FADIGA EM JUNTAS SOLDADAS
|
|
|
- Antônia Mangueira
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 FADIGA EM JUNTAS SOLDADAS Beatriz Borges Faria Fonseca, Universidade de Itaúna, José Afonso Lelis Junior, Universidade de Itaúna, José Felipe Dias, Universidade de Itaúna, Ewerton Augusto de Sousa Nogueira, Universidade de Itaúna, Denilson José do Carmo, Universidade de Itaúna, SENAI CETEF, Resumo: Estima-se que a fadiga seja responsável por 80% a 90% das falhas em serviço de componentes mecânicos e estruturais. A fadiga em juntas soldadas é ainda mais agravante, pois essas juntas apresentam microestrutura heterogênea, tensões residuais e concentradores de tensão. Sendo assim, estuda-se a influência do acabamento superficial de juntas soldadas e das tensões médias na vida à fadiga de corpos de prova extraídos de chapa de aço estrutural ASTM A-36 de 9,53 mm de espessura, disponibilizada pela Alfa Caldeiraria e Montagens. Foram fabricados dois grupos com dez corpos de prova cada um, sendo um grupo com acabamento por esmerilhamento e o outro sem. Os ensaios de fadiga por flexão alternada foram executados em uma máquina projetada e fabricada pelo grupo de pesquisa GPME, cadastrado no CNPq. A amplitude de tensão variou de 60% a 90% do limite de resistência do material. Os resultados foram coletados e comparados com as equações das normas ABNT NBR 8800, Det Norske Veritas (DNV) e do International Institute of Welding (IIW), mostrando que os valores previstos pelas normas são conservadores para a vida à fadiga de juntas soldadas, pois os resultados obtidos experimentalmente ficaram acima dos valores previstos pelas normas. Os corpos de prova esmerilhados apresentaram melhor resistência à fadiga, que os corpos de prova sem acabamento, confirmando a influência do acabamento na vida à fadiga de juntas soldadas. Palavras-chave: Fadiga. Juntas soldadas. Acabamento. Previsão de vida à fadiga. 1 Introdução Quaisquer componentes e equipamentos que sofrem tensões variantes, ou seja, tensões que modificam seu valor ou sentido ao longo do tempo, estão sujeitos à fadiga e podem romper, mesmo se essa tensão estiver abaixo do limite de resistência ou do escoamento do material em questão. Isso porque, a cada ciclo dessa variação de tensões, é provocado um dano na estrutura do material. Com o acúmulo desses danos, o componente ou equipamento pode vir a falhar por fadiga (BRANCO; FERNANDES; CASTRO, 1999). Juntas soldadas apresentam microestrutura heterogênea, tensões residuais e concentradores de tensão, uma vez que a operação de soldagem modifica a estrutura do material de base, além de introduzir um material diferente na área a ser soldada. Dessa forma, a falha por fadiga em componentes soldados difere bastante daquela em componentes não soldados, apresentando menor resistência à fadiga (BRANCO; FERNANDES; CASTRO, 1999). Atualmente, estima-se que a fadiga é responsável por cerca de 80% a 90% das falhas em serviço de componentes mecânicos. Nos Estados Unidos, segundo Dowling (1999), o prejuízo 1
2 causado por fadiga foi cerca de 3% do PIB do país. Além de causar prejuízos enormes, representa não só um perigo para os trabalhadores de indústrias, mas também para a sociedade em geral, visto que juntas soldadas sujeitas à fadiga estão presentes em pontes, automóveis e aeronaves. Sendo assim, é de extrema importância conhecer os efeitos da fadiga em juntas soldadas, a fim de prever falhas e corrigi-las antes que acidentes ocorram. Por isso, nesse trabalho, investiga-se o comportamento de corpos de prova soldados sujeitos à fadiga por flexão alternada e qual o efeito do acabamento superficial por esmerilhamento nessas juntas, além de estudar a influência da tensão média não nula na vida à fadiga desses corpos de prova, utilizando as EQUAÇÕES (1), (2) e (3), propostas por Goodman, Gerber e Soderberg, (CASTRO; MEGGIOLARO, 2009). Goodman: Gerber: Soderberg: σ a S F + σ méd S R = 1 (1) σ a S F + ( σ méd S R ) 2 = 1 (2) σ a S F + σ méd S E = 1 (3) Onde, σ a, σ méd, S F, S R e S F representam, respectivamente, tensão alternada, tensão média, resistência à fadiga, limite de resistência à tração e limite de escoamento à tração. A trinca por fadiga passa por três estágios: nucleação ou iniciação, propagação e ruptura. A primeira fase acontece normalmente na superfície do corpo, devido a concentração de tensões nesse local ser máxima e cresce em um ângulo de 45 em relação ao esforço aplicado. Na segunda fase, a trinca propaga perpendicularmente ao esforço aplicado. Com o crescimento da trinca, atinge-se um comprimento crítico. A área remanescente é insuficiente para suportar o esforço aplicado e o fator de intensidade de tensão supera a tenacidade do material, ocorrendo então a ruptura. A FIGURA 1 ilustra a iniciação e propagação de uma trinca devido à fadiga. FIGURA 1 Iniciação (estágio I) e propagação (estágio II) da trinca Fonte: CASTRO; MEGGIOLARO (2009). 2
