UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JULIO DE MESQUITA FILHO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JULIO DE MESQUITA FILHO"

Transcrição

1 I - Histórico da Instituição Informações integradas em: História da criação da UNESP A UNESP, criada em 1976, resultou da incorporação dos Institutos Isolados de Ensino Superior do Estado de São Paulo, então unidades universitárias situadas em diferentes pontos do interior paulista. Abrangendo diversas áreas do conhecimento, tais unidades haviam sido criadas, em sua maior parte, em fins dos anos 50 e inícios dos anos 60. Entre essas escolas que vieram compor a UNESP, pode-se observar, de um lado uma certa identidade. Um grupo bastante expressivo, formado por sete unidades universitárias, num conjunto de 14, ocupando amplo espaço, constituído pelas chamadas Faculdades de Filosofia, voltadas preferencialmente para a formação de professores que deveriam compor os quadros das escolas secundárias do Estado. Desse conjunto fizeram parte a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Assis, a de Araraquara, de Franca, de Marília, de Rio Claro e de São José do Rio Preto. Outros Institutos Isolados foram criados com a finalidade de formação profissional como a Faculdade de Farmácia e Odontologia de Araraquara, a mais antiga de todas essas escolas, fundada em 1923 e incorporada ao patrimônio estadual em As outras foram as duas odontologias, de Araçatuba e de São José dos Campos, a Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal, a de Engenharia de Guaratinguetá e a Medicina de Botucatu. No entanto, essas escolas, pela própria formação e por uma qualificação precisa adotadas, foram marcadas por uma identidade entre a docência e a pesquisa na compreensão da necessidade da busca de um aprimoramento acadêmico. Associada a essa característica, essas escolas estiveram fundamentadas no tripé que identifica a instituição acadêmica a docência, a pesquisa e a extensão de serviços à comunidade. Essas escolas, que foram pioneiras na implantação do ensino superior público de qualidade no interior do Estado de São Paulo, estiveram, desde sua criação, sob a administração da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Em 1969 foi instituída, na Secretaria da Educação, a Coordenadoria do Ensino Superior do Estado de São Paulo (CESESP), com a finalidade de gerir a administração daquelas

2 escolas. Apesar da existência da CESESP, essa administração sofria muitas críticas, dado o volume de atribuições acumuladas naquela Secretaria, encarregada de toda matéria relativa ao ensino, desde a educação primária até o nível superior. Essas dificuldades eram registradas, principalmente, no interior do Conselho Estadual de Educação, que passou a estudar a busca de uma solução. Por outro lado, os Institutos Isolados sentiam a necessidade da adoção de uma política que os aproximasse e desse a eles uma identidade própria. Desde o início de 1975, as discussões a respeito de uma nova forma de organização para os Institutos Isolados ocorreram na CESESP e contaram com a colaboração dos diretores daquelas faculdades. Foram apresentadas várias sugestões, visando o desligamento dos Institutos Isolados da esfera de ação da Secretaria da Educação e sua organização sob novas bases. As idéias giraram em torno da integração dos Institutos Isolados numa Federação ou numa Universidade, sendo que esta última proposta foi a que contou com a aprovação. União dos Institutos Isolados - Em 1976, por determinação do então governador Paulo Egydio Martins, e de comum acordo com o Secretário da Educação, essas escolas deixaram o CESESP para assumir uma direção própria, na forma Universidade, uma autarquia submetida ao governo do Estado de São Paulo. De conformidade com a Lei 952 de 30 de janeiro de 1976, foi criada a Universidade Estadual Paulista que recebeu do governador o nome de "Júlio de Mesquita Filho", da qual passavam a fazer parte os Institutos Isolados. A sede da Universidade estaria provisoriamente em Ilha Solteira, onde foi criada uma Faculdade de Engenharia, no local das antigas dependências da CESP. De conformidade com seu Estatuto, aprovado em 1977, a UNESP era constituída por 14 campi e sua sede ficaria em São Paulo, de acordo com as disposições transitórias, enquanto não houvesse em Ilha Solteira as condições necessárias para o funcionamento da Reitoria. À nova universidade deveria ser anexado, na forma de autarquia, o Centro de Educação Tecnológica "Paula Sousa". Da mesma forma, a Faculdade de Música Maestro Julião funcionaria como autarquia, agregada à UNESP, até seu pleno reconhecimento, quando então passaria a ser integrada à Universidade, funcionando em São Bernardo do Campo. Assim criada, a UNESP teve como primeiro reitor o Professor Luiz Ferreira Martins, que havia sido coordenador da CESESP até esse momento. Em seus primeiros meses de funcionamento a UNESP se deparou com uma série de dificuldades resultantes dos ajustes propostos por uma estrutura excessivamente centralizadora e burocratizada. A nova forma de administração havia

3 adotado uma postura inflexível e excludente da participação da comunidade universitária, o que não agradou a muitas unidades, havendo várias manifestações de descontentamento. Durante os anos 80, a UNESP passou por algumas modificações que ficaram registradas em seu novo Estatuto, assinado em As expectativas da mudança consistiam na possibilidade de transformar a UNESP numa universidade essencialmente democrática na qual seus integrantes tivessem poder de decisão. No mesmo momento que no Brasil levantava-se a bandeira das diretas-já, a UNESP havia iniciado a campanha pela adoção de formas mais democráticas de gestão. Também abria-se a possibilidade da integração de um universo maior de interessados. Expansão - Democratização e expansão foram as bandeiras defendidas pela universidade na passagem dos anos 80 para 90. Ainda durante esse período a Universidade esteve à procura da formação de uma identidade que pudesse superar sua marca de origem, a excessiva fragmentação. Esta procura significou uma aproximação cada vez maior da Universidade com o interior do Estado de São Paulo, ao atender aos insistentes apelos das comunidades do interior, quer pela incorporação de novos espaços, como no caso da Universidade de Bauru (1987), do IMESPP (1989), ou ainda, na busca de um aprimoramento da criação de novos cursos como no caso da incorporação do IFT (1987). Visando uma dinamização da pesquisa e uma maior integração entre os vários núcleos de pesquisadores, a UNESP incentivou o desenvolvimento de um plano de criação de unidades auxiliares, unidades complementares e centro interunidades. Propunha, ainda, o desenvolvimento de museus com atividades coletivas e a criação de um projeto de integração e desenvolvimento das bibliotecas. Com a finalidade de otimizar sua administração, o estatuto de 1989 criou as pró-reitorias, distribuindo, dessa forma, as várias atribuições de administração da Reitoria, bem como assessorias especiais para uma maior divulgação da universidade em vários setores. Outras inovações vieram contribuir para uma ação mais completa da Universidade, com a criação da FUNDUNESP (1987) e de uma Editora (1987), transformada posteriormente em Fundação. Também foi criado o Jornal da UNESP e houve o desenvolvimento de um plano de informatização. Durante toda a década de 1990 a UNESP ampliou seu raio de atuação, sobretudo na forma de aumento da oferta de vagas. Mas em 2003, atendendo a numerosas solicitações e de acordo com a política do governo estadual de promover maior incremento do ensino superior público, a UNESP se expande em várias direções com a criação das então chamadas Unidades Diferenciadas, atualmente denominadas Campi Experimentais (2006).

