CERTIFICAÇÃO EM TREINAMENTO FUNCIONAL (CORE) Educador Silvio Pecoraro

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CERTIFICAÇÃO EM TREINAMENTO FUNCIONAL (CORE) Educador Silvio Pecoraro"

Transcrição

1 CERTIFICAÇÃO EM TREINAMENTO FUNCIONAL (CORE) Educador Silvio Pecoraro

2 Quais as características do Treinamento Funcional? Desenvolver e melhorar as capacidades físicas através de estímulos que proporcionam instabilidade com propósito de melhorar a estabilidade (articular), a ativação do CORE e a propriocepção.

3 Quais são os objetivos do Treinamento Funcional? O objetivo do treinamento funcional é simular situações, necessidades e limitações das atividades diárias, dentro do ambiente de treinamento, aumentando assim a efetividade do mesmo A instabilidade é um elemento importante do treino funcional IVES & SHELLEY, 2003

4 Treinamento Funcional e Alto Rendimento

5 Estabilidade do Centro (CORE) Capacidade de controlar a posição e o movimento do tronco sobre a pelve e as pernas para permitir uma ótima produção, transferência e controle da força e movimento para o segmento distal, numa cadeia integrada de atividades Kibler et al., 2006

6 Estabilidade do Core O produto do controle motor e da capacidade muscular do complexo Lombo-Pélvico-Quadril LEETUN et al., 2004

7 Centro CORE Atua como uma base anatômica para o movimento dos segmentos distais Estabilidade proximal para mobilidade distal

8 Core x Estabilidade Se os músculos que fornecem estabilidade à coluna não forem ativados: Cargas de 2 kg irão comprimir a coluna Significante microtrauma pode ocorrer com rotações de apenas 2 graus

9 Benefícios Estabilização da coluna vertebral (Controle postural) Eficiência Neuromuscular (Estabilização Dinâmica da Corrente Cinética 3 Planos de Movimentos)

10 Benefícios Estabilidade Intrínseca do complexo lombar = Eficiência Neuromuscular da Corrente Cinética.

11 Eficiência Neuromuscular: Agonistas Antagonistas Estabilizadores Neutralizadores Produzir + Reduzir + Estabilizar a Corrente cinética nos 3 planos de movimento Sagital, Frontal e Transverso

12 São 3 os sistemas que contribuem na estabilização da coluna vertebral, Panjabi (1992). Sub-sistema de controle neuro Estabilização da coluna vertebral

13 Estabilização da coluna vertebral Sub-sistema passivo da coluna vertebral

14 Estabilização da coluna vertebral Sub-sistema ativo da coluna vertebral

15 Sub-Sistemas Musculares Sub-Sistema do Oblíquo Posterior: (Grande dorsal, fáscia tóracolombar, glúteo máximo) Sub-Sistema Longitudinal Profundo: (Tibial anterior, bíceps femoral, eretores da coluna, fáscia tóraco-lombar) Sub-Sistema do Oblíquo Anterior: (Oblíquo interno, complexo dos adutores, oblíquo externo, rotadores externos do quadril) Sub-Sistema Lateral: (Glúteo médio, glúteo mínimo, fáscia tóraco-lombar, quadrado lombar, oblíquo interno)

16 Sub-Sistemas Musculares Sub-Sistema do Oblíquo Posterior: Grande dorsal Fáscia tóraco-lombar Glúteo máximo

17 Grande Dorsal Origem: processos espinhosos das últimas três ou quatro costelas, através da fáscia toracolombar a partir das vértebras lombares e sacras e terço posterior do lábio externo da crista ilíaca, uma tira a partir do ângulo inferior da escápula. Inserção: sulco intertubecular do úmero. Ação: com a origem fixada, roda medialmente, aduz e estende a articulação do ombro. Pela ação contínua, deprime a cintura escapular e auxilia na flexão lateral do tronco. Com a inserção fixada, auxilia quanto a inclinar a pelve anteriormente e lateralmente. Atuando bilateralmente, este músculo auxilia quanto a hiperestender a coluna e inclinar anteriormente a pelve, ou quanto a flexionar a coluna, dependendo de sua relação com os eixos de movimentação.

18 Fáscia Toracolombar (FTL): Estrutura e Mecanismo A fáscia toracolombar (FTL) executa várias importantes funções na estabilização da coluna vertebral e da articulação sacro-ilíaca e possui 3 camadas: 1) Camada superficial: deriva da fáscia cobrindo o músculo quadrado lombar e se fixa nos processos transversos das vértebras, é contínua com o grande dorsal e glúteo máximo e em alguns indivíduos, algumas fibras em partes do oblíquo externo e trapézio inferior. 2) Camada intermediária: por baixo do quadrado lombar, se fixa nos processos transversos e nos ligamentos intertransversais, e lateralmente se estende, para cobrir o músculo transverso abdominal.

19 3) Camada profunda: recobre os extensores da coluna, se fixa nos processos espinhosos das vértebras da região toracolombar. O transverso abdominal, através de sua fixação na rafe lateral (formada pelos tecidos conectivos do grande dorsal, oblíquo interno e transverso abdominal), traciona a FTL. Embora as camadas superficial e profunda da FTL estejam inseridas na rafe lateral, a camada profunda possui uma angulação direcionada para baixo. Por este motivo, quando o transverso abdominal se contrai e traciona a rafe lateral, a força resultante tende a aproximar as vértebras, aumentando a estabilidade da coluna vertebral.

20 Biomecânica da fáscia toracolombar Lâmina Superficial da fáscia Rafe lateral Oposição dos Processos espinhosos Lâmina profunda da fáscia Tração do Transverso abdominal Mecanismo de ação da fáscia toracolombar

21 Glúteo Máximo Origem: linha glútea posterior do ílio e porção do osso a ela superior e posterior, superfície posterior da parte inferior do sacro, lado do cóccix, aponeurose do eretor da espinha, ligamento sacrotuberoso e aponeurose glútea. Inserção: porção proximal maior e fibras superficiais da porção distal do músculo no trato iliotibial da fáscia lata. Fibras mais profundas da porção distal na tuberosidade glútea do fêmur. Ação: estende, roda lateralmente e fibras inferiores auxiliam na adução da articulação do quadril. Através de sua inserção no trato iliotibial, ajuda a estabilizar o joelho em extensão. Glúteo máximo

22 Sub-Sistema do Oblíquo Anterior: Oblíquo interno Complexo dos adutores Oblíquo externo Rot. Lat. quadril

23 Oblíquo interno fibras anteriores inferiores Origem: dois terços laterais do ligamento inguinal e curta inserção na crista ilíaca próxima à espinha ilíaca ânterosuperior. Inserção: na parte lateral da linha pectínea e na linha Alba, por meio de uma aponeurose. Ação: comprime e suporta as vísceras abdominais inferiores, juntamente com o transverso abdominal, realiza retroversão da pelve. Oblíquo Interno

24 Oblíquo interno fibras anteriores superiores Origem: terço anterior da linha intermédia da crista ilíaca Inserção: linha Alba Ação: através de contração bilateral, esta porção do oblíquo interno flexiona a coluna, suporta e comprime as vísceras abdominais, deprime a caixa torácica e auxilia na respiração. Através de contração unilateral, realiza rotação da coluna juntamente com as fibras anteriores do oblíquo externo do lado oposto. Oblíquo Interno

25 Oblíquo interno fibras laterais Origem: terço anterior da linha intermédia da crista ilíaca e fáscia toracolambar. Inserção: bordas inferiores das costelas 10, 11 e 12 e linha Alba Ação: através de contração bilateral, esta porção do oblíquo interno flexiona a coluna e deprime a caixa torácica. Oblíquo Interno

