Legislação, Doutrina e Jurisprudência
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- Augusto Bicalho Martins
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1 Legislação, Doutrina e Jurisprudência ÚLTIMO DIÁRIO PESQUISADO 02/05/2014 ANO: FECHAMENTO: 02/05/2014 EXPEDIÇÃO: 04/05/2014 PÁGINAS: 194/183 FASCÍCULO Nº: 18 Sumário PREVIDÊNCIA SOCIAL BENEFÍCIO Desastre Natural Portaria 171 MPS Desastre Natural Resolução 403 INSS TRABALHO ACIDENTE DO TRABALHO Comunicação Portaria 589 MTE CTPS CARTEIRA DE TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL Emissão Portaria 133 SPPE MÉDICO Exercício da Profissão Resolução CFM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO Alteração Portaria 591 MTE Alteração Portaria 592 MTE Alteração Portaria 593 MTE Caldeiras e Vasos de Pressão Portaria 594 MTE Fiscalização e Penalidades Portaria 591 MTE Indústria da Construção e Reparação Naval Portaria 592 MTE SESMT Portaria 590 MTE Trabalho em Altura Portaria 593 MTE FGTS FISCALIZAÇÃO Normas Instrução Normativa 106 SIT FONTE TABELA PROGRESSIVA DO IMPOSTO Alteração Medida Provisória Ano-Calendário de 2015 Medida Provisória DOUTRINA Aposentadoria por Invalidez e Retorno Voluntário ao Trabalho: Consequências Jurídicas da Não Comunicação ao INSS JURISPRUDÊNCIA ADICIONAL DE INSALUBRIDADE O lixo recolhido nos sanitários públicos, da mesma forma que aquele coletado nas vias públicas, classifica-se como lixo urbano, cujo contato gera insalubridade em grau máximo RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO O risco do negócio não pode ser repassado ao empregado, de forma que a falência não desobriga o empregador de responder pelas verbas do contrato LEGISLAÇÃO, DOUTRINA E JURISPRUDÊNCIA 194
2 COAD FASCÍCULO 18/2014 PREVIDÊNCIA SOCIAL PREVIDÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO 403 INSS, DE (DO-U DE ) BENEFÍCIO Desastre Natural INSS fixa normas para antecipação de benefício para vítimas das enchentes no Estado da Bahia A antecipação, autorizada pela Portaria 162 MPS, de (Fascículo 17/2014), decorre de desastres naturais ocorridos no Município de Santa Cruz de Cabrália, no Estado da Bahia, e será realizada no 1º dia útil do cronograma de pagamento de benefícios de prestação continuada, previdenciário ou assistencial, a partir da competência maio/2014, e enquanto perdurar o estado de calamidade. O beneficiário que desejar adiantar uma renda mensal, além da antecipação no cronograma de pagamento, poderá preencher Termo de Opção e entregá-lo, no período de 30-5 a , ao banco responsável pelo pagamento do benefício, ressarcindo o INSS, a partir da competência outubro/2014, em até 36 parcelas mensais fixas. O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DO SEGU- RO SOCIAL INSS, no uso das atribuições que lhe confere o Decreto nº 7.556, de 24 de agosto de 2011, e considerando: a) os desastres naturais reconhecidos pelo Governo Federal, por intermédio da Secretaria Nacional de Defesa Civil, nos termos da Portaria nº 115, de 10 de abril de 2014; b) as disposições dos 1º e 2º do art. 169 do Regulamento da Previdência Social RPS, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 6 de maio de 1999, com a redação dada pelo Decreto nº 7.223, de 29 de junho de 2010; e c) o disposto na Portaria do Ministério da Previdência Social nº 162, de 23 de abril de 2014, que autoriza antecipação do pagamento do valor correspondente a uma renda mensal do benefício de prestação continuada, previdenciário ou assistencial, no caso de calamidade pública decorrente de desastres naturais reconhecidos pelo Governo Federal, aos beneficiários domiciliados no Município de Santa Cruz de Cabrália, no Estado da Bahia, resolve: Art. 1º Fica alterado o cronograma de pagamento de benefícios de prestação continuada previdenciário e assistencial, para o primeiro dia útil, a partir da competência de maio de 2014 e enquanto perdurar a situação de calamidade pública. Parágrafo único O disposto no caput deste artigo aplica-se aos beneficiários domiciliados no Município de Santa Cruz de Cabrália, no Estado da Bahia. Art. 2º Aos beneficiários que tenham seu benefício mantido no Município de Santa Cruz de Cabrália, além da antecipação do cronograma de pagamento, também será disponibilizado o pagamento do valor correspondente a uma renda mensal dos benefícios de prestação continuada, previdenciários ou assistenciais, na forma prevista no art. 169, 1º, inciso IIe 2ºdoRegulamento na Previdência Social RPS, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 6 de maio de 1999, e em conformidade com a Portaria MPS nº 162, de Remissão COAD: Decreto 3.048/99 RPS Regulamento da Previdência Social (Portal COAD) Art. 169 Os pagamentos dos benefícios de prestação continuada não poderão ser antecipados. 1º Excepcionalmente, nos casos de estado de calamidade pública decorrente de desastres naturais, reconhecidos por ato do Governo Federal, o INSS poderá, nos termos de ato do Ministro de Estado da Previdência Social, antecipar aos beneficiários domiciliados nos respectivos municípios:... II o valor correspondente a uma renda mensal do benefício devido, excetuados os temporários, mediante opção dos beneficiários. 2º O valor antecipado de que trata o inciso II do 1º será ressarcido de forma parcelada, mediante desconto da renda do benefício, para esse fim equiparado ao crédito de que trata o inciso II do caput do art. 154, nos termos do ato a que se refere o 1º. Esclarecimento COAD: O inciso II do artigo 154 do RPS trata do reembolso de benefícios pagos indevidamente pelo INSS. 1º A opção prevista no inciso II do 1º do art. 169 do RPS, para fim de antecipação de um valor correspondente a uma prestação mensal, observada a disponibilidade orçamentária, poderá ser realizada pelo titular do benefício ou por seu procurador, tutor ou curador, desde que cadastrado no banco de dados do INSS e na unidade bancária. 2º O Termo de Opção, modelo constante do Anexo I desta Resolução, será recepcionado pelas unidades bancárias ou seus correspondentes responsáveis pelo pagamento dos benefícios, no período de 30 de maio a 30 de julho de º A identificação do titular, procurador ou representante legal, para fim do pagamento de que trata o caput deste artigo, será realizada na unidade bancária responsável pelo pagamento do benefício, ainda que na condição de correspondente bancário, após o recebimento do Termo de Opção. 4º Os termos de opção recepcionados por meio de formulário deverão ser encaminhados ao INSS, para o efetivo controle do pagamento e do ressarcimento. 5º Os bancos poderão utilizar os terminais de autoatendimento para identificar o beneficiário e recepcionar o Termo de Opção por meio eletrônico e, neste caso, deverão encaminhar ao INSS arquivo contendo relatório dos benefícios e respectivos beneficiários que efetuaram a opção, para o controle do pagamento e ressarcimento. 6º Depois de formalizada pelo interessado a opção de que trata o 1º, a instituição financeira efetuará a liberação imediata do crédito, exceto se realizada em correspondente bancário, hipótese em que a liberação deverá ocorrer em até cinco dias úteis. LEGISLAÇÃO, DOUTRINA E JURISPRUDÊNCIA 193
