Multiprocessamento. Sérgio Campos
|
|
|
- Denílson Leão Casado
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Multiprocessamento Sérgio Campos 1 / 19
2 Multiprocessamento Quem se importa? No mundo real multiprocessadores são comuns: PCs; LANs; Sistemas embutidos (porque?); Recursos podem ser modelados como processadores. É difícil: Programação paralela é difícil; Algoritmos tendem a achar soluções não ótimas. Por causa disto paralelismo é restrito. 2 / 19
3 Modelo Cada processador tem seu escalonador; Processadores podem ser iguais ou não; Um escalonador para todos os processadores NP-Hard! 3 / 19
4 Exemplo Similar a Job shop: Uma tarefa tem que passar por diversos processadores; Existem diversas tarefas; O objetivo é minimizar o tempo gasto. Usado em indústrias, transporte, tempo-real. 4 / 19
5 Exemplo 5 / 19
6 Modelo end-to-end constraints Recursos locais e remotos Atribuição de tarefas a processadores: Off-line: estático; uma vez atribuído, basta analisar cada processador em separado. Ineficiente. On-line: necessário quando processos podem ser criados durante execução; 6 / 19
7 Método Comum Atribuição off-line com deadlines artificiais 7 / 19
8 Atribuição de Tarefas Custo de comunicação zero. Realista em alguns casos: memória compartilhada, poucos dados; Dados n tarefas, Particione-as em m processadores de tal forma que todas são escalonáveis; Critério de otimização: menor m. É possível usar prioridades fixas e first-fit se: ui U FF = m(2.5 1) = 0.414m 8 / 19
9 Atribuição de Tarefas Problema equivalente: bin packing (mochila) Dados n itens (tamanho u i ) e bins (tamanho U i ) Minimizar o número de bins necessário. variante: é possível escalonar com m processadores? Como a minimizar a utilização? NP-completo! 9 / 19
10 Atribuição de Tarefas: a Complicação Uma modelagem mais realista leva em conta custos de comunicação. Um problema de programação linear inteira. Seja: σ i,i = 1; σ i,j = 0, j i u i a utilização de cada tarefa T i ; O custo de comunicação entre i e j, C i,j O custo de interferência entre i e j, I i,j A utilização máxima no processador k, U k. Determinar A i,k (i = 1..n; k = 1..m) satisfazendo: A i,k = 0, 1 i executa ou não em k m k=1 A i,k = 1 i executa em alguém n j=1 u ia i,k U k U k não é excedido E minimizando: n n m m (1 σ i,j )A i,k A j,l (C i,j (1 σ k,l ) + (l i,j σ k,l )) i=1 j=1 k=1 l=1 10 / 19
11 Multi-Processor Ceiling Protocol Recursos são locais ou remotos Cada recurso é assinalado a um processador Acesso a recurso remoto é executado por seu processador de sincronização PS. Recursos aninhados não podem ser remotos. Priority ceiling funciona como uniprocessador, exceto: Seções críticas globais têm maior prioridade. Tempo total de bloqueio é: Bloqueio local: devido a mutex local; Preempção local: devido a mutex global executado local. Bloqueio remoto: espera por mutex global devido a processos locais no PS. Preempção remota: espera por mutex globais no PS. Bloqueio local p/ processos de maior prioridade 11 / 19
12 Sistemas de Tempo Real Distribuídos Tarefas são divididas em subtarefas que executam em processadores diferentes: Subtarefas são liberadas de acordo com suas precedências 12 / 19
13 End-to-End Scheduling O problema agora é garantir tempos de resposta fim-a-fim em um sistema com restrições de precedência Assumimos que cada subtarefa somente acessa recursos locais O problema se reduz a escalonamento de um único processador Com restrições de precedência... Qualquer escalonador pode ser usado. Até diferentes para processadores diferentes. 13 / 19
14 Protocolo de Sincronização Direta Quando uma subtarefa termina, envia um sinal para a próxima subtarefa A subtarefa inicia quando recebe o sinal/mensagem 14 / 19
