ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DE DADOS Nome: N.º Turma / /201

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DE DADOS Nome: N.º Turma / /201"

Transcrição

1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA BOA ÁGUA Escola Básica Integrada da Boa Água EB1 n.º2 da Quinta do Conde EB1/JI do Pinhal do General JI do Pinhal do General Departamento de Matemática e Ciências Experimentais ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DE DADOS Nome: N.º Turma / /201 Estatística É um ramo da Matemática que ajuda a recolher, a organizar e a interpretar a informação para tirar conclusões e fazer previsões. População conjunto de elementos em estudo. Censo ou Recenseamento estudo estatístico que consiste na análise de dados recolhidos a partir da totalidade da população em estudo. Sondagem estudo estatístico que se baseia na recolha de dados feita a partir de um grupo de elementos que representam a população. O grupo de elementos representativos da população é selecionado, aleatoriamente e designa-se Amostra. INE O Instituto Nacional de Estatística é um organismo do Estado, responsável pelo estudo da população portuguesa e das suas características. Além das sondagens, o INE é a entidade que realiza os censos (questionário que tem como objetivo conhecer os portugueses, as suas habilitações, composição dos agregados familiares, tipo de habitação, entre outras características. Quando os dados em estudo são numéricos a variável em estudo é quantitativa. Quando os dados não são numéricos diz-se que os dados recolhidos são qualitativos. Recolha de dados Os dados podem ser recolhidos através de inquéritos, questionários, pesquisa em livros e na internet, ou por observação direta. Organização de dados depois de recolhidos os dados têm que ser organizados para facilitar a sua análise. Há vários processos de organização de dados: Diagrama de Venn, Diagrama de Carrol, Diagrama de Caule-e-folhas, Tally Chart (tabelas de contagem), Tabelas de frequência absoluta e relativa, Gráfico de pontos, Grafico de barras, Gráfico de linhas, Gráfico circular, Pictograma. TABELAS DE CONTAGEM Para organizar os dados de forma eficiente torna-se necessário efetuar a sua contagem. Para tal pode recorrer-se a uma tabela de contagem (Tally chart) Exemplo Idades dos elementos da equipa de futebol Contagem

2 TABELAS DE FREQUÊNCIA ABSOLUTA E FREQUÊNCIA RELATIVA A frequência absoluta de um dado corresponde ao número de vezes que esse dado foi observado, se repete. A soma das frequências absolutas é igual ao número total de dados. A frequência relativa de um dado é o quociente entre a sua frequência absoluta e o número total de dados observados. Exemplo Completa a tabela de frequências (absolutas e relativas) referentes à idade dos elementos de uma equipa de futebol Idades de uma equipa de futebol Frequência absoluta Frequência relativa Para apresentar os dados organizados nas tabelas de frequências, de forma a facilitar a sua análise, é útil construir gráficos com a informação. O gráfico de pontos é a representação mais simples que se pode construir. Para obter essa representação desenha-se um eixo horizontal ou vertical, onde se assinalam as diferentes categorias ou valores (todos entre o mínimo e o máximo, incluindo estes) da variável em estudo e, por cima destes (ou ao lado), marca-se um ponto sempre que, ao percorrer os dados, se encontra essa categoria ou valor. GRÁFICOS DE PONTOS GRÁFICOS DE BARRAS O gráfico de barras é uma das representações gráficas mais usuais. Se os dados forem quantitativos discretos, deve ser colocada a sequência completa dos valores, entre o mínimo e o máximo, não desenhando barra quando os valores não estão representados nos dados. Devem utilizar-se as frequências relativas quando se pretende comparar amostras de dimensões diferentes. Ao construir um gráfico de barras devem ter-se em atenção os seguintes aspetos: o Tem um título que indica o assunto a que se refere; o Tem um sistema de eixos; o Tem uma unidade de medida gráfica definida e devidamente identificada; o A largura das barras deve ser igual; 2

3 o o o A distância entre as barras deve ser sempre a mesma; A altura de cada barra indica a frequência que ela representa; As barras são paralelas e podem ser horizontais ou verticais. GRÁFICOS DE LINHAS Os gráficos de linhas são de grande utilidade para descrever processos e registar observações que decorrem/evoluem ao longo do tempo. A utilização de gráficos de linhas facilita a observação da variação temporal de um dado. DIAGRAMA DE VENN Num diagrama de Venn todos os elementos com a mesma propriedade são incluídos no interior de uma mesma linha fechada DIAGRAMA DE CARROL Um diagrama de Carroll é uma tabela de 2x2 em que cada propriedade e a sua negação são representadas por filas (linhas ou colunas). DIAGRAMA DE CAULE-E-FOLHAS Este tipo de representação está entre a tabela e o gráfico, uma vez que apresenta os verdadeiros valores dos dados recolhidos e organiza-os de uma forma que facilita a interpretação dos mesmos. O diagrama de caule-e-folhas é uma outra representação gráfica para dados do tipo quantitativo. Comparativamente com os outros gráficos o diagrama de caule-e-folhas define uma distribuição dos dados mais próxima dos dados originais, permitindo até reconstruí-los. A representação de dados num diagrama de caule-e-folhas é muito simples de fazer, dá uma informação visual sobre a forma como os dados estão distribuídos e permite ordenar os dados e verificar onde há maior concentração dos mesmos. Consiste em escrever do lado esquerdo de uma linha vertical, o dígito (ou dígitos) caule da classe de maior grandeza, seguidos dos restantes (folhas). Por vezes há caules sem folhas penduradas, mas estes devem ser representados para se perceber que há lacunas naqueles valores. 3

4 Para analisar e interpretar a informação recolhida recorre-se às medidas de tendência central. MODA A moda de um conjunto de dados é a observação que ocorre com mais frequência. Há casos em que não existe moda e outros em que há mais do que uma moda. Se tiver dois valores para a moda o conjunto de dados diz-se bimodal. Exemplo 1 Num clube de futebol, perguntou-se a um grupo de jovens qual o número de sapatilhas que calçavam. As respostas foram: Podemos dizer que o tamanho 41 é o mais usado. Dizemos que a moda é 41. Exemplo 2 A Joana anotou a cor dos carros estacionados no parque de estacionamento da sua escola: Azul Preto Vermelho Beje Beje Preto Azul Azul Beje Branco Preto Branco Azul Verde Azul A cor mais frequente é o azul. A moda é o azul. Exemplo 3 A cor das camisolas vendidas: Amarelo Preto Verde Verde Amarelo Preto Não existe moda. Exemplo 4 Pontos obtidos em 10 jogos A moda é o 0 e o 3. MÉDIA ARITMÉTICA A média aritmética de um conjunto de dados numéricos determina-se dividindo a sua soma pelo número total de dados. - Só se pode calcular a média quando os dados são numéricos; - a média pode ser ou não um dos valores observados. Curiosidade: A estatística é a ciência pela qual comendo eu um queijo e tu nenhum comemos em médioa meio queijo cada um! Exemplos: Os dados da figura indicam a altura dos jogadores de basquetebol de duas equipas de um clube. Qual delas tem, em média, jogadores mais altos? EQUIPA A 1,80 1,79 1,66 EQUIPA B 1,70 1,68 1,81 4

