AQUECIMENTO GLOBAL: MITO OU REALIDADE
|
|
|
- Bento di Azevedo Lagos
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 AQUECIMENTO GLOBAL: MITO OU REALIDADE VI E C O S P S E E S P SÃO PAULO (SP) - NOVEMBRO 2012 Luiz Carlos Baldicero Molion Instituto de Ciências Atmosféricas Universidade Federal de Alagoas
2 O CLIMA GLOBAL VARIA NATURALMENTE E JÁ ESTEVE MAIS QUENTE NO PASSADO DADOS DA ESTAÇÃO DE VOSTOK (ANTÁRTICA) MOSTRARAM QUE AS TEMPERATURAS DOS 3 ÚLTIMOS INTERGLACIAIS FORAM 6 C A 10 C SUPERIORES ÀS DO INTERGLACIAL ATUAL ( SIME ET AL, NATURE 19/11/2009)
3 A HIPÓTESE, QUE A COMPOSIÇÃO QUÍMICA E / OU ISOTÓPICA DAS BOLHAS DE AR NÃO MUDA AO LONGO DE MILHARES DE ANOS, NÃO É ACEITA POR TODOS, POIS AS BOLHAS ESTÃO SUBMETIDAS A PRESSÕES SUPERIOR À ATMOSFÉRICA! DIFUSÃO E REAÇÕES GELO MAIS VELHO QUE O AR
4 TEMPERATURA E CO 2 NOS ÚLTIMOS 420 MIL ANOS (VOSTOK, ANTÁRTICA) Temperatura ( C) PRESENTE IDADE PASSADO TEMPERATURAS DOS INTERGLACIAIS ANTERIORES FORAM 6 A 10 0 C SUPERIORES ÀS S ATUAIS E AUMENTARAM CERCA DE MIL ANOS ANTES DA CONCENTRAÇÃO DE CO 2 ( NATURE, 19/11/2009)
5 O CLIMA GLOBAL VARIA NATURALMENTE E JÁ ESTEVE MAIS QUENTE NO PASSADO DADOS DA ESTAÇÃO DE VOSTOK (ANTÁRTICA) MOSTRARAM QUE AS TEMPERATURAS DOS 3 ÚLTIMOS INTERGLACIAIS FORAM 6 C A 10 C SUPERIORES ÀS DO INTERGLACIAL ATUAL ( SIME ET AL, NATURE 19/11/2009) NOS ÚLTIMOS 10 MIL ANOS, OCORRERAM, NO MÍNIMO, 4 PERÍODOS QUENTES SIGNIFICATIVOS.
6 CILINDROS DE GELO GISP2 DA GROENLANDIA TEMPERATURA DOS ÚLTIMOS 10 MIL ANOS Ótimo do Holoceno Minoano Quente Romano Quente Medieval Quente Temperatura ( C) Pequena Era Glacial ANOS ANTES DE 2000 DC
7 O CLIMA GLOBAL VARIA NATURALMENTE E JÁ ESTEVE MAIS QUENTE NO PASSADO DADOS DA ESTAÇÃO DE VOSTOK (ANTÁRTICA) MOSTRARAM QUE AS TEMPERATURAS DOS 3 ÚLTIMOS INTERGLACIAIS FORAM 6 C A 10 C SUPERIORES ÀS DO INTERGLACIAL ATUAL ( SIME ET AL, NATURE 19/11/2009) NOS ÚLTIMOS 10 MIL ANOS, OCORRERAM, NO MÍNIMO, 3 PERÍODOS QUENTES SIGNIFICATIVOS. NOS ÚLTIMOS 130 ANOS, AS TEMPERATURAS ESTIVERAM MAIS ELEVADAS QUE AS ATUAIS NOS ANOS
8 SÉRIE DA TEMPERATURA NO ÁRTICO MÉDIA DE 8 ESTAÇÕES ENTRE 1880 E 2004 (FONTE DE DADOS :CRU/UEA-JONES ET AL) ANOMALIAS DE TEMPERATURA ( ( C) ΔT T > 4 C4 CO 2 < 300 ppm (?) ANO
9 AEROPORTO DE ASUNCIÓN PARAGUAY TEMPERATURA MÉDIA ANUAL ( C) ANOS FONTE:GISTEMP/NASA
10 TEMPERATURA DA BAIXA TROPOSFERA TROPICAL X ANOMALIAS ( C) SATÉLITES
11 EFEITO ILHA DE CALOR URBANA A ENERGIA RADIANTE DISPONÍVEL (Rn) É REPARTIDA ENTRE OS FLUXOS DE CALOR LATENTE (LE) E O DE CALOR SENSÍVEL (H), QUE AQUECE O AR Rn = LE + H EM GRANDES CIDADES, COBERTAS DE ASFALTO E CONCRETO, EXISTE MUITO POUCA ÁGUA PARA EVAPORAR (LE) E MAIOR PARTE DA ENERGIA DISPONÍVEL CONVERTE-SE EM CALOR SENSÍVEL (H)
12 URBANIZAÇÃO VERSO TEMPERATURA MÍNIMA M NOTURNA DELHI, INDIA TEMPERATURA ( ( C) PERÍODO: DENSIDADE POPULACIONAL Tm = [Tx + Tn]/2 Mallick e Rahman, 2012
13 AQUECIMENTO GLOBAL ANTROPOGÊNICO O CO 2 EMITIDO PELA QUEIMA DE COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS, COMO PETRÓLEO, CARVÃO MINERAL E GÁS S NATURAL, É ÍNFIMO QUANDO COMPARADO ÀS EMISSÕES NATURAIS
14 ESTIMATIVAS DO CARBONO GLOBAL FLUXOS NATURAIS (OCEANOS, SOLOS E BIOTA) : 200 BILHÕES DE TONELADAS DE CARBONO POR ANO. INCERTEZA= ± 40 GtC/ano FLUXOS ANTROPOGÊNICOS : 7 BILHÕES DE TONELADAS DE CARBONO POR ANO! O METANO,, LIBERADO PELA FERMENTAÇÃO ANAERÓBIA DE MATÉRIA VEGETAL (ARROZAIS, RUMINANTES, CUPINS), 21 VEZES MAIS PODEROSO QUE O CO2, ESTÁ AUMENTANDO?
15 CONCENTRAÇÃO MÉDIA M GLOBAL DE METANO CONCENTRAÇÃO (ppbv) ESTÁVEL HÁ 20 ANOS! ( ENTRE 1,7 E 1,8 PPMV) ANO
16 ESTIMATIVAS DO CARBONO GLOBAL FLUXOS NATURAIS (OCEANOS, SOLOS E BIOTA) : 200 BILHÕES DE TONELADAS DE CARBONO POR ANO. INCERTEZA= ± 40 GtC/ano FLUXOS ANTROPOGÊNICOS : CARBONO: 7 BILHÕES DE TONELADAS POR ANO! METANO : ESTÁVEL! EFEITO-ESTUFA, COMO DESCRITO NA LITERATURA, NUNCA FOI PROVADO CIENTIFICAMENTE!
17 ESTIMATIVAS DO CARBONO GLOBAL FLUXOS NATURAIS (OCEANOS, SOLOS E BIOTA) : 200 BILHÕES DE TONELADAS DE CARBONO POR ANO. INCERTEZA= ± 40 GtC/ano FLUXOS ANTROPOGÊNICOS : CARBONO: 7 BILHÕES DE TONELADAS POR ANO! METANO : ESTÁVEL! EFEITO-ESTUFA, COMO DESCRITO NA LITERATURA, NUNCA FOI PROVADO CIENTIFICAMENTE! PROPOSIÇÃO DO PROTOCOLO DE KYOTO : REDUÇÃO DE 5,2% = ~ 0,3 BILHÕES TONS DE CARBONO / ANO (?) REDUZIR EMISSÕES SIGNIFICA GERAR MENOS ENERGIA ELÉTRICA, MENOR DESENVOLVIMENTO!
