Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE)
|
|
|
- Aníbal Philippi Domingos
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) Ponto de situação sobre a gestão e implementação 7ªs Jornadas de Climatização Ordem dos Engenheiros, 8 Novembro de 2007 Paulo Santos / ADENE Temas da apresentação Imagem do sistema Suporte organizacional Suporte tecnológico Peritos qualificados Emissão de DCRs e CEs Próximos desafios Divulgação 1
2 Um logótipo, uma imagem, uma mensagem Logótipo cor dinâmica e nergia designação Imagem Cubo de Kubrik Mensagem Um dia todos os edifícios serão verdes Imagem do sistema Suporte organizacional Suporte tecnológico Peritos qualificados Emissão de DCRs e CEs Próximos desafios Divulgação 2
3 Entidades envolvidas no SCE Entidades supervisoras DGEG e APA Entidade gestora ADENE Peritos Qualificados RCCTE, RSECE E e RSECE - QAI Ordens e Associação Arquitectos e projectistas Técnicos (RSECE) Comissão tripartida Promotores e proprietários Adaptação da estrutura orgânica da ADENE Director Geral Auditoria Energética Edifícios Centro de Serviço a Clientes Auditoria Energética Indústria Certificação e Registo Desenvolvimento sustentável Fiscalização e Auditoria Marketing e formação 3
4 Número crescente de solicitações Centro de Serviços a Clientes SCE - Nº e tipo de questões Centro de Serviço a Clientes SCE - Vias de contactos Regulamento Certificação Formação fax pessoalmente carta telefone Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro 100 Meses 50 0 Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Meses ADENE Agência para a Energia Centro de Serviço a Clientes Tel.: Fax: [email protected] web: Imagem do sistema Suporte organizacional Suporte tecnológico Peritos qualificados Emissão de DCRs e CEs Próximos desafios Divulgação 4
5 SCE funciona sobre uma plataforma informática Perito Qualificado Utilizador Acesso Público Portal Institucional (Internet) Portal Extranet / Intranet Colaborador da ADENE + outras entidades Base de Dados de Conteúdos Base de Dados Documental Gestão de Utilizadores SCE Sistema de Contabilidade Unicre / SIBS Base de Dados Aplicacional Estrutura de acesso: áreas públicas e áreas reservadas Portal ADENE Sub-portal SCE Bolsa Peritos Qualificacdos Informação Institucional Acesso Reservado Acesso Público Edifícios Certificados Outras Informações Entidades Supervisoras Peritos Qualificados Associações Profissionais 5
6 Portal ADENE, Sub-portal SCE e Extranet reservada Imagem do sistema Suporte organizacional Suporte tecnológico Peritos qualificados (PQs) Emissão de DCRs e CEs Próximos desafios Divulgação 6
7 Requisitos para reconhecimento Formação de base adequada Formação específica na área de intervenção (RCCTE, RSECE-E, RSECE-QAI) Pelo menos 5 anos de experiência profissional na área de intervenção Membro da OE, ANET ou OA 120 peritos RCCTE, 41 peritos RSECE-Energia e 36 peritos RSECE-QAI Estratégia para formação específica ADENE Formação de formadores 228 formandos frequentaram cursos 303 potenciais formadores 256 formadores já concluíram formação ou estão em processo de conclusão 47 não aprovados Formação específica para Peritos Qual. Módulo técnico (RCCTE. RSECE-E, RSECE-QAI) = + Instituições Módulo técnico 45 instituições reconhecidas 41 cursos RCCTE 24 cursos RSECE-E 24 cursos RSECE-QAI Módulo Certificação (RCCTE, RSECE) ADENE Mód. Certificação > 115 formandos em formandos no 1º semestre de
8 Imagem do sistema Suporte organizacional Suporte tecnológico Peritos qualificados (PQs) Emissão de DCRs e CEs Próximos desafios Divulgação Aplicação do SCE faseada entre 2007 e Julho 2006 Início da aplicação dos novos regulamentos (RCCTE e RSECE) 1 Julho Julho Janeiro 2009 Início da aplicação do SCE a novos grandes edifícios (> 1000 m 2 ) que peçam licença ou autorização de construção após esta data Início da aplicação do SCE a novos pequenos edifícios (< 1000 m 2 ) que peçam licença ou autorização de construção após esta data Início da aplicação do SCE a todos os restantes edifícios, incluindo os existentes Edifício com mais de 1000 m 2 : conjunto das fracções autónomas cuja soma das respectivas áreas úteis seja superior a 1000 m 2 8
