CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS
|
|
|
- Vagner Brunelli Palhares
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE UNIDADE ACADÊMICA ESPECIALIZADA ESCOLA DE MÚSICA - EMUFRN RESOLUÇÃO INTERNA N O /2008-EMUFRN DE, DE Estabelece normas para uso de equipamentos e das dependências físicas do estúdio de gravação da escola de Música da UFRN. CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º - O Estúdio de Gravação da Escola de Musica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (EMUFRN) tem por objetivo oferecer serviços de apoio ao Ensino, à Pesquisa e à Extensão Universitária, em atividades que se utilizem dos recursos de gravação e ensaio de grupos musicais, de acordo com o escopo das disciplinas oferecidas nos cursos técnicos e de graduação. CAPÍTULO II DAS DEFINIÇÕES Art. 2º O estúdio de gravação é subdividido em dois espaços: a sala da TÉCNICA e a sala de ENSAIO/GRAVAÇÃO (AQUÁRIO). Parágrafo Único - Quando este documento se referir à ESTÚDIO, será entendido como a utilização das duas salas (TÉCNICA e AQUÁRIO). CAPÍTULO III DA UTILIZAÇÃO Art. 3º Terão prioridade na utilização do ESTÚDIO os alunos do curso técnico de Gravação Musical. Parágrafo Único O horário das aulas que necessitam da utilização do ESTÚDIO será definido no início de cada semestre através do calendário acadêmico. Art. 4º Poderá ser utilizado a TÉCNICA e o AQUÁRIO independentemente, quando necessário. O ESTÚDIO só será utilizado na íntegra quando utilizado para gravação.
2 Art. 5º O ESTÚDIO será utilizado em: I Aulas das disciplinas do curso de gravação. Estas disciplinas são definidas no plano de curso e aprovadas em colegiado. II Gravação de professores ou grupos formados por professores III Gravação de alunos ou grupos da EMUFRN 1º - As gravações previstas nos incisos II e III só serão realizadas após o devido preenchimento do formulário de agendamento/autorização (ANEXO). 2º As gravações dos incisos II e III serão preferencialmente realizadas pelos professores e alunos do curso de Gravação Musical, nos horários das disciplinas de Prática de Estúdio I e II. Art. 6º - A TÉCNICA será utilizada em: I Aulas das disciplinas do curso de gravação II Estudo e mixagem dos alunos do curso de Gravação Musical III Gravações no AQUÁRIO e Auditório 1º - Todas as gravações de professores, alunos e grupos da EMUFRN, só serão realizadas após o devido preenchimento do formulário de agendamento/autorização (ANEXO) 2º A utilização da TÉCNICA para estudo, mixagem e gravações deverão OBRIGATORIAMENTE acontecer na presença do professor ou bolsista do estúdio. Art. 7º O AQUÁRIO será utilizado em: I - Aulas da disciplina Prática de Conjunto de instrumentos eletrônicos do Curso Técnico de Musica (CTM) - Guitarra ou Baixo (horário fixo, definido no calendário acadêmico no início de cada semestre). II - Ensaios para recitais oficiais da EMUFRN que envolvam a utilização de instrumentos eletrônicos com horário agendado e formulário de agendamento/autorização (ANEXO) devidamente preenchido. Parágrafo Único - Os horários não utilizados para aulas no turno da MANHÃ, serão reservados para os ensaios dos alunos, professores e grupos musicais que envolvam instrumentos eletrônicos (horário agendado e formulário de agendamento/autorização devidamente preenchido.). CAPÍTULO IV DOS AGENDAMENTOS
3 Art. 8º O AQUARIO será utilizado para ensaios no período da manhã, de acordo com seguintes critérios: 1º - O horário está dividido em dois períodos de duas horas. Primeiro período 8:00 as 10:00. Segundo período 10:00 às 12:00. 2º - Cada aluno, professor ou grupo terá no máximo 16 (dezesseis) agendamentos semestrais para ensaios, limitado a 6 (seis) por mês e 2 (dois) por semana. 3º - Em caso de desistência, o aluno ou grupo terá que comunicar ao bolsista do estúdio com prazo mínimo de 2 dias de antecedência. 4º - A não observância do 3º deste caput implicará na perda de um período agendado. 5º - A reincidência do 4º deste caput implicará no cancelamento dos agendamentos já realizados e a impossibilidade de realizar novos agendamentos para o semestre em vigor. Art. 9º O agendamento é restrito ao período letivo de acordo com o calendário acadêmico. Art Os agendamentos devem ser efetuados com o bolsista do estúdio após o devido preenchimento do formulário de agendamento/autorização (ANEXO) CAPÍTULO V DO BOLSISTA Art. 11 O bolsista do estúdio será selecionado pelos professores responsáveis, tendo preferência os alunos do curso técnico de Gravação Musical. Art. 12 O bolsista do estúdio cumprirá sua carga horária (20h/aula) no horário da manhã. Art. 13 São atribuições do bolsista: I Agendar e acompanhar os ensaios de professores, alunos e grupos da EMUFRN no AQUÁRIO. II Acompanhar os alunos do curso de Gravação Musical durante seus estudos de prática de gravação e mixagem. III - Verificar o funcionamento dos equipamentos no estúdio, antes e após a utilização dos mesmos, comunicando imediatamente ao professor responsável pelo ensaio/gravação qualquer problema relacionado ao funcionamento ou ausência de equipamentos. IV Orientar os funcionários da limpeza sobre os devidos cuidados com os equipamentos do ESTÚDIO. V Manter organizado os equipamentos do ESTÚDIO.
