LEVANTAMENTO DA AVIFAUNA DO CAMPUS DO IFC-CAMBORIÚ
|
|
|
- Emanuel Coradelli Alcaide
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 LEVANTAMENTO DA AVIFAUNA DO CAMPUS DO IFC-CAMBORIÚ Autores : Pedro Antonio SCHWARZER; Sandro Roberto Campos JÚNIOR; Edson João MARIOT. Identificação autores: Pedro Antonio SCHWARZER e Sandro Roberto Campos JÚNIOR alunos do curso Técnico em Agropecuária Integrado ao Ensino Médio; Edson João MARIOT, Professor, Orientador IFC-Campus Camboriú. Introdução O Campus de Camboriú, até final de 2008, era denominado Colégio Agrícola de Camboriú CAC. Foi fundado em 08 de abril de 1953, após um acordo firmado entre o Governo Federal e o Estado de Santa Catarina, publicado no Diário Oficial da União em 15 de abril de 1953 (CAMBORIÚ, 2013). Para o bom andamento das atividades pedagógicas, o então Colégio Agrícola de Camboriú teve sua área física aumentada gradativamente para a implantação das Unidades Didáticas que tem a finalidade de servir de suporte para as aulas práticas do Curso Técnico em Agropecuária. No final de 2008, com o advento da Lei , de 29 de dezembro de 2008 o Colégio Agrícola de Camboriú CAC transformou-se num Campus do Instituto Federal Catarinense, atendendo à chamada pública do Ministério da Educação para que as escolas agrícolas se tornassem institutos federais nos possibilitando oferecer, além dos cursos em nível médio, também cursos superiores e pós-graduação (CAMBORIÚ, 2013). Ao longo do tempo, o Instituto Federal Catarinense-Campus Camboriú, com uma área física de cerca de 200 hectares, se tornou uma reserva biológica, pois com o aumento da urbanização e diminuição do habitat dos animais, ou seja, as matas e florestas do entorno, estes procuraram se refugiar em nosso Campus, pois neste há vários fragmentos florestais, transformando-se assim em uma espécie de reserva biológica da região. Por avifauna, entendem-se todas as aves pertencentes a um determinado local ou região e a diversidade desta é um forte indicador de equilíbrio ambiental. As aves constituem um grupo bastante diversificado, já foram registradas mais de mil espécies em todo o planeta. Na América do Sul, continente com vários biomas, são cerca de espécies conhecidas, sendo 300 destas, migratórias (MENEZES et al. 2005). Andrade (1997), citado por Menezes et al. (2005), afirma que no Brasil se encontram mais da metade das espécies que ocorrem no continente, isto é, aproximadamente espécies de aves, o que torna o pais particularmente diverso e mundialmente reconhecido. Levantamentos da avifauna têm sido realizados nas mais diversas regiões do Brasil e o objetivo principal é o de verificar a variabilidade e a quantidade das espécies e assim se ter um diagnóstico do equilíbrio ambiental da região pesquisada. Levantamento realizado por Esclarski et al. (2011) no Campus da CESUMAR, localizado em Maringá, Paraná, identificou 55 espécies de aves, pertencentes a 29 famílias e 12 ordens, caracterizando 3,05% das espécies do território brasileiro e 7,2% das espécies do Estado do Paraná. Em outro levantamento realizado por Fonseca et al. (2013) no Campus Taquaral da UNIMEP, localizado na cidade de Piracicaba, São Paulo, foram encontradas 65 espécies de aves pertencentes a 30 famílias e 12 ordens.
2 Todos estes dados mostram que, quando se sentem ameaçadas pela atividade antrópica, as aves procuram refúgio em ambientes protegidos como fragmentos florestais encontrados em muitos Campi que ainda mantém restos destes mesmos fragmentos. O Campus do IFC-Camboriú, localizado na cidade do mesmo nome, está cercado de intensa atividade antrópica por, praticamente, todos os lados, pois está inserido numa área de aglomerados urbanos de alta densidade constituídos pelos municípios de Camboriú e Balneário Camboriú. Na primeira etapa deste projeto, foram identificadas 114 espécies de aves, pertencentes a 43 famílias e 17 ordens (BLASIUS, COTA E MARIOT, 2014). Nesta segunda etapa do trabalho, pretende-se fazer o levantamento dos locais mais comuns de ocorrência das espécies constituintes da avifauna presente no Campus do IFC-Camboriú através do contato visual e/ou sonoro a olho nu ou com o auxílio de lentes zoom de máquina fotográfica. Com os dados obtidos serão obtidos subsídios para uma possível implantação de trilhas de birdwatching que poderá ser usada tanto pela comunidade interna como externa do IFC-Camboriú. Material e Métodos Esta segunda etapa do trabalho foi conduzida de Setembro de 2015 a Setembro de 2016, constando de duas caminhadas mensais, durante o período matutino, por trilhas previamente escolhidas e que abrangem praticamente todos os ecossistemas/ambientes de ocorrência no nosso campus. Estas trilhas são em número de quatro e contemplam os seguintes ecossistemas/ambientes: Trilha 1: Ambiente urbanizado constituído de forte intervenção antrópica, construções físicas e circulação humana relativamente intensa; Trilha 2: Ecossistema florestal constituído de áreas cobertas com fragmentos de vegetação nativa e com pouca intervenção antrópica; Trilha 3: Ecossistema/ambiente aquático constituído de áreas com predominância de lâminas d água pertencentes a açudes, represas, valas de drenagem e tanques de aquicultura e Trilha 4: Ecossistema/ambiente misto: constituído por porções dos ecossistemas/ambientes constituintes das trilhas 1, 2 e 3. Imagem: Vista aérea do Campus do IFC-Camboriú com as trilhas percorridas no levantamento. Vermelho: Trilha Urbana; Amarelo: Trilha Florestal; Azul: Trilha Aquática e Verde: Trilha Mista.
