EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR
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- Mafalda Ramalho
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1 COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR NORMAS DE FUNCIONAMENTO DO PROLONGAMENTO DE HORÁRIO
2 Introdução A componente de apoio à família tem como principal objectivo promover a igualdade de oportunidades no período pré-escolar no que diz respeito à integração equilibrada da criança na vida em sociedade. Como primeira etapa da educação básica, a educação pré-escolar é essencial para a criação de bases sólidas e para o progressivo desenvolvimento da autonomia das crianças, que deverão resultar numa escolaridade bem sucedida. Artigo 1.º Objectivo O Programa de Desenvolvimento e Expansão da Educação Pré-Escolar procura apoiar as famílias na árdua tarefa de educar os seus filhos, de acordo com as suas necessidades educativas, proporcionando-lhes actividades diversificadas que estimulem a sua criatividade e a sua capacidade sócio-afectiva, em prol de um futuro pleno de sucesso. Artigo 2.º Definição 1. Estas normas são aplicáveis aos utentes da componente de apoio à família dos Estabelecimentos de Educação Pré-Escolar do concelho de Lagoa. 2. A componente de apoio à família consagra duas vertentes: as refeições escolares durante o tempo lectivo e o prolongamento de horário após a actividade lectiva diária e nas interrupções lectivas. ~ 2 ~
3 Artigo 3.º Localização 1. As refeições escolares das crianças que frequentam os estabelecimentos de educação pré-escolar do concelho de Lagoa são servidas nos refeitórios escolares ou salas de refeição. 2. O prolongamento de horário realiza-se nas instalações dos próprios Jardins de Infância ou nas Instituições vocacionadas para o efeito, com as quais o Município celebre protocolo de colaboração. Artigo 4.º Duração da Componente de Apoio à Família 1. As refeições das crianças que frequentam os Jardins de Infância da rede pública do concelho de Lagoa são servidas durante o período correspondente ao calendário das actividades educativas da educação pré - escolar. 2. Nos períodos de interrupção lectiva, definidos no Projecto Curricular do Agrupamento, as crianças podem tomar as refeições nos refeitórios das instituições, mediante o pagamento integral do custo da refeição estipulado pela respectiva instituição. 3. O prolongamento de horário realiza-se diariamente, de Setembro a Julho, inclusive, após a componente lectiva, até às horas. 4. Conforme as necessidades das famílias e mediante comprovativo da entidade patronal, o horário pode ser alargado às 19:00 horas. ~ 3 ~
4 5. O prolongamento de horário nos períodos de interrupção lectiva (férias e outras situações imprevistas) realiza-se a tempo inteiro, sendo o horário acordado com as famílias em função das necessidades destas e em colaboração com as Auxiliares de Acção Educativa dos respectivos Jardins de Infância, quando a componente se realiza nas próprias instalações. 6. O prolongamento de horário não se realiza durante o mês de Agosto. Artigo 5.º Comparticipação familiar 1. A comparticipação familiar aplicada às refeições escolares é a correspondente ao valor diário por refeição, nos termos da legislação em vigor aplicável ao ensino básico e de acordo com os escalões de capitação, conforme as regras de acção social escolar. 2. A determinação da comparticipação familiar mensal para o prolongamento de horário tem por base os seguintes escalões de rendimento per capita indexados aos Apoios Socais (valor do IAS): 1ºEscalão 2º Escalão 3º Escalão 4º Escalão 5º Escalão 6º Escalão Rendimento Per Capita Até 30% do IAS; De 31 a 50% do IAS De 51 a 70% do IAS De 71 a 100% do IAS De 101 a 150% do IAS Superior a150% do IAS 3. Para determinar a comparticipação familiar no Prolongamento de Horário é aplicada uma percentagem sobre o rendimento per Capita, conforme o quadro seguinte: ~ 4 ~
5 Prolongamento 1º Escalão 2º Escalão 3º Escalão 4º Escalão 5º Escalão 6º Escalão de Horário 5 % 10% 12,5% 15% 15% 17,5% 4. A comparticipação familiar mensal máxima do Prolongamento de Horário não pode exceder o custo real dos serviços prestados pelo estabelecimento de educação Pré-Escolar, sendo este valor determinado anualmente, em articulação com as Instituições e em função do horário pretendido. 5. O valor da comparticipação das famílias é definido por tempo de permanência diária na instituição, fixado em função do disposto nos números 3 e 4 do artigo 4º, permitindo a utilização do serviço até às19:00 horas. 6. Em situação de não cumprimento reiterado dos horários convencionados, por parte das famílias, cabe à instituição promotora da componente aplicar uma sanção pecuniária até 50% sobre o valor da comparticipação mensal. 7. A comparticipação familiar mínima para o Prolongamento de Horário é fixada em 10% do valor da comparticipação máxima mensal fixada anualmente pela instituição. 8. A comparticipação familiar máxima mensal para o Prolongamento de Horário fixada anualmente pela instituição, correspondente ao valor real do serviço prestado na respectiva instituição, é actualizada anualmente em função do valor homólogo da inflação. 9. Sempre que o processo se encontre incompleto por falta de documentos, impossibilitando o cálculo da capitação do agregado familiar, será atribuído o valor máximo fixado pela respectiva instituição. ~ 5 ~
