Gil Pinheiro UERJ-FEN-DETEL-ETHERNET. O Padrão IEEE (Ethernet)

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1 O Padrão IEEE (Ethernet) Gil Pinheiro UERJ-FEN-DETEL

2 Interface Física 10/100Mbps O acoplamento indutivo melhora a rejeição de ruído (ruído de modo comum) Também elimina a componente DC Interface Ethernet 10/100 Mbps (10BaseT e 100BaseT), par trançado UTP com impedância característica de 100 Ohms, conector RJ-45

3 DTE e DCE Os nós de uma rede podem ser de dois tipos: Data terminal equipment (DTE) São dispositivos geradores ou destinatários finais dos pacotes de dados. DTEs são tipicamente PCs, estações de trabalho, servidores de arquivos, impressoras de rede, etc. Todos com a característica de estação destinatária. Data communication equipment (DCE) Dispositivos intermediários de rede, que recebem e retransmitem pacotes de dados ao longo da rede. DCEs podem ser dispositivos autônomos tais como repetidores, comutadores (switches) ou roteadores ou interfaces de comunicação tais como placas de

4 Categorias de Cabos Determina algumas características de cabos UTP utilizados em redes Ethernet. A impedância é sempre de 100 ohms, porém, há outras características de desempenho, tais como Near End Crosstalk. São definidos pelo TIA/EIA 568-A Categorias 1 e 2 - Não aplicáveis às redes Ethernet Categoria 3 Suporta até 16 MHz. Pode ser usado com 10Base-T Categoria 4 Suporta até 20 MHz. Pode ser usado com 10Base-T Categoria 5 Suporta até 100 MHz. Pode ser usado com 10Base-T, 100Base-T4, 100Base-T2 e 100Base-TX Categoria 5e A categoria 5e (ou "Enhanced Cat 5") é um padrão que excede o Cat 5 em desempenho, suportando freqüências até 100 MHz. Também suporta 10Base-T, 100Base-T4, 100Base-T2 e 100BaseTX Categoria 6 - Suporta freqüências até 250 MHz, suporta Ethernet de 1 Gbps Categoria 7 Padrão proposto para freqüências de até

5 Cabo Normal x Cruzado Cabo Normal: DTE x DCE Cabo Cruzado (crossed): DCE x DCE DT x DTE

6 O Conector RJ-45 O conector RJ-45 tem sido usado em redes até 1 Gbps A utilização dos pares do cabo muda com a velocidade de transmissão

7 A Sub-Camada MAC A sub-camada MAC-Client pode ser: A sub-camada LLC: se o nó é um DTE, a sub-camada LLC permite interfacear com as camadas superiores do nó DTE A sub-camada LLC é definida pelo padrão IEEE802.2 Uma bridge: se o nó for um DCE, as bridges provêem interligação entre redes que usam o mesmo protocolo na camada de enlace, como duas redes Ethernet ou entre Ethernet e outros protocolos previstos no padrão

8 A Interface Padrão Ethernet

9 A Sub-Camada MAC Responsável por: Encapsulamento dos dados: montagem do quadro, interpretação do quadro, detecção de erros durante e após a recepção Controle de acesso ao meio: incluindo delimitação dos quadros, recuperação de uma falha de transmissão

10 Tarefas da Camada MAC A sub-camada LLC envia requisição de envio de quadro à camada MAC contendo o endereço MAC de destino e os dados a serem enviados. Então, a sub-camada MAC: Insere os campos PR, SFD Insere os campos DA e SA Os bytes de dados são inseridos no campo Data e a quantidade de bytes é inserida no campo Length, se houverem menos de 46 bytes, são inseridos bytes de enchimento É calculado o CRC do quadro,usando DA, SA, Length e Data e é colocado no fim do quadro

11 O Quadro IEEE 802.3

12 O Quadro IEEE Preâmbulo (PR) consiste em 7 bytes, com uma seqüência alternada de 0 e 1, que avisa que um quadro está chegando e provê a sincronização dos relógios de transmissão e recepção Start of Frame Delimiter (SFD) Consiste em 1 byte, com uma seqüência alternada de bits 0 e 1 e dois últimos bits iguais a 1. Indicando que o próximo byte é o início do endereço de destino Destination Address (DA) Consiste em 6 bytes, identificando o endereço de destino do quadro. O bit mais significativo (se igual a 0) indica se o endereço é individual ou de grupo (igual a 1). O bit seguinte indica se o endereço é globalmente (=0) ou localmente administrado