3 O levantamento foi realizado sempre no período matutino, sendo adotado um rodízio de horário para início das atividades para uma maior fidedignidade dos dados obtidos. Este rodízio foi adotado obedecendo-se a seguinte sequência: Levantamento 01 (Trilha 1, Trilha 2, Trilha 3, Trilha 4); Levantamento 02 (Trilha 2, Trilha 3, Trilha 4; Trilha 1); Levantamento 04 (Trilha 3, Trilha 4, Trilha 1, Trilha 2); Levantamento 04 (Trilha 4, Trilha 1, Trilha 2, Trilha 3); nos demais levantamentos, foi retomada a sequência inicial. Durante as caminhadas, as aves contatadas (observação visual e/ou sonora) foram registradas em planilha específica onde constam: nome(s) comum(ns), nome científico, ordem, local de ocorrência dentro do campus e quantidade da espécie. Após a tabulação dos dados, foi possível obter os seguintes resultados: espécies avistadas por trilha, espécies avistadas por trilha e por estação do ano e espécies avistadas por trilha e por horário. Resultados e discussão Os resultados obtidos podem ser visualizados nos gráficos 01, 02 e 03. Gráfico 01: Quantidade de espécies de aves avistadas por trilha. Observou-se que a trilha Urbana apresentou maior quantidade de espécies avistadas, enquanto que a trilha Florestal apresentou a menor quantidade de espécies. Isto pode ser explicado pelo fato de que as espécies avistadas na trilha Urbana já estarem acostumadas à forte presença antrópica, resultando num fácil avistamento dessas mesmas espécies. Já o fato da trilha Florestal apresentar menor quantidade de espécies, pode ser explicado por estas serem mais selvagens, pouco acostumadas à presença antrópica, dificultando a sua observação.
4 Gráfico 03: Espécies de aves avistadas por trilha e estação do ano. Foi observado que para as trilhas Florestal, Aquática e Mista, obteve-se uma maior quantidade de espécies observadas no verão e na primavera, sendo exceção a trilha Urbana que apresenta uma maior quantidade de espécies observadas durante o inverno e verão. Gráfico 03: Espécies de aves avistadas por trilha e por horário. Observou-se que na trilha Florestal e Mista nos dois primeiros horários são encontradas maior quantidade de espécies, já nas trilhas Urbana e Aquática há uma variação de espécies observadas nos diversos horários. Observa-se também que na trilha Florestal, há um decréscimo das espécies a partir do terceiro horário.
5 Conclusão Com os dados obtidos no presente trabalho obtiveram-se todos os subsídios para o planejamento, implantação e manutenção de uma trilha de birdwatching no Campus do IFC-Camboriú, bastando para isso que haja interesse da instituição neste sentido. Essa possível implantação de uma trilha de birdwatching poderá servir tanto para aulas de educação ambiental da comunidade interna como externa, bem como servir de suporte para aulas de disciplinas afins ministradas nos diversos cursos ofertados por esta instituição. Referências BLASIUS, Gabrielle Keunecke; COTA, Raul Sebastião; MARIOT, Edson João. LEVANTAMENTO DA AVIFAUNA DO CAMPUS DO IFC-CAMBORIÚ. MOSTRATEC Anais. Disponível em Acesso em 23 de Set CAMBORIÚ, Instituto Federal Catarinense-campus. Contextualização histórica do Campus Camboriú. Disponível em: < Acesso em: 08 nov ESCLARSKI, Priscilla; GILDO, Willian Leite; ZANON, Cibele Mª Vianna. AVIFAUNA DO CAMPUS CESUMAR. Disponível em em: < Acesso em: 08 nov MENEZES, Ivanclayton Rocha de; ALBUQUERQUE, Helder Neves de; CAVALCANTI, Mário Luiz Farias. Avifauna no Campus I da UEPB em Campina Grande - PB. Disponível em: < Acesso em: 08 nov
ÁREAS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BARREIRO RICO TANQUÃ-RIO PIRACICABA
