A GESTÃO DEMOCRÁTICA DE ARACAJU
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- Andreia Teixeira
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1 A GESTÃO DEMOCRÁTICA DE ARACAJU
2 DE ONDE ESTAMOS FALANDO? Sergipe ÁREA: km² POPULAÇÃO: 2,22 milhões (2014) MUNICÍPIOS: 75 Menor Estado da Federação
3 Aracaju ÁREA: 181,9 km² POPULAÇÃO: (2018)
4 REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE ARACAJU Lei 2.582, de 08 de janeiro de 1998: Institui o Sistema Municipal de Ensino O Sistema Municipal de Ensino de Aracaju compreende: as instituições de ensino fundamental, médio e de educação infantil mantidas pelo Poder Público Municipal; as instituições e educação infantil criadas e mantidas pela iniciativa privada; os órgãos municipais de educação.
5 REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE ARACAJU Em Unidades de Ensino 46 Unidades que ofertam a Educação Infantil 30 Unidades específicas de Educação Infantil e creche; 16 ofertam também Ensino Fundamental 44 Unidades que ofertam Ensino Fundamental; 21 Unidades que ofertam EJA
6 QUANTITATIVO DE ALUNOS DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE ARACAJU matrículas
7 REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE ARACAJU QUANTITATIVO DE PROFESSORES Os Professores possuem carga horária de 200 horas, com 12,5% da carga horária destinada a hora de estudo.
8 REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE ARACAJU Em PERFIL PROFISSIONAL DOCENTE
9 GESTÃO DEMOCRÁTICA NO CENÁRIO BRASILEIRO A Constituição Federal, art. 206, inciso VIII: gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos sistemas de ensino Lei de Diretrizes e Bases da Educação, Lei n.º 9.394/96 Art. 14: Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com as suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios: I. participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola; II. participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes. Art. 15: Os sistemas de ensino assegurarão às unidades escolares públicas de educação básica que os integram progressivos graus de autonomia pedagógica e administrativa e de gestão financeira, observadas as normas de direito financeiro público.
10 GESTÃO DEMOCRÁTICA NO CENÁRIO BRASILEIRO Plano Nacional de Educação n.º /2014 Meta 19 - Assegurar condições, no prazo de 2 (dois) anos, para a efetivação da gestão democrática da educação, associada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à consulta pública à comunidade escolar, no âmbito das escolas públicas, prevendo recursos e apoio técnico da União para tanto. Plano Municipal de Educação de Aracaju n /2015 Meta 19 - Assegurar condições para continuidade e fortalecimento de da gestão democrática da educação associada a critérios técnicos de mérito e desempenho e a consulta pública como idade escolar no âmbito das escolas públicas prevendo recursos e apoio técnico do município e através de regime de colaboração com estado e a união
11 PERSPECTIVAS DA REDE MUNICIPAL NA GESTÃO DEMOCRÁTICA - CENÁRIO DE ARACAJU Conjuntura nacional na década de 80 - período de redemocratização do país; Avanços na Rede Municipal de Ensino de Aracaju (10 anos): 1ª Experiência de gestão democrática 1988: Estatuto do magistério: Lei de 20 de janeiro de horas de estudo remuneradas; redução de carga horária progressiva na carreira; titulação; gratificação de 1/3 ao completar 20 anos de docência; licença para estudo; Férias de sessenta dias; Carga horária semanal de 40 horas, sendo vinte em sala de aula.
12 PERSPECTIVAS DA REDE MUNICIPAL NA GESTÃO DEMOCRÁTICA - CENÁRIO DE ARACAJU 1989: Criação do Conselho Municipal de Educação de Aracaju, Lei n.º 1.430, de 06 de dezembro de 1988; 1998: criação do Sistema Municipal de Ensino - Lei 2.582/98, de 08 de janeiro de 1998; 2001: Plano de Carreira do magistério Municipal, Lei Complementar n 051/ : 2ª Experiência de Gestão Democrática 2017: Processo de retomada da Gestão Democrática 2018: Aprovação da Lei 166/2018, dispõe sobre a gestão democrática.
