Titulo. CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS-PIS e COFINS

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1 CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL MINÁRIO DE ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO DE ASSUNTOÁBEIS DE PORTO ALEGRESEMINÁRIO PALESTRA Titulo CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS-PIS e COFINS PALESTRANTE: Paulo César Marques Tavares, contador, advogado tributarista e consultor da área de IR-Leg.Tributária Federal da LEFISC. ANO 2013 APOIO: PARA OBTER UMA SENHA CORTESIA DO PORTAL LEFISC ENVIE UM PARA (51) ou consulte os números locais em nosso Portal

2 CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PARA FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL CONTRIBUIÇÕES AO PIS e COFINS Sumário: 1 Aspectos Conceituais e Histórico 2 Contribuição ao PIS 2.a Regime Cumulativo 2.b Regime não-cumulativo 2.c Pis Folha de Pagamentos 3 Contribuição a COFINS 3.a Modalidade Cumulativa 3.b Modalidade não-cumulativa 4 Regimes Especiais de tributação A Substituição Tributária B Combustíveis C Medicamentos D Bebidas frias 5 Tributação à Alíquota zero

3 1 Aspectos Conceituais e Histórico A Contribuição ao Programa de Integração Social PIS foi instituída pela Lei Complementar nº 07 de 1970, estando atualmente regida pelas Leis nº 9.715/98 e /2002, instituidora da modalidade não-cumulativa da contribuição. A Contribuição ao PIS tem por base constitucional o artigo 239 da CF/88, tendo por objetivo financiar o programa do Seguro Desemprego e o pagamento do Abono de 1 (um) salário-mínimo anual para empregados que percebam até 2 salários-mínimos de remuneração mensal. A COFINS Contribuição Social para Financiamento da Seguridade Social foi instituída pela Lei Complementar nº 70/91, tendo amparo constitucional nas disposições do artigo 195, I, da Constituição Federal de Atualmente, a Contribuição sob o regime cumulativo encontra-se regida pela Lei nº 9.718/98, ao passo que a modalidade não-cumulativa está amparada pelas disposições da Lei nº / Contribuição ao PIS 2.a Regime Cumulativo Regime de incidência cumulativa A base de cálculo é o total das receitas da pessoa jurídica, sem deduções em relação a custos, despesas e encargos. Nesse regime, as alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins são, respectivamente, de 0,65% e de 3% OUTRAS RECEITAS NO REGIME CUMULATIVO A partir de 28 de maio de 2009 as OUTRAS RECEITAS (consideradas aquelas que não fazem parte do conceito de receita bruta, ou seja, as receitas que não estão previstas no objeto social) NÃO deverão ser somadas na base de cálculo de incidência da PIS e COFINS no REGIME CUMULATIVO. A revogação do 1 o do art. 3 o da Lei 9.718/98 determinada pelo art. 79, XII, da Lei /2009, suprimiu estas outras receitas ao retirar da base de cálculo esta previsão de tributação no pis e cofins. Portanto, a partir desta revogação, o faturamento sujeito à tributação do PIS e da COFINS corresponde somente à receita bruta da pessoa jurídica, objeto fim da pessoa jurídica.