18 AQUECIMENTO GLOBAL ANTROPOGÊNICO O CO 2 NÃO CONTROLA O CLIMA GLOBAL Δ T CO 2 + 8% E O CO2 AUMENTANDO... LEMBREM-SE, TEMPERATURAS DOS INTERGLACIAIS ANTERIORES FORAM 6 A 10ºC SUPERIORES ÀS S ATUAIS E A CONCENTRAÇÃO DE CO 2 FOI INFERIOR A 300 PPM ( NATURE, NOV, 2009)
19 O DEGELO DO ÁRTICO E DA ANTÁRTICA, É CAUSADO PELO HOMEM OU CÍCLICO?
20 OSCILAÇÃO MULTIDECADAL DO ATLÂNTICO NORTE (ATSM) ANOMALIAS DE TSM 1925 ANO
21 AMÉRICA DO NORTE GROENLANDIA
22 ICEBERG ÁGUA POUCO MAIS QUENTE
23 SÉRIE DA TEMPERATURA NO ÁRTICO MÉDIA DE 8 ESTAÇÕES ENTRE 1880 E 2004 (FONTE DE DADOS :CRU/UEA-JONES ET AL) ANOMALIAS DE TEMPERATURA ( ( C) ΔT T > 4 C4 CO 2 < 300 ppm (?) ANO
24 OSCILAÇÃO MULTIDECADAL DO ATLÂNTICO NORTE (ATSM) ANOMALIAS DE TSM ANO
25 ANOMALIAS DO GELO NO ÁRTICO ANOMALIA DA COBERTURA DE GELO (milhões de km2) University of Illinois at Urbana - Champaign 2007 ABRIL OUT/2012 ANO
26 ANOMALIAS DO GELO NA ANTÁRTICA ANOMALIA DA COBERTURA DE GELO (milhões de km2) University of Illinois at Urbana - Champaign OUT/ 2012 ANO
27 COBERTURA DE GELO : ÁRTICO E ANTÁRTICA SETEMBRO 2012 ÁRTICO (LINHA( AMARELA) ANTÁRTICA (LINHA( VERMELHA)
28 O NÍVEL MÉDIO DOS MARES VAI SUBIR? O IPCC (AR 4) E OS CATASTROFISTAS AFIRMAM QUE O AUMENTO PODERÁ SER DE 60 cm ATÉ 2100! AL GORE, EM SEU DOCUMENTÁRIO LAUREADO, DISSE QUE O NIVEL DO MAR VAI SUBIR DE 6 metros! (MANSÃO EM MONTECITO, CALIFÓRNIA)
29 MANHATTAN, NOVA YORK
30 O NÍVEL MÉDIO DOS MARES VAI SUBIR? O IPCC (AR 4) E OS CATASTROFISTAS AFIRMAM QUE O AUMENTO PODERÁ SER DE 60 cm ATÉ 2100! AL GORE, EM SEU DOCUMENTÁRIO LAUREADO, DISSE QUE O NIVEL DO MAR VAI SUBIR DE 6 metros! (MANSÃO EM MONTECITO, CALIFÓRNIA) O NÍVEL MÉDIO DOS MARES SUBIU 2,7 mm/ano ENTRE ISSO TOTALIZA CERCA DE 5 cm. ESSE APARENTE AUMENTO ESTÁ DENTRO DA VARIAÇÃO NATURAL DE CERCA DE 12 cm, E FOI DEVIDO AO CICLO LUNAR DE 18,6 ANOS. VEJAM!
31 VARIAÇÃO DO NÍVEL DO MAR POR VÁRIAS MISSÕES ESPACIAIS
32 18,4ºN Trópico Cancer 28,6ºN 18,4ºS Trópico Capricórnio 28,6ºS CICLO NODAL LUNAR = 18,6 ANOS
33 THE ISLE OF DEAD, TASMÂNIA CAP. SIR JAMES CLARK ROSS, 1841
34 CATÁSTROFES METEOROLÓGICAS SEMPRE EXISTIRAM NO PASSADO. EXEMPLOS: : : SECA - MATOU MAIS DE 500 MIL NORDESTINOS E MAIS DE 5 MILHÕES ASIÁTICOS : 1950: DÉCADA COM FREQUÊNCIA MAIOR DE TEMPESTADES NA CIDADE DE SÃO PAULO.
35 Precipitação > 30 mm/dia (Jan - Mar) ESTAÇÃO DA LUZ SÃO PAULO Nº de eventos/década TEMPESTADES SEVERAS Frequência de Classes
36 CATÁSTROFES METEOROLÓGICAS SEMPRE EXISTIRAM NO PASSADO. EXEMPLOS: : : SECA - MATOU MAIS DE 500 MIL NORDESTINOS E MAIS DE 5 MILHÕES ASIÁTICOS : 1950: DÉCADA COM FREQUÊNCIA MAIOR DE TEMPESTADES NA CIDADE DE SÃO PAULO. 1896: : ONDA DE CALOR NOS USA - MATOU MAIS DE 3 MIL SÓS EM NOVA YORK 1900: O MAIS MORTÍFERO FURACÃO,, GALVESTONE, TEXAS - MATOU CERCA DE 10 MIL PESSOAS NÃO CONFUNDIR FENÔMENO COM VULNERABILIDADE. PREVISÃO E PREVENÇÃO DE EVENTOS EXTREMOS.
37 ORIGEM DAS PREVISÕES CATASTRÓFICAS FICAS? MODELOS CLIMÁTICOS E SEUS PROBLEMAS! REPRODUÇÃO DAS ESTRUTURAS DO CLIMA GLOBAL CICLO HIDROLÓGICO É PESSIMAMENTE TRATADO PROPRIEDADES E COBERTURA DE NÚVENS OCEANOS (71% DA SUPERFÍCIE DA TERRA) ARMAZENAMENTO DE CALOR, EL NIÑOS, ODP... TRANSPORTE DE CALOR PARA FORA DOS TRÓPICOS SINTONIA SINTONIA DOS MODELOS DOS MODELOS AJUSTES NOS PARÂMETROS PARA REPRODUZIR O CLIMA OBSERVADO E AQUECIMENTO GLOBAL
38 SIMULAÇÃO MODELO E DO GISS APRESENTOU ALGUMAS DISCREPÂNCIAS ~20% REDUÇÃO DE CHUVA NA AMAZÔNIA: - 40 W/m2 (9x10*21 J/ano = 20 MIL ITAIPUS) ~25% REDUÇÃO DE COBERTURA DE ESTRATO NA COSTA OESTE DOS CONTINENTES : +50W/m2 SOLAR ~20% REDUÇÃO DE RADIAÇÃO SOLAR (E SALDO) NAS REGIÕES TROPICAIS PNM MAIS ELEVADA (4-8hPa) NO ÁRTICO E MAIS BAIXA (2-4hPa) NOS TRÓPICOS AUSÊNCIA DE ONDAS DE GRAVIDADE AQUECIMENTO ESTRATOSFÉRICO 1 A CADA 10 ANOS. NA REALIDADE, OCORRE 1 A CADA 2 ANOS
