OBSERVANDO O UNIVERSO
|
|
|
- Maria Martinho Vasques
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 OBSERVANDO O UNIVERSO Dr. André de Castro Milone ([email protected]) Divisão de Astrofísica Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais II Ciclo ABCAer/AAB de Palestras do Setor Aeroespacial Memorial Aeroespacial Brasileiro 18/06/2005
2 ASTRONOMIA OBSERVACIONAL ROTEIRO Canais de informação Direção da fonte Intensidade da emissão Qualidade espectral da emissão Caráter historicamente observacional Necessidade de desenvolvimento instrumental
3 ASTRONOMIA OBSERVACIONAL Canais de informação radiação eletromagnética (E = h. frequência = h. c/ ) interferência da atmosfera da Terra raios cósmicos ondas gravitacionais
4 ASTRONOMIA OBSERVACIONAL Plano da nossa Galáxia em diferentes comprimentos de onda Rádio (408 MHz) Hidrogênio Atômico Rádio (2,5 GHz) Hidrogênio Molecular Infravermelho Infravermelho Médio Infravermelho Próximo Visível Raios X Raios Gama Crédito da Imagem: NASA.
5 Visão Humana & Escala de magnitudes Instrumento primário em Astronomia Pupila: área coletora de luz (5mm de diâmetro) Retina: percepção de intensidade e cor intensidade: bastonetes (mais sensíveis!) cores: cones Exposições temporais de décimos de segundo Sensibilidade proporcional a log10(fluxo-de-luz_recebido) Hiparco ( a.c.): 6 classes, 1 (mais brilhante) a 6 (mais débil) calculou-se que o fluxo da classe 1 é 100x maior que o da classe 6 diferença de -Uma magnitude = 2,5 em razão-de-fluxos! magnitude = -2,5 log10(fluxo) + cte. (mk-mi)=-2 Fk/Fi=6,3 & (mk-mi)=-3 Fk/Fi=15,8 (m\k-mi)=-4 Fk/Fi=39,8 & (mk-mi)=-0,75 Fk/Fi=2
6 magnitudes aparentes visuais magnitude = -2,5 log10(fluxo) + cte. Sol: -26,8 Lua: -12,5 Vênus: -3,9 Júpiter: -2,2 Sírius: -1,4 Mercúrio: -0,7 Canopus: -0,6 Alfa do Centauro: -0,3 Saturno: -0,1 Arcturus: 0,0 Prócion: 0,4 Hadar: 0,6 Acrux: 0,8 Spica: 1,0 Antares: 1,1 Mimosa: 1,3 Regulus: 1,4 (mk-mi)=-0,1 Fk/Fi=1,1
7 ASTRONOMIA OBSERVACIONAL Direção da fonte Astronomia Fundamental Conceito matemático de Esfera Celeste Necessidade de um Sistema de Coordenadas Celeste
8 Visão topocêntrica da esfera celeste a partir de um local do hemisfério sul Dr. André Milone (DAS-INPE)
9 Percepção do movimento aparente diário da esfera celeste: hemisfério sul... é devido à rotação da Terra! Norte: sentido anti-horário Sul: sentido horário 9
10 Percepção do movimento aparente diário da esfera celeste: hemisfério sul leste: ascendente oeste: descendente
11 COORDENADAS CELESTES HORIZONTAIS LOCAIS: altura de 0º (Horizonte) a +90º (Zênite), h azimute de 0º (Norte) a 360º (para Leste), Az h Dr. André Milone (DAS-INPE) Az 11
12 COORDENADAS CELESTES EQUATORIAIS: declinação de 0º (Equador) a 90º (Pólos), DEC ou ascensão reta de 0 h (Ponto Vernal) a 24 h (O para L), AR ou fixas ao astro TSL = AR + AH Dr. André Milone (DAS-INPE)
13 Translação da Terra em torno do Sol (fora de escala) e visibilidade do céu ao longo do ano O movimento aparente anual do céu é devido à translação da Terra ao redor do Sol! Virgem Balança ou Libra Leão Câncer Gêmeos Touro 21/março 21/dezembro Áries ou Carneiro Escorpião 21/junho 21/setembro Ofiúco Peixes Sagitário Capricórnio Aquário Dr. André Milone (DAS-INPE)
14 N Carta do céu em declinação versus ascensão reta com muitas constelações e estrelas apontadas assim como a trajetória aparente anual do Sol (a eclíptica) 18/06/2005! E S O Dr. André Milone (DAS-INPE) 14
15 Projeção do céu para São José dos Campos, às 21h, para o meio do inverno Dr. André Milone (DAS-INPE)
16 Projeção do céu para hoje às 18h N L O S Dr. André Milone (DAS-INPE)
17 Projeção do céu para hoje às 18h N ct a Vi a -lá lí p tic Ec L ea dor a u q E S Dr. André Milone (DAS-INPE) O
18 Projeção do céu para hoje às 18h N ct a Vi a -lá lí p tic Ec L ea dor a u q E S Dr. André Milone (DAS-INPE) O
19 Projeção do céu para hoje às 18h N L O S Dr. André Milone (DAS-INPE)
20 O céu de inverno: Via-láctea,...
21 Constelações do Centauro e Cruzeiro do Sul Alfa do 4,3 anos-luz c/ 1 Ls e 1 Rs 4 bilhões de anos Caixa de anos-luz 15 milhões de anos Fonte da fotografia:
22 Constelações do Escorpião e Sagitário 600 anos-luz c/ Ls e 700 Rs M 20 M 22 M6 M7 700 anos-luz c/ Ls e 10 Rs Fonte da fotografia:
23 ASTRONOMIA OBSERVACIONAL Intensidade da emissão Fotometria magnitude = -2,5 log10(fluxo_acima-da-atmofera-terra) + cte. precisa-se conhecer: as transmissões da atmosfera e filtro as perdas no telescópio e câmera a resposta do detector fontes calibradoras
24 Imagens de um aglomerado de estrelas feitas no Miniobservatório do INPE usando dois filtros distintos Filtro Vermelho (R) Filtro Azul (B) Dr. André Milone (DAS-INPE)
25 ASTRONOMIA OBSERVACIONAL Qualidade espectral da emissão Espectroscopia conhecimentos análogos ao da Fotometria
26 Espectroscopia Espectro da luz visível do Sol feito no Miniobservatório Astronômico do INPE Dr. André Milone (DAS-INPE)
27 ASTRONOMIA OBSERVACIONAL Caráter historicamente observacional Coletar, analisar e comparar a um modelo: um dos métodos de investigação científica! ex. Fases da Lua Observações das fases da Lua feitas por Galileu Galilei (1610) luneta com 30x de aumento!