5 Para determinares o valor médio das alturas dos jogadores: 1) Calcula a soma das alturas dos jogadores: EQUIPA A 1,80 + 1,79 + 1,66 = 5,25 EQUIPA B 1,70 + 1,68 + 1,81 = 5,19 2) Determina o quociente entre a soma obtida e o número de jogadores: EQUIPA A EQUIPA B Média A = Média B = 5,25 3 5,19 3 = 1,75 = 1,73 A média da altura dos jogadores da equipa A é superior à média da altura dos jogadores da equipa B. Considera a tabela das idades de todos os jogadores do clube. Como determinar a média das idades? Idade Frequência Total 20 Verificas que existem 3 jogadores com 10 anos, 5 jogadores com 11 anos, 4 jogadores com 12 anos e 8 jogadores com 13 anos, ou seja: Para determinares a média das idades efectua o quociente: A média das idades é de 11,85 ou aproximadamente 12 anos. EXTREMOS E AMPLITUDE = 11,85 A amplitude é a medida, mais simples, utilizada para medir a variabilidade apresentada por um conjunto de dados. Obtém-se fazendo a diferença entre o valor máximo e o valor mínimo dos dados, que se designam extremos. GRÁFICOS CIRCULARES Os gráficos que representam num círculo os dados em relação ao total, chamam-se gráficos circulares. As partes do círculo em que está dividido chamam-se setores circulares. O círculo é dividido em setores circulares, tantos quantas as categorias da variável em estudo, e o ângulo de cada setor é proporcional à frequência da categoria que representa. 5

6 PICTOGRAMAS Os pictogramas são representações gráficas que utilizam figuras, o que faz com que essas representações se tornem bastante apelativas. Começa-se por escolher uma figura ilustrativa da unidade observacional. Cada figura pode representar uma ou mais unidades observacionais. De seguida procede-se como na construção do gráfico de barras mas, em vez de retângulos, empilham-se as figuras que representam as unidades observacionais até perfazer a frequência absoluta observada em cada categoria. Esta representação só pode ser utilizada quando a variável em estudo é qualitativa. Embora seja uma representação gráfica muito sugestiva, é necessário ter os devidos cuidados com as figuras utilizadas e com a forma como são utilizadas, já que, com alguma frequência, dão origem a representações erradas. Classificação de acontecimentos Experiências como: fazer girar uma roleta e observar a pontuação obtida; lançar um dado perfeito e registar o número de pontos obtidos na face voltada para cima; lançar uma moeda perfeita ao ar e observar a face que fica voltada para cima; extrair, sem olhar, uma carta de um baralho e anotar o valor da carta; jogar no Totoloto; são alguns exemplos de experiências que estão sujeitas ao acaso. Ao lançar um dado perfeito, numerado de 1 a 6, não podes afirmar previamente qual a face que vai ficar voltada para cima, mas podes, por exemplo, afirmar que: é impossível sair um número maior que 6; é certo que sai 1 ou 2 ou 3 ou 4 ou 5 ou 6; é tão provável sair o 1 como qualquer outro dos números do dado; é possível sair o 6. Faz agora a tua previsão: Baralhou-se quatro reis e quatro damas de um baralho de cartas de jogar. Ao tirar uma carta, sem olhar, será mais provável sair rei ou dama? Porquê? A probabilidade de um determinado acontecimento aleatório dá-nos a percentagem de vezes que se espera que le aconteça, se se repetir a experiência um grande número de vezes nas mesmas condições. 6

Matemática Ficha de Trabalho/Apoio Tratamento de Dados

Matemática Ficha de Trabalho/Apoio Tratamento de Dados Matemática Ficha de Trabalho/Apoio Tratamento de Dados Constrói um gráfico de barras que represente a informação sobre os animais domésticos dos alunos da turma A. 7ºano Organização e análise de dados

Leia mais

MATEMÁTICA. Recenseamento/Sondagem ESTATÍSTICA

MATEMÁTICA. Recenseamento/Sondagem ESTATÍSTICA MATEMÁTICA NOME: ANO: TURMA: N.º FICHA INFORMATIVA ESTATÍSTICA A estatística é uma área da Matemática que trata da recolha, organização, resumo e interpretação de dados, e está presente em todos os ramos

Leia mais

Preparação para a Prova Final de Matemática 2.º Ciclo do Ensino Básico Olá, Matemática! 6.º Ano

Preparação para a Prova Final de Matemática 2.º Ciclo do Ensino Básico Olá, Matemática! 6.º Ano Organização e tratamento de dados Representação e interpretação de dados Formulação de questões Natureza dos dados Tabelas de frequências absolutas e relativas Gráficos de barras, circulares, de linha

Leia mais

Num cilindro as bases são círculos. O perímetro do círculo é igual ao comprimento da circunferência que limita o círculo.

Num cilindro as bases são círculos. O perímetro do círculo é igual ao comprimento da circunferência que limita o círculo. 1. Círculos e cilindros 1.1. Planificação da superfície de um cilindro Num cilindro as bases são círculos. O perímetro do círculo é igual ao comprimento da circunferência que limita o círculo. A planificação

Leia mais

CAPÍTULO 1- OPERAÇÕES COM NÚMEROS INTEIROS Indicadores de aprendizagem Verifica se sabes: Identificar o conjunto dos números inteiros.

