Modos de entrada/saída
|
|
|
- Betty Caetano Lobo
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Arquitectura de Computadores II Engenharia Informática (11545) Tecnologias e Sistemas de Informação (6621) Modos de entrada/saída Fonte: Arquitectura de Computadores, José Delgado, IST, 2004 Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/2015 1
2 Modos de entrada/saída Modos de transferência de informação entre o processador/memória e os periféricos: Sob controlo do programa (polling); Por interrupção; Por acesso directo à memória (DMA Direct Memory Access); Com co-processador de entradas/saídas. Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/2015 2
3 Num extremo (polling), o processador trata de tudo. No outro, o processador limita-se a programar o co-processador; Dado que as entradas/saídas são lentas, a ideia é reduzir o tempo que o processador gasta à espera dos periféricos (libertando-o para outras tarefas). Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/2015 3
4 Pooling O programa controla tudo; O processador faz espera activa contínua (senão pode perder dados) sobre periféricos lentos; A transferência é feita por software. Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/2015 4
5 Pooling Faz pedido ao periférico não pronto não Periférico pronto? pronto Transfere dado(s) entre a memória e o periférico Acabou? sim espera activa (latência) Transferência de informação (largura de banda) Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/2015 5
6 Transferência p/ Interrupção A espera já não é activa; O processador só é incomodado quando há coisas para fazer; Cada periférico tem o seu device driver. Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/2015 6
7 Transferência p/ Interrupção Faz pedido ao periférico Interrupção! vai fazer outras coisas... Transfere dado(s) entre a memória e o periférico não Acabou? Regista fim de transferência Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/ (Return From Exception) sim RFE
8 DMA: Direct Memory Access A transferência de informação entre o processador/memória e os periféricos é feita em hardware por um controlador especializado. Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/2015 8
9 DMA: Direct Memory Access O processador só tem de programar o controlador de DMA, escrevendo em portos próprios do controlador (que em si também é um periférico): Endereço de origem Endereço de destino Número de palavras a transferir Qual o modo de DMA Durante a transferência, os endereços de origem e destino são incrementados automaticamente. Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/2015 9
10 DMA: Direct Memory Access Na ausência de pedidos de DMA o processador funciona normalmente nos acessos à memória e/ou periféricos; Durante a transferência, o controlador de DMA toma controlo dos barramentos do sistema (endereços e dados); É a implementação em hardware das instruções de transferência de dados. Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/
11 DMA: Direct Memory Access Antes de iniciar a transferência, o controlador pede ao processador autorização para controlar os barramentos, usando sinais de protocolo (Bus Request e Bus Grant); Quando acaba, liberta-os logo (desactivando o Bus Request); Mesmo durante a transferência, o processador pode continuar a trabalhar internamente até precisar de aceder à memória (para acesso de dados ou para fetch). Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/
12 Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/
13 Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/
14 Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/
15 Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/
16 Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/
17 Tipos de DMA: Simultâneo (dado é lido da fonte e escrito ao mesmo tempo no destino através do bus dados); Sequencial (dado é lido primeiro para um registo interno do controlador e escrito a seguir permite transferências memória-memória) Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/
18 Modos de DMA: Palavra, ou cycle stealing (o controlador liberta o bus após cada palavra transferida); Rajada, ou burst (controlador toma conta do bus até não haver mais palavras disponíveis imediatamente); Bloco (controlador toma conta do bus até todos os dados terem sido transferidos, mesmo que tenha de estar à espera de dados só para periféricos muito rápidos). Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/
19 Co-processador de entradas/saídas É o modo mais flexível e poderoso de fazer entradas/saídas; O co-processador corresponde a um controlador de DMA que pode executar um programa (em vez de apenas modos fixos), fazendo fetch por si próprio; Tem um conjunto de instruções limitado, especializado em entradas/saídas; O co-processador partilha a memória do processador (e compete com ele no acesso ao bus e à memória. As rotinas de entradas/saídas têm de ser feitas com cuidado); A comunicação processador/co-processador faz-se tipicamente por variáveis partilhadas. Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/
