LIVRO DE TARIFAS PORTUÁRIAS
|
|
|
- Alexandra Salazar Custódio
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2
3 LIVRO DE TARIFAS PORTUÁRIAS VERSÃO 11.0 ABRIL, 2014
4 GENERALIDADES E CONDIÇÕES DE APLICAÇÃO ÍNDICE 1 Organização Livro de Tarifas 3 2 Definições Gerais 4 3 Cargas 5 4 Navios 6 5 Serviços Prestados aos Navios 7 6 Serviços Prestados às Mercadorias 8 7 Conceitos Específicos da Terminal de Contentores 9 8 Proveitos Acessórios 11 9 Condições Gerais Abreviaturas Tabelas 14
5 1. ORGANIZAÇÃO DO LIVRO DE TARIFAS O Livro de Tarifas está organizado de acordo com os núcleos de produção ou de organização portuária e as taxas distribuem-se pelos seguintes capítulos: CAPÍTULO A: SERVIÇOS PRESTADOS A NAVIOS Abrange os serviços de amarração. CAPÍTULO B: CAIS DE CARGA GERAL Abrange os serviços de manuseamento de mercadorias movimentadas em Cais não Especializado. CAPÍTULO C: TERMINAL DE CONTENTORES Abrange os serviços de manuseamento de mercadorias movimentadas na Terminal de Contentores. CAPÍTULO E: OUTROS MOVIMENTOS Abrange os serviços de outros movimentos nas duas Terminais. CAPÍTULO X: PROVEITOS ACESSÓRIOS Abrange os serviços acessórios não cobertos pelos capítulos anteriores.
6 2. DEFINIÇÕES GERAIS A fim de eliminar dificuldades de interpretação das taxas a aplicar, reúne-se um conjunto de definições que, salvo casos especiais, assinalados à margem das tabelas, devem ser observados em todos os Capítulos. 2.1 PORTO DE NACALA Por "Porto de Nacala" entende-se toda a Baía de Nacala, constituida pelas Baías de Fernão Veloso, Namelala, Muananculo e Bengo. 2.2 RECINTO DO PORTO São as áreas vedadas. Excluem-se, contudo, as zonas ocupadas pela ferrovia, ou sejam, estações e as gares de triagem. 2.3 HORÁRIO DO PORTO DE NACALA O Porto de Nacala está aberto das 0:00 horas às 24:00 horas de Segunda-feira a Domingo, com a excepção das 23:00 horas do dia 31 de Dezembro até às 07:00 horas do dia 2 de Janeiro. O periodo de trabalho normal para as operações portuárias é das 07:00 horas de Segunda - Feira até às 12:00 horas de Sábado excepto nos feriados publicos. O período de trabalho normal da Taxação será estabelecido em regulamentação específica. 2.4 PROVEITOS PORTUÁRIOS São os indicados neste Livro de Tarifas, provenientes da taxação pelos serviços prestados e outros derivados de acordos especiais entre a Administração Portuária e os clientes. 2.5 TARIFA É um conjunto de condições publicadas estipulando os preços e as condições aplicáveis a um serviço prestado. 2.6 TAXA É o preço fixado pela tarifa para cada serviço prestado. 2.7 MOEDA E CONDIÇÕES DE PAGAMENTO DOS SERVIÇOS As taxas do Livro de Tarifas estão expressas em Meticais ( MT) Os serviços prestados aos navios estrangeiros e às mercadorias em trânsito internacional são debitados em Dólares Americanos. Os navios fretados por Armadores nacionais são considerados de Pavilhão Nacional. A receita correspondente aos serviços prestados é cobrada na moeda de débito.
7 2.8 UNIDADE DE TAXAÇÃO É a elada métrica, o metro cúbico, o tempo (hora, período, dia, semana, etc.), ou ainda determinadas unidades compostas (elada x dia, metro cúbico x semana, grupo x hora, etc.) que vem indicadas na coluna unidade de cada tabela. 2.9 ARREDONDAMENTOS Os arredondamentos são feitos por escesso para cada unidade de taxação expressa nas tabelas. Os arredondamentos dos documentos finais de débitos são feitos por excesso para a unidade monetária de débito MÍNIMO COBRÁVEL O mínimo cobrável por documento de débito é de 1.000,00 Mt SEMANA Para efeitos tarifários, a semana calendário é que prevalece; ou seja: o período que vai de Domingo a Sábado FRACÇÃO DE HORA Para a fracção de hora só se consideram períodos superiores a 15 minutos. 3. CARGAS 3.1 CONTENTOR É um recipiente com a indispensável robustez que permita a sua utilização repetida, normalmente com a forma de prisma rectangular, utilizado no transporte de mercadorias a granel ou ligeiramente embaladas e que tem por objectivo a sua protecção, o seu manuseamento como unidade simples e a sua fácil transferência entre diferentes meios de transporte. Deve obedecer às características aprovadas pela ISO (International Standard Organisation). 3.2 CARGA UNITIZADA São quaisquer formas de reunir mercadorias em volumes de modo seguro que constituam unidades de carga e que excedam 2,5 eladas (contentorização, paletização e outras formas). Excepto atados de lingotes de cobre que se consideram unitizados com peso igual ou superior a 1,5 eladas.
8 3.3 GRANEIS SÓLIDOS São mercadorias homogéneas que para serem manuseadas necessitam de recipientes intermédios (banheiras, baldes, garras, etc.) ou equipamento especial (mecânico - tapetes ou buhler ou de evacuadoras) e directamente de/para vagões, camiões ou batelões. 3.4 CARGA ANORMAL É a mercadoria não contentorizada numa das seguintes condições: Pesando mais de 18 s; Comprimento superior a 13,7m; Largura superior a 2,286m; Altura superior a 2,896m; 3.5 MERCADORIAS PERIGOSAS São consideradas mercadorias perigosas as mercadorias seguintes que ofereçam perigo de explosão, contaminação, poluição ou radiação: Pólvora Misturas Nitradas Compostos Nitrados Misturas Cloratadas Fulminantes Munições Fogo de Artifício Isótopos Radioactivos 3.6 CARGA ENSACADA É toda a mercadoria que é transportada em sacos e carregada ou descarregada em sacos. 3.7 CARGA NÃO ESPECIFICADA (MERCADORIAS N.E.) Mercadorias não especificadas são as não denominadas pelo Livro de Tarifas na Tabela onde deviam estar mencionadas. 4. NAVIOS 4.1 NAVIOS DE CABOTAGEM Navios de cabotagem são navios de transporte de mercadoria doméstica que normalmente navegam dentro das águas nacionais. 4.2 NAVIOS DE LONGO CURSO Navios de longo curso são navios de transporte de mercadorias que navegam fora das águas nacionais.
9 5 SERVIÇOS PRESTADOS AOS NAVIOS 5.1 AMARRAÇÃO OU DESAMARRAÇÃO A taxa de amarração ou desamarração é única por serviço para todas embarcações. 5.2 TAXAS DE MANUSEAMENTO DO NAVIO (ESTIVA) As taxas de manuseamento no desembarque abrangem as operações de movimento da carga do porão para o cais, recebê-la e passar recibo ao navio. As taxas de manuseamento no embarque abrangem as operações de movimentação da carga do tabuleiro do cais até ao destino final dentro do navio e cobrar o recibo ao capitão do navio. 5.3 BALDEAÇÃO DIRECTA É a operação de transferência de mercadorias directamente duma embarcação para a outra sem passar pelo tabuleiro do cais. Para o caso específico da Carga Geral aplicase o multiplicador 1,80 da respectiva taxa. 5.4 BALDEAÇÃO INDIRECTA É a operação de transferência de mercadorias duma embarcação para outra, passando pelo tabuleiro do cais. Para a Carga Geral aplica-se o multiplicador 1,50 da respectiva taxa, por operação. 5.5 REARRUMAÇÃO É a operação de ordenação de mercadorias dentro do mesmo porão ou de um porão para outro, passando ou não pelo tabuleiro do cais. Para a Carga Geral é aplicado o multiplicador 1,80 da respectiva taxa por operação se passar pelo tabuleiro; o multiplicador 1,50 da taxa, dentro do mesmo porão, se não passar pelo tabuleiro e o multiplicador 1,20 da taxa por operação de um porão para outro sem passar pelo tabuleiro. 5.6 MEIOS DE ELEVAÇÃO DOS NAVIOS A utilização de meios de elevação próprios dos navios em substituição dos guindastes do Porto é condicionada ao prévio acordo da autoridade portuária. As taxas de manuseamento são aplicáveis na totalidade conforme as tabelas tarifárias. 5.7 TAXAS DE MANUSEAMENTO EM HORÁRIO EXTRAORDINÁRIO O manuseamento de cargas aos Sábados, Domingos e Feriados, deverá ser requisitado às autoridades portuárias pelos agentes dos navios e as taxas de manuseamento ao navio terão uma sobretaxa de 10%.