CAPÍTULO 1- OPERAÇÕES COM NÚMEROS INTEIROS Indicadores de aprendizagem Verifica se sabes: Identificar o conjunto dos números inteiros. CAPÍTULO 1- OPERAÇÕES COM NÚMEROS INTEIROS Identificar o conjunto dos números inteiros. Representar na recta numérica os números inteiros. Indicar o valor absoluto e o simétrico de um número. Comparar

Leia mais

EXERCÍCIOS EXAMES E TESTES INTERMÉDIOS ESTATÍSTICA E PROBABILIDADES

EXERCÍCIOS EXAMES E TESTES INTERMÉDIOS ESTATÍSTICA E PROBABILIDADES EXERCÍCIOS EXAMES E TESTES INTERMÉDIOS ESTATÍSTICA E PROBABILIDADES. Num acampamento de verão, estão jovens de três nacionalidades: jovens portugueses, espanhóis e italianos. Nenhum dos jovens tem dupla

Leia mais

ESTATÍSTICA. Prof. Ari Antonio, Me. Ciências Econômicas. Unemat Sinop 2012

ESTATÍSTICA. Prof. Ari Antonio, Me. Ciências Econômicas. Unemat Sinop 2012 ESTATÍSTICA Prof. Ari Antonio, Me Ciências Econômicas Unemat Sinop 2012 1. Introdução Concepções de Estatística: 1. Estatísticas qualquer coleção consistente de dados numéricos reunidos a fim de fornecer

Leia mais

Nome: N.º Turma: Suficiente (50% 69%) Bom (70% 89%)

Nome: N.º Turma: Suficiente (50% 69%) Bom (70% 89%) Escola E.B. 2,3 Eng. Nuno Mergulhão Portimão Ano Letivo 2012/2013 Teste de Avaliação Escrita de Matemática 9.º ano de escolaridade Duração do Teste: 90 minutos 17 de outubro de 2012 Nome: N.º Turma: Classificação:

Leia mais

Prova Escrita de Matemática Aplicada às Ciências Sociais

Prova Escrita de Matemática Aplicada às Ciências Sociais Exame Nacional do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Matemática Aplicada às Ciências Sociais 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 835/2.ª Fase 13 Páginas Duração

Leia mais

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DAS VARIÁVEIS QUANTITATIVAS E QUALITATIVAS

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DAS VARIÁVEIS QUANTITATIVAS E QUALITATIVAS Apostila 04 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DAS VARIÁVEIS QUANTITATIVAS E QUALITATIVAS Disciplina: ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE O gráfico estatístico é uma forma de apresentação dos dados estatísticos,

Leia mais

Escola Secundária Gabriel Pereira Évora Matemática A 10º ano. Planificação da Unidade Geometria

Escola Secundária Gabriel Pereira Évora Matemática A 10º ano. Planificação da Unidade Geometria Escola Secundária Gabriel Pereira Évora Matemática A 10º ano Planificação da Unidade Geometria 1. Generalidades Objecto da estatística e breve nota histórica sobre a evolução desta ciência; utilidade na

Leia mais

Preparação para o teste intermédio de Matemática 8º ano

Preparação para o teste intermédio de Matemática 8º ano Preparação para o teste intermédio de Matemática 8º ano Conteúdos do 7º ano Conteúdos do 8º ano Conteúdos do 8º Ano Teorema de Pitágoras Funções Semelhança de triângulos Ainda os números Lugares geométricos

Leia mais

Escola Secundária Manuel Cargaleiro

Escola Secundária Manuel Cargaleiro Escola Secundária Manuel Cargaleiro Curso Científico- Natural Professora: Nota: Observações: Este trabalho foi elaborado por: - Nuno Valverde n.º 12 - Pedro Valverde n.º 14 - Pedro Andrez n.º 15 - Pedro

Leia mais

Roteiro da Exposição. selecionar recolher descrever estimar interpretar

Roteiro da Exposição. selecionar recolher descrever estimar interpretar Roteiro da Exposição selecionar recolher descrever estimar interpretar Conteúdos: Pedro Campos (INE e Universidade do Porto), Eugénia Graça Martins (Universidade de Lisboa), Emília Oliveira, (Escola Secundária

Leia mais

Dossiês Didácticos LUÍSA CANTO E CASTRO LOURA MARIA EUGÉNIA GRAÇA MARTINS

Dossiês Didácticos LUÍSA CANTO E CASTRO LOURA MARIA EUGÉNIA GRAÇA MARTINS www.alea.pt Dossiês Didácticos XIII Estatística Descritiva com Excel Complementos. LUÍSA CANTO E CASTRO LOURA MARIA EUGÉNIA GRAÇA MARTINS Departamento de Estatística e Investigação Operacional da Faculdade

Leia mais

DEPARTAMENTO DE 1º Ciclo - Grupo 110. Planificação Anual / Critérios de avaliação. Disciplina: Matemática 2.º ano 2015/2016

DEPARTAMENTO DE 1º Ciclo - Grupo 110. Planificação Anual / Critérios de avaliação. Disciplina: Matemática 2.º ano 2015/2016 DEPARTAMENTO DE 1º Ciclo - Grupo 110 Planificação Anual / Critérios de avaliação Disciplina: Matemática 2.º ano 2015/2016 Domínio (Unidade/ tema) Subdomínio/Conteúdos Metas de Aprendizagem Estratégias/

Leia mais

BIOESTATÍSTICA ESTATÍSTICA DESCRITIVA: Representação Gráfica

BIOESTATÍSTICA ESTATÍSTICA DESCRITIVA: Representação Gráfica BIOESTATÍSTICA ESTATÍSTICA DESCRITIVA: Representação Gráfica Guilherme Peña Cespedes Departamento de Estatística Universidade Federal do Amazonas Manaus, AM - Brasil Utilizamos ferramentas gráficas para

Leia mais

FERRAMENTAS DA QUALIDADE

FERRAMENTAS DA QUALIDADE FERRAMENTAS DA QUALIDADE Docente: Dr. José Carlos Marques Discentes: Estêvão Andrade N.º 2089206 Maria da Luz Abreu N.º 2405797 Teodoto Silva N.º 2094306 Vitalina Cunha N.º 2010607 FERRAMENTAS DA QUALIDADE

Leia mais

MATEMÁTICA A - 12o Ano Probabilidades - Noções gerais Propostas de resolução

MATEMÁTICA A - 12o Ano Probabilidades - Noções gerais Propostas de resolução MATEMÁTICA A - 12o Ano Probabilidades - Noções gerais Propostas de resolução Exercícios de exames e testes intermédios 1. Como o zero é o elemento neutro da multiplicação, o produto dos números saídos

