LEI COMPLEMENTAR de 13/12/1999
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- Anderson Amorim Figueira
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1 LEI COMPLEMENTAR de 13/12/1999 Dispõe sobre a organização básica do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais - CBMMG - e dá outras providências. O Povo do Estado de Minas Gerais, por seus representantes, decretou e eu, em seu nome, sanciono a seguinte Lei Complementar: CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. 1º - O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais - CBMMG -, considerado força auxiliar e reserva do Exército, nos termos do inciso V e do 6º do art. 144 da Constituição da República e do inciso II do art. 142 da Constituição do Estado, modificado pela Emenda à Constituição nº 39, de 2 de junho de 1999, é organizado com base na hierarquia e na disciplina. Parágrafo único - Para os efeitos desta lei, as expressões Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, Corpo de Bombeiros Militar e CBMMG se equivalem. Art. 2º - O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais é um órgão com regime especial de administração centralizada, na forma de legislação estadual, e, como tal, integra-se ao sistema da administração geral do Estado. CAPÍTULO II Do Corpo de Bombeiros Militar Seção I da Competência Art. 3º - Compete ao Corpo de Bombeiro Militar: I - coordenador e executar as ações de defesa civil, proteção e socorrimento públicos, prevenção e combate a incêndio, perícias de incêndio e explosão em locais de sinistro, busca e salvamento; II - atender a convocação, à mobilização do Governo Federal inclusive, em caso de guerra externa ou para prevenir grave perturbação da ordem ou ameaça de sua irrupção, subordinando-se à Força Terrestre para emprego em suas atribuições específicas de Corpo de Bombeiros Militar e como participante da defesa interna e territorial; III - coordenar a elaboração de normas relativas à segurança das pessoas e dos seus bens contra incêndios e pânico e outras previstas em lei, no Estado; IV - exercer a polícia judiciária militar, relativamente aos crimes militares praticados por seus integrantes ou contra a instituição Corpo de Bombeiros Militar, nos termos da legislação federal específica; V - incentivar a criação de Bombeiros não militares e estipular as normas básicas de funcionamento e de padrão operacional; VI - exercer a supervisão das atividades dos órgãos e das entidades civis que atuam em sua área de competência; VII - aprimorar os recursos humanos, melhorar os recursos materiais e buscar novas técnicas e táticas que propiciem segurança à população. Art. 4º - Ao Corpo de Bombeiros Militar é assegurada autonomia administrativa e financeira, cabendo-lhe especialmente:
2 I - elaborar a sua programação financeira anual e acompanhar e avaliar sua implementação, segundo as dotações consignadas no orçamento do Estado; II - elaborar folha e demonstrativos de pagamento e decidir sobre a situação funcional de seu pessoal ativo e inativo, constituído pelos militares, integrantes dos quadros específicos da Corporação; III - executar contabilidade própria; IV - adquirir materiais, viaturas e equipamentos específicos. 1º - As atividades de planejamento e orçamento e de administração financeira e contabilidade subordinam-se administrativamente ao Comando-Geral da Corporação e tecnicamente às Secretarias de Estado do Planejamento e Coordenação Geral e da Fazenda, respectivamente. 2º - Sem prejuízo das competências constitucionais e legais de outros órgãos e entidades da administração pública estadual, as atividades de administração, de seu pessoal militar inclusive, subordinam-se técnica e administrativamente ao Comando-Geral da Corporação. Art. 5º - O Corpo de Bombeiros Militar subordina-se diretamente ao Governador do Estado. Art. 6º - A administração, o comando e o emprego da Corporação são de competência e responsabilidade do Comandante- Geral do Corpo de Bombeiros, assessorado pelas unidades de direção. Seção II Da Estrutura Orgânica Art. 7º - O Corpo de Bombeiros Militar tem a seguinte estrutura: I - Unidades de Direção Geral; II - Unidades de Direção Intermediária; III - Unidades de Execução. Art. 8º - As Unidades de Direção Geral exercem o comando e a administração da Corporação, cabendo-lhes: I - o planejamento geral e a organização da Corporação, atendidas as necessidades de pessoal e material e os seus objetivos; II - o acionamento, por meio de diretrizes e ordens, das unidades de apoio e das de execução, fiscalizando-as e coordenandoas. Art. 9º - As Unidades de Direção Intermediária são responsáveis pela condução das respectivas unidades nas atividades operacionais, de pessoal e de material da Corporação, de acordo com as diretrizes e ordens das Unidades de Direção Geral. Art As Unidades de Execução realizam as atividades operacionais e de apoio, de acordo com as diretrizes das Unidades de Direção. Seção III Da Direção Geral Art As Unidades de Direção Geral compõem o Comando- Geral da Corporação, compreendendo: I - o Gabinete do Comandante-Geral;
