Controle de elevador
|
|
|
- Leonardo Porto Camarinho
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Controle de elevador Aluno...: Leonardo Rafael Coordenador: Prof. Eng Luiz Antonio Vargas Pinto Escola Técnica Rubens de Faria e Souza 1
2 Dedicatória e Agradecimentos Dedico aos meus pais pelo carinho e compreensão, a minha escola sem onde não teria onde adquirir conhecimentos e aos meus professores pelo apoio. Agradeço aos meus professores pelo incentivo e em especial ao Prof. Vargas pelo estímulo ao projeto 2
3 Índice Dedicatória e Agradecimentos... 2 Índice... 3 Resumo... 4 Diagrama Geral... 5 Introdução... 5 Objetivo /08/ Andar andar /09/ a) Parado... 7 b) Desce /11/ c) Sobe /09/ Andar Botões /09/ /09/ /10/ /10/ /10/ /12/ Problema do comando de SOBE
4 Resumo Este é um projeto para ter o controle de um elevador de um prédio com três andares, onde cada andar tem apenas um botão de chamada do elevador. 4
5 Diagrama Geral Introdução O projeto nasceu da idéia de aproveitar o conhecimento anterior de Sistemas Digitais Microprocessados nos cursos da área de elétrica da ETE Rubens de Faria e Souza. O primeiro passo da concepção foi estabelecer o envolvimento entre a realidade de um elevador, seu funcionamento, suas limitações e passar isso á variáveis de sistema. A definição inicial foi estabelecer letras para cada peça envolvida, assim sugerimos: A B C D E F G H I Sensor dos andares Botões da Parede do andar Botões de dentro do elevador E, ainda considerando o sensor da porta de cada andar teríamos 2 12 = 4096 condições possíveis. Numa primeira análise isto pareceu uma situação impossível de estudar. Daí a idéia de separar os sensores das portas de cada andar conforme o esquema anterior, daí reduziríamos á 2 9 = 512. O que sem dúvida já viabiliza o projeto. 5
6 Objetivo 15/08/2003 Uma simples lembrança ajudou a melhorar a situação do projeto: Os sensores de andar não podem estar indicando mais de um andar em uso. Ora, isso os coloca em 3 casos diferentes: a) Estudo do primeiro andar; b) Estudo do segundo andar; c) Estudo do terceiro andar. 1 Andar O estudo do 1 andar pode ser efetuado analisando-se somente a condição de parado, porque, ou o elevador está em movimento de subida ou ele está parado. Porém uma análise detalhada auxiliada pelo excel nos leva a conclusão de que existem somente 4 condições onde estamos parados. 1º Andar Sensor do andar Botão andar Botão elevador Saída 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º Sobe Desce que muda muito pouco em relação ao segundo andar, resultando em: Parado = A. B. C. E. F. H. I = A + B + C + E + F + H + I Sendo que consideramos: Parado=0 Sobe =1 Condição de funcionamento O que nos leva ao seguinte circuito: 6
7 (26/12/03 20:56:56) Corrigido para atender apenas ao 1 andar 2 andar 05/09/2003 a) Parado A B C D E F G H I 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º Sobe Desce Logo, a equação que resolve quando o elevador não deve partir é dada por: Parado = A. B. C. D. F. G. I = A + B + C + D + F + G + I Considerando que: Sobe=0 Desce=0 Condição de parado O que resulta em: 7
8 Ou ainda, utilizando o teorema de Morgan, também poderíamos projetar da seguinte forma: (26/12/03 20:56:56) Corrigido para atender apenas ao 2 andar b) Desce Sensor Andar Elevador A B C D E F G H I Ação Sobe Desce Observamos que as variações ocorrem apenas em D, E, G e H, um estudo deles sob o mapa de Karnaught nos mostra que: 8
9 Cuja análise resulta em: ( D + G ) = A + B + C + F + I + ( D G) Desce = A. B. C. F. I.. + Cujo circuito pode ser resumido a: 17/11/2003 Um novo problema precisou rever alguns conceitos, na verdade, a equação para que o elevador desça do 2 Andar resulta: ( D G) Desce = A. B. C. F. I. + Cujo circuito pode ser resumido a: 9
10 c) Sobe 16/09/2003 Considerando que: Sobe=1 Desce=0 Condição de Sobe E pudemos observar que, se o elevador para ou se o elevador desce, evidentemente ele não poderia estar subindo, logo consideramos o seguinte circuito: 3 Andar O estudo do 3 andar é análogo aos outros. 3º Andar Sensor do andar Botão andar Botão elevador Saída 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º Sobe Desce que também muda muito pouco em relação ao segundo andar, resultando em: Parado = A. B. C. D. E. G. H Considerando que: Parado=0 Desce =1 Condição de funcionamento Isto nos leva ao seguinte circuito: 10
11 (26/12/03 20:56:56) Corrigido para atender apenas ao 3 andar Botões 22/09/2003 Cada botão empregado é mecânico, logo gera ruído. Para controle deste problema é necessário empregar um circuito de debounce. No nosso caso específico optamos pelo seguinte: Quanto a esse problema, foi um dos mais simples. 26/09/2003 Um dos piores problemas enfrentados em projetos é desenvolver uma tese e ser surpreendido por algum detalhe que escapou ao raciocínio. Na análise dos botões foi aventado o uso de um Flip-flop tipo T com um Flip- Flop JK: 11