39 MAS... HÁ MUDANÇAS AS NO CLIMA GLOBAL?? SIM, MUITO PROVAVELMENTE NATURAIS, E O PIOR..., UM RESFRIAMENTO GLOBAL!
40 CONTROLADORES CLIMÁTICOS CURTO PRAZO SE OS GASES CO2 E METANO NÃO CONTROLAM O CLIMA GLOBAL, QUEM O FAZ? O SOL É A PRINCIPAL FONTE ENERGIA. O SOL ESTÁ ENTRANDO NUM PERÍODO DE BAIXA ATIVIDADE QUE VAI DURAR ATÉ 2032
41 PREVISÃO DO CICLO DE MANCHAS SOLARES N DE MANCHAS SOLARES SOL, PRINCIPAL FONTE DE ENERGIA, PODERÁ PASSAR OS PRÓXIMOS DOIS CICLOS (22( ANOS) ) PRODUZINDO MENOS ENERGIA E O CLIMA GLOBAL RESFRIAR
42 CONTROLADORES CLIMÁTICOS CURTO PRAZO SE OS GASES CO2 E METANO NÃO CONTROLAM O CLIMA GLOBAL, QUEM O FAZ? O SOL É A PRINCIPAL FONTE ENERGIA. O SOL ESTÁ ENTRANDO NUM PERÍODO DE BAIXA ATIVIDADE QUE VAI DURAR ATÉ 2032 CAMPO MAGNÉTICO, FLUXO DE RAIOS CÓSMICOS GALÁTICOS, E COBERTURA DE NÚVENS ALBEDO PLANETÁRIO RESFRIAMENTO.
43 CONTROLADORES CLIMÁTICOS CURTO PRAZO O SOL É A PRINCIPAL FONTE ENERGIA. O SOL ESTÁ ENTRANDO NUM PERÍODO DE BAIXA ATIVIDADE QUE VAI DURAR ATÉ 2032 OS OCEANOS, EM ESPECIAL O OCEANO PACÍFICO, UM DOS PRINCIPAIS CONTROLADORES DO CLIMA GLOBAL, ESTÁ ESFRIANDO E PERMANECERÁ FRIO,EM MÉDIA, M POSSIVELMENTE ATÉ OSCILAÇÃO DECADAL DO PACÍFICO
44 SISTEMA ARGO
45 LOCALIZAÇÃO DAS BÓIAS SISTEMA ARGO
46 POTÊNCIA (x10 22 J por ano ) RESFRIAMENTO DOS OCEANOS PROJEÇÃO DE MODELOS OBSERVADO ZERO
47 ANOMALIAS DA TEMPERATURA DA SUPERFÍCIE DO MAR (FASE FRIA) A ODP ESTÁ EM UMA NOVA FASE FRIA
48 4 OSCILAÇÃO DECADAL DO PACÍFICO Monthly Values for PDO Index: INDICE DE ODP QUENTE FRIA QUENTE FRIA? ANOS
49 DESVIOS DE TEMPERATURA MÉDIA GLOBAL E AS FASES DA ODP QUENTE FRIA QUENTE PEQUENA ERA GLACIAL E AGORA...RESFRIAMENTO???
50 FREQÜÊNCIA DE EL NIÑOS DESVIOS PADRONIZADOS ÍNDICE MULTIVARIADO DE ENOS FRIA LA NIÑAS QUENTE EL NIÑOS FRIA FASE FRIA: MAIOR NÚMERO N DE LA NIÑAS FORTES, INVERNOS MAIS FRIOS E MAIS SECOS.
51 IMPACTOS REGIONAL E LOCAL
52 DESVIOS DE PRECIPITAÇÃO ( ) 1976) JAN-MAR
53 DESVIOS DE PRECIPITAÇÃO ( ) 1976) ABR-SET
54 DESVIOS DE TEMPERATURA DO AR ( ) AR ( ) JJA
55 PALAVRAS FINAIS... CLIMA VARIA POR CAUSAS NATURAIS! EVENTOS EXTREMOS SEMPRE OCORRERAM, COM O CLIMA FRIO OU QUENTE: : PREVISÃO & ADAPTAÇÃO ÃO. CO2 NÃO CONTROLA O CLIMA. NÃO É VILÃO, É O GÁS S DA VIDA!! FERTILIZAÇÃO DAS PLANTAS, MAIOR PRODUTIVIDADE! MELHORAMENTO DE PLANTAS PARA CLIMA FRIO? REDUÇÃO DE EMISSÕES : INÚTIL! PRIMAVERA/VERÃO :FREQUÊNCIA MAIOR TEMPESTADES E VERANICOS. REDUÇÃO DOS DIAS COM CHUVA NO PERÍODO SECO. INVERNOS RIGOROSOS: VIROSES E SISTEMA RESPIRATÓRIO. RIO. DEVIDO AO AUMENTO POPULACIONAL,, A CONSERVAÇÃO AMBIENTAL É UMA NECESSIDADE DE SOBREVIVÊNCIA DA ESPÉCIE HUMANA.
56 I CO 2 GRATO PELA ATENÇÃO... [email protected]
57 2004 ATENÇÃO: CORRELAÇÃO NÃO IMPLICA EM CAUSA-EFEITO!
58 DESVIOS DE TEMPERATURA DO AR ANOS DE LA NIÑA AGO SET OUT NOV
59 EFEITO-ESTUFA ESTUFA O QUE É? TEORICAMENTE, É A PROPRIEDADE QUE A ATMOSFERA TERRESTRE TEM DE ABSORVER A RADIAÇÃO INFRAVERMELHA EMITIDA PELA SUPERFÍCIE E REEMITÍ-LA EM DIREÇÃO À MESMA. RESULTARIA NO APRISIONAMENTO DE BOA PARTE DA RADIAÇÃO SOLAR QUE PENETRA NO SISTEMA TERRA-ATMOSFERA.
60 EFEITO-ESTUFA ESTUFA COMO FUNCIONA (IPCC)? A RADIAÇÃO SOLAR AQUECE A SUPERFÍCIE. ESTA EMITE RADIAÇÃO INFRAVERMELHA TÉRMICA (IV), OU ONDAS LONGAS (ROL), QUE É ABSORVIDA PELOS GASES CONSTITUINTES MINORITÁRIOS,OS GASES DE EFEITO-ESTUFA (GEE), COMO VAPOR D ÁGUA, GÁS CARBÔNICO, METANO E ÓXIDO NITROSO, E REEMITIDA EM DIREÇÃO À SUPERFÍCIE. EM PRINCÍPIO, QUANTO MAIOR A CONCENTRAÇÃO DOS GEE, MAIS INTENSO É O EFEITO-ESTUFA E MAIOR É O AQUECIMENTO DO PLANETA. É UM EFEITO NATURAL E BENÉFICO PARA A VIDA POIS, SE NÃO EXISTISSE, A TEMPERATURA DO PLANETA SERIA -18 C (ABAIXO DE ZERO) ENQUANTO OBSERVA-SE +15 C, OU SEJA, UM AUMENTO DE +33 C!
61 FALÁCIAS DO EFEITO-ESTUFA ESTUFA ROBERT W. WOOD (1909) DEMONSTROU QUE O EFEITO-ESTUFA ERA DEVIDO AO APRISIONAMENTO DO AR NA CASA DE VEGETAÇÃO E NÃO À ABSORÇÃO DA RADIAÇÃO IV PELO VIDRO. EXEMPLO : CARRO NO SOL! O EFEITO-ESTUFA, DA MANEIRA COMO DESCRITO PELO IPCC, DESAFIA A CIÊNCIA! O CO 2 ABSORVE RADIAÇÃO IV POR BANDAS DE VIBRAÇÃO E ROTAÇÃO DA MOLÉCULA. ESSA ENERGIA CINÉTICA É CONVERTIDA EM CALOR PELO ATRITO COM OUTRAS MOLÉCULAS. A IV NÃO É RE-EMITIDA!
