Mercados informação regulamentar
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- Ana Lívia Bardini de Caminha
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1 Mercados informação regulamentar China Condições Legais de Acesso ao Mercado Junho 2012
2 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 5 3. Quadro Legal 8 2
3 1. Regime Geral de Importação Desde a sua adesão à OMC em Dezembro de 2001, a China tem envidado esforços na implementação de um conjunto de medidas tendentes a uma liberalização comercial e económica, diminuindo a lista de produtos sujeitos a contingentes, reduzindo as tarifas aduaneiras e dispensando uma variedade de bens da emissão de licenças de importação. Com a publicação da Lei-quadro do Comércio Externo, em vigor desde ( foi consolidada a abertura deste sector, sendo permitido também às pessoas singulares (e não só às empresas) operarem na área do comércio externo. Actualmente, existem algumas categorias de produtos para os quais é necessária a obtenção de licença de importação, como é o caso dos licores e algumas bebidas espirituosas e dos pesticidas. Refira-se, também, que uma grande variedade de bens está sujeita a uma inspecção antes da realização do desalfandegamento. Da "Lista de Inspecção" constam produtos potencialmente perigosos para a saúde pública, ambiente e segurança nacional. Na importação destes produtos é obrigatória a apresentação de um certificado de inspecção, cuja emissão é da competência da General Administration of Quality Supervision, Inspection and Quarantine of the PRC (AQSIQ Podem, ainda, ser exigidos certificados de origem, solicitados pelo importador, instituição bancária ou por imposição da carta de crédito, ou outros certificados a obter pelo exportador (como por exemplo, certificados de análise). Nestes casos, o exportador deve questionar a secção consular da Embaixada da República Popular da China em Portugal sobre a necessidade de legalização dos mesmos. Caso os serviços consulares refiram a necessidade de legalização prévia dos documentos junto do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português, a mesma deve ser efectuada na Direcção de Serviços de Administração Consular, da Direcção-Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas do MNE. Em termos de procedimentos de despacho aduaneiro importa ainda referir que, desde 1 de Janeiro de 2011, os importadores têm que estar registados junto das autoridades aduaneiras (Customs Registration Number CR); por sua vez, os exportadores devem indicar nas facturas comerciais que acompanham as mercadorias para além do Consignee CR n.º, a posição pautal correcta dos produtos (segundo o Sistema Harmonizado de Classificação e Designação de Mercadorias - HS Code) e preencher, de forma correcta e pormenorizada, a descrição dos mesmos 3
4 Relativamente à rotulagem dos produtos existe legislação rigorosa a cumprir, nomeadamente no que respeita aos produtos alimentares, que obriga a que todos os bens embalados (importados ou locais) sejam portadores de uma etiqueta com indicação de informações várias (em língua chinesa), nomeadamente, os ingredientes utilizados, a marca, o nome da empresa produtora, o país de origem, o prazo de validade, etc. Desde 20 de Abril de 2012 que está em vigor a norma GB para os produtos alimentares pré-embalados em geral ( As regras específicas para as bebidas alcoólicas constam da norma GB ( Com a publicação da Lei sobre Segurança Alimentar (Julho de Measures_Beijing_China%20-%20Peoples%20Republic%20of_ pdf) foi introduzido um maior controlo e vigilância sobre os produtos alimentares, assim como penas mais gravosas para os infractores. Os bens importados deverão cumprir (à semelhança dos produzidos no país) com as regras aí estabelecidas. Em 1992, a República Popular da China adoptou o Sistema Harmonizado de Designação e Codificação de Mercadorias (SH). Como resultado da sua integração na OMC, as autoridades competentes procederam a sucessivas reduções nas taxas alfandegárias, calculadas numa base ad valorem sobre o valor CIF das mercadorias. Para além dos direitos aduaneiros, os produtos estão ainda sujeitos ao Imposto sobre o Valor Acrescentado, às taxas de 17% (taxa normal), aplicável à generalidade dos bens e serviços, e de 13% (taxa mínima) para produtos de primeira necessidade (ex.: cereais, óleos vegetais; determinados livros, revistas e periódicos; gás natural; produtos farmacêuticos), e ao Imposto de Consumo sobre artigos de luxo (ex.: tabaco; bebidas alcoólicas; produtos cosméticos; artigos de joalharia e pedras preciosas) / Os direitos aduaneiros incidentes na importação de produtos na China, bem como a documentação exigida, podem ser consultados, por produto e de forma actualizada, na página Market Access Database, da responsabilidade da União Europeia (clicar em Applied Tariffs Database e em Exporter s Guide to Import Formalities, respectivamente; seleccionar o mercado - Country / China; introduzir os códigos pautais dos produtos - Product Code - a 4 ou 6 dígitos; clicar em HS-Code Search e aceitar as condições em Accept). Aos produtos originários da União Europeia aplicam-se os direitos da coluna MFN (Most Favoured Nation). Clicando no código pautal específico do produto (classificação mais desagregada) os interessados têm acesso a outras imposições fiscais para além dos direitos aduaneiros (ex.:iva, Impostos de Consumo). 4