Proposta de Criação ÁREAS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BARREIRO RICO TANQUÃ-RIO PIRACICABA 372ª REUNIÃO PLENÁRIA DO CONSEMA 13/11/18 Biota-Fapesp Biota-Fapesp Biota-Fapesp ESTAÇÃO ECOLÓGICA BARREIRO RICO, ASPE
Marque a opção do tipo de trabalho que está inscrevendo: (X) Resumo ( ) Relato de Caso
Marque a opção do tipo de trabalho que está inscrevendo: (X) Resumo ( ) Relato de Caso Diversidade de avifauna nas praias arenosas da região turística Costa Esmeralda, Santa Catarina AUTOR PRINCIPAL: Bruna
Poço Grande, Município de Ouro Verde do Oeste, Paraná. Daniela Mondardo, Aline Uhlein, Deise D. Castagnara, Felipe Guilherme
Diagnóstico da Fragmentação Florestal na Microbacia Córrego Poço Grande, Município de Ouro Verde do Oeste, Paraná Daniela Mondardo, Aline Uhlein, Deise D. Castagnara, Felipe Guilherme Klein, Armin Feiden,
LEVANTAMENTO E IDENTIFICAÇÃO DA AVEFAUNA DA ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE DA FAP
LEVANTAMENTO E IDENTIFICAÇÃO DA AVEFAUNA DA ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE DA FAP TEIXEIRA, Carlos Rodrigo¹; MIKALOUSKI, Udson² RESUMO O Brasil é um dos países que apresenta a maior diversidade biológica
TÍTULO: ESTUDO DA COMUNIDADE DE AVES DA PRAÇA DOM JOSÉ GASPAR,MUNICÍPIO DE SÃO PAULO:UMA ABORDAGEM PEDAGÓGICA NO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: ESTUDO DA COMUNIDADE DE AVES DA PRAÇA DOM JOSÉ GASPAR,MUNICÍPIO DE SÃO PAULO:UMA ABORDAGEM PEDAGÓGICA
Planos de Manejo INSTITUTO FLORESTAL. Estação Ecológica de Itapeva
Planos de Manejo INSTITUTO FLORESTAL Estação Ecológica de Itapeva Localização da Estação Ecológica de Itapeva no município e no Estado de São Paulo. Estação Ecológica de Itapeva - ambientes Área (ha) 106,77
FRAGMENTOS FLORESTAIS
FRAGMENTOS FLORESTAIS O que sobrou da Mata Atlântica Ciclos econômicos 70% da população Menos de 7,4% e mesmo assim ameaçados de extinção. (SOS Mata Atlânitca, 2008) REMANESCENTES FLORESTAIS MATA ATLÂNTICA
Proposta de Criação ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BARREIRO RICO-TANQUÃ
Proposta de Criação ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BARREIRO RICO-TANQUÃ 4.344.638 ha (17,5% ESP) Unidades de Conservação Geridas pela Fundação Florestal Parque Estadual Estação Ecológica Área de Proteção Ambiental
Organização da Aula. Recuperação de Áreas Degradas. Aula 2. Matas Ciliares: Nomenclatura e Conceito. Contextualização
Recuperação de Áreas Degradas Aula 2 Prof. Prof. Francisco W. von Hartenthal Organização da Aula Conceito, Importância e Recuperação da Mata Ciliar 1.Conceitos e funções da mata ciliar 2.Cenário de degradação
Anais do Conic-Semesp. Volume 1, Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN
Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: LEVANTAMENTO PRELIMINAR DE AVES GRANDES FRUGÍVORAS DISPERSORES DE SEMENTES DE EUTERPE EDULIS
Mil Madeiras Preciosas ltda. PROCEDIMENTO OPERACIONAL PC-007/2007
Mil Madeiras Preciosas ltda. PROCEDIMENTO OPERACIONAL PC-007/2007 Versão: 02 Atividade: IDENTIFICAÇÃO E MONITORAMENTO DE AAVC Data de Criação: 29/08/2007 Data de Revisão: 03/08/2017 Metodologia voltada
LEVANTAMENTO E MANEJO ECOLÓGICO DE PRAGAS EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS (SAF S): ESTUDO DE CASO DE UM SAF SUCESSIONAL NO DISTRITO FEDERAL, BRASIL
LEVANTAMENTO E MANEJO ECOLÓGICO DE PRAGAS EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS (SAF S): ESTUDO DE CASO DE UM SAF SUCESSIONAL NO DISTRITO FEDERAL, BRASIL PROJETO DE PESQUISA PROFESSOR: MARCELO TAVARES DE CASTRO ALUNA:
BIOMAS. Os biomas brasileiros caracterizam-se, no geral, por uma grande diversidade de animais e vegetais (biodiversidade).