20 Co-processador de entradas/saídas Memória Processador Co-processador Periférico 1 Periférico 2 Periférico 3 Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/
21 Gerir vários periféricos Um computador tem normalmente vários periféricos e pode misturar os vários modos de transferência de dados. Deve-se ter em atenção: Deve-se ter em atenção: A transferência sob controlo do programa (polling) deve ser reservada para periféricos lentos, sem temporizações críticas e com protocolos que possam ser interrompidos A transferência por interrupções é mais eficiente, mas pesada para transferência de grandes quantidades de informação (a transferência em si é feita por software) A transferência por DMA (ou com co-processador) é a mais eficiente, mas o processador pode não conseguir atender interrupções durante uma transferência. Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/
22 Conclusões O desempenho dos computadores depende de vários factores que não são independentes (tecnologia, arquitectura e compiladores); O que interessa optimizar é o tempo de execução e não um dado factor (para comparação, usam-se benchmarks standard). Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/
23 Conclusões Mesmo que se melhore um dos factores sem afectar os restantes, o tempo de execução pode não melhorar tanto como esse factor (lei de Amdahl); Os estrangulamentos acabam por ser dominantes ( lei do elo mais fraco...); Existem várias formas de um computador lidar com os periféricos (polling, interrupções, DMA, co-processador de entradas saídas, etc). A mais adequada depende da aplicação. Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/
24 Arquitectura de Computadores II Engenharia Informática (11545) Tecnologias e Sistemas de Informação (6621) Arquitectura CISC e RISC Fonte: Arquitectura de Computadores, José Delgado, IST, 2004 Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/
25 Evolução das Arquitecturas Nos primórdios dos microprocessadores (>1971), o hardware evoluiu rapidamente, e primeiro que o software; A linguagem Pascal apareceu em 1971, C em A tecnologia dos compiladores teve uma evolução mais lenta (só na década de 80 houve uma maior evolução nas optimizações e geração do código); Na década de 70, os engenheiros do hardware desenharam os microprocessadores na base de incluir o maior número de funcionalidades possível, no pressuposto de que os compiladores iriam usar tudo o que eles pudessem incluir. Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/
26 Evolução das Arquitecturas No início da década de 80, D. Patterson e o seu grupo descobriram que afinal : As instruções mais simples dominavam nos programas As instruções mais complexas pouco ou nunca eram geradas pelos compiladores As instruções complexas complicavam toda a arquitectura, obrigando a diminuir a frequência do relógio (mesmo as instruções mais simples ficavam mais lentas). Tipo de instrução Frequência Leitura da memória 22% Salto condicional 20% Comparação R1, R2 16% Escrita na memória 12% ADD 8% AND 6% SUB 5% MOV R1, R2 4% CALL 1% RET 1% Outras 4% Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/
27 Arquitectura RISC Em 1982, D. Patterson desenhou o RISC I, numa perspectiva minimalista (Reduced Instruction Set Computer): O hardware é o mais simples possível Não há pilha Só há duas instruções para aceder à memória (LOAD e STORE) Só há um modo de endereçamento Não há flags Poucas instruções, fáceis de descodificar Optimizado para processamento com estágios (a ver adiante) O compilador é o responsável por compensar a diminuição do nível da arquitectura (gerando um maior número de instruções) Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/
28 Formato Fixo vs Variável Objectivo: simplificar as especificações da arquitectura para simplificar o hardware para o relógio ter a maior frequência possível. Problema: incluir uma constante de N bits numa instrução de um processador que só tem N bits. Solução CISC (formato variável: campo opcional que só existe nas instruções que têm a constante) Solução RISC (formato fixo: 2 instruções): Carrega parte baixa Carrega parte alta RISC = descodificação das instruções mais simples Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/
29 CISC vs RISC Assim, arquitecturas clássicas foram apelidadas de CISC (Complex Instruction Set Computers). Característica típica CISC RISC Formato das instruções Variável Fixo Instruções Complexas e numerosas Simples e poucas Relógio Mais lento Mais rápido Ciclos de relógio/instrução Tipicamente > 2 Tipicamente 1 Modos de endereçamento Muitos Poucos Operandos Registos e memória Só registos Acesso à memória Muitas instruções Só LOAD-STORE Número de registos Pequeno Maior Objectivo fundamental Funcionalidade Desempenho Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/