10 5.8 PESSOAL NÃO UTILIZADO (STAND BY) Quando um grupo de trabalho está parado a pedido expresso do comandante ou imediato por sua conveniência, será debitado ao navio uma taxa única de paralização. Esta taxa está tabelada em cada capítulo referente à Terminal em que o navio opera. Aplica-se, também, ao embarque ou ao desembarque quando a sequência do trabalho for interrompida por falta de colocação de meios de transporte cuja indisponibilidade não é imputável ao Porto. 6. SERVIÇOS PRESTADOS ÀS MERCADORIAS 6.1 MERCADORIA EM TRÂNSITO INTERNACIONAL É aquela mercadoria que passa pelos Portos de Moçambique tendo como proveniência ou destino os países vizinhos do "hinterland". Em caso de baldeação, também se considera como mercadoria de trânsito aquela que chega em navios de longo curso e parte em navios de longo curso para Portos diferentes dos nacionais. 6.2 TAXA DE MANUSEAMENTO DO DESEMBARQUE Por receber a mercadoria da embarcação no cais, passar recibo ao comandante ou à Agência, separar as mercadorias por conhecimento a fim de serem entregues aos consignatários dentro do recinto do Porto, ou para carregamento em vagões ou camiões dentro do mesmo recinto, ou ainda para ser transportada para as areas de armazenagem dentro da área do Porto, pagarão taxas conforme os despachos aduaneiros apresentados. 6.3 TAXA DE MANUSEAMENTO DO EMBARQUE Por receber a mercadoria dentro do recinto do Porto, descarregada dos vagões ou dos camiões ou entregue pelo expedidor ou seu representante, colocar nas lingadas e cobrar recibo do comandante. 6.4 MANUSEAMENTO DIRECTO Abrange as operações de desembarque e ou embarque de mercadorias directamente de e para vagões ou camiões. 6.5 MANUSEAMENTO INDIRECTO Inclui as operações de desembarque de mercadorias e arrumação e posterior carga das mesmas em vagões ou camiões; ou circuito inverso passando por armazém do Porto. 6.6 ENSACAMENTO COM MEIOS DO PORTO É todo o ensacamento que é efectuado utilizando o equipamento do Porto. 6.7 ENSACAMENTO COM MEIOS DE TERCEIROS É todo o ensacamento que é efectuado utilizando o equipamento alheio e carece de autorização prévia da entidade portuária.
11 6.8 CARGA A DESENSACAR É toda a mercadoria que deve ser retirada da sacaria. Quando a operação de desensacamento é efectuada no Porto será considerada para efeitos de taxação, uma taxa de desensacamento. 6.9 ARMAZENAGEM DE MERCADORIAS DESEMBARCADAS As mercadorias desembarcadas ficam sujeitas à taxa de armazenagem contada desde o dia seguinte ao do fim da descarga do navio e termina no dia (inclusive) em que forem retiradas do recinto portuário ou entregues aos transportes. Os períodos grátis concedidos e expressos em cada tabela são-lhe deduzidos para efeitos taxação ARMAZENAGEM DE MERCADORIAS DE EMBARQUE As mercadorias entregues ao Porto para embarque ficam sujeitas à taxa de armazenagem contada desde o dia (inclusive) em que forem entregues ao Porto até ao dia anterior (inclusive) àquele em que a embarcação inicia as operações de embarque. Os períodos grátis concedidos em cada tabela são-lhe deduzidos para efeitos de taxação ARMAZENAGEM DE MERCADORIAS BALDEADAS A contagem do tempo de armazenagem de mercadorias baldeadas inicia no dia seguinte (inclusive) ao do fim das operações de desembarque e termina no dia anterior (inclusive) ao do início das operações de embarque. Os períodos grátis concedidos em cada tabela são-lhe deduzidos para efeitos de taxação PERÍODO GRÁTIS DE ARMAZENAGEM O período grátis de armazenagem é em geral de 3 dias consecutivos. No entanto, as autoridades portuárias podem alargá-lo por conveniência do Porto ou até definir uma taxa por ajuste especial. As mercadorias desembarcadas beneficiam-se de 3 dias consecutivos de armazenagem grátis após o fim de descarga do navio. Após o pagamento do respectivo Autorização de Saida as mercadorias beneficiarão de 24 horas para serem levantadas, não estando sujeitas durante aquele período a qualquer taxa de armazenagem. As mercadorias baldeadas beneficiam de uma semana de armazenagem grátis. As mercadorias para embarque, geralmente não beneficiam de qualquer período grátis de armazenagem. Quando por sua conveniência, as autoridades portuárias concederem autorização para colocação da carga antes da data de embarque, é da sua competência a determinação da aplicação ou não, de qualquer taxa de armazenagem.
12 6.13 MERCADORIAS DEPOSITADAS EM TERRENOS ALUGADOS O pagamento de armazenagem fica condicionado ao cumprimento das cláusulas contratuais de aluguer dos terrenos ALUGUER DE TERRENOS As condições de aluguer de terrenos serão objecto de contrato entre os clientes e a Autoridade Portuária. 7. CONCEITO ESPECÍFICO DA TERMINAL DE CONTENTORES 7.1 PRIORIDADE NA ATRACAÇÃO Será dada prioridade de atracação no Cais de Contentores a navios que, no conjunto de embarque e desembarque, movimentem pelo menos 210 contentores, salvo contratos especiais. 7.2 TAXAS As taxas são baseadas nos contentores de 20 pés (1 TEU). A taxa por contentor com mais de 20 pés (TEU) será acrescida de 80% do valor do de 20 pés. 7.3 TAXA DE MANUSEAMENTO DO NAVIO AO DESEMBARQUE Abrange as operações de movimentação dos contentores do navio para o cais e passar o recibo ao capitão. 7.4 TAXA DE MANUSEAMENTO DO NAVIO AO EMBARQUE Abrange as operações de movimentação dos contentores do cais para o navio e cobrança do recibo ao capitão. 7.5 TAXA DE MANUSEAMENTO DA MERCADORIA AO DESEMBARQUE Abrange as operações de recepção de contentores no cais, arrumação no parque, carregar em vagões ou camiões para sairem do Porto. Não inclui o desempacotamento nem o carregamento das mercadorias desempacotadas. 7.6 TAXA DE MANUSEAMENTO DA MERCADORIA AO EMBARQUE Abrange as operações de recepção dos contentores de vagão ou camião quando entregues ao Porto, arrumação no Parque de Contentores e transporte até ao cais. 7.7 ENCHIMENTO No recinto do Cais de Contentores só se considera o enchimento de contentores completos (FCL), e a taxa de enchimento é única por contentor. O enchimento ou desempacotamento de contentores na área portuária é realizado normalmente pelo pessoal do Porto. O cliente que for autorizado a utilizar os seus próprios meios, pagará o equivalente a 30% das taxas inseridas nas tabelas. 10
