COMENTÁRIO BÍBLICO ADVENTISTA
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- Malu Domingos
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Transcrição
1 MALAQUIAS
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3 MALAQUIAS INTRODUÇÃO 1. Título- Malaquias, do heb. Mal'aki, significa "meu mensageiro". No entanto, a palavra pode ser uma contração de Mal'alúyah, significando "mensageiro de Yahweh ". Como o nome não ocorre em outro lugar do AT, alguns creem que Malaquias não era o nome do profeta, mas simplesmente uma designação de sua função como "mensageiro" de Deus. 2. Autoria - O profeta não faz qualquer referência à sua vida pessoal nem apresenta datas para seu ministério. Mas, há pouca dúvida de que ele seja o último dos profetas do AT. Malaquias profetizou quando o cativeiro era pouco lembrado, depois que o templo foi restaurado e a adoração estava instituída por algum tempo, o que fic a evidente a partir do conteúdo de seu livro. Os abusos condenados por Malaquias são muito semelhantes aos ocorridos durante a ausência de Neemias em Jerusalém, enquanto estava na corte persa (ver Ne 13:6); assim, é bem possível que Malaquias foi escrito por volta de 425 a.c. De qualquer modo, é possível que o livro deva ser datado durante a época de Neemias ou pouco depois. 3. Contexto histórico - Muitos anos depois do retorno inicial do cativeiro em Babilônia, como "copeiro" do rei Artaxerxes (ver com. de Ne l:ll), Neemias ouviu que as condições não eram boas em Jerusalém e pediu permissão para visitar seus conterrâneos. Prontamente o rei atendeu ao pedido, concedendo a Neemias uma licença para ausentar-se por tempo indeterminado (Ne 2:5, 6). Neemias foi nomeado governador. Tendo iniciado em 444 a.c., durante um período de 12 anos, ele realizou uma grande obra de reforma entre os exilados que retornaram (ver com. de Ne 5:14). Depois que foi chamado de volta para Babilônia, passaram-se alguns anos antes que ele retornasse à Judeia. Ao retornar, encontrou um acentuado estado de decadência espiritual, o que ele se esforçou para corrigir. Foi durante esse período, talvez entre os dois mandatos de Neemias como governador, que o Senhor chamou o profeta Malaquias para guiar o povo de volta ao serviço sincero a Deus (para uma investigação mais completa do contexto histórico de Malaquias, ver vol. 3, p ). 4. Tema - Ao contrário do vibrante esboço profético de Zacarias acerca das ilimitadas possibilidades à disposição dos judeus no retorno do exílio (ver p , 1193), a profecia de Malaquias, um século depois, apresenta uma cena sombria de declínio espiritual progressivo. De fato, os exilados tinham retornado da terra do cativeiro para a terra da promessa, mas o coração deles permaneceu no distante país da desobediência e do esquecimento d e ~ Deus (ver p. 18, 19). A falha deles "no cumprimento do propósito divino era notória nos dias de Malaquias" (PR, 705). Na verdade, as coisas tinham chegado a tal ponto que mesmo os sacerdotes desprezavam o culto e o serviço a Deus e estavam cansados da religião (MI I :6, 13). Por Sua vez, Deus estava cansado da infidelidade e considerava a adoração e o serviço deles completamente inaceitáveis (Mll:lO, 13; 2:13, 17). Embora, para propósitos práticos, a aliança tivesse sido anulada por causa da negligência, Deus misericordiosamente continuou a tolerar Seu povo extraviado. Ele comissionou o profeta Malaquias a dar uma severa mensagem de advertência, lembrando os judeus de suas experiências anteriores como uma nação e chamando-os a retornar para Deus e para as exigências da aliança (PR, 705). Oito vezes o Senhor Se dirige ao povo 1233
4 COMENTÁRIO BÍBLICO ADVENTISTA e aos líderes religiosos. Graciosa e pacientemente, chama-l hes a atenção para um aspecto depois do outro de sua apostasia, e oito vezes eles negaram petulantemente qualquer grau de imperfeição (Ml1:2, 6, 7; 2:13, 14, 17; 3:7, 8, 13, 14). O paciente esforço divino a fim de os israelitas reconhecerem os erros passados, frente à negação cada vez mais veemente do povo de ter feito algo, constitui o tema do livro. Este tema se desenvolve como segue: a. Diplomaticamente, Deus inicia relembrando a Israel o Seu amor eterno, mas eles insensivelmente protestam a falta de evidência de que Ele os ame. Deus responde lembrando-lhes de que foi pela virtude de Seu amor que eles tinham se tornado uma nação (Ml 1:2-4). b. Observando que Israel devia dar a Deus a honra que um filho mostra ao pai, Ele os ac usa de desprezá-lo em vez de corresponder ao amor. Eles estupidamente negam a acusação (v. 6). c. Deus apresenta provas do desprezo deles para com Ele, apontando sua atitude em relação aos ritos sagrados do templo. Eles "poluíram", ou tornaram comuns, as coisas mais sagradas. No entanto, a resposta deles indica plena cegueira acerca de qualquer distinção entre o sagrado e o comum (v. 7). Eles tinham a "forma de piedade", mas não sabiam nada de seu "poder" (2Tm 3:5). d. Deus explica longamente a inutilidade da rotina vazia das cerimônias religiosas (Mll:8-2:l2), concluindo com a advertência de que Ele não mais aceitaria suas ofertas (MI 2: 13). Ousado e com pretensão de sentimentos feridos, o povo pergunta por que Deus ignoraria sua adoração e seu serviço (v. 14). Pacientemente, o Senhor explica que as formas de religião são indignas quando seus princípios não são aplicados à vida prática (v ). e. Ele está cansado da hipocrisia e da pretensão de piedade deles. O