ALTERNÂNCIA NO PODER: ALTERNÂNCIA NO DISCURSO? Uma visão da Análise de Discurso Crítica

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1 Maria Lílian de Medeiros Yared 1, Vilma Pereira 2, Noélia Maria Ribeiro da Silva 3, Paola Daniela Bakker 4, Leandro de Castro Siqueira 5 ALTERNÂNCIA NO PODER: ALTERNÂNCIA NO DISCURSO? Uma visão da Análise de Discurso Crítica Brasília, Mestre e doutoranda em Linguística pela Universidade de Brasília, Analista Legislativo da Câmara dos Deputados. 2 Especialista em Processo Legislativo pelo CEFOR, Analista Legislativo da Câmara dos Deputados. 3 Especialista em Análise de Discurso pelo UNICEUB, Analista Legislativo da Câmara dos Deputados. 4 Bacharel em Ciência da Administração, Analista Legislativo da Câmara dos Deputados. 5 Mestre em Ecologia pela UnB, Analista Legislativo da Câmara dos Deputados.

2 2 1 IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO ALTERNÂNCIA NO PODER: ALTERNÂNCIA NO DISCURSO? Uma visão da Análise de Discurso Crítica AUTORES: 1) Nome completo: Maria Lilian de Medeiros Yared (Coordenadora) Instituição/Local de Trabalho: Câmara dos Deputados/DETAQ Ponto/Matrícula Endereço: Esplanada dos Ministérios Câmara dos Deputados Anexo II Ramal: Endereço Residencial: SMPW Q. 15 conj. 03 lote 07 casa A Telefone Residencial: Link para LATTES: 2) Nome completo: Vilma Pereira (membro) Instituição/Local de Trabalho: Câmara dos Deputados DETAQ/COHID Ponto/Matrícula: 1616 Endereço: Esplanada dos Ministérios CD - Anexo II - DETAQ Ramal: Endereço Residencial SQN Bloco E-Apto Asa Norte Telefone Residencial: Link para LATTES:

3 3 3)Nome completo: Noélia Maria Ribeiro da Silva (membro) Instituição/Local de Trabalho: Ponto/Matrícula: 5845 Endereço: Esplanada dos Ministérios, DETAQ, Anexo II. Ramal: Endereço Residencial: SQN 105 Bloco K ap. 303 Telefone Residencial: Link para LATTES: 4)Nome completo: Paola Daniela Bakker (membro) Instituição/Local de Trabalho: Câmara dos Deputados - DETAQ Ponto/Matrícula: 5886 Endereço: Esplanada dos Ministérios, CD, DETAQ. Ramal: Endereço Residencial: SMDB Conj. 12-C lote 03 casa C. Telefone Residencial: Link para LATTES: 5) Nome Completo: Leandro de Castro Siqueira Instituição/local de trabalho: Câmara dos Deputados DETAQ Ponto/Matrícula: 5884 Endereço: Esplanada dos Ministérios, CD, DETAQ. Endereço residencial: SQSW Q. 303 Bloco I ap. 102 Telefone residencial: Link para Lattes:

4 4 Linha de Pesquisa: Política Institucional do Poder Legislativo: Comunicação e Educação para a Democracia. Data: 26.02/2012 Resumo: O presente projeto de pesquisa pretende fazer um levantamento histórico-discursivo de discursos e debates parlamentares ocorridos em dois períodos (1994 a 2002 e 2003 a 2010). Após a escolha dos textos, serão realizadas análises discursivas com base nas seguintes teorias/metodologias: Análise de Discurso Crítica; Linguística Sistêmico-Funcional e Teoria Semiótica-Social da Multimodalidade. O objetivo principal é observar as mudanças na ordem do discurso frente a mudanças político-partidárias. 2 APRESENTAÇÃO Atribui-se a um político do segundo Império na História do Brasil, Holanda Cavalcanti, referindo-se às diferenças entre o Partido Conservador (conhecidos como Os Luzias ) e o Partido Liberal (conhecidos como Os Saquaremas ), a seguinte frase: nada mais parecido com um saquarema do que um luzia no poder". 6 Com a posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na Presidência da República, em 2002, o Partido dos Trabalhadores, que, desde 1979 fazia oposição pertinaz contra os governos da situação, assume o poder. Observando as manifestações dos representantes da oposição e da situação no Congresso Nacional, em 1998 (PT oposição) e 2003(PT situação) agora com papeis invertidos, verifica-se uma alteração no discurso político. GOVERNO FERNANDO HENRIQUE CARDOSO No governo Fernando Henrique Cardoso, na votação da Proposta de Emenda constitucional 33, de 1995 (Reforma da Previdência Social): O Deputado Arlindo Chinaglia (PT- São Paulo), falando pela oposição, assim se manifestou: 6 VIAGEM INCOMPLETA. a experiência brasileira ( ) : a grande transação./ Carlos Guilherme Mota (Organizador)-2. ed. São Paulo: Editora SENAC, São Paulo, 2000, p Acesso em:http://books.google.com.br/books?id=dgh3vq5pkqoc&pg=pa188&