4 1.2 - História da Criação do Instituto de Geociências e Ciências Exatas Informações integradas em : Na década de 1950 já era grande a procura pelos jovens rioclarenses pelo ensino superior. Estes cursavam na Escola Joaquim Ribeiro os cursos clássico e científico, em busca de uma vaga em instituições de ensino superior fora da cidade. Esta necessidade crescente motivou o início de um movimento político local para que fosse criada na cidade uma Faculdade. Neste objetivo envolveram-se alunos, professores, cidadãos e os lideres políticos locais, inúmeras entidades de classe e de clubes de serviço, que passaram a se organizar com o intuito de apoiar essa iniciativa. A mesma concretizou-se em 07 de Julho de 1957, quando o governador do Estado de São Paulo, Jânio da Silva Quadros sancionou o Projeto de Lei no que criava a Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Rio Claro. O projeto de criação foi apresentado pelo Deputado Maurício dos Santos, tendo sido aprovado e transformado em lei no dia 07 de junho de A mesma foi promulgada pelo Governador Dr. Jânio da Silva Quadros. Tinha assim início a trajetória da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Rio Claro, hoje, parte do Câmpus da UNESP Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita filho. O Prof. Dr. João Dias da Silveira, foi nomeado o primeiro Diretor da Faculdade, por ato do Governador do Estado, Sr. Jânio da Silva Quadros, pelo Decreto de 27 de fevereiro de Para a escolha dos cursos a serem oferecidos pela nova faculdade, o Dr. João Dias da Silveira recorreu a consultas junto à população de Rio Claro e região. As pesquisas feitas apontaram para os cursos de Pedagogia, História Natural, Geografia e Matemática. O passo seguinte foi a escolha do local para a construção do prédio para a faculdade. Optou-se naquele momento por aproveitar um prédio já em construção, para abrigar um Grupo Escolar Barão de Piracicaba, situado no Bairro Santana. Acordos foram feitos entre as autoridades municipais e estaduais e o sonho da instalação de uma faculdade em Rio Claro se tornou realidade. A Câmara Municipal de Rio Claro, aprovou por unanimidade, na reunião de 09/05/1958, o repasse de quinhentos mil cruzeiros para dar início às obras de adaptação e ampliação do prédio do Bairro Santana, para abrigar a FAFI. Para acelerar o andamento das obras, a Prefeitura Municipal colocou a disposição mão-de-obra especializada dedicando-se com exclusividade e trabalhando contra o tempo para poder terminar as obras e proceder à inauguração do prédio.

5 A Faculdade foi oficialmente inaugurada em 27 de Setembro de Uma Placa Comemorativa foi colocada no saguão de entrada do prédio principal, para registrar o ato solene, de significativa importância para a cidade de Rio Claro e região. Hoje, nesse prédio funciona a parte administrativa do Instituto de Geociências e Ciências Exatas e também parte da Biblioteca do Câmpus. Ao longo dos anos, muitas adaptações foram feitas, adequando-o as necessidades que gradativamente foram surgindo, porém o mesmo guarda ainda a sua arquitetura original. Após a instalação da Faculdade de Filosofia, uma das grandes preocupações iniciais foi com a preparação dos alunos que iriam prestar o exame de seleção para compor a primeira turma a iniciar os cursos a serem oferecidos. Alguns professores já haviam sido contratados para integrar o corpo docente da Faculdade de Filosofia e desta forma os mesmos passaram a se dedicar à preparação do exame vestibular. A primeira atividade foi a de criar cursos preparatórios para os interessados em prestar os exames vestibulares para a primeira turma da Faculdade de Filosofia. Para tanto foram criados os Cursos Prévios. A primeira aula inaugural ocorreu em Os professores contratados para atuar na Faculdade eram profissionais que já se destacavam junto a Universidades e Institutos de Pesquisa e dessa forma, os mesmos puderam trazer para a Faculdade de Filosofia, seus conhecimentos e experiências tanto na área científica como na educacional possibilitando a formação de uma equipe de profissionais dedicados à docência e à pesquisa. Por meio da formação e do conhecimento científico trazido por esses primeiros professores, a Faculdade de Filosofia pode dar início às suas atividades de ensino e pesquisa. O mês de Março de 1958 marcou o início das suas atividades, com as aulas dos cursos de História Natural, Geografia, Matemática e Pedagogia. Em 1963, passaram a funcionar mais dois novos cursos: Ciências Sociais e Física, e em 1969, o Curso de Geologia. Em 1973, Dr. Antônio Buschinelli, Diretor da Faculdade, apresentou proposta para criação do Curso de Bacharelado em Ciências Biológicas, já tentado em 1970, agora acrescido dos cursos de Bacharelado em Geografia, Física, Matemática e Ciências Sociais os quais foram aprovados em 5 de Abril de Também em 1974, foi autorizado pelos órgãos competentes, o funcionamento na Faculdade de Filosofia do primeiro curso de pósgraduação, em Biologia, e em Geografia nos níveis de mestrado e doutorado. Em Março de 1975, foi autorizado o funcionamento do Curso de Preservação do meio Ambiente, com

6 habilitação em Ecologia, a ser ministrado pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Rio Claro. Em 30 de janeiro de 1976, pela lei no. 952 foi criada a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, sendo a ela incorporada a Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Rio Claro, deixando, portanto, de ser Instituto Isolado. Em 20 de Janeiro de 1977, o Decreto no criou, o Câmpus da UNESP, passando o mesmo a se constituir de dois Institutos: o Instituto de Geociências e Ciências Exatas (IGCE) e o Instituto de Biociências (IB). A cerimônia de inauguração das primeiras instalações do Câmpus Universitário, Dr. João Dias da Silveira, foi realizada em 24 de Junho de 1977, com a presença do Presidente da República, Ernesto Geisel. Hoje, o IGCE (Instituto de Geociências e Ciências Exatas) constitui-se dos cursos de graduação em: Ciência da Computação, Engenharia Ambiental, Física, Geografia, Geologia, e Matemática. Quanto à Pós-Graduação desenvolve os seus cursos na área de Educação Matemática, Física, Geociências e Meio Ambiente, Geografia e Geologia Regional. Integra a sua estrutura uma Unidade Auxiliar, Centro de Pesquisa CEAPLA Centro de Análise e Planejamento Ambiental criado em Seu objetivo consiste em estudar, avaliar e gerenciar problemas ambientais de ordem setorial ou regional. Conta também com uma Unidade Complementar CEA, que reúne especialistas dos diversos setores da área de meio ambiente. O IB (Instituto de Biociências) é formado por 7 Departamentos de Ensino (Biologia, Bioquímica e Microbiologia, Botânica, Ecologia, Educação, Educação Física e Zoologia) que reúnem 112 docentes entre Professores Titulares, Adjuntos e Assistentes Doutores. Integra a sua estrutura uma Unidade Auxiliar - CEIS - Centro de Estudos de Insetos Sociais. Oferece os cursos de graduação em Ciências Biológicas (Bach/Lic), Ecologia, Educação Física (Bach/Lic) e Pedagogia, e Pós-Graduação em Ciências Biológicas (Biologia Celular e Molecular, Ciências Biológicas Biologia Vegetal, Microbiologia Aplicada e Zoologia), Pós-Graduação em Ciências da Motricidade (Biodinâmica da Motricidade Humana e Pedagogia da Motricidade Humana) e Pós- Graduação em Educação. O IB está empenhado no desenvolvimento e na promoção da cultura, na formação de recursos humanos para o exercício do magistério, na investigação científica e atividades profissionais e na extensão de serviços à comunidade por meio do ensino e da pesquisa. Ao longo desses 50 anos de atividades, a FAFI e o IGCE vem construindo e divulgando conhecimentos por meio de seus docentes e pesquisadores. Desenvolve, portanto, um trabalho conjunto na busca contínua de formar alunos, profissionais e futuros docentes e pesquisadores