5 Foram criadas 15 Zonas Francas ( que beneficiam de um regime especial, que se traduz na isenção do pagamento de impostos sobre as importações e facilidades de armazenamento dos produtos. 2. Regime de Investimento Estrangeiro Com a entrada da China na OMC as autoridades locais comprometeram-se a proceder, de forma gradual e faseada, a reformas significativas com vista a atrair o investidor estrangeiro, criando, para o efeito, um ambiente de negócios de maior segurança jurídica, transparência de procedimentos e abertura do mercado. No sentido de clarificar as prioridades para o desenvolvimento económico e social do país, o Governo central tem promulgado, desde 1995, um conjunto de regras flexíveis, objecto de alterações constantes, que estabelece orientações fundamentais para os promotores externos industriais Catalogue for the Guidance of Foreign Investment Industries. Em 24 de Dezembro de 2011, foi aprovada uma nova versão deste catálogo/guia (em vigor desde 30 de Janeiro de 2012 ( / pdf De acordo com as regras publicadas os sectores económicos continuam a ser agrupados em 3 categorias de actividades: incentivadas; restritas; e proibidas. Todas as restantes, que não se encontrem nas categorias enunciadas, são consideradas como autorizadas. No que respeita às actividades incentivadas a China aditou nove actividades no sector dos serviços relativamente à última versão do catálogo/guia de 2007 das quais se destacam os serviços ao nível dos direitos de propriedade intelectual e de formação profissional. Estão também incluídas as actividades que não podem ser satisfeitas com recurso à produção nacional (ex.: tecnologias de ponta e fabrico de equipamentos específicos), o investimento em indústrias de protecção ambiental, energias renováveis ou controlo da poluição. Nas actividades restritas destacam-se: o sector bancário; o sector financeiro (que tem vindo a beneficiar de uma abertura gradual); o sector segurador; empresas de consultoria; e a promoção imobiliária. Nestes casos os projectos a realizar terão que assumir a forma de joint-venture. 5
6 Finalmente, relativamente às actividades proibidas encontram-se previstas, nomeadamente, as que ameaçam a segurança nacional e o interesse público (fabrico de armas e munições, controlo de tráfego aéreo, correios), bem como a publicação de livros, jornais e revistas e as actividades de rádio e televisão. Para atrair o IDE (Investimento Directo do Exterior), o processo de autorização dos projectos de investimento estrangeiro está simplificado. O valor do investimento é um factor determinante na definição da entidade responsável pela aprovação dos projectos. Por exemplo, nas actividades incentivadas pelo estado chinês os projectos de pequena e média dimensão (inferiores a 300 milhões de USD), são aprovados pelas entidades locais, enquanto os grandes projectos têm de ser aprovados pelas entidades centrais ( consultar ponto IV). A partir da década de 80, foram instituídos diversos pólos de investimento, de que se destacam as Zonas Económicas Especiais (ZESs ( c%20development%20zones/special%20economic%20zones%20&%20pudong%20new%20area/defa ult.htm), onde se desenvolvem praticamente todas as formas de actividade económica com carácter permanente, e as Zonas de Desenvolvimento Económico e Tecnológico (ZDETS vocacionadas para acolher projectos industriais de alta tecnologia. No contexto das reformas empreendidas pelas autoridades chinesas com vista a modernizar o ambiente de negócios (de acordo com as recomendações da OMC), importa ainda mencionar a publicação da seguinte legislação: Lei do Imposto de Rendimento sobre as Sociedades (em vigor desde 1 de Janeiro de pdf / que procura equiparar a taxa do Imposto de Rendimento sobre as empresas estrangeiras e chinesas, deixando de distinguir a origem do capital na criação de uma empresa (também é aplicável às jointventures). A taxa uniforme é de 25%. De facto, até à aprovação deste diploma, as empresas nacionais estavam sujeitas a uma taxa de imposto de 33% e as estrangeiras a uma taxa de 15%, para além de beneficiarem de um regime preferencial em termos de apoios fiscais. 6