28 ASTRONOMIA OBSERVACIONAL Necessidade de desenvolvimento instrumental Telescópios Ópticos Refletores de grande área coletora: coletar e concentrar luz Sistemas óptico-mecânico-computacionais para minimizar os efeitos da atmosfera da Terra Observatórios em lugares altos, secos e sem nuvens Projeto SOAR: 4m Espelho de 8m GEMINI GEMINI Sul
29 Configuração óptica de uma luneta astronômica: uso visual! F2 D1 eixo óptico D2 D1 objetiva F1 ocular imagens ampliadas e invertidas plano focal objetos no infinito Ampliação da imagem (uso visual!) = F1 F2 Poder resolutor (segundos-de-arco!) = 2 x 105 ( D1) D2 diâmetro médio da pupila no escuro Poder de captar luz área da objetiva EXEMPLO Binóculo 10x50 Diâmetro da objetiva = 50 mm Área coletora = 100x a do olho (m = molho+ 5!) max Imagem: aumento=10 vezes e tamanho=5 mm Resolução angular=2 ( R$1@2600m ou 4km@Lua!)
30 Outros telescópios
31 ASTRONOMIA OBSERVACIONAL Necessidade de desenvolvimento instrumental Detectores Ópticos Visão humana Placas fotográficas CCD (estado sólido/ carga acoplada ) permite integrações temporais (há saturação!) resposta linear ao fluxo de luz incidente estrutura matricial: colunas & linhas cada elemento de imagem ou pixel é um detector obtém-se imagens digitais: contagens (ADU) para cada pixell imagens podem ser manipuladas matematicamente necessidade de tratamento das imagens brutas subtração do nível mínimo de contagens correções de sensibilidade pixel-a-pixel e iluminação do campo
32 ASTRONOMIA OBSERVACIONAL Imagens feitas em telescópios de grande porte
33 ASTRONOMIA OBSERVACIONAL Imagens feitas em telescópios de grande porte
34 O MINIOBSERVATÓRIO ASTRONÔMICO do INPE Características São José dos Campos, SP (latitude Sul, longitude Oeste, 620 m) Telescópio óptico de 28 cm de abertura Câmera CCD astronômica com filtros Espectrógrafo de redes de difração Projeto Educação em Ciências com Observatórios Virtuais Motivação Inicial Multinstitucional (Coord. IAG/USP) e financiamento da Fundação Vitae Projeto ENSINAST Multinstitucional (Coord. IF/UFRGS) e financiamento do CNPq
35 MINIOBSERVATÓRIO ASTRONÔMICO Telescópio Schmidt-Cassegrain (Celestron 11) diâmetro do espelho primário: 27,94 cm razão focal: distância-focal/diâmetro-espelho = f/10 (F1=2,794 m) montagem equatorial alemã automatizada (Losmandy G11) Área coletora = 3100x a do olho (mmax= molho+ 9!) Resolução angular = 0,4 (R$1@13km ou 700m@Lua!)
36 MINIOBSERVATÓRIO ASTRONÔMICO Câmera astronômica ST-7XE (SBIG) com 2 detetores CCD (principal de 765 x 510 pixels e outro de guiagem), um redutor focal, conjunto de filtros LRGB & um focalizador motorizado Direta com roda de filtros: campo de 8,5 x 5,6 arcmin e escala de 0,66 arcsec/pix Com redutor e sem roda de filtros: 17 x 11 1,33 arcsec/pix Projeção afocal com roda de filtros: 1,5 x 1 0,1 arcsec/pix (Lua e planetas) Espectrógrafo SGS (SBIG) c/ 2 redes de difração e 2 fendas ( Å) Sistemas de controle & aquisição dos dados em Windows e Linux
37 Roteiro de observação (remota!) com telescópio & CCD Escolha do(s) astro(s) planetas, aglomerados de estrelas, nebulosas e galáxias região do céu por onde um asteróide se localiza Inicialização dos instrumentos (& link c/softs servidores!) Apontamento do telescópio & coleta de fótons Tratamento das imagens digitais registradas, se necessário! Asteróide: identificando-o e medindo o seu deslocamento relativo cálculo de sua velocidade angular relativa estimativas de sua distância e sua velocidade linear tg. testando a Teoria (3a Lei de Kepler!)
38 Observação (remota!) com telescópio & CCD Uma estrela inicial para re-calibrar o apontamento do telescópio Apontamento do telescópio ao astro escolhido Link com o programa de controle (PC) Digitação de suas coordenadas equatoriais Inicialização do detector CCD Link com o PC de controle-aquisição Fixação da temperatura de trabalho: -10 graus Celsius Reconhecimento da região do céu Focalização da imagem Estimativa do tempo de exposição (p/cada filtro se for o caso) Se necessário, emprega-se a auto-guiagem Captura de imagens de bias e flat-field
39 Captura de imagens de astros diversos Saturno, seus anéis e satétiles (07/04/2005, TU=23h45min) Imagem bruta sem filtro: 2 contrastes!
40 Captura de imagens de astros diversos Júpiter e seus satétiles galileanos (30/05/2005, TU=22h33min) Imagem bruta sem filtro: disco saturado!
41 Captura de imagens de astros diversos Uma estrela dupla: Acrux, alfa do Cruzeiro do Sul Imagem bruta sem filtro!
42 Captura de imagens de astros diversos Um aglomerado galáctico de estrelas: Caixa de Jóias, NGC4755 Imagem bruta sem filtro!
43 Captura de imagens de astros diversos Um aglomerado galáctico de estrelas: Caixa de Jóias, NGC4755 Imagens tratadas e somadas!
44 Captura de imagens de astros diversos Um aglomerado galáctico de estrelas: Caixa de Jóias Visualização tridimensional da imagem final! JEWEL BOX CTRL+Drag adjusts perspective.
45 Captura de imagens de astros diversos Um aglomerado globular de estrelas: Ômega do Centauro, NGC 5139 Uma imagem sem filtro tratada!
46 Captura de imagens de astros diversos Um aglomerado globular de estrelas: Ômega do Centauro, NGC 5139 Imagens tratadas e somadas!
