COORDENADOR: PAULO CUNHA. SIBRATEC Rede de laboratórios e programa de acreditação- Oferta de serviços no Brasil

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COORDENADOR: PAULO CUNHA. SIBRATEC Rede de laboratórios e programa de acreditação- Oferta de serviços no Brasil"

Transcrição

1 COORDENADOR: PAULO CUNHA SIBRATEC Rede de laboratórios e programa de acreditação- Oferta de serviços no Brasil

2 O QUE SIGNIFICA SIBRATEC O SIBRATEC-Sistema Brasileiro de Tecnologia foi instituído por meio dodecreto 6.259/07com a finalidade de apoiar o desenvolvimento tecnológico do setor empresarial nacional. As entidades integrantes do SIBRATEC estão organizadas em três redes: Redes de Centros de Inovação Redes de Extensão Tecnológica Redes de Serviços Tecnológicos A Gestão do SIBRATEC é do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação.

3 REDES DE SERVIÇOS TECNOLÓGICOS SIBRATEC Disponibilizam uma complexa infraestrutura laboratorial, oferecendo às empresas serviços de avaliação da conformidade (calibração, ensaios, análises, certificação) com o objetivo de auxiliá-las na superação de exigências técnicas para o acesso aos mercados interno e externo e para atender às demandas das Agências Regulatórias Nacionais.

4 REDES TEMÁTICAS DE SERVIÇOS TECNOLÓGICOS Com base na Política Brasileira de Desenvolvimento Produtivo foram priorizados 21(vinte e um) temas para a constituição das Redes de Serviços Tecnológicos. As redes constituídas são TEMÁTICAS. Um dos temas priorizados foi a Radioproteção e Dosimetria.

5 REDES TEMÁTICAS DE SERVIÇOS TECNOLÓGICOS

6 REDE DE SERVIÇOS TECNOLÓGICOS EM RADIOPROTEÇÃO E DOSIMETRIA Em resumo: A rede SIBRATEC de Serviços Tecnológicos em Radioproteção e Dosimetriafoi criada para apoiar as empresas quanto à prestação de serviços em: Calibração de instrumentos medidores de radiação ionizante. Ensaios de materiais utilizados em proteção radiológica para blindagem (p.ex.: aventais, protetores de tireoide). Controle da exposição de trabalhadores as radiações ionizantes. Análises radiométricade insumos e materiais: alimentos, água, sedimentos, minerais, etc.

7 REDE DE SERVIÇOS TECNOLÓGICOS EM RADIOPROTEÇÃO E DOSIMETRIA Núcleo de Coordenação: IRD Dr. Paulo Cunha (coordenador) UFPE / DEN Profª. Helen Khoury IPEN/CNEN DrªLinda Caldas LCR/ UERJ-MSc. Evandro Pires CDTN/CNEN MSc. ThessaAlonso

8 REDE DE LABORATÓRIOS DE RADIOPROTEÇÃO E DOSIMETRIA Nº de Laboratórios = 24 Nº de Instituições = 13 UFPE (2) SENAI CNEN/CRCN - CO CNEN/IPEN (5) USP DF CNEN/CDTN (3) INATEL CETEC CNEN/ LAPOC UERJ (2) CNEN/IEN PUC-RJ CNEN/IRD (4)

9 LABORATÓRIOS DA REDE SIBRATECCAPACITADOS A REALIZAR ANÁLISES RADIOMÉTRICAS EM ÁGUAS LABORATÓRIO DE ANÁLISES AMBIENTAIS -CRCN-CO/CNEN Localização: Goiânia LABORATÓRIO DE CARACTERIZAÇÃO QUÍMICA E ISOTÓPICA IPEN/ CNEN Localização: São Paulo LABORATÓRIO DE RADIOMETRIA AMBIENTAL -IPEN/CNEN Localização: São Paulo LABORATÓRIO DE ANÁLISES AMBIENTAIS IRD/CNEN Localização: Rio de Janeiro LABORATÓRIO DE RADIOQUÍMICA E RADIOTOXICOLOGIA - LAPOC / CNEN Localização: Poços de Caldas

10 OUTROS LABORATÓRIOS EXISTENTES NO PAÍS Centro de Energia Nuclear na Agricultura / USP Localização: Piracicaba Centro Regional de Ciências Nucleares CRCN/ NE / CNEN Localização: Recife Centro de Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear / CNEN Localização: Belo Horizonte Pontifícia Universidade Católica / PUC-RIO Localização: Rio de Janeiro BIOAGRI Ambiental Localização: Piracicaba

11 SITUAÇÃO ATUAL A Portaria do N o 2914/2011 do Ministério da Saúde exige as seguintes medições de radioatividade em amostras de água distribuída a população: alfa total, beta total, Ra 226, Ra 228 e U. Existem no país, aproximadamente, Sistemas de Abastecimentos de Água. A implementação pelas Empresas de Abastecimento de Água dos requisitos radiológicos estabelecidos pela Portaria N o 2914/2011 ainda é incipiente. Portanto, existe uma demanda potencial muito grande!

12 INFRAESTRUTURA LABORATORIAL Existem 10 laboratórios aptos a prestar serviços (cinco filiados a rede SIBRATEC) A capacidade oferta de serviços de análise de Ra 226 e Ra 228 é limitada.

13 QUESTÃO! A infraestrutura laboratorial existente no país é suficiente para atender a demanda por análises radiológicas? IMPORTANTE Para atender a demanda é necessário planejamento e ação coordenada!

14 QUALIDADE DAS MEDIÇÕES O IRD/CNEN oferece um Programa de Comparação Interlaboratorial PNI em amostras de água. A maioria dos laboratórios participa deste programa. Apenas um laboratório é acreditado pelo INMETRO para a realização de medições de atividade de alfa e beta total. A Rede SIBRATEC capacitou alguns laboratórios no Sistema de Gestão da Qualidade e possui a meta de acreditar no Inmetro, em 2014, três serviços.