26 Adutor Curto Origem: superfície externa do ramo inferior do púbis. Inserção: dois terços distais da linha pectínea e metade proximal do lábio medial da linha áspera. Adutor Longo Origem: superfície anterior do púbis na junção da crista e sínfise. Inserção: terço intermediário do lábio medial da linha áspera. Grácil Origem: metade inferior da sínfise púbica e margem medial do ramo inferior do osso púbico. Inserção: superfície medial do corpo da tíbia, distal ao côndilo, proximal à inserção do semitendinoso e posterior à inserção do sartório. Ação: todos os músculos acima aduzem a articulação do quadril. Além disso, adutor curto e longo flexionam a articulação do quadril. O grácil, além de aduzir a articulação do quadril, flexiona e roda medialmente a articulação do joelho. Adutor Curto Glúteo Máx. Adutor Longo Grácil Bíceps Femural

27 Adutor Magno Adutor Magno Origem: ramo púbico inferior, ramo do ísquio (fibras anteriores) e tuberosidade isquiática (fibras posteriores). Inserção: medial à tuberosidade glútea, meio da linha áspera, linha supracondilar medial, e tubérculo adutor do côndilo medial do fêmur. Ação: as fibras anteriores do adutor magno que se originam dos ramos do púbis e ísquio podem auxiliar na flexão, enquanto que as fibras posteriores que se originam da tuberosidade isquiática podem auxiliar na extensão.

28 Oblíquo Externo Fibras Anteriores Origem: superfícies externas das costelas de 5 a 8, interdigitando com os músculos serrátil anterior e grande dorsal. Inserção: em uma aponeurose larga, plana, terminando na linha Alba, numa rafe tendinosa, que se estende a partir do processo xifóide. Ação: através de contração bilateral, flexiona a coluna vertebral, suporta e comprime as vísceras, deprime a caixa torácica e auxilia na respiração. Através de contração unilateral, este músculo realiza rotação da coluna vertebral em conjunto com as fibras anteriores do oblíquo interno do lado oposto. Oblíquo Externo

29 Rotadores Laterais do Quadril Piriforme Quadrado femoral Obturador interno Obturador externo Gêmeo superior Gêmeo inferior Ação: Todos os músculos acima rodam lateralmente a articulação do quadril. Além disso, o obturador externo pode auxiliar na adução da articulação do quadril; o piriforme, obturador interno e os gêmeos podem auxiliar na abdução quando o quadril está em flexão. O piriforme pode auxiliar na extensão. G. Médio Eretores coluna Piriforme Quad. Femoral Obt. externo Oblíquo Externo

30 Sub-Sistema Longitudinal Profundo: Tibial anterior Bíceps femoral Extensores da coluna Fáscia TL

31 Tibial anterior Origem: côndilo lateral e metade proximal da superfície lateral da tíbia, membrana interóssea, fáscia profunda e septo intermuscular lateral. Inserção: superfície medial e plantar do osso cuneiforme medial, base do primeiro osso metatársico. Ação: dorsiflexiona a articulação do tornozelo e auxilia na inversão do pé.

32 Bíceps femural Origem da cabeça longa: parte distal do ligamento sacrotuberoso, e parte posterior da tuberosidade do ísquio. Origem da cabeça curta: lábio lateral da linha áspera, dois terços proximais da linha supracondilar e septo intermuscular lateral. Inserção: lado lateral da cabeça da fíbula, côndilo lateral da tíbia, fáscia profunda no lado lateral da perna. Ação: as cabeças longa e curta do bíceps femural flexionam e rodam lateralmente a articulação do joelho. Além disso, a cabeça longa estende e auxilia na rotação lateral da articulação do quadril. Bíceps Femural

33 Extensores da Coluna

34 Sub-Sistema Lateral: Glúteo médio Glúteo mínimo Fáscia TL Quadrado lombar Oblíquo interno

35 Glúteo Médio Origem : superfície externa do ílio entre a crista ilíaca e a linha glútea posterior dorsalmente e linha glútea anterior ventralmente, aponeurose glútea. Inserção: crista oblíqua na superfície lateral do trocanter maior do fêmur. Ação: abduz a articulação do quadril. As fibras anteriores rodam medialmente e podem auxiliar na flexão da articulação do quadril; as fibras posteriores rodam lateralmente e podem auxiliar na extensão da articulação do quadril. Glúteo Médio Glúteo Máx. Bíceps Femural

36 Glúteo Mínimo Origem: superfície externa do ílio entre as linhas glúteas anterior e inferior e margem da incisura isquiática maior. Inserção: borda anterior do trocanter maior do fêmur e cápsula da articulação do quadril. Ação: abduz, roda medialmente e pode auxiliar na flexão da articulação do quadril.

37 Quadrado Lombar Origem: ligamento iliolombar, crista ilíaca. Ocasionalmente a partir das bordas superiores dos processos transversos das três ou quatro vértebras lombares inferiores. Inserção: borda inferior da última costela e processos transversos das quatro vértebras lombares superiores. Ação: flexiona lateralmente a coluna vertebral, deprime a última costela, e fixa as últimas duas costelas, atuando conjuntamente com o diafragma, na respiração. Quadrado Lombar Multífidos Piriforme Obt. externo

38 Estabilizadores do Tronco Estabilizadores Locais Músculos que tem uma pequena amplitude de movimento e ligam apenas duas articulações Multífidus, transverso do abdômen e oblíquo interno Estabilizadores Globais Músculos produtores de movimento e que envolvem várias articulações Reto abdominal, oblíquo externo, quadrado lombar McGill, 1997

39 Estabilizadores do Tronco Os músculos estabilizadores do tronco são ativados em condições de instabilidade Nessas condições os estabilizadores locais, principalmente o transverso do abdômen, são ativados

40 Quais são os benefícios comprovados cientificamente? Melhora da consciência corporal, aumento da segurança dos exercícios, aumento da eficiência dos movimentos, diminuição de dores lombares (30% na primeira semana), aumento da estabilidade articular e prevenção de lesões.

41 Treino em Instabilidade Uma ativação inadequada dos estabilizadores locais do tronco (core) pode levar a instabilidade da coluna lombar O re-treinamento dos estabilizadores locais leva a uma diminuição da dor lombar tanto a curto quanto a longo prazo Koumantakis et al., 2005

42 Core O transverso do abdômen e o oblíquo interno entraram em atividade antes que o oblíquo externo, multífidus e reto abdominal em movimentos de flexão, abdução e extensão do ombro. Hodges & Richardson, 1997

43 Hipertrofia de Multífidus Grupo 1 treino de instabilidade Grupo 2 treino de instabilidade e de força dinâmico Grupo 3 treino de instabilidade e de força dinâmico e estático Danneels et al., 2001

44 Exercícios de Reabilitação e Dor nas Costas Arokoski et al., 2004

45 Exercícios de Reabilitação e Dor nas Costas Arokoski et al., 2004

46 Exercícios de Reabilitação e Dor nas Costas Arokoski et al., 2004

47 Exercícios de Reabilitação e Dor nas Costas Os exercícios de reabilitação não foram eficientes em aumentar a ativação do multífidus (L5), reto abdominal e oblíquo externo. Porém, eles foram eficientes em ativar esses músculos Arokoski et al., 2004

48 Exercícios de Reabilitação e Dor nas Costas Os exercícios de ponte foram os mais efetivos em ativar a musculatura paravertebral Porém, exercícios de equilíbrio em pé também foram efetivos Arokoski et al., 2004

49 Ativação dos Músculos do Core Com Bola e Sem Bola Marshall et al., 2005

50 Ativação dos Músculos do Core Com Bola e Sem Bola Marshall et al., 2005

51 Ativação do Transverso do Abdômen e Dor Lombar A ativação do transverso do abdômen aumenta a rigidez da articulação sacroilíaca, diminuindo a ocorrência de dores lombares A ativação do transverso foi verificada por ultra som Richardson et al., 2002

