Diário do Judiciário Eletrônico / TJMG Administrativo quinta-feira, 15 de dezembro de Des. Mário Lúcio Carreira Machado 1º Vice-Presidente

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1 Diário do Judiciário Eletrônico / TJMG Administrativo quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 Des. Cláudio Renato dos Santos Costa Presidente Desª. Márcia Maria Milanez 3º Vice-Presidente Des. Mário Lúcio Carreira Machado 1º Vice-Presidente Des. Antônio Marcos Alvim Soares Corregedor-Geral de Justiça Des. Joaquim Herculano Rodrigues 2º Vice-Presidente Des. Luiz Audebert Delage Filho Vice-Corregedor-Geral de Justiça CIRCULAÇÃO IRRESTRITA - ANO IV - BELO HORIZONTE, QUINTA-FEIRA, 15 DE DEZEMBRO DE Nº 230 Lei Federal nº de 19/12/2006, art. 4º Assinatura Digital: o presente documento está assinado digitalmente, nos termos da Lei /2006 e MP /2001. A assinatura digital constitui forma de encriptação eletrônica do documento. Ela está empregada neste documento eletrônico como recurso tecnológico da segurança da informação. Os dados que compõem cada informação deste documento foram cifs pela assinatura digital quando do respectivo armazenamento no equipamento-banco-de-dados do TJMG. Para a cifragem e armazenamento, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais empregou certificados digitais expedidos por instituição certificadora devidamente credenciada na ICP-Brasil (Infra- Estrutura de Chaves Públicas Brasileira). O presente documento recebeu assinatura digital com uso de Certificado de padrão ICP-Brasil com algoritmo de assinatura sha1rsa, expedido pela Autoridade Certificadora denominada AC PRODEMGE SRF, usado padrão de algorítimos criptográficos de RSA(1024 bits). Os métodos criptográficos empregados impedem que a assinatura eletrônica seja falsificada, ou que os dados do documento digitalmente assinado e armazenado sejam adultes ou copiados, tornando-os invioláveis. Encontram-s garantidas, pela assinatura digital, a autenticidade e a inviolabilidade de todos os dados do presente DIÁRIO DO JUDICIÁRIO DO TJMG. PRESIDÊNCIA Chefe de Gabinete: Gutenberg José Leite Junqueira 15/12/2011 PORTARIA-CONJUNTA Nº 230/2011 Decreta luto oficial no Poder Judiciário do Estado de Minas Gerais. O PRIMEIRO VICE-PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, no exercício da Presidência, e o CORREGEDOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS, no uso de suas atribuições legais, RESOLVEM: Art. 1º Fica decla luto oficial no Poder Judiciário do Estado de Minas Gerais, por três dias, a partir da data desta Portaria-Conjunta, em sinal de pesar pelo falecimento do Desembargador Hélio Costa, ex-presidente do Tribunal de Justiça do Estado. Art. 2º Não haverá suspensão do expediente no período a que se refere o art. 1º desta Portaria-Conjunta. Belo Horizonte, 15 de dezembro de Desembargador MÁRIO LÚCIO CARREIRA MACHADO, Primeiro Vice-Presidente, no exercício da Presidência Desembargador ANTÔNIO MARCOS ALVIM SOARES, Corregedor-Geral de Justiça CONCURSO PÚBLICO PARA FORMAÇÃO DE CADASTRO DE RESERVA DO QUADRO DE PESSOAL DA SECRETARIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS Edital 01/2011 O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais TJMG, Desembargador Cláudio Renato dos Santos Costa, com fundamento no disposto na alínea c do inciso I do art. 103 da Constituição Estadual, no inciso XI do art. 13, da Resolução n. 420, de 1º de agosto de 2003, com alterações posteriores, torna pública a abertura de Concurso Público para formação de cadastro de reserva do Quadro de Pessoal da Secretaria do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, nos termos do presente Edital. FAVOR CONSULTAR O EDITAL 01/2011 CONCURSO PÚBLICO PARA FORMAÇÃO DE CADASTRO DE RESERVA DO QUADRO DE PESSOAL DA SECRETARIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS AO FINAL DESTA PUBLICAÇÃO. Belo Horizonte, 14 de dezembro de Desembargador CLÁUDIO RENATO DOS SANTOS COSTA, Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais ATOS DO PRESIDENTE REFERENTES À DIRETORIA EXECUTIVA DE ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS MAGISTRATURA Complementando a escala de férias dos Desembargadores, referente ao primeiro semestre/2012, nos termos da legislação vigente, somente no tocante ao que se segue: Câm. 3ª Crim. Desemb. Antônio Carlos Cruvinel Paulo Cézar Dias Antônio Armando dos Anjos 1º Período/ Único 2º Período a a Fortuna ª Cv. 5ª Cív. Grion Maria Luíza de Marilac Mariângela Meyer Manuel Saramago Mauro Soares de Freitas Barros Levenhagen Versiani Penna Áurea Brasil a a a a a a a a a a a a a a a a Deferindo a suspensão das férias individuais do(s) magist(s) abaixo relacionado(s), referentes ao primeiro semestre de 2012: Câmara/ Lotação 1ª Crim. Desembargador Alberto Deodato Neto Período a Deferindo ao(s) seguinte(s) Desembargador(es), o que indica, nos termos da legislação vigente: - Desembargador Alberto Deodato Neto, 01 (um) dia útil de compensação, a ser usufruído no dia ; -Desembargadora Evangelina Castilho Duarte, autorização para ausentar-se do país, no período de a ; - Desembargadora Heloísa Combat, licença por motivo de doença em pessoa da família, no período de a ; - Desembargadora Maria Luíza de Marilac, 05 (cinco) dias úteis de compensação, a serem usufruídos no período de a ; - Desembargador Peixoto Henriques, desistência de 03 (três) dias úteis de compensação, no período de a ; - Desembargador Peixoto Henriques 01 (um) dia útil de compensação, a ser usufruído no dia ; - Desembargador Renato Martins Jacob, autorização para ausentar-se do país, no período de a ; - Desembargador Tarcísio Martins Costa, 05 (cinco) dias úteis de compensação, no período de a Designando o(a) Desembargador(a) Caetano Levi Lopes, para substituir, na Corte Superior, o Desembargador Wander Marota, no período de a dje.tjmg.jus.br Edição nº: 230/2011 Página 1 de 17

2 Diário do Judiciário Eletrônico / TJMG Administrativo quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 Designando o(a) Desembargador(a) Manuel Saramago para substituir, na Corte Superior, o Desembargador Francisco Kupidlowski, no período de a Designando o(a) Desembargador(a) Edgar Penna Amorim para substituir, na Corte Superior, o Desembargador Almeida Melo, no período de a Designando o(a) Desembargador(a) Edilson Fernandes para substituir, na Corte Superior, o Desembargador Silas Vieira, no período de a Designando o(a) Desembargador(a) Agostinho Gomes de Azevedo para substituir, na Corte Superior, o Desembargador Dídimo Inocêncio de Paula, no período de a Designando o(a) Desembargador(a) Tibúrcio Marques para substituir, na Corte Superior, a Desembargadora Selma Marques, no período de a Deferindo, nos termos do parecer, averbação de tempo de serviço requerida pelos Juízes de Direito abaixo relacionados: - Alexandre Verneque Soares; - Bruno José Silva Nunes; - Daniele Viana da Silva; - Denes Marcos Vieira. Ver planilhas (quatro) deferindo alterações de férias dos magists ao final desta publicação. Ver planilha Lista de comarcas substitutas a vigorar durante o ano de 2012 ao final desta publicação. Ver planilha Deferindo escala de férias de Magists da comarca de Belo Horizonte ao final desta publicação. Ver planilha Deferindo escala de férias de Magists dos Juizados Especiais da comarca de Belo Horizonte ao final desta publicação. ATOS DO 1º VICE-PRESIDENTE NO EXERCÍCIO DA PRESIDÊNCIA MAGISTRATURA Deferindo às seguintes Juízas de Direito da Comarca de Belo Horizonte a escala de férias, referente ao primeiro semestre de 2012, nos termos da legislação vigente, conforme segue: Vara/ Lotação Projeto Novos Rumos JESP BH Juiz(a) Maria Juliana Albergaria Costa de Caux Maria Flávia Albergaria Costa 1º período/ único 27/02/12 a 27/03/12 03/02/12 a 17/02/12 2º período - 02/05/12 a 16/05/12 1ª INSTÂNCIA Aposentando Maria Rita da Luz Pinho, PJPI , no cargo de Oficial de Apoio Judicial, classe C, JPI-EF-GS, PJ-52, da comarca de Caxambu, de Primeira Entrância, a partir de 28/09/2011, nos termos do artigo 3º da Emenda à Constituição Federal n.º 47, publicada em 06/07/2005 (Portaria n.º 1577/2011). Colocando à disposição do Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Minas Gerais: - Cláudia Venuto Castro, PJPI , Oficial de Apoio Judicial D, da comarca de Belo Horizonte, para prestar serviços no Cartório da 348ª Zona Eleitoral de Ipatinga, sem ônus para aquele órgão, até 31/12/2012, nos termos da Lei nº /82 considerando a aprovação de sua requisição, em decisão de 16/11/2011, no processo administrativo Digital n.º /2011 (Portaria n.º 1578/2011); - Elza Maria Moreira Muniz, PJPI , Oficial de Apoio Judicial D, da comarca de Tiros, de Primeira Entrância, para prestar serviços no Cartório da 76ª Zona Eleitoral de Carmo do Paranaíba, sem ônus para aquele órgão, até 31/12/2012, nos termos da Lei nº /82, considerando a aprovação de sua requisição, em decisão de 27/10/2011, no processo administrativo Digital n.º /2011 (Portaria n.º 1579/2011); - Marise Helena de Freitas, PJPI , Oficial de Apoio Judicial D, da comarca de Uberaba, para prestar serviços no Cartório da 276ª Zona Eleitoral de Uberaba, sem ônus para aquele órgão, até 31/12/2011, nos termos da Lei nº /82, considerando a aprovação de sua requisição, em decisão de 03/11/2011, no processo administrativo Digital n.º /2011 (Portaria n.º 1580/2011); - Sônia Maria Nascimento Silva, PJPI , Agente Judiciário E, da comarca de Belo Horizonte, para prestar serviços no Cartório da 27ª Zona Eleitoral de Belo Horizonte, sem ônus para aquele órgão, até 31/12/2012, nos termos da Lei nº /82, considerando a aprovação de sua requisição, em decisão de 09/11/2011 (Portaria 1581/2011). Exonerando: - Christiane Hebach Souza, PJPI , do cargo, em comissão, de Assessor de Juiz, TJ-DAS-08, PJ- 51, da 4ª Vara Cível da comarca de Belo Horizonte, em virtude de provimento da referida Vara por Juiz titular (Portaria n.º 1582/2011); - Eliane Carolina Maia, PJPI , do cargo de Oficial de Apoio Judicial, classe D, JPI-SG, da comarca de Igarapé, de Segunda Entrância, a pedido, a partir de 03/10/2011, nos termos do art. 106, alínea a, da Lei 869, de 05/07/52 (Portaria n.º 1583/2011); - Frederico de Paiva Zucareli, PJPI , do cargo de Oficial de Apoio Judicial, classe D, JPI-SG, da comarca de Itajubá, de Segunda Entrância, a pedido, a partir de 02/09/2011, nos termos do art. 106, alínea a, da Lei 869, de 05/07/52 (Portaria n.º 1584/2011); - Pedro Pereira Junior, PJPI , do cargo, em comissão, de Assessor de Juiz, TJ-DAS-08, PJ-51, da 11ª Vara Cível da comarca de Belo Horizonte, a pedido do Juiz de Direito Dr. Átila Andrade de Castro (Portaria n.º 1585/2011); - Rejane Aparecida Vieira, PJPI , do cargo, em comissão, de Assessor de Juiz, TJ-DAS-08, PJ- 51, da 2ª Vara Cível da comarca de Vespasiano, a pedido, a partir de (Portaria n.º 1586/2011); - Sara Barbosa Teixeira Nogueira, PJPI , do cargo de Oficial de Apoio Judicial, classe D, JPI-SG, da comarca de Patrocínio, de Segunda Entrância, a pedido, a partir de 17/10/2011, nos termos do art. 106, alínea a, da Lei 869, de 05/07/52 (Portaria n.º 1587/2011). Nomeando: - Bruno Alves Apolinário, PJPI , Oficial de Apoio Judicial D, efetivo, da comarca de Vespasiano, para exercer o cargo, em comissão, de Assessor de Juiz, TJ-DAS-08, PJ-51, por indicação da Juíza de Direito Dra. Dênia Francisca Corgosinho Taborda, que responde pela 2ª Vara Cível da comarca de Vespasiano (Portaria n.º 1588/2011); - Ernesto Costa Beck, PJPI , Oficial de Apoio Judicial D, efetivo, da comarca de Itabira, para exercer o cargo, em comissão, de Assessor de Juiz, TJ-DAS-08, PJ-51, por indicação do Juiz de Direito Dr. Afrânio José Fonseca Nardy, que responde pela 1ª Vara Cível da comarca de Itabira (Portaria n.º 1589/2011); - Pedro Pereira Junior, PJPI , para exercer o cargo, em comissão, de Assessor de Juiz, TJ-DAS- 08, PJ-51, por indicação do Juiz de Direito Dr. Átila Andrade de Castro, da 4ª Vara Cível da comarca de Belo Horizonte (Portaria n.º 1590/2011). SUPERINTENDÊNCIA ADMINISTRATIVA DIRETORIA EXECUTIVA DA GESTÃO DE BENS, SERVIÇOS E PATRIMÔNIO Diretor Executivo: Michel G. Salomão Homologação Processo: nº. 2229/2011 Licitação: nº. 153/2011 Modalidade: Pregão Eletrônico Objeto: Contratação de empresa para prestação de serviços especializados de transmissão e armazenamento de áudio e vídeo pela internet com acesso interativo de participantes, capaz de prover Ensino à Distância EAD para até 900 (novecentos) acessos simultâneos pelo período de 12 meses. LICITANTE VENCEDOR Lote Único: Oversee Tecnologia e Sistemas Ltda. Valor Total: R$ ,00 (Trinta e cinco mil oitocentos e oitenta e quatro reais). Gerência de Compra de Bens e Serviços Gerente: Maria da Conceição Gabriche S. Menezes A Gerência de Compra de Bens e Serviços do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais torna público aos interessados que permanecem inaltes os seguintes preços regists: Ata de Registro de Preço nº 011/2010 Vigência: até Objeto: Material para Escritório Lote 2: Fornecedor Máximo Distribuidora Ltda. Item 2.1 Objeto: Fur tipo sovela para processos. Marca: M.D. Valor unitário: R$9,90 Quantidade Registrada: 500 unidades Lote 3: Fornecedor: Ethos Comercial e Serviços Item 3.1 Objeto: Apoio para pés Marca: RBJ Valor Unitário: R$50,00 Quantidade Registrada: unidades Ata de Registro de Preços nº 007/10 Vigência: Objeto Material Gráfico e Impressos Envelopes Lote 1: Fornecedor: IPECOL S/A Indústrias Gráficas Envelope para Ofício Branco Timb 229x114mm Valor unitário: R$3,28 - Quantidade registrada: centos dje.tjmg.jus.br Edição nº: 230/2011 Página 2 de 17

3 Diário do Judiciário Eletrônico / TJMG Administrativo quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 Lote 2: Fornecedor: IPECOL S/A Indústrias Gráficas Envelope ½ Ofício Pardo Timb 229x162mm Valor unitário: R$3,75 - Quantidade registrada: centos Lote 3: Fornecedor: IPECOL S/A Indústrias Gráficas Envelope A4 Pardo Timb 324x229mm Valor unitário: R$6,56 - Quantidade registrada: centos Quantidade Registrada: 56un. Item 1.11 Pneu 195/60 R15 Valor Unitário: R$ 167,32 Marca: Goodyear NCT- 5 Quantidade Registrada: 24un. Item 1.12 Pneu 185/65 R14 Valor Unitário: R$ 149,46 Marca: Goodyear GPS- 3 Quantidade Registrada: 112un Objeto: Prorrogação do prazo de execução e vigência - Vigência: a Valor do termo: Sem alteração. Verticaltech Indústria de Elevadores Ltda. - 2ºTA de ao Ct. 309/2010 de Objeto: ração de cláusula - Vigência: a Valor do termo: Sem alteração.(republicado por incorreção) Convênios Extratos Ata de Registro de Preço nº 007/2011 Vigência: até 15/06/2012 Objeto: Aparelhos de uso administrativo - Bebedouros Lote 1: Vitanet Comercial Ltda. Bebedouro Elétrico (de chão). Valor Unitário: R$459,99 Marca: Libell Quantidade Registrada: 150un. Lote 2: Policarbon Brasil Indústria de Filtros e Bebedouros Ltda. Bebedouro Fonte Soft Valor Unitário: R$438,97 Marca: Natugel Mini PSAI Quantidade Registrada: 200un. Ata de Registro de Preço nº 010/2011 Vigência: até 30/05/2012 Objeto: Pneus Lote Único: Curinga dos Pneus Ltda. Item 1.1 Pneu 225/70 R15 112/110R Valor Unitário: R$ 276,36 Marca: Goodyear G-32 Quantidade Registrada: 24un. Item 1.2 Pneu 165/70 R13 Valor Unitário: R$ 110,92 Marca: Goodyear GPS- 3 Quantidade Registrada: 392un. Item 1.3 Pneu 275/80 Valor Unitário: R$ 1.048,10 Marca: Goodyear G- 658 Quantidade Registrada: 18un. Item 1.4 Pneu 195/70 R15 Valor Unitário: R$ 430,99 Marca: Goodyear G-32 Quantidade Registrada: 48un. Item 1.5 Pneu 185 R14 Valor Unitário: R$ 159,80 Marca: Goodyear GPS- 2 Quantidade Registrada: 106un. Item 1.6 Pneu 185/60 R14 Valo Unitário: R$ 147,58 Marca: Goodyear NCT- 5 Quantidade Registrada: 152un. Item 1.7 Pneu 205/70 R15 Valor Unitário: R$ 276,36 Marca: Goodyear G-32 Quantidade Registrada: 112un. Item 1.8 Pneu 7.50 R16 Valor Unitário: R$ 360,02 Marca: Goodyear G-32 Quantidade Registrada: 12un. Item 1.9 Pneu 205/55 R16 Valor Unitário: R$ 226,54 Marca: Goodyear Excellence Quantidade Registrada: 120un. Item 1.10 Pneu 195/65 R15 Valor Unitário: R$ 193,64 Marca: Goodyear NCT- 5 Item 1.13 Pneu 175/70 R14 Valor Unitário: R$ 161,68 Marca: Goodyear GT-2 Quantidade Registrada: 12un. Item 1.14 Pneu 265/70 R15 Valor Unitário: R$ 782,27 Marca: Goodyear Quantidade Registrada: 8un. Gerência de Contratos e Convênios Gerente: Adriana Lage de Faria Navarro Contrato (Extrato) Prestar Advanced Serviços Ltda - ME - Ct. 693/2011 de Processo 1490/2011 Objeto: Prestação dos serviços de limpeza da fachada do Prédio Palácio da Justiça do TJMG. Vigência: a Valor do Ct.: R$ ,00 Dotação Orçamentária nº Serviços de Conservação e Limpeza. Globalprint Editora Gráfica Ltda - ME - Ct. 680/2011 de Processo 1558/2011 Objeto: Prestação de serviços gráficos de impressão do jornal TJMG Informativo. Vigência: a Valor do Ct.: R$ ,00 Dotação Orçamentária nº Locação de Serviços Gráficos. Editora Nova Dimensão Jurídica Ltda - Ct. 673/2011 de Processo 1923/2011 Objeto: Assinatura e entrega mensal do Boletim de Direito Administrativo BDA, Boletim de Direito Municipal BDM e Boletim de Licitações e Contratos BLC, bem como serviços de consultoria. Vigência: a Valor do Ct.: R$ ,00 Dotação Orçamentária nº Assinaturas de jornais, Revistas e Periódicos. Termo Aditivo Contrato (Extrato) Método Telecomunicações e Comércio Ltda - 1ºTA de ao Ct. 673/2010 de Objeto: ração de cláusula e acréscimo de valor. - Vigência: a Valor inicial do Ct.: R$ ,00 - Valor do termo: R$ ,00 - Novo valor do Ct. R$ ,00- Dotação Orçamentária nº Manutenção, Adaptação e Conservação de Equipamentos e Material Permanente. Valid Soluções e Serviços de Segurança em Meios de Pagamento e Identificação S.A - 6ºTA de ao Ct. 348/2006 de Objeto: ração de cláusula e acréscimo de valor. - Vigência: a Valor inicial do Ct.: R$ ,00 - Valor do termo: R$ ,00 - Novo valor do Ct. R$ ,00 Dotação Orçamentária nº Locação de Serviços Gráficos. Teplan Técnicas de Construções e Planejamentos Ltda - 4ºTA de ao Ct. 498/2010 de Banco BMG S/A Termo de cooperação nº203/2011 de Objeto: Estabelecimento das bases de cooperação entre os partícipes, no âmbito de suas respectivas áreas de atuação com vistas à integração e conjugação de esforços em apoio à Semana Mineira de Conciliação Bancária, idealizada com uma forma de resolver as demandas massificadas relativas a contratos bancários. - Vigência: a Valor: Sem ônus para o Tribunal. DIRETORIA EXECUTIVA DE FINANÇAS E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA Diretor Executivo: Hilton Secundino Alves GERÊNCIA DE CONTABILIDADE Gerente: Paulo Roberto da Silva Coutinho Diárias de Viagem: Nome: Angélica Tavares D. Perissinotto, Cargo: Técnico Judiciário B, Destino: Belo Horizonte - MG, Atividade Desenvolvida: Curso de Formação Instrutores Regionais - Módulo Formação Humana., Data saída: 20/11/2011, Data retorno: 21/11/2011, Qt. Diárias: "1,5". Nome: Antônio Ribeiro Martins, Cargo: Técnico Judiciário B, Destino: Poço Fundo - MG, Atividade Desenvolvida: Supervisão, controle e fiscalização da execução da obra de Poço Fundo e Lambari/MG., Data saída: 23/11/2011, Data retorno: 25/11/2011, Qt. Diárias: "2,5". Nome: Bruno Sena Carmona, Cargo: Juiz de entrância especial, Destino: Belo Horizonte - MG, Atividade Desenvolvida: Convocação para o I Encontro de Juízes de Turmas Recursais do Estado de Minas Gerais., Data saída: 29/09/2011, Data retorno: 02/10/2011, Qt. Diárias: "3,5". Nome: Geraldo Antônio da Cunha, Cargo: Assistente Especializado, Destino: São Lourenço - MG, Atividade Desenvolvida: Conduzir Veículo Oficial., Data saída: 09/12/2011, Data retorno: 10/12/2011, Qt. Diárias: "1,5". Nome: Henrique Mendonça Schvartzman, Cargo: Juiz de Direito Substituto, Destino: Caeté - MG, Atividade Desenvolvida: Convocação para o de Curso Aperfeiçoamento para Magists Vitaliciandos - VIII Vitaliciar., Data saída: 01/09/2011, Data retorno: 03/09/2011, Qt. Diárias: "2,5". Nome: Ivana Fernandes Vieira, Cargo: Juiz de Segunda Entrância, Destino: Belo Horizonte - MG, Atividade Desenvolvida: Convocação para o I Encontro de Juízes de Turmas Recursais do Estado de Minas Gerais., Data saída: 29/09/2011, Data retorno: 01/10/2011, Qt. Diárias: "2,5". Nome: João Ary Gomes, Cargo: Juiz de entrância especial, Destino: Belo Horizonte - MG, Atividade Desenvolvida: Palestrante do curso de Aspectos da Execução das Penas Privativas de Liberdade, Restritivas de Direitos e Medidas de Segurança., Data saída: 03/11/2011, Data retorno: 05/11/2011, Qt. Diárias: "2,5". Nome: José Humberto da Silveira, Cargo: Juiz de entrância especial, Destino: Belo Horizonte - MG, Atividade Desenvolvida: Convocação para participar da reunião de validação das Instruções Padrão de dje.tjmg.jus.br Edição nº: 230/2011 Página 3 de 17