9 Processo de certificação Verificação da aplicação dos requisitos regulamentares Emissão de certificado e indicação de medidas de melhoria RCCTE Habitação Classificação do desempenho energético RSECE Serviços Medidas de melhoria aplicáveis Emissão e registo electrónicos de DCRs e CEs Composição do documento a partir de dados introduzidos no formulário electrónico Mais de 500 DCRs já registadas no sistema! 9
10 1ª e 2ª páginas iguais, tamanho total adaptável CE inclui campo para Manutenção e Técnicos 10
11 e também para os resultados das Inspecções! Cartão de identificação de técnico credenciado 11
12 Imagem do sistema Suporte organizacional Suporte tecnológico Peritos qualificados (PQs) Emissão de DCRs e CEs Próximos desafios Divulgação Principais desafios até 2009 Formação Prosseguir e intensificar esforço de formação de PQs Objectivo: 2000 peritos qualificados em 2009 Fiscalização de PQs Garantia de qualidade do sistema Objectivo: avaliar 5 a 10% dos processos registados Aplicação dos actuais regulamentos e SCE Prosseguir esforço de esclarecimento de alguns aspectos relacionados com a aplicação regulamentar e do SCE Objectivo: definição progressiva de regras e orientações comuns Metodologias para edifícios existentes Definir soluções simplificadas e de fácil aplicação Objectivo: facilitar e reduzir custo da certificação para edif. existentes 12
13 Imagem do sistema Suporte organizacional Suporte tecnológico Peritos qualificados (PQs) Emissão de DCRs e CEs Próximos desafios Divulgação Estratégia: dos profissionais ao público em geral Jul 2007 Mai - Jul 2008 Jan 2009 Iniciativas Câmaras Municipais Reuniões em colaboração com a rede de Agências de Energia Sectoriais Construção e Promotores Imobiliários Eventos e Feiras Profissionais Campanha Mass Media 1 Evento Grande Público Campanha Mass Media 2 Alvo Especialistas e profissionais Grande Público 13
14 Campanha Um dia todos os edifícios serão verdes 14
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) Sistema de Certificação Energética - Geral
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) Sistema de Certificação Energética e de QAI Transposição da Directiva Comunitária Regulamentação dos edifícios
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE)
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) Sistema de Certificação Energética e de QAI Certificados Energéticos e de QAI Processo de certificação Balanço
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) Sistema de Certificação Energética - Geral
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) Sistema de Certificação Energética e de QAI Contexto nacional energético e ambiental Transposição da Directiva
Sistema de Certificação Energética e de QAI
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios Outubro 2007 Sistema de Certificação Energética e de QAI Contexto nacional energético e ambiental Transposição da
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE)
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) Aplicação da nova legislação aos edifícios existentes 8ªs Jornadas de Climatização Ordem dos Engenheiros, 15
CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR NOS EDIFÍCIOS
CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR NOS EDIFÍCIOS Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) Sistema de Certificação Energética e de
Sessão de Divulgação: Avisos QREN Eficiência Energética em PME e IPSS Local: Auditório do NERGA - Guarda
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) Sessão de Divulgação: Avisos QREN Eficiência Energética em PME e IPSS Local: Auditório do NERGA - Guarda DATA
Sistema Nacional de Certificação Energética de Edifícios (SCE) Paulo Santos / ADENE PORTUGAL
Sistema Nacional de Certificação Energética de Edifícios (SCE) Paulo Santos / ADENE PORTUGAL Inmetro, Brasil, 14 e 15 de Maio 2012 ÍNDICE ADENE - Apresentação Enquadramento e introdução ao SCE Formação
CURSOS DE FORMAÇÃO Curso para Peritos Qualificados no Sistema de Certificação Energética
CURSOS DE FORMAÇÃO Curso para Peritos Qualificados no Sistema de Certificação Energética Módulo RSECE- Energia: Regulamento dos Sistemas Energéticos de Climatização em Edifícios No âmbito do desenvolvimento