BIOMAS Um conjunto de ecossistemas que funcionam de forma estável. Caracterizado por um tipo principal de vegetação (Num mesmo bioma podem existir diversos tipos de vegetação). Os seres vivos de um bioma
LISTA DE EXERCÍCIOS CIÊNCIAS
LISTA DE EXERCÍCIOS CIÊNCIAS P1-4º BIMESTRE 6º ANO FUNDAMENTAL II Aluno (a): Turno: Turma: Unidade Data: / /2016 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS Compreender o conceito de bioma. Reconhecer fatores bióticos
INCIDÊNCIA DE INSETOS EM ÁREAS DE CULTIVO DE HORTALIÇAS PRÓXIMAS A UM SISTEMA AGROFLORESTAL NO DISTRITO FEDERAL PROJETO DE PESQUISA
INCIDÊNCIA DE INSETOS EM ÁREAS DE CULTIVO DE HORTALIÇAS PRÓXIMAS A UM SISTEMA AGROFLORESTAL NO DISTRITO FEDERAL PROJETO DE PESQUISA PROFESSOR: MARCELO TAVARES DE CASTRO ALUNO: EDNEI PEREIRA DO PRADO CURSO:
AVALIAÇÃO DE ÁREAS DE ALTO VALOR DE CONSERVAÇÃO NAS FAZENDAS BARRA LONGA E CANHAMBOLA
CEDOC 47.412 CONSULTA PÚBLICA AVALIAÇÃO DE ÁREAS DE ALTO VALOR DE CONSERVAÇÃO NAS FAZENDAS BARRA LONGA E CANHAMBOLA RESUMO EXECUTIVO 2018 ÍNDICE 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. DURATEX FLORESTAL LTDA... 2 3. CERTIFICAÇÃO
AULÃO UDESC 2013 GEOGRAFIA DE SANTA CATARINA PROF. ANDRÉ TOMASINI Aula: Aspectos físicos.
AULÃO UDESC 2013 GEOGRAFIA DE SANTA CATARINA PROF. ANDRÉ TOMASINI Aula: Aspectos físicos. Relevo de Santa Catarina Clima de Santa Catarina Fatores de influência do Clima Latitude; Altitude; Continentalidade
TÍTULO: A INFLUÊNCIA DA FRAGMENTAÇÃO DE HABITATS E PERDA DA BIODIVERSIDADE: ESTUDO DE CASO DA MATA DOS MACACOS EM SANTA FÉ DO SUL - SP.
TÍTULO: A INFLUÊNCIA DA FRAGMENTAÇÃO DE HABITATS E PERDA DA BIODIVERSIDADE: ESTUDO DE CASO DA MATA DOS MACACOS EM SANTA FÉ DO SUL - SP. CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ECOLOGIA
Política Nacional de Meio Ambiente: unidades de conservação. Biogeografia - aula 4 Prof. Raul
Política Nacional de Meio Ambiente: unidades de conservação Biogeografia - aula 4 Prof. Raul leis aprovadas na década de 1990. Lei dos Recursos Hídricos. Lei de Crimes Ambientais. Sistema Nacional de Unidades
TÍTULO: LEVANTAMENTO DE BRIÓFITAS NA VEGETAÇÃO DO MUNICÍPIO DE BAURU-SP
Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: LEVANTAMENTO DE BRIÓFITAS NA VEGETAÇÃO DO MUNICÍPIO DE BAURU-SP CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA:
CONHECIMENTO BÁSICO SOBRE MATA DE IGAPÓ DE ALUNOS DO 8 e 9 ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL II DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO PRIVADA DO MUNICÍPIO DE BELÉ- PA
CONHECIMENTO BÁSICO SOBRE MATA DE IGAPÓ DE ALUNOS DO 8 e 9 ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL II DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO PRIVADA DO MUNICÍPIO DE BELÉ- PA Claudilene Correia de Castro¹; Izabela Pinheiro de Oliveira¹;
Estudo do efeito borda em fragmentos da vegetação nativa na bacia hidrográfica do Córrego do Jacu Queimado (SP)
Estudo do efeito borda em fragmentos da vegetação nativa na bacia hidrográfica do Córrego do Jacu Queimado (SP) Effect of study border fragments of native vegetation in the basin of Córrego do Jacu Queimado
Ações Ambientais da Veracel. Virgínia Londe de Camargos Especialista Ambiental Veracel Celulose S.A.
Ações Ambientais da Veracel Virgínia Londe de Camargos Especialista Ambiental Veracel Celulose S.A. Núcleo Florestal Plantios Comerciais Fábrica Terminal Marítimo de Belmonte Certificações A Veracel trabalha
A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DE CAMPO NO ENSINO DAS CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
1 A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DE CAMPO NO ENSINO DAS CIÊNCIAS BIOLÓGICAS RODRIGUES, Alda dos Santos 1 LOPES, Tatiana da Silva 2 INTRODUÇÃO A aula de campo aprimora os conhecimentos, principalmente na área
As espécies frutíferas do cerrado da Fazenda Varginha IFMG Campus Bambuí: resgate histórico
IV Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus Bambuí IV Jornada Científica 06 a 09 de Dezembro de 2011 As espécies frutíferas do cerrado da Fazenda Varginha IFMG Campus Bambuí: resgate histórico Caio
Figura 7: Distribuição dos diferentes tipos de perfis localizados nos municípios do setor Sul do litoral catarinense.
