nos termos da proposição da Secretaria Geral, homologo o resultado do Pregão N. 78/2004, com adjudicação do objeto à empresa Movilex Móveis Ltda, na forma proposta pelo Pregoeiro na Ata N. 052/2005. Valor total: R$ 3.000,00 (P.A. N /2004). Des. JOSÉ JERONYMO BEZERRA DE SOUZA TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO 24ª REGIÃO <!ID > DESPACHO DO PRESIDENTE Em 2 de março de 2005 Ratifico a despesa realizada com fulcro no art. 24, IV, da Lei nº 8.666/93, referente a prorrogação da vigência dos seguros de imóveis, veículos e mobiliário do Tribunal Regional do Trabalho/24ª Região, pelo período de 3/02/2005 a 6/02/2006, abaixo relacionados: seis veículos e um ônibus - R$6.275,67 (Proc. 895/2004) - Unibanco AIG Seguros & Previdência; imóveis e mobiliários - R$.02,4 (Proc.2405/2003) - Unibanco AIG Seguros & Previdência; nove veículos - R$.027,0 (Proc. 2449/200) - Porto Seguro Companhia de Seguros Gerais; seis veículos - R$ 988,65 (Proc. 08/2004) - Porto Seguro Companhia de Seguros Gerais. Juiz NICANOR DE ARAÚJO LIMA O CONSELHO FEDERAL DE BIOLOGIA - CFBio, Autarquia Federal criada pela Lei nº 6.684, de 03 de setembro de 979, alterada pela Lei nº 7.07, de 30 de agosto de 982 e regulamentada pelo Decreto nº , de 28 de junho de 983, por seu Plenário, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, em sua LXXV Reunião Ordinária e 73ª Sessão Plenária, ocorrida ao dia 24 de maio de 2003, na conformidade com a competência prevista nos incisos II e IV do artigo 0 da Lei nº 6.684/79, e Considerando a necessidade de redistribuição, mediante criação de novo Conselho Regional, dos Estados que compõem a atual jurisdição do Conselho Regional de Biologia da 4ª Região - CRBio-04; Considerando a necessidade político-administrativa de aumentar a representatividade da Autarquia, em nível de Estados, com a finalidade do aprimoramento da fiscalização do exercício profissional e a defesa das áreas de atuação dos Biólogos, assim como assegurar a defesa da sociedade, no seu direito constitucional de garantia de boa prática profissional; Considerando que a Sede do Conselho Regional, sendo centro de poder decisório, deve ficar o mais próximo possível dos Estados, com a finalidade de agilizar os procedimentos administrativos e o processo fiscalizador, atingindo os objetivos institucionais da Autarquia previstos na legislação específica; RESOLVE: Art. º Fica criado o Conselho Regional de Biologia da 6ª Região, sob a sigla CRBio-06, com sede e foro em Manaus - AM e jurisdição nos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima. Art. 2º O CRBio-06 terá as suas atribuições fixadas na forma da Lei nº 6.684/79, regulamentada pelo Decreto nº /83, obedecidos os demais preceitos previstos nos Regulamentos, Resoluções e Portarias baixadas pelo Conselho Federal de Biologia - CFBio. Art. 3º O CRBio-04, que tinha até então sob sua jurisdição os Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima, que compõem o CRBio-06, ora criado, lhe transferirá os arquivos, cadastros, livros e fichários, referentes às pessoas físicas e jurídicas, sob sua responsabilidade, referentes aos referidos Estados, devidamente atualizados, independente de fazer uma rubrica no orçamento-programa para o exercício de 2005 de uma conta-arrecadação específica CRBio-06, levando imediatamente a crédito desta conta os valores recebidos de profissionais e empresas, observando a proporcionalidade mês/ano do efetivo recebimento até a data de instalação do novo Conselho Regional, e a partir daí, toda a cobrança e os procedimentos necessários serão de responsabilidade do CRBio-06 inclusive, sub-rogando-se dos direitos relativos às dívidas de profissionais e empresas, anteriores ao exercício de 2005, quer contenciosas ou não, passando as mesmas a integrarem a fonte de receita-custeio, do novo Conselho Regional. Art. 4º Os profissionais que atuam nos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima, até então inscritos no CRBio- 04, que passam para a jurisdição do CRBio-06, deverão ter anotado em suas carteiras de identidade (tipo livro), a mudança ocorrida e substituídos os cartões de identidade. - DISPOSIÇÕES TRANSI- TÓRIAS - Art. 5º O CRBio-04 transferirá ao CRBio-06 o valor de R$ ,00 (Cinqüenta Mil Reais), destinado à aquisição da sede própria. Art. 6º Para administrar o CRBio-06, com as funções do Corpo de Conselheiros, o Conselho Federal de Biologia - CFBio designará por ato normativo, uma Comissão Provisória composta por profissionais quites com todas as suas obrigações legais e ético-disciplinares perante o sistema CFBio/CRBios, com domicílio nos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima e/ou de membros do CFBio e do CRBio-04, que responderão por todas as atividades do Corpo de Conselheiros, até a posse dos eleitos na forma da Lei nº 6.684/79, regulamentada pelo Decreto nº /83, obedecidos os demais preceitos previstos nos Regulamentos, Resoluções e Portarias baixadas pelo Conselho Federal de Biologia - CFBio. Art. 7º Os membros da Comissão Provisória poderão praticar todos os atos administrativos previstos para o Corpo de Conselheiros Regionais, assim como praticar os atos preliminares e de supervisão relacionados com a instalação e implantação efetiva do novo Conselho Regional. Art. 8º Os casos omissos serão deliberados pelo Plenário do Conselho Federal de Biologia - CFBio. Art. 9º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. NOEMY YAMAGUISHI TOMITA Presidente do Conselho

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