3 Em um carregamento característico de fadiga, há algumas relações básicas, como tensão média, tensão alternada e ampitude de tensão ou gama de tensões. Essas relações foram calculadas pelas EQUAÇÕES (4), (5) e (6), respectivamente: σ méd = σ máx+ σ mín 2 σ a = σ máx σ mín 2 (4) (5) σ = 2σ a = σ máx σ mín (6) Nessas equações, σ máx, σ mín e σ representam respectivamente, tensão máxima, tensão mínima e gama de tensões. As outras variáveis já foram definidas anteriormente. Existem duas abordagens mais comuns no estudo da fadiga em juntas soldadas: tensão nominal ou tensão estrutural conhecida também como hot spot. A abordagem pela tensão nominal, que será adotada nesta pesquisa, consiste em comparar a amplitude de tensão que é aplicada no corpo de prova com curvas S-N (tensão x número de ciclos) possibilitando estimar o número de ciclos necessários para a iniciação de trincas. É importante destacar que elas independem da resistência do material de base, do tipo de eletrodo e da tensão média nominal, desde que as juntas soldadas estejam aprovadas por critérios de qualidade (CASTRO; MEGGIOLARO, 2009). As curvas S-N fornecidas pelas normas, em geral são separadas em classe de igual resistência à fadiga, tipo de junta soldada e qualidade da solda. Foram utilizadas as normas fornecidas pela ABNT NBR 8800 (2008), classe 5.1-B, DNV (2011) classes C1 e E e IIW (BRANCO; FERNANDES; CASTRO, 1999) classe 125 para corpos de prova com acabamento esmerilhado. Para os corpos de prova sem acabamento utilizaram-se a ABNT NBR 8800 (2008), classe 5.4-C, DNV (2011) classes D e E e IIW (BRANCO; FERNANDES; CASTRO, 1999) classes 80 e 100. As normas ABNT NBR 8800 (2008) e IIW utilizam a EQUAÇÃO (7) e a norma DNV a EQUAÇÃO (8). N = K.C σ 3 (7) N = C f [ σ.( t 25 )α ] 3 (8) Nessas equações, N, σ e t representam, respectivamente, número de ciclos, gama de tensões e espessura da chapa. Já K, C, C f e α são constantes determinadas pelas normas, os quais estão detalhados na TABELA 1. A vida à fadiga de juntas soldas, prevista pelas normas citadas, é o número de ciclos, N, necessários para iniciar um trinca detectável por ensaios não destrutivos convencionais. Portanto, as normas utilizadas consideram somente o estágio de iniciação da trinca e propagação até atingir aproximadamente 1 mm de comprimento. No entanto, os dados experimentais coletados englobam todas as fases da falha por fadiga: iniciação, propagação e ruptura. 3
4 Tabela 1 Coeficientes das equações de previsão de vida à fadiga Norma ABNT NBR 8800 (2008) C K Fonte: elaborado pelos autores. 2 Metodologia 5.1 B 1,20E C 4,40E Norma IIW C (B=3,0) K Classe 125 3,91E+12 1 Classe 100 2,00E+12 1 Classe 80 1,02E+12 1 Norma DNV Cf (C=3,0) Α C1 2,81E+12 0,15 D 1,46E+12 0,20 E 1,02E+12 0,20 Os corpos de prova cujas dimensões são apresentadas na FIGURA 2, foram extraídos de chapa de aço estrutural ASTM A-36, de espessura nominal de 9,53mm com chanfro em V. No passe de raiz utilizou-se o processo TIG e nos passes de preenchimento o processo MAG. A Alfa Caldeiraria e Montagens forneceu a chapa e executou a solda. As propriedades mecânicas e caracterização estrutural do metal base e da junta soldada foram determinadas através de ensaios de tração, dureza, dobramento e exames micro e macrográficos. Os ensaios de fadiga por flexão alternada foram executados em uma máquina projetada e fabricada pelo grupo de pesquisa GPME, cujo funcionamento é detalhado por Borges (2011) e Camargos (2014). Com o intuito de verificar a influência do acabamento superficial, foram testados vinte corpos de prova extraídos da chapa soldada, porém sendo dez com acabamento por esmerilhamento e dez sem acabamento, mostrados na FIGURA 3. Os corpos de prova foram testados seguindo uma sequência aleatória, definida através de Tabela de Números Aleatórios. Foi definido um carregamento nominal, o qual variou de 60% a 90% do limite de resistência (LR) do material utilizado, como é mostrado na TABELA 2. Os dados coletados experimentalmente dos vinte corpos de prova foram analisados e comparados com as curvas S-N para juntas soldadas com e sem acabamento superficial. 4
5 FIGURA 2 Dimensões do corpo de prova Fonte: LELIS JUNIOR (2017). FIGURA 3 Corpos de prova, sendo (a) com acabamento superficial por esmerilhamento e (b) sem acabamento superficial. Fonte: LELIS JUNIOR (2017). 5
6 TABELA 2 Identificação dos corpos de prova, tipo de acabamento e valor nominal do carregamento Fonte: LELIS JUNIOR (2017). 3 Resultados Nº C.P. Tipo de acabamento nominal [MPa] % LR 1 Sem Acab. 291,00 60,00% 2 Esmerilhado 356,40 73,48% 3 Esmerilhado 436,50 90,00% 4 Sem Acab. 356,40 73,48% 5 Esmerilhado 394,42 81,32% 6 Sem Acab. 394,42 81,32% 7 Sem Acab. 436,50 90,00% 8 Esmerilhado 394,42 81,32% 10 Esmerilhado 291,00 60,00% 11 Sem Acab. 322,04 66,40% 12 Sem Acab. 356,40 73,48% 13 Esmerilhado 436,50 90,00% 15 Esmerilhado 291,00 60,00% 16 Sem Acab. 436,50 90,00% 17 Esmerilhado 322,04 66,40% 18 Sem Acab. 291,00 60,00% 19 Esmerilhado 322,04 66,40% 20 Sem Acab. 322,04 66,40% 21 Esmerilhado 356,40 73,48% 22 Sem Acab. 394,42 81,32% Após o ensaio por fadiga até a ruptura, foi realizado exame e registro macrofratográfico, a fim de verificar as diferenças na superfície de fratura de corpos de prova com e sem acabamento superficial, ilustradas nas FIGURAS 4 e 5. FIGURA 4 Superfície de fratura de corpo de prova com acabamento por esmerilhamento. Fonte: elaborado pelos autores. 6
7 Tensão (MPa) FIGURA 5 Superfície de fratura de corpo de prova sem acabamento. Fonte: elaborado pelos autores. Os resultados dos ensaios de fadiga são apresentados na FIGURA 6. FIGURA 6 Comparação dos resultados dos ensaios de fadiga dos corpos de prova com e sem acabamento ,0E+0 5,0E+5 1,0E+6 1,5E+6 2,0E+6 2,5E+6 3,0E+6 Δσ real com acabamento Δσ real sem acabamento Fonte: Elaborado pelos autores. Nas FIGURAS 7 e 8 são apresentados os resultados dos ensaios comparados com os valores previstos pelas normas utilizando as EQUAÇÕES (7) e (8). Também são comparados os resultados corrigidos pela influência da tensão média segundo as EQUAÇÕES (1) a (3). 7
