IMAGINANDO O RURAL: AS REPRESENTAÇÕES DE CAMPO DE MAURICIO DE SOUZA EM CHICO BENTO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "IMAGINANDO O RURAL: AS REPRESENTAÇÕES DE CAMPO DE MAURICIO DE SOUZA EM CHICO BENTO"

Transcrição

1 IMAGINANDO O RURAL: AS REPRESENTAÇÕES DE CAMPO DE MAURICIO DE SOUZA EM CHICO BENTO 27 Introdução CONEGLIAN, Flavio Marcelo MONASTIRSKY, Leonel Brizolla Considerando que os modos de vida do rural e do urbano são distintos, as imagens que se formam sobre os habitantes de espaços urbanos e rurais ganham aspectos positivos e negativos, para compreendermos a reprodução dos ideários de campo e cidade, devemos nos ater ao conceito de representação social onde, segundo Jodelet (2001) é um conhecimento socialmente construído, é ideológico e se reproduz e circula através dos discursos. As representações segundo Chartier (1990) são classificações e divisões que servem para organizar as apreensões como categorias para perceber o mundo real. Essas representações têm uma visão de universalidade, porém, são determinadas pelos interesses dos grupos que constroem essas representações. As representações do mundo social assim construídas, embora aspirem à universalidade de um diagnóstico fundado na razão, são sempre determinadas pelos interesses do grupo que as forjam. Daí para cada caso, o necessário relacionamento dos discursos proferidos com a posição de que os utiliza (CHARTIER, 1990, p. 17). De acordo com Chartier (1990) o objetivo das representações é dado pelo sentido de substituir um objeto ausente (ou com pouco contato) por uma imagem que é capaz de reconstruí-lo na memória, ou seja, as representações sociais criam um imaginário sobre um determinado elemento que serve de referência, dentro de um sistema simbólico, para a produção de objetos. As representações sociais variam em diferentes tempos e espaços, ou seja, cada coletividade, de cada período histórico e de cada localidade, possui formas específicas de "imaginar, reagrupar e renovar suas representações socioculturais. (MOLAR, 2009, p. 590). Jodelet (2001) atenta para a importante intervenção das mídias na elaboração e difusão de representações, onde muitas vezes a forma como são passadas mensagens e imagens é manipuladora, isso converge à ideia já apresentada de Chartier (1990) sobre a determinação dos interesses de grupos específicos. Sendo assim, abre-se caminho para pensarmos as representações que se formam e são difundidas acerca do que se refere às diferenças entre o campo e a cidade, o rural e o urbano e seus habitantes. Objetivos O objetivo deste trabalho é compreender como o autor Maurício de Souza cria representações, através de seus personagens, acerca da vida rural brasileira e, sendo assim, ajuda a criar imaginários em torno do campo. Metodologia Os modos de representação acerca do homem e da vida rural variam fortemente no que se refere à qualificação positiva ou negativa. A construção de representações com valores

2 opostos é claramente visível nas obras de Maurício de Souza, principalmente nas histórias que envolvem o personagem Chico Bento. Tomamos como análise, portanto, as representações sociais e o ideário de campo e cidade na literatura brasileira. Para isso abordamos os retratos feitos por Maurício de Souza (2011) sobre a dualidade explícita entre a imagem de rural e urbano nas histórias do personagem Chico Bento. Esse personagem foi criado em 1963 a partir da observação de Maurício de Souza sobre camponeses no interior de São Paulo associado à imagem que tinha de seu tio-avô, morador rural. Podemos considerar que o discurso construído de Maurício de Souza é uma reprodução das representações sociais já existentes no Brasil, isso fica evidente na citação de que Chico Bento era uma versão mirim do Jeca Tatu, personagem clássico das histórias de Monteiro Lobato presente no site oficial das obras do autor 1. Para compreendermos a construção desses imaginários, analisamos, portanto, o Almanaque Temático Chico Bento Nº 19 A Roça e a Cidade publicado em 2011, que traz uma coletânea de republicações com 22 histórias. O enredo do almanaque, como sugere o título A Roça e a Cidade gira em torno de comparações dos modos de vida da área rural e urbana, tendo os personagens Chico Bento e Zeca respectivamente como representantes do campo e da cidade. O que nos permite fazer a análise sobre essa fonte é a noção de semiótica, que consiste em preocupar-se com várias modalidades de representação, tanto representações verbais, sonoras ou visuais. O uso da análise semiótica nos permite extrapolar as matrizes linguísticas, permitindo focar em elementos que não se limitam no domínio oral, mas que a transcende (BORTOLOTTI, 2011), ou seja, analisaremos o conteúdo exposto nesta obra em busca das representações que o autor constrói através de seu discurso escrito e imagético. 28 Resultados e Discussões A capa desta edição (Figura 1) já nos contempla com muitos ideários e imagens que o autor possui acerca do rural e do urbano. Nela percebemos a representação da vida em contato com a natureza, com a alimentação natural, com o ar e água puros imaginados por Chico Bento e, representando a virtualidade, a vida enclausurada, a alimentação rápida e o contato com a tecnologia que temos no imaginário do Zeca. Dessa forma fica nítido o discurso dos extremos, onde cada um dos personagens vive em um mundo totalmente diferente do outro. 1 Disponível em acessado em 10 de julho de 2014.