Cumprir Quioto é um desafio a ganhar
Cumprir Quioto é um desafio a ganhar 90 Emissões de GEE e compromissos 2008-2012 em Portugal Emissões de GEE (Mt de CO 2) 75 60 45 30 15 +27% 0 1990 1995 2000 2005 2010 2015 Emissão de GEE Meta Quioto
CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA (nova edição)
CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA (nova edição) MÓDULO RCCTE OBJECTIVOS Formação de peritos qualificados no âmbito da Certificação Energética de Edifícios no que respeita à aplicação do novo Regulamento das Características
ANEXO: PROGRAMA DO CURSO 1º Módulo: Fundamentos de Térmica de Edifícios FTE
ANEXO: PROGRAMA DO CURSO 1º Módulo: Fundamentos de Térmica de Edifícios FTE 1. O BALANÇO ENERGÉTICO NOS EDIFÍCIOS (1,0 H.) 1.1. Condução através da envolvente; 1.2. Renovação de ar; 1.3. Ganhos Internos;
Dr. Paulo Santos ADENE
Dia 28 de Maio Construir com Sustentabilidade Dr. Paulo Santos ADENE Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) 1 Distrito de Lisboa com quase 20000 edifícios
VIII SIMPÓSIO LUSO ALEMÃO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS FOTOVOLTAICO Energia solar nos edifícios
VIII SIMPÓSIO LUSO ALEMÃO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS FOTOVOLTAICO Energia solar nos edifícios Sheraton Lisboa Hotel & Spa, na sala White Plains Lisboa, 25 de Outubro de 2011 ADENE Agência para a Energia Rui
Novo Sistema de Certificação Energética de Edifícios (SCE)
Novo Sistema de Certificação Energética de Edifícios (SCE) Paulo Liborio ADENE Organização: Prima F5 e este botão para Introduzir o nome da Direcção/Departamento no rodapé da apresentação Consumo de energia
Guia Prático do Certificado Energético da Habitação
Guia Prático do Certificado Energético da Habitação Fonte: ADENE O QUE É UM CERTIFICADO ENERGÉTICO? Um Certificado Energético (CE) de um edifício ou fracção autónoma é o documento emitido no âmbito do
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios SCE Sistema Nacional de Certificação Energética e Qualidade do Ar Interior DL 78/2006 Sistema Nacional de Certificação
Eficiência Energética
Eficiência Energética O Sistema de Certificação Energética e o seu Impacto Energia 2020, FCUL, 8 Fevereiro 2010 Sistema de Certificação Energética e de QAI Certificados Energéticos e de QAI Ponto de situação
Sessão Esclarecimentos
Sessão Esclarecimentos Nova regulamentação do Sistema Nacional de Certificação Energética de Edifícios (Decreto-Lei nº 118/2013) Francisco Passos Direção Auditoria Edifícios ADENE Caldas da Rainha, 29
Ernesto F. Peixeiro Ramos, ANPQ
Ernesto F. Peixeiro Ramos, ANPQ UTILIZAÇÃO DE ENERGIA A utilização de energia no mundo 53% até 2035 (base 2008) aumentará A utilização de energia na China vai duplicar nos próximos 10 anos O contínuo aumento
PROPOSTA. 1. Introdução. Com base nos textos legais:
RESPONSABILIDADES DOS PROJECTISTAS DE INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E SISTEMAS DE AQUECIMENTO, VENTILAÇÃO E AR CONDICIONADO VERSUS RESPONSABILIDADES DOS PERITOS QUALIFICADOS NO ÂMBITO DO SCE (SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO
2. O Artigo 7.º do DL 78/20006, Exercício da função de perito qualificado, estabelece:
Assunto: SCE Certificação de Competências 1. O Decreto Lei n.º 78/2006, de 4 de Abril, transpõe parcialmente para a ordem jurídica nacional a directiva n.º 2002/91/CE, do parlamento Europeu e do Conselho,
SESSÃO TÉCNICA SOBRE O VALE I&DT E VALE INOVAÇÃO NOS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS
SI À INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO SI À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME SESSÃO TÉCNICA SOBRE O VALE I&DT E VALE INOVAÇÃO NOS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Data: 13 de Outubro
SEMINÁRIO FACHADAS ENERGETICAMENTE EFICIENTES: CONTRIBUIÇÃO DOS ETICS/ARGAMASSAS TÉRMICAS FACHADAS EFICIENTES NO DESEMPENHO ENERGÉTICO DE EDIFÍCIOS
SEMINÁRIO FACHADAS ENERGETICAMENTE EFICIENTES: CONTRIBUIÇÃO DOS ETICS/ARGAMASSAS TÉRMICAS FACHADAS EFICIENTES NO DESEMPENHO ENERGÉTICO DE EDIFÍCIOS LISBOA, 10 DE MAIO DE 2012 ADENE Agencia para a Energia
DECRETO N.º 162/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.