7 que vem perpetuando a importância de um centro de referência nacional e internacional quer queira na área de ensino como na de pesquisa.

PROJETO DE LEI N.º, DE 2005. (Do Sr. Welinton Fagundes) O Congresso Nacional decreta:

PROJETO DE LEI N.º, DE 2005. (Do Sr. Welinton Fagundes) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI N.º, DE 2005 (Do Sr. Welinton Fagundes) Autoriza o Poder Executivo a transformar o Campus Universitário de Rondonópolis da Universidade Federal de Mato Grosso (CUR-UFMT) em Universidade

Leia mais

INFORMATIVO. Carreiras reestruturadas e concursos públicos realizados para. uma melhor prestação de serviços

INFORMATIVO. Carreiras reestruturadas e concursos públicos realizados para. uma melhor prestação de serviços INFORMATIVO GESTÃO DE PESSOAS 2013-2016 Maio - 2016 Carreiras reestruturadas e concursos públicos realizados para uma melhor prestação de serviços uma sociedade cada vez mais complexa e dinâmica exige

Leia mais

O CESULON, A UNIFIL E SUA HISTÓRIA

O CESULON, A UNIFIL E SUA HISTÓRIA O CESULON, A UNIFIL E SUA HISTÓRIA Profª. Ms. Vera Lúcia Lemos Basto Echenique* Do sonho de um homem idealista e visionário, Zaqueu de Melo, nasceu o que hoje é uma grande e séria Instituição de Ensino

Leia mais

Universidade Virtual do Estado de São Paulo: breve histórico e perspectivas futuras

Universidade Virtual do Estado de São Paulo: breve histórico e perspectivas futuras Documentos DOI: 10.5212/MuitasVozes.v.2i1.0006 Universidade Virtual do Estado de São Paulo: breve histórico e perspectivas futuras Carlos Vogt * Programa Univesp O Programa Universidade Virtual do Estado

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O REGIMENTO GERAL DA UFRGS:

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O REGIMENTO GERAL DA UFRGS: PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O REGIMENTO GERAL DA UFRGS: 1. Qual a finalidade dos Órgãos Especiais de Apoio? Cumprir objetivos especiais de coordenação e integração com as comunidades interna e externa

Leia mais

Programas Brasileiros de Pós-Graduação em Educação Especial

Programas Brasileiros de Pós-Graduação em Educação Especial Programas Brasileiros de Pós-Graduação em Educação Especial FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS DE ALTO NÍVEL EM EDUCAÇÃO ESPECIAL* Deisy das Graças de Souza e Nivaldo Nale** Quando foi proposto, em 1977, o Programa

Leia mais

ANEXO III ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS VIGIA DESCRIÇÃO SUMÁRIA Executar tarefas de guarda, fiscalização e defesa do patrimônio da Prefeitura. MOTORISTA DESCRIÇÃO SUMÁRIA Executar tarefas relacionadas ao transporte

Leia mais

Os Tecnólogos e o Mestrado Profissional do CEETEPS

Os Tecnólogos e o Mestrado Profissional do CEETEPS Os Tecnólogos e o Mestrado Profissional do CEETEPS Rafael Gonçalves Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza (CEETEPS) rafagon90@terra.com.br Helena Gemignani Peterossi Centro Estadual de Educação

Leia mais

Indicador(es) Órgão(s) 26 - Ministério da Educação

Indicador(es) Órgão(s) 26 - Ministério da Educação Programa úmero de Ações 13 1060 Brasil Alfabetizado e Educação de Jovens e Adultos Objetivo Indicador(es) Garantir acesso e permanência de jovens e adultos a programas educacionais que visam atender as

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - RÍO CLARO (BRASIL) Luiz Marcelo de Carvalho - Rosa Maria Feiteiro Cavalari

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - RÍO CLARO (BRASIL) Luiz Marcelo de Carvalho - Rosa Maria Feiteiro Cavalari UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - RÍO CLARO (BRASIL) Luiz Marcelo de Carvalho - Rosa Maria Feiteiro Cavalari Apresentação da institução A UNESP foi criada em 1976, pela Lei Estadual n.º 952, de 30.01.76,

Leia mais

O Curso de Graduação em Ciências da Religião nas Faculdades Integradas Claretianas em São Paulo

O Curso de Graduação em Ciências da Religião nas Faculdades Integradas Claretianas em São Paulo O Curso de Graduação em Ciências da Religião nas Faculdades Integradas Claretianas em São Paulo Entrevista a Moacir Nunes de Oliveira * [mnoliveira pucsp.br] Em 1999, as Faculdades Integradas Claretianas

Leia mais

A FAFI DE MARÍLIA/SP (1959-1976): UM ESTUDO DAS SUAS PUBLICAÇÕES CIENTÍFICAS E DE PROMOÇÃO.

