PAINÉIS DE MADEIRA AGLOMERADA
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- Diogo Raminhos Molinari
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1 PAINÉIS DE MADEIRA AGLOMERADA Prof. Setsuo Iwakiri UFPR - DETF INTRODUÇÃO Histórico 1941 > Alemanha > início da produção > escassez madeira > uso resíduos Final 2ª guerra mundial > paralisação > redução disponibilidade resina (petróleo) 1946 > retomada > desenvolvimento / aperfeiçoamento > equipamentos e processo 1960 > expansão do setor / avanço tecnológico > desenvolvimento > painéis estruturais wafer / OSB (1970) Brasil > 1ª planta > 1966 (Placas do Paraná Curitiba) 1
2 INTRODUÇÃO Conceito > Painel produzido com partículas de madeira, com incorporação de resina sintética e reconstituído numa matriz randômica e consolidado através de aplicação de calor e pressão na prensa quente. INTRODUÇÃO Princípio de fabricação > vantagens > Eliminação dos efeitos de anisotropia > propriedades físicas e mecânicas similares > Lg / Tv Eliminação de fatores redutores de resistência da madeira > nós, grã, lenhos juvenil e adulto,... Adequação das propriedades > controle de variáveis do processo > resina, geometria partículas, densificação,... Menor restrição > qualidade das toras > diâmetro, forma fuste, defeitos,... Menor custo produção > qualidade das toras / mão de obra (automação industrial) 2
3 CLASSIFICAÇÃO DOS PAINÉIS Densidade: Baixa densidade: até 0,59 g/cm³ Média densidade: de 0,60 a 0,79 g/cm³ Alta densidade: acima de 0,80 g/cm³ Tipos de partículas: Painéis aglomerados convencional Painéis de partículas do tipo flake flakeboard Painéis de partículas do tipo wafer waferboard Painéis de partículas do tipo strand strandboard CLASSIFICAÇÃO DOS PAINÉIS Distribuição de partículas no painel: Painéis homogêneos Painéis de múltiplas camadas Painéis de camadas graduadas Painéis de partículas orientadas OSB Método de prensagem: Prensagem perpendicular ao plano do painel > convencional Prensagem paralela ao plano do painel extrusada Tipo de adesivo: Painéis para uso interior UF Painéis para uso exterior FF 3
4 MATÉRIA PRIMA Componentes básicos > Madeira + resina + catalisador + parafina + aditivos Madeira > Parâmetros > espécie densidade / acidez / extrativos Espécies mais utilizadas Brasil > Pinus (+), Eucalipto, Acácia, Bracatinga, ou, misturas Tipo de matéria-prima madeira > Toretes Cavacos > resíduos processamento > serrarias e laminadoras Maravalhas > resíduos beneficiamento da madeira MATÉRIA PRIMA > Madeira < (a) Densidade > Requisito básico > baixa densidade Razão de compactação (Rc) = Dp /Dm > mínimo de 1,3 Efeitos da razão de compactação > Painéis (1) e (2) > mesma densidade (0,80 g/cm³) / mesmas dimensões (C, L, E) > mesmo peso partículas Painel (1) > sp 1 - DM = 0,40 g/cm³ > Rc = 2 > maiores propriedades mecânicas / maior inchamento em espessura Painel (2) > sp 2 DM = 0,80 g/cm³ > Rc = 1 > menores propriedades mecânicas / menor inchamento em espessura Mistura de espécies > controle da razão de compactação > uso de espécies > média / alta densidade Fórmula > cálculo densidade material > espécie 1 e 2: Dm = [Dm1 x Pm1(%) : 100] + [Dm2 x Pm2(%) : 100] 4
5 MATÉRIA PRIMA > Madeira < Figura Relações > densidade da madeira, do painel e resistência a flexão estática MATÉRIA PRIMA > Madeira < (b) Acidez > Influência > cura da resina Alta acidez / baixo ph > pré-cura / UF; retarda cura / FF (c) Extrativos > Substâncias > tanino, polifenóis, óleos essenciais, resinas,... Tipo / quantidade > problemas > cura resina, higroscipicidade. Materiais voláteis > vapor / prensagem > bolhas / delaminação Minerais > sílica > desgaste facas, serras, lixas 5