DECRETO N.º 162/XII Aprova os requisitos de acesso e de exercício da atividade de perito qualificado para a certificação energética e de técnico de instalação e manutenção de edifícios e sistemas, conformando-o
GUIA PARA A FORMAÇÃO DE ENTIDADES A CREDENCIAR NO ÂMBITO DA SCIE
GUIA PARA A FORMAÇÃO DE ENTIDADES A CREDENCIAR NO ÂMBITO DA SCIE 1/17 Índice 1. Introdução... 3 2. Formação... 4 2.1 Objectivos gerais do curso... 4 2.2. Conteúdos programáticos... 4 2.3. Equipa formativa...
CERTIFICADO DE DESEMPENHO ENERGÉTICO E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR
Nº CER 1234567/2007 CERTIFICADO DE DESEMPENHO ENERGÉTICO E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR TIPO DE EDIFÍCIO: EDIFÍCIO DE SERVIÇOS Morada / Situação: Localidade Concelho Data de emissão do certificado Nome
Gestão de Energia e Eficiência Energética nas Empresas O enquadramento legal!
Gestão de Energia e Eficiência Energética nas Empresas O enquadramento legal! 25 de Janeiro de 2013 Agenda: Enquadramento Legislativo e Regulamentar adequado à Utilização de Energia nas empresas; Âmbito
CERTIFICADO DE DESEMPENHO ENERGÉTICO E DA QUALIDADE DO AR INTERIOR
Nº CER 1234567/2007 CERTIFICADO DE DESEMPENHO ENERGÉTICO E DA QUALIDADE TIPO DE EDIFÍCIO: EDIFÍCIO HABITAÇÃO UNIFAMILIAR / FRACÇÃO AUTÓNOMA DE EDIF. MULTIFAMILIAR Morada / Situação: Localidade Freguesia
PRINCIPAL REGULAMENTAÇÃO EXISTENTE E SUA IMPLEMENTAÇÃO A NÍVEL EUROPEU CAPÍTULO 3
PRINCIPAL REGULAMENTAÇÃO EXISTENTE E SUA IMPLEMENTAÇÃO A NÍVEL EUROPEU CAPÍTULO 3 PRINCIPAL REGULAMENTAÇÃO EXISTENTE E SUA IMPLEMENTAÇÃO A NÍVEL EUROPEU 19 CAPÍTULO 3 ÍNDICE 3. PRINCIPAL REGULAMENTAÇÃO
Certificação energética dos edifícios existentes
Certificação energética dos edifícios existentes Metodologias simplificadas, vantagens, dificuldades e inconvenientes Helder Gonçalves e Laura Aelenei 8ª Jornadas de Climatização Lisboa, 15 de Outubro
FICHA DE CURSO DESIGNAÇÃO. DURAÇÃO 128 Horas + 3 horas de exame. ÁREA TEMÁTICA DA FORMAÇÃO 862 Segurança e Higiene no Trabalho
FICHA DE CURSO Neste documento poderá encontrar as principais informações sobre o curso pretendido, nomeadamente a duração, área temática, destinatários, objetivo geral e objetivos específicos, estrutura
Assunto: Seminário no âmbito do Mês da Energia Microgeração e Eficiência Energética.