30 Actualmente Depois de algum fanatismo RISC, hoje a situação está mais equilibrada, com o melhor do RISC e CISC. O princípio RISC: não é só quanto mais simples o hardware, melhor mas sim o simples não deve ficar mais lento por causa do mais complicado. Deve-se optimizar o caso mais frequente Quase todos os processadores hoje em dia têm uma base RISC (conjunto de instruções simples e regular, formato das instruções fixo, LOAD-STORE, muitas instruções executa num só ciclo de relógio,...); O resistente é o Pentium, por compatibilidade, mas isso está a mudar com a nova arquitectura de 64 bits. Nuno Pombo / Paulo Fazendeiro Arquitectura Computadores II 2014/
Entradas/Saídas. Programação por espera activa Programação por interrupções
Entradas/Saídas Programação por espera activa Programação por interrupções Programação por espera activa 1. O programa lê o estado do periférico: CPU pede ao controlador (IN) o valor no registo ESTADO
Informática I. Aula 5. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 5-13/05/2006 1
Informática I Aula 5 http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 5-13/05/2006 1 Ementa Histórico dos Computadores Noções de Hardware e Software Microprocessadores Sistemas Numéricos e Representação
Entrada e Saída. Interface entre periféricos, processador e memória. Fonte: Minho - Portugal 1
Entrada e Saída Interface entre periféricos, processador e memória Fonte: Minho - Portugal 1 Ligação Processador/Memória - Periférico Processador Memória Controlo Dados Controlador Fonte: Minho - Portugal
Programação de. Programa. Bibliografia. Páginas electrónicas de PM. Regras das aulas de laboratório. Métodos de Ensino - Aulas
Programa Programação de Microprocessadores 1º Ano 2º Semestre A arquitectura dos computadores A linguagem C 1 aula 7 aulas Talvez haja mais algum assunto a abordar nas aulas seguintes Mestrado Integrado
ORGANIZAÇÃO BÁSICA DE COMPUTADORES E LINGUAGEM DE MONTAGEM
Linguagem de programação Linguagem de Alto Nível próximo ao ser humano, escrita de forma textual. Ex: if (a==b) a=b+c; Linguagem de Montagem (Assembly) próximo à linguagem de máquina, escrita em códigos
Introdução à Engenharia de Computação
Introdução à Engenharia de Computação Tópico: Organização Básica de um Computador Digital Introdução à Engenharia de Computação 2 Componentes de um Computador Computador Eletrônico Digital É um sistema
Arquitetura de processadores: RISC e CISC
Arquitetura de processadores: RISC e CISC A arquitetura de processador descreve o processador que foi usado em um computador. Grande parte dos computadores vêm com identificação e literatura descrevendo
Sistemas Operativos I
Arquitectura de um Computador Maria João Viamonte / Luis Lino Ferreira Fevereiro de 2006 Sumário Arquitectura de um Computador Estrutura de I/O Estrutura de Armazenamento Hierarquia de Armazenamento Protecção
Dispositivos de Entrada e Saída
SEL-0415 Introdução à Organização de Computadores Dispositivos de Entrada e Saída Aula 9 Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira ENTRADA e SAÍDA (E/S) (I/O - Input/Output) n Inserção dos dados (programa)
Gestão do Risco e da Qualidade no Desenvolvimento de Software
Gestão do Risco e da Qualidade no Desenvolvimento de Software Questionário Taxinómico do Software Engineering Institute António Miguel 1. Constrangimentos do Projecto Os Constrangimentos ao Projecto referem-se
SSC510 Arquitetura de Computadores. 2ª aula
SSC510 Arquitetura de Computadores 2ª aula PROFA. SARITA MAZZINI BRUSCHI CISC E RISC ARQUITETURA MIPS PIPELINE Arquitetura CISC CISC Complex Instruction Set Computer Computadores complexos devido a: Instruções
Sistemas Operativos. Sumário. Estruturas de sistemas de computação. ! Operação de um sistema de computação. ! Estruturas de E/S
Estruturas de sistemas de computação Sumário! Operação de um sistema de computação! Estruturas de E/S! Estruturas de armazenamento! Hierarquia de armazenamento 2 1 Arquitectura de um sistema de computação
Hardware Fundamental
Hardware Fundamental Arquitectura de Computadores 10º Ano 2006/2007 Unidade de Sistema Um computador é um sistema capaz de processar informação de acordo com as instruções contidas em programas. Na década
ARQUITETURA DE COMPUTADORES
1 ARQUITETURA DE COMPUTADORES U C P Prof. Leandro Coelho Plano de Aula 2 Aula Passada Definição Evolução dos Computadores Histórico Modelo de Von-Neumann Básico CPU Mémoria E/S Barramentos Plano de Aula
Interrupções. As interrupções são casos especiais de chamadas de procedimentos.
Interrupções Uma interrupção é equivalente a uma chamada de procedimento. A chamada é equivalente a um CALL gerado pela execução de uma instrução. As interrupções são casos especiais de chamadas de procedimentos.
BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EaD UAB/UFSCar Sistemas de Informação - prof. Dr. Hélio Crestana Guardia
O Sistema Operacional que você usa é multitasking? Por multitasking, entende-se a capacidade do SO de ter mais de um processos em execução ao mesmo tempo. É claro que, num dado instante, o número de processos
Arquitectura de Computadores
Arquitectura de Computadores Modos de Transferência de Informação (14.6) José Monteiro Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Departamento de Engenharia Informática (DEI) Instituto Superior
Capítulo 4. MARIE (Machine Architecture Really Intuitive and Easy)
Capítulo 4 João Lourenço [email protected] Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade Nova de Lisboa 2007-2008 MARIE (Machine Architecture Really Intuitive and Easy) Adaptado dos transparentes
STC5 Redes de informação e comunicação
STC5 Redes de informação e comunicação João Paulo Ferreira Técnico de organização de eventos Modulo: STC5 Redes de informação e comunicação Formador: Hélder Alvalade 0 Índice Introdução... 2 Desenvolvimento...
Implementadas por Computador
«Título Dia Aberto da Acção» da PI «Nome Ricardo Formador» Pereira «Título Invenções do Módulo» Implementadas por Computador «Função Desempenhada» Examinador de Patentes Universidade de «Local» Évora «dd.mm.aaaa»
Memórias. Considerações iniciais Tipos de memórias RAMs Estrutura das RAMs Expansão das RAMs 12/3/10. Mário Serafim Nunes Guilherme Silva Arroz
Memórias - Taguspark Considerações iniciais Tipos de memórias RAMs Estrutura das RAMs Expansão das RAMs 2 1 - Taguspark Em muitas situações, é necessário armazenar um conjunto muito grande de palavras
O hardware é a parte física do computador, como o processador, memória, placamãe, entre outras. Figura 2.1 Sistema Computacional Hardware
1 2 Revisão de Hardware 2.1 Hardware O hardware é a parte física do computador, como o processador, memória, placamãe, entre outras. Figura 2.1 Sistema Computacional Hardware 2.1.1 Processador O Processador
RISC - Reduced Instruction Set Computer
Arquietura MAC 412- Organizãção de Computadores - Siang W. Song Baseado no livro de Tanenbaum - Structured Computer Organization Arquietura Índice 1 Avaliação da arquitetura CISC (microprogramada) Críticas
Arquitecturas Alternativas. Pipelining Super-escalar VLIW IA-64
Arquitecturas Alternativas Pipelining Super-escalar VLIW IA-64 Pipeline de execução A execução de uma instrução passa por várias fases: Vimos o ciclo: fetch, decode, execute fetch decode execute instrução
CONCEITOS BÁSICOS DE UM SISTEMA OPERATIVO
4 CONCEITOS BÁSICOS DE UM SISTEMA OPERATIVO CONCEITOS BÁSICOS MS-DOS MICROSOFT DISK OPERATION SYSTEM INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DE UM SISTEMA OPERATIVO LIGAÇÕES À INTERNET O que é um sistema operativo?
Gerenciamento de Entrada e Saída Hélio Crestana Guardia e Hermes Senger
Gerenciamento de Entrada e Saída Hélio Crestana Guardia e Hermes Senger O controle da entrada e saída (E/S ou I/O, input/output) de dados dos dispositivos é uma das funções principais de um sistema operacional.
Arquitetura do conjunto de instruções (ISA); características de instruções de máquina; tipos de operandos
Arquitetura do conjunto de instruções (ISA); características de instruções de máquina; tipos de operandos Abordaremos nesta aula assuntos referentes à arquitetura do conjunto de instruções, tipos de operandos
Unidade Central de Processamento (CPU) Processador. Renan Manola Introdução ao Computador 2010/01
Unidade Central de Processamento (CPU) Processador Renan Manola Introdução ao Computador 2010/01 Componentes de um Computador (1) Computador Eletrônico Digital É um sistema composto por: Memória Principal
Arquiteturas RISC. (Reduced Instructions Set Computers)
Arquiteturas RISC (Reduced Instructions Set Computers) 1 INOVAÇÕES DESDE O SURGIMENTO DO COMPU- TADOR DE PROGRAMA ARMAZENADO (1950)! O conceito de família: desacoplamento da arquitetura de uma máquina
Figura 1 - O computador
Organização e arquitectura dum computador Índice Índice... 2 1. Introdução... 3 2. Representação da informação no computador... 4 3. Funcionamento básico dum computador... 5 4. Estrutura do processador...