povo se defende insinuando que a ac usação de Deus é injusta. Deus replica que a falh a deles em distinguir entre o sagrado e o comum, em atos de adoração, é acompanhada por falha semelhante em distinguir entre o bem e o mal na vida diária. Eles toleram o mal com a desculpa de que ele realmente não importa, o que indica que Deus não se importaria acerca de como eles guardam as formas de religião (v. 17). No entanto, Deus os adverte de que a impenitência obstinada inevitavelmente apressará o dia do juízo final (Ml 3: 1-6). f. Deus então acusa Israel de completa apostasia, ainda que a solene acusação esteja acompanhada de um bondoso convite para que se volte para Ele. O povo, no entanto, esboça completa surpresa e indignação ao pensamento de ter, de alguma forma, se afastado do ~.. caminho da estrita obediência às exigências divinas (v. 7). g. Deus responde à reclamação com evidência específica e tangível do afastamento deles. Ele os acusa de roubo, mas eles recusam admitir a acusação. No entanto, o silêncio por parte deles evidencia o reconhecimento dessa verdade (v. 8-12). h. Finalmente, Deus acusa os judeus pelas atrevidas respostas às sucessivas tentativas de levá-los a ver sua condição espiritual, mas eles recusam admitir que qualquer coisa que disseram era falsa ou imprópria (v. 13). Deus responde a essa negação apontando ao centro do problema: o espírito mercenário e egoísta deles. Eles não estavam servindo a Deus com coração sincero, mas na esperança de lucro e vantagem pessoal (ver p. 19, 20). O povo rebelde, de forma absoluta e incurável, estava pronto a testar a Deus. Eles se declaram dispostos a levá-lo ao tribunal, por assim di zer, confiantes de poder provar que Suas acusações são inválidas (v. 14, 15). Em Malaquias 3:1 6 a 18 e 4:2, Deus reconhece os poucos fiéis em Israel que permaneceram leais a Ele e assegura-lhes o Seu amor inabalável. Ao mesmo tempo (Ml 4:1, 3), Ele 1234
5 MALAQUIAS 1:1 alerta o ímpio de seu destino no dia do juízo final. A mensagem de Malaquias termina com a certeza de que, antes do grande dia do Senhor, um mensageiro será enviado a fim de preparar as "joias" para Sua coroa e preservá-las até o dia do juízo (Ml4:4-6, 2; 3:17). A mensagem de Malaquias é especialmente apropriada para o Israel de hoje, e é comparável à mensagem a Laodiceia (Ap 3: 14-22). Como os laodiceanos, os judeus dos dias de Malaquias estavam completamente insensíveis à sua verdadeira condição espiritual e pensavam que "não precisavam de nada" (cf. Ap 3: 17). Eles eram "pobres" no tesouro celestial, "cegos" a seus erros e "nus" ou despidos do perfeito caráter de Jesus Cristo (v. 17). Como o homem sem vestimenta nupcial, na parábola (ver com. de Mt 22: 11-13), eles estavam diante do Rei do universo, despidos da vestimenta de Sua justiça e plenamente satisfeitos com seus trapos morais. 5. Esboço. I. O amor divino não é apreciado nem correspondido, 1:1-6. A. Introdução, 1:1. B. O amor eterno de Deus por Israel, 1:2-5. C. Israel desonra e despreza a Deus, 1:6. li. O degenerado estado da vida religiosa, 1:7-2:17. A. Fracasso em distinguir entre as coisas sagradas e as comuns, 1:7-10. B. Fracasso dos judeus na missão aos gentios, l:ll, 12. C. Fracasso dos sacerdotes em prover liderança espiritual, 1:13-2:13. D. Fracasso em aplicar os princípios da religião à vida diária, 2: Ill. Convocação para o juízo, 3:1-15. A. Admoestação sobre o dia do juízo, 3:1-6. B. Acusação específica de roubo a Deus, 3:7-12. C. Acusação por menosprezar a Deus, 3: IV. Preparação para o dia do juízo, 3:16-4:6. A. Livramento para os que temem ao Senhor, 3:16, 17. B. Aniquilação para os que desprezam ao Senhor, 3:18-4:1, 3. C. Direção divina é assegurada aos que temem ao Senhor, 4:2, 4-6. CAPÍTULO 1 1 Malaquias se queixa da ingratidão de Israel. 6 A irreligiosidade do povo e 12 a profanação da religião. l Sentença pronunciada pelo SENHOR contra Israel, por intermédio de Malaquias. 2 Eu vos tenho amado, diz o SENHOR; mas vós dizeis: Em que nos tens amado? Não foi Esaú irmão de Jacó? - disse o SENHOR; todavia, amei a Jacó, 3 porém aborreci a Esaú; e fiz dos seus montes uma assolação e dei a sua herança aos chacais do deserto 4 Se Edom diz: Fomos destruídos, porém tornaremos a edificar as ruínas, então, diz o SENHOR dos Exércitos: Eles edificarão, mas Eu destruirei; e Edom será chamado Terra-De-Perversidade e Povo-Contra-Quem-O-SENHOR-Está-Irado Para-Sempre. 5 Os vossos olhos o verão, e vós direis: Grande é o SENHOR também fora dos limites de Israel. 1235
6 1:1 COMENTÁRIO BÍBLICO ADVENTISTA 6 O filho honra o pai, e o servo, ao seu senhor. Se Eu sou pai, onde está a Minha honra? E, se Eu sou senhor, onde está o respeito para comigo?- diz o SENHOR dos Exércitos a vós outros, ó sacerdotes que desprezais o Meu nome. Vós dizeis: Em que desprezamos nós o Teu nome? 7 Ofereceis sobre o Meu altar pão imundo e ainda perguntais: Em que te havemos profanado? Nisto, que pensais: A mesa do SENHOR é desprezível. 8 Quando trazeis animal cego para o sacrificardes, não é isso mal? E, quando trazeis o coxo ou o enfermo, não é isso mal? Ora, apresenta-o ao teu governador; acaso, terá ele agrado em ti e te será favorável? - diz o SENHOR dos Exércitos. 