ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Divisão de Informação Legislativa e Parlamentar

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1 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Divisão de Informação Legislativa e Parlamentar AUTARQUIAS LOCAIS Lisboa Outubro 2004

2 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Direcção de Serviços de Documentação e Informação Divisão de Informação Legislativa e Parlamentar AUTARQUIAS LOCAIS Lisboa Outubro 2004

3 Ficha técnica Divisão de Informação Legislativa e Parlamentar Titulo do dossier Autarquias Locais Pesquisa de Legislação efectuada por: Lisete Gravito Colaboradores: Nuno Redondo e Teresa Xavier Colecção: Legislação, n.º 14 Data de publicação: Outubro 2004

4 Índice ÍNDICE Nota Carta Europeia de Autonomia Local Resolução da Assembleia da República n.º 28/90 de 23 de Outubro Aprovação, para ratificação, da Carta Europeia de Autonomia Local Decreto do Presidente da República n.º 58/90 de 23 de Outubro Ratifica a Carta Europeia de Autonomia Local, aprovada, para ratificação, pela Resolução da Assembleia da República n.º 28/90, em 13 de Julho de Criação e Extinção das Autarquias Locais Lei n.º 142/85 de 18 de Novembro Lei quadro da criação de Municípios Com as alterações introduzidas:. Lei n.º 124/97 de 27 de Novembro. Lei n.º 32/98 de 18 de Julho. Lei n.º 48/99 de 16 de Junho Lei n.º 48/99 de 16 de Junho Estabelece o regime de instalação de novos municípios Lei n.º 11/82 de 2 de Junho Regime de criação e extinção das autarquias locais e de designação e determinação da categoria das povoações Com as alterações introduzidas:. Lei n.º 8/93 de 5 de Março Lei n.º 8/93 de 5 de Março Regime jurídico de criação de freguesias Com as alterações introduzidas:. Lei n.º 51-A/93 de 9 de Julho Lei n.º 10/2003 de 13 de Maio Estabelece o regime de criação, o quadro de atribuições e competências das áreas Metropolitanas e o funcionamento dos seus órgãos Decreto-Lei n.º 78/84 de 8 de Março Estabelece a classificação dos municípios do continente e das regiões autónomas Despacho normativo n.º 30/99 de 9 de Junho Fixa as 106 autarquias que serão financiadas na construção, reparação e aquisição das suas juntas de freguesia

5 Índice Associação de Municípios e Freguesias Lei n.º 11/2003 de 13 de Maio Estabelece o regime de criação, o quadro de atribuições e competências das comunidades intermunicipais de direito público e o funcionamento dos seus órgãos Estabelece o regime de criação, o quadro de atribuições e competências das comunidades intermunicipais de direito público e o funcionamento dos seus órgãos: Lei n.º 54/98 de 18 de Agosto Associações representativas dos municípios e das freguesias Lei n.º 175/99 de 21 de Setembro Estabelece o regime jurídico comum das associações de freguesias de direito público Resolução do conselho de ministros nº 108/2001 de 10 de Agosto Estabelece o regime da celebração de protocolo de modernização administrativa Empresas Municipais, Intermunicipais e Regionais Lei n.º 58/98 de 18 de Agosto Lei das empresas municipais, intermunicipais e regionais Decreto-Lei n.º 327/98 de 2 de Novembro Atribui às empresas públicas municipais competência para a fiscalização do estacionamento de duração limitada Com as alterações introduzidas:. Lei n.º 99/99, de 26 de Julho Segurança Local Lei n.º 33/98 de 18 de Julho Conselhos municipais de segurança Lei n.º 19/2004 de 20 de Maio Revisão de lei quadro que define o regime e forma de cricção das policias municipais Decreto-Lei n.º 39/2000 de 17 de Março Regula a criação de serviços de polícia municipal Decreto-Lei n.º 40/2000 de 17 de Março Regula as condições e o modo de exercício de funções de agente de polícia municipal