Leia mais

ESTATÍSTICA ORGANIZAÇÃO E REPRESENTAÇÃO DE DADOS. Tabelas. Frequência absoluta. Frequência relativa

ESTATÍSTICA ORGANIZAÇÃO E REPRESENTAÇÃO DE DADOS. Tabelas. Frequência absoluta. Frequência relativa Tabelas. Frequência absoluta. Frequência relativa Com a análise de uma turma, elaborou as seguintes Tabelas: Tabelas. Frequência absoluta. Frequência relativa Perguntou-se a cada aluno a altura e obteve-se

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MIRANDELA Escola Secundária/3 de Mirandela

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MIRANDELA Escola Secundária/3 de Mirandela AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MIRANDELA Plano a médio prazo 204/205 27 horas----------32 s Temas/Conteúdos Estatística. Generalidades - População e amostra. Unidade estatística. - Censo e Sondagem. Técnica

Leia mais

INTRODUÇÃO À ESTATÍSTICA

INTRODUÇÃO À ESTATÍSTICA INTRODUÇÃO À ESTATÍSTICA O objecto da estatística Ciência que dispõe de processos apropriados para recolher, organizar, classificar, apresentar e interpretar conjunto de dados. 13-03-2002 Margarida Pocinho

Leia mais

Objecto da Estatística

Objecto da Estatística Objecto da Estatística ESTATÍSTICA "Ciência que dispõe de processos apropriados para recolher, organizar, classificar, apresentar e interpretar conjuntos de dados" A Estatística Descritiva é o segmento

Leia mais

Desenhando perspectiva isométrica

Desenhando perspectiva isométrica Desenhando perspectiva isométrica A UU L AL A Quando olhamos para um objeto, temos a sensação de profundidade e relevo. As partes que estão mais próximas de nós parecem maiores e as partes mais distantes

Leia mais

Agrupamento de Escolas Eugénio de Castro 1º Ciclo. Critérios de Avaliação. Ano Letivo 2015/16 Disciplina MATEMÁTICA 3.º Ano

Agrupamento de Escolas Eugénio de Castro 1º Ciclo. Critérios de Avaliação. Ano Letivo 2015/16 Disciplina MATEMÁTICA 3.º Ano Agrupamento de Escolas Eugénio de Castro 1º Ciclo Critérios de Avaliação Ano Letivo 2015/16 Disciplina MATEMÁTICA 3.º Ano Números e Operações Números naturais Utilizar corretamente os numerais ordinais

Leia mais

MÓDULO 4 DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIAS

MÓDULO 4 DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIAS MÓDULO 4 DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIS Como vimos no módulo 1, para que nós possamos extrair dos dados estatísticos de que dispomos a correta análise e interpretação, o primeiro passo deverá ser a correta

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA TABELAS E GRÁFICOS Departamento de Estatística Luiz Medeiros Tabela de dados multidimensionais Até agora vimos como organizar, resumir e descrever informações referentes

Leia mais

CAPÍTULO I - ELEMENTOS DE PROBABILIDADE

CAPÍTULO I - ELEMENTOS DE PROBABILIDADE CAPÍTULO I - ELEMENTOS DE PROBABILIDADE 1.1 INTRODUÇÃO Em geral, um experimento ao ser observado e repetido sob um mesmo conjunto especificado de condições, conduz invariavelmente ao mesmo resultado. São

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL MATEMÁTICA 3 DOMÍNIOS OBJETIVOS ATIVIDADES

PLANIFICAÇÃO ANUAL MATEMÁTICA 3 DOMÍNIOS OBJETIVOS ATIVIDADES PLANIFICAÇÃO ANUAL MATEMÁTICA 3 DOMÍNIOS OBJETIVOS ATIVIDADES Números naturais Conhecer os numerais ordinais Utilizar corretamente os numerais ordinais até centésimo. Contar até um milhão Estender as regras

Leia mais

PROPOSTAS DE TRABALHO PARA OS ALUNOS A PARTIR DE JOGOS 2º ANO. Adriana da Silva Santi Coordenação Pedagógica de Matemática

PROPOSTAS DE TRABALHO PARA OS ALUNOS A PARTIR DE JOGOS 2º ANO. Adriana da Silva Santi Coordenação Pedagógica de Matemática PROPOSTAS DE TRABALHO PARA OS ALUNOS A PARTIR DE JOGOS 2º ANO Adriana da Silva Santi Coordenação Pedagógica de Matemática Piraquara Abril/214 1 JOGOS E PROPOSTAS DE TRABALHO PARA OS ALUNOS JOGO DOS 6 PALITOS

Leia mais

Probabilidade - Conceitos Básicos. Anderson Castro Soares de Oliveira

Probabilidade - Conceitos Básicos. Anderson Castro Soares de Oliveira - Conceitos Básicos Castro Soares de Oliveira é o ramo da matemática que estuda fenômenos aleatórios. está associada a estatística, porque sua teoria constitui a base de estatística inferencial. Conceito

Leia mais

Prova Escrita de Matemática Aplicada às Ciências Sociais

Prova Escrita de Matemática Aplicada às Ciências Sociais Exame Final Nacional do Ensino Secundário Prova Escrita de Matemática Aplicada às Ciências Sociais 11.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova 835/2.ª Fase 15 Páginas Duração

Leia mais

MÓDULO 1. I - Estatística Básica

MÓDULO 1. I - Estatística Básica MÓDULO 1 I - 1 - Conceito de Estatística Estatística Técnicas destinadas ao estudo quantitativo de fenômenos coletivos e empíricamente observáveis. Unidade Estatística nome dado a cada observação de um

Leia mais

ActivALEA. active e actualize a sua literacia

ActivALEA. active e actualize a sua literacia ActivALEA active e actualize a sua literacia N.º 25 HIISTOGRAMA Por: Maria Eugénia Graça Martins Departamento de Estatística e Investigação Operacional da FCUL memartins@fc.ul.pt Emília Oliveira Escola

Leia mais

Os gráficos estão na vida

Os gráficos estão na vida Os gráficos estão na vida A UUL AL A Nas Aulas 8, 9 e 28 deste curso você já se familiarizou com o estudo de gráficos. A Aula 8 introduziu essa importante ferramenta da Matemática. A Aula 9 foi dedicada