A FAFI DE MARÍLIA/SP (1959-1976): UM ESTUDO DAS SUAS PUBLICAÇÕES CIENTÍFICAS E DE PROMOÇÃO. 1 A FAFI DE MARÍLIA/SP (1959-1976): UM ESTUDO DAS SUAS PUBLICAÇÕES CIENTÍFICAS E DE PROMOÇÃO. Rosane Michelli de Castro Faculdade de Filosofia e Ciências UNESP/Campus de Marília Nesta comunicação, apresento

Leia mais

A PRÁTICA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO

A PRÁTICA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO A PRÁTICA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO François E. J. de Bremaeker Luiz Estevam Gonçalves Rio de Janeiro fevereiro de 2015 A PRÁTICA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO François E. J. de Bremaeker Economista e Geógrafo,

Leia mais

UNESP UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SÃO PAULO RELAÇÃO CANDIDATO/VAGA / 2015 ÁREA BIOLÓGICAS

UNESP UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SÃO PAULO RELAÇÃO CANDIDATO/VAGA / 2015 ÁREA BIOLÓGICAS UNESP UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SÃO PAULO RELAÇÃO CANDIDATO/VAGA / 2015 ÁREA BIOLÓGICAS 2014 2015 CURSO CIDADE VAGAS GERAL C/V VAGAS GERAL C/V Agronomia integral Botucatu 80 708 8,9 80 783 9,8 Agronomia

Leia mais

LEI Nº 2.581/2009. O Prefeito Municipal de Caeté, Minas Gerais, faz saber que a Câmara Municipal aprovou e ele sanciona a seguinte Lei:

LEI Nº 2.581/2009. O Prefeito Municipal de Caeté, Minas Gerais, faz saber que a Câmara Municipal aprovou e ele sanciona a seguinte Lei: LEI Nº 2.581/2009 DISPÕE SOBRE O PLANO DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA DO MUNICÍPIO DE CAETÉ. O Prefeito Municipal de Caeté, Minas Gerais, faz saber que a Câmara Municipal

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MUNICÍPIO DE CANOAS Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MUNICÍPIO DE CANOAS Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão EDITAL Nº. 349/2014 - CHAMAMENTO PÚBLICO Nº. 27/2014 CHAMAMENTO PÚBLICO PARA INSCRIÇÕES DE ESTAGIÁRIOS, PARA FORMAÇÃO DE CADASTRO RESERVA E PREENCHIMENTO DAS VAGAS DE ESTÁGIO NO ÂMBITO DA ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MUNICÍPIO DE CANOAS Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MUNICÍPIO DE CANOAS Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão EDITAL Nº. 251/2015 - CHAMAMENTO PÚBLICO Nº. 18/2015 CHAMAMENTO PÚBLICO PARA INSCRIÇÕES DE ESTAGIÁRIOS, PARA FORMAÇÃO DE CADASTRO RESERVA E PREENCHIMENTO DAS VAGAS DE ESTÁGIO NO ÂMBITO DA ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

ESTATÍSTICA - RELAÇÃO CANDIDATO/VAGA. Biológicas. masculino feminino geral cand/vaga. curso. vestibular 2007. emissão: 23/10/2006 16:28:13 CandVaga 1

ESTATÍSTICA - RELAÇÃO CANDIDATO/VAGA. Biológicas. masculino feminino geral cand/vaga. curso. vestibular 2007. emissão: 23/10/2006 16:28:13 CandVaga 1 Biológicas 101-5 102-3 103-1 104-0 105-8 106-6 107-4 108-2 109-0 110-4 111-2 112-0 113-9 114-7 115-5 116-3 117-1 118-0 119-8 120-1 121-0 122-8 123-6 124-4 Agronomia - integral Agronomia - integral Agronomia

Leia mais

EDITAL DO PROCESSO SELETIVO FUMEC 2014

EDITAL DO PROCESSO SELETIVO FUMEC 2014 EDITAL DO PROCESSO SELETIVO FUMEC 2014 A Universidade FUMEC leva ao conhecimento dos interessados, por meio do presente Edital, as normas de realização do Processo Seletivo 2014, com duas entradas, para

Leia mais

UNIMONTES : EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO SUPERIOR

UNIMONTES : EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO SUPERIOR Senhor Presidente, Senhores Deputados, Senhoras Deputadas. UNIMONTES : EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO SUPERIOR È com satisfação que registro o histórico de excelência na educação técnica, ensino superior, na extensão

Leia mais

VII ENCONTRO ENSINO EM ENGENHARIA

VII ENCONTRO ENSINO EM ENGENHARIA VII ENCONTRO ENSINO EM ENGENHARIA PROGRAMA COOPERATIVO O DESENVOLVIMENTO DE UM PROGRAMA DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA UFJF Danilo Pereira Pinto - danilo@engelet.ufjf.br UFJF Faculdade

Leia mais

PROJETO DE LEI. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

PROJETO DE LEI. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: PROJETO DE LEI Dispõe sobre a transformação da Escola Superior de Agricultura de Mossoró - ESAM em Universidade Federal Rural do Semi-Árido UFERSA-RN e dá outras providências. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA SIMPLIFICADA Nº02/2012 SELEÇÃO DE CANDIDATOS PARA O PROJETO PRONERA/INCRA/UECE

CHAMADA PÚBLICA SIMPLIFICADA Nº02/2012 SELEÇÃO DE CANDIDATOS PARA O PROJETO PRONERA/INCRA/UECE CHAMADA PÚBLICA SIMPLIFICADA Nº02/2012 SELEÇÃO DE CANDIDATOS PARA O PROJETO PRONERA/INCRA/UECE 1. PROJETO PRONERA/INCRA/UECE SELECIONA CANDIDATOS PARA DIVERSOS PERFIS O projeto PRONERA/INCRA/UECE convênio

Leia mais

O presente processo de solicitação de reconhecimento foi instruído com os seguintes documentos:

O presente processo de solicitação de reconhecimento foi instruído com os seguintes documentos: INTERESSADA: Universidade Estadual Vale do Acaraú UVA EMENTA: Reconhece o Curso Sequencial de Formação Específica em Gestão de Unidades de Saúde Pública da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA) para

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 15/09 CONSUNI

RESOLUÇÃO Nº 15/09 CONSUNI 0 RESOLUÇÃO Nº 15/09 CONSUNI APROVA A ALTERAÇÃO DO ESTATUTO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE JARAGUÁ DO SUL UNERJ. A Presidente do Conselho Universitário CONSUNI do Centro Universitário de Jaraguá do Sul UNERJ,

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DAS LICENCIATURAS (NEPEx LICENCIATURAS) DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DAS LICENCIATURAS (NEPEx LICENCIATURAS) DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E

Leia mais

Breve Histórico da Instituição

Breve Histórico da Instituição Breve Histórico da Instituição Universidade Federal de Santa Maria, idealizada e fundada pelo Prof. Dr. José Mariano da Rocha Filho, foi criada pela Lei n. 3.834- C, de 14 de dezembro de 1960, com a denominação

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Instituto Educacional da Bahia Ltda. (IEB) UF: BA ASSUNTO: Credenciamento da Faculdade de Tecnologia de Valença,

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARA CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DA EDUCAÇÃO SUPERIOR E PROFISSIONAL

GOVERNO DO ESTADO DO CEARA CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DA EDUCAÇÃO SUPERIOR E PROFISSIONAL INTERESSADA: Universidade Regional do Cariri URCA EMENTA: Reconhece o Programa Especial de Formação Pedagógica ofertado pela Universidade Regional do Cariri URCA, nas áreas de Física, Matemática e Biologia,

Leia mais

DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 164/2012

DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 164/2012 DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 164/2012 Dispõe sobre as normas e fixa o calendário e número de vagas para o Processo Seletivo/2013 dos cursos presenciais de graduação. O CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA, na conformidade

Leia mais

ESTATÍSTICA - RELAÇÃO CANDIDATO/VAGA

ESTATÍSTICA - RELAÇÃO CANDIDATO/VAGA Biológicas 001 003 002 014 004 005 007 013 011 009 010 012 006 008 015 016 019 021 017 018 020 022 023 024 025 Agronomia - integral Agronomia - integral Agronomia - integral Ciências Biológicas (Bac Ger.Cost.