62 CO 2 - ABSORÇÃO POR VIBRAÇÃO O = C = O - O = C = O
63 FALÁCIAS DO EFEITO-ESTUFA ESTUFA ROBERT W. WOOD (1909) DEMONSTROU QUE O EFEITO-ESTUFA ERA DEVIDO AO APRISIONAMENTO DO AR NA CASA DE VEGETAÇÃO E NÃO À ABSORÇÃO DA RADIAÇÃO IV PELO VIDRO. EXEMPLO : CARRO NO SOL! O EFEITO-ESTUFA, DA MANEIRA COMO DESCRITO PELO IPCC, DESAFIA A CIÊNCIA! O CO2 ABSORVE RADIAÇÃO IV POR BANDAS DE VIBRAÇÃO E ROTAÇÃO DA MOLÉCULA. ESSA ENERGIA CINÉTICA É CONVERTIDA EM CALOR PELO ATRITO COM OUTRAS MOLÉCULAS. A IV NÃO É RE-EMITIDA! O AR TEM PESO (P)! É AQUECIDO EM CONTATO COM A SUPERFÍCIE QUENTE E ADQUIRE FLUTUABILIDADE (EMPUXO=E). SE E > P, O AR SOBE! O AR AQUECIDO É QUE EMITE IV E NÃO O CO2!
64 FALÁCIAS DO EFEITO-ESTUFA ESTUFA ROBERT W. WOOD (1909) DEMONSTROU QUE O EFEITO-ESTUFA ERA DEVIDO AO APRISIONAMENTO DO AR NA CASA DE VEGETAÇÃO E NÃO À ABSORÇÃO DA RADIAÇÃO IV PELO VIDRO. SE O PLANETA NÃO TIVESSE ATMOSFERA, NÃO EXISTIRIAM NUVENS QUE SÃO RESPONSÁVEIS PELA METADE DO ALBEDO PLANETÁRIO. A TEMPERATURA SERIA NÃO -18ºC MAS - 5 C! O EFEITO-ESTUFA, DA MANEIRA COMO DESCRITO PELO IPCC, DESAFIA A CIÊNCIA! O CO2 ABSORVE RADIAÇÃO IV POR BANDAS DE VIBRAÇÃO E ROTAÇÃO DA MOLÉCULA. ESSA ENERGIA CINÉTICA É CONVERTIDA EM CALOR PELO CHOQUE COM OUTRAS MOLÉCULAS. A IV NÃO É RE-EMITIDA! LEI DE KIRCHHOFF ( α λ = ε λ ) NÃO SE APLICA À ATMOSFERA. PELA LEI DE WIEN, λ x. T = µm.k. COMO λ x = 15 µm, T = 193 K OU T = - 80 C. OU SEJA, O CO2 FRIO PODE AQUECER A SUPERFÍCIE TERRESTRE QUENTE??? CONTRARIA AS LEIS DA TERMODINÂMICA!
65 COMO O AR É AQUECIDO? O AR TEM PESO ( P )! É AQUECIDO EM CONTATO COM A SUPERFÍCIE QUENTE E ADQUIRE FLUTUABILIDADE (EMPUXO=E). SE E > P, O AR SOBE! O AR AQUECIDO É QUE EMITE IV E NÃO O CO 2! E E E < P E > P P P
66 VISUALIZAÇÃO DO EFEITO-ESTUFA
67 VISUALIZAÇÃO DO EFEITO-ESTUFA
68 TAXA DE VARIAÇÃO ANUAL DO METANO MÉDIA DECENAL DADOS ESRL/NOAA EL NIÑO PINATUBO
69 METANO VERSO UMIDADE DO AR METANO VARIAÇÃO ANUAL UMIDADE SUPERFÍCIE INVERTIDA
70 DESVIOS DE PRECIPITAÇÃO ANOS DE LA NIÑA NOV DEZ JAN FEV
71 HÁ MAIS DE 20 ANOS... 53(4): OUT/DEZ 1991
AQUECIMENTO GLOBAL: MITO OU REALIDADE
AQUECIMENTO GLOBAL: MITO OU REALIDADE 3ª SEMANA DE GEO MÁTICA COLÉGIO POLITÉCNICO UFSM SANTA MARIA (RS), SETEMBRO DE 2010 Luiz Carlos Baldicero Molion Instituto de Ciências Atmosféricas Universidade Federal
Luiz Carlos Baldicero Molion Instituto de Ciências Atmosféricas Universidade Federal de Alagoas
MUDANÇAS CLIMÁTICAS & RECURSOS HÍDRICOS 6 ENCONTRO DE SUINOCULTORES - ACRISMAT SORRISO (MT), 22 DE MAIO DE 2010 Luiz Carlos Baldicero Molion Instituto de Ciências Atmosféricas Universidade Federal de Alagoas
MUDANÇAS CLIMÁTICAS &
? MUDANÇAS CLIMÁTICAS & DESENVOLVIMENTO DO BRASIL PALESTRA UNICENTRO GUARPUAVA (PR) MAIO 2014 Luiz Carlos Baldicero Molion Instituto de Ciências Atmosféricas Universidade Federal de Alagoas O CLIMA GLOBAL
AQUECIMENTO GLOBAL: NATURAL OU ANTROPOGÊNICO. Luiz Carlos Baldicero Molion Instituto de Ciências Atmosféricas Universidade Federal de Alagoas
AQUECIMENTO GLOBAL: NATURAL OU ANTROPOGÊNICO Luiz Carlos Baldicero Molion Instituto de Ciências Atmosféricas Universidade Federal de Alagoas ESTABILIDADE CLIMÁTICA CONTROLES CLIMÁTICOS EFEITO-ESTUFA ESTUFA
AQUECIMENTO GLOBAL: NATURAL OU ANTROPOGÊNICO? Luiz Carlos Baldicero Molion Instituto de Ciências Atmosféricas Universidade Federal de Alagoas
AQUECIMENTO GLOBAL: NATURAL OU ANTROPOGÊNICO? Luiz Carlos Baldicero Molion Instituto de Ciências Atmosféricas Universidade Federal de Alagoas SUMÁRIO EXECUTIVO DO IPCC PAINEL INTERGOVERNAMENTAL DE MUDANÇAS
CLIMA : DIAGNÓSTICO & PERSPECTIVAS PARA A PRÓXIMA DÉCADA
CLIMA : DIAGNÓSTICO & PERSPECTIVAS PARA A PRÓXIMA DÉCADA IX SIMPOSIO DE PESQUISA DOS CAFÉS DO BRASIL EMBRAPA CURITIBA [PR] JUNHO DE 2015 Luiz Carlos Baldicero Molion Professor e Pesquisador Aposentado
AQUECIMENTO GLOBAL E MUDANÇAS CLIMÁTICAS. João Paulo Nardin Tavares
AQUECIMENTO GLOBAL E MUDANÇAS CLIMÁTICAS João Paulo Nardin Tavares INTRODUÇÃO Já podemos sentir o aquecimento global No último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, órgão
Unidade IV Ser Humano e saúde. Aula 17.1
Unidade IV Ser Humano e saúde. Aula 17.1 Conteúdo: O efeito estufa. Habilidade: Demonstrar uma postura crítica diante do uso do petróleo. REVISÃO Reações de aldeídos e cetonas. A redução de um composto
Climatologia GEOGRAFIA DAVI PAULINO
Climatologia GEOGRAFIA DAVI PAULINO Efeito no clima sobre fatores socioeconômicos Agricultura População Diversidade global de climas Motivação! O Clima Fenômeno da atmosfera em si: chuvas, descargas elétricas,
Radiação Solar como forçante climática
Radiação Solar como forçante climática O Sol fornece 99,97 % Emite 2,34 x10 22 MJ/min. Terra intercepta apenas 1,06 x 10 13 MJ (milionésimo) Milhares de vezes maior que consumo anual de energia no planeta.