15 Obrigado

Ata da Reunião do Grupo Temático xxxx

Ata da Reunião do Grupo Temático xxxx Ata da Reunião do Grupo Temático xxxx Data: 30 e 31 de março de 2009 Local: Centro de Convenções Israel Pinheiro - Brasília - DF OBJETIVO DA REUNIÃO A reunião foi realizada com os laboratórios, no âmbito

Leia mais

REDE RADIOPROTEÇÃO E DOSIMETRIA SIBRATEC

REDE RADIOPROTEÇÃO E DOSIMETRIA SIBRATEC REDE RADIOPROTEÇÃO E DOSIMETRIA SIBRATEC Coordenador: Paulo Cunha Núcleo de coordenação: Profa. Helen Khoury DEN/UFPE Dra Linda Caldas IPEN/CNEN MSc Evandro Pires LCR/ UERJ MSc Thessa Alonso CDTN/CNEN

Leia mais

3º ENCONTRO DE LACEN VISA ANVISA

3º ENCONTRO DE LACEN VISA ANVISA 3º ENCONTRO DE LACEN VISA ANVISA EXPERIÊNCIAS BEM SUCEDIDAS CAPTAÇÃO DE RECURSOS FINANCEIROS DE FONTES DIVERSAS PARA INVESTIMENTO NO INSTITUTO ADOLFO LUTZ São Paulo, 10 a 12/12/2012 Alice M. Sakuma Adriana

Leia mais

Física Médica Pós-Graduação Stricto Sensu

Física Médica Pós-Graduação Stricto Sensu Física Médica Pós-Graduação Stricto Sensu Divanizia N Souza Universidade Federal de Sergipe Processo Seletivo O processo varia de acordo com a instituição Currículo para análise Provas de línguas Projeto

Leia mais

PERFIL DA ORGANIZAÇÃO

PERFIL DA ORGANIZAÇÃO PERFIL DA ORGANIZAÇÃO Recife, 2013 Descrição da Organização O Centro Regional de Ciências Nucleares do Nordeste CRCN-NE integra a Comissão Nacional de Energia Nuclear CNEN, autarquia federal vinculada

Leia mais

Ata da Reunião do Grupo Temático 16

Ata da Reunião do Grupo Temático 16 Ata da Reunião do Grupo Temático 16 Data: 30 e 31 de março de 2009 Local: Centro de Convenções Israel Pinheiro - Brasília - DF OBJETIVO DA REUNIÃO A reunião foi realizada com os laboratórios, no âmbito

Leia mais

Comissão Nacional de Energia Nuclear Segurança nos Institutos da CNEN

Comissão Nacional de Energia Nuclear Segurança nos Institutos da CNEN Comissão Nacional de Energia Nuclear Segurança nos Institutos da CNEN Jose Augusto Perrotta Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento DPD/CNEN Tópicos abordados nesta apresentação Institutos da CNEN Principais

Leia mais

Painel 3: Estímulo à Inovação, Pesquisa e Desenvolvimento. Ronaldo Mota (Secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação / MCT)

Painel 3: Estímulo à Inovação, Pesquisa e Desenvolvimento. Ronaldo Mota (Secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação / MCT) Painel 3: Estímulo à Inovação, Pesquisa e Desenvolvimento Ronaldo Mota (Secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação / MCT) 01 de março de 2010 I N O ABSORÇÃO DA CULTURA DA INOVAÇÃO EI V A Ç Ã

Leia mais

O MERCADO DE TRABALHO E OPORTUNIDADES NO SETOR NUCLEAR

O MERCADO DE TRABALHO E OPORTUNIDADES NO SETOR NUCLEAR O MERCADO DE TRABALHO E OPORTUNIDADES NO SETOR NUCLEAR rimeira Semana de Engenharia Nuclear e Ciências das Radiações - UFMG 29/05/2012 Ilson Soares Chefe da Divisão de Treinamento SUMÁRIO INSTITUIÇÕES

Leia mais

FINEP UMA AGÊNCIA DE INOVAÇÃO. Vânia Damiani. Departamento de Instituições de Pesquisa Área de Institutos Tecnológicos e de Pesquisa

FINEP UMA AGÊNCIA DE INOVAÇÃO. Vânia Damiani. Departamento de Instituições de Pesquisa Área de Institutos Tecnológicos e de Pesquisa FINEP UMA AGÊNCIA DE INOVAÇÃO Vânia Damiani Departamento de Instituições de Pesquisa Área de Institutos Tecnológicos e de Pesquisa A Missão da FINEP Promover o desenvolvimento econômico e social do Brasil

Leia mais

Sistema Brasileiro de Tecnologia SIBRATEC. Rede de Produtos para Saúde PRODSAÚDE

Sistema Brasileiro de Tecnologia SIBRATEC. Rede de Produtos para Saúde PRODSAÚDE Sistema Brasileiro de Tecnologia SIBRATEC Rede de Produtos para Saúde PRODSAÚDE SIBRATEC O SIBRATEC tem por finalidade apoiar o desenvolvimento tecnológico das empresas brasileiras, por meio da promoção

Leia mais

I INTELAB REMEPE Encontro Técnico de Laboratórios Recife novembro 2013

I INTELAB REMEPE Encontro Técnico de Laboratórios Recife novembro 2013 I INTELAB REMEPE Encontro Técnico de Laboratórios Recife novembro 2013 As Redes Metrológicas Estaduais As Redes Metrológicas são específicas e tecnológicas pela atuação. Foram criadas espontaneamente pela

Leia mais

Processo de Certificação Serviço de Monitoração Individual Externa (SMIE)

Processo de Certificação Serviço de Monitoração Individual Externa (SMIE) Processo de Certificação Serviço de Monitoração Individual Externa (SMIE) Dr. Marcus Alexandre Vallim de Alencar Coordenador do CASEC vallim@ird.gov.br Instalações Nucleares e Radiativas Instalações Nucleares

Leia mais

Da legalidade estrita; e da utilização pacífica da energia nuclear.