Leia mais

MATEMÁTICA - 5.º Ano

MATEMÁTICA - 5.º Ano Salesianos de Mogofores - 2015/2016 MATEMÁTICA - 5.º Ano Ana Soares ( amariasoares@gmail.com ) Catarina Coimbra ( catarinacoimbra@mail.ru ) Rota de aprendizage m por Projetos NÚMEROS NATURAIS Desenvolver

Leia mais

1 Axiomas de Probabilidade

1 Axiomas de Probabilidade 1 Axiomas de Probabilidade 1.1 Espaço amostral e eventos seja E um experimento aleatório Ω = conjunto de todos os resultados possíveis de E. Exemplos 1. E lançamento de uma moeda Ω = {c, c} 2. E retirada

Leia mais

Canguru Matemático sem Fronteiras 2015

Canguru Matemático sem Fronteiras 2015 http://www.mat.uc.pt/canguru/ Destinatários: alunos do 1. o ano de escolaridade Nome: Turma: Duração: 1h 30min Não podes usar calculadora. Em cada questão deves assinalar a resposta correta. As questões

Leia mais

C 1. 45 minutos. Prova de Aferição de Matemática. 1.º Ciclo do Ensino Básico 8 Páginas. Matemática/2012. PA Matemática/Cad.

C 1. 45 minutos. Prova de Aferição de Matemática. 1.º Ciclo do Ensino Básico 8 Páginas. Matemática/2012. PA Matemática/Cad. PROVA DE AFERIÇÃO DO 1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO Matemática/2012 Decreto-Lei n.º 6/2001, de 18 de janeiro A PREENCHER PELO ALUNO Rubrica do Professor Aplicador Nome completo A PREENCHER PELO AGRUPAMENTO

Leia mais

Organização e tratamento de dados

Organização e tratamento de dados Proposta de sequência de tarefas para o 7.º ano - 3.º ciclo Autores: Professores das turmas piloto do 7º ano de escolaridade Ano Lectivo 2008 / 09 Setembro de 2009 Índice Introdução Objectivos gerais de

Leia mais

Prova Escrita de Matemática Aplicada às Ciências Sociais

Prova Escrita de Matemática Aplicada às Ciências Sociais EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Prova Escrita de Matemática Aplicada às Ciências Sociais 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 835/1.ª Fase 13 Páginas Duração

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO CAMPUS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO CAMPUS BIOESTATÍSTICA Aula 0 TÓPICOS ABORDADOS: Introdução a estatística; Coleta de dados; Estatística descritiva; Distribuição de frequências; Notação de somatório Medidas de posição. ESTATÍSTICA É um ramo da

Leia mais

Caderno 2: 60 minutos. Tolerância: 20 minutos. (não é permitido o uso de calculadora)

Caderno 2: 60 minutos. Tolerância: 20 minutos. (não é permitido o uso de calculadora) Prova Final de Matemática 2.º Ciclo do Ensino Básico Prova 62/1.ª Fase/2014 Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho A PREENCHER PELO ALUNO Nome completo Documento de identificação Assinatura do Aluno CC

Leia mais

CAPÍTULO 04 NOÇÕES DE PROBABILIDADE

CAPÍTULO 04 NOÇÕES DE PROBABILIDADE CAPÍTULO 0 NOÇÕES DE PROBABILIDADE. ESPAÇO AMOSTRAL É o conjunto de todos os possíveis resultados de um experimento aleatório. No lançamento de uma moeda perfeita (não viciada) o espaço amostral é S =

Leia mais

Caderno 1: 30 minutos. Tolerância: 10 minutos. (é permitido o uso de calculadora)

Caderno 1: 30 minutos. Tolerância: 10 minutos. (é permitido o uso de calculadora) Prova Final de Matemática 2.º Ciclo do Ensino Básico Prova 62/1.ª Fase/2015 Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho A PREENCHER PELO ALUNO Nome completo Documento de identificação Assinatura do Aluno CC

Leia mais

Estatística. versão para investigação. Abril 2010. GUIA 2008 - Universidade do Minho

Estatística. versão para investigação. Abril 2010. GUIA 2008 - Universidade do Minho versão para investigação Abril 2010 GUIA 2008 - Universidade do Minho Concepção e design Ricardo Pinto ǀ Pedro Ferreira ǀ Pedro Rosário Desenhos Ricardo Roque Martins Revisão científica Dina Loff ǀ Ana

Leia mais

COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150

COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 34, Toledo PR Fone: 377-850 PLANEJAMENTO ANUAL DE MATEMÁTICA 5º Ano PROFESSORAS: JESSICA ALINE

Leia mais

PLANIFICAÇÃO POR UNIDADE TEMÁTICA MATEMÁTICA 5º ANO DISTRIBUIÇÃO ANUAL DAS UNIDADES TEMÁTICAS/ TEMPOS LETIVOS (AULAS DE 45 )

PLANIFICAÇÃO POR UNIDADE TEMÁTICA MATEMÁTICA 5º ANO DISTRIBUIÇÃO ANUAL DAS UNIDADES TEMÁTICAS/ TEMPOS LETIVOS (AULAS DE 45 ) Uma Escola de Cidadania Uma Escola de Qualidade Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Sanches PLANIFICAÇÃO POR UNIDADE TEMÁTICA MATEMÁTICA 5º ANO DISTRIBUIÇÃO ANUAL DAS UNIDADES TEMÁTICAS/ TEMPOS LETIVOS

Leia mais

QUESTÃO 1 ALTERNATIVA B

QUESTÃO 1 ALTERNATIVA B 1 QUESTÃO 1 Marcos tem 10 0,25 = 2,50 reais em moedas de 25 centavos. Logo ele tem 4,30 2,50 = 1,80 reais em moedas de 10 centavos, ou seja, ele tem 1,80 0,10 = 18 moedas de 10 centavos. Outra maneira

Leia mais

13. Assinala com X o número que deves adicionar ao número 797,95 para obteres o número inteiro mais próximo.

13. Assinala com X o número que deves adicionar ao número 797,95 para obteres o número inteiro mais próximo. Prova Final de Matemática 1.º Ciclo do Ensino Básico Prova 42/Época Especial/2015 Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho A PREENCHER PELO ALUNO Nome completo Documento de identificação Assinatura do Aluno

Leia mais

Projeção Perspectiva. Desenho Técnico I Profº Msc. Edgar Nogueira Demarqui

Projeção Perspectiva. Desenho Técnico I Profº Msc. Edgar Nogueira Demarqui Projeção Perspectiva Desenho Técnico I Profº Msc. Edgar Nogueira Demarqui Definição Quando olhamos para um objeto, temos a sensação de profundidade e relevo; O desenho, para transmitir essa mesma idéia,

Leia mais

A Estatística, um ramo da Matemática, é aplicada em diferentes áreas, como Administração, Engenharia, Medicina, Psicologia, Ciências Sociais etc.