3 COAD FASCÍCULO 18/2014 PREVIDÊNCIA SOCIAL 7º O ressarcimento de que trata o 2º do art. 1º da Portaria nº 162/MPS, de 2014, será processado a partir da competência de outubro de 2014, em até 36 (trinta e seis) parcelas, devendo ser adequado à quantidade de parcelas para os benefícios cuja cessação esteja prevista para ocorrer em data anterior à 36ª (trigésima sexta) parcela. Esclarecimento COAD: O 2º do artigo 1º da Portaria 162 MPS/2014 determina que o valor antecipado correspondente a uma renda mensal do benefício previdenciário ou assistencial deverá ser ressarcido em até 36 parcelas mensais fixas, a partir do terceiro mês seguinte ao da antecipação, mediante desconto da renda do benefício. 8º Caso o beneficiário não conste da relação emitida pelo INSS, poderá requerer a antecipação de uma renda mensal na Agência da Previdência Social APS, conforme o Anexo II desta Resolução, observando o prazo definido no 2º deste artigo. Art. 3º A prestação de serviços relativos aos créditos de antecipação de uma renda mensal do benefício será realizada pelos agentes pagadores de forma não onerosa. Art. 4º Os créditos não realizados até o final da sua validade serão devolvidos ao INSS pelos agentes pagadores, corrigidos, conforme cláusula contratual. Art. 5º Os Anexos I e II desta Resolução serão publicados em Boletim de Serviço BS. Art. 6º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. (Lindolfo Neto de Oliveira Sales) PORTARIA 171 MPS, DE (DO-U DE ) BENEFÍCIO Desastre Natural INSS autoriza antecipação de benefício para vítimas das inundações no Estado de Rondônia Em virtude do estado de calamidade pública decorrente de desastres naturais os beneficiários domiciliados no Estado de Rondônia, receberão de forma antecipada os benefícios de prestação continuada previdenciária (aposentadoria e pensão) e assistencial (para idosos e deficientes) no primeiro dia útil do cronograma, a partir da competência maio de 2014 e enquanto perdurar a situação. Também será permitido, mediante opção do beneficiário, o adiantamento de mais uma renda mensal correspondente ao valor do benefício, devendo esta quantia ser ressarcida ao INSS em até 36 parcelas mensais fixas, a partir do terceiro mês seguinte ao da antecipação, mediante desconto da renda do benefício. O MINISTRO DE ESTADO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto na Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, e nos 1º e 2º do art. 169 do Regulamento da Previdência Social RPS, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 6 de maio de 1999, com a redação dada pelo Decreto nº 7.223, de 29 de junho de 2010, RESOLVE: Art. 1º Autorizar o Instituto Nacional do Seguro Social INSS a antecipar, em razão do reconhecimento de estado de calamidade pública, por procedimento sumário, no âmbito do Estado de Rondônia afetado por inundações, por ato do Governo Federal, aos beneficiários domiciliados naquele Estado, observado o disposto na Portaria MPS/GM/Nº 105, de 19 de março de 2014: Esclarecimento COAD: A Portaria 105 MPS/2014 (Fascículo 12/2014) autorizou o INSS a antecipar o benefício, a partir da competência abril/2014, aos beneficiários domiciliados no Município de Porto Velho, no Estado de Rondônia. I o pagamento dos benefícios de prestação continuada previdenciária e assistencial para o primeiro dia útil do cronograma, a partir da competência maio de 2014 e enquanto perdurar a situação; e II mediante opção do beneficiário, o valor correspondente a uma renda mensal do benefício previdenciário ou assistencial a que tem direito, excetuado os casos de benefícios temporários. 1º O disposto neste artigo aplica-se unicamente aos beneficiários domiciliados naquele Estado na data de decretação do estado de calamidade pública, ainda que os benefícios sejam mantidos em outros Estados, bem como aos benefícios decorrentes. 2º O valor antecipado na forma do inciso II deverá ser ressarcido em até 36 (trinta e seis) parcelas mensais fixas, a partir do terceiro mês seguinte ao da antecipação, mediante desconto da renda do benefício e, dada a natureza da operação, sem qualquer custo ou correção, aplicando-se, no que couber, o inciso II do art. 154 do RPS. Esclarecimento COAD: O inciso II do artigo 154 do RPS Regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Decreto 3.048/99 (Portal COAD), trata do desconto da renda mensal do benefício de pagamento feito além do devido. 3º Deverá ser adequada a quantidade de parcelas de que trata o 2º, para aqueles benefícios cuja cessação esteja prevista para ocorrer em data anterior à 36ª parcela, de modo a propiciar a quitação total da antecipação, ainda na vigência dos referidos benefícios. 4º Na hipótese de cessação do benefício antes da quitação total do valor antecipado, deverá ser providenciado o encontro de contas entre o valor devido pelo beneficiário e o crédito a ser recebido, nele incluído, se for o caso, o abono anual. LEGISLAÇÃO, DOUTRINA E JURISPRUDÊNCIA 192
4 COAD FASCÍCULO 18/2014 PREVIDÊNCIA SOCIAL/TRABALHO 5º A identificação do beneficiário para fins de opção pela antecipação de que trata o inciso II do caput poderá ser feita pela estrutura da rede bancária, inclusive os correspondentes bancários, responsável pelo pagamento do respectivo benefício. Art. 2º O INSS e a Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social Dataprev adotarão as providências necessárias ao cumprimento do disposto nesta Portaria. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. (Garibaldi Alves Filho) TRABALHO PORTARIAS 591, 592 E 593 MTE, DE (DO-U DE ) SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO Alteração MTE altera as Normas Regulamentadoras 28, 34 e 35 O MTE Ministério do Trabalho e Emprego, através da Portaria 591/2014 altera a NR Norma Regulamentadora 28, aprovada pela Portaria MTb, de (Portal COAD), por meio da Portaria 592/2014 altera a NR 34, aprovada pela Portaria 200 SIT, de (Fascículo 04/2011) e através da Portaria 593/2014 altera a NR 35, aprovada pela Portaria 313 MTE, de (Fascículo 13/2012). A NR 28, que trata de Fiscalização e Penalidades relativas às disposições legais e/ou regulamentares sobre segurança e saúde do trabalhador sofre alteração no Anexo II (Quadro de Classificação de Infrações), para modificar os códigos das ementas das seguintes normas: 12 Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos, inclusive o seu Anexo XI, que trata de Máquinas e Implementos para uso Agrícola e Florestal; 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção; 22 Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração e 29 Segurança e Saúde no Trabalho