4 Diário do Judiciário Eletrônico / TJMG Administrativo quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 Trabalho - IPT's., Data saída: 07/08/2011, Data retorno: 09/08/2011, Qt. Diárias: "2,5". Nome: José Luiz de Paula Alves da Cunha, Cargo: Técnico Judiciário C, Destino: Uberaba - MG, Atividade Desenvolvida: Fiscalização de obras., Data saída: 12/12/2011, Data retorno: 13/12/2011, Qt. Diárias: "1,5". Nome: JOSÉ MAURO CATTA PRETA LEAL, Cargo: Desembargador, Destino: Diamantina - MG, Atividade Desenvolvida: Participação no III Curso Jurídico Regional - CJUR 2011., Data saída: 24/11/2011, Data retorno: 26/11/2011, Qt. Diárias: "2,5". Nome: Juliano Abrantes Rodrigues, Cargo: Juiz de entrância especial, Destino: Belo Horizonte - MG, Atividade Desenvolvida: Convocação para o I Encontro de Juízes de Turmas Recursais do Estado de Minas Gerais., Data saída: 30/09/2011, Data retorno: 01/10/2011, Qt. Diárias: "1". Nome: Kênia Suzete Baía Ferreira, Cargo: Juiz de Segunda Entrância, Destino: Diamantina - MG, Atividade Desenvolvida: Participação no 3º Curso Jurídico Regional - CJUR 2011., Data saída: 24/11/2011, Data retorno: 26/11/2011, Qt. Diárias: "2,5". Nome: Luciano Siqueira de Carvalho, Cargo: Técnico Judiciário C, Destino: Leopoldina - MG, Atividade Desenvolvida:, Data saída: 12/12/2011, Data retorno: 14/12/2011, Qt. Diárias: "2,5". Nome: Márcia de Sousa Victoria, Cargo: Juiz de Direito Substituto, Destino: Caeté - MG, Atividade Desenvolvida: Convocação para o Curso de Aperfeiçoamento para Magists Vitaliciandos - VIII Vitaliciar., Data saída: 01/09/2011, Data retorno: 03/09/2011, Qt. Diárias: "2,5". Nome: Maria Teresa Costa Ribeiro, Cargo: Oficial Judiciário A - I, Destino: Piranga - MG, Atividade Desenvolvida: Em atendimento à PORTARIA Nº 1.760/CGJ/2011., Data saída: 29/11/2011, Data retorno: 29/11/2011, Qt. Diárias: "0,5". Nome: Mário Paulo de Moura Campos Montoro, Cargo: Juiz de Segunda Entrância, Destino: Diamantina - MG, Atividade Desenvolvida: Participação no III Curso Jurídico Regional - CJUR 2011., Data saída: 24/11/2011, Data retorno: 27/11/2011, Qt. Diárias: "3,5". Nome: Mauro Lucas da Silva, Cargo: Juiz de entrância especial, Destino: Belo Horizonte - MG, Atividade Desenvolvida: Convocação da CGJMG para validação de IPT's., Data saída: 07/08/2011, Data retorno: 09/08/2011, Qt. Diárias: "2,5". Nome: Miguel Fernando Schettini Alhadas, Cargo: Técnico Judiciário B, Destino: Uberaba - MG, Atividade Desenvolvida: Fiscalização de obras., Data saída: 01/12/2011, Data retorno: 07/12/2011, Qt. Diárias: "4". Nome: Osvaldo Oliveira Araújo Firmo, Cargo: Desembargador, Destino: Brasília - DF, Atividade Desenvolvida: Reunião dos Comitês Estaduais do Fórum do Judiciário para a Saúde., Data saída: 07/12/2011, Data retorno: 07/12/2011, Qt. Diárias: "0,5". Nome: Paulo Ornelas Mourthé, Cargo: Técnico Judiciário B, Destino: Uberaba - MG, Atividade Desenvolvida: Fiscalização de obras., Data saída: 12/12/2011, Data retorno: 13/12/2011, Qt. Diárias: "1,5". Nome: Victor Hernane Narcizo de Sousa, Cargo: Técnico Judiciário C, Destino: Itabira - MG, Atividade Desenvolvida: Fiscalização da obra de reforma do Fórum da Comarca de Itabira., Data saída: 06/12/2011, Data retorno: 06/12/2011, Qt. Diárias: "0,5". Nome: Victor Hernane Narcizo de Sousa, Cargo: Técnico Judiciário C, Destino: Santa Bárbara - MG, Atividade Desenvolvida: Fiscalização da obra de reforma do Fórum da comarca de Santa Bárbara., Data saída: 16/11/2011, Data retorno: 16/11/2011, Qt. Diárias: "0,5". Nome: Wilson Almeida Benevides, Cargo: Juiz de entrância especial, Destino: Carlos Chagas - MG, Atividade Desenvolvida: Em atendimento à PORTARIA Nº 1.838/CGJ/2011., Data saída: 05/12/2011, Data retorno: 07/12/2011, Qt. Diárias: "2,5". DIRETORIA EXECUTIVA DE ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS Diretora Executiva: Neuza das Mercês Rezende, 15 de Dezembro de 2011 GERÊNCIA DA MAGISTRATURA GERENTE: Sílvio Cássio de Souza GERÊNCIA DE PROVIMENTO E DE CONCESSÕES AOS SERVIDORES Gerente: Maria das Mercês Simões da Rocha Pinto Pela 1ª Instância Aprovando Portaria do Diretor do Foro: Substituição - designação a partir da data da publicação, durante afastamento do titular: -Elaine Cristina Rodrigues da Silva, Conselheiro Lafaiete, Oficial de Apoio Judicial D, PJ-28, até ; -Farley Rubio de Souza, Bocaiúva, Oficial de Apoio Judicial D, PJ-28, até ; -Francielle dos Santos Fonseca, Conselheiro Pena, Oficial Judiciário D, da especialidade Oficial de Justiça Avaliador, PJ-28, até ; -Jordélia Alves de Vasconcelos Guimarães, Divinópolis, Oficial Judiciário D, da especialidade Oficial de Justiça Avaliador, PJ-28, até ; -Ligia Machado Torres, Itajubá, Oficial de Apoio Judicial D, PJ-28, até ; -Maria Lúcia Coimbra Cristo, Belo Vale, Oficial de Apoio Judicial D, PJ-28, até ; -Natalia Saldanha de Pinho Garcia, Ferros, Oficial de Apoio Judicial D, PJ-28, até ; -Paloma Comunian Costa, Varginha, Oficial de Apoio Judicial D, PJ-28; -Pedro Henrique Kramer Custódio, Varginha, Oficial de Apoio Judicial D, PJ-28; -Ronaldo de Carvalho, Varginha, Oficial de Apoio Judicial D, PJ-28, até ; -Thamiris Lentz de Almeida, Varginha, Oficial de Apoio Judicial D, PJ-28, até ; -Wilson Rodrigues Santos Júnior, Patrocínio, Oficial de Apoio Judicial D, JPI-SG, PJ-28. Substituição - designação durante afastamento do titular: -Ademir Bernardes de Araujo Filho, Poços de Caldas, Técnico de Apoio Judicial de Entrância Especial C, PJ-64, 23 dias, a partir de ; -Adriana Boaventura Cardoso, Campo Belo, Técnico de Apoio Judicial de Segunda Entrância C, PJ-58, 15 dias, a partir de e 19 dias, a partir de ; -Adriana de Castro Arantes Duarte, Campanha, Oficial de Apoio Judicial B, PJ-52, 33 dias, a partir de ; -Alessandro Alarcão Naves, Araguari, Oficial de Apoio Judicial B, PJ-58, 15 dias, a partir de ; -Angela Maria Pereira de Souza, Morada Nova de Minas, Técnico de Apoio Judicial de Primeira Entrância C, PJ-52, 02 dias, a partir de ; -Armanda Silveira Duarte Franco, Cambuí, Oficial de Apoio Judicial B, PJ-58, 04 dias, a partir de e 23 dias a partir de ; -Bruno Bitencourt de Paula, Ribeirão das Neves, Oficial de Apoio Judicial D, JPI-SG, PJ-28, em prorrogação, a partir de até ; -Cláudio Vidal Rangel Júnior, Timóteo, Oficial de Apoio Judicial D, PJ-28, em prorrogação até , ficando retificada às publicações dos dias e ; -Daise Aparecida Dias Silva, Caeté, Técnico de Apoio Judicial de Segunda Entrância C, PJ-58, no dia ; -Edna Aparecida Pereira Santos, Morada Nova de Minas, Técnico de Apoio Judicial de Primeira Entrância C, PJ-52, 02 dias, a partir de e no dia ; -Eliane Geralda dos Reis Alves, Pedro Leopoldo, Técnico de Apoio Judicial de Segunda Entrância C, PJ-58, 05 dias, a partir de ; -Evelyne Salgado Paione Nogueira, Campanha, Oficial de Apoio Judicial B, PJ-52, 19 dias, a partir de ; -Fabiana Poli, Pratápolis, Técnico de Apoio Judicial de Primeira Entrância C, PJ-52, 05 dias, a partir de , 02 dias, a partir de e 02 dias, a partir de ; -Farley Rubio de Souza, Bocaiúva, Oficial de Apoio Judicial D, PJ-28, a partir de até ; -Fernando Carneiro Gomes, Mariana, Oficial de Apoio Judicial B, PJ-58, no dia e 04 dias, a partir de ; -Fernando Carneiro Gomes, Mariana, Oficial de Apoio Judicial B, PJ-58, 03 dias, a partir de ; -Flavia Beatriz Silva Galante Tomás, Monte Carmelo, Técnico de Apoio Judicial de Segunda Entrância C, PJ-58, 02 dias, a partir de ; -Gabriela Ribeiro de Melo, Araxá, Oficial de Apoio Judicial B, PJ-58, no dia ; -Gerciluce de Brito Sales Costa, Bocaiúva, Técnico de Apoio Judicial de Segunda Entrância C, PJ-58, 12 dias, a partir de e 19 dias, a partir de ; -Giliana Vieira Soares da Silva, Bocaiúva, Técnico de Apoio Judicial de Segunda Entrância C, PJ-58, 15 dias, a partir de e 38 dias, a partir de ; -Giulianna Tavares de Souza, Piumhi, Técnico de Apoio Judicial de Segunda Entrância C, PJ-58, 02 dias, a partir de ; -Helena Aparecida de Sousa, Martinho Campos, Oficial de Apoio Judicial B, PJ-52, 08 dias, a partir de ; -Ilda Goulart Mendonça Faria, Brazópolis, Técnico de Apoio Judicial de Primeira Entrância C, PJ-52, 15 dias, a partir de ; -Ilka Kássia Bernardino dos Santos Rodrigues, Salinas, Técnico de Apoio Judicial de Segunda Entrância C, PJ-58, 02 dias, a partir de ; -Jackelini Antunes Gonçalves Cunha, Muriaé, Técnico de Apoio Judicial de Segunda Entrância C, PJ-58, 15 dias, a partir de ; -Janaína Simone Silveira Alves Nogueira, Espinosa, Oficial Judiciário D, da especialidade de Oficial Judiciário, PJ-28, em prorrogação, a partir de ; -Janica Carla Sousa de Resende, Araguari, Oficial de Apoio Judicial B, PJ-58, 30 dias, a partir de ; -Jedeão Fernandes de Oliveira, Senador Firmino, Técnico de Apoio Judicial de Primeira Entrância C, PJ-52, 09 dias, a partir de ; -João Paulo Vaz Costa, Betim, Técnico de Apoio Judicial de Entrância Especial C, PJ-64, no dia ; -Josiane D Arc de Vasconcelos, Bom Despacho, Técnico de Apoio Judicial de Segunda Entrância C, PJ-58, 12 dias, a partir de ; -Juliana Fiori Simões de Andrade, Martinho Campos, Oficial de Apoio Judicial B, PJ-52, no dia ; -Juliano Gonçalves da Silva, Pedro Leopoldo, Oficial de Apoio Judicial B, PJ-58, 28 dias, a partir de ; -Karine Fernandes Fiorilo, Senador Firmino, Técnico de Apoio Judicial de Primeira Entrância C, PJ-52, 02 dias, a partir de ; -Karine Fernandes Fiorilo, Senador Firmino, Técnico de Apoio Judicial de Primeira Entrância C, PJ-52, no dia ; dje.tjmg.jus.br Edição nº: 230/2011 Página 4 de 17