Unidade 11: A Unidade de Controle Prof. Daniel Caetano
Arquitetura e Organização de Computadores 1 Unidade 11: A Unidade de Controle Prof. Daniel Caetano Objetivo: Apresentar as funções o mecanismo de atuação da Unidade de Controle. Bibliografia: - STALLINGS,
Nível da Arquitetura do Conjunto das Instruções
Nível da Arquitetura do Conjunto das Instruções (Aula 13) Fluxo de Controle Fluxo Seqüencial de Controle e Desvios (1) Fluxo de Controle: É a seqüência na qual instruções são dinamicamente executadas Isto
Arquitetura de um Computador
Arquitetura de um Computador Discos Impressora tape-drives CPU Controlador Disco Controlador impressora Controlador tape-driver controlador memoria bus memoria Os periféricos de I/O e o CPU executam concorrentemente.
Conjunto de instruções do CPU. Arquitectura de um computador. Definição das instruções (1) Definição das instruções (2)
Arquitectura de um computador Caracterizada por: Conjunto de instruções do processador (ISA Estrutura interna do processador (que registadores existem, etc Modelo de memória (dimensão endereçável, alcance
Acetatos de apoio às aulas teóricas
Microprocessadores e Aplicações Acetatos de apoio às aulas teóricas Ana Cristina Lopes Dep. Engenharia Electrotécnica http://orion.ipt.pt [email protected] Ana Cristina Lopes, 24 de Outubro de 2004 Microprocessadores
O Nível ISA. Modelo de programação Arquitecturas CISC e RISC Introdução ao IA-32 da Intel
O Nível ISA Modelo de programação Arquitecturas CISC e RISC Introdução ao IA-32 da Intel Nível ISA (Instruction Set Architecture) Tipos de dados Inteiros (1, 2, 4 ou 8 bytes) Servem também para representar
1.3. Componentes dum sistema informático HARDWARE SOFTWARE
1.3. Componentes dum sistema informático Computador Sistema Informático HARDWARE SOFTWARE + Periféricos Sistema Operativo Aplicações HARDWARE - representa todos os componentes físicos de um sistema informático,
4.1. UML Diagramas de casos de uso
Engenharia de Software 4.1. UML Diagramas de casos de uso Nuno Miguel Gil Fonseca [email protected] Utilizados para ajudar na análise de requisitos Através da forma como o utilizador usa o sistema
Sistema de Memórias de Computadores
Sistema de Memórias de Computadores Uma memória é um dispositivo que permite um computador armazenar dados temporariamente ou permanentemente. Sabemos que todos os computadores possuem memória. Mas quando
2. A influência do tamanho da palavra
1. Introdução O processador é o componente vital do sistema de computação, responsável pela realização das operações de processamento (os cálculos matemáticos etc.) e de controle, durante a execução de
Aula 14: Instruções e Seus Tipos
Aula 14: Instruções e Seus Tipos Diego Passos Universidade Federal Fluminense Fundamentos de Arquiteturas de Computadores Diego Passos (UFF) Instruções e Seus Tipos FAC 1 / 35 Conceitos Básicos Diego Passos
Aspectos Sócio-Profissionais da Informática
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA I N S T I T U T O P O L I T É C N I C O D E C A S T E L O B R A N C O ENGENHARIA INFORMÁTICA Aspectos Sócio-Profissionais da Informática Jovens Empresários de Sucesso e Tendências
Introdução. Hardware (Parte I) Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação. [email protected].
Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação Introdução à Computação Hardware (Parte I) Prof. a Joseana Macêdo Fechine Régis de Araújo [email protected] Carga
INSTRUMENTOS USADOS Lápis e lapiseiras Os lápis médios são os recomendados para uso em desenho técnico, a seleção depende sobretudo de cada usuário.