15 Sincronização Direta com RMS 15 / 19
16 Phase Modification Protocol Desvantagens da Sincronização Direta Comportamento em rajadas Como o servidor deferível, pode causar rajadas de execução longas. O protocolo de modificação de fases mantém uma distância temporal entre os release times de subtarefas O release time da subtarefa J i,k+1 é W i,k unidades de tempo após o release de J i,k W i,k é o maior tempo de execução de J i,k. 16 / 19
17 Phase Modification Protocol 17 / 19
18 Phase Modification Protocol Vantagens: Simples Tempo de resposta é a soma W i,j Desvantagens: Necessita de relógios sincronizados Pode violar precedências em caso de overrun / jitter 18 / 19
19 Modified Phase Modification Protocol Acrescenta uma regra: Subtarefa J i,k+1 é iniciada W i,k unidades depois de J i,k ou O término de J i,k, o que ocorrer depois. Implementação: Escalonador de P i,k envia sinal para escalonador de P i,k+1 quando for hora de iniciar J i,k+1. Não necessita de relógios sincronizados. 19 / 19
3) Considerando a tabela abaixo, usando a política de atribuição de prioridades Deadline Monotonic:
ANÁLISE DO TEMPO DE RESPOSTA 1) Considere as equações utilizadas para calcular o tempo de resposta no pior caso de uma tarefa em sistemas de prioridades fixas. Podem essas equações serem aplicadas sem
Servidores de Aperiódicas
Referências J.-M. Farines, J. da S. Fraga, R. S. de Oliveira. Sistemas de Tempo Real. Escola de Computação 2000, IME-USP, São Paulo-SP, julho/2000. Capítulo 2 Sistemas de Tempo Real: Servidores de Aperiódicas
Tempo Real 7/4/2010. Aula 10. Engenharia de Sistemas Embarcados
Agenda Aula 10 Engenharia de Sistemas Embarcados Prof. Abel Guilhermino Tópico: Sistemas de Tempo Real Conceitos Gerais Processos de Tempo Real Periódico, Aperiódicos e Esporádicos Escalonamento de Tempo
Aula 5 Escalonamento usando prioridades fixas
Sistemas de Tempo-Real Aula 5 Escalonamento usando prioridades fixas Escalonamento on-line com prioridades fixas O critério Rate-Monotonic limite de utilização de CPU Os critérios Deadline-Monotonic e
Arquitetura de Computadores. Sistemas Operacionais IV
Arquitetura de Computadores Sistemas Operacionais IV Introdução Multiprogramação implica em manter-se vários processos na memória. Memória necessita ser alocada de forma eficiente para permitir o máximo
Sistemas de Tempo-Real
Aula 9 Outros aspectos do escalonamento de tempo-real Escalonamento sem preempção Questões de aplicação prática em sistemas reais 1 Aula anterior (8) Execução conjunta de tarefas periódicas e aperiódicas
Escalonamento no Linux e no Windows NT/2000/XP
Escalonamento no Linux e no Windows NT/2000/XP 1 Escalonamento no Linux Os requisitos do escalonador do Linux eram: Apresentar boa performance em programas interativos, mesmo com carga elevada; Distribuir
Profs. Deja e Andrei
Disciplina Sistemas Distribuídos e de Tempo Real Profs. Deja e Andrei Sistemas Distribuídos 1 Conceitos e Projetos de Sistemas Distribuídos Objetivos: Apresentar uma visão geral de processamento distribuído,
BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING
BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING http://www.uniriotec.br/~tanaka/tin0036 [email protected] Bancos de Dados Distribuídos Conceitos e Arquitetura Vantagens das Arquiteturas C/S (em relação
Sincronização e Comunicação entre Processos. Adão de Melo Neto
Sincronização e Comunicação entre Processos Adão de Melo Neto 1 INTRODUÇÃO Em um sistema multitarefa os processos alternam sua execução segundo critérios de escalonamento estabelecidos pelo sistema operacional.