6 Índice Competências Lei n.º 159/99 de 14 de Setembro Estabelece o quadro de atribuições e competências para as autarquias locais Com as alterações introduzidas:. Decreto-Lei n.º 7/2003, de 15 de Janeiro Decreto Lei n.º 7/2003 de 15 de Janeiro Regulamenta os conselhos municipais de educação e aprova o processo de elaboração de carta educativa, transferindo competências para as autarquias locais Com as alterações introduzidas:. Lei n.º 41/2003, de 22 de Agosto Lei n.º 169/99 de 18 de Setembro Estabelece o quadro de competências, assim como, o regime de funcionamento, dos órgãos dos municípios e das freguesias Com as alterações introduzidas:. Lei n.º 5-A/2002 de 11 de Janeiro Decreto-Lei n.º 260/2002 de 23 de Novembro Transfere para as câmaras municipais o licenciamento de áreas de serviço que se pretende instalar na rede viária municipal Decreto-Lei n.º 261/2002 de 23 de Novembro Confere às câmaras municipais competência para emitir parecer sobre a localização de áreas de serviço nas redes viárias regional e nacional e prevê a audição dos municípios na definição da rede rodoviária nacional e regional e utilização da via pública Decreto-Lei n.º 264/2002 de 25 de Novembro Transfere para as câmaras municipais competências dos governos civis Decreto-Lei n.º 309/2002 de 16 de Dezembro Regula a instalação e o financiamento de recintos de espectáculos, no âmbito das competências das câmaras municipais, em desenvolvimento do regime previsto na alínea s) do n.º 1 do artigo 13.º da Lei n.º 30-C/2000, de 29 de Dezembro, na alínea a) do n.º 2 do artigo 21.º da Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro, e no n.º 1 do artigo 12.º da Lei n.º 109-B/2001, de 27 de Dezembro Decreto-Lei n.º 310/2002 de 18 de Dezembro Regula o regime jurídico do licenciamento e fiscalização pelas câmaras municipais de actividades diversas anteriormente cometidas aos governos civis Com as alterações introduzidas:. Decreto-Lei n.º 156/2004 de 30 de Junho Lei n.º 110/99 de 03 de Agosto Autoriza o Governo a legislar, no âmbito do desenvolvimento da Lei de Bases do Ordenamento do Território e do Urbanismo, em matéria de atribuições das autarquias locais no que respeita ao regime de licenciamento municipal de loteamentos urbanos e obras de urbanização e de obras particulares

7 Índice Decreto-Lei n.º 399-A/84 de 28 de Dezembro Estabelece normas relativas à transferência para os municípios das novas competências em matéria de acção social escolar em diversos domínios Com as alterações introduzidas:. Decreto-Lei n.º 7/2003 de 15 de Janeiro Lei n.º 2/87 de 8 de Janeiro Obrigatoriedade de consulta prévia às câmaras municipais para autorização e licenciamento de jogos de perícia, máquinas de diversão e outras diversões públicas Decreto-Lei n.º 299/84 de 5 de Setembro Regula a transferência para os municípios das novas competências em matéria de organização, financiamento e controlo de funcionamento dos transportes escolares, de acordo com o disposto no n.º 5 do artigo 47.º da Lei n.º 42/83, de 31 de Dezembro, e no Decreto-Lei n.º 77/84, de 8 de Março Com as alterações introduzidas:. Decreto-Lei n.º 7/2003 de 15 de Janeiro Lei n.º 27/96 de 1 de Agosto Regime jurídico da Tutela Administrativa Decreto-Lei n.º 93/2004 de 20 de Abril Procede à adaptação à administração local da Lei n.º 2/2004, de 15 de Janeiro, que aprova o estatuto do pessoal dirigente dos serviços e organismos da administração central, regional e local do Estado Lei n.º 176/99 de 25 de Outubro Confere aos municípios o direito à detenção da maioria do capital social em empresas concessionárias da exploração e gestão de sistemas multimunicipais Processo Eleitoral Lei Orgânica nº 1/2001 de 14 de Agosto Lei que regula a eleição dos titulares dos órgãos das autarquias locais Com as alterações introduzidas:. Lei Orgânica n.º 5-A/2001 de 26 de Novembro Acórdão do Tribunal Constitucional n.º 243/2002 de 29 de Maio Declara a insconstitucionalidade, com força obrigatória geral, das normas constantes do artigo 136.º, n.os 1, 2 e 3, da Lei Eleitoral dos Órgãos das Autarquias Locais, aprovada pela Lei Orgânica n.º 1/2001, de 14 de Agosto, na parte em que se referem ao Ministro da República Declaração do Ministério dos Negócios Estrangeiros nº 10/2001 de 13 de Setembro Torna públicos os países a cujos cidadãos é reconhecida capacidade eleitoral activa e passiva em Portugal nas eleições dos órgãos das autarquias locais Lei n.º 22/99 de 21 de Abril Regula a criação de bolsas de agentes eleitorais e a compensação dos membros das mesas das assembleias ou secções de voto em actos eleitorais e referendários