INSTRUMENTOS USADOS Lápis e lapiseiras Os lápis médios são os recomendados para uso em desenho técnico, a seleção depende sobretudo de cada usuário. INSTRUMENTOS USADOS Esquadros São usados em pares: um
IDENTIFICAÇÃO MANUTENÇÃO
IDENTIFICAÇÃO MANUTENÇÃO ESTRUTURA DOS MICROS PADRÃO PC AULA 01 Sobre aula 1 Números binários e hexadecimais Dispositivos digitais e analógicos Circuitos integrados Estrutura dos micros padrão PC Micros
Componentes básicos de um sistema computacional. Cap. 1 (Stallings)
Componentes básicos de um sistema computacional Cap. 1 (Stallings) 1 Sistema de Operação Explora recursos de hardware de um ou mais processadores Provê um conjunto de serviços aos utilizadores Gerencia
Programação de Sistemas
Programação de Sistemas Introdução à gestão de memória Programação de Sistemas Gestão de memória : 1/16 Introdução (1) A memória central de um computador é escassa. [1981] IBM PC lançado com 64KB na motherboard,
Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos. Sistemas Operativos - 2º Ano
Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos Sistemas Operativos - 2º Ano 2012/2013 O Windows Server 2003 surgiu em 2003 e substituiu o Windows Server 2000. O Windows
Invenções Implementadas por Computador (IIC) Patentes
Invenções Implementadas por Computador (IIC) Patentes O que é uma IIC? Uma IIC é uma invenção que recorre a um computador, a uma rede de computadores ou a qualquer outro dispositivo programável (por exemplo
Todos os microprocessadores hoje disponíveis em micros compatíveis com PC utilizam o funcionamento do 80386 como ponto de partida.
8 0 Introdução Todos os microprocessadores hoje disponíveis em micros compatíveis com PC utilizam o funcionamento do 80386 como ponto de partida. Isso acontece por pelo menos três motivos técnicos: 0 80386
Sistemas Computacionais II Professor Frederico Sauer
Sistemas Computacionais II Professor Frederico Sauer Livro-texto: Introdução à Organização de Computadores 4ª edição Mário A. Monteiro Livros Técnicos e Científicos Editora. Atenção: Este material não
Algumas características especiais
Algumas características especiais Tópicos o Medidas de desempenho o CISC versus RISC o Arquiteturas Superescalares o Arquiteturas VLIW Medidas de desempenho Desempenho é muito dependente da aplicação MIPS:
Processos. Paulo Sérgio Almeida 2005/2006. Grupo de Sistemas Distribuídos Departamento de Informática Universidade do Minho
Paulo Sérgio Almeida Grupo de Sistemas Distribuídos Departamento de Informática Universidade do Minho 2005/2006 Conceito de processo Operações sobre processos Conceito de processo Conceito de processo
Optimização de um Mundo Virtual
secção 3.2 Optimização de um Mundo Virtual Dadas as limitações impostas pela actual tecnologia, um mundo virtual que não seja cuidadosamente optimizado torna-se necessariamente demasiado lento para captar
4.4. UML Diagramas de interacção
Engenharia de Software 4.4. UML Diagramas de interacção Nuno Miguel Gil Fonseca [email protected] Um diagrama de interacção mostra um padrão de interacção entre vários objectos, com objectos e
Programação em papel quadriculado
4 NOME DA AULA: Programação em papel quadriculado Tempo de aula: 45 60 minutos Tempo de preparação: 10 minutos Objetivo principal: ajudar os alunos a entender como a codificação funciona. RESUMO Ao "programar"
Processo de Bolonha. Regime de transição na FCTUC
Processo de Bolonha Regime de transição na FCTUC Aprovado na Comissão Coordenadora do Conselho Pedagógico a 20 de Setembro de 2006, na Comissão Coordenadora do Conselho Científico a 22 de Setembro de 2006,
Introdução à Engenharia de Computação
Introdução à Engenharia de Computação Tópico: O Computador como uma Máquina Multinível (cont.) José Gonçalves - LPRM/DI/UFES Introdução à Engenharia de Computação Máquina Multinível Moderna Figura 1 Máquina
Pipelining - analogia
PIPELINE Pipelining - analogia Pipelining OBJECTIVO: Aumentar o desempenho pelo aumento do fluxo de instruções Program execution Time order (in instructions) lw $1, 100($0) Instruction fetch ALU Data access
Conjunto de Instruções e Arquitectura p.1
Conjunto de Instruções e Arquitectura Luís Nogueira [email protected] Departamento Engenharia Informática Instituto Superior de Engenharia do Porto Conjunto de Instruções e Arquitectura p.1 Organização
Memória cache. Prof. Francisco Adelton