5 5 Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, demais presentes nesta Casa, neste momento, tenho a responsabilidade de falar contra esta contra-reforma, onde... parte dos deputados da base governista tiveram uma atitude de absoluta subordinação ao Poder Executivo...Na fase de transição, ao estabelecer a idade mínima de 53 anos para o homem e 48 anos para a mulher, a reforma cria uma situação inaceitável:...é uma quebra do contrato social, é uma violência à própria legalidade do País! 7 Pode-se observar que, em sua argumentação, o Parlamentar recorre aos seguintes recursos semióticos: metáforas de luta (com a personificação de legalidade ) e avaliatividade (violência à própria legalidade do País). Em termos de estrutura argumentativa, é procedente afirmar que, nesse trecho, a argumentação do Deputado está ancorada em elementos do pathos discursivo (emotivo). As visões de mundo servem como premissas para a linha argumentativa. Isso caracteriza bem o discurso tipicamente de oposição. O Deputado José Carlos Aleluia (PFL, Bahia), falando pela Situação assim se manifestou: Lamento o fato de essa reforma ser tímida e de ser necessária outra reforma. Não é possível continuar com a farsa de que a Previdência é capaz de pagar a todos, sem que todos contribuam. Não conheço nenhum pobre que se tenha aposentado com 40 anos. Sr. Presidente, para concluir, vamos aprovar para o bem do povo brasileiro uma Previdência séria, para que o Governo brasileiro possa ter um Orçamento equilibrado e, depois disso, investir maciçamente em programas sociais, não para privilegiados, mas para a base da pobreza do povo brasileiro. 8 Em relação ao trecho acima, é procedente observarmos que, no primeiro parágrafo deste trecho, os argumentos do orador não necessariamente se constituem em argumentos explicativos ou justificativos, mas são argumentos avaliativos (reforma tímida, continuar com a farsa) e, especialmente na última oração do primeiro parágrafo, o recurso utilizado é uma argumentação com base em um conhecimento pessoal, uma visão de mundo partilhada como pressuposição social: a aposentadoria precoce ocorre apenas àqueles mais favorecidos economicamente. 7 DIÁRIO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, 12 de fevereiro de 1995, p , DIÁRIO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, 12 de fevereiro de 1988, p. 4054

6 6 No último parágrafo do trecho, é relevante para a análise observarmos a pressuposição avaliativa que serve como argumentação (para o bem do povo brasileiro), a avaliação (Previdência séria) e outra pressuposição que está por trás da última oração: o Governo não investe em programas sociais por causa do alto custo da Previdência, o que representa um desequilíbrio do orçamento. GOVERNO LUIZ INÁCIO DA SILVA No Governo Luiz Inácio Lula da Silva, na votação da Proposta de emenda constitucional 40, de 2003 (Reforma da Previdência Social) falando pela situação: O Deputado Arlindo Chinaglia, agora falando pela situação: Quero agora falar especificamente aos servidores públicos... Os que tinham a expectativa de se aposentar com 53 ou 48 anos de idade, após a proposta de reforma aprovada no primeiro turno, terão de trabalhar mais 7 anos até completar a idade mínima... A gênese dessa reforma não é necessariamente a vontade do governo Federal. Quando vêm cobrar do PT isso não nos incomoda coerência, pergunto ao Deputados de todos os partidos, particularmente do PFL e do PSDB: por que seus Governadores não vêm a público dizer que são contra a reforma da Previdência? Indago aos servidores públicos do Brasil: se o Presidente não fosse o Lula, se a maioria não fosse composta de partidos como o PT e Outros, será que a proposta de reforma não seria como aquela primeira do Governo passado, do modelo chileno de privatização? A bancada do PT é favorável ao projeto e continuará a defender as minorias. 9 Neste momento, podemos observar uma mudança na ordem do discurso. A ordem do discurso é o aspecto semiótico da rede composta pelos três significados textuais: discurso, gêneros e estilos. Neste trecho, o estilo do orador foi modificado, em relação ao outro discurso (de oposição): agora há baixa avaliatividade, ausência de metáforas como argumentação. Na última oração do trecho, constituída pelo voto do orador, podemos observar, ao lado do voto, uma afirmação que pode ser considerada uma justificativa para o voto. 9 DIÁRIO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, 28 de agosto de 2003, p