47 Captura de imagens de astros diversos Uma nebulosa: Grande Nebulosa de Órion, M42 ou NGC1976 Imagem bruta sem filtro!
48 Captura de imagens de astros diversos Uma nebulosa: Grande Nebulosa de Órion, M42 ou NGC1976 Imagens tratadas e somadas!
49 Captura de imagens de astros diversos Uma nebulosa: Nebulosa da Lagoa, Messier 8 ou NGC6523 Uma imagem sem filtro tratada!
50 Captura de imagens de astros diversos Outra nebulosa: Nebulosa da Lagoa, Messier 8 ou NGC6523 Imagens tratadas e somadas!
51 Captura de imagens de astros diversos Uma galáxia espiral vista de topo: Messier 83 Imagem bruta sem filtro!
52 Captura de imagens de astros diversos Uma galáxia espiral vista de topo: Messier 83 Imagens tratadas e somadas!
53 Observação (remota!) com telescópio & CCD Captura de imagens para correção de efeitos instrumentais bias : 0,01s nível zero de contagens para a subtração do ruído eletrônico de leitura flat-field : lâmpada incadescente cena uniformemente iluminada por uma fonte de espectro contínuo para a correção dos efeitos de iluminação do campo e sensibilidade (espectral) pixel-a-pixel do CCD
54 Tratamento das imagens digitais registradas Imagens brutas precisam ser tratadas para corrigir os defeitos do detector CCD e da iluminação do campo Bias: ruído eletrônico de leitura deve ser subtraído da imagem Flat: não-uniformidade da sensibilidade pixel-a-pixel e da iluminação do campo a imagem deve ser dividida pelo flat Filtro Vermelho (R) Filtro Azul (B) Dr. André Milone (DAS-INPE)
55 Tratamento das imagens digitais registradas Contagem Final = (Contagem Bruta - Bias)/Flat [por pixel!] Filtro Vermelho (R) Filtro Azul (B) Dr. André Milone (DAS-INPE)
56 PRIMEIRAS IMAGENS: câmera planetária! Lua: cratera Triesnecker Marte: 01-Set-03 Júpiter: 26-Maio-04 cratera Agrippa 04-Set-03 Saturno: 27-Maio Out-03 Urano: 03-Out-03
57 PRIMEIRAS IMAGENS: sem filtro! Aglomerado globular de estrelas Messier 22 Aglom. globular 47 Tucano - NGC104 Aglom. galáctico Caixa de Jóias NGC4755 Aglom. globular Omega Centauro NGC5139
58 PRIMEIRAS IMAGENS: sem filtro! Nebulosa da Águia M16/NGC6611 Nebulosa Trífida M20 /NGC6514 Nebulosa da Lagoa M8/NGC6523 Nebulosa de Órion M42/NGC1976
59 PRIMEIRAS IMAGENS: sem filtro! Nebulosa do Anel M57/NGC6720 Nebulosa do Halteres M27/NGC6853 Galáxia Centauro A NGC5128 Galáxia do Escultor NGC257
60 PRIMEIRAS IMAGENS: composições RGB! Aglomerado globular de estrelas M71 Aglomerado globular 47 Tucano Nebulosa planetária do Halteres Galáxia de Andrômeda Nebulosa de Órion Nebulosa da Trífida Galáxia do Escultor
61 EXEMPLOS DE ATIVIDADES DIDÁTICAS Medindo as dimensões das crateras e montanhas da Lua Conceitos de geometria e trigonometria ligados à iluminação pelo Sol Cratera Agrippa (4 crescente) Analisando o movimento dos satélites galileanos de Júpiter Conceitos de geometria & movimentos circular/harmônico + 3a Lei de Kepler 29/junho/ /junho/2004 Dr. André Milone (DAS-INPE) 01/julho/2004
62 ATIVIDADE OBSERVACIONAL PILOTO Movimento próprio de asteróides brilhantes APLICADA com estudantes da 8a Série do Ensino Fundamental como TCC Escola Moppe (SJC-SP), orientação Dr. Carlos Alexandre Wuensche (INPE) Sem necessidade de filtros e integrações longas Mede-se velocidade angular (instantânea e relativa ao observador) Pode-se medir paralaxe & distância Conceitos de trigonometria Distância e/ou velocidade linear tangencial à linha de visada Conceito de velocidade angular Velocidades médias da Terra e asteróide (radial e tangencial) 3ª Lei de Kepler e conceitos de cinemática bi-dimensional Thetis: 31/agosto/2004 Iris: 01/julho/2004
63 ATIVIDADE OBSERVACIONAL PILOTO Movimento próprio de asteróides brilhantes Iris: 01/julho/2004 E N Δr ou Δθ Δy ou Δδ Δx ou Δα. cos δ Medidas Δθ2 = (Δα. cos δ)2 + Δδ2 ou Δr2 = Δx2 + Δy2 Δθ = Δr. escala-angular μ = Δθ/Δt (arcsec/s) Δt = s ΔX = +139,6 pixels ΔY = -39,5 pixels Δα. cos δ = +92,1 arcsec Δδ = -26,1 arcsec Δθ = 95,7 arcsec μ = 0,0114 arcsec/s Vtangencial (relativa-a-terra) = (μ/ ). (distância-ao-observatório) Vtg = 24,2 km/s Dr. André Milone (DAS-INPE)
64 ATIVIDADE OBSERVACIONAL PILOTO Movimento próprio de asteróides brilhantes Iris: 01/julho/2004 Outros resultados: Velocidades médias da Terra e asteróide (radial e tangencial): 3ª Lei de Kepler (Período-de-translação)2 = cte. (distância-média-ao-sol)3 Assume-se órbitas circulares e co-planares <vtot>= 2πd/P Decomposição das velocidades instantâneas Vtg 20 km/s Vr 30 km/s
ENSINANDO FÍSICA POR MEIO DE IMAGENS ASTRONÔMICAS André de Castro Milone (Divisão de Astrofísica, INPE) email: [email protected].