Memória cache Prof. Francisco Adelton Memória Cache Seu uso visa obter uma velocidade de acesso à memória próxima da velocidade das memórias mais rápidas e, ao mesmo tempo, disponibilizar no sistema uma
Gestor de Janelas Gnome
6 3 5 Gestor de Janelas Gnome Nesta secção será explicado o funcionamento de um dos ambientes gráficos disponíveis no seu Linux Caixa Mágica, o Gnome. Na figura 5.1 apresentamos o GDM, o sistema gráfico
Primeiros "computadores" digitais. Execução de um programa. Consolas. Primórdios dos computadores. Memória interna. Computadores com memória interna
Execução de um O executa um Quais os seus componentes? Como estes se organizam e interactuam? entrada de dados processador, memória, input bits periféricos,etc bits saída de dados output Primeiros "es"
Introdução à Arquitetura de Computadores. Renan Manola Introdução ao Computador 2010/01
Introdução à Arquitetura de Computadores Renan Manola Introdução ao Computador 2010/01 Introdução Conceitos (1) Computador Digital É uma máquina que pode resolver problemas executando uma série de instruções
ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 1866
7 Unidade Central de Processamento (UCP): O processador é o componente vital do sistema de computação, responsável pela realização das operações de processamento e de controle, durante a execução de um
Manual do Desktop Sharing. Brad Hards Tradução: Marcus Gama
Brad Hards Tradução: Marcus Gama 2 Conteúdo 1 Introdução 5 2 O protocolo do Buffer de Quadro Remoto (Buffer de Quadro Remoto) 6 3 Usando o Desktop Sharing 7 3.1 Gerenciando convites do Desktop Sharing........................
Organização de Computadores Como a informação é processada?
Curso de ADS/DTEE/IFBA Organização de Computadores Como a informação é processada? Prof. Antonio Carlos Referências Bibliográficas: 1. Ciência da Computação: Uma visão abrangente - J.Glenn Brokshear 2.
Linguagem de Montagem Funcionamento de CPU e Assembly Rudimentar
Componentes de um Computador (5) Linguagem de Montagem Funcionamento de CPU e Assembly Rudimentar Prof. João Paulo A. Almeida ([email protected]) 2007/01 - INF02597 Com slides de Roberta Lima Gomes
MICROPROCESSADORES. Unidade de Entrada/Saída (I/O) Nuno Cavaco Gomes Horta. Universidade Técnica de Lisboa / Instituto Superior Técnico.
MICROPROCESSADORES (I/O) Nuno Cavaco Gomes Horta Universidade Técnica de Lisboa / Instituto Superior Técnico Sumário Introdução Unidade de Processamento Unidade de Controlo Conjunto de Instruções Unidade
Arquitetura de Computadores. Tipos de Instruções
Arquitetura de Computadores Tipos de Instruções Tipos de instruções Instruções de movimento de dados Operações diádicas Operações monádicas Instruções de comparação e desvio condicional Instruções de chamada
O Manual do Konquest. Nicholas Robbins Tradução: José Pires
Nicholas Robbins Tradução: José Pires 2 Conteúdo 1 Introdução 5 2 Como Jogar 6 3 Regras do Jogo, Estratégias e Sugestões 9 3.1 Regras............................................ 9 3.2 Estratégias e Dicas.....................................
Avaliação de Desempenho
Avaliação de Desempenho Clock do Sistema Cristal de Quartzo envia onda de sinais constantes que são convertidas em sinais digitais 1GHz = 1 bilhão de pulsos Taxa de pulsos = taxa de clock Incremento de
Especificação Operacional.
Especificação Operacional. Para muitos sistemas, a incerteza acerca dos requisitos leva a mudanças e problemas mais tarde no desenvolvimento de software. Zave (1984) sugere um modelo de processo que permite
ARQUITETURA DE COMPUTADORES
01001111 01110010 01100111 01100001 01101110 01101001 01111010 01100001 11100111 11100011 01101111 00100000 01100100 01100101 00100000 01000011 01101111 01101101 01110000 01110101 01110100 01100001 01100100
Visão Artificial Para a Indústria. Manual do Utilizador
Visão Artificial Para a Indústria Manual do Utilizador Luis Fonseca Carvalho de Matos ( [email protected] ) Julho de 2007 Índice de conteúdos 1. Apresentação......1 1.Conceito de Funcionamento......1 2.
Sistemas Microcontrolados
Sistemas Microcontrolados Uma Abordagem com o Microcontrolador PIC 16F84 Nardênio Almeida Martins Novatec Editora Capítulo 1 Introdução Os microcontroladores estão presentes em quase tudo o que envolve
Tais operações podem utilizar um (operações unárias) ou dois (operações binárias) valores.