Diversos Circular n.º 68/2007 21 de Maio de 2007 Assunto: Seminário no âmbito do Mês da Energia Microgeração e Eficiência Energética. Caro Associado: No âmbito das actividades do Mês da Energia, promovidas
GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES
GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Decreto Regulamentar Regional n.º 26/2007/A de 19 de Novembro de 2007 Regulamenta o Subsistema de Apoio ao Desenvolvimento da Qualidade e Inovação O Decreto Legislativo Regional
REGULAMENTO DA BOLSA DE AUDITORES
Preâmbulo Tendo por objecto a salvaguarda da qualidade das auditorias executadas sobre actividades ou exercício farmacêuticos, a Ordem dos Farmacêuticos veio criar o presente regulamento da Bolsa de Auditores.
Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone +251 11 5517700 Website : www.au.int
AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone +251 11 5517700 Website : www.au.int A União Africana, estabelecida como um único órgão continental Pan-africano
O palácio de Belém Um exemplo pioneiro
O palácio de Belém Um exemplo pioneiro Workshop - TIC e Eficiência Energética: O Estado deve dar o exemplo Teresa Ponce de Leão 23 de Junho de 2010 Extracto do relatório 2009 O processo que conduziu à
Seminário Uso Sustentável de Produtos Fitofarmacêuticos
Seminário Uso Sustentável de Produtos Fitofarmacêuticos Habilitação de aplicadores de produtos fitofarmacêuticos / operadores de venda Patacão, 5 de Novembro de 2014 Nídia Ramos e Maria José Romana 1 Seminário
7. Jornadas de Climatização
7. Jornad de Climatização As qualificações exigid para os Técnicos de Manutenção e Responsáveis pelo Funcionamento Fernando Brito 8 de Novembro de 2007 Introdução O que diz o Regulamento: Artº 19 Condução
Porto, 21 de Março 2012. Ventilação e QAI em edifícios
Porto, 21 de Março 2012 Ventilação e QAI em edifícios ÍNDICE SCE O certificado Método de cálculo Edifícios de habitação Edifícios de serviços Evolução do Sistema de Certificação Energética em Portugal
APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS DE ENGENHARIA DAS ESPECIALIDADES E OUTROS ESTUDOS
Registo n.º Data / / O Funcionário APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS DE ENGENHARIA DAS ESPECIALIDADES E OUTROS ESTUDOS artº. 20º, nº. 4 do Decreto-Lei nº. 555/99, de 16 de Dezembro, na redação do Decreto-Lei nº.
MÊS DA ENERGIA - AÇORES
MÊS DA ENERGIA - AÇORES SEMINÁRIO Eficiência Energética Credenciação de Técnicos no âmbito do SCE Fernando Brito Ponta Delgada 6 de Maio de 2008 1 1 COMISSÃO TRIPARTIDA CTAQAI DIRECÇÃO GERAL DE ENERGIA
O seu parceiro para a qualidade
Página 1 de 5 1. OBJECTIVO Este procedimento geral estabelece as regras para a gestão da transição para a nova norma NM ISO 9001: 2015. 2. ÂMBITO Este procedimento aplica-se a transição normativa da NM
Certificação Energética de Edifícios. Andreia Bastos Brandão
Certificação Energética de Edifícios Andreia Bastos Brandão Sistema de Certificação Energética de Edifícios SCE é um instrumento de política energética cuja implementação tem contribuído para um maior
CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS REABILITADSOS
CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS REABILITADSOS Vasco Peixoto de Freitas LFC Laboratório de Física das Construções FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO Vasco Peixoto de Freitas OASRN_2008-1
PROPOSTA ALTERNATIVA
PROJECTO DECRETO LEI SOBRE O EXERCÍCIO DA COORDENAÇÃO EM MATÉRIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NA ACTIVIDADE DE, PREVISTA NO DECRETO LEI N.º 273/2003, DE 29 DE OUTUBRO, BEM COMO O RECONHECIMENTO DOS RESPECTIVOS
