ÍNDICE. B. Marcello Caetano e Imprensa: relações de proximidade

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1 ÍNDICE Índice de quadros Índice de figuras Agradecimentos Resumo/Abstract Introdução A. Encruzilhadas do Marcelismo B. Marcello Caetano e Imprensa: relações de proximidade C. Eleições de 1969: esperanças e desencantos D. Os Medias no Marcelismo: contextos, regulação, auto-regulação, consumidores, empresas e mercados E. Dinâmicas do Mercado Media: a imprensa entre o poder político e o poder económico Conclusão Fontes e Bibliografia Anexos Introdução Capítulo A: Encruzilhadas do Marcelismo A1. Marcello Caetano: anotações de uma trajectória até 1968 A1.1. Referências morais e políticas A1.2. Percurso académico e profissional A Experiência jornalística A1.3. Percurso político até 1958 A À frente da Mocidade Portuguesa e da União Nacional

2 A Na Câmara Corporativa e nos Governos de Salazar A1.4. Grupo Choupana: o núcleo duro dos marcelistas A1.5. Caetano e Salazar: apreço mútuo e alguns arrufos A2. Perspectivas marcelistas do Estado Novo A2.1. Organização corporativa da economia nacional: o sonho A2.2. Comunismo: o pesadelo A2.3. Liberdades políticas: liberdades não essenciais A2.4. Valorização das estratégias de comunicação política A Papel da opinião pública A Imprensa e formação da opinião pública A3. Renovação na continuidade : aberturas e bloqueios A3.1. Efémera primavera e o isolamento de Caetano A O confronto da ala liberal A As críticas da SEDES A A irreverência do Expresso A3.2. Abertura e crescimento da economia nacional A Política económica A4. Conclusão Capítulo B: Marcello Caetano e Imprensa: relações de proximidade B1. Laços de proximidade até 1968: semear para colher B1.1. Boa relação com a Imprensa como principal preocupação B1.2. O interesse pelo Diário Popular B1.3. Cativar os rapazes da Imprensa B O caso Jorge Rodrigues B2. Relacionamentos após 1968: trunfos no jogo mediático B2.1. Entrevista como prémio do Presidente do Conselho B O caso do jornalista com excesso de zelo B2.2. Os admiradores de Caetano no mundo dos media B2.3. As atenções de Caetano para com dirigentes media B2.4. Do pedido de orientação até autocensura B2.5. Censura interna ao serviço de Caetano B2.6. Requisitos para director B Relações que rivalizavam com a dedicação a Caetano B2.7. Os descontentes B2.8. O caso Manuel José Homem de Mello B Um marcelista de longa data

3 B Dirigir A Capital como serviço político B Controlar a redacção B O desencanto político B3. Conclusão Capítulo C: Eleições de 1969: esperanças e desencantos C1. Eleições de 1969: renovação na continuidade C1.1. A aposta na renovação do Parlamento C1.2. Governo e oposição: o combate desigual C2. A aposta na Assessoria de Comunicação C2.1. Criação da Informa: agência jornalística oficiosa C Informa: razões de um falhanço C Informa e Lusitânia: semelhanças e diferenças C2.2. Relações com o presidente do Sindicato Nacional dos Jornalistas C2.3. Relações com os media C Diário de Lisboa: o interesse nas notas do dia a) Tentativa de aquisição do Diário de Lisboa C A Capital: aquisição antes das eleições C Divergências no Diário Popular a) Impacto da candidatura de Balsemão pela União Nacional b) A inclusão de Balsemão C Contactos com a imprensa portuense C Notas sobre a estratégia de comunicação C3. Desapontamentos de Caetano C3.1. Com o desempenho da União Nacional C3.2. Com o desempenho da assessoria de comunicação C Jorge Rodrigues nas eleições de 1973 C3.3. Questões deontológicas em Relações Públicas C4. Conclusão Capítulo D: Os Media no Marcelismo: contextos, regulação, autoregulação, consumidores, empresas e mercados D1. Oportunidades e constrangimentos à actividade media D1.1. O factor Publicidade D1.2. O consumo media D Público D Tecnologia

4 D Distribuição D1.3. Regulação do sector media D O fardo da censura prévia D Autorizações e cauções D Outras interferências do poder político D2. Ser jornalista em Portugal no período marcelista D2.1. Enquadramento deontológico dos Jornalistas D3. Situação económica das empresas media D3.1. Imprensa D Sociedade Gráfica da Capital: A Capital D Renascença Gráfica: Diário de Lisboa D Sociedade Industrial de Imprensa: Diário Popular D Editorial República: República D Empresa de Publicidade do Norte: Diário do Norte D Empresa Nacional de Publicidade: Diário de Notícias D Sociedade Nacional de Tipografia: O Século, Vida Mundial D União Gráfica e Sefla: Novidades, Flama D Companhia Nacional Editora: Diário da Manhã, Época D Empresa do Jornal do Comércio: Jornal do Comércio D Empresa O Primeiro de Janeiro: O Primeiro de Janeiro D Empresa do Jornal de Notícias: Jornal de Notícias D Empresa de O Comércio do Porto: O Comércio do Porto D Sojornal: Expresso D Outros a) Desportivos b) Revistas b1) Revistas de programação de rádio e televisão b2) Revistas de doutrinas e ideias D3.2. Rádio D Rádio Clube Português D Rádio Renascença D Alfabeta D3.3. Televisão D RTP Radiotelevisão de Portugal D4. Empresas e mercados media D4.1. Concorrência intermedia e concorrência intramedia D5. Conclusão

5 Capítulo E: Dinâmicas do Mercado Media: a imprensa entre o poder político e o poder económico E1. Miguel Quina: o empresário ambicioso E1.1. O caso Comércio do Porto E1.2. O caso do estaleiro E1.3. O caso das auto-estradas E2. Manuel Queiroz Pereira: o empresário amigo E2.1. Luís Fontoura: o caso do administrador sem limites E2.2. Os prejuízos de A Capital e do Diário do Norte E3. Jorge de Brito: o empresário colaborador E4. António Champalimaud: o empresário crítico E5. Conclusão Conclusão Fontes e Bibliografia Anexos Anexo 1: O Secreto Adeus de Baptista-Bastos: entre a realidade e a ficção Anexo 2: Declaração de Princípios Sobre a Conduta dos jornalistas (Declaração de Bordéus) de 1954 da Federação Internacional de Jornalistas Anexo 3: Tarifas da publicidade televisiva Anexo 4: Companhia Industrial Portugal e colónias: evolução de resultados Anexo 5: Agências noticiosas: o caso da Telimprensa

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