Clima e mudanças climáticas na Amazônia
Diligência Pública ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO AMAZONAS Manaus-AM, 18 de maio de 2009 Comissão Mista de Mudanças Climáticas Clima e mudanças climáticas na Amazônia Antonio Ocimar Manzi [email protected]
Os fenômenos climáticos e a interferência humana
Os fenômenos climáticos e a interferência humana Desde sua origem a Terra sempre sofreu mudanças climáticas. Basta lembrar que o planeta era uma esfera incandescente que foi se resfriando lentamente, e
Seminário Soluções Técnicas e Financeiras para Cidades Sustentáveis Banco Mundial Brasília. 08 e 09 de Junho 2010
Seminário Soluções Técnicas e Financeiras para Cidades Sustentáveis Banco Mundial Brasília 08 e 09 de Junho 2010 No Programa de Governo Gestão 2009-2012 está previsto o Programa Biocidade e neste o Plano
Mudança do clima: Principais conclusões do 5º Relatório do IPCC
Mudança do clima: Principais conclusões do 5º Relatório do IPCC ILIDIA DA ASCENÇÃO GARRIDO MARTINS JURAS Consultora Legislativa da Área XI Meio Ambiente e Direito Ambiental, Organização Territorial, Desenvolvimento
MÓDULO I: Mudança do Clima e Acordos Internacionais. Efeito Estufa. Fontes de Emissões. Impactos. Acordos Internacionais
MÓDULO I: Mudança do Clima e Acordos Internacionais Efeito Estufa Fontes de Emissões Impactos Acordos Internacionais Fontes de Emissões Antropogênicas Fonte: Quarto Relatório de Avaliação do IPCC, 2007.
Francis Lacerda MUDANÇAS CLIMÁTICAS E IMPACTOS NO ARARIPE
Francis Lacerda MUDANÇAS CLIMÁTICAS E IMPACTOS NO ARARIPE Introdução O recém divulgado relatório do IPCC AR5 sobre a base científica das mudanças climáticas conclui, com acima de 90% de confiança, que
COLÉGIO SÃO JOSÉ PROF. JOÃO PAULO PACHECO GEOGRAFIA 1 EM 2011
COLÉGIO SÃO JOSÉ PROF. JOÃO PAULO PACHECO GEOGRAFIA 1 EM 2011 O Sol e a dinâmica da natureza. O Sol e a dinâmica da natureza. Cap. II - Os climas do planeta Tempo e Clima são a mesma coisa ou não? O que
A atmosfera terrestre, a precipitação e respectivos factores geográficos
A atmosfera terrestre, a precipitação e respectivos factores geográficos 1. Estrutura da atmosfera 1. Estrutura da atmosfera 2. Composição química Dióxido de carbono D i ó x i d o Árgon Outros gases Oxigénio
Atmosfera e o Clima. Clique Professor. Ensino Médio
Atmosfera e o Clima A primeira camada da atmosfera a partir do solo é a troposfera varia entre 10 e 20 km. É nessa camada que ocorrem os fenômenos climáticos. Aquecimento da atmosfera O albedo terrestre
OS CLIMAS DO BRASIL Clima é o conjunto de variações do tempo de um determinado local da superfície terrestre.
OS CLIMAS DO BRASIL Clima é o conjunto de variações do tempo de um determinado local da superfície terrestre. Os fenômenos meteorológicos ocorridos em um instante ou em um dia são relativos ao tempo atmosférico.
Geografia. Professor: Jonas Rocha
Geografia Professor: Jonas Rocha Questões Ambientais Consciência Ambiental Conferências Internacionais Problemas Ambientais Consciência Ambiental Até a década de 1970 o homem acreditava que os recursos
Mudança do clima, Qual a importância? Martin Hedberg meteorologista do Centro Meteorológico Sueco
Mudança do clima, Qual a importância? Martin Hedberg meteorologista do Centro Meteorológico Sueco Tempo (Precipitação, nuvens, ventos, humidade, temperatura ) A forma que a Natureza tem de equilibrar as
INFORMATIVO CLIMÁTICO
GOVERNO DO MARANHÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO NÚCLEO GEOAMBIENTAL LABORATÓRIO DE METEOROLOGIA INFORMATIVO CLIMÁTICO MARANHÃO O estabelecimento do fenômeno El Niño - Oscilação Sul (ENOS) e os poucos
Mudança do clima e acordos internacionais
Mudança do clima e acordos internacionais FIESC Rodrigo F. Gatti Florianópolis, SC Setembro 2011 Mudanças Climáticas Clima X Tempo Ambos compreendem as varáveis que descrevem o estado da atmosfera: - temperatura;
CAPÍTULO 7 EFEITO ESTUFA
CAPÍTULO 7 EFEITO ESTUFA Será que o homem já se conscientizou do poder destrutivo das suas mãos? Hoje, é freqüente ouvirmos falar do efeito estufa Mas quem é esse vilão que nos apavora? O efeito estufa
Controle Primário rio do tempo e do clima
Controle Primário rio do tempo e do clima Condução entre corpos em contato físico direto. Transferência de energia entre as moléculas Convecção Somente ocorre em líquidos e gases. Transferência de calor
Fenômenos e mudanças climáticos
Fenômenos e mudanças climáticos A maioria dos fenômenos climáticos acontecem na TROPOSFERA. Camada inferior da atmosfera que vai do nível do mar até cerca de 10 a 15 quilômetros de altitude. Nuvens, poluição,
Módulo 1 A Ciência da Mudança do Clima
Módulo 1 A Ciência da Mudança do Clima Gás Porcentagem Partes por Milhão Nitrogênio 78,08 780.000,0 Oxigênio 20,95 209.460,0 Argônio 0,93 9.340,0 Dióxido de carbono 0,0379 379,0 Neônio 0,0018 18,0 Hélio
O clima está diferente. O que muda na nossa vida?
O clima está diferente. O que muda na nossa vida? 06/2011 Esta obra foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não-Comercial - Obras Derivadas Proibidas 3.0 Não Adaptada. 2 SUMÁRIO
Objetivos. Compreender o planeta como um sistema aberto. Definir clima e seu mecanismo de funcionamento
Introdução 1. A visão sistêmica do planeta 2. O sistema clima 3. Variações climáticas de longa duração (Ciclos de Milankovitch) 4. A questão das mudanças climáticas (o elemento antrópico) 5. A era antropocênica
Problemas Ambientais
Problemas Ambientais Deflorestação e perda da Biodiversidade Aquecimento Global Buraco na camada de ozono Aquecimento Global - Efeito de Estufa Certos gases ficam na atmosfera (Troposfera) e aumentam
Fenômeno El Niño influenciará clima nos próximos meses
Fenômeno El Niño influenciará clima nos próximos meses Dados divulgados nesta semana das anomalias de temperatura da superfície do mar no Oceano Pacífico indicaram que fenômeno El Niño está na presente,
Evitando o Desforestamento na Amazônia: REDD e os Mercados PSA Cuiabá, 1º de abril de 2009
Evitando o Desforestamento na Amazônia: REDD e os Mercados PSA Cuiabá, 1º de abril de 2009 Desflorestamento e Mudança do Clima Luiz Gylvan Meira Filho Pesquisador Visitante Instituto de Estudos Avançados
Padrões de produção e consumo
INDICADORES AMBIENTAIS DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO 113 Padrões de produção e consumo Recicloteca da COMLURB - Gávea 114 INDICADORES AMBIENTAIS DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO ÁGUA ATMOSFERA SOLO BIODIVERSIDADE
O Aquecimento Global se caracteriza pela modificação, intensificação do efeito estufa.