3 . 29 Figura 1. Capa do Almanaque Temático Chico Bento Nº19 A roça e a cidade O conteúdo do Almanaque segue uma lógica com dois tipos de enredo que são: o personagem urbano passa férias no campo ou o personagem rural faz uma visita à cidade, portanto todas as histórias contidas no almanaque seguem essas características. As características que Mauricio de Souza dá a Chico Bento podem ser consideras ambíguas, pois ao mesmo tempo em que os atributos são positivos, logo as negatividades do individuo rural também são explicitadas. As principais características do personagem que observamos nas histórias são a sua ignorância, falta de escolaridade, dificuldade de compreensão (ao levar tudo ao pé da letra) e de se relacionar na cidade. Porém, também são ressaltadas outras características como a sua consciência ecológica, seu carinho com animais e a atenção com as outras pessoas, além do personagem representar a pureza, a simplicidade e a ingenuidade. Uma imagem emblemática pode ser analisada na história Eu amo os animais (Figura 2), onde o personagem urbano Zeca imagina a convivência do seu primo Chico Bento com os animais, dessa forma, a representação que o primo tem do indivíduo rural é de ternura e aproximação entre esses seres que fica evidente no balão de seu pensamento:

4 30 Figura 2. Quadrinho da história Eu amo os animais. Dessa forma, podemos observar as representações que Mauricio de Souza emprega para descrever as características do homem rural brasileiro, onde estão juntas qualidades tanto positivas quanto negativas. Além de caracterizar os personagens, o autor também dá visões bastante diferentes para os espaços rural e urbano, porém desta vez o campo possui em sua grande maioria as características agradáveis, da boa vida, já a cidade possui atributos desagradáveis para se viver. A pressa é constantemente abordada como imaginário para o espaço urbano, porém ao lado dessa característica encontra-se em várias histórias o personagem rural se incomodando com os intensos e incessantes barulhos da cidade. Além da dificuldade de locomoção entre pontos dentro da cidade, onde comumente aparecem dificuldades em metrôs, ônibus, carros e no deslocamento a pé, como distância, quantidade de pessoas, caos no transito, dentre outras. Como extremo da imagem do campo, podemos encontrar a associação do espaço urbano com a poluição, onde fica bastante claro na história Tome cuidado com você que possui como objetivo exclusivo do enredo enfatizar o imaginário de poluição da cidade. Figura 3. Quadrinho da história tome cuidado com você. Considerações Finais O espaço rural aparece, no Almanaque, representando qualidades sempre positivas. As imagens relacionadas ao campo são o contato com a natureza pura, a água e o ar sem

5 poluição; a alimentação saldável e sempre fresca; a vida tranquila, lenta, sem pressa, sem barulhos e tumultuo; o lugar da sabedoria popular e; o contato fraterno entre homens e animais. As representações de campo, cidade, rural e urbano estão comumente presentes na literatura brasileira, tendo como foco a diferença entre os modos de vida e as diferentes características dos espaços. Sendo assim, são fortes as oposições extremas das características relacionadas à representação dos personagens analisados, o urbano e o rural são expostos como antônimos. Portanto podemos afirmar que Mauricio de Souza, com suas representações solidificadas em seus personagens, contribuiu para formar o imaginário brasileiro e as representações sociais do modo de vida rural. Convergindo com o pensamento de Williams (1989) acredita-se que a reprodução do imaginário estereotipado contribui para a negação de continuidade e sobreposição entre campo e cidade, e também auxilia na criação de imagens que consideram os modos de vida enquanto oposição, sem associação entre eles. Concluímos, também, que atualmente as representações criadas e reproduzidas dos moradores rurais mantêm-se cheias de estereótipos, pois suas representações partem de uma perspectiva verticalizada (de cima para baixo), com isso humoristas, escritores e atores sustentam essa visão e ajudam na sua perpetuação. Dessa forma a construção de imaginários acerca do rural brasileiro é comumente caricaturalizado. 31 Referências Bibliograficas CHARTIER, Roger. A história cultural: entre práticas e representações. Ed. 2. Lisboa: Difel, JODELET, Denise. Representações Sociais: Um domínio em expansão. In: (Org). As representações sociais. Rio de Janeiro: EdUERJ, MOLAR, Jonathan de Oliveira. Sou caipira pira porá... : representações sobre o caboclo, do parasita da terra a paradigma da realidade nacional ( ). In: Anais II Encontro Nacional de Estudos da Imagem, Londrina SOUZA, Maurício de. Almanaque Temático Chico Bento: A Roça e a Cidade. São Paulo: Panini Comics, n WILLIAMS, Raymond. O campo e a cidade na história e na literatura. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Departamento de Comunicação Social CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Aluno: Juliana Cintra Orientador: Everardo Rocha Introdução A publicidade

Leia mais

ATIVIDADE DE ESTUDOS SOCIAIS 3ª S SÉRIES A-B-C-D

ATIVIDADE DE ESTUDOS SOCIAIS 3ª S SÉRIES A-B-C-D Nome: n.º 3ª série Barueri, / / 2009 Disciplina: ESTUDOS SOCIAIS 1ª POSTAGEM ATIVIDADE DE ESTUDOS SOCIAIS 3ª S SÉRIES A-B-C-D Querido aluno, segue a orientação para esta atividade. - Ler com atenção, responder

Leia mais

FOTONOVELA E SUAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS 1

FOTONOVELA E SUAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS 1 FOTONOVELA E SUAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS 1 Francisco José da Silva ROCHA Filho 2 Nathalia Aparecida Aires da SILVA 3 Sebastião Faustino PEREIRA Filho 4 Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal,

Leia mais

PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA

PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA Conceito: PROJETO: -Proposta -Plano; Intento -Empreendimento -Plano Geral de Construção -Redação provisória de lei; Estatuto Referência:Minidicionário - Soares Amora

Leia mais

PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA

PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA Conceito: PROJETO: -Proposta -Plano; Intento -Empreendimento -Plano Geral de Construção -Redação provisória de lei; Estatuto Referência:Minidicionário - Soares Amora

Leia mais

Sustentabilidade x Desperdício

Sustentabilidade x Desperdício Sustentabilidade x Desperdício Alunos: Antônio Fernandes Margarida Késsia Daniele de Brito Nilmara Oliveira Introdução O tema consciência ambiental tem estado em alta no Brasil. A falta d água em vários

Leia mais

JUQUERIQUERÊ. Palavras-chave Rios, recursos hídricos, meio-ambiente, poluição, questão indígena.