13 O Quadro IEEE Source Address (SA) Consiste em 6 bytes, identificando o endereço de origem, sempre um endereço individual, com o bit mais significativo sempre 0 Length/Type Consiste em 2 bytes, indicando a quantidade de bytes no campo de dados ou a identificação do tipo de quadro. Se o valor for igual ou menor que 1500, indica o tamanho do campo de dados. Se for maior ou igual a 0x800 hex, indica um tipo do quadro opcional (EtherType) Data É uma seqüência de bytes de qualquer valor, com até 1500 bytes de comprimento. Se a quantidade de bytes a ser enviada for inferior a 46 bytes, este campo deve ser preenchido até completar 46 bytes.

14 Endereçamento MAC O endereço de acesso ao meio (MAC address) é construído conforme a seguir:

15 Endereçamento MAC O endereço MAC é administrado pelo IEEE se for de administração global. É composto de duas partes: os campos OUI e o NIC Specific OUI (Organizationally Unique Address) define o código do fabricante da interface (placa) de rede NIC Specific define o número de série da interface de rede do fabricante O endereço MAC é único no mundo, quando o bit 2 do Byte 6 (mais significativo) for = 0 (globally unique), sendo administrado pelo IEEE. Se este bit

16 Endereçamento MAC O endereço MAC pode ser usado para endereçar um quadro IEEE conforme a seguir: UNICAST: um DTE se comunica com outro DTE MULTICAST: um DTE envia mensagem a um grupo restrito de DTEs de uma rede BROADCAST: um DTE envia mensagem a todos os DTEs de uma rede

17 Unicast switch UNICAST: Um DTE envia um quadro a outro DTE da rede, o campo Destination Address define o endereço MAC do DTE de destino

18 Multicast switch O switch replica o quadro aos DTEs do grupo MULTICAST : Um DTE envia um quadro a um grupo de DTEs na rede, o campo Destination Address define o endereço de um grupo de DTEs da rede. O endereço MAC é um endereço de grupo se o Bit1 do Byte 6 for = 1 (Multicast). Nesse caso, um DTE atende com o seu endereço individual (UNICAST) e de grupo MULTICAST Faixa de endereços multicast: E a

19 Endereçamento MAC Multicast Endereço IP Multicast Endereço MAC Multicast Mapeamento de endereço IP Multicast para endereço MAC Multicast

20 Broadcast switch O switch replica o quadro aos DTEs da rede BROADCAST : Um DTE envia um quadro a todos os DTEs na rede, o campo Destination Address possui o valor reservado FF:FF:FF:FF:FF (Broadcast). Nesse caso, um DTE atende com o

21 O Campo LEN/Type Além de definir o comprimento, o campo Len/Type pode definir o tipo de quadro. É usado para definir o comprimento (LENGTH) do campo Data, quando seu valor for menor do que 0x800 hex. É usado para definir o tipo de quadro (Ethertype) quando for maior ou igual a 0x800 hex. Quando Len/Type for utilizado para definir o tipo de quadro (Ethertype), o comprimento será definido na camada 3. Há uma codificação, padronizada pelo IEEE, de valores para esse campo (Ethertype).

22 O Campo EtherType Exemplos

23 Exemplos de uso do EtherType Quadro 802.1q (VLAN) Type = 8100 Quadro IP Type = 0800 Datagrama IP Type = 0800

24 Práticas Mostrar pacotes da MV ao PC com Wireshark Quadro Broadcast (ICMP) Usando ping filtro ICMP Usando programa sendraw filtro endereço MAC - SA = MV Quadro Unicast

25 O Controle de Acesso CSMA/CD O CSMA/CD é um protocolo de acesso ao meio, conforme a seguir: Carrier Sense Verificação de portadora, cada estação escuta o meio antes de iniciar a sua transmissão, para verificar se há outra transmitindo Multiple Access Acesso múltiplo, cada estação pode transmitir a qualquer momento, se a rede estiver livre (sem portadora) Collision Detection Detecção de colisão, se duas estações transmitirem ao mesmo, o sinal na rede ficará ininteligível. Para detectar a colisão, durante a transmissão, cada estação compara o seu sinal transmitido com o