13 ELEIÇÃO DE DIRETORES Primeira Experiência de Gestão Democrática Primeiro Pleito junho/1986 Mandato 02 anos (não permite reeleição) Critérios Votantes peso Magistério 50% - Funcionário 25% - Alunos 25% Idade Mínima 11 anos Voto Vinculado por chapa (Diretor e vice)
14 ELEIÇÃO DE DIRETORES Primeira Experiência de Gestão Democrática Primeiro Pleito junho/1986 Critérios Secretário - indicado pelo sistema (Nível Médio) A Organização na escola - Conselho de professores/ Conselho Escolar Ausência de candidato indicação do sistema Gratificação: Vencimento Básico Diretor 200% Vice 190% - Secretário 180% Ausência de critérios para a campanha - Legislação
15 CONSELHOS ESCOLARES E A GOVERNABILIDADE Conselho de Professores Instituído em 1987 Constituído por todos os professores e especialistas da escola A legislação definia como presidente o diretor e vicepresidente o vice-diretor. deliberar sobre a administração escolar Função solicitar a a instauração de Inquérito Administrativo para apuração de irregularidade Organizar, coordenar e supervisionar as eleições para diretores
16 CONSELHOS ESCOLARES E A GOVERNABILIDADE todos os Professores Constituído por: Conselho Escolar representantes de Pais 03 representantes de Alunos 02 representantes de Funcionários Rara Participação de Pais e alunos Desproporcionalidade na constituição
17 CONSELHOS ESCOLARES E A GOVERNABILIDADE Comitê Comunitário Caráter de fiscalização e controle político Muda a composição reduzindo a representação de professores, mantém a representação de alunos pais e servidores e amplia para a representação da sociedade civil (associação de moradores, sindicato, ONGs).
18 TÉRMINO DA ELEIÇÃO DIRETA PARA DIRETORES ESCOLARES Solicitação ao Tribunal de Justiça de Sergipe da Inconstitucionalidade do artigo artigo 314 da Lei Orgânica do Município e artigos 169, 170 e172 da Lei Municipal nº Estatuto do Magistério
19 AVALIAÇÃO DOS 10 ANOS DO PROCESSSO ELETIVO DE DIRETORES Ausência de um Colegiado (comunidade escolar) ASPECTOS AVALIADOS Ausência de Projeto de ação dos Candidatos Ausência de disciplina quanto ao processo eleitoral A idade inadequada do aluno votante Ausência dos pais no processo eleitoral Acordos estabelecidos pelo candidatos Descumprimento da Legislação
20 Segunda Experiência de Gestão Democrática *Retorno do diálogo entre a categoria do Magistério e Governo Municipal Participação paritária nas comissões *A Criação de Constituintes Escolares Discussão do retorno da gestão democrática nas Unidades de Ensino *LEI 051/2001 Plano de Carreira e Remuneração do Magistério Público do Município de Aracaju
21 Segunda Experiência de Gestão Democrática *Lei 3074/ Cria os Conselhos Escolares nas Unidades de Ensino, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 83/2003 *Lei 3075/2002 Dispõe sobre a Gestão Democrática da Rede de Ensino, Regulamentada pelo Decreto Municipal nº 341/2003 *Implantação do PEPE (Planejamento Estratégico e Participativo da Educação) Diagnóstico da Escola
22 Segunda Experiência de Gestão Democrática ELEIÇÃO DE COORDENADORES ESCOLARES Comissão Eleitoral Geral - Secretário de Educação - Organizar e coordenar o processo Eleitoral (SEMED e Representante do magistério). Escolha de coordenador geral, pedagógico e administrativo através de voto direto, secreto e facultativo, proibido o voto por representação. LDB/ Plano de Carreira
23 Segunda Experiência de Gestão Democrática ELEIÇÃO DE COORDENADORES ESCOLARES Comissão Eleitoral da Escola Coordenar o processo eleitoral (organização e apuração) Voto vinculado por chapa (vetando-se candidaturas isoladas) Mandato de 02 anos, sendo permitida uma reeleição
24 Segunda Experiência de Gestão Democrática ELEIÇÃO DE COORDENADORES ESCOLARES *Critérios estabelecidos para disciplinar a campanha eleitoral * Proporcionalidade dos votos: Segmento Magistério 40% Segmento dos alunos e pais 40% - dos Servidores 20% *Idade mínima do aluno votante 14 anos *As escolas onde não apresentasse candidatos a Secretaria de Educação nomearia a Coordenação
25 Segunda Experiência de Gestão Democrática Eleição de Coordenadores Escolares Requisitos: possuir habilitação em licenciatura Plena Coord. Geral e Administrativo e Habilitação em pedagogia para Coord. Pedagógico. Disponibilidade de 40 horas semanais Proposta de Plano de Ação Não ter sofrido penalidade administrativa