12 Assim, se o usuário apertasse o botão do andar ou elevador, este colocaria nível "1" na saída Q e isto pode acender um LED. O inconveniente seria que se o usuário apertasse novamente o LED apaga, se novamente, acende e assim sucessivamente. Até aí não há problema. Porém isto faria com que o usuário ficasse ligando e desligando o motor do elevador, além de acender o LED. Claro, isto o queimaria. Na verdade o problema era complexo. Criar um botão de memória e que só disparasse e não mais alterasse sua saída até a chegada do elevador. Uma outra tentativa usando o Electronic WorkBench resultou em: E simulamos o sinal de parada com uma chave. O maior fracasso foi o fato de que se o elevador estivesse parado não seria possível chamá-lo. Outro candidato era o flip-flop tipo D. Conseguimos finalmente. O maior de todos os erros foi inserir o sinal Parado como referência. Na verdade o ideal seria considerar uma combinação que nos permitisse saber que o elevador chegou ao destino, assim, propusemos os seguinte: 12
13 14/10/03 Observando a True table do CI 74LS74 temos: Se PR=1 e CLR=1 podemos controlar Q=1 permitindo o disparo com CLK desde que coloquemos D em Vcc (Pull-up). Isto resolve o problema de colocar um nível "1" permanentemente na saída Q. O sinal de CLK vem de qualquer chave de Chamada (Andar ou Elevador), da forma: 13
14 20/10/2003 Mas, e como garantir que a chegada no andar desejado coloque a saída em zero? Considerando que: Sensor dos andares Botões da Parede do andar Botões de dentro do elevador A B C D E F G H I Possíveis Um breve estudo de uma condição fatalmente nos levaria á uma solução mais global. Consideramos o caso onde o elevador se encontrasse em qualquer andar menos no 3. Logo, este somente pararia no 3 se uma das três situações acima ocorresse: 1) O botão da parede do 3 andar foi pressionada e o sensor do andar indica que o elevador está no 3 andar condição de parada. 2) O botão do 3 andar no elevador foi pressionado e o sensor do andar indica que o elevador está no 3 andar condição de parada. 14
15 3) O botão da parede do 3 andar e o Botão do 3 andar no elevador foi pressionado e o sensor do andar indica que o elevador está no 3 andar condição de parada. Isto propiciou a criação da seguinte tabela verdade: C F I Sn Interessantes Cujo Mapa de Karnaugh resulta em: Cujo circuito correspondente é: E o circuito se resume a: 15
16 Ainda restavam dois problemas a serem considerados: 1 ) E quando ligarmos o circuito ou ao religarmos após uma falta de energia? Como ele responde á energização? É possível que ao religarmos todos os andares e elevador acendam ao mesmo tempo, o que não seria interessante. Assim optamos por acrescentar um circuito de POR (Power On Reset) para sincronizar a energização. 16
17 2 ) O tempo de resposta de circuitos digitais é muito rápido, levando determinadas condições ao limite. Consideramos o seguinte situação: Estou no 1 andar e simultaneamente o elevador é chamado ao 2 e 3 andar. Ambos tem a mesma prioridade e por conseguinte por ambos o elevador é acionado. Ao passar pelo 2 andar o motor deve parar para posteriormente seguir para o 3 andar. Claro, eu sei disso, mas e os circuitos. Nesse caso, o motor pararia por uma fração de segundos e detectaria que a situação de chamada é do 3 andar e simplesmente seguiria para lá praticamente não parando no 2 andar. Na verdade o problema é TEMPO. Seria preciso parar algum tempo no 2 andar para posteriormente seguir. A solução proposta seria inserir um controle de tempo (Timer) no andar. Quando o elevador para no 2 andar, um timer é disparado por cerca de 15 segundos impossibilitando a religação do motor, liberando-o mas apenas após 15 segundos. Ora, isso seria o tempo suficiente para que o SOLICITANTE do elevador abrisse a porta do andar impossibilitando que o motor de ligar (O projeto prevê que 17
18 caso alguma das portas seja aberta ou não feche, sensores das portas seguindo um caminho separado impede o motor de ligar). O timer será feito com um CI LM555 conectado na forma Monoestável conforme a figura seguinte: Em uma primeira análise parecia simples, porém, de onde conseguir o pulso, uma vez que todo o sistema funciona em níveis e transição? A resposta consiste em um circuito gerador de pulso (Trigger). 23/10/2003 Bom. Porém ainda não encerra a questão. Quem é a chave push-botton que gera o pulso? Como de fato isso não existe, a solução foi a colocação de um transistor para a função. Mas isso ainda seria mais uma tentativa, não fosse o fato do circuito ter funcionado completamente no simulador. (Segue em anexo o diagrama esquemático completo do elevador.) Agora o próximo passo é definir e testar o Motor. 18