O que é o Aquecimento Global? O Aquecimento Global se caracteriza pela modificação, intensificação do efeito estufa. O efeito estufa é um fenômeno natural e consiste na retenção de calor irradiado pela
PROBLEMAS AMBIENTAIS INVERSÃO TÉRMICA INVERSÃO TÉRMICA 14/02/2014. Distribuição aproximada dos principais poluentes do ar de uma cidade (SP)
PROBLEMAS AMBIENTAIS Distribuição aproximada dos principais poluentes do ar de uma cidade (SP) Liga-se com a hemoglobina impedindo o O2 de ser conduzido INVERSÃO TÉRMICA *Inversão térmica é um fenômeno
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENSINO DE FÍSICA. Efeito Estufa
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENSINO DE FÍSICA Efeito Estufa Prof. Nelson Luiz Reyes Marques 3 - Processos de propagação do calor Condução térmica
INSTITUTO BRASIL SOLIDÁRIO INSTITUTO BRASIL SOLIDÁRIO. Programa de Desenvolvimento da Educação - PDE Programa de Desenvolvimento da Educação - PDE
INSTITUTO BRASIL SOLIDÁRIO Mudanças Climáticas Rodrigo Valle Cezar O que é o Clima O clima compreende os diversos fenômenos que ocorrem na atmosfera da Terra. Atmosfera é a região gasosa que envolve toda
Elementos Climáticos CLIMA
CLIMA Elementos Climáticos O entendimento e a caracterização do clima de um lugar dependem do estudo do comportamento do tempo durante pelo menos 30 anos: das variações da temperatura e da umidade, do
Prof: Franco Augusto
Prof: Franco Augusto Efeito de latitude A forma esférica da Terra, faz os raios solares chegarem com intensidades variadas nas diversas porções do planeta. Nas áreas próximas à linha do Equador, com baixas
Aquecimento Global e Protocolo de Kyoto. Professor Thiago Espindula Disciplina de Geografia
Aquecimento Global e Protocolo de Kyoto Professor Thiago Espindula Disciplina de Geografia Exercícios (ENEM 2006) Com base em projeções realizadas por especialistas, teve, para o fim do século
Exercícios Tipos de Chuvas e Circulação Atmosférica
Exercícios Tipos de Chuvas e Circulação Atmosférica 1. De acordo com as condições atmosféricas, a precipitação pode ocorrer de várias formas: chuva, neve e granizo. Nas regiões de clima tropical ocorrem
Aquecimento Global: uma visão crítica sobre o movimento ambiental mais discutido de todos os tempos
Aquecimento Global: uma visão crítica sobre o movimento ambiental mais discutido de todos os tempos Amanda Cristina Graf Alves, 6º período Desde o lançamento do polêmico filme A verdade inconveniente do
Sol. O Balanço de Energia do Planeta
Sol O Balanço de Energia do Planeta Aquecimento desigual do Planeta...no tempo:...no espaço: BALANÇO DA RADIAÇÃO À ESCALA MENSAL Rad. de pequeno c.d.o. (recebida) Balanço da radiação (recebida-emitida)
Mudança do Clima. Luiz Gylvan Meira Filho
SABESP São Paulo, 12 de novembro de 2008 Mudança do Clima Luiz Gylvan Meira Filho Pesquisador Visitante Instituto de Estudos Avançados Universidade de São Paulo A terra recebe energia do sol na forma de
CAPÍTULO 8 O FENÔMENO EL NIÑO -LA NIÑA E SUA INFLUENCIA NA COSTA BRASILEIRA
CAPÍTULO 8 O FENÔMENO EL NIÑO -LA NIÑA E SUA INFLUENCIA NA COSTA BRASILEIRA O comportamento climático é determinado por processos de troca de energia e umidade que podem afetar o clima local, regional
Introdução a Mudanças Climáticas e Inventários de Emissões de GEE
CLIMA Introdução a Mudanças Climáticas e Inventários de Emissões de GEE Curitiba, PR 9 de novembro de 2009 Laura Valente de Macedo, Diretora Regional, ICLEI Governos Locais pela Sustentabilidade, Secretariado
Aquecimento Global, Mudanças Climáticas e impactos no Brasil Jose A. Marengo CPTEC/INPE
Aquecimento Global, Mudanças Climáticas e impactos no Brasil Jose A. Marengo CPTEC/INPE Foreign & Commonwealth Office Desastre climático e midiático. Uma coisa é produzir dados, outra é torná-los inteligíveis
Emissões Atmosféricas e Mudanças Climáticas
CONCURSO PETROBRAS TÉCNICO(A) AMBIENTAL JÚNIOR Emissões Atmosféricas e Mudanças Climáticas Questões Resolvidas QUESTÕES RETIRADAS DE PROVAS DA BANCA CESGRANRIO DRAFT Produzido por Exatas Concursos www.exatas.com.br
Atmosfera terrestre: Descrição física e química; emissões atmosféricas naturais e antropogênicas; suas transformações. Transporte atmosférico.
Atmosfera terrestre: Descrição física e química; emissões atmosféricas naturais e antropogênicas; suas transformações. Transporte atmosférico. Por: Vânia Palmeira Campos UFBA IQ -Dpto Química Analítica
Estudo da emissão veicular de Gases de Efeito Estufa (GEE) em veículos movidos à DIESEL. Prof. Dr. Ariston da Silva Melo Júnior
Estudo da emissão veicular de Gases de Efeito Estufa (GEE) em veículos movidos à DIESEL Prof. Dr. Ariston da Silva Melo Júnior INTRODUÇÃO Durante milhões de anos a Terra passou por ciclos naturais de aquecimento
AQUECIMENTO GLOBAL: ATÉ ONDE É ALARMANTE? Angela Maria Magosso Takayanagui Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto USP 2015
AQUECIMENTO GLOBAL: ATÉ ONDE É ALARMANTE? Angela Maria Magosso Takayanagui Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto USP 2015 Principais Questões Ambientais - Séc. XXI Superaquecimento da Terra Extinção da
Como o efeito estufa pode render dinheiro para o Brasil. A Amazônia e o seqüestro de carbono e o protocolo de kyoto
Como o efeito estufa pode render dinheiro para o Brasil A Amazônia e o seqüestro de carbono e o protocolo de kyoto Histórico das reuniões 1992 - assinam a Convenção Marco sobre Mudança Climática na ECO-92.