4 CAPÍTULO VI DAS PROIBIÇÕES Art. 14 Não é permitida a utilização do estúdio para gravações comerciais, exceto quando registrado em forma de projeto de extensão, necessitando aprovação em plenária e registro na PROEX. Art Em hipótese alguma, será permitida a utilização da TÉCNICA por alunos que não sejam do curso de gravação. Art. 16 Não será permitida a utilização por técnicos externos à EMUFRN, exceto quando devidamente autorizados pelos professores responsáveis pelo curso de Gravação Musical, observados o disposto na Resolução n o 001/2002-CONSAD, de 03 de janeiro de Art. 17 Não é permitida a utilização do AQUÁRIO para ensaios de grupos ou bandas externas à EMUFRN, mesmo que com participação de aluno ou professor. Art. 18 Não é permitida a retirada de quaisquer equipamentos do ESTÚDIO sem prévia autorização dos professores responsáveis pelas disciplinas de gravação musical, guitarra e baixo elétrico. Art. 19 Não é permitida a entrada no ESTÚDIO portando qualquer tipo de alimento ou bebida. Art. 20 Não é permitida a utilização da impressora da TÉCNICA para impressão de trabalhos que não estejam relacionados a gravações. Escola de Música, em Natal, 29 de outubro de Zilmar Rodrigues de Souza DIRETOR
5 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE ESCOLA DE MÚSICA ESTÚDIO DE GRAVAÇÃO RITORNELLO ANEXO FormuláriodeAgendamento/Autorização UFRN EMUFRN A) DATARECITALOUGRAVAÇÃO / / B) DADOSDOREQUISITANTE Nome: Curso: Telefone(s): C) REQUISIÇÃO Gravação(Auditório) SalaAquário(Ensaio) SalaTécnica(Mixagem,etc.) TécnicaeAquário(Gravação) D) PERÍODO 08:00as10:00 10:00as12:00 14:00as16:00 16:00as18:00 Outro: E) AUTORIZAÇÃO Professor(a)? Data/Assinatura Data VistoProf./Aluno Checklist/Obs. VistoEstagiário
REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS
REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS Página 1 ÍNDICE CAPÍTULO 1 -DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS... 3 CAPÍTULO 2 - DA DESTINAÇÃO DOS LABORATÓRIOS... 3 CAPÍTULO 3 - DAS ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS... 5 CAPÍTULO 4 - UTILIZAÇÃO
REGULAMENTO DAS BIBLIOTECAS. Art. 2º As Bibliotecas da Univás estão a serviço da comunidade, oferecendo aos usuários:
REGULAMENTO DAS BIBLIOTECAS CAPÍTULO I DA FINALIDADE Art. 1 Este Regulamento normatiza o funcionamento das Bibliotecas da Universidade do Vale do Sapucaí Univás, mantida pela Fundação de Ensino Superior
Regulamento de Utilização do Complexo de Hidroterapia UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL - UNISC CURSO DE FISIOTERAPIA
Página 1 de 5 UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL - UNISC CURSO DE FISIOTERAPIA REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DO COMPLEXO DE HIDROTERAPIA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O complexo de hidroterapia
REGULAMENTO DA BIBLIOTECA
REGULAMENTO DA BIBLIOTECA CAPÍTULO I Das disposições gerais Art. 1º. A Biblioteca, tem por objetivo oferecer suporte informacional à toda Instituição, podendo ser aberta à comunidade para consulta bibliográfica.