19 28/12/03 Problema do comando de SOBE Muitos problemas foram relacionados a lógica de SOBE para o 2º andar. Desde o princípio pareceu suspeita a simplicidade do circuito proposto. Cada andar, e o 2º andar não foge a regra, é composto na primeira análise de 64 possibilidades. Destas, 4 referem-se á condição de não funcionar o motor, 12 referem-se á condição de DESCE e as 48 restantes se referem á condição de SOBE. Partindo do circuito proposto inicialmente: Embora O timming entre as mudanças de estado na saída de sobe e desce não fosse muito claro em momento de projeto, ficou provado, na prática, que ocorre um "impulso" de curtíssima duração na saída de desce durante um processo de subida, e mesmo muito pequeno, dispara o sinal de sobe criando uma situação anômala com sobe e desce ativos simultaneamente. Além deste problema incômodo, havia também o problema de "como manter a condição de movimento". Isto porque em sistemas digitais, cada condição de entrada produz uma condição de saída sui generis (única) e portanto, assim que o elevador sai do repouso no andar, as condições dos sensores mudam e conseqüentemente as saídas. Em outras palavras, assim que o elevado sai, ele para. A solução proposta para o sistema consiste em memorizar a condição de movimento e "resetar" a condição de parar. Até aí, foi solucionado com a colocação de um flip flop tipo D (U ) um canal para sobe e outro para desce. E para resolver o problema do "reset" dessa memória, adotamos o seguinte circuito: Assim, sempre que uma tecla é pressionada, esse sensor tem nível 1 na saída. Isto também resolve outro problema: Quando o elevador vai, por exemplo, do 1º para o 3º com direito a parado no 2º, o timer paralisa o motor e 16 segundos depois ele libera o motor. Ora, como a memória ainda informa que uma tecla ainda está ativa, o sistema prossegue até o 3º andar. 19
20 Agora, resolvido o problema de "dois andares solicitarem o elevador" restava o problema do ruído na lógica de sobe que disparava "acidentalmente". Porém, para solucionar o problema, o único caminho parecia o impossível: analisar as 48 linhas lógicas da condição de sobe: 2º Andar Sensor do andar Botão andar Botão elevador Saída A B C D E F G H I 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º Sobe Desce
21 Cujo mapa de Karnaugh, analisado pelo programa "KarnaugMap.exe Versão 4.4.5" resultou em: Fazendo um paralelo entre E F G H I = A B C D E para adequá-lo ao programa, resultou em uma equação para a situação envolvendo essas colunas nas linhas onde a coluna referente ao Sensor da parede do 1º andar igual a 0 (D=0) resultou em: ( I F ) W 1 = D. + e depois para as colunas (EFGHI) nas linhas onde D=1 resultou em: ( I F ) W 2 = D. + Ora, sendo a solução a soma das duas (W1+W2), então: ( I + F ) + D.( I + F) ( D + D).( I + F) = I F D. + E ainda considerando a ocorrência apenas no 2º Andar, teremos o seguinte circuito de sobe: 21
Tecnicas com Sistemas Digitais
Tecnicas com Sistemas Digitais Prof. Engº Luiz Antonio Vargas Pinto 1 Prof. Eng Luiz Antonio Vargas Pinto 2 Prof. Eng Luiz Antonio Vargas Pinto Índice Índice...2 Introdução...3 Ruído (Bounce)...3 Transistor
MANUAL DE INSTRUÇÕES DEMARCADOR RODOVIÁRIO
MANUAL DE INSTRUÇÕES DEMARCADOR RODOVIÁRIO MDMR-3P/III 1 Equipamento Fabricado por: SENSORES INDUSTRIAIS MAKSEN LTDA Rua José Alves, 388 Mogi Guaçu - SP CNPJ 04.871.530/0001-66 I.E. 455.095.131.110 www.maksen.com.br
PROGRAMAÇÃO BÁSICA DE CLP
PROGRAMAÇÃO BÁSICA DE CLP Partindo de um conhecimento de comandos elétricos e lógica de diagramas, faremos abaixo uma revisão para introdução à CLP. Como saber se devemos usar contatos abertos ou fechados
1. Introdução. Avaliação de Usabilidade Página 1
1. Introdução Avaliação de Usabilidade Página 1 Os procedimentos da Avaliação Heurística correspondem às quatro fases abaixo e no final é apresentado como resultado, uma lista de problemas de usabilidade,
INFORMATIVO DE PRODUTO
Unidade Discadora Telefônica - Para Monitoramento Remoto Até 5 Números Código: AFDISC A unidade discadora telefônica para monitoramento remoto, código AFDISC é um equipamento que deve ser instalado em
Conhecendo o Decoder
Conhecendo o Decoder O Decoder da sua ion TV, ou receptor, também é chamado de STB, sigla em inglês para Set Top Box, que é o aparelho responsável por receber o sinal de TV, decodificá-lo e enviá-lo para
Conceitos básicos do
Conceitos básicos Conceitos básicos do Este artigo descreve os conceitos de memória eletrônica. Apresentar os conceitos básicos dos flip-flops tipo RS, JK, D e T, D Apresentar o conceito da análise de
Manual de Operação ibus Teclado 32i Modelo: ibus - Teclado
ibus Manual de Operação ibus Teclado 32i Modelo: ibus - Teclado Este produto está homologado pela ANATEL, de acordo com os procedimentos regulamentados pela Resolução 242/2000, e atende aos requisitos
Hamtronix CONTROLE REMOTO DTMF. CRD200 - Manual de Instalação e Operação. Software V 2.0 Hardware Revisão B
Hamtronix CRD200 - Manual de Instalação e Operação Software V 2.0 Hardware Revisão B INTRODUÇÃO Índice...01 Suporte On-line...01 Termo de Garantia...01 Em Caso de Problemas (RESET)...01 Descrição do Produto...02
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CEFET/SC - Unidade de São José. Curso Técnico em Telecomunicações CONTADORES. Marcos Moecke
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - Unidade de São José Curso Técnico em Telecomunicações CONTADORES Marcos Moecke São José - SC, 25 SUMÁRIO 5. CONTADORES... 5. CONTADORES ASSÍNCRONOS... CONTADOR ASSÍNCRONO CRESCENTE...