26 A Detecção de Colisão Quando ocorre uma colisão entre duas estações distantes na rede, podemos analisar os eventos imediatamente antes dessa colisão ocorrer: Uma estação A inicia a sua transmissão Alguns instantes depois, uma outra estação B também inicia a sua transmissão, mas logo detecta que houve uma colisão A estação A só detecta a colisão instantes após da estação B

27 A Detecção de Colisão Quadro da estação A R R Colisão R A B Quadro da estação B Rede de comprimento L A estação B detecta a colisão e logo pára de transmitir, sabendo que seu quadro colidiu, mas o sinal na rede já está corrompido A colisão (seqüência de bits não inteligíveis) se propaga na rede até a estação A A estação A somente saberá que o seu quadro gerou uma colisão, se detectar que a colisão ocorreu enquanto estava transmitindo o seu quadro Então, existe um comprimento (ou duração) de quadro mínima, que possibilita a detecção da colisão. Abaixo desse limite, a colisão não será detectada pela estação, mais distante, que a gerou Este comprimento de quadro mínimo está associado a um

28 Os Limites para a Operação em Half Duplex

29 O Quadro GigaBit Ethernet O quadro deve ser aumentado, através do campo Extension, para possibilitar a detecção de colisão. Após a recepção, o campo é retirado pela camada de enlace

30 Principais Suplementos do IEEE 802.3

31 Evolução do Padrão 802.3

32 10Base5 1º Padrão Ethernet 10Base5 significa 10 Mbps de velocidade de transmissão, banda BASE, segmento de 500 m Sinal com codificação Manchester Meio físico - cabo coaxial grosso de 50 Ohms Conectores coaxiais do tipo N Opera em Half-duplex, podendo haver colisões entre estações no meio Vantagem: bastante confiável, devido a robustez do meio físico, novas estações são acrescentadas através de derivações (conector vampiro ) Desvantagens: meio físico pesado e pouco flexível, meio físico compartilhado dificulta o isolamento de problemas, taxa de transmissão limitada, half-duplex, a colisão limita o desempenho em altas demandas de tráfego (protocolo não determinístico CMSA/CD)

33 Instalação 10Base5 Utiliza um transceptor (MAU) por nó de rede

34 AUI (Attachment Unit Interface) Conecta uma placa de rede a um transceptor Comprimento máximo de 50m Usada extensivamente no padrão

35 10Base2 2º Padrão Ethernet 10Base2 significa 10 Mbps de velocidade de transmissão, banda BASE, segmento de 185 m Sinal com codificação Manchester Meio físico - cabo coaxial fino (RG-59) de 50 Ohms Conectores coaxiais do tipo BNC Opera em Half-duplex, podendo haver colisões entre estações no meio Vantagem: meio físico bastante flexível e de fácil instalação, menor custo que 10Base5 ao dispensar transceptores Desvantagens: meio físico compartilhado dificulta o isolamento de problemas, taxa de transmissão limitada, half-duplex, a colisão limita o desempenho em altas demandas de tráfego (protocolo não determinístico CMSA/CD), topologia de conexões em série limita o cabeamento na instalação, expansão mais difícil que 10Base5 pois precisa parar a rede

36 Camada Física do Padrão IEEE Subcamadas Subcamadas do padrão IEEE para os modos 10BaseT, 100BaseT e 1000BaseT Os modos de 10, 100 e 1000 Mbps também são conhecidos como: 10 Mbps Ethernet 100 Mbps Fast Ethernet 1000 Mbps Gigabit Ethernet GMII - Gigabit medium independent interface O padrão mais recente (2002): 10 Gbps 10 Gigabit Ethernet

37 Códigos de Linha São códigos utilizados para a transmissão de dados digitais, utilizando sinais digitais ou analógicos. Alguns tipos de código de linha RZ (Return to Zero) NRZ (Non Return to Zero) NRZI (Non Return to Zero Inverted) MLT-3 (Multi Level 3) Manchester Manchester Diferencial

38 Códigos de Linha Para a transmissão eficiente de informação através do meio físico o sinal deve possuir algumas características São características desejáveis de um código de linha: Fornecer boa relação sinal x ruído Obter uma distribuição espectral do sinal adequada, sinais com espectro mais concentrado geram maior interferência eletromagnética (EMI) em outros sistemas, cross-talk Ausência de componente DC em sistemas que demandem transmissão por RF, fibra ótica ou acoplamento por transformador A componente DC também requer sinais de maior potência, devendo ser evitada sempre que possível Simplicidade e baixo custo