5 Diário do Judiciário Eletrônico / TJMG Administrativo quinta-feira, 15 de dezembro de Lilian Cristiny Pereira de Mendonça, Araguari, Oficial de Apoio Judicial B, PJ-58, 12 dias, a partir de ; -Luciana Ledo Sandy, Varginha, Oficial de Apoio Judicial D, PJ-28, em prorrogação, a partir de até e a partir de ; -Luciana Myria Rocha Santiago, Mariana, Técnico de Apoio Judicial de Segunda Entrância C, PJ-58, 02 dias, a partir de e 44 dias, a partir de ; -Maria Aparecida Dias Cordeiro Campos, Minas Novas, Técnico de Apoio Judicial de Primeira Entrância C, PJ-52, 05 dias, a partir de ; -Maria Dalva Pereira, Matozinhos, Técnico de Apoio Judicial de Segunda Entrância C, PJ-58, 15 dias, a partir de ; -Marleide Costa Aguiar, Medina, Técnico de Apoio Judicial de Primeira Entrância C, PJ-52, nos dias e ; -Marli Lúcia de Lima Oliveira, Araguari, Técnico de Apoio Judicial de Segunda Entrância C, PJ-58, 30 dias, a partir de ; -Natália Valadares Assunção, Pompéu, Oficial de Apoio Judicial D, PJ-28, a partir de até ; -Patrícia Miranda Ferreira de Souza, Betim, Oficial de Apoio Judicial B, PJ-64, 37 dias, a partir de ; -Regina Ribeiro da Silva, Poços de Caldas, Técnico de Apoio Judicial de Entrância Especial C, PJ-64, 30 dias, a partir de ; -Renata Valentim de Andrade, Mantena, Oficial de Apoio Judicial B, PJ-58, 02 dias, a partir de ; -Valdirene Aparecida Franco Almeida, Muriaé, Oficial de Apoio Judicial B, PJ-58, 58 dias, a partir de ; -Vanessa Aparecida Matos dos Anjos, Ribeirão das Neves, Oficial de Apoio Judicial D, JPI-SG, PJ-28, a partir de até , ficando retificada a publicação do dia ; -Viviane Martins Pena, Mantena, Oficial de Apoio Judicial B, PJ-58, 02 dias, a partir de , 04 dias, a partir de , no dia e 12 dias, a partir de Tornando sem efeito a anotação de Portaria do Diretor do Foro, referente à designação da servidora: -Jaisaben Martins Rodrigues, Muzambinho, Oficial Judiciário D, especialidade Oficial Judiciário, PJ-28, até , publicado em Anotando Portaria de Dispensa: -Eliton da Costa, PJPI , Varginha, Oficial de Apoio Judicial D, PJ-28, a partir de ; -Íngrid de Rezende Teixeira Figueiredo Torres, PJPI , Varginha, Oficial de Apoio Judicial D, PJ-28, a partir de ; -Janayna Guimarães de Figueiredo Marques Siqueira, PJPI , Varginha, Oficial de Apoio Judicial D, PJ-28, a partir de ; -Keely Esteves Leal, PJPI , Ipatinga, Oficial de Apoio Judicial D, JPI-SG, PJ-28, a partir de ; -Regiane Alves Pedreira, PJPI , Varginha, Oficial de Apoio Judicial D, PJ-28, a partir de Considerando a determinação judicial proferida na Ação Ordinária nº e no Despacho do Presidente deste Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais proferido em , em atenção ao Ofício PA Nº 2747/2009, datado de , do Procur Geral da Advocacia Geral do Estado, fica retificada a averbação de tempo de serviço da servidora Hélia Márcia Martins Bastos, PJPI da comarca de Medina, publicada em , referente ao período de a : onde se lê 244 dias certificados pela SEPLAG; leia - se 244 dias de exercício prestados ao TJMG. Deferindo: Férias-prêmio requeridas pelos seguintes servidores, nos prazos indicados: -Arthur Machado Cravo, PJPI , Cataguases, 18 dias, a partir de ; -Cristiane Magela Soares, PJPI , Belo Horizonte, 15 dias, a partir de ; -Eliana de Souza Faria, PJPI , Belo Horizonte, 15 dias, a partir de ; -Elizete Maria de Melo, PJPI , Carmo do Paranaíba, 30 dias, a partir de ; -Heliomar dos Santos Freires, PJPI , Belo Horizonte, 30 dias, a partir de ; -Juliana Aparecida Teixeira Mendonça, PJPI , Formiga, 26 dias, a partir de , ficando retificada a publicação do dia ; -Kathia Teixeira da Silva Santos, PJPI , Aimorés, 66 dias, a partir de ; -Laira Bonsucesso Muzzi de Freitas, PJPI , Sete Lagoas, 15 dias, a partir de ; -Wendell Soares de Souza Oliveira, PJPI , Carangola, 40 dias, a partir de , ficando retificada a publicação do dia Tornando sem efeito as publicações referentes às férias-prêmio concedidas às servidoras: -Maria José Nogueira Azevedo, PJPI-501-7, Poços de Caldas, 15 dias, a partir de , publicado em ; -Sirlene Alvim Lobato, PJPI , Santo Antônio do Monte, 15 dias, a partir de , publicado em Expedindo título declaratório, nos termos do art. 112 do A.D.C.T. da Constituição Estadual, acrescido pelo art. 4º da Emenda Constitucional nº57, de , às servidoras: -Angelina Calabró Fonseca, PJPI , Belo Horizonte, 3º adicional, a partir de ; -Christina Morais, PJPI , Belo Horizonte, 2º adicional, a partir de ; -Cibelle de Almeida Silva Freitas, PJPI , Belo Horizonte, 2º adicional, a partir de ; -Diana Carolina Rios Vida, PJPI , Belo Horizonte, 4º adicional, a partir de Pela 2ª Instância Expedindo título declaratório, nos termos do art. 112 do A.D.C.T. da Constituição Estadual, acrescido pelo art. 4º da Emenda Constitucional nº57, de , à servidora: -Maria Antonina da Silva Assrauy, TJ , 8º adicional, a partir de , ficando retificada a publicação do dia GERÊNCIA DE SAÚDE NO TRABALHO Gerente: Jeane Possato Amaral Machado 14/12/2011 Primeira Instância Concedendo licença saúde aos seguintes servidores: CAPITAL Alexandra Maria do Carmo Brito Pinheiro, PJPI 27151, de Belo Horizonte, 02 (dois) dia(s), a partir de 06 de dezembro de 2011; Clair Valentim de Oliveira, PJPI 96255, de Belo Horizonte, 01 (um) dia(s), a partir de 07 de dezembro de 2011, em prorrogação; Danilo Valdir Vieira Rossi, PJPI , de Belo Horizonte, 01 (um) dia(s), a partir de 07 de dezembro de 2011; Denise Cristina Barreto Orlando, PJPI , de Belo Horizonte, 01 (um) dia(s), a partir de 05 de dezembro de 2011; Eliana Ferreira Zanitti, PJPI , de Belo Horizonte, 03 (três) dia(s), a partir de 06 de dezembro de 2011; Hérika Mônica Hoffmann Cichovicz Ferreira, PJPI , de Belo Horizonte, 01 (um) dia(s), a partir de 06 de dezembro de 2011; Isabela Nogueira Martins de Carvalho, PJPI , de Belo Horizonte, 30 (trinta) dia(s), a partir de 16 de dezembro de 2011, em prorrogação; Kátia de Araújo Rocha, PJPI , de Belo Horizonte, 03 (três) dia(s), a partir de 05 de dezembro de 2011; Kelen Lobo Custodio Del Cantone, PJPI , de Belo Horizonte, 03 (três) dia(s), a partir de 07 de dezembro de 2011; Kleber Guimarães Brito, PJPI 60269, de Belo Horizonte, 03 (três) dia(s), a partir de 05 de dezembro de 2011, em prorrogação; Lenita Maria Braga Pinheiro Diniz, PJPI , de Belo Horizonte, 01 (um) dia(s), a partir de 06 de dezembro de 2011; Luana Araujo Souza Cruz, PJPI , de Belo Horizonte, 01 (um) dia(s), a partir de 02 de dezembro de 2011; Lucilla Gonçalves Vasconcelos de Souza, PJPI , de Belo Horizonte, 01 (um) dia(s), a partir de 02 de dezembro de 2011; Manuella Maia Freitas, PJPI , de Belo Horizonte, 05 (cinco) dia(s), a partir de 10 de dezembro de 2011, em prorrogação; Mara Lúcia Carneiro Nazar, PJPI , de Belo Horizonte, 04 (quatro) dia(s), a partir de 31 de outubro de 2011; Mara Lúcia Carneiro Nazar, PJPI , de Belo Horizonte, 01 (um) dia(s), a partir de 06 de dezembro de 2011, em prorrogação; Marília Theuda Couto Bersan, PJPI 29215, de Belo Horizonte, 06 (seis) dia(s), a partir de 02 de dezembro de 2011, em prorrogação; Marizete de Fátima Corrêa, PJPI , de Belo Horizonte, 01 (um) dia(s), a partir de 02 de dezembro de 2011; Neuzangela das Dores O Horta Maciel, PJPI , de Belo Horizonte, 03 (três) dia(s), a partir de 07 de dezembro de 2011; Raula Maria Mattar de Mello, PJPI , de Belo Horizonte, 02 (dois) dia(s), a partir de 06 de dezembro de 2011; Rogério Eustáquio de Jesus, PJPI 30163, de Belo Horizonte, 07 (sete) dia(s), a partir de 10 de dezembro de 2011, em prorrogação; Ruth Elizabeth Villas Boas Campos, PJPI , de Belo Horizonte, 02 (dois) dia(s), a partir de 12 de dezembro de 2011; Shirley de Fátima Oliveira Faria, PJPI , de Belo Horizonte, 01 (um) dia(s), a partir de 07 de dezembro de 2011; Tathiana Marcos Kallas, PJPI , de Belo Horizonte, 01 (um) dia(s), a partir de 16 de novembro de 2011, em prorrogação; Tatiana Scarpelli Pinto, PJPI , de Belo Horizonte, 01 (um) dia(s), a partir de 07 de dezembro de 2011; Valéria Maria de Oliveira, PJPI 72280, de Belo Horizonte, 02 (dois) dia(s), a partir de 06 de dezembro de 2011, em prorrogação; INTERIOR Aleksandra de Paula Reis, PJPI 92288, de Cabo Verde, 30 (trinta) dia(s), a partir de 15 de dezembro de 2011, em prorrogação; Andreia Aparecida Moura do Couto, PJPI , de Contagem, 04 (quatro) dia(s), a partir de 03 de dezembro de 2011; Andreia Aparecida Moura do Couto, PJPI , de Contagem, 03 (três) dia(s), a partir de 07 de dezembro de 2011, em prorrogação; Bruno Augusto Marques, PJPI , de Ibirité, 05 (cinco) dia(s), a partir de 28 de novembro de 2011; Cézar Cardoso de Souza Neto, PJPI , de São Sebastião do Paraíso, 01 (um) dia(s), a partir de 25 de novembro de 2011; Cristina América da Silva, PJPI , de Uberlândia, 01 (um) dia(s), a partir de 05 de dezembro de 2011, em prorrogação; Deborah Almeida Magalhães, PJPI , de São Gonçalo do Sapucaí, 02 (dois) dia(s), a partir de 30 de novembro de 2011; Diana Ribeiro Botelho, PJPI , de Varginha, 01 (um) dia(s), a partir de 07 de dezembro de 2011; Elaine Moreira de Souza, PJPI , de Ribeirão das Neves, 04 (quatro) dia(s), a partir de 28 de novembro de 2011; Elaine Moreira de Souza, PJPI , de Ribeirão das Neves, 01 (um) dia(s), a partir de 02 de dezembro de 2011, em prorrogação; Eleusa Camilo dos Santos, PJPI , de Uberlândia, 30 (trinta) dia(s), a partir de 07 de dezembro de 2011, em prorrogação; Erika Alvares da Costa, PJPI , de Nova Lima, 40 (quarenta) dia(s), a partir de 14 de dezembro de 2011, em prorrogação; Fabiana Reis Alves, PJPI , de Varginha, 01 (um) dia(s), a partir de 06 de dezembro de 2011, em prorrogação; Florivanda Ferreira de Souza, PJPI , de dje.tjmg.jus.br Edição nº: 230/2011 Página 5 de 17

6 Diário do Judiciário Eletrônico / TJMG Administrativo quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 Passos, 02 (dois) dia(s), a partir de 24 de novembro de 2011; Francy-elle Bahia Ferraz, PJPI , de Uberlândia, 01 (um) dia(s), a partir de 02 de dezembro de 2011; Isabelle Rocha do Valle Santos, PJPI , de Betim, 01 (um) dia(s), a partir de 28 de novembro de 2011; Jerônimo Marcelo Borges, PJPI 42358, de Teófilo Otôni, 30 (trinta) dia(s), a partir de 09 de dezembro de 2011, em prorrogação; Juliana Teixeira de Freitas, PJPI , de Uberlândia, 01 (um) dia(s), a partir de 06 de dezembro de 2011, em prorrogação; Juscilene Pereira da Silva, PJPI , de Almenara, 01 (um) dia(s), a partir de 05 de dezembro de 2011; Jussara Maria Arantes Neves Andrade, PJPI 41343, de Boa Esperança, 30 (trinta) dia(s), a partir de 12 de dezembro de 2011, em prorrogação; Leyse Magda de Carvalho Pinto, PJPI , de Betim, 10 (dez) dia(s), a partir de 30 de novembro de 2011; Luiz Antonio dos Santos, PJPI 66282, de Conceição do Mato Dentro, 02 (dois) dia(s), a partir de 05 de dezembro de 2011; Maria Aparecida Dias Cordeiro Campos, PJPI 91918, de Minas Novas, 03 (três) dia(s), a partir de 05 de dezembro de 2011, em prorrogação; Mateus Gonçalves dos Santos, PJPI , de Teófilo Otôni, 01 (um) dia(s), a partir de 02 de dezembro de 2011; Michelle Ferreira Guimarães Barbosa, PJPI , de Uberlândia, 03 (três) dia(s), a partir de 05 de dezembro de 2011; Nilton Jáber, PJPI 91934, de Novo Cruzeiro, 15 (quinze) dia(s), a partir de 01 de dezembro de 2011, em prorrogação; Patrícia Alves de Oliveira Soares, PJPI , de Teófilo Otôni, 03 (três) dia(s), a partir de 05 de dezembro de 2011; Patrícia Rodrigues do P, PJPI , de Poços de Caldas, 60 (sessenta) dia(s), a partir de 01 de dezembro de 2011, em prorrogação; Paula Graziella Correa Araujo, PJPI , de Patos de Minas, 15 (quinze) dia(s), a partir de 06 de dezembro de 2011; Renata Antônia Diniz Alves da Costa, PJPI , de Betim, 01 (um) dia(s), a partir de 25 de novembro de 2011; Renata Antônia Diniz Alves da Costa, PJPI , de Betim, 02 (dois) dia(s), a partir de 01 de dezembro de 2011, em prorrogação; Roberto de Oliveira Batista, PJPI , de Uberlândia, 02 (dois) dia(s), a partir de 04 de dezembro de 2011, em prorrogação; Roberto de Oliveira Batista, PJPI , de Uberlândia, 15 (quinze) dia(s), a partir de 06 de dezembro de 2011, em prorrogação; Rubens Eduardo de Sousa, PJPI 41566, de Minas Novas, 60 (sessenta) dia(s), a partir de 17 de dezembro de 2011, em prorrogação; Sandra Cristina Bastos, PJPI 46169, de Guaxupé, 04 (quatro) dia(s), a partir de 22 de novembro de 2011; Sônia Maria Viana Nascimento, PJPI , de Contagem, 01 (um) dia(s), a partir de 02 de dezembro de 2011; Thais Guedes de Moura, PJPI , de Uberlândia, 02 (dois) dia(s), a partir de 01 de dezembro de 2011; Zilma Dias Nascimento Portela, PJPI 53140, de Nanuque, 10 (dez) dia(s), a partir de 28 de novembro de 2011; Segunda Instância Concedendo licença saúde aos seguintes servidores: Andrea de Oliveira Andrade, TJ 68080, 01 (um) dia(s), a partir de 12 de dezembro de 2011, em prorrogação; Cláudia Aparecida Rodrigues, TJ 65326, 03 (três) dia(s), a partir de 05 de dezembro de 2011, em prorrogação; Daniela Figueiredo Araujo, TJ 68247, 01 (um) dia(s), a partir de 14 de dezembro de 2011; Denise Prates Orsini, TJ 39594, 02 (dois) dia(s), a partir de 06 de dezembro de 2011, em prorrogação; Edna Egidio Latini, TJ 15677, 02 (dois) dia(s), a partir de 15 de dezembro de 2011, em prorrogação; Eduardo Henrique de Oliveira Horta, TJ 76802, 11 (onze) dia(s), a partir de 06 de dezembro de 2011; Juliana Macedo Pessoa Calazans, TJ 67256, 02 (dois) dia(s), a partir de 06 de dezembro de 2011; Jussara Maria da Silva, TJ 15909, 15 (quinze) dia(s), a partir de 02 de dezembro de 2011; Ludmila Pucci Ribeiro, TJ 34447, 03 (três) dia(s), a partir de 05 de dezembro de 2011; Maria da Conceição Aparecida de Resende, TJ 40527, 01 (um) dia(s), a partir de 07 de dezembro de 2011, em prorrogação; Marina Carneiro Prates, TJ 21162, 01 (um) dia(s), a partir de 14 de dezembro de 2011, em prorrogação; Nathália Rodrigues de Oliveira, TJ 58875, 01 (um) dia(s), a partir de 18 de outubro de 2011; Silvia Aparecida Ferreira Astoni, TJ 66480, 02 (dois) dia(s), a partir de 06 de dezembro de 2011; Vivian Lúcia Vieira, TJ 30890, 16 (dezesseis) dia(s), a partir de 01 de dezembro de 2011, em prorrogação; SEGUNDA VICE-PRESIDÊNCIA ESCOLA JUDICIAL DESEMBARGADOR EDÉSIO FERNANDES DIRETORIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS Diretora Executiva em exercício: Anna Sofia Eutrópio Batista Maciel CONCURSO PÚBLICO DE INGRESSO, DE PROVAS E TÍTULOS, PARA A DELEGAÇÃO DOS SERVIÇOS DE TABELIONATO E DE REGISTRO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Edital nº 001/2005 De ordem do Exmo. Sr. Desembargador Joaquim Herculano Rodrigues, Segundo Vice-Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais e Superintendente da Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes - EJEF, a DIRDEP/EJEF convoca, para fins de deferimento da inscrição, respeitada a ordem de classificação final para o 2º Tabelionato de Notas de Teófilo Otoni, o candidato ÉRICO PANATIERE QUARESMA a apresentar à Comissão Examinadora, nos termos do Capítulo IX do Edital em epígrafe, os documentos comprobatórios de atendimento aos requisitos exigidos no art. 8º da Lei Estadual nº , de 29 de junho de A apresentação dos referidos documentos à Coordenação de Concursos - CONCURSO/GESFI/DIRDEP/EJEF, Rua Guajajaras, 40, 19º andar, Centro, Belo Horizonte/MG - CEP , deverá ser feita no prazo de 15 dias contados da publicação desta convocação no Diário do Judiciário Eletrônico - DJe (9 a 23 de janeiro de 2012), por meio de protocolo, nos dias úteis, de 8 às 17 horas, ou via SEDEX, com os custos correspondentes por conta do candidato. Belo Horizonte, 15 dezembro de Anna Sofia Eutrópio Batista Maciel Diretora Executiva de Desenvolvimento de Pessoas da EJEF, em exercício. CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS PARA OUTORGA DE DELEGAÇÕES DE NOTAS E DE REGISTRO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Edital n. 01/2011 De ordem do Excelentíssimo Desembargador Wagner Wilson Ferreira, Presidente da Comissão Examinadora do Concurso em epígrafe, e, em virtude de concessão parcial de liminar nos autos do Mandado de Segurança nº /000, a EJEF informa que a inscrição definitiva da candidata Agda Ferreira Rodrigues da Cunha Reis, inscrição nº , para o critério de ingresso por remoção, fica provisoriamente deferida e a candidata continua a participar das próximas etapas do certame. Belo Horizonte, 15 de dezembro de Anna Sofia Eutrópio Batista Maciel Diretora Executiva de Desenvolvimento de Pessoas, em exercício. CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS PARA OUTORGA DE DELEGAÇÕES DE NOTAS E DE REGISTRO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Edital n. 01/2011 De ordem do Excelentíssimo Desembargador Wagner Wilson Ferreira, Presidente da Comissão Examinadora do Concurso em epígrafe, e, em virtude de concessão de liminar nos autos do Mandado de Segurança nº /000, a EJEF informa que o candidato Antônio Ferreira de Sousa, inscrição nº para o critério de ingresso por provimento, continua a participar das próximas etapas do concurso. Belo Horizonte, 15 de dezembro de Anna Sofia Eutrópio Batista Maciel Diretora Executiva de Desenvolvimento de Pessoas, em exercício. EJEF informa datas dos cursos previstos para o primeiro semestre de 2012: 1º Curso: Novidades do Direito de Família - Datas: 02, 09, 16, 23 e 30/03/2012 (sextas feiras) 2º Curso: Mandado de Segurança, Ação Civil Pública e Desapropriação - Datas: 13, 20, 27/04 e 04 e 11/05/2012 (sextas feiras) 3º Curso: Prisão, Medidas Cautelares e Liberdade Provisória: rações introduzidas pela Lei /2011- Datas: 21, 28/05 e 04, 11, 18/06/2012 (segundas feiras) Curso de Aperfeiçoamento para Magists Vitaliciandos - IX VITALICIAR - 17 a 20/05/2012 AVISO CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO O Excelentíssimo Senhor Desembargador Joaquim Herculano Rodrigues, Segundo Vice-Presidente do TJMG e Superintendente da EJEF, comunica que estão abertas as inscrições para os Cursos de Pós- Graduação lato sensu. Especialização em Poder Judiciário e Especialização em Direito Processual, a ser realizado em parceria com a Pontifícia Universidade Católica - PUC Minas/Instituto de Educação Continuada - IEC, como se segue: 1 -COORDENAÇÃO: : Profª Heloisa Monteiro de Moura Esteves e Prof. João Antônio Lima Castro dje.tjmg.jus.br Edição nº: 230/2011 Página 6 de 17

