Regulamento do Programa Institucional de Nivelamento - PIN
|
|
|
- Matheus Gil
- 6 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Regulamento do Programa Institucional de Nivelamento - PIN PROGRAMA INSTITUCIONAL DE NIVELAMENTO DA FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE CONSELHEIRO LAFAIETE Art. 1º. O Programa Institucional de Nivelamento destina-se, primeiramente, aos alunos matriculados no primeiro e segundo períodos dos cursos de Graduação da Faculdade Presidente Antônio Carlos de Conselheiro Lafaiete, visando possibilitar ao acadêmico recém-chegado à Instituição, um contato com novas estratégias de atendimento e formato das atividades pedagógicas desenvolvidas para a superação de dificuldades de aprendizagem. Parágrafo único. Por orientação do atendimento psicopedagógico ou da coordenação de curso, poderão ser atendidos alunos matriculados em períodos distintos daqueles informados no caput desse artigo. Art. 2. São objetivos do Programa Institucional de Nivelamento: I. Reduzir problemas como a evasão ou reprovação do aluno já nos primeiros períodos do curso, ensejando, primeiramente, a adoção de métodos pedagógicos que permitam a reorientação do processo ensino-aprendizagem e o resgate dos conteúdos não assimilados pelo aluno advindo do Ensino Médio, essenciais ao aprendizado acadêmico; II. Propiciar a recuperação e o aprimoramento de conhecimentos básicos e imprescindíveis ao prosseguimento dos estudos; III. Favorecer o acompanhamento dos componentes curriculares e/ou conteúdos do curso, amenizando as dificuldades dos alunos; IV. Promover um ambiente de equalização dos saberes considerados prérequisitos para o prosseguimento de um curso superior; V. Promover a inclusão universitária dos alunos com dificuldades em conteúdos básicos; VI. Propiciar a construção de competências básicas para o domínio da leitura, produção e interpretação de textos bem como dos conhecimentos matemáticos e da física;
2 VII. Promover um trabalho integrado e interdisciplinar entre o programa e a graduação; VIII. Provocar uma mudança de atitude do aluno em relação ao seu processo de aprendizagem, considerando a autoaprendizagem como fator essencial para seu desenvolvimento; IX. Proporcionar interatividade entre docentes e alunos nesse processo de recuperação de conhecimentos; X. Promover atividades que estimulem o raciocínio lógico. Art. 3. O PIN está organizado em módulos, sendo os módulos de Conhecimentos da Matemática, Conhecimento da Física e Conhecimento da Química realizados em forma de oficinas. 1. Os conteúdos programáticos dos módulos constam no conteúdo programático deste regulamento. 2. Os módulos serão desenvolvidos na modalidade semipresencial, sendo cinquenta por cento (50%) da carga horária total cumprida presencialmente e o restante por meio de atividades autônomas. Art. 4º. A participação no PIN será orientada e recomendada aos alunos, excluindo a obrigatoriedade. Art. 5º. Caberá aos docentes responsáveis pelo desenvolvimento do PIN o controle da frequência dos alunos. Art. 6. Aos alunos que obtiverem 75% da frequência de cada módulo do PIN, caberá declaração de participação que poderá ser utilizada para efeito de cumprimento de atividades acadêmicas. Art. 7º. O programa de ensino do curso está organizado com conteúdos de formação básica, de forma a atender todos os cursos de graduação da Faculdade. Art.8º. O PIN será avaliado de forma contínua e sistemática, considerando o desempenho dos alunos nas disciplinas dos cursos.