Da legalidade estrita; e da utilização pacífica da energia nuclear. DIREITO NUCLEAR Constituição Federal(art. 21, XXVIII- resumo histórico) O Brasil na Ordem Internacional Nuclear Alguns instrumentos bilaterais e multilaterais. Abrangência do Direito Nuclear Pátrio ( protagonistas)

Leia mais

CURSO II - PRÉ-CONGRESSO

CURSO II - PRÉ-CONGRESSO RUA DO ROSÁRIO, 135 4º ANDAR / CENTRO RIO DE JANEIRO / RJ CEP.: 20041-005 (21) 2224-2237 (31) 2224-3237 www.abebrasil.org.br 11º Congresso Mundial de Esterilização e 7 Edição do Simpósio Internacional

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA RESPOSTA TÉCNICA COREN/SC Nº 47/CT/2015 Assunto: Administração de Radiofármaco Palavras chaves: Oncologia; Radiofármaco; Punção Venosa. I Solicitação recebida pelo Coren/SC: A punção venosa para aplicação

Leia mais

ANEXO I - DISTRIBUIÇÃO DE CARGOS, CLASSES/PERFIL/REQUISITOS/DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS ATIVIDADES/LOTAÇÃO/UNIDADES/DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS

ANEXO I - DISTRIBUIÇÃO DE CARGOS, CLASSES/PERFIL/REQUISITOS/DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS ATIVIDADES/LOTAÇÃO/UNIDADES/DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS TECNOLOGISTA ANEXO I - DISTRIBUIÇÃO DE CARGOS, CLASSES/PERFIL/REQUISITOS/DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS ATIVIDADES/LOTAÇÃO/UNIDADES/DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS CÓDIGO DE PERFIL CARGO CLASSE TL 1 Tecnologista TL 2 Tecnologista

Leia mais

II CONGRESSO DE FÍSICA MÉDICA DA UNICAMP. Para além da Radioterapia Atuação do Físico Médico na Proteção Radiológica. Clarice Cardoso Xavier

II CONGRESSO DE FÍSICA MÉDICA DA UNICAMP. Para além da Radioterapia Atuação do Físico Médico na Proteção Radiológica. Clarice Cardoso Xavier II CONGRESSO DE FÍSICA MÉDICA DA UNICAMP Para além da Radioterapia Atuação do Físico Médico na Proteção Radiológica Clarice Cardoso Xavier Trajetória Graduação Atividades extra-curriculares 5º ano - Estágio

Leia mais

Leocadio J.C 1.; Ramalho A. T. 1 ; Pinho, A S. 1 ; Lourenço, M. M. J. 1 ; Nicola, M. S. 1 ; D Avila, R. L. 1 ; Melo, I. F 1.; Cucco, A C. S.

Leocadio J.C 1.; Ramalho A. T. 1 ; Pinho, A S. 1 ; Lourenço, M. M. J. 1 ; Nicola, M. S. 1 ; D Avila, R. L. 1 ; Melo, I. F 1.; Cucco, A C. S. CONTROLE DAS FONTES RADIOATIVAS NA INDÚSTRIA ATRAVÉS DE INSPEÇÕES REGULATÓRIAS Leocadio J.C.; Ramalho A. T. ; Pinho, A S. ; Lourenço, M. M. J. ; Nicola, M. S. ; D Avila, R. L. ; Melo, I. F.; Cucco, A C.

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ FISPQ nº : 15 ALB-IPEN-131

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ FISPQ nº : 15 ALB-IPEN-131 FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ FISPQ nº : 15 ALB-IPEN-131 1. Identificação do produto e da empresa Nome do produto/substância Uso do produto/substância ALB-IPEN-131 Produto

Leia mais

Centro Regional de Ciências Nucleares. Heldio Pereira Villar

Centro Regional de Ciências Nucleares. Heldio Pereira Villar Centro Regional de Ciências Nucleares Heldio Pereira Villar Comissão Nacional de Energia Nuclear O CRCN O CRCN foi criado em 14 de junho de 1996 por meio de um convênio entre CNEN, UFPE e FUNDACENTRO O

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL 2000

RELATÓRIO ANUAL 2000 RELATÓRIO ANUAL 2000 INSTITUTO DE RADIOPROTEÇÃO E DOSIMETRIA COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR ÍNDICE Introdução... 5 Estrutura Organizacional... 11 Atribuições dos Setores... 14 Recursos Humanos...

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2006 PROCESSO Nº : 01341.000109/2007-23 UNIDADE AUDITADA

Leia mais

Encontro da Qualidade em Laboratórios Científicos

Encontro da Qualidade em Laboratórios Científicos Elisa Rosa dos Santos Assessora Técnica na Divisão de Acreditação de Laboratórios Divisão de Acreditação de Laboratórios DICLA/Cgcre Encontro da Qualidade em Laboratórios Científicos Acreditação de Laboratórios

Leia mais

Painel B3: Transferência de Tecnologia

Painel B3: Transferência de Tecnologia Painel B3: Transferência de Tecnologia fatores de risco e de sucesso Ana Lúcia Vitale Torkomian Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia Pró-Inova

Leia mais

Sistema Unificado de Atenção a Sanidade Agropecuária - SUASA -

Sistema Unificado de Atenção a Sanidade Agropecuária - SUASA - Sistema Unificado de Atenção a Sanidade Agropecuária - SUASA - SISTEMA BRASILEIRO DE INSPEÇÃO PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL - SISBI-POA - Base Legal Lei 8.171/91 Lei de Política Agrícola Lei 9.712/98 (Art.

Leia mais

O Sistema Brasileiro de Atendimento a Emergências Radiológicas e Nucleares

O Sistema Brasileiro de Atendimento a Emergências Radiológicas e Nucleares O Sistema Brasileiro de Atendimento a Emergências Radiológicas e Nucleares Iêda Gomes Nícoli Distrito do Planalto Central MOTIVAÇÃO Fonte de Césio-137 levada até a Vigilância Sanitária de Goiânia, GO,

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO GABINETE DO MINISTRO. PORTARIA n 518, de 4 de abril de 2003

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO GABINETE DO MINISTRO. PORTARIA n 518, de 4 de abril de 2003 MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA n 518, de 4 de abril de 2003 Revoga a Portaria 496, de 11 de dezembro de 2002. O MINISTRO DO TRABALHO E EMPREGO, no uso das competências que

Leia mais

AUD. Audiência Pública A situação nacional e os caminhos para melhorar a qualidade do ensino técnico profissionalizante

AUD. Audiência Pública A situação nacional e os caminhos para melhorar a qualidade do ensino técnico profissionalizante AUD Audiência Pública A situação nacional e os caminhos para melhorar a qualidade do ensino técnico profissionalizante SENAI Missão Promover a educação profissional e tecnológica, a inovação e a transferência

Leia mais

FIESP - DECOMTEC INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

FIESP - DECOMTEC INOVAÇÃO TECNOLÓGICA FIESP - DECOMTEC INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Programa de Inovação Tecnologica FIESP CIESP - SENAI Sede Fiesp 2013 Chave para a competitividade das empresas e o desenvolvimento do país Determinante para o aumento

Leia mais

Soluções completas a partir de estrutura multidisciplinar

Soluções completas a partir de estrutura multidisciplinar Unidade Embrapii IPT Desenvolvimento de Materiais Soluções completas a partir de estrutura multidisciplinar Zehbour Panossian Diretora de Inovação e Coordenadora da Ação Embrapii no IPT Escopo da Unidade