7 Diário do Judiciário Eletrônico / TJMG Administrativo quinta-feira, 15 de dezembro de PÚBLICO ALVO: magists e servidores do TJMG 3 PRÉ-REQUISITO: Graduação em qualquer área para o Curso de Poder Judiciário e Graduação em Direito para o Curso de Direito Processual 4 PERÍODO LETIVO: 19 de março de 2012 a Junho de DIAS E HORÁRIO DE REALIZAÇÃO: Terças e Quintas-feiras, das 18h10 às 21h50 6 CARGA HORÁRIA TOTAL: 360 horas 7 LOCAL DE REALIZAÇÃO: Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes - EJEF - Rua Guajajaras, n 40, 18º andar BH MG 8 INVESTIMENTO: 20 parcelas de R$ 350, Desconto ex-alunos PUC Minas ex-alunos que concluíram cursos de graduação, sequenciais e pós-graduação (lato sensu e stricto sensu) da PUC Minas terão 5% de desconto nas mensalidades 9 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Especialização em Poder Judiciário Teoria Geral do Direito Teoria Geral do Estado Tópicos de Direito Constitucional Ações Constitucionais Poder Judiciário Organização e Divisão Judiciárias Federal e Estadual Acesso à Jurisdição e Juizados Especiais Tópicos de Direito Administrativo Regime Jurídico do Servidor Público e Ética Administração Judiciária Teoria Geral do Processo Lei de Responsabilidade Fiscal, Controle das Contas Públicas e Orçamento Gestão de Pessoas no Poder Judiciário Gestão e Qualidade de Serviços Judiciários Metodologia do Trabalho Científico Metodologia do Ensino Superior Tópicos Especiais (O Judiciário e a Mídia; Impactos da legislação na jurisdição; Ética no Judiciário; O papel social do Magist; Espiritualidade e Justiça) Impactos da legislação na jurisdição Sociologia aplicada ao Poder Judiciário Regimento Interno e Poder Normativo dos Tribunais Especialização em Direito Processual Teoria Geral do Direito Hermenêutica e Interpretação Teoria Geral do Processo Processo Constitucional Processo Coletivo Tópicos de Processo Civil conhecimento, execução e procedimentos especiais Tutelas de Urgência e Cautela e Tópicos Especiais Tópicos de Processo Penal Tópicos de Processo Tributário Recursal Civil Recursal Penal Juizados Especiais Formas rnativas de Solução de Conflitos 10 INSCRIÇÕES: Os candidatos deverão fazer uma préinscrição on-line no site no período de 28/11/2011 a 27/02/2012. A fim de efetivar o processo, deverão entregar a documentação (item 10.2) na Coordenação de Formação Permanente (COFOP), na Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes EJEF, Rua Guajajaras nº 40 19º andar. Inscrição on-line no site pelo link ages/pg_insc_processosofertasativas.html?codun idade=21201, Documentação necessária: 1 Foto 3x4; Ficha de inscrição impressa após a conclusão da pré-inscrição online; Cópia do documento de identidade e do CPF; Cópia AUTENTICADA EM CARTÓRIO do diploma de graduação. No caso de declarações de conclusão, a autenticação poderá ser feita em cartório ou pela própria secretaria da universidade ou faculdade em que o candidato concluiu o curso, desde que devidamente identificada; Cópia do histórico escolar de graduação; Curriculum Vitae Inscrições: 28/11/2011 a 27/02/ CRITÉRIO DE SELEÇÃO: Análise classificatória do curriculum vitae Data do resultado: 07/03/2012, a partir das 18h 12 MATRÍCULA: dias 09, 10 e 11 de março de O processo é online e deverá ser feito por meio do link de matrícula disponibilizado no site do IEC PUC Minas. O link também será envido para o de todos os candidatos selecionados. 13 INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES: Coordenação de Formação Permanente da Capital e IEC DIRETORIA EXECUTIVA DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO DOCUMENTAL Diretora Executiva: Mônica Alexandra de Mendonça Terra e Almeida Sá EDITAL DE CIÊNCIA DE ELIMINAÇÃO DE DOCUMENTOS DE ARQUIVO Nº 01/2011 O Presidente da Comissão Técnica de Avaliação Documental do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, constituída pela Resolução nº 484/2005, de 16 de setembro de 2005, representado, nos termos da Portaria nº 29/2010 da 2ª Vice- Presidência, de 18 de fevereiro de 2010, de acordo com o disposto no art. 31 da Lei Estadual nº , de 30 de dezembro de 1994, faz saber a quem possa interessar que, a partir do 45º (quadragésimo quinto) dia subsequente ao da publicação deste edital, se não houver oposição, serão eliminados os documentos relacionados na listagem de Eliminação de Documentos de Arquivo nº 01/2011, que se encontra na Gerência de Arquivo e Tratamento da Informação Documental deste Tribunal. Os interessados, respeitando o prazo acima, poderão requerer, às suas expensas, o desentranhamento de documentos ou cópias de peças dos documentos, mediante petição, desde que tenha legitimidade para pedir, dirigida à Comissão Técnica de Avaliação Documental do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais. Belo Horizonte, 15 de dezembro de Rosane Brandão Bastos Sales Diretora-Executiva de Gestão da Informação Documental, em substituição Presidente da Comissão Técnica de Avaliação de Documentos, designada pela Portaria nº 29/2010, da 2ª Vice-Presidência GERÊNCIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES TÉCNICAS Gerente: Rosane Brandão Bastos Sales JURISPRUDÊNCIA MINEIRA JURISPRUDÊNCIA CÍVEL AGRAVO DE INSTRUMENTO - EXECUÇÃO - NÃO COMPROVAÇÃO - POSSE DE BENS PARA RESSARCIR O DÉBITO - REQUERIMENTO DE DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA DA EMPRESA EXECUTADA - PEDIDO ACATADO PELO JUIZ A QUO - PRESENTES OS REQUISITOS AUTORIZADORES: MÁ FÉ E ABUSO DE DIREITO PARA PREJUDICAR TERCEIROS - DECISÃO MANTIDA - Admite-se que a desconsideração da personalidade jurídica seja decretada diretamente, no próprio processo de execução, com previsão legal nos arts. 28 do Código de Defesa do Consumidor e 50 do Código Civil. - A conduta da ora agravada denota uma série de fatores que consubstanciam fortes indícios de que, por parte dos sócios, houve prática de atos ilegais, fraudulentos ou de má-fé a ensejar a referida desconsideração da personalidade jurídica da empresa agravada. Agravo de Instrumento Cível n /001 - Comarca de Ibirité - Agravante: Lotus Empreendimentos Participações S.A. ME (Microempresa) e outros - Agravado: José Eustáquio Anastácio - Relator: Des. Rogério Medeiros A C Ó R D Ã O Vistos etc., acorda, em Turma, a 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, sob a Presidência da Desembargadora Evangelina Castilho Duarte, incorporando neste o relatório de fls., na conformidade da ata dos julgamentos e das notas taquigráficas, à unanimidade de votos, em negar provimento. Belo Horizonte, 15 de junho de Rogério Medeiros - Relator. N O T A S T A Q U I G R Á F I C A S DES. ROGÉRIO MEDEIROS - Versam os autos recurso de agravo de instrumento interposto por Lotus Empreendimentos Participações S.A. ME e outros, já qualificado, contra decisão do MM. Juiz da 1ª Vara Cível da Comarca de Ibirité, a qual desconsiderou a personalidade jurídica da executada, nos autos da execução interposta por José Eustáquio Anastácio. O insurgente, em breve relato, sustenta que possui patrimônio próprio e inexiste comprovação da existência de qualquer desvio de finalidade ou confusão patrimonial que viesse a ensejar a desconsideração da personalidade jurídica. Por derradeiro, pugna pela atribuição de efeito suspensivo ao presente recurso, que foi indeferido, conforme f. 113/114-TJ. O ilustre Julgador de primeiro grau não prestou as informações solicitadas, conforme se depreende da f. 127-TJ. O agravado apresentou contraminuta às f. 119/123- TJ, em que alega que a empresa agravante deveria ter comprovado, no presente recurso, que tem condição financeira de arcar com os débitos e não o fez. Presentes os requisitos de admissibilidade. É o relatório. Passo a decidir. Cinge-se o mérito recursal à possibilidade de reforma da decisão que deferiu a desconsideração da personalidade jurídica da agravante. Tenho que a teoria da desconsideração da pessoa jurídica é importante instrumento de realização da justiça, merecendo inarredável aplicação pelos operes do Direito. Como se aplica, então, a teoria da desconsideração da personalidade jurídica? Rubens Requião (in Curso de direito comercial. 21. ed. São Paulo: dje.tjmg.jus.br Edição nº: 230/2011 Página 7 de 17

8 Diário do Judiciário Eletrônico / TJMG Administrativo quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 Saraiva, v. 1, 1993, p. 283) assinala que a doutrina do disregard of legal entity foi esboçada nas jurisprudências inglesa e norte-americana. Visa, em certos casos, a desconsiderar a personalidade jurídica, isto é, não considerar os efeitos da personificação para atingir a responsabilidade dos sócios. Por isso é também conhecida por doutrina da penetração. Anteriormente à vigência da Lei nº 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor), a jurisprudência pátria já prestigiava a teoria em enfoque: "A existência meramente ostensiva da pessoa da pessoa jurídica não pode constituir óbice a que se procure a verdade real, meta autêntica do processo regular. [...] A moderna teoria da disregard of legal entity objetiva coibir abusos e conter a onda sempre mais atrevida do ilícito, transformando a pessoa jurídica com capa eficiente do engodo nas transações comerciais. Verdade que a teoria não atingiu suas derradeiras consequências: ainda não faz desaparecer a sociedade; apenas a desconhece para ver, através dela, numa transparência nítida, a autoria dos que praticam a ação e se tornam responsáveis. De qualquer forma, a justiça - na persecução do real - situa o verdadeiro autor do ato impugnado e o traz à tela da lide" (Tribunal de Justiça de Minas Gerais, Apelação Cível nº /1, Des. Bady Curi, Diário do Judiciário-MG de ). "A legislação vem acolhendo a condenação e execução sobre bens de sociedades e sócios que servem de capa para o funcionamento de outras sociedades irresponsáveis e sem condições de suportar os efeitos da condenação judicial. Assim, admissível é a penhora dos bens de pessoa jurídica sócia majoritária daquela que é a executada" (1º Tribunal de Alçada Civil de São Paulo, Ap , Juiz Régis de Oliveira, Revista dos Tribunais, v. 614, p. 109, dez. 1986). Com o advento do Código de Defesa do Consumidor (art. 28), a desconsideração da pessoa jurídica foi introduzida expressamente ao Direito Positivo brasileiro: "O juiz poderá desconsiderar a personalidade jurídica da sociedade quando, em detrimento do consumidor, houver abuso de direito, excesso de poder, infração da lei, fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social. A desconsideração também será efetivada quando houver falência, estado de insolvência, encerramento ou inatividade da pessoa jurídica, provocados por má administração". Comentando o referido artigo do CDC, Fábio Ulhôa Coelho diz que: "[...] quando o administr desatende às diretrizes fixadas pelas técnicas administrativas, pela chamada ciência da administração, deixando de fazer o que estas recomendam ou fazendo o que elas desaconselham, e disto sobrevêm prejuízos à pessoa jurídica, ele administra mal; e, se ocorrer a falência da sociedade comercial, a insolvência da sociedade civil, associação ou fundação, ou mesmo o encerramento ou inatividade de qualquer uma delas, em decorrência da má administração, então será possível imputar ao administr a responsabilidade pelos prejuízos sofridos pelos consumidores (OLIVEIRA, Juarez de. (Coord.). Comentários ao Código de Proteção do Consumidor. São Paulo: Saraiva, 1991, p. 143). Posteriormente, o art. 50 do Código Civil de 2002 dispôs: "Em caso de abuso da personalidade jurídica, caracterizado pelo desvio de finalidade, ou pela confusão patrimonial, pode o juiz decidir, a requerimento da parte, ou do Ministério Público quando lhe couber intervir no processo, que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos aos bens particulares dos administres ou sócios da pessoa jurídica". Extrai-se desse artigo que o legislador objetivou coibir abusos de direito e manobras fraudulentas praticados sob a fachada de pessoa jurídica, o que vem, em muito, oferecer a segurança jurídica tão almejada nas relações negociais. A jurisprudência vem consagrando a regra da disregard of legal entity: "O juiz pode julgar ineficaz a personificação societária, sempre que for usada com abuso de direito, para fraudar a lei ou prejudicar terceiros" (Superior Tribunal de Justiça, Recurso Especial nº RJ, Min. Barros Monteiro, Diário de Justiça da União de , referindo-se ao famoso caso Bateau Mouche). Admite-se, inclusive, que a desconsideração da personalidade jurídica seja decretada diretamente no próprio processo de execução: "[...] A jurisprudência do STJ é pacífica no sentido de que a desconsideração da personalidade jurídica é medida cabível diretamente no curso da execução. Precedentes [...]" (Superior Tribunal de Justiça, REsp n DF, Min.ª Nancy Andrighi, DJe de ). "Direito processual civil. Fraude de execução. ração no contrato social. Transferência de bens e cotas. Circunstâncias do caso. Enunciado n. 7 da Súmula/STJ. Teoria da desconsideração da pessoa jurídica. Aplicação. Orientação do tribunal. Recurso desacolhido. I - O acórdão impugnado, examinando as circunstâncias dos autos, decidiu que as alterações contratuais realizadas inviabilizam a execução, caracterizando fraude. Afirmou, ademais, que não há notícia da existência de bens de propriedade da devedora, para fins de penhora. Nesse passo, o recurso especial encontra óbice no Enunciado n. 7 da Súmula/STJ. II - Comprovada a existência de fraude de execução, mostra-se possível a aplicação da teoria da desconsideração da personalidade jurídica para assegurar a eficácia do processo de execução" (Superior Tribunal de Justiça, Recurso Especial n DF, Min. Sálvio de Figueiredo Teixeira, DJU de ). "Execução de título de crédito contra pessoa jurídica. Não localização da empresa. Pedido de citação dos sócios. Teoria da desconsideração da personalidade jurídica da empresa. Aplicabilidade. - A distinção entre o patrimônio da empresa e o de seus sócios cede diante das circunstâncias especiais e excepcionais, que é a prova inconteste de fraude, de prática de atos com finalidade premeditadamente ilícita, de abuso de direito, de desonestidade, de ato criminoso e outras hipóteses igualmente fortes, como encerramento irregular das atividades da empresa e a incapacidade financeira ou patrimonial para garantir o débito. Diante das circunstâncias fáticas, considerando que a empresa foi extinta de forma irregular, sem notícias do paradeiro de um dos sócios e o falecimento do outro, a data do ajuizamento da execução (junho de 2000), a desconsideração da pessoa jurídica é medida que se impõe, pois de outra forma não seria possível à agravante reaver o seu crédito, assumido pela pessoa jurídica, representada por seus sócios. Agravo provido" (Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, Agravo de Instrumento nº , Des. Marco Aurélio dos Santos Caminha, j. em ). "Agravo de instrumento. Ação de execução. Caso concreto. Matéria de fato. Desconsideração da pessoa jurídica. Redirecionamento da execução. - Para o redirecionamento do feito executivo contra os sócios, deve ficar provada a ação dolosa ou culposa na condução da empresa executada, ou sua dissolução irregular, o que, na hipótese, restou evidenciado. Indícios suficientes para a decretação do redirecionamento, pois há certidão do oficial de justiça que constata que a empresa não está mais em atividade. Agravo de instrumento desprovido" (Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, Agravo de Instrumento nº , Des. Vicente Barrôco de Vasconcellos, j. em ). Sobre os critérios para desconsideração da personalidade jurídica, oportuna a lição de Ana Caroline Santos Ceolin: "O principal critério a ser observado refere-se à espécie de abuso praticada através do ente personificado, haja vista que a teoria aplica-se, tão somente, às hipóteses de abuso da estrutura formal da pessoa jurídica. O primeiro passo, portanto, é verificar se o caso concreto configura hipótese de desconsideração ou de responsabilidade. Se o caso referir-se ao abuso da limitação de responsabilidade, ou seja, se o sócio estiver abusando patrimonialmente do ente, aplica-se a responsabilidade. Se, inversamente, o abuso é da estrutura formal, aí sim, é caso de desconsideração. Verifica-se o abuso da estrutura formal [...] observando-se o fim visado pelos sócios ao constituírem a sociedade. Se o ente foi instituído não para unir esforços e patrimônios, mas para esconder a identidade dos sócios ou do seu sócio majoritário com o propósito de confundir terceiros, então haverá desvio de finalidade, caracterizando o abuso da estrutura formal. dje.tjmg.jus.br Edição nº: 230/2011 Página 8 de 17 [...] O segundo critério para se aplicar a desconsideração é verificar, dentro das circunstâncias fáticas, se o sócio agiu de forma correta ou se lhe era exigível conduta diversa. Esse critério refere-se à ideia segundo a qual nem todos os atos ilícitos praticados em nome da sociedade podem ser atribuídos aos seus sócios. Destarte, só será possível desconsiderar a pessoa jurídica, verificando que o sócio, de algum modo, contribuiu para a ocorrência do ilícito. [...] O terceiro critério, por fim, diz respeito à prova do mau uso da pessoa jurídica. Uma vez que no ordenamento inexiste dispositivo legal que preveja a presunção da fraude, ou de qualquer outra ilicitude, para se aplicar a teoria da desconsideração da pessoa jurídica, mister é a prévia comprovação do ato abusivo ou fraudulento. O magist, antes de deferir a penhora dos bens dos sócios, deverá exigir do credor a prova cabal de que a sociedade fora usada por esses de modo a confundir terceiros. Não basta, contudo, apenas a ocorrência de confusão patrimonial ensejada pelos sócios (ou sócio único) para se desconsiderar a pessoa jurídica" (Abusos na aplicação da teoria da desconsideração da personalidade jurídica. Belo Horizonte: Del Rey, 2002, p ). Para a decretação da desconsideração da personalidade jurídica, necessária a demonstração, ainda que indiciária, de situações fáticas revestidas de má-fé, fraude ou abuso de poderes ou direito, pervertendo-se o instituto da pessoa jurídica, para que ocorra a responsabilização dos sócios. Dessa feita, entendo que, no caso em comento, a ausência de demonstração de bens passíveis de