Portuário. Foram inseridos códigos de ementas nas NR 30 Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário; 31 Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária, Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura; 34 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval; e 36 Segurança e Saúde no Trabalho em Empresas de Abate e Processamento de Carnes e Derivados. Na NR 34 foram alterados itens e subitens que tratam do trabalho em altura, da metodologia de trabalho, das escadas, rampas e passarelas, das plataformas fixas e elevatórias, do acesso por corda e das plataformas para trabalho em altura inferior a 2 metros, renumerados os itens relativos ao glossário e disposições finais e acrescidos os itens e subitens que tratam da fixação e estabilização temporária de elementos estruturais, bem como o Anexo II referente a serviços em oficinas. Dentre as alterações, destacamos que os equipamentos da plataforma elevatória somente devem ser operados por trabalhador capacitado e que todos os trabalhadores usuários de plataformas devem receber orientação quanto ao correto carregamento e posicionamento dos materiais na plataforma. A NR 35, que estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, está acrescendo ao glossário as definições de equipamentos auxiliares e de operação assistida, bem como o Anexo I que trata do acesso por cordas. A Portaria 593 MTE/2014 entra em vigor na data da sua publicação, com exceção dos itens 2.1, alínea b, e 3.2 do Anexo I, que entrarão em vigor seis meses após. Os itens 2.1 e 3.2 disciplinam, respectivamente, que: as atividades com acesso por cordas devem ser executadas por trabalhadores certificados em conformidade com normas técnicas nacionais vigentes de certificação de pessoas; e os equipamentos auxiliares utilizados devem ser certificados de acordo com normas técnicas nacionais ou, na ausência dessas, de acordo com normas técnicas internacionais. NOTA COAD: A íntegra das NR 28, 34 e 35, com as devidas alterações, encontra-se disponível no Portal COAD Opção LEGISLAÇÃO Segurança e Medicina. RESOLUÇÃO CFM, DE (DO-U DE ) MÉDICO Exercício da Profissão Conselho Federal padroniza meios de identificação dos médicos O CFM Conselho Federal de Medicina, por meio do ato em referência que entra em vigor após 180 dias de sua publicação, padroniza a identificação dos médicos, através de placas, impressos, batas ou vestimentas e/ou crachás, nos estabelecimentos de assistência médica ou de hospitalização, públicos e privados, em todo o território nacional. O CFM determinou que é dever do médico(a), quando em serviço em seus locais de trabalho, se identificar como MÉDICO, LEGISLAÇÃO, DOUTRINA E JURISPRUDÊNCIA 191
5 COAD FASCÍCULO 18/2014 TRABALHO em tipo maiúsculo, quando detentor apenas da graduação e, quando especialista registrado no Conselho Regional de Medicina, acrescer o nome de sua ESPECIALIDADE, também em tipo maiúsculo. É facultado ao médico(a) utilizar antecedendo seu nome a palavra DOUTOR(A) ou sua abreviatura. A Resolução CFM/2014 também se aplica a todos os documentos médicos, placas de identificação, bolsos ou mangas em batas ou roupas que utilize como fardamento de trabalho, além de crachás e carimbos, ou qualquer outro dispositivo que seja utilizado para sua identificação profissional. PORTARIA 133 SPPE, DE (DO-U DE ) CTPS CARTEIRA DE TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL Emissão Rede de atendimento para a emissão de CTPS para estrangeiro é ampliada O ato em referência, que altera o artigo 9º e revoga o seu 1º da Portaria 1 SPES, de (Informativo 5/97), determina que será feita exclusivamente pelas Superintendências, Gerências e Agências Regionais do Trabalho a emissão de CTPS Carteira de Trabalho e Previdência Social para estrangeiros com estada legal no Brasil. O SECRETÁRIO DE POLÍTICAS PÚBLICAS DE EMPRE- GO SUBSTITUTO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 10, inciso II, do Decreto nº 5.063, de 3 de maio de 2004, e: Considerando a necessidade de ampliar a rede de atendimento de emissão de Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) para estrangeiros com estada legal no País, RESOLVE: Art.1º Alterar o disposto no caput do art. 9º e revogar o seu 1º da Portaria nº 1, de 28 de janeiro de 1997, que passa a vigorar com o seguinte texto: Esclarecimento COAD: A Portaria 1 SPES/97 estabeleceu normas para a emissão da CTPS. Art. 9º A emissão de Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) para estrangeiros com estada legal no País será feita exclusivamente pelas Superintendências, Gerências e Agências Regionais do Trabalho e Emprego. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação, revogadas as disposições em contrário. (Silvani Alves Pereira) PORTARIA 594 MTE, DE (DO-U DE ) SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO Caldeiras e Vasos de Pressão NR 13 que trata de Caldeiras e Vasos de Pressão sofre alterações O MTE Ministério do Trabalho e Emprego, por meio do referido ato, altera a NR Norma Regulamentadora 13 Caldeiras e Vasos de Pressão, aprovada pela Portaria MTb, de (Portal COAD), que passa a vigorar com a redação constante no Anexo desta Portaria. A Portaria 594 MTE/2014 entra em vigor a partir de , com exceção dos itens a seguir discriminados, que entrarão em vigor nos prazos consignados, contados a partir de : Itens As empresas que possuem tubulações e sistemas de tubulações enquadradas nesta NR devem possuir um programa e um plano de inspeção que considere, no mínimo, as variáveis, condições e premissas descritas abaixo: a) os fluidos transportados; b) a pressão de trabalho; c) a temperatura de trabalho; d) os mecanismos de danos previsíveis; e) as consequências para os trabalhadores, instalações e meio ambiente trazidas por possíveis falhas das tubulações. Prazo 12 meses LEGISLAÇÃO, DOUTRINA E JURISPRUDÊNCIA 190