7 7 A seguir, temos outro trecho discursivo, do Deputado José Carlos Aleluia, falando pela oposição. Sr. Presidente, de antemão aviso aos companheiros, sobretudo aos da base do Governo, que serei breve. Sei que estão ansiosos para se livrar desse fardo que transportam com muita dificuldade. Viajando pelo Brasil, pude perceber a agonia desses companheiros quando chegam aos seus estados e encontram seus eleitores funcionários públicos. Sr. Presidente, hoje não é um dia de alegria. Diria que não existem vitoriosos. Estamos todos muito tristes. O único resultado disso é uma melhoria do caixa do governo da União, sobretudo deste. Portanto, nada temos a comemorar. Sr. Presidente, é uma pena que se faça uma reforma com medo do Palácio do Planalto. A voz do Palácio do Planalto leva os deputados a registrarem seus votos no Plenário. Isso não é bom para a democracia. 10 Novamente, podemos observar, no discurso opositor, de um Parlamentar que não está na Situação, a presença maior de avaliatividade e baixa modalização, com uso de metáfora de guerra (vitoriosos). É possível afirmar que o aspecto identificacional (estilo) está mais presente nesse tipo de discurso. 3 PROBLEMA O discurso partidário na Câmara dos Deputados muda quando há a mudança dos Deputados da condição de oposição para situação? A ideologia partidária muda? Podemos verificar essas mudanças em sua dimensão semântica? Essas mudanças podem ser verificadas na análise interdiscursiva, que procura incorporar elementos do contexto à análise dos textos No caso da prática social do Parlamento, há uma configuração mais ou menos estável da ordem do discurso, ou seja, há uma forma mais recorrente de agir, de representar e de se identificar. No caso, podemos esperar certa estrutura discursiva de um Parlamentar dito de esquerda, levando em consideração também o contexto político-histórico. Em relação à interdiscursividade como ferramenta primordial para a análise discursiva, Fairclough afirma: 10 DIÁRIO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, 28 de agosto de 2003, p

8 8 A análise interdiscursiva é um traço distintivo e central desta versão da Análise de Discurso Crítica. Ela permite incorporar elementos do contexto à análise dos textos, para mostrar a relação entre eventos ocasionais concretos e práticas sociais mais duráveis, para mostrar inovação e mudança nos textos, e tem um papel mediador em permitir a conexão entre os recursos linguísticos e semióticos dos textos e os processos de mudança social em uma escala mais ampla (FAIRCLOUGH, in Critical Discourse Analysis) As pesquisas em Análise de Discurso Crítica implicam detalhada análise textual e semiótica, bem como detalhada análise da interdiscursividade, ou seja, como os diversos gêneros, discursos e estilos se articulam. Neste projeto, vamos verificar os gêneros mais utilizados (deliberação ou apenas discussão.) A primeira leitura dos trechos discursivos presentes neste projeto sugere que a mudança de status de situação para oposição ou vice-versa muda também a ideologia, a visão de mundo, a Weltanschauung dos Parlamentares. Essa mudança pode ser observada na mudança discursiva, realizada pelos recursos semióticos. Dessa forma, poderíamos analisar até que ponto o discurso do poder influencia o discurso Parlamentar, independente de afiliação partidária. E o discurso opositor ao discurso do poder pode ser visto estruturalmente como um antagonismo construído com premissas emocionais, com o uso de metáforas (lexicais e gramaticais), de avaliações e com baixa modalização. 4 OBJETIVOS Avaliar a estrutura argumentativa dos discursos de deputados favoráveis ou contrários à votação de importantes matérias quando alinhados aos partidos de oposição ou de apoio ao Governo Federal. Além da estrutura argumentativa, pretendemos avaliar os usos dos recursos semióticos, especialmente da lexicogramática, de acordo com o posicionamento discursivo, verificando o uso das metáforas gramaticas (especialmente de modo) e lexicais e a dimensão interpessoal da linguagem. Pretendemos verificar como as mudanças nas práticas sociais e políticas influenciam em mudanças discursivas. Este estudo também objetiva a análise da estrutura de funcionamento discursivo do gênero deliberação no Parlamento brasileiro, com suas diversas