39 Código de Linha NRZ (Non Return to Zero) É o código mais simples, consiste num sinal de linha (+E,0) que corresponde ao nível lógico (0 ou 1) Só ocorre transição na linha se o bit a ser transmitido mudar A sincronização dos relógios é mais difícil em longas seqüências de bits, pela ausência de transições intermediárias Não há diferença entre uma seqüência de bits 0 e a linha em repouso (Idle) Possui um valor DC diferente de zero, isso é ruim quando é necessário isolamento galvânico, usual em redes Ethernet Codificação pouco eficiente em termos de espectro de freqüência

40 Código de Linha NRZI (Non Return to Zero Inverted) Só ocorre transição na linha se o bit a ser transmitido for 1, com nível 0 a linha permanece inalterada Esse código resolve a questão de uma longa seqüência de bits 1 sem transições Não há diferença entre uma seqüência de bits 0 e a linha em repouso (Idle) Possui um valor DC diferente de zero, isso é ruim quando é necessário isolamento galvânico, usual em redes Ethernet Codificação pouco eficiente em termos de espectro de freqüência

41 Código Manchester Os bits de dados são codificados nas transições do sinal (Nível 0 Transição 0/1, Nível 1 Transição 1/0) Esse código resolve a questão de uma longa seqüência de bits 1 ou 0 sem transições, pois ocorre uma transição a cada bit Esquema de codificação de linha da Ethernet de 10Mbps (10 Base T)

42 Código de Linha RZ (Return to Zero) A cada bit, o sinal de linha retorna a zero Há uma transição na linha mesmo se o bit a ser transmitido não mudar Possui uma eficiência de codificação de 1 bit/baud, para cada 2 bits (baud) requer 2 transições A máxima freqüência de sinalização é igual a taxa de transmissão (baud rate) Possui um valor DC diferente de zero, isso é ruim quando é necessário isolamento galvânico, usual em redes Ethernet

43 Código MLT-3 (Multi Level 3) Código com 3 níveis de tensão (-1,0,+1) Utilizado no padrão 100Base-TX Similar ao código NRZ Bit 0 mantém estado anterior Bit 1 inverter estado anterior Possui uma eficiência de codificação de 1 bit/baud, porém, requer 4 transições (baud) para completar um ciclo completo (-1/0, 0/+1, +1/0,0/-1) A máxima freqüência de sinalização é ¼ da taxa de transmissão (baud rate). Exemplo: sinal de 25MHz numa taxa de 100 Mbps (100BASE-TX)

44 O Código 4B/5B É um código de grupo de bits, que transforma um conjunto de 4 bits de dados num código de 5 bits na transmissão (e ao contrário na recepção) Adiciona mais 16 códigos aos 16 códigos de dados (de 4 bits), possibilita a existência de códigos de controle (início de quadro Ethernet) A freqüência do sinal também aumenta após o 4B/5B Por exemplo, o byte A5 será codificado como:

45 O Código 4B/5B

46 O Chip Intel 82562ET Controlador conforme o padrão IEEE 802.3, modos 10BASE-T e 100BASE-TX Autonegociação conforme IEEE 802.3u Controle de equalização digital adaptativa Operação no modo 100BASE-TX Codificação 4B/5B Os símbolos 5B são serializados e transmitidos a uma taxa de 125 Mbps, utilizando o código de linha MLT-3, o qual é transmitido no cabo par trançado (UTP ou STP) Portanto, com o MLT-3, a taxa de sinalização máxima será de 31,25MHz

47 Camada Física do IEEE em 10/100 Mbps Chip KS8721CL Conector RJ-45

48 Camada Física do IEEE em 10/100 Mbps Operando a 100 Mbps Conector RJ-45

49 Camada Física do IEEE em 10/100 Mbps Operando a 10 Mbps Conector RJ-45

50 Codificações Manchester, NRZI e MLT3

51 No Padrão 100 Mbps No canal de transmissão Taxa de transmissão: 100 Mbps Após conversão 4B/5B: 100 x 5/4 = 125 Mbps Após conversão 5B/MLT3: 125 / 4 = 31,25 MHz Conclusão: A taxa de transmissão é de 100 Mbps, porém a taxa de sinalização (máxima) é de 31,25 MHz. Vantagens no uso do MLT-3: ao trabalhar com menores freqüências a atenuação dos cabos de rede é menor, a emissão de interferência eletromagnética é menor e permite o uso de cabos mais baratos

52 No Padrão 10 Mbps No canal de transmissão Taxa de transmissão: 10 Mbps Após codificação Manchester: 10 x 2 = 20 MHz Conclusão: a taxa de transmissão é de 10 Mbps, porém a taxa de sinalização (máxima) é de 20 MHz.