Leia mais

PRODUTO FINAL ASSOCIADA A DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

PRODUTO FINAL ASSOCIADA A DISSERTAÇÃO DE MESTRADO PRODUTO FINAL ASSOCIADA A DISSERTAÇÃO DE MESTRADO Programa de Pós Graduação em Ensino de Ciências Universidade Federal de Itajubá Título da dissertação: OS MANUAIS DOS PROFESSORES DOS LIVROS DIDÁTICOS

Leia mais

Mais tarde, o Decreto 5.622, de 19/12/2005, vem definir a educação a distância, afirmando que é:

Mais tarde, o Decreto 5.622, de 19/12/2005, vem definir a educação a distância, afirmando que é: Expectativas dos alunos recém-ingressados no curso de Licenciatura em Química da UFMG modalidade a distância Cristiane Martins Pereira dos Santos (FM), Luciana Campos Miranda (PG), Nilma Soares da Silva

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA LEI N o 3.552, DE 16 DE FEVEREIRO DE 1959. Dispõe sobre nova organização escolar e administrativa dos estabelecimentos de ensino industrial do Ministério da Educação e Cultura, e dá outras providências.

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE Curso: BACHAREL EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE Curso: BACHAREL EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FLUXO DO TCC 6o SEM 7o SEM 8o SEM PESQUISA EM INFORMÁTICA Além da ementa da disciplina, o aluno desenvolverá uma proposta de pesquisa, que poderá ou não continuar a ser trabalhada nas disciplinas de TCC1,

Leia mais

Experiência: Implementação do Exame Nacional de Cursos Provão

Experiência: Implementação do Exame Nacional de Cursos Provão 1 Experiência: Implementação do Exame Nacional de Cursos Provão DAES/INEP/MEC Diretoria de Avaliação e Acesso ao Ensino Superior Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Ministério da Educação

Leia mais

Lara, Patrícia Tanganelli - UNESP/Marília Eixo Temático: Formação de professores na perspectiva inclusiva

Lara, Patrícia Tanganelli - UNESP/Marília Eixo Temático: Formação de professores na perspectiva inclusiva A CONSTITUIÇÃO DE UMA POLÍTICA DE INCLUSÃO ESCOLAR NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO: ESTUDO DE CASO ATRAVÉS DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Lara, Patrícia Tanganelli - UNESP/Marília

Leia mais

1 POLÍTICA PÚBLICA DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR: UM OLHAR SOBRE A UTILIZAÇÃO DO ENEM/SISU NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA

1 POLÍTICA PÚBLICA DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR: UM OLHAR SOBRE A UTILIZAÇÃO DO ENEM/SISU NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA 1 POLÍTICA PÚBLICA DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR: UM OLHAR SOBRE A UTILIZAÇÃO DO ENEM/SISU NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA 1. Introdução Janete dos Santos Universidade Federal da Bahia sajanetes@gmail.com

Leia mais

XII-015 ORÇAMENTO PARTICIPATIVO E SANEAMENTO AMBIENTAL A EXPERIÊNCIA DE SANTO ANDRÉ (SP) DE 1998 A 2003

XII-015 ORÇAMENTO PARTICIPATIVO E SANEAMENTO AMBIENTAL A EXPERIÊNCIA DE SANTO ANDRÉ (SP) DE 1998 A 2003 XII-015 ORÇAMENTO PARTICIPATIVO E SANEAMENTO AMBIENTAL A EXPERIÊNCIA DE SANTO ANDRÉ (SP) DE 1998 A 2003 Marcelo Bispo (1) Projetista Industrial Pós Graduado em Gestão Ambiental pela Faculdade de Saúde

Leia mais

Curso Nível Dia/Horário Carga Horária Vagas. Extensão. Extensão Presencial

Curso Nível Dia/Horário Carga Horária Vagas. Extensão. Extensão Presencial COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO Edital Nº 08/2016 PROCESSO SELETIVO PARA CURSOS DE EXTENSÃO, NO DO - IFSP O Campus Barretos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo - IFSP, em conformidade

Leia mais

O USO DE PROJETOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS

O USO DE PROJETOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS O USO DE PROJETOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS Andreza Olivieri Lopes Carmignolli1 UNESP Eva Poliana Carlindo2 UNESP Grupo de Trabalho Didática: Teorias, Metodologias e Práticas Agência Financiadora: não

Leia mais

1) Nome do Projeto Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos do Município de Vitória

1) Nome do Projeto Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos do Município de Vitória 1) Nome do Projeto Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos do Município de Vitória 2) Caracterização da Situação Anterior O Plano de Cargos e Carreira é um estímulo para o servidor. O último plano de Cargos,

Leia mais

LEI MUNICIPAL 563/73

LEI MUNICIPAL 563/73 LEI MUNICIPAL 563/73 Dispõe sobre a organização administrativa da PREFEITURA MUNICIPAL DE TAQUARA e dá outras providências. ALCEU MARTINS, Prefeito Municipal de Taquara: Faço saber que a Câmara Municipal,

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO SEGMENTOS QUESITOS AVALIADOS PONTUAÇÃO

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO SEGMENTOS QUESITOS AVALIADOS PONTUAÇÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Domínio da matéria 8,62 Transmissão da matéria 7,80 Relacionamento com os alunos 8,34 Postura profissional e ética 8,69 Interesse na aprendizagem dos alunos 8,24 Média geral 8,34

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO SEGMENTOS QUESITOS AVALIADOS PONTUAÇÃO

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO SEGMENTOS QUESITOS AVALIADOS PONTUAÇÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Domínio da matéria 8,69 Transmissão da matéria 7,90 Relacionamento com os alunos 8,33 Postura profissional e ética 8,59 Interesse na aprendizagem dos alunos 8,28 Média geral 8,36

Leia mais

Boletim Informativo 1

Boletim Informativo 1 Boletim Informativo 1 ADMISSÃO 1º Vestibular de 2011 teve 24.861 inscritos UnB ofereceu 1.999 vagas em 93 cursos nos quatro campi. Provas foram aplicadas nos dias 18 e 19 de dezembro de 2010 No dia 4 de

Leia mais

PROCESSO SELETIVO DE INVERNO 2016 CONCURSO VESTIBULAR EDITAL

PROCESSO SELETIVO DE INVERNO 2016 CONCURSO VESTIBULAR EDITAL U N I V E R S I D A D E D E P A S S O F U N D O V i c e - R e i t o r i a d e G r a d u a ç ã o S e c r e t a r i a G e r a l d o s C u r s o s Campus I Rodovia BR 285 Km 292,7 - Bairro São José CEP 99052-900

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Instituto das Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus UF: SP ASSUNTO: Credenciamento da Universidade do Sagrado Coração,