JUQUERIQUERÊ. Palavras-chave Rios, recursos hídricos, meio-ambiente, poluição, questão indígena. JUQUERIQUERÊ Resumo Neste breve documentário, um índio faz uma retrospectiva de como ele vivia na região do Rio Juqueriquerê, localizada no litoral norte do Estado de São Paulo. Em seu relato, compara

Leia mais

ATUAÇÃO DO PIBID NA ESCOLA: (RE) DESCOBRINDO AS PRÁTICAS LÚDICAS E INTERDISCIPLINARES NO ENSINO FUNDAMENTAL

ATUAÇÃO DO PIBID NA ESCOLA: (RE) DESCOBRINDO AS PRÁTICAS LÚDICAS E INTERDISCIPLINARES NO ENSINO FUNDAMENTAL ATUAÇÃO DO PIBID NA ESCOLA: (RE) DESCOBRINDO AS PRÁTICAS LÚDICAS E INTERDISCIPLINARES NO ENSINO FUNDAMENTAL Adriana do Nascimento Araújo Graduanda Pedagogia - UVA Francisca Moreira Fontenele Graduanda

Leia mais

Objetivos Específicos. Estratégias em Língua Portuguesa. Leitura de histórias em quadrinhos. Desenhos próprios. Gibisão data show.

Objetivos Específicos. Estratégias em Língua Portuguesa. Leitura de histórias em quadrinhos. Desenhos próprios. Gibisão data show. PLANEJAMENTO Folclore Professor (a): Vanessa da Rosa Competências Leitura; Oralidade; Produção textual, Ortografia, Ritmo e Memória. Avançar em seus conhecimentos sobre a escrita, ao escrever segundo suas

Leia mais

A LEI CIDADE LIMPA EM LONDRINA E AS POSSIBILIDADES DE PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO-CULTURAL

A LEI CIDADE LIMPA EM LONDRINA E AS POSSIBILIDADES DE PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO-CULTURAL 1 A LEI CIDADE LIMPA EM LONDRINA E AS POSSIBILIDADES DE PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO-CULTURAL Colégio Londrinense Alunos(as): Natalia Bergamini da Silva Lucas Tsuchya Hubacek Nasser Nasser Orientadora

Leia mais

3 o ano Ensino Fundamental Data: / / Revisão de História e Geografia Nome: n o

3 o ano Ensino Fundamental Data: / / Revisão de História e Geografia Nome: n o 3 o ano Ensino Fundamental Data: / / Revisão de História e Geografia Nome: n o 1) Leia esta tirinha de Mauricio de Sousa e divirta-se com ela. Em seguida, resolva a questão proposta. NÃO, CHICO! VOCÊ NÃO

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

Prioridades para o PA 2014 Comunidade Externa. Câmpus Restinga Junho, 2013. Desenvolvimento Institucional

Prioridades para o PA 2014 Comunidade Externa. Câmpus Restinga Junho, 2013. Desenvolvimento Institucional Prioridades para o PA 2014 Comunidade Externa Câmpus Restinga Junho, 2013 Desenvolvimento Institucional APRESENTAÇÃO O presente relatório deve ser considerado como um Anexo ao Diagnóstico das Prioridades

Leia mais

O Cemitério Municipal São Jose: espacialidade, religiosidade e seus vários enfoques culturais

O Cemitério Municipal São Jose: espacialidade, religiosidade e seus vários enfoques culturais O Cemitério Municipal São Jose: espacialidade, religiosidade e seus vários enfoques culturais Fernando Michelis - fermichelis_@hotmail.com Resumo O Cemitério Municipal São Jose localizado na cidade de

Leia mais

Ler em família: viagens partilhadas (com a escola?)

Ler em família: viagens partilhadas (com a escola?) Ler em família: viagens partilhadas (com a escola?) Ação nº41/2012 Formadora: Madalena Moniz Faria Lobo San-Bento Formanda: Rosemary Amaral Cabral de Frias Introdução Para se contar histórias a crianças,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado da Educação Superintendência Regional de Ensino de Carangola Diretoria Educacional

SERVIÇO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado da Educação Superintendência Regional de Ensino de Carangola Diretoria Educacional SERVIÇO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado da Educação Superintendência Regional de Ensino de Carangola Diretoria Educacional Sequencia Didática destinada aos Anos Finais do Ensino

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO DE LETRAS DIEGO LOPES MACEDO ELIANA ANTUNES DOS SANTOS GILMARA PEREIRA DE ALMEIDA RIBEIRO

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO DE LETRAS DIEGO LOPES MACEDO ELIANA ANTUNES DOS SANTOS GILMARA PEREIRA DE ALMEIDA RIBEIRO UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO DE LETRAS DIEGO LOPES MACEDO ELIANA ANTUNES DOS SANTOS GILMARA PEREIRA DE ALMEIDA RIBEIRO ANÁLISE DO DISCURSO DA PROPAGANDA MARLBORO SOROCABA 2014 1 Introdução O presente trabalho

Leia mais

CENÁRIOS DA PAISAGEM URBANA TRANSFORMAÇÕES DA PAISAGEM DA CIDADE DE SÃO PAULO

CENÁRIOS DA PAISAGEM URBANA TRANSFORMAÇÕES DA PAISAGEM DA CIDADE DE SÃO PAULO ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO NÚCLEO DE AÇÃO EDUCATIVA O(S) USO(S) DE DOCUMENTOS DE ARQUIVO EM SALA DE AULA BRUNA EVELIN LOPES SANTOS CENÁRIOS DA PAISAGEM URBANA TRANSFORMAÇÕES DA PAISAGEM DA

Leia mais

RESUMO: PALAVRAS-CHAVE: Mobilidade Urbana; Dia sem carro; Bicicleta; Automóvel. 1 INTRODUÇÃO

RESUMO: PALAVRAS-CHAVE: Mobilidade Urbana; Dia sem carro; Bicicleta; Automóvel. 1 INTRODUÇÃO A evolução está a uma pedalada de acontecer 1. Evandro Luiz Gomes 2 Fabiana Tarnowsky 3 Gisele Baumgarten Rosumek 4 Instituto Blumenauense de Ensino Superior IBES Sociesc RESUMO: A presente peça publicitária

Leia mais

Pedro Bandeira. Leitor em processo 2 o e 3 o anos do Ensino Fundamental

Pedro Bandeira. Leitor em processo 2 o e 3 o anos do Ensino Fundamental Pedro Bandeira Pequeno pode tudo Leitor em processo 2 o e 3 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona De Leitores e Asas MARIA JOSÉ NÓBREGA