1 ENSINANDO FÍSICA POR MEIO DE IMAGENS ASTRONÔMICAS André de Castro Milone (Divisão de Astrofísica, INPE) email: [email protected] RESUMO O uso de recursos multimídia tem sido uma das alavancas motivadoras
MINIOBSERVATÓRIO ASTRONÔMICO
MINIOBSERVATÓRIO ASTRONÔMICO Divisão de Astrofísica Coordenação Geral de Ciências Espaciais e Atmosféricas São José dos Campos - SP inaugurado em 31/10/2003 http://www.das.inpe.br/miniobservatorio INTRODUÇÃO
ENSINO FUNDAMENTAL - CIÊNCIAS 9ºANO- UNIDADE 3 - CAPÍTULO 1
ENSINO FUNDAMENTAL - CIÊNCIAS 9ºANO- UNIDADE 3 - CAPÍTULO 1 questão 01. O que é Astrofísica? questão 02. O que são constelações? questão 03. Como era o calendário Lunar? questão 04. Qual era diferença
CIÊNCIAS PROVA 2º BIMESTRE 6º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ
PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ENSINO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO CIÊNCIAS PROVA 2º BIMESTRE 6º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ Prova elaborada
Atividade: Uma Viagem pelo Céu Autores: Laerte Sodré Jr., Raquel Y. Shida, Jane Gregorio-Hetem (IAG/USP)
Autores: Laerte Sodré Jr., Raquel Y. Shida, Jane Gregorio-Hetem (IAG/USP) Objetivo: Esta atividade, elaborada para o programa "Telescópios na Escola", é indicada para quem nunca observou antes com um telescópio
Movimento Annual do Sol, Fases da Lua e Eclipses
Movimento Annual do Sol, Fases da Lua e Eclipses FIS02010 Professora Ana Chies Santos IF/UFRGS https://anachiessantos.wordpress.com/ensino/fis02010/ Facebook #AstroUFRGS Relembrando... Sistemas de Coordenadas
EFEMÉRIDES DO MÊS DE OUTUBRO DE 2014
EFEMÉRIDES DO MÊS DE OUTUBRO DE 2014 POSIÇÃO GEOGRÁFICA: LATITUDE: -8.1º LONGITUDE: -34.9º LATITUDE: 8º 0 48.1 Sul LONGITUDE: 34º 51 3.4 Oeste CALENDÁRIO DO CÉU COM OS HORÁRIOS DE VISIBILIDADE DOS OBJETOS
ASTRONOMIA NO DIA-A-DIA Dr. André Milone
ASTRONOMIA NO DIA-A-DIA Dr. André Milone Divisão de Astrofísica (DAS) Curso de Introdução à Astronomia e Astrofísica 2009 ROTEIRO GERAL Fenômenos astronômicos no dia-a-dia Movimentos da Terra heliocentrismo
O Sistema Solar, a Galáxia e o Universo. Prof Miriani G. Pastoriza Dep de Astronomia, IF
O Sistema Solar, a Galáxia e o Universo Prof Miriani G. Pastoriza Dep de Astronomia, IF O Sistema Solar Matéria do Sis. Solar (%) Sol 99.85 Planetas 0.135 Cometas:0.01 Satélites Meteoróides Meio Interplanetario
EFEMÉRIDES DO MÊS DE ABRIL DE 2014
EFEMÉRIDES DO MÊS DE ABRIL DE 2014 POSIÇÃO GEOGRÁFICA: LATITUDE: -8.1º LONGITUDE: -34.9º LATITUDE: 8º 0 48.1 Sul LONGITUDE: 34º 51 3.4 Oeste CALENDÁRIO DO CÉU COM OS HORÁRIOS DE VISIBILIDADE DOS OBJETOS
CALENDÁRIO DO CÉU PARA O MÊS DE JUNHO DE 2014
CALENDÁRIO DO CÉU PARA O MÊS DE JUNHO DE 2014 POSIÇÃO GEOGRÁFICA: LATITUDE: -8.1º LONGITUDE: -34.9º LATITUDE: 8º 0 48.1 Sul LONGITUDE: 34º 51 3.4 Oeste CALENDÁRIO DO CÉU COM OS HORÁRIOS DE VISIBILIDADE
Sistema Solar. Sistema de Ensino CNEC. 4 o ano Ensino Fundamental Data: / / Atividades de Ciências Nome:
4 o ano Ensino Fundamental Data: / / Atividades de Ciências Nome: Sistema Solar 1 o Mercúrio 5 o Júpiter 2 o Vênus 6 o Saturno 3 o Terra 7 o Urano 4 o Marte 8 o Netuno Com certeza você já deve ter ouvido
Plataforma Equatorial
Projecto Com a Cabeça na Lua OASA - Observatório Astronómico de Santana Açores Plataforma Equatorial Princípios fundamentais Utilização das Coordenadas Astronómicas Em geometria, sabemos que um sistema
EFEMÉRIDES DO MÊS DE AGOSTO DE 2014
EFEMÉRIDES DO MÊS DE AGOSTO DE 2014 POSIÇÃO GEOGRÁFICA: LATITUDE: -8.1º LONGITUDE: -34.9º LATITUDE: 8º 0 48.1 Sul LONGITUDE: 34º 51 3.4 Oeste CALENDÁRIO DO CÉU COM OS HORÁRIOS DE VISIBILIDADE DOS OBJETOS
ATIVIDADE OBSERVACIONAL MOVIMENTO APARENTE DE UM ASTERÓIDE INSPECIONANDO IMAGENS ASTRONÔMICAS IMPRESSAS. Dr. André Milone (INPE/MCT)
ATIVIDADE OBSERVACIONAL MOVIMENTO APARENTE DE UM ASTERÓIDE INSPECIONANDO IMAGENS ASTRONÔMICAS IMPRESSAS Dr. André Milone (INPE/MCT) Objetivos Acessar remotamente um telescópio óptico de pequeno porte para
ASTRONOMIA NO DIA A DIA
ASTRONOMIA NO DIA A DIA Dr. André Milone Divisão de Astrofísica (DAS) Curso de Introdução à Astronomia e Astrofísica 2013 Astronomia no dia a dia Qual é a forma e movimentos da Terra? O Metro e o Segundo
Em que constelações se encontram os planetas?