Regulamento do Laboratório de Controle Operacional - LCO TÍTULO I DOS OBJETIVOS E USUÁRIOS. CAPÍTULO I Dos Objetivos
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS REGIONAL CATALÃO UNIDADE ACADÊMICA ESPECIAL DE MATEMÁTICA E TECNOLOGIA Regulamento do Laboratório de Controle Operacional - LCO TÍTULO I DOS OBJETIVOS
REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE ANATOMIA HUMANA
REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE ANATOMIA HUMANA 2012 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 CAPÍTULO I - DA CARACTERIZAÇÃO E NATUREZA... 3 CAPÍTULO II - DOS DEVERES... 4 CAPÍTULO III - DO AGENDAMENTO E USO DO LABORATÓRIO...
RESOLUÇÃO CRCRJ Nº 439/2014
RESOLUÇÃO CRCRJ Nº 439/2014 APROVA NOVO REGULAMENTO DE CURSOS DE ATUALIZAÇÃO PROFISSIONAL REALIZADOS PELO CRCRJ. O Plenário do CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (CRCRJ), no
RESOLUÇÃO Nº 06/2012 CONCECERES
RESOLUÇÃO Nº 06/2012 CONCECERES Dispõe sobre o Regimento Interno do Laboratório de Topografia e Geoprocessamento LABGEO, do Centro de Educação Superior da Região Sul - CERES. O Presidente do Conselho de
CURSO DE FARMÁCIA REGULAMENTO DO TRABALHO DE CURSO - TC (cursos 557 e 558 - currículos 1, 2 e 3)
CURSO DE FARMÁCIA REGULAMENTO DO TRABALHO DE CURSO - TC (cursos 557 e 558 - currículos 1, 2 e 3) Art. 1º O presente instrumento tem por finalidade normatizar as atividades do Trabalho de Curso (TC), do
REGULAMENTO DA BIBLIOTECA DA FACULDADE CIDADE LUZ FACILUZ TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. CAPÍTULO I Dos usuários e das inscrições
1 REGULAMENTO DA BIBLIOTECA DA FACULDADE CIDADE LUZ FACILUZ TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º - Este regulamento disciplina as normas que regem o funcionamento da biblioteca e as relações funcionais
PROGRAMA DE MONITORIA DO IFMS Campo Grande - MS 2014 PROGRAMA DE MONITORIA DO IFMS Capítulo I DA APRESENTAÇÃO Art. 1º O presente Programa estabelece as finalidades, objetivos, atribuições e normas para
Fatec Pindamonhangaba
Regulamento da Biblioteca CAPÍTULO I - APRESENTAÇÃO Art. 1º - A Biblioteca da FATEC Faculdade de Tecnologia de Pindamonhangaba, rege-se pelo Regimento desta Instituição e por este Regulamento. Art. 2º
REGULAMENTO GERAL DE UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DO DEPARTAMENTO DE QUÍMICA
REGULAMENTO GERAL DE UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DO DEPARTAMENTO DE QUÍMICA Capítulo 1 DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. Estas normas regulamentam o funcionamento dos laboratórios do Departamento de
REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA FACULDADE SÃO CAMILO-MG
1 REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA FACULDADE SÃO CAMILO-MG CAPÍTULO I Disposição preliminares Art 1º A Biblioteca da Faculdade São Camilo-MG tem por objetivo geral apoiar as atividades de ensino-aprendizagem
REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DIDÁTICO DE BIOLOGIA MOLECULAR E IMUNOLOGIA APLICADO AOS CURSOS SUPERIORES DE GRADUAÇÃO E PÓS- GRADUAÇÃO
RESOLUÇÃO DO CONSELHO SUPERIOR Nº23/2014 DISPÕE SOBRE O REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DIDÁTICO DE BIOLOGIA MOLECULAR E IMUNOLOGIA APLICADO AOS CURSOS SUPERIORES DE GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO DA CNEC/IESA.