4 As pessoas jurídicas de direito privado, e as que lhe são equiparadas pela legislação do imposto de renda, que apuram o IRPJ com base no lucro presumido ou arbitrado estão sujeitas à incidência cumulativa. As pessoas jurídicas, ainda que sujeitas á incidência não-cumulativa, submetem à incidência cumulativa as receitas elencadas no art. 10, VII a XXV da Lei nº , de 2003 (ver Receitas excluídas do regime de incidência não-cumulativa) 2.b Regime não-cumulativo Regime de incidência não-cumulativa Regime de incidência da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins instituídos em dezembro de 2002 e fevereiro de 2004, respectivamente. O diploma legal da Contribuição para o PIS/Pasep não-cumulativa é a Lei nº , de 2002, e o da Cofins a Lei nº , de Permite o desconto de créditos apurados com base em custos, despesas e encargos da pessoa jurídica. Nesse regime, as alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins são, respectivamente, de 1,65% e de 7,6%. As pessoas jurídicas de direito privado, e as que lhe são equiparadas pela legislação do imposto de renda, que apuram o IRPJ com base no lucro real estão sujeitas à incidência não-cumulativa, exceto: as instituições financeiras, as cooperativas de crédito, as pessoas jurídicas que tenham por objeto a securitização de créditos imobiliários e financeiros, as operadoras de planos de assistência à saúde, as empresas particulares que exploram serviços de vigilância e de transporte de valores de que trata a Lei nº 7.102, de 1983, e as sociedades cooperativas (exceto as sociedades cooperativas de produção agropecuária e as sociedades cooperativas de consumo). As pessoas jurídicas submetidas à incidência não-cumulativa integram a essa incidência as receitas obtidas nas vendas de bens submetidos a alíquotas diferenciadas, excetuadas as receitas de venda de álcool para fins carburantes, que permanecem excluídas da incidência não-cumulativa. (ver Regimes especiais). [Lei nº , de 2002; Lei nº , de 2003; Lei nº , de 2004; Lei nº , de 2004; IN SRF nº 404, de 2004] 2.c Pis Folha de Pagamentos Entidades sem fins lucrativos: As entidades sem fins lucrativos de que trata o art. 13 da MP nº , de 2001, calculam a Contribuição para o PIS/Pasep com base na folha de salários, à alíquota de 1%. As sociedades cooperativas, além da incidência da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins sobre o faturamento, também apuram a Contribuição para o PIS/Pasep com base na folha de salários relativamente às operações referidas na MP nº , de 2001, art. 15, I a V. (IN SRF nº 247, de 2002, art. 33; MP 2.158, de 2001, art. 15)

5 As sociedades cooperativas de crédito e de transporte rodoviário de cargas, na apuração dos valores devidos a título de Cofins e de Contribuição para o PIS/Pasep incidente sobre o Faturamento, poderão excluir da base de cálculo os ingressos decorrentes do ato cooperativo, aplicando-se, no que couber, o disposto no art. 15 da Medida Provisória no , de 24 de agosto de 2001, e demais normas relativas às cooperativas de produção agropecuária e de infra-estrutura.(lei nº , de 2004, art. 30) 3 Contribuição a COFINS 3.a Modalidade Cumulativa Base de cálculo A base de cálculo da Contribuição para o PIS/Pasep e Cofins, no regime de incidência cumulativa, é o faturamento mensal, que corresponde à receita bruta, assim entendida a totalidade das receitas auferidas pela pessoa jurídica, sendo irrelevantes o tipo de atividade por ela exercida e a classificação contábil adotada para as receitas. (Lei nº 9.718, de 1998, art. 3º, 1º) OUTRAS RECEITAS NO REGIME CUMULATIVO A partir de 28 de maio de 2009 as OUTRAS RECEITAS (consideradas aquelas que não fazem parte do conceito de receita bruta, ou seja, as receitas que não estão previstas no objeto social) NÃO deverão ser somadas na base de cálculo de incidência da PIS e COFINS no REGIME CUMULATIVO. A revogação do 1 o do art. 3 o da Lei 9.718/98 determinada pelo art. 79, XII, da Lei /2009, suprimiu estas outras receitas ao retirar da base de cálculo esta previsão de tributação no pis e cofins. Portanto, a partir desta revogação, o faturamento sujeito à tributação do PIS e da COFINS corresponde somente à receita bruta da pessoa jurídica, objeto fim da pessoa jurídica. Exclusões da Base de Cálculo Para fins de determinação da base de cálculo, podem ser excluídos do faturamento, quando o tenham integrado, os valores: (Lei nº 9.718, de 1998, art. 3º, 2º, com alterações da MP /2001; IN SRF nº 247, de 2002, art. 23): a. das receitas isentas ou não alcançadas pela incidência da contribuição ou sujeitas à alíquota 0 (zero); b. das vendas canceladas; c. dos descontos incondicionais concedidos; d. do IPI; e. do ICMS, quando destacado em nota fiscal e cobrado pelo vendedor dos bens ou prestador dos serviços na condição de substituto tributário; f. das reversões de provisões; g. das recuperações de créditos baixados como perdas, que não representem ingresso de novas receitas; h. dos resultados positivos da avaliação de investimentos pelo valor do patrimônio líquido; i. dos lucros e dividendos derivados de investimentos avaliados pelo custo de aquisição, que tenham sido computados como receita; j. das receitas não-operacionais, decorrentes da venda de bens do ativo permanente.