13 7.8 TAXA DE ENCHIMENTO DE CONTENTORES DIRECTO DE VAGÕES OU CAMIÕES Abrange a descarga da mercadoria directamente do meio de transporte para o contentor TAXA DE ENCHIMENTO DE CONTENTORES INDIRECTO DE VAGÕES OU CAMIÕES Abrange a descarga da mercadoria, o transporte para o local de armazenagem, transporte até ao contentor e seu enchimento. TAXA DE DESEMPACOTAMENTO Abrange as operações de desempacotamento de contentores, transporte da mercadoria para a área de armazenagem, sua arrumação e entrega. No recinto do Cais de Contentores só se considera o desempacotamento de contentores completos (FCL), e a taxa de desempacotamento é única por contentor. O desempacotamento de contentores na área portuária é realizado normalmente pelo pessoal do Porto. O cliente que for autorizado a utilizar os seus próprios meios, pagará o equivalente a 30% das taxas inseridas nas tabelas ARMAZENAGEM DE CONTENTORES CHEIOS OU VAZIOS A armazenagem de contentores é calculada por contentor. Os contentores beneficiam de 3 dias úteis de armazenagem grátis. A contagem do tempo de armazenagem de contentores inicia no dia seguinte ao da sua entrada no recinto do Porto e termina no dia anterior (inclusive) à sua saida ARMAZENAGEM DE CONTENTORES FRIGORÍFICOS CHEIOS A armazenagem de contentores frigoríficos é calculada por contentor. Estes contentores não beneficiam de dias de armazenagem grátis REMOÇÃO DE CONTENTORES A remoção de contentores é obrigatória quando desembarcados ou embarcados noutro Cais que não seja o de Contentores. Esta é efectuada pelo Porto ou, em casos especiais em que não o possa fazer, por operadores privados, autorizados caso a caso pelas Autoridades Portuárias. As remoções do Porto para as areas de armazenagem são debitadas e cobradas pelo operador que efectue o transporte. No caso de serem efectuadas pelo Porto, as taxas são ajustadas, caso a caso conforme as condições especiais da operação. 8. PROVEITOS ACESSÓRIOS Abrangem os serviços que não estão previstos nos capítulos referentes a centros de operação específicos. 11
14 8.1 TAXAS DE REMOÇÃO Abrangem todas as operações de transferência da mercadoria de um local para o outro no recinto portuário. As taxas aplicar-se-ão nos seguintes casos: Quando a remoção for realizada a pedido do cliente; Movimentação de contentores para as áreas de enchimento e de desempacotamento; Movimentação de contentores para as áreas de Prè Inspecção (PTI); Quando a remoção for realizada por decisão das autoridades portuárias, no caso de mercadorias que permaneçam no recinto portuário mais de 10 dias (mercadorias desembarcadas) ou mais de 26 dias (mercadorias baldeadas). 8.2 TAXA DE ALUGUER DE MECÂNICA Só se aplica quando requisitada pelo cliente. 8.3 PORTAGEM A licença de acesso permanente ao Porto é renovável anualmente e válida até 31 de Dezembro de cada ano. Para cartões pedidos depois do dia 30 de Junho cobrar-se-á 50% do valor do ano. 8.4 PENALIZAÇÕES POR DOCUMENTAÇÃO ATRASADA OU INCORRECTA Estas penalizações são aplicáveis nos seguintes casos: Entrega de Manifesto fora do prazo, (5 dias antes do início de desembarque); Apresentação da Autorização de Saída ao desembarque (ou qualquer outro documento que de momento o substitua) fora do prazo (5 dias após o fim de descarga); Apresentação da Autorização de Saída definitivo ao embarque fora do prazo (menos de 48 horas antes do início do embarque do navio); Cancelamento ou alteração do documento de débito. Apresentação de Listas de Desembarque ou Embarque com informação incorrecta ou incoerente. 9. CONDIÇÕES GERAIS 9.1 ALTERAÇÕES TARIFÁRIAS As alterações tarifárias do presente Livro são autorizadas pelo Conselho de Administração da Autoridade Portuária e entrarão em vigor imediatamente após a sua publicação em Aviso ao Público. 12
15 10. ABREVIATURAS São as seguintes as abreviaturas utilizadas no Livro de Tarifas: AS = Autorização de Saída cd = cada d = dia fr = fracção g = grupo h = hora H = homem M = mês m = metro m² = metro quadrado m³ = metro cúbico NE = não especificado p = pessoa s = semana t = elada vol. = volume TBN = To Be Negoatiated 13
16 CAPÍTULO A - SERVIÇOS PRESTADOS A NAVIOS DESCRIÇÃO Operação X Unidade Codigo MT Codigo USD AMARRAÇÃO Amarração ou Desamarração Atrac. / Desact serviço A A Amarração ou Desamarração Mudança 1.00 serviço A ,600 A
17 CAPÍTULO B - CAIS DE CARGA GERAL DESCRIÇÃO Operação X Unidade Codigo MT Codigo USD MANUSEAMENTO DO NAVIO Desembarque / Embarque Carga Unitizada N.E. Madeira, Aço e Cobre Madeira em Toros Sacos Soltos até 50kg Sacos Soltos de 51 a 90kg Jumbo bags até 2 Tons Graneis Sólidos Animais Vivos N.E. Veículos Ligeiros até 3,5 s Veículos de 3,5 até 5,0 s Veículos de mais de 5,0 s Maquinaria até 18 Tons Cargas Anormais e Cargas Perigosas Mercadorias N.E. Granito e Mármore Sucata, transportada até ao Cais pelo Cliente Desembarque B B Embarque B B Desembarque B B Embarque B B Desembarque B B Embarque B B Desembarque B B Embarque B B Desembarque B B Embarque B B Desembarque B B Embarque B B Desembarque B B Embarque B B Desembarque B B unid Embarque B B Desembarque B , B cd Embarque B , B Desembarque B , B cd Embarque B , B Desembarque B , B cd Embarque B , B Desembarque B , B Embarque B , B Desembarque B B Embarque B B Desembarque B B or m³ Embarque B B Embarque B B Embarque or m³ B B CAPÍTULO B - CAIS DE CARGA GERAL DESCRIÇÃO Operação X Unidade Codigo MT Codigo USD MANUSEAMENTO DE MERCADORIA - DESEMBARQUE Carga Unitizada N.E. Madeira Diversa Madeira em Toros Aço e Cobre Indirecto B B Directo B B Indirecto B B Directo B B Indirecto B B Directo B B Indirecto B B Directo B B
18 CAPÍTULO B - CAIS DE CARGA GERAL DESCRIÇÃO Operação X Unidade Codigo MT Codigo USD MANUSEAMENTO DE MERCADORIA - DESEMBARQUE Sacos Soltos até 50kg Sacos Soltos de 51 a 90kg Jumbo bags até 2 Tons Graneis Sólidos Animais Vivos N.E. Veículos Ligeiros até 3,5 s Veículos de 3,5 até 5,0 s Veículos de mais de 5,0 s Maquinaria até 18 Tons Cargas Anormais e Cargas Perigosas Mercadorias N.E. Indirecto B B Directo B B Indirecto B B Directo B B Indirecto B B Directo B B Indirecto B B Directo B B Indirecto B31411 B31422 unid Directo B B Indirecto B , B cd Directo B , B Indirecto B , B cd Directo B , B Indirecto B , B cd Directo B , B Indirecto B31611 TBN B31622 TBN Directo B , B Indirecto B B Directo B B Indirecto B B or m³ Directo B B DESCRIÇÃO Operação X Unidade Codigo MT Codigo USD MANUSEAMENTO DE MERCADORIA - EMBARQUE Carga Unitizada N.E. Minérios e seus concentrados, Metais ou Ligas não trabalhadas Granito e Mármore Madeira Diversa Madeira em Toros Aço Cobre Sacos Soltos até 50kg Sacos Soltos de 51 a 90kg Jumbo bags até 2 Tons Graneis Sólidos Indirecto B B Directo B B Indirecto B B Directo B B Indirecto B B Directo B42051 B42062 Indirecto B B Directo B B Indirecto B B Directo B B Indirecto B B Directo B B Indirecto B B Directo B B Indirecto B B Directo B B Indirecto B B Directo B B Indirecto B B Directo B B Indirecto B B Directo B B
19 CAPÍTULO B - CAIS DE CARGA GERAL DESCRIÇÃO Operação X Unidade Codigo MT Codigo USD MANUSEAMENTO DE MERCADORIA - EMBARQUE Animais Vivos N.E. Veículos Ligeiros até 3,5 s Veículos de 3,5 até 5,0 s Veículos de mais de 5,0 s Maquinaria até 18 Tons Cargas Anormais e Cargas Perigosas Mercadorias N.E. Indirecto B41411 B unid Directo B B Indirecto B , B cd Directo B , B Indirecto B , B cd Directo B , B Indirecto B , B cd Directo B , B Indirecto B41611 TBN B41622 TBN Directo B , B Indirecto B B Directo B B Indirecto or m³ B B Directo B B DESCRIÇÃO Area X Unidade Codigo MT Codigo USD ARMAZENAGEM - DESEMBARQUE Primeiros sete (7) dias Dias seguintes ARMAZENAGEM DE VEÍCULOS Coberta B B t or m³ x d Descoberta B B Coberta B B t or m³ x d Descoberta B B Veículos Ligeiros até 3,5 s Descoberta cd x d B B Veículos de 3,5 até 5,0 s Descoberta cd x d B B Veículos de mais de 5,0 s Descoberta cd x d B B ARMAZENAGEM - EMBARQUE Carvão e Minérios Embalados Mercadorias N.E. - Primeira Semana Mercadorias N.E. - Semanas Seguintes Coberta B B x s Descoberta B B Coberta B B t or m³ x s Descoberta B B Coberta B B t or m³ x s Descoberta B B Carvão, Minérios, Barro e Caulino (Granel) Descoberta x s B B Metais em lingotes, chapas, barras e outras formas em atados N.E. Descoberta x d B B Perfilado de Aço Descoberta x d B B