Multiprocessamento. Multiprocessadores com memória distribuída (multicomputador)
Multiprocessamento Multiprocessadores com memória distribuída (multicomputador) Conjunto de processadores, cada qual com sua memória local Processadores se comunicam por troca de mensagens, via rede de
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Modelos e arquitecturas 14/15 Sistemas Distribuídos 1 Modelos arquitecturais 14/15 Sistemas Distribuídos 2 Camadas de Software: o Middleware Aplicações Middleware Sistema Operativo
Armazenamento de Arquivos Grandes em Dvds
Armazenamento de Arquivos Grandes em Dvds MAC5758 - Introdução ao Escalonamento e Aplicações Viviane Teles de Lucca Maranhão Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo Dezembro
FTL066 Programação em Tempo Real Segunda Lista de Exercícios
FTL066 Programação em Tempo Real Segunda Lista de Exercícios 1) Descreva as diferenças entre tarefas periódicas, aperiódicas e esporádicas esclarecendo as restrições temporais que caracterizam os comportamentos
Arquiteturas de Software
Universidade Federal do Amazonas Faculdade de Tecnologia Departamento de Eletrônica e Computação Arquiteturas de Software Lucas Cordeiro [email protected] Notas de Aula Estes slides são baseados
Até o final de década de 70, os sistemas operacionais suportavam apenas processos com um único thread;
CAPÍTULO VI THREADS 6.1 INTRODUÇÃO Até o final de década de 70, os sistemas operacionais suportavam apenas processos com um único thread; O sistema operacional Toth, em 1979, foi o primeiro a implementar
Problema de Otimização Combinatória
Problema de Otimização Combinatória Otimização é o processo de encontrar e comparar soluções factíveis até que nenhuma solução melhor possa ser encontrada. Essas soluções são ditas boas ou ruins em termos
Sistemas de Tempo Real: Conceitos Básicos
Escola de Computação 2000 - IME-USP Sistemas de Tempo Real: Conceitos Básicos Jean-Marie Farines Joni da Silva Fraga Rômulo Silva de Oliveira LCMI - Laboratório de Controle e Microinformática DAS - Departamento
Redes de Computadores. Camada de Rede Endereçamento
Redes de Computadores Camada de Rede Endereçamento Motivação Desperdício de endereços Qualquer endereço de rede somente pode ser alocada a uma única rede física Esquema de endereçamento original mostrou-se
Satélite. Manual de instalação e configuração. CENPECT Informática www.cenpect.com.br [email protected]
Satélite Manual de instalação e configuração CENPECT Informática www.cenpect.com.br [email protected] Índice Índice 1.Informações gerais 1.1.Sobre este manual 1.2.Visão geral do sistema 1.3.História
Subcamada MAC. O Controle de Acesso ao Meio
Subcamada MAC O Controle de Acesso ao Meio Métodos de Acesso ao Meio As implementações mais correntes de redes locais utilizam um meio de transmissão que é compartilhado por todos os nós. Quando um nó
Projetos. Universidade Federal do Espírito Santo - UFES. Mestrado em Informática 2004/1. O Projeto. 1. Introdução. 2.
Pg. 1 Universidade Federal do Espírito Santo - UFES Mestrado em Informática 2004/1 Projetos O Projeto O projeto tem um peso maior na sua nota final pois exigirá de você a utilização de diversas informações
Sistemas Distribuídos. Aleardo Manacero Jr.