A Estatística, um ramo da Matemática, é aplicada em diferentes áreas, como Administração, Engenharia, Medicina, Psicologia, Ciências Sociais etc. ESTATÍSTICA DESCRITIVA MÓDULO 1 - INTRODUÇÃO À ESTATÍSTICA DESCRITIVA A Estatística, um ramo da Matemática, é aplicada em diferentes áreas, como Administração, Engenharia, Medicina, Psicologia, Ciências

Leia mais

Ferramentas da Qualidade. Professor: Fabrício Maciel Gomes fmgomes@usp.br

Ferramentas da Qualidade. Professor: Fabrício Maciel Gomes fmgomes@usp.br Ferramentas da Qualidade Professor: Fabrício Maciel Gomes fmgomes@usp.br ABORDAGENS DA QUALIDADE ABORDAGENS DA QUALIDADE Desde que a Qualidade se tornou um atributo do processo produtivo, ela vem sendo

Leia mais

PROBABILIDADE Prof. Adriano Mendonça Souza, Dr.

PROBABILIDADE Prof. Adriano Mendonça Souza, Dr. PROBABILIDADE Prof. Adriano Mendonça Souza, Dr. Departamento de Estatística - PPGEMQ / PPGEP - UFSM - O intelecto faz pouco na estrada que leva à descoberta, acontece um salto na consciência, chameo de

Leia mais

INFORMAÇÃO - PROVA EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º CICLO DO ENSINO BÁSICO - 2015

INFORMAÇÃO - PROVA EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º CICLO DO ENSINO BÁSICO - 2015 INFORMAÇÃO - PROVA EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º CICLO DO ENSINO BÁSICO - 2015 O presente documento visa divulgar as características da prova final do 2º ciclo do ensino básico da disciplina

Leia mais

Métodos de mapeamento para fenômenos qualitativos e quantitativos

Métodos de mapeamento para fenômenos qualitativos e quantitativos IT 508 - Cartografia Temática Representação cartográfica: Métodos de mapeamento para fenômenos qualitativos e quantitativos Profa.. Juliana Moulin Segundo os métodos padronizados, conforme o uso das variáveis

Leia mais

Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros

Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros 2º ciclo PCA - 6º ano Planificação Anual 2013-2014 MATEMÁTICA METAS CURRICULARES

Leia mais

Espaços Amostrais e Eventos. Probabilidade 2.1. Capítulo 2. Espaço Amostral. Espaço Amostral 02/04/2012. Ex. Jogue um dado

Espaços Amostrais e Eventos. Probabilidade 2.1. Capítulo 2. Espaço Amostral. Espaço Amostral 02/04/2012. Ex. Jogue um dado Capítulo 2 Probabilidade 2.1 Espaços Amostrais e Eventos Espaço Amostral Espaço Amostral O espaço amostral de um experimento, denotado S, é o conjunto de todos os possíveis resultados de um experimento.

Leia mais

Probabilidade. Definições, Notação, Regra da Adição

Probabilidade. Definições, Notação, Regra da Adição Probabilidade Definições, Notação, Regra da Adição Definições básicas de probabilidade Experimento Qualquer processo de observação ou medida que permita ao pesquisador fazer coleta de informações. Evento

Leia mais

Centro Universitário Franciscano Material elaborado por: Professora Leandra Anversa Fioreze e Professor Clandio Timm Marques.

Centro Universitário Franciscano Material elaborado por: Professora Leandra Anversa Fioreze e Professor Clandio Timm Marques. Conceitos Introdutórios 1. Definindo Estatística: Ciência que fornece métodos para a coleta, organização, descrição, análise e interpretação de dados, utilizando-os na tomada de decisões. 2. Divisão da

Leia mais

AMEI Escolar Matemática 8º Ano Estatística: Organização e Tratamento de Dados

AMEI Escolar Matemática 8º Ano Estatística: Organização e Tratamento de Dados AMEI Escolar Matemática 8º Ano Estatística: Organização e Tratamento de Dados Conteúdos desta unidade: Organização, representação e interpretação de dados; Medidas de tendência central; Medidas de localização.

Leia mais

Capítulo 5 Representações gráficas para variáveis quantitativas

Capítulo 5 Representações gráficas para variáveis quantitativas Capítulo 5 Representações gráficas para variáveis quantitativas Introdução Até o capítulo passado, você aprendeu a sintetizar dados a partir de um conjunto desordenado de dados, identificando a quantidade

Leia mais

Prova de Aferição de Matemática

Prova de Aferição de Matemática PROVA DE AFERIÇÃO DO ENSINO BÁSICO A PREENCHER PELO ALUNO Rubrica do Professor Aplicador Nome A PREENCHER PELO AGRUPAMENTO Número convencional do Aluno Número convencional do Aluno A PREENCHER PELA U.A.

Leia mais

(Testes intermédios e exames 2007/2008)

(Testes intermédios e exames 2007/2008) (Testes intermédios e exames 2007/2008) 14. Uma caixa 1 tem uma bola verde e três bolas amarelas. Uma caixa 2 tem apenas uma bola verde. Considere a experiência que consiste em tirar, simultaneamente e

Leia mais

OFICINA DE JOGOS APOSTILA DO PROFESSOR

OFICINA DE JOGOS APOSTILA DO PROFESSOR OFICINA DE JOGOS APOSTILA DO PROFESSOR APRESENTAÇÃO Olá professor, Essa apostila apresenta jogos matemáticos que foram doados a uma escola de Blumenau como parte de uma ação do Movimento Nós Podemos Blumenau.

Leia mais

Apenas o enunciado da prova será recolhido. As cotações dos itens de cada uma das partes encontram-se no final do respetivo caderno da prova.