9 Diário do Judiciário Eletrônico / TJMG Administrativo quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 penhora, que denotam a intenção de fraudar a execução, apresenta o abuso da personalidade jurídica da empresa ré, ora agravada. Curioso, também, é o fato de que a incorporação a que se referem ambas as partes, não condiz com o aduzido. As partes mencionam que a incorpora é a empresa Lotus Empreendimentos e Participações - ME, mas a alteração do contrato social que se refere à incorporação não coloca a referida microempresa como incorpora. Conforme f. 46/53-TJ, a empresa que incorporou a Lotus Empreendimentos e Participações S.A. foi a ADM Indústria e Comércio Ltda. - ME. Além disso, assevero que, nos autos do caderno recursal, não constam declarações de que a agravante possui bens para arcar com o débito que possui com o agravado. Nesse sentido, colaciono jurisprudência do c. Superior Tribunal de Justiça: "Recurso especial - Dívida de sociedade limitada - Execução frustrada - Redirecionamento aos bens de sócio - Arts. 592, II, e 596 do CPC - Responsabilização secundária, ou subsidiária, que exige situação específica, prevista em lei. 1. Normalmente, os bens do sócio não respondem por dívidas da sociedade. 2. Apenas em casos previstos em lei, deve ser aplicada a responsabilização secundária, ou subsidiária, estabelecida nos arts. 592, II, e 596 do CPC. 3. Tais artigos contêm norma em branco, vinculada a outro texto legal. Não podem - e não devem - ser aplicados de forma solitária. Por isso é que em ambos existe a expressão "nos termos da lei". 4. A desconsideração da personalidade jurídica é artifício destinado à profilaxia e terapêutica da fraude à lei" (REsp /TO, Rel. Ministro Humberto Gomes de Barros, Terceira Turma, j. em , DJ de , p. 200). "Recurso especial. Desconsideração da personalidade jurídica (disregard doctrine). Hipóteses. 1. A desconsideração da personalidade jurídica da empresa devedora, imputando-se ao grupo controlador a responsabilidade pela dívida, pressupõe - ainda que em juízo de superficialidade - a indicação comprovada de atos fraudulentos, a confusão patrimonial ou o desvio de finalidade. 2. No caso a desconsideração teve fundamento no fato de ser a controlada (devedora) simples longa manus da controladora, sem que fosse apontada uma das hipóteses previstas no art. 50 do Código Civil de Recurso especial conhecido" (REsp /SP, Rel. Ministro Fernando Gonçalves, Quarta Turma, j. em , DJe de ). A meu sentir, a conduta da ora agravante denota uma série de fatores que consubstanciam fortes indícios de que, por parte dos sócios, houve prática de atos ilegais, fraudulentos ou de má-fé a ensejar a referida desconsideração da personalidade jurídica da empresa executa, ora agravada. Com tais considerações, nego provimento ao recurso, determinando a manutenção e cumprimento da decisão agravada, com a inclusão de seus sócios no polo passivo da lide. Custas, ex lege. Votaram de acordo com o Relator os Desembargadores Estevão Lucchesi e Evangelina Castilho Duarte. Súmula - NEGARAM PROVIMENTO JURISPRUDÊNCIA CRIMINAL PROCESSO-CRIME DE COMPETÊNCIA ORIGINÁRIA - ALEGAÇÃO DE AUSÊNCIA DE JUSTA CAUSA - INEXISTÊNCIA DE ALEGAÇÃO DE PREJUÍZO E DE DOLO ESPECÍFICO NA DENÚNCIA - IMPROCEDÊNCIA - PEÇA DE ACUSAÇÃO - DESCRIÇÃO POUCO PORMENORIZADA DA CONDUTA DE CADA UM DOS RÉUS - IRRELEVÂNCIA - JUNTADA DE PEÇAS EXTRAÍDAS DE OUTRO INQUÉRITO - PROVA ILÍCITA - VIOLAÇÃO DO DIREITO À AMPLA DEFESA - NÃO OCORRÊNCIA - ALEGAÇÃO DE ILICITUDE DA PROVA PRODUZIDA - NÃO COMPROVAÇÃO - ALEGAÇÕES DE DEFESA QUE DEMANDAM PRODUÇÃO DE PROVA - IMPOSSIBILIDADE DE ACOLHIMENTO NESTA FASE PROCESSUAL - DENÚNCIA QUE PREENCHE OS REQUISITOS LEGAIS - RECEBIMENTO DA DENÚNCIA - O dolo, no caso do crime do art. 89 da Lei nº 8.666/93, é genérico, sendo irrelevante saber se houve ou não prejuízo para o erário. - Nos casos de autoria conjunta ou coletiva, em especial nos delitos praticados em sociedade, não se faz indispensável a individualização da conduta específica de cada agente, uma vez que se remete para a instrução criminal a devida elucidação de cada ação criminosa. - Não viola o princípio da ampla defesa a juntada aos autos, como peças que instruem a denúncia, de cópias de outro inquérito, às quais as partes têm amplo acesso. - Não se acolhe alegação de prova ilícita, na fase de recebimento da denúncia, se não restou cabalmente comprovada a alegação. - Se as alegações apresentadas na defesa preliminar exigem a produção de prova para seu devido exame e acolhimento, nesse caso, há que se receber a denúncia que preenche os requisitos legais. Ação Penal - Procedimento Ordinário n /000 - Comarca de Muzambinho - Denunciante: Ministério Público do Estado de Minas Gerais - Procuria-Geral de Justiça - Denunciados: Álvaro Mariano Junior, Prefeito Municipal de Juruaia; João Bosco Drummond Andrade; Nilton de Aquino Andrade; Nelson Batista de Almeida; Sinval Drummond Andrade; Cleide Maria de Alvarenga Andrade; Luciane Veiga Borges de Almeida - Relator: Des. Evandro Lopes da Costa Teixeira A C Ó R D Ã O Vistos etc., acorda, em Turma, a 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, sob a Presidência do Desembargador Rubens Gabriel Soares, incorporando neste o relatório de fls., na conformidade da ata dos julgamentos e das notas taquigráficas, à unanimidade de votos, em receber a denúncia. Belo Horizonte, 19 de abril de Evandro Lopes da Costa Teixeira - Relator. N O T A S T A Q U I G R Á F I C A S Proferiram sustentação oral, pelo denunciante, o Dr. Elias Paulo Cordeiro e, pelos denunciados, a Dr.ª Andréa Elizabeth de Leão Rodrigues. DES. EVANDRO LOPES DA COSTA TEIXEIRA - Sr. Presidente, inicialmente, registro que ouvi, atentamente, as sustentações orais proferidas pelo Dr. Elias Paulo Cordeiro e pela Dr.ª Andréa Elizabeth de Leão Rodrigues. O Ministério Público do Estado de Minas Gerais ofereceu denúncia contra Álvaro Mariano Júnior, Prefeito Municipal de Juruaia; João Bosco Drummond Andrade; Nilson de Aquino Andrade; Nelson Batista de Almeida; Sinval Drummond Andrade; Cleide Maria de Alvarenga Andrade e Luciane Veiga Borges de Almeida, qualificados às f. 02/03. Diz a denúncia que a Polícia Federal deflagrou a chamada ''Operação Parságada'', que é objeto do Inquérito nº 603, em tramitação perante o Superior Tribunal de Justiça; que o eminente Ministro Paulo Galloti autorizou a extração de cópias pelo Ministério Público do Estado de Minas Gerais; que restou apu que o Grupo SIM-Instituto de Gestão Fiscal foi formalmente constituído em pelos sócios Nílton de Aquino Andrade, Nélson Batista de Almeida e Sinval Drummond Andrade, com a razão social SIM - Sistemas de Informação de Municípios Ltda., sob a forma de sociedade civil de profissões regulamentadas por cotas; que, devido a questionamentos da Câmara Municipal e do Ministério Público Estadual, o Grupo SIM, em , passou de empresa empresarial a instituto sem fins lucrativos, passando à atual denominação SIM-Instituto de Gestão Fiscal, apresentando como objeto a prestação de serviços especializados de contabilidade pública, desenvolvimento de ensino e pesquisa; que essa transformação da natureza da personalidade jurídica da empresa visou a possibilitar a contratação, por meio de dispensa de licitação, com base no inciso XIII do art. 24 da Lei nº 8.666/93; que os elementos de prova carreados aos autos demonstram que o denunciado Álvaro Mariano Júnior, Prefeito de Juruaia, agindo em concurso de pessoas com os denunciados João Bosco Drummond Andrade, Nílton de Aquino Andrade, Nélson Batista de Almeida, Sinval Drummond Andrade, Cleide Maria de Alvarenga Andrade e Luciane Veiga Borges de Almeida dispensaram licitação fora das hipóteses previstas em lei, sendo certo que os coautores e partícipes, que não integram ou integraram o Poder Executivo Municipal, comprovadamente, concorreram para a consumação da ilegalidade e dela se beneficiaram para celebrar contratos com o Município; que se apurou que o Município de Juruaia, administ pelo atual Prefeito, primeiro denunciado, em 1º , celebrou o Contrato nº 10/2004 com o SIM-Instituto de Gestão Fiscal, mediante o Procedimento de Dispensa de Licitação nº 001/2004, invocando o inciso XIII do art. 24 da Lei nº 8.666/93, pelo valor estimado de R$ ,00, para o exercício de 2004, com vigência até ; que o Contrato nº 10/2004 foi prorrogado, pela primeira vez, em , para vigorar até , pelo valor estimado de R$ ,00, para o exercício de 2005; que a segunda prorrogação contratual ocorreu em , para vigorar até , pelo valor estimado de R$ ,00, para o exercício de 2006; que o mesmo contrato foi prorrogado, pela terceira vez, em , para vigorar até , pelo valor estimado de R$ ,00, para o exercício de 2007; que a quarta prorrogação contratual se deu em , passando o contrato a vigorar até , pelo valor estimado de R$ ,00; que houve, ainda, a quinta e sexta prorrogação, em e em , passando o contrato a vigorar até e , pelo valor dje.tjmg.jus.br Edição nº: 230/2011 Página 9 de 17

10 Diário do Judiciário Eletrônico / TJMG Administrativo quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 estimado de R$ 8.000,00 e de R$ ,00; que a contratação do SIM-Instituto de Gestão Fiscal não poderia prescindir da realização do procedimento licitatório, mediante a dispensa de licitação, porque os serviços pretendidos pela Administração Municipal eram ordinários e corriqueiros, além do que podiam ser prestados por um número incomensurável de empresas, que, dentro de um procedimento competitivo, poderiam ser selecionadas; que o SIM-Instituto, apesar de se apresentar como instituição sem fins lucrativos, na verdade não o era, uma vez que distribuía lucros mediante interpostas pessoas, vale dizer, outras empresas do Grupo SIM; que o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, em decisão envolvendo a contratação do SIM-Instituto pelo Município de Juiz de Fora, entendeu que sua contratação não poderia se dar sem licitação, por não se tratar de prestação de serviços com caráter de especificidade, sendo os serviços em questão corriqueiros, motivo por que deveriam ser desempenhados pela própria estrutura administrativa municipal ou por empresas contratadas mediante licitação; que o Centro de Apoio Operacional do Ministério Público do Estado de Minas Gerais promoveu pesquisa de mercado, através da qual apurou a existência de pelo menos doze empresas que poderiam prestar os serviços oferecidos pelo SIM-Instituto; que, em novembro de 2002, cerca de um mês antes da transformação do SIM-Sistemas em SIM-Instituto, os direitos de uso das marcas ''SIM'' e ''Academia de Gestão Fiscal'', bem como do software ''Sistema de Gestão de Saúde'', que eram de propriedade da SIM-Sistemas, foram cedidos e transferidos à 3D Participações Ltda., empresa cujos sócios eram Nélson Batista de Almeida, Nilton de Aquino Andrade e Sinval Drummond Andrade; que, além da transferência desses ativos, outras transações foram feitas na fase que antecedeu à transformação da empresa para SIM-Instituto; que, em agosto e dezembro de 2002, a SIM-Sistemas adquiriu participação societária na 3D Participações, no valor de R$ ,00, mediante a transferência de diversas salas e vagas de garagem localizadas no edifício-sede da empresa, situado na Avenida Prudente de Morais, nº 287, além de dois veículos; que, em dezembro de 2002, o Instituto vendeu sua participação acionária na 3D aos três sócios; que os imóveis adquiridos e as marcas transferidas e cedidas à 3D Participações Ltda. foram objeto de contrato de locação com o SIM-Instituto; que, diante disso, se verifica que, antes de ocorrer a transformação da SIM-Sistemas em SIM-Instituto, seus sócios procederam a vendas e transferências de ativos para a empresa 3D, da qual são os únicos sócios, de forma a permitir que parte considerável das receitas auferidas pelo Instituto fosse a eles repassadas, por meio de remuneração pelo uso desses ativos; que, em dezembro de 2002, a SIM-Sistemas adquiriu ações da Silverclub S.A., empresa sediada no Uruguai, no montante de R$ 1,8 milhão, cujo pagamento se daria mediante cessão de créditos no valor de R$ mil; que, tendo em vista a transformação da SIM-Sistemas em Instituto, os resultados por ele apus, a partir de 1º , deveriam ser reaplicados em sua atividade, sendo proibida a sua distribuição aos sócios; que, em , as ações da Silverclub foram repassadas aos sócios por meio de distribuição de lucros; que dezenove empresas compõem o Grupo SIM; que a maior parte das empresas possuem sócios em comum, muitos deles parentes entre si; que diversas empresas não contam com empregados, enquanto o quadro social era composto por uma grande quantidade de pessoas, com destacada rotatividade; que pessoas que se retiravam de uma sociedade eram admitidas como sócias em outras empresas do grupo; que a existência de diversas empresas com objetos sociais similares, com composição societária numerosa, com capital social pouco expressivo, algumas com ausência de empregados, leva à conclusão de que o objetivo era reduzir os encargos trabalhistas do Grupo SIM; que pessoas que deveriam ser contratadas como empregadas do SIM-Instituto eram relacionadas como sócias de empresas que prestavam, em tese, serviços ao próprio Instituto; que a remuneração que recebiam como sócias se dava nas formas de prólabore e de distribuição de lucros, sobre as quais as despesas tributárias são bem menores; que ficou comprovado pela perícia realizada pela Polícia Federal que, embora não compusessem o quadro societário de todas as empresas integrantes do Grupo SIM, Nélson Batista de Almeida, Nílton de Aquino Andrade e Sinval Drummond de Andrade eram, de fato, os responsáveis pela administração do Grupo e que Cleide Maria de Alvarenga Andrade era a pessoa que centralizava o controle das atividades administrativa e financeira; que os senhores peritos apuraram que o SIM-Instituto paga mensalmente valores às empresas do Grupo; que tal fato revela, como já dito, que o SIM-Instituto, apesar de se apresentar, formalmente, como instituição sem fins lucrativos, a rigor, não era, uma vez que distribuía lucros mediante interpostas pessoas, vale dizer, as empresas integrantes do chamado Grupo SIM; que, entre 2003 e 2007, as empresas receberam do Instituto valores a título de prestação de serviços, locação de bens móveis e imóveis, royalties e de venda de fundo de comércio; que a 3D Participações, que apresenta os três diretores e fundadores do SIM-Instituto como sócios, é a empresa que mais recebeu valores do Instituto entre 2003 e 2007; que os fatos apus revelam que as empresas do Grupo eram utilizadas para interesses particulares dos diretores do SIM-Instituto e que tais empresas eram administradas de forma centralizada pelos diretores do SIM-Instituto; que Cleide Maria de Alvarenga Andrade e Luciane Veiga Borges de Almeida, ex-esposa de Nélson Batista de Almeida, praticamente centralizavam a parte da tesouraria das empresas, emitindo cheques, representando as empresas perante repartições federais, estaduais, municipais, autárquicas e bancárias e procedendo a pagamentos; que restou evidente a fraude perpetrada para que, através da simulação de diversos negócios jurídicos, houvesse a aparência de que o SIM- Instituto de Gestão Fiscal fosse uma instituição sem fins lucrativos, quando na verdade não o era, de modo a que restasse possível a contratação mediante dispensa de licitação, com base no inciso XIII do art. 24 da Lei nº 8.666/93; que o denunciado Antônio Divino de Miranda, Prefeito reeleito do Município de Lagoa da Prata, com o nítido propósito de, indevidamente, dispensar a realização de licitação, violando o princípio constitucional da obrigatoriedade de licitar e forjando a ocorrência da hipótese de dispensa de licitação, contratou o SIM- Instituto de Gestão Fiscal, este representado no contrato e em suas prorrogações pelo denunciado João Bosco Drummond Andrade, gerido e administ pelos demais denunciados, com a preterição do indispensável procedimento licitatório; por fim, não bastasse a contratação do SIM-Instituto por dispensa de licitação, a instituição, supostamente sem fins lucrativos e contratada intuitu personae, procedeu à contratação de outras empresas do Grupo SIM, com o que restou possível a distribuição dos lucros. Em razão disso tudo, o Ministério Público pediu a condenação dos denunciados como incursos nas sanções do art. 89 da Lei nº 8.666/93, c/c o art. 29, na forma do art. 71, estes últimos do Código Penal. Nos termos do art. 4º e seus parágrafos, da Lei nº 8.038/90, c/c a Lei nº 8.658/93, foram os denunciados notificados para a apresentação de defesa preliminar (f ). Álvaro Mariano Júnior, Prefeito Municipal de Juruaia, apresentou resposta às f /1.233, alegando, primeiramente, que o contrato foi inicialmente celeb com o SIM-Instituto no final de sua gestão, sendo que as prorrogações se deram no curso do mandato de seu sucessor na Prefeitura de Juruaia, Rubens de Almeida Lacerda, à exceção daquela ocorrida em maio de 2009, para vigência até maio de 2010, que foi celebrada por ele próprio, após ter retornado à Chefia do Executivo local. Disse, ainda, que a primeira contratação se deu através de dispensa de licitação, feita de forma lícita, por meio do Processo nº 001/2004, após parecer da contadora Consuelo de Souza Moraes e Souza, conclusivo no sentido de que a contratação era de interesse público. Acrescentou que a referida contratação também foi precedida de parecer jurídico exa pelo advogado José Salomão Neto, que concluiu pela legalidade da dispensa da licitação. Destacou, também, que a área técnica da Administração Municipal também entendeu legal a contratação efetuada, tanto assim que a prorrogou por diversas vezes, durante o mandato de seu sucessor. Afirmou, outrossim, que seu sucessor agiu licitamente nas prorrogações, uma vez que não foi denunciado, razão pela qual ele também não deveria sê-lo, uma vez que também não agiu de forma criminosa. A par disso tudo, alegou que é um farmacêutico, não possuindo, portanto, formação técnico-contábil e jurídica, razão pela qual agiu segundo os pareceres técnicos. Ressaltou, mais, que o corréu João Bosco Drummond Andrade, segundo o site deste Tribunal, responde a 28 processos, acusado em concurso com diversos administres municipais, sendo tamanha a confusão feita pela denúncia que o Ministério Público a ele se refere como se fosse prefeito de Lagoa da Prata. Por fim, salientou que nunca agiu em concurso de vontades com os demais acusados, uma vez que apenas celebrou o contrato, em 2004, e muito menos agiu de forma continuada, uma vez que as prorrogações do referido contrato, como já dito, foram feitas por seu sucessor na Prefeitura. Pediu, ao final, que, evidenciada a boa-fé e ausente o dolo, que seja a denúncia prontamente rejeitada. Juntou os documentos de f / Também os corréus João Bosco Drummond Andrade, Nilson de Aquino Andrade, Nelson Batista de Almeida, Sinval Drummond Andrade, Cleide Maria de Alvarenga Andrade e Luciane Veiga Borges de Almeida apresentaram resposta, às f /1.320, alegando, preliminarmente, ausência de justa causa, ao argumento de que o crime do art. 89 da Lei nº 8.666/93 não se aperfeiçoa se não houver prejuízo para os cofres públicos, sendo que a denúncia não faz qualquer menção à lesão ao erário. Disseram, ainda, que os serviços foram efetivamente prestados, como demonstra a prova dos autos. Destacaram que é preciso o dolo específico para a configuração do delito, ou seja, não basta o dolo genérico. Ainda em preliminar, alegaram que a denúncia é inepta, porque não descreve, de modo adequado, as circunstâncias do crime, além do que imputa aos denunciados responsabilidade objetiva, tendo em vista que são acusados pelo simples fato de integrarem os quadros do SIM-Instituto, mesmo porque não lhes foi atribuída especificamente qualquer ação. Dizem que a descrição é vaga, que a denúncia é genérica. Acrescentaram que os pareceres do Tribunal de Contas têm caráter meramente opinativo, de tal forma que uma denúncia que neles se ampara carece de fundamentação jurídica válida. Registraram, outrossim, que o único processo já findo, envolvendo o SIM-Instituto, da Comarca de Mariana, resultou na improcedência do pedido inicial, ao fundamento de que, para que reste configu o ato de improbidade administrativa, é preciso que haja ocorrência simultânea de ilegalidade e prejuízo, bem como ao argumento de que a contratação, sem prévia licitação, de serviço contábil notadamente qualificado não ocasiona lesão ao erário. Sustentam, ainda, que, para que se possa utilizar prova emprestada, é preciso que tenha sido ela produzida em outro processo envolvendo as mesmas partes ou em que tenha figu como parte dje.tjmg.jus.br Edição nº: 230/2011 Página 10 de 17