9 9 atividades como discussão e votação da matéria, encaminhamento de votação, leitura do voto do Relator, etc. 5 JUSTIFICATIVA A frase "nada mais parecido com um saquarema do que um luzia no poder", dita em relação ao Partido Liberal e o Partido Conservador do Segundo Império no Brasil, significou que, apesar das diferenças políticas entre os dois partidos, em algumas decisões no Parlamento se comportavam da mesma maneira, porque superadas as pequenas divergências, eram fundamentalmente semelhantes. Entretanto, no caso do Partido dos Trabalhadores e os Partidos da Frente Liberal e o da Social Democracia Brasileira, as diferenças programáticas e ideológicas são muito acentuadas. Pretende-se analisar se estas diferenças se mantiveram nos discursos dos Parlamentares nos períodos dos Governos Fernando Henrique Cardoso e do Governo Luiz Inácio Lula da Silva, formados pelas bases partidárias comandadas por estes partidos. É importante para a democracia analisar os discursos parlamentares para termos consciência de como são feitas as deliberações que definem os rumos da vida política e social do País, a fim de que possamos ampliar a conquista de uma cidadania cada vez mais consistente. Sabemos que política implica argumentação prática, atividades de discussão que levam a deliberações. As decisões políticas regem a vida da sociedade e, por isso, devem ser mais bem conhecidas pela população em geral, com o intuito de fortalecer a Nação e suas instituições. Esse estudo permitirá o conhecimento dos diversos gêneros discursivos do Parlamento brasileiro e suas funções nas sessões deliberativas e, seguidamente, nos rumos da vida econômica, social e política brasileira. Estudaremos os processos discursivos da deliberação, gênero parlamentar por excelência, composta de várias atividades, como discussão da matéria, orientação de bancada, leitura do voto do Relator. Esse conhecimento sobre os

10 10 processos discursivos do nosso Parlamento poderá contribuir para o fortalecimento da consciência cidadã da população brasileira. 6 REVISÃO DA LITERATURA Desde Aristóteles, já havia uma preocupação com o estudo do discurso político (Ética a Nicômano). Segundo Aristóteles, o orador com alto poder de convencimento/ persuasão é aquele que consegue reunir, de forma harmônica, em seu discurso, o pathos (emoção); o ethos (comportamento) e o logos (racionalização). Estudar os discursos políticos sempre foi visto como primordial para o desenvolvimento da consciência de cidadania de qualquer grupo social. A Análise de Discurso Crítica é uma teoria/metodologia criada por Fairclough, que busca estabelecer uma conexão entre a análise textual/ linguística e a análise do contexto social no qual o texto foi produzido. Dessa forma, a teoria busca mostrar como o discurso molda o social e é moldado por ele. Há uma relação dialética entre o discurso e as práticas sociais a mudança nas práticas sociais pode levar à mudança discursiva e a mudança discursiva pode transformar as práticas sociais. Vários pesquisadores linguistas escrevem e produzem trabalhos nessa linha, sobre os mais variados temas sociais: política, economia, racismo, sexismo, pobreza, etc. Podemos destacar Ruth Wodak, pesquisadora da Universidade de Lancaster, que estuda os rumos da política europeia na nova ordem econômica. No Brasil, na Universidade de Brasília, a Profa. Izabel Magalhães criou a área de pesquisa intitulada Discursos, Representações Sociais e Textos. Naquela instituição, muitas pesquisas são feitas, direcionadas à análise de questões sociais, políticas e econômicas, em seu aspecto linguístico e semiótico. Destaca-se a pesquisa sobre crianças em situação de rua, das Profas. Viviane Resende e Viviane Ramalho. Também há diversas pesquisas sobre discurso político, com a Profa. Denize Helena, que também é vice-presidente da ALED Associação Latino-Americana de Estudos do Discurso.

11 11 Diversos autores analisaram as múltiplas facetas do relacionamento Executivo/Legislativo; interação na feitura das leis (GOMES, 2012), negociações decorrentes do presidencialismo de coalizão, (ABRANCHES, 1998, P. 5-53), (SANTOS, 2002); o papel do líder e a disciplina partidária (LIMONGI, 1998), entre outros; todos baseados em análises, gráficos e dados que têm como pano de fundo o comportamento político e os resultados das votações. Pretende-se nesta pesquisa mergulhar no discurso parlamentar e em seu contexto nas discussões e votações de matérias decisivas para o estabelecimento de política governamental para a avaliação intrínseca dos posicionamentos defendidos pelos representantes do partidos de sustentação do Governo Federal em situações de alternância de poder. 7 METODOLOGIA 1 Levantamento das votações mais importantes ocorridas nos períodos de governo dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT); 2 Levantamento de discursos de representantes dos dois partidos nas discussões e nos encaminhamentos de votação das matérias. 3 Contextualização dos discursos contextualização histórica, social e política. 4 Análise Crítica dos Discursos, utilizando a seguintes teorias/metodologias: Análise de Discurso Crítica; Linguística Sistêmico-Funcional; Teoria Semiótica-Social da Multimodalidade. 8 CRONOGRAMA