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES

PERGUNTAS FREQUENTES PERGUNTAS FREQUENTES 1.1. Qual a legislação pertinente ao Enade? Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004: Criação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) Portaria nº 2.051, de 9 de

Leia mais

EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSOR SUBSTITUTO UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSOR SUBSTITUTO

EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSOR SUBSTITUTO UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSOR SUBSTITUTO EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSOR SUBSTITUTO UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSOR SUBSTITUTO O Reitor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, no uso de

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA FUNDEPE (Aprovado pelo Conselho Curador em 23 de junho de 2009)

REGIMENTO INTERNO DA FUNDEPE (Aprovado pelo Conselho Curador em 23 de junho de 2009) REGIMENTO INTERNO DA FUNDEPE (Aprovado pelo Conselho Curador em 23 de junho de 2009) Artigo 1º. - FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO - FUNDEPE, além das disposições constantes

Leia mais

PREFEITO INAUGURA SEDE DO PÓLO DA UAB SÃO CARLOS

PREFEITO INAUGURA SEDE DO PÓLO DA UAB SÃO CARLOS PREFEITO INAUGURA SEDE DO PÓLO DA UAB SÃO CARLOS O prefeito Newton Lima inaugurou, na manhã de domingo, dia 14, a nova sede da Universidade Aberta do Brasil (UAB), que passa a funcionar no antigo prédio

Leia mais

Olá! UFSCar, que tem por objetivos:

Olá! UFSCar, que tem por objetivos: Olá! Agradecemos por escolher o Cursinho Pré-Vestibular da UFSCar, campus São Carlos. Teremos enorme satisfação em recebê-la (o) como aluna (o) no ano letivo de 2016. O Cursinho Pré-vestibular da UFSCar,

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 139, DE 25 DE JANEIRO DE 1996. Altera a Lei Complementar n.º 129, de 02 de fevereiro de 1995 e dá outras providências.

LEI COMPLEMENTAR Nº 139, DE 25 DE JANEIRO DE 1996. Altera a Lei Complementar n.º 129, de 02 de fevereiro de 1995 e dá outras providências. LEI COMPLEMENTAR Nº 139, DE 25 DE JANEIRO DE 1996. Altera a Lei Complementar n.º 129, de 02 de fevereiro de 1995 e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER que

Leia mais

CONCEITOS DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU - 2007/CAPES

CONCEITOS DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU - 2007/CAPES UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL DEPARTAMENTO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL CONCEITOS DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU - 2007/CAPES Este documento,

Leia mais

FORMAÇÃO DE MONITORES RELACIONANDO EDUCAÇÃO FORMAL E NÃO FORMAL EM MUSEUS DE CIÊNCIA

FORMAÇÃO DE MONITORES RELACIONANDO EDUCAÇÃO FORMAL E NÃO FORMAL EM MUSEUS DE CIÊNCIA POSTER FORMAÇÃO DE MONITORES RELACIONANDO EDUCAÇÃO FORMAL E NÃO FORMAL EM MUSEUS DE CIÊNCIA Nome do Grupo de Trabalho: Educação Popular Número do Grupo de Trabalho: 06 Autora: ISABEL APARECIDA MENDES Co-autora

Leia mais

Diário Oficial 31 32 Diário Oficial Resolução SE 52, de 2-10-2014

Diário Oficial 31 32 Diário Oficial Resolução SE 52, de 2-10-2014 sexta-feira, 3 de outubro de 2014 Diário Oficial Poder Executivo - Seção I São Paulo, 124 (187) 31 32 São Paulo, 124 (187) Diário Oficial Poder Executivo - Seção I sexta-feira, 3 de outubro de 2014 Resolução

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº XXXX DE XX DE XXXXXX DE 201X ALTERA A LEI Nº 6720, DE 25 DE MARÇO DE 2014, QUE INSTITUI PLANO DE CARGOS, CARREIRAS E REMUNERAÇÃO DA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Leia mais

Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica

Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica O Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica é resultado da ação conjunta do Ministério da Educação (MEC), de Instituições

Leia mais

Atividades Complementares Curso de Gestão em Recursos Humanos

Atividades Complementares Curso de Gestão em Recursos Humanos Atividades Complementares Curso de Gestão em Recursos Humanos APRESENTAÇÃO As Atividades Complementares (AC) são práticas curriculares de caráter independente, interdisciplinar e transversal que visam

Leia mais

ESTATUTO DA UNESP. TÍTULO I Da Universidade e seus Fins

ESTATUTO DA UNESP. TÍTULO I Da Universidade e seus Fins ESTATUTO DA UNESP TÍTULO I Da Universidade e seus Fins Artigo 1 o A Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (Unesp), criada pela Lei n o 952, de 30 de janeiro de 1976, é autarquia de regime

Leia mais

FACULDADE CATÓLICA DE UBERLÂNDIA COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO REGULAMENTO PÓS - GRADUAÇÃO LATO SENSU

FACULDADE CATÓLICA DE UBERLÂNDIA COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO REGULAMENTO PÓS - GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE CATÓLICA DE UBERLÂNDIA COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO REGULAMENTO PÓS - GRADUAÇÃO LATO SENSU Sobre normas gerais Art.1º- Os cursos de especialização lato sensu, oferecidos pela Faculdade Católica

Leia mais

Balanço Social 2007. 1 - Apresentação. 1.1 Carta do Diretor Executivo. Índice. 1 - Apresentação. 2 - Empresa. 3 - Qualidade.

Balanço Social 2007. 1 - Apresentação. 1.1 Carta do Diretor Executivo. Índice. 1 - Apresentação. 2 - Empresa. 3 - Qualidade. 1 - Apresentação Balanço Social Índice 1 - Apresentação 1.1 Carta do Diretor Executivo 1.2 Perfil do Empreendimento 1.3 Nossos Produtos e Serviços 1.4 Abrangência de Atuação 1.5 Setores de Atuação 2 -

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO BOSQUE DOS ITALIANOS (PRAÇA SAMUEL WAINER)

ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO BOSQUE DOS ITALIANOS (PRAÇA SAMUEL WAINER) PROPOSTA DE REFORMA E AMPLIAÇÃO DA BIBLIOTECA INFANTIL MONTEIRO LOBATO BOSQUE DOS ITALIANOS CAMPINAS I) Informações sobre a entidade proponente A Associação dos Amigos do Bosque dos Italianos é uma associação

Leia mais

II Conferência Nacional Por Uma Educação do Campo Luziânia, GO, 2 a 6 de agosto de 2004

II Conferência Nacional Por Uma Educação do Campo Luziânia, GO, 2 a 6 de agosto de 2004 II Conferência Nacional Por Uma Educação do Campo Luziânia, GO, 2 a 6 de agosto de 2004 DECLARAÇÃO FINAL (VERSÃO PLENÁRIA) Por Uma Política Pública de Educação do Campo QUEM SOMOS Somos 1.100 participantes