9 Agora, pois, suplicai o favor de Deus, que nos conceda a Sua graça; mas, com tais ofertas nas vossas mãos, aceitará Ele a vossa pessoa? - diz o SENHOR dos Exércitos. lo Tomara houvesse entre vós quem feche as portas, para que não acendêsseis, debalde, o fogo do Meu altar. Eu não tenho prazer em vós, diz o SENHOR dos Exércitos, nem aceitarei da vossa mão a oferta. ll Mas, desde o nascente do sol até ao poente, é grande entre as nações o Meu nome; e em todo lugar lhe é queimado incenso e trazidas ofertas puras, porque o Meu nome é grande entre as nações, diz o SENHOR dos Exércitos. 12 Mas vós o profanais, quando dizeis: A mesa do SENHOR é imunda, e o que nela se oferece, isto é, a sua comida, é desprezível. 13 E dizeis ainda: Que canseira! E Me desprezais, diz o SENHOR dos Exércitos; vós ofereceis o dilacerado, e o coxo, e o enfermo; assim fazeis a oferta. Aceitaria Eu isso da vossa mão? - diz o SENHOR. 14 Pois maldito seja o enganador, que, tendo um animal sadio no seu rebanho, promete e oferece ao SENHOR um defeituoso; porque Eu sou grande Rei, diz o SENHOR dos Exércitos, o Meu nome é terrível entre as nações. 1. Sentença. Do heb. massa', "peso", "dificuldade" ou "fala" (ver com. de Is 13:1). A "sentença" de Malaquias era para que Israel não esquecesse as lições do passado. 2. Eu vos tenho amado. Esforçando-Se para despertar o povo para a percepção de sua ingratidão, o Senhor faz perguntas específicas. O Seu amor os constituiu como nação (Dt 7:6-9; ver p. 1233, 1234). Em que [... ]?Esta é a primeira de uma série de perguntas, características do livro de M alaquias, que expõe a atitude de autojustificação do povo dos dias de Malaquias. Essas perguntas não tinham realmente sido feitas pelo povo, mas refletiam verdadeiramente o pensamento da nação. As palavras "em que" simbolizam a completa indiferença do povo quanto às coisas espirituais e são a tônica do livro. Todavia, amei. Referindo-se aos irmãos gêmeos (Gn 25:24-26), que tiveram a mesma hereditariedade e o mesmo ambiente, o Senhor deixou claro aos judeus que o favor divino não veio a Israel por causa de nascimento, mas por causa do caráter. Jacó foi o único que, embora tendo cometido erros dolorosos, por fim, devotou a vida ao serviço de Deus. 3. Aborreci a Esaú. O contexto sugere que Edom, a nação dos descendentes de Esaú, é primariamente mencionada neste versículo, em vez do próprio Esaú como pessoa. O verbo "aborreci" é uma típica hipérbole oriental (ver Gn 29:33; Dt 21: 15; ver com. de Slll9: 136) e não deve ser tomado em seu sentido literal. Neste versículo, o Senhor indica claramente Sua preferência por Jacó e seus descendentes. Essa preferência, naturalmente, é fruto do relacionamento dos dois irmãos com Deus. Uma vez que Jacó era espiritualmente orientado e possuía a fé que salva, amando as coisas de Deus, seus pecados foram perdoados e ele desfrutou o companheirismo e o favor divino. Esaú, por outro lado, era uma "pessoa profana" e mundana, sem amor pelas coisas 1236
7 MALAQUIAS 1:9 divinas, e assim, punha a si mesmo fora do favor de Deus (Hb 12:16, 17). Dei. Considerando que, após o retorno do cativeiro, os israelitas novamente tomaram posse de sua terra e a cultivaram, restaurando Jerusalém e seu templo, os edomitas não parecem ter-se recuperado da desolação e destruição impostas sobre eles pelos babilônios. Chacais. Ou, "dragões" (ARC; ver com. do Sl44:19). O país de Edom foi entregue a estes animais selvagens. 4. Se. Ou, "porque". Caso os edomitas resolvessem restaurar suas habitações, de modo contrário ao propósito divino, o Senhor interviria para evitar que isso ocorresse. SENHOR dos Exércitos. Ver com. de Jr 7:3. Este título ocorre com frequência no livro de Malaquias. Para-Sempre. Do heb. 'ad 'alam (ver com. de Êx 12:14; 21:6; 2Rs 5:27). 5. Vossos olhos. Isto é, os de Judá. Quando o povo sentisse a realidade do amor de Deus, a queixa e murmuração dariam lugar ao louvor e gratidão por Sua bondade. Dos limites de Israel. A LXX traduz como "acima das fronteiras de Israel"; possivelmente seja uma expressão que indica o mundo todo. 6. Minha honra. Como criador, aquele que os escolheu, conservou e guardou, Deus é o pai de Seu povo (ver Êx 4:22; Dt 32:6). Ele tem, portanto, direito à reverência e ao respeito. Ó sacerdotes. Deus então Se dirige em reprovação aos que representavam a religião ao povo e que deveriam ter sido mestres e exemplos de obediência e santificação (ver com. de 2Cr 15:3). Desprezais o Meu nome. Em vez de corresponder ao amor divino, eles desprezavam a Deus (ver v. 2). Em que[... ]? Ver com. do v. 2. Insensíveis à própria condição espiritual, os sacerdotes alegavam inocência (ver p. 1233, 1234). 7. Pão. Do heb. lechem, palavra às vezes usada para alimentos em geral (ver Gn 3: 19; 43:32; Êx 2:20). "Pão" não poderia se referir aos pães da proposição, porque eles não eram ofertados no altar. Possivelmente "pão", neste versículo, se referira à carne das vítimas sacrificiais (ver Lv 3:9-11, 15, 16). Este é, possivelmente, um dos exemplos que poderiam ser dados acerca da negligência deles em seguir a lei ritual. Em que [... ]?Ver com. do v. 2. Em seu estado de cegueira espiritual, os sacerdotes não viam que, ao oferecerem "pão imundo [comum]", eles desonravam ao Senhor. Que pensais. Eles possivelmente não expressavam abertamente desprezo pelo altar do Senhor, mas por meio de ações, ao apresentar "pão imundo" no altar (ver p. 1233, 1234). A mesa do SENHOR. Uma referência ao altar de sacrifício. 