8 Índice Lei n.º 26/99 de 3 de Maio Alarga a aplicação dos princípios reguladores da propaganda e a obrigação da neutralidade das entidades públicas à data da marcação das eleições ou do referendo Processo n.º 19/87 livro n.º 63 da Procuradoria Geral da República Perda do mandato/inelegibilidade/incompatibilidade eleitoral Acórdão do Tribunal Constitucional n.º 244/85 - Processo n.º 127/85 de 7 de Fevereiro Eleição/Inelegibilidade/Funcionário autárquico Acórdão do Tribunal Constitucional n.º 12/84 - Processo n.º 18/83 de 8 de Maio Eleição/inelegibilidade/Funcionário autárquico Acórdão do Tribunal Constitucional n.º 552/89 - Processo n.º de 4 de Abril Eleição/Inelegibilidade/Funcionário autárquico Eleitos Locais Lei n.º 29/87 de 30 de Junho Estatuto dos eleitos locais Com as alterações introduzidas:. Lei n.º 1/91, de 10 de Janeiro,. Lei n.º 97/89, de 15 de Dezembro,. Lei n.º 11/91, de 17 de Maio,. Lei n.º 11/96, de 18 de Abril.. Lei n.º 127/97, de 11 de Dezembro. Lei n.º 50/99, de 24 de Junho. Lei n.º 86/2001, de 10 de Agosto. Lei n.º 22/2004, de 17 de Junho Portaria n.º 441/2002, de 22 de Abril Define os termos e as condições a observar no reconhecimento do direito à bonificação das pensões de invalidez e velhice, consagrados no artigo 18.º-D da Lei n.º 29/87, de 30 de Junho, que estabelece o Estatuto dos Eleitos Locais Portaria n.º 26/92 de 16 de Janeiro Estabelece a taxa contributiva a aplicar na determinação do montante das contribuições acrescidas a pagar pelos eleitos locais pela bonificação do tempo de serviço em caso de opção pelo regime geral de segurança social Lei n.º 11/96 de 18 de Abril Regime aplicável ao exercício do mandato dos membros das juntas de freguesia Com as alterações introduzidas:. Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro. Lei n.º 87/2001, de 10 de Agosto. Lei n.º 36/2004, de 13 de Agosto Parecer n.º 189/83 da Procuradoria-Geral da República Estatuto remuneratório/eleitos locais/diuturnidades