Leia mais

REPRESENTAÇÃO DO MEIO AMBIENTE MAPAS MENTAIS UMA LINGUAGEM NO ENSINO DA GEOGRAFIA

REPRESENTAÇÃO DO MEIO AMBIENTE MAPAS MENTAIS UMA LINGUAGEM NO ENSINO DA GEOGRAFIA REPRESENTAÇÃO DO MEIO AMBIENTE MAPAS MENTAIS UMA LINGUAGEM NO ENSINO DA GEOGRAFIA Kelli Carvalho Melo Mestre em Geografia - PPGG/UNIR. Pesquisadora do Grupo de Estudos e Pesquisas Modos de Vidas e Culturas

Leia mais

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio 1º ANO - ENSINO MÉDIO Objetivos Conteúdos Expectativas - Conhecer a área de abrangência profissional da arte e suas características; - Reconhecer e valorizar

Leia mais

As pesquisas podem ser agrupadas de acordo com diferentes critérios e nomenclaturas. Por exemplo, elas podem ser classificadas de acordo com:

As pesquisas podem ser agrupadas de acordo com diferentes critérios e nomenclaturas. Por exemplo, elas podem ser classificadas de acordo com: 1 Metodologia da Pesquisa Científica Aula 4: Tipos de pesquisa Podemos classificar os vários tipos de pesquisa em função das diferentes maneiras pelo qual interpretamos os resultados alcançados. Essa diversidade

Leia mais

HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: A REALIDADE NO PAPEL

HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: A REALIDADE NO PAPEL HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: A REALIDADE NO PAPEL Regiane Soares da Silva Sthefani Cristina Aporta de Oliveira Orientador: Prof. Ms. Artarxerxes Modesto 1. Introdução RESUMO:O objetivo do trabalho é analisar

Leia mais

Situação Financeira Saúde Física

Situação Financeira Saúde Física Um dia um amigo me fez uma séria de perguntas, que me fez refletir muito, e a partir daquele dia minha vida vem melhorando a cada dia, mês e ano. Acreditando que todos temos um poder interno de vitória,

Leia mais

JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO

JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO Tatiana Galieta (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) Introdução

Leia mais

Apresentação. Práticas Pedagógicas Língua Portuguesa. Situação 4 HQ. Recomendada para 7a/8a ou EM. Tempo previsto: 4 aulas

Apresentação. Práticas Pedagógicas Língua Portuguesa. Situação 4 HQ. Recomendada para 7a/8a ou EM. Tempo previsto: 4 aulas Práticas Pedagógicas Língua Portuguesa Situação 4 HQ Recomendada para 7a/8a ou EM Tempo previsto: 4 aulas Elaboração: Equipe Técnica da CENP Apresentação Histórias em quadrinhos (HQ), mangás e tirinhas

Leia mais

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Paloma Rodrigues Cunha¹, Larissa Costa Pereira¹, Luã Carvalho Resplandes², Renata Fonseca Bezerra³, Francisco Cleiton da Rocha 4

Leia mais

Linguística Aplicada ao ensino de Língua Portuguesa: a oralidade em sala de aula (Juliana Carvalho) A Linguística Aplicada (LA) nasceu há mais ou menos 60 anos, como uma disciplina voltada para o ensino

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Cultura Brasileira 1º PERÍODO O fenômeno cultural. Cultura(s) no Brasil. Cultura regional e

Leia mais

Histórias em Sequência

Histórias em Sequência Histórias em Sequência Objetivo Geral Através das histórias em sequência fazer com que os alunos trabalhem com a oralidade, escrita, causalidade e vivências pessoais. Objetivos Específicos Trabalho envolvendo

Leia mais

O trabalho compreende a análise de três TCC - Trabalho de Conclusão de Curso.

O trabalho compreende a análise de três TCC - Trabalho de Conclusão de Curso. III Congresso Internacional III Congresso Internacional, I Simpósio Ibero-Americano e VIII Encontro Nacional de Riscos Guimarães RISCO AMBIENTAL E VULNERABILIDADE: DISCUSSÃO CONCEITUAL A PARTIR DE TRABALHOS

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

Olimpíada de LP Escrevendo o futuro

Olimpíada de LP Escrevendo o futuro Olimpíada de LP Escrevendo o futuro QUATRO GÊNEROS EM CARTAZ: OS CAMINHOS DA ESCRITA Cristiane Cagnoto Mori 19/03/2012 Referências bibliográficas RANGEL, Egon de Oliveira. Caminhos da escrita: O que precisariam

Leia mais

Criando projetos com o Glogster e a plataforma Glogster EDU

Criando projetos com o Glogster e a plataforma Glogster EDU Criando projetos com o Glogster e a plataforma Glogster EDU Prof.ª Dr.ª Jael Glauce da Fonseca Universidade Federal da Bahia Departamento de Letras Germânicas O acesso à internet nas salas de aula mudou

Leia mais

Novas possibilidades de leituras na escola

Novas possibilidades de leituras na escola Novas possibilidades de leituras na escola Mariana Fernandes Valadão (UERJ/EDU/CNPq) Verônica da Rocha Vieira (UERJ/EDU/CNPq) Eixo 1: Leitura é problema de quem? Resumo A nossa pesquisa pretende discutir

Leia mais

SEGURANÇA ALIMENTAR, SUSTENTABILIDADE, EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLEXÕES A CERCA DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR.

SEGURANÇA ALIMENTAR, SUSTENTABILIDADE, EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLEXÕES A CERCA DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR. SEGURANÇA ALIMENTAR, SUSTENTABILIDADE, EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLEXÕES A CERCA DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR. Jonas da Silva Santos Universidade do Estado da Bahia UNEB DEDC XV jonasnhsilva@hotmail.com jonas.ss@inec.org.br

Leia mais

Blog NoRascunho 1. Andrew Philip Saldanha de FRANÇA 2 Melissa Cirne de Lucena 3 Universidade Potiguar, Natal, RN

Blog NoRascunho 1. Andrew Philip Saldanha de FRANÇA 2 Melissa Cirne de Lucena 3 Universidade Potiguar, Natal, RN Blog NoRascunho 1 Andrew Philip Saldanha de FRANÇA 2 Melissa Cirne de Lucena 3 Universidade Potiguar, Natal, RN RESUMO Como forma de registrar acontecimentos ligados a área da comunicação com um foco em

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 3 PROGRAMAÇÃO DE CONTEÚDOS 2º. VOLUME. Programação de conteúdos/conhecimentos privilegiados

EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 3 PROGRAMAÇÃO DE CONTEÚDOS 2º. VOLUME. Programação de conteúdos/conhecimentos privilegiados EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 3 PROGRAMAÇÃO DE CONTEÚDOS 2º. VOLUME Programação de conteúdos/conhecimentos privilegiados Unidade 4 O mundo secreto das tocas e dos ninhos Unidade 5 Luz, sombra e ação! Unidade

Leia mais

HABILIDADES. Compreender que cada pessoa é única e especial. Valorizar a identidade de cada um. Descobrir e conhecer a sua história de vida.