11 Diário do Judiciário Eletrônico / TJMG Administrativo quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 pelo menos aquele contra quem se pretenda fazer valer a prova. Destacam que, no caso, não poderiam ter sido utilizadas as peças extraídas do Inquérito 603 do STJ, porque trata de procedimento em que ainda não houve contraditório. Disseram que trata de prova ilícita, porque há inúmeros habeas corpus, tramitando perante o STF, questionando a legalidade de tais provas. Salientaram que há decisão, também daquela Corte, dando por incompetente o Tribunal Regional Federal para decretar as prisões dos envolvidos com o caso do SIM-Instituto, sendo de se concluir, então, que, se aquele Tribunal era incompetente para decretar as prisões, também o era para os demais atos praticados, que resultaram na colheita das provas pela Polícia Federal, utilizadas no referido inquérito, bem como nestes autos. Em seguida, sustentaram que o SIM-Instituto foi decla de utilidade pelo Governo do Estado de Minas Gerais e que é notória a sua especialização, conforme já reconhecido por julgado deste Tribunal de Justiça. Quanto às denunciadas Cleide e Luciane, disseram que não há na peça acusatória a descrição de suas condutas, inexistindo até mesmo fundamento para se supor tenham sido elas, de alguma forma, beneficiadas. Alegaram que a denúncia não faz menção a qualquer investigação que tenha sido feita com relação a elas e impossibilita o exercício da ampla defesa. Disseram o mesmo com relação ao acusado João Bosco. No mérito, alegaram que em nenhum momento a denúncia fala em dano ao erário, mas apenas discute se o SIM seria instituto ou não. Destacaram que a relação de empresas que poderiam prestar os mesmos serviços, apresentada pelo Ministério Público, não passa de uma pesquisa feita via internet, que não faz prova de que tais empresas realmente poderiam prestá-los. Sustentaram os acusados que as Administrações Públicas têm sido pressionadas pelo Ministério Público para romperem os contratos celebs com o SIM-Instituto, sendo que as novas empresas contratadas não conseguem desempenhar o mesmo trabalho. Registraram, mais, que a transformação do SIM de empresa particular para instituto se deu de forma legal, sendo que a discussão a respeito de sua personalidade jurídica é questão que está sendo tratada no Inquérito 603, cujo desmembramento foi proibido pelo STJ, em Disseram que irão contestar o laudo contábil apresentado pela Polícia Federal, utilizado nestes autos, nos autos do Inquérito 646, no momento oportuno, no STJ, sendo que, caso seja recebida a denúncia neste feito, será pedida a realização de perícia judicial, já quando da defesa prévia. Juntaram os documentos de f / Novamente instado a se manifestar, o Ministério Público, às f /2.251, pediu o recebimento da denúncia, com o prosseguimento do feito. Relatados. Decido. Preliminares. Apenas os denunciados João Bosco Drummond Andrade, Nilson de Aquino Andrade, Nelson Batista de Almeida, Sinval Drummond Andrade, Cleide Maria de Alvarenga Andrade e Luciane Veiga Borges de Almeida suscitaram preliminares. Passo ao seu exame. I - Ausência de justa causa. Alegam os denunciados João Bosco Drummond Andrade, Nilson de Aquino Andrade, Nelson Batista de Almeida, Sinval Drummond Andrade, Cleide Maria de Alvarenga Andrade e Luciane Veiga Borges de Almeida a ausência de justa causa, ao argumento de que o crime do art. 89 da Lei nº 8.666/93 não se aperfeiçoa se não houver prejuízo para os cofres públicos, sendo que a denúncia não faz qualquer menção à lesão ao erário. Destacaram que é preciso o dolo específico para a configuração do delito, ou seja, não basta o dolo genérico. Disseram, ainda, que os serviços foram efetivamente prestados, como demonstra a prova dos autos. O dolo, em casos como o dos autos, é genérico, como leciona Diógenes Gasparini: ''Elemento subjetivo - É o dolo genérico, consubstanciado na vontade livre e consciente de dispensar ou inexigir a licitação ou de deixar de observar as formalidades pertinentes, quando se cuidar de dispensa ou inexigibilidade de licitação'' (Crimes na licitação. Editora NDJ Ltda., 1996, p. 93). No mesmo sentido foi o julgamento, pela Segunda Câmara Criminal deste Tribunal de Justiça, da Apelação Criminal nº /001, de que foi Relator o eminente Des. Renato Martins Jacob, de cujo voto se extrai o seguinte trecho: ''Prosseguindo, também entendo que o delito do art. 89, caput, se aperfeiçoa com o dolo genérico, sendo completamente irrelevante a produção de um resultado naturalístico, ou melhor, é desnecessário aferir se os acusados tinham um ânimo específico, consubstanciado na vontade de causar prejuízo ao erário. Isso porque, como já mencionado, a finalidade precípua do procedimento licitatório é exatamente a de garantir a impessoalidade e a moralidade nos contratos públicos, objetivo intangível quando se realiza a contratação direta sem a observância de todas as formalidades legais, com o propósito de beneficiar terceiros. O Superior Tribunal de Justiça adotou esse posicionamento a partir do julgamento do REsp nº /RS: Penal e processual penal. Recurso especial. Art. 89, caput, da Lei nº 8.666/93. Elemento subjetivo do tipo penal que se esgota no dolo. Crime que se perfaz independentemente da verificação de qualquer resultado naturalístico. I - A simples leitura do caput do art. 89 da Lei nº 8.666/93 não possibilita qualquer conclusão no sentido de que, para a configuração do tipo penal ali previsto, exige-se qualquer elemento de caráter subjetivo diverso do dolo. Ou seja, dito em outras palavras, não há qualquer motivo para se concluir que o tipo em foco exige um ânimo, uma tendência, uma finalidade dotada de especificidade própria, e isso, é importante destacar, não decorre do simples fato de a redação do art. 89, caput, da Lei nº 8.666/93, ao contrário do que se passa, apenas a título exemplificativo, com a do art. 90 da Lei nº 8.666/93, não contemplar qualquer expressão como com o fim de, com o intuito de, a fim de etc. Aqui, o desvalor da ação se esgota no dolo, é dizer, a finalidade, a razão que moveu o agente ao dispensar ou inexigir a licitação fora das hipóteses previstas em lei, é de análise desnecessária. II - Ainda, o crime se perfaz, com a mera dispensa ou afirmação de que a licitação é inexigível, fora das hipóteses previstas em lei, tendo o agente consciência dessa circunstância. Isto é, não se exige qualquer resultado naturalístico para a sua consumação (efetivo prejuízo para o erário, por exemplo). Recurso desprovido" (Rel. Min. Felix Fischer - DJ de ). Ainda nesse mesmo sentido: ''Embargos infringentes. Dispensar licitação fora das hipóteses legais. Art. 89 da Lei 8.666/93. Crime de perigo abstrato. Dolo genérico. O crime definido no art. 89 da Lei nº 8.666/93 é de perigo abstrato, que não exige resultado naturalístico. Seu elemento subjetivo é o dolo genérico, consistente na vontade livre e consciente de dispensar ou inexigir licitação ou deixar de observar as formalidades a elas pertinentes, tendo o agente consciência da ilicitude dessas ações ou omissões'' (Apelação Criminal nº /002 - Rel. Des. Júlio Cezar Guttierrez - Data do julgamento: Data da publicação: ). Assim, é irrelevante dizer que não houve prejuízo para a Administração, mesmo porque o crime, no caso, se consuma ''com a edição do ato administrativo que libera a Administração Pública da realização dessa espécie de certame, independentemente da celebração do contrato. Até porque este pode não ser celeb, não obstante o crime já se consumara'' (Diógenes Gasparini, ob. cit., p. 92). Da mesma forma, torna-se irrelevante saber se os serviços foram ou não prestados. Rejeito a preliminar. DES. FURTADO DE MENDONÇA - Sr. Presidente, acompanho o ilustre Relator, também por entender que não se trata de dolo específico. DES. CATTA PRETA - De acordo. DES. RUBENS GABRIEL SOARES - Também rejeito a preliminar. DES. JÚLIO CÉSAR LORENS - De acordo. DES. EVANDRO LOPES DA COSTA TEIXEIRA - II - Inépcia de denúncia. Alegaram os denunciados João Bosco Drummond Andrade, Nilson de Aquino Andrade, Nelson Batista de Almeida, Sinval Drummond Andrade, Cleide Maria de Alvarenga Andrade e Luciane Veiga Borges de Almeida que a denúncia é inepta, porque não descreve, de modo adequado, as circunstâncias do crime, além do que imputa aos denunciados responsabilidade objetiva, tendo em vista que são acusados pelo simples fato de integrarem os quadros do SIM-Instituto, mesmo porque não lhes foi atribuída especificamente qualquer ação. Dizem que a descrição é vaga, que a denúncia é genérica. Acrescentaram que os pareceres do Tribunal de Contas têm caráter meramente opinativo, de tal forma que uma denúncia que neles se ampara carece de fundamentação jurídica válida. Registraram, outrossim, que o único processo já findo, envolvendo o SIM-Instituto, da Comarca de Mariana, resultou na improcedência do pedido inicial, ao fundamento de que, para que reste configu o ato de improbidade administrativa, é preciso que haja ocorrência simultânea de ilegalidade e prejuízo, bem como ao argumento de que a contratação, sem prévia licitação, de serviço contábil notadamente qualificado não ocasiona lesão ao erário. Primeiramente, cabe lembrar que, conforme já decidiu o STF, ''nos casos de autoria conjunta ou coletiva, em especial nos delitos praticados em sociedade, não se faz indispensável à individualização da conduta específica de cada agente'' (RT 597/ ). No caso, a descrição das supostas irregularidades cometidas pelo Grupo SIM estaria, em tese, a emprestar amparo à alegação de que todas as pessoas integrantes de seus quadros estariam participando de toda a fraude realizada, obtendo benefícios diretos da empreitada criminosa. Trata-se não de presunção infundada ou destituída de algum substrato fático, mas de dedução lógica, dje.tjmg.jus.br Edição nº: 230/2011 Página 11 de 17

12 Diário do Judiciário Eletrônico / TJMG Administrativo quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 decorrente do fato de que todos os acusados, à exceção do primeiro, participam das empresas. É fato que a participação de cada qual no crime - se este de fato tiver ocorrido, é evidente - haverá de ser objeto de prova, mas, nesta fase, dentro do contexto em que é colocada a questão, não se apresenta incabível a acusação, em tese. A propósito, assim já se decidiu: "Nos crimes de autoria coletiva, a denúncia pode narrar genericamente a participação de cada agente, cuja conduta específica é apurada no curso do processo. Precedentes" (STF - HC - j. em Rel. Min. Maurício Corrêa - JSTF- LEX 205/301). E ainda: "Não é inepta a denúncia que descreve fatos que, em tese, apresentam a feição de crime e oferece condições penais para o exercício da defesa. Nos crimes de autoria coletiva, a doutrina e a jurisprudência pretoriana têm admitido que na peça de acusação sejam os fatos nars sem a particularização da conduta de cada agente, remetendo-se para a instrução criminal a decantação de cada ação criminosa" (STJ - RHC - Rel. Min. Vicente Leal - RT 739/555). De outra parte, ainda que se entenda que os pareceres do Tribunal de Contas têm caráter meramente opinativo, nada impede que uma denúncia também neles se baseie, como peças de informação. Por fim, o fato de que, em outro processo, envolvendo o SIM-Instituto, na Comarca de Mariana, tenha se concluído pela improcedência do pedido inicial (f ) não importa dizer que também aqui a pretensão punitiva não vá encontrar amparo, ainda mais quando aquele outro processo cuidava de uma ação civil pública por ato de improbidade, caso em que o prisma sob o qual a questão é examinada diverge, em vários aspectos, daquele que se utiliza em um processo criminal. É de se destacar, ainda, que o acórdão proferido nesse processo da Comarca de Mariana data de 2006 (cf. f ), ou seja, foi proferido antes que eclodissem as graves suspeitas que pesam sobre o SIM-Instituto. Desse modo, até mesmo a afirmação dele constante, no sentido de que se presume a idoneidade do aludido instituto, porque contratado por muitos municípios, há de ser considerada levando-se em conta esse fato. De mais a mais, cabe, aqui, a máxima segundo a qual cada caso é um caso, ou seja, o fato de, naquele processo, não se ter apu nenhum ilícito não significa dizer que, no presente caso, não se possa reconhecer a sua ocorrência, uma vez que se trata de outro município e de outro contrato. Rejeito a preliminar. DES. FURTADO DE MENDONÇA - Acompanho o Relator. DES. CATTA PRETA - De acordo. DES. RUBENS GABRIEL SOARES - Rejeito. DES. JÚLIO CÉSAR LORENS - De acordo. DES. EVANDRO LOPES DA COSTA TEIXEIRA - III - Prova emprestada. Prova ilícita. Alegaram os denunciados João Bosco Drummond Andrade, Nilson de Aquino Andrade, Nelson Batista de Almeida, Sinval Drummond Andrade, Cleide Maria de Alvarenga Andrade e Luciane Veiga Borges de Almeida que, para que se possa utilizar prova emprestada, é preciso que tenha sido ela produzida em outro processo envolvendo as mesmas partes ou que tenha figu como parte pelo menos aquele contra quem se pretenda fazer valer a prova. Destacam que, no caso, não poderiam ter sido utilizadas as peças extraídas do Inquérito 603 do STJ, porque se trata de procedimento em que ainda não houve contraditório. Disseram que se trata de prova ilícita, também porque há inúmeros habeas corpus, tramitando perante o STF, questionando a legalidade de tais provas. Salientaram que há decisão, também daquela Corte, dando por incompetente o Tribunal Regional Federal para decretar as prisões dos envolvidos com o caso do SIM-Instituto, sendo de se concluir, então, que, se aquele Tribunal era incompetente para decretar as prisões, também o era para os demais atos praticados, que resultaram na colheita das provas pela Polícia Federal, utilizadas no referido inquérito bem como nestes autos. Não desconheço que a prova emprestada somente pode ser utilizada quando extraída de outro processo em que figuraram como partes as mesmas do processo em que se queira utilizá-las, ou que, pelo menos, a parte contra a qual se queira fazer prova tenha dele sido parte. No caso, porém, cabe dizer que as provas a que se referem os denunciados foram extraídas dos autos de um inquérito. Ora, no inquérito não há contraditório. A par disso, agora, neste processo, terão as partes amplo acesso às peças que instruem a denúncia - como, aliás, delas já tiveram acesso -, de tal forma que não se pode falar em violação do princípio do contraditório e da ampla defesa. De mais a mais, não restou cabalmente comprovado que tais provas tenham sido ilicitamente produzidas. Penso que o caso reclama maior análise, no momento oportuno, quando se poderá até acolher a alegação. Por fim, cabe salientar que, ao contrário do afirmado pelos corréus em sua defesa preliminar, o desmembramento do Inquérito 603 do Superior Tribunal de Justiça, antes vedado, em data de (f /1.362), foi posteriormente determinado por aquela Corte. É digno de nota que, nos autos da Ação Penal nº /000, da Comarca de Jacutinga, que diz respeito a outro caso que envolve a contratação direta do SIM-Instituto por outro Município, o eminente Relator, Desembargador Baía Borges, chegou a declinar da competência para o STJ, ao fundamento de que o desmembramento do Inquérito 603 havia sido vedado. Em vista dessa decisão, o Ministério Público Estadual, à f , chegou a determinar a remessa dos presentes autos ao Ministério Público Federal, que emitiu o parecer de f /1.193, salientando que, após a remessa de procedimentos investigatórios criminais ao Superior Tribunal de Justiça, envolvendo o SIM-Instituto, sobreveio a decisão do Ministro Castro Meira, na APn nº 626/- MG, acatando proposta de desmembramento formulada pelo MP Federal, com a determinação de envio de cópia integral das investigações a diversos órgãos públicos, inclusive ao Ministério Público do Estado de Minas Gerais. Segundo o parecer de f /1.193, ''o desmembramento determinado pelo STJ restituiu à competência residual os demais aspectos criminais da Operação Parságada, que restou 'pulverizada' em diversos órgãos e instâncias jurisdicionais, além de órgãos da esfera administrativa''. Afirmou o referido parecer que, ''se alguma dúvida pairava sobre a validade da antiga decisão do Ministro Paulo Galloti autorizando a extração de cópias das investigações ao MP-MG, a requerimento de seu próprio Procur-Geral de Justiça, esta restou totalmente dissipada com a recente decisão do Ministro Relator Castro Meira'' (f ). Conforme, ainda, o referido parecer, nos autos da APn nº 633-MG, o eminente Ministro Castro Meira determinou a devolução de autos, tratando-se de caso similar ao de que aqui está a cuidar este Tribunal de Justiça, em virtude do desmembramento determinado na APn nº 626-MG (cf. cópia de decisão de f /1.196, datada de ). Cabe registrar, ainda, que a cópia do voto - por sinal, incompleta, já que falta a f. 5 - do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, juntada pelos corréus às f /1.398, diz respeito a caso que não se aplica a este que ora se examina, a uma, porque ali não se discute caso que envolva dispensa de licitação e, a duas, porque se questiona competência para determinação de desmembramento do inquérito, questão já amplamente superada, conforme aqui já demonst, data venia. De mais a mais, não foi juntada cópia completa da decisão, uma vez que está faltando a f. 5 do voto, o que impede até mesmo saber o integral teor da decisão. Rejeito a preliminar. DES. FURTADO DE MENDONÇA - Sr. Presidente, também não vejo nenhuma ilicitude nem ilegitimidade de prova. Também rejeito a preliminar. DES. CATTA PRETA - De acordo. DES. RUBENS GABRIEL SOARES - Também rejeito essa preliminar. DES. JÚLIO CÉSAR LORENS - De acordo. DES. EVANDRO LOPES DA COSTA TEIXEIRA - IV - SIM-Instituto. Declaração de instituto de utilidade pública pelo Estado. Essa alegação, ao meu juízo, não constitui, propriamente, uma preliminar, porque envolve questão que se refere à matéria de mérito, sendo que, como tal, deverá ser considerada, no momento oportuno. DES. FURTADO DE MENDONÇA - De acordo. DES. CATTA PRETA - De acordo. DES. RUBENS GABRIEL SOARES - Também rejeito. DES. JÚLIO CÉSAR LORENS - De acordo. DES. EVANDRO LOPES DA COSTA TEIXEIRA - V - Denunciadas Cleide, Luciane e João Bosco. Alegação de ausência de descrição de suas condutas. Essa preliminar, pelo menos de certa forma, relaciona-se com aquela outra em que se alegou que a descrição da peça acusatória é vaga, que a denúncia é genérica. Assim, reporto-me ao que já afirmei quando tratei da preliminar de número II, acrescentando que João Bosco Drummond Andrade é quem representou o SIM-Instituto no contrato celeb, bem como em dje.tjmg.jus.br Edição nº: 230/2011 Página 12 de 17