6 MATÉRIA PRIMA > Adesivo < Alto custo produção > otimização > quantidade / propriedades Teor resina > aglomerados > 6 12% / base PSP Aglomerado convencional > CE (partículas menores) = 11% / (partículas maiores) = 8,5% CI Principais tipos de resinas > painéis particulados > Uréia-formaldeído > uso interno > baixo custo > cura rápida Fenol-formaldeído > uso exterior > alta resistência a umidade > produção painéis estruturais > wafer / OSB Melamina-formaldeído: alto custo / mistura com UF > 10 a 40% > MUF / maior resistência a umidade > aplicação piso HDF MDI Isocianato > alto custo / alta resistência a umidade / uso > CI - OSB / colagem partículas mais úmidas / sem emissão formol livre MATÉRIA PRIMA > Aditivos químicos < Catalisador > sulfato de amônia > cura resina UF / redução ph Emulsão de parafina > Quantidade até 1% > base > peso sólido resina Reduzir higroscopicidade da madeira > melhorar estabilidade dimensional Retardantes de fogo > fosfato amônia, ácido bórico, bromato amônia Produtos preservantes contra fungos e insetos > quantidade de 0,25 a 2,5% > base PSP Fungos > produtos a base de boro Insetos > produtos a base de piretróides hexaclorociclohexano 6
7 > Etapas do processo produtivo < Geração de partículas Secagem de partículas Classificação de partículas Aplicação de adesivo e aditivos Formação do colchão Pré-prensagem Prensagem a quente Resfriamento / acondicionamento Acabamento Classificação / embalagem / armazenamento > Etapas do processo produtivo < 7
8 > Geração de partículas < Pátio de toras > Monitoramento > teor umidade da madeira > variação % Madeira muito seca > dificulta controle geometria das partículas > geração de finos > danos às facas > maior consumo energia Madeira muito úmida > obstrução > espaço faca / contra-faca > maior tempo / custo de secagem Descascamento > Casca > resíduos > 10 a 15% volume da tora Casca > efeitos prejudiciais > propriedades dos painéis Métodos de descascamento > Cisalhamento de câmbio > descascador de anel Abrasivo > descascador de tambor rotatório > Geração de partículas < Figura - Descascador tipo anel 8
9 > Geração de partículas < Figura - Descascador tipo tambor rotativo > Geração de partículas < Definição > elementos dimensionais das partículas > comprimento, largura, espessura > Razão de esbeltez (C/E) > influência > Propriedades físicas e mecânicas Acabamento superficial Aplicação de materiais de revestimento / pintura Usinabilidade Razão esbeltez > painéis estruturais > (CE), 60 (CI) Variação > geometria partículas > produção de diferentes tipos de painéis > flakeboard / waferboard / strandboard / oriented strandboard (OSB) 9
10 > Geração de partículas < Geometria de partículas > interações > Área superficial específica / área de contato entre partículas Consumo relativo resina / disponibilidade resina por unidade de área Exemplo > 2 painéis > mesma espécie / mesma densidade painel / mesma quantidade resina > Comprimento = K / aumento espessura > menor razão esbeltez / menor área superficial partículas / maior disponibilidade resina > maior ligação interna Espessura = K / aumento comprimento > maior resistência flexão estática > Geração de partículas < Sistemas de geração de partículas de madeira A: picador de disco; B: picador de tambor; C: picador de anel; D: moinho de martelo; E: moinho de disco 10
11 > Geração de partículas < Figura Picador de disco > Geração de partículas < Figura Picador de tambor 11
12 > Geração de partículas < Figura Esquema picador de tambor > Secagem de partículas < Influência teor de umidade das partículas > Cura da resina Tempo prensagem > (+ TU / + tempo) Pressão > consolidação colchão ( + TU / - resistência compressão) Condução do processo de secagem > TU final de 2-3% > Maior TU > alta pressão vapor > bolhas Secagem homogênea Menor tempo e custo Evitar combustão e incêndios > secagem excessiva Monitoramento teor umidade inicial > entrada secador 12
13 > Secagem de partículas < Secador contínuo tipo tambor rotativo > Secagem de partículas < Sistema de movimentação de partículas secador tipo tambor rotativo 13
14 > Secagem de partículas < Parâmetros de controle > Temperatura / velocidade ar / quantidade partículas Tempo secagem > relação > Densidade madeira Espessura partículas Umidade inicial Umidade final Combustível > Gás Óleo Resíduos de madeira > Secagem de partículas < Relação entre tempo de secagem x espessura partículas, UI, UF 14