20 CAPÍTULO B - CAIS DE CARGA GERAL DESCRIÇÃO X Unidade Codigo MT Codigo USD DÉBITOS ACESSÓRIOS Pessoal de Manuseamento Pessoal não Utilizado (STAND BY) g x h B , B Somente aplicável por motivo de chuva, a ordem da tripulação, aguardando operação e abertura, fecho ou preparação do porão Pessoal para triming - grupo máximo de vinte (20) trabalhadores Quando com máquina, adiciona-se o aluguer respectivo g x h B9111 1, B Carga ou Descarga de Mercadoria A Granel B B Em Volumes não excedendo 4 s B B Em Volumes excedendo 4 s B B Remoção dentro do Recinto do Porto A Granel não excedendo 4 s B B Não a Granel B B Camionagem no Recinto do Porto Camiões cd B , B Ensacamento Cereais, com meios do Porto B B Mercadorias N.E., com meios do Porto B B Cereais, com meios de Terceiros B B Mercadorias N.E., com meios de Terceiros B B Desensacamento e Recolha de Sacos Vazios Mercadorias N.E. B B Pesagem e Medição Pesagem na Báscula - Tareamento de Camiões cd B B Pesagem de Mercadoria na Balança cd B B Medição - Por Operação cd B B Pesagem de Mercadorias na Báscula B B Pesagem de Contentores na Báscula cd B , B Separação Madeira B B Carga Geral or m³ B B
21 CAPÍTULO Bc - CAIS DE CARGA GERAL - Cabotagem DESCRIÇÃO Operação X Unidade Codigo MT MANUSEAMENTO DO NAVIO Desembarque/Embarque Carga Unitizada N.E. Bc Madeira, Aço e Cobre Bc Madeira em Toros Bc Sacos Soltos até 50kg Bc Sacos Soltos de 51 a 90kgs Bc Jumbo bags até 2 Tons Bc Graneis Sólidos Bc Animais Vivos N.E. unit Bc Veículos Ligeiros até 3,5 s cd Bc Veículos de 3,5 a 5,0 s cd Bc Veículos de mais de 5,0 s cd Bc , Máquinaria até 18 Tons Bc , Cargas Anormais e Cargas Perigosas Bc Mercadorias N.E. or m³ Bc Granito e Mármore Embarque or m³ Bc Sucata, transportada até ao Cais pelo Cliente Embarque or m³ Bc CAPÍTULO Bc - CAIS DE CARGA GERAL - Cabotagem DESCRIÇÃO Operação X Unidade Codigo MT MANUSEAMENTO DE MERCADORIA - DESEMBARQUE Desembarque Carga Unitizada N.E. Madeira Diversa Madeira em Toros Aço e Cobre Sacos Soltos até 50kg Sacos Soltos de 51 a 90kg Jumbo bags até 2 Tons Indirecto Bc Directo Bc Indirecto Bc Directo Bc Indirecto Bc Directo Bc Indirecto Bc Directo Bc Indirecto Bc Directo Bc Indirecto Bc Directo Bc Indirecto Bc Directo Bc
22 CAPÍTULO Bc - CAIS DE CARGA GERAL - Cabotagem DESCRIÇÃO Operação X Unidade Codigo MT MANUSEAMENTO DE MERCADORIA - DESEMBARQUE Graneis solidos Animais Vivos Veículos Ligeiros até 3,5 s Veículos de 3,5 a 5,0 s Veículos de mais de 5,0 s Máquinaria até 18 Tons Cargas Anormais e Cargas Perigosas Mercadorias N.E. Indirecto Bc Directo Bc Indirecto Bc Unid Directo Bc Indirecto Bc , cd Directo Bc Indirecto Bc , cd Directo Bc , Indirecto Bc , cd Directo Bc , Indirecto Bc31611 TBN Directo Bc , Indirecto Bc Directo Bc Indirecto Bc or m³ Directo Bc DESCRIÇÃO Operação X Unidade Codigo MT MANUSEAMENTO DE MERCADORIA - EMBARQUE Carga Unitizada N.E. Minérios e seus concentrados, Metais ou Ligas Metálicas, não trabalhadas Granito e Mármore Madeira diversa Madeira em toros Aço Cobre Sacos soltos até 50kg Sacos Soltos de 51 a 90kg Jumbo bags até 2 Tons Indirecto Bc Directo Bc Indirecto Bc Directo Bc Indirecto Bc Directo Bc Indirecto Bc Directo Bc Indirecto Bc Directo Bc Indirecto Bc Directo Bc Indirecto Bc Directo Bc Indirecto Bc Directo Bc Indirecto Bc Directo Bc Indirecto Bc Directo Bc
23 CAPÍTULO Bc - CAIS DE CARGA GERAL - Cabotagem DESCRIÇÃO Operação X Unidade Codigo MT MANUSEAMENTO DE MERCADORIA - EMBARQUE Graneis solidos Animais vivos NE Veículos Ligeiros até 3,5 s Veículos de 3,5 a 5,0 s Veículos de mais de 5,0 s Máquinaria até 18 Tons Cargas Anormais e Cargas Perigosas Mercadorias N.E. Indirecto Bc Directo Bc Indirecto Bc Unid Directo Bc Indirecto Bc , cd Directo Bc Indirecto Bc , cd Directo Bc , Indirecto Bc , cd Directo Bc , Indirecto Bc41611 TBN Directo Bc , Indirecto Bc Directo Bc Indirecto Bc or m³ Directo Bc
24 CAPÍTULO C - TERMINAL DE CONTENTORES DESCRIÇÃO X Unidade Codigo MT Codigo USD MANUSEAMENTO DO NAVIO Desembarque/Embarque Contentores N.E. Contentores Frigoríficos Contentores Vazios Contentores Anormais ou Plataformas (manuseamento no Pórtico através de cabos) Desembarque C , C Embarque C , C Desembarque C , C Embarque C , C Desembarque C , C Embarque C , C Desembarque C , C Embarque C , C Abertura e Fecho do Porão Utilizando o Pórtico cd C , C Dois movimentos por escala e por porão, que opere, são grátis DESCRIÇÃO X Unidade Codigo MT Codigo USD MANUSEAMENTO DE MERCADORIA Desembarque/Embarque Desembarque C , C Contentores A (Minerais) Embarque C , C Contentores B (Produtos Agrícolas) Desembarque C , C Embarque C , C Desembarque C , C Frigoríficos Embarque C , C Desembarque C , C N.E. (FCL) Embarque C , C Desembarque C , C Contentores Anormais ou Plataformas TEU Embarque C , C Desembarque Consignatário C , C C , C N.E. (LCL) 1.00 Embarque As tarifas em meticais aplicam-se a importação e a cabotagem, em dólares ao trânsito internacional ARMAZENAGEM Armazenagem de Contentores Vazios 1.00 d/teu C C Com Carga Frigorífica 1.00 d/teu C , C Com Carga N.E. - Primeiros Sete (7) dias 1.00 d/teu C C Com Carga N.E. - Dias Seguintes 1.00 d/teu C C
25 CAPÍTULO C - TERMINAL DE CONTENTORES DESCRIÇÃO X Unidade Codigo MT Codigo USD ENCHIMENTO OU DESEMPACOTAMENTO Mercadoria Solta (1 consignatário) - Directo Mercadoria Solta (Mais de 1 consignatário) - Directo Mercadoria Paletizada (1 consignatário) - Directo Mercadoria Paletizada (Mais de 1 consignatário) - Directo DIVERSOS Paralização dos Pórticos (Stand By) - por Pórtico Directo C , C Indirecto C , C Directo C C or m³ Indirecto C C Directo C , C Indirecto C , C Directo C C or m³ Indirecto C C Stand by h C , C Falta da Lista de Embarque/Desembarque (18 horas antes do início das operações) Falta da Lista de Embarque/Desembarque C C Paletização (material fornecido pelo cliente) Paletização or m³ C C Utilização de Plataforma (bolster) - por Carregamento Utilização de Plataforma C , C Remoção de Contentores (somente dentro do recinto do Porto) Remoção de Contentores C , C Entrega e Recepção de Contentores Vazios Por Operação C , C
26 CAPÍTULO Cc - TERMINAL DE CONTENTORES - Cabotagem DESCRIÇÃO X Unidade Codigo MT MANUSEAMENTO DO NAVIO Desembarque Contentores N.E. Contentores Frigoríficos Contentores Vazios Contentores Anormais ou Plataformas (manuseamento no Pórtico através de cabos) Desembarque Cc , Embarque Cc , Desembarque Cc , Embarque Cc , Desembarque Cc , Embarque Cc , Desembarque Cc , Embarque Cc , Baldeação Baldeação (por operação). Cc , Rearrumação sem passar pelo Tabuleiro Cc , Rearrumação passando pelo Tabuleiro Cc , Abertura e Fecho do Porão Utilizando o Pórtico ou outros meios cd Cc , Dois movimentos por escala e por porão, que opere, são grátis MANUSEAMENTO DA MERCADORIA Desembarque/Embarque Desembarque Contentores A (Minerais) Embarque Cc , Desembarque Cc , Contentores B (Produtos Agrícolas) Embarque Cc , Desembarque Cc , Frigoríficos Embarque Cc , Desembarque Cc , Contentores C (Mercadoria N.E.) Embarque Cc , Desembarque Cc , Contentores Anormais ou Plataformas Embarque Cc , Desembarque Cc , N.E. (LCL) 1.00 Consignatário Embarque Cc , As tarifas em meticais aplicam-se a importação e a cabotagem, em dólares ao trânsito internacional 24