53 Equalização Adaptativa Com a transmissão de dados em alta velocidade, a atenuação nos cabos com a freqüência torna-se um problema. Em operação normal, o conteúdo harmônico do sinal pode variar muito, devido a aleatoriedade da forma de onda do sinal Esta variação da intensidade do sinal deve ser compensada para assegurar a integridade dos dados recebidos Com o aumento do comprimento do cabo de rede a atenuação aumenta. E como o comprimento do cabo depende da instalação, é necessário um circuito auto-adaptativo, que ajuste a intensidade do sinal recebido, compensando a atenuação do cabo

54 O Circuito Embaralhador (Scrambler) O embaralhador (scrambler) é necessário para que a radiação emitida pelo cabo de rede esteja dentro dos limites da legislação de radiação eletromagnética (EMI) aplicável. Isso é feito através do espalhamento da energia do sinal no cabo ao longo do espectro de freqüência Após o embaralhamento, a freqüência do sinal fica aleatoriamente distribuída ao longo de um amplo espectro de freqüência Sem o embaralhador, o sinal estaria mais concentrado numa faixa de freqüências mais estreita, excedendo o limite da legislação Como a radiação eletromagnética não é problemática em fibras óticas, esse circuito é desnecessário no padrão 100BASE-FX

55 Regra Num segmento de rede Ethernet não pode haver mais do que: 5 segmentos de rede 4 repetidores (e/ou hubs) 3 mixing segments (segmentos de cabo coaxial onde o tráfego de várias estações pode se misturar, podendo ocorrer colisão entre várias estações). Essa regra deixa de existir com segmentos do tipo par trançado ou fibra ótica.

56 Conversor de Mídia É um dispositivo de camada física, que possibilita a conversão de sinal entre mídias. Geralmente, converte de fibra ótica para par trançado. Com a fibra ótica, é possível estender a distância das redes, aumentar a imunidade a descargas atmosféricas / EMI e implementar o isolamento galvânico entre as áreas conectadas (importante em sistemas de automação industrial)

57 Funções de um HUB Repetidor Um hub repetidor é um dispositivo de camada Física, que deve atender aos seguintes requisitos (IEEE 802.3): Restaurar a amplitude do sinal Restaurar a simetria do sinal Re-temporizar o sinal Remontar o preâmbulo Reforçar a colisão em todos os segmentos da rede Estender fragmentos Deve atender a regra 5-4-3

58 Funções de um HUB Repetidor A arquitetura moderna de redes Ethernet é do tipo estrela, sendo necessário um Hub para expandir a rede acima de 2 estações Um hub repetidor é voltado para redes Ethernet de meio físico compartilhado (Half-duplex Ethernet), onde apenas uma estação pode transmitir de cada vez, senão ocorrem colisões As colisões devem ser detectadas por todas as estações da rede, para permitir o descarte de quadros defeituosos e a funcionalidade do protocolo CSMA/CD. Um hub repetidor deve ser transparente para a rede, por outro lado, deve reforçar as colisões em todas as portas do hub Apesar de ser um equipamento antigo, ainda é usado em aplicações onde o tempo de resposta é critico (da ordem de alguns ms). Exemplo:

59 Funções de um HUB Comutador (ou Switch) Um hub comutador (switch) permite que os domínios de broadcast e de colisão sejam separados Um hub comutador (switch) é um dispositivo de camada de Enlace, que deve atender aos seguintes requisitos: Pode efetuar algumas as funções de um hub repetidor, exceto reforçar as colisões em todas as portas Deve atuar como um bridge (isolando o tráfego entre duas ou mais sub-redes), mantendo uma tabela de endereços de rede em cada porta Pode possuir funções de QoS, implementada através de várias filas de saída (queue) associadas a cada porta. A prioridade define o