CAPÍTULO 4 CIRCUITOS SEQUENCIAIS II: CONTADORES ASSÍNCRONOS
50 Sumário CAPÍTULO 4 CIRCUITOS SEQUENCIAIS II: CONTADORES ASSÍNCRONOS 4.1. Introdução... 52 4.2. Contadores Assíncronos Crescentes... 52 4.3. Contadores Assíncronos Decrescentes... 56 4.4. Contador Assíncrono
MD-50 Plus. Com a senha mestre são permitidas todas as funções de programação do módulo. A senha de fábrica é 5-6-7-8.
MD-50 Plus DESCRIÇÃO DO PRODUTO Com esse equipamento você pode monitorar qualquer central de alarme convencional ou eletrificador. Ele possui 4 entradas e uma saída PGM que pode ser acionada por telefone
Circuito integrado 555 e suas aplicações
Circuito integrado 555 e suas aplicações Introdução Um circuito integrado popular é o versátil 555. Introduzido pela em 1973 pela Signetcs, este circuito integrado tem aplicações que variam de equipamentos
SISTEMA DE CLIMATIZAÇÃO
AUTOMAÇÃO SEGURANÇA SOM SISTEMA DE CLIMATIZAÇÃO MANUAL DO UTILIZADOR www.only-pt.pt INTRODUÇÃO... 4 EQUIPAMENTOS... 4 CONTROLOS E INDICAÇÕES... 5 CONFIGURAÇÃO ATRAVÉS DO OTC-CLIMA... 6 1. Ajuste de data
Guia de utilização da notação BPMN
1 Guia de utilização da notação BPMN Agosto 2011 2 Sumário de Informações do Documento Documento: Guia_de_utilização_da_notação_BPMN.odt Número de páginas: 31 Versão Data Mudanças Autor 1.0 15/09/11 Criação
dígitos. altura (mm) 10
±,QVWDODomR Este equipamento é de fixação em, por meio de duas presilhas, cujo aperto é realizado por parafuso. As dimensões para a abertura são indicadas na figura1. O esquema de ligação é mostrado na
Controle de Acesso Stand Alone Biofinger 22K
Imagem meramente ilustrativa Controle de Acesso Stand Alone Biofinger 22K 1 Sumário Apresentação... 3 1. Fixação do Equipamento... 3 2. Estrutura e Funções... 4 3. Conexões... 4 4. Conexão com outros acessórios...
Controle universal para motor de passo
Controle universal para motor de passo No projeto de automatismos industriais, robótica ou ainda com finalidades didáticas, um controle de motor de passo é um ponto crítico que deve ser enfrentado pelo
FERRAMENTA DIDÁTICA PARA DISCIPLINA DE ELETRÔNICA DIGITAL
FERRAMENTA DIDÁTICA PARA DISCIPLINA DE ELETRÔNICA DIGITAL Diego S. Mageski [email protected] Bene R. Figueiredo [email protected] Wagner T. da Costa [email protected] Instituto Federal
Memórias. O que são Memórias de Semicondutores? São componentes capazes de armazenar informações Binárias (0s e 1s)
Memórias O que são Memórias de Semicondutores? São componentes capazes de armazenar informações Binárias (0s e 1s) Essas informações são guardadas eletricamente em células individuais. Chamamos cada elemento
INFORMATIVO DE PRODUTO
Sensor / Detector de Fumaça Óptico Convencional + Módulo Endereçável Código: AFDFE. (Ideal Para Utilizar em Conjunto com a Central de Alarme de Incêndio AFSLIM). O detector de fumaça código AFDFE é um
CAPÍTULO 1 REVISÃO DE LÓGICA COMBINACIONAL
1 CAPÍTULO 1 REVISÃO DE LÓGICA COMBINACIONAL Sumário 1.1. Sistemas de Numeração... 3 1.1.1. Conversão Decimal Binária... 3 1.1.2. Conversão Binária Decimal... 3 1.1.3. Conversão Binária Hexadecimal...
- -Pressionando essa tecla podemos diminuir os valores a serem ajustados no menu de programação.
Apresentação 1 Display LCD 2 Tecla + (aumentar) 3 Tecla Seleção 4 Tecla (diminuir) 5 Tecla Motor manual 6 Tecla Reset contador 7 Led Indica painel ligado 8 Led resistência ligada 9 Led Prensa ligada 10
MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO. Central de Alarme Particionada
MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO AP6 Central de Alarme Particionada www.compatec.com.br 2 www.compatec.com.br 3 4. Dimensões do produto... 5. Conhecendo o seu produto... 7 5.1 Conhecendo as funções da central...
Resolução da lista de exercícios de casos de uso
Resolução da lista de exercícios de casos de uso 1. Explique quando são criados e utilizados os diagramas de casos de uso no processo de desenvolvimento incremental e iterativo. Na fase de concepção se
Especificação Operacional.
Especificação Operacional. Para muitos sistemas, a incerteza acerca dos requisitos leva a mudanças e problemas mais tarde no desenvolvimento de software. Zave (1984) sugere um modelo de processo que permite
O Princípio da Complementaridade e o papel do observador na Mecânica Quântica
O Princípio da Complementaridade e o papel do observador na Mecânica Quântica A U L A 3 Metas da aula Descrever a experiência de interferência por uma fenda dupla com elétrons, na qual a trajetória destes
CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMAVEL
CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMAVEL Controlador Lógico Programável ( Hardware ) Para aprendermos como funciona um CLP, é necessário uma análise de seus componentes básicos, utilizados por todos os CLPs disponíveis
6 Circuitos pneumáticos e hidráulicos
A U A UL LA Circuitos pneumáticos e hidráulicos Um problema A injetora de plásticos de uma fábrica quebrou. Desesperado, o supervisor de produção procura pelo novo mecânico de manutenção de plantão: você.