1º Jornada Responsabilidade Social em Portugal. New Atlântica 16 de outubro de 2015
1º Jornada Responsabilidade Social em Portugal New Atlântica 16 de outubro de 2015 AGENDA 1/2 OEIRAS SOLIDÁRIA O que é o POS Objetivos O que fazemos Estrutura Organizativa Potencialidades Tipologia de
Certificação e Acreditação Auditorias. Normalização Processos de certificação Processos de acreditação Auditorias dos sistemas de gestão da qualidade
Certificação e Acreditação Auditorias Sumário da Aula JN2 Normalização Processos de certificação Processos de acreditação Auditorias dos sistemas de gestão da qualidade 1 Normalização Norma Internacional
Eixos Estratégicos Objectivos Estratégicos Objectivos Operacionais Acções. 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias
1. Oferta Formativa 1.1. Dinamizar e consolidar a oferta formativa 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias 1.1.2. Promover o funcionamento de ciclos de estudos em regime
REGULAMENTO INTERNO DE QUALIFICAÇÃO
REGULAMENTO INTERNO DE QUALIFICAÇÃO Preâmbulo A qualificação dos farmacêuticos é um requisito fundamental para a sua adequada intervenção no Sistema de Saúde. A maximização da qualidade desta intervenção
PROPOSTA DE LEI N.º 12/X. Exposição de Motivos
PROPOSTA DE LEI N.º 12/X Exposição de Motivos O Programa do XVII Governo Constitucional propôs-se promover a criação de provedores dos espectadores e dos ouvintes, dotados de um estatuto de independência
DISTRIBUIÇÃO: Associações Distritais, Clubes e Câmaras Municipais
CIRCULAR Nº 17/06 06/04/07 DISTRIBUIÇÃO: Associações Distritais, Clubes e Câmaras Municipais ASSUNTO: CURSO DE MANUTENÇÃO DE PISCINAS 2006 1. Objectivos - Dotar os responsáveis pela manutenção dos equipamentos
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE)
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) 10 AS JORNADAS DE CLIMATIZAÇÃO Requisitos de Ar Novo para as Escolas: propostas para o novo RSECE Lisboa, Auditório
DOSSIER DE ACREDITAÇÃO PARA FORMAÇÃO EM TAT
Instituto Nacional de Emergência Médica, I.P. DOSSIER DE ACREDITAÇÃO PARA FORMAÇÃO EM TAT Maio de 2012 Departamento de Formação em Emergência Médica Rua Almirante Barroso, n.º 36, 4º Piso 1000-013 Lisboa
A rede de Euro Info Centres E I C
Facilitar o acesso à União Europeia A rede de Euro Info Centres E I C Uma chave para a EUROPA A Rede de Euro Info Centres 321 Euro Info Centres incluindo: 265 Euro Info Centres tradicionais 13 EIC Cordenadores
Com a publicação dos novos Estatutos da Escola -Diário da República, 2ª série, nº 164, 25 de Agosto de 2009, por iniciativa do Conselho de Direcção,
Com a publicação dos novos Estatutos da Escola -Diário da República, 2ª série, nº 164, 25 de Agosto de 2009, por iniciativa do Conselho de Direcção, iniciou-se um trabalho de reflexão e discussão, tendo
Valorização e Qualificação dos Recursos Humanos da Segurança Social
Valorização e Qualificação dos Recursos Humanos da Segurança Social Dr. Hugo Brás Chefe do Departamento de Recursos Humanos do Instituto Nacional de Segurança Social Workshop Protecção Social Obrigatória:
HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO
HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO ELABORAÇÃO ASSINATURA APROVAÇÃO ASSINATURA ÍNDICE CAPÍTULO 1. POLÍTICA E ESTRATÉGIA/ÂMBITO... 3 1.1 POLÍTICA E ESTRATÉGIA DA ENTIDADE... 3 1.2 OBJECTIVO
REGULAMENTO DA AGMVM N.º 3/2012 NORMALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA
REGULAMENTO DA AGMVM N.º 3/2012 NORMALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA A informação de natureza económico-financeira exige o controlo e a revisão por parte de entidades idóneas, independentes e isentas.