15 > Classificação de partículas < Objetivos > Remoção de impurezas / finos Separar partículas > dimensões aceitáveis no processo Classificação > Over size Partículas maiores > camada interna Partículas menores > camada externa Finos > queima na caldeira Processos de classificação > Telas / peneira > base dimensões (vibratória horizontal / inclinada) Ar / Pneumático > peso partículas > Classificação de partículas < Classificador de peneiras 15
16 > Classificação de partículas < Classificador de peneiras > Classificação de partículas < Classificador pneumático 16
17 > Aplicação de adesivo < Fatores importantes na aplicação do adesivo > Controle da quantidade > 6 a 12% Uniformidade de distribuição sobre as partículas Painéis homogêneos > mesma quantidade > mesmo aplicador Painéis multi-camadas > Camada interna > partículas maiores / menor ASE / menor quantidade adesivo (+ 8,5%) Camada externa > partículas menores / maior ASE / maior quantidade adesivo (10,5 11,5%) Aditivos químicos > catalisador, parafina, retardantes fogo, preservantes contra fungos e insetos,... > Aplicação de adesivo < Sistemas de aplicação de adesivo Sistema de aplicação por rolos (figura) Vantagem > permite variação viscosidade do adesivo Desvantagem > aplicação desuniforme Sistema de aplicação por bicos aspersores Mais utilizado Vantagem > aplicação uniforme Desvantagens > Controle da viscosidade / variação temperatura Limpeza de bicos > evitar entupimento 17
18 > Aplicação de adesivo < Aplicador de rolos > Aplicação de adesivo < Aplicador com bicos aspersores 18
19 > Formação do colchão < Deposição > partículas com adesivo > esteira móvel > função > densidade / espessura do painel Fatores a serem considerados > Densidade do painel > controle > raios gama, peso Uniformidade de distribuição > densidade / propriedades Arranjo do material > matriz randômica / orientadas Variação da altura do colchão > Maior densidade painel > maior altura Menor densidade madeira > maior altura Maior espessura painel > maior altura > Formação do colchão < Sistema de distribuição de partículas no colchão > Distribuição aleatória Homogênea Multi-camadas Graduada Distribuição orientada OSB 19
20 > Formação do colchão < Sistema de distribuição aleatória de partículas > Formação do colchão < Sistema de deposição do material tipo equipamento: Sistema com quatro fontes de deposição > painel três camadas Sistema de deposição a ar > painel camadas graduadas Sistema de deposição mecânica > painel camadas graduadas 20
21 > Formação do colchão < Sistema de deposição de quatro fontes > Formação do colchão < Sistema de deposição a ar 21
22 > Formação do colchão < Sistema de deposição mecânica > Prensagem dos painéis < Pré-prensagem > Reduzir altura do colchão > aumentar consistência colchão Reduzir tempo de fechamento da prensa Reduzir espaços de ar > melhorar transferência calor Objetivos prensagem a quente > Polimerização > cura resina Densificação > consolidação colchão > espessura final painel Tipos de prensas > Prensa de pratos > uma / múltiplas aberturas Prensa contínua > plana / calandra 22
23 > Prensagem dos painéis < Sistemas de aquecimento da prensa > Vapor Óleo quente Alta frequência Prensa contínua > características técnicas: Comprimento útil > 42,1 m Temperatura aquecimento > Entrada 240 C saída 170 C Velocidade de prensagem > 187 a 850 mm/s Espessura dos painéis > 6 a 40 mm Largura dos painéis > a mm Comprimento dos painéis > a mm > Prensagem dos painéis < Prensa de pratos múltiplos 23
24 > Prensagem dos painéis < Prensa contínua plana > Prensagem dos painéis < Parâmetros do ciclo de prensagem > Pressão específica Temperatura Tempo de fechamento da prensa Tempo de prensagem 24
25 > Prensagem dos painéis < Pressão > Função > densificação / consolidação do painel Pressão específica > kgf/cm2 Interações - pressão / parâmetros do processo > Área de contato entre as partículas > maior área / maior pressão Densidade painel > maior densidade > maior pressão Controle espessura painel Transferência resina entre as partículas Tempo fechamento prensa > maior pressão > menor tempo > Prensagem dos painéis < Temperatura > Funções > Polimerização / cura resina Facilitar densificação do colchão > plasticização madeira / menor resistência compressão Princípio de transferência do calor > superfície - centro painel > (evaporação > migração vapor > condensação > calor) Maior temperatura > menor tempo prensagem TP: C 25