6 COAD FASCÍCULO 18/2014 TRABALHO Itens , alínea a Todo estabelecimento que possua tubulações, sistemas de tubulação ou linhas deve ter a seguinte documentação devidamente atualizada: a) especificações aplicáveis às tubulações ou sistemas, necessárias ao planejamento e execução da sua inspeção As tubulações e sistemas de tubulação devem ser identificáveis segundo padronização formalmente instituída pelo estabelecimento, e sinalizadas conforme a NR-26 (Sinalização de Segurança). Prazo 12 meses 12 meses As tubulações devem ser submetidas à inspeção de segurança periódica. 24 meses Caso o empregador não possa atender, mediante justificativa técnica, aos prazos fixados anteriormente, deve elaborar um plano de trabalho com cronograma de implantação para adequação aos itens contidos na tabela precedente, considerando um prazo máximo de 4 anos, contados a partir de PORTARIA 589 MTE, DE (DO-U DE ) ACIDENTE DO TRABALHO Comunicação Acidentes do trabalho e doenças profissionais devem ser comunicados ao MTE O referido ato determina que todo acidente fatal relacionado ao trabalho e às doenças do trabalho que resulte em morte deve ser comunicado à unidade do MTE Ministério do Trabalho e Emprego no prazo de até 24 horas após a constatação do óbito, bem como informados no mesmo prazo por ao Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho. A referida comunicação não desobriga o empregador de comunicar os acidentes do trabalho à Previdência Social, por meio da CAT Comunicação de Acidente do Trabalho. O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO, no uso das atribuições que lhe conferem o inciso II do Parágrafo Único do art. 87 da Constituição Federal; Considerando o disposto no art. 169 da Consolidação das Leis do Trabalho, relativamente à notificação obrigatória das doenças profissionais e outras relacionadas ao trabalho, comprovadas ou objeto de suspeita; Considerando que a Convenção nº 81 da Organização Internacional do Trabalho OIT, promulgada pelo Decreto nº , de 25 de junho de 1957, estabelece em seu art. 14 que os acidentes do trabalho e os casos de doenças profissionais deverão ser notificados à inspeção do trabalho, nos casos e na forma determinada pela legislação nacional; e Considerando o disposto no art. 20 da Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, que trata da relação dos agravos que caracterizam doenças profissionais eodotrabalho, RESOLVE: Art. 1º Disciplinar as medidas a serem adotadas pelas empresas em relação à notificação de doenças e acidentes do trabalho. Art. 2º Todo acidente fatal relacionado ao trabalho, inclusive as doenças do trabalho que resultem morte, deve ser comunicado à unidade do Ministério do Trabalho e Emprego mais próxima à ocorrência no prazo de até vinte e quatro horas após a constatação do óbito, além de informado no mesmo prazo por mensagem eletrônica ao Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho, da Secretaria de Inspeção do Trabalho, no endereço [email protected] contendo as informações listadas em anexo a esta norma. Art. 3º A comunicação de que trata o art. 2º não suprime a obrigação do empregador de notificar todos os acidentes do trabalho e doenças relacionadas ao trabalho, com ou sem afastamento, comprovadas ou objeto de suspeita, mediante a emissão de Comunicação de Acidente de Trabalho CAT apresentada ao órgão competente do Ministério da Previdência Social. Art. 4º O Ministério do Trabalho e Emprego apresentará periodicamente ao Comitê Executivo criado pelo Decreto nº 7.602, de 7 de novembro de 2011, a relação de agravos que caracterizam doenças relacionadas ao trabalho, a ser publicada no dia 28 de abril seguinte, dia mundial de segurança e saúde no trabalho. Esclarecimento COAD: O Decreto 7.602/2011 (Fascículo 45/2011) regulamentou a PNSST Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho que tem por objetivos a promoção da saúde e a melhoria da qualidade de vida do trabalhador e a prevenção de acidentes e de danos à saúde advindos, relacionados ao trabalho ou que ocorram no curso dele, por meio da eliminação ou redução dos riscos nos ambientes de trabalho. Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. (Manoel Dias) Empregador CNPJ, CEI ou CPF Endereço e telefone da empresa Número da CAT registrada Data do Óbito Nome do Acidentado Endereço do acidente Situação geradora do acidente ANEXO LEGISLAÇÃO, DOUTRINA E JURISPRUDÊNCIA 189
7 COAD FASCÍCULO 18/2014 TRABALHO/FGTS PORTARIA 590 MTE, DE (DO-U DE ) SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO SESMT Norma Regulamentadora 4 que dispõe sobre o SESMT é alterada O ato em referência altera os itens 4.4 e e acrescenta o item à Norma Regulamentadora 4, que trata dos SESMT Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, aprovada pela Portaria MTb, de (Portal COAD). Dentre as alterações destacamos que a empresa poderá contratar mais de um Médico do Trabalho para atividades do SESMT, desde que cada um dedique, no mínimo, 3 horas de trabalho, sendo necessário que o somatório das horas diárias trabalhadas por todos seja de, no mínimo, 6 horas. O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO, no uso das atribuições que lhe conferem o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição Federal e os arts. 155 e 200 da Consolidação das Leis do Trabalho CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, RESOLVE: Art. 1º Alterar a redação dos itens 4.4 e da Norma Regulamentadora nº 4 (Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho SESMT), aprovada pela Portaria 3.214, de 8 de junho de 1978, que passam a vigorar com a seguinte redação: 4.4. Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho devem ser compostos por Médico do Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Técnico de Segurança do Trabalho, Enfermeiro do Trabalho e Auxiliar ou Técnico em Enfermagem do Trabalho, obedecido o Quadro II desta NR Os profissionais integrantes do SESMT devem possuir formação e registro profissional em conformidade com o disposto na regulamentação da profissão e nos instrumentos normativos emitidos pelo respectivo Conselho Profissional, quando existente. (NR) Art. 2º Inserir o subitem na Norma Regulamentadora nº 4 (Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho SESMT), aprovada pela Portaria 3.214, de 8 de junho de 1978, com a seguinte redação: Relativamente ao médico do trabalho, para cumprimento das atividades dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho em tempo integral, a empresa poderá contratar mais de um profissional, desde que cada um dedique, no mínimo, 3 (três) horas de trabalho, sendo necessário que o somatório das horas diárias trabalhadas por todos seja de, no mínimo, 6 (seis) horas. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. (Manoel Dias) NOTA COAD: A íntegra da NR-4, com as devidas alterações, encontra-se disponível no Portal COAD Opção LEGISLAÇÃO Segurança e Medicina. FGTS INSTRUÇÃO NORMATIVA 106 SIT, DE Retificação no DO-U DE FISCALIZAÇÃO Normas Retificada a IN que disciplina normas sobre fiscalização indireta do FGTS O referido ato, divulgado no Fascículo 17/2014, deste Colecionador, que alterou a Instrução Normativa 99 SIT, de (Fascículo 35/2012), que editou normas de fiscalização do FGTS e das Contribuições Sociais da Lei Complementar 110, de (Portal COAD), foi retificado no Diário Oficial da União em virtude do seu texto original ter sido publicado com incorreção. Sendo assim, no artigo 1º, que altera a redação do artigo 54 da IN 99 SIT/2012, onde se lê: Sem prejuízo da fiscalização direta, pode ser adotado o procedimento de fiscalização indireta prevista na Instrução Normativa nº 105, de 15 de abril de 201,..., leia-se: Sem prejuízo da fiscalização direta, pode ser adotado o procedimento de fiscalização indireta prevista na Instrução Normativa nº 105, de 23 de abril de 2014,... ; e Da mesma forma, no artigo 1º, que acrescenta o artigo 58-A à IN 99 SIT/2012, onde se lê: Devem ser observadas as disposições contidas na Instrução Normativa nº 105, de 15 de abril de 2014., leia-se: Devem ser observadas as disposições contidas na Instrução Normativa nº 105, de 23 de abril de SOLICITAMOS AOS NOSSOS ASSINANTES QUE PRO- CEDAM À DEVIDA ANOTAÇÃO NO REFERIDO ATO, A FIM DE MANTÊ-LO ATUALIZADO. LEGISLAÇÃO, DOUTRINA E JURISPRUDÊNCIA 188