Programa de Atividades de Monitoria
Programa de Atividades de Monitoria CAPÍTULO I DA NATUREZA E OBJETIVOS DA MONITORIA Art. 1º A atividade de monitoria é desenvolvida por discentes para aprimoramento do processo de ensino e aprendizagem,
PROGRAMA ASSOCIADO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA UPE/UFPB
PROGRAMA ASSOCIADO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA UPE/UFPB NORMA - 05/2012 DISPÕE SOBRE OS CRITÉRIOS PARA DISTRIBUIÇÃO E RENOVAÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO O Colegiado do Programa Associado de Pós-Graduação
RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 01/2015
RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 01/2015 A Presidente do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão CONSEPE da Universidade Estadual de Santa Cruz UESC, no uso de suas atribuições, considerando o deliberado
BIBLIOTECA UEZO REGULAMENTO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
REGULAMENTO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Este documento tem por finalidade formalizar e instituir as normas de utilização da biblioteca, no que tange aos produtos e serviços oferecidos pela
FACITEC - Faculdade de Ciências Sociais e Tecnológicas
FACITEC - Faculdade de Ciências Sociais e Tecnológicas IESST Instituto de Ensino Superior Social e Tecnológico Credenciada pela portaria: MEC 292, de 15.02.2001 DOU Nº 35-E, de 19.02.2001, Seção 1 RESOLUÇÃO
EDITAL DE SELEÇÃO DE BOLSISTA E NÃO-BOLSISTAS PROGRAMA PET
EDITAL DE SELEÇÃO DE BOLSISTA E NÃO-BOLSISTAS PROGRAMA PET São João Del-Rei, 15 de março de 2012. O Grupo PET - Ciências Humanas, Estética e Artes torna público o presente edital de seleção de Bolsistas
Normas e Procedimentos do Departamento de Laboratórios (DLA).
Normas e Procedimentos do Departamento de Laboratórios (DLA). Todos os laboratórios do Departamento de Laboratórios (DLA) devem seguir as Normas Gerais da Instituição. Todas as produções laboratoriais
PARECER Nº 034/2013 DA COORDENADORIA DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRONEGÓCIOS.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E ECONOMIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRONEGÓCIOS PARECER Nº 034/2013 DA COORDENADORIA
REGULAMENTO DO COMPLEXO ESPORTIVO DO GRUPO EDUCACIONAL FUTURÃO (CEGEF)
1 REGULAMENTO DO COMPLEXO ESPORTIVO DO GRUPO EDUCACIONAL FUTURÃO (CEGEF) ARARANGUÁ/SC - BRASIL JANEIRO/2015 2 SUMÁRIO CAPÍTULO I 3 DAS DEPENDÊNCIAS DO COMPLEXO ESPORTIVO DO GRUPO EDUCACIONAL FUTURÃO 3
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ RESOLUÇÃO Nº 17/CEPE, DE 03 DE MAIO DE 2006 Aprova normas para os cursos de especialização da Universidade Federal do Ceará. O Reitor da UNIVERSIDADE
MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS COMPRADORES E FORNECEDORES FUNDAÇÃO DE APOIO À UNIFESP
MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS COMPRADORES E FORNECEDORES FUNDAÇÃO DE APOIO À UNIFESP 2015 ÍNDICE 1. Introdução... 2 2. Dos Objetivos Específicos... 2 3. Dos Envolvidos
REGULAMENTO DA GINCANA UNIJUÍ MINHA ESCOLA É DEZ Edição 2011
REGULAMENTO DA GINCANA UNIJUÍ MINHA ESCOLA É DEZ Edição 2011 Capítulo I Das Disposições Preliminares Art. 1º. O presente documento regulamenta a Gincana UNIJUÍ MINHA ESCOLA É DEZ, promovida e organizada
Universidade Federal de Pelotas Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis Coordenadoria de Benefícios REGULAMENTAÇÃO DO PROGRAMA AUXILIO ALIMENTAÇÃO
Universidade Federal de Pelotas Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis Coordenadoria de Benefícios REGULAMENTAÇÃO DO PROGRAMA AUXILIO ALIMENTAÇÃO CAPITULO I DO PROGRAMA Art. 1. O Programa Auxílio Alimentação
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL GOIANO CÂMPUS POSSE-GO
Normas para uso dos Laboratórios de Informática vinculados a Coordenação do Curso de Informática e ao Departamento de Tecnologia da Informação do IF Goiano Câmpus Posse GO. POSSE GO 2015 Sumário TÍTULO
NORMAS DO SISTEMA DE MONITORIA CAPÍTULO I DO CONCEITO
NORMAS DO SISTEMA DE MONITORIA CAPÍTULO I DO CONCEITO Art. 1º A monitoria é uma atividade acadêmica, no âmbito da graduação, que pretende oferecer ao aluno experiência de iniciação à docência. 1º A monitoria
Aprova o Regulamento da Biblioteca do Campus Curitiba do Instituto Federal do Paraná (IFPR).
