Departamento de Diagnóstico por Imagem do I.C.A.V.C. TOMOGRAFIA EM ONCOLOGIA

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1 TOMOGRAFIA EM ONCOLOGIA

2 Tomografia: diagnóstico stico, estadiamento, acompanhamento, prevenção e pesquisa clínica nica; Objetivo da aula; TC Helicoidal X Multi slice Limitações do método.

3 *Ajustes das janelas

4 Protocolos; Princípios do método; Uso do contraste em Tomografia a) Tipos de contraste; b) Reações ao contraste; leve; moderado; grave.

5 c) Decisões antes de injetar: Questionário história alérgica rgica, medicamentos, doenças e jejum adequado; Risco X Benefício cio; Alternativas melhores ou iguais; Indicação precisa; Informação ao paciente(ansiedade); Preparo para as complicações ões.

6 d) Vias de administração ão: Via oral víscera oca; Via retal doenças pélvicas; Via endovenosa estruturas vasculares (1 a 2ml/kg bomba injetora). e) Diversas fases do exame tempo em relação a administração do contraste; f) O desrepeito a estas fases X exame não direcionado pela clínica pode resultar em limitações do método

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9 Anatomia Radiológica Abdome/Pelve

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16 Patologias Fígado

17 *Abscesso hepático piogênico

18 *Cisto hepático simples(5 a 10UH)

19 *Hemagioma

20 *Adenoma

21 *Hiperplasia nodular focal

22 *Hiperplasia nodular focal

23 *HCC muito variável

24 *Linfoma hepático primário

25 Lipoma

26 Metástase hepáticas Nódulo sólido com realce heterogêneo; Padrão randomizado com dimensões variadas; Fígado sede freqüente ente de metástases do trato digestivo, adrenais,, mamas, tireóide ide etc; Algumas calcificam trato digestivo, ovários ou pós-quimioterapia.

27 *Metástase de carcinoma do cólon

28 *Metástases de melanoma

29 *Metástase de adenocarcinoma do reto

30 *Metástases de carcinoma de mama pós qt

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32 Patologias Vesícula biliar e vias biliares

33 *Colangiocarcinoma central

34 *KLAtskin

35 *Carcinoma da vesícula

36 *Carcinoma da vesícula

37 *Adenocarcinoma da papila duodenal

38 *Carcinoma avançado da papila duodenal

39 Patologias Pâncreas

40 *Adenocarcinoma do pâncreas

41 *Adenocarcinoma do pâncreas

42 *Adenocarcinoma do pâncreas c/ pseudocisto

43 *Adenocarcinoma do pâncreas

44 *Adenocarcinoma do pâncreas s/ possibilidade cirúrgica

45 *Cistoadenoma seroso

46 *Insulinoma

47 *Insulinoma

48 *Metástase pancreática de Hipernefroma

49 *Linfoma pancreático

50 *Teratoma pancreático

51 Patologias Esôfago

52 TC não atua no diagnóstico stico, mas é a alternativa útil na avaliação do tratamento; TC observa espessamento parietal resultante do tumor; Ângulo de Picus; Relação com a árvore tráqueo queo-brônquica;

53 *CEC de esôfago

54 *CEC de esôfago

55 *Adenocarcinoma esofágico

56 *Adenocarcinoma esofágico c/ perfuração

57 *CEC esofágico

58 Patologias Estômago

59 TC não atua no diagnóstico stico, mas é a alternativa útil na avaliação do tratamento; TC observa espessamento parietal resultante do tumor; Ângulo de Picus; Relação com a árvore tráqueo queo-brônquica;

60 Diagnóstico endoscópico pico. Discutível a utilidade da TC no estadiamento pré- operatório rio; Principal sinal tomográfico espessamento parietal(>10mm); TC deve avaliar: a) Extensão do tumor; b) Estruturas vizinhas(pp baço e pâncreas); c) Metástases(hep stases(hepáticas, nodais e peritoneais).

61 *Leiomioma

62 *Carcinoma da junção esôfago-gástrica

63 *Adenocarcinoma gástrico

64 *Linfoma gástrico

65 Patologias Intestino delgado

66 Neoplasias são raras; TC espessamentos parietais ou massas no mesentério rio; Espessamento benigno X maligno; Tumor carcinóide ide mais comum no íleo terminal e apresenta-se como densificação retrátil til no mesentério rio;

67 Leiomiossarcoma maligno + freqüente ente, geralmente com metástases hepáticas necrosadas; Metástases para intestino delgado mais comum em melanoma e carcinomas da mama e pulmão; Linfomas não Hodgkin no íleo terminal.