8 FIGURA 7 Resultados de ensaios de fadiga com e sem influência da tensão média comparados com os valores previstos pelas normas. Corpos de prova com acabamento E+5 1E+6 1E+7 Δσ por Goodman Δσ por Gerber Δσ por Soderberg Δσ real com acabamento IIW Classe 125 ABNT NBR 8800 (2008) 5.1-B DNV C1 Fonte: Elaborado pelos autores. Número de ciclos DNV E FIGURA 8 Resultados de ensaios de fadiga com e sem influência da tensão média comparados com os valores previstos pelas normas. Corpos de prova sem acabamento E+4 1E+5 1E+6 Δσ por Goodman Δσ por Gerber Δσ real sem acabamento IIW Classe 100 IIW Classe 80 ABNT NBR 8800 (2008) 5.4 C DNV D DNV E Fonte: Elaborado pelos autores. 8
9 4 Discussão Os corpos de prova com acabamento suportaram maior número de ciclos que os corpos de prova sem acabamento superficial, em todos os níveis de carregamento estudados, como evidenciado pela FIGURA 6. Os dados obtidos confirmaram os resultados das pesquisas citadas por Branco; Fernandes; Castro (1999) e Barrios et al. (2007) e já incorporados nas equações de previsão de vida à fadiga das normas citadas, isto é, o acabamento de juntas soldadas provoca um aumento da vida à fadiga. O acabamento superficial influenciou também na morfologia da superficie de fratura, visto que corpos de prova com acabamento por esmerilhamento apresentaram características menos grosseiras quando comparados com aqueles sem acabamento; como ilustrado nas FIGURAS 4 e 5. No entanto, este fenômeno deverá ser investigado com maior profundidade. As superfícies de fratura dos corpos de prova com e sem acabamento apresentaram regiões semelhantes e características das fases de iniciação, propagação estável, propagação instável e ruptura final, também ilustradas nas FIGURAS 4 e 5. As FIGURAS 7 e 8 mostram que para um determinado número de ciclos, o carregamento suportado por um corpo de prova foi sempre superior ao valor previsto pelas normas ABNT NBR 8800 (2008), DNV (2011) e IIW (BRANCO; FERNANDES; CASTRO, 1999). Indicando que as equações de previsão indicadas pelas normas fornecem valores a favor da segurança, seja no cálculo do nível de carregamento ( ) ou na vida a fadiga (N) de determinada junta soldada. Embora os dados experimentais coletados englobem todas as fases da falha por fadiga: iniciação, propagação e ruptura; e as normas utilizadas consideram somente o estágio de iniciação da trinca e propagação até atingir aproximadamente 1 mm de comprimento. Embora as curvas S-N fornecidas pelas normas citadas, independem da tensão média, verificou-se a sua influência através das equações de Goodman, Gerber e Soderberg, a fim de calcular uma tensão alternada equivalente, que leva em consideração a tensão média. Porém, os resultados apresentados nas FIGURAS 7 e 8, mostram que os valores onde foi considerada a influência da tensão média apresentou um maior distanciamento que os valores obtidos do ensaio, isto é, sem influência da tensão média; tomando como referência as equações de previsão das normas citadas. Portanto, as equações das normas ao não levarem em consideração o efeito da tensão média, aparentemente, estariam a favor da segurança. No entanto, os corpos de provas utilizados nesta pesquisa não estão sujeitos aos mesmos valores de tensão residual que os corpos de prova utilizados para levantar as curvas S-N fornecidas pelas normas. Alguns corpos de prova sem melhoria no acabamento superficial foram submetidos a tensões acima do limite de escoamento. Por esse motivo, a análise por meio da equação de Soderberg não foi levada em consideração, sendo analisados somente em relação a Goodman e Gerber. 9
10 5 Conclusão Tendo como referência o material utilizado, os ensaios realizados e os resultados obtidos é possível afirmar que o acabamento superficial por esmerilhamento da junta soldada aumentou a vida à fadiga. Confirmando o que já está documentado pela bibliografia sobre a influência benéfica do acabamento de juntas soldadas na vida à fadiga, mas infelizmente ainda é pouco conhecido no meio técnico e acadêmico. A diferença observada entre os resultados experimentais e os valores previstos pelas normas indicam que as equações fornecem valores conservadores. Embora os dados experimentais coletados englobem todas as fases da iniciação, propagação e ruptura; e as normas utilizadas consideram somente o estágio de iniciação da trinca e propagação até atingir a trinca aproximadamente 1 mm de comprimento. Portanto, na continuidade da pesquisa será necessário utilizar um sistema de ensaio que seja capaz de detectar o início da trinca por fadiga, para que a comparação seja adequada. As análises dos dados considerando os efeitos da tensão média levam a concluir que as equações das normas estão a favor da segurança ao não considerarem tais efeitos. No entanto, é necessário cautela, pois os corpos de prova utilizados são apresentam as dimensões e os valores de tensões residuais dos corpos de prova utilizados pelas normas. Para fazer quaisquer afirmativas sobre a influência do acabamento superficial na morfologia da superfície de fratura será necessário mais estudo. A realização e divulgação dos resultados desta pesquisa no meio acadêmico e técnico poderão contribuir para o aumento da vida à fadiga de estruturas soldadas, aumentando a segurança e reduzindo prejuízos socioambientais e econômicos. Referências ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 8800: Projeto de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios. Rio de Janeiro, BARRIOS, Daniel Benítez et al. O Processo de Jateamento como Via para Melhorar a Resistência à Fadiga e à Corrosão de Juntas Soldadas: uma Revisão (Parte II: aços e suas ligas). Soldagem Inspeção, São Paulo, v. 12, n. 2, p , abr./jun BRANCO, C.A.M; FERNANDES, A.A; CASTRO, P.M.S. Fadiga de estruturas soldadas. 2.ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, BORGES, V. F.. Máquina para ensaio de iniciação de trinca por flexão alternada: detecção pela perda de estanqueidade. Itaúna: Universidade de Itaúna, CAMARGOS, T. P. L.. Ensaio de Iniciação de Trinca por Flexão Alternada: Detecção pela Perda de Estanqueidade. Itaúna: Universidade de Itaúna,