8. Animal cego para o sacrificardes. Uma vez que a lei exigia que as vítimas sacrificais fossem "sem defeito" (L v 22: 19), os sacrifícios mencionados neste versículo eram uma ofensa a Deus. O povo argumentava que não fazia diferença se as vítimas sacrificadas eram perfeitas ou não. Eles queriam se livrar das ovelhas e do gado deformados e manter os animais perfeitos para si mesmos. Deus designou que as pessoas apresentassem a Ele o melhor. Reservar o melhor para algum outro propósito é evidência de que Deus não está em primeiro lugar. Oferecer a Deus menos do que o melhor é, na verdade, não oferecer nada. Governador. Do heb. pachah, "um governador provincial" (ver com. de Ag l:l). Oferecer a um dignitário o que era defeituoso seria insulto. Se isso era verdade no que diz respeito ao ser humano, quanto mais o seria com respeito ao grande e exaltado "SENHOR dos Exércitos" (ver com. de Jr 7:3). -<l ~ Terá ele agrado em ti [... ]? Literalmente, "erguerá o teu rosto", significando receber com favor. 9. Suplicai. Neste versículo, Malaquias suplica, com fervor, por arrependimento por parte dos sacerdotes. 1237
8 l: l o COMENTÁRIO BÍBLICO ADVENTISTA Nas vossas mãos. Ou, "isto foi de suas mãos". Em outras palavras, é isto o que você ousa fazer, ou é esta oferta que você apresenta? Aceitará ele a vossa pessoa? Ver com. do v Houvesse entre vós. O profeta reprova os que servem no templo com espírito mercenário, aqueles que não realizam seu trabalho para Deus de forma fiel e eficiente, embora fossem remunerados mesmo pelo menor serviço. A oferta. Do heb. minchah, normalmente a oferta de "farinha" ou "cereal" (ver com. de Lv 2:1). Talvez o profeta, neste versículo, queira dizer que essas ofertas alimentícias, que naturalmente não eram imundas, eram inaceitáveis a Deus por causa do espírito errado com que eram oferecidas. 11. Desde o nascente. Era propósito de Deus que a verdadeira adoração fosse espalhada por toda a Terra (ver p ). Em todo lugar. Ver Is 19:18, 19; Sf 2:ll. 12. Vós o profanais. Isto é, o "nome" de Deus (ver v. 11). Dizeis. Ver com. do v. 7. Mesa do SENHOR. Ver com. do v. 7. Comida. Isto é, "alimentos" em geral. 13. E dizeis ainda. Ver com. do v. 7. Que canseira! Uma alusão ao tédio e desdém dos sacerdotes ao realizar os serviços do templo. E Me desprezais. Esta expressão indica a extensão em que os sacerdotes profanavam. O dilacerado. Literalmente, "aquilo que foi pego pela violência", isto é, coisas roubadas ou tomadas erradamente. O coxo, e o enfermo. Ver com. do v. 8. Aceitaria Eu [... ]? Eles bem sabiam que nenhum ser humano se agradaria com tais presentes (ver v. 8). Por que pensavam que Deus Se agradaria? 14. Maldito. O juízo divino descerá sobre todo que, tendo uma vítima sacrificai aceitável do "sexo masculino", oferece uma "corrupta", isto é, um sacrifício manchado (ver Lv 3:1, 6). Terrível. Do heb. nora', do verbo yara', "temer" (ver com. de SI 19:9). Indica, neste versículo, ser "considerado com reverência e temor". COMENTÁRIOS DE ELLEN G. WHITE l- PR, CRA, San, T2, 259; T 7, PR, 705 lo- T2, PR, T4, 471 l3 - CRA, 164; CM, 202; MJ, 342; San, 27; Tl, 115, 196, 221; T3, 546;T6,412; BS, T 7, 175 CAPÍTULO 2 1 Deus reprova os sacerdotes por negligenciar a aliança, e 11 o povo por idolatria, 14 adultério e 17 infidelidade. I Agora, ó sacerdotes, para vós outros é este mandamento. 2 Se o não ouvirdes e se não propuserdes no vosso coração dar honra ao Meu nome, diz o SENHOR dos Exércitos, enviarei sobre vós a maldição e amaldiçoarei as vossas bênçãos; já as tenho amaldiçoado, porque vós não propondes isso no coração. 1238
9 MALAQUIAS 2:4 3 Eis que vos reprovarei a descendência, atirarei excremento ao vosso rosto, excremento dos vossos sacrifícios, e para junto deste se reis levados. 4 Então, sa bereis que Eu vos env iei este mandamento, para que a Minha aliança continue com ~.,.. Levi, diz o SENHOR dos Exércitos. 5 Minha aliança com ele foi de vida e de paz; ambas lhe dei Eu para que Me temesse; com efeito, ele Me temeu e tremeu por causa do Meu nome. 6 A verdadeira instrução esteve na sua boca, e a injustiça não se achou nos seus lábios; andou comigo em paz e em retidão e da iniquidacle apartou a muitos. 7 Porque os lábios elo sacerdote devem guardar o con hecimento, e da sua boca devem os homens procurar a instrução, porque ele é mensageiro do SENHOR elos Exércitos. 8 Mas vós vos tendes desviado do caminho e, por vossa instrução, tendes feito tropeçar a muitos; violastes a aliança de Levi, diz o SENHOR dos Exércitos. 9 Por isso, também Eu vos fi z desprezíveis e indignos diante de todo o povo, visto que não guardastes os Meus caminhos e vos mostrastes parciais no ap licardes a le i. lo Não temos nós todos o mesmo Pai? Não nos criou o mesmo Deus? Por que seremos desleais uns para com os outros, profanando a aliança de nossos pais? ll Judá tem sido desleal, e abominação se tem cometido em Israel e em Jerusa lém; porque Judá profanou o santuário elo SENHOH, o qual Ele ama, e se casou co m adoradora de deus estranho. 12 O SENHO R eliminará elas tendas de Jacó o homem que fizer tal, seja quem for, e o que apresenta ofertas ao SEN HOR dos Exércitos. 13 Ainda fazeis isto: cobris o altar do SENHOR de lágrimas, de choro e de gemidos, de sorte que Ele já não olha para a oferta, nem a aceita com prazer da vossa mão. 14 E perguntais: Por quê? Porque o SENHOR foi testemunha da aliança entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher da tua aliança. 