9 Índice Lei n.º 64/93 de 26 de Agosto Estabelece o regime jurídico de incompatibilidades e impedimentos dos titulares de cargos políticos e altos cargos públicos Com as alterações introduzidas:. Lei n.º 39-B/94, de 27 de Dezembro,. Lei n.º 28/95, de 18 de Agosto,. Lei n.º 12/96, de 18 de Abril,. Lei n.º 42/96, de 31 de Agosto,. Lei n.º 12/98, de 24 de Fevereiro. Lei n.º 12/98 de 24 de Fevereiro Regime de incompatibilidades e impedimentos dos autarcas Portaria n.º 399/88 de 23 de Junho Aprova os cartões de identidade para uso dos titulares de órgãos e funcionários autárquicos. 285 Finanças Locais Lei n.º 42/98 de 6 de Agosto Lei das Finanças locais Com as alterações introduzidas:. Lei n.º 87-B/98 5.º Supl. de 31 de Dezembro. Lei n.º 3-B/2000, de 4 de Abril. Lei n.º 15/2001, de 5 de Junho. Lei n.º 94/2001, de 20 de Agosto. Lei n.º 109-B/2001, de 27 de Dezembro. Lei Orgânica n.º 2/2002, de 28 de Agosto Portaria n.º 200/2004 de 16 de Janeiro Índices de desenvolvimento social municipal de cada NUTS III e nacional Despacho normativo n.º 38/99 de 23 de Agosto Procede a uma nova atribuição de subsídios destinados ao financiamento da construção, reparação e aquisição de sedes de juntas de freguesia Contratos Programa Decreto-Lei n.º 384/87 de 24 de Dezembro. Estabelece o regime de celebração de contratos - programa de natureza sectorial ou plurissectorial no âmbito da cooperação técnica e financeira entre a administração central e um ou mais municípios, associações municipais ou empresas concessionárias destas Com as alterações introduzidas:. Decreto-Lei n.º 157/90 de 17 de Maio. Decreto-Lei n.º 319/2001 de 10 de Dezembro Despacho normativo n.º 66/88 de 9 de Agosto Estabelece um regulamento para apresentação e selecção das candidaturas a contratos - programa nas áreas do saneamento básico, ambiente e recursos naturais

10 Índice Despacho normativo n.º 184/93 de 6 de Agosto Define os critérios e as prioridades de cada sector de investimento, para efeitos de apresentação e selecção de candidaturas a contratos - programa sobre edifícios sede de municípios Decreto-Lei n.º 219/95 de 30 de Agosto Estabelece o regime de celebração de contratos - programa e de acordos de colaboração de natureza sectorial no âmbito da cooperação técnica e financeira entre o Estado e as freguesias Despacho normativo n.º 35/96 de 16 de Setembro Reformula o Despacho Normativo n.º 184/93, de 6 de Agosto que define os critérios e as prioridades de cada sector de investimento, para efeitos de apresentação e selecção de candidaturas a contratos - programa sobre edifícios sede de municípios Referendo Local Lei Orgânica n.º 4/2000 de 24 de Agosto Aprova o regime jurídico do referendo local

11 Índice 10

12 Nota Prévia NOTA Em 1993 a DILP procedeu ao levantamento da legislação relativa às autarquias locais e à elaboração de uma listagem temática abrangendo temas conexos com esta matéria. Dada a sua vastidão optou-se por divulgar apenas a legislação referente às competências, regime eleitoral e estatuto dos eleitos locais. Posteriormente foi feita nova edição a que foi aditada mais um capítulo referente às finanças locais. A publicação recente de vária legislação respeitante ás autarquias locais, impôs a introdução de outros capítulos a este trabalho. No entanto, convém referir que alguns dos diplomas inseridos nestes capítulos foram sujeitos a modificações e procedeu-se à respectiva actualização e edição. Tendo saído recentemente o diploma sobre o Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais POCAL que se traduz num conjunto de princípios orçamentais, contabilísticos e regras provisionais, a DILP entendeu publicá-lo em anexo a esta edição, integrando-lhe mais dois outros capítulos, um sobre a habitação e outro relativo a empreitadas e fornecimento de obras públicas. Considerando o interesse sempre manifestado por esta temática impunha-se, assim, esta nova edição necessariamente actualizada. 11