TECLADO STK 636 TECLADO STK 636
TECLADO STK 636 1.0 OPERAÇÃO BASICA 1.1 Visual Os números, símbolos, leds e chaves no teclado informam o status do sistema como descrito abaixo. Figure 1: Figura do teclado STK 636 1- Led verde aceso :
Computadores XII: Aprendendo a Somar A4 Texto 3
Computadores XII: Aprendendo a Somar A4 Texto 3 http://www.bpiropo.com.br/fpc20051017.htm Sítio Fórum PCs /Colunas Coluna: B. Piropo Publicada em 17/10/2005 Autor: B.Piropo Na coluna anterior, < http://www.forumpcs.com.br/viewtopic.php?t=131250
Manual de Instruções. Deve operar em ambientes isentos de gases corrosivos, poeiras inflamáveis ou materiais explosivos.
Modelo: RPCF 3/ 12 Introdução O é apropriado para um eficiente controle da energia reativa das instalações elétricas. Ele é dotado de um microcontrolador com um poderoso algoritmo de otimização do fator
Resolverei neste artigo uma prova da fundação VUNESP realizada em 2010.
Olá pessoal! Resolverei neste artigo uma prova da fundação VUNESP realizada em 2010. 01. (Fundação CASA 2010/VUNESP) Em um jogo de basquete, um dos times, muito mais forte, fez 62 pontos a mais que o seu
INSTRUMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE LABORATÓRIO DE CONTROLE DE ATITUDE COM RESTRIÇÕES DE CHAVEAMENTO
Anais do 14 O Encontro de Iniciação Científica e Pós-Graduação do ITA XIV ENCITA / 2008 Instituto Tecnológico de Aeronáutica São José dos Campos SP Brasil Outubro 20 a 23 2008. INSTRUMENTAÇÃO DE UM SISTEMA
Análise Técnico/Financeira para Correção de Fator de Potência em Planta Industrial com Fornos de Indução.
Análise Técnico/Financeira para Correção de Fator de Potência em Planta Industrial com Fornos de Indução. Jeremias Wolff e Guilherme Schallenberger Electric Consultoria e Serviços Resumo Este trabalho
FLIP-FLOPS FLOPS. INTRODUÇÃO Os circuitos anteriormente estudados são chamados de
FLIP-FLOPS FLOPS INTRODUÇÃO Os circuitos anteriormente estudados são chamados de circuitos combinacionais porque os níveis n lógicos l de saída dependem apenas dos níveis n lógicos l nas entradas. (os
N1Q1 Solução. a) Há várias formas de se cobrir o tabuleiro usando somente peças do tipo A; a figura mostra duas delas.
1 N1Q1 Solução a) Há várias formas de se cobrir o tabuleiro usando somente peças do tipo A; a figura mostra duas delas. b) Há várias formas de se cobrir o tabuleiro com peças dos tipos A e B, com pelo
5 Dicas Testadas para Você Produzir Mais na Era da Internet
5 Dicas Testadas para Você Produzir Mais na Era da Internet Uma das verdades absolutas sobre Produtividade que você precisa saber antes de seguir é entender que se ocupar não é produzir. Não sei se é o
MANUAL BÁSICO DE INSTRUÇÕES
MANUAL BÁSICO DE INSTRUÇÕES ANTES DE LIGAR O DISPOSITIVO, AJUSTE A CHAVE SELETORA DE TENSÃO, LOCALIZADA NA PARTE INTERNA DO APARELHO, CONFORME ILUSTRAÇÃO 13. 1 O display informa hora/minuto intercalado
CENTRAL DE ALARME BRISA 4 PLUS
CENTRAL DE ALARME BRISA 4 PLUS Parabéns, Você acaba de adquirir uma central de alarme modelo Brisa 4 Plus produzida no Brasil com a mais alta tecnologia de fabricação. 1- PAINEL FRONTAL Led REDE: Indica
PROGRAMAÇÃO EM LINGUAGEM LADDER LINGUAGEM DE RELÉS
1 PROGRAMAÇÃO EM LINGUAGEM LADDER LINGUAGEM DE RELÉS INTRODUÇÃO O processamento interno do CLP é digital e pode-se, assim, aplicar os conceitos de lógica digital para compreen8 der as técnicas e as linguagens
MOVIMENTADOR PARA PORTAS DE ENROLAR
MOVIMENTADOR PARA PORTAS DE ENROLAR www.mastertec.ind.br 1 ÍNDICE 1. Recursos:... 3 2. Condições de funcionamento:... 3 3. Características técnicas:... 3 4. Características construtivas:... 3 5. Diagrama
Exercícios Teóricos Resolvidos
Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Exatas Departamento de Matemática Exercícios Teóricos Resolvidos O propósito deste texto é tentar mostrar aos alunos várias maneiras de raciocinar
Mantis. Solicitando suporte. Manual do Cliente
Mantis Solicitando suporte Manual do Cliente Telefones: 3355-1594, 3350-6917, 4053 9165 - WWW.intelidata.inf.br Página 1 2012 Sumário USANDO O MANTIS PARA SOLICITAR SUPORTE... 3 Tela de Login... 3 Minha
1) Entendendo a eletricidade
1) Entendendo a eletricidade 1 2) Circuitos Modelix 2 3) Utilizando o Sistema Esquemático Modelix-G (Modelix-Grafix) 6 4) Fazendo montagens com os Circuitos Modelix 7 5) Exercícios para treinar 8 Objetivo:
Unidade 8: Padrão MVC e DAO Prof. Daniel Caetano
Programação Servidor para Sistemas Web 1 Unidade 8: Padrão MVC e DAO Prof. Daniel Caetano Objetivo: Apresentar a teoria por trás dos padrões na construção de aplicações Web. INTRODUÇÃO Nas aulas anteriores
Acessando o SVN. Soluções em Vendas Ninfa 2
Acessando o SVN Para acessar o SVN é necessário um código de usuário e senha, o código de usuário do SVN é o código de cadastro da sua representação na Ninfa, a senha no primeiro acesso é o mesmo código,
UTILIZAÇÃO DE RECURSOS AVANÇADOS DO EXCEL EM FINANÇAS (PARTE II): ATINGIR META E SOLVER
UTILIZAÇÃO DE RECURSOS AVANÇADOS DO EXCEL EM FINANÇAS (PARTE II): ATINGIR META E SOLVER! Planilha entregue para a resolução de exercícios! Quando usar o Atingir Meta e quando usar o Solver Autor: Francisco
Desumidificador. Desidrat Plus IV Desidrat Plus V
Desumidificador Desidrat Plus IV Desidrat Plus V Lista de instrução de uso. Painel de controle. Introdução à estrutura. Instrução de Uso. Proteção e Manutenção. Solução de problemas. Referência. Obrigado
Ajuste de Curvas. Ajuste de Curvas
Ajuste de Curvas 2 AJUSTE DE CURVAS Em matemática e estatística aplicada existem muitas situações em que conhecemos uma tabela de pontos (x; y). Nessa tabela os valores de y são obtidos experimentalmente
Como funcionam os elevadores hidráulicos
Como funcionam os elevadores hidráulicos Giullia Peres da Silva [email protected] Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Osório Osório - RS Brasil Introdução:
Pequeno livro sobre fontes de alimentação
1 Pequeno livro sobre fontes de alimentação Antes de começarmos a falarmos de como funciona uma fonte de alimentação é preciso saber qual a sua função. Uma fonte de alimentação tem a função de transformar
Resolução de sistemas lineares
Resolução de sistemas lineares J M Martínez A Friedlander 1 Alguns exemplos Comecemos mostrando alguns exemplos de sistemas lineares: 3x + 2y = 5 x 2y = 1 (1) 045x 1 2x 2 + 6x 3 x 4 = 10 x 2 x 5 = 0 (2)
Guia NeocDimmer. versão 1.3
Guia NeocDimmer versão 1.3 Referência completa para o integrador do sistema NeocDimmer. Aborda as características e instalações físicas e sua integração. Configurações do sistema, criação de cenas, comandos
1. A corrida de vetores numa folha de papel.
1. A corrida de vetores numa folha de papel. desenhando a pista. o movimento dos carros. o início da corrida. as regras do jogo. 2. A corrida no computador. o número de jogadores. o teclado numérico. escolhendo
Exemplo: Na figura 1, abaixo, temos: Clique aqui para continuar, que é a primeira atividade que você precisa realizar para iniciar seus estudos.
Visão Geral VISÃO GERAL Esse material abordará o acesso ao AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem) da Proativa do Pará, com intenção de ilustrar os aspectos na visão do Aprendiz. Essa abordagem dedica-se
FILOSOFIA SEM FILÓSOFOS: ANÁLISE DE CONCEITOS COMO MÉTODO E CONTEÚDO PARA O ENSINO MÉDIO 1. Introdução. Daniel+Durante+Pereira+Alves+
I - A filosofia no currículo escolar FILOSOFIA SEM FILÓSOFOS: ANÁLISE DE CONCEITOS COMO MÉTODO E CONTEÚDO PARA O ENSINO MÉDIO 1 Daniel+Durante+Pereira+Alves+ Introdução O+ ensino+ médio+ não+ profissionalizante,+
MANUAL TÉCNICO DA CENTRAL FÊNIX-20L
MANUAL TÉCNICO SUMÁRIO CARACTERÍSTICAS GERAIS... 3 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS... 3 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS... 3 PAINEL... 4 FUNÇÕES DO PAINEL... 4 FUNÇÕES INTERNAS PLACA DE CONTROLE... 6 FUNÇÕES INTERNAS
Reaproveitando algoritmos
Reaproveitando algoritmos Alguns exercícios pedem que se modifique um algoritmo feito anteriormente, para que ele resolva um novo problema. Isto procura demonstrar uma prática corriqueira, chamada de reaproveitamento
Manual de Montagem REVISÃO 312.20. www.robouno.com.br
Manual de Montagem REVISÃO 312.20 Manual de Montagem 01 Suporte Roda Caster 01 Roda Caster Parafusos 3x8mm Porcas 11 03 2 Observe a posição dos furos 01 Chassi Lateral 01 Motor Parafusos 3x8mm Porcas 12
TECNOLOGIA EM SEGURANÇA SOLUÇÕES EM ELETRÔNICA
TECNOLOGIA EM SEGURANÇA SOLUÇÕES EM ELETRÔNICA 2. APRESENTAÇÃO DA PLACA 3. CARACTERÍSTICAS 3.1 Central de alarme microprocessada com 3 setores; 3.2 Acompanha dois transmissores (mod. TSN); 3.3 Freqüência
Objetivo principal: aprender como definir e chamar funções.