13 Diário do Judiciário Eletrônico / TJMG Administrativo quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 suas prorrogações, enquanto que Cleide Maria Alvarenga Andrade e Luciane Veiga Borges de Almeida - esta última ex-esposa de Nélson Batista de Almeida - eram procuras do Grupo, o qual elas representavam em diversos órgãos e instituições, com grande destaque na parte de tesouraria das empresas. Rejeito a preliminar. DES. FURTADO DE MENDONÇA - Acompanho o Relator. DES. CATTA PRETA - Também acompanho o Relator. DES. RUBENS GABRIEL SOARES - Também rejeito a preliminar. DES. JÚLIO CÉSAR LORENS - De acordo. DES. EVANDRO LOPES DA COSTA TEIXEIRA - Mérito. No mérito, Álvaro Mariano Júnior, Prefeito Municipal de Juruaia, alegou, primeiramente, que o contrato foi inicialmente celeb com o SIM- Instituto no final de sua gestão, sendo que as prorrogações se deram no curso do mandato de seu sucessor na Prefeitura de Juruaia, Rubens de Almeida Lacerda, à exceção daquela ocorrida em maio de 2009, para vigência até maio de 2010, que foi celebrada por ele próprio, após ter retornado à Chefia do Executivo local. Ao exame dos autos, afigura-se, em parte, procedente a alegação de que apenas a celebração inicial do contrato e sua última prorrogação foram levadas a efeito por ele (cf. f. 67, 70, 73, 76, 99, 101 e 110, 1.254, 1.257, 1.260, 1.263, 1.266, e 1.279). Na verdade, porém, parece que tanto a assinatura do contrato como a das duas últimas prorrogações - e não apenas a última - foram feitas por ele (cf. f e 1.279, que dizem respeito à quinta e à sexta prorrogações, mencionadas na denúncia). Cabe observar que consta dos autos, ainda, uma outra prorrogação, não mencionada na peça acusatória, assinada, em , pelo denunciado Álvaro Mariano Júnior (f ). É fato que, a um primeiro exame, não fica claro o porquê de o outro Prefeito, que assinou a maioria das prorrogações, não ter sido também denunciado, mas isso, a par de não importar em nulidade da denúncia, não retira a possibilidade, em tese, de que o acusado Álvaro Mariano Júnior, na parte que lhe toca, possa ter incorrido em alguma infração penal. É também fato que, se ao final se reconhecer a procedência de sua alegação, em caso de eventual condenação, não se haverá de exasperar a pena em demasia sob o argumento de prática de várias condutas, em continuidade delitiva. Haver-se-á de considerar apenas o contrato e aquelas prorrogações, mencionadas na denúncia, de responsabilidade do acusado Álvaro Mariano Júnior. Mas trata-se, aqui, como se vê, de questão a ser examinada quando da dosimetria da pena, se a ela se chegar, é evidente. De outro lado, disse o denunciado Álvaro Mariano Júnior que a primeira contratação se deu através de dispensa de licitação, feita de forma lícita, por meio do Processo nº 001/2004, após parecer da contadora Consuelo de Souza Moraes e Souza, conclusivo no sentido de que a contratação era do interesse público. Acrescentou que a referida contratação também foi precedida de parecer jurídico exa pelo advogado José Salomão Neto, que concluiu pela legalidade da dispensa da licitação. Destacou, também, que a área técnica da Administração Municipal também entendeu legal a contratação efetuada, tanto assim que a prorrogou por diversas vezes, durante o mandato de seu sucessor. A par disso tudo, alegou que é um farmacêutico, não possuindo, portanto, formação técnico-contábil e jurídica, razão pela qual agiu segundo os pareceres técnicos. Por fim, salientou que nunca agiu em concurso de vontades com os demais acusados, uma vez que apenas celebrou o contrato, em 2004, e, muito menos, agiu de forma continuada, uma vez que as prorrogações do referido contrato, como já dito, foram feitas por seu sucessor na Prefeitura. Pediu, ao final, que, evidenciada a boa-fé e ausente o dolo, que seja a denúncia prontamente rejeitada. Tais alegações são inegavelmente relevantes. No entanto, nesta fase processual, não há como acolhê-las, valendo lembrar, aqui, que a ausência de dolo é questão que demanda a produção de prova. A propósito, quando do recebimento da denúncia, no Processo-Crime de Competência Originária nº /000, pela colenda Primeira Câmara Criminal deste Tribunal de Justiça, envolvendo, assim como o caso ora em exame, uma contratação direta por parte de um Município, o eminente Desembargador Edelberto Santiago, em certo trecho de seu voto, assim deixou assentado: ''Lado outro, diversamente do sustentado, à exaustão, pelos acusados, a comprovação de prejuízo ao erário não é necessária à caracterização do crime em tela. Quanto ao dolo, difícil afastá-lo, de pronto, nesta fase, para efeito de rejeição da denúncia, mesmo porque não há prova inequívoca de boa-fé ou ausência completa de mácula de corrupção. Ao contrário. Muitos foram os eventos nars, a empresa Tamma Produções Artísticas Ltda. vinha sendo contratada de forma reiterada pela Prefeitura de Mariana, havendo, outrossim, ao menos indícios da ocorrência de superfaturamento nos eventos, conforme apontaram os vereadores na representação formulada perante o Ministério Público local (f. 18/21-TJ), o que está sendo alvo de investigação à parte. Em tese, o crime se consuma com a contratação da obra ou serviço sem licitação, sendo o dolo genérico. In casu, não se descarta a hipótese de que os denunciados tenham interpretado mal a lei, presumindo estarem presentes os requisitos para a dispensa ou agindo de forma negligente; todavia, julgo precipitado reconhecer, em juízo de delibação sobre a viabilidade da ação penal, a atipicidade da conduta, por ausência de dolo, especialmente em face das circunstâncias já apontadas'' (Data do julgamento: Data da publicação: ). Assim, ainda que se possa considerar, em tese, a possibilidade de inexistir realmente o dolo por parte do primeiro denunciado, há que se proceder à instrução probatória. Já os denunciados João Bosco Drummond Andrade, Nilson de Aquino Andrade, Nelson Batista de Almeida, Sinval Drummond Andrade, Cleide Maria de Alvarenga Andrade e Luciane Veiga Borges de Almeida alegaram, no mérito, que em nenhum momento a denúncia fala em dano ao erário, mas apenas discute se o SIM seria instituto ou não. Sobre essa alegação, reporto-me ao que já afirmei quando do exame da preliminar de número I. Esses mesmos acusados alegaram, ainda, que a relação de empresas que poderiam prestar os mesmos serviços, apresentada pelo Ministério Público, não passa de uma pesquisa feita via internet, que não faz prova de que tais empresas realmente poderiam prestá-los. Trata-se de alegação que, ainda que de alguma forma possa ter alguma relevância, não elide de pronto a acusação, que, em suas linhas gerais, se funda em aspectos vários. Outrossim, sustentaram esses acusados que as Administrações Públicas têm sido pressionadas pelo Ministério Público para romperem os contratos celebs com o SIM-Instituto, sendo que as novas empresas contratadas não conseguem desempenhar o mesmo trabalho. Registraram, mais, que a transformação do SIM de empresa particular para instituto se deu de forma legal, sendo que a discussão a respeito de sua personalidade jurídica é questão que está sendo tratada no Inquérito 603, cujo desmembramento foi proibido pelo STJ, em Disseram que irão contestar o laudo contábil apresentado pela Polícia Federal, utilizado nestes autos, nos autos do Inquérito 646, no momento oportuno, no STJ, sendo que, caso seja recebida a denúncia neste feito, será pedida a realização de perícia judicial, já quando da defesa prévia. Todas essas alegações dizem respeito a questões que demandam prova e que, por isso mesmo, não elidem a acusação e não impedem o recebimento da denúncia. Registro que a promoção de arquivamento, feita pelo Ministério Público, com relação ao Município de Ubaporanga, juntada pelos corréus às f /1.635, decorreu não do reconhecimento da inexistência de ilegalidade na contratação do SIM-Instituto por aquele Município, mas pelo fato de que os valores ali envolvidos não suplantaram o limite dado pela aliena a do inciso II do art. 23 da Lei nº 8.666/93, o que, por si só, autorizava a dispensa da licitação. Com relação ao fato de que, no que toca ao Município de São José do Mantimento, não se reconheceu a existência de indícios de que tenha havido ilegalidade na dispensa de contratação (f /1.643), vale, aqui, o que já disse com referência ao processo de Mariana: cada caso é um caso, sendo que o que se entendeu em outro não será, necessariamente, o que se entenderá aqui. Posto isso, rejeitadas as preliminares e considerando que estão atendidos os requisitos do art. 41 do Código de Processo Penal, recebo a denúncia. Caso seja acompanhado pelos eminentes pares, venham-me conclusos os autos, para as providências cabíveis. DES. FURTADO DE MENDONÇA - Sr. Presidente, também entendo atendidos os requisitos do art. 41, razão por que acompanho, na íntegra, o voto do Relator, recebendo a denúncia. DES. CATTA PRETA - Sr. Presidente, também ouvi, com atenção, as palavras do ilustre Representante do Ministério Público e da Defesa. Entendo que a questão de fato é de prova intrincada, há de se apurar a responsabilidade de mandatário, enfim, de pessoas aqui envolvidas, mas entendo que será feito no momento oportuno, e isso foi realçado pelo próprio Representante do Ministério Público. Por isso, voto de acordo com o Relator. DES. RUBENS GABRIEL SOARES - Tive acesso ao processo e, também, ouvi, atentamente, a palavra dje.tjmg.jus.br Edição nº: 230/2011 Página 13 de 17

14 Diário do Judiciário Eletrônico / TJMG Administrativo quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 do ilustre Procur, Dr. Elias Paulo Cordeiro, e da ilustrada Advogada, Dra. Andréa Elizabeth de Leão Rodrigues. Também entendo que a denúncia deva ser recebida. DES. JÚLIO CÉSAR LORENS - Sr. Presidente, também acompanho o voto do eminente Relator, pelos seus próprios fundamentos, para, também, receber a denúncia. Súmula - RECEBIDA A DENÚNCIA VENDAS DA REVISTA "JURISPRUDÊNCIA MINEIRA" Volumes impressos da Revista "Jurisprudência Mineira podem ser adquiridos na Coordenação de Arrecadação e Contadoria - CORAC (Tesouraria), nos seguintes endereços: rua Goiás, 229, sala TO3, Centro; e av. Raja Gabaglia, 1.753, térreo, bairro Luxemburgo, Belo Horizonte - MG. Fora da Capital, deve ser feita correspondência endereçada ao TJMG/EJEF/CODIT, rua Guajajaras, 40, 22º andar - Edifício Mirafiori - Centro - CEP Belo Horizonte - MG, indicando o exemplar, com o comprovante de depósito original na conta X da agência /Tribunal de Justiça de Minas Gerais, no Banco do Brasil S.A., com o preenchimento obrigatório, no campo identificador, do CPF ou CNPJ do depositante, e fornecendo o endereço para remessa. TABELA DE PREÇOS DA REVISTA VOLUME PERÍODO PREÇO - R$ 196 jan./mar , out./dez , jul./set , abr./jun , jan./mar , out./dez , jul./set , abr./jun , jan./mar , CORREGEDORIA GERAL DE JUSTIÇA GABINETE DO CORREGEDOR-GERAL DE JUSTIÇA PROVIMENTO Nº 223/CGJ/2011 Dispõe sobre a realização de atos notariais e registrais relativos à união estável O Corregedor-Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais, consoante o disposto no art. 23 da Lei Complementar nº 59, de 18 de janeiro de 2001, com as alterações da Lei Complementar nº 85, de 28 de dezembro de 2005, e nos termos do artigo 16, inciso XIV, da Resolução nº 420, de 1º de agosto de 2003, com a redação dada pela Resolução nº 530, de 5 de março de 2007, da Corte Superior do Tribunal de Justiça, que dispõe sobre o Regimento Interno do Tribunal de Justiça, Considerando o disposto nos artigos a da Lei Federal nº , de 10 de janeiro de 2002, que Institui o Código Civil, os quais regulam a união estável; Considerando a recente decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal, com eficácia erga omnes e efeito vinculante, nos autos da ADI 4277/DF e da ADPF 132/RJ, em que se reconheceu a união de pessoas do mesmo sexo como entidade familiar, atribuindo-se aos conviventes homoafetivos os mesmos direitos e deveres decorrentes da união estável heterossexual; Considerando, ainda, as inúmeras consultas apresentadas a esta Corregedoria Geral de Justiça sobre o tema, revelando a necessidade de regulamentação e uniformização dos atos notariais e de registro relativos à matéria, bem como o que restou decidido nos autos do Processo nº 49644/CAFIS/2011; Provê: Art. 1º Os atos notariais e de registro relativos à união estável observarão o disposto neste Provimento. Parágrafo único. Para os fins dos atos tratados neste Provimento, considera-se como união estável aquela formada pelo homem e pela mulher, bem como a mantida por pessoas do mesmo sexo, desde que configurada na convivência pública, contínua e duura e estabelecida com o objetivo de constituição de família. Art. 2º Faculta-se aos conviventes, plenamente capazes, lavrarem escritura pública declaratória de união estável, observando o disposto nos artigos a do Código Civil. 1º Para a prática do ato a que se refere o caput deste artigo, as partes poderão ser representadas por procur, desde que munido de procuração pública com poderes específicos para o ato, outorgada há no máximo 90 (noventa) dias. 2º Se a procuração mencionada no 1º deste artigo houver sido outorgada há mais de 90 (noventa) dias, deverá ser exigida certidão do serviço notarial onde foi passado o instrumento público do mandato, dando conta de que não foi ele revogado ou anulado. Art. 3 A escritura pública declaratória de união estável conterá os requisitos previstos no 1 do art. 215 da Lei Federal n , de 10 de janeiro de Código Civil, sem prejuízo de outras exigências legais. Art. 4º É necessária a apresentação dos seguintes documentos para lavratura da escritura pública declaratória de união estável: I documento de identidade oficial dos declarantes; II Cadastro de Pessoas Físicas CPF dos declarantes; III certidão de nascimento, quando se tratar de pessoa solteira, ou, então, certidão de casamento, com averbação da separação ou do divórcio, se for o caso, expedida há no máximo 90 (noventa) dias, de ambos os conviventes; IV certidões, escrituras e outros documentos necessários à comprovação da propriedade dos bens e direitos, se houver. Parágrafo único. Os documentos necessários à lavratura da escritura pública declaratória de união estável devem ser arquivados na respectiva serventia, no original ou em cópia autenticada. Art. 5º Na escritura pública declaratória de união estável, deverão as partes declarar expressamente a convivência pública, contínua e duura, estabelecida com o objetivo de constituição de família, nos termos do artigo 1.723, segunda parte, do Código Civil, bem como que: I não incorrem nos impedimentos do artigo do Código Civil, salvo quanto ao inciso VI, quando a pessoa casada se achar separada de fato, judicial ou administrativamente; II não são casadas ou que não mantêm outro relacionamento com o objetivo de constituição de família. Art. 6º Na escritura pública declaratória de união estável, as partes poderão deliberar de forma clara sobre as relações patrimoniais, nos termos do artigo do Código Civil, inclusive sobre a existência de bens comuns e de bens particulares de cada um dos conviventes, descrevendo-os de forma detalhada, com indicação da matrícula e registro imobiliário. Art. 7º O tabelião deve orientar os declarantes e fazer constar da escritura pública a ressalva quanto a eventuais erros, omissões ou direitos de terceiros. Parágrafo único. Havendo fundado indício de fraude, simulação ou prejuízo e em caso de dúvidas sobre a declaração de vontade, o tabelião poderá apresentar recusa de praticar o ato, fundamentando-a por escrito, em observância aos princípios da segurança e eficácia que regem a atividade notarial e registral. Art. 8º A escritura pública declaratória de união estável poderá ser registrada no serviço do registro de títulos e documentos do domicílio dos conviventes, nos termos do artigo 127, inciso VII, da Lei Federal nº 6.015/1973. Art. 9º Uma vez lavrada a escritura pública declaratória de união estável, poderão os conviventes realizar, no serviço de registro de imóveis, os seguintes atos: I registro da instituição de bem de família, nos termos dos artigos 167, inciso I, item 1, da Lei Federal nº 6.015/1973; II averbação, na matrícula, da escritura pública declaratória de união estável, nos termos do artigo 246, caput, da Lei de Registros Públicos. Parágrafo único. Para a prática do referido mencionado no caput deste artigo, deverá ser apresentada a escritura pública declaratória de união estável, bem como o respectivo comprovante de registro no serviço do registro de títulos e documentos. Art. 10. Os emolumentos e a taxa de fiscalização judiciária devidos pela prática dos atos notariais e de registro tratados neste Provimento obedecerão ao previsto na Lei Estadual n , de 30 de dezembro de Art. 11. É vedada a lavratura de ata notarial para fins de caracterização de união estável. Art. 12. Este provimento entrará em vigor na data de sua publicação. Belo Horizonte, 12 de dezembro de (a) Desembargador Antônio Marcos Alvim Soares Corregedor-Geral de Justiça PORTARIA Nº 1.850/CGJ/2011 O Desembargador Antônio Marcos Alvim Soares, Corregedor - Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais, nos termos do artigo 64, caput, da Lei Complementar nº 59, de 18 de janeiro de 2001, com dje.tjmg.jus.br Edição nº: 230/2011 Página 14 de 17

15 Diário do Judiciário Eletrônico / TJMG Administrativo quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 a redação dada pelas Leis Complementares nºs 85, de 28/12/2005, e 105, de 14/08/2008, Designa o Dr. Richardson Xavier Brant, Juiz de Direito titular da 2ª Vara Cível, para o exercício das funções de Diretor do Foro da comarca de Montes Claros. Registre-se, publique-se e cumpra-se. Belo Horizonte, 30 de novembro de (a) Desembargador Antônio Marcos Alvim Soares Corregedor-Geral de Justiça PORTARIA Nº 1.854/CGJ/2011 O Desembargador Antônio Marcos Alvim Soares, Corregedor-Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais, no uso das atribuições legais que lhe são conferidas pelo no art. 50 da Lei Estadual nº , de 30 de dezembro de 2004, pelo art. 29, parágrafo único, da Lei Estadual nº , de 29 de dezembro de 2003, e pelo art. 104, 2º, da Lei Estadual nº 6.763, de 26 de dezembro de 1975, com as alterações introduzidas pela Lei Estadual nº , de 29 de dezembro de 2003, e Considerando que os valores constantes nas tabelas que integram o Anexo da Lei nº , de 29 de dezembro de 2003, e os constantes da Tabela J da Lei Estadual nº 6.763, de 26 de dezembro de 1975, com as alterações introduzidas pela Lei Estadual nº , de 29 de dezembro de 2003, são expressos em UFEMG; Considerando a publicação da Resolução nº 4.375, de 1º de dezembro de 2011, da Secretaria de Estado de Fazenda, que fixou em R$2,3291 (dois reais, três mil e duzentos e noventa e um décimos de milésimos), o valor da Unidade Fiscal do Estado de Minas Gerais UFEMG para o exercício de 2012; os artigos 64 e 65 da Lei Complementar nº 59, de 18 de janeiro de 2001, com redação dada pela Lei Complementar nº 85, de 28 de dezembro de 2005, e pela Lei Complementar nº 105, de 14 de agosto de 208, c/c o inciso XIV do art. 16 da Resolução nº 420, de 1º de agosto de 2003, e suas alterações posteriores, que dispõe sobre o Regimento Interno do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais. Considerando o disposto na Portaria-Conjunta nº 228, de 7 de dezembro de 2011, que dispõe sobre o funcionamento do Tribunal de Justiça e da Justiça de Primeira Instância no período de 17 de dezembro de 2011 a 8 de janeiro de Considerando a necessidade de regulamentar, no período de 19 de dezembro de 2011 a 6 de janeiro de 2012, o local de funcionamento da Gerência de Fiscalização Regional do Foro Judicial - Região 1- (GEFIS-1) e dos Serviços Auxiliares vinculados à Direção do Foro, na comarca de Belo Horizonte; Resolve: Art. 1º No período de 19 de dezembro de 2011 a 6 de janeiro de 2012, as atividades dos Serviços Auxiliares (Tesouraria/Contadoria, Protocolo Geral de Petições, Central de Distribuição, Central de Mandados e Central de Guias) localizados nos prédios das Varas Regionais do Barreiro, das Varas de Feitos Tributários e da Fazenda Pública Municipal e das Varas de Fazenda Pública e Autarquias ficarão suspensas, retornando à normalidade a partir do dia 9 de janeiro de Parágrafo único No período referido no caput deste artigo todos os expedientes destinados à GEFIS-1 e aos Serviços Auxiliares vinculados à Direção do Foro da Comarca de Belo Horizonte serão recebidos somente no prédio-sede do Fórum Lafayette, situado na Avenida Augusto de Lima, nº 1.549, Bairro Barro Preto, nesta Capital. UFEMG que foi utilizada para o cálculo da GRCTJ quitada no exercício findo; Considerando que as GRCTJ s emitidas a partir do dia 1º/12/2011 terão prazo de validade somente até o dia 30/12/2011; Avisa aos Senhores Magists, Servidores, Advogados, membros do Ministério Público e partes em geral que, de acordo com o art. 2º, 1º, do Provimento Conjunto nº 15/2010, as Guias de Recolhimento de Custas e Taxa Judiciária GRCTJ s emitidas no ano de 2011 deverão ser pagas e utilizadas para distribuição somente até 30/12/2011. Avisa, ainda, que, para a distribuição de novas ações ou a prática de atos processuais a partir de 1º de janeiro de 2012 as guias deverão ser expedidas com base no valor da UFEMG vigente para o exercício fiscal de 2012, conforme tabelas publicadas na Portaria 1854/CGJ/2011. Belo Horizonte, 13 de dezembro de (a) Desembargador Antônio Marcos Alvim Soares Corregedor-Geral de Justiça RECOMENDAÇÃO Nº 20/CGJ/2011 O Corregedor-Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais, no uso das atribuições que lhe confere o inciso XIV do art. 16 da Resolução nº 420, de 1º de agosto de 2003, e suas alterações posteriores, da Corte Superior do Tribunal de Justiça, que dispõe sobre o Regimento Interno do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, Considerando o direito da criança e do adolescente à convivência familiar e comunitária, previsto no art. 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei nº 8.069/1990; Considerando que compete à Corregedoria Geral de Justiça publicar as tabelas em unidade monetária nacional; Resolve: Art. 1º. As tabelas de custas judiciais constantes do Anexo a que se refere o 2º do art. 1º da Lei nº , de 29 de dezembro de 2003, e a Tabela J da Lei Estadual nº 6.763, de 26 de dezembro de 1975, com as alterações introduzidas na forma do Anexo V da Lei Estadual nº , de 29 de dezembro de 2003, devidamente atualizadas em unidade monetária nacional, são as divulgadas nos Anexos desta Portaria. Art. 2º. Esta Portaria entra em vigor no dia 1º de janeiro de Publique-se. Cumpra-se Belo Horizonte, 13 de dezembro de (a) Desembargador Antônio Marcos Alvim Soares Corregedor-Geral de Justiça Ver Anexo a que se a Portaria nº 1.854/CGJ/2011 no final desta publicação. PORTARIA Nº 1.865/CGJ/2011 Regulamenta o local de funcionamento dos Serviços Auxiliares da Direção do Foro da Comarca de Belo Horizonte, durante o período de 17 de dezembro de 2011 a 08 de janeiro de O Corregedor-Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais e Diretor do Foro da Comarca de Belo Horizonte, no uso das atribuições que lhes conferem Art. 2º O disposto no artigo 1º desta Portaria não se aplica ao Centro Integ de Atendimento ao Adolescente Autor de Ato Infracional CIA e ao Centro Integ de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar CIM, cujos Serviços Auxiliares ali instalados funcionarão normalmente. Art. 3º O horário de funcionamento dos Serviços Auxiliares da Direção do Foro obedecerá ao disposto na Portaria Conjunta nº 228/2011. Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Belo Horizonte, 15 de dezembro de (a) Desembargador Antônio Marcos Alvim Soares Corregedor-Geral de Justiça AVISO Nº 53/CGJ/2011 O Desembargador Antônio Marcos Alvim Soares, Corregedor-Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais, no uso de suas atribuições e Considerando que o valor da Unidade Fiscal do Estado de Minas Gerais (UFEMG) é atualizado anualmente, conforme Resolução da Secretaria de Estado de Fazenda; Considerando que os valores constantes das tabelas de custas/taxas/despesas são expressos em UFEMG; Considerando que a distribuição de novas ações com a utilização de Guia de Recolhimento de Custas e Taxa Judiciária (GRCTJ) do ano anterior gera sério transtorno operacional à Justiça, em razão da divergência de valores entre a UFEMG vigente e a Considerando a necessidade da destituição do poder familiar para disponibilização da criança para adoção; Considerando a necessidade de nomear cur especial para propor ação de destituição do poder familiar; Considerando a competência do cur especial para a defesa dos interesses individuais e coletivos das crianças e adolescentes, mormente nas hipóteses previstas no parágrafo único do art. 142, na alínea f do parágrafo único do art. 148, c/c no art. 98, todos do Estatuto da Criança e do Adolescente, atuando como representante processual do infante nos autos dos processos em trâmite, bem como na qualidade de legitimado extraordinário para deflagrar qualquer ação que assegure os interesses destes sujeitos de direitos, garantindo-lhes o pleno acesso à justiça e igualdade na relação processual; Considerando a deliberação do Comitê de Planejamento da Ação Correicional, tomada em reunião realizada em 05 de dezembro de 2011, e todo o mais que restou consignado nos autos do Requerimento nº 2011/GECOR/51914, Recomenda aos Juízes da Infância e da Juventude atenção quanto aos processos que envolvam crianças e adolescentes abrigados, notadamente com relação ao período de abrigamento desses menores nas instituições, verificando se foram esgotados todos os meios possíveis de reinserção desses infantes em sua família biológica, e, não logrando nenhum êxito, se há meios de providenciar, com a maior brevidade possível, o ajuizamento do pedido destituitório, com vistas a possibilitar a sua colocação em família substituta, devendo, se necessário, nomear cur especial para propor a referida ação de destituição, a dje.tjmg.jus.br Edição nº: 230/2011 Página 15 de 17