26 > Prensagem dos painéis < Tempo fechamento da prensa > Tempo > contato prato prensa > espessura final painel Efeitos > gradiente vertical de densidade > Menor tempo > maior GVD > maior densificação camadas superficiais Maior umidade > camada superficial colchão > maior GVD > Prensagem dos painéis < Tempo de prensagem Tempo > fechamento prensa > abertura prensa Tempo prensagem > suficiente > Transferência calor > superfície > centro > temperatura cura resina Liberação pressão vapor > evitar formação bolhas Interações > tempo prensagem x parâmetros processo > Maior espessura painel > maior tempo Maior umidade colchão > maior tempo Maior temperatura > menor tempo 26
27 > Acabamento dos painéis < Resfriamento > virador Tempo permanência > + 40 min. Temperatura entrada = 160 C > saída = C Acondicionamento > reduzir gradiente umidade / temperatura Lixamento Esquadrejamento final > Acabamento dos painéis < Virador resfriamento dos painéis 27
28 > Acabamento dos painéis < Figura Esquadrejadeira > Acabamento dos painéis < Figura Lixadeira de correias 28
29 > Revestimento dos painéis < Aumentar o valor agregado do painel 30 a 50% > valor painel cru Processos de revestimentos > Lâminas de madeira natural BP - Papel impregnado com resina melamínica FF Papel finish foil PVC filme termoplástico Laminados alta pressão > fórmica Pintura direta > laca, verniz > Revestimento dos painéis < Lâminas de madeira natural Colagem - UF Gramatura: 160 g/m2 Pressão específica: 10 kgf/cm2 Temperatura: 100 C Tempo prensagem: 3 min. Papel decorativo FF (finish foil) Colagem - UF Gramatura: g/m2 Pressão específica: 15 kgf/cm2 Temperatura: 160 C Tempo prensagem: 30 seg. 29
30 > Revestimento dos painéis < Papel decorativo BP (baixa pressão) Colagem: papel impregnado com resina melamínica Pressão específica: 25 kgf/cm2 Temperatura: 190 C Tempo prensagem: 20 seg. Filme fenólico Tego film (painel estrutural compensado) Colagem: papel impregnado com resina fenólica Pressão específica: 15 kgf/cm2 Temperatura: 140 C Tempo prensagem: 2 3 min. > Revestimento dos painéis < Linha de revestimento 30
31 CONTROLE DE QUALIDADE > Etapas do processo produtivo < Controle de qualidade > etapas do processo produtivo > Controle geometria de partículas > picadores / classificadores Monitoramento teor umidade > silo úmido, entrada e saída secador Aplicação de resina e aditivos > controle da dosagem Formação colchão> detecção metais, densidade, espessura Prensagem > controle parâmetros > T, Pe, Tp Dimensões painéis > esquadrejamento (L, C), Lixadeira (E) Qualidade superficial CONTROLE DE QUALIDADE > Etapas do processo produtivo < Sistemas de controle on line da linha de produção Objetivos > diminiuir riscos de incêndios / correção dos parâmetros do processo produtivo Detector / apagador de chamas Secador > detector (infra-vermelho) + sistema de coleta de informações + aspersor de água Controle da umidade Secador, encoladeiras, formadora de colchão Raios infra-vermelhos > correção > processo secagem / aplicação de adesivo Controle da dosagem de partículas na estação formadora Detectores > início / final > esteira formadora 31
32 CONTROLE DE QUALIDADE > Etapas do processo produtivo < Controle da espessura Prensa (após prensagem) e lixadeira (entrada / saída) Métodos medição > rolos espaçadores, raio laser Detector de bolhas Saídas > prensa e lixadeiras Ondas sonoras > diferenças propagação > sólido / ar Controle da densidade média e gradiente de densidade Raios gama CONTROLE DE QUALIDADE > Propriedades dos painéis < CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Aglomerado convencional x MDP Especificações Aglomerado convencional MDP PRENSA Ciclo Contínua FORMAÇÃO Má distribuição camadas Distribuição perfeita camadas Baixo empenamento DENSIDADE DA CAMADA EXTERNA 800 kg/m³ Maior > 950 kg/cm³ Menor absorção umidade Economia de tintas VARIAÇÃO ESPESSURA 03 mm 0,1 mm DENSIDADE MÉDIA 710 kg/m³ 650 kg/m³ Painel mais leve Excelente fechamento de borda TRAÇÃO 3,5 kgf/cm² 5,5 kgf/cm² RESISTÊNCIA DA CAMADA EXTERNA 11 kgf/cm² 14 kgf/cm² CAMADA EXTERNA Menor quantidade de partículas finas Maior quantidade de partículas finas ABSORÇAO DE UMIDADE Alta Baixa 32