Complemento de informação aos leitores (Por conveniência editorial, este documento segue as regras do novo Acordo Ortográfico) Em que constelações se encontram os planetas? Guilherme de Almeida Dados para
Telescópios. Características Tipos Funcionamento. João F. C. Santos Jr. v1
Telescópios Características Tipos Funcionamento João F. C. Santos Jr. v1 História do telescópio Observatórios pré-telescópio: Astrolábio posição dos astros, determinação do tempo e latitude Quadrante altitude
TELESCÓPIOS EIXO PRINCIPAL
TELESCÓPIOS O telescópio é um aparato que coleta a luz e é a principal ferramenta de trabalho em Astronomia. A evolução do telescópio ao longo destes 4 séculos foi extraordinária e se confunde com a própria
Introdução à Astrofísica. Telescópios. Rogemar A. Riffel
Introdução à Astrofísica Telescópios Rogemar A. Riffel Telescópios Função: coletar a luz dos objetos, tornando possível o estudo de fontes muito fracas. Parâmetros fundamentais: Abertura da superfície
Elementos de Astronomia
Elementos de Astronomia Astronomia Antiga, Esfera Celeste, Coordenadas e Movimento Diurno dos Astros Rogemar A. Riffel Sala 1316 e-mail: [email protected] http://www.ufsm.br/rogemar/ensino.html Por que estudar
Movimento Anual do Sol, Fases da Lua e Eclipses
Elementos de Astronomia Movimento Anual do Sol, Fases da Lua e Eclipses Rogemar A. Riffel Sol, Terra e Lua Movimento Diurno do Sol Relembrando a aula passada De leste para oeste; O círculo diurno do Sol
Observar o Céu Profundo Guilherme de Almeida e Pedro Ré
Observar o Céu Profundo Guilherme de Almeida e Pedro Ré Índice Prefácio... 9 Introdução... 11 1. O observador e os instrumentos de observação... 13 1.1. Atitude do observador perante as observações astronómicas....
F031 - Tópicos em Astronomia e Astrofísica. Parte 1: Propriedades das Estrelas. Prof. Ernesto Kemp UNICAMP IFGW DRCC [email protected].
F031 - Tópicos em Astronomia e Astrofísica Parte 1: Propriedades das Estrelas Prof. Ernesto Kemp UNICAMP IFGW DRCC [email protected] Considerações sobre Astrofísica: A astrofísica é uma CIÊNCIA, e para
INTRODUÇÃO À ASTRONOMIA SANDRO FERNANDES
INTRODUÇÃO À ASTRONOMIA SANDRO FERNANDES O que é a Astronomia? É a ciência que estuda o universo, numa tentativa de perceber a sua estrutura e evolução. Histórico É a ciência mais antiga. Os registros
ATIVIDADE OBSERVACIONAL MEDINDO TAMANHOS LINEARES EM IMAGENS ASTRONÔMICAS. Dra. Cláudia Vilega Rodrigues e Dr. André Milone (INPE/MCT)
ATIVIDADE OBSERVACIONAL MEDINDO TAMANHOS LINEARES EM IMAGENS ASTRONÔMICAS Dra. Cláudia Vilega Rodrigues e Dr. André Milone (INPE/MCT) Objetivos Acessar remotamente um telescópio óptico de pequeno porte
FSC1057: Introdução à Astrofísica. A Via Láctea. Rogemar A. Riffel
FSC1057: Introdução à Astrofísica A Via Láctea Rogemar A. Riffel Breve histórico Via Láctea: Caminho esbranquiçado como Leite; Galileo (Sec. XVII): multitude de estrelas; Herschel (XVIII): Sistema achatado
I Olimpíada Brasileira de Astronomia Brasil, 22 de agosto de 1998. Nível 1 GABARITO OFICIAL
I Olimpíada Brasileira de Astronomia Brasil, 22 de agosto de 1998. Nível 1 GABARITO OFICIAL Questão 1 a) (VALOR: 0,2 pts) Quais os planetas do Sistema Solar que têm sistema de anéis? R: Saturno, Júpiter,
Capítulo 8. ESTRELAS : Distâncias e Magnitudes
Observatórios Virtuais Fundamentos de Astronomia Cap. 8 (Gregorio-Hetem & Jatenco-Pereira Capítulo 8 ESTRELAS : Distâncias e Magnitudes Tendo estudado de que forma as estrelas emitem sua radiação, e em
Astrofotografia do sistema solar e objetos de fundo de céu
Astrofotografia do sistema solar e objetos de fundo de céu Jackson Rodrigues ALVES¹, Fabiana Almeida PINTO¹, Kamyla Espíndola Gibram REIS 2, Mayler MARTINS³ ¹Estudante de Licenciatura em Física, Bolsista
EXOPLANETAS EIXO PRINCIPAL
EXOPLANETAS Antes mesmo de eles serem detectados, poucos astrônomos duvidavam da existência de outros sistemas planetários além do Solar. Mas como detectar planetas fora do Sistema Solar? Às suas grandes
www.google.com.br/search?q=gabarito
COLEGIO MÓDULO ALUNO (A) série 6 ano PROFESSOR GABARITO DA REVISÃO DE GEOGRAFIA www.google.com.br/search?q=gabarito QUESTÃO 01. a) Espaço Geográfico RESPOSTA: representa aquele espaço construído ou produzido
Docente: Prof. Doutor Ricardo Cunha Teixeira Discentes: Carlos Silva Sara Teixeira Vera Pimentel
Docente: Prof. Doutor Ricardo Cunha Teixeira Discentes: Carlos Silva Sara Teixeira Vera Pimentel Sem a Matemática, não poderia haver Astronomia; sem os recursos maravilhosos da Astronomia, seria completamente
SISTEMAS DE 18 COORDENADAS UTILIZADOS EM ASTRONOMIA NÁUTICA E NAVEGAÇÃO ASTRONÔMICA
SISTEMAS DE 18 COORDENADAS UTILIZADOS EM ASTRONOMIA NÁUTICA E NAVEGAÇÃO ASTRONÔMICA 18.1 CONCEITOS FUNDAMENTAIS Conforme visto no capítulo anterior, para determinar a posição de qualquer ponto na superfície
Universidade da Madeira Estudo do Meio Físico-Natural I Astronomia Problemas propostos
Universidade da Madeira Estudo do Meio Físico-Natural I Astronomia Problemas propostos J. L. G. Sobrinho 1,2 1 Centro de Ciências Exactas e da Engenharia, Universidade da Madeira 2 Grupo de Astronomia
TIPOS E MONTAGENS DE TELESCÓPIOS
TIPOS E MONTAGENS DE TELESCÓPIOS J.R. Kaschny Vitória da Conquista Maio.2011 Luneta Equatorial Gautier: Observatório Central - UFRGS Introdução Telescópios são instrumentos que permitem estender a capacidade
RADIAÇÃO SOLAR E TERRESTRE. Capítulo 3 Meteorologia Básica e Aplicações (Vianello e Alves)
RADIAÇÃO SOLAR E TERRESTRE Capítulo 3 Meteorologia Básica e Aplicações (Vianello e Alves) INTRODUÇÃO A Radiação Solar é a maior fonte de energia para a Terra, sendo o principal elemento meteorológico,
Telescópios: de Galileu à Óptica Adaptativa. João E. Steiner IAG/USP
Telescópios: de Galileu à Óptica Adaptativa João E. Steiner IAG/USP A luneta em 1609 A primeira ilustração conhecida de um telescópio. Giovanbattista della Porta incluiu este desenho em uma carta escrita
Universidade Federal Fluminense
Universidade Federal Fluminense Curso de Formação continuada em Astronomia Para professores de Educação Básica Prof. Dr. Tibério Borges Vale Projeto de Extensão O uso da Astronomia como elemento didático
Cor e frequência. Frequência ( ) Comprimento de onda ( )
Aula Óptica Luz visível A luz que percebemos tem como característica sua freqüência que vai da faixa de 4.10 14 Hz ( vermelho) até 8.10 14 Hz (violeta). Esta faixa é a de maior emissão do Sol, por isso
Cap. 2 Mecânica do Sistema Solar I
Cap. 2 Mecânica do Sistema Solar I Nosso Lugar no Universo 1 min luz = 1,798 x 10 7 km 1 ano-luz = 9.460.800.000.000.00 Km ~10 12 km 100.000 a.l. = 946073047258080000 km = 9.46 x 10 17 km Observando o
Astrofotografia do sistema solar
Astrofotografia do sistema solar Jéssica de SOUZA ALVES 1 ; Mayler MARTINS 2 1 Estudante do curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio, Bolsista de Iniciação Científica Júnior (PIBICJr) FAPEMIG.