12 NOME DA AULA: Escrevendo músicas Duração da aula: 45 60 minutos de músicas durante vários dias) Preparação: 5 minutos (se possível com introduções Objetivo principal: aprender como definir e chamar
INFORMATIVO DE PRODUTO
Comutador de Iluminação de Provisória Para Lâmpadas HQI ou Sódio, Código AFCSC250 Equipamento destinado a ser instalado em locais que são iluminados através de lâmpadas HQI ou de Sódio, geralmente estas
Manual de operações e instruções
Manual de operações e instruções Transmissor e Indicador de Vazão de Ar TIVA Com display LCD Rua Cincinati, 101 - São Paulo -SP Tel. / Fax (011) 5096-4654 - 5096-4728. E-mail: [email protected] Para
Manual de utilização do módulo NSE METH 3E4RL
INSTALAÇÃO 1 - Baixe o arquivo Software Configurador Ethernet disponível para download em www.nse.com.br/downloads-manuais e descompacte-o em qualquer pasta de sua preferência. 2 - Conecte a fonte 12Vcc/1A
M150SP MANUAL DO UTILIZADOR / INSTALADOR. v1.0 REV. 10/2015
M150SP MANUAL DO UTILIZADOR / INSTALADOR v1.0 REV. 10/2015 00. CONTEÚDO 01. AVISOS DE SEGURANÇA ÌNDICE 01. AVISOS DE SEGURANÇA NORMAS A SEGUIR 02. O DISPOSITIVO CARACTERISTICAS TÉCNICAS ASPETO VISUAL LEGENDA
SOBRE NoBreak s Perguntas e respostas. Você e sua empresa Podem tirar dúvidas antes de sua aquisição. Contulte-nos. E-mail = [email protected].
SOBRE NoBreak s Perguntas e respostas Você e sua empresa Podem tirar dúvidas antes de sua aquisição. Contulte-nos. E-mail = [email protected] O que é um nobreak? A principal função do nobreak é fornecer
Manual do Teclado de Satisfação Online WebOpinião
Manual do Teclado de Satisfação Online WebOpinião Versão 1.2.3 27 de novembro de 2015 Departamento de Engenharia de Produto (DENP) SEAT Sistemas Eletrônicos de Atendimento 1. Introdução O Teclado de Satisfação
Investigando números consecutivos no 3º ano do Ensino Fundamental
Home Índice Autores deste número Investigando números consecutivos no 3º ano do Ensino Fundamental Adriana Freire Resumo Na Escola Vera Cruz adota-se como norteador da prática pedagógica na área de matemática
Ocircuito da Fig.1 é usado para o acionamento dos Leds do Cubo.
Cubo de Leds José Wilson Lima Nerys Universidade Federal de Goiás [email protected] Abstract Esse projeto é um bom exemplo de uso das instruções setb e clr do 8051. Elas são usadas para ativar e desativar
Controladores Lógicos Programáveis. Automação e Controlo Industrial. Escola Superior de Tecnologia. Ricardo Antunes, António Afonso
Escola Superior de Tecnologia Instituto Politécnico de Castelo Branco Departamento de Informática Curso de Engenharia Informática Automação e Controlo Industrial Ano Lectivo de 2004/2005 Controladores
Potência, uma coisa mais que complicada Parte V
Potência, uma coisa mais que complicada Parte V Autor: Fernando Antônio Bersan Pinheiro Cálculo de potência necessária em um ambiente fechado No artigo anterior, disponível em http://www.somaovivo.mus.br/artigos.php?id=180,
REPRESENTAÇÃO DE DADOS EM SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO AULA 03 Arquitetura de Computadores Gil Eduardo de Andrade
REPRESENTAÇÃO DE DADOS EM SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO AULA 03 Arquitetura de Computadores Gil Eduardo de Andrade O conteúdo deste documento é baseado no livro Princípios Básicos de Arquitetura e Organização
MATERIAL DE APRESENTAÇÃO DO SCRATCH
MATERIAL DE APRESENTAÇÃO DO SCRATCH 1 Scratch é uma nova linguagem de programação que permite a criação de histórias, animações, jogos e outras produções. Tudo pode ser feito a partir de comandos prontos
Capítulo 5: Aplicações da Derivada
Instituto de Ciências Exatas - Departamento de Matemática Cálculo I Profª Maria Julieta Ventura Carvalho de Araujo Capítulo 5: Aplicações da Derivada 5- Acréscimos e Diferenciais - Acréscimos Seja y f
0,999... OU COMO COLOCAR UM BLOCO QUADRADO EM UM BURACO REDONDO Pablo Emanuel
Nível Intermediário 0,999... OU COMO COLOCAR UM BLOCO QUADRADO EM UM BURACO REDONDO Pablo Emanuel Quando um jovem estudante de matemática começa a estudar os números reais, é difícil não sentir certo desconforto
CRONÔMETRO MICROPROCESSADO
O equipamento possui um display de alta resolução e 6 botões: CRONÔMETRO MICROPROCESSADO www.maxwellbohr.com.br (43) 3028-9255 LONDRINA PR 1 - Introdução O Cronômetro Microprocessado é um sistema destinado
Cotagem de dimensões básicas
Cotagem de dimensões básicas Introdução Observe as vistas ortográficas a seguir. Com toda certeza, você já sabe interpretar as formas da peça representada neste desenho. E, você já deve ser capaz de imaginar
Manual de Instalação
Central de Detecção e Alarme Contra Incêndio V260 Imagem Central V260 36 Laços Manual de Instalação Leia atentamente o manual antes do manuseio do equipamento ÍNDICE 1 COMANDOS E SINALIZAÇÕES DA CENTRAL
18/11/2005. Discurso do Presidente da República
Discurso do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de entrega de certificado para os primeiros participantes do programa Escolas-Irmãs Palácio do Planalto, 18 de novembro de 2005
Tabelas vista de estrutura
Tabelas vista de estrutura A vista de estrutura permite definir a configuração dos dados Vamos adicionar os restantes campos à tabela carros, de acordo com o modelo de dados feito no papel 47 Tabelas vista
Como erguer um piano sem fazer força
A U A UL LA Como erguer um piano sem fazer força Como vimos na aula sobre as leis de Newton, podemos olhar o movimento das coisas sob o ponto de vista da Dinâmica, ou melhor, olhando os motivos que levam
DISCADORA DISC CELL 5 ULTRA
DISCADORA DISC CELL 5 ULTRA 1- FUNCIONAMENTO: A discadora DiscCell5 Ultra é um aparelho eletrônico que disca para até 5 números, cada chamada dura aproximadamente 1 minuto. Uma vez discado o número uma
Desenvolvido por: Rafael Botelho [email protected] http://rafaelbotelho.com
Desenvolvido por: Rafael Botelho [email protected] http://rafaelbotelho.com Guia de Instalação do BRlix Como tenho visto no fórum do BRlix que muitas pessoas estão encontrando dificuldades na instalação
FOTOCÉLULA PROGRAMÁVEL. Ederson Ferronatto 1,3, Ivan J. Chueiri 1,2 Caixa Postal 19067-81531-990 Curitiba, PR [email protected].