Leia mais

I Seminário de Prospecção Regional em Energia. Região Nordeste

I Seminário de Prospecção Regional em Energia. Região Nordeste I Seminário de Prospecção Regional em Energia Região Nordeste Recife 28 e 29 de Agosto de 2002 Quality Hotel Boa Viagem. Av. Domingos Ferreira, 457 Tema Neste seminário serão apresentados e discutidos

Leia mais

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S 1 MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S.A. - ELETROBRÁS TOMADA DE PREÇOS N 04/2009 ANEXO I - ESPECIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS 2 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...3 2 DETALHAMENTO DOS SERVIÇOS...3

Leia mais

Como Atua a Proteção Radiológica do IEN? João Regis dos Santos

Como Atua a Proteção Radiológica do IEN? João Regis dos Santos Como Atua a Proteção Radiológica do IEN? João Regis dos Santos Onde Estamos? IEN A Ilha do Fundão Estamos a norte da Ilha do Fundão, na colina da Sapucaia, ponto mais elevado de uma antiga ilha do mesmo

Leia mais

ASPECTOS GERAIS DA ENERGIA NUCLEAR E A ESTRUTURA DO SETOR NUCLEAR NO PAÍS

ASPECTOS GERAIS DA ENERGIA NUCLEAR E A ESTRUTURA DO SETOR NUCLEAR NO PAÍS ASPECTOS GERAIS DA ENERGIA NUCLEAR E A ESTRUTURA DO SETOR NUCLEAR NO PAÍS Apresentação no Senado Federal Aquilino Senra COPPE/UFRJ 23/03/2011 AS PRINCIPAIS ÁREAS DA ENGENHARIA NUCLEAR TECNOLOGIA NUCLEAR

Leia mais

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA NO SENAI

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA NO SENAI INOVAÇÃO TECNOLÓGICA NO SENAI Unidade de Tecnologia Industrial - Unitec Estrutura do Senai 765 Unidades Operacionais 396 Unidades Fixas 369 Unidades Móveis 1.800 programas educacionais oferecidos 1.918.363

Leia mais

NUCLEARINSTALLATIONSAFETYTRAININGSUPPORTGROUP DISCLAIMER

NUCLEARINSTALLATIONSAFETYTRAININGSUPPORTGROUP DISCLAIMER NUCLEARINSTALLATIONSAFETYTRAININGSUPPORTGROUP DISCLAIMER Theinformationcontainedinthisdocumentcannotbechangedormodifiedinanywayand shouldserveonlythepurposeofpromotingexchangeofexperience,knowledgedissemination

Leia mais

Rede LAMIN/CPRM: estrutura e linha de serviços

Rede LAMIN/CPRM: estrutura e linha de serviços Rede LAMIN/CPRM: estrutura e linha de serviços Maria Alice Ibañez Duarte - CPRM VIII Seminário Rio-Metrologia Dias 03 e 04 de agosto de 2010 Auditório do Instituto Nacional de Tecnologia INT Rio de Janeiro

Leia mais

Avaliação do impacto radiológico ambiental de uma mina de urânio brasileira

Avaliação do impacto radiológico ambiental de uma mina de urânio brasileira Avaliação do impacto radiológico ambiental de uma mina de urânio brasileira Wagner de Souza Pereira 1 e 2, Alphonse Kelecom 3 Ademir da Silva Xavier 4 ABSTRACT Este estudo visa avaliar o impacto radiológico

Leia mais

Frederico Cavalcanti Montenegro Diretor Presidente ITEP

Frederico Cavalcanti Montenegro Diretor Presidente ITEP Simpósio Polo Gesseiro do Araripe Potencidades Problemas e Soluções UFRPE 12 a 14 de agosto de 2014 Frederico Cavalcanti Montenegro Diretor Presidente ITEP Centro Tecnológico do Araripe CTA Rua Antônio

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO 2006

RELATÓRIO DE GESTÃO 2006 Coordenação Geral de Planejamento e Avaliação Março 2007 RELATÓRIO DE GESTÃO 2006 COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR Missão Garantir o uso seguro e pacífico da energia nuclear; desenvolver e disponibilizar

Leia mais

Iniciativa Nacional de Inovação em Biotecnologia

Iniciativa Nacional de Inovação em Biotecnologia Iniciativa Nacional de Inovação em Biotecnologia Visão Atual e 2021 3º CB APL 29 de novembro de 2007. Brasília - DF 1 CONTEXTO Fórum de Competitividade de Biotecnologia: Política de Desenvolvimento da

Leia mais

Comércio Exterior. Cursos Completos

Comércio Exterior. Cursos Completos Comércio Exterior Relação de Cursos Cursos Completos Curso Completo de Comércio Exterior: Este curso inclui o conteúdo de quase todos os cursos que oferecemos na área de comércio exterior. Este curso é

Leia mais

QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL E CERTIFICAÇÃO PARA ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS EM ITENS DE INSTALAÇÕES NUCLEARES

QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL E CERTIFICAÇÃO PARA ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS EM ITENS DE INSTALAÇÕES NUCLEARES Norma CNEN NN 1.17 Resolução CNEN 118/11 Setembro / 2011 QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL E CERTIFICAÇÃO PARA ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS EM ITENS DE INSTALAÇÕES NUCLEARES Resolução CNEN 02/96 Publicação: DOU 19.04.1996

Leia mais

Date 5 may 2015. SISTEMA S - Brasil. Dionisio Parise. SENAI Departamento Regional do Parana

Date 5 may 2015. SISTEMA S - Brasil. Dionisio Parise. SENAI Departamento Regional do Parana Date 5 may 2015 SISTEMA S - Brasil Dionisio Parise SENAI Departamento Regional do Parana AGRICULTURA INDÚSTRIA COMÉRCIO SISTEMA S EMPREENDEDORISMO COOPERATIVISMO TRANSPORTE CNA Confederação da Agricultura

Leia mais

GERÊNCIA DE REJEITOS RADIOATIVOS EM UM LABORATÓRIO DE RADIOQUÍMICA.