3 II - o Estado-Maior do Corpo de Bombeiros Militar. Seção IV Do comandante-geral Art O Comandante-Geral será um oficial do último posto do Quadro de Oficiais Bombeiros Militar - QOBM -, preferencialmente da ativa, podendo ser um Oficial da reserva que tenha ocupado, durante o serviço ativo e em caráter efetivo, cargo privativo do último posto da Corporação. 1º - O Comandante-Geral é responsável pelo comando e pela administração geral da Corporação. 2º - O provimento do cargo de Comandante-Geral será feito por ato do Governador do Estado. 3º - O Comandante-Geral tem, no âmbito do Estado, prerrogativas e responsabilidades de Secretário de Estado. 4º - O Comandante-Geral disporá de assistentes e de ajudantes-de-ordens. 5º - O Oficial que estiver no exercício do cargo de Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar tem precedência hierárquica e funcional sobre todos os Oficiais da Corporação. Art O cargo de Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar é subordinado diretamente ao Governador do Estado. Seção V Do Estado-Maior Art Competem ao Estado-Maior: I - o estudo, o planejamento, a coordenação, a fiscalização e o controle de todas as atividades da Corporação; II - a elaboração das diretrizes e ordens do Comando às Unidades de Direção Intermediária e de Execução. Parágrafo único - O Estado-Maior é constituído por: I - Chefia do Estado-Maior; II - Subchefia do Estado-Maior; III - Seções do Estado-Maior. Art O Chefe do Estado-Maior, nomeado pelo Governador do Estado mediante indicação do Comandante-Geral, acumula as funções de Subcomandante da Corporação e é o substituto eventual do Comandante-Geral. 1º - O cargo de Chefe do Estado do Estado-Maior é privativo de Coronel da ativa do QOBM, que terá precedência hierárquica sobre os demais Coronéis. 2º - Cabe ao Chefe do Estado-Maior dirigir, orientar, coordenar e fiscalizar os trabalhos do Estado-Maior e exercer as funções administrativas que lhe competem e as que lhe forem delegadas pelo Comandante-Geral. 3º - O substituto eventual do Chefe do Estado-Maior é o Coronel mais antigo do QOBM em atividade na Corporação. 4º - O Chefe do Estado-Maior tem, no âmbito do Estado, prerrogativas e responsabilidades de Secretário Adjunto de Estado. 5º - Os cargos de Subchefe do Estado-Maior e de Seções são privativos de Tenentes-Coronéis, e suas atribuições serão definidas em regulamento próprio. Seção VI Da Auditoria Art A Auditoria, unidade subordinada diretamente ao
4 Comandante-Geral, é responsável pelo exercício da auditoria de prevenção, de controle e de gestão em todas as áreas de atuação da Corporação, tanto em nível de direção quanto no nível operacional. Seção VII Das Diretorias Art As Diretorias, Unidades de Direção Intermediária, são organizadas na forma de sistema para atividades de pessoal, programação orçamentária financeira, contabilidade, auditoria e apoio logístico. Art Os cargos de Diretor são privativos de Coronéis da ativa do QOBM. Art Serão criadas, conforme as necessidades da Corporação, Diretorias de Recursos Humanos, Apoio Logístico, Contabilidade e finanças e outras. Seção VIII Dos Comandos Operacionais de Bombeiros Art Ficam criados dois Comandos Operacionais de Bombeiros, um na Região Metropolitana de Belo Horizonte e outro no interior do Estado. 1º - Os Comandos Operacionais de Bombeiros, Unidades de Direção Intermediária, são responsáveis perante o Comando-Geral pela coordenação das atividades operacionais de competência do Corpo de Bombeiros Militar, em sua respectiva área de atuação, de acordo com as diretrizes e ordens emanadas do Comando-Geral. 2º - O cargo de Comandante Operacional de Bombeiros é privativo de Coronéis da ativa do QOBM. Seção IX Das Unidades de Execução de Apoio Art Serão criadas as Unidades de Execução de Apoio para Ensino de Bombeiros, Suprimento e Manutenção, Atividades Técnicas, Ajudância-Geral e outras. Art O Centro de ensino de Bombeiros - CEBOM -, unidade responsável pela formação, pelo aperfeiçoamento e pela especialização de Bombeiros, vincula-se à Diretoria de Recursos Humanos. Art O Centro de Suprimento e Manutenção - CSM -, unidade responsável pelo suprimento logístico da corporação, vincula-se à diretoria de Apoio Logístico, cabendo-lhe as atividades de recebimento, estocagem, distribuição de materiais, manutenção de viaturas e equipamentos especializados e intendência. Art Compete ao Centro de Atividades Técnicas - CAT -, unidade subordinada diretamente ao Comando-Geral do Corpo de Bombeiros Militar: I - pesquisar, analisar, planejar, normatizar, exigir e fiscalizar o cumprimento das disposições legais próprias dos serviços de segurança contra incêndio e pânico; II - realizar perícias de incêndio e explosão em locais de sinistro;