13 Nota Prévia 12

14 CARTA EUROPEIA DE AUTONOMIA LOCAL

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16 Resolução da Assembleia da República n.º 28/90 Terça-feira, 23 de Outubro de 1990 Aprovação, para ratificação, da Carta Europeia de Autonomia Local A Assembleia da República resolve, nos termos dos artigos 164.º, alínea j), e 169.º, n.º 5, da Constituição, aprovar, para ratificação, a Carta Europeia de Autonomia Local, concluída em Estrasburgo a 15 de Outubro, cuja versão em francês e a respectiva tradução em português seguem em anexo. CARTA EUROPEIA DE AUTONOMIA LOCAL Preâmbulo Os Estados membros do Conselho da Europa, signatários da presente Carta: Considerando que a finalidade do Conselho da Europa é a de alcançar uma união mais estreita entre os seus membros a fim de salvaguardar e de promover os ideais e os princípios que são seu património comum; Considerando que um dos meios pelos quais esta finalidade será alcançada é através da conclusão de acordos no domínio administrativo; Considerando que as autarquias locais são um dos principais fundamentos de todo o regime democrático; Considerando que o direito dos cidadãos de participar na gestão dos assuntos públicos faz parte dos princípios democráticos comuns a todos os Estados membros do Conselho da Europa; Convencidos de que é ao nível local que este direito pode ser mais directamente exercido; Convencidos de que a existência de autarquias locais investidas de responsabilidades efectivas permite uma administração simultaneamente eficaz e próxima do cidadão; Conscientes do facto de que a defesa e o reforço da autonomia local nos diferentes países da Europa representam uma contribuição importante para a construção de uma Europa baseada nos princípios da democracia e da descentralização do poder; Considerando que o exposto supõe a existência de autarquias locais dotadas de órgãos de decisão constituídos democraticamente e beneficiando de uma ampla autonomia quanto às competências, às modalidades do seu exercício e aos meios necessários ao cumprimento da sua missão; acordaram no que se segue: Artigo 1.º As Partes comprometem-se a considerar-se vinculadas pelos artigos seguintes, nos termos prescritos pelo artigo 12.º da presente Carta. PARTE I Artigo 2.º Fundamento constitucional e legal da autonomia local O princípio da autonomia local deve ser reconhecido pela legislação interna e, tanto quanto possível, pela Constituição. Artigo 3.º Conceito de autonomia local 1 - Entende-se por autonomia local o direito e a capacidade efectiva de as autarquias locais regulamentarem e gerirem, nos termos da lei, sob sua responsabilidade e no interesse das respectivas populações, uma parte importante dos assuntos públicos. 2 - O direito referido no número anterior é exercido por conselhos ou assembleias compostos de membros eleitos por sufrágio livre, secreto, igualitário, directo e universal, podendo dispor de órgãos executivos que respondem perante eles. Esta disposição não prejudica o recurso às assembleias de cidadãos, ao referendo ou a qualquer outra forma de participação directa dos cidadãos permitida por lei. Artigo 4.º Âmbito da autonomia local 1 - As atribuições fundamentais das autarquias locais são fixadas pela Constituição ou por lei. Contudo, esta disposição não impede a atribuição às autarquias locais, nos termos da lei, de competências para fins específicos. 2 - Dentro dos limites da lei, as autarquias locais têm completa liberdade de iniciativa relativamente a qualquer questão que não seja excluída da sua competência ou atribuída a uma outra autoridade. 3 - Regra geral, o exercício das responsabilidades públicas deve incumbir, de preferência, às autoridades mais próximas dos cidadãos. A atribuição de uma responsabilidade a uma outra autoridade deve ter em conta a amplitude e a natureza da tarefa e as exigências de eficácia e economia. 4 - As atribuições confiadas às autarquias locais devem ser normalmente plenas e exclusivas, não podendo ser postas em causa ou limitadas por qualquer autoridade central ou regional, a não ser nos termos da lei. 5 - Em caso de delegação de poderes por uma autoridade central ou regional, as autarquias locais devem gozar, na medida do possível, de liberdade para adaptar o seu exercício às condições locais. 6 - As autarquias locais devem ser consultadas, na medida do possível, em tempo útil e de modo adequado, durante o processo de planificação e decisão relativamente a todas as questões que directamente lhes interessem. 15