RESOLUÇÃO Nº 001/2012 DA DIREÇÃO GERAL Aprova o Regulamento da Biblioteca do Campus Curitiba do Instituto Federal do Paraná (IFPR). O Diretor Geral, no uso de suas atribuições, resolve disciplinar as normas
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DA BAHIA CAMPUS JACOBINA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA -BA REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DO GINÁSIO POLIESPORTIVO DO SEÇÃO I FINALIDADE Art. 1º. Este documento tem por objetivo regulamentar a forma de
REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente Regulamento tem por finalidade estabelecer as normas relativas à elaboração, acompanhamento,
EDITAL DE INGRESSO N 19/DEING/2016/1
EDITAL DE INGRESSO N 19/DEING/2016/1 A Reitora do Instituto Federal de Santa Catarina torna de conhecimento público a abertura de inscrições, no período de 08 de dezembro de 2015 a 27 de janeiro de 2016,
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA DE ENFERMAGEM PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM RESOLUÇÃO Nº 02/2015 RESOLVE: CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA DE ENFERMAGEM PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM RESOLUÇÃO Nº 02/2015 Dispõe sobre as atividades de ensino e pesquisa do Programa de Pósgraduação em Enfermagem.
NORMATIVO SARB 003/2008, revisto e atualizado em 14 de maio de 2015.
NORMATIVO SARB 003/2008, revisto e atualizado em 14 de maio de 2015. O Sistema de Autorregulação Bancária da Federação Brasileira de Bancos - FEBRABAN institui o NORMATIVO DE SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Gama DF fev./2015 SUMÁRIO CAPÍTULO I... 3 DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3 CAPÍTULO II... 4 DA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES... 4 E SEU APROVEITAMENTO...
LICENCIATURA EM MATEMÁTICA CADERNO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ENSINO MÉDIO
LICENCIATURA EM MATEMÁTICA CADERNO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ENSINO MÉDIO RIBEIRÃO PRETO 2013 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Aluno: RA: Ano/semestre: Período letivo: 2 SUMÁRIO ORIENTAÇÕES
UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO
UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS Art. 1º O presente instrumento
FACCAMP MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL. Faculdade Campo Limpo Paulista CAMPO LIMPO PAULISTA
FACCAMP Faculdade Campo Limpo Paulista MANUAL DE S COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CAMPO LIMPO PAULISTA MANUAL DE S COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL REGRAS GERAIS: O aluno deverá
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO MUNICÍPIO DE MONTES CLAROS EDITAL DE CONCURSO ESCOLAR CONFECÇÃO DE ARVORE DE NATAL COM MATERIAIS RECICLÁVEIS - 2015
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO MUNICÍPIO DE MONTES CLAROS EDITAL DE CONCURSO ESCOLAR CONFECÇÃO DE ARVORE DE NATAL COM MATERIAIS RECICLÁVEIS - 2015 Concurso Público destinado à confecção de Árvore de
Regulamento do Bloco Cirúrgico do Centro de Práticas Clínicas e Cirúrgicas (CPCC)
INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS CONCÓRDIA CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA CENTRO DE PRÁTICAS CLÍNICAS E CIRÚRGICAS Regulamento do Bloco Cirúrgico do Centro de Práticas Clínicas e Cirúrgicas (CPCC) Dispõe
REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA / UESC
REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA / UESC CAPÍTULO I Disposições gerais Art. 1º. O presente regulamento tem por objetivo normatizar as atividades relacionadas
Capítulo 1 Dos termos
Resolução n 03 do Conselho de Ensino Superior O Conselho de Ensino Superior da Faculdade Três de Maio SETREM reformula o Regulamento da Biblioteca José de Alencar e dá outras providências. Capítulo 1 Dos
EDITAL DE SELEÇÃO PARA MONITORIA 2013.1
A Faculdade Unida da Paraíba, mantida pela Sociedade Paraibana de Educação e Cultura ASPEC com sede em João Pessoa, PB, torna públicas as regras de funcionamento do sistema de Monitoria no Curso de Graduação,
Artigo. Grupo. integrante. Artigo. Artigo. novos. públicos;
sedee do Grupo Desportivo Julho de 2012 CAPÍTULO I: ÂMBITO E ESTRUTURA 1º (Objeto) O presente regulamento define as regras de utilização e cedência das instalações da sede do Grupo Desportivoo e Recreativo
Manual de uso e Regras da Biblioteca
Manual de uso e Regras da Biblioteca A Biblioteca é parte integrante do processo educativo da ETEC Dr. Emílio Hernandes Aguilar, de forma a alcançar o desenvolvimento das competências de informação, ensino,
GINÁSIO DA ATFCUL REGULAMENTO
GINÁSIO DA ATFCUL REGULAMENTO A Associação de Trabalhadores da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (ATFCUL) coloca ao dispor de todos os associados a partir de Fevereiro 2016 um Ginásio para
REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA - 2015
REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA - 2015 Os laboratórios de informática utilizados pelos alunos das Faculdades Integradas Camões se encontram nas duas sedes: Treze de Maio e Muricy, funcionando
REGIMENTO INTERNO BIBLIOTECA MACHADO DE ASSIS
REGIMENTO INTERNO BIBLIOTECA MACHADO DE ASSIS Aprova o Regimento da Biblioteca do Colégio Cenecista Dr. Julio Cesar Ribeiro Neves e dá outras providências. A Diretora do Colégio Cenecista Dr. Julio Cesar
REGULAMENTO DO ESTÁGIO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS APLICADAS DO ARAGUAIA - FACISA
REGULAMENTO DO ESTÁGIO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS APLICADAS DO ARAGUAIA - FACISA I - DOS PRINCÍPIOS GERAIS Art. 1º Este Regulamento estabelece
REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO
REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Engenharia Mecânica é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes Curriculares
INSTRUÇÃO Nº 15, DE 17 DE AGOSTO DE 2010.