11 CASTRO, J. T. P.; MEGGIOLARO, M. A.. Fadiga - técnicas e práticas de dimensionamento estrutural sobre cargas reais de serviço: Volume 1 - iniciação de trincas. [s. l.]: [s. n.], DET NORSKE VERITAS. RP-C203: Fatigue Design of Offshore Steel Structures. Oslo, DOWLING, N. E.. Mechanical Behavior of Materials. 2. ed. Upper Saddle River: Prentice Hall, LELIS JUNIOR, José Afonso. Ensaio de Fadiga por Flexão Alternada em Juntas Soldadas. Itaúna: Universidade de Itaúna, Agradecimentos A equipe agradece à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), por fomentar a pesquisa e pelo apoio financeiro e à Universidade de Itaúna, pelo apoio ao projeto de pesquisa. 11
Cap. 1: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA FADIGA. Fadiga dos Materiais Metálicos - Prof. Carlos Baptista EEL
Cap. 1: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA FADIGA John Braithwaite (1797-1870) OS PIONEIROS August Wöhler (1819-1914) OS PIONEIROS OS PIONEIROS James Alfred Ewing (1855-1935) O FENÔMENO DA FADIGA Ocorrência - Processo
INFLUÊNCIA DA SOLDA NA VIDA EM FADIGA DO AÇO SAE 1020
INFLUÊNCIA DA SOLDA NA VIDA EM FADIGA DO AÇO SAE 1020 H. W. L. Silva, M. P. Peres, H. J. C. Woorwald Rua Sebastião Martins, 55 - Lagoa Dourada I - Cruzeiro - SP - CEP: 12711-390 e-mail: [email protected]
Introdução à Mecânica da Fratura. Universidade de Brasília UnB Departamento de Engenharia Mecânica ENM Mecânica dos Materiais II
Introdução à Mecânica da Fratura Universidade de Brasília UnB Departamento de Engenharia Mecânica ENM Mecânica dos Materiais II Tópicos da Aula Motivação Conceitos básicos Trincas como intensificadores
Introdução à Mecânica da Fratura Linear Elástica. Aplicações ao Projeto Mecânico.
Introdução à Mecânica da Fratura Linear Elástica. Aplicações ao Projeto Mecânico. Prof. Jorge A. R. Duran Depto. de Eng. Mecânica Universidade Federal Fluminense Volta Redonda RJ [email protected] Objetivos
Propagação de trincas por fadiga:
O contorno de grão também pode se tornar uma importante posição para a nucleação de trincas em carregamentos de grandes amplitudes de deformação. Além disso, impurezas que induzam a fragilização localizada
Fadiga Um metal rompe-se por fadiga quando submetido a tensões cíclicas.
Fadiga Um metal rompe-se por fadiga quando submetido a tensões cíclicas. Fratura é de aparência frágil, mesmo que em materiais dúcteis, com formação de uma série de anéis que se desenvolvem do início da
Propriedades dos Materiais Fadiga INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA PROGRAMA DE CIÊNCIA DOS MATERIAIS FADIGA
INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA PROGRAMA DE CIÊNCIA DOS MATERIAIS FADIGA Propriedades dos Materiais Ten Cel Sousa Lima, D. C. SUMÁRIO Introdução Carregamento Ensaio Fratura Variáveis 2 de 18 1 de 9 INTRODUÇÃO
ENSAIO DE FADIGA EM-641
ENSAIO DE FADIGA 1 Ensaio de Fadiga DEFINIÇÃO: Aplicação de carga cíclica em um CP; Extremamente empregado na indústria automobilística e aeronáutica Mais empregado é o de flexão rotativa Fornece dados
A Tabela 2 apresenta a composição química do depósito do eletrodo puro fornecida pelo fabricante CONARCO. ELETRODO P S C Si Ni Cr Mo Mn
3 Materiais e Procedimentos Experimentais 3.1 Materiais Utilizados Com o objetivo de se avaliar o efeito do Mn no comportamento do metal de solda depositado, foram produzidos experimentalmente pela CONARCO
3 Material e Procedimento Experimental
44 3 Material e Procedimento Experimental 3.1 Material O material adotado neste trabalho foi um aço estrutural de alta resistência mecânica e baixa liga, classificado pela IACS (International Association
PARTE 7: EFEITOS DE ENTALHE E DE TENSÕES RESIDUAIS. Fadiga dos Materiais Metálicos - Prof. Carlos Baptista EEL
PARTE 7: EFEITOS DE ENTALHE E DE TENSÕES RESIDUAIS ENTALHES Concentradores de Tensão - Entalhe é um contorno geométrico a interromper o fluxo de forças pela peça. - Furos, ranhuras, chanfros, etc, resultam
PMR-3101 INTRODUÇÃO A MANUFATURA MECÂNICA Aula 5: Propriedades mecânicas: FRATURA E FADIGA
PMR-3101 INTRODUÇÃO A MANUFATURA MECÂNICA Aula 5: Propriedades mecânicas: FRATURA E FADIGA Prof. Delson Torikai Sala: MS-12 E. mail: [email protected] PROJETO DE UM PRODUTO ETAPAS DE UM PROJETO: O desenvolvimento
Capítulo 3: Propriedades mecânicas dos materiais
Capítulo 3: Propriedades mecânicas dos materiais O ensaio de tração e compressão A resistência de um material depende de sua capacidade de suportar uma carga sem deformação excessiva ou ruptura. Essa propriedade
2 Fundamentos para a avaliação de integridade de dutos com perdas de espessura e reparados com materiais compósitos
2 Fundamentos para a avaliação de integridade de dutos com perdas de espessura e reparados com materiais compósitos Este capítulo apresenta um resumo dos fundamentos básicos de avaliação de dutos com e
Projeto de Máquina para Ensaios de Fadiga
Universidade Santa Cecília Faculdade de Engenharia Engenharia Industrial Mecânica Objetivo Executar o projeto de uma máquina para ensaios de fadiga. Projeto de Máquina para Ensaios de Fadiga Allan Carlo
MECÂNICA DA FRATURA E FADIGA DOS MATERIAIS
Universidade de São Paulo Escola de Engenharia de São Carlos Departamento de Engenharia de Materiais Introdução aos Ensaios Mecânicos dos Materiais MECÂNICA DA FRATURA E FADIGA DOS MATERIAIS Prof. Dr.