52 Perturbação da Postura e Ativação do Transverso Cresswell et al., 1994

53 Estudos Recentes Abdominal na Fit-Ball Quando a bola era colocada na altura dos ombros não houve grande ativação dos abdominais Já quando a bola era colocada na lombar houve uma maior ativação dos abdominais STERNLICHT et al., 2007

54 Instabilidade e Ativação dos Músculos Abdominais O fly realizado na fit ball produziu maior ativação de todos os grupos musculares (effect sizes) Marshall & Murphy, 2006

55 Ativação dos Estabilizadores do Tronco no Supino NORWOOD et al., 2007

56 Ativação dos Estabilizadores do Tronco no Supino Houve aumento da ativação dos estabilizadores do tronco com a instabilidade NORWOOD et al., 2007

57 Ativação dos músculos do core no agachamento Andersen & Behm, 2005

58 Ativação dos músculos do tronco no agachamento O agachamento instável foi mais eficiente em ativar os músculos do tronco Andersen & Behm, 2005

59 Ativação Neuromuscular O agachamento executado com a bola e sem a bola, não aumentou a atividade muscular do reto abdominal, transverso, oblíquo externo, vasto medial e bíceps femural Marshall & Murphy, 2006

60 Treino com e sem instabilidade Quais as vantagens de se treinar com essas máquinas? A. Cacchio et al.,2007

61 Treinamento Funcional e Coluna Durante os exercícios funcionais a coluna deve ser mantida em alongamento axial e neutra Muitos professores esquecem que o treino funcional também impõe sobrecargas à coluna... Há ciência em relação a essa informação?

62 Ciclo das Lesões Lephart et al., 1997

63 Objetivos do Treinamento Funcional Treine padrões de movimentos, não os Músculos Não construa músculos bonitos, mas sim músculos capazes de executar suas atividades da vida diária Enfatize a qualidade do movimento ao invés da quantidade Ugrinowitsch, 2007

64 Sessão de Treino Funcional - Domínios Aquecimento Parte principal Treinamento do core Treinamento de equilíbrio estático e dinâmico Treinamento de força Volta a calma

65 Progressão Treino Funcional 1ª Fase: Estabilização do core Movimentos envolvem poucas repetições, intensidade moderada e aumento progressivo da duração Objetivo: estabilização intrínseca 2ª Fase: Fortalecimento do core Movimentos mais dinâmicos, utiliza ROM específico x peso corporal ou resistência externa, em todos os planos de movimento Objetivo: fortalecimento muscular, integração do Movimento 3ª Fase: Produção de potência do core Força gerada e transferida em tempo real Objetivos: imitar atividades da vida diária

66 Seleções de Exercícios para Core Potência Força Estabilização

Adutores da Coxa. Provas de função muscular MMII. Adutor Longo. Adutor Curto. Graduação de força muscular

Adutores da Coxa. Provas de função muscular MMII. Adutor Longo. Adutor Curto. Graduação de força muscular Provas de função muscular MMII Graduação de força muscular Grau 0:Consiste me palpar o músculo avaliado e encontrar como resposta ausência de contração muscular. Grau 1:Ao palpar o músculo a ser avaliado

Leia mais

Saúde. Performance 21/11/2013. Treinamento Funcional. Silvio Pecoraro - slpecoraro@yahoo.com.br

Saúde. Performance 21/11/2013. Treinamento Funcional. Silvio Pecoraro - slpecoraro@yahoo.com.br Treinamento Funcional Silvio Pecoraro - slpecoraro@yahoo.com.br Saúde A definição de saúde possui implicações legais, sociais e econômicas dos estados de saúde e doença; sem dúvida, a definição mais difundida

Leia mais

1) PANTURRILHAS. b) Músculos envolvidos Gastrocnêmios medial e lateral, sóleo, tibial posterior, fibular longo e curto, plantar (débil),

1) PANTURRILHAS. b) Músculos envolvidos Gastrocnêmios medial e lateral, sóleo, tibial posterior, fibular longo e curto, plantar (débil), 1 1) PANTURRILHAS 1.1 GERAL De pé, tronco ereto, abdômen contraído, de frente para o espaldar, a uma distância de um passo. Pés na largura dos quadris, levar uma das pernas à frente inclinando o tronco

Leia mais

Cinesioterapia\UNIME Docente:Kalline Camboim

Cinesioterapia\UNIME Docente:Kalline Camboim Cinesioterapia\UNIME Docente:Kalline Camboim Cabeça do fêmur com o acetábulo Articulação sinovial, esferóide e triaxial. Semelhante a articulação do ombro, porém com menor ADM e mais estável. Cápsula articular

Leia mais

ABORDAGEM DAS DISFUNÇÕES POSTURAIS. André Barezani Fisioterapeuta esportivo/ Ortopédico e Acupunturista Belo Horizonte 15 julho 2012

ABORDAGEM DAS DISFUNÇÕES POSTURAIS. André Barezani Fisioterapeuta esportivo/ Ortopédico e Acupunturista Belo Horizonte 15 julho 2012 AVALIAÇÃO POSTURAL ABORDAGEM DAS DISFUNÇÕES POSTURAIS André Barezani Fisioterapeuta esportivo/ Ortopédico e Acupunturista Belo Horizonte 15 julho 2012 POSTURA CONCEITOS: Postura é uma composição de todas

Leia mais

JOELHO. Introdução. Carla Cristina Douglas Pereira Edna Moreira Eduarda Biondi Josiara Leticia Juliana Motta Marcella Pelógia Thiago Alvarenga

JOELHO. Introdução. Carla Cristina Douglas Pereira Edna Moreira Eduarda Biondi Josiara Leticia Juliana Motta Marcella Pelógia Thiago Alvarenga JOELHO Carla Cristina Douglas Pereira Edna Moreira Eduarda Biondi Josiara Leticia Juliana Motta Marcella Pelógia Thiago Alvarenga Introdução Articulação muito frágil do ponto de vista mecânico e está propensa

Leia mais

ABDOMINAIS: UMA ABORDAGEM PRÁTICA DO EXERCÍCIO RESISTIDO

ABDOMINAIS: UMA ABORDAGEM PRÁTICA DO EXERCÍCIO RESISTIDO ABDOMINAIS: UMA ABORDAGEM PRÁTICA DO EXERCÍCIO RESISTIDO Éder Cristiano Cambraia 1 Eduardo de Oliveira Melo 2 1 Aluno do Curso de Pós Graduação em Fisiologia do Exercício. edercambraiac@hotmail.com 2 Professor

Leia mais

Apostila de Anatomia e Fisiologia Humana Sistema Muscular - Professor Raphael Varial. Sistema Muscular

Apostila de Anatomia e Fisiologia Humana Sistema Muscular - Professor Raphael Varial. Sistema Muscular Introdução Sistema Muscular Os músculos representam cerca de 50 a 60% do peso do corpo, quando eles se contraem afetam o movimento de todo o corpo, do sangue, do alimento e da respiração por exemplo. Existem

Leia mais

PILATES E BIOMECÂNICA. Thaís Lima

PILATES E BIOMECÂNICA. Thaís Lima PILATES E BIOMECÂNICA Thaís Lima RÍTMO LOMBOPÉLVICO Estabilidade lombopélvica pode ser definida como a habilidade de atingir e manter o alinhamento ótimo dos segmentos da coluna (lombar e torácica), da

Leia mais

EXAME DO QUADRIL E DA PELVE

EXAME DO QUADRIL E DA PELVE EXAME DO QUADRIL E DA PELVE Jefferson Soares Leal O quadril é composto pela articulação coxofemural e a pelve pelas articulações sacroilíacas e pela sínfise púbica. O exame do quadril e da pelve devem