27 CAPÍTULO X - PROVEITOS ACESSÓRIOS DESCRIÇÃO Operação X Unidade Codigo MT Codigo USD Fornecimento de Pessoal Conferente H x h X X Conferente Adjunto H x h X X Trabalhador não Especializado H x h X X Operador de Máquinas H x h X X Operário Especializado H x h X X Alugueres Máquinas Elevadoras (Forklifts) Elevadoras até 10 s h X , X Elevadoras de 11 a 19 s h X , X Elevadoras de 20 a 34 s h X , X Elevadoras com mais de 34 s h X , X Gruas Móveis / RTG Até 20 s h X22011 TBN X22022 TBN De 21 a 35 s h X22111 TBN X22122 TBN Acima de 35 s h X22211 TBN X22222 TBN Máquinas para Graneis Pás Carregadoras h X , X Evacuadoras h X , X Guindastes Eléctricos Guindastes até 20 s h X , X Pórtico h X , X Máquinas de Reboque e Transporte Tractor de Reboque h X , X Tugmasters (Completo) h X , X Atrelados h X , X Alugueres e Fornecimentos Iluminação nos Porões ou Convés g x h X X Idem nos outros lugares g x h X X Água (ligação directa) 1.00 m³ X X Terrenos Aluguer de Terrenos para outros fins Não Pavimentados m² x A/Fr X X Pavimentados m² x M X X ALUGUERES DE ÁREAS DE ARMAZENAGEM Armazéns Terrenos Juntos ao Cais B B m² x M Outros B B Pavimentados B B m² x M Não Pavimentados B B
28 CAPÍTULO X - PROVEITOS ACESSÓRIOS DESCRIÇÃO Operação X Unidade Codigo MT Codigo USD Licença de Acesso Veículos - Acesso Diário de Passageiros - menos de 9 lugares X X de Passageiros - mais de 9 lugares X X Mistos e de Carga até 3,5 s cd x d X X de Carga até 20 s X X de Carga com mais de 20 s X , X Veículos - Acesso Permanente de Passageiros - menos de 9 lugares X , X de Passageiros - mais de 9 lugares X , X Mistos e de Carga até 3,5 s ano X , X de Carga até 20 s X , X de Carga com mais de 20 s X , X Pessoas Cédula de Trabalho - Agentes X , X ano Cartão Pessoal de Ingresso - Motoristas X X DESCRIÇÃO Operação X Unidade Codigo MT Codigo USD Débitos Extraordinários Manifesto Atrasado Boletim Atrasado (2 dias antes do Embarque e 5 dias depois do fim do Desembarque) Contentores TEU X X Carga Geral or m³ X X Boletim Atrasado - Embarque Contentores TEU X , X Carga Geral or m³ X X Cancelamento ou Alteração do Boletim Cancelamento ou Alteração do Boletim cd X , X CAPÍTULO X - PROVEITOS ACESSÓRIOS DESCRIÇÃO Operação X Unidade Codigo MT Codigo USD Débitos Extraordinários Descarga e Remoção de Lixo Descarga e Remoção de Lixo /Fr X , X
29 CAPÎTULO E - OUTROS MOVIMENTOS DESCRIÇÃO Operação X Unidade Codigo MT Codigo USD REARRUMAÇÃO DE CONTENTORES Rearrumação sem passar pelo Tabuleiro TEU C , C Rearrumação passando pelo Tabuleiro TEU C , C BALDEAÇÃO DE CONTENTORES Contentores N.E. (por operação). TEU C , C Contentores frigorificos (por operação). TEU C , C Contentores anormais ou plataformas (por operação). TEU C , C Contentores vazios TEU C , C BALDEAÇÃO DE CARGA DIVERSA Graneis (Directa) Ton E E Produtos Ensacados (Indirecto) Ton E E Produtos Ensacados (Directo) Ton E E Carga Unitizada N.E (Indirecto) Ton E E Mercadorias N.E (Indirecto) Ton E E Veículos até 3.5 Tons (Indirecto) Ton E , E Veículos de 3.5 até 5 Tons (Indirecto) Ton E , E Veículos de mais de 5 Tons (Indirecto) Ton E , E Cargas anormais e cargas perigosas (Indirecto) Ton E , E DESCRIÇÃO Operação X Unidade Codigo MT Codigo USD ARMAZENAGEM - BALDEAÇÃO B7 B7 Coberta Graneis e Produtos Ensacados - Primeiros sete (7) dias x day B B Graneis e Produtos Ensacados - Dias x day B B Mercadorias N.E. - Primeiros sete (7) dias t or m³ x d B B Mercadorias N.E. - Dias Seguintes t or m³ x d B B Descoberta Mercadorias N.E. - Primeiros sete (7) dias t or m³ x d B B Mercadorias N.E. - Dias Seguintes t or m³ x d B B Veículos Ligeiros até 3,5 s cd x d B B Veículos de 3,5 até 5,0 s cd x d B B Veículos de mais de 5,0 s cd x d B7225 1, B
30
31
32
TARIFAS DO PORTO DE ANGRA DOS REIS Operações Portuárias
DOCAS DO RIO AUTORIDADE PORTUARIA TARIFAS DO PORTO DE ANGRA DOS REIS Operações Portuárias TABELA I - PROTEÇÃO E ACESSO AO PORTO - TABELA II - INSTALAÇÕES DE ACOSTAGEM - TABELA III - INSTALAÇÕES TERRESTRES
TARIFAS DO PORTO DE ANGRA DOS REIS Operações Portuárias Comerciais
DOCAS DO RIO AUTORIDADE PORTUARIA TARIFAS DO PORTO DE ANGRA DOS REIS Operações Portuárias Comerciais TABELA I - PROTEÇÃO E ACESSO AO PORTO - TABELA II - INSTALAÇÕES DE ACOSTAGEM - TABELA III - INSTALAÇÕES
TARIFAS DO PORTO DO RIO DE JANEIRO Operações Portuárias
DOCAS DO RIO AUTORIDADE PORTUARIA TARIFAS DO PORTO DO RIO DE JANEIRO Operações Portuárias TABELA I UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA PORTUÁRIA - PROTEÇÃO E ACESSO AO PORTO - TABELA II UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA
PORTO ORGANIZADO DE PORTO VELHO TARIFA PORTUÁRIA VIGÊNCIA: 07/05/2015.
1 SOCIEDADE DE PORTOS E HIDROVIAS DO PORTO ORGANIZADO DE PORTO VELHO TARIFA PORTUÁRIA VIGÊNCIA: 07/05/2015. RESOLUÇÃO Nº 4.093-ANTAQ, DE 07/05/2015. (ANTAQ-Agência Nacional de Transportes Aquaviário) PORTO
Portos de Pesca de Maputo e Beira. Frigorificação de Pescado e Venda de Gelo. Utilizações Nacionais e Estrangeiras 1 1
8 () Diploma Ministerial n. / de de Agosto A Política Pesqueira e a respectiva Estratégia de Implementação, aprovada pela Resolução n. /, de 8 de Maio e o Plano Director das Pescas, definem a propriedade
Art. 1 Aprovar a revisão da tarifa do porto de São Sebastião - SP, que passa a ter a estrutura e os valores apresentados a seguir:
RESOLUÇÃO Nº 4090 -ANTAQ, DE 7 DE MAIO DE 2015. APROVA A REVISÃO DA TARIFA DO PORTO DE SÃO SEBASTIÃO - SP. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS - ANTAQ, no uso da competência
Por tonelada líquida de registro (TLR) de embarcação destinada ao transporte de passageiros, turismo e recreio, na área do Porto Organizado
Tabela I Utilização da Infraestrutura de Acesso Aquaviário (Taxas devidas pelo armador ou agente) No. Espécie Incidência Valor() 1. Carregamento, descarga ou baldeação, por tonelada ou fração 3,73 2. Carregamento,
PORTO DE VITÓRIA Abaixo estão as Tabelas com as tarifas referentes à utilização da infra-estrutura portuária dos portos da Codesa.
PORTO DE VITÓRIA Abaixo estão as Tabelas com as tarifas referentes à utilização da infra-estrutura portuária dos portos da Codesa. - TABELA I - Proteção e Acesso ao Porto - TABELA II - Instalações de Acostagem
livro DE TARIFAS PORTUÁRIAS
OUTUBRO 2 0 1 6 livro DE TARIFAS PORTUÁRIAS VERSÃO 12.1 GENERALIDADES E CONDIÇÕES DE APLICAÇÃO ÍNDICE 1 Organização Livro de Tarifas 2 2 Definições Gerais 3 3 Cargas 4 4 Navios 5 5 Serviços Prestados aos
Âmbito. 2 - Um «transportador» é qualquer pessoa física ou jurídica ou qualquer empresa autorizada, quer na República Portuguesa, quer na
Decreto do Governo n.º 18/86 Acordo entre o Governo da República Portuguesa e o Governo da República Federal da Áustria Relativo ao Transporte Rodoviário Internacional de Passageiros e Mercadorias O Governo
Tabela Pública de Serviços
Tabela Pública de Serviços Sumário Serviços para Contêineres de Importação... 3 Serviços para Carga Desunitizada de Importação... 6 Serviços para Contêineres de Exportação.... 9 Serviços para Contêineres
Visão Ser o porto de referência para as cadeias logísticas da costa leste de África.