7 O novo quadro legal prevê, também, a concessão de incentivos, dos quais se destacam: taxa reduzida de 15% para empresas de elevado potencial tecnológico; deduções com despesas em investigação e desenvolvimento; créditos fiscais para investimentos efectuados em áreas como a protecção do meio ambiente, energia, conservação da água, etc; isenções fiscais para a transferência de tecnologia e operações de investimento realizadas em infra-estruturas, na agricultura e indústria pesqueira ( consultar págs. 4, 5 e 6). Lei Laboral (em vigor a partir de 1 de Janeiro de 2008) que visa alterar de forma significativa o relacionamento entre trabalhador/entidade patronal e cuja aplicação incide sobre todas as empresas, independentemente da dimensão das mesmas ou do número de trabalhadores. Entre as várias medidas estabelecidas, destacam-se: o contrato de trabalho deve, sob pena de penalização, ser redigido por escrito; todos os trabalhadores devem ter acesso a um manual informativo onde se encontram previstas as condições de trabalho a que estão sujeitos; o contrato a termo passa a estar submetido a restrições no que respeita à sua renovação (a entidade patronal apenas pode efectuar duas renovações). A legislação estabelece, ainda, preceitos relativos às alterações do contrato laboral, ao despedimento, ao contrato colectivo, à inspecção e supervisão no local de trabalho, entre outros. Apesar da sua recente vigência (4 anos) a Lei Laboral será objecto de alterações durante o ano de 2012 na sequência de pressões dos sindicatos ( Para mais informações sobre o quadro legal do investimento estrangeiro, formas de estabelecimento, sistema fiscal, legislação laboral, entre outras, os interessados podem consultar o Guia de Negócios e Investimento na China: Aspectos Legais e Fiscais Setembro 2011, da Cuatrecasas, Gonçalves Pereira ( pectos_legais_e_fiscais_270.pdf). Por último, por forma a promover e a reforçar o desenvolvimento das relações de investimento entre os dois países, foram celebrados entre Portugal e a República Popular da China o Acordo sobre a Promoção e a Protecção Recíproca de Investimentos, em vigor desde 26 de Julho de 2008, e a Convenção para Evitar a Dupla Tributação e Prevenir a Evasão Fiscal em Matéria de Impostos sobre o Rendimento, em vigor desde 8 de Junho de
8 3. Quadro Legal Regime de Importação Food Hygiene Law, de 2009 Estabelece as regras relativas à higiene dos produtos alimentares ( plementation%20measures_beijing_china%20-%20peoples%20republic%20of_ pdf). Foreign Trade Law, revista em 2004 Aprova a lei-quadro do comércio externo ( Os interessados podem consultar, no Portal European Union, no tema External Action China, informação sobre o relacionamento bilateral entre a União Europeia e a China Regime de Investimento Estrangeiro Catalogue for the Guidance of Foreign Investment Industries, de 24 de Dezembro de 2011 Estabelece orientações para o investimento estrangeiro industrial ( / 18BB917FF49B3A7FDC36DFDCCF7A7945/ DA EA0-58DAA190E203/pub/FDI_EN/Laws/GeneralLawsandRegulations/MinisterialRulings/P pdf). Regulations for the Implementation of Labor Contract Law, de 2008 Regulamenta a legislação laboral ( 4667BA045546/8036/LaborContractLawImplementationRegulationsEnglish.pdf). Labor Contract Law, de 2007 Aprova o novo quadro jurídico das relações laborais ( 09A633EE80230C186132E1C4DEAEDBAF/ DA EA0-58DAA190E203/pub/FDI_EN/Laws/GeneralLawsandRegulations/BasicLaws/P pdf). Enterprise Income Tax Law, de 2007 Aprova a nova lei do Imposto de Rendimento sobre as Sociedades ( No que respeita ao quadro legal do investimento estrangeiro o Invest in China disponibiliza informação na respectiva página Web 8
9 Acordos Relevantes Decreto n.º 17/2008, de 26 de Junho Aprova o Acordo sobre a Promoção e a Protecção Recíproca de Investimentos entre Portugal e a China e revoga o Acordo de 1992 ( Decreto n.º 17/2006, de 27 de Junho Aprova o Acordo sobre Cooperação Económica entre Portugal e a China ( Resolução da Assembleia da República n.º 28/2000, de 30 de Março Aprova a Convenção para Evitar a Dupla Tributação e Prevenir a Evasão Fiscal em Matéria de Impostos sobre o Rendimento entre Portugal e a China ( Regulamento (CEE) n.º 2616/85, de 16 de Setembro de 1985 (JO L250, de ) Acordo de Cooperação Comercial e Económica entre a União Europeia e a China ( Para mais informação legislativa sobre mercados externos, consulte o Site da aicep Portugal Global ( ou a Livraria Digital Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E.P.E. Av. 5 de Outubro, 101, LISBOA Tel. Lisboa: Contact Centre: [email protected] Capital Social Euros Matrícula CRC Porto Nº 1 NIPC
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