33 CONTROLE DE QUALIDADE > Propriedades dos painéis < Controle de qualidade > propriedades dos painéis Dimensões Retilinidade / esquadro Empenamento Teor umidade Densidade Gradiente vertical densidade Absorção de água 2 e 24h imersão Maior densidade painel menor AA Emulsão parafina menor AA CONTROLE DE QUALIDADE > Propriedades dos painéis < Inchamento em espessura 2 e 24h imersão IE = inchamento > madeira + liberação tensões compressão Emulsão parafina > menor IE Maior densidade painel > maior IE Expansão linear Flexão estática Maior > teor resina, densidade / GD, razão esbeltez > maior FE Tração perpendicular / Ligação interna Maior > teor resina, densidade, espessura partículas > maior FE Resistência da camada superficial Maior > teor resina, densidade / GD > maior RS Resistência ao arrancamento de parafuso Maior > densidade / GD 33
34 CONTROLE DE QUALIDADE > Propriedades dos painéis < Formaldeído livre Menor razão molar F:U > 1,2:1 / Tempo prensagem Métodos de determinação: Método de câmara EN Método de análise de gases / câmara hermeticamente fechada EN Método WKI EN Método perforator EN 120 CONTROLE DE QUALIDADE > Propriedades dos painéis < Propriedades tecnológicas Usinabilidade Acabamento superficial Isolamento térmico / acústico Resistência à abrasão Resistência aos fungos e insetos Resistência à corrosão (produtos químicos) Resistência ao fogo 34
35 PAINÉIS DE PARTÍCULAS ORIENTADAS- OSB > Características dos painéis OSB < Uso de partículas tipo strand > tiras de madeira > forma retangular > maior comprimento > maior resistência à flexão Orientação de partículas / construção em três camadas Colagem com resinas a prova d água (uso exterior) FF, MDI, MUF Densidade painel > 0,63 0,67 g/cm³ Principais aplicações > Fechamento paredes Bases para pisos e telhados Embalgens / pallets Armações para mobílias Estandes p/ exposições Decks e plataformas Almas para vigas I PAINÉIS DE PARTÍCULAS ORIENTADAS- OSB > Características dos painéis OSB < Estrutura do painel OSB 35
36 PAINÉIS DE PARTÍCULAS ORIENTADAS- OSB > Características dos painéis OSB < Figura Aplicações do painel OSB PAINÉIS DE PARTÍCULAS ORIENTADAS- OSB > Processo de produção < 36
37 PAINÉIS DE PARTÍCULAS ORIENTADAS- OSB > Processo de produção < Conversão das toras > Cortes > comprimentos padrões > descascadores / picadores Descascamento > Descascadores tipo tambor ou anel Geração de partículas > Picadores de tambor Partículas CE > C = mm, L = 25mm, E = 0,5mm Partículas CI > C= mm, L = 19-25mm, E = 0,5-0,8mm PAINÉIS DE PARTÍCULAS ORIENTADAS- OSB > Processo de produção < Secagem de partículas > Teor de umidade: 2 3% Secador tambor rotativo Classificação de partículas > Separação > partículas CE, CI, finos (energia) Classificador > sistema de peneiras Aplicação de resina e aditivos > Resinas > FF, MDI; Teor de resina FF: 3 6% emulsão parafínica: 0,5 1,0% Aplicador de tambor 37
38 PAINÉIS DE PARTÍCULAS ORIENTADAS- OSB > Processo de produção < Formação do colchão > Orientação de partículas Formação em camadas > CE paralelo / CI perpendicular Relação CE / CI / CE > 20/60/20 ou 30/40/30 Umidade colchão > CE = 6-8%; CI = 4 6% Controle > densidade, espessura Prensagem > Temperatura: C Tempo: 3 a 6 minutos > função > espessura painel / tipo resina Pressão: 750 psi / 52 kgf/cm² > função densidade PAINÉIS DE PARTÍCULAS ORIENTADAS- OSB > Processo de produção < Figura Estação formadora de painel OSB 38
39 PAINÉIS DE PARTÍCULAS ORIENTADAS- OSB > Processo de produção < Acabamento > Cortes transversais > saída prensa contínua Esquadrejamento final Classificação, Embalagem, Armazenamento 39
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