3 Art. 9º. As aulas presenciais serão oferecidas aos sábados ou em horários compatíveis com os horários das aulas regulares. Art. 10. Compete à coordenação do PIN: I. Assegurar o bom desenvolvimento do programa; II. Manter estreito contato com professores e coordenadores a fim de que o programa esteja sempre articulado à graduação; III. Promover a avaliação contínua do programa por meio da ação-reflexão-ação; IV. Identificar as necessidades de recursos materiais e humanos para o bom desempenho do programa, coordenando ações para supri-los; V. Reunir dados e elaborar relatórios estatísticos para a Diretoria Acadêmica. VI. Emitir listas dos alunos freqüentes para encaminhamento aos coordenadores de curso. Art. 11. Compete aos professores do programa: I. Conduzir as aulas e respectivas atividades, de acordo com os objetivos do programa e considerando o perfil dos alunos; II. Promover metodologias diferenciadas com vistas ao melhor desempenho dos alunos; III. Avaliar o desempenho dos alunos elaborando relatórios de desenvolvimento e aproveitamento das turmas; IV. Colaborar com a coordenação do programa no que for necessário; Art. 12. Compete aos coordenadores de curso de graduação: I. Acompanhar o desenvolvimento do programa mantendo contínuo diálogo com sua coordenação e com os professores; II. Encaminhar ao programa os alunos que deles necessitem, de acordo com análise do processo seletivo e informações dos professores; III. Colaborar no que for necessário para o bom desenvolvimento do programa; IV. Promover, em parceria com a coordenação do programa, sua avaliação contínua. Art. 13. Compete aos professores dos cursos de graduação: I. Incentivar os alunos a participarem do PIN, informando seus benefícios e o quanto poderá contribuir para o seu bom desempenho acadêmico; II. Encaminhar alunos ao Programa considerando suas observações e diagnósticos;
4 III. Avaliar os alunos participantes do programa apontando seus avanços e necessidades. Art. 14. Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pelo Comitê de Gestão. Art. 15. Este Regulamento entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário. Conteúdo programático do Programa Institucional de Nivelamento (PIN) 1. Conhecimentos de Pré-cálculo (Professor Licenciado em Matemática) Retomar conteúdos do Ensino Fundamental e Ensino Médio, que serão essenciais para a assimilação de conteúdos de formação específica como Cálculo, Álgebra, Geometria, entre outros. Módulo I: Conjuntos Numéricos; Razões e Proporções; Regra de três simples e composta Perímetro; Área, Volume, Polinômios; Produtos Notáveis; Fatoração de Polinômios Módulo II: Equações do 1º Equações do 2º grau; Funções: -quadrática -exponencial; -logaritmica; Geometria Plana; Geometria Espacial;
5 Seqüências reais; Matrizes e seus elementos; Determinantes; Raízes de equações: do 1º, 2º e 3º grau; Relações trigonométricas Funções trigonométricas. Regulamento avaliado, revisto e aprovado, pelo comitê de Gestão em 28 de junho de 2011.
NIVELAMENTO DO CONHECIMENTO EDITAL Nº 02/2018 CEUNI - FAMETRO
NIVELAMENTO DO CONHECIMENTO O Centro Universitário Fametro - CEUNI torna público que no período de 01/03 a 13/03/2018, as coordenações dos cursos estarão realizando nas turmas de 1º período, levantamento
Sociedade Brasileira de Matemática Regimento do Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional- PROFMAT
Sociedade Brasileira de Matemática Regimento do Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional- PROFMAT CAPÍTULO I DA NATUREZA E OBJETIVOS Art. 1 o O Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional
Fundação Presidente Antônio Carlos - FUPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos de Aimorés
REGULAMENTO DO NIVELAMENTO DA FACULDADE PRESIDENTE ANTONIO CARLOS DE AIMORÉS Regulamenta o Nivelamento no âmbito da Faculdade Presidente Antônio Carlos de Aimorés. INTRODUÇÃO Diante do panorama atual da
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA LICENCIATURA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E FINALIDADES
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA LICENCIATURA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E FINALIDADES Art. 1º Este regulamento tem por finalidade, fixar as normas técnico-operativas,
UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO
1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO MINUTA RESOLUÇÃO/UEPB/CONSEPE/XX/2013 Regulamenta e define a carga horária e a ementa do componente curricular Estágio Supervisionado,
MINUTA REGULAMENTO- DIRETRIZES OPERACIONAIS PARA INCLUSÃO DE CARGA HORÁRIA SEMIPRESENCIAL EM CURSOS PRESENCIAIS DO IFG
MINUTA REGULAMENTO- DIRETRIZES OPERACIONAIS PARA INCLUSÃO DE CARGA HORÁRIA SEMIPRESENCIAL EM CURSOS PRESENCIAIS DO IFG CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia
CAPÍTULO I - Conceituação e Objetivos
REGULAMENTO GERAL TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC Ensino Técnico do Centro Paula Souza CAPÍTULO I - Conceituação e Objetivos Art. 1º O Trabalho de Conclusão de Curso - TCC constitui-se numa atividade
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N , DE 22 DE MARÇO DE 2012
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.262, DE 22 DE MARÇO DE 2012 Institui o Regulamento para a realização dos Estágios Supervisionados,
DISPOSIÇÕES GERAIS DO SUPERVISOR DE ESTÁGIO
REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO PARA O CURSO DE GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA HABILITAÇÃO LICENCIATURA - MODALIDADE PRESENCIAL - CAMPUS DE IVAIPORÃ (CRV) DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º O Estágio Curricular
REGIMENTO INTERNO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO DO ESTÁGIO
REGIMENTO INTERNO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO DO ESTÁGIO Art. 1º. O Estágio Curricular Obrigatório dos cursos de graduação das Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu
FACULDADE ALDETE MARIA ALVES Instituição Ituramense de Ensino Superior
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE ALDETE MARIA ALVES FAMA 1 CAPÍTULO I DAS FINALIDADES Art. 1º. O presente Regulamento disciplina as Atividades Complementares
RESOLUÇÃO N 010/2016/CEG/CONSEPE
RESOLUÇÃO N 010/2016/CEG/CONSEPE Regulamenta as normas para inclusão de disciplinas semipresenciais em cursos de graduação presencial da UFAM. O PRÓ-REITOR DE ENSINO DE GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS Art. 1º O Estágio Curricular Supervisionado consiste num conjunto de atividades profissionais desempenhadas pelos alunos, sendo
Regimento do Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional
Regimento do Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional Capítulo I Natureza e Objetivos Artigo 1 - O Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (PROFMAT) tem como objetivo proporcionar
REGIMENTO DE DEPENDÊNCIA E/OU ADAPTAÇÃO Faculdade Metropolitana São Carlos - FAMESC
REGIMENTO DE DEPENDÊNCIA E/OU ADAPTAÇÃO Faculdade Metropolitana São Carlos - FAMESC Bom Jesus do Itabapoana Atualizado em 2017 REGIMENTO DE DEPENDÊNCIA E/OU ADAPTAÇÃO Art. 1º - O presente Regimento tem
REGIMENTO DE ESTÁGIOS CURRICULARES DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM LETRAS-LIBRAS
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA NÚCLEO DE CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE LIBRAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM LETRAS LIBRAS REGIMENTO DE ESTÁGIOS CURRICULARES
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPIRÍTO SANTO - UFES MINUTA: 001/2006 REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS
57 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPIRÍTO SANTO - UFES MINUTA: 001/2006 REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS Súmula: Estabelece diretrizes sobre os objetivos,
REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE LICENCIATURA
Anexo à Resolução nº 06 de 16 de maio de 2011. REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE LICENCIATURA CAPÍTULO I DA NATUREZA E DAS FINALIDADES 2 CAPÍTULO II DAS COMPETÊNCIAS 2 CAPÍTULO
ESCOLAS TÉCNICAS SENAI BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DOS CURSOS TÉCNICOS SENAI BA. Salvador
ESCOLAS TÉCNICAS SENAI BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DOS CURSOS TÉCNICOS SENAI BA Salvador 2016 1 CAPÍTULO I DA APRESENTAÇÃO Art. 1º. O presente Regulamento estabelece as finalidades, objetivos, atribuições
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO LICENCIATURA EM LETRAS
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO LICENCIATURA EM LETRAS TÍTULO l ESTÁGIO CAPÍTULO I PRINCÍPIOS E DIRETRIZES Art. 1 A Prática de Ensino e Estágio Supervisionado desenvolver-se-á de acordo com as normas