Efeito estufa e mudanças climáticas regionais
MARIA ASSUNÇÃO FAUS DA SILVA DIAS Efeito estufa e mudanças climáticas regionais MARIA ASSUNÇÃO FAUS DA SILVA DIAS é professora do Departamento de Ciências Atmosféricas do Instituto de Astronomia, Geofísica
SEQUÊNCIA DIDÁTICA PODCAST CIÊNCIAS HUMANAS
SEQUÊNCIA DIDÁTICA PODCAST CIÊNCIAS HUMANAS Título do Podcast Área Segmento Duração Massas de Ar no Brasil Ciências Humanas Ensino Fundamental; Ensino Médio 5min33seg Habilidades: H.7 (Ensino Fundamental)
Dia Mundial do Meio Ambiente 2007
Dia Mundial do Meio Ambiente 2007 Haroldo Mattos de Lemos Presidente, Instituto Brasil PNUMA Vice Presidente, ISO TC 207 (ISO 14000) Presidente, Conselho Técnico da ABNT Presidente, Conselho Empresarial
Unidade 1 Energia no quotidiano
Escola Secundária/3 do Morgado de Mateus Vila Real Componente da Física Energia Do Sol para a Terra Física e Química A 10º Ano Turma C Ano Lectivo 2008/09 Unidade 1 Energia no quotidiano 1.1 A energia
Exploração sustentada de recursos geológicos Recursos energéticos
Exploração sustentada de recursos geológicos Recursos energéticos Aula nº85 22 Maio 09 Prof. Ana Reis Recursos energéticos Vivemos numa época em que os recursos energéticos afectam a vida de todas as pessoas.
PROGRAMA DA DISCIPLINA
UPE Campus Petrolina PROGRAMA DA DISCIPLINA Curso: Geografia Disciplina: Climatologia Carga Horária: 60h/a (teórica e prática) Semestre: 2013.2 Professor: Lucas Costa de Souza Cavalcanti Obrigatória: (X)
DATA: 17/11/2015. 2. (ENEM) Discutindo sobre a intensificação do efeito estufa, Francisco Mendonça afirmava:
EXERCÍCIOS REVISÃO QUÍMICA AMBIENTAL (EFEITO ESTUFA, DESTRUIÇÃO DA CAMADA DE OZÔNIO E CHUVA ÁCIDA) e EQUILÍBRIO QUÍMICO DATA: 17/11/2015 PROF. ANA 1. Na década de 70, alguns cientistas descobriram quais
RESOLUÇÕES E COMENTÁRIOS DAS
1 RESOLUÇÕES E COMENTÁRIOS DAS QUESTÕES ( ) I Unidade ( ) II Unidade ( x ) III Unidade FÍSICA E GEOGRAFIA Curso: Ensino Fundamental Ano: 1.º Turma: ABCDEFG Data: / / 11 009 Física Profs. 1. Resolução I
Emissão Veicular de Gases de Efeito Estufa (GEE) Em Automotivos Movidos a Diesel
Emissão Veicular de Gases de Efeito Estufa (GEE) Em Automotivos Movidos a Diesel *MELO JUNIOR, A. S a.;gatti, L. b.; FERREIRA, P. G c.; FRUGOLLI, A. d a.universidade de São Paulo (USP)/Universidade Paulista,
Sugestão de avaliação
Sugestão de avaliação 6 CIÊNCIAS Professor, esta sugestão de avaliação corresponde ao terceiro bimestre escolar ou às Unidades 3 e 4 do livro do Aluno. Avaliação Ciências NOME: TURMA: escola: PROfessOR:
www.cursinhoemcasa.com Prof. Helena [email protected] Fonte arquivo particular.
Irradiação térmica È o processo de troca de calor que ocorre através da radiação eletromagnética, que não necessitam de um meio material para isso. Ondas eletromagnéticas é uma mistura de campo elétrico
Quais são os gases do efeito estufa?
Foto: Edu Coelho O efeito estufa Nos últimos anos os cientistas têm pesquisado os aspectos climáticos do nosso planeta e uma importante e preocupante descoberta é a elevação de sua temperatura média devido
Capítulo 21 Meio Ambiente Global. Geografia - 1ª Série. O Tratado de Kyoto
Capítulo 21 Meio Ambiente Global Geografia - 1ª Série O Tratado de Kyoto Acordo na Cidade de Kyoto - Japão (Dezembro 1997): Redução global de emissões de 6 Gases do Efeito Estufa em 5,2% no período de
Composição da atmosfera; Nitrogênio (78%); Oxigênio (21%); Outros Gases (1%)
O CLIMA MUNDIAL E BRASILEIRO A Atmosfera Composição da atmosfera; Nitrogênio (78%); Oxigênio (21%); Outros Gases (1%) As camadas da atmosfera: Troposfera; Estratosfera; Mesosfera; Ionosfera; Exosfera.
Massas de Ar e Frentes
Massas de Ar e Frentes Propriedades das Massas de Ar Massas de Ar adquirem as propriedades da superfície subjacente As massas de ar são classificadas de acordo com seu local de origem Características
O CLIMA PORTUGUÊS: Noções básicas e fatores geográficos Regiões climáticas portuguesas
UC História e Geografia de Portugal II Geografia de Portugal 3. O CLIMA PORTUGUÊS: Noções básicas e fatores geográficos Regiões climáticas portuguesas IPS-ESE ME12C André Silva O Clima Português: Elementos
CAPÍTULO 13 OS CLIMAS DO E DO MUNDOBRASIL
CAPÍTULO 13 OS CLIMAS DO E DO MUNDOBRASIL 1.0. Clima no Mundo A grande diversidade verificada na conjugação dos fatores climáticos pela superfície do planeta dá origem a vários tipos de clima. Os principais
Os Grandes Biomas Terrestres. PROF Thiago Rocha
Os Grandes Biomas Terrestres PROF Thiago Rocha Bioma: Uma comunidade de plantas e animais, com formas de vida e condições ambientais semelhantes. (Clements, 1916) Florestas tropicais A área de ocorrência
GNE 109 AGROMETEOROLOGIA Características Espectrais da Radiação Solar
GNE 109 AGROMETEOROLOGIA Características Espectrais da Radiação Solar Prof. Dr. Luiz Gonsaga de Carvalho Núcleo Agrometeorologia e Climatologia DEG/UFLA Absorção seletiva de radiação Absorção seletiva
SOLUÇÕES FINANCEIRAS FRENTE AO ESTADO DE EMERGÊNCIA CLIMA 2013/2014
SOLUÇÕES FINANCEIRAS FRENTE AO ESTADO DE EMERGÊNCIA CLIMA 2013/2014 Cenário 2013 - Definições - 2013 foi um ano de neutralidade climática, não tivemos a presença dos fenômenos La Niña e El Niño; (Em anos
AQUECIMENTO GLOBAL, EL NIÑOS, MANCHAS SOLARES, VULCÕES E OSCILAÇÃO DECADAL DO PACÍFICO
AQUECIMENTO GLOBAL, EL NIÑOS, MANCHAS SOLARES, VULCÕES E OSCILAÇÃO DECADAL DO PACÍFICO Luiz Carlos Baldicero Molion Departamento de Meteorologia, UFAL - AL [email protected] ABSTRACT Conjectures were
Climas do Brasil GEOGRAFIA DAVI PAULINO
Climas do Brasil GEOGRAFIA DAVI PAULINO Grande extensão territorial Diversidade no clima das regiões Efeito no clima sobre fatores socioeconômicos Agricultura População Motivação! Massas de Ar Grandes