GERÊNCIA DE REJEITOS RADIOATIVOS EM UM LABORATÓRIO DE RADIOQUÍMICA. GERÊNCIA DE REJEITOS RADIOATIVOS EM UM LABORATÓRIO DE RADIOQUÍMICA. Ana C. A. Silva 1, 2, Wagner de S. Pereira 2, 3, Delcy de A. Py Júnior 2, Ivan M. Antunes2 e Alphonse Kelecom 3, 4 1 Curso de bacharelado

Leia mais

Bona: Chamada para a Ação

Bona: Chamada para a Ação Bona: Chamada para a Ação Texto da posição conjunta da AIEA e da OMS A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) realizou em dezembro de 2012, em Bona (Alemanha), a "Conferência Internacional de

Leia mais

Luciano Santa Rita Oliveira Mestre em Radioproteção e Dosimetria Tecnólogo em radiologia

Luciano Santa Rita Oliveira Mestre em Radioproteção e Dosimetria Tecnólogo em radiologia Luciano Santa Rita Oliveira Mestre em Radioproteção e Dosimetria Tecnólogo em radiologia www.lucianosantarita.pro.br tecnologo@lucianosantarita.pro.br Motivação Conceitos fundamentais sobre radioproteção

Leia mais

I Ciclo de Debates Saúde Sem Dano - Projeto Hospitais Saudáveis Assistência à Saúde Livre de Mercúrio. Noil A. M. Cussiol

I Ciclo de Debates Saúde Sem Dano - Projeto Hospitais Saudáveis Assistência à Saúde Livre de Mercúrio. Noil A. M. Cussiol I Ciclo de Debates Saúde Sem Dano - Projeto Hospitais Saudáveis Assistência à Saúde Livre de Mercúrio Belo Horizonte, 03 de agosto de 2011 Noil A. M. Cussiol Comissão Nacional de Energia Nuclear Autarquia

Leia mais

GABARITO PRELIMINAR CONCURSO PÚBLICO PARA O MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR CNEN

GABARITO PRELIMINAR CONCURSO PÚBLICO PARA O MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR CNEN GABARITO PRELIMINAR CONCURSO PÚBLICO PARA O MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR CNEN CARGO: TL1 TECNOLOGISTA EM ANÁLISE DE SEGURANÇA 01 D 26 C 51 B 76 D 02

Leia mais

eletrônica: Parceria Inmetro com o desenvolvimento

eletrônica: Parceria Inmetro com o desenvolvimento Novos padrões para a medição eletrônica: Parceria Inmetro com o desenvolvimento Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial Inmetro Ditec Cgint - Incubadora Samuel Valle - Eng.º

Leia mais

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC. Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 003, de 9 de abril de 2008.

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC. Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 003, de 9 de abril de 2008. MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 003, de 9 de abril de 2008. Aprova o Regulamento do Sistema Brasileiro de Tecnologia. O Presidente do Comitê

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2007 PROCESSO Nº

Leia mais

TOTAL - FISCAL 931.387 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL 931.387

TOTAL - FISCAL 931.387 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL 931.387 ORGAO : 22000 - MINISTERIO DA AGRICULTURA, PECUARIA E ABASTECIMENTO UNIDADE : 22211 - COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO - CONAB 0901 : CUMPRIMENTO DE SENTENCAS JUDICIAIS 931.387 931.387 931.387 F 3 1

Leia mais

Impacto do Fundo Social na Ciência e Tecnologia e Política Industrial

Impacto do Fundo Social na Ciência e Tecnologia e Política Industrial Impacto do Fundo Social na Ciência e Tecnologia e Política Industrial Ronaldo Mota Secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Comissão Especial Pré-Sal / Fundo Social Câmara dos Deputados 6 de

Leia mais

QUALIFICAÇÃO E ATUAÇÃO DE ÓRGÃOS DE SUPERVISÃO TÉCNICA INDEPENDENTE EM USINAS NUCLEOELÉTRICAS E OUTRAS INSTALAÇÕES

QUALIFICAÇÃO E ATUAÇÃO DE ÓRGÃOS DE SUPERVISÃO TÉCNICA INDEPENDENTE EM USINAS NUCLEOELÉTRICAS E OUTRAS INSTALAÇÕES Norma CNEN NE 1.28 Resolução CNEN 15/99 Setembro / 1999 QUALIFICAÇÃO E ATUAÇÃO DE ÓRGÃOS DE SUPERVISÃO TÉCNICA INDEPENDENTE EM USINAS NUCLEOELÉTRICAS E OUTRAS INSTALAÇÕES Resolução CNEN 15/99 Publicação:

Leia mais

PLANO DIRETOR IRD 2014-2020

PLANO DIRETOR IRD 2014-2020 PLANO DIRETOR 2014-2020 PLANO DIRETOR IRD 2014-2020 Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação Comissão Nacional de Energia Nuclear Instituto de Radioproteção e Dosimetria ii PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

Leia mais

Estado de Goiás Secretaria de Ciência e Tecnologia Superintendência de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

Estado de Goiás Secretaria de Ciência e Tecnologia Superintendência de Desenvolvimento Científico e Tecnológico SIBRATEC Instituído por meio do Decreto 6.259, de 20 de novembro de 2007 e complementado pela Resolução do Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008, para atender as demandas específicas de

Leia mais

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA A INDÚSTRIA CATARINENSE UNIDA PELA COMPETITIVIDADE. A indústria está presente na vida de todo catarinense, na maior parte do tempo e em quase todos

Leia mais

LEI N 21.156, DE 17 DE JANEIRO DE 2014. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR.

LEI N 21.156, DE 17 DE JANEIRO DE 2014. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR. LEI N 21.156, DE 17 DE JANEIRO DE 2014. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR. (PUBLICAÇÃO - MINAS GERAIS DIÁRIO DO EXECUTIVO - 18/01/2014 PÁG. 2 e 03)

Leia mais

SETORIAIS VISÃO GERAL

SETORIAIS VISÃO GERAL MCT FUNDOS SETORIAIS VISÃO GERAL Financiamento de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil RECURSOS GOVERNAMENTAIS IMPOSTOS e TAXAÇÃO SISTEMA DE CT&I Universidades Centros de Pesquisas Empresas do Governo

Leia mais

Combustíveis. Radioativos

Combustíveis. Radioativos Combustíveis Radioativos Introdução Os combustíveis radioativos São compostos de elementos químicos instáveis que liberam energia térmica t através s de ondas eletromagnéticas ticas (alfa, beta e gama).