8 COAD FASCÍCULO 18/2014 FONTE/DOUTRINA FONTE MEDIDA PROVISÓRIA 644, DE (DO-U DE ) TABELA PROGRESSIVA DO IMPOSTO Ano-Calendário de 2015 Governo reajusta Tabela de Imposto de Renda a partir do ano-calendário de 2015 Com valores reajustados, a partir do ano-calendário de 2015, divulgamos a seguir a Tabela Progressiva Mensal para cálculo do Imposto de Renda a ser retido na Fonte sobre os rendimentos do trabalho assalariado: Base de Cálculo (R$) Alíquota (%) Parcela a Deduzir do IR (R$) Até 1.868,22 De 1.868,23 até 2.799,86 7,5 140,12 De 2.799,87 até 3.733, ,11 De 3.733,20 até 4.664,68 22,5 630,10 Acima de 4.664,68 27,5 863,33 Também foram alterados os valores das seguintes deduções: a) encargos de família: R$ 187,80, por dependente, a partir do ano-calendário de b) parcela isenta dos rendimentos provenientes de aposentadoria e pensão, transferência para a reserva remunerada ou reforma pagos pela Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, por qualquer pessoa jurídica de direito público interno, ou por entidade de previdência privada, a partir do mês em que o contribuinte completar 65 anos de idade: R$ 1.868,22, por mês, a partir do ano-calendário de A Medida Provisória 644/2014 alterou o artigo 6º da Lei 7.713, de (Portal COAD), os artigos 4º, 8º e 10 da Lei 9.250, de (Portal COAD), e o artigo 1º da Lei , de (Informativo 22/2007). DOUTRINA APOSENTADORIA POR INVALIDEZ E RETORNO VOLUNTÁRIO AO TRABALHO: CONSEQUÊNCIAS JURÍDICAS DA NÃO COMUNICAÇÃO AO INSS ALBERT CARAVACA 1. Introdução O presente estudo tem por objetivo esclarecer, com base na legislação e na jurisprudência, quais as consequências jurídicas que podem advir quando algum segurado, aposentado por invalidez, reinicie atividades laborais sem comunicar tal fato ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). 2. A Previdência Social e o benefício de aposentadoria por invalidez De acordo com a Constituição Federal, a previdência social é um dos três pilares da Seguridade Social: Art. 194 A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade, destinadas a assegurar os direitos relativos à saúde, à previdência e à assistência social. A diferença principal reside no fato de que o direito à assistência social e à saúde independem de contribuição, o que não acontece em relação ao direito à previdência social. Para se ter melhor compreensão do sentido e do alcance dessa diferença, convém trazer o que consta do art. 201, da Constituição Federal: Art. 201 A previdência social será organizada sob a forma de regime geral, de caráter contributivo e de filiação obrigatória, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial, e atenderá, nos termos da lei, a: I cobertura dos eventos de doença, invalidez, morte e idade avançada; II proteção à maternidade, especialmente à gestante; III proteção ao trabalhador em situação de desemprego involuntário; IV salário-família e auxílio-reclusão para os dependentes dos segurados de baixa renda; V pensão por morte do segurado, homem ou mulher, ao cônjuge ou companheiro e dependentes, observado o disposto no 2º. [...] 2º Nenhum benefício que substitua o salário de contribuição ou o rendimento do trabalho do segurado terá valor mensal inferior ao salário-mínimo. 3º Todos os salários de contribuição considerados para o cálculo de benefício serão devidamente atualizados, na forma da lei. LEGISLAÇÃO, DOUTRINA E JURISPRUDÊNCIA 187
9 COAD FASCÍCULO 18/2014 DOUTRINA Como se pode perceber, a previdência social é um direito social que tem como pressuposto a filiação obrigatória dos que exercem atividades remuneradas, bem como a contribuição respectiva, e se destina a suprir a remuneração do trabalhador, quando se encontrar em algumas das situações acima transcritas, em especial, os eventos relativos à doença, invalidez, morte, idade avançada e maternidade. Dessa forma, a previdência social assume um caráter de substitutividade: se não pode receber salário, recebe benefício previdenciário. Em relação ao benefício de aposentadoria por invalidez, a Lei nº 8.213/91 assim estabelece: Art. 42 A aposentadoria por invalidez, uma vez cumprida, quando for o caso, a carência exigida, será devida ao segurado que, estando ou não em gozo de auxílio-doença, for considerado incapaz e insusceptível de reabilitação para o exercício de atividade que lhe garanta a subsistência, e ser-lhe-á paga enquanto permanecer nesta condição. 1º A concessão de aposentadoria por invalidez dependerá da verificação da condição de incapacidade mediante exame médico-pericial a cargo da Previdência Social, podendo o segurado, às suas expensas, fazer-se acompanhar de médico de sua confiança. [...] Art. 44 A aposentadoria por invalidez, inclusive a decorrente de acidente do trabalho, consistirá numa renda mensal correspondente a 100% (cem por cento) do salário de benefício, observado o disposto na Seção III, especialmente no art. 33 desta Lei. 2º Quando o acidentado do trabalho estiver em gozo de auxílio-doença, o valor da aposentadoria por invalidez será igual ao do auxílio-doença se este, por força de reajustamento, for superior ao previsto neste artigo. Art. 45 O valor da aposentadoria por invalidez do segurado que necessitar da assistência permanente de outra pessoa será acrescido de 25% (vinte e cinco por cento). Parágrafo único O acréscimo de que trata este artigo: a) será devido ainda que o valor da aposentadoria atinja o limite máximo legal; b) será recalculado quando o benefício que lhe deu origem for reajustado; c) cessará com a morte do aposentado, não sendo incorporável ao valor da pensão. [...] Em outros termos, será devida a concessão do benefício de aposentadoria por invalidez apenas quando o segurado estiver incapacitado total e permanentemente para qualquer atividade laboral, merecendo atenção ao fato de que o pagamento do benefício será devido apenas enquanto o segurado estiver nessa situação. Por tal razão, periodicamente os titulares de benefícios por incapacidade são chamados pela autarquia previdenciária, para realizar exames médicos e verificar se a incapacidade para o trabalho permanece. Tal determinação consta da Lei nº 8.212/91: Art. 70 Os beneficiários da Previdência Social, aposentados por invalidez, ficam obrigados, sob pena de sustação do pagamento do benefício, a submeterem-se a exames médico-periciais, estabelecidos na forma do regulamento, que definirá sua periodicidade e os mecanismos de fiscalização e auditoria. Art. 71 O Instituto Nacional do Seguro Social INSS