HABILIDADES. Compreender que cada pessoa é única e especial. Valorizar a identidade de cada um. Descobrir e conhecer a sua história de vida. Disciplina: História Trimestre: 1º PLANEJAMENTO ANUAL - 2012 Série: 2º ano Turma: 21, 22, 23 e 24 CONTEÚDOS HABILIDADES AVALIAÇÕES Unidade 1 Cada um tem um jeito de ser. Descobrindo a minha história. Eu

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA HISTÓRIA ECOLÓGICA PARA A EDUCAÇÃO DOS CIDADÃOS E CIDADÃS E FUTUROS TRABALHADORES

A IMPORTÂNCIA DA HISTÓRIA ECOLÓGICA PARA A EDUCAÇÃO DOS CIDADÃOS E CIDADÃS E FUTUROS TRABALHADORES A IMPORTÂNCIA DA HISTÓRIA ECOLÓGICA PARA A EDUCAÇÃO DOS CIDADÃOS E CIDADÃS E FUTUROS TRABALHADORES Bruna Maria Jacques Freire de Albuquerque, Universidade Católica de Pernambuco, exbolsista de Iniciação

Leia mais

ORALIDADE E ESCRITA: ANÁLISE DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS

ORALIDADE E ESCRITA: ANÁLISE DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS ORALIDADE E ESCRITA: ANÁLISE DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS Ana Letícia Vaz Pereira 1 Natália Canuto do Nascimento 2 Orientador Prof. Ms. Artarxerxes Modesto RESUMO: Este trabalho tem como objetivo analisar

Leia mais

Composição dos PCN 1ª a 4ª

Composição dos PCN 1ª a 4ª Composição dos PCN 1ª a 4ª Compõem os Parâmetros os seguintes módulos: Volume 1 - Introdução - A elaboração dos Parâmetros curriculares Nacionais constituem o primeiro nível de concretização curricular.

Leia mais

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos:

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos: A CONTRIBUIÇÃO DE MAX WEBER (1864 1920) Max Weber foi o grande sistematizador da sociologia na Alemanha por volta do século XIX, um pouco mais tarde do que a França, que foi impulsionada pelo positivismo.

Leia mais

Comunicação em jogo: a relação entre as mudanças organizacionais e as atividades lúdicas

Comunicação em jogo: a relação entre as mudanças organizacionais e as atividades lúdicas Comunicação em jogo: a relação entre as mudanças organizacionais e as atividades lúdicas Tainah Schuindt Ferrari Veras Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Bauru/SP e-mail: tainah.veras@gmail.com

Leia mais

MULTIMÍDIAS PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1. Resumo

MULTIMÍDIAS PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1. Resumo MULTIMÍDIAS PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1 VIERO, Lia Margot Dornelles 2 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Curso de Geografia do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil E-mail:

Leia mais

CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO

CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO TEMA: ELABORAÇÃO DE PROJETOS COM FOCO NA FAMÍLIA Março/2010 ELABORAÇÃO DE PROJETOS ELABOR-AÇÃO: palavra-latim-elabore preparar, formar,ordenar AÇÃO: atuação, ato PRO-JETOS: palavra-latim-projetus

Leia mais

Palavras-chave: Representação. Homem. Publicidade. Semântica Argumentativa.

Palavras-chave: Representação. Homem. Publicidade. Semântica Argumentativa. REPRESENTAÇÃO MASCULINA NA PUBLICIDADE BRASILEIRA: UM ESTUDO SEMÂNTICO-ARGUMENTATIVO Maria Eliane Gomes Morais (PPGFP-UEPB) Linduarte Pereira Rodrigues (DLA/PPGFP-UEPB) Resumo: A publicidade, assim como

Leia mais

Formulação da Visão e da Missão

Formulação da Visão e da Missão Formulação da Visão e da Missão Zilta Marinho zilta@globo.com Os grandes navegadores sempre sabem onde fica o norte. Sabem aonde querem ir e o que fazer para chegar a seu destino. Com as grandes empresas

Leia mais

2 Um olhar para a obra de Mauricio de Sousa: Mito / Ideologia / Narrativa / Unidades de construção

2 Um olhar para a obra de Mauricio de Sousa: Mito / Ideologia / Narrativa / Unidades de construção 2 Um olhar para a obra de Mauricio de Sousa: Mito / Ideologia / Narrativa / Unidades de construção O universo Mauricio de Sousa é repleto de temas sociais, culturais, sócioeconômicos, etc. Pela infinidade

Leia mais

Sistema de Ensino CNEC. 1 o ano Ensino Fundamental Data: / / Nome:

Sistema de Ensino CNEC. 1 o ano Ensino Fundamental Data: / / Nome: 1 o ano Ensino Fundamental Data: / / Nome: A literatura infantil surgiu no século XVII, no intuito de educar as crianças moralmente. Em homenagem ao escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, foi criado

Leia mais

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 0 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Renato da Guia Oliveira 2 FICHA CATALOGRÁFICA OLIVEIRA. Renato da Guia. O Papel da Contação

Leia mais

Leitura e Literatura

Leitura e Literatura MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICAB Diretoria de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e de Tecnologias para Educação BásicaB Leitura e Literatura Dia e Semana Nacional da Leitura

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 4

EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 4 EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 4 1º VOLUME ARTES VISUAIS O FAZER ARTÍSTICO Criação de desenhos, pinturas e colagens, com base em seu próprio repertório. Exploração das possibilidades oferecidas por diferentes