Sistema Integrado de Normas Jurídicas do Distrito Federal SINJ-DF INSTRUÇÃO Nº 15, DE 17 DE AGOSTO DE 2010. A PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO DE ENSINO E PESQUISA EM CIÊNCIAS DA SAÚDE, no uso das atribuições que
EDITAL Nº 02/2015 - CONSEPE
EDITAL Nº 02/2015 - CONSEPE A Direção da Faculdade Herrero torna públicos os procedimentos e normas para inscrição e seleção de Monitores 2015/1. Este Edital está em conformidade com a RESOLUÇÃO Nº 11/2010
1. REGULAMENTO DO CONCURSO PEACE PROJETO EDUCACIONAL ACESSO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS
1. REGULAMENTO DO CONCURSO PEACE PROJETO EDUCACIONAL ACESSO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º. O presente regulamento, aprovado pelo Colegiado do Curso e Colégio Acesso, tem como principal objetivo
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE-UNICENTRO SETOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA DE GUARAPUAVA
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE-UNICENTRO SETOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA DE GUARAPUAVA DIRETRIZES PARA O TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) EM EDUCAÇÃO FÍSICA REGULAMENTO PARA
UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS E NÃO- OBRIGATÓRIOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNISC
UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS E NÃO- OBRIGATÓRIOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNISC CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º O presente Regulamento
REGULAMENTO DOLABORATÓRIO DE ENFERMAGEM ANA NERY CAPÍTULO I DO LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM
REGULAMENTO DOLABORATÓRIO DE ENFERMAGEM ANA NERY CAPÍTULO I DO LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM Art.1º - O presente documento estabelece as normas de organização e funcionamento do Laboratório de Enfermagem Ana
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES ACADÊMICO- CIENTÍFICO-CULTURAIS DO CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO TRILÍNGUE DA FACULDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE - FAPEPE
REGULAMENTO DAS ACADÊMICO- CIENTÍFICO-CULTURAIS DO CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO TRILÍNGUE DA FACULDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE - FAPEPE REGULAMENTO DAS ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS DO CURSO DE SECRETARIADO
PORTARIA-DG-025/2008 REGULAMENTA OS PROCEDIMENTOS PARA COLAÇÃO DE GRAU NO ÂMBITO DAS FACULDADES INTEGRADAS SANTA CRUZ DE CURITIBA (FARESC)
PORTARIA-DG-025/2008 REGULAMENTA OS PROCEDIMENTOS PARA COLAÇÃO DE GRAU NO ÂMBITO DAS FACULDADES INTEGRADAS SANTA CRUZ DE CURITIBA (FARESC) O Diretor Geral, no uso das atribuições que lhe confere os incisos
RESOLUÇÃO/CONSUNI Nº 26/11 RESOLVE
RESOLUÇÃO/CONSUNI Nº 26/11 Regulamenta a reserva de apoio às viagens discentes - FAVITED O Presidente do Conselho Universitário do Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí - UNIDAVI,
REGULAMENTO DA MONITORIA
REGULAMENTO DA MONITORIA FACULDADE METROPOLITANA DE CAMAÇARI FAMEC SUMÁRIO TÍTULO I... 1 DA MONITORIA... 1 CAPÍTULO I... 1 DA CARACTERIZAÇÃO... 1 CAPÍTULO II... 2 DOS OBJETIVOS... 2 CAPÍTULO III... 2 DO
CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO PRESIDÊNCIA PORTARIA CNMP-PRESI N.º 88 DE 26 DE OUTUBRO DE 2010.