UNIDADE 2: ASTRONOMIA
UNIDADE 2: ASTRONOMIA ARISTÓTELES (384-322 a.c.) Afirmou que a Terra era redonda devido à sombra esférica deixada por ela durante o eclipse lunar. ERATÓSTENES (273-194 a.c.) Mediu a circunferência da Terra
Meios de Propagação. Raios e Feixes de Luz. O que é a Luz 2/4/2012. Fundamentos de. Fontes de Luz. Óptica Geométrica NÃO. Tipos de Pincéis de luz
Óptica Geométrica Módulo 1 Óptica Geométrica : Estuda o comportamento de um raio de luz desde o momento que é emitido por uma fonte de luz, até a cegada a um sistema óptico para formação de imagens. Fundamentos
06-01-2012. Sumário. O Sistema Solar. Principais características dos planetas do Sistema Solar 05/01/2012. 23 e 24
Sumário Os planetas do Sistema Solar e as suas principais características. (BI dos Planetas do Sistema Solar). Atividade Prática de Sala de Aula Características dos planetas. Preenchimento de tabelas,
O Sistema Solar 11/12/2014. Unidade 2 O SISTEMA SOLAR. 1. Astros do Sistema Solar 2. Os planetas do Sistema Solar
Ciências Físico-químicas - 7º ano de escolaridade Unidade 2 O SISTEMA SOLAR O Sistema Solar 1. Astros do Sistema Solar 2. Os planetas do Sistema Solar 2 1 Competências a desenvolver: Caracterização do
COMBINAÇÃO DOS SISTEMAS DE COORDENADAS UTILIZADOS EM NAVEGAÇÃO ASTRONÔMICA. O TRIÂNGULO ASTRONÔMICO OU TRIÂNGULO DE POSIÇÃO
COMBINAÇÃO DOS SISTEMAS DE COORDENADAS UTILIZADOS EM NAVEGAÇÃO ASTRONÔMICA. O TRIÂNGULO ASTRONÔMICO OU TRIÂNGULO DE POSIÇÃO 20 20.1 PROCESSO DE OBTENÇÃO DE LINHAS DE POSIÇÃO (LDP) E DE UMA POSIÇÃO ASTRONÔMICA
ASTRO 3D: UMA FERRAMENTA PARA O ENSINO DE ASTRONOMIA
0 ASTRO 3D: UMA FERRAMENTA PARA O ENSINO DE ASTRONOMIA Eliza M. Silva 1, Rafael B. Botelho, Artur Justiniano, Paulo A. Bresan. Universidade Federal de Alfenas UNIFAL-MG Resumo O Ensino de Astronomia está
Sistemas de coordenadas e tempo. 1 Sistema de coordenadas horizontal local
José Laurindo Sobrinho Grupo de Astronomia da Universidade da Madeira Fevereiro 2014 Sistemas de coordenadas e tempo 1 Sistema de coordenadas horizontal local O sistema de coordenadas horizontal local
As estações do ano acontecem por causa da inclinação do eixo da Terra em relação ao Sol. O movimento do nosso planeta em torno do Sol, dura um ano.