17 Artigo 5.º Protecção dos limites territoriais das autarquias locais As autarquias locais interessadas devem ser consultadas previamente relativamente a qualquer alteração dos limites territoriais locais, eventualmente por via de referendo, nos casos em que a lei o permita. Artigo 6.º Adequação das estruturas e meios administrativos às funções das autarquias locais 1 - Sem prejuízo de disposições gerais estabelecidas por lei, as autarquias locais devem poder definir as estruturas administrativas internas de que entendam dotar-se, tendo em vista adaptá-las às suas necessidades específicas, a fim de permitir uma gestão eficaz. 2 - O estatuto do pessoal autárquico deve permitir um recrutamento de qualidade baseado em princípios de mérito e de competência. Para este efeito, o estatuto deve fixar as condições adequadas de formação, de remuneração e de perspectivas de carreira. Artigo 7.º Condições de exercício das responsabilidades ao nível local 1 - O estatuto dos representantes eleitos localmente deve assegurar o livre exercício do seu mandato. 2 - O estatuto deve permitir uma compensação financeira adequada das despesas efectuadas no exercício do mandato, bem como, se for caso disso, uma compensação pelo trabalho executado e ainda a correspondente protecção social. 3 - As funções e actividades incompatíveis com o mandato do representante eleito localmente não podem ser estabelecidas senão por lei ou por princípios jurídicos fundamentais. Artigo 8.º Tutela administrativa dos actos das autarquias locais 1 - Só pode ser exercida qualquer tutela administrativa sobre as autarquias locais segundo as formas e nos casos previstos pela Constituição ou pela lei. 2 - A tutela administrativa dos actos das autarquias locais só deve normalmente visar que seja assegurado o respeito pela legalidade e pelos princípios constitucionais. Pode, contudo, compreender um juízo de oportunidade exercido por autoridades de grau superior relativamente a atribuições cuja execução seja delegada nas autarquias locais. 3 - A tutela administrativa das autarquias locais deve ser exercida de acordo com um princípio de proporcionalidade entre o âmbito da intervenção da autoridade tutelar e a importância dos interesses que pretende prosseguir. Artigo 9.º Recursos financeiros das autarquias locais 1 - As autarquias locais têm direito, no âmbito da política económica nacional, a recursos próprios adequados, dos quais podem dispor livremente no exercício das suas atribuições. 2 - Os recursos financeiros das autarquias locais devem ser proporcionais às atribuições previstas pela Constituição ou por lei. 3 - Pelo menos uma parte dos recursos financeiros das autarquias locais deve provir de rendimentos e de impostos locais, tendo estas o poder de fixar a taxa dentro dos limites da lei. 4 - Os sistemas financeiros nos quais se baseiam os recursos de que dispõem as autarquias locais devem ser de natureza suficientemente diversificada e evolutiva de modo a permitir-lhes seguir, tanto quanto possível na prática, a evolução real dos custos do exercício das suas atribuições. 5 - A protecção das autarquias locais financeiramente mais fracas exige a implementação de processos de perequação financeira ou de medidas equivalentes destinadas a corrigir os efeitos da repartição desigual das fontes potenciais de financiamento, bem como dos encargos que lhes incumbem. Tais processos ou medidas não devem reduzir a liberdade de opção das autarquias locais no seu próprio domínio de responsabilidade. 6 - As autarquias locais devem ser consultadas, de maneira adequada, sobre as modalidades de atribuição dos recursos que lhes são redistribuídos. 7 - Na medida do possível os subsídios concedidos às autarquias locais não devem ser destinados ao financiamento de projectos específicos. A concessão de subsídios não deve prejudicar a liberdade fundamental da política das autarquias locais no seu próprio domínio de atribuições. 8 - A fim de financiar as suas próprias despesas de investimento, as autarquias locais devem ter acesso, nos termos da lei, ao mercado nacional de capitais. Artigo 10.º Direito de associação das autarquias locais 1 - As autarquias locais têm o direito, no exercício das suas atribuições, de cooperar e, nos termos da lei, de se associar com outras autarquias locais para a realização de tarefas de interesse comum. 2 - Devem ser reconhecidos em cada Estado o direito das autarquias locais de aderir a uma associação para protecção e promoção dos seus interesses comuns e o direito de aderir a uma associação internacional de autarquias locais. 3 - As autarquias locais podem, nas condições eventualmente previstas por lei, cooperar com as autarquias de outros Estados. 16