Universidade Estadual de Ponta Grossa/Departamento de Engenharia de Materiais/Ponta Grossa, PR. Engenharias, Engenharia de Materiais e Metalúrgica
ESTUDO DA CARACTERÍSTICA MORFOLÓGICA DO AÇO API 5L X-70 PROCESSADO POR LAMINAÇÃO CONTROLADA Igor Fabian de Goes Lopes (outros/uepg), André Luís Moreira de Carvalho (Orientador), e-mail: [email protected].
5. Critérios de falha
5. Critérios de falha Determinam a segurança do componente. Coeficientes de segurança arbitrários não garantem projeto seguro. Compreensão clara do(s) mecanismo(s) de falha (modos de falha). Aspectos de
GMEC7301-Materiais de Construção Mecânica Introdução. Módulo II Ensaios Mecânicos
GMEC7301-Materiais de Construção Mecânica Introdução Módulo II Ensaios Mecânicos OBJETIVOS DOS ENSAIOS MECÂNICOS Os ensaios são realizados com o objetivo de se obter informações específicas em relação
9.1 Medição do hidrogênio difusível pela técnica de cromatografia gasosa
95 9 Resultados 9.1 Medição do hidrogênio difusível pela técnica de cromatografia gasosa As análises realizadas pela UFMG para cada tipo de consumível resultaram nas seguintes quantidades de hidrogênio
5.3. ANÁLISE QUÍMICA 5.4. ENSAIO DE DUREZA
35 5.3. ANÁLISE QUÍMICA A composição química dos parafusos foi determinada por Espectrometria de Emissão Óptica. A Tabela 04 apresenta a composição percentual dos elementos mais relevantes. A Norma SAE
4 Resultados Experimentais
77 4 Resultados Experimentais As amostras soldadas de acordo com os parâmetros da tabela 3-2 do capítulo 3 foram submetidas aos ensaios mecânicos de tração e rigidez, análises térmicas (calorimetria diferencial
Conceito de resistência de cálculo
Conceito de resistência de cálculo Introdução Na elaboração de projetos de estruturas, os elementos estruturais, sejam metálicos ou de concreto armado, devem ser todos dimensionados, ou seja, é função
Introdução Conteúdo que vai ser abordado:
Introdução Conteúdo que vai ser abordado: Considerações sobre seleção de materiais; Propriedades dos materiais (metais, polímeros e cerâmicas); Seleção de materiais segundo: Resistência mecânica Resistência
Fadiga dos Materiais Metálicos Prof. Carlos Baptista. Cap. 2 ABORDAGEM TENSÃO-VIDA LEITURA 2: ESTIMATIVA DA CURVA S-N
Fadiga dos Materiais Metálicos Prof. Carlos Baptista Cap. 2 ABORDAGEM TENSÃO-VIDA LEITURA 2: ESTIMATIVA DA CURVA S-N Na ausência de dados experimentais S-N, métodos para estimar o comportamento em fadiga
Aula 6 Propriedades dos materiais
Aula 6 Propriedades Mecânicas dos Materiais E-mail: [email protected] Universidade Federal do ABC Princípios de Reabilitação e Tecnologias Assistivas 3º Quadrimestre de 2018 Conceitos fundamentais
Fundamentos da mecânica de fratura e suas potenciais. Falhas
Fundamentos da mecânica de fratura e suas potenciais aplicações na Análise de Falhas Docente: Prof. Willy Ank de Morais Faculdade de Engenharia / Engenharia Industrial Mecânica UNISANTA Grupo de Estudos
Propriedades mecânicas dos materiais
Propriedades mecânicas dos materiais Ensaio de tração e compressão A resistência de um material depende de sua capacidade de suportar uma carga sem deformação excessiva ou ruptura. Essa propriedade é inerente
3 Material e Procedimento Experimental
3 Material e Procedimento Experimental 3.1. Material Para este estudo foi utilizado um tubo API 5L X80 fabricado pelo processo UOE. A chapa para a confecção do tubo foi fabricada através do processo de
Brasil 2017 SOLUÇÕES INTEGRADAS EM ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS
Brasil 2017 SOLUÇÕES INTEGRADAS EM ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS FORNO DE REAQUECIMENTO DE PLACAS FORNO DE REAQUECIMENTO DE PLACAS 2 FORNO DE REAQUECIMENTO DE PLACAS As tecnologias de inspeção da IB-NDT aplicadas
O Fenômeno da Fadiga. Causa de falha mais comum (50%-90%) Normalmente falha súbita
O Fenômeno da Fadiga Redução gradual da capacidade de carga do componente, pela ruptura lenta do material, consequência do avanço quase infinitesimal das fissuras (deformações plásticas) formadas no interior
5 Resultados de Fadiga
5 Resultados de Fadiga 5.1 Método Proposto A tensão alternada equivalente, calculada pela Eq. (3.1), se refere à tensão de von Mises cujos parâmetros de entrada são as componentes alternadas em cada ciclo.