Tais operações podem utilizar um (operações unárias) ou dois (operações binárias) valores. 7.3.1.2 Registradores: São pequenas unidades de memória, implementadas na CPU, com as seguintes características:
Atividades da Engenharia de Software ATIVIDADES DE APOIO. Atividades da Engenharia de Software. Atividades da Engenharia de Software
Módulo 1 SCE186-ENGENHARIA DE SOFTWARE Profª Rosely Sanches [email protected] CONSTRUÇÃO Planejamento do Codificação Teste MANUTENÇÃO Modificação 2003 2 Planejamento do Gerenciamento CONSTRUÇÃO de Codificação
natureza do projeto e da aplicação métodos e ferramentas a serem usados controles e produtos que precisam ser entregues
Modelo De Desenvolvimento De Software É uma representação abstrata do processo de desenvolvimento que define como as etapas relativas ao desenvolvimento de software serão conduzidas e interrelacionadas
Entradas/Saídas. 1. Princípios de hardware/software de E/S 2. Camadas de software de E/S 3. Relógios (Temporizadores) 4. Gestão de consumo de potência
Entradas/Saídas 1. Princípios de hardware/software de E/S 2. Camadas de software de E/S 3. Relógios (Temporizadores) 4. Gestão de consumo de potência Organização de um Sistema Operativo System Call Handler
UPGRADES. Uma das melhores características do PC é o facto de ser uma arquitectura aberta, que permite a substituição de componentes com facilidade.
IMEI UPGRADES Prof. Luís Moreira UPGRADES Uma das melhores características do PC é o facto de ser uma arquitectura aberta, que permite a substituição de componentes com facilidade. Do velho se faz novo.
Arquitectura de Computadores
Arquitectura de Computadores Fundamentos (9, 10.1 a 10.3) José Monteiro Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Departamento de Engenharia Informática (DEI) Instituto Superior Técnico
EEC2104 Microprocessadores
EEC2104 Microprocessadores Edição 2005/2006 Apresentação da disciplina Missão e Objectivos Ganhar competências que permitam desenvolver aplicações baseadas em microprocessadores (MPs) e microcontroladores
Guia de iniciação Bomgar B400
Guia de iniciação Bomgar B400 Documento: 043010.15 Publicado: maio de 2010 Guia de iniciação Bomgar B400 Documento: 043010.15 Publicado: maio 2010 Obrigado por utilizar a Bomgar. Na Bomgar, o atendimento
COMO ENSINEI MATEMÁTICA
COMO ENSINEI MATEMÁTICA Mário Maturo Coutinho COMO ENSINEI MATEMÁTICA.ª edição 511 9 AGRADECIMENTOS À Deus À minha família Aos mestres da matemática do C.E.Visconde de Cairu APRESENTAÇÃO O objetivo deste
A Importância do Desenho de Construção Mecânica e da Concepção e Fabrico Assistidos por Computador ao nível da Indústria Metalomecânica *
1 A Importância do Desenho de Construção Mecânica e da Concepção e Fabrico Assistidos por Computador ao nível da Indústria Metalomecânica * José António Almacinha ** 1 Visão geral do problema Antigamente,
TRANSMISSÃO DE DADOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com
- Aula 3-1. A CAMADA DE REDE (Parte 1) A camada de Rede está relacionada à transferência de pacotes da origem para o destino. No entanto, chegar ao destino pode envolver vários saltos em roteadores intermediários.
O modelo do computador
O modelo do computador Objetivos: Mostrar como é o funcionamento dos computadores modernos Mostrar as limitações a que estamos sujeitos quando programamos Histórico Os primeiros computadores são da década
Estrutura de um Computador
Estrutura de um Computador Tratando-se o computador de uma máquina complexa a sua estrutura pode ser apreciada a diferentes níveis de detalhe, duma forma hierárquica. AC1 Arquitectura e Organização de
Entradas/Saídas. Programação por interrupções Conceitos gerais Programação da porta série Transmissão
Entradas/Saídas Programação por interrupções Conceitos gerais Programação da porta série Transmissão Problemas a resolver Como identificar a interrupção? Motivo da interrupção Que rotina executar? Como
Organização e Arquitetura de Computadores. Hugo Barros [email protected]
Organização e Arquitetura de Computadores Hugo Barros [email protected] RISC X SISC RISC: Reduced Instruction Set Computer Nova Tecnologia para máquinas de alta performance; Máquina com um conjunto