68 *Adenocarcinoma intestinal

69 *Tumor carcinóide

70 *Leiomiossarcoma intestinal

71 *Metástase de melanoma

72 Patologias Cólon e Reto

73 Diagnóstico usualmente por colonoscopia ou enema baritado, eventualmente por TC em casos de massas abdominais; TC utilizada no estadiamento pré operatório rio; Sinais tomográficos espessamento parietal inespecifíco co; Colonoscopia virtual alternativa;

74 Cautela na interpretação radiológica lesões facilmente vistas no ato cirúrgico rgico e ausentes na TC; TC importante no estadiamento; Linfonodos baixa sensibilidade pela TC. Único critério rio é linfonodo >1cm; TC procura metástases para fígado e pulmão e controle P.O.; Reto P.O. - dificuldade para diferenciar tecido fibroso de recidiva;

75 *Adenocarcinoma da transição retossigmóide

76 *Adenocarcinoma do reto

77 *Adenocarcinoma do reto com envolvimento nodal

78 *Tumor de Krukenberg

79 *Recidivas de adenocarcinoma do reto

80 Patologias Mesentério

81 *Lipossarcoma do mesentério

82 *Linfoma massas no mesentério e retroperitônio

83 Patologias Peritônio

84 *Carcinomatose peritoneal

85 *Pseudomixoma peritoneal

86 Patologias Baço

87 Tumores primários rios são raros; Hemangioma e angiossarcoma; Metástases geralmente proveniente de pulmão,, mamas e ovário rio; TC geralmente nódulo de baixa densidade de margens indistintas.

88 *Metástases

89 Patologias Rins

90 Importante classificação pré- operatório rio do estágio tumoral e extensão da doença; Sinais à TC: a) Massa sólida; b) Comum hemorragia, necrose e calcificação ão; c) Muitas são hipervasculares e realçam am heterogeneamente; d) Variantes císticas e multicísticas paredes e septações espessas e realçadas adas; e) Disseminação linfática hilares, peri-cavais e peri-aórticos rticos;

91 f) Disseminação hematogênica vai para pulmão ossos, fígado, adrenais ou rim oposto; TC torácica rotina pré-operat operatória; Meta desaparece com a remoção do tumor primário rio; pode haver meta tardia(20anos); Carcinoma de células de transição origina-se no epitélio do tecido coletor; Metástase vem principalmente dos carcinomas de pulmão.

92 *Anatomia

93 *Carcinoma renal

94 *Carcinoma renal bilateral

95 *Carcinomas de células de transição

96 *Cisto renal simples

97 Patologias Adrenal

98 Forma de Y invertido; Hiperplasia aumento simétrico das glândulas diferenciar com metástases stases; Carcinomas adrenais X adenomas atenuação ão, tamanho, contornos, calcificações ões, crescimento e invasão adjacente; Metástases mesmo em pacientes com tumor primário rio conhecido até 50% das massas adrenais podem ser adenomas;

99 Metásteses steses: a) > 3cm; b) Margens mal definidas; c) Periferia espessa e realçada ada; d) Atenuação heterogênea; e) Invasão adjacente; f) Metástases em outros locais.

100 *Adrenal direita - anatomia

101 *Adrenal esquerda - anatomia

102 *Vasos peri-esplênicos

103 *Hiperplasia adrenal

104 *Adenoma benigno

105 *Carcinoma adrenal

106 *Metástase adrenal necrosada

107 *Metástases adrenais bilaterais

108 Patologias Bexiga

109 *Carcinomas de células de transição da bexiga

110 Patologias Colo uterino

111 *Carcinoma do colo uterino

112 *Carcinoma endometrial

113 *Carcinoma de ovário

114 Patologias Próstata

115 TC não demonstra arquitetura protática tica e pouco eficaz na demonstração dos tumores intra- prostáticos ticos; Pode demosntrar disseminação extra- prostático(65 tico(65 a 75%); Achados TC; a) Aumento da próstata stata; b) Tamanho assimétrico das vesículas seminais; c) Infiltração dos ângulos vésico-vesiculares; d) Envolvimento da bexiga(difícil detectar); e) Linfonodos pélvicos >1cm.

116 *Carcinoma da próstata

117 Patologias Linfonodos

118 Linfonodos normais são alongados e homgêneos; Normais até 1cm no menor eixo(abdome e pelve), 6mm(retrocrurais e portohepáticos ticos); Muitas vezes a metástase não altera a atenuação ão; Muitos falso positivos e falso negativos.

119 *Linfoma - linfonomegalias

120 *Linfoma - linfonomegalias

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