Leia mais

CURRÍCULOS CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

CURRÍCULOS CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO ANTONIO RUBENS SILVA SILVINO, é graduado em Economia pela Facec de Santos e pós-graduado em Administração de Empresas pela FGV-SP. Rubens tem ainda especialização em Estratégia

Leia mais

CNEN NE 3.05 abril/1996 REQUISITOS DE RADIOPROTEÇÃO E SEGURANÇA PARA SERVIÇOS DE MEDICINA NUCLEAR

CNEN NE 3.05 abril/1996 REQUISITOS DE RADIOPROTEÇÃO E SEGURANÇA PARA SERVIÇOS DE MEDICINA NUCLEAR CNEN NE 3.05 abril/1996 REQUISITOS DE RADIOPROTEÇÃO E SEGURANÇA PARA SERVIÇOS DE MEDICINA NUCLEAR 2 Requisitos de Radioproteção e Segurança para Serviços de Medicina Nuclear Resolução CNEN 10/96 Publicação:

Leia mais

Unidade de Medida: % de execução física Especificação do Produto

Unidade de Medida: % de execução física Especificação do Produto Programa 2059 - Política Nuclear 12P1 - Implantação do Reator Multipropósito Brasileiro Número de Ações 25 Unidade Responsável: Comissão Nacional de Energia Nuclear Empreendimento implantado O Empreendimento

Leia mais

II Congresso de Física Médica da UNICAMP

II Congresso de Física Médica da UNICAMP II Congresso de Física Médica da UNICAMP Atuação do físico médico em empresas de grande porte Ana Celia Sobreira Campinas, agosto de 2010 Becquerel Marie Curie Hevesy NOSSA EMPRESA REM Indústria e Comércio

Leia mais

PROJETO DE FORTALECIMENTO TECNOLÓGICO DO APL DE CAL E CALCÁRIO DO PARANÁ

PROJETO DE FORTALECIMENTO TECNOLÓGICO DO APL DE CAL E CALCÁRIO DO PARANÁ PROJETO DE FORTALECIMENTO TECNOLÓGICO DO APL DE CAL E CALCÁRIO DO PARANÁ Onde estamos?? Quem somos?? Número de indústrias de Cal e Calcário: 95. Principais Municípios integrantes do APL: Colombo, Rio Branco

Leia mais

PROCESSO SELETIVO PARA OS CURSOS TÉCNICOS SUBSEQUENTES, ENSINO TÉCNICO INTEGRADO AO MÉDIO E CURSOS PROEJA RETIFICAÇÃO Nº. 01, DE 03 DE SETEMBRO 2014.

PROCESSO SELETIVO PARA OS CURSOS TÉCNICOS SUBSEQUENTES, ENSINO TÉCNICO INTEGRADO AO MÉDIO E CURSOS PROEJA RETIFICAÇÃO Nº. 01, DE 03 DE SETEMBRO 2014. ENTRADA / SEMESTRE PESSOA COM DEFICIÊNCIA (A) AMPLA CONCORRÊNCIA(B) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO PROCESSO SELETIVO PARA OS CURSOS TÉCNICOS SUBSEQUENTES, ENSINO TÉCNICO INTEGRADO AO MÉDIO E CURSOS PROEJA Edital

Leia mais

5ª Reunião Geral da Rede PRODSAUDE 31 de agosto e 1º de setembro de 2015 Rio de Janeiro. PRODSAUDE / Sub Rede Implantes, Próteses e Instrumental

5ª Reunião Geral da Rede PRODSAUDE 31 de agosto e 1º de setembro de 2015 Rio de Janeiro. PRODSAUDE / Sub Rede Implantes, Próteses e Instrumental 31 de agosto e 1º de setembro de 2015 Rio de Janeiro PRODSAUDE / Sub Rede Implantes, Próteses e Instrumental PRODSAUDE Coordenador Sub André Rede Luiz Artigos de Oliveira Odonto (Fundação - Médico CERTI)

Leia mais

PLANO DE TRABALHO PARA INICIAÇÃO CIENTÍFICA

PLANO DE TRABALHO PARA INICIAÇÃO CIENTÍFICA PLANO DE TRABALHO PARA INICIAÇÃO CIENTÍFICA Candidato(a): Orientador(a): Nivaldo Carlos da Silva Título do Plano de Trabalho: Determinação do potencial de radônio geogênico - GEORP no município de Poços

Leia mais

Avaliação da técnica de medição do radônio utilizando detector passivo com carvão ativado

Avaliação da técnica de medição do radônio utilizando detector passivo com carvão ativado Avaliação da técnica de medição do radônio utilizando detector passivo com carvão ativado Paulo Roberto Rocha Ferreira (M.Sc.) 1, Edmilson de Lima Lessa 2, Evaldo Paulo de Olveira 3 1 Divisão de Radioproteção

Leia mais

Estratégias Políticas para Eficiência Energética em Edificações no Brasil

Estratégias Políticas para Eficiência Energética em Edificações no Brasil Estratégias Políticas para Eficiência Energética em Edificações no Brasil George Alves Soares Assistente da Diretoria de Tecnologia Abril / 2010 Programa do Governo Federal vinculado ao Ministério das

Leia mais

Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação. Ministério do Planejamento

Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação. Ministério do Planejamento Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Ministério do Planejamento CPSUSTENTÁVEIS Definição O que é? Criação de uma política de Contratações Públicas que leve em consideração critérios de sustentabilidade,

Leia mais

O USO ESTRATÉGICO DA ÁGUA Legislação Hídrica no Brasil e a Revisão da Portaria MS 518/04

O USO ESTRATÉGICO DA ÁGUA Legislação Hídrica no Brasil e a Revisão da Portaria MS 518/04 Secretaria de Vigilância em Saúde O USO ESTRATÉGICO DA ÁGUA Legislação Hídrica no Brasil e a Revisão da Portaria MS 518/04 Guilherme Franco Netto Diretor de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador

Leia mais

Portaria Inep nº 219 de 26 de julho de 2011 Publicada no Diário Oficial de 27 de julho de 2011, Seção 1, págs. 16 e 17

Portaria Inep nº 219 de 26 de julho de 2011 Publicada no Diário Oficial de 27 de julho de 2011, Seção 1, págs. 16 e 17 Portaria Inep nº 219 de 26 de julho de 2011 Publicada no Diário Oficial de 27 de julho de 2011, Seção 1, págs. 16 e 17 O Presidente, Substituto, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais

Leia mais

Disciplina: Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos. 4 Tipos de Resíduos Sólidos. Professor: Sandro Donnini Mancini