Leia mais

Brincando com o Lápis

Brincando com o Lápis Brincando com o Lápis 1. Objetivo Geral o Trabalhar com as habilidades ligadas à coordenação viso motora fina através de materiais que possibilitem acréscimo de vocabulário e desenvolvimento de linguagem

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA ORGANIZAÇÃO DE TRABALHOS ESCOLARES

ORIENTAÇÕES PARA ORGANIZAÇÃO DE TRABALHOS ESCOLARES ORIENTAÇÕES PARA ORGANIZAÇÃO DE TRABALHOS ESCOLARES Ao organizar um trabalho escolar é necessário que algumas normas sejam observadas pelo aluno. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) encarrega-se

Leia mais

A IMPORTANCIA DO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS HOSPITALARES E SEUS ASPECTOS POSITIVOS PARA O MEIO AMBIENTE

A IMPORTANCIA DO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS HOSPITALARES E SEUS ASPECTOS POSITIVOS PARA O MEIO AMBIENTE A IMPORTANCIA DO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS HOSPITALARES E SEUS ASPECTOS POSITIVOS PARA O MEIO AMBIENTE Erica Grayce de Souza Silva 1 Hélio Rubens Jacintho Pereira Júnior 2 José Antonio Bueno 3 RESUMO O

Leia mais

DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA: e os museus com isso? Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (MA/UFG)

DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA: e os museus com isso? Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (MA/UFG) DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA: e os museus com isso? Marisa Damas Vieira Comunicadora/ Produtora Cultural Rosani Moreira Leitão Antropóloga/ Coordenadora de Antropologia Museu Antropológico da Universidade

Leia mais

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL EVELISE RAQUEL DE PONTES (UNESP). Resumo O ato de contar histórias para crianças da educação infantil é a possibilidade de sorrir, criar, é se envolver com

Leia mais

MEU MUNDO INTEGRADO: ELABORAÇÃO DE VÍDEO EDUCATIVO SOBRE O PERCURSO DO LÁPIS

MEU MUNDO INTEGRADO: ELABORAÇÃO DE VÍDEO EDUCATIVO SOBRE O PERCURSO DO LÁPIS MEU MUNDO INTEGRADO: ELABORAÇÃO DE VÍDEO EDUCATIVO SOBRE O PERCURSO DO LÁPIS Orlando José PINTO NETO; Rosana Alves Ribas MORAGAS e-mail: orlando_neto_1@hotmail.com; rosanarmoragas@yahoo.com.br Universidade

Leia mais

HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL... 1019

HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL... 1019 HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL... 1019 HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Evelise Raquel de Pontes Mariane Soares Sana Orientadora: Renata Junqueira de Souza. Instituição: Universidade Estadual

Leia mais

Roteiro sobre Projeto Final do curso Metodologia para Desenvolvimento de Objetos de Aprendizagem

Roteiro sobre Projeto Final do curso Metodologia para Desenvolvimento de Objetos de Aprendizagem Roteiro sobre Projeto Final do curso Metodologia para Desenvolvimento de Objetos de Aprendizagem Este roteiro tem como objetivo apresentar o projeto final do curso. Você deverá elaborar um projeto para

Leia mais

CURSO DE ENFERMAGEM EDITAL DE CHAMADA PARA A V MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CURSO DE ENFERMAGEM Nº 05 /2012

CURSO DE ENFERMAGEM EDITAL DE CHAMADA PARA A V MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CURSO DE ENFERMAGEM Nº 05 /2012 CURSO DE ENFERMAGEM EDITAL DE CHAMADA PARA A V MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CURSO DE ENFERMAGEM Nº 05 /2012 A Coordenação do Curso de Enfermagem da Fanor- DeVry Brasil, no uso de suas atribuições,

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

QUESTÃO 1 Nessa charge, o autor usou três pontos de exclamação, na fala da personagem, para reforçar o sentimento de

QUESTÃO 1 Nessa charge, o autor usou três pontos de exclamação, na fala da personagem, para reforçar o sentimento de Nome: N.º: endereço: data: telefone: E-mail: Colégio PARA QUEM CURSA O 6.O ANO EM 2013 Disciplina: Prova: português desafio nota: Texto para a questão 1. (Disponível em: )

Leia mais

Campanha ONG Animais 1

Campanha ONG Animais 1 Campanha ONG Animais 1 Bruna CARVALHO 2 Carlos VALÉRIO 3 Mayara BARBOSA 4 Rafaela ALVES 5 Renan MADEIRA 6 Romulo SOUZA 7 Marcelo PRADA 8 Paulo César D ELBOUX 9 Faculdade Anhanguera Santa Bárbara, Santa

Leia mais

Mobilidade Urbana Urbana

Mobilidade Urbana Urbana Mobilidade Urbana Urbana A Home Agent realizou uma pesquisa durante os meses de outubro e novembro, com moradores da Grande São Paulo sobre suas percepções e opiniões em relação à mobilidade na cidade

Leia mais

Sistema de Ensino CNEC

Sistema de Ensino CNEC 1 SUMÁRIO VOLUME 1 "O homem é um pedaço do Universo cheio de vida." Ralph Waldo Emerson Capítulo 1 O Tempo não para 5 Capítulo 2 Você percebendo-se como sujeito histórico 20 Capítulo 3 O Universo que nos

Leia mais

O USO DA IMAGEM NAS AULAS DE HISTÓRIA: AS PINTURAS DO SÉCULO XIX

O USO DA IMAGEM NAS AULAS DE HISTÓRIA: AS PINTURAS DO SÉCULO XIX O USO DA IMAGEM NAS AULAS DE HISTÓRIA: AS PINTURAS DO SÉCULO XIX Ricardo Barros Aluno do curso de Pós graduação (mestrado) da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo Sendo as coisas que pensamos

Leia mais

História e imagem: O historiador e sua relação com o cinema

História e imagem: O historiador e sua relação com o cinema História e imagem: O historiador e sua relação com o cinema Luciana Ferreira Pinto 1 1.Introdução Desde o início da Escola dos Anais, na França, os objetos de estudo da História vêm se modificando, exigindo

Leia mais

Jornal Marco Zero 1. Larissa GLASS 2 Hamilton Marcos dos SANTOS JUNIOR 3 Roberto NICOLATO 4 Tomás BARREIROS 5