12 12 De 18 de abril de 2013 a 31 de agosto de 2013 De 1º de setembro de 2013 a 30 de abril de De 1º de maio de 2014 a 31 de agosto de 2014 De 1º de setembro de 2014 a 30 de março de Levantamento das votações mais importantes do Governo Fernando Henrique Cardoso e do Governo Luiz Inácio da Silva. Levantamento de discursos de representantes dos dois partidos (PSDB e PT) nas discussões e nos encaminhamentos das matérias. Contextualização histórica e social dos discursos. Análise dos Discursos e entrega de monografia e de artigo final. 9 REFERÊNCIAS ABRANCHES, Sérgio.Presidencialismo de Coalizão: o dilema institucional brasileiro. Dados, Rio de Janeiro, 1988, vol. 31, p BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. Tradução: Paulo Bezerra. São Paulo: Martins Fontes, BAUMAN, Zygmunt. Modernidade Líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. Atualizada pelo novo acordo ortográfico. 37ª edição. Nova Fronteira. CASTELLS, Manuel. O poder da identidade. São Paulo: Paz e Terra, CHOULIARAKI, Lilie & FAIRCLOUGH, Norman. Discourse in late modernity: rethinking Critical Discourse Analysis. Edinbourg: Edinbourg University, FAIRCLOUGH, N. Discurso e Mudança Social. Brasília: UnB, Discourse in late modernity. Edinburgh: Edinburgh University Press, Analysing Discourse. Textual analyses for social research. New York: Routledge, Political Discourse Analysis. London: Routledge, Language and power. London: Longman, 1989.

13 13 GIDDENS, A. Modernidade e identidade. Tradução: Plínio Dentzien. São Paulo: Zahar, GOMES, Fábio de Barros Correia. Cooperação, liderança e impasse entre o Legislativo e o Executivo na produção legislativa do Congresso Nacional do Brasil. Dados [online]. 2012, vol.55, n.4 [cited ], pp Available from: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s &lng=en&nrm=iso>. ISSN HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Tradução Tomaz Tadeu da Silva e Guacira Lopes Louro. Rio de Janeiro: DP&A Editora, HALLIDAY, M. A. K. An introduction to functional grammar. Londres: Hodder Education, KRESS, G. Multimodality A social semiotic approach to contemporary communication. London: Routledge, LAKOFF, G. e JOHNSON, M. Metaphors we live by. Chicago: The University of Chicago press, LIMONGI, Fernando and FIGUEIREDO, Argelina. Bases institucionais do presidencialismo de coalizão. Lua Nova [online]. 1998, n.44 [cited ], pp Available from: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s &lng=en&nrm=iso>. ISSN MAGALHÃES, I. Introdução à Análise de Discurso Crítica. Publicado em DELTA vol.21, São Paulo Disponível em: < 002> Acesso: MELO, Carlos Ranulfo & CÂMARA, Rafael. Consolidação do Sistema Partidário no Brasil. DADOS Revista de Ciências Sociais, Rio de Janeiro, vol. 55, no 1, 2012, pp. 71 a 117. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/dados/v55n1/a03v55n1.pdf > Acesso: RESENDE, V. e RESENDE, V. R. Análise de Discurso (para) a crítica. São Paulo. Ed. Pontes: 2012.

14 14 SANTOS, Fabiano. Partidos e Comissões no Presidencialismo de Coalizão. Dados [online]. 2002, vol.45, n.2 [cited ], pp Available from: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s &lng=en&nrm=iso>. ISSN SINGER, André. (2010). A segunda alma do partido dos trabalhadores. Novos Estudos-CEBRAP,(88), Disponível em: 006&lng=en&tlng=pt /S Acesso: THOMPSON, J.B. Ideology and modern culture. Stanford: California University Press, VAN LEEUWEN, T. Discourse and Practice. New tools for critical discourse analysis. New York: Oxford, WODAK, Ruth. Disorders of discourse. New York: Longman, 1996.

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