Corredor de Nacala Engloba : O Porto de Nacala, elemento central do Corredor; O Sistema ferroviário do Norte de Moçambique O Sistema ferroviário do Malawi; e O troço ferroviário Mchinji/Chipata, que permite
TABELA DE SERVIÇOS BÁSICOS APM TERMINALS ITAJAÍ. (vigência a partir de 01/01/2015 Valores Expressos em Reais)
TABELA DE SERVIÇOS BÁSICOS APM TERMINALS ITAJAÍ (vigência a partir de 01/01/2015 Valores Expressos em Reais) A Armazenagem de Importação (carga contêinerizada) www.apmterminals.com.br 1º Período Período
Tabela Pública de Serviços. (vigência a partir de 16/01/2016 Valores expressos em Reais)
Tabela Pública de Serviços (vigência a partir de 16/01/2016 Valores expressos em Reais) Sumário Serviços para Contêineres de Importação... 3 Serviços para Carga Desunitizada de Importação... 6 Serviços
livro DE TARIFAS PORTUÁRIAS
J U N H O 2 0 1 7 livro DE TARIFAS PORTUÁRIAS V 12.2 1 Organização Livro de Tarifas 3 2 Definições Gerais 4 3 Cargas 5 4 Navios 6 5 Serviços Prestados aos Navios 6 6 Serviços Prestados às Mercadorias 7
TABELA DE SERVIÇOS BÁSICOS LIBRA TERMINAIS SANTOS (vigência a partir de 01/12/2013 Valores expressos em Reais)
TABELA DE SERVIÇOS BÁSICOS LIBRA TERMINAIS SANTOS (vigência a partir de 01/12/2013 Valores expressos em Reais) A ARMAZENAGEM DE IMPORTAÇÃO: A.1 CONTÊINERES FCL (PERÍODOS DE 7 DIAS OU FRAÇÃO) Fixo A 1.1
CONDIÇÕES GERAIS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELAS EMPRESAS TRANSITÁRIAS. 1 TEU transitário. Artigo 1º Definições. Artigo 2º Âmbito
Artigo 1º Definições Artigo 2º Âmbito Artigo 3º Aplicabilidade Artigo 4º Apresentação dos preços Artigo 5º Alteração dos preços Artigo 6º Revisão de preços e condições Artigo 7º Validade das propostas
REGULAMENTO DE TARIFAS 2013
REGULAMENTO DE TARIFAS 2013 CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ART.º 1.º OBJECTO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO 1. O presente regulamento estabelece as normas e as tarifas máximas devidas pela prestação de serviços
CONTRATO DE PRESTAÇAO DE SERVIÇOS EM TERMINAL ALFANDEGADO MEDIANTE CONDIÇÕES ABAIXO. SERVIÇOS DE TERMINAL ALFANDEGADO (IMPORTAÇÃO)
CONTRATO DE PRESTAÇAO DE SERVIÇOS EM TERMINAL ALFANDEGADO MEDIANTE CONDIÇÕES ABAIXO. SERVIÇOS DE TERMINAL ALFANDEGADO (IMPORTAÇÃO) Transporte - Remoção Costado Navio Operador Portuário até a Transbrasa
REGULAMENTO DE TARIFAS
REGULAMENTO DE TARIFAS CAPITULO I Contentores Artigo 1º Tarifas máximas a aplicar 1 Nas operações de embarque e desembarque de contentores no porto de Leixões, aplicar-se-á uma tarifa máxima por contentor
CIRCULAR DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA n PORTUGAL
CIRCULAR DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA n PORTUGAL INSTITUTO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL TELEFONE 218423502 INFORMAÇÃO AERONÁUTICA AFTN - LPPTYAYI AEROPORTO DA PORTELA 25/03 TELEX 12120 - AERCIV P 1749-034 LISBOA
TABELA DE PREÇOS E CONDIÇÕES COMERCIAIS ESTRUTURA DE SERVIÇOS E PREÇOS
TABELA DE PREÇOS E CONDIÇÕES COMERCIAIS Vigência: 15/03/2014 a 14/03/2015 ESTRUTURA DE SERVIÇOS E PREÇOS OPERAÇÃO PORTUÁRIA - Tarifas devidas pelo armador, agente de navegação ou requisitante - A. OPERAÇÃO
M A R I N A D E A L B U F E I R A A L B U M A R I N A - S O C I E D A D E G E S T O R A D E M A R I N A S S. A REGULAMENTO INTERNO
M A R I N A D E A L B U F E I R A A L B U M A R I N A - S O C I E D A D E G E S T O R A D E M A R I N A S S. A REGULAMENTO INTERNO DO EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE MARITIMO TURÍSTICA NA Índice Capitulo I Disposições
Aprovado pelo Decreto Legislativo nº 59, de 28.06.80 - DCN de 03 de julho de 1980
Convênio sobre Transportes Marítimos entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República Popular da China Assinado em 22 de maio de 1979 Aprovado pelo Decreto Legislativo nº 59,
Tarifa Aprovada a partir de 01.01.2008 - O. S. nº. 212/07 (Última Atualização: 30/07/2009)
Tarifa Aprovada a partir de 01.01.2008 - O. S. nº. 212/07 (Última Atualização: 30/07/2009) TABELA I UTILIZAÇÃO DA INFRA ESTRUTURA MARÍTIMA E FACILIDADES PORTUÁRIAS INFRAMAR. (TARIFAS DEVIDAS PELO ARMADOR,
REGULAMENTO DE GESTÃO DE RESÍDUOS NO PORTO DE AVEIRO. CAPÍTULO 1 Disposições gerais. Artigo 1.º Objectivo e Âmbito de aplicação
REGULAMENTO DE GESTÃO DE RESÍDUOS NO PORTO DE AVEIRO CAPÍTULO 1 Disposições gerais Artigo 1.º Objectivo e Âmbito de aplicação O presente Regulamento aplica-se a toda a área portuária e tem como objectivo
Regulamento de admissão de Resíduos Não Perigosos (RNP) no Aterro de Sermonde
o Regulamento o Anexos: I. Inquérito para Pedido de Autorização para Deposição no Aterro de Sermonde II. III. IV. Descrição da Atividade da Empresa Produtora Declaração de Responsabilidade do Produtor
ECOPORTO SANTOS S.A. TERMARES TERMINAIS MARÍTIMOS ESPECIALIZADOS LTDA. TABELA GERAL DE PREÇOS DE SERVIÇOS VIGÊNCIA A PARTIR DE 01/07/2015
ECOPORTO SANTOS S.A. TERMARES TERMINAIS MARÍTIMOS ESPECIALIZADOS LTDA. TABELA GERAL DE PREÇOS DE SERVIÇOS VIGÊNCIA A PARTIR DE 01/07/2015 1. ARMAZENAGEM DE EXPORTAÇÃO 1.1 CONTÊINERES EMBARCADOS NO ECOPORTO
TENDO DECIDIDO concluir a Convenção para este propósito e ter pela circunstância o combinado como segue: Capítulo 1 O direito de limitação
Texto consolidado da Convenção Internacional sobre a Limitação de Responsabilidade Relativa às Reclamações Marítimas, 1976, como emendada pela Resolução LEG.5(99), adotada em 19 Abril 2012 OS ESTADOS PARTE
TABELA I. Por tonelada de porte bruto das embarcações que adentrarem ao Porto com outros fins que não a movimentação de cargas, atracadas ou não.
TABELA I UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA DE PROTEÇÃO E ACESSO AQUAVIÁRIO PORTUÁRIA TAXAS DEVIDAS PELO ARMADOR 1. Por Tonelagem de Porte Bruto das Embarcações Por unidade 1.1 Na movimentação de contêineres
REGULAMENTO DE PESCA DESPORTIVA NA ALBUFEIRA DE VASCOVEIRO
REGULAMENTO DE PESCA DESPORTIVA NA ALBUFEIRA DE VASCOVEIRO Julho 2013 PREÂMBULO A Barragem de Vascoveiro foi construída com o objetivo de fornecer água à cidade de Pinhel e a algumas freguesias do Concelho.
392A Disposições de Aplicação do Código Aduaneiro Comunitário ANEXOS
392A ANEXOS (Inserido pelo Regulamento (CE) n.º 1192/2008 de 17 de Novembro, publicado no JO n.º L 329 de 6 de Dezembro de 2008 e alterado pelo Regulamento (CE) n.º 414/2009 de 30 de Abril, publicado no
PROJETO DE REGULAMENTO DO PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO NORMA JUSTIFICATIVA
PROJETO DE REGULAMENTO DO PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO NORMA JUSTIFICATIVA O Pavilhão Gimnodesportivo Municipal, constituído pelo recinto de jogos principal, ginásio e sala de musculação, é propriedade da
Art. 3º Para inscrever-se no registro de Operador de Transporte Multimodal, o interessado deverá apresentar à ANTT:
DECRETO 3.411, DE 12 DE ABRIL DE 2000. Regulamenta a Lei 9.611, de 19 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre o Transporte Multimodal de Cargas, altera os Decretos 91.030, de 5 de março de 1985, e 1.910,
R I O G R A N D E S. A.
ESTRUTURA DE SERVIÇOS E PREÇOS A. UTILIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DE ACOSTAGEM (CAIS/DEFENSAS) A.1. Ocupação do cais de acostagem por embarcação, incluindo serviços de atracação, desatracação e uso de defensas.
MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA. Decreto-Lei n.º 128/2006 de 5 de Julho
MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA Decreto-Lei n.º 128/2006 de 5 de Julho O n.º 1 do artigo 117.º do Código da Estrada, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 114/94, de 3 de Maio, na última redacção que lhe foi
TABELA DE PREÇOS DO TERMINAL PORTUÁRIO DO PECÉM Vigência: 01 DE JULHO DE 2015
TABELA DE PREÇOS DO Vigência: 01 DE JULHO DE 2015 TABELA A - PREÇOS DOS SERVIÇOS PRESTADOS OU DISPONIBILIZADOS PELA CEARÁPORTOS 100.000 SERVIÇOS OPERACIONAIS O prestador de serviço credenciado deverá pagar
REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS DA FREGUESIA DE NEIVA
REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS DA FREGUESIA DE NEIVA Í N D I C E Preâmbulo Regulamento Capítulo I Disposições Gerais Capítulo II Taxas Capítulo III Liquidação Capítulo IV - Disposições Gerais Anexo
PREÇOS ARMAZENAGEM E SERVIÇOS
1. IMPORTAÇÃO 1.1. ARMAZENAGEM: A Contêineres (R$/Contêiner) Até o 10º dia (por período) 290,00 355,00 Do 11º ao 15º dia (por período) 275,00 325,00 Do 16º ao 20º dia (por período) 305,00 357,00 Do 21º
ALPIAGRA 2010 FEIRA AGRÍCOLA E COMERCIAL DE ALPIARÇA REGULAMENTO GERAL
ALPIAGRA 2010 FEIRA AGRÍCOLA E COMERCIAL DE ALPIARÇA REGULAMENTO GERAL A Alpiagra Feira Agrícola e Comercial de Alpiarça é uma organização da Câmara Municipal de Alpiarça. Artigo 1º (Condições de admissão
INSTRUÇÕES DE REGATA
Clube Náutico das Lajes do Pico INSTRUÇÕES DE REGATA 3ª PCR - Lajes do Pico, 26 e 27 de Novembro de 2011 A Federação Portuguesa de Vela estabelece estas Instruções de Regata para a 3ª Prova do Campeonato
31/10/1992 Jornal Oficial L 316
DIRECTIVA 92/83/CEE DO CONSELHO de 19 de Outubro de 1992 relativa à harmonização da estrutura dos impostos especiais sobre o consumo de álcool e bebidas alcoólicas CONSELHO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS, Tendo
Procedimento de Admissibilidade e Descarga de Resíduos de Construção contendo Amianto
Procedimento de Admissibilidade e Descarga de Resíduos de Construção contendo Amianto RIMA Resíduos Industriais e Meio Ambiente, S.A. Lustosa Introdução Previamente à aceitação de resíduos de construção
Ficha de Informação Normalizada para Depósitos Depósitos à Ordem
Designação Condições de Acesso Conta Especial Emigrante Clientes Particulares, com idade superior a 18 anos, que sejam emigrantes portugueses, de acordo com legislação em vigor. A conta só pode ser co-titulada
PORTOS DE BELÉM, OUTEIRO, MIRAMAR, VILA DO CONDE, SANTARÉM, ITAITUBA, ÓBIDOS, ALTAMIRA, SÃO FRANCISCO E MARABÁ. Nº Espécie e Incidência...