Leia mais

CERTIFICAÇÃO EM TREINAMENTO FUNCIONAL (NEUROFISIOLOGIA) Educador Silvio Pecoraro

CERTIFICAÇÃO EM TREINAMENTO FUNCIONAL (NEUROFISIOLOGIA) Educador Silvio Pecoraro CERTIFICAÇÃO EM TREINAMENTO FUNCIONAL (NEUROFISIOLOGIA) Educador Silvio Pecoraro O que é Treinamento Funcional? É um tipo de treinamento que através do exercício físico e de sua especificidade, visa desenvolver

Leia mais

Exercícios Práticos de Anatomia Veterinária

Exercícios Práticos de Anatomia Veterinária Unic - Universidade de Cuiabá Faculdade de medicina veterinária - 1 - Disciplina de Ciências Morfofuncionais Aplicadas a Medicina Veterinária I Exercícios Práticos de Anatomia Veterinária SUMÁRIO - 2 -

Leia mais

CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior COLUNA VERTEBRAL 7 vértebras cervicais 12 vértebras torácicas 5 vértebras lombares 5 vértebras sacrais 4 vértebras coccígeas anterior

Leia mais

CINCO PRINCÍPIOS BÁSICOS STOTT PILATES

CINCO PRINCÍPIOS BÁSICOS STOTT PILATES CINCO PRINCÍPIOS BÁSICOS STOTT PILATES Utilizando os Princípios do Pilates Contemporâneo para atingir um nível ótimo de condição física. Por Moira Merrithew, STOTT PILATES Executive Director, Education

Leia mais

12/06/2013. Saúde. Certificação em Treinamento. Funcional: Um caminho para o bem-estar. Educador: Silvio Pecoraro. Conteúdo Programático TF

12/06/2013. Saúde. Certificação em Treinamento. Funcional: Um caminho para o bem-estar. Educador: Silvio Pecoraro. Conteúdo Programático TF Certificação em Treinamento Funcional: Um caminho para o bem-estar Educador: Silvio Pecoraro Conteúdo Programático TF Tema: Treinamento Funcional: A Nova Era do Fitness Carga horária: 16 h Conteúdo: Saúde

Leia mais

O treino invisível para aumento do rendimento desportivo

O treino invisível para aumento do rendimento desportivo O treino invisível para aumento do rendimento desportivo Carlos Sales, Fisioterapeuta Federação Portuguesa de Ciclismo Luís Pinho, Fisioterapeuta Federação Portuguesa de Ciclismo Ricardo Vidal, Fisioterapeuta

Leia mais

Implementação do treinamento funcional nas diferentes modalidades. André Cunha

Implementação do treinamento funcional nas diferentes modalidades. André Cunha Implementação do treinamento funcional nas diferentes modalidades André Cunha DNA de alta Performance Por que você faz o que você faz? O que você espera entregar com o seu trabalho? Defina-se como profissional

Leia mais

ANÁLISE FUNCIONAL DA MUSCULATURA HUMANA (Tronco) Aula 9 CINESIOLOGIA. Raul Oliveira 2º ano 2007-2008. músculos monoarticulares

ANÁLISE FUNCIONAL DA MUSCULATURA HUMANA (Tronco) Aula 9 CINESIOLOGIA. Raul Oliveira 2º ano 2007-2008. músculos monoarticulares ANÁLISE FUNCIONAL DA MUSCULATURA HUMANA (Tronco) Aula 9 CINESIOLOGIA Raul Oliveira 2º ano 2007-2008 músculos monoarticulares músculos multiarticulares Músculos bi-articulares 1 LINHA DE TRACÇÃO DO MÚSCULO

Leia mais

Foram estabelecidos critérios de inclusão, exclusão e eliminação. Critérios de inclusão: todos os dançarinos com síndrome da dor femoropatelar.

Foram estabelecidos critérios de inclusão, exclusão e eliminação. Critérios de inclusão: todos os dançarinos com síndrome da dor femoropatelar. Figura 11a - Posição inicial: 1ª posição paralela. Figura 11b - demi-plié: 1ª posição paralela. Figura 12a - Posição inicial: 2ª posição paralela. Figura 12b- Demi-plié: 2ª posição paralela. 35 Figura

Leia mais

AVALIAÇÃO POSTURAL. Figura 1 - Alterações Posturais com a idade. 1. Desenvolvimento Postural

AVALIAÇÃO POSTURAL. Figura 1 - Alterações Posturais com a idade. 1. Desenvolvimento Postural AVALIAÇÃO POSTURAL 1. Desenvolvimento Postural Vantagens e desvantagens da postura ereta; Curvas primárias da coluna vertebral; Curvas Secundárias da coluna vertebral; Alterações posturais com a idade.

Leia mais

Principais funções dos músculos: Tipos de tecido muscular:

Principais funções dos músculos: Tipos de tecido muscular: Corpo Humano Tipos de Tecidos Tipos de tecido muscular: Esquelético Liso Cardíaco Principais funções dos músculos: 1.Movimento corporal 2.Manutenção da postura 3.Respiração 4.Produção de calor corporal

Leia mais

Abdução do quadril Posição inicial Ação Extensão do quadril em rotação neutra Posição inicial Ação

Abdução do quadril Posição inicial Ação Extensão do quadril em rotação neutra Posição inicial Ação 12) Abdução do quadril - músculos comprometidos da articulação do quadril: glúteo médio, glúteo mínimo, tensor da fascia lata e os seis rotadores externos; da articulação do joelho: quadríceps (contração

Leia mais

ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA Apostila de Exercícios de Fixação Sistema Esquelético ESQUELETO AXIAL ESQUELETO APENDICULAR

ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA Apostila de Exercícios de Fixação Sistema Esquelético ESQUELETO AXIAL ESQUELETO APENDICULAR ASSOCIAÇÃO PESTALOZZI DE NITERÓI CURSO TÉCNICO ALMIR MADEIRA Estrada Caetano Monteiro, 857 Pendotiba. Niterói- RJ Tel: 21994400/21.26202173 (Centro) CURSO: DISCIPLINA: Anatomia e Fisiologia Humana DOCENTE:

Leia mais

EXAME DO JOELHO P R O F. C A M I L A A R A G Ã O A L M E I D A

EXAME DO JOELHO P R O F. C A M I L A A R A G Ã O A L M E I D A EXAME DO JOELHO P R O F. C A M I L A A R A G Ã O A L M E I D A INTRODUÇÃO Maior articulação do corpo Permite ampla extensão de movimentos Suscetível a lesões traumáticas Esforço Sem proteção por tecido

Leia mais

Semiologia Ortopédica Pericial

Semiologia Ortopédica Pericial Semiologia Ortopédica Pericial Prof. Dr. José Heitor Machado Fernandes 2ª V E R S Ã O DO H I P E R T E X T O Para acessar os módulos do hipertexto Para acessar cada módulo do hipertexto clique no link

Leia mais

Clínica de Lesões nos Esportes e Atividade Física Prevenção e Reabilitação. Alexandre Carlos Rosa alexandre@portalnef.com.br 2015

Clínica de Lesões nos Esportes e Atividade Física Prevenção e Reabilitação. Alexandre Carlos Rosa alexandre@portalnef.com.br 2015 Clínica de Lesões nos Esportes e Atividade Física Prevenção e Reabilitação Alexandre Carlos Rosa alexandre@portalnef.com.br 2015 O que iremos discutir.. Definições sobre o atleta e suas lesões Análise

Leia mais

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto ANATOMIA HUMANA Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto Os seres mais basais possuem capacidade de reação a estímulos ambientais; Células procariontes, metazoários contraem

Leia mais

Desvios da Coluna Vertebral e Algumas Alterações. Ósseas

Desvios da Coluna Vertebral e Algumas Alterações. Ósseas Desvios da Coluna Vertebral e Algumas Alterações Ósseas DESVIOS POSTURAIS 1. LORDOSE CERVICAL = Acentuação da concavidade da coluna cervical. CAUSA: - Hipertrofia da musculatura posterior do pescoço CORREÇÃO:

Leia mais

Alterações da Estrutura Corporal

Alterações da Estrutura Corporal Alterações da Estrutura Corporal Exercícios e Postura milenadutra@bol.com.br Os Exercícios Realmente Mudam a Postura? Vício postural pode ser corrigido voluntariamente com reeducação psicomotora Desvio

Leia mais

PADRONIZAÇÃO DE EXERCÍCIOS

PADRONIZAÇÃO DE EXERCÍCIOS LOMBAR EXTENSÃO DE TRONCO- Em decúbito ventral apoiado no banco romano ou no solo, pernas estendidas, mãos atrás da cabeça ou com os braços entrelaçados na frente do peito. Realizar uma flexão de tronco

Leia mais

CATIRA OU CATERETÊ- DANÇA DO FOLCLORE BRASILEIRO 1

CATIRA OU CATERETÊ- DANÇA DO FOLCLORE BRASILEIRO 1 CATIRA OU CATERETÊ- DANÇA DO FOLCLORE BRASILEIRO 1 CAMPIOLI, Carlos Gustavo Mendes 1 ; FERREIRA, Iuri Armstrong de Freitas 2 ; VALADÃO, Francielly Costa 3 ; OLIVEIRA, Luan Tavares de 4 ; GOMES, Bianca

Leia mais

Fonte: http://revistacontrarelogio.com.br/pdfs/tudoemcima_194.pdf

Fonte: http://revistacontrarelogio.com.br/pdfs/tudoemcima_194.pdf Fonte: http://revistacontrarelogio.com.br/pdfs/tudoemcima_194.pdf ELÁSTICO OU BORRACHA Sugestão: 1 kit com 3 elásticos ou borrachas (com tensões diferentes: intensidade fraca, média e forte) Preço: de

Leia mais

THE PHYSIOTHERAPIST S POCKET BOOK ESSENTIAL FACTS AT YOUR FINGERTIPS

THE PHYSIOTHERAPIST S POCKET BOOK ESSENTIAL FACTS AT YOUR FINGERTIPS UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE LETRAS DEPARTAMENTO DE LINGUISTICA GERAL E ROMÂNICA ANEXOS AO RELATÓRIO DE PROJECTO DE TRADUÇÃO ASPECTOS LINGUÍSTICOS NA TRADUÇÃO DE THE PHYSIOTHERAPIST S POCKET BOOK

Leia mais

ASPECTOS BIOMECÂNICOS APLICADOS AO TREINAMENTO DE FORÇA. Professor Marcio Gomes

ASPECTOS BIOMECÂNICOS APLICADOS AO TREINAMENTO DE FORÇA. Professor Marcio Gomes ASPECTOS BIOMECÂNICOS APLICADOS AO TREINAMENTO DE FORÇA ANATOMIA HUMANA O conhecimento da Anatomia é de fundamental importância na hora de prescrever o exercício... Ossos e músculos; Tipos de articulações;

Leia mais

CEF Resist - Resumo CEF CEF RESIST. Planos de Movimento (revisão) Funções Muscúlos (revisão) Coluna. Técnica de Execução dos Exercícios

CEF Resist - Resumo CEF CEF RESIST. Planos de Movimento (revisão) Funções Muscúlos (revisão) Coluna. Técnica de Execução dos Exercícios CEF CEF RESIST CEF Resist - Resumo Planos de Movimento (revisão) Funções Muscúlos (revisão) Coluna Anatomia Funcional da Coluna Vertebral Precauções Técnica de Execução dos Exercícios 1 Planos de Movimento

Leia mais

DISTÚRBIOS DA COLUNA VERTEBRAL *

DISTÚRBIOS DA COLUNA VERTEBRAL * A. POSTURA DISTÚRBIOS DA COLUNA VERTEBRAL * 1 POSTURA LORDÓTICA Trabalho realizado por: Karina Mothé Bianor Orientador: Prof. Blair José Rosa Filho Caracterizada por um aumento no ângulo lombossacro (o

Leia mais

C. Guia de Treino ------------------------------------------------

C. Guia de Treino ------------------------------------------------ C. Guia de Treino ------------------------------------------------ A FORÇA / RESISTÊNCIA ( FUNÇÃO MOVIMENTO OSCILAÇÃO ) A01 Joelhos inclinados Com os pés afastados na plataforma, segure a barra de apoio

Leia mais

Avaliação Fisioterapêutica do Joelho Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional

Avaliação Fisioterapêutica do Joelho Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Avaliação Fisioterapêutica do Joelho Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Anatomia Aplicada Articulação Tibiofemoral: É uma articulação

Leia mais

ANATOMIA TEMA DA AULA: O SISTEMA MUSCULAR

ANATOMIA TEMA DA AULA: O SISTEMA MUSCULAR ANATOMIA TEMA DA AULA: O SISTEMA MUSCULAR Objetivos Mediar os conhecimentos científicos dos conteúdos propostos para que o aluno seja capaz de: Entender a morfologia dos músculos estriados esqueléticos;

Leia mais

Treinamento Funcional 17/08/2015. Treinamento Funcional Definição

Treinamento Funcional 17/08/2015. Treinamento Funcional Definição Treinamento Funcional Será que você fez a escolha certa? Prof. Cauê La Scala Teixeira Treinamento Funcional Definição Treinamento: Ato de treinar; conjunto de exercícios praticados por um atleta como preparo

Leia mais

EXAME CLÍNICO DE MEMBROS SUPERIORES E COLUNA ATIVO CONTRA-RESISTÊNCIA MOVIMENTAÇÃO ATIVA

EXAME CLÍNICO DE MEMBROS SUPERIORES E COLUNA ATIVO CONTRA-RESISTÊNCIA MOVIMENTAÇÃO ATIVA Logomarca da empresa Nome: N.º Registro ESQUERDA EXAME CLÍNICO DE MEMBROS SUPERIORES E COLUNA ATIVO CONTRA-RESISTÊNCIA MOVIMENTAÇÃO ATIVA PESCOÇO (COLUNA CERVICAL) Inclinação (flexão lateral) OMBROS Abdução

Leia mais

Site: http://geocities.yahoo.com.br/gagaufera2003/ A COLUNA VERTEBRAL E SUAS CURVAS *

Site: http://geocities.yahoo.com.br/gagaufera2003/ A COLUNA VERTEBRAL E SUAS CURVAS * A COLUNA VERTEBRAL E SUAS CURVAS * A Coluna Vertebral é formada por quatro curvas fisiológicas que se apresentam da seguinte forma: - Coluna Cervical; - Coluna Torácica; - Coluna Lombar; - Coluna Sacra;

Leia mais

FUTURO DO GOLFE = NÃO SE BASEIA SOMENTE NA CÓPIA DO SWING PERFEITO - MECÂNICA APROPRIADA - EFICIÊNCIA DE MOVIMENTO

FUTURO DO GOLFE = NÃO SE BASEIA SOMENTE NA CÓPIA DO SWING PERFEITO - MECÂNICA APROPRIADA - EFICIÊNCIA DE MOVIMENTO FUTURO DO GOLFE = NÃO SE BASEIA SOMENTE NA CÓPIA DO SWING PERFEITO - MECÂNICA APROPRIADA - EFICIÊNCIA DE MOVIMENTO CARACTERÍSTICAS INDIVIDUAIS - Flexibilidade - Estabilidade - Equilíbrio - Propiocepção

Leia mais

CURSO DE MUSCULAÇÃO E CARDIOFITNESS. Lucimére Bohn lucimerebohn@gmail.com

CURSO DE MUSCULAÇÃO E CARDIOFITNESS. Lucimére Bohn lucimerebohn@gmail.com CURSO DE MUSCULAÇÃO E CARDIOFITNESS Lucimére Bohn lucimerebohn@gmail.com Estrutura do Curso Bases Morfofisiológicas - 25 hs Princípios fisiológicos aplicados à musculação e ao cardiofitness Aspectos biomecânicos

Leia mais

Avaliação Integrada. Profº Silvio Pecoraro. Specialist Cooper Fitness Center Dallas Texas/USA Cref. 033196 G/SP

Avaliação Integrada. Profº Silvio Pecoraro. Specialist Cooper Fitness Center Dallas Texas/USA Cref. 033196 G/SP Avaliação Integrada Profº Silvio Pecoraro Specialist Cooper Fitness Center Dallas Texas/USA Cref. 033196 G/SP Definições Chaves Corrente cinética: sistema muscular + sistema articular + sistema neural.