CLIMATOLOGIA E MUDANÇAS GLOBAIS VARIAÇÕES DECADAIS CLIMA DO FUTURO MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Variabilidade Climática Eduardo Sávio P. R. Martins CLIMATOLOGIA E MUDANÇAS GLOBAIS SUMÁRIO CLIMA DO PRESENTE Conceitos Balanço de energia Circulação Atmosférica Circulação Atmosférica Sistemas Climáticos
MUDANÇAS CLIMÁTICAS E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA AGRICULTURA ANALISE DA CULTURA DO ALGODOEIRO
MUDANÇAS CLIMÁTICAS E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA AGRICULTURA ANALISE DA CULTURA DO ALGODOEIRO ORIVALDO BRUNINI- JOÃO PAULO DE CARVALHO VANESSA BANCHIERI CIARELLI ANDREW PATRICK C,BRUNINI INSTITUTO AGRONÔMICO
Realização: Aquecimento Global. Parceiros: Apoiadores:
Realização: Parceiros: Aquecimento Global Apoiadores: O que é o efeito estufa? É um fenômeno natural, provocado por alguns gases da atmosfera, que mantêm o nosso planeta aquecido. Esse processo acontece
Grandes Problemas Ambientais
Grandes Problemas Ambientais O aumento do efeito de estufa; O aquecimento global; A Antárctica; A desflorestação; A Amazónia; A destruição da camada de ozono; As chuvas ácidas; O clima urbano; Os resíduos
CAPÍTULO 3 PROTOCOLO DE KIOTO
CAPÍTULO 3 PROTOCOLO DE KIOTO Medidas estão sendo tomadas... Serão suficientes? Estaremos, nós, seres pensantes, usando nossa casa, com consciência? O Protocolo de Kioto é um acordo internacional, proposto
Índices Teleconectivos
Índices Teleconectivos NAO North Atlantic Oscillation ENSO El Niño Southern Oscillation Dinâmica do Clima Ana Picado 338 Carina Lopes 868 Introdução: Dinâmica do Clima A circulação atmosférica é bem conhecida
CLIMAS DO BRASIL MASSAS DE AR
CLIMAS DO BRASIL São determinados pelo movimento das massas de ar que atuam no nosso território. É do encontro dessas massas de ar que vai se formando toda a climatologia brasileira. Por possuir 92% do
Efeito estufa: como acontece, por que acontece e como influencia o clima do nosso planeta
XXII Encontro Sergipano de Física Efeito estufa: como acontece, por que acontece e como influencia o clima do nosso planeta Prof. Dr. Milan Lalic Departamento de Física Universidade Federal de Sergipe
ANGELO ANTÔNIO LEITHOLD INÍCIO DE ATIVIDADE SOLAR NO CICLO 24 E SUAS IMPLICAÇÕES NA DINÂMICA ATMOSFÉRICA
ANGELO ANTÔNIO LEITHOLD INÍCIO DE ATIVIDADE SOLAR NO CICLO 24 E SUAS IMPLICAÇÕES NA DINÂMICA ATMOSFÉRICA CURITIBA ABRIL DE 2011 INÍCIO DE ATIVIDADE SOLAR NO CICLO 24 E SUAS IMPLICAÇÕES NA DINÂMICA ATMOSFÉRICA
O MUNDO QUE VIVEMOS CAPITULO 1 DO VIANELLO E ALVES METEOROLOGIA BÁSICA E APLICAÇÕES
O MUNDO QUE VIVEMOS CAPITULO 1 DO VIANELLO E ALVES METEOROLOGIA BÁSICA E APLICAÇÕES O SOL E O SISTEMA SOLAR SE ENCONTRA NA VIA-LÁCTEA SIMPLES GRAUM DE AREIA ENTRE AS INCONTAVEIS GALÁXIAS DO UNIVERSO VISÍVEL
FUNDAMENTOS DE ESCOLA NÁUTICA FABIO REIS METEOROLOGIA
FUNDAMENTOS DE ESCOLA NÁUTICA FABIO REIS METEOROLOGIA Prof. Fabio Reis 2004 FUNDAMENTOS BÁSICOS DA METEOROLOGIA ATMOSFERA E AQUECIMENTO DA TERRA pg.- 02 VAPOR DE ÁGUA - NUVENS pg.- 20 PRESSÃO CARTA SINÓTICA
VARIABILIDADE, ANOMALIA E MUDANÇA CLIMÁTICA
VARIABILIDADE, ANOMALIA E MUDANÇA CLIMÁTICA 1. INTRODUÇÃO Profs. Luiz Roberto Angelocci e Paulo César Sentelhas Material didático da disciplina LCE306 -Meteorologia Agrícola - Turmas 1,4,5 e 6 Departamento.
PROGNÓSTICO CLIMÁTICO. (Fevereiro, Março e Abril de 2002).
1 PROGNÓSTICO CLIMÁTICO (Fevereiro, Março e Abril de 2002). O Instituto Nacional de Meteorologia, órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, com base nas informações de análise e prognósticos
Tsunamis INTERNATIONAL CENTRE FOR COASTAL ECOHYDROLOGY. Oficina da Prevenção das Catástrofes Naturais Departamento Educacional do ICCE
Tsunamis Um tsunami caracteriza-se por uma série de ondas destruidoras e poderosas. Ocorrem após perturbações abruptas que deslocam verticalmente a coluna de água, tais como um sismo, atividade vulcânica,
CAPÍTULO 11 O FENÔMENO EL NINO
CAPÍTULO 11 O FENÔMENO EL NINO 1.0. O que é o El Nino? É o aquecimento anômalo das águas superficiais na porção leste e central do oceano Pacífico equatorial, ou seja, desde a costa da América do Sul até
Colóquio APMG 201405. Um Inverno particular. Pedro Viterbo Instituto Português do Mar e da Atmosfera. Agradecimentos: Julia Slingo, UK Metoffice
Colóquio APMG 201405 Um Inverno particular Pedro Viterbo Instituto Português do Mar e da Atmosfera Agradecimentos: Julia Slingo, UK Metoffice APMG 201405 Colóquio APMG 201405 Com as devidas desculpas a
CAPÍTULO 2 A ATMOSFERA TERRESTRE
CAPÍTULO 2 A ATMOSFERA TERRESTRE 1.0. O Universo O Universo que pode ser observado pelo homem abrange milhões e milhões de quilômetros. Dentro desse Universo existem incontáveis galáxias, destacando-se
MATÉRIA 6º 2º Dez/13 NOTA
Valores eternos. TD Recuperação MATÉRIA Geografia ANO/TURMA SEMESTRE DATA 6º 2º Dez/13 ALUNO(A) PROFESSOR(A) Tiago Bastos TOTAL DE ESCORES ESCORES OBTIDOS NOTA VISTO DOS PAIS/RESPONSÁVEIS 1. Analise e
CONSIDERAÇÕES SOBRE O AQUECIMENTO GLOBAL ANTROPOGÊNICO
CONSIDERAÇÕES SOBRE O AQUECIMENTO GLOBAL ANTROPOGÊNICO Luiz Carlos Baldicero Molion Instituto de Ciências Atmosféricas, Universidade Federal de Alagoas Cidade Universitária - 57.072-970 Maceió, Alagoas
ANTÁRTICA. Prof. Marcos Col. Santa Clara
ANTÁRTICA Prof. Marcos Col. Santa Clara Origem do nome ÁRTICO vem da palavra grega árktos (ursa), usada pelos astrônomos da Antiguidade para designar as constelações da Ursa Maior e Menor, pontos de orientação
01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.:
PROFESSOR: EQUIPE DE GEOGRAFIA BANCO DE QUESTÕES - GEOGRAFIA - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= TEMPO ATMOSFÉRICO