16 Diário do Judiciário Eletrônico / TJMG Administrativo quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 fim de que os menores não fiquem por tempo indeterminado no abrigo ou sob a guarda provisória de família substituta, possibilitando, assim, a adoção plena dos infantes. Belo Horizonte, 14 de dezembro de (a) Desembargador Antônio Marcos Alvim Soares Corregedor-Geral de Justiça RECOMENDAÇÃO Nº 21/CGJ/2011 O Desembargador Antônio Marcos Alvim Soares, Corregedor-Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais, no uso de suas atribuições: Considerando o preconizado no artigo 146, 4º, da Lei Complementar nº 59, de 18 de janeiro de 2001, com as alterações da Lei Complementar nº 85, de 28 de dezembro de 2005, e da Lei Complementar nº 105, de 14 de agosto de 2008, c/c com o estatuído na Resolução nº 34, do Conselho Nacional de Justiça, de 24 de abril de 2007, em especial o consignado no artigo 3º; Recomenda a todos os Magists do Estado de Minas Gerais que comuniquem à Corregedoria Geral de Justiça, até 1º de fevereiro de 2012, sobre o exercício ou não de qualquer atividade docente, com a indicação da instituição de ensino, da(s) disciplina(s) e dos horários das aulas que serão ministradas e as respectivas cargas horárias. Belo Horizonte, 15 de dezembro de (a) Desembargador Antônio Marcos Alvim Soares Corregedor-Geral de Justiça EDITAL DE INTIMAÇÃO - PRAZO DE 30 DIAS O Desembargador Antônio Marcos Alvim Soares, Corregedor-Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais, faz saber a todos os que o presente edital virem ou dele tiverem conhecimento, que nesta Corregedoria-Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais, tramita os autos da Sindicância nº /11/Gedis, em que é sindicada a Juíza M.C.C.C., e em razão de ter sido frustada a tentativa de intimação pessoal da referida Magistrada, fica a mesma pelo presente intimada a apresentar defesa prévia na Sindicância registrada sob o nº /11/Gedis, nos termos do inciso III do artigo 17 da Resolução nº 135, de 13/07/2011, do Conselho Nacional de Justiça. Para constar, foi lav o presente edital, que vai devidamente assinado. Eu, (a) Ferrúcio Marangoni Neto, Gerente da Gedis, a subscrevi. (a) Desembargador Antônio Marcos Alvim Soares Corregedor-Geral de Justiça SECRETARIA DE PADRONIZAÇÃO DA 1ª INSTÂNCIA, SUPORTE AO PLANEJAMENTO E À AÇÃO CORREICIONAL SEPAC (*) O Desembargador Antônio Marcos Alvim Soares, Corregedor-Geral de Justiça, faz publicar, para conhecimento dos Srs. Juízes de Direito, Promotores de Justiça, Advogados e Partes, que os fatores de atualização monetária, aplicáveis aos feitos em curso no Estado de Minas Gerais, a partir de 12 de dezembro de 2011 até a publicação do novo índice do INPC, são os abaixo-relacionados. Os fatores adotados foram baseados na evolução das ORTN s, OTN s, BTN s, TR s, IPC-R e INPC, aplicando-se, com exclusividade, aos feitos em curso na Justiça Estadual, sendo o INPC o substituto do IPC-R. Os coeficientes levam em consideração as seguintes alterações no padrão monetário. *retirada de 03 (três) zeros da moeda em março de 1986, janeiro de 1989 e agosto de 1993; *conversão de cruzeiro para real em julho de Para a conversão em reais, multiplica-se o valor histórico pelo fator correspondente à data de origem, desde que: *Cr$ (cruzeiro) para datas anteriores a 28/02/86; *Cz$ (cruzado) para as datas entre 01/03/86 e 15/01/89 observando-seque se o valor histórico no período de 1º a 15/01/89 for expresso em cruzados, dividir-se-á o resultado obtido por (um mil); *Ncz$ (cruzado novo) ou Cr$ (cruzeiro novo) para as datas entre 16/01/89 e 31/07/93; *CR$ (cruzeiro real) para as datas entre 01/08/93 e 30/06/94; *R$ (real) a partir de 01/07/94. Lembra-se ao Juiz de Direito que jornais e revistas publicam outros índices como indicadores econômicos, tais como: IPC/FIPE; IGP-DI (FGV); IPC(FGV); IGP/M(FGV); IVC(DIEESE); IPCA(IPEAD); TR(BACEN); IPCA(IBGE); TBF e POUPANÇA, cuja adoção fica a critério de cada julgador. Encontra-se expurgada da presente tabela a inflação desconsiderada pelos planos econômicos, relativa aos meses de janeiro de 1989, março/abril/maio de 1990 e fevereiro de Caso haja expressa determinação do MM. Juiz de direito da vara, concedendo a inclusão, multiplicar-se-á o valor corrigido pelo fator concedido, a saber: janeiro/89 = 42,72%; março/90 = 30,46%; abril/90 = 44,80%, maio/90 = 2,36% e fevereiro/91 = 13,90%. Nos termos da Lei Federal nº , de 10 de setembro de 1997, com a redação da Lei Federal nº , de 29 de junho de 2009, nas condenações impostas à Fazenda Pública, independentemente de sua natureza e para fins de atualização monetária, remuneração do capital e compensação da mora, haverá a incidência uma única vez, até o efetivo pagamento, dos índices oficiais de remuneração básica e juros aplicados à caderneta de poupança, não se aplicando, por conseguinte, a presente tabela. Mês - Ano FATOR Mês - Ano FATOR dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , dje.tjmg.jus.br Edição nº: 230/2011 Página 16 de 17

17 Diário do Judiciário Eletrônico / TJMG Administrativo quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , dez , nov , out , set , ago , jul , jun , mai , abr , mar , fev , jan , Art. 1º) Instaurar, com fundamento no artigo 298 da LC 59/2001, alte pela L.C. 105/2008, Processo Disciplinar contra a servidora N.A.G, para apuração dos fatos descritos nesta Portaria e demais documentos que a acompanham; Art. 2º) Nomear os servidores estáveis para integrarem a Comissão Processante: Willian Martins Alves, Escrivão da 2ª Vara Cível, Márcia Costa Leite Daher, Escrivã da 2ª Vara Criminal e Cleire Teresa Calito Teixeira de Azevedo, Psicóloga; que deverão observar o rito procedimental estabelecido na LODJ, assegurando o sigilo necessário à elucidação dos fatos. Servirá o primeiro como Presidente da Comissão, nos termos do 2º daquele artigo, devendo o processo ser concluído no prazo de 60 dias (art. 300), contados da intimação da comissão, prorrogável por igual prazo, quando as circunstâncias o exigirem. Art. 3º) Suspender, em caráter cautelar, as substituições da representada como escrivã daquela vara, até o julgamento definitivo deste processo. Autue-se, registre-se, publique-se por extrato e cumpra-se, intimando-se a representada da medida cautelar ora imposta. Passos, 05 de outubro de (a) Patrícia Maria Oliveira Leite Juíza de Direito. (*) Republicado por incorreção na publicação do Diário Judiciário eletrônico disponibilizado no dia 13/12/2011. Publique-se a presente orientação para conhecimento geral, afixando-se nas dependências da Contadoria e Tesouraria do Fórum. Belo Horizonte, 12 de dezembro de (a) Desembargador Antônio Marcos Alvim Soares Corregedor-Geral de Justiça (*) Republicado por incorreção na publicação do Diário Judiciário eletrônico disponibilizado no dia 13/12/2011. COMARCAS DO INTERIOR DIREÇÃO DO FORO COMARCA DE PASSOS EXTRATO DA PORTARIA Nº 98/2011 (*) A Dra. Patrícia Maria Oliveira Leite, MMª Juíza de Direito e Diretora do Foro da Comarca de Passos - MG, no uso de suas atribuições legais e, com fundamento nos artigos 65, I, VI e XII; 291 e seguintes, da Lei Complementar n.º 59, de 18 de janeiro de 2001, com as alterações das LC nº 85, de 2005 e nº 108, de 2008 e artigos 218 e seguintes da Lei Estadual n.º 869/52 e, Resolve: dje.tjmg.jus.br Edição nº: 230/2011 Página 17 de 17

18 Anexo a que se refere a Portaria nº 1.854/CGJ/2011 TABELA A Item Valor da Causa (R$) Valor da Taxa (R$) 1 PRIMEIRA INSTÂNCIA 1.1 GRUPO 1 - processo de competência da Vara Cível, da Vara de Fazenda Pública, da Vara de Falência e Concordata e da Vara de Registros Públicos Valor inestimável 149,06 DE ATÉ , ,71 186, , ,14 242, , ,18 372, , ,36 558, , ,89 838, Acima de , ,13 Pedido de Alvará Acima de ,50 93, GRUPO 2 - Processo de competência da Vara de Família, da Vara de Conflitos Agrários e dos Juizados Especiais Cíveis Valor inestimável 93,16 DE ATÉ , ,71 93, , ,14 130, , ,18 186, , ,36 279, , ,89 372, Acima de ,89 465, GRUPO 3 - Processo de competência da Vara de Sucessões Valor inestimável 93,16 DE ATÉ , ,01 130, , ,32 186, , ,36 279, , ,72 372, , ,89 465, Acima de ,89 931, GRUPO 4 - Processo de competência da Vara de Precatórias Cíveis e da Vara de Precatórias Criminais (ação penal privada) Carta de Ordem, Carta Rogatória e Carta Precatória Cível 139, Carta Precatória Criminal 139, GRUPO 5 - Processo de competência da Vara Criminal e da Vara de Execuções Criminais Ações criminais privadas 316, Crime cominado com pena de reclusão 242, Outros feitos de natureza criminal 186, GRUPO 6 - Processo Cautelar e Procedimento de Jurisdição Voluntária Valor inestimável 93,16 DE ATÉ , ,71 93, , ,14 130, , ,18 186, , ,36 279, , ,89 372, Acima de ,89 465, GRUPO 7 - Mandado de Segurança Primeiro impetrante Valor inestimável 93,16 DE ATÉ , ,71 93, , ,14 130, , ,18 186, , ,36 279, , ,89 372, Acima de ,89 465, Segundo impetrante e seguintes (cada impetrante) 11,65

19 TABELA B Item Valor da Causa (R$) Valor da Taxa (R$) 1 SEGUNDA INSTÂNCIA 1.1 GRUPO 1 - Feitos Cíveis Ação Cautelar 139, Ação de Competência Originária 195, Ação Direta de Inconstitucionalidade 139, Agravo de Instrumento 139, Apelação Cível 195, Resolução nº 46, de 18/12/2007, do CNJ Lei nº 11232/05 (que acrescenta o art.475-0, 3º, CPC) Resolução nº 46, de 18/12/2007, do CNJ Embargos a Execução 195, Embargos de Nulidade 139, Embargos Infringentes 139, Exceção de Coisa Julgada 139, Incidente de Falsidade, do Valor da Causa da Gratuidade Judiciária 139, Pedido de Intervenção 195, Recurso Especial 195, Recurso Extraordinário 195, Recurso Ordinário 195, Suspensão de Liminar 195, Suspensão de Tutela Antecipada 195, Mandado de Segurança - primeiro impetrante 111, Mandado de Segurança - segundo impetrante e seguintes (cada impetrante) 13, Restauração de Autos 139, Suspensão de Execução de Sentença 139, Exceção da Verdade, de Coisa Julgada, de Impedimento, de Incompetência, 139,75 de Litispendência e de Ilegitimidade 1.2 GRUPO 2 - Feitos Criminais - Ação Privada Ação Penal Privada 195, Apelação Criminal 195, Carta Testemunhável 139, Exceção da Verdade, de Coisa Julgada, de Impedimento, de Incompetência, 139,75 de Litispendência e de Ilegitimidade Incidente de Falsidade 139, Interpelação Judicial 195, Notificação Judicial Criminal 195, Recurso em Sentido Estrito 139, Recurso Especial 195, Recurso Extraordinário 195, Recurso Ordinário 195, Revisão Criminal 139, Suspensão de Execução de Sentença 139, GRUPO 3 - Da Ação Rescisória DE ATÉ , ,71 100, , ,79 125, , ,21 181, , ,60 190, , ,41 232, , ,20 316, , ,01 398, , ,03 484, Acima de ,03 610,22 TABELA C DA ARREMATAÇÃO, ADJUDICAÇÃO E REMIÇÃO DE ATÉ R$ 1 0, ,93 93, , ,85 139, , ,71 186, , ,14 232, , ,01 279,49 6 Acima de ,01 372,66

20 TABELA D REEMBOLSO DE VERBAS INDENIZATÓRIAS DE OFICIAL DE JUSTIÇA AVALIADOR 1 CUMPRIMENTO DE MANDADOS R$ 1.1 Na área urbana e suburbana 14, Fora do perímetro urbano e suburbano (por km rodado) 1, Citação, penhora e avaliação - ato único 35, Arrombamento, demolição, remoção de bens 74, Sequestro, arresto, apreensão ou despejo de bens 59, Imissão de posse e reintegração de posse 59,67 NOTA 1 - Para cumprimento de mandados fora do perímetro urbano e suburbano há o limite de 160 km (cento e sessenta quilômetros) rodados (ida e volta). Aplica-se tal regra para a citação, a penhora e a avaliação. NOTA II - O excedente desses valores será apreciado, caso a caso, pelo Juiz. TABELA E REEMBOLSO DE LAUDOS TÉCNICOS AO ÓRGÃO PAGADOR 1 NATUREZA R$ 1.1 Laudo de Psicólogo Judicial 419, Laudo de Assistente Social Judicial 419, Laudo de Médico Judicial 419,56 TABELA F DAS CERTIDÕES, CARTAS E OUTROS DOCUMENTOS 1 NATUREZA R$ 1.1 Certidão em geral (manual, datilografada, cópia reprográfica ou impressão eletrônica) - por folha 5, Carta de sentença, de arrematação, de adjudicação ou de remição 83, Alvará Judicial ou Mandado de Pagamento 27, Alvará de Folha Corrida Judicial 139, Formal de Partilha - primeiro instrumento 139, Formal de Partilha - a partir do segundo instrumento 93,16 TABELA G DOS SERVIÇOS EM GERAL 1 NATUREZA R$ 1.1 Cópia reprográfica, simples - por folha 0, Cópia reprográfica, com conferência - por folha (ainda que seja apresentada a 1,40 cópia pela parte interessada) 1.3 Transmissão via fax, fax-modem ou meio eletrônico 5, Desarquivamento de autos 9, Veiculação de aviso, edital ou assemelhado (cm/coluna) R$ 77,00 TABELA H PORTE DE REMESSA E RETORNO DOS AUTOS NO ESTADO E PARA TRIBUNAIS SUPERIORES (VALORES EM REAIS) ITEM NÚMERO DE FOLHAS PESO CORRESPONDENTE ORIGEM OU DESTINO: NO PRÓPRIO ESTADO (R$) ORIGEM OU DESTINO: BRASÍLIA - DF (R$) 1 Até kg 23,24 47, a kg 26,06 55, a kg 28,40 64, a kg 31,22 72, a kg 33,88 79, a kg 36,68 86, a kg 39,48 94, a kg 42,28 103, a kg 45,08 112, a kg 47,88 120, a kg 49,98 126, a kg 52,52 133, a kg 55,06 141, a kg 57,60 148, a kg 60,16 156, a kg 62,70 163, a kg 65,24 171, a kg 67,78 178, a kg 70,34 186, a kg 72,88 193, a kg 74,24 197, a kg 76,30 203, a kg 78,36 209, a kg 80,42 215, a kg 82,48 222,00

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