6 Alíquotas As alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, no regime de incidência cumulativa, são, respectivamente, de sessenta e cinco centésimos por cento (0,65%) e de três por cento (3%). Apuração e Pagamento A apuração e o pagamento da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins serão efetuados mensalmente, de forma centralizada, pelo estabelecimento matriz da pessoa jurídica. O pagamento deverá ser efetuado até o dia 25 do mês subseqüente ao mês de ocorrência dos fatos geradores. O pagamento da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, com a incidência cumulativa, será efetuado sob os códigos de receita 8109 e b Modalidade não-cumulativa Base de cálculo A base de cálculo da Contribuição para o PIS/Pasep e Cofins, com a incidência não-cumulativa, é o valor do faturamento mensal, assim entendido o total das receitas auferidas pela pessoa jurídica, independentemente de sua denominação ou classificação contábil (Lei nº , de 2002, art 1º, 1º e 2º e Lei nº , de 2003, art. 1º, 1º e 2º). Exclusões ou deduções da Base de Cálculo Para fins de determinação da base de cálculo, podem ser excluídos do faturamento, quando o tenham integrado, os valores: (Lei nº , de 2002, art 1º, 3º e Lei nº , de 2003, art. 1º, 3º; IN SRF nº 247, de 2002, art. 24): a. das receitas isentas ou não alcançadas pela incidência da contribuição ou sujeitas à alíquota 0 (zero); b. das vendas canceladas; c. dos descontos incondicionais concedidos; d. do IPI; e. do ICMS, quando destacado em nota fiscal e cobrado pelo vendedor dos bens ou prestador dos serviços na condição de substituto tributário; f. das reversões de provisões e das recuperações de créditos baixados como perdas, que não representem ingresso de novas receitas; g. dos resultados positivos da avaliação de investimentos pelo valor do patrimônio líquido; h. dos lucros e dividendos derivados de investimentos avaliados pelo custo de aquisição, que tenham sido computados como receita; e i. das receitas não-operacionais, decorrentes da venda de bens do ativo permanente; j. das receitas de revenda de bens em que a contribuição já foi recolhida pelo substituto tributário; k. das receitas excluídas do regime de incidência não-cumulativa, constantes do art. 10 da Lei nº , de 2003.

7 Receitas excluídas do regime de incidência não-cumulativa Ainda que a pessoa jurídica esteja submetida ao regime de incidência não-cumulativa, as receitas constantes do art. 8º da Lei nº , de 2002, e do art. 10 da Lei nº , de 2003, observado o disposto no art. 15 desta última Lei, estão excluídas desse regime, o que significa também que os custos, despesas e encargos vinculados a essas receitas não geram direito ao desconto de créditos. As receitas excluídas do regime de incidência não-cumulativa são as decorrentes: a. de prestação de serviços de telecomunicações; b. de venda de jornais e periódicos e de prestação de serviços das empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens; c. de prestação de serviços de transporte coletivo rodoviário, metroviário, ferroviário e aquaviário de passageiros; d. de serviços prestados por hospital, pronto-socorro, clínica médica, odontológica, de fisioterapia e de fonoaudiologia, e laboratório de anatomia patológica, citológica ou de análises clínicas; e de serviços de diálise, raios X, radiodiagnóstico e radioterapia, quimioterapia e de banco de sangue(ver ADI SRF nº 26/2004); e. de venda de mercadorias realizadas pelas lojas francas de portos e aeroportos (free shops); f. de prestação de serviço de transporte coletivo de passageiros, efetuado por empresas regulares de linhas aéreas domésticas, e as decorrentes da prestação de serviço de transporte de pessoas por empresas de táxi aéreo; g. da edição de periódicos e de informações neles contidas, que sejam relativas aos assinantes dos serviços públicos de telefonia; h. de prestação de serviços com aeronaves de uso agrícola inscritas no Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB); i. de prestação de serviços das empresas de call center, telemarketing, telecobrança e de teleatendimento em geral; j. da execução por administração, empreitada ou subempreitada, de obras de construção civil, até 31 de dezembro de 2008; k. auferidas por parques temáticos, e as decorrentes de serviços de hotelaria e de organização de feiras e eventos, conforme definido na Portaria Interministerial nº 33, de 2005, dos Ministros de Estado dos Ministérios da Fazenda e do Turismo; l. de prestação de serviços de educação infantil, ensinos fundamental e médio e educação superior. m. de contratos firmados anteriormente a 31 de outubro de 2003: Alíquotas As alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, com a incidência não-cumulativa, são, respectivamente, de um inteiro e sessenta e cinco centésimos por cento (1,65%) e de sete inteiros e seis décimos por cento (7,6%). Há exceções à aplicação das alíquotas acima (ver em Regimes especiais, os subitens Alíquotas concentradas e Alíquotas reduzidas) Desconto de créditos Dos valores de Contribuição para o PIS/Pasep e Cofins apurados, a pessoa jurídica submetida à incidência não-cumulativa poderá descontar créditos, calculados mediante a aplicação das alíquotas de 7,6% (Cofins) e 1,65% (Contribuição para o PIS/Pasep), sobre os valores: a. das aquisições de bens para revenda efetuadas no mês; b. das aquisições, efetuadas no mês, de bens e serviços utilizados como insumos na fabricação de produtos destinados à venda ou na prestação de serviços, inclusive combustíveis e lubrificantes; c. dos bens recebidos em devolução, no mês, cuja receita de venda tenha integrado o faturamento do mês ou de mês anterior, e tenha sido tributada no regime de incidência não-cumulativa; OBS: O crédito será determinado mediante a aplicação das alíquotas incidentes na venda sobre o valor ou unidade de medida, conforme o caso, dos produtos recebidos em devolução no mês. d. das despesas e custos incorridos no mês, relativos: a. à energia elétrica consumida nos estabelecimentos da pessoa jurídica; b. a aluguéis de prédios, máquinas e equipamentos, utilizados nas atividades da empresa;