Leia mais

AVALIAÇÃO DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO Articulação Sinovial Forma de sela Três graus de liberdade Posição de Repouso Posição de aproximação

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO ISO-STRETCHING

CURSO DE FORMAÇÃO ISO-STRETCHING CURSO DE FORMAÇÃO ISO-STRETCHING O Curso de Formação em Iso Stretching é ministrado pelo fundador da técnica, o osteopata e fisioterapeuta francês Bernard Redondo. O método Iso Stretching foi desenvolvido

Leia mais

MAT PILATES 1 ÍNDICE: PRE MAT- MAT PILATES 2 MAT PILATES 2

MAT PILATES 1 ÍNDICE: PRE MAT- MAT PILATES 2 MAT PILATES 2 MAT PILATES 1 ÍNDICE: PRE MAT- MAT PILATES 2 MAT PILATES 2 I-RESPIRAÇAO II-CONTROLE DE CENTRO E DISSOCIAÇÃO DE QUADRIL III-ORGANIZAÇAO CRANIO-VERTEBRALARTICULAÇAO DE COLUNA IV-DESCARGA DE PESO DE MMII

Leia mais

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Anatomia Aplicada Existem 2 tipos de artic. encontradas

Leia mais

BIOMECÂNICA -MEMBRO SUPERIOR

BIOMECÂNICA -MEMBRO SUPERIOR BIOMECÂNICA -MEMBRO SUPERIOR OMBRO Membro Superior CINTURA ESCAPULAR COTOVELO Joel Moraes Santos Junior COLUNA - APLICAÇÃO PRÁTICA Condicionamento APTIDÃO FÍSICA Treinamento desportivo CARGA/IMPACTO Reabilitação

Leia mais

ESTUDO RADIOLÓGICO DA COLUNA LOMBAR

ESTUDO RADIOLÓGICO DA COLUNA LOMBAR ESTUDO RADIOLÓGICO DA COLUNA LOMBAR VERTEBRAS LOMBARES 5 9 3 10 1 6 4 8 2 1- processo espinhoso 2- processo transverso 3- corpo 4- processo articular inferior 5- processo articular superior 6- incisura

Leia mais

ABRCOLUNA Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna

ABRCOLUNA Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna ABRCOLUNA Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna Guia de Exercícios preventivos para a Coluna Vertebral Dr. Coluna 01 Helder Montenegro Fisioterapeuta Guia de Exercícios Dr Coluna 2012.indd 1

Leia mais

Exame Fisico do Quadril Celso HF Picado

Exame Fisico do Quadril Celso HF Picado Exame Fisico do Quadril Celso HF Picado Introdução A cintura pélvica é composta pela articulação sacro-ilíaca, pela sínfise púbica e pela articulação coxo-femoral. Esta última corresponde à articulação

Leia mais

MUSCULAÇÃO. Execução correta e ajustes dos principais exercícios livres e em máquinas 21/06/2013 ESCOLHA DOS EXERCÍCIOS

MUSCULAÇÃO. Execução correta e ajustes dos principais exercícios livres e em máquinas 21/06/2013 ESCOLHA DOS EXERCÍCIOS MUSCULAÇÃO Execução correta e ajustes dos principais exercícios livres e em máquinas Cibele Calvi Anic Ribeiro ESCOLHA DOS EXERCÍCIOS objetivo do aluno liberação para o exercício (quadro clínico) prioridades

Leia mais

ANATOMIA. Osso. VISTA LATERAL DO SACRO (Braço maior e menor e fixações musculares)

ANATOMIA. Osso. VISTA LATERAL DO SACRO (Braço maior e menor e fixações musculares) SACRO CBES ANATOMIA Osso O sacro é formado por 5 vértebras fundidas. Os forâmens de conjugação se transformam em forâmens sacrais anteriores e posteriores. Sua face anterior é côncava e lisa Sua face posterior

Leia mais

Coluna Vertebral. Sacro - 5 vértebras - Cóccix - 4-5 vértebras. Junção Cervico-toracica. Junção Toraco-lombar. Junção Lombosacral

Coluna Vertebral. Sacro - 5 vértebras - Cóccix - 4-5 vértebras. Junção Cervico-toracica. Junção Toraco-lombar. Junção Lombosacral A Coluna Verterbral É o maior segmento corporal (40% Altura) É como uma haste elástica modificada Proporciona suporte, proteção e flexibilidade Formado por 33 vértebras, 24 móveis. 4 curvas, que dão equilíbrio

Leia mais

Anatomia - Coluna Cervical

Anatomia - Coluna Cervical Anatomia - Coluna Cervical C1 e C2 diferem das demais vértebras da coluna por particularidades anatômicas. Massas laterais. Dente do áxis. Coluna Cervical Alta Ligamento do ápice do dente Ligamento alar

Leia mais

Movimentos da articulação do joelho. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

Movimentos da articulação do joelho. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior Movimentos da articulação do joelho Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior Introdução Uma das mais complexas articulações do corpo humano. É composta por 3 articulações: 1. entre os côndilos mediais

Leia mais

EHFA Estratégia de Avaliação (EAD 03) Nome da Organização de Formação:

EHFA Estratégia de Avaliação (EAD 03) Nome da Organização de Formação: EHFA Estratégia de Avaliação (EAD 03) Nome da Organização de Formação: Introdução Normas da Associação Europeia de Saúde e Fitness (EHFA) Estão actualmente disponíveis as seguintes normas EHFA: Instrutor

Leia mais

3/26/2009 EX E E X R E C R ÍCI C OS S E E PO P ST S U T RA R OS EX ER EX CÍ C CI C OS REAL EA MEN M T EN E MO M DIFI F CAM A M A A PO P STUR U A?

3/26/2009 EX E E X R E C R ÍCI C OS S E E PO P ST S U T RA R OS EX ER EX CÍ C CI C OS REAL EA MEN M T EN E MO M DIFI F CAM A M A A PO P STUR U A? EXERCÍCIOS E POSTURA OS EXERCÍCIOS REALMENTE MODIFICAM A POSTURA? 1 Um vício postural pode ser corrigido voluntariamente com reeducação psicomotora, um desvio postural pode ser corrigido com exercícios

Leia mais

UNIVERSIDADE DO VALE DO PARAÍBA FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ARTES CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIVERSIDADE DO VALE DO PARAÍBA FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ARTES CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA UNIVERSIDADE DO VALE DO PARAÍBA FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ARTES CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA A importância do core training para praticantes de ciclismo indoor Bruno Henrique Oliveira Cíntia Helena Borges

Leia mais

ANATOMIA HUMANA I. Acidentes Ósseos. Prof. Me. Fabio Milioni. Características Anatômicas de Superfície dos Ossos

ANATOMIA HUMANA I. Acidentes Ósseos. Prof. Me. Fabio Milioni. Características Anatômicas de Superfície dos Ossos ANATOMIA HUMANA I Acidentes Ósseos Prof. Me. Fabio Milioni Características Anatômicas de Superfície dos Ossos As superfícies dos ossos possuem várias características estruturais adaptadas a funções específicas.