REGIMENTO DE DEPENDÊNCIA Faculdade Metropolitana São Carlos - FAMESC
REGIMENTO DE DEPENDÊNCIA Faculdade Metropolitana São Carlos - FAMESC Bom Jesus do Itabapoana RJ Atualizado em 2017 REGIMENTO DE DEPENDÊNCIA Art. 1º - O presente Regimento tem por finalidade estabelecer
Associação Educativa Evangélica FACULDADE RAÍZES Plantando Conhecimento para a Vida
REGULAMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE CAPÍTULO I DAS CONSIDRAÇÕES PRELIMINARES Art.1º O presente Regulamento disciplina as atribuições e o funcionamento do Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso
ANEXO B - ESTÁGIO SUPERVISIONADO I, II e III E PRÁTICA DE ENSINO
ANEXO B - ESTÁGIO SUPERVISIONADO I, II e III E PRÁTICA DE ENSINO TÍTULO l ESTÁGIO CAPÍTULO 1 PRINCÍPIOS E DIRETRIZES Art. 1 O Estágio Supervisionado I, II e III, disciplinas pedagógicas integrantes dos
NÚCLEO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DA FACHUSC FACULDADE DE CIENCIAS HUMANAS DO SERTÃO CENTRAL REGULAMENTO
DA FACHUSC FACULDADE DE CIENCIAS HUMANAS DO SERTÃO CENTRAL REGULAMENTO O Núcleo de Estágio Supervisionado é um órgão de assessoramento das coordenações de curso, é um núcleo de apoio didático-pedagógico
Regimento do Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional
Regimento do Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional Capítulo I Natureza e Objetivos Art. 1 o O Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (PROFMAT) tem como objetivo proporcionar
REGULAMENTO DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE FONOAUDIOLOGIA DA UFCSPA
REGULAMENTO DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE FONOAUDIOLOGIA DA UFCSPA Aprovado em 1º de julho de 2016, pelo CONSEPE, através da Resolução nº 37/2016. CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS Art. 1. Os
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5 DE 24 DE MAIO DE 2019
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS Reitoria Av. Professor Mário Werneck, 2590 - Bairro Buritis
CURSO DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO REGIMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
CURSO DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO REGIMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES Patrocínio, junho de 2013 SUMÁRIO Título I - Disposições Preliminares... 02 Título II - Da Caracterização... 02 Capítulo I Dos
FACULDADE JAUENSE REGULAMENTO PROJETO INTEGRADOR
FACULDADE JAUENSE REGULAMENTO PROJETO INTEGRADOR JAÚ/ SP - 2014 REGULAMENTO DO PROJETO INTEGRADOR DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS
Faculdade Processus REGULAMENTO DO PROJETO DAS ATIVIDADES DE MONITORIA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE PROCESSUS
REGULAMENTO DO PROJETO DAS ATIVIDADES DE MONITORIA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE PROCESSUS Dispõe sobre a oferta de atividades de Monitoria no curso de graduação da Faculdade Processus e dá outras providências.
REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS BACHARELADO - FCBA/UFGD. Capítulo I DA REGULAMENTAÇÃO
REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS BACHARELADO - FCBA/UFGD Capítulo I DA REGULAMENTAÇÃO Art. 1º O Regulamento do Estágio Supervisionado em Ciências Biológicas, do Curso
RESOLUÇÃO Nº 029/2012/CONEPE
RESOLUÇÃO Nº 029/2012/CONEPE Dispõe sobre o Estágio Curricular Supervisionado dos Cursos de Graduação de Licenciatura da UNEMAT. O Reitor da Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT, no uso das atribuições
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIA PARA O ENSINO PRESENCIAL
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIA PARA O ENSINO PRESENCIAL Rio de Janeiro 2018 2 CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS Art. 1º. O Programa de Monitoria, instituído pela Lei nº 5.540/68 e complementada
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE FISIOTERAPIA CAPÍTULO I DAS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE FISIOTERAPIA CAPÍTULO I DAS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES Art.1º O presente Regulamento disciplina a oferta, o funcionamento e o registro acadêmico das
2º A monitoria remunerada por bolsa não gera nenhum vínculo empregatício entre o IFPE e o estudante.