deverá rever os benefícios, inclusive os concedidos por acidente do trabalho, ainda que concedidos judicialmente, para avaliar a persistência, atenuação ou agravamento da incapacidade para o trabalho alegada como causa para a sua concessão. Parágrafo único Será cabível a concessão de liminar nas ações rescisórias e revisional, para suspender a execução do julgado rescindendo ou revisando, em caso de fraude ou erro material comprovado. Interessante ressaltar que até mesmo os benefícios concedidos na via judicial podem ser revistos no âmbito administrativo, justamente em razão da possibilidade de a situação fática poder ser alterada com o passar do tempo. Exemplificativamente, alguém com algum distúrbio emocional, fato muito comum nos dias atuais, que lhe tenha dado ensejo a perceber benefício de aposentadoria por invalidez, pode, com o devido tratamento médico, recuperar não só a sua autoestima, como a sua capacidade para trabalhar. E, sendo constatada a recuperação da capacidade laboral, a Lei nº 8.213/91 traz algumas regras quanto à manutenção do pagamento do benefício, dependendo da condição de filiação do segurado, do tempo em que esteja em benefício por incapacidade ou da espécie de recuperação, se total ou parcial: Art. 47 Verificada a recuperação da capacidade de trabalho do aposentado por invalidez, será observado o seguinte procedimento: I quando a recuperação ocorrer dentro de 5 (cinco) anos, contados da data do início da aposentadoria por invalidez ou do auxílio-doença que a antecedeu sem interrupção, o benefício cessará: a) de imediato, para o segurado empregado que tiver direito a retornar à função que desempenhava na empresa quando se aposentou, na forma da legislação trabalhista, valendo como documento, para tal fim, o certificado de capacidade fornecido pela Previdência Social; ou b) após tantos meses quantos forem os anos de duração do auxílio-doença ou da aposentadoria por invalidez, para os demais segurados; II quando a recuperação for parcial, ou ocorrer após o período do inciso I, ou ainda quando o segurado for declarado apto para o exercício de trabalho diverso do qual habitualmente exercia, a aposentadoria será mantida, sem prejuízo da volta à atividade: a) no seu valor integral, durante 6 (seis) meses contados da data em que for verificada a recuperação da capacidade; b) com redução de 50% (cinquenta por cento), no período seguinte de 6 (seis) meses; c) com redução de 75% (setenta e cinco por cento), também por igual período de 6 (seis) meses, ao término do qual cessará definitivamente. Essas regras relativas à manutenção provisória do pagamento do benefício de aposentadoria por invalidez têm por objetivo permitir ao segurado que tenha recuperado sua capacidade laborativa que consiga, sem sensível prejuízo financeiro, readequar-se à nova situação e/ou reinserir-se no mercado de trabalho. 3. Do retorno voluntário e da sua não comunicação ao INSS No item precedente foi possível verificar que o procedimento normal é o segurado aposentado por invalidez ser convocado pelo INSS para realizar exames médicos e, dependendo do caso, será mantido o benefício ou, então, será cessado, de acordo com as regras previstas no art. 47, da Lei nº 8.213/91, ou, finalmente, poderá o segurado ser encaminhado para programa de reabilitação profissional, o qual será custeado pelo INSS, conforme preconiza a multicitada Lei nº 8.213/91: Art. 101 O segurado em gozo de auxílio-doença, aposentadoria por invalidez e o pensionista inválido estão obrigados, sob LEGISLAÇÃO, DOUTRINA E JURISPRUDÊNCIA 186
10 COAD FASCÍCULO 18/2014 DOUTRINA pena de suspensão do benefício, a submeter-se a exame médico a cargo da Previdência Social, processo de reabilitação profissional por ela prescrito e custeado, e tratamento dispensado gratuitamente, exceto o cirúrgico e a transfusão de sangue, que são facultativos. Ainda, caso o próprio segurado entenda ter recuperado sua capacidade laborativa, deverá dirigir-se ao INSS para comunicar esse fato e requerer a sua alta. Contudo, não são raros os casos em que os segurados aposentados por invalidez reiniciam suas atividades laborais sem comunicar tal fato ao INSS. Como visto, os benefícios previdenciários têm caráter de substituição da remuneração e não de complemento. Além disso, apenas existe o direito a receber benefício de aposentadoria por invalidez quando o segurado estiver incapaz para o exercício de qualquer atividade laboral. Objetivamente, se trabalha não tem direito à aposentadoria por invalidez. O questionamento que se faz em tal situação diz respeito aos procedimentos que devem ser adotados pelo INSS e pela sociedade, já que a previdência social, assim como a assistência social e a saúde, é custeada por toda a sociedade, de forma direta, através das contribuições sociais, ou de forma indireta, mediante a alocação de valores decorrentes da arrecadação de tributos no orçamento da União 1. O INSS, principalmente através de seus Peritos Médicos, ao evidenciar exercício de atividade laboral nos exames médicos periódicos, deve iniciar procedimento de apuração de irregularidade na manutenção do benefício por incapacidade. Por outro lado, ao se fazer o cruzamento entre os dados constantes do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) com a base de dados dos benefícios em manutenção, a autarquia previdenciária ou a Controladoria-Geral da União podem identificar o recebimento concomitante de benefício de aposentadoria por invalidez e de remuneração e, da mesma forma, iniciar procedimento administrativo de verificação da regularidade de manutenção do benefício. No que diz respeito à sociedade, ao se tomar conhecimento de que alguém está trabalhando e, ao mesmo tempo, recebendo benefício de aposentadoria por invalidez, pode ser feita denúncia à Ouvidoria do INSS, que, a partir dessa provocação, irá abrir procedimento de apuração da irregularidade, e, oportunizado o contraditório e a ampla defesa, irá ao final, cessar o benefício mantido irregularmente. Mas, ressalte-se, o benefício será cessado a partir da data em que houve o retorno voluntário e sem comunicação ao INSS, conforme prevê a Lei nº 8.213/91: Art. 46 O aposentado por invalidez que retornar voluntariamente à atividade terá sua aposentadoria automaticamente cancelada, a partir da data do retorno. Como consequência lógica, todos os valores pagos ao segurado a partir do retorno voluntário ao trabalho deverão ser restituídos à Previdência Social. Destaca-se que, por se tratar de uma omissão voluntária do segurado, está configurada a má-fé, e, em razão disso, não há decadência ou prescrição, conforme estabelece a Lei de Benefícios: Art. 103-A O direito da Previdência Social de anular os atos administrativos de que decorram efeitos favoráveis para os seus beneficiários decai em dez anos, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada má-fé. Sobre