Introdução ao estudo das Estruturas Metálicas
Introdução ao estudo das Estruturas Metálicas Processos de produção Propriedades físicas e mecânicas do aço estrutural FTC-116 Estruturas Metálicas Eng. Wagner Queiroz Silva UFAM Composição do aço O elemento
7 Análise Método dos Elementos Finitos
168 7 Análise Método dos Elementos Finitos No presente capítulo estão apresentados os resultados da análise do problema geotécnico ilustrado no capítulo 5 realizada a partir do método dos elementos finitos.
ELEMENTOS DE MÁQUINAS (SEM 0241)
ELEMENTO DE MÁQUINA (EM 0241) Notas de Aulas v.2018 Aula 05 Tensão admissível à fadiga Professor: Carlos Alberto Fortulan 5. 2 5- Tensão Admissível à Fadiga e k a k b k c k ou d k e k f K e=c superf C
A composição química das amostras de metal solda, soldadas a 10 m de profundidade, está listada na Tabela 2.
52 4 Resultados 4.1. Análise Química A composição química das amostras de metal solda, soldadas a 10 m de profundidade, está listada na Tabela 2. Tabela 2: Composição química do metal de solda (porcentagem
Dependendo da habilidade do material em deformar plasticamente antes da fratura, dois tipos de fratura pode ocorrer: Dúctil Frágil.
Fratura Separação do material devido a tensão aplicada, numa temperatura abaixo do ponto de fusão. Passos da fratura: Formação da trinca Propagação da trinca Dependendo da habilidade do material em deformar
Aços estruturais e materiais de ligação
Aços estruturais e materiais de ligação Introdução O aço é um material de construção utilizado em diversas estruturas fixas, como as edificações, e em estruturas móveis, como máquinas e equipamentos. Para
Figura 1 - Dureza mínima bruta de têmpera necessária para obter dureza após revenido (1).
SELEÇÃO DE AÇOS PELA TEMPERABILIDADE Na especificação de materiais para construção mecânica, freqüentemente o projetista deparase com o problema de selecionar um aço que deve ser tratado termicamente.
10 CRITÉRIOS DE RUPTURA 10.1 MATERIAIS FRÁGEIS 0 0,5 1 1,5 2 2,5
tensão (GPa) 10 CRITÉRIOS DE RUPTURA A avaliação das tensões e deformações sempre é feita em função de certas condições do material. Após o cálculo dessas variáveis existe a necessidade de confrontar os
PMR 2202 Projeto 2 - Estampagem
PMR 2202 Projeto 2 - Estampagem Os ensaios de fabricação avaliam características intrínsecas do material em produção. Geralmente processos de conformação mecânica de materiais metálicos exigem o conhecimento
Por fim, deve-se mencionar o problema da geometria 2D complexa. Segundo a MFLE, as taxas de propagação das trincas por fadiga dependem
1 Introdução Este trabalho trata da simulação numérica, com verificação experimental, do processo de trincamento de componentes estruturais bi-dimensionais (2D) por fadiga sob cargas de amplitude variável.
ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA/ECONÔMICA PARA ESPECIFICAÇÃO DE SOLDAS EM EMENDAS A 90º ENTRE ALMA E MESA DE PERFIS I NÃO ENRIJECIDOS
ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA/ECONÔMICA PARA ESPECIFICAÇÃO DE SOLDAS EM EMENDAS A 90º ENTRE ALMA E MESA DE PERFIS I NÃO ENRIJECIDOS Martinho R. Giacomitti Junior 1 [email protected] 1 Especialista em
TÍTULO: ESTUDO DO ENSAIO DA RESISTÊNCIA À TRAÇÃO DA SOLDA MIG CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS
16 TÍTULO: ESTUDO DO ENSAIO DA RESISTÊNCIA À TRAÇÃO DA SOLDA MIG CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE ENIAC AUTOR(ES): RAFAEL APARECIDO MOTA,
Conteúdo. Resistência dos Materiais. Prof. Peterson Jaeger. 3. Concentração de tensões de tração. APOSTILA Versão 2013
Resistência dos Materiais APOSTILA Versão 2013 Prof. Peterson Jaeger Conteúdo 1. Propriedades mecânicas dos materiais 2. Deformação 3. Concentração de tensões de tração 4. Torção 1 A resistência de um
ESTUDO DA CAPACIDADE DE CARGA E RECALQUE DE SOLOS DA REGIÃO DO NOROESTE DO RIO GRANDE DO SUL 1
ESTUDO DA CAPACIDADE DE CARGA E RECALQUE DE SOLOS DA REGIÃO DO NOROESTE DO RIO GRANDE DO SUL 1 Felipe Feron Kirschner 2, Gabriel Immich 3, Luciana Machado Cardoso 4, Carlos Alberto Simões Pires Wayhs 5.