Sistemas Distribuídos Aleardo Manacero Jr. Conteúdo Conceitos fundamentais Estratégias de controle: relógios e algoritmos de sincronismo Serviços: arquivos e memória Corba Processamento distribuído Sistemas
Prof. Antonio Torres [email protected] @_antonioctorres. Fundamentos de Sistemas Operacionais UNIP/2015
Prof. Antonio Torres [email protected] @_antonioctorres Fundamentos de Sistemas Operacionais UNIP/2015 Disciplinas FUNDAMENTOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS Horários Quarta-feira Fundamentos de Sistemas
Programação e Scheduling
Sistemas de Processamento Paralelo: Programação e Scheduling Oliver Sinnen [email protected] Conteúdo Introdução Programação paralela Identificação de sub-tarefas Dependências Scheduling List Scheduling
UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos
UNIVERSIDADE Sistemas Distribuídos Ciência da Computação Prof. Jesus José de Oliveira Neto Comunicação Inter-Processos Sockets e Portas Introdução Sistemas distribuídos consistem da comunicação entre processos
Redes de Computadores Aula 3
Redes de Computadores Aula 3 Aula passada Comutação: circuito x pacotes Retardos e perdas Aula de hoje Protocolo em camadas Aplicações C/S x P2P Web Estruturando a Rede Como organizar os serviços de uma
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Modelo Cliente-Servidor: Introdução aos tipos de servidores e clientes Prof. MSc. Hugo Souza Iniciando o módulo 03 da primeira unidade, iremos abordar sobre o Modelo Cliente-Servidor
Sistema Operacional Correção - Exercício de Revisão
Prof. Kleber Rovai 1º TSI 22/03/2012 Sistema Operacional Correção - Exercício de Revisão 1. Como seria utilizar um computador sem um sistema operacional? Quais são suas duas principais funções? Não funcionaria.
PPD: Balanceamento de Carga e Scheduling 2
PPD: Balanceamento de Carga e Scheduling 2 Fernando Silva DCC-FCUP 2 (Alguns dos slides são baseados nos de Kathy Yelick, www.cs.berkeley.edu/ yelick) Fernando Silva (DCC-FCUP) PPD: Balanceamento de Carga
Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo [email protected]. http://www.tiagodemelo.info
Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo [email protected] Última atualização: 20.03.2013 Conceitos Banco de dados distribuídos pode ser entendido como uma coleção de múltiplos bds
Processos e Threads (partes I e II)
Processos e Threads (partes I e II) 1) O que é um processo? É qualquer aplicação executada no processador. Exe: Bloco de notas, ler um dado de um disco, mostrar um texto na tela. Um processo é um programa
Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064
Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Consistência e Replicação Capítulo 7 Agenda Razões para Replicação Replicação como técnica de escalabilidade Modelos de Consistência centrados
15.053 Quinta-feira, 14 de março. Introdução aos Fluxos de Rede Handouts: Notas de Aula
15.053 Quinta-feira, 14 de março Introdução aos Fluxos de Rede Handouts: Notas de Aula 1 Modelos de Rede Modelos de programação linear que exibem uma estrutura muito especial. Podem utilizar essa estrutura
Slide. ! Multiprocessamento! Modelo de processo. Dep. Ciência da Computação. Slide. ! Alternância de processos. ! Relação Programa x Processo
Parte II - Sistemas Operacionais Cap. 2 - Processos (1) Prof. Marcelo Moreno [email protected] Processos - Motivação! Necessidade de gerenciamento dos programas instanciados para execução! Multiprogramação
Capítulo 8 Arquitetura de Computadores Paralelos
Capítulo 8 Arquitetura de Computadores Paralelos Necessidade de máquinas com alta capacidade de computação Aumento do clock => alta dissipação de calor Velocidade limitada dos circuitos => velocidade da
Gerenciamento de memória
Na memória principal ficam todos os programas e os dados que serão executados pelo processador. Possui menor capacidade e custo maior. S.O buscam minimizar a ocupação da memória e otimizar sua utilização.