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. INTERESSADO: Ministério da Educação/ Universidade Federal de Santa UF: RS

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. INTERESSADO: Ministério da Educação/ Universidade Federal de Santa UF: RS AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Ministério da Educação/ Universidade Federal de Santa UF: RS Maria ASSUNTO: Recredenciamento da Universidade Federal

Leia mais

FACULDADE DO NORTE NOVO DE APUCARANA FACNOPAR PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2007-2011

FACULDADE DO NORTE NOVO DE APUCARANA FACNOPAR PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2007-2011 FACULDADE DO NORTE NOVO DE APUCARANA FACNOPAR PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2007-2011 Apucarana, dezembro de 2006 FACULDADE DO NORTE NOVO DE APUCARANA FACNOPAR PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

Leia mais

BIOLOGIA NO ATHENEU SERGIPENSE DA DÉCADA DE 1970: ENTRE O INSTITUTO DE BIOLOGIA E O CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

BIOLOGIA NO ATHENEU SERGIPENSE DA DÉCADA DE 1970: ENTRE O INSTITUTO DE BIOLOGIA E O CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS BIOLOGIA NO ATHENEU SERGIPENSE DA DÉCADA DE 1970: ENTRE O INSTITUTO DE BIOLOGIA E O CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Kátia de Araújo Carmo Universidade Federal de Sergipe omrackbio@yahoo.com.br No Ensino de

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA IN

INSTRUÇÃO NORMATIVA IN Quinta-feira, 15 de Março de 2012 Ano XVIII - Edição N.: 4030 Poder Executivo Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Informação - Secretaria Municipal Adjunta de Recursos Humanos INSTRUÇÃO NORMATIVA

Leia mais

ESTATÍSTICA - RELAÇÃO CANDIDATO/VAGA

ESTATÍSTICA - RELAÇÃO CANDIDATO/VAGA Biológicas 001 002 003 010 004 007 006 008 009 005 012 011 015 014 013 016 017 018 020 019 021 022 023 024 060 025 Agronomia - integral Agronomia - integral Agronomia - integral Ciências Biológicas (Bac

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO (*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 06/12/2007. (*) Portaria / MEC n 1.165, publicada no Diário Oficial da União de 05/12/2007. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

Leia mais

LEI Nº 001 DE 14 DE JANEIRO DE 1987

LEI Nº 001 DE 14 DE JANEIRO DE 1987 LEI Nº 001 DE 14 DE JANEIRO DE 1987 Súmula: Dispõe sobre a Estrutura Administrativa da Prefeitura Municipal de Primavera do Leste, Estado de Mato Grosso e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE

Leia mais

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA - APRESENTAÇÃO 1- COMO SURGIU A IDÉIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 2- O QUE SIGNIFICA INCLUSÃO ESCOLAR? 3- QUAIS AS LEIS QUE GARANTEM A EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 4- O QUE É UMA ESCOLA

Leia mais

junto à comunidade local (pais de alunos, comerciantes, doadores beneméritos etc), além

junto à comunidade local (pais de alunos, comerciantes, doadores beneméritos etc), além A APM e o Processo Educacional Chico Poli A Associação de Pais e Mestres APM pessoa jurídica de direito privado, sem fins econômicos, é uma instituição auxiliar da escola, que tem por finalidade colaborar

Leia mais

Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB Recredenciada pelo Decreto Estadual n.º 9.996, de 02.05.2006

Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB Recredenciada pelo Decreto Estadual n.º 9.996, de 02.05.2006 EDITAL Nº062/2015 PROCESSO SELETIVO DE TRANSFERÊNCIA INTERNA E EXTERNA PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UESB O Reitor da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

APRESENTAÇÃO 1. CARGA HORÁRIA DE ESTÁGIO 2. A COORDENAÇÃO DE ESTÁGIOS 2.1. SUPERVISÃO GERAL DE ESTÁGIOS 2.2. COORDENADORES DE CURSO 3.

APRESENTAÇÃO 1. CARGA HORÁRIA DE ESTÁGIO 2. A COORDENAÇÃO DE ESTÁGIOS 2.1. SUPERVISÃO GERAL DE ESTÁGIOS 2.2. COORDENADORES DE CURSO 3. ESTÁGIIO SUPERVIISIIONADO REGULAMENTO GERAL BACHARELADO APRESENTAÇÃO 1. CARGA HORÁRIA DE ESTÁGIO 2. A COORDENAÇÃO DE ESTÁGIOS 2.1. SUPERVISÃO GERAL DE ESTÁGIOS 2.2. COORDENADORES DE CURSO 3. CAMPOS DE

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) COMISSÃO PERMANENTE DO VESTIBULAR (COPEVE) FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO (FUNAI)

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) COMISSÃO PERMANENTE DO VESTIBULAR (COPEVE) FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO (FUNAI) UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) COMISSÃO PERMANENTE DO VESTIBULAR (COPEVE) FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO (FUNAI) EDITAL DO PROCESSO SELETIVO 2010 UFMG/FUNAI A Universidade Federal de Minas Gerais

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Regulamento Específico do Curso de Especialização em Gestão e Tecnologia de Produção de Edifícios - CEGT CAPÍTULO I DAS FINALIDADES

Leia mais

REGULAMENTO PARA A REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO

REGULAMENTO PARA A REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO D E P A R T A M E N T O D E C I Ê N C I A D A C O M P U T A Ç Ã O C O L E G I A D O D O C U R S O D E B A C H A R E L A D O E M C I Ê N C I A D A C O M P U T A Ç Ã O COLEGIADO DO CURSO DE BACHARELADO EM

Leia mais

II - ANÁLISE PRELIMINAR DOS DADOS EDUCACIONAIS DE SERGIPE:

II - ANÁLISE PRELIMINAR DOS DADOS EDUCACIONAIS DE SERGIPE: EDUCAÇÃO INTEGRAL I - META 6 DO PNE: Oferecer Educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos(as) alunos(as) da Educação Básica. II - ANÁLISE

Leia mais

ESCOLA LEITORA: UM CAMINHO A SER CONSTRUÍDO

ESCOLA LEITORA: UM CAMINHO A SER CONSTRUÍDO ESCOLA LEITORA: UM CAMINHO A SER CONSTRUÍDO 1.JUSTIFICATIVA O Projeto Escola Leitora: um caminho a ser construído, elaborado e desenvolvido coletivamente desde 2013 em todas as modalidades de ensino que

Leia mais

EDITAL Nº 16/2015. 2.1. A atividade de monitoria acadêmica na graduação em 2015 será exercida pelos alunos regulares dos cursos de graduação.