8 OBS: É vedado o crédito relativo a aluguel de bens que já tenham integrado o patrimônio da pessoa jurídica. c. a contraprestação de operações de arrendamento mercantil pagas a pessoa jurídica, exceto quando esta for optante pelo Simples; OBS: É vedado o crédito relativo contraprestação de arrendamento mercantil de bens que já tenham integrado o patrimônio da pessoa jurídica. d. armazenagem de mercadoria e frete na operação de venda, nos casos dos incisos I e II, quando o ônus for suportado pelo vendedor; e. dos encargos de depreciação e amortização, incorridos no mês, relativos a máquinas, equipamentos e outros bens incorporados ao ativo imobilizado adquiridos a partir de maio de 2004, para utilização na produção de bens destinados à venda, ou na prestação de serviços (Ver IN SRF nº 457, de 2004); OBS1: Opcionalmente, o contribuinte poderá calcular esse crédito, em relação a máquinas e equipamentos, no prazo de 4 (quatro) anos, mediante a aplicação, a cada mês, das alíquotas de 7,6% (Cofins) e 1,65% (Contribuição para o PIS/Pasep) sobre o valor correspondente a 1/48 (um quarenta e oito avos) do valor de aquisição do bem, de acordo com a IN SRF nº 457, de a. dos encargos de depreciação e amortização, incorridos no mês, relativos a edificações e benfeitorias em imóveis próprios ou de terceiros, adquiridas ou realizadas a partir de maio de 2004, utilizados nas atividades da empresa. OBS: O direito ao desconto de créditos de que tratam as letras e) e f) não se aplica ao valor decorrente da reavaliação de bens e direitos do ativo permanente. Limitações ao desconto de créditos O direito ao crédito aplica-se, exclusivamente, em relação: a. aos bens e serviços adquiridos de pessoa jurídica domiciliada no País; b. aos custos e despesas incorridos, pagos ou creditados a pessoa jurídica domiciliada no País; c. aos encargos de depreciação e amortização de bens adquiridos de pessoa jurídica domiciliada no País. Apuração e Pagamento A apuração e o pagamento da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins serão efetuados mensalmente, de forma centralizada, pelo estabelecimento matriz da pessoa jurídica. O pagamento deverá ser efetuado até o dia 25 do mês subseqüente ao mês de ocorrência dos fatos geradores. O pagamento da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, no regime de incidência não-cumulativa, será efetuado sob os códigos de receita 6912 e 5856.