Leia mais

Jorge Storniolo. Henrique Bianchi. Reunião Locomotion 18/03/2013

Jorge Storniolo. Henrique Bianchi. Reunião Locomotion 18/03/2013 Jorge Storniolo Henrique Bianchi Reunião Locomotion 18/03/2013 Histórico Conceito Cuidados Protocolos Prática Antiguidade: Gregos e egípcios estudavam e observavam as relações de medidas entre diversas

Leia mais

A ANATOMIA E BIOMECÂNICA DA ARTICULAÇÃO SACRO-ILÍACA

A ANATOMIA E BIOMECÂNICA DA ARTICULAÇÃO SACRO-ILÍACA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Fábio Fidalgo Fregni A ANATOMIA E BIOMECÂNICA DA ARTICULAÇÃO SACRO-ILÍACA Campinas 2011 1 Fábio Fidalgo Fregni A ANATOMIA E BIOMECÂNICA DA

Leia mais

XI Encontro de Iniciação à Docência

XI Encontro de Iniciação à Docência 6CCSDFTMT12 RESUMO PROPOSTA DE FICHA DE AVALIAÇÃO GONIOMÉTRICA E DE TESTE DE FORÇA MUSCULAR PARA A CLÍNICA ESCOLA DE FISIOTERAPIA. Wínea Leila Ribeiro Vasconcelos 1 ; Ana Paula de Jesus Tomé-Pereira 4

Leia mais

Proteger a medula espinal e os nervos espinais. Fornece um eixo parcialmente rígido e flexível para o corpo e um pivô para a cabeça

Proteger a medula espinal e os nervos espinais. Fornece um eixo parcialmente rígido e flexível para o corpo e um pivô para a cabeça Cinthya Natel Baer Cristiane Schwarz Gelain Isabella Mauad Patruni Laila Djensa S. Santos Laiza Tabisz Mariana Escani Guerra Paula Moreira Yegros Veronica Dalmas Padilha Ana Paula Trotta Aline Sudoski

Leia mais

Análise Funcional da Musculatura

Análise Funcional da Musculatura 2 Noções gerais Análise Funcional da Musculatura Coordenação Intermuscular Agonista Principais Auxiliares Antagonista Fixador 3 Noções gerais 4 Relação Mono >< Bi-articular Tipos de Acção Muscular Dinâmica

Leia mais

Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional. Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João

Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional. Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João Avaliação Fisioterapêutica do Quadril Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Anatomia Aplicada Articulação do Quadril: É uma articulação

Leia mais

Por que devemos avaliar a força muscular?

Por que devemos avaliar a força muscular? Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com Docência Docência Personal Trainer Por que devemos avaliar a força muscular? Desequilíbrio Muscular;

Leia mais

PELA SAÚDE DOS VOSSOS OMBROS

PELA SAÚDE DOS VOSSOS OMBROS PELA SAÚDE DOS VOSSOS OMBROS por Hoje em dia as circunstâncias da vida quotidiana forçam-nos a passar muito tempo sentados em posturas que não são as mais adequadas. Neste preciso momento enquanto estão

Leia mais

Deseja Descobrir Como Ganhar Massa Muscular Agora?

Deseja Descobrir Como Ganhar Massa Muscular Agora? ATENÇÃO! A informação contida neste material é fornecida somente para finalidades informativas e não é um substituto do aconselhamento por profissionais da área da saúde como médicos, professores de educação

Leia mais

Certificação em Treinamento. Funcional: Um caminho para o bem-estar. Educador: Silvio Pecoraro. Saúde

Certificação em Treinamento. Funcional: Um caminho para o bem-estar. Educador: Silvio Pecoraro. Saúde Certificação em Treinamento Funcional: Um caminho para o bem-estar Educador: Silvio Pecoraro Saúde A definição de saúde possui implicações legais, sociais e econômicas dos estados de saúde e doença; sem

Leia mais

Alterações. Músculo- esqueléticas

Alterações. Músculo- esqueléticas Alterações Músculo- esqueléticas Sistema Neurológico Alteração no tempo de reação e equilíbrio. A instabilidade articular. Alteração da visão Sensibilidade da córnea. c Aumento ou diminuição dos sentidos

Leia mais

DIÂMETRO ÓSSEO. Prof.Moisés Mendes

DIÂMETRO ÓSSEO. Prof.Moisés Mendes DIÂMETRO ÓSSEO INTRODUÇÃO CONCEITO: É definido pela menor distância entre duas extremidades ósseas. FINALIDADES: São usadas para determinar a constituição física,para fins ergonômicos,para fins de assimetria

Leia mais

Teste de Flexibilidade

Teste de Flexibilidade Teste de Flexibilidade Introdução O teste de Fleximetria foi aprimorado pelo ICP à partir do teste do Flexômetro de LEIGHTON deve ser aplicado com a intenção de se coletar informações sobre o funcinamento

Leia mais

SEBENTA DE MÚSCULOS. Nuno Matos nunomatos@gtmmi.pt

SEBENTA DE MÚSCULOS. Nuno Matos nunomatos@gtmmi.pt SEBENTA DE MÚSCULOS Nuno Matos nunomatos@gtmmi.pt MÚSCULOS DO DORSO E COLUNA VERTEBRAL Nuno Matos nunommatos@gmail.com FÁSCIA TÓRACO-LOMBAR A fáscia tóraco-lombar é uma importante estrutura aponevrótica

Leia mais

Palavras chaves: Core; Treinamento Funcional; Musculação; Homens.

Palavras chaves: Core; Treinamento Funcional; Musculação; Homens. 1 Estudo comparativo do nível de força isométrica e estabilidade da musculatura do core entre indivíduos praticantes de treinamento funcional e de musculação. Resumo: O presente estudo teve como objetivo

Leia mais

Atualmente = o objetivo é conseguir, durante a sessão e fora dela, a funcionalidade do paciente (o tônus se adequa como consequência).

Atualmente = o objetivo é conseguir, durante a sessão e fora dela, a funcionalidade do paciente (o tônus se adequa como consequência). CONCEITO BOBATH PARA ADULTOS Profª Ms. Daniela Vincci Lopes Ruzzon INTRODUÇÃO 1943 pintor com hemiplegia grave à direita. Tratamento da espasticidade: Iniciou com vibração no deltóide = sem resultados.

Leia mais

Capa: João Renato Teixeira e Teresa Perrotta Editoração: F.A. Editoração Ilustrações: Avaz Revisão: Cristina da Costa Pereira

Capa: João Renato Teixeira e Teresa Perrotta Editoração: F.A. Editoração Ilustrações: Avaz Revisão: Cristina da Costa Pereira Direitos exclusivos para a língua portuguesa Cupyright 2000 by EDITORA SPRiNT LTDA. Rua Adolfo Mota, 69 - Tijuca CEP 20540-1 00 - Rio de Janeiro- RJ Tel. : 0XX-21-2 64-8080 / OXX-21-567-0295 - Fax: 0XX-21-284-9340

Leia mais

EXÉRCITO BRASILEIRO www.exercito.gov.br

EXÉRCITO BRASILEIRO www.exercito.gov.br EXÉRCITO BRASILEIRO www.exercito.gov.br CARTILHA DE TREINAMENTO NEUROMUSCULAR COM ELÁSTICOS INSTITUTO DE PESQUISA DA CAPACITAÇÃO FÍSICA DO EXÉRCITO www.ipcfex.com.br Realização www.exercito.gov.br www.decex.ensino.eb.br

Leia mais

SISTEMA MUSCULAR. Profª Fabíola Alves dos Reis 2014

SISTEMA MUSCULAR. Profª Fabíola Alves dos Reis 2014 SISTEMA MUSCULAR Profª Fabíola Alves dos Reis 2014 OBJETIVOS Diferenciar os tipos de músculos. Conhecer as estruturas micro e macroscópicas dos músculos. Conceituar: estados de contração e de relaxamento,

Leia mais

DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA!

DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA! DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA! SUA MOCHILA NÃO PODE PESAR MAIS QUE 10% DO SEU PESO CORPORAL. A influência de carregar a mochila com o material escolar nas costas, associado

Leia mais

EXAME DO JOELHO. Inspeção

EXAME DO JOELHO. Inspeção EXAME DO JOELHO Jefferson Soares Leal O joelho é a maior articulação do corpo e está localizado entre os dois maiores ossos do aparelho locomotor, o fêmur e a tíbia. É uma articulação vulnerável a lesões

Leia mais

Síndromes Dolorosas do Quadril: Bursite Trocanteriana Meralgia Parestésica

Síndromes Dolorosas do Quadril: Bursite Trocanteriana Meralgia Parestésica André Montillo UVA Anatomia do Quadril Anatomia do Quadril Síndromes Dolorosas do Quadril: Bursite Trocanteriana Meralgia Parestésica Definição: Bursite Trocanteriana É o Processo Inflamatório da Bursa

Leia mais

Esqueleto apendicular

Esqueleto apendicular 2010 Esqueleto apendicular http://www.imagingonline.com.br/ Esse capítulo enfoca os ossos que formam os esqueletos apendiculares superiores, inferiores e seus respectivos cíngulos.. No final do capítulo,

Leia mais

2. Biomecânica do ombro

2. Biomecânica do ombro 2. Biomecânica do ombro Devido ao elevado número de elementos anatómicos intervenientes na biomecânica do ombro, a sua análise torna-se bastante complexa. Como se sabe, a função da cintura escapular requer

Leia mais

Anamnese Clínica. Dados pessoais. Geral. Patologias. Nome: Modelo Masculino. Sexo: Masculino. Idade: 32 anos Avaliador: André Almeida

Anamnese Clínica. Dados pessoais. Geral. Patologias. Nome: Modelo Masculino. Sexo: Masculino. Idade: 32 anos Avaliador: André Almeida Nome: Modelo Masculino Idade: 32 anos Avaliador: André Almeida Sexo: Masculino Data da Avaliação: 23/07/2010 Hora: 16:11:09 Anamnese Clínica Dados pessoais Nome: Modelo Masculino Data de Nascimento: 23/12/1977

Leia mais

O QUE É TREINAMENTO FUNCIONAL? Por Artur Monteiro e Thiago Carneiro

O QUE É TREINAMENTO FUNCIONAL? Por Artur Monteiro e Thiago Carneiro O QUE É TREINAMENTO FUNCIONAL? Por Artur Monteiro e Thiago Carneiro O corpo humano é projetado para funcionar como uma unidade, com os músculos sendo ativados em seqüências especifica para produzir um

Leia mais

04/11/2012. rígida: usar durante a noite (para dormir) e no início da marcha digitígrada, para manter a ADM do tornozelo.

04/11/2012. rígida: usar durante a noite (para dormir) e no início da marcha digitígrada, para manter a ADM do tornozelo. 04/11/2012 Prolongar o tempo de deambulação independente. Manter a postura correta. Garantir o bom funcionamento das funções cardiorrespiratória e digestiva. Manter a amplitude do movimento. Garantir o

Leia mais

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Cervical Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Cervical Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Cervical Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Anatomia Aplicada A coluna cervical consiste em diversas

Leia mais

Reitora Suely Vilela. Diretor da Faculdade de Saúde Pública Chester Luiz Galvão César. Chefe do Departamento de Nutrição Carlos Augusto Monteiro

Reitora Suely Vilela. Diretor da Faculdade de Saúde Pública Chester Luiz Galvão César. Chefe do Departamento de Nutrição Carlos Augusto Monteiro Reitora Suely Vilela Diretor da Faculdade de Saúde Pública Chester Luiz Galvão César Chefe do Departamento de Nutrição Carlos Augusto Monteiro Chefe do Laboratório de Avaliação Nutricional de Populações

Leia mais

A UNIDADE INTERNA (INNER UNIT OR INNER CORE) PAUL CHECK

A UNIDADE INTERNA (INNER UNIT OR INNER CORE) PAUL CHECK A UNIDADE INTERNA (INNER UNIT OR INNER CORE) PAUL CHECK Este é o primeiro de dois artigos sobre as unidades que constituem o núcleo central, e versa sobre a Unidade Interna (Inner unit or inner CORE).

Leia mais

3ª SÉRIE PARA DORES NOS GLÚTEOS E PERNAS

3ª SÉRIE PARA DORES NOS GLÚTEOS E PERNAS 3ª SÉRIE PARA DORES NOS GLÚTEOS E PERNAS RODAR OS JOELHOS À DIREITA E À ESQUERDA SENSAÇÃO NA EXECUÇÃO: alívio na articulação dos joelhos e tornozelos. INDICAÇÃO TERAPÊUTICA: dores nas articulações dos

Leia mais

TREINAMENTO DE FORÇA RELACIONADO A SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA

TREINAMENTO DE FORÇA RELACIONADO A SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA TREINAMENTO DE RELACIONADO A SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA Como regra geral, um músculo aumenta de força quando treinado próximo da sua atual capacidade de gerar força. Existem métodos de exercícios que são

Leia mais

Ossos - órgãos passivos do movimento. Músculos - órgãos ativos do movimento. Introdução

Ossos - órgãos passivos do movimento. Músculos - órgãos ativos do movimento. Introdução Ossos - órgãos passivos do movimento Músculos - órgãos ativos do movimento Introdução Organização dos músculos esqueléticos Sistema muscular: anatomia microscópica Porção ativa ventre muscular Porções

Leia mais

EXERCÍCIOS RESISTIDOS. Parte III

EXERCÍCIOS RESISTIDOS. Parte III EXERCÍCIOS RESISTIDOS Parte III PREPARO E APLICAÇÃO DE EXERCÍCIOS RESISTIDOS Aquecimento com movimentos leves, repetitivos e alongamentos. Aplicar a resistência de forma distal, na região onde o músculo

Leia mais

Capa: João Renato Teixeira e Teresa Perrotta Editoração: F.A. Editoração Ilustrações: Avaz Revisão: Cristina da Costa Pereira

Capa: João Renato Teixeira e Teresa Perrotta Editoração: F.A. Editoração Ilustrações: Avaz Revisão: Cristina da Costa Pereira Direitos exclusivos para a língua portuguesa Cupyright 2000 by EDITORA SPRiNT LTDA. Rua Adolfo Mota, 69 - Tijuca CEP 20540-1 00 - Rio de Janeiro- RJ Tel. : 0XX-21-2 64-8080 / OXX-21-567-0295 - Fax: 0XX-21-284-9340

Leia mais

Conteúdo do curso de massagem sueca na Bergqvist Massagem e Treinamento

Conteúdo do curso de massagem sueca na Bergqvist Massagem e Treinamento Conteúdo do curso de massagem sueca na Bergqvist Massagem e Treinamento Prática Massagem sueca Per Henrik Ling fundou a massagem sueca no século 19 depois de estudar as massagens antigas da Grécia e do

Leia mais

PROTETIZAÇÃO E TIPOS DE PRÓTESES

PROTETIZAÇÃO E TIPOS DE PRÓTESES PROTETIZAÇÃO E TIPOS DE PRÓTESES PROTETIZAÇÃO (A) OBJETIVOS GERAIS - Independência na marcha e nos cuidados pessoais - Adequação física e emocional quanto ao uso da prótese OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Cicatrização

Leia mais

Variáveis Manipuláveis do Treino de Força

Variáveis Manipuláveis do Treino de Força Variáveis Manipuláveis do Treino de Força Lucimere Bohn lucimerebohn@gmail.com Área de Formação: 813 Desporto. Curso: Musculação e Cardiofitness. Módulo: Bases Morfofisiológicas VARIÁVEIS MANIPULÁVEIS

Leia mais