Eficiência energética e Certificação no contexto da Reabilitação: barreiras, oportunidades e experiências
WORKSHOP Eficiência energética e Certificação no contexto da Reabilitação: barreiras, oportunidades e experiências Os desafios... Como identificar e dar a conhecer aos proprietários as oportunidades de
FUNDO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
FUNDO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Apresentação do Aviso 10 Edifício Eficiente 2015 FUNDO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA (FEE) Decreto-Lei nº 50/2010, de 20 Maio O Fundo de Eficiência Energética (FEE) é um instrumento
Geradores de energia eléctrica INVESTIMENTOS NA REDE E ENERGIA. Reforço sobre os meios de redundância
EDIÇÃO MAIO/2012 N 15 Periodicidade: MENSAL ÚNICAElectrónica Boletim Informativo DISP. REGº Nº 48/GABINFO-DEC/2012 DIRECÇÃO: Cacilda Z. Chicalia FEVEREIRO/2013 Geradores de energia eléctrica INVESTIMENTOS
Green Value Energy Building Solutions
Company Presentation Green Value Energy Building Solutions Junho de 2010 Campo Grande 28, 1ºF 1700-093 Lisboa Portugal Tel: +351.21 817 100 Fax: +351.21 817 109 www.greenvalue.pt e-mail: [email protected]
Candidatura 2010 ENERGIA. Utilização racional de energia e eficiência energético - ambiental em equipamentos colectivos IPSS e ADUP
Candidatura 2010 ENERGIA Utilização racional de energia e eficiência energético - ambiental em equipamentos colectivos IPSS e ADUP ÍNDICE: 1. ENQUADRAMENTO 2. EIXO 2 APOIO AS ENERGIAS RENOVÁVEIS 3. OBJECTIVOS
FICHA TÉCNICA DO CURSO
FICHA TÉCNICA DO CURSO ACÚSTICA DE EDIFÍCIOS EDIÇÃO Nº01/2015 1. DESIGNAÇÃO DO CURSO ACÚSTICA DE EDIFÍCIOS 2. COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER - Saber dotar um edifício de boas condições de conforto acústico,
INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA PÓS-GRADUAÇÃO EM FINANÇAS EMPRESARIAIS. 1.ª Edição 2011-2012
INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA PÓS-GRADUAÇÃO EM FINANÇAS EMPRESARIAIS 1.ª Edição 2011-2012 Nos termos do disposto no artigo 8.º, n.º 1, a), do Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior, aprovado
CADERNO DE ENCARGOS CONCESSÃO DE USO PRIVADO DE ESPAÇO DO DOMÍNIO PÚBLICO NO JARDIM MUNICIPAL PARA INSTALAÇÃO E EXPLORAÇÃO DE DIVERSÕES
CADERNO DE ENCARGOS CONCESSÃO DE USO PRIVADO DE ESPAÇO DO DOMÍNIO PÚBLICO NO JARDIM MUNICIPAL PARA INSTALAÇÃO E EXPLORAÇÃO DE DIVERSÕES Cláusula 1ª Princípio geral O presente Caderno de Encargos compreende
A Reabilitação Urbana e a Energia na Legislação Nacional e na Gestão Municipal (SIM Porto e. Eduardo de Oliveira Fernandes AdEPorto
A Reabilitação Urbana e a Energia na Legislação Nacional e na Gestão Municipal (SIM Porto e outros ) Eduardo de Oliveira Fernandes AdEPorto 3 de Abril de 2013 INDICE - A importância da Reabilitação - A
Perguntas Frequentes Pneus Usados
Perguntas Frequentes Pneus Usados 1. Qual a legislação em vigor em matéria de gestão de pneus usados? O Decreto-Lei n.º 111/2001, de 6 de Abril, estabelece os princípios e as normas aplicáveis à gestão
Encontro Anual Agenda 21 Local. Guia Agenda 21 Local. Um desafio de todos
Encontro Anual Agenda 21 Local Guia Agenda 21 Local Um desafio de todos Isabel Lico Montemor-o-Novo 20 novembro 2015 Objetivos do Guia Agenda 21 Um desafio de todos Referencial Normativo Conceção e implementação
Água Quente Solar para PORTUGAL (AQSpP) E. Maldonado DGE
Água Quente Solar para PORTUGAL (AQSpP) E. Maldonado DGE Programa AQS Acção específica prevista no Plano Energético Nacional Implementação a cargo da DGE com apoio do POE (2002-2004, 1.035.000 ) Execução
PLANO DE ACTIVIDADES PARA O ANO DE 2014
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DA ESPONDILITE ANQUILOSANTE PLANO DE ACTIVIDADES PARA O ANO DE 2014 I INTRODUÇÃO Nos termos da alínea b) do Artigo 35.º dos Estatutos da ANEA, a Direcção desta associação apresenta