Introdução. Definição de um Sistema Distribuído (1) Definição de um Sistema Distribuído(2) Metas de Sistemas Distribuídos (2)
Definição de um Sistema Distribuído (1) Introdução Um sistema distribuído é: Uma coleção de computadores independentes que aparecem para o usuário como um único sistema coerente. Definição de um Sistema
Introdução ao Processamento Paralelo
Introdução ao Processamento Paralelo Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara Carga Horária: 2h/60h Introdução Crescente aumento de desempenho dos PCs (máquinas convencionais). Existem aplicações que requisitam
Introdução a Computação 07 Sistemas operacionais. Márcio Daniel Puntel [email protected]
Introdução a Computação 07 Sistemas operacionais Márcio Daniel Puntel [email protected] O que é? Pra que serve? Onde se usa? Como funciona? O que é? Uma coleção de programas Inicia e usa do HW
Escalonamento (Tarefas Esporádicas)
Universidade Federal do Amazonas Faculdade de Tecnologia Programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica Escalonamento (Tarefas Esporádicas) Lucas Cordeiro [email protected] Notas de Aula Baseado
Gerência do Processador
Andrique Amorim www.andrix.com.br [email protected] Gerência do Processador Desenvolvimento web II IMPORTANTE SABER Desenvolvimento web II DEADLOCK (interbloqueio, blocagem, impasse) Situação em
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Comunicação coletiva Modelo Peer-to-Peer Slide 6 Nielsen C. Damasceno Introdução Os modelos anteriores eram realizado entre duas partes: Cliente e Servidor. Com RPC e RMI não é possível
Engenharia de Software I: Análise e Projeto de Software Usando UML
Engenharia de Software I: Análise e Projeto de Software Usando UML Capítulo 1 Processo de Desenvolvimento de Software Metodologia de Desenvolvimento de Software Uma metodologia é um conjunto de métodos,
Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Threads e Migração de Processos
Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Threads e Migração de Processos Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática / UFMA http://www.lsd.deinf.ufma.br
Bancos de Dados Paralelos. Alunos: ALLAN ROGER BELLO WILLIAN DIAS TAMAGI
Bancos de Dados Paralelos Alunos: ALLAN ROGER BELLO WILLIAN DIAS TAMAGI INTRODUÇÃO (SGBD) Sistema Gerenciador de Banco de Dados é um software que permite criar, manter e manipular bancos de dados para
Abordagens de Escalonamento na Perspectiva da Engenharia
Mercado para tempo real é amplo Necessidade de Diferentes Abordagens Sistemas de Tempo Real: Abordagens de Escalonamento na Perspectiva da Engenharia Rômulo Silva de Oliveira Departamento de Automação
Gestor de Processos. Gestor de Processos
Gestor de Processos Núcleo do Sistema Operativo Gestor de Processos Entidade do núcleo responsável por suportar a execução dos processos Gestão das Interrupções Multiplexagem do Processador Despacho efectua
SISTEMAS OPERACIONAIS. Apostila 01 Assunto: Tipos de Sistemas Operacionais UNIBAN
SISTEMAS OPERACIONAIS Apostila 01 Assunto: Tipos de Sistemas Operacionais UNIBAN 2.0 - INTRODUÇÃO Os tipos de sistemas operacionais e sua evolução estão intimamente relacionados com a evolução do hardware
Disciplina: Sistemas Operacionais - CAFW-UFSM Professor: Roberto Franciscatto
Disciplina: Sistemas Operacionais - CAFW-UFSM Professor: Roberto Franciscatto Introdução Considerações: Recurso caro e escasso; Programas só executam se estiverem na memória principal; Quanto mais processos
Tabela de Símbolos. Análise Semântica A Tabela de Símbolos. Principais Operações. Estrutura da Tabela de Símbolos. Declarações 11/6/2008