Diagnóstico de Campo Objetivando constatar a situação atual da ocupação das praias dos municípios do setor Sul do litoral catarinense, entre os dias 14 e 17 de abril de 2008 foram realizadas vistorias
Uso de SIG para confecção de um mapa de uso e ocupação do solo do município de Bambuí-MG
Uso de SIG para confecção de um mapa de uso e ocupação do solo do município de Bambuí-MG Ana Carolina Toledo Rocha (1) ; Sérgio Augusto Alves Rodrigues Barbosa (1) ; Jairo Rodrigues Silva (2) (1) Mestrandos
ANÁLISE DE IMAGENS COMO SUBISÍDIO A GESTÃO AMBIENTAL: ESTUDO DE CASO DA BACIA DO RIO JUNDIAÍ-MIRIM
ANÁLISE DE IMAGENS COMO SUBISÍDIO A GESTÃO AMBIENTAL: ESTUDO DE CASO DA BACIA DO RIO JUNDIAÍ-MIRIM BRESSANE, Adriano 1 ; QUEIROZ, Daniel F. A. 2 1 Engenheiro Ambiental, Universidade Estadual Paulista (UNESP),
Áreas de Alto Valor de Conservação
Mil Madeiras Preciosas ltda. Áreas de Alto Valor de Conservação Resumo para Consulta Pública Acervo Área de Manejo PWA Setor de Sustentabilidade Itacoatiara/AM- Brasil. Agosto de 2017. SOBRE ESTE RESUMO
Uso da terra na bacia hidrográfica do alto rio Paraguai no Brasil
102 Resumos Expandidos: XI Mostra de Estagiários e Bolsistas... Uso da terra na bacia hidrográfica do alto rio Paraguai no Brasil Cezar Freitas Barros 1 João dos Santos Vila da Silva 2 Resumo: Busca-se
Disciplina: Geografia. Período: I. Professor (a): Liliane Cristina de Oliveira Vieira e Maria Aparecida Holanda Veloso
COLÉGIO LA SALLE BRASILIA Associação Brasileira de Educadores Lassalistas ABEL SGAS Q. 906 Conj. E C.P. 320 Fone: (061) 3443-7878 CEP: 70390-060 - BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL Disciplina: Geografia Período:
Nome: nº Data: / /2013 9º ano manhã Professora: CLAUDIA FRANCHI Atividade para Nivelamento (Recuperação) - IFEM - Nota:
Nome: nº Data: / /0 9º ano manhã Professora: CLAUDIA FRANCHI Atividade para Nivelamento (Recuperação) - IFEM - Nota:. Classifique as variáveis em qualitativas ou quantitativas (contínuas ou discretas);
Campo Nativo não é Área Rural Consolidada
Campo Nativo não é Área Rural Consolidada Riscos para a implantação da lei de Proteção da Vegetação Nativa (12.651/2012) e equívocos no tratamento dos Campos Sulinos Contribuição técnica da Rede Campos
PROCESSAMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE PARA CARACTERIZAÇÃO DE USOS DO SOLO
PROCESSAMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE PARA CARACTERIZAÇÃO DE USOS DO SOLO Jairo Lima do Nascimento 1, George Leite Mamede 2, João Paulo do Vale Madeiro 3 Resumo: A aplicação de técnicas
DIAGNÓSTICO AMBIENTAL E MONITORAMENTO DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE URBANAS DE PATROCÍNIO MG
Patrocínio, MG, outubro de 2016 ENCONTRO DE PESQUISA & EXTENSÃO, 3., 2016, Patrocínio. Anais... Patrocínio: IFTM, 2016. DIAGNÓSTICO AMBIENTAL E MONITORAMENTO DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE URBANAS
Sistema Nacional de Unidade de Conservação
Gestão Ambiental Sistema Nacional de Unidade de Conservação Curso Técnico em Agropecuária integrado ao ensino médio Profa: Joana Paixão Unidade de conservação Espaço territorial e seus recursos ambientais
PREVALÊNCIA DE FASCIOLOSE HEPÁTICA NO DESCARTE DE VÍSCERAS NO ESTADO DE SANTA CATARINA
PREVALÊNCIA DE FASCIOLOSE HEPÁTICA NO DESCARTE DE VÍSCERAS NO ESTADO DE SANTA CATARINA Autores: Letícia Heloise ANDREANI¹, Carlos Eduardo Nogueira MARTINS², Thaís Regina LEMFERS¹, Priscila Ferreira FAUSTINO¹,
Avaliação de métodos de classificação para o mapeamento de remanescentes florestais a partir de imagens HRC/CBERS
http://dx.doi.org/10.12702/viii.simposfloresta.2014.131-592-1 Avaliação de métodos de classificação para o mapeamento de remanescentes florestais a partir de imagens HRC/CBERS Juliana Tramontina 1, Elisiane
RESUMOS COM RESULTADOS ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)
127 RESUMOS COM RESULTADOS... 128 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 133 RESUMOS COM RESULTADOS 128 ESTUDO DA ENTOMOFAUNA EM REGIÃO DE TRANSIÇÃO DE MATA E CERRADO COM AUXÍLIO DE ARMADILHAS PITFALL EM PRESIDENTE
ANÁLISE FUNCIONAL DA PRODUÇÃO E ESTOCAGEM DE SERAPILHEIRA NO MACIÇO DA PEDRA BRANCA, RJ. Dados preliminares