18 Artigo 11.º Protecção legal da autonomia local As autarquias locais devem ter o direito de recorrer judicialmente, a fim de assegurar o livre exercício das suas atribuições e o respeito pelos princípios de autonomia local que estão consagrados na Constituição ou na legislação interna. PARTE II Disposições diversas Artigo 12.º Compromissos 1 - Todas as Partes se comprometem a considerarse vinculadas por, pelo menos, 20 disposições da parte I da Carta, das quais, pelos menos, 10 são escolhidas de entre as seguintes: Artigo 2.º; Artigo 3.º, n. os 1 e 2; Artigo 4.º, n. os 1, 2 e 4; Artigo 5.º; Artigo 7.º, n.º 1; Artigo 8.º, n.º 2; Artigo 9.º, n. os 1, 2 e 3; Artigo 10.º, n.º 1; Artigo 11.º 2 - Cada Estado contratante, no momento do depósito do seu instrumento de ratificação, aceitação ou aprovação, notificará o Secretário-Geral do Conselho da Europa das disposições escolhidas, nos termos do n.º 1 do presente artigo. 3 - Cada Parte pode ulteriormente, em qualquer momento, notificar o Secretário-Geral em como se considera vinculada por qualquer outra disposição da presente Carta que ainda não tenha aceite, nos termos das disposições do n.º 1 do presente artigo. Estes compromissos ulteriores serão considerados parte integrante da ratificação, aceitação ou aprovação da Parte notificante e terão os mesmos efeitos a partir do primeiro dia do mês seguinte ao decurso do prazo de três meses após a data da recepção da notificação pelo Secretário-Geral. Artigo 13.º Autarquias às quais se aplica a Carta Os princípios de autonomia local contidos na presente Carta aplicam-se a todas as categorias de autarquias locais existentes no território da Parte. Contudo, cada Parte pode, no momento do depósito do seu instrumento de ratificação, de aceitação ou de aprovação, designar as categorias de autarquias locais ou regionais que entenda limitar ou excluir do campo de aplicação da presente Carta. Cada Parte pode igualmente incluir subsequentemente outras categorias de autarquias locais ou regionais no campo de aplicação da Carta por meio de notificação ao Secretário-Geral do Conselho da Europa. Artigo 14.º Comunicação de informações Cada Parte transmitirá ao Secretário-Geral do Conselho da Europa qualquer informação adequada relativa às disposições legislativas e outras medidas que tenha tomado com o objectivo de se conformar às disposições da presente Carta. PARTE III Artigo 15.º Assinatura, ratificação, entrada em vigor 1 - A presente Carta está aberta à assinatura dos Estados membros do Conselho da Europa. Será submetida a ratificação, aceitação ou aprovação. Os instrumentos de ratificação, aceitação ou aprovação serão depositados junto do Secretário-Geral do Conselho da Europa. 2 - A presente Carta entrará em vigor no primeiro dia do mês seguinte ao decurso do prazo de três meses após a data em que quatro Estados membros do Conselho da Europa tenham expressado o seu consentimento em estar vinculados pela Carta, nos termos do número anterior. 3 - Em relação aos outros Estados que exprimam posteriormente o seu consentimento em ficar vinculados pela Carta, esta entrará em vigor no primeiro dia do mês seguinte ao decurso do prazo de três meses após a data do depósito do instrumento de ratificação, aceitação ou aprovação. Artigo 16.º Cláusula territorial 1 - Cada Estado pode, no momento da assinatura ou do depósito do seu instrumento de ratificação, aceitação, aprovação ou adesão, designar o ou os territórios aos quais será aplicável a presente Carta. 2 - Cada Estado pode subsequentemente, em qualquer altura, através de declaração dirigida ao Secretário-Geral do Conselho da Europa, alargar a aplicação da presente Carta a qualquer outro território designado na declaração. A Carta entrará em vigor relativamente a este território no primeiro dia do mês seguinte ao decurso do prazo de três meses após a data da recepção da declaração pelo Secretário-Geral. 3 - Qualquer declaração feita nos termos dos dois números anteriores pode ser retirada, relativamente a qualquer território designado nesta declaração, por meio de notificação dirigida ao Secretário-Geral. A retirada entrará em vigor no primeiro dia do mês seguinte ao decurso do prazo de seis meses após a data de recepção da notificação pelo Secretário-Geral. 17