6 Artigo 6.º Definição de Agregado Familiar Entende-se por agregado familiar o conjunto de pessoas ligadas entre si pelo vínculo de parentesco, casamento ou outras situações de relacionamento, desde que vivam em comunhão de mesa e habitação, não se incluindo para este efeito os cônjuges divorciados ou separados, de direito ou de facto e hóspedes. Artigo 7.º Determinação da comparticipação familiar 1. A comparticipação familiar é determinada de acordo com os documentos apresentados pelo agregado familiar, tais como: a) Identificação de todos os elementos do agregado familiar; b) Modelo de Declaração de IRS/IRC do ano anterior ou documento comprovativo do não preenchimento do mesmo; c) Recibos de vencimento actuais dos elementos do agregado familiar; d) Comprovativo de inscrição no IEFP e Declaração da Segurança Social com o valor do subsídio atribuído (em caso de situação desemprego); e) Comprovativo do Valor do RSI (Rendimento Social de Inserção); f) Documento do Tribunal de Família e Menores/Registo Civil a regular o Poder Paternal e valor da Pensão de Alimentos, (no caso de famílias mono parentais); g) Recibo da Renda da casa ou comprovativo do banco com o valor da prestação da habitação; h) Comprovativo dos encargos médios mensais com transportes públicos; i) Despesas com a aquisição de medicamentos de uso continuado, em caso de doença crónica. 2. A documentação necessária para o cálculo da comparticipação familiar deve ser entregue nos respectivos Agrupamentos de Escolas. ~ 6 ~
7 3. O cálculo do valor da comparticipação familiar é efectuado pelo Município de Lagoa, que prestará a devida informação aos Agrupamentos de Escolas e Instituições respectivas. 4. Sempre que surjam dúvidas acerca da situação socioeconómica do agregado familiar, cabe ao Município proceder às devidas diligências a fim de averiguar a veracidade da mesma. Artigo 8.º Cálculo do Rendimento Familiar per capita O cálculo do rendimento per capita do agregado familiar será determinado consoante a aplicação da seguinte fórmula: sendo que: R= Rendimento per capita; R = RF - D 12N RF= Rendimento anual ilíquido do agregado familiar; D= Despesas fixas anuais; N= Número de elementos do agregado familiar. Artigo 9.º Despesas fixas anuais 1. Consideram-se despesas fixas anuais do agregado familiar: a) O valor das taxas e impostos necessários à formação do rendimento líquido, designadamente do imposto sobre o rendimento e da Taxa Social Única; b) O valor da renda de casa ou de prestação devida pela aquisição de habitação própria; c) Os encargos mensais médios com os transportes públicos; ~ 7 ~
8 d) As despesas de saúde e com a aquisição de medicamentos. 2. As despesas fixas referidas nas alíneas b) e d) do número anterior são deduzidas até ao limite correspondente ao montante de doze (12) vezes o IAS (indexante de apoios sociais). Artigo 10.º Situações Especiais Sempre que, através de uma cuidada análise sócio-económica do agregado familiar, se conclua que o encargo com a comparticipação familiar é de especial onerosidade, designadamente no caso de famílias abrangidas pelo regime de Rendimento Social de Inserção ou por alterações significativas nos rendimentos do agregado familiar, o seu valor será reduzido para o mínimo estipulado. Artigo 11.º Regras de pagamento 1. As comparticipações familiares da componente sócio-educativa de apoio à família serão pagas na secretaria das respectivas Instituições, até ao dia 8 do mês correspondente. 2. O não cumprimento do disposto no número anterior, determina o cancelamento da frequência do prolongamento a partir do mês seguinte. 2.1 Pode voltar a beneficiar da componente de apoio à família.- prolongamento de horário, depois de regularizada a situação. ~ 8 ~
9 Artigo 12.º Desistência 1. Os pais ou os Encarregados de Educação devem participar a desistência do prolongamento de horário, por escrito, ao responsável pelo estabelecimento de educação pré-escolar. 2. O responsável pelo estabelecimento de educação pré-escolar, comunicará o facto ao órgão de gestão do agrupamento a que pertence que, por sua vez, informará a Instituição e o Município de Lagoa. Notas Finais 1. As omissões e dúvidas que surjam na interpretação destas normas serão resolvidas pelas entidades parceiras envolvidas no processo. 2. Estas normas entram em vigor após a sua aprovação pela Câmara Municipal de Lagoa, após parecer do Conselho Municipal de Educação. NOTAS: 1. Parecer positivo do Conselho Municipal de Educação em 15 de Julho de Aprovado em reunião da Câmara Municipal de 14 de Setembro de ~ 9 ~
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