TARIFA COMPANHIA DOCAS DO PARÁ PORTOS DE BELÉM, OUTEIRO, MIRAMAR, VILA DO CONDE, SANTARÉM, ITAITUBA, ÓBIDOS, ALTAMIRA, SÃO FRANCISCO E MARABÁ Tabela I - Utilização da Infraestrutura Aquaviária (Tarifas
CLUBE NAVAL DE SANTA MARIA
CLUBE NAVAL DE SANTA MARIA INSTRUÇÕES DE REGATA ORGANIZAÇÃO A Entidade Organizadora Clube Naval de Santa Maria, estabelece estas Instruções de Regata para a Prova do Campeonato Vela de Santa Maria 2ª PCV
DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM CONTEINERIZAÇÃO DE CARGAS
DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM CONTEINERIZAÇÃO DE CARGAS CONTEINERIZAÇÃO DE CARGAS Vantagens: Possibilitam operações ininterruptas, mesmo sob intempéries Incrementam a produtividade Minimizam o tempo de movimentação
REGULAMENTO E TABELA DE TAXAS, TARIFAS E PREÇOS (ALTERAÇÃO)
REGULAMENTO E TABELA DE TAXAS, TARIFAS E PREÇOS (ALTERAÇÃO) A - ALTERAÇÕES AO REGULAMENTO 1. Alteração do art.º 4º: Artigo 4º - Isenções 1- ( ) 2- ( ) 3- As entidades referidas em 1, através da apresentação
Regulamento de Actividade de Comércio a Retalho exercida pelos Feirantes na Área do Município do Sabugal
Regulamento de Actividade de Comércio a Retalho exercida pelos Feirantes na Área do Município do Sabugal Preâmbulo A regulamentação municipal sobre a actividade de comércio a retalho exercida por feirantes
TARIFA PORTUÁRIA DO PORTO DE ILHÉUS
SECRETARIA DE PORTOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA TARIFA PORTUÁRIA DO PORTO DE ILHÉUS TAXAS, PREÇOS, FRANQUIAS E OBSERVAÇÕES Resolução nº 4.093 ANTAQ, de 07/05/2015 Vigência: 15/05/2015 TABELA I - UTILIZAÇÃO
RESOLUÇÃO Nº 2389 - ANTAQ, DE 13 DE FEVEREIRO DE 2012.
RESOLUÇÃO Nº 2389 - ANTAQ, DE 13 DE FEVEREIRO DE 2012. APROVA A NORMA QUE ESTABELECE PARÂMETROS REGULATÓRIOS A SE- REM OBSERVADOS NA PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE CONTÊINERES
TARIFA DO PORTO DE SUAPE
SUAPE COMPLEXO INDUSTRIAL PORTUÁRIO TARIFA DO PORTO DE SUAPE Homologada pela RESOLUÇÃO Nº 4.091, DE 7 DE MAIO DE 2015 (D.O.U. de 08.05.15) TABELA 1 UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA MARÍTIMA (Taxas devidas
16.1. São consideradas atividades e operações perigosas as constantes dos Anexos números 1 e 2 desta Norma Regulamentadora-NR.
NR 16 - Atividades e Operações Perigosas (116.000-1) 16.1. São consideradas s e operações perigosas as constantes dos Anexos números 1 e 2 desta Norma Regulamentadora-NR. 16.2. O exercício de trabalho
NR 16 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS (116.000-1)
NR 16 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS (116.000-1) 16.1. São consideradas atividades e operações perigosas as constantes dos Anexos números 1 e 2 desta Norma Regulamentadora-NR. 16.2. O exercício de
Regimes Aduaneiros Especiais. Regimes Aduaneiros Especiais. Trânsito aduaneiro. Trânsito aduaneiro. Trânsito aduaneiro. Trânsito aduaneiro
Regimes Aduaneiros Especiais Regimes Aduaneiros Especiais As características básicas dos regimes especiais são: Regra geral, os prazos na importação são de um ano, prorrogável, por período não superior,
FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE DANÇA DESPORTIVA REGULAMENTO DE SEGURANÇA E UTILIZAÇÃO DOS ESPAÇOS DE ACESSO PÚBLICO
FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE DANÇA DESPORTIVA REGULAMENTO DE SEGURANÇA E UTILIZAÇÃO DOS ESPAÇOS DE ACESSO PÚBLICO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objecto O presente regulamento aprova normas e medidas
RESOLUÇÃO Nº 350, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2014.
RESOLUÇÃO Nº 350, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2014. Dispõe sobre o modelo de regulação tarifária, do reajuste dos tetos das tarifas aeroportuárias e estabelece regras para arrecadação e recolhimento. A DIRETORIA
SPOT BATTERY EXCHANGER
SPOT BATTERY ECHANGER SBE PICKER V1.0 V1.0 Manual de Instruções SPOT JET Serviços de Manutenção Industrial, Sociedade Unipessoal, Lda. Rua D. Luís de Noronha 22, 4 Dto. 1050-072 Lisboa Portugal Tel / Fax.
REGULAMENTO DO CURSO DE LICENCIATURA EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-PRIVADA DA FACULDADE DE DIREITO DE COIMBRA
REGULAMENTO DO CURSO DE LICENCIATURA EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-PRIVADA DA FACULDADE DE DIREITO DE COIMBRA CAPÍTULO I Objecto e conceitos Artigo 1.º Objecto O presente Regulamento estabelece as normas aplicáveis
PLANO DE TRABALHOS COM RISCOS ESPECIAIS Execução de pinturas
Página 1 de 7 PLANO DE TRABALHOS COM RISCOS ESPECIAIS Execução de pinturas Página 2 de 7 PROCESSO CONSTRUTIVO 1. EECUÇÃO DE PINTURAS Esta actividade consiste nos trabalhos de pinturas nas paredes simples
NE 01: DIAS E HORÁRIOS (ART.9º DO REGULAMENTO GERAL)
NORMAS ESPECÍFICAS ÍNDICE NE 01: DIAS E HORÁRIOS (ART.9º DO REGULAMENTO GERAL)... 2 NE 02: ACESSO DE VEÍCULOS AO MERCADO (ART.11º DO REGULAMENTO GERAL)... 3 NE 03: CIRCULAÇÃO INTERNA (ART.12º DO REGULAMENTO
ADENDA AO MANUAL SOBRE A APLICAÇÃO PRÁTICA DO REGULAMENTO INN
ADENDA AO MANUAL SOBRE A APLICAÇÃO PRÁTICA DO REGULAMENTO INN Trata-se de uma adenda à primeira edição do Manual sobre a aplicação prática do Regulamento (CE) n.º 1005/2008 do Conselho, de 29 de Setembro
MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO DISTRIBUIDOR DAS FARMÁCIA COMUNITÁRIAS
Luis Figueiredo 2016.01.19 12:27:21 Z PROCEDIMENTO 1. OBJECTIVO Definição de procedimentos nos distribuidores das farmácias comunitárias aderentes à VALORMED. 2. ÂMBITO A VALORMED tem por objectivo a implementação
Instrução DGT nº.1/2013 EMISSÃO DE BILHETES DE TESOURO
Instrução DGT nº.1/2013 EMISSÃO DE BILHETES DE TESOURO Ao abrigo do número 1, do artigo 10º, do Decreto-Lei nº 59/2009 de 14 de Dezembro, que estabelece o regime Jurídico dos Bilhetes do Tesouro (BT),
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL. LEI N. 4 /2005 de 7 de Julho Lei do Investimento Nacional
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL LEI N. 4 /2005 de 7 de Julho Lei do Investimento Nacional Cabe ao Estado estabelecer as políticas necessárias para melhorar o desenvolvimento económico
REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS E LICENÇAS
PREÂMBULO A Lei nº 53-E/2006, de 29 de Dezembro, aprovou o regime das Taxas das Autarquias Locais e determina que o regulamento de taxas tem obrigatoriamente que conter, sob pena de nulidade, os seguintes
REGIMENTO INTERNO 9º SEDE NÁUTICA
REGIMENTO INTERNO 9º SEDE NÁUTICA HANGARAGEM DE EMBARCAÇÕES 9.1- O Iate Clube da Bahia, dependendo do espaço físico disponível, poderá aceitar para abrigo em seco, nas dependências da Sede Náutica as embarcações
Ficha de Informação Normalizada para Depósitos Depósitos simples, não à ordem
Designação Condições de Acesso Modalidade Prazo Mobilização Antecipada Poupança Habitação Geral Clientes Particulares com mais de 30 anos. Depósito constituído em regime especial. 12 meses Após o decurso
MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO
Diário da República, 1. a série N. o 7 10 de Janeiro de 2007 249 Nos termos do n. o 28 do Acordo, este entrará em vigor em 18 de Dezembro de 2006. Direcção-Geral dos Assuntos Técnicos e Económicos, 19
REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS FREGUESIA DE PALHAÇA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º Objecto. Artigo 2.º Sujeitos. Artigo 3.
REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS FREGUESIA DE PALHAÇA Em conformidade com o disposto nas alíneas d) e j) do n.º 2 do artigo 17.º, conjugada com a alínea b) do n.º 5 do artigo 34.º da Lei das Autarquias
Regulamento de Utilização do Centro Náutico de Cheoc-Van
Regulamento de Utilização do Centro Náutico de Cheoc-Van 1 o Objecto 1 O acesso, a permanência e a utilização das instalações do Centro Náutico de Cheoc-Van, adiante designado por Centro, afecto ao Instituto
SOCIEDADE MARTINS SARMENTO REGULAMENTO DA BIBLIOTECA PÚBLICA
SOCIEDADE MARTINS SARMENTO REGULAMENTO DA BIBLIOTECA PÚBLICA A Biblioteca da Sociedade Martins Sarmento (SMS) existe desde 1882. Possui um vasto acervo bibliográfico, onde avulta um riquíssimo Fundo Local,
FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS
PP. 1/7 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA GRUAS TORRE 2 DESCRIÇÃO As gruas torre são máquinas utilizadas para elevação de cargas (por meio de um cabo), e transporte dentro de um raio
DECRETO N 517, DE 8 DE MAIO DE 1992 REGULAMENTA o art. 11, da Lei n 8.387, de 30 de dezembro de 1991, e regula a Área de Livre Comércio de Macapá e
DECRETO N 517, DE 8 DE MAIO DE 1992 REGULAMENTA o art. 11, da Lei n 8.387, de 30 de dezembro de 1991, e regula a Área de Livre Comércio de Macapá e Santana - ALCMS. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da
REGULAMENTO SOBRE INSCRIÇÕES, AVALIAÇÃO E PASSAGEM DE ANO (RIAPA)
REGULAMENTO SOBRE INSCRIÇÕES, AVALIAÇÃO E PASSAGEM DE ANO (RIAPA) CAPÍTULO I REGIME DE FUNCIONAMENTO Artigo 1º - Âmbito O disposto no presente Regulamento aplica-se apenas aos cursos de graduação da Universidade
REGULAMENTO MUNICIPAL DE TRÂNSITO DO CONCELHO DE ALJUSTREL NOTA JUSTIFICATIVA
REGULAMENTO MUNICIPAL DE TRÂNSITO DO CONCELHO DE ALJUSTREL NOTA JUSTIFICATIVA Atendendo ao aumento de número de viaturas em circulação, à alteração da circulação em algumas vias e locais, à existência
REGULAMENTO DE EXPLORAÇÃO DO TERMINAL DA FLEXIBRÁS TUBOS FLEXÍVEIS LTDA.
REGULAMENTO DE EXPLORAÇÃO DO TERMINAL DA FLEXIBRÁS TUBOS FLEXÍVEIS LTDA. 1 Disposições Iniciais...3 Normas gerais...4 Condições de Uso de Instalações de Acostagem...5 Da Operação Portuária...5 Do Manuseio
TARIFA PORTUÁRIA DOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU-CANDEIAS
SECRETARIA DE PORTOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA TARIFA PORTUÁRIA DOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU-CANDEIAS TAXAS, PREÇOS, FRANQUIAS E OBSERVAÇÕES Resolução Nº 4.093 ANTAQ 07/05/2015 Vigência 15/05/2015
EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 4 DO CONTRATO TARIFAS
EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 4 DO CONTRATO TARIFAS 1 Sumário 1. Informações iniciais... 3 1.1. Introdução... 3 1.2. Definições... 3 2. Tarifas... 6 2.1. Considerações... 6 2.2. Tarifas Aeroportuárias...
0120-677-871. SEVEN BANK Serviço de Transferência Monetária Internacional App. (Ligação Gratuita)
P.2 P.3 P.4 P.6 P.8 P.10 SEVEN BANK Serviço de Transferência Monetária Internacional App Para esclarecimento de dúvidas e outras conveniências, está disponível um botão de chamada gratuita e direta com
Normas Regulamentadoras
1 de 10 6/5/2013 08:39 CLT DINÂMICA Normas Regulamentadoras NR 16 - Atividades e Operações Perigosas (116.000-1) 16.1. São consideradas atividades e operações perigosas as constantes dos Anexos números
REGULAMENTO DAS ZONAS E PARQUES DE ESTACIONAMENTO DE DURAÇÃO LIMITADA 1. Preâmbulo
REGULAMENTO DAS ZONAS E PARQUES DE ESTACIONAMENTO DE DURAÇÃO LIMITADA 1 Preâmbulo A circulação automóvel está indissociavelmente ligada à questão do estacionamento. A concentração de um conjunto de serviços
BANCO SANTANDER TOTTA, SA 2. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (PARTICULARES) Entrada em vigor: 10-Mai-2016 (ÍNDICE) 2.1. Crédito à habitação e contratos conexos
2. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (PARTICULARES) 2.1. Crédito à habitação e contratos conexos (ÍNDICE) Crédito Habitação: contratos de crédito para aquisição, construção e realização de obras para habitação própria
MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ARMAZENISTA
Luis Figueiredo 2014.02.06 16:35:35 Z PROCEDIMENTO 1. OBJECTIVO Definição de Procedimentos nos Armazenistas que aderiram à VALORMED. 2. ÂMBITO A VALORMED tem por objectivo a implementação e gestão de um
Artigo. Grupo. integrante. Artigo. Artigo. novos. públicos;
sedee do Grupo Desportivo Julho de 2012 CAPÍTULO I: ÂMBITO E ESTRUTURA 1º (Objeto) O presente regulamento define as regras de utilização e cedência das instalações da sede do Grupo Desportivoo e Recreativo
O Programa experts plus é válido para o período de viagens de 01.08.2008 a 31.12.2008.
Condições de Participação no Programa experts plus Última actualização: 01 de Agosto de 2008 Com o Programa experts plus, a Deutsche Lufthansa AG (doravante designada por Lufthansa ou LH ) e a Swiss International
Assembleia de Freguesia de Rebordões Souto Regulamento e Tabela Geral de Taxas
PREÂMBULO A Lei nº 53-E/2006, de 29 de Dezembro, aprovou o regime das taxas das Autarquias Locais, estabelecendo no Artigo 17.º: «As taxas para as autarquias locais actualmente existentes são revogadas
TRANSPORTES RODOVIÁRIOS: HARMONIZAÇÃO DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS
TRANSPORTES RODOVIÁRIOS: HARMONIZAÇÃO DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS A criação de um mercado único europeu dos transportes rodoviários não é possível sem uma harmonização das disposições legais em vigor nos Estados-Membros.
A N E XO S E CONSULTORIA LTDA
A N E XO S Anexo TA R I FA D O P O R TO 1 TABELA I UTILIZAÇÃO DA INFRA-ESTRUTURA PORTUÁRIA PARA ATENDIMENTO DA FROTA (EMBARCAÇÃO/CAIS, VICE-VERSA OU BALDEAÇÃO) TAXAS DEVIDAS PELO ARMADOR E OU DONO DA MERCADORIA
REGIME E TABELA DE EMOLUME TOS DO TRIBU AL DE CO TAS. CAPÍTULO I Disposições Gerais. ARTIGO 1. (Emolumentos e encargos)
REGIME E TABELA DE EMOLUME TOS DO TRIBU AL DE CO TAS CAPÍTULO I Disposições Gerais ARTIGO 1. (Emolumentos e encargos) 1. Pelos serviços prestados pelo Tribunal de Contas e pela Direcção dos serviços Técnicos
ACORDO MARITIMO_ ENTRE A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A UNIÃO ECONOMICA BELGO-LUXEMBURGUESA
ACORDO MARITIMO_ ENTRE A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A UNIÃO ECONOMICA BELGO-LUXEMBURGUESA ACORDO MARITIMO ENTRE A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A UNIÃO ECONOMICA BELGO-LUXEMBURGUESA O GOVERNO
REGULAMENTO DE EXPLORAÇÃO DOS PORTOS DE CABO VERDE
Decreto-Lei nº 60/93 de 02 de Novembro REGULAMENTO DE EXPLORAÇÃO DOS PORTOS DE CABO VERDE As transformações políticas, económicas e sociais registadas nas duas últimas décadas, com notórias implicações