Apenas o enunciado da prova será recolhido. As cotações dos itens de cada uma das partes encontram-se no final do respetivo caderno da prova. Provas a Nível de Escola PROVA FINAL DO 2º CICLO DO ENSINO BÁSICO Matemática/Prova 52/1ª Fase/2014 Decreto-Lei nº 139/2012, de 5 de julho A PREENCHER PELO ESTUDANTE Nome completo Documento de CC identificação

Leia mais

1. A corrida de vetores numa folha de papel.

1. A corrida de vetores numa folha de papel. 1. A corrida de vetores numa folha de papel. desenhando a pista. o movimento dos carros. o início da corrida. as regras do jogo. 2. A corrida no computador. o número de jogadores. o teclado numérico. escolhendo

Leia mais

Professor Mauricio Lutz PROBABILIDADE

Professor Mauricio Lutz PROBABILIDADE PROBABILIDADE Todas as vezes que se estudam fenômenos de observação, cumpre-se distinguir o próprio fenômeno e o modelo matemático (determinístico ou probabilístico) que melhor o explique. Os fenômenos

Leia mais

AULA 03 Resumos e Gráficos de Dados

AULA 03 Resumos e Gráficos de Dados 1 AULA 03 Resumos e Gráficos de Dados Ernesto F. L. Amaral 17 de agosto de 2010 Metodologia de Pesquisa (DCP 854B) Fonte: Triola, Mario F. 2008. Introdução à estatística. 10 ª ed. Rio de Janeiro: LTC.

Leia mais

Caderno 2: 60 minutos. Tolerância: 20 minutos. (não é permitido o uso de calculadora)

Caderno 2: 60 minutos. Tolerância: 20 minutos. (não é permitido o uso de calculadora) Prova Final de Matemática 2.º Ciclo do Ensino Básico Prova 62/2.ª Fase/2015 Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho A PREENCHER PELO ALUNO Nome completo Documento de identificação Assinatura do Aluno CC

Leia mais

Tema: Probabilidades e Estatística

Tema: Probabilidades e Estatística 9.º Ano Ficha de Trabalho Setembro 2013 Nome: N.º: Turma: 2013/2014 Compilação de Exercícios de Exames Nacionais / Provas Finais (EN/PF) e de Testes Intermédios (TI) Tema: Probabilidades e Estatística

Leia mais

ActivALEA. active e actualize a sua literacia

ActivALEA. active e actualize a sua literacia ActivALEA active e actualize a sua literacia N.º 0 - DIIAGRAMA DE EXTREMOS E QUARTIIS Por: Maria Eugénia Graça Martins Departamento de Estatística e Investigação Operacional da FCUL memartins@fc.ul.pt

Leia mais

Procedimentos de Análise Exploratória de Dados utilizando o Br.Office Calc Professor Marcelo Menezes Reis

Procedimentos de Análise Exploratória de Dados utilizando o Br.Office Calc Professor Marcelo Menezes Reis Procedimentos de Análise Exploratória de Dados utilizando o Br.Office Calc Professor Marcelo Menezes Reis Análise Exploratória de Dados utilizando o Calc ÍNDICE ANALÍTICO 1) Procedimentos para variáveis

Leia mais

Unidade 11 - Probabilidade. Probabilidade Empírica Probabilidade Teórica

Unidade 11 - Probabilidade. Probabilidade Empírica Probabilidade Teórica Unidade 11 - Probabilidade Probabilidade Empírica Probabilidade Teórica Probabilidade Empírica Existem probabilidade que são baseadas apenas uma experiência de fatos, sem necessariamente apresentar uma

Leia mais

SUB12 Campeonato de Resolução de Problemas de Matemática Edição 2009/2010

SUB12 Campeonato de Resolução de Problemas de Matemática Edição 2009/2010 SUB12 Campeonato de Resolução de Problemas de Matemática Edição 2009/2010 Problema 1 Angariação de fundos Os escuteiros de Vila Nova de Estrada Abaixo organizaram uma recolha de fundos, colocando 3 caixas

Leia mais

Sequência de Tarefas

Sequência de Tarefas Escola Superior de Educação de Coimbra Sequência de Tarefas Tópico: Organização e tratamento de dados Objectivos: Recolher dados a partir da criatividade e organização mental do aluno; Classificar dados

Leia mais

Distribuição de Frequência

Distribuição de Frequência Distribuição de Frequência Tabela de requências Tabela de classiicação simples Tabela de classiicação cruzada Representação gráica Histograma Polígono de requências Distribuição de requências e gráicos

Leia mais

Apresentação de Dados em Tabelas e Gráficos

Apresentação de Dados em Tabelas e Gráficos Apresentação de Dados em Tabelas e Gráficos Os dados devem ser apresentados em tabelas construídas de acordo com as normas técnicas ditadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Leia mais

EXERCÍCIOS DE REVISÃO MATEMÁTICA CONTEÚDO: PROBABILIDADE 3 a SÉRIE ENSINO MÉDIO

EXERCÍCIOS DE REVISÃO MATEMÁTICA CONTEÚDO: PROBABILIDADE 3 a SÉRIE ENSINO MÉDIO EXERCÍCIOS DE REVISÃO MATEMÁTICA CONTEÚDO: PROBABILIDADE a SÉRIE ENSINO MÉDIO ======================================================================= ) (UF SC) Em uma caixa há 8 bombons, todos com forma,

Leia mais

Avaliação do Desempenho do. Pessoal Docente. Manual de Utilizador

Avaliação do Desempenho do. Pessoal Docente. Manual de Utilizador Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente Manual de Utilizador Junho de 2011 V6 Índice 1 ENQUADRAMENTO... 4 1.1 Aspectos gerais... 4 1.2 Normas importantes de acesso e utilização da aplicação... 4 1.3

Leia mais

Capítulo 3 Modelos Estatísticos

Capítulo 3 Modelos Estatísticos Capítulo 3 Modelos Estatísticos Slide 1 Resenha Variáveis Aleatórias Distribuição Binomial Distribuição de Poisson Distribuição Normal Distribuição t de Student Distribuição Qui-quadrado Resenha Slide

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL DO NOVO PROGRAMA DE MATEMÁTICA

PLANIFICAÇÃO ANUAL DO NOVO PROGRAMA DE MATEMÁTICA PLANIFICAÇÃO ANUAL DO NOVO PROGRAMA DE MATEMÁTICA 5º ano 2012/2013 UNIDADE: Números e Operações 1 - NÚMEROS NATURAIS OBJECTIVOS GERAIS: - Compreender e ser capaz de usar propriedades dos números inteiros

Leia mais

COMO PROGRAMAR SEU TIME

COMO PROGRAMAR SEU TIME COMO PROGRAMAR SEU TIME 1) INSTALAÇÃO: Instale o simulador da categoria SIMUROSOT da FIRA. O simulador é gratuito e está disponível para download no site da FIRA (www.fira.net) ou no site da competição