15 Não fez o SENHOR um, mesmo que havendo nele um pouco de espírito? E por que somente um? Ele buscava a descendência que prometera. Portanto, cuidai de vós mesmos, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade. 16 Porque o SEN HOR, Deus de Israel, diz que odeia o repúdio e também aquele que cobre de violência as suas vestes, diz o SENHOR dos Exércitos; portanto, cuidai de vós mesmos e não sejais infiéis. 17 Enfadais o SENHOR co m vossas palavras; e ainda dizeis: Em que o enfadamos? Nisto, que pensais: Qualquer que fa z o mal passa por bom aos olhos do SENHOR, e desses é que Ele Se agrada; ou: Onde está o Deus do juízo? 1. Sacerdotes. Os que deveriam ser os verdadeiros professores e líderes espirituais (ver com. de 2Cr 15:3) são denunciados pelo profeta (Ml2:1-3). 2. Amaldiçoarei as vossas bênçãos. Possivelmente, é uma referência às bênçãos que os sacerdotes estavam acostumados a pronunciar sobre o povo (ver Lv 9:22, 23; Nm 6:23-26). No entanto, mais provavelme nte seja uma referência às bênçãos que o próprio Deus outorgara sobre eles (ver p. 14, 15), como prometido pelo profetaageu um século antes (Ag 2: 15-19). Já. A "maldição" deve então ter ficado evidente aos sacerdotes e ao povo. 3. Reprovarei. Do heb. ga'ar, "corromper" (ver ARC). Atirarei excremento. Evidência extrema de desprezo. Vossas festas (ARC). Deus não considera como Suas estas festas observadas em Sua honra, porque, na observância das mesmas, os sacerdotes expressavam nada m ais que sua própria vontade e seu prazer. 4. Sabereis. O povo certamente descobriria, por experiência, que estas ameaças divinas não seriam em vão. Minha aliança. A ali ança de "sacerdócio perpétuo" (Nm 25:13) foi dada a F ineias, 1239
10 2:5 COMENTÁRIO BÍBLICO ADVENTISTA neto de Arão, por sua parte em eliminar a adoração de Baal-Peor do acampamento de Israel (ver Nm 25:3-13). Com Levi. A tribo de Levi foi escolhida por Deus para o serviço por causa da fidelidade de seus filhos em tempos de crise (ve r com. de Êx 32:29). SENHoR dos Exércitos. Ver com. de Jr 7:3. 5. Minha aliança. Ver com. do v. 4. De vida e de paz. A "aliança de paz" dada a Fineias (Nm 25: 12) é chamada de "a aliança do sacerdócio perpétuo" (N m 2 5: 13 ). "Vida e paz" constituíam a parte de Deus nesse acordo. Estas bênçãos seriam outorgadas a E! ~o- todos os sacerdotes fiéis depois de F ineias. - Para que Me temesse. Deus deu Suas bênçãos a Fineias por causa do temor com que "ele Me temeu". Assim, a parte dos sacerdotes na aliança era prestar reverência e obediência a Deus. Nos dias de Malaquias, o Senhor, por meio de Seu profeta, empenhou-se para renovar a alia nça gloriosa com os sacerdotes, aqueles que, por causa de sua impiedade, tinham se tornado "desprezíveis e indignos di ante de todo o povo" (v. 9). 6. Instrução. Do heb. torah, todo o conjunto dos ensinos divinos (ver com. de Dt 31:9; Pv 3:1). Este versículo mostra que Deus pretendia que os sacerdotes fossem líderes espirituais por preceito e exemplo. 7. Guardar o conhecimento. Isto é, eles preservariam ou salvaguardariam o conhecimento. Eles eram os líderes religiosos da nação, ainda que seu exemplo mostrasse ao povo um modelo de desobediência. Procurar a instrução. O povo tinha o direito de esperar instrução adequada dos sacerdotes sobre as questões espirituais (ver com. de 2Cr 15: 3). Mensageiro. O sacerdote que desempenhava sua obra designada era de fato um "mensageiro" de Deus, assim como o profeta (ver com. de Ag 1:13). Alguns têm enfatizado o fato de "Malaquias" significar "mensageiro de Yahweh" (ver p. 1233). 8. Tropeçar. Por preceito e exemplo (ver com. do v. 6), esses sacerdotes tinham levado muitos a se extraviar. Assim, "corromperam" a aliança de Levi. Aliança de Levi. Ver com. do v Desprezíveis. Era natural que o povo desprezasse os sacerdotes por causa da atitude deles, que provocou desonra à adoração divina (ver 1Sm 2:30). A hipocrisia é um dos pecados mais desprezíveis. 10. O mesmo Pai. É o próprio Malaquias quem fala. Em vista do contexto, é possível que ele esteja se referindo ao próprio Deus como seu Pai (ver com. de Ml 1:6) e não a Abraão ou a algum outro ser humano. Não nos criou o mesmo Deus? De todos os povos antigos, somente os judeus honravam a Deus distintivamente como o criador, como indicado na observância do sábado do sétimo dia, apontado no quarto mandamento do decálogo (ver Êx 20:8-11 ). Dessa forma, convinha-lhes considerar seus companheiros como irmãos, acima de todos os outros. É correto esperar hoje que os que honram a D eus como criador considerem todas as pessoas como seus irmãos. 11. Judá. Toda a nação de Judá era culpada de afastar-se de Deus. Santuário. Uma referência ao templo. Como local da presença de Deus (ver Êx 25:8), ele foi "profanado" pela conduta pecaminosa do povo. E se casou com adoradora de deus estranho. A LXX traduz a última frase como: "e tem ido após outros deuses". 12. Tendas. Ou, "habitações". Seja quem for. Literalmente, "o que vela, e o que responde" (ARC). O primeiro, possivelmente, se refere ao vigia ou sentinela, e o segundo, ao povo ou aos soldados despertados pelos vigias para agir. Em outras palavras, embora os transgressores de Judá visualizassem o perigo vindouro, a falta de arrependimento deles requeria que todos eles fossem "eliminados". 1240