ANÁLISE FUNCIONAL DA PRODUÇÃO E ESTOCAGEM DE SERAPILHEIRA NO MACIÇO DA PEDRA BRANCA, RJ. Dados preliminares Aluno: Maxwell Maranhão de Sousa Orientadora: Rita de Cássia Martins Montezuma Co-Orientador:
Mata Atlântica Floresta Pluvial Tropical. Ecossistemas Brasileiros
Mata Atlântica Floresta Pluvial Tropical Ecossistemas Brasileiros https://www.youtube.com/watch?v=ee2ioqflqru Sub-regiões biogeográficas endemismo de aves, borboletas e primatas Mata das Araucárias (Ombrófila
FLUTUAÇÃO DA PRECIPITAÇÃO EM ALAGOA NOVA, PARAÍBA, EM ANOS DE EL NIÑO
FLUTUAÇÃO DA PRECIPITAÇÃO EM ALAGOA NOVA, PARAÍBA, EM ANOS DE EL NIÑO Vicente de Paulo Rodrigues da Silva 1 ; Raimundo Mainar de Medeiros 2 ; Manoel Francisco Gomes Filho 1 1 Prof. Dr. Unidade Acadêmica
BIOLOGIA, DIVERSIDADE E COMPORTAMENTO DE AVES TEORIA E PRÁTICA
BIOLOGIA, DIVERSIDADE E COMPORTAMENTO DE AVES TEORIA E PRÁTICA Prof. Durval da Silva Filho Turdus rufiventris Biólogo - CRBio 72.738/01-D BIOLOGIA, DIVERSIDADE E COMPORTAMENTO DE AVES As aves no Brasil
SISEMA. Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos. POLÍCIA MILITAR D E M I N A S G E R A I S Nossa profissão, sua vida.
SISEMA Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos POLÍCIA Unidades de Conservação: aspectos legais, importância, como funciona e outras experiências. Palestrante: Eduardo de Araujo Rodrigues
RELAÇÃO DO CONTEÚDO PARA A RECUPERAÇÃO FINAL
DISCIPLINA: GEOGRAFIA PROFESSORA: Marina Monteiro Vasconcelos DATA: 18/12/2017 VALOR: 20,0 NOTA: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SÉRIE: 7 Ano EF II TURMA: NOME COMPLETO: Nº: RELAÇÃO DO CONTEÚDO PARA A RECUPERAÇÃO
Mapeamento espaço-temporal da ocupação das áreas de manguezais no município de Aracaju-SE
http://dx.doi.org/10.12702/viii.simposfloresta.2014.118-552-1 Mapeamento espaço-temporal da ocupação das áreas de manguezais no município de Aracaju-SE Dráuzio C. Gama 1, Janisson B. de Jesus 1, Milton
ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO DA FREQUÊNCIA DE PRECIPITAÇÃO EM DIFERENTES INTERVALOS DE CLASSES PARA ITUPORANGA SC
ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO DA FREQUÊNCIA DE PRECIPITAÇÃO EM DIFERENTES INTERVALOS DE CLASSES PARA ITUPORANGA SC Katiani ELI 1, Leonardo NEVES 2, Roberto HAVEROTH 3, Joabe W. PITZ 1, Isaac W. PITZ 3, Júlio
USO E OCUPAÇÃO DO SOLO
7.3.1 - USO E OCUPAÇÃO DO SOLO Este relatório refere-se a uma análise ambiental dos tipos de uso e padrões de ocupação do solo da região de Itatiba, onde está localizada a área de estudo, compondo o Estudo
PERTENCIMENTO A MATA ATLÂNTICA E PERCEPÇÃO AMBIENTAL DE ALUNOS DO IFSULDEMINAS CAMPUS INCONFIDENTES NA DISCIPLINA DE GEOGRAFIA
PERTENCIMENTO A MATA ATLÂNTICA E PERCEPÇÃO AMBIENTAL DE ALUNOS DO IFSULDEMINAS CAMPUS INCONFIDENTES NA DISCIPLINA DE GEOGRAFIA Educação Ambiental RESUMO Marisneili Izolina Andrade 1 Adilson Rodrigues Camacho
PROGRAMAS DE RESTAURAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE MATAS CILIARES E DE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS
PROGRAMAS DE RESTAURAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE MATAS CILIARES E DE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS PRADs realidade desde a sua fundação, porem sem foco da restauração dos ambientes naturais; 1990 convênio entre
CORREDOR DE BIODIVERSIDADE DO ARAGUAIA
CORREDOR DE BIODIVERSIDADE DO ARAGUAIA CORREDOR DE BIODIVERSIDADE Região de grande importância biológica onde são desenvolvidas atividades visando associar a proteção da biodiversidade com o desenvolvimento
Resumo Público do Plano de Manejo Florestal da Fazenda Citróleo
Resumo Público do Plano de Manejo Florestal da Fazenda Citróleo CITRÓLEO INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE ÓLEOS ESSECIAIS LTDA FAZENDA CITRÓLEO BAIRRO TRES PINHEIROS CEP 37.443-000 BAEPENDI / MG CNPJ 51.527.190/0002-11
TÍTULO: INFLUÊNCIA DA PCH LUIZ DIAS SOBRE A COMPOSIÇÃO DA ICTIOFAUNA NO RIO LOURENÇO VELHO, MG
TÍTULO: INFLUÊNCIA DA PCH LUIZ DIAS SOBRE A COMPOSIÇÃO DA ICTIOFAUNA NO RIO LOURENÇO VELHO, MG CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS INSTITUIÇÃO: CENTRO
PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE
PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE Projeto Mutirão do reflorestamento a UC 2016 Reflorestamento em áreas urbanas: a experiência da Cidade do Rio de Janeiro Ambientes
Programa de Retomada de Conteúdo. Geografia 1º C, D e E
Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio Regular. Rua Cantagalo 313, 325, 337 e 339 Tatuapé Fones: 2293-9393 e 2293-9166 Diretoria de Ensino Região LESTE 5 Programa de Retomada de Conteúdo
Agrupamento de Escolas Eugénio de Castro Escola Básica de Eugénio de Castro Planificação Anual
Compreender as condições próprias da Terra que a tornam o único planeta com vida conhecida no Sistema Solar Compreender a Terra como um sistema capaz de gerar vida Compreender a célula como unidade básica
LEVANTAMENTO DE ÁREAS AGRÍCOLAS DEGRADADAS NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO
LEVANTAMENTO DE ÁREAS AGRÍCOLAS DEGRADADAS NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Documento Resumo Vitória ES Setembro de 2012 1 COORDENAÇÃO AUTORES Phablo Barreto Eng. Agr. MS Solos Linha de Pesquisa: Áreas Degradadas
POXIM :Os impactos ambientais decorrentes do uso desordenado desta bacia hidrográfica
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE UFS CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CCBS NÚCLEO DE ENGENHARIA FLORESTAL NEF POXIM :Os impactos ambientais decorrentes do uso desordenado desta bacia hidrográfica
MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS AQUÁTICAS
MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS AQUÁTICAS CONTEUDO: 1. 2. 3. 4. Conceito de Plantas Aquáticas Importância das Plantas Aquáticas Impactos do Excesso de Plantas Aquáticas Alternativas de Controle / Metodologias:
Importância ornitológica das salinas do Samouco. ...em risco
Importância ornitológica das salinas do Samouco...em risco O complexo salinas do Samouco, situa-se na margem esquerda do estuário do Tejo, entre de Alcochete e Montijo. Compreende 360 ha compostos essencialmente
Planos de Manejo INSTITUTO FLORESTAL. Floresta Estadual Serra D Água
Planos de Manejo INSTITUTO FLORESTAL Floresta Estadual Serra D Água Localização da Floresta Estadual Serra D Água Município de Campinas Área (ha) 51,20 Informações Gerais UGHRI 5 Piracicaba, Capivari
O CARACTERIZAÇÃO DA VELOCIDADE E DIREÇÃO PREDOMINANTE DOS VENTOS MENSAIS PARA A LOCALIDADE DE RIO DO SUL-SC 1
O CARACTERIZAÇÃO DA VELOCIDADE E DIREÇÃO PREDOMINANTE DOS VENTOS MENSAIS PARA A LOCALIDADE DE RIO DO SUL-SC 1 Joice Ramos 2 ; Tainara Jacinto 3 ; Isaac Weber Pitz 4 ; Leonardo de Oliveira Neves 5 INTRODUÇÃO
PERFIL DO PROFISSIONAL DOS PARQUES ESTADUAIS DE SANTA CATARINA
PERFIL DO PROFISSIONAL DOS PARQUES ESTADUAIS DE SANTA CATARINA Autores: Paulo Henrique Antunes PITTARELLO, Marina Tété VIEIRA. Identificação autores: Aluno pesquisador, curso técnico em hospedagem, IFC-
UNIDADE DATA: 04 / 05 / 2015 I ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE GEOGRAFIA 7.º ANO/EF ALUNO(A): N.º: TURMA: PROFESSOR(A): VALOR: 8,0 MÉDIA: 4,8 RESULTADO: %
SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA Mantenedora da PUC Minas e do COLÉGIO SANTA MARIA UNIDADE DATA: 04 / 05 / 205 I ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE GEOGRAFIA 7.º ANO/EF ALUNO(A): N.º: TURMA: PROFESSOR(A): VALOR:
A PRESERVAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS E A AMEAÇA DA DESSERTIFICAÇÃO DO SEMIÁRIDO NORDESTINO
A PRESERVAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS E A AMEAÇA DA DESSERTIFICAÇÃO DO SEMIÁRIDO NORDESTINO Fabrício Santos Ritá 1 Claudiomir da Silva dos Santos 2 Arturene Maria Lino Carmo 3 Ronei Aparecido Barbosa 4 Marcelo
Águas. Superficiais: Disponibilidades Hídricas. Quantidade de Água disponível no Planeta. Dependem de:
Águas Superficiais: Rios Lagos Lagoas Albufeiras Subterrâneas: Aquíferos Águas do Subsolo até 800 metros de Profundidade Disponibilidades Hídricas Quantidade de Água disponível no Planeta. Dependem de:
Blumenau, 31 de outubro de Cinara Invitti Lemos Sônia Regina de Souza Fernandes. Registrado no IFC Reitoria, Número 8597, Folha 37, Livro 2.