19 Artigo 17.º Denúncia 1 - Nenhuma Parte pode denunciar a presente Carta antes do final de um período de cinco anos após a data da sua entrada em vigor. Será dado um pré-aviso de seis meses ao Secretário-Geral do Conselho da Europa. Esta denúncia não afecta a validade da Carta relativamente às outras Partes, salvo se o número destas for inferior a quatro. 2 - Cada Parte pode, nos termos das disposições enunciadas no número anterior, denunciar qualquer número da parte I da Carta que tenha aceite, com ressalva da quantidade e categoria dos números aos quais esta Parte está obrigada, nos termos das disposições do n.º 1 do artigo 12.º Qualquer Parte que, na sequência da denúncia de um número, não preencha os requisitos das disposições do n.º 1 do artigo 12.º será considerada como tendo igualmente denunciado a própria Carta. c) De qualquer data de entrada em vigor da presente Carta, nos termos do seu artigo 15.º; d) De qualquer notificação recebida em aplicação das disposições dos n.os 2 e 3 do artigo 12.º; e) De qualquer notificação recebida em aplicação das disposições do artigo 13.º; f) De qualquer outro acto, notificação ou comunicação referente à presente Carta. Em fé do que, os abaixo assinados, devidamente autorizados para o efeito, assinaram a presente Carta. Feita em Estrasburgo, no dia 15 de Outubro de 1985, em francês e inglês, fazendo ambos os textos igualmente fé, num único exemplar, o qual será depositado nos arquivos do Conselho da Europa. O Secretário-Geral do Conselho da Europa transmitirá cópias certificadas a cada um dos Estados membros do Conselho da Europa. Artigo 18.º Notificações O Secretário-Geral do Conselho da Europa notificará os Estados membros do Conselho: a) De qualquer assinatura; b) Do depósito de qualquer instrumento de ratificação, aceitação ou aprovação; 18

20 Decreto do Presidente da República n.º 58/90 23 de Outubro de 1990 Ratifica a Carta Europeia de Autonomia Local, aprovada, para ratificação, pela Resolução da Assembleia da República n.º 28/90, em 13 de Julho de 1990 O Presidente da República decreta, nos termos do artigo 138.º, alínea b), da Constituição, o seguinte: É ratificada a Carta Europeia de Autonomia Local, aprovada, para ratificação, pela Resolução da Assembleia da República n.º 28/90, em 13 de Julho de

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