Tabela de Símbolos Análise Semântica A Tabela de Símbolos Fabiano Baldo Após a árvore de derivação, a tabela de símbolos é o principal atributo herdado em um compilador. É possível, mas não necessário,
Maestro. Arthur Kazuo Tojo Costa 317497. Universidade Federal de São Carlos Campus Sorocaba Bacharelado em Ciência da Computação
Maestro Arthur Kazuo Tojo Costa 317497 Universidade Federal de São Carlos Campus Sorocaba Bacharelado em Ciência da Computação Introdução Sistema Operacional de Redes Detalhes do hardware Multiplexação
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Aula 4 Msc. Daniele Carvalho Oliveira Doutoranda em Ciência da Computação - UFU Mestre em Ciência da Computação UFU Bacharel em Ciência da Computação - UFJF Migração de Código Em
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas
UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Sistemas de Informação e Tecnologia em 3º Semestre Análise Orientada aos Objetos Modelagem de Casos de Uso Objetivo: Apresentar
Sistemas Operacionais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Gerência do Processador
Sistemas Operacionais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Gerência do Processador A partir do momento em que diversos processos podem
Organização de Computadores 1
Organização de Computadores 1 4 SUPORTE AO SISTEMA OPERACIONAL Prof. Luiz Gustavo A. Martins Sistema Operacional (S.O.) Programa responsável por: Gerenciar os recursos do computador. Controlar a execução
Memória - Gerenciamento. Sistemas Operacionais - Professor Machado
Memória - Gerenciamento Sistemas Operacionais - Professor Machado 1 Partes físicas associadas à memória Memória RAM Memória ROM Cache MMU (Memory Management Unit) Processador Tabela de Páginas TLB 2 Conceitos
EAGLE TECNOLOGIA E DESIGN CRIAÇÃO DE SERVIDOR CLONE APCEF/RS
EAGLE TECNOLOGIA E DESIGN CRIAÇÃO DE SERVIDOR CLONE APCEF/RS Relatório Nº 03/2013 Porto Alegre, 22 de Agosto de 2013. ANÁLISE DE SOLUÇÕES: # RAID 1: O que é: RAID-1 é o nível de RAID que implementa o espelhamento
REDES DE COMPUTADORES
Eriko Carlo Maia Porto UNESA Universidade Estácio de Sá [email protected] Última revisão Julho/2003 REDES DE COMPUTADORES INTRODUÇÃO EVOLUÇÃO DOS SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO Década de 50 introdução dos
Comparação SDs X Scs
Prof. Alexandre Lima Sistemas Distribuídos Cap 9 1/7 Comparação SDs X Scs Distribuição inerente Economia Velocidade Confiabilidade Crescimento incremental Descrição Algumas aplicações envolvem máquinas
Sistemas Operacionais 2014 Introdução. Alexandre Augusto Giron [email protected]
Sistemas Operacionais 2014 Introdução Alexandre Augusto Giron [email protected] Roteiro Sistemas Operacionais Histórico Estrutura de SO Principais Funções do SO Interrupções Chamadas de Sistema
Capítulo 2 Processos e Threads Prof. Fernando Freitas
slide 1 Capítulo 2 Processos e Threads Prof. Fernando Freitas Material adaptado de: TANENBAUM, Andrew S. Sistemas Operacionais Modernos. 3ª edição. Disponível em: http://www.prenhall.com/tanenbaum_br slide
ISO/IEC 12207: Gerência de Configuração
ISO/IEC 12207: Gerência de Configuração Durante o processo de desenvolvimento de um software, é produzida uma grande quantidade de itens de informação que podem ser alterados durante o processo Para que
UML Diagramas. UML Diagramas. UML Diagrama Diagrama de Classes. UML Diagrama Diagrama de Classes
Diagramas Diagrama é uma representação gráfica de uma coleção de elementos de um modelo São desenhados para permitir a visualização de um sistema sob diferentes perspectivas Um mesmo item pode aparecer
Sistemas de Tempo-Real