60 Arquitetura de um Switch Ethernet

61 Switch Ethernet com funções de DHCP, PPoE, firewall, roteador e NAT

62 Quando usar um Hub ou Switch? Item Recomendação Baixo custo Hub Baixa latência de dados Hub Aplicações simples Hub Operação a 100 Mbps Switches Operação em Full Duplex Switches Auto-negociação Switches Grandes distâncias Switches Isolamento de tráfego entre portas Switches Analisadores de rede Hub

63 Redes Virtuais (VLAN) Quando é necessário expandir redes, uma solução de baixo custo, bastante utilizada, são as redes virtuais (VLAN = Virtual Local Area Network) Justificativa para as VLAN: Os quadros de broadcast desempenham diversas funções indispensáveis ao funcionamento de uma rede. Por exemplo, sempre que um nó IP deseja encontrar o endereço MAC de um nó de rede, é gerado um pacote de broadcast ARP (Address Resolution Protocol) do tipo: Qual o endereço MAC da máquina com endereço IP x.y.z.w?. Numa rede Ethernet de segmento simples (onde o meio físico halfduplex é compartilhado ex.: cabo coaxial, hubs), o domínio de broadcast é o mesmo domínio de colisão. O tráfego de broadcast pode aumentar bastante a colisão no segmento compartilhado. Por outro lado, os vários segmentos Ethernet conectados através de um switch formam um domínio de broadcast, composto por vários domínios de colisão. Com o uso de switches, cada porta está associada a um DTE, formando um domínio de colisão de apenas 1 nó. Porém, o domínio de broadcast pode ter milhares de DTEs. Desse modo, o gerenciamento dessas redes planas pode complicar devido ao tráfego de broadcast. A segmentação da rede com switches melhora o desempenho da rede na comunicação Unicast, mas não o faz no tráfego Broadcast A solução natural nessas grandes redes é o uso de sub-redes, o que requer o uso de roteadores, que via de regra, são equipamentos caros

64 Redes Virtuais As VLANs são uma solução de baixo custo para a ampliação e segregação de redes, sem aumento no cabeamento físico. Porém, perde-se em disponibilidade do sistema. Requer switches especiais com essa funcionalidade. Trunk (VLAN Frame) switch Cada cor representa uma VLAN, as VLANs não se comunicam entre si, a menos que haja um roteador externo ou interno ao Switch switch

65 O Quadro 802.1q (VLAN Trunk) Identificador (EtherType) de que esse quadro está associado a uma VLAN Identificador da Rede Virtual Prioridade

66 QoS Qualidade de Serviço A qualidade de serviço é necessária para adequar o desempenho da rede ao atraso admissível para uma determinada aplicação Um dos problemas do tráfego de redes é a latência, que é decorrente da espera em filas de switches (FIFOs), do desempenho aleatório do tráfego da rede, etc. Aplicações de multimídia requerem baixa latência, da ordem de dezenas de milissegundos São definidas classes para os fluxos de dados, ao passarem pelos switches, os fluxos de maior prioridade são enviados primeiro num segmento de rede. Para isso, são criadas filas de saída por classe de tráfego, para cada segmento de rede.

67 Arquitetura de um Switch Ethernet Filas de saída

68 Tipo de Serviço e Prioridade Exemplos Prioridade do Datagrama IP Prioridade do Quadro (VLAN)

69 QoS - Classes de Prioridade (Conforme a IEEE 802.1D)

70 QoS - Classes de Prioridade (Conforme a IEEE 802.1D) Quantidade de filas em função da quantidade de classes disponíveis

71 Alimentação de Dispositivos PoE: Power over Ethernet, consiste na alimentação de dispositivos através de cabos de rede Ethernet Compatível com os cabos CAT-5 e com os padrões 10BASETX e 100BASETX, onde são utilizados apenas 2 pares do cabo (sinais Rx e Tx) Regulamentado pelo padrão IEEE802.3af Para dispositivos de baixa potência (Webcam e sensores)

72 Alimentação de Dispositivos Potência Consumida (PD) - Watts Classes Estado Potência Máxima da Fonte (PSE) Watts 0 Default 15,4 0,44 a 12,95 1 Opcion al 4 0,44 a 12,95 2 Opcion al 7 3,84 a 6,49 3 Opcion proteção al 15,4 6,49 a 12,95 Para a do dispositivos alimentado (PD), é utilizado o método resistive power discovery, que consiste no PSE monitorar a corrente da linha periodicamente Se a corrente for inferior a 5 a 10 ma, o PSE desliga a alimentação para o dispositivo (PD) imediatamente, para protegê-lo

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