Disciplina: Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos. 4 Tipos de Resíduos Sólidos. Professor: Sandro Donnini Mancini Instituto de Ciência e Tecnologia de Sorocaba Disciplina: Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos Graduação em Engenharia Ambiental 4 Tipos de Resíduos Sólidos Professor: Sandro Donnini Mancini

Leia mais

Suprimento de Molibdênio 99 - Potencial Crise de Abastecimento no Médio Prazo e Ações de Mitigação Propostas INAC 2013

Suprimento de Molibdênio 99 - Potencial Crise de Abastecimento no Médio Prazo e Ações de Mitigação Propostas INAC 2013 Comissão Nacional de Energia Nuclear Suprimento de Molibdênio 99 - Potencial Crise de Abastecimento no Médio Prazo e Ações de Mitigação Propostas INAC 2013 Recife, 27 de novembro de 2013 Isaac José Obadia

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM POLÍMEROS UEZO CURRÍCULO NOVO (INGRESSOS A PARTIR DE 2010/01) DISCIPLINAS DO 1º PERÍODO

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM POLÍMEROS UEZO CURRÍCULO NOVO (INGRESSOS A PARTIR DE 2010/01) DISCIPLINAS DO 1º PERÍODO CURRÍCULO NOVO (INGRESSOS A PARTIR DE 2010/01) Código POL1001 POL1002 POL1003 POL1004 POL1005 POL1006 POL1007 DISCIPLINAS DO 1º PERÍODO Disciplina Química Orgânica Química Geral Teoria Química Geral Experimental

Leia mais

EDUARDO HENRIQUE DOS SANTOS CURRICULUM VITAE

EDUARDO HENRIQUE DOS SANTOS CURRICULUM VITAE EDUARDO HENRIQUE DOS SANTOS CURRICULUM VITAE ÁREA DE ATUAÇÃO: ENGENHARIA - SEGURANÇA DO TRABALHO - HIGIENE OCUPACIONAL DADOS PESSOAIS Profissão: Engenheiro de Segurança do Trabalho/ Engenheiro de Produção/

Leia mais

DIREITO AMBIENTAL CORPORATIVO

DIREITO AMBIENTAL CORPORATIVO DIREITO AMBIENTAL CORPORATIVO Freire, Lagrotta & Gimenez Advogados, 2014 2 SOBRE NÓS Nós, sócios da Freire, Lagrotta & Gimenez Advogados, acreditamos em um novo modelo de consultoria e assessoria corporativa,

Leia mais

ESTRUTURA DA ÁREA NUCLEAR

ESTRUTURA DA ÁREA NUCLEAR ESTRUTURA DA ÁREA NUCLEAR A ÁREA NUCLEAR BRASILEIRA PRESIDÊNCIA MCT MME MD MRE INB CNEN NUCLEP Eletronuclear Aeronáutica Exército Institutos de C&T Angra 1 Angra 2 CTA Marinha CTEX MEC CTMSP Universidades

Leia mais

SEMINÁRIO RECURSOS ENERGÉTICOS DO BRASIL: PETRÓLEO, GÁS, URÂNIO E CARVÃO Rio de Janeiro 30 de setembro de 2004 - Clube de Engenharia

SEMINÁRIO RECURSOS ENERGÉTICOS DO BRASIL: PETRÓLEO, GÁS, URÂNIO E CARVÃO Rio de Janeiro 30 de setembro de 2004 - Clube de Engenharia Urânio: Energia Nuclear e Responsabilidade Sócioambiental SEMINÁRIO RECURSOS ENERGÉTICOS DO BRASIL: PETRÓLEO, GÁS, URÂNIO E CARVÃO Rio de Janeiro 30 de setembro de 2004 - Clube de Engenharia Expositor:

Leia mais

ANS -LAS. Segurança Física em Reatores de Pesquisa. Ruth Alves - 25/06/2013 ABEN Associação Brasileira de Energia Nuclear

ANS -LAS. Segurança Física em Reatores de Pesquisa. Ruth Alves - 25/06/2013 ABEN Associação Brasileira de Energia Nuclear ANS -LAS Segurança Física em Reatores de Pesquisa Ruth Alves - 25/06/2013 ABEN Associação Brasileira de Energia Nuclear AGENDA Objetivos da segurança Linhas de Defesa Áreas de Proteção Física Status Brasil

Leia mais

RELAÇÃO CLIENTE FORNECEDOR. Paulo Fernando Gomes de Barros Cavalcanti Gerente Geral Gerência de Serviço e Logística da Engenharia

RELAÇÃO CLIENTE FORNECEDOR. Paulo Fernando Gomes de Barros Cavalcanti Gerente Geral Gerência de Serviço e Logística da Engenharia RELAÇÃO CLIENTE FORNECEDOR Paulo Fernando Gomes de Barros Cavalcanti Gerente Geral Gerência de Serviço e Logística da Engenharia Aviso Estas apresentações podem conter previsões acerca de eventos futuros.

Leia mais

INVESTIMENTOS EM P&D PARA A INDÚSTRIA DO PETRÓLEO E GÁS NATURAL IV SEMINÁRIO RIO-METROLOGIA. Rio/20 de abril/2006

INVESTIMENTOS EM P&D PARA A INDÚSTRIA DO PETRÓLEO E GÁS NATURAL IV SEMINÁRIO RIO-METROLOGIA. Rio/20 de abril/2006 INVESTIMENTOS EM P&D PARA A INDÚSTRIA DO PETRÓLEO E GÁS NATURAL Luiz Oswaldo Norris Aranha IV SEMINÁRIO RIO-METROLOGIA Rio/20 de abril/2006 OBJETIVOS DA CLÁUSULA Atribuição legal Lei 9478 de 06/08/1997

Leia mais

O MCTI E SUA POLÍTICA DE FOMENTO À INOVAÇÃO

O MCTI E SUA POLÍTICA DE FOMENTO À INOVAÇÃO O MCTI E SUA POLÍTICA DE FOMENTO À INOVAÇÃO SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA Goiânia, GO, 16 de Outubro de 2014 Armando Z. Milioni SETEC, MCTI ROTEIRO 1 A ESTRUTURA GERAL DO MCTI 2 A SETEC: FOMENTO

Leia mais

CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO PROCESSO N.º 23062.009173/2013-97 ASSUNTO: INTERESSADO: COMISSÃO: Ajuste do Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica da Unidade de Nepomuceno do CEFET-MG