Aula 8 Escalonamento de tarefas aperiódicas Execução conjunta de tarefas periódicas e aperiódicas Utilização de servidores de tarefas aperiódicas Servidores de prioridades fixas Servidores de prioridades
Multiplexador. Permitem que vários equipamentos compartilhem um único canal de comunicação
Multiplexadores Permitem que vários equipamentos compartilhem um único canal de comunicação Transmissor 1 Receptor 1 Transmissor 2 Multiplexador Multiplexador Receptor 2 Transmissor 3 Receptor 3 Economia
Aula 2 Modelos computacionais
Sistemas de Tempo-Real Aula 2 Modelos computacionais Modelos de tarefas com restrições temporais explícitas Controlo lógico e temporal (por eventos -ET e por tempo -TT) Adaptado dos slides desenvolvidos
Arquitetura de Redes: Camadas de Protocolos (Parte I) Prof. Eduardo
Arquitetura de Redes: Camadas de Protocolos (Parte I) Prof. Eduardo Introdução O que é Protocolo? - Para que os pacotes de dados trafeguem de uma origem até um destino, através de uma rede, é importante
Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064
Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Questões Em uma rede de sobreposição (overlay), mensagens são roteadas de acordo com a topologia da sobreposição. Qual uma importante desvantagem
Paralelização de Simuladores de Hardware Descritos em SystemC
Paralelização de Simuladores de Hardware Descritos em SystemC 18 de maio de 2011 Roteiro Motivação Introdução à SLDL SystemC O Escalonador SystemC Simulação Paralela baseada em Eventos Discretos Suporte
Sincronização de Relógios
Sistemas de Tempo Real: Sincronização de Relógios Rômulo Silva de Oliveira Departamento de Automação e Sistemas DAS UFSC [email protected] http://www.das.ufsc.br/~romulo 1 Sincronização de Relógios Motivação
Módulo 12 Gerenciamento Financeiro para Serviços de TI
Módulo 12 Gerenciamento Financeiro Módulo 12 Gerenciamento Financeiro para Serviços de TI Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a
Sistemas Operacionais. Escalonamento de Processo. Prof. Dr. Márcio Andrey Teixeira
Sistemas Operacionais Escalonamento de Processo Prof. Dr. Márcio Andrey Teixeira Quando um computador é multiprogramado, ele muitas vezes tem variados processos que competem pela CPU ao mesmo tempo; Essa
Camadas de Serviço de Hardware e Software em Sistemas Distribuídos. Introdução. Um Serviço Provido por Múltiplos Servidores
Camadas de Serviço de Hardware e Software em Sistemas Distribuídos Arquiteutra de Sistemas Distribuídos Introdução Applications, services Adaptação do conjunto de slides do livro Distributed Systems, Tanembaum,
Sincronização do Catálogo de Endereços no MDaemon 6.x com o uso do ComAgent, LDAP, MAPI e WAB
Sincronização do Catálogo de Endereços no MDaemon 6.x com o uso do ComAgent, LDAP, MAPI e WAB Alt-N Technologies, Ltd 1179 Corporate Drive West, #103 Arlington, TX 76006 Tel: (817) 652-0204 2002 Alt-N
Programação distribuída e paralela (C. Geyer) RPC 1
Programação distribuída e paralela (C. Geyer) RPC 1 Autores C. Geyer Local II-UFRGS Versão v6 2008-2 Disciplinas SOII Programação distribuída e paralela (C. Geyer) RPC 2 Bibliografia base original dos
5COP096 TeoriadaComputação
Sylvio 1 Barbon Jr [email protected] 5COP096 TeoriadaComputação Aula 14 Prof. Dr. Sylvio Barbon Junior Sumário - Problemas Exponenciais - Algoritmos Exponenciais usando Tentativa e Erro - Heurísticas para
Curso: Ciência da Computação Disciplina: Construção de Compiladores Período: 2010-1 Prof. Dr. Raimundo Moura
UFPI CCN DIE Curso: Ciência da Computação Disciplina: Construção de Compiladores Período: 2010-1 Prof. Dr. Raimundo Moura O projeto Desenvolver um compilador de um subconjunto básico da linguagem PORTUGOL.