EDITAL Nº 16/2015. 2.1. A atividade de monitoria acadêmica na graduação em 2015 será exercida pelos alunos regulares dos cursos de graduação. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Fundação Universidade Federal do ABC Pró-Reitoria de Graduação Av. dos Estados, 5001 Bairro Bangu Santo André - SP CEP 09210-580 Fone: (11) 4996.7983 gabinete.prograd@ufabc.edu.br

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE CURSINHOS POPULARES DO IFSP EDITAL Nº 593, DE 28 DE OUTUBRO DE 2015

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE CURSINHOS POPULARES DO IFSP EDITAL Nº 593, DE 28 DE OUTUBRO DE 2015 PROGRAMA INSTITUCIONAL DE CURSINHOS POPULARES DO IFSP EDITAL Nº 593, DE 28 DE OUTUBRO DE 2015 O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), por meio de sua Pró-reitoria de

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 044/2015, DE 01 DE SETEMBRO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 044/2015, DE 01 DE SETEMBRO DE 2015 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS Conselho Superior Avenida Vicente Simões, 1111 Bairro Nova Pouso Alegre 37550-000 - Pouso Alegre/MG Fone:

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO CARTOGRÁFICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

ALFABETIZAÇÃO CARTOGRÁFICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS ALFABETIZAÇÃO CARTOGRÁFICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Helton Andrade Canhamaque/UFES heltongeoufes@hotmail.com Júlio de Souza Santos/UFES juliogeoufes@hotmail.com INTRODUÇÃO O trabalho em questão

Leia mais

MANUAL DE MONITORIA ACADÊMICA DA FESAR

MANUAL DE MONITORIA ACADÊMICA DA FESAR MANUAL DE MONITORIA ACADÊMICA DA FESAR Elaborado por: Georgia Miranda Tomich Coordenadora de Pesquisa e Extensão da FESAR Redenção 2014 2 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...3 JUSTIFICATIVA...3 PROGRAMA DE MONITORIA...4

Leia mais

O Prefeito Municipal de Macuco, no uso de suas atribuições legais, faz saber que a Câmara Municipal de Macuco aprovou e ele sanciona a seguinte,

O Prefeito Municipal de Macuco, no uso de suas atribuições legais, faz saber que a Câmara Municipal de Macuco aprovou e ele sanciona a seguinte, LEI Nº 302/05 "DISPÕE SOBRE O PLANO DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO MUNICIPAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS" O Prefeito Municipal de Macuco, no uso de suas atribuições legais, faz saber que

Leia mais

MANUAL DO ACADÊMICO DA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI CAMPO GRANDE

MANUAL DO ACADÊMICO DA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI CAMPO GRANDE MANUAL DO ACADÊMICO DA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI CAMPO GRANDE 2015 2015 MISSÃO: Promover a educação profissional e tecnológica, a inovação e a transferência de tecnologias industriais, contribuindo

Leia mais

Relatório das Atividades da APA durante o ano de 2011

Relatório das Atividades da APA durante o ano de 2011 Relatório das Atividades da APA durante o ano de 2011 Visando o controle populacional de caninos e felinos no Município de Jaboticabal, durante o ano de 2011, a APA, entre muitas atividades, realizou a

Leia mais

Cronograma do Processo Simplificado: Período correspondente. Período de Inscrição De 26 de maio a 06 de junho de 2014

Cronograma do Processo Simplificado: Período correspondente. Período de Inscrição De 26 de maio a 06 de junho de 2014 EDITAL Nº 20/2014-PROGRAD RELATIVO AO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO DE PROFESSOR FORMADOR, PROFESSOR ORIENTADOR E SUPERVISOR DE ESTÁGIO PARA O PARFOR/UFAC A PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO (PROGRAD), no uso

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2013

PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 (Do Sr. Milton Monti) Cria a Universidade Federal de Bauru - UNIFEB e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica criada a Universidade Federal de Bauru

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Associação Educacional de Araras UF: SP ASSUNTO: Credenciamento do Centro Universitário de Araras Dr. Edmundo Ulson,

Leia mais

PROPOSTA DE METODOLOGIA E PLANO DE TRABALHO PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI DO IFB (2014-2018)

PROPOSTA DE METODOLOGIA E PLANO DE TRABALHO PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI DO IFB (2014-2018) PROPOSTA DE METODOLOGIA E PLANO DE TRABALHO PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI DO IFB (2014-2018) 1. Introdução O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) busca nortear

Leia mais

DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA

DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA 27 a 30 de Agosto de 2014. DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo: MACHADO, Diana dos Santos 1 Ifes - Campus Cachoeiro de Itapemirim

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO Câmara da Educação Superior e Profissional

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO Câmara da Educação Superior e Profissional INTERESSADA: Universidade Estadual do Ceará EMENTA: Reconhece o Curso de Ciências Sociais Licenciatura Plena, ofertado em Fortaleza pelo Centro de Humanidades da Universidade Estadual do Ceará UECE, até

Leia mais

UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA - UNISANTA RELATÓRIO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA

UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA - UNISANTA RELATÓRIO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA - UNISANTA RELATÓRIO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA NÚCLEO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL NAI É preciso avaliar para aprimorar CONSIDERAÇÕES INICIAIS A UNISANTA desenvolveu,

Leia mais

OLIMPIADAS DE MATEMÁTICA E O DESPERTAR PELO PRAZER DE ESTUDAR MATEMÁTICA

OLIMPIADAS DE MATEMÁTICA E O DESPERTAR PELO PRAZER DE ESTUDAR MATEMÁTICA OLIMPIADAS DE MATEMÁTICA E O DESPERTAR PELO PRAZER DE ESTUDAR MATEMÁTICA Luiz Cleber Soares Padilha Secretaria Municipal de Educação de Campo Grande lcspadilha@hotmail.com Resumo: Neste relato apresentaremos

Leia mais

MUNICÍPIO DE BOM PRINCÍPIO Estado do Rio Grande do Sul

MUNICÍPIO DE BOM PRINCÍPIO Estado do Rio Grande do Sul ANEXO III DESCRIÇÃO DAS FUNÇÕES GRATIFICADAS DO MAGISTÉRIO CARGO: COORDENADOR DO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO INFANTIL Coordenar as atividades específicas da área, participando do planejamento e

Leia mais

Agendas Estaduais de Desenvolvimento Integrado de Alfabetização e de Educação de Jovens e Adultos

Agendas Estaduais de Desenvolvimento Integrado de Alfabetização e de Educação de Jovens e Adultos Agendas Estaduais de Desenvolvimento Integrado de Alfabetização e de Educação de Jovens e Adultos PROGRAMA BRASIL ALFABETIZADO As Agendas Estaduais de Desenvolvimento Integrado de Alfabetização e Educação

Leia mais

O Colégio Seta é mantido pelo Colégio Seta S/C LTDA., estabelecida a Rua Antonio Agu, 361 Osasco Centro, Cep 06013-006.

O Colégio Seta é mantido pelo Colégio Seta S/C LTDA., estabelecida a Rua Antonio Agu, 361 Osasco Centro, Cep 06013-006. 1. Identificação 1.1. A Escola O Colégio Seta tem sede em Osasco, São Paulo à Rua Antonio Agú, 361 Centro Cep 06013-006, Tel/Fax 3681-9695, CNPJ 48.890.693.0001-61, inscrito na DEO sob o número 130928.

Leia mais