9 4 Regimes Especiais de tributação A Substituição Tributária Substituição Tributária 1. Cigarros: Os fabricantes e os importadores de cigarros estão sujeitos ao recolhimento dessas contribuições, na condição de contribuintes e substitutos dos comerciantes varejistas e atacadistas desse produto. As bases de cálculos da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins são os valores obtidos pela multiplicação do preço fixado para a venda do cigarro no varejo, multiplicado por 1,98 (um inteiro e noventa e oito centésimos) e 1,69 (um inteiro e sessenta e nove centésimos), respectivamente. [IN SRF nº 247, de 2002, art. 48; Lei nº , de 2004, art. 29; Lei nº , art. 62] 2. Veículos: Os fabricantes e os importadores de veículos autopropulsados descritos nos códigos e da TIPI estão obrigados a cobrar e a recolher a Contribuição para o PIS/Pasep e a Cofins, na condição de contribuintes substitutos, em relação às vendas feitas a comerciantes varejistas dos mencionados produtos. A base de cálculo será calculada sobre o preço de venda da pessoa jurídica fabricante. B Combustíveis Combustíveis: A Contribuição para o PIS/Pasep e a Cofins incidente sobre gasolina (exceto de aviação), óleo diesel, GLP e álcool para fins carburantes são calculados aplicando-se alíquotas diferenciadas concentradas sobre a receita bruta auferida com as vendas destes produtos, efetuadas pelos produtores, importadores, refinarias de petróleo e distribuidores de álcool para fins carburantes e reduzindose a zero as alíquotas aplicadas sobre a receita auferida com as vendas efetuadas pelos distribuidores e comerciantes varejista. C Medicamentos Produtos farmacêuticos: As receitas obtidas na venda dos produtos farmacêuticos citados na Lei nº , de 2000 estão sujeitas a regime especial de apuração da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, com previsão de alíquotas diferenciadas concentradas sobre os produtores e importadores, e direito ao cálculo de créditos presumidos na venda de alguns produtos, na forma e sob as condições estabelecidas no art. 3º da Lei nº , de Ficam reduzidas a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a receita bruta decorrente da venda dos produtos tributados com a alíquota diferenciada concentrada, pelas pessoas jurídicas não enquadradas na condição de industrial ou de importador. [Lei nº , de 2000; Lei nº , de 2002; Lei nº , de 2004, arts. 17, 34 e 42; Decreto nº 3.803, de 2001; ADI SRF nº 26/2004]

10 D Bebidas frias Bebidas: As receitas obtidas na venda das bebidas citadas no art. 49 da Lei nº , de 2003, estão sujeitas a regime especial de apuração da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, com previsão de alíquotas diferenciadas concentrada sobre os fabricantes e importadores, reduzindo-se a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a venda desses produtos pelos comerciantes atacadistas e varejistas. Observação: A pessoa jurídica industrial dos produtos citados no art. 49 da Lei nº , de 2003, pode optar, na forma disposta na IN SRF nº 526, de 2005, por regime de apuração e pagamento da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins no qual os valores das contribuições são calculados por unidade do produto. [Lei nº , de 2003, arts. 49 a 56; Lei nº , de 2004, arts. 17, 26, 42 e 52; Decreto nº 4.965, de 2004; Decreto 5.062, de 2004; Decreto 5.162, de 2004; IN SRF nº 433, de 2004, art. 3º; Lei nº , 2004] E Tributação à Alíquota Zero : Ficam submetidos à tributação à alíquota zero as mercadorias e produtos relacionados nos seguintes atos legais: LEI N o , DE 23 DE JULHO DE Art. 1 o Ficam reduzidas a 0 (zero) as alíquotas da contribuição para o PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS incidentes na importação e sobre a receita bruta de venda no mercado interno de: (Vigência) (Vide Decreto nº 5.630, de 2005) I - adubos ou fertilizantes classificados no Capítulo 31, exceto os produtos de uso veterinário, da Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados - TIPI, aprovada pelo Decreto n o 4.542, de 26 de dezembro de 2002, e suas matérias-primas; II - defensivos agropecuários classificados na posição da TIPI e suas matériasprimas; III - sementes e mudas destinadas à semeadura e plantio, em conformidade com o disposto na Lei n o , de 5 de agosto de 2003, e produtos de natureza biológica utilizados em sua produção; IV - corretivo de solo de origem mineral classificado no Capítulo 25 da TIPI; V - produtos classificados nos códigos , , , , e da TIPI; VI - inoculantes agrícolas produzidos a partir de bactérias fixadoras de nitrogênio, classificados no código da TIPI;