PORTARIA CNMP-PRESI N.º 88 DE 26 DE OUTUBRO DE 2010. Regulamenta a utilização, manutenção e controle do Sistema de Telefonia fixa e móvel, no âmbito do Conselho Nacional do Ministério Público. O PRESIDENTE
5 As duplas candidatas deverão realizar as inscrições nas Secretarias da Uniguaçu, no valor de R$ 40,00, no período de 19 de agosto a 05 de setembro
REGULAMENTO AVOZ Regulamento para inscrição dos candidatos que participarão do Concurso de Interpretes Musicais, intitulado A voz, em comemoração aos 13 anos das Faculdades Integradas Vale do Iguaçu (Uniguaçu),
EDITAL DE SELEÇÃO ARTÍSTICA PROJETO SEGUNDA MUSICAL 2016
EDITAL DE SELEÇÃO ARTÍSTICA PROJETO SEGUNDA MUSICAL 2016 A Secretaria da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais faz saber aos interessados que se encontram abertas, no período de 11 a 29 de fevereiro
EDITAL DE PROCESSO DE SELEÇÃO PARA ACESSO AOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI CUIABÁ COM DIREITO A BOLSA DE ESTUDO E INGRESSO EM
EDITAL DE PROCESSO DE SELEÇÃO PARA ACESSO AOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI CUIABÁ COM DIREITO A BOLSA DE ESTUDO E INGRESSO EM 2014/1 A Diretora-Regional do Serviço Nacional de Aprendizagem
Guia de registo de Reserva de Recursos. Reserva de Recursos
Reserva de Recursos Indice Introdução 2 Reserva simples 3 Reserva avançada 5 Consulta de disponibilidades de recursos 7 Reservas efetuadas 10 Serviços de Informática - Direção dos Serviços de Documentação
UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA (UNEB) CONSELHO UNIVERSITÁRIO (CONSU)
UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA (UNEB) CONSELHO UNIVERSITÁRIO (CONSU) RESOLUÇÃO N.º 346/2005 Publicada no D.O.E. de 20-09-2005 Pág.17 Estabelece normas para a alteração de Regime de Trabalho, Controle
FACULDADES ADAMANTINENSES INTEGRADAS NÚCLEO DE PSICOLOGIA
1. Do Horário: O NUPFAI funciona de segunda a sexta- feira das 8h 00 às 19h00 e aos sábados das 8h00 às 12h00. O horário poderá ser revisto pela coordenação do curso quando justificada a necessidade e
Regulamento para o Curso de Extensão MONTAGEM DO ESPETÁCULO BICENTENÁRIO MARISTA
Regulamento para o Curso de Extensão MONTAGEM DO ESPETÁCULO BICENTENÁRIO MARISTA APRESENTAÇÃO Art 1º - A Comissão organizadora formada por integrantes do Centro Social Marista de Porto Alegre, Colégio
2º Para atividades festivas, a solicitação para uso dos pátios internos da UFSJ deve ser apresentada à direção da PROAD para análise e decisão.
RESOLUÇÃO N o 014, de 19 de novembro de 2007. Fixa normas para utilização das dependências da UFSJ e dá outras providências. O PRESIDENTE DO CONSELHO DIRETOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI
RESOLUÇÃO NORMATIVA N.º 17/CUn DE 10 DE ABRIL DE 2012. Regulamenta o Programa de Monitoria da Universidade Federal de Santa Catarina
RESOLUÇÃO NORMATIVA N.º 17/CUn DE 10 DE ABRIL DE 2012 Regulamenta o Programa de Monitoria da Universidade Federal de Santa Catarina O PRESIDENTE DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal de Santa
REGULAMENTO DA MONOGRAFIA DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CEFET-SP DO OBJETIVO DA PROPOSTA DE MONOGRAFIA
REGULAMENTO DA MONOGRAFIA DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CEFET-SP DO OBJETIVO Normatiza as atividades relacionadas à monografia da pós-graduação lato sensu do CEFET-SP. Art. 1º. Os objetivos da monografia
REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO CURRÍCULO 2 I INTRODUÇÃO
REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO CURRÍCULO 2 I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Nutrição é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais
I COPA PERNAMBUCO DE DOMINÓ DE SURDOS REGULAMENTO GERAL
I COPA PERNAMBUCO DE DOMINÓ DE SURDOS REGULAMENTO GERAL CAPÍTULO 1 DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS Artigo 1º. Este regulamento é o documento é o conjunto das disposições que regem a I Copa Pernambuco de Dominó
Fatec de São Carlos. A Faculdade de Tecnologia de São Carlos será a última parte envolvida a assinar o termo de compromisso e demais documentos.