a possibilidade de cessação do benefício de aposentadoria por invalidez em razão de retorno voluntário ao trabalho e a necessidade de ressarcimento à Previdência Social, merecem transcrição os seguintes julgados: PREVIDENCIÁRIO APOSENTADORIA POR INVALIDEZ RETORNO À ATIVIDADE LABORATIVA RESTITUIÇÃO DOS VALORES RECEBIDOS DURANTE O EXERCÍCIO DE ATIVIDADE REMUNERADA. Comprovado nos autos que o segurado aposentado por invalidez voltou a exercer atividade laborativa, correta a atitude do INSS em determinar a devolução dos valores pagos nos períodos concomitantes. (TRF4, AC , Quinta Turma, Relator Ricardo Teixeira do Valle Pereira, D.E ) PREVIDENCIÁRIO MANDADO DE SEGURANÇA APO- SENTADORIA POR INVALIDEZ RETORNO VOLUNTÁRIO À ATIVIDADE (ART. 42, LBPS) VEREADOR CARGO ELETIVO. Não há direito ao restabelecimento da aposentadoria por invalidez do segurado que retorna voluntariamente à atividade que lhe garanta a subsistência, mesmo em se tratando de remuneração advinda de cargo eletivo, hipótese de cancelamento automático do benefício (artigo 42, LBPS). (TRF4, AC , Sexta Turma, Relatora p/ Acórdão Luciane Merlin Clève Kravetz, juntado aos autos em ) PREVIDENCIÁRIO APOSENTADORIA POR INVALIDEZ RESTABELECIMENTO RETORNO À ATIVIDADE LABORA- TIVA BENEFICIÁRIO ELEITO VEREADOR E DESIGNADO SECRETÁRIO DE MUNICÍPIO ARTIGO 46 DA LEI 8.213/91 CANCELAMENTO. Comprovado nos autos que o segurado aposentado por invalidez voltou a exercer atividade laborativa, na condição de vereador e, após, como Secretário Municipal da Agricultura, cargos de natureza política que implicam desempenho de funções administrativas e gerenciais, correta a atitude do INSS em cancelar o benefício. (TRF4, APELREEX , Quinta Turma, Relator Ricardo Teixeira do Valle Pereira, D.E ) Por fim, as Unidades da Procuradoria-Geral Federal, que representam judicial e extrajudicialmente o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ao tomarem ciência do exercício de atividade remunerada de forma concomitante com o recebimento de benefício de aposentadoria, enviarão notícia-crime ao Ministério Público Federal, para que este órgão, se assim entender, ofereça denúncia contra o segurado por estelionato, conforme prevê o Código Penal: Estelionato Art. 171 Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento: Pena reclusão, de um a cinco anos, e multa, de quinhentos mil réis a dez contos de réis. [...] 3º A pena aumenta-se de um terço, se o crime é cometido em detrimento de entidade de direito público ou de instituto de economia popular, assistência social ou beneficência. 4. Considerações finais A previdência social é um dos relevantes direitos sociais 2 e tem por objetivo suprir as necessidades básicas das pessoas justamente nos momentos de maiores dificuldades, como a incapacidade para trabalhar. Se a incapacidade laboral for total e permanente, o segurado, caso tenha cumprido a carência exigida, quando for o caso, terá direito à concessão do benefício de aposentadoria por invalidez. Contudo, tal benefício não é eterno. Os aposentados por LEGISLAÇÃO, DOUTRINA E JURISPRUDÊNCIA 185
11 COAD FASCÍCULO 18/2014 DOUTRINA/JURISPRUDÊNCIA invalidez devem se submeter a exames periódicos para reavaliar a sua situação clínica, podendo, inclusive, ser cessado o benefício. Tal possibilidade alcança até os benefícios concedidos judicialmente. No entanto, é comum uma situação indesejada perante a sociedade e perante a Previdência Social, que se dá quando os aposentados por invalidez reiniciam atividades laborais e não cumprem com a sua obrigação legal e moral de comunicar tal fato ao INSS. Em razão disso, há diversas sanções: a primeira diz respeito à cessação do benefício a partir da data do retorno voluntário ao trabalho; a segunda se refere à cobrança administrativa ou judicial de todos os valores que foram pagos de forma indevida; e, finalmente, o segurado poderá ser denunciado por estelionato contra a Previdência Social. O mais importante, todavia, é o papel não só do INSS, mas de toda a sociedade fiscalizar e de denunciar os casos de recebimento de benefício por incapacidade e de exercício simultâneo da atividade remunerada, em prejuízo de todo o sistema de manutenção da Previdência Social. BIBLIOGRAFIA BRASIL. Código Penal. Rio de Janeiro, 7 dez Disponível em: < 2848compilado.htm>. Acesso em 27 mar Constituição (1988). Brasília, 5 out Disponível em: < Acesso em 27 mar Lei nº 8.212, de 24 de julho de Dispõe sobre a organização da Seguridade Social, institui Plano de Custeio, e dá outras providências. Brasília, 27 jul Disponível em: < Acesso em 26 mar Lei nº 8.213/91, de 24 de julho de Dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social e dá outras providências. Brasília, 25 jul Disponível em: < Acesso em 26 mar NOTAS 1. CF/88: Art. 165: 5º A lei orçamentária anual compreenderá: I o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público; II o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto; III o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. 2. Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição. JURISPRUDÊNCIA AÇÃO CIVIL PÚBLICA DUMPING SOCIAL DANO À SOCIEDADE INDENIZAÇÃO SUPLEMENTAR As agressões reincidentes e inescusáveis aos direitos trabalhistas geram um dano à sociedade, pois com tal prática desconsidera-se, propositalmente, a estrutura do Estado social e do próprio modelo capitalista com a obtenção de vantagem indevida perante a concorrência. A prática, portanto, reflete o conhecido dumping social, motivando a necessária reação do Judiciário Trabalhista para corrigi-la. O dano à sociedade configura ato ilícito, por exercício abusivo do direito, já que extrapola limites econômicos e sociais, nos exatos termos dos artigos 186, 187 e 927 do Código Civil. Encontra-se no artigo 404, parágrafo único, do Código Civil, o fundamento de ordem positiva para impingir ao agressor contumaz uma indenização suplementar, como, aliás, já previam os artigos 652, d, e 832, 1º, da CLT 1ª Jornada de Direito Material do Trabalho Enunciado 04". (TRT-1ª R. ACP Relª Desª Edith Maria Correa Tourinho Publ. em ADICIONAL DE INSALUBRIDADE LIMPEZA DE SANI- TÁRIOS PÚBLICOS E COLETA DE LIXO CARACTERI- ZAÇÃO COMO LIXO URBANO GRAU MÁXIMO A limpeza de banheiros públicos, incluindo a higienização de vasos sanitários e coleta de lixo, ainda que o empregado se utilize de luvas de borracha, acarreta repetida exposição, manipulação e contato com dejetos e, consequentemente, todo o tipo de agente biológico. O lixo recolhido nos sanitários públicos, da mesma forma que aquele coletado nas vias públicas, classifica-se como lixo urbano, cujo contato gera insalubridade em grau máximo. (TRT-4ª R. RO Rel. Des. João Ghisleni Filho Julg. em CITAÇÃO AUDIÊNCIA PRAZO INFERIOR A CINCO DIAS NULIDADE PROCESSUAL O art. 5º, inciso LV, garante aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, o direito à ampla defesa. A citação da reclamada ocorreu apenas três dias antes da audiência inicial, violando o interregno legal previsto no artigo 841 da CLT, tornando imperiosa a declaração da nulidade processual, a partir da audiência inaugural, para determinar que os autos retornem, imediatamente, à Vara de origem para que seja designada a nova data da primeira audiência. Preliminar acolhida. (TRT-1ª R. RO Rel. Convocado Juiz Álvaro Luiz Carvalho Moreira Publ. em COISA JULGADA TRANSAÇÃO VÁLIDA ALCANCE Conciliação apresentada e ocorrida entre as partes em processo anterior, onde ficou convencionado a quitação plena e geral da reclamatória e do contrato de trabalho, impondo-se, assim, o reconhecimento da coisa julgada, uma vez que as preten- LEGISLAÇÃO, DOUTRINA E JURISPRUDÊNCIA 184