Soldas. Introdução. Generalidades FIQUE ATENTO
Soldas Introdução Agora que você já estudou os critérios básicos determinados pela norma brasileira sobre ligações, é hora de estudar os sistemas construtivos de ligações em si. Este tema será focado nas
PROCESSOS DE FABRICAÇÃO III SOLDAGEM METALURGIA DA SOLDAGEM
PROCESSOS DE FABRICAÇÃO III SOLDAGEM METALURGIA DA SOLDAGEM Professor: Moisés Luiz Lagares Júnior 1 METALURGIA DA SOLDAGEM A JUNTA SOLDADA Consiste: Metal de Solda, Zona Afetada pelo Calor (ZAC), Metal
CORRELAÇÃO ENTRE TENSÕES DE FADIGA DE CORPOS COM SUPERFÍCIES POLIDAS E CORPOS COM RUGOSIDADE. Rafael Rakauskas Gindro 1 ; Marcio Lucato 2
CORRELAÇÃO ENTRE TENSÕES DE FADIGA DE CORPOS COM SUPERFÍCIES POLIDAS E CORPOS COM RUGOSIDADE Rafael Rakauskas Gindro 1 ; Marcio Lucato 2 1 Aluno de Iniciação Científica da Escola de Engenharia Mauá (EEM/CEUN-IMT);
Capítulo IV FRATURA FRÁGIL
pg.1 Capítulo IV FRATURA FRÁGIL 1 INTRODUÇÃO O objetivo deste critério de avaliação é evitar uma fratura frágil catastrófica consistente com a filosofia do código ASME. A intenção é prevenir a iniciação
5 Discussão dos Resultados
79 5 Discussão dos Resultados É possível comparar visualmente o ponto de solda nas macrografias mostradas da Figura 21 a Figura 26. Na comparação entre as diferentes velocidades de rotação da ferramenta,
ENSAIOS MECÂNICOS Permitem perceber como os materiais se comportam quando lhes são aplicados esforços
ENSAIOS MECÂNICOS Permitem perceber como os materiais se comportam quando lhes são aplicados esforços Tipos Ensaios Destrutivos provocam a inutilização do material ensaiado Ensaios Não Destrutivos Ensaio
PARTE 6: FADIGA POR FRETTING. Fadiga dos Materiais Metálicos - Prof. Carlos Baptista EEL
PARTE 6: FADIGA POR FRETTING 0 2 2 0 1 1 0 2 2 0 1 1 V V v V V v A y y A x x A da y x q Q da y x q Q da y x p P ), ( ), ( ), ( MECÂNICA DO CONTATO Quadro de referência centrado no ponto de contato entre
6 Simulação Computacional
6 Simulação Computacional Neste capítulo é apresentada uma análise computacional, utilizando o programa comercial ABAQUS (ABAQUS, 01) de um bloco de rocha sobre uma superfície inclinada sujeito à diferentes
MOLAS DE SUSPENSÃO PRODUZIDAS EM DIFERENTES PROCESSOS DE JATEAMENTO. VIEIRA, R. F. P (1); Silva, O. M. M (2); Hashimoto, T. M (3)
MOLAS DE SUSPENSÃO PRODUZIDAS EM DIFERENTES PROCESSOS DE JATEAMENTO. VIEIRA, R. F. P (1); Silva, O. M. M (2); Hashimoto, T. M (3) (1) Mubea do Brasil, Taubaté Av. Eurico Ambogi Santos 2400, CEP 12042-010.
Ciência e Engenharia dos Materiais. Propriedades Mecânicas. Prof. C. Brunetti
Ciência e Engenharia dos Materiais Propriedades Mecânicas Prof. C. Brunetti Porque estudar? A determinação e/ou conhecimento das propriedades mecânicas é muito importante para a escolha do material para
5 Análise dos Resultados
93 5 Análise dos Resultados Neste capítulo os resultados dos testes experimentais são discutidos e comparados com os resultados teóricos. 5.1. Cálculo de Momento de Inércia de uma Seção Mista 5.1.1. Momento
Falhas. Fraturas. Tipos de fraturas: a) Fratura Dúctil b) Fratura moderadamente dúctil c) Fratura frágil
Falhas Fraturas Tipos de fraturas: a) Fratura Dúctil b) Fratura moderadamente dúctil c) Fratura frágil Estágios da fratura dúctil, tipo taça e cone: a) Empescoçamento inicial b) Formação de cavidades c)
Efeito de Entalhe Carregamentos Assimétricos. Prof. Dr. José Benedito Marcomini NEMAF Núcleo de Ensaio de Materiais e Análise de Falhas
Efeito de Entalhe Carregamentos Assimétricos Prof. Dr. José Benedito Marcomini NEMAF Núcleo de Ensaio de Materiais e Análise de Falhas DEFINIÇÕES E CONCEITOS Descrição do Ciclo de Carregamento Tensão,
Caracterização das Propriedades Mecânicas de Materiais Metálicos: A Influência da velocidade da máquina sobre a tensão obtida no ensaio de tração 1
- SEPesq Caracterização das Propriedades Mecânicas de Materiais Metálicos: A Influência da velocidade da máquina sobre a tensão obtida no ensaio de tração 1 Rogério Alves Oliveira 2 Uilian Boff 3 Jaison
ESTAMPAGEM ESTAMPAGEM
ESTAMPAGEM Prof. M.Sc.: Anael Krelling 1 INTRODUÇÃO Estampagem consiste em todas as operações de corte e conformação de materiais metálicos planos, a fim de lhe conferir a forma e a precisão desejada,
Fadiga em Carregamentos de Amplitudes Variável. de Ensaio de de Falhas
Fadiga em Carregamentos de Amplitudes Variável Waldek Wladimir ose Filho,, PhD EMAF úcleo de Ensaio de Materiais e Análise de Falhas Repetição ou Variação de Carga Carregamento em vôo Tensão Vôo médio
4 Mecanismos de Fratura