11 MALAQUIAS 2:17 Ofertas. Do heb. minchah (ver com. de Mll:lO). 13. Ainda fazeis isto. O pecado dos sacerdotes é agravado pela tristeza hipócrita frente à recusa divina em aceitar as ofertas deles. Ele já não olha para a oferta. Enquanto eles persistissem nos maus caminhos, Deus não aceitaria os sacrifícios que levavam diante dele. Agir assim seria confirmá-los nos maus caminhos. 14. Por quê? Esta indagação é uma evidência da autojustificação cética do povo (ver com. de Ml 1:2), que se recusa a admitir a culpa (ver p. 1233, 1234). Mulher da tua mocidade. Talvez uma indicação de que muitos desses sacerdotes ímpios tinham despedido a esposa e tomado outra, possivelmente mulheres pagãs (ver Ed 9:1, 2; Ne 13:23-28). Também é possível que o adultério espiritual seja referido neste versículo, como no v. 11. Foste desleal. Isto é, provou-se infiel. A LXX traduz como "abandonou". 15. Fez[... ] um. O hebraico da primeira frase é um tanto obscuro. A NVI o traduz como: "Não foi o Senhor que os fez um só? Em corpo e em espírito eles Lhe pertencem." A advertência da última parte do versículo é clara. Isto, por sua vez, pode dar uma dica para o sentido da primeira parte. O profeta está chamando para uma reforma nas rela- ~.. ções desleais dos sacerdotes com a esposa de - sua juventude (ver com. do v. 14). Por isso, a pergunta "não fez o SENHOR um [... ]?" pode ser uma referência ao plano de Deus para que marido e mulher fossem "uma só carne" (ver com. de Gn 2:24). O Senhor condena fortemente os homens dos dias de Malaquias que, ao divorciar-se da esposa legítima, violavam os princípios fundamentais de unidade no relacionamento matrimonial. 16. Odeia. Deus revela Sua própria atitude pessoal quanto ao divórcio. Portanto, o homem que se divorcia da esposa legítima "cobre de violência as suas vestes"; isto é, ele envolve a si mesmo nas consequências da iniquidade, das quais ele não consegue escapar. É evidente, a partir da declaração do Senhor, que o adultério é o único motivo para o divórcio (ver com. de Mt 5:32). 17. Enfadais. A paciência divina chegou ao fim. Deus suportou por muito tempo a reclamação e o descontentamento de Seu povo. A prosperidade e a glória que eles esperavam logo fosse deles (ver p. 14) não chegaram, e, então, eles questionaram a justiça e a santidade de Deus, bem como a certeza do juízo futuro. Em que [... ]?Ver com. de Mll:2. Passa por bom. Às vezes, os malfeitores tentam dar a impressão de que, na verdade, são bons e de que são prosperados e abençoados por Deus por causa de sua bondade. Onde [... ]? Ver com. de Ml 1:2; ver p. 1233, O Deus do juízo. Ou, "o Deus justo" (NTLH). O povo não negava a existência de Deus, mas duvidava de que Ele estivesse preocupado com a conduta humana. Para propósitos práticos, eles se tornaram deístas. Os pagãos tinham um conceito semelhante de seus deuses. COMENTÁRIOS DE ELLEN G. WHITE 5, 6- Ed, 148 5, 9 - PR, 706 lo - PR, GC, 557; PR, 715; Te,
12 3:1 COMENTÁRIO BÍBLICO ADVENTISTA CAPÍTULO 3 1 O mensageiro, a majestade e a graça do Messias. 7 A rebelião, 8 o sacrilégio e 13 a infidelidade do povo. 16 A promessa de bênçãos aos que temem a Deus. Eis que Eu envio o Meu mensageiro, que preparará o caminho diante de Mim; de repente, virá ao Seu templo o Senhor, a quem vós buscais, o Anjo da Aliança, a quem vós desejais; eis que Ele vem, diz o SEN HOR dos Exércitos. 2 M as quem poderá suportar o dia da Sua vinda? E que m poderá subsistir quando Ele aparecer? Porque Ele é como o fogo do ourives e como a potassa dos lavandeiros. 3 Assentar-Se-á como de rretedor e purificador de prata; purificará os filhos de Levi e os refinará como ouro e como prata; eles trarão ao SENHOR justas ofertas. 4 Então, a oferta de Judá e de Jerusalém será agradável ao SENHOR, como nos dias antigos e como nos primeiros anos. 5 C hegar-me-ei a vós outros para juízo; serei testemunha veloz contra os feiticeiros, e contra os adúlteros, e contra os que juram fa lsamente, e contra os que defraudam o salário do jornaleiro, e oprimem a viúva e o órfão, e torcem o direito elo estrangeiro, e não Me temem, diz o SENHOR elos Exércitos. 6 Porque E u, o SENHOR, não mudo; por isso, vós, ó filhos ele Jacó, não sois consumidos. 7 Desde os dias de vossos pais, vos desviastes elos Meus estatutos e não os guardastes; tornaivos pa ra Mim, e Eu Me tornarei para vós outros, di z o SEN HOR dos Exércitos; mas vós cli zeis: Em que havemos ele tornar? 8 Roubará o homem a Deus? Todavi a, vós Me roubais c dizeis: Em que Te rouba mos? Nos dízimos e nas ofertas. 9 Com maldição sois amaldiçoados, porque a Mim Me rouba is, vós, a nação toda. 10 Trazei todos os dízimos à casa do Teso mo, para que haja mantime nto na Minha casa; e provai-me nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se Eu não vos abrir as janelas elo cé u e não derramar sobre vós bênção sem medida. 11 Por vossa causa, repreenderei o clevoraclor, para que não vos consuma o fruto ela terra; a vossa vide no campo não será estéri l, diz o SEN HOR dos Exércitos. 12 Todas as nações vos chamarão felizes, porque vós sereis uma terra deleitosa, di z o S EN HOR elos Exércitos. l3 As vossas palavras foram duras para Mim, diz o SE NHOR ; mas vós clizeis: Que temos falado contra Ti? 14 Vós clizeis: I núti I é servir a De us; que nos aproveitou termos cuidado em guardar os Seus preceitos e em anel ar el e luto diante do SEN HO R elos Exércitos? 15 Ora, pois, nós re putamos por felizes ossoberbos; também os que cometem impiedade prosperam, sim, eles tentam ao SENHOR e escapam. 16 Então, os que temiam ao SEN HOR fa lavam uns aos outros; o SEN HOR atentava e ouvia; havia um memorial escrito di a nte dele pa ra os que teme m ao SEN HOR e para os que se lembra m do Seu nome. 17 Eles serão para Mim particular tesouro, naquele dia que pre para rei, diz o SEN HOR dos Exércitos; poupá-los-ei como um homem poupa a seu filho que o serve. 18 Então, vereis outra vez a diferença entre o justo e o perve rso, entre o que serve a Deus e o que não O serve. 1. Meu mensageiro. Deus responde à última indagação do capítulo anterior com a afirmação categórica de que Ele est cí vindo em juízo e justiça. Ao povo dos di as de Malaquias, esta me nsagem foi um ale rta de que Deus lida ria com os pecados deles. No entanto, além da mensagem de advertência para os judeus dos dias de Malaquias, 1242