12 COAD FASCÍCULO 18/2014 JURISPRUDÊNCIA sões deduzidas nesta reclamatória encontram-se incluídas na quitação do contrato de trabalho. Vencido o Relator. (TRT-4ª R. RO Rel. Des. João Ghisleni Filho Julg. em DANO MORAL EMPREGADO VÍTIMA DE ASSALTO ABALO PSICOLÓGICO RESPONSABILIDADE OBJE- TIVA O art. 7º, caput, da Constituição da República, ao instituir os direitos dos trabalhadores, deixa expresso que aquele rol é o patamar civilizatório mínimo assegurado a quem disponibiliza a sua força de trabalho no mercado econômico, razão pela qual a regra inserta no inciso XXVIII do referido dispositivo constitucional não elide a incidência de outro sistema de responsabilidade civil mais favorável ao empregado. Essa é a hipótese do art. 927, parágrafo único, do Código Civil, que deve incidir todas as vezes em que a atividade desenvolvida pelo empregado na empresa ocasionar riscos superiores àqueles inerentes ao trabalho prestado de forma subordinada, como ocorre no caso dos autos, em que o transporte de valores, mesmo com a utilização de todos de meios preventivos recomendados pelas autoridades de segurança pública, permitiu a ocorrência de lesão à integridade física do obreiro, vítima de assalto a mão armada, sofrendo violência e vivenciando momentos de terror. Na hipótese dos autos, afiguram-se presentes os três elementos necessários à responsabilização do empregador, quais sejam: a atividade que, considerando-se a teoria do risco adquirido, representa perigo a direito de outrem equivalente à conduta, se o autor do dano fosse pessoa física; b vilipêndio a direito da personalidade do obreiro, consubstanciado na sua integridade física, ou seja, dano à sua esfera juridicamente protegida; e c nexo causal. Inseriu-se, pois, na atividade empresarialmente explorada, motivo pelo qual a outra conclusão não se pode chegar, senão a de que o empreendimento em questão foi a causa determinante do dano gerado ao empregado. Recurso de revista conhecido e desprovido. (TST RR Rel. Min. Luiz Philippe Vieira de Mello Filho Publ. em ENQUADRAMENTO SINDICAL AEROVIÁRIO SER- VIÇOS TERRESTRES DE EMPRESAS DE TRANSPORTE AÉREO Não tendo a reclamada apontado a qual sindicato patronal está vinculada e considerando que seus empregados são perfeitamente enquadrados na descrição legal de exercício de função remunerada nos serviços terrestres de empresas de transportes aéreos, que os define como aeroviários, sendo incontroverso que SIMARJ é o sindicato representativo dos empregados da ré, tanto que a rescisão contratual do reclamante foi nele homologada, conclui-se que a representação patronal da reclamada é feita pelo Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias SNEA. Recurso a que se dá parcial provimento. (TRT-1ª R. RO Relª Convocada Juíza Mônica Batista Vieira Puglia Publ. em EQUIPARAÇÃO SALARIAL REQUISITOS COMPRO- VAÇÃO Comprovada a identidade de funções e os requisitos de trabalho prestado na mesma localidade com diferença de tempo de função inferior a dois anos e comprovada por prova testemunhal a existência de igual produtividade e perfeição técnica, deve ser reconhecida a equiparação salarial entre o reclamante e os paradigmas que recebiam salário superior ao seu. (TRT-4ª R. RO Rel. Des. Francisco Rossal de Araújo Julg. em JORNADA DE TRABALHO ADVOGADO BANCÁRIO OPÇÃO PELO REGIME DE DEDICAÇÃO EXCLUSIVA HORAS EXTRAORDINÁRIAS INDEVIDAS O caso concreto não trata da validade da opção de empregado bancário pela jornada de oito horas, situação em que se discutiria a configuração da fidúcia a validar o exercício da função de confiança inserta no art. 224, 2º, da CLT. O quadro fático descrito pela eg. Corte Regional, diferentemente, retrata a situação de trabalhador bancário que em 1996 é contratado pelo banco reclamado como advogado, exercendo a princípio a jornada de seis horas diárias, e que em 1999 opta pelo regime de dedicação exclusiva. Não há falar, portanto, na incidência do art. 224 da CLT, mas sim na jornada prevista na norma legal do art. 20 da Lei nº 8.906/94. Recurso de revista conhecido e provido. Prejudicado o exame dos temas relativos ao adicional de horas extraordinárias e a integração das horas extraordinárias na complementação de aposentadoria. (TST RR Rel. Min. Aloysio Corrêa da Veiga Publ. em MOTORISTA INTERVALO DA LEI /2012 PRIN- CÍPIO DA IRRETROATIVIDADE DAS LEIS Incontroversamente encerrado o contrato de trabalho antes da entrada em vigor da Lei /2012, indevida a aplicação desta para se deferir o intervalo lá previsto. Portanto, considerando-se que os intervalos concedidos estavam em conformidade com a legislação vigente à época dos fatos, não faz jus, a parte, ao direito postulado com fundamento em lei posterior. Incidência do princípio da irretroatividade das leis artigo 5º, XXXVI, da CF. Sentença mantida. (TRT-9ª R. RO Relª Desª Sueli Gil El Rafihi Publ. em RELAÇÃO DE EMPREGO REPRESENTANTE COMER- CIAL AUTÔNOMO VENDEDOR EMPREGADO CONFI- GURAÇÃO DO VÍNCULO EMPREGATÍCIO A Lei nº 4.886/65, com a redação dada pela Lei nº 8.420/ 92, define a figura do representante comercial e estabelece os seus direitos e obrigações, bem como os requisitos do contrato de representação comercial. Em virtude da grande proximidade entre o trabalho exercido pelo representante comercial e pelo empregado vendedor, a tênue diferença entre ambos deverá ser aferida pela intensidade da ingerência empresarial sobre as atividades do trabalhador e pelo nível de autonomia do prestador no exercício de seu labor, ou seja, deve ser analisada a presença de subordinação jurídica a enquadrar ou não o reclamante como empregado. (TRT-3ª R. RO Rel. Des. Emerson José Alves Lage Publ. em RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO FALÊNCIA VERBAS RESCISÓRIAS O risco do negócio não pode ser repassado ao empregado, de forma que a falência não desobriga o empregador de responder pelas verbas do contrato, à exceção da multa do artigo 477 da CLT, nos termos da Súmula 388 do C. TST. (TRT-1ª R. RO Relª Desª Angela Fiorencio Soares da Cunha Publ. em LEGISLAÇÃO, DOUTRINA E JURISPRUDÊNCIA 183
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