2º A monitoria remunerada por bolsa não gera nenhum vínculo empregatício entre o IFPE e o estudante. 3º O estudante-monitor deverá assinar um Termo de Compromisso específico à atividade de monitoria. Art.4º
REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RORAIMA DEPARTAMENTO DE ENSINO DE GRADUAÇÃO CÂMPUS BOA VISTA REGULAMENTO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO PÚBLICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO PÚBLICA RESOLUÇÃO CSTGP Nº 02/2015 Regulamenta o Estágio Supervisionado obrigatório do Curso
Deliberação CEE 155/17
Deliberação CEE 155/17 TÍTULO III Do Processo de Avaliação Escolar Art. 16 - As propostas pedagógicas das escolas devem indicar com clareza as aprendizagens que devem ser asseguradas aos alunos nos níveis
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O Projeto Pedagógico do Curso de Enfermagem do Centro Universitário do Cerrado - Patrocínio (UNICERP) fundamenta a ação pedagógica, a ser desenvolvida junto aos alunos, na
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DO UGB PARTE I - DOS ASPECTOS GERAIS DO ESTÁGIO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO DO ESTÁGIO
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DO UGB PARTE I - DOS ASPECTOS GERAIS DO ESTÁGIO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO DO ESTÁGIO Art. 1º - Este regulamento tem por finalidade, fixar
REGULAMENTO DO TRABALHO DE CURSO TC
REGULAMENTO DO TRABALHO DE CURSO TC CAPÍTULO I Das Considerações Preliminares Art.1º O presente Regulamento disciplina o processo de elaboração, apresentação e avaliação do Trabalho de Curso TC, cuja realização
REGULAMENTO NÚCLEO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL AO DISCENTE FACULDADE CNEC ILHA DO GOVERNADOR
REGULAMENTO NÚCLEO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL AO DISCENTE FACULDADE CNEC ILHA DO GOVERNADOR Núcleo de Atendimento Educacional ao Discente NAED Regulamento CAPÍTULO I DA NATUREZA E OBJETIVOS DO NAED Art.
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE PADI DA FACULDADE DE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÃ DO NORTE
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE PADI DA FACULDADE DE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÃ DO NORTE 0 1 SUMÁRIO CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 2 CAPÍTULO II - DA FINALIDADE E OBJETIVOS
REGULAMENTO DA BRINQUETOTECA
REGULAMENTO DA BRINQUETOTECA Governador Valadares 2015 REGULAMENTO DA BRINQUEDOTECA Regulamenta o funcionamento da Brinquedoteca no âmbito da Faculdade Presidente Antônio Carlos de Governador Valadares
ANEXO A REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CAPITULO I DA REGULAMENTACAO CAPITULO II
ANEXO A REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CAPITULO I DA REGULAMENTACAO Art. 1º O Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Licenciatura em
UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CAPÍTULO I Das Considerações Preliminares Art.1º O presente Regulamento disciplina a oferta, o funcionamento e o registro acadêmico
Fundação Presidente Antônio Carlos - FUPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos de Aimorés
REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO DA FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE AIMORÉS Regulamenta o funcionamento do Núcleo de Atendimento Psicopedagógico no âmbito da Faculdade Presidente
INSTRUÇÃO NORMATIVA/PROEN Nº 02, DE 26 DE ABRIL DE 2016
INSTRUÇÃO NORMATIVA/PROEN Nº 02, DE 26 DE ABRIL DE 2016 A PRESIDENTE DA CÂMARA DE ENSINO DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO no uso de suas atribuições legais e regimentais, resolve: Estabelecer
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA HABILITAÇÃO EM GESTÃO
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA HABILITAÇÃO EM GESTÃO DA INFORMAÇÃO FLORIANÓPOLIS, SC 2011 CAPITULO I CONCEPÇÃO E OBJETIVOS Art. 1º O Curso de Biblioteconomia
Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento das disciplinas de Trabalho de Conclusão de Curso da Faculdade FAE São José do Pinhais.
1 RESOLUÇÃO CSA N.º 43/2017 APROVA O REGULAMENTO DAS DISCIPLINAS DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO- TCC DA FACULDADE FAE SÃO JOSÉ DOS PINHAIS. O Presidente do Conselho Superior de Administração CSA, no
REGULAMENTO DA ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO -PEDAGÓGICA DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO LATO SENSU DA FACULDADE DR. FRANCISCO MAEDA-FAFRAM/FE
REGULAMENTO DA ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO -PEDAGÓGICA DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO LATO SENSU DA FACULDADE DR. FRANCISCO MAEDA-FAFRAM/FE CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares Art. 1º. Os cursos de Pós Graduação
REGULAMENTO DAS DISCIPLINAS OPTATIVAS DA FACULDADE IESCAMP
REGULAMENTO DAS DISCIPLINAS OPTATIVAS DA FACULDADE IESCAMP Página 1 de 6 REGULAMENTO DAS DISCIPLINAS OPTATIVAS DA FACULDADE IESCAMP I - DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Para os efeitos deste Regulamento