FOTOCÉLULA PROGRAMÁVEL Ederson Ferronatto 1,3, Ivan J. Chueiri 1,2 Caixa Postal 19067-81531-990 Curitiba, PR [email protected] (1) LACTEC Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (2)
LASERTECK LTA450 MANUAL DE USO
LASERTECK LTA450 MANUAL DE USO 2014 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 INFORMAÇÕES TÉCNICAS... 3 3 CALIBRAGEM DOS MÓDULOS LASER (AFERIÇÃO E TEMPORIZAÇÃO)... 3 3.1 AFERIÇÃO DO LASER PONTO LONGITUDINAL...3 3.2
MATRIZES ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO DE MATRIZES
MATRIZES O Excel possui uma notação especial que permite que as operações que envolvem matrizes sejam feitas rapidamente. Nesta aula, no entanto, nos focaremos no procedimento usual das operações matriciais.
DICAS DE BURACO ONLINE
DICAS DE BURACO ONLINE Link: http://www.jogatina.com/dicas-jogar-buraco-online.html Às vezes, conhecemos todas as regras de um jogo, mas na hora de passar da teoria para a prática, as coisas não funcionam
Astra LX Frases Codificadas Guia para o processo de Configuração de Frases Codificadas no Programa AstraLX.
2011 www.astralab.com.br Astra LX Frases Codificadas Guia para o processo de Configuração de Frases Codificadas no Programa AstraLX. Equipe Documentação Astra AstraLab 24/08/2011 1 Sumário Frases Codificadas...
Potência elétrica. 06/05/2011 profpeixinho.orgfree.com pag.1
1. (Unicamp) Um aluno necessita de um resistor que, ligado a uma tomada de 220 V, gere 2200 W de potência térmica. Ele constrói o resistor usando fio de constante N. 30 com área de seção transversal de
Atenção ainda não conecte a interface em seu computador, o software megadmx deve ser instalado antes, leia o capítulo 2.
Atenção ainda não conecte a interface em seu computador, o software megadmx deve ser instalado antes, leia o capítulo 2. Interface megadmx SA Firmware versão 1, 2 e 3 / software megadmx 2.000 (Windows/MAC
COMO ENSINEI MATEMÁTICA
COMO ENSINEI MATEMÁTICA Mário Maturo Coutinho COMO ENSINEI MATEMÁTICA.ª edição 511 9 AGRADECIMENTOS À Deus À minha família Aos mestres da matemática do C.E.Visconde de Cairu APRESENTAÇÃO O objetivo deste
Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação
Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 25 Discurso na cerimónia de assinatura
COMO TER TEMPO PARA COMEÇAR MINHA TRANSIÇÃO DE CARREIRA?
COMO TER TEMPO PARA COMEÇAR MINHA TRANSIÇÃO DE CARREIRA? Um guia de exercícios para você organizar sua vida atual e começar a construir sua vida dos sonhos Existem muitas pessoas que gostariam de fazer
AULA 06 LINGUAGEM DE BLOCOS DE FUNÇÃO (FB) ENG1016 - Informática Industrial I Profa. Letícia Chaves Fonseca
AULA 06 LINGUAGEM DE BLOCOS DE FUNÇÃO (FB) ENG1016 - Informática Industrial I Profa. Letícia Chaves Fonseca 2 1. Linguagem de Blocos de Função (FB) 1. Linguagem de Blocos de Função (FB) 3 Historicamente
12.1 - Inserção de Ponto de Entrada. Autoenge Módulo Automação Página 1
12 - Módulo Automação Residencial - Autopower Manual de utilização Módulo Automação Residencial Para maiores informações, acesse www.autoenge.com.br ou por email [email protected] 12.1 - Inserção
Circuitos Digitais Cap. 6
Circuitos Digitais Cap. 6 Prof. José Maria P. de Menezes Jr. Objetivos Flip-Flops e Dispositivos Correlatos Latch com portas NAND Latch com portas NOR Sinais de Clock e Flip-Flops com Clock Flip-Flop S-C
MANUAL DA SECRETARIA
MANUAL DA SECRETARIA Conteúdo Tela de acesso... 2 Liberação de acesso ao sistema... 3 Funcionários... 3 Secretaria... 5 Tutores... 7 Autores... 8 Configuração dos cursos da Instituição de Ensino... 9 Novo