5 III - atuar como segunda instância na análise de projetos de prevenção no Estado. Art A Ajudância-Geral, unidade responsável pelas funções administrativas do Comando-Geral, é subordinada diretamente a esse Comando, cabendo-lhe: I - o trabalho de secretaria, correspondência, correio, protocolo geral, arquivo geral, boletim geral e outros; II - o apoio ao quartel do Comando-Geral no que se refere a pessoal e material, administração financeira e contábil, almoxarifado e aprovisionamento; III - a segurança do quartel do Comando-Geral. Seção X Das Unidades de Execução Operacional Art Constituem Unidades de Execução do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais: I - o Batalhão de Bombeiros Militar - BBM -; II - a Companhia Independente de Bombeiros Militar - CIA IND BM -; III - a Companhia de Bombeiros Militar - CIA BM -; IV - o Pelotão de bombeiros Militar - PEL BM. 1º - As unidades mencionadas no caput deste artigo terão especificadas em suas denominações, quando for o caso, o tipo de atividade que executam, observada a competência prevista no art. 3º desta lei. 2º - As denominações das Unidades de Execução de que trata o caput deste artigo e o âmbito de sua atuação poderão ser alterados de acordo com as necessidades da Corporação, nos termos de resolução do Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar. 3º - (Vetado). Art Compete ao Batalhão e à Companhia Independente de Bombeiros Militar, unidades subordinadas diretamente ao Comando Operacional de Bombeiros, realizar ações de prevenção e combate a incêndio, busca e salvamento, socorros de urgência e defesa civil. Art A subordinação, a competência e a responsabilidade territorial das Unidades de Execução Operacional do Corpo de bombeiros Militar serão definidas pelo Comando-Geral do CBMMG. CAPÍTULO III Do Pessoal Seção I Do Pessoal do Corpo de Bombeiros Militar Art Integram o Corpo de Bombeiros Militar: I - pessoal da ativa: a) Oficiais, pertencentes aos seguintes quadros: 1) Quadro de Oficiais Bombeiros Militar - QOBM -; 2) Quadro de Oficiais de Administração Bombeiros Militar - QOABM -; 3) Quadro de Oficiais de Saúde Bombeiros Militar - QOSBM -; b) - Praças, pertencentes aos seguintes quadros: 1) Quadro de Praças Bombeiros Militar - QPBM -; 2) Quadro de Praças Especialistas Bombeiros Militar - QPEBM - II - pessoal inativo: a) pessoal da reserva remunerada: Oficiais e Praças transferidos para a reserva remunerada a partir da data da
6 promulgação da Emenda à Constituição nº 39, de 2 de junho de 1999; b) pessoal reformado: Oficiais e Praças reformados a partir da data da promulgação da Emenda à Constituição nº 39, de 2 de junho de Seção II Do Efetivo Art O efetivo do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais será fixado em lei específica. CAPÍTULO IV Disposições Gerais Art O Comandante-Geral poderá constituir comissões e assessorias para desempenho de atividades específicas, de caráter permanente ou temporário, de natureza relevante e de interesse público. 1º - São de caráter permanente a Comissão de Promoções de Oficiais, presidida pelo Comandante-Geral da Corporação, e a Comissão de Promoções de Praças, presidida pelo Diretor de Recursos Humanos ou equivalente. 2º - As Comissões de Medalhas serão regidas por legislação especial. 3º - Para assuntos relativos a fatos estratégicos da Corporação e à mudança de sua estrutura organizacional que tenham grande repercussão política e social, serão constituídas, pelo Alto-Comando da Corporação, assessorias que decidirão, pela maioria de votos, as medidas a serem implementadas pelo Comando- Geral do Corpo de Bombeiros Militar, cabendo ao Comandante-Geral o voto de qualidade. 4º - O Alto-Comando será formado por todos os Coronéis da ativa do Corpo de Bombeiros Militar, que terá, no mínimo, três Coronéis. 5º - Enquanto não forem preenchidas as vagas de Coronéis previstas, os Tenentes-Coronéis em função de comando participarão do Alto-Comando. Art Os cursos de formação, aperfeiçoamento e especialização de Oficiais e Praças Bombeiros Militar serão realizados no Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais ou em outras corporações. Art As funções de Comandante de Batalhão e de Chefe de Centro serão exercidas por Tenente-Coronel do QOBM. Art Ficam assegurados aos integrantes do Corpo de Bombeiros Militar os mesmos direitos e prerrogativas dos militares da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais. Art Fica o Poder Executivo autorizado a abrir crédito suplementar no orçamento vigente, no valor de R$ ,72 (seiscentos e trinta e sete mil quinhentos e cinqüenta e nove reais e setenta e dois centavos), que se destinará ao atendimento das despesas de implantação da nova estrutura do Corpo de Bombeiros Militar. Art Esta lei complementar entra em vigor na data de sua publicação. Art Revogam-se as disposições em contrário.
7 Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, aos 13 de dezembro de Itamar Franco - Governador do Estado
EDUARDO BRAGA Governador do Estado
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