PROFESSORA NAIANE As estações do ano acontecem por causa da inclinação do eixo da Terra em relação ao Sol. O movimento do nosso planeta em torno do Sol, dura um ano. A este movimento dá-se o nome de movimento
Lista 1_Gravitação - F 228 2S2012
Lista 1_Gravitação - F 228 2S2012 1) a) Na figura a abaixo quatro esferas formam os vértices de um quadrado cujo lado tem 2,0 cm de comprimento. Qual é a intensidade, a direção e o sentido da força gravitacional
As Cores das Estrelas
1 As Cores das Estrelas Jane Gregorio-Hetem, Eduardo Brescansin de Amôres, Raquel Yumi Shida (IAG-USP) 1.INTRODUÇÃO O que aprenderei nesta atividade? Você aprenderá como os astrônomos calculam a temperatura
Perguntas e Respostas sobre Telescópios. Telescopio Refrator. tub o Bandeja porta oculares Haste de micro ajuste Tripé. Buscador Ajuste de foco
Perguntas e Respostas sobre Telescópios A palavra telescópio é de origem grega e significa ver ao longe (Tele Skopen). Os telescópios têm dois tipos básicos: refratores, regidos pelo princípio físico da
Olha pro céu! (uma brevissima introdução à astronomia para crianças de todas as idades) Helder da Rocha
Pedra de Sto. Antônio (Fagundes, PB) e constelações de Sagitário e Coroa Austral 20o. Encontro para a Nova Consciência Campina Grande, PB, 2011 Olha pro céu! (uma brevissima introdução à astronomia para
ASTROFÍSICA OBSERVACIONAL
ASTROFÍSICA OBSERVACIONAL Roteiro Aula 1 Radiação Telescópios Instrumentos: espectrógrafos Detectores Aula 2 Espectroscopia Fotometria Imageamento Outras técnicas: astrometria, polarimetria, interferometria
A Via-Láctea. Prof. Fabricio Ferrari Unipampa. adaptado da apresentação The Milky Way, Dr. Helen Bryce,University of Iowa
A Via-Láctea Prof. Fabricio Ferrari Unipampa adaptado da apresentação The Milky Way, Dr. Helen Bryce,University of Iowa Aparência da Via Láctea no céu noturno Imagem de todo o céu em luz visível Nossa
SISTEMAS DE COORDENDAS CELESTES
SISTEMAS DE COORDENDAS CELESTES Prof. Dr. Carlos Aurélio Nadal Distância angular e diâmetro aparente Diâmetro aparente da Lua Medidas angulares com o auxilio das mãos Ângulo medido a partir do centro da
Vênus Em Aquário 25 Dez 1939. Vênus Em Peixes 18 Jan 1940. Vênus Em Áries 12 Fev 1940. Vênus Em Touro 8 Mar 1940. Vênus Em Gêmeos 4 Abr 1940
Vênus Em Aquário 25 Dez 1939 Vênus Em Peixes 18 Jan 1940 Vênus Em Áries 12 Fev 1940 Vênus Em Touro 8 Mar 1940 Vênus Em Gêmeos 4 Abr 1940 Vênus Em Câncer 6 Maio 1940 Vênus Em Gêmeos 5 Jul 1940 Vênus Em
Introdução À Astronomia e Astrofísica 2010
CAPÍTULO 3 ESTAÇÕES DO ANO E INSOLAÇÃO SOLAR. Movimento Anual do Sol e as Estações do Ano. Estação em diferentes latitudes. Insolação Solar. Recapitulando a aula anterior: Capítulo 2 Trigonometria Esférica
Aula Inaugural. Introdução à Astrofísica. Reinaldo R. de Carvalho ([email protected])
Aula Inaugural Introdução à Astrofísica Reinaldo R. de Carvalho ([email protected]) Livros recomendados:!! 1 - An Introduction to Modern Astrophysics, Bradley W. Carroll & Dale A. Ostlie, Second
Introdução à Astrofotografia Sérgio D. Cabau Jr NASE-Brasil
Introdução à Astrofotografia Sérgio D. Cabau Jr NASE-Brasil Introdução A astrofotografía remonta desde os primórdios da humanidade quando a máxima tecnologia que o ser humano possuia eram apenas os próprios
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica Corpo de Criação e Desenvolvimento. Processo de Seleção para Olimpíadas Internacionais de 2012
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica Corpo de Criação e Desenvolvimento Processo de Seleção para Olimpíadas Internacionais de 2012 Primeira Prova Nesta prova há 32 questões de diferentes níveis
Constelações são grupos aparentes de estrelas. Os antigos gregos, chineses e egípcios já haviam dividido o céu em constelações.
Constelações são grupos aparentes de estrelas. Os antigos gregos, chineses e egípcios já haviam dividido o céu em constelações. Surgiram na antiguidade pra ajudar a identificar as estações do ano. As constelações
Física Experimental - Óptica - Banco óptico linear com lanterna de luz branca - EQ045.
Índice Remissivo... 4 Abertura... 7 As instruções básicas de funcionamento dos aparelhos utilizados nas atividades experimentais dos manuais, identificadas no canto superior direito da página pelos números
ÓPTICA GEOMÉTRICA PREGOLINI
ÓPTICA GEOMÉTRICA PREGOLINI ÓPTICA GEOMÉTRICA É a parte da Física que estuda os fenômenos relacionados com a luz e sua interação com meios materiais quando as dimensões destes meios é muito maior que o
MONTAGENS EQUATORIAIS TAKAHASHI EM-2 e EM-200
MONTAGENS EQUATORIAIS TAKAHASHI EM-2 e EM-200 Pedro Ré http://www.astrosurf.com/re A firma TAKAHASHI foi fundada em 1932 por Kitaro TAKAHASHI. Foi somente após a 2ª guerra mundial (1946) que foram produzidos
1- Durante o dia conseguimos ver apenas o brilho do Sol e não conseguimos ver o brilho de outras estrelas. Explique por que isso acontece.
Atividade de Estudo - Ciências 5º ano Nome: 1- Durante o dia conseguimos ver apenas o brilho do Sol e não conseguimos ver o brilho de outras estrelas. Explique por que isso acontece. 2- Cite uma semelhança
Instrumentos Ópticos
Instrumentos Ópticos Associação de Lentes. Lentes Justapostas: Lentes Justapostas Separação Nula. A lente equivalente à associação de duas lentes justapostas, apresenta vergência dada por: C res = C 1
Para ajudá-los nos estudos, após resolver o exercício de revisão faça a correção a partir deste documento. Bons Estudos!
EXERCÍCIO DE REVISÃO - GEOGRAFIA 6º ano Profª. Ms. Graziella Fernandes de Castro Queridos alunos, Para ajudá-los nos estudos, após resolver o exercício de revisão faça a correção a partir deste documento.
Cap. 2: A evolução dos instrumentos astronômicos. Equipe de Ciências 8º Ano do Ensino Fundamental
Cap. 2: A evolução dos instrumentos astronômicos Equipe de Ciências 8º Ano do Ensino Fundamental Instrumentos astronômicos antigos Relógio de Sol Instrumentos astronômicos antigos Relógio hidráulico Instrumentos
Física FUVEST ETAPA. ε = 26 cm, e são de um mesmo material, Resposta QUESTÃO 1 QUESTÃO 2. c) Da definição de potência, vem:
Física QUESTÃO 1 Um contêiner com equipamentos científicos é mantido em uma estação de pesquisa na Antártida. Ele é feito com material de boa isolação térmica e é possível, com um pequeno aquecedor elétrico,
EVIDENCIANDO AS ÓRBITAS DAS LUAS GALILEANAS ATRAVÉS DA ASTROFOTOGRAFIA
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia São Paulo Campus Itapetininga EVIDENCIANDO AS ÓRBITAS DAS LUAS GALILEANAS ATRAVÉS DA ASTROFOTOGRAFIA Informações E astrofotografias Rodrigo Felipe Raffa
Antes é preciso explicar o que é um Meteoro?