Prof. Engº esp Luiz Antonio Vargas Pinto www.vargasp.com
Prof. Engº esp Luiz Antonio Vargas Pinto www.vargasp.com Confiabilidade Performance Duplicação das áreas efetivas de disco em RAM e DISCO não só para acelerar o processo de acesso mas para aumentar a
Capítulo 8. Sistemas com Múltiplos Processadores. 8.1 Multiprocessadores 8.2 Multicomputadores 8.3 Sistemas distribuídos
Capítulo 8 Sistemas com Múltiplos Processadores 8.1 Multiprocessadores 8.2 Multicomputadores 8.3 Sistemas distribuídos 1 Sistemas Multiprocessadores Necessidade contínua de computadores mais rápidos modelo
Processamento de Dados
Processamento de Dados Execução de Programas Os computadores não entendem nada além de comandos, dados e endereços escritos em linguagem binária, também chamada de linguagem de baixo nível. Ela utiliza
Considerações no Projeto de Sistemas Cliente/Servidor
Cliente/Servidor Desenvolvimento de Sistemas Graça Bressan Graça Bressan/LARC 2000 1 Desenvolvimento de Sistemas Cliente/Servidor As metodologias clássicas, tradicional ou orientada a objeto, são aplicáveis
Fundamentos de Sistemas Operacionais
Fundamentos de Sistemas Operacionais Professor: João Fábio de Oliveira [email protected] (41) 9911-3030 Objetivo: Apresentar o que são os Sistemas Operacionais, seu funcionamento, o que eles fazem,
Comunicação em Sistemas Distribuídos. Conceitos: Paradigma C/S. Conceitos: Paradigma C/S. Paradigma Cliente/Servidor
Comunicação em Sistemas Distribuídos Paradigma / Os processos em um SD estão lógica e fisicamente separados. Precisam se comunicar para que possam interagir O desempenho de um SD depende criticamente do
Uma Linguagem de Domínio Específico Baseada em Mônada com Suporte à Memória Transacional Distribuída em Java
Uma Linguagem de Domínio Específico Baseada em Mônada com Suporte à Memória Transacional Distribuída em Java Jerônimo da Cunha Ramos Prof. Dr. André Rauber Du Bois (Orientador) Prof. Dr. Maurício Lima
Engenharia de Software III
Engenharia de Software III Casos de uso http://dl.dropbox.com/u/3025380/es3/aula6.pdf ([email protected]) 09/09/2010 O que são casos de uso? Um caso de uso procura documentar as ações necessárias,
Computação Paralela. Desenvolvimento de Aplicações Paralelas João Luís Ferreira Sobral Departamento do Informática Universidade do Minho.
Computação Paralela Desenvolvimento de Aplicações Paralelas João Luís Ferreira Sobral Departamento do Informática Universidade do Minho Outubro 2005 Desenvolvimento de Aplicações Paralelas Uma Metodologia
Arquitetura de Sistemas Operativos
Arquitetura de Sistemas Operativos Sistemas Operativos 2011/2012 1 Introdução Os sistemas operativos implementam mecanismos que asseguram independência entre processos (i.e., a execução de um processo
Sistemas de Tempo-Real
Aula 7 Acesso exclusivo a rescursos partilhados O acesso exclusivo a recursos partilhados A inversão de prioridades como consequência do bloqueio Técnicas básicas para acesso exclusivo a recursos partilhados
LISTA SOBRE MODELAGEM DE PROBLEMAS DE PROGRAMAÇÃO INTEIRA
LISTA SOBRE MODELAGEM DE PROBLEMAS DE PROGRAMAÇÃO INTEIRA 1) [Alocação de Recursos] A Capitão Caverna S.A., localizada em Pedra Lascada, aluga 3 tipos de barcos para passeios marítimos: jangadas, supercanoas
Sistemas Distribuídos RPC x RMI. Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br
Sistemas Distribuídos RPC x RMI Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br Roteiro da Aula Chamada Remota a Procedimento Definição Passagem de Parâmetros STUBS Semântica de Falhas 2 RPC Chamada Remota a