4 Mecanismos de Fratura 4.1. Critério de Energia Este critério foi proposto por Griffith, o qual estabelece que a propagação de uma trinca ocorre quando a energia disponível para o aumento de uma trinca
CONAEND&IEV CONTROLE DIMENSIONAL E MONITORAMENTO DAS TENSÕES RESIDUAIS
CONAEND&IEV2012 017 CONTROLE DIMENSIONAL E MONITORAMENTO DAS TENSÕES RESIDUAIS NA FASE DE SUB-MONTAGEM DURANTE A FABRICAÇÃO DE NAVIOS Tatiana Gurova 1, Segen F. Estefen 2, Anatoli Leontiev 3 Copyright
Ligações Soldadas FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO - FATEC SP DISCIPLINA: ESTRUTURAS III DEPARTAMENTO: EDIFÍCIOS
FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO - FATEC SP Ligações Soldadas DISCIPLINA: ESTRUTURAS III DEPARTAMENTO: EDIFÍCIOS PROFESSOR: JOSÉ NAGIB MIZIARA FILHO 2013 Ligações Soldadas Faculdade de Tecnologia de
3. Materiais e Métodos
34 3. Materiais e Métodos A literatura apresenta vários trabalhos que adotam o método de elementos finitos para análise da distribuição de tensões em diversos equipamentos, elementos de máquinas, peças
max, atinge o valor da tenacidade a fratura do
1 Introdução Este trabalho trata da propagação das trincas por fadiga que inicialmente têm uma abordagem de trinca bidimensional e depois, com a propagação, passa por uma fase de transição até apresentar
Ensaios de materiais I - Ensaio de fadiga / Ensaio de impacto
Página 1 de 5 MENU PRINCIPAL CONTEUDO TÉCNICO DOWNLOAD CONTATO ENTRETENIMENTO LOGIN search.... Home PAINEL Ciência dos Materiais Ensaios de materiais I - Ensaio de fadiga / Ensaio de impacto Ensaios de
Propriedades Mecânicas e Geométricas dos Perfis Estruturais. Curso de Projeto e Cálculo de Estruturas metálicas
Propriedades Mecânicas e Geométricas dos Perfis Estruturais DEFINIÇÃO DE AÇO: AÇO = LIGA METÁLICA COMPOSTA POR Fe + C (Ferro + Carbono) ENSAIO DE TRAÇÃO: σ = F A Tensão σ (F/A) DIAGRAMA TENSÃO X DEFORMAÇÃO:
APLICAÇÃO DE SENSORES DE VIBRAÇÃO E RUÍDO NOS TRILHOS PARA DETECÇÃO DE DANOS EM RODAS FERROVIÁRIA. Francisco José Freitas Lopes
APLICAÇÃO DE SENSORES DE VIBRAÇÃO E RUÍDO NOS TRILHOS PARA DETECÇÃO DE DANOS EM RODAS FERROVIÁRIA Francisco José Freitas Lopes CURRICULUM VITAE Graduação em Engenharia Elétrica com ênfase em Sistemas Eletrônicos
4 Modelo analítico 84
4 Modelo analítico 84 4 Modelo analítico O objetivo desta seção é apresentar uma metodologia de cálculo que servirá de base comparativa aos resultados dos métodos de elementos finitos empregados na seção
Avaliação do Retorno Elástico em Chapas de Aço Bifásicos através do Processo de Dobramento
Avaliação do Retorno Elástico em Chapas de Aço Bifásicos através do Processo de Dobramento Martins, M. S.¹ Schaeffer, L.² ¹ Engenheiro Mecânico, Mestrando no Programa de Pós-graduação de Minas, Metalurgia
Análise de Fadiga para uma Viga de Rolamento de Ponte Rolante.
Resumo Análise de Fadiga para uma Viga de Rolamento de Ponte Rolante. Carlos Alberto Medeiros 1. 1 Universidade de Mogi das Cruzes / Núcleo de Ciências Exatas / [email protected] Vigas de rolamento
Título do projeto: SOLDABILIDADE DE UM AÇO ACLIMÁVEL DE ALTO SILÍCIO PARA CONSTRUÇÃO METÁLICA COM RESISTENCIA EXTRA A CORROSÃO MARINHA
Título do projeto: SOLDAILIDADE DE UM AÇO ACLIMÁVEL DE ALTO SILÍCIO PARA CONSTRUÇÃO METÁLICA COM RESISTENCIA EXTRA A CORROSÃO MARINHA Linha de Pesquisa: Metalurgia da Transformação. Soldagem e Processos
RESISTÊNCIA DE PERFIS DE AÇO FORMADOS A FRIO: A NORMA BRASILEIRA NBR E O MÉTODO DA RESISTÊNCIA DIRETA
Contribuição técnica nº 7 RESISTÊNCIA DE PERFIS DE AÇO FORMADOS A FRIO: A NORMA BRASILEIRA NBR 14762 E O MÉTODO DA RESISTÊNCIA DIRETA Autores: Eduardo M. Batista, COPPE/ UFRJ - [email protected] Elaine
FIGURA 34 Superfície de falha CP5. Formação de rebarba na superfície de falha devido à haste permanecer em trabalha (rotação) após a fratura.
27 FIGURA 34 Superfície de falha CP5. Formação de rebarba na superfície de falha devido à haste permanecer em trabalha (rotação) após a fratura. Todos os corpos de provas apresentaram porosidades, no entanto,
INFLUÊNCIA DE ASPECTOS MICROESTRUTURAIS NA RESISTÊNCIA À FRATURA DE AÇO ESTRUTURAL COM APLICAÇÕES OFFSHORE
INFLUÊNCIA DE ASPECTOS MICROESTRUTURAIS NA RESISTÊNCIA À FRATURA DE AÇO ESTRUTURAL COM APLICAÇÕES OFFSHORE Bernardo Soares Engelke 1 Marcos Venicius Soares Pereira 2 1 Aluno de Graduação do curso de Engenharia
Validação de ensaios de cabos condutores de energia elétrica realizados em máquinas de tração vertical
XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil Validação de ensaios de cabos condutores de energia elétrica realizados em máquinas