Leia mais

Ata da Reunião do Grupo Temático 15 Instalações Prediais e Iluminação Pública

Ata da Reunião do Grupo Temático 15 Instalações Prediais e Iluminação Pública Ata da Reunião do Grupo Temático 15 Instalações Prediais e Iluminação Pública Data: 30 e 31 de março de 2009 Local: Centro de Convenções Israel Pinheiro - Brasília - DF OBJETIVO DA REUNIÃO A reunião foi

Leia mais

VI-117 SITUAÇÃO AMBIENTAL DO SETOR DE GALVANOPLASTIA NO ESTADO DE PERNAMBUCO

VI-117 SITUAÇÃO AMBIENTAL DO SETOR DE GALVANOPLASTIA NO ESTADO DE PERNAMBUCO VI-117 SITUAÇÃO AMBIENTAL DO SETOR DE GALVANOPLASTIA NO ESTADO DE PERNAMBUCO Gilson Lima da Silva (1) Engenheiro Químico pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Mestre em Ciência do Solo pela Universidade

Leia mais

MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA DE CÂMBIO &

MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA DE CÂMBIO & MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA DE CÂMBIO & 1 Tópicos: Ações da BM&FBOVESPA Principais Ações de Divulgação pela ABBI Interação da ABBI com o Mercado Plano de Ação da ABBI - Pesquisa junto as IFs, - Projeto Piloto,

Leia mais

CETI Comitê Executivo de Tecnologia da Informação

CETI Comitê Executivo de Tecnologia da Informação CETI Comitê Executivo de Tecnologia da Informação CETI Comitê Executivo de Tecnologia da Informação O que é um comitê de TI? Porque devemos ter? O comitê do MinC Atribuições Composição Agenda Ratificação

Leia mais

MANUAL DE GOVERNANÇA PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO COMPETITIVO PARA A CADEIA DE VALOR DA INDÚSTRIA NACIONAL DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL

MANUAL DE GOVERNANÇA PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO COMPETITIVO PARA A CADEIA DE VALOR DA INDÚSTRIA NACIONAL DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL 1 MANUAL DE GOVERNANÇA PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO COMPETITIVO PARA A CADEIA DE VALOR DA INDÚSTRIA NACIONAL DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL OBJETIVOS DO MANUAL Elaborar Manual de Governança Específico para cada

Leia mais

PLANO DE GESTÃO DE LOGÍSTICA SUSTENTÁVEL - PLS

PLANO DE GESTÃO DE LOGÍSTICA SUSTENTÁVEL - PLS 2013 PLANO DE GESTÃO DE LOGÍSTICA SUSTENTÁVEL - PLS PLS - PLANO DE GESTÃO DE LOGÍSTICA SUSTENTÁVEL COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR DIRETORIA DE GESTÃO INSTITUCIONAL Cristóvão Araripe Marinho COORDENAÇÃO-GERAL

Leia mais

CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA

CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA O Curso Técnico de Nível Médio em Mecânica, Eixo Tecnológico Controle e Processos Industriais são organizados em 3 módulos de 400 horas. Ao final do curso, 400 horas de estágio

Leia mais

Associação Nacional dos Usuários do Transporte de Carga TRANSPORTE E LOGÍSTICA NO BRASIL VISÃO DO SETOR PRIVADO

Associação Nacional dos Usuários do Transporte de Carga TRANSPORTE E LOGÍSTICA NO BRASIL VISÃO DO SETOR PRIVADO Associação Nacional dos Usuários do Transporte de Carga TRANSPORTE E LOGÍSTICA NO BRASIL VISÃO DO SETOR PRIVADO SEMINÁRIO SOBRE TRANSPORTE E LOGÍSTICA BANCO MUNDIAL / MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES Eng Luis

Leia mais

Uma oportunidade para seu projeto pode estar se abrindo...

Uma oportunidade para seu projeto pode estar se abrindo... Uma oportunidade para seu projeto pode estar se abrindo... Fonte de recursos para projetos novembro 2012 1. Patrocínios 1.1 PATROCÍNIO A EVENTOS E PUBLICAÇÕES (Revisado) Data limite: 60 dias de antecedência

Leia mais

GRUPO XII GRUPO DE ESTUDO DE ASPECTOS TÉCNICOS E GERENCIAIS DE MANUTENÇÃO EM INTALAÇÕES ELÉTRICAS - GMI

GRUPO XII GRUPO DE ESTUDO DE ASPECTOS TÉCNICOS E GERENCIAIS DE MANUTENÇÃO EM INTALAÇÕES ELÉTRICAS - GMI SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GMI - 12 16 a 21 Outubro de 2005 Curitiba - Paraná GRUPO XII GRUPO DE ESTUDO DE ASPECTOS TÉCNICOS E GERENCIAIS DE MANUTENÇÃO EM INTALAÇÕES

Leia mais

MINIMIZAÇÃO DE RESÍDUOS. Clédola Cássia Oliveira de Tello Serviço de Gerência de Rejeitos - SEGRE

MINIMIZAÇÃO DE RESÍDUOS. Clédola Cássia Oliveira de Tello Serviço de Gerência de Rejeitos - SEGRE CENTRO DE DESENVOLVIMENTO DA TECNOLOGIA NUCLEAR COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR MINIMIZAÇÃO DE RESÍDUOS Clédola Cássia Oliveira de Tello Serviço de Gerência de Rejeitos - SEGRE Rio de Janeiro, 18

Leia mais

RESÍDUOS AGROSILVOPASTORIS

RESÍDUOS AGROSILVOPASTORIS RESÍDUOS AGROSILVOPASTORIS Diretriz 01: Desenvolvimento e inovação de tecnologias para o aproveitamento de resíduos orgânicos e inorgânicos das atividades agrosilvopastoris. 1.Estabelecimento de linhas

Leia mais

CICLO DE PALESTRAS SOBRE CICLO DE PALESTRAS SOBRE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO São Carlos 03 de junho de 2005 UFSCAR NIT

CICLO DE PALESTRAS SOBRE CICLO DE PALESTRAS SOBRE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO São Carlos 03 de junho de 2005 UFSCAR NIT CICLO DE PALESTRAS SOBRE CICLO DE PALESTRAS SOBRE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO São Carlos 03 de junho de 2005 UFSCAR NIT INFORMAÇÃO PARA A QUALIDADE NO CONTEXTO DA TECNOLOGIA INDUSTRIAL BÁSICA TIB Graça

Leia mais