Memo 04/15 Coordenação São Carlos, 26 de Fevereiro de 2015. Orientações Gerais aos Discentes Assunto: Estágio obrigatório e não obrigatório O estágio é regulamentado pela legislação através da LEI DO ESTÁGIO
REGULAMENTO - 4º FESTIVAL DE CULTURA E ARTE DO GRANDE ABC
REGULAMENTO - 4º FESTIVAL DE CULTURA E ARTE DO GRANDE ABC O 4º FESTIVAL DE CULTURA E ARTE DO GRANDE ABC têm como foco promover o intercâmbio cultural das mais variadas modalidades e linguagens artísticas
Regimento Interno da Comissão Permanente de Perícia Médica, Segurança e Higiene do Trabalho CPMSHT
Título I Da Comissão Capítulo I Disposições Gerais Art. 1º - A Comissão Permanente de Perícia Médica, Segurança e Higiene do Trabalho CPMSHT, instituída pelo Decreto nº 9.321, de 1 de março de 2011, integrante
REGULAMENTO INSTITUCIONAL MONITORIA
UNIÃO DAS INSTITUIÇÕES DE SERVIÇOS, ENSINO E PESQUISA LTDA. REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE MONITORIA São Paulo 2010 CAPÍTULO l DOS OBJETIVOS Artigo 1º - As presentes normas têm por objetivo organizar e disciplinar
REGIMENTO INTERNO DO SISTEMA DOS LABORATÓRIOS DO CAMPUS CAÇAPAVA DO SUL TÍTULO I DOS FINS
1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA (Lei nº. 11.640, de 11 de janeiro de 2008) REGIMENTO INTERNO DO SISTEMA DOS LABORATÓRIOS DO CAMPUS CAÇAPAVA DO SUL TÍTULO I DOS FINS Art. 1º - O sistema
REGULAMENTO DO CONCURSO CULTURAL À MÃO LIVRE. Capítulo I Organizadora e Vigência
REGULAMENTO DO CONCURSO CULTURAL À MÃO LIVRE Capítulo I Organizadora e Vigência 1. Este concurso cultural ( Concurso ) será realizado por RGB Restaurantes Ltda., inscrita no CNPJ/MF nº. 62.505.847/0001-85,
FACULDADE ORÍGENES LESSA FACOL ISEOL - INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO ORÍGENES LESSA PORTARIA Nº 004 / 2009
ASSOCIAÇÃO LENÇOENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA - ALEC FACULDADE ORÍGENES LESSA FACOL ISEOL - INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO ORÍGENES LESSA PORTARIA Nº 004 / 2009 Usando as atribuições que lhe confere o regimento
Ensino Médio Cursos Extracurriculares 2015
Ensino Médio Cursos Extracurriculares 2015 2 O Colégio Santa Maria oferece diversos cursos extracurriculares para as diferentes faixas etárias que visam e favorecem o desenvolvimento de habilidades esportivas,
GINCANA. Regulamento Geral - ENSINO MÉDIO
GINCANA Regulamento Geral - ENSINO MÉDIO Capítulo I Disposições preliminares Art. 1 A II Gincana da E.E. Dr. José Marques de Oliveira é um evento desenvolvido pelos professores de educação física da escola,
REGULAMENTO DAS BIBLIOTECAS CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA - UNILUS
REGULAMENTO DAS BIBLIOTECAS CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA - UNILUS Este regulamento visa estabelecer padrões e normas referentes ao funcionamento do Sistema de Bibliotecas do Centro Universitário Lusíada
RESOLUÇÃO CNSP Nº, DE 2015
MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP Nº, DE 2015 Dispõe sobre as regras de funcionamento e os critérios para operação do seguro funeral. A SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS
REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO DOS DISCENTES DESTE CAMPUS EM: VISITAS TÉCNICAS CAPÍTULO I
REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO DOS DISCENTES DESTE CAMPUS EM: VISITAS TÉCNICAS CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E OBJETIVOS Artigo 1º - Visita técnica é atividade complementar dos componentes curriculares dos cursos