13 MALAQUIAS 3:6 esta profecia também tinha uma importância messiânica (ver com. de Me 1: 2; ver DTN, 161). João, o Batista, foi o "mensageiro" que preparou "o caminho diante" do Senhor por meio da pregação do arrependimento (ver Is 40:3-5; Mt 3:1-3; 11:10, 11; Lc 3:2-14). Virá ao Seu templo. Isto é, ao santíssimo para a obra de juízo investigativo (GC, 426). Anjo da Aliança. Ver com. de Ag 1:13. O "Senhor" ou "Anjo da Aliança" não é outro senão o próprio Cristo, a segunda pessoa da Trindade (ver com. de Êx 3:2), e deve ser diferenciado do "mensageiro" mencionado no início do versículo. Esta profe cia a respeito do "Anjo do concerto" (ARC) se aplica não somente à vinda de Cristo ao templo, durante Seu primeiro advento (ver DT N, 161), mas também aos eventos ligados ao fim da hi stória terrestre e do segundo advento (ver CC, 424; PP, 339). 2. Quem poderá suportar [... ]? Ver Jl 2: 11. Os judeus acreditavam que o Messias viria para punir os pagãos com o juízo. Mas, em vez disso, Malaquias adverte os judeus de que eles serão os primeiros a sofrer o juízo (ver Am 5:18). Fogo do ourives. C omo o fogo separa o metal das impurezas, assim Deus, por meio do juízo, separa os justos dos ímpios (ver com. do v. 1). Potassa dos lavandeiros. Não é o "sabão" (ARC) ve rdadeiro, que possivelmente fosse desconhecido nos tempos antigos, mas um vegetal a lcalino obtido da queima de determinadas plantas e usado para propósitos de limpeza. 3. Assentar-Se-á. O pensamento anterior (v. 2) é repetido como ênfase. Os filhos de Levi. Os sacerdotes são me ncionados, especialmente, como os principais responsáveis em liderar o povo na justiça por meio de seu ensino e exemplo (ver Ml 2:1-9; ve r com. de 2Cr 15: 3). Refinará. A purifi cação dos "filhos de Lev i" é designada não apenas para limpar a alma deles e livrá-los do mal, mas também para promover um avanço em santidade e ajustá-los a oferecer ao Senhor "justas ofertas" (ver Rm 12:1 ; 2Pe 3:18; DTN, 161). Ofertas. Do heb. minchah (ver com. de Ml 1:10). 4. Agradável. A remoção do pecado pelos sacerdotes e pelo povo restauraria o favor divino (ver PR, 706). Dias antigos. Os judeus considerava m épocas como as de Abraão, Moisés e Davi como mais ideais. 5. Para juízo. Em outras palavras, "aqui está o juízo! ", uma resposta divina à pergunta "onde está o Deus do juízo?" (Ml 2:17). Feiticeiros. O desprazer divino é dirigido especialmente contra os que prati ca - ~ ~ vam as artes mágicas pagãs (ver Êx 22:1 8; o Dt 18:10), como as que prevaleciam em Babilônia (ver com. de Dn 2:2). Adúlteros. Outro grupo sob acusação de Deus eram as pessoas culpadas de imoralidade, inclusive as que obtiveram divórcios ilegais (ver com. de Ml 2: 14-16). Quão extensa é esta mesma acusação ao ser apli cada às pessoas no mundo de hojel Os que juram falsamente. A LXX traduz como "aqueles que juram fal samente pelo Meu nome" (ver Lv 19:12). Defraudam [... ] o jornaleiro. Deus chama Seus professas seguidores a serem justos e, mesmo, liberais para com os que dependem de sa lários para o sustento di ário (ver Dt 24:14, 15 ; Tg 5:4). A viúva e o órfão, e [... ] estrangeiro. O Senhor fez provisões para guard ar os direitos dos que, de a lguma forma, eram indefesos, desamparados ou necessitados de proteção (Êx 22: 21, 22; Dt 24:1 7; 27:1 9). Os judeus eram proibidos de tirar vantagem ele "estranhos" ou estrangeiros entre eles. 6. Eu [... ] não mudo. O Senhor refuta a acusação de que Ele passa o mal por alto (MJ 2: 17). A sa ntidad e de Deu s é co nstante e inalterável (ver Nm 23:19; Tg 1:1 7). 1243
14 3:7 COMENTÁRIO BÍBLICO ADVENTISTA É precisamente porque Deus não muda que Seu eterno propósito para com Seu povo permanecerá. Ele pode castigá-lo, discipliná-lo e corrigi-lo, mas tudo isso é para levá-lo ao arrependimento e à salvação. 7. Desviastes. Deus fora fiel às Suas promessas (ver com. do v. 6), ainda que o povo não tivesse sido fiel a Ele, principalmente nos dízimos e nas ofertas (v. 8, 9). Tornai-vos para Mim. O peso da mensagem do profeta (ver com. de Ml l:l) não é o pronunciamento de juízo sobre os pecadores, mas um chamado ao arrependimento e à fidelidade a Deus acompanhado de uma recordação solene da história passada de Israel. "Tornar-se" a Deus é arrepender-se do pecado e fazer completa reforma na vida. Este é o tema do livro de Joel (ver ]12:12, 13). Em que [... ]? Novamente (ver com. de Ml 1: 2) o profeta acusa a autojustificação e a hipocrisia deles em questionar a Deus (ver p. 1233, 1234). 8. Roubará o homem a Deus? Em linguagem forte, sem meias palavras, Malaquias mostra especificamente de que modo o povo tem "roubado" a Deus: ao reter os "dízimos" e as "ofertas" que Lhe são devidos (ver Lv 27:30, 32; Nm 18:21; Ne 10:37-39). Ofertas. Muitos não conseguem perceber que é possível "roubar" a Deus nas "ofertas", assim como nos dízimos. Aquele que percebe suas obrigações como mordomo das generosidades de Deus, livremente doará ofertas ao Senhor de acordo com as bênçãos recebidas, "conforme a sua prosperidade" (lco 16:2). 