O Instituto Federal Catarinense certifica que SANDRA LOPES GUIMARÃES participou, como Conferencista, na Conferência de abertura: Evasão na Educação Profissional, do III Workshop Nacional da Rede Ibero-Americana
FSC MANEJO RESPONSÁVEL DE EUCALIPTO MANEJO RESPONSÁVEL DE NOGUEIRA PECAN. A AGROPECUÁRIA CONDOR LTDA. desenvolve, através de
A AGROPECUÁRIA CONDOR LTDA. desenvolve, através de suas práticas de bom manejo florestal, uma perfeita integração com o meio ambiente, reduzindo os impactos ambientais e sociais e promovendo a estabilidade
A importância das aulas laboratoriais como uma ferramenta didática para os professores de Biologia. Apresentação: Pôster
1 A importância das aulas laboratoriais como uma ferramenta didática para os professores de Biologia Apresentação: Pôster Maicon Gonçalves BALBINO 1 ; Alisson Abreu RODRIGUES 2 ; Wendell Kennedy Azevedo
RELEVÂNCIA DOS INSETOS PARA O AMBIENTE: UMA ABORDAGEM PEDAGÓGICA COM ALUNOS DA ESCOLA PADRE NÉRCIO RODRIGUES
RELEVÂNCIA DOS INSETOS PARA O AMBIENTE: UMA ABORDAGEM PEDAGÓGICA COM ALUNOS DA ESCOLA PADRE NÉRCIO RODRIGUES Rickson William de Lima Silva; Wedja Rosalina Soares dos Santos; Rodolfo Lucas Bezerra de Almeida;
SNUC - SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO
Prof. Dr. Thiago Leite Engenheiro Florestal (UnB-DF) Mestrado em Ciências Ambientais e Florestais com ênfase em Educação Ambiental (UnB-DF) Doutorado em Ciências Florestais com ênfase em Agroecologia (UnB-DF)
ANÁLISE QUANTITATIVA DOS FRAGMENTOS FLORESTAIS NO ENTORNO DA RESERVA BIOLOGICA DE UNA-BA (REBIO)
ANÁLISE QUANTITATIVA DOS FRAGMENTOS FLORESTAIS NO ENTORNO DA RESERVA BIOLOGICA DE UNA-BA (REBIO) Matheus Santos Lobo ¹, Bárbara Savina Silva Santos², Fernando Silva Amaral ³, Crisleide Aliete Ribeiro 4,Michelle
Universidade Estadual do Ceará UECE Centro de Ciências da Saúde CCS Curso de Ciências Biológicas Disciplina de Ecologia.
Universidade Estadual do Ceará UECE Centro de Ciências da Saúde CCS Curso de Ciências Biológicas Disciplina de Ecologia Biodiversidade P r o fe s s or D r. O r i e l H e r re ra B o n i l l a M o n i to
ANÁLISE TEMPORAL DE PRECIPITAÇÃO DO MUNICÍPIO DE SERRA GRANDE-PB
ANÁLISE TEMPORAL DE PRECIPITAÇÃO DO MUNICÍPIO DE SERRA GRANDE-PB Igor Bruno Machado dos Anjos 1 ; Fagna Maria Silva Cavalcante 2 ; Mariana Lima Figueredo 3 ; César Lincoln Oliveira de Souza 4, Virgínia
Lagoa Urussanga Velha Lagoa Mãe Luzia
Lagoas Costeiras Objetivando constatar a situação atual das lagoas costeiras dos municípios do setor Sul do litoral catarinense, nos dias 17 de abril e 12 de junho de 2008 foram realizadas vistorias terrestres
TERMO DE REFERÊNCIA. Projeto de Reflorestamento com Espécies Nativas no Bioma Mata Atlântica Paraná Brasil
TERMO DE REFERÊNCIA Projeto de Reflorestamento com Espécies Nativas no Bioma Mata Atlântica Paraná Brasil Contextualização e justificativa A The Nature Conservancy (TNC) é uma organização sem fins lucrativos,
Formação e Gestão em Processos Educativos. Cláudio Luiz Melo da Luz Cíntia Luzana da Rosa Daise da Silveira Manenti
1 O USO DO LIVRO DIDÁTICO DO PNLD DO ENSINO MÉDIO: UM ESTUDO DAS PRÁTICAS DOCENTES PARA A FORMAÇÃO DOS ALUNOS CONSIDERANDO A RELAÇÃO ENTRE CONTEÚDOS GRAMATICAIS E POESIA Formação e Gestão em Processos
Efeito de estratégias de manejo em plantio de eucalipto sobre a ocorrência de aves. Camila Cristiane Isabella
Efeito de estratégias de manejo em plantio de eucalipto sobre a ocorrência de aves Camila Cristiane Isabella Introdução Matriz: Área heterogênea Unidades de não-habitat que apresentam condições mais ou