11 VII - produtos classificados no Código da TIPI; e VIII (VETADO) IX - farinha, grumos e sêmolas, grãos esmagados ou em flocos, de milho, classificados, respectivamente, nos códigos , e , todos da TIPI;(Incluído pela Lei nº , de 2004)... XIX - carnes bovina, suína, ovina, caprina e de aves e produtos de origem animal classificados nos seguintes códigos da Tipi: (Incluído pela Lei nº , de 2013) a) 02.01, 02.02, , , , , e ; (Incluído pela Lei nº , de 2013) b) 02.03, , , 02.07, e e carne de frango classificada nos códigos ; c) e miudezas comestíveis de ovinos e caprinos classificadas no código ; (Incluído pela Lei nº , de 2013) d) (VETADO); (Incluído pela Lei nº , de 2013) XX - peixes e outros produtos classificados nos seguintes códigos da Tipi: (Incluído pela Lei nº , de 2013) a) 03.02, exceto ; (Incluído pela Lei nº , de 2013) b) e 03.04; (Incluído pela Lei nº , de 2013) c) (VETADO); (Incluído pela Lei nº , de 2013) XXI - café classificado nos códigos e da Tipi; (Incluído pela Lei nº , de 2013) XXII - açúcar classificado nos códigos e da Tipi; (Incluído pela Lei nº , de 2013) XXIII - óleo de soja classificado na posição da Tipi e outros óleos vegetais classificados nas posições a da Tipi; (Incluído pela Lei nº , de 2013) XXIV - manteiga classificada no código da Tipi; (Incluído pela Lei nº , de 2013) XXV - margarina classificada no código da Tipi; (Incluído pela Lei nº , de 2013)

12 XXVI - sabões de toucador classificados no código Ex 01 da Tipi; (Incluído pela Lei nº , de 2013) XXVII - produtos para higiene bucal ou dentária classificados na posição da Tipi; (Incluído pela Lei nº , de 2013) XXVIII - papel higiênico classificado no código da Tipi; (Incluído pela Lei nº , de 2013) XXIX (VETADO) LEI N o , DE 30 DE ABRIL DE Art. 28. Ficam reduzidas a 0 (zero) as alíquotas da contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS incidentes sobre a receita bruta decorrente da venda, no mercado interno, de: (Vide Lei nº , de 2008) (Vigência) I - papel destinado à impressão de jornais, pelo prazo de 4 (quatro) anos a contar da data de vigência desta Lei ou até que a produção nacional atenda 80% (oitenta por cento) do consumo interno, na forma a ser estabelecida em regulamento do Poder Executivo; (Vide Lei nº , de 2008) (Vide Lei nº , de 2012) II - papéis classificados nos códigos , , , , e , todos da TIPI, destinados à impressão de periódicos pelo prazo de 4 (quatro) anos a contar da data de vigência desta Lei ou até que a produção nacional atenda 80% (oitenta por cento) do consumo interno; (Vide Lei nº , de 2008) (Vide Lei nº , de 2012) III - produtos hortícolas e frutas, classificados nos Capítulos 7 e 8, e ovos, classificados na posição 04.07, todos da TIPI; e IV aeronaves classificadas na posição da Tipi, suas partes, peças, ferramentais, componentes, insumos, fluidos hidráulicos, tintas, anticorrosivos, lubrificantes, equipamentos, serviços e matérias-primas a serem empregados na manutenção, conservação, modernização, reparo, revisão, conversão e industrialização das aeronaves, seus motores, partes, componentes, ferramentais e equipamentos; (Redação dada pela Lei nº , de 2008) V - semens e embriões da posição da NCM. (Incluído pela Lei nº , de 2004) VI - livros, conforme definido no art. 2 o da Lei n o , de 30 de outubro de 2003; (Incluído pela Lei nº , de 2004)......

13 Bibliografia: Leis Ordinárias Federais: LEI N o , DE 29 DE DEZEMBRO DE LEI N o , DE 30 DE ABRIL DE LEI N o , DE 23 DE JULHO DE Material divulgado no site da Lefisc Legislação Fiscal e legislação esparsa divulgada No site da Receita Federal do Brasil.

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