9. Sois amaldiçoados. O contexto imediato (v. 11) sugere que a "maldição" tinha que ver com escassez de colheita e devastação do campo (ver Ag 1:6; Ml 2:2). A "maldição" seguia a desobediência, assim como a bênção seguia a obediência (ver p. 14, 15). Não há neutralidade; uma pessoa está certa ou errada em sua conduta, e Deus a recompensa de acordo com essa conduta. A nação toda. Numa forte condenação, o profeta se refere a Judá como "vós, a nação toda", e não como o povo de Deus. É evidente que esse roubo a Deus era praticado por todos. 10. Todos os dízimos. Ou, "os dízimos completos". Isto indica que, se o povo devolvia o dízimo, não o devolvia por completo ou honestamente. Estejamos certos de não cometer o mesmo erro que o povo dos dias de Malaquias (cf. 1Co 10:6-10). O Doador de tudo tem o direito de esperar que Lhe rendamos o dízimo honesto bem como as ofertas de que somos capazes. Mantimento. Melhor seria, "alimento". Janelas do céu. Ver Gn 7:11 ; 8:2. Não apenas haveria abundância de chuva para remover todo temor de seca, mas através destas janelas a bênção divina seria derramada em abundância (ver Lv 26:3-5). Bênção. Não necessariamente uma bênção material, embora isto pareça ser enfat i zado aqui (ver com. do v. 11; sobre as bênçãos materiais que Deus designou para Seu povo, ver p. 14, 15). 11. O devorador. Possivelmente uma referência a gafanhotos destruidores de colheitas (ver com. de Jl 1:4). Neste versículo, o Senhor promete prosperidade material aos fiéis na devolução do dízimo. 12. As nações vos chamarão felizes. Deus desejava que Seu povo fosse uma lição objetiva ao mundo dos resultados da obediência (ver p ). 13. Duras para Mim. Ou, "firmes contra Mim" (ver Jd 15). A LXX traduz como: "Tu tens dito graves palavras contra Mim." Neste versículo, o profeta contrasta o ímpio murmúrio do povo (Ml3: 13-15) com a recompensa que os fiéis a Deus receberão (v ; ver p. 1233, 1234). Vós dizeis. Ver com. de Ml1: Inútil. Isto é, nada a se ganhar. Evidentemente o profeta está condenando os judeus porque o pouco que fizeram para Deus foi por motivos egoístas. 1244
15 MALAQUIAS 4:6 se ergueu no primeiro advento de Cristo (ver DTN, 261), e se "levantará" de forma especial no tempo de grandes trevas morais que antecede o segundo advento (ver PR, 716, 717). Saltareis. Do heb. push, "saltar sobre" ou "escarvar o chão [brincando]". Os remidos são ilustrados como pulando de alegria como resultado final da justiça e do amor de Deus (ver CC, 673). Bezerros soltos da estrebaria. Do heb. 'egle marveq, "bezerros cevados [?]". O sentido exato do hebraico é incerto. A LXX diz: "jove ns bezerros soltos dos laços". 3. Pisareis. Os justos são ilustrados como finalmente vitoriosos sobre os ímpios (ver com. de Is 66:24). Naquele dia. Ver com. do v. l. SENHOR dos Exércitos. Ver com. de Jr 7:3. 4. Lembrai-vos. Malaquias termina sua profecia com uma advertência para que seu povo seja obediente a Deus. A obediência ê ~> humana precede a bênção divina. É significativo que o profeta que termina o cânon do AT realce a necessidade e a importância de observar as instruções de Deus a Seu povo, a lei dada no monte "Horebe" (ver Lv 26; Dt 28). É significativo também que "a lei de Moisés" tenha desempenhado uma parte importante em auxiliar as pessoas a se prepararem para o dia do Senhor. Moisés, Meu servo. Evidentemente, ele é mencionado porque foi o "mediador" (ver Gl3:19; Dt 5:5), por meio de quem as instruções, os "estatutos e juízos" de Deus foram dados no Sinai (ver Êx 24:12-18; Ne 10:29). 5. O profeta Elias. Esta profecia levou muitos dos judeus dos últimos tempos a esperar um retorno do próprio Elias à Terra (ver Jo 1:21). No entanto, esta é uma profecia de a lgu ém que viri a "no espírito e poder de Elias" (Lc 1:17), isto é, que pregaria uma mensagem semelhante à ele Elias. Antes elo primeiro advento de Cristo, esta obra foi cumprida por João, o Batista (Mt 17:12, 13; Lc 1:16, 17; ver com. de Ml 3:1), e antes da segunda vinda de Cristo uma obra semelhante será feita por aqueles que pregam as três mensagens angélicas ao mundo (ver com. de 1Rs 18:19-44; Mt 3 3, 4; 11:14). Dia do SENHOR. Ver com. de Is 13:6. 6. Converterá o coração. A mensagem profetizada aqui conduziria ao verdadeiro arrependimento, e, por ela, muitos se voltariam "ao Senhor, seu Deus" (Lc 1:16; ver com. de Ml 3:7). Filhos. Literalmente, "filhos", uma referência aos filhos literais ele Israel, muitos dos quais retornariam à verdadeira fé de seus pais, os patriarcas (ver com. de Lc 1:16, 17). Maldição. Do heb. cherem, "uma coisa separada para a destruição" (ver com. de Js 7:12; 1Sm 15:21). O AT termina com esta advertência solene. Os que não se arrependem verdadeiramente serão contados com os ímpios e sofrerão seu destino (Ml 4: 1). Mesmo assim, Malaquias apresenta uma mensagem de esperança, porque o mesmo Deus que destrói o culpado traz "salvação" eterna (v. 2) ao arrependido. COMENTÁRIOS DE ELLEN G. WHITE 1 - DTN, 763; PE, 52, 151, 295; CC, 504, 672, 673; PP, 341; HR, 428, 429; T1, 132; T4, PJ, 67, 419; CPPE, 468; DTN, 22, 48, 261 ; Ed, 106; CC, 74, 645; CBV, 32, 115, 216, 251; MCH, 15, 160; MS, 126; PR, 373, 688, 717; TM, 445; T3, 335; T4, 342, 354; T6, 54; T7, PR, 187, 716; TM, 475; T3, 62 5, 6 - Te, MCH,
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