26 Segunda Experiência de Gestão Democrática Eleição de Coordenadores Escolares Ter no mínimo 03 meses de efetivo exercício na escola Requisitos: Ter no mínimo 02 anos de experiência de docência Ter no mínimo 03 anos na docência do Magistério Público Municipal (saída do estágio probatório)
27 CONSELHO ESCOLAR *Unidade Executora para fins de atendimento às normas do MEC Transferências de recurso *Constituído por representantes dos segmentos da comunidade escolar *Eleito por votação direta e secreta *Mandato de 02 anos com direito a uma recondução *Idade mínima do aluno votante 14 anos
28 CONSELHO ESCOLAR Garantia da proporcionalidade- 50% para o conjunto dos segmentos de pais e alunos e 50% para magistério e servidores administrativos Coordenador Geral membro nato - ordenador de despesa Presidente eleito entre os membros - ordenador de despesa Atribuições definidas no Regimento Escolar
29 CONSELHO ESCOLAR Administra as Unidades Escolares juntamente com a equipe de Coordenação exercendo funções consultivas, deliberativas e financeiras nas questões de ordem administrativa, pedagógica e financeira. Organiza o processo eleitoral de coordenadores escolares nas Unidades de Ensino Instância de 1º recurso Elaboração de Estatuto Homologado pelo Conselho Municipal de Educação e registrado em Cartório
30 INTERRUPÇÃO NO PROCESSO DE GESTÃO DEMOCRÁTICA *REVOGADAS AS Leis 3.074/202 e 3075/2020; Aprovada a Lei Complementar 121/2013 Sem a participação da Comunidade Escolar; Redução dos membros do Conselho Escolar; Eleição do Diretor e Diretor adjunto sem a aprticpação da Comunidade(no Conselho Escolar). Indicação do Coordenador Pedagógico e Secretário; Pacto de Gestão - Bonificação para a equipe diretiva.
31 Terceira Experiência de Gestão Democrática Lei n.º 166 de 05 de julho de A partir de 2017 Construção Coletiva e Democrática - Envolvimento direto do Magistério Público; Definição de Princípios: - autonomia na gestão administrativa, financeira e pedagógica das unidades de ensino; - Participação direta da Comunidade Escolar; - respeito à pluralidade, à diversidade, ao caráter laico da escola pública e aos direitos humanos; - valorização dos profissionais da educação;
32 Terceira Experiência de Gestão Democrática Lei n.º 166 de 05 de julho de transparência da gestão das unidades de ensino em todos os seus níveis, nos aspectos pedagógicos, administrativos e financeiros; - responsabilidade financeira com definição de competência e efetiva implementação de prestação de contas, respeitada a legislação vigente; -eficiência e eficácia da gestão escolar com foco na aprendizagem do aluno e comprometimento com os resultados.
33 Terceira Experiência de Gestão Democrática Lei n.º 166 de 05 de julho de Instâncias de Gestão: Plenárias Escolares; Conselho Escolar; Equipe Gestora (Diretor, Coordenador Administrativo, Coordenador Pedagógico e Secretário Escolar).
34 Terceira Experiência de Gestão Democrática Lei n.º 166 de 05 de julho de Número de membros: varia entre 05 a 13 membros Porte de Conselho: 03 portes Da composição: Diretor (membro nato), Professor, Servidor, Pais e Alunos Do mandato: 03 anos Das atribuições: Acrescentou responsabilidade quanto ao zelo pelo patrimônio da escola, ao acompanhamento e à avaliação de indicadores de desempenho, participação na avaliação do desempenho dos professores e CONSELHO ESCOLAR Equipe Gestora. Idade do aluno (votar e ser votado): 12 anos ELEIÇÃO DIRETA
35 Terceira Experiência de Gestão Democrática Lei n.º 166 de 05 de julho de EQUIPE GESTORA membros: Diretor, Coordenador Administrativo, Coordenador Pedagógico e Secretário. Eleição Direta mandato de 02 anos, com reeleição Do Processo de Escolha: 3 Fases - Certificação (curso e exame); - Eleição; - Nomeação Atribuições definidas na Lei; Avaliação ao final de cada ano de gestão; Compromisso de Gestão.
36 Terceira Experiência de Gestão Democrática Lei n.º 166 de 05 de julho de AVANÇOS: Organização - Porte da Escola (matrícula); Definição dos Princípios da Gestão Democrática; Instâncias de Gestão Plenárias escolares conselhos escolares equipe gestora; Definição clara das funções dos gestores; Avaliação da equipe gestora; Compromisso de Gestão; Adequação do porte das escolas e do Conselho Escolar.
37 Registos fotográficos
38 Registos fotográficos
39 Registos fotográficos
40 Registos fotográficos
41 Registos fotográficos
42 Registos fotográficos
43 Registos fotográficos
44 Registos fotográficos
45 Prof.ª Drª Cecília Tavares Prof.ª Maria José Guimarães Vieira
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