Leia mais

ANÁLISE ESTATÍSTICA Uanderson Rebula de Oliveira

ANÁLISE ESTATÍSTICA Uanderson Rebula de Oliveira ANÁLISE ESTATÍSTICA de Oliveira uanderson@csn.com.br www.uandersonrebula.blogspot.com CADERNO DE EXERCÍCIOS Tabelas e Gráficos Estatísticos 1) Classifique as Séries abaixo: ) Construção de tabelas: a)

Leia mais

Engenharia Informática Engenharia Electrotécnica e Computadores Programação Orientada por Objectos Projecto PlayCards

Engenharia Informática Engenharia Electrotécnica e Computadores Programação Orientada por Objectos Projecto PlayCards Engenharia Informática Engenharia Electrotécnica e Computadores Programação Orientada por Objectos Projecto PlayCards Pacote de Jogos de Cartas Ano Lectivo: 2006/2007 1. Introdução O objectivo deste projecto

Leia mais

Cálculo das Probabilidades e Estatística I

Cálculo das Probabilidades e Estatística I Cálculo das Probabilidades e Estatística I Prof a. Juliana Freitas Pires Departamento de Estatística Universidade Federal da Paraíba - UFPB juliana@de.ufpb.br Introdução a Probabilidade Existem dois tipos

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS MATEMÁTICA 5.º ANO PLANIFICAÇÃO GLOBAL ANO LETIVO 2012/2013 Planificação Global 5º Ano 2012-2013 1/7 NÚMEROS

Leia mais

Avanço Autor: Dan Troyka, 2000. Rastros Autor: Bill Taylor, 1992. Material Um tabuleiro quadrado 7 por 7. 14 peças brancas e 14 peças negras.

Avanço Autor: Dan Troyka, 2000. Rastros Autor: Bill Taylor, 1992. Material Um tabuleiro quadrado 7 por 7. 14 peças brancas e 14 peças negras. Avanço Autor: Dan Troyka, 2000 Um tabuleiro quadrado 7 por 7. 14 peças brancas e 14 peças negras. posição inicial Um jogador ganha se chegar com uma das suas peças à primeira linha do adversário, ou seja,

Leia mais

"SISTEMAS DE COTAGEM"

SISTEMAS DE COTAGEM AULA 6T "SISTEMAS DE COTAGEM" Embora não existam regras fixas de cotagem, a escolha da maneira de dispor as cotas no desenho técnico depende de alguns critérios. A cotagem do desenho técnico deve tornar

Leia mais

I- EMISSÕES DE CO 2 E O FUTURO DO MUNDO

I- EMISSÕES DE CO 2 E O FUTURO DO MUNDO I- EMISSÕES DE CO 2 E O FUTURO DO MUNDO Começa por abrir o ficheiro TOP 20 CO2_PIB. Para além de uma página introdutória, encontrarás na página 2.1 os valores de emissão de dióxido de carbono (CO 2 ),

Leia mais

Matemática SSA 2 REVISÃO GERAL 1

Matemática SSA 2 REVISÃO GERAL 1 1. REVISÃO 01 Matemática SSA REVISÃO GERAL 1. Um recipiente com a forma de um cone circular reto de eixo vertical recebe água na razão constante de 1 cm s. A altura do cone mede cm, e o raio de sua base

Leia mais

Manual de identidade visual

Manual de identidade visual Manual de identidade visual apresentação....................................3 Versões horizontal e vertical........................4 grid de construção................................5 Cores institucionais...............................6

Leia mais

Estatística descritiva. Também designada Análise exploratória de dados ou Análise preliminar de dados

Estatística descritiva. Também designada Análise exploratória de dados ou Análise preliminar de dados Estatística descritiva Também designada Análise exploratória de dados ou Análise preliminar de dados 1 Estatística descritiva vs inferencial Estatística Descritiva: conjunto de métodos estatísticos que

Leia mais

Lista 2 - Probabilidade. Probabilidade. 1. Uma letra é escolhida entre as letras da palavra PROBABILIDADE

Lista 2 - Probabilidade. Probabilidade. 1. Uma letra é escolhida entre as letras da palavra PROBABILIDADE Estatística 2 a LISTA DE EXERCÍCIOS Prof. Ânderson Vieira Probabilidade Espaço Amostral Em cada um dos exercícios a 0. Determine o espaço amostral.. Uma letra é escolhida entre as letras da palavra PROBABILIDADE

Leia mais

Cotagem de dimensões básicas

Cotagem de dimensões básicas Cotagem de dimensões básicas Introdução Observe as vistas ortográficas a seguir. Com toda certeza, você já sabe interpretar as formas da peça representada neste desenho. E, você já deve ser capaz de imaginar

Leia mais

DESAFIOS Matemática A 12.º ano Santillana Constância 1

DESAFIOS Matemática A 12.º ano Santillana Constância 1 DESAFIOS Matemática A 12.º ano Santillana Constância 1 DESAFIOS Matemática A 12.º ano Santillana Constância 2 4. Carrega-se na tecla ENTER e obtém-se, na coluna moedas, os 500 lançamentos pretendidos.

Leia mais

Canguru Matemático sem Fronteiras 2011

Canguru Matemático sem Fronteiras 2011 http://www.mat.uc.pt/canguru/ Destinatários: alunos dos 5. e 6. anos de escolaridade Nome: Turma: Duração: 1h30min Não podes usar calculadora. Há apenas uma resposta correcta em cada questão. As questões

Leia mais

Gráficos. Incluindo gráficos

Gráficos. Incluindo gráficos Gráficos Mas antes de começar, você precisa ter em mente três conceitos importantes que constituem os gráficos do Excel 2007. O primeiro deles é o ponto de dados. Este elemento é representado pela combinação

Leia mais

1. Apresentação da Prova... 2. 2. Resultados Nacionais Globais... 4. 3. Resultados Nacionais por Área Temática... 5

1. Apresentação da Prova... 2. 2. Resultados Nacionais Globais... 4. 3. Resultados Nacionais por Área Temática... 5 0 ÍNDICE PROVA DE AFERIÇÃO DE MATEMÁTICA 2.º CICLO 1. Apresentação da Prova... 2 2. Resultados Nacionais Globais... 4 3. Resultados Nacionais por Área Temática... 5 4. Resultados Nacionais por Item...

Leia mais