1 Você sabe o que é uma Chuva de Meteoros? Antes é preciso explicar o que é um Meteoro? É um pequeno corpo celeste que entra na atmosfera da Terra e queima completamente, ou não. Essa queima (combustão)
18 a OBA GABARITO DA PROVA DO NÍVEL 3-2015 -
18 a OBA GABARITO DA PROVA DO NÍVEL 3-2015 - Veja o gabarito em nossa home page www.oba.org.br Nota de Astronomia: Nota de Astronáutica: Nota Final: Observação: A Nota Final é a soma das notas de Astronomia
III Jornada de Astronomia do IFBA VitóriadaConquista
III Jornada de Astronomia do IFBA VitóriadaConquista ASTRONOMIA NA ATUALIDADE Prof. Silvanio B. de Oliveira Algumas Recentes Descobertas NASA ESA e outras - Quasares - Galáxias - Nebulosas -Sol - Asteróides
OBA Conteúdos das Avaliações Data: 15/5/2015 (6ª feira)
OBA Conteúdos das Avaliações Data: 15/5/2015 (6ª feira) Constituição da Avaliação 5 perguntas de Astronomia; 3 perguntas de Astronáutica; 2 perguntas sobre Energia. Perguntas Práticas e/ou Observacionais
Universidade Federal Fluminense
Universidade Federal Fluminense Curso de Formação continuada em Astronomia Para professores de Educação Básica Prof. Dr. Tibério Borges Vale Projeto de Extensão O uso da Astronomia como elemento didático
SISTEMAS CELESTES. GA116 Sistemas de Referência e Tempo
SISTEMAS CELESTES GA116 Sistemas de Referência e Tempo Profª. Érica S. Matos Departamento de Geomática Setor de Ciências da Terra Universidade Federal do Paraná -UFPR ESFERA CELESTE Esfera de raio unitário
Galáxias. Prof. Miriani G. Pastoriza http://www.if.ufrgs.br/~mgp/
Galáxias Prof. Miriani G. Pastoriza http://www.if.ufrgs.br/~mgp/ Definição de gálaxia As galáxias são gigantescos sistemas formados por bilhões de estrelas e de matéria interestelar. O diâmetro típico
Aula 1. O Sistema Solar e o Planeta Terra. Disciplina: Geografia A Profª.: Tamara Régis
Aula 1. O Sistema Solar e o Planeta Terra. Disciplina: Geografia A Profª.: Tamara Régis A origem do Universo A teoria do Big Bang foi anunciada em 1948 pelo cientista russo naturalizado estadunidense,
NEOA-JBS Núcleo de Estudo e Observação Astronômica José Brazilício de Souza Coordenação de Observações
NEOA-JBS Núcleo de Estudo e Observação Astronômica José Brazilício de Souza Coordenação de Observações Assunto: Asteroide 2014 RC Está prevista para a tarde do próximo domingo, 7 de setembro de 2014, a
SISTEMA SOLAR TERRA, SOL E LUA
SISTEMA SOLAR TERRA, SOL E LUA Apresentado por Thays Barreto Março de 2014 TERRA TERRA Terceiro planeta do Sistema Solar, pela ordem de afastamento do Sol; Diâmetro equatorial: 12.756 Km; Diâmetro polar:
15 O sistema solar e seus planetas
A U A UL LA Atenção O sistema solar e seus planetas Leia com atenção as notícias abaixo, que apareceram em jornais de diferentes épocas. ANO DE 1781 CIENTISTAS DESCOBREM NOVO PLANETA De há quase 2.000
XI CURSO DE INTRODUÇÃO À ASTRONOMIA
Plutão SAR - SOCIEDADE ASTRONÔMICA DO RECIFE XI CURSO DE INTRODUÇÃO À ASTRONOMIA INTRODUÇÃO TEÓRICA E OBSERVACIONAL R 1 Introdução Este curso destina-se a todas as pessoas interessadas por observações
PORTUGAL. Regras da Competição de Grupos. 1. Podem participar na competição de grupos equipes compostas por três ou mais estudantes.
Regras da Competição de Grupos 1. Podem participar na competição de grupos equipes compostas por três ou mais estudantes. 2. A equipe receberá um conjunto de 5 questões para resolver em 60 minutos. 3.
Autor: (C) Ángel Franco García. Ptolomeu e Copérnico. Os planetas do Sistema Solar. Os satélites. Atividades
Nesta página eu apenas traduzi podendo ter introduzido, retirado ou não alguns tópicos, inclusive nas simulações. A página original, que considero muito boa é: Autor: (C) Ángel Franco García O Sistema
Física Experimental - Óptica - luz policromática e laser - EQ045B.
Índice Remissivo... 5 Abertura... 8 As instruções identificadas no canto superior direito da página pelos números que se iniciam pelos algarismos 199 são destinadas ao professor.... 8 All of the basic
Astronomia de posição (II)
Sistema de coordenadas horizontal, equatorial, eclíptico e galáctico. Determinação de distâncias (métodos clássicos): Eratostenes, Hiparco, Aristarco e Copérnico. Astronomia de posição (II) Gastão B. Lima
PROCESSAMENTO DE IMAGEM LRGB DO PLANETA JUPITER
PROCESSAMENTO DE IMAGEM LRGB DO PLANETA JUPITER Rose C. R. ELIAS 1 ; Gustavo S. ARAUJO 2 ; Mayler MARTINS 3 ¹ Aluna do Curso Técnico de Informática Integrado ao ensino médio do IFMG campus Bambuí e bolsista
Introdução À Astronomia e Astrofísica 2010
CAPÍTULO 1 ESFERA CELESTE E O SISTEMA DE COORDENADAS Esfera Celeste. Sistema de Coordenadas. Coordenadas Astronómicas. Sistema Horizontal. Sistema Equatorial Celeste. Sistema Equatorial Horário. Tempo
Prof. Franco Augusto
Prof. Franco Augusto Astros São corpos que giram no espaço, classificados de acordo com a luminosidade. Iluminados ou opacos não possuem luz própria, recebendo luz das estrelas. São os planetas, asteroides,
REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM DIGITAL
REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM DIGITAL Representação da imagem Uma imagem é uma função de intensidade luminosa bidimensional f(x,y) que combina uma fonte de iluminação e a reflexão ou absorção de energia a partir