Jornal Marco Zero 1. Larissa GLASS 2 Hamilton Marcos dos SANTOS JUNIOR 3 Roberto NICOLATO 4 Tomás BARREIROS 5 1 Jornal Marco Zero 1 Larissa GLASS 2 Hamilton Marcos dos SANTOS JUNIOR 3 Roberto NICOLATO 4 Tomás BARREIROS 5 Faculdade internacional de Curitiba (Facinter) RESUMO O jornal-laboratório Marco Zero 6 é

Leia mais

DETERMINAÇÃO SOCIOLINGÜÍSTICA DO CONCEITO DE LEITURA Vilson J. Leffa e Rita de Cássia Campos Lopes,UFRGS

DETERMINAÇÃO SOCIOLINGÜÍSTICA DO CONCEITO DE LEITURA Vilson J. Leffa e Rita de Cássia Campos Lopes,UFRGS REFERÊNCIA: LEFFA, Vilson J. ; LOPES, Rita de Cássia Campos. Determinação sócio-lingüística do conceito de leitura. 46 a Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Vitória, 17 a 22 de

Leia mais

(A) Regionalismo (caráter da literatura que se baseia em costumes e tradições regionais).

(A) Regionalismo (caráter da literatura que se baseia em costumes e tradições regionais). ENEM 2002 Comer com as mãos era um hábito comum na Europa, no século XVI. A técnica empregada pelo índio no Brasil e por um português de Portugal era, aliás, a mesma: apanhavam o alimento com três dedos

Leia mais

MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS E SUAS ADAPTAÇÕES

MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS E SUAS ADAPTAÇÕES MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS E SUAS ADAPTAÇÕES Simone de Souza Burguês (PIBIC/CNPq-UEM), Mirian Hisae Yaegashi Zappone (Orientadora), e-mail: mirianzappone@gmail.com Universidade Estadual de Maringá/Departamento

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MEIO RURAL: Análise curricular

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MEIO RURAL: Análise curricular EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MEIO RURAL: Análise curricular Vanessa Minuzzi Bidinoto 1 Viviane Dal-Souto Frescura 2 Aline Pegoraro 3 Resumo: O presente trabalho buscou provocar reflexões sobre a importância da

Leia mais

DISPOSITIVOS MÓVEIS NA ESCOLA: POSSIBILIDADES NA SALA DE AULA

DISPOSITIVOS MÓVEIS NA ESCOLA: POSSIBILIDADES NA SALA DE AULA DISPOSITIVOS MÓVEIS NA ESCOLA: POSSIBILIDADES NA SALA DE AULA Jessica Kelly Sousa Ferreira PPGFP-UEPB jessicaferreiraprofe@gmail.com INTRODUÇÃO A presente pesquisa embasa-se nos pressupostos de que o uso

Leia mais

Uso e Arborização dos Espaços Comuns nas Escolas Municipais de Canhotinho-PE

Uso e Arborização dos Espaços Comuns nas Escolas Municipais de Canhotinho-PE THAMYLLYS MYLLANNY PIMENTEL AZEVEDO(AUTORA) E-mail: thamyllysmyllanny@hotmail.com MARIA BETÂNIA MOREIRA AMADOR (COAUTORA) E-mail: betaniaamador@yahoo.com.br UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-UPE/CAMPUS GARANHUNS

Leia mais

Colégio Cor Jesu Brasília DF. Plano de Curso 2011. Educação Infantil III

Colégio Cor Jesu Brasília DF. Plano de Curso 2011. Educação Infantil III Colégio Cor Jesu Brasília DF Plano de Curso 2011 Educação Infantil III Área de conhecimento: Linguagem Série: Infantil III Educação Infantil Competências Habilidades a serem desenvolvidas Eixo/Conteúdos

Leia mais

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR RESENHA Neste capítulo, vamos falar acerca do gênero textual denominado resenha. Talvez você já tenha lido ou elaborado resenhas de diferentes tipos de textos, nas mais diversas situações de produção.

Leia mais

Figura 56. Tema Folclore. Figura 58 Personagens ou Imagens do Folclore Brasileiro: Cuca

Figura 56. Tema Folclore. Figura 58 Personagens ou Imagens do Folclore Brasileiro: Cuca O tema do folclore pintado pelos alunos passou por uma seleção de imagens escolhidas por eles mesmos, desenhadas anteriormente em classe para depois tais desenhos serem apresentados para a votação. As

Leia mais

Pedagogia empreendedora. Jane Carla Claudino Tosin Assessora da Área Pedagógica

Pedagogia empreendedora. Jane Carla Claudino Tosin Assessora da Área Pedagógica Pedagogia empreendedora Jane Carla Claudino Tosin Assessora da Área Pedagógica Contato: Jane Carla Claudino Tosin Assessora da Área Pedagógica 0800 725 3536 Ramal 1171 jtosin@positivo.com.br Sinopse: Por

Leia mais

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA Maria Lúcia C. Neder Como já afirmamos anteriormente, no Texto-base, a produção, a seleção e a organização de textos para a EAD devem

Leia mais

A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO FUNDAMENTAL II ( ANOS FINAIS )

A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO FUNDAMENTAL II ( ANOS FINAIS ) Thainá Santos Coimbra Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro thainahappy@hotmail.com A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO

Leia mais

A QUESTÃO DA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA NO BAIRRO SANGA FUNDA, PELOTAS, RS.

A QUESTÃO DA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA NO BAIRRO SANGA FUNDA, PELOTAS, RS. A QUESTÃO DA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA NO BAIRRO SANGA FUNDA, PELOTAS, RS. Carina da Silva UFPel, carinasg2013@gmail.com INTRODUÇÃO A atual sociedade capitalista tem como alicerce, que fundamenta sua manutenção,

Leia mais

O ENSINO DO PRINCÍPIO DE BERNOULLI ATRAVÉS DA WEB: UM ESTUDO DE CASO

O ENSINO DO PRINCÍPIO DE BERNOULLI ATRAVÉS DA WEB: UM ESTUDO DE CASO O ENSINO DO PRINCÍPIO DE BERNOULLI ATRAVÉS DA WEB: UM ESTUDO DE CASO Rivanildo Ferreira de MOURA 1, Marcos Antônio BARROS 2 1 Aluno de Graduação em Licenciatura em Física, Universidade Estadual da Paraíba-UEPB,

Leia mais

Trabalhando a convivência a partir da transversalidade

Trabalhando a convivência a partir da transversalidade PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Trabalhando a convivência a partir da transversalidade Cristina Satiê de Oliveira Pátaro 1 Ricardo Fernandes Pátaro 2 Já há alguns

Leia mais

Constelação 1 RESUMO. PALAVRAS-CHAVE: haicai; minimalismo; poesia; imaginação INTRODUÇÃO

Constelação 1 RESUMO. PALAVRAS-CHAVE: haicai; minimalismo; poesia; imaginação INTRODUÇÃO Constelação 1 Bruno Henrique de S. EVANGELISTA 2 Daniel HERRERA 3 Rafaela BERNARDAZZI 4 Williane Patrícia GOMES 5 Ubiratan NASCIMENTO 6 Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN RESUMO Este

Leia mais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA: A Publicidade na Sala de Aula

SEQUÊNCIA DIDÁTICA: A Publicidade na Sala de Aula OFICINA SEMIPRESENCIAL O(S) USO(S) DE DOCUMENTO(S) DE ARQUIVO NA SALA DE AULA ALUNA: Alcinéia Emmerick de Almeida / Núcleo de Ação Educativa - APESP SEQUÊNCIA DIDÁTICA: A Publicidade na Sala de Aula TEMA:

Leia mais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1

SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1 SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1 QUEIROZ, Antônia Márcia Duarte Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais- IFSULDEMINAS Universidade

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE QUADRINHOS ATRELADOS A EPISÓDIOS HISTÓRICOS PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA RESUMO

CONSTRUÇÃO DE QUADRINHOS ATRELADOS A EPISÓDIOS HISTÓRICOS PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA RESUMO XXII Semana de Educação da Universidade Estadual do Ceará 31 de agosto a 04 de setembro de 2015 CONSTRUÇÃO DE QUADRINHOS ATRELADOS A EPISÓDIOS HISTÓRICOS PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA Laura Andrade Santiago

Leia mais

FEIRA CIENTÍFICO-CULTURAL DO COLÉGIO SECULUS

FEIRA CIENTÍFICO-CULTURAL DO COLÉGIO SECULUS FEIRA CIENTÍFICO-CULTURAL DO COLÉGIO SECULUS DADOS DO CLUBE Nome Completo: Clube Forró na Rede Ano de Fundação: 2011 Endereço virtual: forronarede.ning.com Município: Teresina Estado: Piauí Pais: Brasil

Leia mais

O ENSINO DE GEOGRAFIA: O USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS. Danielli da Silva Almeida Universidade Estadual de Londrina danii-geo@hotmail.

O ENSINO DE GEOGRAFIA: O USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS. Danielli da Silva Almeida Universidade Estadual de Londrina danii-geo@hotmail. O ENSINO DE GEOGRAFIA: O USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS Danielli da Silva Almeida Universidade Estadual de Londrina danii-geo@hotmail.com RESUMO Este artigo tem como objetivo refletir sobre as abordagens do

Leia mais

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E SUA APLICABILIDADE NOS JOGOS

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E SUA APLICABILIDADE NOS JOGOS INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E SUA APLICABILIDADE NOS JOGOS Aline Ferraz da Silva 1 Carine Bueira Loureiro 2 Resumo: Este artigo trata do projeto de Trabalho

Leia mais

Desafiando o preconceito: convivendo com as diferenças. Ana Flávia Crispim Lima Luan Frederico Paiva da Silva

Desafiando o preconceito: convivendo com as diferenças. Ana Flávia Crispim Lima Luan Frederico Paiva da Silva Desafiando o preconceito: convivendo com as diferenças Ana Flávia Crispim Lima Luan Frederico Paiva da Silva Pontifícia Universidade Católica de Goiás anaflavia17012010@hotmail.com luan_frederico@yahoo.com

Leia mais

6. Considerações finais

6. Considerações finais 84 6. Considerações finais Nesta dissertação, encontram-se registros de mudanças sociais que influenciaram as vidas de homens e mulheres a partir da chegada das novas tecnologias. Partiu-se da Revolução

Leia mais

CURSO DE ENFERMAGEM EDITAL PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS DO CURSO DE ENFERMAGEM Nº 01 /2013

CURSO DE ENFERMAGEM EDITAL PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS DO CURSO DE ENFERMAGEM Nº 01 /2013 CURSO DE ENFERMAGEM EDITAL PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS DO CURSO DE ENFERMAGEM Nº 01 /2013 A Coordenação do Curso de Enfermagem da Faculdade São Salvador, no uso de suas atribuições, torna

Leia mais

DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: DIMENÇÕES CONCEITUAIS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: DIMENÇÕES CONCEITUAIS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: DIMENÇÕES CONCEITUAIS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) Departamento Educação e Sociedade (DES) Programa de Pós-Graduação em Educação,

Leia mais

Isaias Holowate (isaiasholowate@gmail.com) Silvana Maura Batista de Carvalho. 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1

Isaias Holowate (isaiasholowate@gmail.com) Silvana Maura Batista de Carvalho. 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA

Leia mais

A INFLUÊNCIA DOCENTE NA (RE)CONSTRUÇÃO DO SIGNIFICADO DE LUGAR POR ALUNOS DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE FEIRA DE SANTANA-BA 1

A INFLUÊNCIA DOCENTE NA (RE)CONSTRUÇÃO DO SIGNIFICADO DE LUGAR POR ALUNOS DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE FEIRA DE SANTANA-BA 1 64 A INFLUÊNCIA DOCENTE NA (RE)CONSTRUÇÃO DO SIGNIFICADO DE LUGAR POR ALUNOS DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE FEIRA DE SANTANA-BA 1 Edson da Silva Santos e-mail: edsonsporte@hotmail.com Bolsista FAPESB, Bacharelando

Leia mais

A árvore das árvores

A árvore das árvores A árvore das árvores Resumo O documentário apresenta os múltiplos usos do carvalho para as sociedades, desde tempos remotos até os dias de hoje; além de retratar lendas e histórias sobre essas árvores

Leia mais